Ácido acetilsalicílico

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal
O que é
O Ácido acetilsalicílico (Lat. acidum acetylsalicylicum) é um fármaco do grupo dos anti-inflamatórios não-esteroides (AINE), utilizado como anti-inflamatório, antipirético, analgésico e também como antiplaquetar.

É, em estado puro, um pó cristalino branco ou cristais incolores, pouco solúvel na água, facilmente solúvel no álcool e solúvel no éter.

Um dos medicamentos mais conhecidos à base de Ácido acetilsalicílico é a Aspirina.

O seu nome foi obtido da seguinte maneira: "A" deriva de acetil; "Spir" se refere a Spiraea ulmaria (planta que fornece o ácido salicílico); e o "in" era um sufixo utilizado na época, formando o nome Aspirin, que depois foi aportuguesado para Aspirina.

Em alguns países, Aspirina é ainda um nome comercial registado, propriedade dos laboratórios farmacêuticos Bayer para o composto ácido acetilsalicílico.

É o medicamento mais conhecido e consumido em todo o mundo.

Em 1999 a Aspirina completou 100 anos.
Usos comuns
A Aspirina (Ácido acetilsalicílico) é utilizada no tratamento de um número de condições, incluindo febre, dor, febre reumática, e doenças inflamatórias, tais como artrite reumatóide, pericardite, e doença de Kawasaki.

Doses mais baixas de Aspirina têm também mostrado reduzir o risco de morte de ataque cardíaco, ou o risco de Acidente Vascular Cerebral em algumas circunstâncias.

Há algumas evidências de que a Aspirina é eficaz na prevenção do cancro colorretal, embora os mecanismos deste efeito não é clara.
Tipo
pequena molécula
História
No século V a.C., Hipócrates, médico grego e pai da medicina científica, escreveu que o pó ácido da casca do salgueiro ou chorão (que contém salicilatos mas é potencialmente tóxico) aliviava dores e diminuía a febre.

Esse remédio também é mencionado em textos das civilizações antigas do Médio Oriente, Suméria, Egito e Assíria.

Os nativos americanos usavam-no também para dores de cabeça, febre, reumatismo e tremores.

O reverendo Edmund Stone, de Chipping Norton no condado de Oxford, Reino Unido, redescobriu em 1763 as propriedades antipiréticas da casca do Salgueiro tendo-as descrito de forma científica.

O princípio activo da casca, a salicina ou ácido salicílico (do nome latino do salgueiro Salix alba) foi isolado na sua forma cristalina em 1828 pelo farmacêutico francês Henri Leroux, e Raffaele Piria, químico italiano.

Em 1897, o laboratório farmacêutico alemão Bayer, conjugou quimicamente o ácido salicílico com acetato, criando o ácido acetilsalicílico (Aspirina), que descobriram ser menos tóxico.

O Ácido acetilsalicílico foi o primeiro fármaco a ser sintetizado na história da farmácia e não recolhido na sua forma final da natureza. Foi a primeira criação da indústria farmacêutica. Foi também o primeiro fármaco a ser vendido em comprimidos.

E em julho de 1899, a Bayer começou a comercializar a aspirina, obtendo sucesso imediato.
Indicações
Para utilização no alívio temporário das diversas formas de dor, inflamação associada a diversas condições (incluindo artrite reumatoide, artrite reumatoide juvenil, lúpus eritematoso sistémico, osteoartrite e espondilite anquilosante), e também para reduzir o risco de morte e/ou enfarte do miocárdio não fatal em pacientes com enfarte prévio ou angina instável.
Classificação CFT
02.10     Analgésicos e antipiréticos 04.03.01.03     Outros anticoagulantes 04.03.01.04     AntiAgregantes plaquetários
Mecanismo De Ação
O Ácido acetilsalicílico é, como todos os AINEs, um inibidor inespecífico da enzima ciclooxigenase (COX). Ele acetila irreversivelmente essa enzima.

As COX são enzimas fulcrais da cascata do ácido araquidónico, pela qual este ácido araquidónico, um lipídio presente nas membranas das células, é transformado em mediadores prostanoides.

Há dois tipos, a COX-1, presente em quase todos os tecidos; e a COX-2 induzida localmente por citocinas produzidas por leucócitos em resposta a danos ou invasão microbiana. A COX-2 tem papel importante na geração da inflamação.

Ela produz os mediadores prostanóides pró-inflamatórios, como algumas prostaglandinas e leucotrienos.

A inibição dessas enzimas pelo ácido acetilsalicílico constitui o mecanismo principal dos seus efeitos. A inibição da COX-1 é a responsável por muitos efeitos indesejados.
Posologia Orientativa
Adultos - Via oral: 100 a 250 mg/dia.
Administração
Via oral.
Contraindicações
Asma, hipertensão não controlada, gravidez e aleitamento.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Azia, dispepsia, dor epigástrica, náuseas, vómitos, gastrite e, ocasionalmente, úlcera péptica, hemorragia gastrointestinal, conjuntival ou de outra localização, asma.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Risco de defeitos cardíacos congénitos e septação do ductus arteriosus; pode afectar a hemostasia e aumentar o risco de hemorragia; doses elevadas têm sido relacionadas com aumento da mortalidade perinatal, intra-uterina, atraso do crescimento e efeitos teratogénicos; em doses baixas (40-150 mg/dia) pode ser benéfico; perto do termo pode prolongar a gestação e o parto; o encerramento precoce do ductus arteriosus e hipertensão pulmonar persistente do RN podem ocorrer na última parte da gestação como resultado do consumo materno de doses terapêuticas; a ser necessário um analgésico ou antipirético usar o paracetamol. . Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados. (evidência fetal em animais, mas a necessidade pode justificar o risco, se usado em dose terapêutica no 1o e 3o trimestres). Trimestre: 1º, 2º e 3º
Aleitamento
Aleitamento:Evitar; risco possível de síndroma de Reye; o uso regular de doses altas pode impedir a função plaquetária e produzir hipoprotrombinemia no lactente, se as reservas de vitamina K (fitomenadiona) neonatais estiverem baixas; possível acidose metabólica.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Possível risco de hemorragia; Ver AINEs.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Evitar na IR grave; retenção de sódio e água; aumento do risco de hemorragia gastrointestinal.
Precauções Gerais
Não tomar Aspirina para a dor por mais de 10 dias ou mais de 3 dias para a febre, a menos que instruído a fazê-lo pelo seu prestador de cuidados de saúde.

– Verifique com seu Médico se a febre ou a dor se agravam, se a vermelhidão ou inchaço estão presentes, ou ainda outros sintomas incomuns.

Se tiver dor de garganta grave, com duração superior a 2 dias, ou seguida de febre, dor de cabeça, erupção cutânea, náuseas ou vómitos, consulte o seu Médico.

– A Aspirina é o Ácido acetilsalicílico.

Antes de iniciar a toma de qualquer novo medicamento, verifique a bula para certificar se também tem ácido acetilsalicílico.

Se isso acontecer ou se não tiver certeza, consulte o seu Médico ou Farmacêutico.

– A Aspirina pode ter associado cálcio, alumínio ou magnésio.

Pergunte ao seu Farmacêutico se estes ingredientes contém ácido acetilsalicílico.

– Fale com o seu Médico antes de tomar Aspirina ou outros analgésicos redutores da febre se ingerir mais de 3 bebidas com álcool, por dia.

Úlceras graves de estômago ou hemorragia podem ocorrer com o uso de Aspirina.

Tomando-a em doses elevadas, ou por um longo período de tempo, o consumo de álcool ou tabaco, aumenta o risco dos efeitos secundários.

Tomar Aspirina com alimentos não vai reduzir o risco desses efeitos.

Contacte o seu Médico ou o Serviço de Urgência se desenvolver dor severa de estômago ou nas costas; fezes negras; vómito que se parece com sangue ou café, ganhar peso invulgar ou inchaço.

– A Aspirina pode reduzir o número de células formadoras de coágulo (plaquetas) no sangue.

Evite atividades que possam causar ferimento ou lesão.

Informe o seu Médico se tiver hematomas ou hemorragias.

Informe o seu Médico se tiver fezes escuras, espessas, ou ensanguentadas.

– A Aspirina tem sido associada a uma doença grave chamada síndrome de Reye.

Não dê Aspirina a uma criança ou adolescente engripada, com varicela, ou uma infeção viral.

Contacte o seu Médico e coloque-lhe todas as perguntas ou preocupações.

– Informe o seu Médico ou Dentista que tomou Aspirina antes de receber qualquer assistência médica ou odontológica, atendimento de emergência, ou cirurgia.

– Se a Aspirina tiver um forte cheiro semelhante a vinagre, na abertura, não a use. Isso significa que o medicamento está embalado em frasco.

Deite fora o frasco, de forma segura e fora do alcance das crianças; entre em contato com o seu Farmacêutico e substitua-o.

– Use Aspirina com precaução em idosos; eles podem ser mais sensíveis aos seus efeitos, especialmente os que tiverem distúrbios de coagulação sanguínea.

– A Aspirina não deve ser utilizada em crianças menores de 12 anos de idade, pois a segurança e eficácia nessas crianças não foram confirmadas.

– Gravidez e Aleitamento: Se ficar grávida, contacte o seu Médico.

Durante a gravidez, vai precisar de discutir os benefícios e riscos do uso de Aspirina. Este fármaco não é recomendado durante os últimos 3 meses (terceiro trimestre) de gravidez, pois pode causar danos ao feto.

Aspirina é encontrada no leite materno. Se está ou vai estar a amamentar enquanto estiver a utilizar a Aspirina, fale com seu médico e discuta os possíveis riscos para o bebé.
Cuidados com a Dieta
Deve evitar o consumo de álcool enquanto está a tomar Ácido acetilsalicílico, pois a ingestão de bebidas alcoólicas, aumenta o risco de hemorragia no estômago.
Terapêutica Interrompida
Se esquecer uma toma do medicamento deve retomar a medicação sem tomar uma dose a dobrar para compensar a que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Oral
Cápsulas:
A aspirina em combinação fixa com dipiridamol de libertação prolongada: 25 ° C (pode ser exposto a 15-30 ° C).
Proteger da humidade excessiva.

Gomas
15-25 ° C; proteger da humidade excessiva.

Comprimidos
Temperatura ambiente (produtos da Bayer, exceto os produtos Alka-Seltzer);
evitar alta umidade e calor excessivo (40 ° C).
15-30 ° C (Easprin).
20-25 ° C (Anacin Extra Forte); proteger da humidade.

Proteger do calor excessivo (produtos Alka-Seltzer).

Retal
Os supositórios: 2-15 ° C.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Gengibre + Ácido acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Indicações/Ações terapêuticas: profilaxia de náuseas causada por movimento (cinetose) e pós-cirúrgicas. Padronização/marcador: Gingeróis (6-gingerol, 8-gingerol, 10-gingerol, 6-shogaol, capsaicina) [dose diária: crianças acima de 6 anos: 4-16 mg de gingeróis; adulto: 16-32 mg de gingeróis].

Interações medicamentosas: Há evidências de que o gengibre estimula a produção de ácido clorídrico estomacal e, como consequência, em teoria, poderá comprometer a ação de medicamentos contendo sucralfato, ranitidina ou lansoprazol; contrariamente, ao que foi verificado em animais, ou seja, proteção estomacal. Teoricamente o gengibre poderá aumentar o risco de sangramento quando administrado conjuntamente ao ácido acetilsalicílico, varfarina, heparina, clopidogrel, ibuprofeno ou naproxeno ou outros medicamentos que apresentem esta ação; em doses elevadas poderá desencadear sonolência, além de que poderá interferir com medicamentos que alteram a contração cardíaca incluindo os beta-bloqueadores, digoxina e outros medicamentos para o coração. Existe a possibilidade de diminuição dos níveis de açúcar no sangue e, portanto, poderá interferir com medicamentos administrados por via oral para diabéticos ou com a insulina. Estudos sugerem que fitoquímicos presentes em dietas como capsaína, curcumina, [6]-gengerol e resveratrol apresentam efeito inibitório na P-glicoproteína potencializando interações alimentos-medicamentos.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Ácido acetilsalicílico

Observações: Ginkgo biloba pode afetar o metabolismo de vários medicamentos. Existem relatos de casos de várias interações, mas no entanto, dados consistentes são limitados.
Interações: Ácido Acetilsalicílico (Aspirina®; Aspirina GR®; AAS®; Cartia®; Tromalyt®; Migraspirina®; ASP®)

Efeito
Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao efeito antiagregante plaquetar da aspirina aumenta o risco de hemorragia.
------

Ibuprofeno (Brufen®; Trifene®; Nurofen®; Seractil®;Moment®; Ozonol®; Spidifen®)

Efeito
Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao efeito antiagregante plaquetar do ibuprofeno aumenta o risco de hemorragia.
------

Varfarina (Varfine®)

Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao da varfarina (anticoagulante oral) aumenta o risco de hemorragia.
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Indicações/Ações terapêuticas: vertigens e zumbido (tinidos) resultantes de distúrbios circulatórios gerais e distúrbios circulatórios periféricos (claudicação intermitente) e insuficiência vascular cerebral. Padronização/Marcador: Extrato padronizado com 24% de Ginkgoflavonóides (quercetina, Kaempfer Isorhamnetina) e 6% de terpenolactonas (bilobalide, ginkgolídeos A, B, C, E) [dose diária: 80 a 240 mg de extrato padronizado, em 2 ou 3 administrações ou 28,8 – 57,6 mg de ginkgoflavonóides e 7,20 – 14,4 mg de terpenolactonas].

Interações medicamentosas: O uso de ginkgo poderá potenciar a ação do ácido acetilsalicílico e do clopidogrel, de anticoagulantes como varfarina e heparina, além de antiinflamatórios não esteroidais como ibuprofeno ou naproxeno, aumentando, assim, o risco de sangramentos. Usuários de medicamentos contendo alho, vitamina E, varfarina, ácido acetilsalicílico e outras drogas antiplaquetárias ou anticoagulantes devem ser advertidos sobre os riscos decorrentes das possíveis interações com esta planta.

A administração do ginkgo poderá diminuir a ação de anticonvulsivantes (fenitoína) e, em presença de antidepressivos (inibidores da monoamino oxidase), intensifica a ação farmacológica destas drogas e, também, dos efeitos colaterais como cefaléia, tremores e surtos maníacos. Quando usado com sertralina poderá desencadear aumento nos batimentos cardíacos, hipertermia, sudorese intensificada, rigidez muscular e agitação.

Estudos preliminares demonstram que o ginkgo poderá afetar os níveis de insulina e do açúcar no sangue, o que demanda cuidados adicionais ao usuário destes medicamentos. Em teoria, o ginkgo poderá intensificar a ação de drogas usadas para disfunção erétil como sildenafil, dos efeitos colaterais de fluoruracil e da toxicidade renal das ciclosporinas. Doses elevadas de ginkgo poderão elevar a pressão sanguínea quando administrado com alimentos (com elevados níveis de proteína ou em conservas) que tenham tiramina.

Existem inúmeros estudos sobre as interações envolvendo o ginkgo, porém, não conclusivos, além de que alguns deles demonstram resultados contraditórios. Baseado em dados de laboratório e pesquisa em humanos, o uso de ginkgo poderá diminuir a pressão sanguínea embora haja relato de elevação de pressão em indivíduo que estava tomando diurético à base de tiazida. Teoricamente, altas concentrações de ginkgo poderão reduzir a fertilidade em homens e mulheres.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Ácido acetilsalicílico

Observações: Ginkgo biloba pode afetar o metabolismo de vários medicamentos. Existem relatos de casos de várias interações, mas no entanto, dados consistentes são limitados.
Interações: Ácido Acetilsalicílico (Aspirina®; Aspirina GR®; AAS®; Cartia®; Tromalyt®; Migraspirina®; ASP®)

Efeito
Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao efeito antiagregante plaquetar da aspirina aumenta o risco de hemorragia.
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Ibuprofeno (Brufen®; Trifene®; Nurofen®; Seractil®;Moment®; Ozonol®; Spidifen®)

Efeito
Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao efeito antiagregante plaquetar do ibuprofeno aumenta o risco de hemorragia.
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Varfarina (Varfine®)

Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao da varfarina (anticoagulante oral) aumenta o risco de hemorragia.
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Indicações/Ações terapêuticas: vertigens e zumbido (tinidos) resultantes de distúrbios circulatórios gerais e distúrbios circulatórios periféricos (claudicação intermitente) e insuficiência vascular cerebral. Padronização/Marcador: Extrato padronizado com 24% de Ginkgoflavonóides (quercetina, Kaempfer Isorhamnetina) e 6% de terpenolactonas (bilobalide, ginkgolídeos A, B, C, E) [dose diária: 80 a 240 mg de extrato padronizado, em 2 ou 3 administrações ou 28,8 – 57,6 mg de ginkgoflavonóides e 7,20 – 14,4 mg de terpenolactonas].

