Similares Químicos

Produtos com a mesma molécula e do mesmo Grupo Terapêutico

Similares Terapêuticos

Produtos do mesmo Grupo Terapêutico

Oxcarbazepina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução
O que é
A oxcarbazepina é estruturalmente um derivado de carbamazepina, a adição de um átomo de oxigénio adicional para o grupo benzilcarboxamida.

Esta diferença ajuda a reduzir o impacto sobre o fígado ao metabolizar o fármaco, e também evita que as formas graves de anemia ocasionalmente associadas à carbamazepina.

Além desta redução de efeitos colaterais, que se acredita tenham o mesmo mecanismo da carbamazepina - inibição do canal de sódio - e geralmente é usado para o tratamento de convulsões parciais em crianças e adultos com epilepsia.
Usos comuns
A Oxcarbazepina é usada isoladamente ou em conjunto com outros medicamentos no tratamento de epilepsia para controlar crises parciais. Atua no cérebro para prevenir convulsões. No entanto, a oxcarbazepina não vai curar a epilepsia e só vai controlar convulsões durante o tempo que você continuar a tomá-lo.

Oxcarbazepina está disponível apenas com prescrição médica.
Tipo
Molécula pequena.
Indicações
Está indicado no tratamento de crises epiléticas parciais com ou sem crises tónico-clónicas generalizadas secundariamente.

Está indicado para utilização em monoterapia ou terapia adjuvante em adultos e em crianças com 6 anos de idade ou mais.

Está indicado na nevralgia do trigémio.
Classificação CFT

02.06 : Antiepiléticos e anticonvulsivantes

Mecanismo de ação
O mecanismo exato pelo qual a oxcarbazepina exerce o seu efeito anticonvulsivo é desconhecido.

Sabe-se que a atividade farmacológica da oxcarbazepina ocorre principalmente através do seu metabolito 10-mono-hidroxi (MHD).

Estudos in vitro indicam um bloqueio induzido por DMH de canais de sódio sensíveis à voltagem, resultando na estabilização das membranas neuronais hiper excitadas, inibição de descargas neuronais repetitivas, e diminuição de propagação de impulsos sinápticos.
Posologia orientativa
Monoterapia: Deve ser iniciado com uma dose de 600 mg/dia (8-10 mg/kg/dia) administrada em 2 doses divididas.

Se clinicamente indicado, a dose poderá ser aumentada num máximo de 600 mg/dia em intervalos semanais a partir da dose inicial de forma a atingir a resposta clínica desejada.

São observados efeitos terapêuticos com doses entre 600 mg/dia e 2400 mg/dia.

Ensaios controlados em monoterapia em doentes não tratados com fármacos AEs mostraram que 1200 mg/dia é uma dose eficaz: no entanto, uma dose de 2400 mg/dia mostrou ser eficaz em doentes mais refratários que mudaram de outros fármacos AEs para oxcarbazepina em monoterapia.

Num ambiente hospitalar controlado, foram alcançados aumentos de dose até 2400 mg/dia durante 48 horas.

Terapia adjuvante: Deve ser iniciado com uma dose de 600 mg/dia (8-10 mg/kg/dia) administrada em 2 tomas.

Se clinicamente indicado, a dose poderá ser aumentada num máximo de 600 mg/dia em intervalos de uma semana a partir da dose inicial de forma a atingir a resposta clínica desejada.

São observados efeitos terapêuticos com doses entre 600 mg/dia e 2400 mg/dia.

Doses diárias de 600 a 2400 mg/dia demonstraram ser eficazes num ensaio controlado em terapia adjuvante, apesar de a maioria dos doentes não tolerar a dose de 2400 mg/dia sem redução dos fármacos AEs concomitantes, principalmente devido a efeitos adversos relacionados com o SNC.

Doses diárias acima de 2400 mg/dia não foram estudadas sistematicamente em ensaios clínicos.

Idosos: Recomenda-se ajustamento da dose nos idosos com função renal comprometida.

Crianças: Em monoterapia e terapia adjuvante, a oxcarbazepina deve ser iniciada com uma dose de 8-10 mg/kg/dia administrada em 2 tomas diárias.

Em terapia adjuvante foram observados efeitos terapêuticos com uma dose de manutenção média de 30 mg/kg/dia.

Se clinicamente indicado, a dose poderá ser aumentada num máximo de incrementos de 10 mg/kg/dia em intervalos semanais a partir da dose inicial, até uma dose máxima de 46 mg/kg/dia, de forma a atingir a resposta clínica desejada.

É recomendado para utilização em crianças de 6 anos de idade ou mais.

A segurança foi avaliada em crianças a partir dos 2 anos de idade.
Administração
Deglutir os comprimidos com o auxílio de água. Pode ser tomado com ou sem alimentos.
Contraindicações
Hipersensibilidade à substância ativa (oxcarbazepina).
Efeitos indesejáveis/adversos
Alguns efeitos secundários podem ser graves: obtenha apoio médico imediatamente.

Os seguintes sinais são muito raros, mas são efeitos secundários potencialmente graves que podem requerer tratamento médico urgente.

- Inchaço dos lábios, pálpebras, face, garganta ou boca, acompanhado de dificuldade em respirar, falar ou engolir (sinais de reações anafiláticas e angioedema) ou outros sinais de reações de hipersensibilidade tais como erupção da pele, febre e dor nos músculos e articulações;

- Formação grave de vesículas na pele e/ou membranas mucosas dos lábios, olhos, boca, vias nasais ou genitais (sinais de reações alérgicas graves incluindo síndrome de Lyell, síndrome de Stevens-Johnson e eritema multiforme);

- Cansaço, dificuldade em respirar enquanto faz exercício, palidez, dor de cabeça, calafrios, tonturas, infeções frequentes com febre, dor de garganta, úlceras na boca, hemorragias ou contusões mais fáceis do que o normal, sangramento pelo nariz, manchas na pele e/ou nas mucosas de coloração avermelhada ou arroxeada, ou manchas inexplicadas na pele (sinais de uma diminuição do número de plaquetas sanguíneas ou diminuição do número de células sanguíneas);

- Erupção vermelha da pele principalmente na face, que pode ser acompanhada de fadiga, febre, náuseas ou perda de apetite (sinais de lúpus eritematoso sistémico);

- Letargia (adormecimento), confusão, contrações musculares súbitas ou agravamento significativo das convulsões (possíveis sintomas de pouco sódio no sangue).

