Atezolizumab

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência na Condução
O que é
Atezolizumab é um medicamento para o tratamento do cancro.

Pertence o um grupo de medicamentos denominados anticorpos monoclonais.

Um anticorpo monoclonal é um tipo de proteína desenvolvida para reconhecer e liga-ser a um alvo específico no organismo.
Usos comuns
Atezolizumab em monoterapia é indicado para o tratamento de doentes adultos com carcinoma urotelial (CU) localmente avançado ou metastático, após quimioterapia prévia contendo platina ou considerados não elegíveis para tratamento com cisplatina.

Atezolizumab em monoterapia é indicado para o tratamento de doentes adultos com cancro do pulmão de células não-pequenas (CPCNP), localmente avançado ou metastático, após quimioterapia prévia.

Doentes com mutações activadoras do EGFR ou mutações tumorais positivas para a ALK devem também ter recebido terapêutica alvo antes de receber tratamento com Atezolizumab.
Tipo
Biotecnologia.
História
Sem informação.
Indicações
Atezolizumab é utilizado para tratar adultos com:
Um cancro que afecta a bexiga e o sistema urinário, denominado carcinoma urotelial.

É utilizado quando este cancro:
- alastrou para outras partes do corpo
- reapareceu após tratamentos anteriores
- ou, se não pode receber tratamento com cisplatina.

Um cancro que afecta os pulmões, denominado cancro do pulmão de células não-pequenas.
É utilizado quando este cancro:
- alastrou para outras partes do corpo
- reapareceu após tratamentos anteriores.
Classificação CFT

N.D.

Mecanismo De Ação
O ligando de morte celular programada 1 (PD-L1) pode expressar-se em células tumorais e/ou células imunitárias que infiltram o tumor, e pode contribuir para a inibição da resposta imunitária antitumoral no microambiente do tumor. A ligação do PD-L1 aos receptores PD-1 e B7.1 encontrada nas células T e células apresentadoras de antigénios suprime a actividade citotóxica das células T, a proliferação de células T e a produção de citocinas.

Atezolizumab é um anticorpo monoclonal humanizado da imunoglobulina G1(Ig G1), com alteração na região Fc, que se liga directamente ao PD-L1 e fornece um duplo bloqueio dos receptores PD-1 e B7.1, desencadeando uma resposta imunitária mediada pela inibição PD-1/PD-L1, incluindo a reactivação da resposta imunitária antitumoral sem induzir a citotoxicade celular dependente de anticorpos. Atezolizumab poupa a interacção PD-1/PD-L2 permitindo a continuação do sinal inibitório mediado pelo PD-1/PD-L2.
Posologia Orientativa
A dose recomendada de Atezolizumab é de 1200 mg administrados por via intravenosa a cada três semanas.
Administração
Atezolizumab deve ser iniciado e supervisionado por médicos com experiência no tratamento do cancro.

Atezolizumab destina-se a ser administrado por via intravenosa. As perfusões não podem ser administradas por injecção intravenosa rápida ou bólus.

A dose inicial de Atezolizumab deve ser administrada durante 60 minutos.
Se a primeira perfusão for bem tolerada, todas as perfusões subsequentes podem ser administradas durante 30 minutos.
Contraindicações
Hipersensibilidade ao atezolizumab.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Informe o médico imediatamente se tiver algum dos efeitos secundários abaixo ou se estes se agravarem. Estes podem desenvolver-se semanas ou meses após a última dose.
Não tente tratar-se com outros medicamentos.
Os seguintes efeitos secundários foram notificados em ensaios clínicos com Atezolizumab:

Muito frequentes: podem afectar mais de 1 em 10 pessoas
- febre
- náuseas
- vómitos
- sentir-se muito cansado e sem energia (fadiga)
- falta de energia
- comichão na pele
- diarreia
- dor nas articulações
- erupção cutânea
- diminuição do apetite
- falta de ar

