Atomoxetina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Condução
O que é
A Atomoxetina é um agente neurotónico, indicado exclusivamente para o tratamento de TDAH.

Apesar de classificado como antidepressivo, não tem efeitos clínicos estudados e aprovados para este propósito.

É um bloqueador seletivo da recaptura de noradrenalina cuja patente é detida pelo laboratório Eli Lilly.

Há genéricos fabricados noutros países sob os nomes Tomoxetin (Torrent Pharmaceuticals), Attentin (Ranbaxy Laboratories - divisão Solus) e outros.
Usos comuns
Classificada como a norepinefrina (noradrenalina) inibidor da recaptação, Atomoxetina está aprovada para uso em crianças, adolescentes e adultos.

No entanto, sua eficácia não foi estudada em crianças com menos de seis anos de idade.

A sua principal vantagem sobre os tratamentos estimulantes padrão para o TDAH é que ele não tem potencial de abuso.

Os efeitos terapêuticos iniciais de Atomoxetina costumam levar 2-4 semanas para se tornarem evidentes, podendo no entanto ser necessário mais tempo para que os efeitos terapêuticos completos se evidenciem.

A sua eficácia pode ser menor do que o de medicamentos estimulantes. Ao contrário de agonistas adrenérgicos α2, como o uso de guanfacina e clonidina a atomoxetina pode ser abruptamente interrompido, sem efeitos significativos de abstinência visíveis.
Tipo
Molécula pequena.
História
Este composto é produzido, comercializado e vendido na UE e EUA sob a marca Strattera pela Eli Lilly sob a forma de um sal cloridrato (HCl atomoxetina), empresa esta detentora original e atual da patente.

Não existe actualmente genérico uma vez que está sob patente até 2017.

Em 12 de agosto de 2010, a Lilly perdeu uma ação judicial que desafiou a patente da Lilly para o Strattera, aumentando a probabilidade de entrada antecipada de um genérico no mercado dos EUA.

Em 1 de setembro de 2010, a Sun Pharmaceuticals anunciou que iria começar a fabricar um genérico nos Estados Unidos.

No entanto em 29 de julho de 2011 em conferência de imprensa, o presidente da Sun Pharmaceutical afirmou: "a Lilly ganhou o recurso do litígio, então eu acho que o "genérico do Strattera fica adiado."
Indicações
É utilizado para tratar a Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA).

É utilizado em crianças com mais de 6 anos de idade, em jovens e em adultos.

É utilizado apenas como parte de um tratamento completo da doença, o qual também necessita de outros tratamentos que não envolvem medicamentos, tais como a terapia comportamental e de aconselhamento.

Não deve ser utilizado como tratamento da PHDA em crianças com menos de 6 anos de idade e desconhece-se se o medicamento resulta ou se é seguro neste grupo de pessoas.

Em adultos, é utilizado para tratar a PHDA quando os sintomas são muito problemáticos e afetam o seu trabalho ou vida social e quando existiram sintomas da doença em criança.
Classificação CFT

02.08 : Estimulantes inespecíficos do sistema nervoso central

Mecanismo De Ação
O mecanismo exato pelo qual a Atomoxetina produz os seus efeitos terapêuticos na Desordem de Déficit de Atenção (ADHD), é desconhecido, mas pensa-se estar relacionado com a inibição seletiva do transportador de norepinefrina pré-sináptica, conforme determinado através de estudos in vitro.

Atomoxetina parece ter uma afinidade mínima para outros recetores noradrenérgicos ou para outros transportadores de neurotransmissores ou recetores.
Posologia Orientativa
Posologia em crianças/adolescentes até 70 kg de peso:
Atomoxetina deve ser iniciado numa dose total diária de aproximadamente 0,5 mg/kg.

A dose inicial deverá ser mantida durante um mínimo de 7 dias antes de aumentar a dose titulando-a de acordo com a resposta clínica e tolerabilidade do doente.

A dose de manutenção recomendada é aproximadamente 1,2 mg/kg/dia (dependendo do peso do doente e das doses disponíveis de atomoxetina).

Não ficou demonstrado nenhum benefício adicional com doses superiores a 1,2 mg/kg/dia.

A segurança de doses únicas superiores a 1,8 mg/kg/dia e dose total diária superior a 1,8 mg/kg não foi avaliada sistematicamente.

Nalguns casos, pode ser adequado continuar o tratamento até à idade adulta.

Posologia em crianças/adolescentes com mais de 70 kg de peso: Atomoxetina deve ser iniciado numa dose total diária de 40 mg.

A dose inicial deverá ser mantida durante um mínimo de 7 dias antes de aumentar a dose titulando-a de acordo com a resposta clínica e tolerabilidade.

A dose de manutenção recomendada é de 80 mg.

Não ficou demonstrado nenhum benefício adicional com doses superiores a 80 mg
A dose diária máxima recomendada é de 100 mg.

A segurança de doses únicas superiores a 120 mg e doses diárias acima dos 150 mg não foi sistematicamente avaliada.