- Sintomas do tipo gripe com icterícia (amarelecimento da pele ou da parte branca dos olhos) (sinais de hepatite);

- Dores graves na parte superior do estômago (abdómen), vómitos, perda de apetite (sinais de inflamação no pâncreas);

- Aumento de peso, cansaço, perda de cabelo, fraqueza muscular, sensação de frio (sinais de glândula tiroide hipoativa).

Informe imediatamente o seu médico ou dirija-se ao serviço de urgência do hospital mais próximo se ocorrer algum dos efeitos secundários mencionados anteriormente.

O médico irá também decidir se este medicamento tem de ser imediatamente interrompido e como continuar o tratamento médico.

Outros efeitos secundários: informe o seu médico logo que possível.

Frequentes:
- tremor, problemas de coordenação, movimentos involuntários dos olhos, ansiedade e nervosismo, depressão, erupção da pele;
Muito raros:
- batimento cardíaco irregular ou ritmo cardíaco muito rápido ou muito lento.

Informe o seu médico logo que possível se ocorrer algum dos efeitos secundários mencionados anteriormente.

Estes podem necessitar de cuidados médicos.

Outros efeitos secundários: informe o seu médico se estes o preocupam
Estes efeitos secundários deste medicamento são normalmente ligeiros a moderados.

A maioria destes efeitos é transitória e habitualmente diminui ao longo do tempo.

Muito frequentes:
- cansaço, dor de cabeça, tonturas, sonolência, náuseas, vómitos, visão dupla.

Frequentes:
- fraqueza, perturbações da memória, alteração da concentração, apatia, agitação, confusão, visão desfocada, perturbações da visão, prisão de ventre, diarreia, dor no estômago (abdominal), acne, queda de cabelo, distúrbios de equilíbrio.

Pouco frequentes:
- erupção da pele com comichão.

Enquanto toma este medicamento pode também ter níveis aumentados das enzimas hepáticas.

Desconhecido:
- pressão arterial elevada.
Advertências
Gravidez
Gravidez:
Gravidez:Risco de teratogenicidade, incluindo alterações do tubo neural. Ver Antiepilépticos e anticonvulsivantes. Evidência fetal em animais, mas a necessidade pode justificar o risco.
Aleitamento
Aleitamento:
Aleitamento:Presente no leite; o produtor recomenda evitar.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Insuf. Renal:Iniciar terapêutica com doses de 300 mg/dia (metade da dose habitual) e aumentar gradualmente a intervalos de, pelo menos, 1 semana até resposta desejada. Monitorizar criteriosamente.
Condução
Condução:
Condução:Altera a capacidade de condução.
Precauções gerais
É muito importante que o médico verifique o progresso do tratamento em visitas regulares, de forma a garantir o funcionamento correto e permitir mudanças na dosagem. Também serão necessários exames de sangue para verificar se há efeitos indesejáveis.

Informe o médico se engravidar durante o tratamento com o medicamento.

O médico pode precisar fazer a monitorização durante a gravidez e após o parto.

A hiponatremia (redução da concentração de sódio no sangue) pode ocorrer enquanto estiver a tomar a oxcarbazepina.

Fale com o médico imediatamente se ocorrerem os seguintes efeitos adversos: confusão, diminuição da produção da urina, tontura, batimento cardíaco rápido ou irregular, dor de cabeça, dores musculares ou cãibras, náuseas ou vómitos, fraqueza ou inchaço da face, tornozelos ou mãos ao tomar oxcarbazepina.

Oxcarbazepina pode causar reações alérgicas graves, incluindo anafilaxia e angioedema.

Estes podem causar risco de vida e requerem atenção médica imediata.

Fale com o médico imediatamente se ocorrer prurido, urticária, rouquidão, dificuldade para respirar, dificuldade em engolir, qualquer inchaço de rosto, olhos, lábios, língua, braços ou pernas, enquanto estiver a ser usado em oxcarbazepina.

Oxcarbazepina pode causar reações alérgicas graves que afetam várias partes do corpo (por exemplo, fígado, rins, músculo, articulações).

Fale com o médico imediatamente se ocorrer os seguintes sintomas: urina de cor escura, fluido extra ao redor da face, febre, dor de cabeça, comichão, inchaço nas articulações, dores musculares, erupção cutânea, dor de estômago, inchaço das glândulas, cansaço fora do comum, olhos ou pele amarelada.

Podem ocorrer reações cutâneas graves com oxcarbazepina.

Fale com o médico imediatamente se tiver bolhas, descamação ou pele solta, lesões vermelhas na pele; acne grave ou erupção cutânea; feridas ou úlceras na pele, febre ou arrepios, enquanto estiver a fazer o tratamento.

Se desenvolver pensamentos e comportamentos incomuns ou estranhos ao tomar oxcarbazepina, não se esqueça de falar com seu médico.

Outras alterações podem ser confusão, agravamento da depressão, alucinações (ver, ouvir ou sentir coisas que não estão lá), pensamentos suicidas e excitação incomum, nervosismo ou irritabilidade.

Oxcarbazepina pode causar tonturas, sonolência, instabilidade ou menos alerta do que o normal.

Certifique-se de como reage ao oxcarbazepina antes de conduzir, utilizar máquinas ou fazer qualquer outra coisa que possa ser perigosa.

Oxcarbazepina pode reduzir temporariamente o número de glóbulos brancos no sangue, aumentando a hipótese de contrair uma infeção. Se possivel, evitar pessoas com infeções.

