Amlodipina + Atorvastatina
O que é
Amlodipina / atorvastatina é um medicamento de combinação de dose fixa para o tratamento de colesterol alto e hipertensão. Ele contém uma estatina e um bloqueador dos canais de cálcio.
Usos comuns
Amlodipina / Atorvastatina está indicado como terapêutica de substituição em doentes que estão adequadamente controlados com amlodipina e atorvastatina administradas em simultâneo e com a mesma dose.
Tipo
Sem informação.
História
Sem informação.
Indicações
A associação Amlodipina + Atorvastatina está indicada na prevenção de episódios cardiovasculares em doentes hipertensos, com três factores de risco cardiovascular concomitantes, níveis de colesterol normais a ligeiramente elevados, sem doença cardíaca coronária clinicamente evidente, quando o uso combinado de Amlodipina e uma dose reduzida de Atorvastatina é considerada apropriada, de acordo com as atuais directrizes de tratamento.
Amlodipina + Atorvastatina deverá ser utilizada quando a resposta a dieta e a outras medidas não farmacológicas for inadequada.
Amlodipina + Atorvastatina deverá ser utilizada quando a resposta a dieta e a outras medidas não farmacológicas for inadequada.
Classificação CFT
3.7 : Antidislipidémicos
Mecanismo De Acção
Amlodipina + Atorvastatina possui um mecanismo de acção duplo; a acção di-hidropiridínica de bloqueador da entrada do cálcio (antagonista do ião cálcio ou bloqueador dos canais lentos) da amlodipina e a inibição da HMG-CoA reductase da atorvastatina.
O componente amlodipina de Amlodipina + Atorvastatina inibe o influxo transmembranar de iões cálcio para o músculo liso vascular e o músculo cardíaco. O componente atorvastatina de Amlodipina + Atorvastatina é um inibidor selectivo, competitivo da HMG-CoA reductase, a enzima limitadora da velocidade que converte 03-hidroxi3-metilglutaril-coenzima A em mevalonato, um precursor dos esteróis, incluindo o colesterol.
Não foi observada nenhuma modificação do efeito da amlodipina na pressão arterial sistólica com a associação fixa de amlodipina e atorvastatina em comparação com amlodipina isoladamente.
Do mesmo modo, não foi observada nenhuma modificação do efeito da atorvastatina no C-LDL com a associação fixa de amlodipina e atorvastatina em comparação com atorvastatina isoladamente.
O componente amlodipina de Amlodipina + Atorvastatina inibe o influxo transmembranar de iões cálcio para o músculo liso vascular e o músculo cardíaco. O componente atorvastatina de Amlodipina + Atorvastatina é um inibidor selectivo, competitivo da HMG-CoA reductase, a enzima limitadora da velocidade que converte 03-hidroxi3-metilglutaril-coenzima A em mevalonato, um precursor dos esteróis, incluindo o colesterol.
Não foi observada nenhuma modificação do efeito da amlodipina na pressão arterial sistólica com a associação fixa de amlodipina e atorvastatina em comparação com amlodipina isoladamente.
Do mesmo modo, não foi observada nenhuma modificação do efeito da atorvastatina no C-LDL com a associação fixa de amlodipina e atorvastatina em comparação com atorvastatina isoladamente.
Posologia Orientativa
A maioria dos pacientes é habitualmente controlada com uma dose inicial 5 mg/10 mg em dose única diária.
Administração
Amlodipina + Atorvastatina destina-se a uso oral.
Os comprimidos deverão ser engolidos inteiros com um copo de água.
Podem ser tomados em qualquer altura do dia com ou sem alimentos.
No entanto, é recomendado tomá-los à mesma hora todos os dias.
Os comprimidos deverão ser engolidos inteiros com um copo de água.
Podem ser tomados em qualquer altura do dia com ou sem alimentos.
No entanto, é recomendado tomá-los à mesma hora todos os dias.
Contra-Indicações
Hipersensibilidade a di-hidropiridinas, às substâncias activas amlodipina e atorvastatina.
- Doença hepática activa ou elevações inexplicáveis persistentes das transaminases séricas que ultrapassem 3 vezes o limite superior do normal.
- Hipotensão grave.
- Choque (incluindo choque cardiogénico).
- Obstrução do tracto de saída do ventrículo esquerdo (p. ex., estenose aórtica de elevado grau).
- Insuficiência cardíaca hemodinamicamente instável após enfarte agudo do miocárdio.
- Gravidez e aleitamento e em mulheres de idade fértil que não utilizem medidas contraceptivas apropriadas.
- Uso concomitante com itraconazol, cetoconazol e telitromicina.
- Doença hepática activa ou elevações inexplicáveis persistentes das transaminases séricas que ultrapassem 3 vezes o limite superior do normal.
- Hipotensão grave.
- Choque (incluindo choque cardiogénico).
- Obstrução do tracto de saída do ventrículo esquerdo (p. ex., estenose aórtica de elevado grau).
- Insuficiência cardíaca hemodinamicamente instável após enfarte agudo do miocárdio.
- Gravidez e aleitamento e em mulheres de idade fértil que não utilizem medidas contraceptivas apropriadas.
- Uso concomitante com itraconazol, cetoconazol e telitromicina.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Frequentes (poderão afectar 1 em 10 pessoas):
– Reacções alérgicas que podem incluir elevações na pele (pápulas) vermelhas, que provocam comichão (urticária).