Interações medicamentosas: O uso de ginkgo poderá potenciar a ação do ácido acetilsalicílico e do clopidogrel, de anticoagulantes como varfarina e heparina, além de antiinflamatórios não esteroidais como ibuprofeno ou naproxeno, aumentando, assim, o risco de sangramentos. Usuários de medicamentos contendo alho, vitamina E, varfarina, ácido acetilsalicílico e outras drogas antiplaquetárias ou anticoagulantes devem ser advertidos sobre os riscos decorrentes das possíveis interações com esta planta.

A administração do ginkgo poderá diminuir a ação de anticonvulsivantes (fenitoína) e, em presença de antidepressivos (inibidores da monoamino oxidase), intensifica a ação farmacológica destas drogas e, também, dos efeitos colaterais como cefaléia, tremores e surtos maníacos. Quando usado com sertralina poderá desencadear aumento nos batimentos cardíacos, hipertermia, sudorese intensificada, rigidez muscular e agitação.

Estudos preliminares demonstram que o ginkgo poderá afetar os níveis de insulina e do açúcar no sangue, o que demanda cuidados adicionais ao usuário destes medicamentos. Em teoria, o ginkgo poderá intensificar a ação de drogas usadas para disfunção erétil como sildenafil, dos efeitos colaterais de fluoruracil e da toxicidade renal das ciclosporinas. Doses elevadas de ginkgo poderão elevar a pressão sanguínea quando administrado com alimentos (com elevados níveis de proteína ou em conservas) que tenham tiramina.

Existem inúmeros estudos sobre as interações envolvendo o ginkgo, porém, não conclusivos, além de que alguns deles demonstram resultados contraditórios. Baseado em dados de laboratório e pesquisa em humanos, o uso de ginkgo poderá diminuir a pressão sanguínea embora haja relato de elevação de pressão em indivíduo que estava tomando diurético à base de tiazida. Teoricamente, altas concentrações de ginkgo poderão reduzir a fertilidade em homens e mulheres.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Maracujá + Ácido acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Indicações/Ações terapêuticas: sedativo. Padronização/Marcador: Flavonóides totais expressos na forma de isovitexina ou vitexina (dose diária: 25 a 100 mg de vitexina/isovitexina).

Interações medicamentosas: O maracujá possui em sua constituição frações alcaloídicas, derivados do indol, como harmana, harmina; e porções flavonoídicas, vitexina, isvitexina. Tais frações promovem ações depressoras inespecíficas do sistema nervoso central contribuindo, assim, para a ação sedativa e tranqüilizante; em conseqüência, pode interagir com hipnóticos e ansiolíticos, intensificando suas ações. Fundamentado em pesquisas com animais, o uso desta droga com álcool ou outras drogas sedativas-hipnóticas poderá aumentar a intensidade de sonolência de benzodiazepínicos como o lorazepam ou diazepam, barbitúricos como o fenobarbital, narcóticos como a codeína, alguns antidepressivos e álcool.
O uso desta planta com drogas inibidoras da monoamino oxidase (isocarboxazida, fenelzina e tranilcipromina) poderá causar efeito aditivo.
Teoricamente, poderá ocorrer sangramento se o maracujá for administrado, concomitantemente, com aspirina, varfarina ou heparina e, antiplaquetários como clopidogrel e, ainda, com drogas antiinflamatórias não esteroidais como o ibuprofeno e o naproxeno. Estudos ainda propõem que o uso de passiflora com cafeína, guaraná ou efedra poderá causar de aumento da pressão arterial.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Trevo vermelho + Ácido acetilsalicílico

Observações: Propriedades isoflavonóide podem interferir com terapias hormonais. O trevo vermelho não deve ser tomado com contraceptivos orais de estrogenio, progesterona, compostos, anticoagulantes ou aspirina.
Interações: N.D.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Aceclofenac + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: O tratamento concomitante com ácido acetilsalicílico e outros AINEs pode aumentar a frequência de efeitos indesejáveis.

Acetazolamida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Aparentemente a acetazolamida aumenta a excreção urinária de cálcio e fosfatos.
Interações: Os pacientes sob este tratamento não deverão tomar ácido acetilsalicílico, pois este pode aumentar as concentrações plasmáticas de acetazolamida, conduzindo a toxicidade no SNC (letargia, confusão, sonolência, anorexia, zumbido). A acetazolamida é não só deslocada, pelos salicilatos, da sua ligação às proteínas plasmáticas como a sua excreção renal é inibida, levando à sua acumulação. A alcalinização da urina, pela acetazolamida, pode levar à diminuição da excreção de salicilatos, com possível intoxicação por esses fármacos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Acetazolamida

Observações: N.D.
Interações: Reduz a excreção do metotrexato e da acetazolamida.

Ácido acetilsalicílico + Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)

Observações: N.D.
Interações: Evitar a associação com outros AINEs.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Corticosteroides

Observações: N.D.
Interações: Com os corticosteróides aumenta-se o risco de hemorragia gastrointestinal e ulceração.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Domperidona

Observações: N.D.
Interações: A metoclopramida e a domperidona potenciam o efeito do ácido acetilsalicílico por aumentarem a absorção.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Potencia o efeito da fenitoína e do valproato.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Metoclopramida

Observações: N.D.
Interações: A metoclopramida e a domperidona potenciam o efeito do ácido acetilsalicílico por aumentarem a absorção.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Metotrexato

Observações: N.D.
Interações: Reduz a excreção do metotrexato e da acetazolamida.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Probenecida

Observações: N.D.
Interações: Reduz o efeito da probenecida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: Potencia o efeito da fenitoína e do valproato.

Ácido nicotínico + Laropiprant + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Ácido acetilsalicílico: Num estudo clínico, a administração concomitante de laropiprant com ácido acetilsalicílico não exerceu um efeito sobre a agregação plaquetária induzida pelo colagénio nem sobre o tempo de coagulação em comparação com o tratamento com ácido acetilsalicílico em monoterapia.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido valpróico (Valproato de sódio) + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de valproato e de fármacos com uma fixação proteica importante (ácido acetilsalicílico) pode conduzir a uma elevação dos níveis séricos livres de valproato.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Afamelanotido + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Não foram realizados estudos de interação específicos com este medicamento. Os dados farmacocinéticos para o afamelanotido ou qualquer um dos seus metabolitos são muito limitados. Na qualidade de um oligopéptido com uma semivida curta, prevê-se que o afamelanotido seja rapidamente hidrolisado em fragmentos peptídicos mais curtos e nos respetivos aminoácidos individuais. No entanto, devido à falta de dados, aconselha-se precaução.
Interações: Os doentes que tomam substâncias que reduzem a coagulação, como os antagonistas da vitamina K (por exemplo, varfarina), o ácido acetilsalicílico e os anti-inflamatórios não esteroides (AINE), podem registar um aumento de hematomas (nódoas negras) ou hemorragias no local do implante.

Aliscireno + Amlodipina + Hidroclorotiazida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: A análise farmacocinética populacional de doentes com hipertensão não revelou quaisquer alterações clinicamente relevantes durante a exposição no estado de equilíbrio (AUC) e Cmax de aliscireno, amlodipina e hidroclorotiazida comparativamente com as terapêuticas duplas correspondentes.
Interações: Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), incluindo inibidores seletivos da cicloxigenase-2 (COX-2), ácido acetilsalicílico e AINEs não seletivos: Tal como com outros agentes com ação sobre o sistema renina-angiotensina, os AINEs podem reduzir o efeito anti-hipertensor de aliscireno. Os AINEs podem também reduzir a atividade diurética e antihipertensora da hidroclorotiazida. Em alguns doentes com compromisso da função renal (doentes desidratados ou doentes idosos), aliscireno e hidroclorotiazida administrados simultaneamente com AINEs pode resultar em deterioração adicional da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda, que é geralmente reversível. Assim, a associação de Aliscireno / Amlodipina / Hidroclorotiazida com um AINE requer precaução sobretudo em doentes idosos.

Aliscireno + Hidroclorotiazida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs), incluindo inibidores selectivos da cicloxigenase-2 (COX-2), ácido acetilsalicílico e AINEs não selectivos: Tal como com outros agentes com acção sobre o sistema renina-angiotensina, os AINEs podem reduzir o efeito anti-hipertensor de aliscireno. Os AINEs podem também reduzir a actividade diurética e antihipertensora da hidroclorotiazida. Em alguns doentes com compromisso da função renal (doentes desidratados ou doentes idosos), aliscireno e hidroclorotiazida administrados simultaneamente com AINEs pode resultar em deterioração adicional da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda, que é geralmente reversível. Assim, a associação de Aliscireno / Hidroclorotiazida com um AINE requer precaução sobretudo em doentes idosos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Altizida + Espironolactona + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: O ácido acetilsalicílico reduz o efeito diurético da espironolactona bloqueando a secreção de canrenona, um metabolito da espironolactona, no túbulo renal.

Amlodipina + Candesartan + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Quando os ARAIIs são administrados simultaneamente com medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) (por ex., inibidores seletivos da COX-2; ácido acetilsalicílico (> 3 g/dia) e AINEs não-seletivos) pode ocorrer uma atenuação do efeito anti-hipertensor. Tal como com os inibidores da ECAs, o uso concomitante dos ARAIIs e AINEs pode levar a um aumento do risco de agravamento da função renal, incluindo uma possível insuficiência renal aguda, e um aumento do potássio sérico, principalmente em doentes com função renal diminuída preexistente. A associação deverá ser administrada com precaução, especialmente nos idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deve ser considerada a monitorização da função renal após o início da terapêutica concomitante, e posteriormente de uma forma periódica.

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Interações potenciais relacionadas com o componente olmesartan medoxomilo: Uso concomitante com precaução: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), incluindo inibidores seletivos da COX-2, ácido acetilsalicílico (>3 g/dia) e AINEs não seletivos: Quando os antagonistas da angiotensina II são administrados simultaneamente com AINEs pode ocorrer a atenuação do efeito anti-hipertensor. Adicionalmente, a utilização concomitante de antagonistas da angiotensina II e AINEs pode levar a um aumento do risco de degradação da função renal e a um aumento do potássio sérico. Consequentemente, recomenda-se a monitorização da função renal no início desta terapêutica concomitante bem como a hidratação adequada do doente.

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Interações potenciais relacionadas com a combinação: Uso concomitante que requer precaução: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides: AINEs (i.e. ácido acetilsalicílico (>3 g/dia), inibidores da COX-2 e AINEs não seletivos) podem reduzir o efeito anti-hipertensor dos diuréticos tiazídicos e dos antagonistas dos recetores da angiotensina II. Em alguns doentes com a função renal comprometida (por exemplo, doentes desidratados ou doentes idosos com função renal comprometida), a administração concomitante de antagonistas dos recetores da angiotensina II e de agentes inibidores da cicloxigenase pode resultar numa deterioração adicional da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda, geralmente reversível. Por conseguinte, a combinação deve ser administrada com precaução, especialmente nos idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deve ser dada particular atenção à monitorização da função renal no início da terapêutica concomitante e regularmente ao longo do tratamento.

Amlodipina + Telmisartan + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Os efeitos hipotensores da amlodipina são aditivos a efeitos de outros medicamentos com propriedades hipotensoras
Interações: Os AINEs (como o ácido acetilsalicílico em regimes posológicos anti-inflamatórios, os inibidores de COX-2 e os AINEs não seletivos) podem diminuir o efeito anti-hipertensor dos antagonistas do recetor da angiotensina II. Em alguns doentes com a função renal comprometida (por exemplo, doentes desidratados ou idoso com função renal comprometida), a administração conjunta de antagonistas do recetor da angiotensina II e de medicamentos que inibam a ciclo-oxigenase pode resultar na deterioração posterior da função renal, incluindo possível falência renal aguda, que é geralmente reversível. Deste modo, administração concomitante destes fármacos deve ser feita com precaução, especialmente nos idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deve-se considerar a monitorização da função renal uma vez iniciada a terapêutica concomitante e, depois, periodicamente.

Amlodipina + Valsartan + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Amlodipina / Valsartan e outros medicamentos.
Interações: Interações associadas ao VALSARTAN: Requerida precaução com a utilização concomitante: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), incluindo inibidores seletivos da COX-2, ácido acetilsalicílico ( >3 g/dia) e AINEs não seletivos: Quando os antagonistas da angiotensina II são administrados simultaneamente com AINEs pode ocorrer a atenuação do efeito anti-hipertensivo. Adicionalmente, a utilização concomitante de antagonistas da angiotensina II e AINEs pode levar a um aumento do risco de degradação da função renal e a um aumento dos níveis plasmáticos de potássio. Assim, é recomendada a monitorização da função renal no início do tratamento, assim como hidratação adequada do doente.

Amlodipina + Valsartan + Hidroclorotiazida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Requerida PRECAUÇÃO com a utilização concomitante: VALSARTAN e HIDROCLOROTIAZIDA: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), incluindo inibidores seletivos da cicloxigenase-2 (COX- 2), ácido acetilsalicílico (>3 g/dia) e AINEs não seletivos: Os AINE podem atenuar o efeito antihipertensivo dos antagonistas da angiotensina II e da hidroclorotiazida quando administrados em simultâneo. Adicionalmente, a utilização concomitante de Amlodipina / Valsartan / Hidroclorotiazida e AINE pode levar a degradação da função renal e aumento do potássio sérico. Assim, é recomendada a monitorização da função renal no início do tratamento, assim como a hidratação adequada do doente.
 Potencialmente Grave

Anagrelida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Foram conduzidos estudos farmacocinéticos e/ou farmacodinâmicos limitados para investigar possíveis interações entre o anagrelida e outros medicamentos. Só foram realizados estudos de interação em adultos.
Interações: Nas doses recomendadas para utilização no tratamento da trombocitemia essencial, o anagrelida pode potenciar os efeitos de outros medicamentos que inibem ou modificam a função plaquetária, por exemplo, o ácido acetilsalicílico. Um estudo clínico de interação realizado em indivíduos saudáveis demonstrou que a coadministração de doses múltiplas de 1 mg de anagrelida uma vez por dia e de 75 mg de ácido acetilsalicílico uma vez por dia, pode aumentar os efeitos de antiagregação plaquetária de cada fármaco em comparação com a administração do ácido acetilsalicílico em monoterapia. Em alguns doentes com trombocitopenia essencial (TE), tratados concomitantemente com ácido acetilsalicílico e anagrelida, ocorreram hemorragias graves. Portanto, deverão ser avaliados os riscos potenciais da utilização concomitante de anagrelida com ácido acetilsalicílico, especialmente em doentes com um perfil de alto risco de hemorragia, antes de ser iniciado o tratamento.

Apixabano + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Anticoagulantes, inibidores da agregação plaquetária e AINEs: Devido ao aumento do risco de hemorragia, o tratamento concomitante com qualquer outro anticoagulante é contraindicado. Não foram visíveis interações farmacocinéticas ou farmacodinâmicas quando o apixabano foi coadministrado com 325 mg de ácido acetilsalicílico, uma vez por dia. A coadministração do apixabano com clopidogrel (75 mg uma vez por dia) ou com a associação de 75 mg de clopidogrel e 162 mg de ácido acetilsalicílico, uma vez por dia, em estudos de fase 1, não demonstrou um aumento relevante no tempo de hemorragia padrão, nem inibição adicional na agregação plaquetária, em comparação com a administração de antiplaquetários sem apixabano. Apixabano deve ser utilizado com precaução quando coadministrado com AINEs (incluindo o ácido acetilsalicílico) porque estes medicamentos, tipicamente, aumentam o risco de hemorragia. Num estudo clínico em doentes com síndrome coronário agudo foi notificado um aumento significativo do risco de hemorragia com a associação tripla de apixabano, ácido acetilsalicílico e clopidogrel.

Atomoxetina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com elevada ligação às proteínas do plasma: Foram efetuados estudos sobre o deslocamento de fármacos in vitro com atomoxetina e fármacos de elevada ligação em concentrações terapêuticas. Varfarina, ácido acetilsalicílico, fenitoína ou diazepam não afetaram a ligação de atomoxetina à albumina humana. De modo semelhante, a atomoxetina não afetou a ligação destes compostos à albumina humana.

Atorvastatina + Perindopril + Amlodipina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina, perindopril e amlodipina separadamente.
Interações: Utilização concomitante que requer CUIDADOS ESPECIAIS: PERINDOPRIL: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINE) incluindo aspirina ≥ 3g/dia: Quando IECAs são administrados simultaneamente com medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (isto é, ácido acetilsalicílico na dosagem de anti-inflamatório, inibidores da COX-2 e AINEs não seletivos), pode ocorrer uma atenuação do efeito anti-hipertensor. O uso concomitante de IECAs e AINEs pode provocar um risco aumentado de deterioração da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda e um aumento do potássio sérico, especialmente em doentes com função renal deficiente pré-existente. A associação Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina com AINEs deve ser administrada com precaução, especialmente nos idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deve ser considerada a monitorização da função renal após o início da terapêutica concomitante, e depois periodicamente.