Fale com o médico imediatamente se tiver febre ou calafrios, tosse ou rouquidão, dor na parte inferior das costas ou de lado e dificuldades ou dor ao urinar.

Não tome outros medicamentos que não tenham sido falados com o médico.

Oxcarbazepina irá adicionar efeitos ao álcool e outros depressores do SNC (medicamentos que provocam sonolência ou menos alerta).

Alguns exemplos de depressores do SNC são anti-histamínicos ou medicamentos para a febre dos fenos, alergias ou constipações, sedativos, tranquilizantes ou medicamentos para dormir; analgésicos prescritos e outros medicamentos para convulsões.

Contracetivos orais (pílulas anticoncecionais) contendo estrogénio ou progesterona, contracetivos de injeção de progesterona e contracetivos de implante de progesterona podem não funcionar corretamente se forem administrados enquanto estiver a tomar a oxcarbazepina. Podem ocorrer gravidezes não planeadas.

Deverá utilizar um contracetivo diferente ou adicional enquanto estiver a tomar a oxcarbazepina. Se tiver alguma dúvida sobre este assunto, consulte o médico.
Cuidados com a dieta
Pode ser tomado com ou sem alimentos.
Deve-se ter cuidado se se tomar álcool durante o tratamento.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência ou ligar para o Centro de intoxicações.
Terapêutica interrompida
Quando omitir uma dose, tomá-la logo que possível, reajustando o horário de acordo com a última toma.

Não tome uma dose a dobrar para compensar a que se esqueceu de tomar.
Cuidados no armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Não conservar acima de 25ºC.

Conservar na embalagem de origem.
Espectro de susceptibilidade e tolerância bacteriológica
Sem informação.
Usar com precaução

Oxcarbazepina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Inibição enzimática: A Oxcarbazepina foi avaliada em microssomas hepáticos humanos com o objectivo de determinar a sua capacidade de inibir as principais enzimas do citocromo P450 responsáveis pelo metabolismo de outros fármacos. Os resultados demonstram que a oxcarbazepina e o seu metabolito farmacologicamente activo (derivado monohidroxi, DMH) inibem a CYP2C19. Assim, poderão surgir interações quando se co-administram doses elevadas de oxcarbazepina com fármacos que são metabolizados pela CYP2C19 (por ex. fenobarbitona, fenitoína). Em alguns doentes tratados com oxcarbazepina e fármacos metabolizados via CYP2C19 poderá ser necessária uma redução dos fármacos co-administrados. Fármacos antiepiléticos: Nos estudos clínicos foram avaliadas as potenciais interações entre oxcarbazepina e outros fármacos antiepiléticos (AEs). O efeito destas interações nas AUCs e Cmin médias está resumido a seguir. Influência da oxcarbazepina na concentração do fármaco AE: Carbamazepina: 0-22% de diminuição (30% de aumento de carbamazepina-epóxido) Clobazan: Não estudada. Felbamato: Não estudada. Fenobarbitona: 14-15% de aumento. Fenitoína: 0-40% de aumento. Ácido valpróico: Sem influência. Influência do fármaco AE na concentração do DMH: Carbamazepina: 40% de diminuição. Clobazan: Sem influência. Felbamato: Sem influência. Fenobarbitona: 30-31% de diminuição. Fenitoína: 29-35% de diminuição. Ácido valpróico: 0-18% de diminuição. In vivo, os níveis plasmáticos de fenitoína aumentaram em até 40% quando a oxcarbazepina foi administrada em doses acima de 1200 mg/dia. Assim, quando se utilizam doses de oxcarbazepina maiores que 1200 mg/dia durante a terapia a adjuvante, poderá ser necessário diminuir a dose de fenitoína. Fortes indutores das enzimas do citocromo P450 (i.e. carbamazepina, fenitoína e fenobarbitona) demonstraram diminuir os níveis plasmáticos do DMH (29-40%). Não foi observada auto-indução com oxcarbazepina. - Fenitoína
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Desogestrel + Oxcarbazepina

Observações: As interações entre os contracetivos hormonais e outros medicamentos podem conduzir a hemorragias intracíclicas e/ou falência contracetiva. Os contracetivos hormonais podem interferir com o metabolismo de outros medicamentos. Por este motivo, as concentrações plasmáticas e tecidulares destes podem estar aumentadas ou diminuídas. Nota: A informação sobre a prescrição da medicação concomitante deve ser consultada de forma a identificar potenciais interações.
Interações: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas microssomais, o que poderá resultar na depuração aumentada das hormonas sexuais (tais como: hidantoínas (por exemplo, fenitoína), barbitúricos (por exemplo, fenobarbital), primidona, carbamazepina, rifampicina e, possivelmente também com oxcarbazepina, topiramato, rifabutina, felbamato, ritonavir, nelfinavir, griseofulvina e produtos contendo hipericão (Hipericum perforatum)). A indução máxima enzimática não é detetada durante 2 a 3 semanas, mas pode manter-se, pelo menos, durante 4 semanas após a interrupção do tratamento. As mulheres que estejam a ser tratadas com qualquer um destes medicamentos devem, temporariamente, utilizar um método contracetivo de barreira adicional em conjunto com Desogestrel. Se o medicamento utilizado for indutor das enzimas microssomais hepáticas, o método de barreira deve ser usado durante o tempo de uso concomitante do medicamento e até 28 dias após a sua descontinuação. Para mulheres que façam terapêutica de longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, deve ser considerado um método contracetivo não hormonal. - Oxcarbazepina
Não recomendado/Evitar