Posologia em adultos
Atomoxetina deve ser iniciado numa dose total diária de 40 mg.

A dose inicial deverá ser mantida durante um mínimo de 7 dias antes de aumentar a dose titulando-a de acordo com a resposta clínica e tolerabilidade.

A dose diária de manutenção recomendada é aproximadamente 80 mg a 100 mg.

A dose total diária máxima recomendada é 100 mg.

A segurança de doses únicas superiores a 120 mg e doses diárias totais acima dos 150mg não foi sistematicamente avaliada.
Administração
Uso oral.
Atomoxetina pode ser administrada como dose única de manhã, com ou sem alimentos.
Os doentes que não conseguiram atingir uma resposta clínica satisfatória (tolerabilidade, p.e. náuseas ou sonolência, ou eficácia) quando tomaram Atomoxetina como dose diária única, poderão beneficiar se a tomarem duas vezes ao dia, dividindo uniformemente a dose pela manhã e final da tarde ou princípio da noite.
Contraindicações
Hipersensibilidade à substância ativa.
Atomoxetina não deve ser utilizada em combinação com inibidores da monoamino-oxidase (IMAOs).

Atomoxetina não deve ser usada pelo menos durante as duas semanas após a interrupção da terapêutica com IMAO.
Só deve iniciar-se o tratamento com um IMAO, 2 semanas após ter sido interrompido o tratamento com atomoxetina.

Atomoxetina não deve ser utilizada em doentes com glaucoma de ângulo fechado, uma vez que em ensaios clínicos, o uso de Atomoxetina foi associado a uma incidência aumentada de midríase.

Atomoxetina não deve ser utilizada em doentes com perturbações cardiovasculares ou cerebrovasculares graves. As perturbações cardiovasculares graves podem incluir hipertensão grave, insuficiência cardíaca, doença oclusiva arterial, angina, doença cardíaca congénita hemodinamicamente significativa, cardiomiopatias, enfarte do miocárdio, arritmias que podem colocar a vida em risco e canalopatias (perturbações causadas pela disfunção dos canais iónicos).
As perturbações cerebrovasculares podem incluir aneurisma cerebral ou AVC.

Atomoxetina não deve ser utilizada em doentes com feocromocitoma ou história de feocromocitoma.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Obtenha ajuda médica de emergência se tiver algum destes sinais de reação alérgica: urticária, dificuldade em respirar, inchaço do rosto, lábios, língua ou garganta.

Pare de tomar Atomoxetina e chame seu Médico imediatamente se ocorrer um efeito colateral grave, como:
– dor no peito, falta de ar, batimentos cardíacos rápidos ou irregulares;
– sensação de desmaio;
– pensamentos ou comportamento incomuns, agressividade, alucinações;
– náuseas, dor na parte superior do estômago, comichão, perda de apetite, urina escura, fezes cor de barro, icterícia (amarelamento da pele ou olhos);
– aumento da pressão arterial (forte dor de cabeça, visão turva, zumbido nos ouvidos, ansiedade, confusão, apreensão);
– urinar menos que o habitual ou não o conseguir, ou
– dormência, ardor ou sensação de formigueiro.

Efeitos secundários menos graves podem incluir:
– sensação de irritabilidade;
– sentir tonturas ou sonolência;
– prisão de ventre;
– tosse, boca seca;
– erupções cutâneas ou prurido;
– problemas de sono (insónia);
– aumento de cólicas menstruais, ou
– impotência, perda de interesse por sexo, ou dificuldade para atingir um orgasmo.

Esta não é uma lista completa dos efeitos secundários e outros podem ocorrer.
Advertências
Gravidez
Gravidez
Gravidez:Não existem dados disponíveis; evitar. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados. Trimestre: 1º, 2º e 3º
Aleitamento
Aleitamento
Aleitamento:Evitar; presente no leite em estudos animais.
Condução
Condução
Condução:Os doentes devem ser avisados para terem precaução quando conduzirem, até terem a certeza de que o seu comportamento não é afetado pela Atomoxetina.
Precauções Gerais
Comportamento relacionado com suicídio:
Em doentes a tomar Atomoxetina, foram notificados comportamentos suicidas (ideação suicida e tentativas de suicídio).

Em ensaios clínicos duplamente cegos, os comportamentos suicidas foram pouco frequentes, mas mais frequentemente observados entre crianças e adolescentes, tratados com Atomoxetina comparando com os doentes tratados com placebo, nos quais não se verificaram ocorrências.

Em estudos duplamente cegos em adultos, não houve diferenças na frequência de comportamentos relacionados com suicídio, entre Atomoxetina e placebo.

Os doentes que estão a ser tratados para a PHDA devem ser monitorizados com precaução no que diz respeito ao aparecimento ou agravamento de comportamento relacionado com suicídio.

Morte súbita e malformações cardíacas pré-existentes:
Foi notificada morte súbita em doentes com malformações cardíacas estruturais pré-existentes que estavam a tomar Atomoxetina nas doses habituais.