Azilsartan medoxomil + Clorotalidona + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Precaução necessária com a utilização concomitante: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), incluindo inibidores seletivos da COX-2, ácido acetilsalicílico (> 3 g/dia) e AINEs não seletivos: Quando os antagonistas dos recetores da angiotensina II são administrados simultaneamente com AINEs (i.e. inibidores seletivos da COX-2, ácido acetilsalicílico (>3 g/dia) e AINEs não seletivos) pode ocorrer atenuação do efeito anti-hipertensor. Além disso, em doentes idosos, doentes com depleção de volume (incluindo os que recebem uma terapêutica diurética), ou doentes com compromisso da função renal, a utilização concomitante de antagonistas dos recetores da angiotensina II e AINEs pode levar a um risco aumentado de agravamento da função renal (incluindo a possibilidade de insuficiência renal aguda) e a um aumento no potássio sérico. Por conseguinte, recomenda-se uma hidratação adequada e uma monitorização da função renal no início do tratamento.

Azilsartan medoxomilo + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Precaução necessária com a utilização concomitante: Quando os antagonistas dos receptores da angiotensina II são administrados simultaneamente com medicamentos anti-inflamatórios não esteróides (i.e. inibidores selectivos da COX-2, ácido acetilsalicílico (> 3 g/dia) e AINEs não selectivos), pode ocorrer a atenuação do efeito anti-hipertensor. Além disso, a utilização concomitante de antagonistas dos receptores da angiotensina II e AINEs pode levar a um risco aumentado de agrava mento da função renal e a um aumento no potássio sérico. Por conseguinte, recomenda-se uma hidratação adequada e uma monitorização da função renal no início do tratamento.

Bemiparina sódica + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Não foram investigadas as interações da bemiparina com outros fármacos, sendo a informação fornecida nesta secção derivada de dados disponíveis de outras Heparinas de Baixo Peso Molecular.
Interações: Não é aconselhada a administração concomitante de bemiparina e os seguintes fármacos: Antagonistas da vitamina K e outros anticoagulantes, ácido acetilsalicílico e outros salicilatos e AINEs, ticlopidina, clopidogrel e outros inibidores plaquetários, glucocorticoides sistémicos e dextrano. Todos estes fármacos aumentam o efeito farmacológico da bemiparina, por interferência com a ação coagulante e/ou função plaquetária, e pelo aumento do risco hemorrágico. Se a associação não puder ser evitada, deve ser utilizada com monitorização clínica e laboratorial cuidadosa. Os fármacos que aumentam a concentração sérica de potássio apenas devem ser tomados concomitantemente sob cuidadosa vigilância médica.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Benazepril + Hidroclorotiazida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Analgésicos, anti-inflamatórios (como ácido acetilsalicílico, indometacina): Possível diminuição da eficácia anti-hipertensora e diurética do Benazepril / Hidroclorotiazida. Principalmente nos casos de hipovolemia, este efeito pode desencadear uma insuficiência renal aguda.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Benzbromarona + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Salicilatos: Reduz o efeito da benzbromarona. Anticoagulantes: Aumenta a atividade de coagulantes. Alopurinol: Aumento da eliminação renal de ácido úrico e das concentrações séricas de alopurinol (aproximadamente 50%). Ácido Acetilsalicílico: Redução da eficácia da benzbromarona em até 50%. Outros salicilatos também antagonizam o efeito da benzbromarona. Oxipurinol: Ligeira redução da meia-vida da benzbromarona (em doses de 20mg). Esta interação não é significativa com doses maiores de benzbromarona. Pirazinamida: Redução da atividade uricosúrica da benzbromarona. Perda da eficácia deste fármaco. Álcool: Observou-se cristalúria (uratos) seguida de nefropatia aguda por ácido úrico; esta interação provavelmente ocorre frente a consumo excessivo de álcool.
Interações: Redução da eficácia da benzbromarona em até 50%.

Betametasona + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Os corticosteróides podem diminuir as concentrações de salicilato no sangue. O ácido acetilsalicílico deve ser usado com precaução, quando administrado concomitantemente com os corticosteróides, na hipoprotrombinémia.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bicarbonato de sódio + Carbonato de cálcio + Carbonato de magnésio + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: A excreção urinária de lítio e salicilatos (ex: aspirina e outros) pode aumentar devido a um aumento do pH urinário resultante da administração de antiácidos contendo cálcio e magnésio. Tal poderá resultar numa diminuição da eficácia do lítio e dos salicilatos. Deste modo, deverá monitorizar qualquer redução na eficácia do lítio e dos salicilatos após o início da terapêutica com este medicamento e qualquer possível toxicidade do lítio e dos salicilatos após suspensão da terapêutica com Bicarbonato de sódio / Carbonato de cálcio / Carbonato de magnésio.

Bisoprolol + Perindopril + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Num estudo de interação conduzido em voluntários sãos, não foram observadas interações entre o bisoprolol e o perindopril.
Interações: Utilização concomitante que requer cuidados especiais Relacionada com o bisoprolol e o perindopril: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINE) incluindo aspirina ≥ 3g/dia: A administração de Bisoprolol/Perindopril simultaneamente com medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (isto é, ácido acetilsalicílico na dosagem de anti-inflamatório, inibidores da COX-2 e AINEs não seletivos), pode atenuar o efeito anti-hipertensivo do bisoprolol e do perindopril. Em adição o uso concomitante de IECAs e AINEs pode provocar um risco aumentado de deterioração da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda e um aumento do potássio sérico, especialmente em doentes com função renal deficiente pré-existente. A combinação deve ser administrada com precaução, especialmente nos idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deve ser considerada a monitorização da função renal após o início da terapêutica concomitante, e depois, periodicamente.

Bivalirudina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Foram conduzidos estudos de interação com inibidores da agregação plaquetária, incluindo ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel, abciximab, eptifibatide ou tirofiban. Os resultados não sugerem quaisquer interações farmacodinâmicas com estes medicamentos.

Candesartan + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Quando os ARAIIs são administrados simultaneamente com medicamentos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) (por ex., inibidores selectivos da COX-2; ácido acetilsalicílico (> 3 g/dia) e AINEs não-selectivos) pode ocorrer a atenuação do efeito anti-hipertensivo. Tal como com os IECAs, o uso concomitante dos ARAIIs e AINEs pode levar a um aumento do risco de agravamento da função renal, incluindo uma possível insuficiência renal aguda, e um aumento do potássio sérico, principalmente em doentes com função renal diminuída preexistente. A associação deverá ser administrada com precaução, especialmente nos idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deve ser considerada a monitorização da função renal após o início da terapêutica concomitante, e posteriormente de uma forma periódica.

Candesartan + Hidroclorotiazida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Quando os ARAIIs são administrados simultaneamente com medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) (isto é, inibidores seletivos da COX-2; ácido acetilsalicílico (>3 g/dia) e AINEs não-seletivos), pode ocorrer a atenuação do efeito anti-hipertensivo. Tal como com os IECA, o uso concomitante de ARAIIs e AINEs pode levar a um aumento do risco de agravamento da função renal, incluindo uma possível insuficiência renal aguda, e a um aumento do potássio sérico, especialmente em doentes com função renal diminuída pré-existente. A associação deve ser administrada com precaução, especialmente nos idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deve ser considerada a monitorização da função renal após o início da terapêutica concomitante, e posteriormente de uma forma periódica. O efeito diurético, natriurético e anti-hipertensivo da hidroclorotiazida é atenuado pelos AINEs.

Cangrelor + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Efeitos farmacodinâmicos: O cangrelor demonstra inibir a ativação e agregação de plaquetas como indicado por agregometria (transmissão e impedância luminosa), ensaios no ponto de cuidados como o teste VerifyNow P2Y12™, o ensaio VASP-P e citometria de fluxo. Após a administração de um bolus de 30 microgramas/kg seguido de uma perfusão de 4 microgramas/kg/min (a dose para ICP), observou-se inibição plaquetária ao fim de dois minutos. O efeito farmacocinético/farmacodinâmico (PK/PD) do cangrelor mantém-se constante durante todo o período da perfusão. Independentemente da dose, após cessação da perfusão, os níveis sanguíneos de cangrelor diminuem rapidamente e a função plaquetária normaliza no período de uma hora.
Interações: Ácido acetilsalicílico (AAS), heparina, nitroglicerina: Não se observou interação farmacocinética ou farmacodinâmica com o cangrelor num estudo de interação com aspirina, heparina ou nitroglicerina.

Captopril + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Tratamento do enfarte do miocárdio agudo: O captopril pode ser usado concomitantemente com ácido acetilsalicílico (em doses para cardiologia), trombolíticos, betabloqueadores e/ou nitratos em doentes com enfarte do miocárdio.

Captopril + Hidroclorotiazida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: CAPTOPRIL: Tratamento do enfarte do miocárdio agudo: O captopril pode ser usado concomitantemente com ácido acetilsalicílico (em doses utilizadas em cardiologia), trombolíticos, beta-bloqueadores e/ou nitratos em doentes com enfarte do miocárdio.

Carbasalato cálcico + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: A utilização de vários inibidores da agregação plaquetária, ex: ácido acetilsalicílico, AINE, ticlopidina, clopidogrel, tirofiban, eptifibatida, aumenta o risco de hemorragia, tal como a sua combinação com heparina e seus derivados (hirudina, fondaparinux), anticoagulantes orais e trombolíticos. Os parâmetros clínicos e biológicos da hemostase devem ser regularmente monitorizados.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbonato de cálcio + Hidróxido de alumínio + Ácido Acetilsalicílico

Observações: O aumento do pH urinário aumenta a excreção urinária e diminui a concentração sanguínea dos salicilatos.
Interações: Pode acelerar a absorção de ácido acetilsalicílico em comprimido tamponado ou revestido, dicumarol, pseudoefedrina e diazepam. Devem portanto estes medicamentos ser tomados longe do Carbonato de cálcio/ Hidróxido de alumínio (1 a 2 horas antes).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio + Ácido Acetilsalicílico

Observações: O uso concomitante de carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio com outros medicamentos pode alterar a absorção destes últimos. O uso concomitante de antiácidos contendo alumínio e o ácido contido em algumas bebidas (sumo de fruta, vinho, etc) pode aumentar a absorção intestinal de alumínio. Devido à grande variedade de interações medicamentosas é recomendado, exceto indicação contrária do médico, um intervalo de 2 horas entre a administração do antiácido e outros medicamentos.
Interações: A absorção de metoprolol, ácido acetilsalicílico, naproxeno e levodopa pode, de alguma forma, aumentar se forem coadministrados antiácidos. Este facto não é clinicamente relevante.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio + Dimeticone + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio/ Dimeticone pode interferir com a biodisponibilidade oral de vários fármacos. O uso concomitante de antiácidos contendo alumínio com outros fármacos pode alterar a absorção destes últimos. O uso concomitante de antiácidos contendo alumínio e o ácido contido em algumas bebidas (sumo de fruta, vinho, etc) pode aumentar a absorção intestinal de alumínio.
Interações: A absorção de metoprolol, ácido acetilsalicílico, naproxeno e levodopa pode, de alguma forma, aumentar se forem co-administrados antiácidos. Este facto não é clinicamente relevante. Tendo em conta uma possível diminuição da absorção, deve considerar-se um intervalo de uma a duas horas entre a administração de antiácidos e de outros fármacos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carisoprodol + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: A concentração no soro dos metabolitos activos de Carisoprodol pode ser aumentada quando Carisoprodol é utilizado em associação com o ácido acetilsalicílico.
 Sem significado Clínico

Carvedilol + Ivabradina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Não se observaram interações entre o carvedilol e a ivabradina num estudo de interações efetuado em voluntários saudáveis. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Estudos específicos de interação medicamentosa demonstraram que não existe efeito clinicamente significativo dos seguintes medicamentos na farmacocinética e farmacodinâmica da ivabradina: Inibidores da bomba de protões (omeprazol, lansoprazol), sildenafil, inibidores da redutase HMG CoA (sinvastatina), bloqueadores dos canais de cálcio dihidropiridinicos (amlodipina,lacidipina), digoxina e varfarina. Adicionalmente não houve qualquer efeito clinicamente significativo da ivabradina sobre a farmacocinética da sinvastatina, amlodipina, lacidipina, sobre a farmacocinética e farmacodinâmica da digoxina e da varfarina e sobre a farmacodinâmica do ácido acetilsalicílico. Nos principais ensaios clínicos de fase III os seguintes medicamentos foram combinados normalmente com a ivabradina sem evidência de problemas de segurança: Inibidores da enzima de conversão da angiotensina, antagonistas da angiotensina II, bloqueadores-beta, diuréticos, antagonistas da aldosterona, nitratos de curta e longa ação, inibidores da redutase HMG CoA, fibratos, inibidores da bomba de protões, antidiabéticos orais, Ácido acetilsalicílico e outros medicamentos anti-agregantes plaquetários.
 Sem significado Clínico

Celecoxib + Ácido Acetilsalicílico

Observações: O celecoxib é um inibidor do CYP2D6.
Interações: O celecoxib pode ser utilizado com doses baixas de ácido acetilsalicílico, mas não é um substituto deste último na profilaxia cardiovascular. Tal como com os outros AINE, observou-se, nos estudos submetidos, um aumento do risco de ulceração gastrointestinal ou outras complicações gastrointestinais, quando o celecoxib foi administrado concomitantemente com doses baixas de ácido acetilsalicílico, comparativamente à sua administração isolada.

Cetorolac + Ácido Acetilsalicílico

Observações: O cetorolac tem uma elevada ligação às proteínas plasmáticas humanas (média de 99,2%) e a ligação não depende da concentração. Não existe evidência em estudos humanos ou animais que cetorolac induza ou iniba as enzimas hepáticas capazes de o metabolizar a ele ou a outros fármacos. Como tal, não se espera que Cetorolac altere a farmacocinética de outros fármacos devido a mecanismos de indução ou inibição enzimática.
Interações: Cetorolac não deve ser administrado com ácido acetilsalicílico ou outros AINEs, incluindo inibidores seletivos da ciclooxigenase-2, visto que o risco de provocar efeitos adversos graves relacionados com os AINEs pode aumentar. Cetorolac inibe a agregação plaquetária, reduz as concentrações de tromboxano e prolonga o tempo de hemorragia. Ao contrário dos efeitos prolongados do ácido acetilsalicílico, a função plaquetária volta ao normal entre 24-48 horas após a descontinuação de Cetorolac.

Ciclobenzaprina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Não foram notados efeitos significativos nos níveis plasmáticos ou na biodisponibilidade de Ciclobenzaprina ou do ácido acetilsalicílico, quando, em estudos clínicos, os dois medicamentos foram administrados concomitantemente em doses únicas ou múltiplas. A administração concomitante de Ciclobenzaprina e de ácido acetilsalicílico é habitualmente bem tolerada, e não têm sido observados efeitos adversos clínicos ou laboratoriais inesperados ou graves.

Ciclosporina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Se forem administrados anti-inflamatórios não esteróides com um efeito de primeira passagem, baixo (por ex: ácido acetilsalicílico) concomitantemente com ciclosporina, não se espera um aumento na sua biodisponibilidade.

Cilazapril + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) incluindo Ácido Acetilsalicílico ≥ 3 g/dia: Quando os inibidores da ECA são administrados simultaneamente com fármacos anti-inflamatórios não esteroides (isto é, ácido acetilsalicílico em regimes de doses anti-inflamatórias, inibidores da COX-2 e AINEs não seletivos), pode ocorrer atenuação do efeito anti-hipertensivo. A utilização concomitante dos inibidores da ECA e AINEs pode levar a um risco aumentado de agravamento da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda e um aumento do potássio sérico, especialmente em doentes com função renal deficiente pré-existente. A associação deve ser administrada com precaução, especialmente nos idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deve ter-se em consideração a monitorização da função renal após o início da terapia concomitante, e de forma periódica, posteriormente.

Cilazapril + Hidroclorotiazida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Interações relacionadas principalmente com o CILAZAPRIL: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) incluindo aspirina ≥ 3 g/dia: Quando os inibidores da ECA são administrados simultaneamente com fármacos anti-inflamatórios não esteroides (isto é, ácido acetilsalicílico em regimes de doses anti-inflamatórias, inibidores da COX-2 e AINEs não seletivos), pode ocorrer atenuação do efeito anti-hipertensivo. A utilização concomitante dos inibidores da ECA e AINEs pode levar a um risco aumentado de agravamento da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda e um aumento do potássio sérico, especialmente em doentes com função renal diminuída pré-existente. A associação deve ser administrada com precaução, especialmente nos idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deve ter-se em consideração a monitorização da função renal após o início da terapia concomitante, e de forma periódica, posteriormente.