Frequentes: podem afectar até 1 em 10 pessoas
- inflamação dos pulmões
- níveis de oxigénio reduzidos que podem causar falta de ar em consequência de uma inflamação dos pulmões (pneumonite)
- dor de estômago
- elevação das enzimas hepáticas (demonstrada em análises) – pode ser um sinal de inflamação do fígado
- dificuldade de deglutição
- análises ao sangue que demonstram níveis baixos de potássio (hipocaliémia) ou sódio (hiponatrémia)
- tensão arterial baixa (hipotensão)
- função diminuída da glândula tiróide (hipotiroidismo)
- reacção alérgica (reacção relacionada com a perfusão ou hipersensibilidade)
- estado gripal
- dor nos músculos e nos ossos
- arrepios
- função aumentada da glândula tiróide (hipertiroidismo)
- inflamação dos intestinos
- diminuição do número de plaquetas, que pode levar ao aparecimento de nódoas negras ou hemorragias mais frequentes
- nariz entupido (congestão nasal)

Pouco frequentes: podem afectar até 1 em 100 pessoas
- inflamação do fígado
- inflamação do pâncreas
- dormência ou paralisia – estes podem ser sinais de síndrome de Guillian-Barré
- inflamação da membrana que envolve o cérebro e a medula espinhal
- níveis reduzidos das hormonas suprarrenais
- diabetes tipo 1
- níveis elevados de lipase - pode ser um sinal de inflamação do pâncreas (demonstrada em análises ao sangue)

Raros: podem afectar até 1 em 1.000 pessoas
- inflamação do cérebro
- miastenia gravis – uma doença que pode causar fraqueza muscular
- inflamação da hipófise localizada na base do cérebro
- níveis elevados de amilase - pode ser um sinal de inflamação do pâncreas (demonstrada em análises ao sangue)

Se tiver algum dos efeitos secundários acima ou se estes se agravarem, informe o médico imediatamente.
Advertências

Sem informação.

Precauções Gerais
A maioria das reacções adversas relacionadas com o sistema imunitário que ocorreram durante o tratamento com atezolizumab foram reversíveis com a interrupção de atezolizumab e iniciação de tratamento com corticosteróides e/ou cuidados de suporte. Foram observadas reacções adversas imunitárias afectando mais de um sistema de órgãos. Podem ocorrer reacções adversas imunitárias com atezolizumab após a última dose de atezolizumab.

Para suspeitas de reacções adversas imunitárias, deve ser feita uma avaliação rigorosa para confirmar a etiologia ou excluir outras causas. Com base na gravidade da reacção adversa, o tratamento com atezolizumab deve ser suspenso e administrados corticosteróides. Após melhoria para Grau ≤ 1, os corticosteróides devem ser reduzidos ao longo de ≥ 1 mês. Com base em dados limitados de estudos clínicos em doentes cujas reacções adversas imunitárias não puderam ser controladas com a administração de corticosteróides sistémicos, pode ser considerada a administração de outros imunossupressores sistémicos.

Atezolizumab tem de ser descontinuado permanentemente para qualquer reacção adversa imunitária de Grau 3 que recorra e para qualquer reacção adversa imunitária de Grau 4, excepto para as endocrinopatias que são controladas com hormonas de substituição.

Pneumonite imunitária
Foram observados casos de pneumonite, incluindo casos fatais, em ensaios clínicos com atezolizumab. Os doentes devem ser monitorizados quanto a sinais e sintomas de pneumonite.

O tratamento com atezolizumab deve ser suspenso perante pneumonite de Grau 2, e deve iniciar-se tratamento com 1-2 mg/kg/dia de prednisona, ou equivalente. Se os sintomas melhorarem para ≤ Grau 1, os corticosteróides devem ser reduzidos ao longo de ≥ 1 mês. O tratamento com atezolizubmab pode ser retomado se o acontecimento melhorar para ≤ Grau 1 no prazo de 12 semanas, e os corticosteróides tiverem sido reduzidos a ≤ 10 mg de prednisona, ou equivalente, por dia. O tratamento com atezolizumab deve ser permanentemente descontinuado perante pneumonite de Grau 3 ou 4.

Hepatite imunitária
Foram observados casos de hepatite, alguns levando a resultados fatais, em ensaios clínicos com atezolizumab. Os doentes devem ser monitorizados quanto a sinais e sintomas de hepatite.

Aspartato aminotransferase (AST), alanina aminotransferase (ALT) e bilirrubina devem ser monitorizadas antes do início do tratamento, periodicamente durante o tratamento com atezolizumab e conforme indicado com base na avaliação clínica.