Sofosbuvir + Velpatasvir + Oxcarbazepina

Observações: N.D.
Interações: Os medicamentos que são indutores moderados da P-gp ou indutores moderados do CYP (p. ex., oxcarbazepina, modafinil ou efavirenz) podem diminuir as concentrações plasmáticas do sofosbuvir ou velpatasvir, levando à redução do efeito terapêutico de Sofosbuvir / Velpatasvir. A coadministração destes medicamentos com Sofosbuvir / Velpatasvir não é recomendada. - Oxcarbazepina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciproterona + Etinilestradiol + Oxcarbazepina

Observações: Interações medicamentosas entre combinações estrogénio-progestagénio como o Ciproterona / Etinilestradiol e outros medicamentos podem originar uma hemorragia de disrupção e/ou falha contracetiva.
Interações: Podem ocorrer interações com substâncias que induzem as enzimas microssomais o que pode resultar numa depuração aumentada de hormonas sexuais (por ex. fenitoína, barbitúricos, primidona, carbamazepina, rifampicina, e possivelmente também oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofluvina e produtos contendo Erva de São João ou hipericão). - Oxcarbazepina
Usar com precaução

Desogestrel + Etinilestradiol + Oxcarbazepina

Observações: N.D.
Interações: As interações medicamentosas que resultam num aumento da depuração das hormonas sexuais podem originar hemorragias de disrupção e falhas na eficácia contracetiva. Esta situação foi identificada com as hidantoínas, os barbitúricos, a primidona, a carbamazepina e a rifampicina; também se suspeita que possa ocorrer com a oxcarbazepina, o topiramato, o felbamato, a griseofulvina, e a nevirapina. O mecanismo desta interação parece basear-se nas propriedades de indução das enzimas hepáticas destes medicamentos. Geralmente observa-se uma indução máxima das enzimas apenas 2-3 semanas após o início do tratamento, mas que pode persistir durante pelo menos 4 semanas após o final do tratamento. As mulheres sujeitas a um tratamento de curto prazo (até uma semana) com qualquer um dos grupos de medicamentos acima mencionados ou com os medicamentos individuais, devem utilizar temporariamente um método contracetivo de barreira juntamente com os COC, ou seja, durante o período de tempo em que o medicamento e os COC são utilizados em simultâneo, bem como durante os primeiros 7 dias após a suspensão do medicamento - Oxcarbazepina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dienogest + Oxcarbazepina

Observações: Com base em estudos de inibição in vitro, é pouco provável uma interacção clinicamente relevante do dienogest com o metabolismo mediado pelas enzimas do citocromo P450 de outros medicamentos. Nota: A informação de prescrição da medicação concomitante deverá ser consultada para identificar potenciais interações.
Interações: Podem ocorrer interações com fármacos (por ex., fenitoína, barbitúricos, primidona, carbamazepina, rifampicina e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina, nevirapina e produtos contendo hipericão (Hypericum perforatum)) que induzem enzimas microssómicas (por ex., enzimas do citocromo P450), o que pode resultar numa depuração aumentada de hormonas sexuais. Geralmente, a indução enzimática máxima não é observada durante 2 a 3 semanas, no entanto, poderá depois manter-se durante pelo menos 4 semanas após ter terminado a terapêutica. - Oxcarbazepina
Contraindicado

Etinilestradiol + Gestodeno + Oxcarbazepina

Observações: N.D.
Interações: As interações medicamentosas que resultam num aumento da depuração das hormonas sexuais podem provocar hemorragias de privação e insucesso contracetivo. Isto foi estabelecido com as hidantoínas, os barbitúricos, a primidona, a carbamazepina e a rifampicina; também se suspeita da oxcarbazepina, do topiramato, da griseofulvina, do felbamato e do ritonavir. O mecanismo responsável por esta interacção parece ter por base as propriedades indutoras das enzimas hepáticas destes medicamentos. Geralmente só se observa indução máxima das enzimas 2-3 semanas após o início do tratamento, mas pode persistir durante pelo menos 4 semanas após o fim do tratamento. O mecanismo desta acção ainda não foi elucidado. As mulheres a fazerem um tratamento a curto prazo com qualquer um dos grupos acima mencionados ou com medicamentos individuais, devem utilizar temporariamente um método de barreira juntamente com as pílulas contraceptivas, ou seja, durante o período de tempo em que tanto o medicamento em causa como as pílulas contraceptivas são tomadas, bem como durante 7 dias após a descontinuação do mesmo. Se a toma concomitante de outro medicamento se prolongar para além do número de comprimidos na embalagem de pílulas contraceptivas, a mulher deve iniciar a embalagem seguinte sem fazer o período habitual sem comprimidos. As utentes a longo prazo destes medicamentos que induzem as enzimas hepáticas devem ser aconselhadas a utilizarem outras medidas contraceptivas. - Oxcarbazepina
Usar com precaução

Drospirenona + Etinilestradiol + Oxcarbazepina

Observações: Os principais metabolitos de drospirenona no plasma humano são criados sem envolvimento do sistema citocromo P450. Desta forma, é pouco provável que os inibidores deste sistema enzimático influenciem o metabolismo da drospirenona.
Interações: As interações entre os contracetivos orais e outros medicamentos podem conduzir a hemorragia de disrupção e/ou insucesso do contracetivo. Foram comunicadas as seguintes interações na literatura. Esta situação foi estabelecida com hidantoínas, barbitúricos, primidona, carbamazepina e rifampicina; suspeita-se também da oxcarbazepina, topiramato, felbamato, ritonavir, griseofulvina e do hipericão ou Erva de S. João (Hypericum perforatum). O mecanismo desta interacção parece basear-se nas propriedades indutoras de enzimas hepáticas destas substâncias activas. A indução enzimática máxima não é, normalmente, observada durante 2-3 semanas, mas pode, depois, ser mantida durante pelo menos 4 semanas após a cessação da terapêutica com o medicamento. As mulheres em tratamento de curto prazo (até uma semana) com qualquer uma das classes de medicamentos ou substâncias activas individuais acima mencionadas devem utilizar, temporariamente, um método de barreira para além dos COC, ou seja, durante o período de administração concomitante dos medicamentos e durante 7 dias após a sua descontinuação. - Oxcarbazepina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estradiol + Levonorgestrel + Oxcarbazepina