Cilostazol + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: A coadministração de curta duração (≤4 dias) de AAS e cilostazol sugeriu um aumento de 23- 25% na inibição de agregação plaquetária ex vivo induzida por difosfato de adenosina, comparativamente à administração isolada de AAS. Não foram observadas tendências evidentes do aumento da frequência dos efeitos adversos hemorrágicos em doentes que receberam cilostazol e AAS em comparação com doentes que receberam placebo e doses equivalentes de AAS.

Citalopram + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Interações farmacocinéticas: A biotransformação do citalopram para desmetilcitalopram é mediada pelas isoenzimas do sistema citocromo P450 CYP2C19 (aproximadamente 38%), CYP3A4 (aproximadamente 31%) e CYP2D6 (aproximadamente 31%). O facto do citalopram ser metabolizado por mais de um CYP significa que a inibição da sua biotransformação é menos provável, uma vez que a inibição de uma enzima pode ser compensada por outra. Consequentemente, a administração concomitante de citalopram com outros medicamentos na prática clínica tem uma probabilidade muito baixa de originar interações farmacocinéticas medicamentosas.
Interações: Hemorragias: É necessária precaução em doentes que estão a ser tratados simultaneamente com anticoagulantes (como a varfarina), medicamentos que afetam a função dos trombócitos, como medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINE), ácido acetilsalicílico, dipiridamol e ticlopidina ou outros medicamentos (p.ex. antipsicóticos atípicos)que podem aumentar o risco de hemorragia.

Clopidogrel + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Ácido acetilsalicílico (AAS): O ácido acetilsalicílico não modificou a inibição mediada pelo clopidogrel, da agregação plaquetária induzida pelo ADP, mas o clopidogrel potenciou o efeito do ácido acetilsalicílico na agregação de plaquetas induzida pelo colagénio. No entanto, a administração concomitante de 500 mg de ácido acetilsalicílico, duas vezes ao dia, durante um dia, não prolongou significativamente o tempo de hemorragia induzida pela ingestão de clopidogrel. É possível que exista uma interacção farmacodinâmica entre o clopidogrel e o ácido acetilsalicílico, conduzindo a um risco aumentado de hemorragia. Deste modo, a associação destes dois fármacos deve ser efectuada com precaução. No entanto, o clopidogrel e o ácido acetilsalicílico foram administrados concomitantemente durante um ano.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dabigatrano etexilato + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: AAS: O efeito da administração concomitante de dabigatrano etexilato e AAS no risco de hemorragia foi estudado em doentes com fibrilhação auricular num estudo de fase II no qual a coadministração de AAS foi aleatorizada. Com base na análise de regressão logística, a coadministração de AAS e 150 mg de dabigatrano etexilato, duas vezes ao dia, pode aumentar o risco de qualquer hemorragia de 12% a 18% e 24%, com 81 mg e 325 mg de AAS, respetivamente.

Dalteparina sódica + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: São necessários cuidados especiais quando se administra dalteparina concomitantemente com AINEs, ou doses elevadas de ácido acetilsalicílico em doentes com falência renal, uma vez que estes analgésicos/anti-inflamatórios diminuem a produção de prostaglandinas e consequentemente o fluxo sanguíneo renal e a excreção renal. No entanto, se não existirem contraindicações específicas, os doentes com doença coronária instável (angina instável e enfarto do miocárdio sem ondas Q) devem ser tratados com doses baixas de ácido acetilsalicílico.

Danaparóide sódico + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Danaparóide sódico pode ser usado concomitantemente com anticoagulantes orais, medicamentos que interferem com a função plaquetária (tais como o ácido acetilsalicílico e medicamentos anti-inflamatórios não esteroides), trombolíticos ou fármacos potencialmente ulcerogénicos (como os corticosteroides), mas são necessárias medidas de precaução.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Desferrasirox + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de Desferrasirox com substâncias que tenham potencial ulcerogénico conhecido, como os AINEs (incluindo ácido acetilsalicílico em doses elevadas), os corticosteroides ou os bifosfonatos orais, pode aumentar o risco de toxicidade gastrointestinal.

Dexibuprofeno + Ácido Acetilsalicílico

Observações: A informação desta secção é baseada na experiência já existente com o ibuprofeno racémico e com outros AINEs. Em geral, os AINEs devem ser usados com precaução, quando são administrados simultaneamente com outros fármacos que podem aumentar o risco de ulceração gastrointestinal, ou de hemorragia gastrointestinal, ou de insuficiência renal.
Interações: Uso concomitante não recomendado: Outros AINES e salicilatos (ácido acetilsalicílico em doses acima das usadas para tratamento antitrombótico, aproximadamente 100 mg/dia): Uma vez que a administração simultânea de diferentes AINEs incluindo inibidores seletivos da ciclooxigenase-2 pode aumentar o risco de ulceração gastrointestinal e de hemorragia, deve evitar-se o uso concomitante com outros AINEs. Precauções: Ácido acetilsalicílico: A administração concomitante pode prejudicar a inibição da agregação plaquetária do ácido acetilsalicílico em doses baixas, através de um mecanismo de inibição competitivo dão local de acetilação da ciclooxigenase na plaqueta.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Diclofenac + Misoprostol + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Os AINEs podem aumentar os efeitos dos anticoagulantes, como a varfarina, agentes anti-plaquetários, como a aspirina, e inibidores da recaptação da serotonina (ISRSs) aumentando assim o risco de hemorragia gastrointestinal.

Dipiridamol + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: A associação de Dipiridamol ao ácido acetilsalicílico não aumenta a incidência de hemorragias.

Dorzolamida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Não foram realizados estudos específicos de interações.
Interações: Em estudos clínicos, a dorzolamida foi utilizada de forma concomitante com os seguintes medicamentos sem provas de interações adversas: Solução oftálmica de timolol, solução oftálmica de betaxolol e medicamentos sistémicos, incluindo inibidores da enzima conversora de angiotensina (ACE), bloqueadores dos canais de cálcio, diuréticos, medicamentos anti-inflamatórios não esteróides, incluindo Ácido Acetilsalicílico e hormonas (por ex., estrogénio, insulina, tiroxina). A associação entre a dorzolamida e os agentes mióticos e agonistas adrenérgicos não foi totalmente avaliada durante o tratamento do glaucoma.

Drotrecogina alfa + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se cuidado quando se utilizar Drotrecogina alfa com outros fármacos que afectam a hemostase incluindo Proteína C, trombolíticos (por ex. estreptoquinase, tPA, rPA e uroquinase), anticoagulantes orais (por ex. varfarina), hirudinas, antitrombina, Ácido Acetilsalicílico e outros agentes antiplaquetários (por ex. anti-inflamatórios não esteróides, ticlopidina e clopidogrel), antagonistas da glicoproteína IIb/IIIa (como o abciximab, eptifibatide e tirofibano) e prostaciclinas como o iloprost.

Edoxabano + Ácido Acetilsalicílico

Observações: O edoxabano é predominantemente absorvido no trato gastrointestinal (GI) superior. Desta forma, os medicamentos ou afeções que aumentam o esvaziamento gástrico e a motilidade intestinal têm o potencial de reduzir a dissolução e absorção do edoxabano.
Interações: Anticoagulantes, inibidores da agregação plaquetária e AINEs: Ácido acetilsalicílico: A coadministração de ácido acetilsalicílico (100 mg ou 325 mg) e edoxabano aumentou o tempo de hemorragia relativamente a ambos os medicamentos utilizados isoladamente. A coadministração de doses elevadas de ácido acetilsalicílico (325 mg) aumentou a Cmax e a AUC do edoxabano no estado estacionário em 35% e 32%, respetivamente. A utilização concomitante crónica de doses elevadas de ácido acetilsalicílico (325 mg) com edoxabano não é recomendada. A administração concomitante de doses superiores a 100 mg de ácido acetilsalicílico só deve ser efetuada sob supervisão médica. Em estudos clínicos, foi permitida a utilização concomitante de ácido acetilsalicílico (doses baixas ≤ 100 mg/dia), outros agentes inibidores da agregação plaquetária e tienopiridinas, tendo resultado num aumento aproximadamente 2 vezes superior de hemorragia major, em comparação com a não utilização concomitante, embora, até certo grau, tenha sido semelhante nos grupos de edoxabano e varfarina. A coadministração de doses baixas de ácido acetilsalicílico (≤ 100 mg) não afetou a exposição máxima ou total do edoxabano, quer após a administração de uma dose única, quer no estado estacionário. O edoxabano pode ser coadministrado com doses baixas de ácido acetilsalicílico (≤ 100 mg/dia).

Enalapril + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Ácido acetilsalicílico, trombolíticos e bloqueadores beta: O enalapril pode ser administrado de forma segura concomitantemente com o ácido acetilsalicílico (em doses cardiológicas), trombolíticos e bloqueadores beta.

Enalapril + Lercanidipina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: MALEATO DE ENALAPRIL: Associações a ter em conta: Ácido acetilsalicílico e trombolíticos: O enalapril pode ser administrado sem problemas concomitantemente com o ácido acetilsalicílico (em doses adequadas para a profilaxia cardiovascular) e trombolíticos.

Enoxaparina sódica + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Antes de se iniciar a terapêutica com enoxaparina, recomenda-se a descontinuação de outros agentes que afetem a hemostase, exceto quando expressamente indicados. Estes agentes incluem medicamentos tais como: - Ácido acetilsalicílico e outros salicilatos sistémicos, anti-inflamatórios não esteroides; - Dextrano 40, ticlopidina e clopidogrel; - Glucocorticoides sistémicos; - Trombolíticos e anticoagulantes; - Outros fármacos antiagregantes plaquetares incluindo os antagonistas da glicoproteína IIb/IIIa Em caso de indicação para a terapêutica combinada a enoxaparina deve ser usada com precaução e com monitorização laboratorial apropriada.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Espironolactona + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Tem sido demonstrado que a aspirina, indometacina e ácido mefenâmico atenuam o efeito diurético da espironolactona.

Etodolac + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Dada a forte ligação dos AINEs às proteínas plasmáticas pode haver necessidade de alterar a dose de outros medicamentos com forte ligação às proteínas plasmáticas.
Interações: O uso concomitante de dois ou mais AINEs (incluindo ácido acetilsalicílico) deve ser evitado uma vez que pode aumentar o risco de efeitos adversos.

Etoposido + Ácido Acetilsalicílico

Observações: A utilização prévia ou concomitante de fármacos com ação mielossupressora semelhante à do etoposido/fosfato de etoposido é expectável que tenha efeitos aditivos ou sinergéticos. A ligação às proteínas plasmáticas in vitro é de 97%.
Interações: A fenilbutazona, o salicilato de sódio e o ácido acetilsalicílico podem deslocar o etoposido da ligação às proteínas plasmáticas.

Etoricoxib + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Com base em estudos in vitro, não é de se esperar que o etoricoxib iniba os citocromos P450 (CYP) 1A2, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A4. Num estudo com indivíduos saudáveis, a administração diária de etoricoxib 120 mg não alterou a atividade hepática da CYP3A4, conforme avaliado pelo teste respiratório da eritromicina. A via principal do metabolismo do etoricoxib depende das enzimas CYP. A CYP3A4 parece contribuir para o metabolismo do etoricoxib in vivo. Estudos in vitro indicam que a CYP2D6, CYP2C9, CYP1A2 e CYP2C19 também conseguem catalisar a via metabólica principal, mas os seus papéis quantitativos não foram estudados in vivo.
Interações: Num estudo em indivíduos saudáveis, no estado de equilíbrio, etoricoxib 120 mg uma vez por dia não teve qualquer efeito na atividade antiplaquetária do ácido acetilsalicílico (81 mg uma vez por dia). O etoricoxib pode ser utilizado concomitantemente com o ácido acetilsalicílico com doses utilizadas para a profilaxia cardiovascular (ácido acetilsalicílico em doses baixas). Contudo, a administração concomitante de ácido acetilsalicílico em doses baixas com etoricoxib pode resultar numa taxa aumentada de ulceração GI ou outras complicações, em comparação com a utilização de etoricoxib isoladamente. Não se recomenda a administração concomitante de etoricoxib com doses de ácido acetilsalicílico acima daquelas preconizadas para a profilaxia cardiovascular ou com outros AINEs.

Fluindiona + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Associações contraindicadas: Ácido acetilsalicílico (em doses elevadas): Para o ácido acetilsalicílico de dose anti-inflamatória (≥ 1 g por dose e / ou ≥ 3 g por dia) Combinações não recomendadas: Ácido acetilsalicílico: Para analgésico ou antipirético doses (≥ 500 mg por dose e / ou <3 g por dia) na ausência de uma história de úlcera péptica. Aumento do risco de hemorragia. Para doses antiplaquetários (a partir de 50 mg a 375 mg por dia) e em pacientes com uma história de úlcera péptica. Aumento do risco de hemorragia. Necessidade de um determinado controle do tempo de sangramento. Os agentes antiplaquetários: Aumento do risco de hemorragia. Ácido acetilsalicílico para doses antiplaquetários (a partir de 50 mg a 375 mg por dia) sem uma história de úlcera péptica. Aumento do risco de hemorragia.

Flupirtina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: A utilização concomitante de flupirtina com outros fármacos conhecidos por causar lesões hepáticas induzidas por fármacos deve ser evitada.
Interações: No caso de se utilizar outro agente anticoagulante (como ácido acetilsalicílico ou outros) não se observou qualquer interação. Devido à grande ligação da flupirtina às proteínas, é de esperar que na administração concomitante de outro fármaco também com grande ligação às proteínas, ocorra deslocação da ligação às proteínas. Foram realizados testes correspondentes in-vitro, com diazepam, varfarina, ácido acetilsalicílico, benzilpenicilina, digitoxina, glibenclamida, propranolol e clonidina. Apenas com varfarina e diazepam, o deslocamento da ligação à albumina atingiu um valor em que a intensificação destes medicamentos não pode ser desprezada no caso de administração concomitante com maleato de flupirtina.

Flurbiprofeno + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Tal como com outros medicamentos contendo AINE, a administração concomitante de flurbiprofeno com ácido acetilsalicílico não é geralmente recomendada devido a um potencial aumento de efeitos adversos.

Fondaparinux sódico + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Os anticoagulantes orais (varfarina), antiagregantes plaquetários (ácido acetilsalicílico), AINEs (piroxicam) e digoxina não interagem com a farmacocinética de fondaparinux. A dose de fondaparinux (10 mg) nos estudos de interação foi superior à dose recomendada nas presentes indicações. Fondaparinux não influencia o INR da varfarina nem o tempo de hemorragia sob tratamento com ácido acetilsalicílico ou piroxicam, nem a farmacocinética da digoxina no estado de equilíbrio.

Fosinopril + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da síntese das prostaglandinas: A indometacina pode reduzir os efeitos antihipertensores dos inibidores da ECA, especialmente em casos de hipertensão devida a níveis baixos de renina. Outros anti-inflamatórios não esteróides (por exemplo, ácido acetilsalicílico) podem ter um efeito semelhante. Outros: A biodisponibilidade do fosinopril não sofre alteração quando é administrado com ácido acetilsalicílico, clortalidona, cimetidina, digoxina, hidroclorotiazida, metoclopramida, nifedipina, propranolol, propantelina ou varfarina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fosinopril + Hidroclorotiazida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da síntese endógena de prostaglandinas: nalguns doentes, estes fármacos podem reduzir os efeitos dos diuréticos. Também foi notificado que a indometacina reduz o efeito anti-hipertensor de outros inibidores da ECA, especialmente em casos de hipertensão com renina baixa. Outros fármacos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) (por exemplo aspirina) e os inibidores seletivos da COX-2 podem ter um efeito similar. Em doentes idosos, com depleção do volume (incluindo os que fazem terapêutica com diuréticos), ou com função renal comprometida, a coadministração de AINES, incluindo inibidores seletivos da COX-2, com inibidores da ECA, incluindo fosinopril, pode originar uma deterioração da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda. Estes efeitos são normalmente reversíveis. Deve monitorizar regularmente a função renal de doentes a fazer tratamento com fosinopril e AINES. Outros fármacos: a biodisponibilidade do fosinopril não ligado não é alterada pela coadministração com ácido acetilsalicílico, clortolidona, cimetidina, digoxina, metoclopramida, nifedipina, propanolol, propantelina ou varfarina. Fosinopril / Hidroclorotiazida tem sido usado concomitantemente com paracetamol, outros anti-inflamatórios não- esteroides, anti-histamínicos, antilipémicos, estrogénios, sem evidência de eventos adversos clinicamente importantes.