Pouco frequentes (poderão afectar 1 em 100 pessoas):
– Inflamação do pâncreas (pancreatite). Os sintomas podem incluir dor intensa no abdómen e nas costas, náuseas e vómitos.
– Inflamação do fígado (hepatite). Os sintomas podem incluir amarelecimento da pele, perda de apetite e geralmente sensação de mal-estar.
Raros (poderão afectar 1 em 1000 pessoas):
– Fraqueza, cãibras, sensibilidade ou dor musculares inexplicáveis, especialmente se forem acompanhadas por uma sensação inusual de mal-estar ou febre (em casos raros, esta associação de sintomas levou a uma patologia grave, por vezes fatal, designada rabdomiólise, que significa rotura das células musculares).
– Reacções alérgicas cutâneas graves com sintomas como manchas vermelhas na pele, erupção cutânea, formação de bolhas (erupção bolhosa), descolamento da pele que poderá rapidamente espalhar-se a todo o corpo.
Podem também ocorrer concomitantemente sintomas gripais, como febre, garganta inflamada e fadiga.
Muito raros (poderão afectar 1 em 10000 pessoas):
– Uma reacção alérgica grave (designada anafilaxia) que inclui sintomas como um rápido inchaço da face, língua ou garganta que poderão provocar grandes dificuldades respiratórias, erupção cutânea com comichão e baixa pressão arterial.
– Insuficiência hepática.
Os sintomas poderão incluir amarelecimento da pele e dos olhos, abdómen inchado, urina escura, náuseas, perda de apetite, febre e fadiga.
Outros efeitos secundários possíveis:
Frequentes (poderão afectar 1 em 10 pessoas):
– Constipação (infecção do tracto respiratório superior com sintomas como tosse, garganta inflamada, corrimento nasal e febre)
– Aumento dos níveis de açúcar no sangue
– Dores de cabeça, tonturas, cansaço, sonolência
– Vermelhidão da pele (rubor)
– Dor de garganta, sangramento do nariz
– Sensação de enjoo (náusea), dor abdominal, problemas gástricos (indigestão), diarreia, obstipação e flatulência (gases)
– Dor muscular e articular, cãibras musculares, espasmos musculares, dor lombar, dor nos membros
– Articulações e tornozelos inchados (edema)
– Observadas alterações nas análises ao sangue, nomeadamente aumento da enzima “creatina fosfocinase” e de certas enzimas hepáticas.
Pouco frequentes (poderão afectar 1 em 100 pessoas):
– Dificuldade em dormir
– Diminuição dos níveis de açúcar no sangue
– Desmaios (síncope)
– Perda de apetite
– Aumento ou perda de peso
– Alterações do humor, ansiedade, depressão, tremores, pesadelos
– Perda de memória, reduzido sentido do tato ou dor, formigueiros ou sensação de picadas nos dedos das mãos ou dos pés
– Perturbações da visão, visão turva, zumbidos ou campainhas nos ouvidos (acufenos)
– Percepção de batimentos cardíacos inusuais (palpitações)
– Pressão arterial reduzida
– Falta de ar
– Boca seca, alterações do paladar, vómitos, nariz entupido (rinite), eructação
– Erupção na pele ou comichão, erupção na pele com comichão (urticária), queda de cabelo, nódoas negras ou pequenas manchas na pele, descoloração da pele, sudação aumentada
– Dor no pescoço, fraqueza muscular
– Dor no peito
– Perturbações urinárias (micção nocturna excessiva e aumento da frequência de micções)
– Impotência, inchaço do tecido mamário nos homens
– Sensação de desconforto, sensação de fraqueza, dor, sensação geral de mal-estar, febre
– Glóbulos brancos na urina.
Raros (poderão afectar 1 em 1000 pessoas):
– Reduzido número de plaquetas no sangue
– Sensação de confusão
– Problemas nos nervos dos braços ou das pernas com sintomas como reduzida sensibilidade e fraqueza (“neuropatia periférica”)
– Dor no peito (angina)
– Bloqueio dos ductos biliares (colestase) com sintomas como amarelecimento dos olhos e da pele e urina escura
– Inchaço da pele ou das membranas mucosas
– Inflamação ou inchaço dos músculos esqueléticos (miosite), inflamação dos tendões ou lesão dos tendões.
Muito raros (poderão afectar 1 em 10000 pessoas):
– Diminuição do número de glóbulos brancos
– Rigidez ou tensão muscular, inflamação dos tendões ou lesão dos tendões
– Ritmo cardíaco anormal (lento ou rápido), ataque de coração, inflamação dos pequenos vasos sanguíneos
– Inflamação das gengivas (hiperplasia gengival)
– Inflamação do revestimento do estômago (gastrite)
– Tosse
– Diminuição da audição
– Inchaço das camadas profundas da pele incluindo inchaço dos lábios, pálpebras e língua, descamação da pele, sensibilidade da pele à luz solar.
Desconhecida (não é possível estimar a frequência a partir dos dados disponíveis):
– Inflamação dos pulmões designada “doença pulmonar intersticial” que origina dificuldades respiratórias, tosse persistente e febre.
– Patologia designada “síndrome extrapiramidal” com sintomas como movimentos involuntários, tremores, rigidez muscular e espasmos, geralmente na face e no pescoço
– Diabetes, que é mais provável se tiver elevados níveis de açúcar e gorduras no sangue, excesso de peso e pressão arterial alta.
O Médico irá monitorizá-lo enquanto estiver a tomar este medicamento.