Observações: Nota: A informação de prescrição de quaisquer medicações concomitantes deve ser sempre consultada para identificar interações potenciais.
Interações: Outras substâncias activas que se suspeita serem capazes de reduzir a eficácia dos COCs incluem a oxcarbazepina, o topiramato, a griseofulvina e o ritonavir. O mecanismo de acção parece ter por base as propriedades indutoras das enzimas hepáticas destas substâncias activas. Geralmente só se observa indução máxima das enzimas 2-3 semanas após o início do tratamento, mas pode então persistir durante pelo menos 4 semanas após a cessação do tratamento. - Oxcarbazepina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Perampanel + Oxcarbazepina

Observações: Perampanel não é considerado um indutor ou inibidor potente das enzimas do citocromo P450 ou da UGT. O perampanel é administrado até obtenção do efeito clínico independentemente de outros antiepiléticos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Num estudo farmacocinético populacional dos doentes adolescentes dos estudos clínicos de Fase 3, não se observaram diferenças dignas de nota entre esta população e a população global.
Interações: As interações potenciais entre Perampanel (até 12 mg uma vez por dia) e outros medicamentos antiepiléticos foram analisadas em estudos clínicos e avaliadas na análise farmacocinética populacional de quatro estudos agrupados de Fase 3, incluindo doentes com crises epiléticas parciais e convulsões tónico-clónicas generalizadas primárias. Oxcarbazepina: Influência do antiepilético na concentração de Perampanel: Diminuição de 1,9 vezes Influência de Perampanel na concentração do antiepilético: Aumento de 35% 1) 1) O metabolito ativo mono-hidroxicarbazepina não foi estudado. Demonstrou-se que alguns medicamentos antiepiléticos conhecidos como indutores enzimáticos (carbamazepina, fenitoína, oxcarbazepina) aumentam a depuração do perampanel e, consequentemente, diminuem as concentrações plasmáticas do mesmo. Na análise farmacocinética da população com epilepsia, verificou-se que o perampanel diminuiu a depuração da oxcarbazepina em 26%. A oxcarbazepina é rapidamente metabolizada pela enzima citosólica redutase originando o metabolito ativo, a mono-hidroxicarbazepina. Desconhece-se qual o efeito do perampanel nas concentrações da mono-hidroxicarbazepina. - Oxcarbazepina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etinilestradiol + Levonorgestrel + Oxcarbazepina

Observações: Interações medicamentosas entre Contracetivos orais e outros medicamentos podem originar uma hemorragia de disrupção e/ou falha contraceptiva.
Interações: Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com substâncias que induzem as enzimas microssomais o que pode resultar numa depuração aumentada de hormonas sexuais (por ex. fenitoína, barbitúricos, primidona, carbamazepina, rifampicina, e possivelmente também oxcarbazepina, topiramato, felbamato, Griseofulvina e produtos contendo Erva de São João ou hipericão). Também a protease VIH (por ex. ritonavir) e inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa (por ex. nevirapina), e combinações dos dois, têm sido reportados como afectando potencialmente o metabolismo hepático. - Oxcarbazepina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etinilestradiol + Norelgestromina + Oxcarbazepina

Observações: As interações entre contracetivos orais e outros medicamentos podem conduzir a hemorragias intra cíclicas e/ou falência do contracetivo.
Interações: Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações medicamentosas com medicamentos que induzem a atividade das enzimas hepáticas, o que pode resultar num aumento da depuração das hormonas sexuais (por exemplo: fenobarbital, primidona, rifampicina, rifabutina, bosentano, (fos)aprepitant, alguns anti-epileticos (por exemplo: carbamazepina, a cetato de eslicarbazepina, felbamato, oxcarbazepina, fenitoína, rufinamida, topiramato) e alguns medicamentos para a infeção pelo VIH ( nelfinavir, ritonavir, nevirapina, efavirenz e possivelmente também, griseofulvina e preparações à base de plantas contendo hipericão (Hypericum perforatum). A indução enzimática máxima é, geralmente, observada em 10 dias, mas pode ser mantida durante pelo menos 4 semanas após cessação da terapia. As mulheres em tratamento de curto prazo com qualquer das classes terapêuticas ou substâncias ativas individuais supracitadas que induzem as enzimas hepáticas (exceto a rifampicina), devem utilizar, temporariamente, um método de barreira para além de Etinilestradiol + Norelgestromina, durante o período da administração concomitante e durante 7 dias após a sua descontinuação. No caso das mulheres em terapêutica prolongada com qualquer uma das classes terapêuticas supracitadas, é recomendada a utilização de outro método de contraceção não hormonal fiável. As mulheres em tratamento com antibióticos (exceto a rifampicina) devem utilizar o método de barreira até 7 dias após a descontinuação. Se a administração concomitante de medicamentos se prolongar para além do final do período de utilização correspondente a uma semana, deve aplicar-se o próximo sistema transdérmico, sem o habitual intervalo livre de sistema transdérmico. - Oxcarbazepina
Usar com precaução

Etinilestradiol + Norgestimato + Oxcarbazepina

Observações: Aconselha-se que os médicos consultem a rotulagem dos medicamentos utilizados concomitantemente, para obter mais informações acerca das interações com contracetivos hormonais e da possível necessidade de ajustar as dosagens.
Interações: Indutores das enzimas hepáticas: Produtos ou medicamentos à base de plantas que induzem as enzimas, especialmente o CYP3A4, podem diminuir as concentrações plasmáticas das hormonas contracetivas e podem diminuir a sua eficácia e/ ou aumentar a hemorragia intercorrente. Exemplos incluem: barbitúricos bosentano carbamazepina felbamato hidantoínas primidona griseofulvina alguns inibidores da protease VIH (por ex., ritonavir) modafinil alguns inibidores não nucleósidos da transcriptase reversa (por ex., nevirapina) oxcarbazepina fenitoína rifampicina e rifabutina hipericão topiramato Mulheres a utilizar medicamentos indutores das enzimas hepáticas devem utilizar temporariamente um método contracetivo de barreira para além de Etinilestradiol / Norgestimato durante o tempo da administração do medicamento concomitante e durante 28 dias após a sua descontinuação. - Oxcarbazepina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Imatinib + Oxcarbazepina