Fumarato de dimetilo + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Nos Humanos, o fumarato de dimetilo é extensivamente metabolizado pelas estearases antes de atingir a circulação sistémica e verifica-se metabolismo adicional através do ciclo de ácido tricarboxílico, sem envolvimento do sistema do citocromo P450 (CYP). Não foram identificados riscos potenciais de interação medicamentosa em estudos de inibição e de indução de CYP in vitro, num estudo de p-glicoproteína, nem em estudos de ligação às proteínas do fumarato de dimetilo e fumarato de monometilo (um metabolito primário do fumarato de dimetilo). Os estudos de interação apenas foram realizados em adultos.
Interações: A administração de 325 mg (ou equivalente) de ácido acetilsalícilico com revestimento não entérico, 30 minutos antes de Fumarato de dimetilo, durante os 4 dias de posologia, não alterou o perfil farmacocinético de Fumarato de dimetilo e reduziu a ocorrência e gravidade de rubor num estudo de voluntários saudáveis. No entanto, não se recomenda o tratamento a longo prazo com ácido acetilsalícilico para o tratamento do rubor. Os potenciais riscos associados à terapêutica com ácido acetilsalícilico devem ser considerados antes da administração concomitante de Fumarato de dimetilo.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Os anti-inflamatórios não esteróides (por exemplo, a indometacina e o ácido acetilsalicílico) podem diminuir a acção da furosemida, com a consequente redução do seu efeito diurético, natriurético e anti-hipertensor, e provocar insuficiência renal em presença de hipovolémia.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glipizida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Os compostos mencionados a seguir podem aumentar o efeito hipoglicemiante: Salicilatos (ácido acetilsalicílico): Aumento do efeito hipoglicemiante provocado por doses elevadas de ácido acetilsalicílico (ação hipoglicemiante).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Heparina sódica + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Aumento do efeito da heparina: O aumento clinicamente significativo do efeito da heparina e o aumento da tendência para hemorragia podem ser provocados por: inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel, dipiridamol em doses elevadas. Fibrinolíticos, Outros anticoagulantes (derivados da cumarina), Anti-inflamatórios não-esteroides (fenilbutazona, indometacina, sulfinpirazona), Bloqueadores dos recetores da glicoproteína IIb/ IIIa, Penicilina de alta dose, Medicamentos citostáticos, exceto a doxorrubicina, Dextranos

Hidróxido de alumínio + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Os antiácidos provocam uma diminuição da absorção dum número considerável de fármacos, entre os quais: ácido acetilsalicílico. Deve ser evitada a administração simultânea do hidróxido de alumínio com os referidos fármacos.
 Sem significado Clínico

Ibuprofeno + Ácido Acetilsalicílico

Observações: O ibuprofeno é um substrato do CYP2C9.
Interações: Os dados experimentais sugerem que o ibuprofeno pode inibir o efeito antiagregante plaquetário do ácido acetilsalicílico (AAS) de baixa dosagem quando estes medicamentos são administrados concomitantemente. No entanto, devido às limitações destes dados e às incertezas inerentes à extrapolação dos dados ex vivo para situações clínicas não é possível concluir de forma definitiva sobre as consequências da administração habitual de ibuprofeno no efeito do AAS. Não é provável que se verifiquem efeitos clinicamente relevantes na ação cardioprotetora do AAS decorrentes da administração ocasional de ibuprofeno.
 Sem significado Clínico

Ibuprofeno + Pseudoefedrina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Ácido acetilsalicílico (em baixa dosagem): Os dados experimentais sugerem que o ibuprofeno pode inibir o efeito do ácido acetilsalicílico em baixa dosagem ao nível da agregação plaquetária, quando estes medicamentos são administrados concomitantemente. No entanto, as limitações destes dados e as incertezas inerentes à extrapolação dos dados ex vivo para a situação clínica implicam que não possam ser retiradas conclusões seguras sobre a administração habitual de ibuprofeno, não sendo prováveis efeitos clinicamente relevantes decorrentes da administração ocasional de ibuprofeno.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Iloprost + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Embora não tenham sido realizados ensaios clínicos, os estudos in vitro para investigar o potencial inibitório do iloprost na atividade enzimática do citocromo P450 revelaram que não é de esperar uma inibição relevante no metabolismo de fármacos por esta via enzimática pelo iloprost.
Interações: Dado que o iloprost inibe a agregação plaquetária, a sua utilização em simultâneo com anticoagulantes (tais como heparina, anticoagulantes derivados da cumarina) ou outros inibidores da agregação plaquetária (tais como ácido acetilsalicílico, fármacos anti-inflamatórios não esteroides, inibidores da fosfodiesterase e nitrovasodilatadores, ex. molsidomina), podem aumentar o risco de hemorragia. Se ocorrerem hemorragias, a administração de iloprost deve ser interrompida. A pré-medicação oral com ácido acetilsalicílico até 300 mg por dia durante um período de 8 dias não teve impacto na farmacocinética do iloprost.

Imidapril + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Fármacos anti-inflamatórios não esteróides (AINE): Quando se administram simultaneamente inibidores ECA com anti-inflamatórios não esteróides (i.e. ácido acetilsalicílico na dose de anti-inflamatório, inibidores da COX-2 e AINE não selectivos) pode ocorrer atenuação do efeito anti-hipertensor. A administração concomitante de inibidores ECA e AINE pode levar a um risco aumentado de agravamento da função renal, inclusive insuficiência renal aguda, e um aumento do potássio sérico, especialmente em doentes com função renal deteriorada preexistente. A associação deve ser administrada com cuidado, especialmente nos idosos. Os doentes devem ser hidratados adequadamente e deve considerar-se a monitorização da função renal após o início da terapêutica concomitante, e depois periodicamente. Ácido acetilsalicílico, trombolíticos e bloqueadores beta: O imidapril pode ser utilizado concomitantemente com o ácido acetilsalicílico (quando usado como trombolítico), trombolíticos e bloqueadores beta.

Indapamida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Associações que exigem precauções de utilização: AINE (via sistémica) incluindo inibidores selectivos da COX-2, dose elevada de ácido salicílico ( ≥ 3 g/dia): Possível redução do efeito anti-hipertensor da indapamida. Risco de insuficiência renal aguda em doentes desidratados (filtração glomerular diminuída). Hidrate o doente; monitorize a função renal no início do tratamento.

Indapamida + Amlodipina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Associações que necessitam de precauções de utilização: A.I.N.E. (via sistémica) incluindo inibidores selectivos COX-2, ácido salicílico em doses altas (≥3g/dia): Possível redução no efeito anti-hipertensor da indapamida. Risco de insuficiência renal aguda em doentes desidratados (diminuição da filtração glomerular). Hidratar o doente: Monitorizar a função renal no início do tratamento.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina humana (isofânica) + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Sabe-se que um número de medicamentos interfere com o metabolismo da glucose, por isso, deve consultar o médico quando utilizar outros medicamentos para além da insulina humana. Por conseguinte, o médico tem que ter em consideração possíveis interações e deve perguntar sempre aos seus doentes sobre quaisquer outros medicamentos que estes tomem.
Interações: As necessidades de insulina podem diminuir na presença de fármacos com atividade hipoglicemiante, tais como hipoglicemiantes orais, salicilatos (p.ex. ácido acetilsalicílico), certos antidepressivos (inibidores da monoamino oxidase), certos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (captopril, enalapril), bloqueadores dos recetores da angiotensina II, beta-bloqueadores não seletivos e álcool.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina lispro (protamina) + Ácido Acetilsalicílico

Observações: O médico deve ser informado da utilização de outros medicamentos em simultâneo com a Insulina lispro (protamina).
Interações: As necessidades de insulina podem diminuir na presença de medicamentos com actividade hipoglicemiante, tais como hipoglicemiantes orais, salicilatos (por exemplo, ácido acetilsalicílico), antibióticos do grupo das sulfonamidas, certos antidepressivos (inibidores da Monoaminoxidase, inibidores selectivos da recaptação da serotonina ), certos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (captopril, enalapril), bloqueadores dos receptores da angiotensina II, beta - bloqueantes, octreotido ou álcool.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina lispro (solúvel + protamina) + Ácido Acetilsalicílico

Observações: O médico deve ser informado da utilização de outros medicamentos em simultâneo com a Insulina lispro (solúvel + protamina).
Interações: As necessidades de insulina podem diminuir na presença de medicamentos com actividade hipoglicemiante, tais como hipoglicemiantes orais, salicilatos (por exemplo, ácido acetilsalicílico), antibióticos do grupo das sulfonamidas, certos antidepressivos (inibidores da Monoaminoxidase, inibidores selectivos da recaptação da serotonina ), certos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (captopril, enalapril), bloqueadores dos receptores da angiotensina II, beta - bloqueantes, octreotido ou álcool.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina lispro (solúvel) + Ácido Acetilsalicílico

Observações: O médico deve ser informado da utilização de outros medicamentos em simultâneo com a Insulina lispro (solúvel).
Interações: As necessidades de insulina podem diminuir na presença de medicamentos com actividade hipoglicemiante, tais como hipoglicemiantes orais, salicilatos (por exemplo, ácido acetilsalicílico), antibióticos do grupo das sulfonamidas, certos antidepressivos (inibidores da Monoaminoxidase, inibidores selectivos da recaptação da serotonina ), certos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (captopril, enalapril), bloqueadores dos receptores da angiotensina II, beta - bloqueantes, octreotido ou álcool.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina zinco protamina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: A insulina não afeta outros medicamentos. No entanto, é importante estar ciente de que muitos medicamentos podem afetar os níveis de glicose no sangue e pode, portanto, alterar as suas necessidades de insulina. Por esta razão, as pessoas com diabetes devem sempre procurar o conselho de seu médico ou farmacêutico antes de tomar quaisquer novos medicamentos ou interromper as já existentes.
Interações: Os seguintes medicamentos podem diminuir os níveis de açúcar no sangue. Grandes doses de salicilatos, por exemplo, aspirina (doses pequenas para aliviar a dor normalmente não têm esse efeito).

Irbesartan + Ácido Acetilsalicílico

Observações: O irbesartan é principalmente metabolizado pelo CYP2C9 e em menor extensão pela glucuronidação.
Interações: Quando os antagonistas da angiotensina II são administrados simultaneamente com fármacos anti-inflamatórios não esteroides (i.e. inibidores seletivos da COX-2, ácido acetilsalicílico (> 3 g/dia) e AINEs não seletivos) pode ocorrer a atenuação do efeito anti-hipertensor. A utilização concomitante de antagonistas da angiotensina II e AINEs, à semelhança dos IECAs, pode levar a um risco aumentado de agravamento da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda, e a um aumento no potássio sérico, especialmente em doentes com lesão pré-existente na função renal. A associação deve ser administrada com precaução, especialmente no doente idoso. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deve ser considerada a monitorização da função renal após o início da terapêutica concomitante e depois periodicamente.

Irbesartan + Hidroclorotiazida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Fármacos anti-inflamatórios não-esteróides: Quando os antagonistas da angiotensina II são administrados simultaneamente com fármacos anti-inflamatórios não esteróides (i.e. inibidores selectivos da COX-2, ácido acetilsalicílico (> 3 g/dia) e AINEs não selectivos) pode ocorrer a atenuação do efeito anti-hipertensor. A utilização concomitante de antagonistas da angiotensina II e AINEs, à semelhança dos IECAs, pode levar a um risco aumentado de agravamento da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda, e a um aumento no potássio sérico, especialmente em doentes com dano pré-existente na função renal. A associação deve ser administrada com precaução, especialmente no doente idoso. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deve ser considerada a monitorização da função renal após o início da terapêutica concomitante e depois periodicamente.

Ivabradina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Adicionalmente não houve qualquer efeito clinicamente significativo da ivabradina sobre a farmacocinética da sinvastatina, amlodipina, lacidipina, sobre a farmacocinética e farmacodinâmica da digoxina, varfarina e sobre a farmacodinâmica do Ácido Acetilsalicílico. Nos ensaios clínicos iniciais de fase III foram combinados normalmente com a ivabradina sem evidência de problemas de segurança, os seguintes medicamentos: Inibidores do enzima conversor da angiotensina, antagonistas da angiotensina II, bloqueadores beta, diuréticos, antagonistas da aldosterona, nitratos de curta e longa ação, inibidores da redutase HMG CoA, fibratos, inibidores da bomba de protões, antidiabéticos orais, Ácido Acetilsalicílico e outros medicamentos antiplaquetários.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Levomilnacipran + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos que interferem com hemostasia (por exemplo, AINEs, Aspirina e Varfarina): A libertação de serotonina por plaquetas desempenha um papel importante na hemostasia. Estudos epidemiológicos de caso-controle e desenho de coorte demonstraram associação entre o uso de drogas psicotrópicas que interferem com uma reabsorção de serotonina e uma ocorrência de sangramento gastrointestinal superior. Estes estudos também mostram que o uso concomitante de um AINE ou aspirina pode potenciar este risco de hemorragia. Foram notificados efeitos anticoagulantes alterados, com aumento do sangramento, quando os ISRS e os IRSN são co-administrados com varfarina. Os tratamentos médicos com varfarina devem ser monitorizados quando Levomilnacipran for iniciado ou descontinuado.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lisinopril + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Anti-inflamatórios não-esteróides (AINEs) incluindo ácido acetilsalicílico ≥ 3g/dia: A administração crónica de AINEs poderá reduzir o efeito anti-hipertensivo de um inibidor da ECA. Os AINEs e os inibidores da ECA exercem um efeito aditivo sobre o aumento do potássio sérico e poderá resultar numa deterioração da função renal. Estes efeitos são, geralmente, reversíveis. Raramente, poderá ocorrer insuficiência renal aguda, em especial nos doentes com função renal comprometida, tal como nos idosos ou nos doentes desidratados. Ácido acetilsalicílico, trombolíticos, bloqueadores-beta, nitratos: Lisinopril pode ser utilizado concomitantemente com ácido acetilsalicílico (em doses cardiológicas), trombolíticos, bloqueadores-beta e/ou nitratos.

Lisinopril + Amlodipina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: Interações relacionadas com o LISINOPRIL: Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) incluindo o ácido acetilsalicílico numa dose ≥3 g/dia: A administração crónica de AINEs pode reduzir o efeito anti-hipertensor dos inibidores da ECA. Os AINES e os inibidores da ECA exercem um efeito aditivo no aumento do potássio sérico e pode resultar numa deterioração da função renal. Estes efeitos são geralmente reversíveis. Raramente, pode ocorrer insuficiência renal aguda, especialmente nos doentes com compromisso da função renal como nos idosos ou desidratados. Interações relacionadas com o LISINOPRIL: Ácido acetilsalicílico, trombolíticos, bloqueadores beta, nitratos: O lisinopril pode ser utilizado concomitantemente com ácido acetilsalicílico (em doses cardiológicas), trombolíticos, bloqueadores beta e/ou nitratos.

Lisinopril + Hidroclorotiazida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) incluindo ácido acetilsalicílico: A administração crónica de AINEs (incluindo inibidores seletivos da ciclooxigenase-2) pode reduzir o efeito anti-hipertensor de um inibidor da ECA. Os AINEs e os inibidores da ECA exercem um efeito aditivo na deterioração da função renal. Estes efeitos são geralmente reversíveis. Pode ocorrer, raramente, insuficiência renal grave, especialmente em doentes com a função renal comprometida tais como idosos ou desidratados.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Quando os antagonistas da angiotensina II são administrados simultaneamente com fármacos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) (i.e., inibidores selectivos COX – 2, ácido acetilsalicílico em doses anti-inflamatórias e AINEs não selectivos), pode ocorrer uma atenuação do efeito anti-hipertensor.

Losartan + Amlodipina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com o Losartan / Amlodipina e outros medicamentos. Não foram realizados estudos de interação medicamentosa na população pediátrica.
Interações: Interações relacionadas com o losartan Quando os antagonistas da angiotensina II são administrados simultaneamente com AINEs (i.e., inibidores seletivos COX 2, ácido acetilsalicílico em doses anti-inflamatórias e AINEs não seletivos), pode ocorrer uma atenuação do efeito anti-hipertensor. A utilização concomitante de antagonistas da angiotensina II ou diuréticos e AINEs pode resultar num aumento do risco de agravamento da função renal, incluindo insuficiência renal aguda e um aumento no potássio sérico, especialmente em doentes com fraca função renal preexistente. A associação deve ser administrada com precaução, especialmente nos idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deve ter-se em consideração a monitorização da função renal após o início da terapêutica concomitante e periodicamente daí em diante.

Losartan + Hidroclorotiazida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: LOSARTAN: Quando os antagonistas da angiotensina II são administrados simultaneamente com fármacos antiinflamatórios não esteróides (i.e., inibidores selectivos da COX – 2, ácido acetilsalicílico em doses anti-inflamatórias) e AINEs não selectivos, pode ocorrer uma atenuação do efeito anti-hipertensor. A administração concomitante de antagonistas da angiotensina II ou diuréticos e de AINEs, pode levar a um aumento do risco de agravamento da função renal, incluindo a possibilidade de falência renal aguda e um aumento do potássio sérico, especialmente em doentes com disfunção renal pré-existente. A associação deve ser administrada com precaução, especialmente nos idosos. Os doentes devem ser hidratados de modo adequado e deve considerar-se a monitorização da função renal após o início da terapêutica concomitante, e periodicamente a partir daí.