O tratamento com atezolizumab deve ser suspenso se acontecimentos de Grau 2 (ALT ou AST > 3 a 5x LSN ou bilirrubina no sangue >1,5 a 3x LSN) persistirem por mais de 5 a 7 dias, e deve iniciar-se tratamento com 1 a 2 mg/kg/dia de prednisona, ou equivalente. Se o acontecimento melhorar para ≤ Grau 1, os corticosteróides devem ser reduzidos ao longo de ≥ 1 mês.

O tratamento com atezolizumab pode ser retomado se o acontecimento melhorar para ≤ Grau 1 no prazo de 12 semanas e os corticosteróides tiverem sido reduzidos a ≤ 10 mg de prednisona, ou equivalente, por dia. O tratamento com atezolizumab deve ser permanentemente descontinuado para acontecimentos de Grau 3 ou Grau 4 (ALT ou AST > 5,0 x LSN ou bilirrubina no sangue > 3 x LSN).

Colite imunitária
Foram observados casos de diarreia ou colite em ensaios clínicos com atezolizumab. Os doentes devem ser monitorizados quanto a sinais e sintomas de colite.

O tratamento com atezolizumab deve ser suspenso para diarreia de Grau 2 ou 3 (aumento de ≥4 dejeções/dia acima dos valores basais) ou colite (sintomática). Para diarreia ou colite de Grau 2, se o sintomas persistirem > 5 dias ou recorrerem, deve ser iniciado tratamento com 1 a 2 mg/kg/dia de prednisona, ou equivalente. Para diarreia ou colite de Grau 3, deve ser iniciado tratamento com corticosteróides por via intravenosa (1 a 2 mg/kg/dia de metilprednisolona ou equivalente). Quando os sintomas melhorarem, deve ser iniciado tratamento com 1 a 2 mg/kg/dia de prednisona, ou equivalente. Se os sintomas melhorarem para ≤ Grau 1, os corticosteróides devem ser reduzidos ao longo de ≥1 mês. O tratamento com atezolizumab pode ser retomado se o acontecimento melhorar para ≤ Grau 1 no prazo de 12 semanas, e os corticosteróides tiverem sido reduzidos a ≤10 mg de prednisona, ou equivalente, por dia. O tratamento com atezolizumab deve ser permanentemente descontinuado para diarreia ou colite de Grau 4 (risco de vida; indicada intervenção urgente).

Endocrinopatias imunitárias
Foram observados hipotiroidismo, hipertiroidismo, insuficiência suprarrenal, hipofisite e diabetes mellitus tipo 1, incluindo cetoacidose diabética, em ensaios clínicos com atezolizumab.

Os doentes devem ser monitorizados quanto a sinais e sintomas de endrocrinopatias. A função tiróideia deve ser monitorizada antes e periodicamente durante o tratamento com atezolizumab. Deve ser considerado um controlo apropriado de doentes com testes de função tiróideia alterados no nível basal.

Doentes assintomáticos com testes de função tiróideia alterados podem receber tratamento com atezolizumab. Para hipotiroidismo sintomático, o tratamento com atezolizumab deve ser suspenso e iniciada terapêutica de substituição da hormona tiróideia conforme necessário. O hipotiroidismo isolado pode ser controlado com terapêutica de substituição e sem corticosteróides. Para hipertiroidismo sintomático, o tratamento com atezolizumab deve ser suspenso e iniciado um medicamento antitiróideu, conforme necessário. O tratamento com atezolizumab pode ser retomado quando os sintomas estiverem controlados e a função tiróideia estiver a recuperar.

Para insuficiência suprarrenal sintomática, o tratamento com atezolizumab deve ser suspenso e iniciado tratamento com corticosteróides por via intravenosa (1 a 2 mg/kg/dia de metilprednisolona ou equivalente). Quando os sintomas melhorarem, o tratamento deve ser continuado com 1 a 2 mg/kg/dia de prednisona, ou equivalente. Se os sintomas melhorarem para ≤ Grau 1, os corticosteróides devem ser reduzidos ao longo de ≥ 1 mês. O tratamento pode ser retomado quando o acontecimento melhorar para ≤ Grau 1 no prazo de 12 semanas e os corticosteróides tiverem sido reduzidos a ≤ 10 mg de prednisona, ou equivalente, por dia, e o doente estiver estável com a terapêutica de substituição (se requerida).