Embora algumas malformações cardíacas estruturais pré-existentes possam, por si só, ser um fator acrescido de morte súbita, a Atomoxetina só deve ser utilizada com precaução em doentes com malformações cardíacas estruturais graves e com o acordo de um cardiologista.

Acontecimentos cardiovasculares:
Atomoxetina pode afetar o ritmo cardíaco e a pressão arterial.

A maioria dos doentes a tomar Atomoxetina tiveram um pequeno aumento dos batimentos cardíacos (média <10bpm) e/ou aumento na pressão arterial (média <5mm Hg).

No entanto, dados combinados de estudos clínicos controlados e não controlados na PHDA, mostraram que aproximadamente 8-12% de crianças e adolescentes e 6-10% dos adultos, sofreram alterações mais pronunciadas nos batimentos cardíacos (20 batimentos por minuto ou mais) e na pressão arterial (15-20 mmHg ou mais).

A análise dos dados destes estudos clínicos mostrou que, aproximadamente 15-26% das crianças e adolescentes e 27-32% dos adultos que sofreram estas alterações na pressão arterial e no ritmo cardíaco durante o tratamento com Atomoxetina, os mantiveram ou aumentaram progressivamente.

A longo prazo, alterações contínuas da pressão arterial podem potencialmente contribuir para consequências clínicas, tais como hipertrofia do miocárdio.

Como resultado destes estudos, aos doentes que estejam a ser considerados para tratamento com Atomoxetina, deve ser feita uma história clínica cuidadosa e exames físicos, de forma a avaliar a presença de doença cardíaca.

Deve ser feita uma nova avaliação cardíaca por um especialista, no caso de os resultados iniciais sugerirem a existência de tal história ou doença.

Recomenda-se que os batimentos cardíacos e a pressão arterial sejam medidos e registados antes do início da terapêutica, durante o tratamento, após cada ajuste de dose e posteriormente, pelo menos de 6 em 6 meses, a fim de detetar possíveis aumentos clinicamente significativos.

Em doentes pediátricos recomenda-se a utilização duma tabela de percentis.

Nos adultos, devem ser seguidas as atuais normas de referência para a hipertensão.

Atomoxetina não deve ser utilizada em doentes com perturbações cardiovasculares ou cerebrovasculares graves.

Atomoxetina deve ser usada com precaução em doentes, cuja situação clínica pré-existente possa vir a piorar devido ao aumento da pressão arterial e do ritmo cardíaco, como por exemplo, doentes com hipertensão, taquicardia ou doença cardiovascular ou cerebrovascular.

Doentes que desenvolvam sintomas sugestivos de doença cardíaca durante a terapêutica com Atomoxetina, tais como, palpitações, dor torácica de esforço, síncope inexplicada, dispneia ou outros sintomas, devem ser submetidos a uma avaliação cardíaca imediata por um especialista.

Além disso, Atomoxetina deve ser administrada com precaução em doentes com um intervalo QT longo, congénito ou adquirido, ou com história familiar de intervalo QT prolongado.

Dado que também foi notificada hipotensão ortostática, a atomoxetina deve ser utilizada com precaução em qualquer condição que predisponha os doentes a hipotensão ou condições associadas com alterações abruptas do ritmo cardíaco ou alterações da pressão arterial.

Efeitos cerebrovasculares:
Doentes com fatores de risco adicionais para acontecimentos cerebrovasculares (tais como história de doença cardiovascular, medicação concomitante que aumente a pressão arterial) após iniciarem o tratamento com Atomoxetina, devem ser avaliados em cada consulta no que diz respeito aos sinais e sintomas neurológicos.

Acontecimentos hepáticos:
Foram comunicadas, muito raramente, notificações espontâneas de lesões hepáticas manifestadas por elevação das enzimas hepáticas e da bilirrubina, com icterícia.

Também foram notificados muito raramente, lesões hepáticas graves, incluindo insuficiência hepática aguda.

Atomoxetina deve ser interrompido em doentes com icterícia ou evidência laboratorial de lesão hepática e não deve ser recomeçado.

Sintomas maníacos ou psicóticos:
Sintomas psicóticos ou maníacos emergentes do tratamento, por exemplo alucinações, pensamentos paranoicos, mania ou agitação em doentes sem história prévia de doença psicótica ou mania, podem ser causados pela atomoxetina em doses habituais.

Se tais sintomas se verificarem, deve ter-se em consideração uma possível relação causal com a atomoxetina e deve considerar-se a interrupção do tratamento.

Não pode ser excluída a possibilidade de Atomoxetina causar a exacerbação de sintomas psicóticos ou maníacos pré-existentes.

Comportamento agressivo, hostilidade ou labilidade emocional:
Foram observados mais frequentemente em ensaios clínicos, hostilidade (predominantemente agressão, comportamento de oposição e cólera) em crianças, adolescentes e adultos que se encontravam a tomar Atomoxetina, em comparação com os que se encontravam a tomar placebo.

Foi observada mais frequentemente labilidade emocional entre crianças tratadas com Atomoxetina comparativamente com crianças tratadas com placebo.