– Reacções alérgicas que podem incluir elevações na pele (pápulas) vermelhas, que provocam comichão (urticária).
Pouco frequentes (poderão afectar 1 em 100 pessoas):
– Inflamação do pâncreas (pancreatite). Os sintomas podem incluir dor intensa no abdómen e nas costas, náuseas e vómitos.
– Inflamação do fígado (hepatite). Os sintomas podem incluir amarelecimento da pele, perda de apetite e geralmente sensação de mal-estar.
Raros (poderão afectar 1 em 1000 pessoas):
– Fraqueza, cãibras, sensibilidade ou dor musculares inexplicáveis, especialmente se forem acompanhadas por uma sensação inusual de mal-estar ou febre (em casos raros, esta associação de sintomas levou a uma patologia grave, por vezes fatal, designada rabdomiólise, que significa rotura das células musculares).
– Reacções alérgicas cutâneas graves com sintomas como manchas vermelhas na pele, erupção cutânea, formação de bolhas (erupção bolhosa), descolamento da pele que poderá rapidamente espalhar-se a todo o corpo.
Podem também ocorrer concomitantemente sintomas gripais, como febre, garganta inflamada e fadiga.
Muito raros (poderão afectar 1 em 10000 pessoas):
– Uma reacção alérgica grave (designada anafilaxia) que inclui sintomas como um rápido inchaço da face, língua ou garganta que poderão provocar grandes dificuldades respiratórias, erupção cutânea com comichão e baixa pressão arterial.
– Insuficiência hepática.
Os sintomas poderão incluir amarelecimento da pele e dos olhos, abdómen inchado, urina escura, náuseas, perda de apetite, febre e fadiga.
Outros efeitos secundários possíveis:
Frequentes (poderão afectar 1 em 10 pessoas):
– Constipação (infecção do tracto respiratório superior com sintomas como tosse, garganta inflamada, corrimento nasal e febre)
– Aumento dos níveis de açúcar no sangue
– Dores de cabeça, tonturas, cansaço, sonolência
– Vermelhidão da pele (rubor)
– Dor de garganta, sangramento do nariz
– Sensação de enjoo (náusea), dor abdominal, problemas gástricos (indigestão), diarreia, obstipação e flatulência (gases)
– Dor muscular e articular, cãibras musculares, espasmos musculares, dor lombar, dor nos membros
– Articulações e tornozelos inchados (edema)
– Observadas alterações nas análises ao sangue, nomeadamente aumento da enzima “creatina fosfocinase” e de certas enzimas hepáticas.
Pouco frequentes (poderão afectar 1 em 100 pessoas):
– Dificuldade em dormir
– Diminuição dos níveis de açúcar no sangue
– Desmaios (síncope)
– Perda de apetite
– Aumento ou perda de peso
– Alterações do humor, ansiedade, depressão, tremores, pesadelos
– Perda de memória, reduzido sentido do tato ou dor, formigueiros ou sensação de picadas nos dedos das mãos ou dos pés
– Perturbações da visão, visão turva, zumbidos ou campainhas nos ouvidos (acufenos)
– Percepção de batimentos cardíacos inusuais (palpitações)
– Pressão arterial reduzida
– Falta de ar
– Boca seca, alterações do paladar, vómitos, nariz entupido (rinite), eructação
– Erupção na pele ou comichão, erupção na pele com comichão (urticária), queda de cabelo, nódoas negras ou pequenas manchas na pele, descoloração da pele, sudação aumentada
– Dor no pescoço, fraqueza muscular
– Dor no peito
– Perturbações urinárias (micção nocturna excessiva e aumento da frequência de micções)
– Impotência, inchaço do tecido mamário nos homens
– Sensação de desconforto, sensação de fraqueza, dor, sensação geral de mal-estar, febre
– Glóbulos brancos na urina.
Raros (poderão afectar 1 em 1000 pessoas):
– Reduzido número de plaquetas no sangue
– Sensação de confusão
– Problemas nos nervos dos braços ou das pernas com sintomas como reduzida sensibilidade e fraqueza (“neuropatia periférica”)
– Dor no peito (angina)
– Bloqueio dos ductos biliares (colestase) com sintomas como amarelecimento dos olhos e da pele e urina escura
– Inchaço da pele ou das membranas mucosas
– Inflamação ou inchaço dos músculos esqueléticos (miosite), inflamação dos tendões ou lesão dos tendões.
Muito raros (poderão afectar 1 em 10000 pessoas):
– Diminuição do número de glóbulos brancos
– Rigidez ou tensão muscular, inflamação dos tendões ou lesão dos tendões
– Ritmo cardíaco anormal (lento ou rápido), ataque de coração, inflamação dos pequenos vasos sanguíneos
– Inflamação das gengivas (hiperplasia gengival)
– Inflamação do revestimento do estômago (gastrite)
– Tosse
– Diminuição da audição
– Inchaço das camadas profundas da pele incluindo inchaço dos lábios, pálpebras e língua, descamação da pele, sensibilidade da pele à luz solar.
Desconhecida (não é possível estimar a frequência a partir dos dados disponíveis):
– Inflamação dos pulmões designada “doença pulmonar intersticial” que origina dificuldades respiratórias, tosse persistente e febre.
– Patologia designada “síndrome extrapiramidal” com sintomas como movimentos involuntários, tremores, rigidez muscular e espasmos, geralmente na face e no pescoço
– Diabetes, que é mais provável se tiver elevados níveis de açúcar e gorduras no sangue, excesso de peso e pressão arterial alta.
O Médico irá monitorizá-lo enquanto estiver a tomar este medicamento.
Advertências