Para hipofisite de Grau 2 ou Grau 3, o tratamento com atezolizumab deve ser suspenso e iniciado tratamento com corticosteróides por via intravenosa (1 a 2 mg/kg/dia de metilprednisolona ou equivalente), e iniciada terapêutica de substituição hormonal conforme necessário. Quando os sintomas melhorarem, o tratamento deve ser continuado com 1 a 2 mg/kg/dia de prednisona, ou equivalente. Se os sintomas melhorarem para ≤ Grau 1, os corticosteróides devem ser reduzidos ao longo de ≥ 1 mês. O tratamento pode ser retomado se o acontecimento melhorar para ≤ Grau 1 no prazo de 12 semanas e os corticosteróides tiverem sido reduzidos a ≤ 10 mg de prednisona, ou equivalente, por dia, e o doente estiver estável com a terapêutica de substituição (se requerida). O tratamento com atezolizumab deve ser permanentemente descontinuado para hipofisite de Grau 4.

Deve ser iniciado tratamento com insulina para diabetes mellitus tipo 1. O tratamento com atezolizumab deve ser suspenso para hiperglicemias de ≥ Grau 3 (glucose em jejum > 250 mg/dL ou 13,9 mmol/L). O tratamento com atezolizumab pode ser retomado quando o controlo metabólico for alcançado com uma terapêutica de substituição de insulina.

Meningocefalite imunitária
Foi observada meningocefalite em ensaios clínicos com atezolizumab. Os doentes devem ser monitorizados quanto a sinais e sintomas de meningite ou encefalite.

O tratamento com atezolizumab deve ser permanentemente descontinuado para qualquer grau de meningite ou encefalite. Deve ser iniciado tratamento com corticosteróides por via intravenosa (1 a 2 mg/kg /dia de metilprednisolona ou equivalente). Quando os sintomas melhorarem, o tratamento deve ser continuado com 1 a 2 mg/kg/ dia de prednisona, ou equivalente.

Neuropatias imunitárias
Foram observadas síndrome miasténica/miastenia gravis ou síndrome de Guillain-Barré, que podem colocar a vida em risco, em doentes a receber tratamento com atezolizumab. Os doentes devem ser monitorizados quanto a sintomas de neuropatia motora e sensorial.

O tratamento com atezolizumab deve ser permanentemente descontinuado para qualquer grau de síndrome miasténica/miastenia gravis ou síndrome de Guillain-Barré. Deve ser considerado iniciar corticosteróides sistémicos (numa dose de 1 a 2 mg/kg/dia de prednisona, ou equivalente).

Pancreatite imunitária
Foram observadas pancreatites, incluindo elevações dos níveis séricos de amilase e lipase, em ensaios clínicos com atezolizumab. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quanto a sinais e sintomas que sejam sugestivos de pancreatite aguda.

O tratamento com atezolizumab deve ser suspenso para elevações dos níveis séricos de amilase ou lipase de Grau ≥3 (>2 x LSN) ou pancreatite de Grau 2 ou 3, e deve ser iniciado tratamento com corticosteróides por via intravenosa (1a 2 mg/kg/dia de metilprednisolona ou equivalente). Quando os sintomas melhorarem, o tratamento deve ser continuado com 1 a 2 mg/kg/dia de prednisona, ou equivalente. O tratamento com atezolizumab pode ser retomado quando os níveis séricos de amilase e lipase melhorarem para ≤ Grau 1 no prazo de 12 semanas, ou os sintomas de pancratite tiverem acabado, e os corticosteróides tiverem sido reduzidos a ≤ 10 mg de prednisona, ou equivalente, por dia. O tratamento com atezolizumab deve ser permanentemente descontinuado para pancreatite de Grau 4 ou qualquer grau de pancreatite recorrente.

Reacções relacionadas com a perfusão
Foram observadas reacções relacionadas com a perfusão em ensaios clínicos com atezolizumab. A taxa de perfusão deve ser reduzida ou o tratamento deve ser interrompido em doentes com reacções relacionadas com a perfusão de Grau 1 ou 2. Atezolizumab deve ser permanentemente descontinuado em doentes com reacções relacionadas com a perfusão de Grau 3 ou 4. Doentes com reacções relacionadas com a perfusão de Grau 1 ou 2 podem continuar a receber tratamento com atezolizumab com monitorização apertada; pode ser considerada pré-medicação com antipiréticos e anti-histamínicos.