Os doentes devem ser monitorizados atentamente no que diz respeito ao aparecimento ou agravamento de comportamento agressivo, hostilidade ou labilidade emocional.

Possíveis acontecimentos alérgicos:
Embora pouco frequentes, foram notificadas em doentes a tomar atomoxetina reações alérgicas, incluindo reações anafiláticas, erupção cutânea, edema angioneurótico e urticária.

Convulsões:
A ocorrência de convulsões é um potencial risco com Atomoxetina.

A Atomoxetina deve ser introduzida com precaução em doentes com história de convulsões.

Deve considerar-se a interrupção da Atomoxetina em doentes que tenham algum episódio de convulsões ou no caso de se verificar um aumento na frequência de convulsões sem que se identifique outra causa.

Crescimento e desenvolvimento:
O crescimento e o desenvolvimento devem ser monitorizados em crianças e adolescentes durante o tratamento com Atomoxetina.

Os doentes que necessitam de uma terapêutica a longo prazo devem ser monitorizados e deve considerar-se uma redução da dose ou interrupção do tratamento em crianças e adolescentes que não estejam a crescer ou a ganhar peso satisfatoriamente.

Dados clínicos não sugerem um efeito pernicioso da Atomoxetina no conhecimento ou desenvolvimento sexual, no entanto, são poucos os dados disponíveis a longo prazo.

Assim, os doentes que necessitam de tratamento a longo prazo devem ser cuidadosamente monitorizados.

Recidiva ou agravamento da depressão comórbida, ansiedade e tiques:
Num estudo controlado numa população pediátrica com PHDA e tiques motores crónicos comórbidos, ou Perturbação de La Tourette, os doentes tratados com Atomoxetina não sofreram agravamento dos tiques comparativamente a doentes tratados com placebo.

Num estudo controlado numa população adolescente com PHDA e Perturbação depressiva major comórbida, doentes tratados com atomoxetina não sofreram agravamento da depressão comparativamente a doentes tratados com placebo.

Em dois estudos controlados (um em população pediátrica e outro em adultos), doentes com PHDA e perturbações de ansiedade comórbida, os doentes tratados com Atomoxetina não sofreram agravamento da ansiedade comparativamente a doentes tratados com placebo.

No período pós-comercialização, tem havido raras notificações de ansiedade e depressão ou de humor depressivo e notificações muito raras de tiques, em doentes a tomar atomoxetina.

Doentes com PHDA que têm sido tratados com Atomoxetina, devem ser monitorizados no que diz respeito ao aparecimento ou agravamento dos sintomas de ansiedade, humor depressivo e depressão ou tiques.

Doentes com idade inferior a 6 anos Atomoxetina não deve ser utilizado em doentes com menos de 6 anos de idade, dado que a eficácia e a segurança não foram estabelecidas neste grupo etário.

Outras utilizações terapêuticas:
Strattera (Atomoxetina) não está indicado para o tratamento de episódios de depressão major e/ou ansiedade, uma vez que os resultados dos ensaios clínicos em adultos nestas condições, onde a PHDA não está presente, não demonstraram efeito em comparação com placebo.
Cuidados com a Dieta
Pode ser administrado com ou sem alimentos.
Terapêutica Interrompida
Se esquecer uma dose, deve tomá-la o mais rapidamente possível, mas não deve tomar mais do que a sua dose total diária num período de 24 horas.

Não tome uma dose a dobrar para compensar a dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Este medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Espectro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Macrólidos + Atomoxetina

Observações: Podem interferir com a absorção de outros fármacos, inibir as enzimas metabolizadoras com aumento da toxicidade de alguns fármacos e, com menos frequência, reduzir a concentração plasmática de outros, por aceleração do metabolismo. Os macrólidos envolvidos com mais frequência são a eritromicina (em particular por via parentérica) e a claritromicina. A eritromicina em aplicação tópica não origina interacções.
Interações: Por inibição enzimática, com aumento da concentração plasmática e da toxicidade respectiva interferem com - Atomoxetina - Atomoxetina
Não recomendado/Evitar

Atomoxetina + Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)

Observações: N.D.
Interações: IMAOs: Atomoxetina não deve ser utilizada com IMAOs. - Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dextrometorfano + Quinidina + Atomoxetina

Observações: N.D.
Interações: A quinidina é um inibidor potente da CYP2D6. Por conseguinte, o tratamento com este medicamento poderá resultar em níveis plasmáticos elevados e na acumulação de medicamentos administrados de forma concomitante que são sujeitos a um metabolismo exaustivo pela CYP2D6. Os substratos da CYP2D6 incluem determinados bloqueadores beta, como metoprolol, antipsicóticos como haloperidol, perfenazina e aripiprazol, antidepressivos como nortriptilina, imipramina, amitriptilina e desipramina, o tamoxifeno quimioterapêutico e a atomoxetina, um inibidor da transportador da noradrenalina. - Atomoxetina
Não recomendado/Evitar