Lumiracoxib + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. Com base nos estudos in vitro, não é expectável que as interações envolvendo ligação às proteínas plasmáticas tenham efeitos clinicamente relevantes no que concerne o lumiracoxib ou fármacos administrados concomitantemente.
Interações: O lumiracoxib pode ser utilizado com doses baixas de AAS. Deve evitar-se a administração concomitante de lumiracoxib com doses elevadas de AAS, com outros AINEs ou inibidores da COX-2.

Melagatrano + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacodinâmicas: A utilização concomitante de Melagatrano com fármacos que actuam sobre a hemostase ou a coagulação pode aumentar consideravelmente o risco de hemorragia. Por conseguinte, os fármacos a seguir referidos não devem ser administrados concomitantemente com Melagatrano: Antagonistas da vitamina K, heparina não fraccionada e derivados, heparinas de baixo peso molecular (HBPM), fondaparinux, desirudina, trombolíticos, antagonistas dos receptores da glicoproteína IIb/IIIa, clopidogrel, ticlopidina, Ácido Acetilsalicílico em doses > 500 mg/dia, dipiridamol, sulfimpirazona. O Ácido Acetilsalicílico como fármaco antiagregante plaquetário em doses ≤ 500 mg/dia, os AINEs e o dextrano devem ser utilizados com precaução quando administrados concomitantemente com Melagatrano devido a um potencial aumento do risco de hemorragia. Caso seja essencial a co-administração, é necessária monitorização rigorosa.

Meloxicam + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Interações Farmacodinâmicas: Outros AINE’s, incluindo os salicilatos (ácido acetilsalicílico): A administração de vários AINE’s simultaneamente, pode aumentar o risco de úlcera e hemorragia gastrointestinal, através de um efeito sinérgico. O uso concomitante de meloxicam e outros AINE’s não é recomendado.
 Sem significado Clínico

Misoprostol + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Estudos de interação medicamentosa com o misoprostol e vários AINEs não mostraram efeito clinicamente significativo na cinética do ibuprofeno, diclofenac, piroxicam, aspirina, naproxeno e indometacina.

Nadroparina cálcica + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: A utilização concomitante de ácido acetilsalicílico (ou outros salicilatos), anti-inflamatórios não esteróides, antiplaquetários não é recomendada, uma vez que podem aumentar o risco de hemorragia. Em ensaios clínicos de tratamento da angina instável e enfarte do miocárdio sem onda Q, a nadroparina foi associada ao ácido acetilsalicílico numa dose até 325 mg/dia.

Naproxeno + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: O naproxeno liga-se fortemente à albumina plasmática; existe por isso, potencial teórico para ocorrer interacção com outros fármacos que se ligam à albumina como os anticoagulantes cumarínicos, sulfonilureias, hidantoínas, outros AINE e aspirina.

Naproxeno + Esomeprazol + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: Utilização concomitante com precaução: Ácido acetilsalicílico: Naproxeno/Esomeprazol pode ser administrado com terapêutica de ácido acetilsalicílico de baixa dose (≤ 325 mg/dia). Em ensaios clínicos, doentes a tomar Naproxeno/Esomeprazol em associação com ácido acetilsalicílico de baixa dose não aumentaram a incidência de úlceras gástricas comparativamente aos doentes a tomarem Naproxeno/Esomeprazol isoladamente. Contudo, o uso concomitante de ácido acetilsalicílico e Naproxeno/Esomeprazol pode ainda aumentar o risco de acontecimentos adversos graves.

Nebivolol + Hidroclorotiazida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: HIDROCLOROTIAZIDA: Potenciais interações relacionadas com a hidroclorotiazida: Precauções necessárias em caso de uso concomitante com: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs): Os AINEs (i.e. ácido acetilsalicílico (> 3 g/dia), inibidores da COX-2 e AINEs não seletivos) podem reduzir o efeito anti-hipertensor dos diuréticos tiazídicos.

Nimesulida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: O uso combinado de Nimesulida com outros medicamentos anti-inflamatórios não esteroides, incluindo ácido acetilsalicílico dado em doses anti-inflamatórias (≥ 1 g em toma única ou ≥ 3 g como quantidade diária total) não é recomendado.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nitroglicerina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Interações a considerar: A administração concomitante de Nitroglicerina com amifostina e ácido acetilsalicílico pode potenciar os efeitos de Nitroglicerina na redução da pressão arterial.

Olmesartan medoxomilo + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Efeitos de outros fármacos no olmesartan medoxomilo: Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs): Os anti-inflamatórios não esteróides (incluindo o ácido acetilsalicílico em doses > 3 g/dia e também os inibidores da COX-2) e os antagonistas dos recetores da angiotensina II podem atuar sinergicamente por diminuição da filtração glomerular. O risco do uso concomitante de anti-inflamatórios não esteróides e de antagonistas da angiotensina II é a ocorrência de insuficiência renal aguda. Deve ser recomendada a monitorização da função renal no início do tratamento bem como a hidratação adequada do doente. Adicionalmente, o tratamento concomitante pode diminuir o efeito anti-hipertensor dos antagonistas dos recetores da angiotensina II, conduzindo a redução parcial da sua eficácia.

Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: Interações potenciais relacionadas quer com OLMESARTAN MEDOXOMILO quer com HIDROCLOROTIAZIDA: Uso concomitante que requer precaução: Anti-inflamatórios não esteroides: AINEs (i.e. ácido acetilsalicílico (>3 g/dia), inibidores da COX-2 e AINEs não seletivos) podem reduzir o efeito anti-hipertensor dos diuréticos tiazídicos e dos antagonistas dos recetores da angiotensina II. Em alguns doentes com a função renal comprometida (por exemplo, doentes desidratados ou idosos com insuficiência renal), a coadministração de antagonistas dos recetores da angiotensina II e de agentes inibidores da cicloxigenase pode resultar num risco acrescido de deterioração da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda, geralmente reversível. Por conseguinte, a combinação deve ser administrada com precaução, especialmente nos idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deve ser dada particular atenção à monitorização da função renal no início da terapêutica e regularmente ao longo do tratamento.

Oseltamivir + Ácido Acetilsalicílico

Observações: As propriedades farmacocinéticas do oseltamivir, tais como a reduzida ligação às proteínas e o metabolismo independente dos sistemas de metabolização com intervenção do CYP450 e da glucuronidase, sugerem que é improvável a ocorrência de interações medicamentosas clinicamente relevantes, por estes mecanismos. É improvável a ocorrência de interações medicamentosas clinicamente importantes que envolvam a competição para a secreção tubular renal, devido às margens de segurança conhecidas para a maior parte destas substâncias, às características de eliminação do metabolito ativo (filtração glomerular e secreção tubular aniónica) e à capacidade de excreção destas vias.
Interações: Não se observaram interações farmacocinéticas entre o oseltamivir ou os seus principais metabolitos ao coadministrar oseltamivir e paracetamol, ácido acetilsalicílico, cimetidina, antiácidos (hidróxidos de magnésio e alumínio e carbonatos de cálcio), rimantadina ou varfarina (em indivíduos estáveis a tomar varfarina e sem gripe).
 Sem significado Clínico

Oxicodona + Naloxona + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Não foram realizados estudos de interacção em adultos.
Interações: Nas concentrações terapêuticas, não é de esperar que Oxicodona / Naloxona apresente interações clinicamente relevantes com outras substâncias activas concomitantemente administradas e metabolizadas pelos isómeros do CYP, CYP1A2, CYP2A6, CYP2C9/19, CYP2D6, CYP2E1 e CYP3A4. Adicionalmente, é mínima a possibilidade de ocorrência de interações clinicamente relevantes entre o paracetamol, o ácido acetilsalicílico ou a naltrexona e a combinação de oxicodona e naloxona nas concentrações terapêuticas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Fenilefrina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Paracetamol aumenta os níveis plasmáticos do ácido acetilsalicílico e cloranfenicol. Apenas é possível a administração concomitante de curta duração com ácido acetilsalicílico porque existe o risco aumentado de ocorrer insuficiência renal semelhante à que é provocada por outros medicamentos anti-inflamatórios não esteróides.

Paracetamol + Tiocolquicosido + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Não se recomenda a administração simultânea de paracetamol com Ácido Acetilsalicílico, salicilatos ou AINEs, devido a uma provável maior incidência de nefropatia, necrose papilar renal, doença renal terminal ou cancro da bexiga relacionada com o consumo crónico de analgésicos.

Parecoxib + Ácido Acetilsalicílico

Observações: O parecoxib é rapidamente hidrolisado no metabolito activo, valdecoxib. Os doentes sob terapêutica com anticoagulantes orais deverão ser monitorizados cuidadosamente em relação ao tempo de protrombina INR, em especial nos primeiros dias de tratamento com parecoxib ou quando a dose de parecoxib é alterada. No ser humano, estudos demonstraram que o metabolismo do valdecoxib é predominantemente mediado pela via das isoenzimas CYP3A4 e 2C9. O efeito da indução enzimática não foi estudado. Não foram realizados estudos formais de interações com Anestésicos inalados.
Interações: Parecoxib não apresentou efeito sobre a inibição mediada pelo ácido acetilsalicílico da agregação plaquetária ou do tempo de hemorragia. Ensaios clínicos demonstraram que Parecoxib pode ser administrado com doses baixas de ácido acetilsalicílico (325 mg). Nos estudos submetidos, tal como com outros AINEs, demonstrou-se um risco aumentado de ulceração gastrointestinal e outras complicações gastrointestinais quando o parecoxib foi administrado concomitantemente com o ácido acetilsalicílico em doses baixas, comparativamente ao parecoxib administrado isoladamente.

Paroxetina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: AINEs, ácido acetilsalicílico e outros agentes antiplaquetários: Poderá ocorrer uma interacção farmacodinâmica entre a paroxetina e os AINEs/ácido acetilsalicílico. A administração concomitante de paroxetina e AINEs/ácido acetilsalicílico pode levar a um aumento do risco de hemorragia. Recomenda-se precaução em doentes a tomar ISRS em associação com anticoagulantes orais, fármacos com efeito na função plaquetária ou que aumentem o risco de hemorragia (por exemplo: antipsicóticos atípicos como a clozapina, fenotiazinas, a maioria dos antidepressivos tricíclicos, ácido acetilsalicílico, anti-inflamatórios não esteróides (AINEs), inibidores da COX-2) e também em doentes com história de alterações hemorrágicas, ou condições de predisposição para hemorragias.

Patirómero + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Os estudos in vitro demonstraram não haver potencial interação de Patirómero com as seguintes substâncias ativas: alopurinol, amoxicilina, apixabano, ácido acetilsalicílico, atorvastatina, cefalexina, digoxina, glipizida, lisinopril, fenitoína, riboflavina, rivaroxabano, espironolactona e valsartan.

Pegaspargase + Ácido Acetilsalicílico

Observações: A diminuição nas proteínas séricas causada por Pegaspargase pode aumentar a toxicidade de outros medicamentos ligados a proteínas. Além disso, ao inibir a síntese da proteína e a divisão celular, Pegaspargase pode perturbar o mecanismo de ação de outras substâncias que requerem a divisão celular para produzir efeitos, como o metotrexato. Pegaspargase pode interferir com a desintoxicação enzimática de outros medicamentos, sobretudo no fígado.
Interações: A utilização de Pegaspargase pode levar a uma flutuação dos fatores de coagulação. Por sua vez, tal pode promover a tendência para hemorragias e/ou trombose. Por esse motivo, é necessário prudência ao administrar concomitantemente anticoagulantes, como cumarina, heparina, dipiridamol, ácido acetilsalicílico ou anti-inflamatórios não esteroides.

Pemetrexedo + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Nos doentes com função renal normal (depuração da creatinina ≥ 80 ml/min), doses altas de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs, tais como o ibuprofeno > 1.600 mg/dia) e Ácido Acetilsalicílico numa dose mais alta (≥ 1,3 g por dia) podem diminuir a eliminação do pemetrexedo e, consequentemente, aumentar a ocorrência de acontecimentos adversos com pemetrexedo. Assim, deve haver precaução na administração de doses mais altas de AINES ou Ácido Acetilsalicílico concomitantemente com pemetrexedo a doentes com função renal normal (depuração da creatinina ≥ 80 ml/min). Em doentes com compromisso renal ligeiro a moderado (depuração da creatinina entre 45 a 79 ml/min), a administração concomitante de pemetrexedo com AINEs (ex., ibuprofeno) ou Ácido Acetilsalicílico numa dose mais alta deve ser evitada 2 dias antes, no dia da administração e 2 dias após a administração de pemetrexedo. Na ausência de dados relativos a potenciais interações com AINEs que tenham semividas prolongadas, tais como o piroxicam ou o rofecoxib, deve interromper-se a administração concomitante com pemetrexedo em doentes com insuficiência renal ligeira a moderada, pelo menos 5 dias antes da administração, no dia da administração e pelo menos 2 dias após a administração de pemetrexedo. No caso de ser necessária a administração concomitante de AINEs, os doentes devem ser monitorizados de perto no que diz respeito à toxicidade, especialmente mielossupressão e toxicidade gastrointestinal. O pemetrexedo é sujeito a uma metabolização hepática limitada. Os resultados de estudos in vitro com microssomas hepáticos humanos indicam que o pemetrexedo não parece causar inibição clinicamente significativa da depuração metabólica de medicamentos metabolizados pelo CYP3A, CYP2D6, CYP2C9 e CYP1A2.

Perindopril + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Anti-inflamatórios não esteroides (AINE) incluindo aspirina ≥3g/dia: Quando IECAs são tomados simultaneamente com anti-inflamatórios não esteroides (p. ex: ácido acetilsalicílico na dosagem de anti-inflamatório, inibidores da COX-2 e AINEs não seletivos) pode ocorrer uma atenuação do efeito anti-hipertensor. O uso concomitante de AINE e os IECAs pode originar um aumento do risco de agravamento da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda e um aumento do potássio sérico, especialmente em doentes com débil função renal pré- existente. Esta combinação deve ser administrada com cuidado, especialmente nos idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deve-se ponderar a monitorização da função renal após o início da terapêutica concomitante, e depois periodicamente.

Perindopril + Amlodipina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: Ligadas ao PERINDOPRIL: Uso concomitante que requer cuidados especiais: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINE) incluindo Ácido Acetilsalicílico 3g/dia: Quando IECAs são administrados simultaneamente com medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (isto é, ácido acetilsalicílico na dosagem de anti-inflamatório, inibidores da COX-2 e AINEs não seletivos), pode ocorrer uma atenuação do efeito anti-hipertensivo. O uso concomitante de IECAs e AINEs pode provocar um risco aumentado de deterioração da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda e um aumento do potássio sérico, especialmente em doentes com deficiente função renal pré-existente. A associação deve ser administrada com precaução, especialmente nos idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deve ser considerada a monitorização da função renal após o início da terapêutica concomitante, e depois periodicamente.

Perindopril + Indapamida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: Comuns ao PERINDOPRIL e INDAPAMIDA: Uso concomitante que requer cuidados especiais: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico, salicilados em doses altas): Quando os IECAs são administrados em simultâneo com anti-inflamatórios não esteróides (ou seja, ácido acetilsalicílico em regimes posológicos anti-inflamatórios, inibidores da COX-2 e anti-inflamatórios não esteroides não seletivos) pode ocorrer a redução do efeito anti-hipertensivo. O uso concomitante de anti-inflamatórios não esteroides e IECAs pode levar a um aumento do risco de agravamento da função renal, incluindo uma possível insuficiência renal aguda, e um aumento no potássio sérico, especialmente em doentes com uma disfunção renal pré-existente. A associação deve ser administrada com precaução, especialmente nos idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deverá ser considerada a monitorização periódica da função renal após o início da terapêutica concomitante.

Perindopril + Indapamida + Amlodipina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Uso concomitante que requer cuidados especiais: PERINDOPRIL / INDAPAMIDA: Anti-inflamatórios não-esteroides e produtos medicinais (incluindo ácido acetilsalicílico em doses elevadas): Quando os IECAs são administrados simultaneamente com anti-inflamatórios não esteroides (por exemplo acido acetilsalicílico na dosagem de anti-inflamatório, inibidores COX-2 e AINS não seletivos), pode ocorrer atenuação do efeito anti-hipertensivo. Uso concomitante de inibidores da ECA e AINS podem conduzir a um risco aumentado de deterioração da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda, e um aumento do potássio sérico, especialmente em doentes com uma função renal deficiente pré-existente. A associação deve ser administrada com cuidado, especialmente nos idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deve ser considerada a monitorização da função renal após o início da terapêutica concomitante, e a partir daí, periodicamente.