Doentes excluídos dos ensaios clínicos
Doentes com as seguintes condições foram excluídos dos ensaios clínicos: história de doença autoimune, história de pneumonite, metástases cerebrais activas, infecção por VIH, hepatite B ou hepatite C. Doentes a quem foram administradas vacinas vivas atenuadas até 28 dias antes da entrada no estudo; agentes imunoestimulantes sistémicos até 4 semanas ou medicamentos imunosupressores sistémicos até 2 semanas antes da entrada no estudo foram excluídos dos ensaios clínicos.

Foram excluídos doentes com performance status ≥2 como condição de base (excepto os da Coorte 1 do estudo GO29293 [IMvigor210] que incluíu doentes com carcinoma urotelial não elegíveis para tratamento com cisplatina e permitiu um performance status ≥2 como condição de base).

Na ausência de dados, atezolizumab deve utilizado com precaução nestas populações, após avaliação cuidadosa do balanço de benefícios e riscos para o doente.

Utilização de atezolizumab em doentes com carcinoma urotelial sem tratamento prévio que não são considerados elegíveis para tratamento com cisplatina

A condição de base e as características de prognóstico da doença na população da Coorte 1 do estudo IMvigor210 foram, em geral, comparáveis aos doentes que na prática clínica não são considerados elegíveis para tratamento com cisplatina mas seriam elegíveis para quimioterapia baseada em carboplatina em associação. Não há dados suficientes para o subgrupo de doentes que seria inapto (unfit) para qualquer quimioterapia, como tal atezolizumab deve utilizado com precaução nestes doentes, após avaliação cuidadosa do potencial balanço de benefícios e riscos para cada doente individualmente.
Cuidados com a Dieta
Não aplicável.
Terapêutica Interrompida
Caso tenha perdido uma consulta, marque outra o mais rapidamente possível.

Para o tratamento ser completamente efetivo, é muito importante que lhe continuem a administrar as perfusões.
Cuidados no Armazenamento
Atezolizumab será armazenado por profissionais de saúde no hospital ou clínica.

As condições de acondicionamento são as seguintes:
- Não utilize este medicamento após o prazo de validade impresso no rótulo e embalagem exterior, após VAL. O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.
- Conservar no frigorífico (2ºC - 8ºC). Não congelar.
- Manter o frasco para injectáveis dentro da embalagem exterior para proteger da luz.
- A solução diluída não deve ser conservada por mais de 24 horas entre 2°C a 8°C ou 8 horas à temperatura ambiente.
Espectro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Sem efeito descrito

Atezolizumab + Outros medicamentos

Observações: n.d.
Interações: Não foram realizados estudos farmacocinéticos formais de interacção medicamentosa com atezolizumab. Dado que atezolizumab é eliminado da circulação por catabolismo, não são esperadas quaisquer interacções metabólicas entre fármacos. - Outros medicamentos
Não recomendado/Evitar

Atezolizumab + Corticosteroides

Observações: n.d.
Interações: O uso de corticosteróides sistémicos ou imunossupressores deve ser evitado antes de iniciar o tratamento com atezolizumab devido à sua potencial interferência com a actividade farmacodinâmica e eficácia de atezolizumab. No entanto, podem ser usados corticosteróides sistémicos ou outros imunossupressores para tratar reações adversas imunitárias após início do tratamento com atezolizumab. - Corticosteroides
Não recomendado/Evitar

Atezolizumab + Imunossupressores

Observações: n.d.
Interações: O uso de corticosteróides sistémicos ou imunossupressores deve ser evitado antes de iniciar o tratamento com atezolizumab devido à sua potencial interferência com a actividade farmacodinâmica e eficácia de atezolizumab. No entanto, podem ser usados corticosteróides sistémicos ou outros imunossupressores para tratar reações adversas imunitárias após início do tratamento com atezolizumab. - Imunossupressores
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interações do Atezolizumab
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.

As mulheres com potencial para engravidar têm de utilizar métodos contraceptivos eficazes durante e por 5 meses após terminar o tratamento com atezolizumab.

Atezolizumab não deve ser utilizado durante a gravidez a não ser que a situação clinica da mulher requeira tratamento com atezolizumab.

Deve ser tomada uma decisão sobre a descontinuação da amamentação ou a descontinuação do tratamento com Atezolizumab tendo em consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapêutica para a mulher.

Doentes que sintam fadiga devem ser aconselhados a não conduzir e utilizar máquinas até desaparecimento dos sintomas.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 26 de Novembro de 2020