Furazolidona + Atomoxetina

Observações: N.D.
Interações: Não se recomenda a utilização de furazolidona com qualquer um dos seguintes medicamentos. - Amitriptilina - Apraclonidina - Atomoxetina - Benzefetamina - Brimonidina - Bupropiona - Carbamazepina - Carbidopa - Carbinoxamina - Citalopram - Clomipramina - Ciclobenzaprina - Cipro-heptadina - Desipramina - Desvenlafaxina - Dexmetilfenidato - Dextroanfetamina - Anfepramona (Dietilpropiona) - Doxilamina - Entacapona - Escitalopram - Femoxetina - Fluoxetina - Fluvoxamina - Guanedrel - Guanetidina - Hidroxitriptofano - Imipramina - Isocarboxazida - Levodopa - Levacetilmetadol - Levomilnacipran - Maprotilina - Mazindol - Metadona - Metanfetamina - Metildopa - Metilfenidato - Milnaciprano - Mirtazapina - Nefazodona - Nefopam - Nortriptilina - Opipramol - Paroxetina - Fendimetrazina - Fenmetrazina - Fentermina - Fenilalanina - Pseudoefedrina - Reserpina - Safinamida - Selegilina - Sertralina - Sibutramina - Sumatriptano - Tapentadol - Tetrabenazina - Tranilcipromina - Trazodona - Trimipramina - Triptofano - Venlafaxina - Vilazodona - Vortioxetina - Zimeldina - Atomoxetina
Usar com precaução

Atomoxetina + Inibidores do CYP2D6

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP2D6, (ISRSs (p.e. fluoxetina, paroxetina), quinidina, terbinafina): Em doentes a tomar estes medicamentos, a exposição à atomoxetina pode ser aumentada 6 a 8 vezes e a Css máxima 3 a 4 vezes mais elevada, pois este medicamento é metabolizado pela via do CYP2D6. Uma titulação mais lenta e uma dosagem final mais baixa de atomoxetina pode ser necessária em doentes que já estejam a tomar fármacos inibidores do CYP2D6. Se um inibidor do CYP2D6 for prescrito ou interrompido após ter sido efetuada a titulação para a dose adequada de atomoxetina, a resposta clínica e a tolerabilidade devem ser reavaliadas para esse doente a fim de determinar se é necessário um ajuste da dose. Em doentes que sejam fracos metabolizadores do CYP2D6, aconselha-se precaução quando se combinar atomoxetina com inibidores potentes das enzimas do citocromio P450 que não as do CYP2D6, dado que se desconhece o risco de aumentos clínicos significativos da exposição à atomoxetina in vivo. - Inibidores do CYP2D6
Usar com precaução

Atomoxetina + Fluoxetina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP2D6, (ISRSs (p.e. fluoxetina, paroxetina), quinidina, terbinafina): Em doentes a tomar estes medicamentos, a exposição à atomoxetina pode ser aumentada 6 a 8 vezes e a Css máxima 3 a 4 vezes mais elevada, pois este medicamento é metabolizado pela via do CYP2D6. Uma titulação mais lenta e uma dosagem final mais baixa de atomoxetina pode ser necessária em doentes que já estejam a tomar fármacos inibidores do CYP2D6. Se um inibidor do CYP2D6 for prescrito ou interrompido após ter sido efetuada a titulação para a dose adequada de atomoxetina, a resposta clínica e a tolerabilidade devem ser reavaliadas para esse doente a fim de determinar se é necessário um ajuste da dose. Em doentes que sejam fracos metabolizadores do CYP2D6, aconselha-se precaução quando se combinar atomoxetina com inibidores potentes das enzimas do citocromio P450 que não as do CYP2D6, dado que se desconhece o risco de aumentos clínicos significativos da exposição à atomoxetina in vivo. - Fluoxetina
Usar com precaução

Atomoxetina + Paroxetina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP2D6, (ISRSs (p.e. fluoxetina, paroxetina), quinidina, terbinafina): Em doentes a tomar estes medicamentos, a exposição à atomoxetina pode ser aumentada 6 a 8 vezes e a Css máxima 3 a 4 vezes mais elevada, pois este medicamento é metabolizado pela via do CYP2D6. Uma titulação mais lenta e uma dosagem final mais baixa de atomoxetina pode ser necessária em doentes que já estejam a tomar fármacos inibidores do CYP2D6. Se um inibidor do CYP2D6 for prescrito ou interrompido após ter sido efetuada a titulação para a dose adequada de atomoxetina, a resposta clínica e a tolerabilidade devem ser reavaliadas para esse doente a fim de determinar se é necessário um ajuste da dose. Em doentes que sejam fracos metabolizadores do CYP2D6, aconselha-se precaução quando se combinar atomoxetina com inibidores potentes das enzimas do citocromio P450 que não as do CYP2D6, dado que se desconhece o risco de aumentos clínicos significativos da exposição à atomoxetina in vivo. - Paroxetina
Usar com precaução