Gravidez:Não deve utilizar Amlodipina + Atorvastatina se estiver grávida ou se estiver a tentar engravidar.

Aleitamento:Não deve utilizar Amlodipina + Atorvastatina se estiver a amamentar.

Condução:Não se espera que Amlodipina + Atorvastatina afecte a sua capacidade de conduzir ou utilizar máquinas. Contudo, é necessário ter em consideração a possível ocorrência de tonturas durante a condução ou a utilização de máquinas.
Precauções Gerais
Fale com o médico ou farmacêutico antes de tomar Amlodipina + Atorvastatina se:
- tem antecedentes de doença hepática ou consumir regularmente quantidades substanciais de álcool.
- tem mais de 70 anos de idade.
- tem problemas renais.
- tem uma glândula tiróide subactiva (hipotiroidismo).
- tiver tido dores musculares repetidas ou inexplicáveis ou se tiver antecedentes pessoais ou familiares de problemas musculares.
- tiver alguma vez tido problemas musculares ao tomar outros medicamentos para redução do colesterol (p. ex. outras “estatinas” ou “fibratos”).
- ingerir regularmente grandes quantidades de álcool.
- se estiver a tomar ou tiver tomado nos últimos 7 dias um medicamento chamado ácido fusídico (um medicamento para infecções bacterianas) por via oral ou por injecção.
A associação de ácido fusídico e Amlodipina Atorvastatina pode levar a problemas musculares graves (rabdomiólise).
Se alguma das situações anteriores se aplicar a si, o médico poderá necessitar de efectuar análises ao sangue antes e possivelmente durante o seu tratamento com Amlodipina + Atorvastatina para avaliar o seu risco de desenvolver efeitos adversos relacionados com os músculos.
Durante o tratamento com Amlodipina + Atorvastatina
Se sentir dores (mialgia), cãibras, sensibilidade ou fadiga musculares inexplicáveis, especialmente se acompanhadas por mal-estar ou febre, contacte imediatamente um médico, pois poderá ser necessário descontinuar o tratamento com Amlodipina + Atorvastatina.
Deverá também contactar o médico se começar a ter dificuldade em respirar, tosse e deterioração do estado geral da sua saúde (fadiga, perda de peso e febre).
Informe igualmente o médico ou farmacêutico se sentir uma fraqueza muscular constante.
Podem ser necessários testes ou medicamentos adicionais para diagnosticar e tratar este problema.
Enquanto estiver a tomar este medicamento, o médico irá monitorizá-lo de perto se tiver diabetes ou estiver em risco de desenvolver diabetes.
É provável que esteja em risco de desenvolver diabetes se tiver elevados níveis de açúcar e gorduras no seu sangue, excesso de peso e pressão arterial alta.
Não dê este medicamento a crianças ou adolescentes, pois é improvável que seja seguro.
Informe o médico ou farmacêutico se estiver a tomar, tiver tomado recentemente ou se vier a tomar outros medicamentos.
Se necessitar de tomar ácido fusídico por via oral para tratar uma infecção bacteriana, irá precisar de parar temporariamente de tomar este medicamento.
O médico irá comunicar-lhe quando será seguro recomeçar a toma de Amlodipina + Atorvastatina.
A toma de Amlodipina + Atorvastatina com ácido fusídico pode raramente levar a fraqueza muscular, sensibilidade ou dor. (rabdomiólise).
Há alguns medicamentos que poderão alterar o efeito de Amlodipina + Atorvastatina ou o seu efeito poderá ser alterado por Amlodipina + Atorvastatina.
Este tipo de interacção poderá tornar um ou ambos os medicamentos menos eficazes.
Alternativamente, poderá aumentar o risco ou a gravidade dos efeitos secundários, incluindo as importantes mas raras afecções musculares conhecidas como “rabdomiólise” e “miopatia”.
Informe o médico se estiver a tomar algum dos seguintes medicamentos:.
Alguns agentes antibacterianos como rifampicina ou ácido fusídico ou alguns antibióticos macrólidos como eritromicina e telitromicina ou alguns medicamentos utilizados para tratar infecções fúngicas como voriconazol, fluconazol, posaconazol, cetoconazol, itraconazol.
- Medicamentos utilizados para controlar os níveis de lípidos no sangue: fibratos, como gemfibrozil, ácido nicotínico, colestipol e ezetimiba.
- Medicamentos utilizados para controlar a frequência cardíaca como amiodarona, diltiazem, ou o ritmo cardíaco como digoxina.
- Medicamentos utilizados para tratar e prevenir crises epilépticas como carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, fosfenitoína, primidona, estiripentol.
- Medicamentos utilizados para modificar o modo como o seu sistema imunitário atua, p. ex. ciclosporina.
- Inibidores da protease e outros medicamentos utilizados para tratar o VIH, p. ex. ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, nelfinavir, efavirenz, delavirdina.
- Varfarina (um medicamento para tornar o sangue mais fluido).
- Antiácidos (utilizados para problemas digestivos).
- Contraceptivos orais (“a pílula”).
- Medicamentos utilizados para tratar a depressão, como nefazodona e imipramina.
- Medicamentos utilizados para tratar perturbações mentais como os antipsicóticos.
- Medicamentos utilizados para tratar insuficiência cardíaca como bloqueadores beta (p. ex. bisoprolol, carvedilol, metoprolol).
- Medicamentos utilizados para tratar a pressão arterial alta (como antagonistas dos recetores da angiotensina, bloqueadores beta, bloqueadores da entrada do cálcio, IECA, diuréticos e nitratos).
- Antagonistas adrenérgicos alfa-1 utilizados para tratar a pressão arterial alta ou algumas doenças da próstata (p. ex. prazosina, alfuzosina, doxazosina, tansulosina, terazosina).
- Amifostina (utilizada para tratar o cancro).
- Sildenafil (utilizado para tratar disfunção eréctil, impotência).
- Dantroleno e baclofeno (relaxantes musculares).
- Corticosteróides (medicamentos utilizados para tratar doenças inflamatórias no seu organismo).
- Produtos à base de plantas não sujeitos a receita médica que contenham hipericão (utilizado para tratar a depressão).
- Tacrolimo (utilizado para controlar a resposta imunitária do seu corpo, permitindo-lhe aceitar o órgão transplantado).
Claritromicina (para infecções causadas por bactérias)
- tem antecedentes de doença hepática ou consumir regularmente quantidades substanciais de álcool.
- tem mais de 70 anos de idade.
- tem problemas renais.
- tem uma glândula tiróide subactiva (hipotiroidismo).
- tiver tido dores musculares repetidas ou inexplicáveis ou se tiver antecedentes pessoais ou familiares de problemas musculares.
- tiver alguma vez tido problemas musculares ao tomar outros medicamentos para redução do colesterol (p. ex. outras “estatinas” ou “fibratos”).
- ingerir regularmente grandes quantidades de álcool.
- se estiver a tomar ou tiver tomado nos últimos 7 dias um medicamento chamado ácido fusídico (um medicamento para infecções bacterianas) por via oral ou por injecção.
A associação de ácido fusídico e Amlodipina Atorvastatina pode levar a problemas musculares graves (rabdomiólise).
Se alguma das situações anteriores se aplicar a si, o médico poderá necessitar de efectuar análises ao sangue antes e possivelmente durante o seu tratamento com Amlodipina + Atorvastatina para avaliar o seu risco de desenvolver efeitos adversos relacionados com os músculos.
Durante o tratamento com Amlodipina + Atorvastatina
Se sentir dores (mialgia), cãibras, sensibilidade ou fadiga musculares inexplicáveis, especialmente se acompanhadas por mal-estar ou febre, contacte imediatamente um médico, pois poderá ser necessário descontinuar o tratamento com Amlodipina + Atorvastatina.
Deverá também contactar o médico se começar a ter dificuldade em respirar, tosse e deterioração do estado geral da sua saúde (fadiga, perda de peso e febre).
Informe igualmente o médico ou farmacêutico se sentir uma fraqueza muscular constante.