Observações: N.D.
Interações: O tratamento prévio com doses múltiplas de 600 mg de rifampicina, seguido da administração de uma dose única de 400 mg de imatinib, resultou numa diminuição na Cmax e na AUC (0-∞ ) de, pelo menos, 54% e 74% dos valores correspondentes obtidos na ausência de tratamento com rifampicina. Foram observados resultados semelhantes em doentes com gliomas malignos tratados com imatinib simultaneamente com fármacos antiepiléticos indutores enzimáticos (EIAED), tais como carbamazepina, oxcarbazepina e fenitoína. A AUC plasmática do imatinib diminuiu em 73% comparativamente com doentes não tratados com EIAED. - Oxcarbazepina
Sem significado Clínico

Retigabina + Oxcarbazepina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Com base nesses dados agrupados, a retigabina não causou efeitos clinicamente significativos no plasma nas concentrações dos seguintes antiepiléticos: Carbamazepina, clobazam, clonazepam, gabapentina, lamotrigina, levetiracetam, oxcarbazepina, fenobarbital, fenitoína, pregabalina, topiramato, valproato, zonisamida. Adicionalmente, com base em dados agrupados, não houve efeitos clinicamente significativos dos seguintes antiepiléticos na farmacocinética da retigabina: Lamotrigina, levetiracetam, oxcarbazepina, topiramato, valproato. - Oxcarbazepina
Usar com precaução

Felbamato + Oxcarbazepina

Observações: N.D.
Interações: Clonazepam, oxcarbazepina, vigabatrina e lamotrigina: Embora o felbamato, administrado em doses de 1.200 mg a intervalos de 12 horas, tenha provocado alterações estatisticamente significativas na farmococinética do clonazepam, lamotrigina e vigabatrina, estas alterações foram mínimas e sem relevância clínica. Não se observaram alterações na farmacocinética do metabolito activo monohidroxilado da oxcarbazepina. Uma vez que não é possível excluir a interacção farmacodinâmica de felbamato com qualquer destes fármacos, o ajustamento posológico deve ser sempre fundamentado na resposta clínica e na tolerabilidade. - Oxcarbazepina
Sem efeito descrito

Brivaracetam + Oxcarbazepina

Observações: Os estudos de interação formais foram realizados apenas em adultos.
Interações: Oxcarbazepina: Influência dos medicamentos antiepiléticos sobre as concentrações plasmáticas do brivaracetam: Nenhuma. Influência do brivaracetam nas concentrações plasmáticas dos medicamentos antiepiléticos: Nenhuma (derivado monohidroxi, MHD). - Oxcarbazepina
Não recomendado/Evitar

Tenofovir alafenamida + Oxcarbazepina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. O tenofovir alafenamida é um substrato do OATP1B1 e do OATP1B3 in vitro. A distribuição do tenofovir alafenamida no organismo pode ser afetada pela atividade do OATP1B1 e/ou do OATP1B3. O tenofovir alafenamida não é um inibidor do CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19 ou CYP2D6 in vitro. Não é inibidor do CYP3A in vivo. O tenofovir alafenamida não é um inibidor da uridina difosfato glucuronosiltransferase (UGT) 1A1 humana in vitro. Não se sabe se o tenofovir alafenamida é inibidor de outras enzimas UGT.
Interações: Oxcarbazepina: A coadministração não é recomendada. - Oxcarbazepina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciproterona + Valerato de estradiol + Oxcarbazepina

Observações: A contracepção hormonal deve ser interrompida quando a THS é iniciada e a doente deve ser aconselhada a tomar medidas contraceptivas não-hormonais, se necessário.
Interações: Interações medicamentosas: Tratamento prolongado com fármacos indutores das enzimas hepáticas (por ex. diversos anticonvulsivantes e antimicrobianos) pode aumentar a depuração das hormonas sexuais e pode reduzir a eficácia clínica. Estas propriedades indutoras das enzimas hepáticas têm sido atribuídas às hidantoínas, barbituratos, primidona, carbamazepina e rifampicina, sendo também suspeitas para a oxcarbazepina, topiramato, felbamato e griseofulvina. A indução enzimática máxima geralmente não se verifica antes das 2-3 semanas, mas poderá permanecer durante, pelo menos, 4 semanas após a interrupção da terapêutica farmacológica. - Oxcarbazepina
Não recomendado/Evitar

Clopidogrel + Oxcarbazepina

Observações: N.D.
Interações: Outras terapêuticas concomitantes: Uma vez que o clopidogrel é metabolizado no seu metabolito activo em parte pelo CYP2C19, o uso de medicamentos que inibem a actividade desta enzima têm um resultado esperado de redução dos níveis do metabolito activo do clopidogrel e uma redução na eficácia clínica. O uso concomitante de medicamentos que inibem o CYP2C19 deve ser desencorajado. Os fármacos que inibem o CYP2C19 incluem omeprazol e esomeprazol, fluvoxamina, fluoxetina, moclobemida, voriconazol, fluconazol, ticlopidina, ciprofloxacina, cimetidina, carbamazepina, oxcarbazepina e cloranfenicol. - Oxcarbazepina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Norgestrel + Valerato de estradiol + Oxcarbazepina