Atomoxetina + Quinidina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP2D6, (ISRSs (p.e. fluoxetina, paroxetina), quinidina, terbinafina): Em doentes a tomar estes medicamentos, a exposição à atomoxetina pode ser aumentada 6 a 8 vezes e a Css máxima 3 a 4 vezes mais elevada, pois este medicamento é metabolizado pela via do CYP2D6. Uma titulação mais lenta e uma dosagem final mais baixa de atomoxetina pode ser necessária em doentes que já estejam a tomar fármacos inibidores do CYP2D6. Se um inibidor do CYP2D6 for prescrito ou interrompido após ter sido efetuada a titulação para a dose adequada de atomoxetina, a resposta clínica e a tolerabilidade devem ser reavaliadas para esse doente a fim de determinar se é necessário um ajuste da dose. Em doentes que sejam fracos metabolizadores do CYP2D6, aconselha-se precaução quando se combinar atomoxetina com inibidores potentes das enzimas do citocromio P450 que não as do CYP2D6, dado que se desconhece o risco de aumentos clínicos significativos da exposição à atomoxetina in vivo. - Quinidina
Usar com precaução

Atomoxetina + Terbinafina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP2D6, (ISRSs (p.e. fluoxetina, paroxetina), quinidina, terbinafina): Em doentes a tomar estes medicamentos, a exposição à atomoxetina pode ser aumentada 6 a 8 vezes e a Css máxima 3 a 4 vezes mais elevada, pois este medicamento é metabolizado pela via do CYP2D6. Uma titulação mais lenta e uma dosagem final mais baixa de atomoxetina pode ser necessária em doentes que já estejam a tomar fármacos inibidores do CYP2D6. Se um inibidor do CYP2D6 for prescrito ou interrompido após ter sido efetuada a titulação para a dose adequada de atomoxetina, a resposta clínica e a tolerabilidade devem ser reavaliadas para esse doente a fim de determinar se é necessário um ajuste da dose. Em doentes que sejam fracos metabolizadores do CYP2D6, aconselha-se precaução quando se combinar atomoxetina com inibidores potentes das enzimas do citocromio P450 que não as do CYP2D6, dado que se desconhece o risco de aumentos clínicos significativos da exposição à atomoxetina in vivo. - Terbinafina
Usar com precaução

Atomoxetina + Salbutamol (albuterol)

Observações: N.D.
Interações: Salbutamol (ou outros agonistas beta2): A atomoxetina deve ser administrada com precaução a doentes a serem tratados com doses elevadas de salbutamol (ou outros agonistas beta2) por nebulização ou por administração sistémica (oral ou intravenosa) dado que a ação do salbutamol no sistema cardiovascular pode ser potenciada. Foram encontrados dados contraditórios relativamente a esta interação. Quando administrado por via sistémica, o salbutamol (600 mg I.V. durante 2 horas) em combinação com atomoxetina (60 mg duas vezes ao dia durante 5 dias) induziu aumentos de frequência cardíaca e da pressão arterial. Este efeito foi muito acentuado após a adminstração concomitante inicial de salbutamol e atomoxetina mas voltou ao valor inicial normal no final de 8 horas. No entanto, num estudo separado, em doentes asiáticos saudáveis que eram metabolizadores extensivos de atomoxetina, os efeitos na pressão arterial e ritmo cardíaco da dose padrão de salbutamol inalado (200 mg) não aumentaram com a administração concomitante num prazo curto, de atomoxetina (80 mg uma vez por dia durante 5 dias). Após múltiplas inalações de salbutamol (800 mg), a frequência cardíaca foi semelhante na presença ou na ausência de atomoxetina. Deve ter-se em atenção a monitorização do ritmo cardíaco e da pressão arterial. Os ajustes de doses podem ser justificados quer para atomoxetina quer para o salbutamol (ou outros agonistas beta2) no caso de aumentos significativos do ritmo cardíaco e da pressão arterial durante a administração concomitante destes fármacos. Deve ter-se em atenção a monitorização da pressão arterial e, no caso de se verificarem alterações significativas, pode justificar-se a reavaliação do tratamento com atomoxetina ou com medicamentos antihipertensores, Agentes tensores ou medicamentos que aumentam a pressão arterial: Devido a um possível aumento na pressão arterial, a atomoxetina deve ser usada com precaução com agentes tensores ou medicamentos que podem aumentar a pressão arterial (tais como o salbutamol). Deve ter-se em atenção a monitorização da pressão arterial e, no caso de se verificarem alterações significativas, pode justificar-se a reavaliação do tratamento com atomoxetina ou com agentes tensores. - Salbutamol (albuterol)
Usar com precaução

Atomoxetina + Neurolépticos

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão. - Neurolépticos
Usar com precaução

Atomoxetina + Antiarrítmicos

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão. - Antiarrítmicos
Usar com precaução

Atomoxetina + Moxifloxacina

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão. - Moxifloxacina
Usar com precaução

Atomoxetina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão. - Eritromicina
Usar com precaução

Atomoxetina + Mefloquina

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão. - Mefloquina
Usar com precaução