Podem ser necessários testes ou medicamentos adicionais para diagnosticar e tratar este problema.
Enquanto estiver a tomar este medicamento, o médico irá monitorizá-lo de perto se tiver diabetes ou estiver em risco de desenvolver diabetes.
É provável que esteja em risco de desenvolver diabetes se tiver elevados níveis de açúcar e gorduras no seu sangue, excesso de peso e pressão arterial alta.
Não dê este medicamento a crianças ou adolescentes, pois é improvável que seja seguro.
Informe o médico ou farmacêutico se estiver a tomar, tiver tomado recentemente ou se vier a tomar outros medicamentos.
Se necessitar de tomar ácido fusídico por via oral para tratar uma infecção bacteriana, irá precisar de parar temporariamente de tomar este medicamento.
O médico irá comunicar-lhe quando será seguro recomeçar a toma de Amlodipina + Atorvastatina.
A toma de Amlodipina + Atorvastatina com ácido fusídico pode raramente levar a fraqueza muscular, sensibilidade ou dor. (rabdomiólise).
Há alguns medicamentos que poderão alterar o efeito de Amlodipina + Atorvastatina ou o seu efeito poderá ser alterado por Amlodipina + Atorvastatina.
Este tipo de interacção poderá tornar um ou ambos os medicamentos menos eficazes.
Alternativamente, poderá aumentar o risco ou a gravidade dos efeitos secundários, incluindo as importantes mas raras afecções musculares conhecidas como “rabdomiólise” e “miopatia”.
Informe o médico se estiver a tomar algum dos seguintes medicamentos:.
Alguns agentes antibacterianos como rifampicina ou ácido fusídico ou alguns antibióticos macrólidos como eritromicina e telitromicina ou alguns medicamentos utilizados para tratar infecções fúngicas como voriconazol, fluconazol, posaconazol, cetoconazol, itraconazol.
- Medicamentos utilizados para controlar os níveis de lípidos no sangue: fibratos, como gemfibrozil, ácido nicotínico, colestipol e ezetimiba.
- Medicamentos utilizados para controlar a frequência cardíaca como amiodarona, diltiazem, ou o ritmo cardíaco como digoxina.
- Medicamentos utilizados para tratar e prevenir crises epilépticas como carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, fosfenitoína, primidona, estiripentol.
- Medicamentos utilizados para modificar o modo como o seu sistema imunitário atua, p. ex. ciclosporina.
- Inibidores da protease e outros medicamentos utilizados para tratar o VIH, p. ex. ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, nelfinavir, efavirenz, delavirdina.
- Varfarina (um medicamento para tornar o sangue mais fluido).
- Antiácidos (utilizados para problemas digestivos).
- Contraceptivos orais (“a pílula”).
- Medicamentos utilizados para tratar a depressão, como nefazodona e imipramina.
- Medicamentos utilizados para tratar perturbações mentais como os antipsicóticos.
- Medicamentos utilizados para tratar insuficiência cardíaca como bloqueadores beta (p. ex. bisoprolol, carvedilol, metoprolol).
- Medicamentos utilizados para tratar a pressão arterial alta (como antagonistas dos recetores da angiotensina, bloqueadores beta, bloqueadores da entrada do cálcio, IECA, diuréticos e nitratos).
- Antagonistas adrenérgicos alfa-1 utilizados para tratar a pressão arterial alta ou algumas doenças da próstata (p. ex. prazosina, alfuzosina, doxazosina, tansulosina, terazosina).
- Amifostina (utilizada para tratar o cancro).
- Sildenafil (utilizado para tratar disfunção eréctil, impotência).
- Dantroleno e baclofeno (relaxantes musculares).
- Corticosteróides (medicamentos utilizados para tratar doenças inflamatórias no seu organismo).
- Produtos à base de plantas não sujeitos a receita médica que contenham hipericão (utilizado para tratar a depressão).
- Tacrolimo (utilizado para controlar a resposta imunitária do seu corpo, permitindo-lhe aceitar o órgão transplantado).
Claritromicina (para infecções causadas por bactérias)
Cuidados com a Dieta
Amlodipina + Atorvastatina pode ser tomado em qualquer altura do dia com ou sem alimentos.
Não beba muito sumo de toranja durante o tratamento com Amlodipina Atorvastatina, pois beber grandes quantidades (mais de 1 a 2 copos por dia) de sumo de toranja pode alterar os efeitos de Amlodipina + Atorvastatina.
Evite beber demasiado álcool enquanto estiver a tomar Amlodipina + Atorvastatina.
Não beba muito sumo de toranja durante o tratamento com Amlodipina Atorvastatina, pois beber grandes quantidades (mais de 1 a 2 copos por dia) de sumo de toranja pode alterar os efeitos de Amlodipina + Atorvastatina.
Evite beber demasiado álcool enquanto estiver a tomar Amlodipina + Atorvastatina.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de Intoxicações.
Não existe nenhuma informação sobre sobredosagem com a associação de amlodipina e atorvastatina em seres humanos.
Amlodipina
Relativamente à amlodipina, a experiência com a sobredosagem intencional em seres humanos é limitada. Uma sobredosagem vulgar poderá resultar em excessiva vasodilatação periférica com subsequente hipotensão sistémica acentuada e provavelmente prolongada. Qualquer hipotensão devida a sobredosagem de amlodipina requer uma monitorização numa unidade de cuidados intensivos cardíacos. Poderá ser útil um vasoconstritor para restaurar o tónus vascular e a pressão arterial. A amlodipina não é dialisável.
Atorvastatina
Não está disponível nenhum tratamento específico para a sobredosagem de atorvastatina. Caso ocorra uma sobredosagem, o doente deverá ser tratado sintomaticamente e deverão ser instituídas medidas de suporte, conforme necessário. Deverão ser monitorizadas as análises da função hepática e os níveis séricos de CPK. Devido à extensa ligação deste fármaco às proteínas plasmáticas, não se espera que a hemodiálise aumente significativamente a depuração de atorvastatina
Não existe nenhuma informação sobre sobredosagem com a associação de amlodipina e atorvastatina em seres humanos.
Amlodipina
Relativamente à amlodipina, a experiência com a sobredosagem intencional em seres humanos é limitada. Uma sobredosagem vulgar poderá resultar em excessiva vasodilatação periférica com subsequente hipotensão sistémica acentuada e provavelmente prolongada. Qualquer hipotensão devida a sobredosagem de amlodipina requer uma monitorização numa unidade de cuidados intensivos cardíacos. Poderá ser útil um vasoconstritor para restaurar o tónus vascular e a pressão arterial. A amlodipina não é dialisável.
Atorvastatina
Não está disponível nenhum tratamento específico para a sobredosagem de atorvastatina. Caso ocorra uma sobredosagem, o doente deverá ser tratado sintomaticamente e deverão ser instituídas medidas de suporte, conforme necessário. Deverão ser monitorizadas as análises da função hepática e os níveis séricos de CPK. Devido à extensa ligação deste fármaco às proteínas plasmáticas, não se espera que a hemodiálise aumente significativamente a depuração de atorvastatina
Terapêutica Interrompida
Caso falhe uma dose de Amlodipina + Atorvastatina, tome a dose seguinte na altura habitual. Não tome uma dose a dobrar para compensar um comprimido que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Amlodipina + Atorvastatina Dantroleno
Observações: n.d.Interacções: Em animais, foram observadas fibrilhação ventricular letal e colapso cardiovascular em associação com hipercaliemia, após administração de verapamilo e dantroleno intravenoso. Devido ao risco de hipercaliemia, é recomendada que a administração concomitante de bloqueadores de canais de cálcio, como a amlodipina, seja evitada em doentes susceptíveis a hipertermia maligna e no tratamento da hipertermia maligna. Por extrapolação, deverá evitar-se a associação de amlodipina e dantroleno. - Dantroleno