Observações: A contracepção hormonal deve ser interrompida quando a THS é iniciada e a doente deve ser aconselhada a tomar medidas contraceptivas não-hormonais, se necessário.
Interações: Interações medicamentosas: Tratamento prolongado com fármacos indutores das enzimas hepáticas (por ex. diversos anticonvulsivantes e antimicrobianos) pode aumentar a depuração das hormonas sexuais e pode reduzir a eficácia clínica. Estas propriedades indutoras das enzimas hepáticas têm sido atribuídas às hidantoínas, barbituratos, primidona, carbamazepina e rifampicina, sendo também suspeitas para a oxcarbazepina, topiramato, felbamato e griseofulvina. A indução enzimática máxima geralmente não se verifica antes das 2-3 semanas, mas poderá permanecer durante, pelo menos, 4 semanas após a interrupção da terapêutica farmacológica. - Oxcarbazepina
Usar com precaução

Clopidogrel + Ácido acetilsalicílico + Oxcarbazepina

Observações: N.D.
Interações: Outras terapêuticas concomitantes com clopidogrel: Uma vez que o clopidogrel é metabolizado no seu metabolito ativo em parte pelo CYP2C19, o uso de medicamentos que inibem a atividade desta enzima têm um resultado esperado de redução dos níveis do metabolito ativo do clopidogrel. A relevância clínica desta interação é incerta. Como precaução o uso concomitante de inibidores fortes ou moderados do CYP2C19 deve ser desencorajado. Os medicamentos que inibem o CYP2C19 incluem omeprazol e esomeprazol, fluvoxamina, fluoxetina, moclobemida, voriconazol, fluconazol, ticlopidina, ciprofloxacina, cimetidina, carbamazepina, oxcarbazepina e cloranfenicol. - Oxcarbazepina
Usar com precaução

Oxcarbazepina + Fenobarbital

Observações: N.D.
Interações: Inibição enzimática: A Oxcarbazepina foi avaliada em microssomas hepáticos humanos com o objectivo de determinar a sua capacidade de inibir as principais enzimas do citocromo P450 responsáveis pelo metabolismo de outros fármacos. Os resultados demonstram que a oxcarbazepina e o seu metabolito farmacologicamente activo (derivado monohidroxi, DMH) inibem a CYP2C19. Assim, poderão surgir interações quando se co-administram doses elevadas de oxcarbazepina com fármacos que são metabolizados pela CYP2C19 (por ex. fenobarbitona, fenitoína). Em alguns doentes tratados com oxcarbazepina e fármacos metabolizados via CYP2C19 poderá ser necessária uma redução dos fármacos co-administrados. Fármacos antiepiléticos: Nos estudos clínicos foram avaliadas as potenciais interações entre oxcarbazepina e outros fármacos antiepiléticos (AEs). O efeito destas interações nas AUCs e Cmin médias está resumido a seguir. Influência da oxcarbazepina na concentração do fármaco AE: Carbamazepina: 0-22% de diminuição (30% de aumento de carbamazepina-epóxido) Clobazan: Não estudada. Felbamato: Não estudada. Fenobarbitona: 14-15% de aumento. Fenitoína: 0-40% de aumento. Ácido valpróico: Sem influência. Influência do fármaco AE na concentração do DMH: Carbamazepina: 40% de diminuição. Clobazan: Sem influência. Felbamato: Sem influência. Fenobarbitona: 30-31% de diminuição. Fenitoína: 29-35% de diminuição. Ácido valpróico: 0-18% de diminuição. No entanto, o aumento do nível de fenobarbitona é pequeno (15%) quando administrada com oxcarbazepina. Fortes indutores das enzimas do citocromo P450 (i.e. carbamazepina, fenitoína e fenobarbitona) demonstraram diminuir os níveis plasmáticos do DMH (29-40%). Não foi observada auto-indução com oxcarbazepina. - Fenobarbital
Sem efeito descrito

Oxcarbazepina + Inibidores do CYP1A2

Observações: N.D.
Interações: Em microssomas hepáticos humanos, a oxcarbazepina e o DMH têm pouca ou nenhuma capacidade para actuar como inibidores das seguintes enzimas: CYP1A2, CYP2A6, CYP2C9, CYPD6, CYP2E1, CYP4A9 e CYP4A11. - Inibidores do CYP1A2
Sem efeito descrito

Oxcarbazepina + Inibidores da CYP2A6

Observações: N.D.
Interações: Em microssomas hepáticos humanos, a oxcarbazepina e o DMH têm pouca ou nenhuma capacidade para actuar como inibidores das seguintes enzimas: CYP1A2, CYP2A6, CYP2C9, CYPD6, CYP2E1, CYP4A9 e CYP4A11. - Inibidores da CYP2A6
Sem efeito descrito

Oxcarbazepina + Inibidores do CYP2C9

Observações: N.D.
Interações: Em microssomas hepáticos humanos, a oxcarbazepina e o DMH têm pouca ou nenhuma capacidade para actuar como inibidores das seguintes enzimas: CYP1A2, CYP2A6, CYP2C9, CYPD6, CYP2E1, CYP4A9 e CYP4A11. - Inibidores do CYP2C9
Sem efeito descrito

Oxcarbazepina + Inibidores da CYP2E1

Observações: N.D.
Interações: Em microssomas hepáticos humanos, a oxcarbazepina e o DMH têm pouca ou nenhuma capacidade para actuar como inibidores das seguintes enzimas: CYP1A2, CYP2A6, CYP2C9, CYPD6, CYP2E1, CYP4A9 e CYP4A11. - Inibidores da CYP2E1
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Oxcarbazepina + Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio)