Atomoxetina + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão. - Metadona
Usar com precaução

Atomoxetina + Antidepressores (Tricíclicos)

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão. - Antidepressores (Tricíclicos)
Usar com precaução

Atomoxetina + Cisaprida

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão. - Cisaprida
Usar com precaução

Atomoxetina + Lítio

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão. - Lítio
Usar com precaução

Atomoxetina + Diuréticos tiazídicos (Tiazidas)

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão. - Diuréticos tiazídicos (Tiazidas)
Usar com precaução

Atomoxetina + Inibidores Selectivos da Recaptação da Serotonina (ISRS) (SSRIs)

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão. - Inibidores Selectivos da Recaptação da Serotonina (ISRS) (SSRIs)
Usar com precaução

Atomoxetina + Fenotiazidas (fenotiazinas)

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão. - Fenotiazidas (fenotiazinas)
Usar com precaução

Atomoxetina + Cloroquina

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão. - Cloroquina
Usar com precaução

Atomoxetina + Butirofenona (Fenilpropilcetona)

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão. - Butirofenona (Fenilpropilcetona)
Usar com precaução

Atomoxetina + Tramadol

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão. - Tramadol
Usar com precaução

Atomoxetina + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Atomoxetina + Benzodiazepinas

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão. - Benzodiazepinas
Usar com precaução

Atomoxetina + Antihipertensores

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos antihipertensores: Atomoxetina deve ser usada com precaução com medicamentos antihipertensores. Devido a um possível aumento na pressão arterial, a atomoxetina pode diminuir a eficácia dos medicamentos antihipertensores/ medicamentos utilizados para tratar a hipertensão. Deve ter-se em atenção a monitorização da pressão arterial e, no caso de se verificarem alterações significativas, pode justificar-se a reavaliação do tratamento com atomoxetina ou com medicamentos antihipertensores, Agentes tensores ou medicamentos que aumentam a pressão arterial: Devido a um possível aumento na pressão arterial, a atomoxetina deve ser usada com precaução com agentes tensores ou medicamentos que podem aumentar a pressão arterial (tais como o salbutamol). Deve ter-se em atenção a monitorização da pressão arterial e, no caso de se verificarem alterações significativas, pode justificar-se a reavaliação do tratamento com atomoxetina ou com agentes tensores. - Antihipertensores
Usar com precaução

Atomoxetina + Antidepressores

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que afetam a noradrenalina devem ser usados com precaução quando administrados concomitantemente com atomoxetina, dados os potenciais efeitos farmacológicos aditivos ou sinérgicos. Exemplos incluem antidepressivos tais como a imipramina, venlafaxina e mirtazapina ou os descongestionantes pseudoefedrina ou fenilefrina. - Antidepressores
Usar com precaução

Atomoxetina + Imipramina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que afetam a noradrenalina devem ser usados com precaução quando administrados concomitantemente com atomoxetina, dados os potenciais efeitos farmacológicos aditivos ou sinérgicos. Exemplos incluem antidepressivos tais como a imipramina, venlafaxina e mirtazapina ou os descongestionantes pseudoefedrina ou fenilefrina. - Imipramina
Usar com precaução

Atomoxetina + Mirtazapina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que afetam a noradrenalina devem ser usados com precaução quando administrados concomitantemente com atomoxetina, dados os potenciais efeitos farmacológicos aditivos ou sinérgicos. Exemplos incluem antidepressivos tais como a imipramina, venlafaxina e mirtazapina ou os descongestionantes pseudoefedrina ou fenilefrina. - Mirtazapina
Usar com precaução

Atomoxetina + Venlafaxina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que afetam a noradrenalina devem ser usados com precaução quando administrados concomitantemente com atomoxetina, dados os potenciais efeitos farmacológicos aditivos ou sinérgicos. Exemplos incluem antidepressivos tais como a imipramina, venlafaxina e mirtazapina ou os descongestionantes pseudoefedrina ou fenilefrina. - Venlafaxina
Usar com precaução

Atomoxetina + Descongestionantes

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que afetam a noradrenalina devem ser usados com precaução quando administrados concomitantemente com atomoxetina, dados os potenciais efeitos farmacológicos aditivos ou sinérgicos. Exemplos incluem antidepressivos tais como a imipramina, venlafaxina e mirtazapina ou os descongestionantes pseudoefedrina ou fenilefrina. - Descongestionantes
Usar com precaução

Atomoxetina + Pseudoefedrina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que afetam a noradrenalina devem ser usados com precaução quando administrados concomitantemente com atomoxetina, dados os potenciais efeitos farmacológicos aditivos ou sinérgicos. Exemplos incluem antidepressivos tais como a imipramina, venlafaxina e mirtazapina ou os descongestionantes pseudoefedrina ou fenilefrina. - Pseudoefedrina
Usar com precaução