Amlodipina + Atorvastatina Baclofeno
Observações: n.d.Interacções: Aumento do efeito anti-hipertensor. Monitorizar a pressão arterial e, se necessário, fazer um ajuste posológico do medicamento anti-hipertensor. - Baclofeno

Amlodipina + Atorvastatina Inibidores do CYP3A4
Observações: n.d.Interacções: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamilo ou diltiazem) podem conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina, resultando num aumento do risco de hipotensão. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários. Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH, incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) se possível, devem ser evitadas. Nos casos em que a administração concomitante de atorvastatina com estes medicamentos não pode ser evitada, devem ser consideradas doses iniciais e máximas mais baixas e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes. Os inibidores moderados do CYP3A4 (por exemplo, eritromicina, diltiazem, verapamilo e fluconazol) podem aumentar a concentração plasmática de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em combinação com estatinas. Não foram efectuados estudos de interacção para avaliar os efeitos da amiodarona ou do verapamilo na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamilo são conhecidos por inibirem a actividade do CYP3A4 e a administração concomitante com atorvastatina pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa de atorvastatina e recomenda-se a monitorização clínica do doente quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar ou após o ajuste de dose do inibidor. - Inibidores do CYP3A4

Amlodipina + Atorvastatina Indutores do CYP3A4
Observações: n.d.Interacções: Não existem dados disponíveis sobre o efeito dos indutores da CYP3A4 na amlodipina. O uso concomitante de indutores do CYP3A4 (por exemplo, rifampicina e hipericão) pode originar concentrações plasmáticas mais baixas de amlodipina. A amlodipina deve ser utilizada com precaução quando administrada simultaneamente com indutores do CYP3A4. - Indutores do CYP3A4

Amlodipina + Atorvastatina Anti-hipertensores
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante de amlodipina com outros medicamentos anti-hipertensores (bloqueadores beta, antagonistas da angiotensina II, diuréticos e inibidores da ECA) pode aumentar o efeito hipotensor da amlodipina. O tratamento com trinitrato, nitratos ou outros vasodilatadores tem de ser ponderado com precaução. - Anti-hipertensores

Amlodipina + Atorvastatina Tacrolímus
Observações: n.d.Interacções: Quando administrado concomitantemente com amlodipina, existe um risco de concentração sanguínea aumentada de tacrolímus. No entanto, o mecanismo farmacocinético desta interacção não é completamente conhecido. De forma a evitar a toxicidade do tacrolímus, a administração de amlodipina em doentes tratados com tacrolímus necessita de uma monitorização dos níveis sanguíneos de tacrolímus e um ajuste na dosagem do tacrolímus, sempre que necessário. Em estudos de interacção clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina ou varfarina. - Tacrolímus