Pilocarpina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Enquanto não se realizarem estudos formais de interações medicamentosas, foram utilizados os seguintes medicamentos concomitantemente em pelo menos 10% dos doentes num ou em ambos os estudos de eficácia na síndrome de Sjögren: Ácido acetilsalicílico, lágrimas artificiais, cálcio, estrogénios conjugados, sulfato de hidroxicloroquina, ibuprofeno, levotiroxina de sódio, acetato de medroxiprogesterona, metotrexato, multivitaminas, naproxeno, omeprazol, paracetamol e prednisolona. Não existiram notificações de toxicidade farmacológica durante qualquer estudo de eficácia.

Piretanida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Os anti-inflamatórios não esteroides (indometacina, ácido acetilsalicílico) podem atenuar o efeito diurético da piretanida e até causar insuficiência renal em caso de hipovolemia preexistente.

Piroxicam + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Tal como com outros AINEs, a utilização de piroxicam com ácido acetilsalicilico ou a utilização concomitante com outros AINEs, incluindo outras formulações de piroxicam, deve ser evitada, uma vez que a informação disponível não demonstra que essas associações conduzam a um aumento da melhoria do estado clínico, relativamente à utilização de piroxicam isolado. No entanto, aumenta-se o potencial de reacções adversas. Estudos em humanos demonstraram que a utilização concomitante de piroxicam e ácido acetilsalicilico reduz a concentração plasmática de piroxicam em cerca de 80%, relativamente ao valor habitual.

Prasugrel + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: Prasugrel pode também ser administrado concomitantemente com AAS, heparina, digoxina e medicamentos que aumentam o pH gástrico, incluindo inibidores da bomba de protões e bloqueadores H2. Embora não tenha sido avaliado em estudos específicos de interação, no estudo clínico de fase 3, Prasugrel foi coadministrado com heparina de baixo peso molecular, bivalirudina e inibidores da GP IIb/IIIa (não há informação disponível sobre o tipo de inibidores GP IIb/IIIa utilizados) sem evidência de interações adversas de relevância clínica. Efeitos de outros medicamentos sobre Prasugrel: Ácido acetilsalisílico: Prasugrel deve ser co-administrado com ácido acetilsalcílico (AAS). Embora possa existir uma interação farmacodinâmica com o AAS, determinando um risco aumentado de hemorragia, a demonstração da eficácia e segurança de prasugrel, foi efetuada em doentes tratados concomitantemente com AAS.

Pravastatina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Em estudos de interação não se observaram diferenças estatisticamente significativas na biodisponibilidade quando a pravastatina foi administrada com ácido acetilsalicílico, antiácidos (quando administrados uma hora antes da pravastatina), ácido nicotínico ou probucol.

Pravastatina + Fenofibrato + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Não foram realizados estudos formais de interacção para Pravastatina/Fenofibrato; contudo, a utilização concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos não resultou em quaisquer interações inesperadas.
Interações: Interações relevantes para a pravastatina: Em estudos de interacção não foram observadas diferenças estatisticamente significativas na biodisponibilidade quando a pravastatina foi administrada com ácido acetilsalicílico, antiácidos (quando administrados uma hora antes da pravastatina), ácido nicotínico ou probucol.

Proglumetacina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: A administração de Proglumetacina tem a possibilidade de levar à interacção com metotrexato, aminoglicosídeos, digitálicos, antihipertensores, antidiabéticos orais, diuréticos, ciclosporina, aspirina e outros AINE’s.

Quinapril + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Anti-inflamatórios não esteroides incluindo o ácido acetilsalicílico > 3 g/dia: Em alguns doentes a administração de AINE’s pode reduzir o efeito antihipertensivo dos IECA’s. Além do mais, foi descrito que os AINE’s e os IECA’s exercem um efeito aditivo no aumento do potássio sérico enquanto se pode observar uma redução da função renal. Estes efeitos são em princípio reversíveis e ocorrem especialmente em doentes com função renal comprometida.

Raloxifeno + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: A influência de medicação concomitante nas concentrações plasmáticas do raloxifeno foi avaliada nos estudos clínicos de prevenção e de tratamento da osteoporose. Medicamentos frequentemente coadministrados incluíram: Paracetamol, anti-inflamatórios não esteroides (tais como ácido acetilsalicílico, ibuprofeno e naproxeno), antibióticos orais, antagonistas H1, antagonistas H2 e benzodiazepinas. Não foram identificados efeitos clínicos relevantes da coadministração destes fármacos nas concentrações plasmáticas do raloxifeno.

Ramipril + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Precauções de utilização: Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e ácido acetilsalicílico: Deve ser antecipada a redução do efeito anti-hipertensor do Ramipril. Para além disso o tratamento concomitante com um inibidor da ECA e AINEs pode causar um risco aumentado de deterioração da função renal e um aumento do potássio sérico.

Ramipril + Amlodipina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Associadas ao ramipril Precauções de utilização Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e ácido acetilsalicílico: Deve ser antecipada a redução do efeito anti-hipertensor do ramipril. Para além disso, o tratamento concomitante com um inibidor da ECA e AINEs pode causar um risco aumentado de deterioração da função renal e um aumento do potássio sérico.

Ramipril + Hidroclorotiazida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: Precauções de utilização: Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) e ácido acetilsalicílico: Deve ser antecipada a redução do efeito anti-hipertensor do Ramipril / Hidroclorotiazida. Para além disso a administração concomitante de tratamento com um inibidor da ECA e AINEs podem exercer um risco aumentado da deterioração da função renal e aumento do potássio.

Ranelato de estrôncio + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Reteplase + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Não foram realizados estudos de interação. As análises retrospetivas de estudos clínicos não revelaram a existência de qualquer interação, clinicamente relevante, com os medicamentos utilizados concomitantemente com a reteplase, em doentes com enfarte agudo do miocárdio.
Interações: A heparina, os antagonistas da vitamina K e os medicamentos que alteram a função plaquetária (tais como ácido acetilsalicílico, dipiridamol e abciximab) podem aumentar o risco de hemorragia se forem administrados antes, durante ou depois da terapêutica com reteplase. Deve prestar-se atenção a este efeito, especialmente, durante períodos de concentração plasmática baixa de fibrinogénio (até cerca de 2 dias após terapêutica fibrinolítica do enfarte agudo do miocárdio).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Reviparina sódica + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: a) Potenciação Substâncias que afectam a coagulação sanguínea e as células implicadas neste processo podem aumentar o risco hemorrágico (por exemplo ácido acetilsalicílico (aspirina), derivados da cumarina, dipiridamol, dextranos, antibióticos do tipo das cefalosporinas, penicilina em doses elevadas).

Riociguat + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Ácido acetilsalicílico: O riociguat não potenciou o tempo de hemorragia causado pelo ácido acetilsalicílico nem afetou a agregação plaquetária no ser humano.

Risedronato de sódio + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Não foram realizados estudos formais de interações, no entanto não foram identificadas quaisquer interações clinicamente relevantes com outros medicamentos durante os estudos clínicos. O risedronato de sódio não apresenta metabolização sistémica, não induz as enzimas do citocromo P450 e apresenta uma afinidade pequena na ligação às proteínas.
Interações: Nos estudos de Fase III com risedronato de sódio na osteoporose com dose diária, a utilização de ácido acetilsalicílico ou outros anti-inflamatórios não-esteróides (AINEs) foi relatada por 33% e 45% das doentes, respetivamente. No estudo da Fase III com administração uma vez por semana pelas mulheres na idade pós-menopáusica, o uso de ácido acetilsalicílico ou AINEs foi relatado por 57% e 40% das doentes, respetivamente. Entre os utilizadores regulares de ácido acetilsalicílico ou de AINEs (3 ou mais dias por semana) a incidência de efeitos adversos no trato gastrointestinal superior em doentes tratados com risedronato de sódio, foi similar à dos doentes do grupo de controlo.

Rivaroxabano + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: AINEs/inibidores da agregação plaquetária: Não foram observadas interações farmacocinéticas nem farmacodinâmicas clinicamente significativas quando rivaroxabano foi coadministrado com 500mg de ácido acetilsalicílico.

Rosuvastatina + Valsartan + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Não foram efetuados estudos de interação com Rosuvastatina / Valsartan e outros medicamentos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Precaução recomendada no uso concomitante: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), (incluindo inibidores seletivos da COX-2, ácido acetilsalicílico > 3 g/dia), e AINEs não seletivos: Quando os antagonistas da angiotensina II são administrados simultaneamente com AINEs, pode ocorrer a atenuação do efeito anti-hipertensivo. Adicionalmente, a utilização concomitante de antagonistas da angiotensina II e AINEs pode levar a um aumento do risco de degradação da função renal e a um aumento dos níveis de potássio sérico. Assim, recomenda-se a monitorização da função renal no início do tratamento, bem como a hidratação adequada do doente.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sertralina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que afectam a função plaquetária: O risco de hemorragia pode ser aumentado quando fármacos com efeito na função plaquetária (ex: AINEs, ácido acetilsalicílico e ticlopidina), ou outros fármacos que possam aumentar o risco de hemorragia, são administrados concomitantemente com ISRSs, incluindo sertralina.

Sildenafil + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: Sildenafil (50 mg) não potenciou o aumento do tempo de hemorragia causado pelo ácido acetilsalicílico (150 mg).

Sulfato de dermatano + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: A administração simultânea de fármacos anticoagulantes ou inibidores da agregação plaquetária (incluindo o ácido acetilsalicílico e outros anti-inflamatórios não esteróides) aumenta o risco potencial de hemorragia. O uso de tais fármacos deverá ser limitado aos casos de absoluta necessidade e apenas sob rigoroso controlo médico.

Tadalafil + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Estudos de interação foram efetuados com 10 e/ou 20 mg de tadalafil, tal como abaixo indicado. No que respeita aqueles estudos de interação onde apenas foi utilizada a dose de 10 mg de tadalafil, não se podem ignorar completamente possíveis interações clínicas relevantes com doses mais altas.
Interações: Efeitos do tadalafil sobre outros medicamentos: Ácido Acetilsalicílico: O tadalafil (10 mg e 20 mg) não potenciou o aumento no tempo de hemorragia causado pelo ácido acetilsalicílico.

Telmisartan + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Utilizações concomitantes que requerem precaução: Fármacos anti-inflamatórios não esteroides: Os AINEs (como sejam o ácido acetilsalicílico em regimes posológicos anti-inflamatórios, os inibidores da COX-2 e os AINEs não seletivos) podem diminuir o efeito anti-hipertensor dos antagonistas do recetor da angiotensina II. Em alguns doentes com função renal comprometida (por exemplo, doentes desidratados ou idosos com função renal comprometida), a coadministração de antagonistas do recetor da angiotensina II e de agentes que inibam a ciclo-oxigenase pode resultar na posterior deterioração da função renal, incluindo possível falência renal aguda, que é geralmente reversível. Deste modo, a administração concomitante destes fármacos deve ser feita com precaução, especialmente nos idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deve-se considerar a monitorização da função renal uma vez iniciada a terapêutica concomitante e, depois periodicamente. Num estudo clínico, a administração concomitante de telmisartan e ramipril conduziu a um aumento da AUC0-24 e Cmax do ramipril e ramiprilato até 2,5 vezes. A relevância clínica desta observação não é conhecida.

Telmisartan + Hidroclorotiazida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides: Os AINEs (isto é, ácido acetilsalicílico em regimes posológicos anti-inflamatórios, inibidores da COX-2 e AINEs não seletivos) podem reduzir o efeito diurético, natriurético e anti-hipertensor dos diuréticos tiazídicos e o efeito anti-hipertensor dos antagonistas dos recetores da angiotensina II. Em alguns doentes com compromisso da função renal (por exemplo, doentes desidratados ou doentes idosos com compromisso da função renal), a administração concomitante de antagonistas dos recetores da angiotensina II e agentes que inibem a ciclo-oxigenase pode resultar na posterior deterioração da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda, a qual é geralmente reversível. Deste modo, a referida associação deverá ser administrada com precaução, especialmente nos idosos. Os doentes deverão ser adequadamente hidratados e recomenda-se a monitorização da função renal no início e periodicamente durante a terapêutica combinada. Num estudo clínico, a administração concomitante de telmisartan e ramipril conduziu a um aumento da AUC0-24 e Cmax do ramipril e ramiprilato até 2,5 vezes. A relevância clínica desta observação não é conhecida.

Ticagrelor + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Ticagrelor é principalmente um substrato do CYP3A4 e um inibidor ligeiro do CYP3A4. O ticagrelor é igualmente um substrato da glicoproteína-P ( P-gp) e um inibidor fraco da P-gp e pode aumentar a exposição de substratos P-gp.
Interações: Estudos de interação farmacológica clínica demonstraram que a administração conjunta de ticagrelor com heparina, enoxaparina e AAS ou desmopressina não tiveram qualquer efeito na farmacocinética de ticagrelor ou do metabolito ativo ou na agregação plaquetária induzida por ADP comparativa mente a ticagrelor isoladamente. Se clinicamente indicado, medicamentos que alteram a hemostase devem ser utilizados com precaução em associação com ticagrelor. Outra terapêutica concomitante: No estudo PLATO, Ticagrelor foi frequentemente administrado com AAS, inibidores da bomba de protões, estatinas, bloqueadores beta, inibidores da enzima de conversão da angiotensina e bloqueadores dos recetores da angiotensina quando necessário para situações clínicas concomitantes a longo prazo e também heparina, heparina de baixo peso molecular e inibidores GpIIb/IIIa intravenosos de curta duração. Não foi observada qualquer evidência clinicamente significativa de interações adversas com estes medicamentos. A administração conjunta de ticagrelor com heparina, enoxaparina ou desmopressina não teve efeito no tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa), tempo de coagulação ativada (TCA) ou testes de fator Xa. Contudo, devido às potenciais interações farmacodinâmicas, recomenda-se precaução com a administração concomitante de Ticagrelor com medicamentos conhecidos por alterarem a hemostase. Devido a notificações de hemorragias cutâneas anormais com inibidores seletivos da recaptação da serotonina ( ISRSs) (p.ex. paroxetina, sertralina e citalopram), recomenda-se precaução quando se administram ISRSs com ticagrelor pois podem aumentar o risco de hemorragia.

Ticlopidina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Associações com aumento de risco hemorrágico: Salicilatos (por extrapolação a partir do ácido acetilsalicílico): Aumento do risco hemorrágico (por aumento da actividade antiagregante plaquetária conjugada ao efeito agressivo dos salicilatos sobre a mucosa gastroduodenal). Se a associação for essencial, deve ser efectuada uma rigorosa vigilância clínica. Na situação de existência de um implante STENT.

Timolol + Dorzolamida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Não foram realizados estudos específicos de interações com Timolol / Dorzolamida.
Interações: Em estudos clínicos, a dorzolamida/timolol colírio, solução foi utilizada de forma concomitante com os seguintes medicamentos sem provas de interações adversas: Inibidores da enzima conversora de angiotensina (ACE), bloqueadores dos canais de cálcio, diuréticos, medicamentos anti-inflamatórios não esteróides, incluindo Ácido Acetilsalicílico e hormonas (por ex., estrogénio, insulina, tiroxina). No entanto, há possibilidade de efeitos aditivos e ocorrência de hipotensão e/ou bradicárdia acentuada quando o maleato de timolol em colírio é administrado com agentes bloqueadores dos canais do cálcio, deplectores de catecolaminas ou bloqueadores beta adrenérgicos, antiarrítmicos (incluindo amiodarona), glucosídeos digitálicos, parasimpaticomiméticos, narcóticos e inibidores da Monoaminoxidase (IMAO).

Tinzaparina sódica + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: O efeito anticoagulante da Tinzaparina sódica pode ser potenciada por outros fármacos que afetem o sistema de coagulação, tais como os inibidores da função plaquetária (por exemplo: ácido acetilsalicílico e outros anti-inflamatórios não esteroides), agentes trombolíticos, antagonistas da vitamina K, proteína C ativada e inibidores diretos dos fatores Xa e IIa. As referidas associações deverão ser evitadas ou cuidadosamente monitorizadas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tirofibano + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Estudos interativos só foram realizados em adultos.
Interações: A administração concomitante de Tirofibano e AAS (acido acetilsalicílico) provoca um aumento muito superior da inibição da agregação plaquetária do que o verificado com o ácido acetilsalicílico isoladamente, conforme determinado pelo teste de agregação plaquetária ex vivo induzida pelo ADP. Com a utilização concomitante de Tirofibano heparina não fracionada, AAS e clopidogrel houve uma incidência de hemorragia comparável à verificada com a administração de somente heparina não fracionada, AAS e clopidogrel.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tolazamida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da enzima conversora da angiotensina (por exemplo, enalapril), anticoagulantes (por exemplo, varfarina), antifúngicos azóis (por exemplo, miconazol, cetoconazol), cloranfenicol, clofibrato, fenfluramina, insulina, inibidores da monoamina oxidase (por exemplo, fenelzina) (Por exemplo, ibuprofeno), fenilbutazona, probenecida, antibióticos quinolona (por exemplo, ciprofloxacina), salicilatos (por exemplo, Ácido Acetilsalicílico) ou sulfonamidas (por exemplo, sulfametoxazol) porque o risco de baixo nível de açúcar no sangue pode ser aumentado.