Atomoxetina + Fenilefrina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que afetam a noradrenalina devem ser usados com precaução quando administrados concomitantemente com atomoxetina, dados os potenciais efeitos farmacológicos aditivos ou sinérgicos. Exemplos incluem antidepressivos tais como a imipramina, venlafaxina e mirtazapina ou os descongestionantes pseudoefedrina ou fenilefrina. - Fenilefrina
Sem efeito descrito

Atomoxetina + Hidróxido de Alumínio

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que aumentam o pH gástrico (hidróxido de magnésio/hidróxido de alumínio, omeprazol) não tiveram efeito na biodisponibilidade da atomoxetina. - Hidróxido de Alumínio
Sem efeito descrito

Atomoxetina + Hidróxido de magnésio

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que aumentam o pH gástrico (hidróxido de magnésio/hidróxido de alumínio, omeprazol) não tiveram efeito na biodisponibilidade da atomoxetina. - Hidróxido de magnésio
Sem efeito descrito

Atomoxetina + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que aumentam o pH gástrico (hidróxido de magnésio/hidróxido de alumínio, omeprazol) não tiveram efeito na biodisponibilidade da atomoxetina. - Omeprazol
Sem efeito descrito

Atomoxetina + Varfarina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com elevada ligação às proteínas do plasma: Foram efetuados estudos sobre o deslocamento de fármacos in vitro com atomoxetina e fármacos de elevada ligação em concentrações terapêuticas. Varfarina, ácido acetilsalicílico, fenitoína ou diazepam não afetaram a ligação de atomoxetina à albumina humana. De modo semelhante, a atomoxetina não afetou a ligação destes compostos à albumina humana. - Varfarina
Sem efeito descrito

Atomoxetina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com elevada ligação às proteínas do plasma: Foram efetuados estudos sobre o deslocamento de fármacos in vitro com atomoxetina e fármacos de elevada ligação em concentrações terapêuticas. Varfarina, ácido acetilsalicílico, fenitoína ou diazepam não afetaram a ligação de atomoxetina à albumina humana. De modo semelhante, a atomoxetina não afetou a ligação destes compostos à albumina humana. - Ácido Acetilsalicílico
Sem efeito descrito

Atomoxetina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com elevada ligação às proteínas do plasma: Foram efetuados estudos sobre o deslocamento de fármacos in vitro com atomoxetina e fármacos de elevada ligação em concentrações terapêuticas. Varfarina, ácido acetilsalicílico, fenitoína ou diazepam não afetaram a ligação de atomoxetina à albumina humana. De modo semelhante, a atomoxetina não afetou a ligação destes compostos à albumina humana. - Fenitoína
Sem efeito descrito

Atomoxetina + Diazepam

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com elevada ligação às proteínas do plasma: Foram efetuados estudos sobre o deslocamento de fármacos in vitro com atomoxetina e fármacos de elevada ligação em concentrações terapêuticas. Varfarina, ácido acetilsalicílico, fenitoína ou diazepam não afetaram a ligação de atomoxetina à albumina humana. De modo semelhante, a atomoxetina não afetou a ligação destes compostos à albumina humana. - Diazepam
Usar com precaução

Panobinostate + Atomoxetina

Observações: N.D.
Interações: Agentes cuja concentração plasmática pode ser aumentada pelo panobinostate: Panobinostate aumentou a Cmax e a AUC de dextrometorfano (um substrato da CYP2D6) em 1,8 e 1,6 vezes, respetivamente e não se pode excluir que o efeito possa ser maior num substrato da CYP2D6 mais sensível. Evitar a utilização de panobinostate em doentes que estejam a tomar substratos da CYP2D6 com janela terapêutica estreita (incluindo, mas não limitado a, pimozida). Quando Panobinostate é co-administrado com substratos da CYP2D6 sensíveis (p.ex. atomoxetina, dextrometorfano, metoprolol, nebivolol, perfenazina e pimozida) titular a dose individualmente dos substratos da CYPP2D6 com base na tolerabilidade individual e monitorizar os doentes frequentemente para identificação de reações adversas. - Atomoxetina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Eliglustato + Atomoxetina

Observações: N.D.
Interações: Substratos da CYP2D6: Após uma dose única de 50 mg de metoprolol, um substrato da CYP2D6, a administração concomitante de doses repetidas de 127 mg de eliglustato duas vezes por dia resultou num aumento de 1,5 e 2,1 vezes da Cmax e da AUC do metoprolol, respetivamente. Podem ser necessárias doses inferiores de medicamentos que são substratos da CYP2D6. Estes incluem determinados antidepressivos (antidepressivos tricíclicos, p.ex. nortriptilina, amitriptilina, imipramina e desipramina, fenotiazinas, dextrometorfano e atomoxetina). - Atomoxetina
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interações da Atomoxetina
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Atomoxetina não deve ser utilizada durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem os riscos potenciais para o feto.

A Atomoxetina deve ser evitada durante o aleitamento.

Os doentes devem ser avisados para terem precaução quando conduzirem ou quando operarem maquinaria perigosa, até terem a certeza de que o seu comportamento não é afetado pela Atomoxetina.


Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 08 de Setembro de 2020