Amlodipina + Atorvastatina Bloqueadores adrenérgicos alfa
Observações: n.d.Interacções: Com os bloqueadores alfa-1 em urologia (prazosina, alfuzosina, doxazosina, tansulosina e terazosina), aumento do efeito hipotensor. Risco de hipotensão ortostática grave. - Bloqueadores adrenérgicos alfa

Amlodipina + Atorvastatina Amifostina
Observações: n.d.Interacções: Aumento do efeito hipotensor pela adição de efeitos adversos com a Amifostina. - Amifostina

Amlodipina + Atorvastatina Imipramina
Observações: n.d.Interacções: Com os antidepressivos tipo imipramina, aumento do efeito anti-hipertensor e do risco de hipotensão ortostática (efeito aditivo). - Imipramina

Amlodipina + Atorvastatina Neurolépticos
Observações: n.d.Interacções: Com os neurolépticos, aumento do efeito anti-hipertensor e do risco de hipotensão ortostática (efeito aditivo). - Neurolépticos

Amlodipina + Atorvastatina Bloqueadores beta-adrenérgicos (betabloqueadores)
Observações: n.d.Interacções: Com os bloqueadores beta na insuficiência cardíaca (bisoprolol, carvedilol e metoprolol), risco de hipotensão e de insuficiência cardíaca em doentes com insuficiência cardíaca latente ou não controlada (efeito inotrópico negativo in vitro das dihidropiridinas, variável consoante os medicamentos, o qual se poderá adicionar aos efeitos inotrópicos negativos dos bloqueadores beta). Um tratamento com bloqueadores beta pode minimizar a reacção simpática reflexa desencadeada em casos de excessiva repercussão hemodinâmica. - Bloqueadores beta-adrenérgicos (betabloqueadores)

Amlodipina + Atorvastatina Corticosteróides
Observações: n.d.Interacções: Com os corticosteróides, diminuição do efeito anti-hipertensor (efeito de retenção de água e sódio dos corticosteróides). - Corticosteróides

Amlodipina + Atorvastatina Tetracosactido
Observações: n.d.Interacções: Com o tetracosactido, diminuição do efeito anti-hipertensor (efeito de retenção de água e sódio dos corticosteróides). - Tetracosactido

Amlodipina + Atorvastatina Sildenafil
Observações: n.d.Interacções: Uma dose única de 100 mg de sildenafil administrada a indivíduos com hipertensão essencial não tem qualquer efeito sobre os parâmetros farmacocinéticos da amlodipina. Quando a amlodipina e o sildenafil foram utilizados em associação, cada um dos agentes exerceu de forma independente o seu efeito hipotensor. - Sildenafil

Amlodipina + Atorvastatina Ciclosporina
Observações: n.d.Interacções: Não foram efectuados estudos de interacção de medicamentos com ciclosporina e amlodipina em voluntários saudáveis ou outras populações, com a excepção dos doentes submetidos a transplante renal, nos quais foram observados aumentos variáveis da concentração mínima de ciclosporina (média 0% - 40%). Deve ser considerada a monitorização dos níveis de ciclosporina em doentes submetidos a transplante renal e a tomar amlodipina, e se necessário a redução das doses de ciclosporina. Foi também demonstrado em estudos de interacção que a cimetidina, a atorvastatina, os sais de alumínio/magnésio e digoxina não afectam a farmacocinética da amlodipina. - Ciclosporina

Amlodipina + Atorvastatina Outros medicamentos
Observações: n.d.Interacções: A atorvastatina é metabolizada pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4) que é um substrato para proteínas de transporte por exemplo, o transportador de captação hepático OATP1B1. A administração concomitante de medicamentos que sejam inibidores do CYP3A4 ou de proteínas de transporte pode originar um aumento da concentração plasmática de atorvastatina e aumentar o risco de miopatia. O risco também poderá estar aumentado quando há administração concomitante de atorvastatina com outros medicamentos que têm potencial para induzir a miopatia, como os derivados do ácido fíbrico e ezetimiba. - Outros medicamentos

Amlodipina + Atorvastatina Indutores do citocromo P450
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante de atorvastatina com indutores do citocromo P450 3A (por exemplo, efavirenz, rifampicina, hipericão) pode originar reduções variáveis nas concentrações plasmáticas de atorvastatina. Devido ao duplo mecanismo de interacção da rifampicina (indução do citocromo P450 3A e inibição do transportador de captação hepático OATP1B1), é recomendada a administração concomitante de atorvastatina com rifampicina, na medida em que a administração de atorvastatina com atraso após a administração da rifampicina tem sido associada a uma redução significativa nas concentrações plasmáticas de atorvastatina. O efeito da rifampicina nas concentrações de atorvastatina nos hepatócitos é no entanto desconhecida e caso a administração concomitante não possa ser evitada, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados, para controlo da eficácia. - Indutores do citocromo P450

Amlodipina + Atorvastatina Inibidores das proteinas de transporte
Observações: n.d.Interacções: Os inibidores de proteínas de transporte (por exemplo ciclosporina) podem aumentar a exposição sistémica da atorvastatina. O efeito da inibição dos transportadores de captação hepáticos nas concentrações da atorvastatina nos hepatócitos é desconhecido. Se a administração concomitante não puder ser evitada, para obter eficácia recomenda-se a redução da dose e monitorização clínica. - Inibidores das proteinas de transporte

Amlodipina + Atorvastatina Fibratos
Observações: n.d.Interacções: A utilização isolada de fibratos está ocasionalmente associada a acontecimentos relacionados com os músculos, incluindo a rabdomiólise. O risco destes acontecimentos pode aumentar com o uso concomitante de derivados do ácido fíbrico e atorvastatina. Se a administração concomitante não puder ser evitada, deve utilizar-se a dose mais baixa possível de atorvastatina para alcançar o objetivo terapêutico e os doentes devem ser adequadamente monitorizados. - Fibratos