Torasemida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos sobre a torasemida: Salicilatos: Dado que a torasemida e os salicilatos competem pela secreção nos túbulos renais, os doentes tratados com altas doses de salicilatos podem manifestar a sua toxicidade quando a torasemida é administrada concomitantemente. Além disso, e mesmo quando as possíveis interações da torasemida com fármacos antiinflamatórios não esteróides (incluindo Ácido Acetilsalicílico) não foram estudadas, a coadministração desses agentes com outro diurético da ansa de Henle (furosemida) tem sido por vezes associada com disfunção renal.

Tramadol + Dexcetoprofeno + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Não é recomendado com ácido acetilsalicílico.

Trandolapril + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Não se observaram interações clínicas em doentes com disfunção ventricular esquerda após enfarte do miocárdio, quando trandolapril foi administrado concomitantemente com trombolíticos, ácido acetilsalicílico, bloqueadores beta, antagonistas dos canais de cálcio, nitratos, anticoagulantes ou digoxina. Não se observaram interações clinicamente significativas entre o trandolaprilato e a cimetidina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Trandolapril + Verapamilo + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: Associações a ter em consideração Ácido acetilsalicílico: O uso concomitante de ácido acetilsalicílico pode aumentar o efeito do ácido acetilsalicílico (pode aumentar o risco de hemorragias).

Triamcinolona + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Agentes anti-inflamatórios não-esteroides (AINEs): Os corticosteroides podem aumentar a incidência e/ou gravidade de hemorragia e ulceração gastrointestinal, quando associados a AINEs. Os corticosteroides podem também reduzir os níveis séricos dos salicilatos, e, assim, diminuir a sua eficácia. De modo contrário, descontinuar os corticosteroides durante a terapêutica com doses elevadas de salicilatos pode resultar em toxicidade devido aos salicilatos. É necessária precaução durante o uso concomitante de ácido acetilsalicílico e corticosteroides em doentes com hipoprotrombinemia.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Triclorometiazida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: O risco ou gravidade de efeitos adversos pode ser aumentada quando o ácido acetilsalicílico é combinada com Triclormetiazida.

Triflusal + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Em doentes com enfarte agudo do miocárdio, avaliou-se a segurança da administração concomitante de triflusal com agentes trombolíticos (rt-PA e estreptoquinase). A incidência de hemorragia intracraniana foi menor em doentes tratados com uma combinação de AAS e agentes trombolíticos (0,1% vs 1,1%, p=0,04). O triflusal deverá ser administrado com precaução em doentes em tratamento com anticoagulantes já que potencia a acção destes últimos. O triflusal pode potenciar a acção dos antidiabéticos orais obrigando a uma redução da dose destes últimos.

Ustecinumab + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Não foram realizados estudos de interação em humanos.
Interações: Na análise farmacocinética populacional dos estudos de fase III, foi avaliado o efeito dos medicamentos concomitantes mais frequentemente utilizados em doentes com psoríase (incluindo paracetamol, ibuprofeno, ácido acetilsalicílico, metformina, atorvastatina, levotiroxina) sobre a farmacocinética do ustecinumab. Não se verificaram indícios de interação com estes medicamentos concomitantes. A base para esta análise consistiu no facto de, pelo menos, 100 doentes (> 5% da população estudada) terem sido tratados concomitantemente com estes medicamentos durante, pelo menos, 90% do período de estudo.

Valproato semisódico (ácido valpróico) + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de Valproato com outros fármacos que se ligam extensivamente às proteínas plasmáticas (ex. Ácido acetilsalicílico, Carbamazepina, Dicumarol e Fenitoína), pode provocar alterações nas concentrações séricas dos mesmos. Recomenda-se precaução quando o Valproato é administrado concomitantemente com fármacos com efeitos sobre a coagulação (por exemplo a Ácido acetilsalicílico e a Varfarina).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Valpromida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Porque o principal metabolito da valpromida é o valproato, produzem-se as mesmas interações que com o valproato.
Interações: No caso de utilização concomitante de valproato com agentes que se ligam amplamente às proteínas do plasma (aspirina), os níveis séricos livres do ácido valpróico no soro pode aumentar.

Valsartan + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Cuidado necessário com utilização concomitante: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), incluindo inibidores seletivos da COX-2, ácido acetilsalicílico >3 g/dia), e AINEs não seletivos: Quando os antagonistas da angiotensina II são administrados simultaneamente com AINEs, pode ocorrer a atenuação do efeito antihipertensivo. Adicionalmente, a utilização concomitante de antagonistas da angiotensina II e AINEs pode levar a um aumento do risco de degradação da função renal e a um aumento no potássio sérico. Assim, recomenda-se a monitorização da função renal no início do tratamento, bem como a hidratação adequada do doente.

Valsartan + Hidroclorotiazida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: Interações relacionadas tanto com valsartan como com hidroclorotiazida: Utilização concomitante com precaução: Medicamentos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs), incluindo inibidores selectivos da COX-2, ácido acetilsalicílico >3 g/dia), e AINEs não selectivos: Os AINEs podem atenuar o efeito antihipertensivo tanto dos antagonistas da angiotensina II como da hidroclorotiazida quando administrados simultaneamente. Adicionalmente, a utilização concomitante de Valsartan / Hidroclorotiazida e AINEs pode levar a um aumento da degradação da função renal e a um aumento no potássio sérico. Assim, recomenda-se a monitorização da função renal no início do tratamento, bem como a hidratação adequada do doente.

Vardenafil + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Estudos in vitro Vardenafil é metabolizado predominantemente por enzimas hepáticas através da isoforma 3A4 do citocromo P450 (CYP), com alguma contribuição das isoformas CYP3A5 e CYP2C. Assim, os inibidores destas isoenzimas podem reduzir a taxa de depuração do vardenafil.
Interações: Apesar de não se terem realizado estudos específicos de interação para todos os medicamentos, a análise farmacocinética da população não mostrou que a administração concomitante dos medicamentos seguidamente indicados exercesse efeito sobre a farmacocinética de vardenafil: ácido acetilsalicílico, IECAs, bloqueadores-beta, inibidores fracos do CYP3A4, diuréticos e medicamentos para o tratamento da diabetes (sulfonilureias e metformina). O vardenafil (10 mg) não potenciou o aumento do tempo de hemorragia provocado pelo ácido acetilsalicílico (2 x 81 mg).

Varfarina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: Existem muitos compostos que interactuam com a varfarina, resultando da interacção, quer de um aumento, quer de uma diminuição do efeito anticoagulante. Há também a considerar alterações da absorção, nomeadamente as induzidas pela colestiramina. Para além dos anticoagulantes, existem outros fármacos capazes de alterar o processo de coagulação e de causar hemorragia. São exemplos destes fármacos as hormonas tiroideias, o clofibrato, Ácido Acetilsalicílico, AINEs e trombolíticos. A administração concomitante destes fármacos com varfarina favorece a hemorragia. Mesmo que não tenham sido descritas interações da varfarina com certos compostos com acção a nível hematológico, o médico deve estar alertado para a possibilidade de um risco acrescido de hemorragia ao fazer a prescrição simultânea de varfarina com estes fármacos. Existe igualmente um risco acrescido de hemorragia nos doentes medicados com varfarina, quando são expostos a certos produtos, nomeadamente colaspase, alguns meios de contraste, epoprostenol. Quando há um sério risco de hemorragia resultante da interacção, deve evitar-se a administração concomitante dos dois fármacos. Noutros casos, a actividade anticoagulante deve ser cuidadosamente monitorizada e proceder-se ao ajuste posológico de acordo com as necessidades. Os períodos considerados críticos correspondem, quer à introdução, quer à suspensão do fármaco interactuante, num doente com o regime de anticoagulação controlado. Os problemas decorrentes da administração concomitante da varfarina com alopurinol, contracetivos orais ou disopiramida, resultam do facto de serem imprevisíveis os efeitos que estes fármacos produzem na actividade anticoagulante, já que umas vezes as diminuem e outras a aumentam. A administração de dipiridamol a doentes medicados com varfarina pode causar hemorragia, com a particularidade de não alterar os parâmetros de avaliação de actividade anticoagulante. Os compostos que reconhecidamente potenciam a acção da varfarina ou que habitualmente são referidos como exercendo esse efeito são: Ácido etacrínico, ácido mefenâmico, ácido tielínico, álcool (ingestão aguda), alopurinol, amiodarona, Ácido Acetilsalicílico, azapropazona, cefamandol, ciprofloxacina, claritromicina, cloranfenicol, cimetidina, clofibrato, cotrimoxazol, danazol, dextropropoxifeno, dipiramidol, dissulfiram, eritromicina, estanozolol, etiloestrenol, fenilbutazona, fibratos, fluconazol, glucagão, halofenato, hormonas tiroideias, cetoconazol, latamofex, meclofenamato de sódio, metronidazol, miconazol, noretandrolona, omeprazol, oxifenbutazona, oximetolona, paracetamol, piroxicam, propafenona, quetoquenazol, quinidina, quinina, sinvastatina, ISRS antidepressivos, sulfinpirazona, sulfonamidas, sulindac, tetraciclina, valproato, vitamina E. A administração concomitante de varfarina com uma dose alta de Ácido Acetilsalicílico, fenilbutazona e azapropazona devem ser evitadas. Cuidados e maior frequência de testes INR são requeridos com NSAIDs incluindo inibidores dos Cox2 e doses baixas de Ácido Acetilsalicílico. São necessários cuidados especiais com os antiagregantes plaquetários.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Verapamilo + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: Ácido acetilsalicílico Aumento de tendência para hemorragias.

Vortioxetina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Ácido acetilsalicílico: Não foi observado nenhum efeito de doses múltiplas de ácido acetilsalicílico 150 mg/dia na farmacocinética de dose múltipla da vortioxetina em indivíduos saudáveis. Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Medicamentos anticoagulantes e antiplaquetários: Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos valores de INR, protrombina ou varfarina R-/S- plasmática após coadministração de doses múltiplas de vortioxetina com doses estáveis de varfarina em indivíduos saudáveis. Adicionalmente, não foi observado nenhum efeito inibitório significativo, comparativamente ao placebo, na agregação plaquetária ou farmacocinética do ácido acetilsalicílico ou ácido salicílico quando o ácido acetilsalicílico 150 mg/ml foi coadministrado após administração de doses múltiplas de vortioxetina em indivíduos saudáveis. No entanto, no que diz respeito a outros medicamentos serotoninérgicos, deve ser tida precaução quando a vortioxetina é utilizada em combinação com anticoagulantes orais ou medicamentos antiplaquetários, devido a um potencial aumento do risco de hemorragia atribuído a uma interação farmacodinâmica.

Ximelagatrano + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacodinâmicas: A utilização concomitante de Ximelagatrano com fármacos que actuam sobre a hemostase ou a coagulação pode aumentar consideravelmente o risco de hemorragia. Por conseguinte, os fármacos a seguir referidos não devem ser administrados concomitantemente com Ximelagatrano: Antagonistas da vitamina K, heparina não fraccionada e derivados, heparinas de baixo peso molecular (HBPM), fondaparinux, desirudina, trombolíticos, antagonistas dos receptores da glicoproteína IIb/IIIa, clopidogrel, ticlopidina, aspirina em doses > 500 mg/dia, dipiridamol, sulfimpirazona. A aspirina como fármaco antiagregante plaquetário em doses ≤ 500 mg/dia, os AINEs e o dextrano devem ser utilizados com precaução quando administrados concomitantemente com Ximelagatrano devido a um potencial aumento do risco de hemorragia. Caso seja essencial a co-administração, é necessária monitorização rigorosa.

Xipamida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: Precauções particulares têm de ser tomadas com as seguintes associações: Anti-inflamatórios não esteroides (sistémicos) incluindo inibidores seletivos COX2, altas doses de ácido salicílico (>3 g/dia): Possível redução do efeito anti-hipertensivo da xipamida. O risco de insuficiência renal aguda no caso de desidratação (diminuição da filtração glomérular). Um suficiente aporte de fluído tem de ser assegurado e a função renal deve ser controlada no início da terapêutica. A ingestão de altas doses de salicilato pode intensificar o efeito tóxico do salicilato no sistema nervoso central.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Zafirlucaste + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: A co-administração com ácido acetilsalicílico pode resultar num aumento dos níveis plasmáticos de Zafirlucaste em aproximadamente 45%. É improvável que este aumento esteja associado a efeitos clínicos relevantes.

Zofenopril + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em atenção: Medicamentos Anti-inflamatórios não-esteróides (incluindo ácido acetilsalicílico 3g/dia): A administração de anti-inflamatórios não-esteróides pode reduzir o efeito anti-hipertensor de um inibidor da ECA. Além disso tem sido descrito que os inibidores da ECA e os AINE’s exercem um efeito aditivo no aumento do potássio sérico enquanto que a função renal pode diminuir. Estes efeitos são, em princípio, reversíveis e ocorrem principalmente em doentes com compromisso da função renal. Raramente pode ocorrer insuficiência renal aguda, particularmente em doentes com função renal comprometida, tais co mo os idosos ou desidratados.

Padeliporfina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: Anticoagulantes e agentes antiplaquetários Os medicamentos anticoagulantes e os que reduzem a agregação plaquetária (p. ex. ácido acetilsalicílico) devem ser interrompidos pelo menos 10 dias antes do procedimento com Padeliporfina. Os medicamentos que previnem ou reduzem a agregação plaquetária não devem ser iniciados durante pelo menos 3 dias após o procedimento.

Ibuprofeno + Paracetamol + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: Este medicamento não deve ser tomado com outros medicamentos que contenham paracetamol, ibuprofeno, ácido acetilsalicílico, salicilatos ou qualquer outro fármaco anti-inflamatório (AINE), exceto por indicação médica. Ácido acetilsalicílico De um modo geral, a administração concomitante de ibuprofeno e ácido acetilsalicílico não é recomendada devido ao potencial aumento de efeitos adversos. Dados experimentais sugerem que o ibuprofeno pode inibir competitivamente o efeito de doses baixas de ácido acetilsalicílico sobre a agregação plaquetária quando administrados de modo concomitante. Apesar de haver incertezas no que se refere à extrapolação destes dados para a situação clínica, não pode ser excluída a possibilidade de que o uso regular e a longo prazo de ibuprofeno, pode reduzir o efeito cardioprotetor de baixas doses de ácido acetilsalicílico. Não se considera provável nenhum efeito clinicamente relevante decorrente do uso ocasional de ibuprofeno. Este produto pode interferir com alguns medicamentos, incluindo: • ácido salicílico, salicilatos ou outros medicamentos AINE
Quando usado para automedicação, é muito importante ler a bula do produto.

– Quando usado em automedicação, se o consumo de bebidas contendo álccol for ≥ 3 bebidas por dia é importante perguntar ao clínico se pode usar Aspirina ou outro analgésico.

– É importante informar os pacientes sobre o risco de sangramento associado com o uso abusivo ou crónico de álcool, ao tomar Aspirina.

– Quando usado para automedicação em crianças, é importante basear a dose no peso ou área corporal da criança.

– Em pacientes com stents farmacológicos que receberam Aspirina em combinação com clopidogrel ou ticlopidina, é importante a não interrupção da terapia antiplaquetária sem consultar o cardiologista, ainda que instruído a fazê-lo por outro profissional de saúde (por exemplo, dentista).

– É importante não usar Aspirina para a varicela ou sintomas de gripe em crianças ou adolescentes sem consultar um médico.

– Os pacientes que recebem anticoagulantes e os que sofram de asma, gota, diabetes, artrite, úlceras pépticas, problemas de sangramento ou problemas de estômago que persistem ou se repetem, devem consultar um médico antes de usar Aspirina para automedicação.

– Interrompa e consulte o médico se a dor ou febre persistir ou aumentar, novos sintomas ocorram, vermelhidão ou inchaço estejam presentes numa área dolorida, ou tenha zumbido nos ouvidos ou ocorra perda de audição.

– Risco de hemorragia gastrointestinal ou ulceração, especialmente com a terapia prolongada e terapêutica concomitante com outro AINE.

– Risco anafilático e outras reações de sensibilidade.

– É importante notificar o Médico se os sinais e sintomas de ulceração ou hemorragia gastrointestinal ou erupção se desenvolver.

– É importante procurar atendimento médico imediato se ocorrer uma reação anafilática.

– É importante que as mulheres informem os clínicos se estiverem grávidas ou planeiam engravidar ou se estão a amamentar; a Aspirina deve ser evitada no final da gravidez (terceiro trimestre) e durante o trabalho de parto.

– É importante informar os clínicos de terapia concomitante existente ou prevista, incluindo a prescrição e medicamentos OTC.

– É importante informar os pacientes de outras precauções que sejam importantes.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017