Amlodipina + Atorvastatina Ezetimiba
Observações: n.d.Interacções: A utilização isolada de ezetimiba está associada a acontecimentos relacionados com os músculos, incluindo a rabdomiólise. O risco destes acontecimentos pode portanto estar aumentado na utilização concomitante de ezetimiba e atorvastatina. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes. - Ezetimiba

Amlodipina + Atorvastatina Colestipol
Observações: n.d.Interacções: As concentrações plasmáticas de atorvastatina e dos seus metabólitos activos foram mais baixas (aproximadamente 25%) quando se administrou concomitantemente colestipol com atorvastatina. Contudo, quando atorvastatina e colestipol foram administrados concomitantemente, os efeitos lipídicos foram superiores aos de qualquer um dos medicamentos em administração isolada. - Colestipol

Amlodipina + Atorvastatina Ácido fusídico
Observações: n.d.Interacções: Não foram efectuados estudos de interacção entre a atorvastatina e o ácido fusídico. Assim como para outras estatinas, foram notificados, na experiência de pós-comercialização, acontecimentos relacionados com os músculos, incluindo rabdomiólise, devido à administração concomitante de atorvastatina e o ácido fusídico. O mecanismo de interacção não é conhecido. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados e a suspensão temporária da terapêutica com atorvastatina pode ser adequada. - Ácido fusídico

Amlodipina + Atorvastatina Colquicina
Observações: n.d.Interacções: Apesar de não terem sido efectuados estudos de interacção com a atorvastatina e a colquicina, foram notificados casos de miopatia com a atorvastatina quando administrada concomitantemente com colquicina, sendo necessário precaução na prescrição de atorvastatina com colquicina. - Colquicina

Amlodipina + Atorvastatina Digoxina
Observações: n.d.Interacções: Quando foram administradas concomitantemente doses múltiplas de digoxina e 10 mg de atorvastatina, as concentrações plasmáticas de digoxina no estado estacionário aumentaram ligeiramente. Doentes a tomar digoxina devem ser adequadamente monitorizados. - Digoxina

Amlodipina + Atorvastatina Contraceptivos orais
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante de atorvastatina e contraceptivos orais aumentou as concentrações plasmáticas de noretindrona e etinilestradiol. - Contraceptivos orais

Amlodipina + Atorvastatina Varfarina
Observações: n.d.Interacções: Num estudo clínico em doentes a receber terapêutica crónica com varfarina, a administração concomitante de atorvastatina 80 mg por dia com varfarina causou uma ligeira diminuição de cerca de 1,7 segundos no tempo de protrombina durante os primeiros 4 dias de tratamento, o qual normalizou após 15 dias de tratamento com atorvastatina. - Varfarina

Amlodipina + Atorvastatina Anticoagulantes orais (Derivados da Cumarina)
Observações: n.d.Interacções: Apesar de serem muito raros os casos notificados de interacção clinicamente significativa com anticoagulantes, nos doentes a tomar anticoagulantes cumarínicos, o tempo de protrombina deve ser determinado antes de iniciar a atorvastatina e de modo frequente durante a terapêutica inicial, de modo a garantir que não ocorrem alterações significativas no tempo de protrombina. Depois de alcançado um tempo de protrombina estável, os tempos de protrombina podem ser monitorizados em intervalos geralmente recomendados para doentes com anticoagulantes cumarínicos. Se a dose de atorvastatina for alterada ou descontinuada, o mesmo procedimento deverá ser repetido. A terapêutica com atorvastatina não foi associada a hemorragias ou a alterações no tempo de protrombina em doentes que não tomam anticoagulantes. - Anticoagulantes orais (Derivados da Cumarina)

Amlodipina + Atorvastatina Toranja
Observações: n.d.Interacções: Não é recomendada a administração de amlodipina com toranja ou sumo de toranja. Em alguns doentes a biodisponibilidade pode aumentar resultando num aumento do efeito de diminuição da pressão arterial. - Toranja

Amlodipina + Atorvastatina Sumo de toranja
Observações: n.d.Interacções: Não é recomendada a administração de amlodipina com toranja ou sumo de toranja. Em alguns doentes a biodisponibilidade pode aumentar resultando num aumento do efeito de diminuição da pressão arterial. - Sumo de toranja

Informe o Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.
Se está grávida ou a amamentar, se pensa estar grávida ou planeia engravidar, consulte o médico ou farmacêutico antes de tomar este medicamento.
Não deve utilizar Amlodipina + Atorvastatina se estiver grávida ou se estiver a tentar engravidar.
As mulheres com potencial para engravidar têm de utilizar métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento com Amlodipina + Atorvastatina.
Não deve utilizar Amlodipina + Atorvastatina se estiver a amamentar.
Foi demonstrado que a amlodipina é excretada para o leite materno em pequenas quantidades.
Não se espera que Amlodipina + Atorvastatina afecte a sua capacidade de conduzir ou utilizar máquinas.
Contudo, é necessário ter em consideração a possível ocorrência de tonturas durante a condução ou a utilização de máquinas.
Se está grávida ou a amamentar, se pensa estar grávida ou planeia engravidar, consulte o médico ou farmacêutico antes de tomar este medicamento.
Não deve utilizar Amlodipina + Atorvastatina se estiver grávida ou se estiver a tentar engravidar.
As mulheres com potencial para engravidar têm de utilizar métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento com Amlodipina + Atorvastatina.
Não deve utilizar Amlodipina + Atorvastatina se estiver a amamentar.
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Contudo, é necessário ter em consideração a possível ocorrência de tonturas durante a condução ou a utilização de máquinas.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 23 de Setembro de 2024