Observações: N.D.
Interações: Indução enzimática: A oxcarbazepina e o DMH induzem in vitro e in vivo, os citocromos CYP3A4 e CYP3A5 responsáveis pelo metabolismo dos antagonistas do cálcio dihidropiridínicos, contracetivos orais e fármacos antiepiléticos (p.ex. carbamazepina) o que resulta em concentrações plasmáticas mais baixas destes medicamentos. In vitro, o DMH é um fraco indutor da UDP-glucoronil transferase e, assim, é improvável que in vivo tenha efeito em fármacos que são eliminados principalmente por conjugação através de UDP-glucoronil tranferases (p.ex. ácido valpróico, lamotrigina). Mesmo considerando o fraco potencial de indução da oxcarbazepina e do DMH, poderá ser necessária uma dose maior dos fármacos usados concomitantemente que são metabolizados via CYP3A4 ou por conjugação (UDPGT). Em caso de interrupção da terapia com Oxcarbazepina, poderá ser necessária uma redução da dose da medicação concomitante. Estudos de indução realizados com hepatócitos humanos confirmaram a oxcarbazepina e o DMH como fracos indutores das isoenzimas da sub-familia 2B e 3A4CYP. O potencial de indução da oxcarbazepina/ DMH nas outras isoenzimas CYP não é conhecido. Antagonistas do cálcio: Após a co-administração repetida de oxcarbazepina, os valores de AUC da felodipina baixaram em 28%. - Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio)
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Oxcarbazepina + Contracetivos orais

Observações: N.D.
Interações: Indução enzimática: A oxcarbazepina e o DMH induzem in vitro e in vivo, os citocromos CYP3A4 e CYP3A5 responsáveis pelo metabolismo dos antagonistas do cálcio dihidropiridínicos, contracetivos orais e fármacos antiepiléticos (p.ex. carbamazepina) o que resulta em concentrações plasmáticas mais baixas destes medicamentos. In vitro, o DMH é um fraco indutor da UDP-glucoronil transferase e, assim, é improvável que in vivo tenha efeito em fármacos que são eliminados principalmente por conjugação através de UDP-glucoronil tranferases (p.ex. ácido valpróico, lamotrigina). Mesmo considerando o fraco potencial de indução da oxcarbazepina e do DMH, poderá ser necessária uma dose maior dos fármacos usados concomitantemente que são metabolizados via CYP3A4 ou por conjugação (UDPGT). Em caso de interrupção da terapia com Oxcarbazepina, poderá ser necessária uma redução da dose da medicação concomitante. Estudos de indução realizados com hepatócitos humanos confirmaram a oxcarbazepina e o DMH como fracos indutores das isoenzimas da sub-familia 2B e 3A4CYP. O potencial de indução da oxcarbazepina/ DMH nas outras isoenzimas CYP não é conhecido. Contracetivos hormonais: A oxcarbazepina demonstrou ter influência nos dois componentes, etinilestradiol (EE) e levonorgestrel (LNG), de um contracetivo oral. Os valores de AUC médios de EE e LNG diminuíram em 48-52% e 32-52% respectivamente. Não foram realizados estudos com outros contracetivos orais ou implantáveis. Assim, a utilização simultânea de oxcarbazepina com contracetivos hormonais pode tornar estes contracetivos ineficazes. - Contracetivos orais
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Oxcarbazepina + Antiepilépticos (AEs)

Observações: N.D.
Interações: Indução enzimática: A oxcarbazepina e o DMH induzem in vitro e in vivo, os citocromos CYP3A4 e CYP3A5 responsáveis pelo metabolismo dos antagonistas do cálcio dihidropiridínicos, contracetivos orais e fármacos antiepiléticos (p.ex. carbamazepina) o que resulta em concentrações plasmáticas mais baixas destes medicamentos. In vitro, o DMH é um fraco indutor da UDP-glucoronil transferase e, assim, é improvável que in vivo tenha efeito em fármacos que são eliminados principalmente por conjugação através de UDP-glucoronil tranferases (p.ex. ácido valpróico, lamotrigina). Mesmo considerando o fraco potencial de indução da oxcarbazepina e do DMH, poderá ser necessária uma dose maior dos fármacos usados concomitantemente que são metabolizados via CYP3A4 ou por conjugação (UDPGT). Em caso de interrupção da terapia com Oxcarbazepina, poderá ser necessária uma redução da dose da medicação concomitante. Estudos de indução realizados com hepatócitos humanos confirmaram a oxcarbazepina e o DMH como fracos indutores das isoenzimas da sub-familia 2B e 3A4CYP. O potencial de indução da oxcarbazepina/ DMH nas outras isoenzimas CYP não é conhecido. - Antiepilépticos (AEs)
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Oxcarbazepina + Carbamazepina

Observações: N.D.
Interações: Indução enzimática: A oxcarbazepina e o DMH induzem in vitro e in vivo, os citocromos CYP3A4 e CYP3A5 responsáveis pelo metabolismo dos antagonistas do cálcio dihidropiridínicos, contracetivos orais e fármacos antiepiléticos (p.ex. carbamazepina) o que resulta em concentrações plasmáticas mais baixas destes medicamentos. In vitro, o DMH é um fraco indutor da UDP-glucoronil transferase e, assim, é improvável que in vivo tenha efeito em fármacos que são eliminados principalmente por conjugação através de UDP-glucoronil tranferases (p.ex. ácido valpróico, lamotrigina). Mesmo considerando o fraco potencial de indução da oxcarbazepina e do DMH, poderá ser necessária uma dose maior dos fármacos usados concomitantemente que são metabolizados via CYP3A4 ou por conjugação (UDPGT). Em caso de interrupção da terapia com Oxcarbazepina, poderá ser necessária uma redução da dose da medicação concomitante. Estudos de indução realizados com hepatócitos humanos confirmaram a oxcarbazepina e o DMH como fracos indutores das isoenzimas da sub-familia 2B e 3A4CYP. O potencial de indução da oxcarbazepina/ DMH nas outras isoenzimas CYP não é conhecido. Fármacos antiepiléticos: Nos estudos clínicos foram avaliadas as potenciais interações entre oxcarbazepina e outros fármacos antiepiléticos (AEs). O efeito destas interações nas AUCs e Cmin médias está resumido a seguir. Influência da oxcarbazepina na concentração do fármaco AE: Carbamazepina: 0-22% de diminuição (30% de aumento de carbamazepina-epóxido) Clobazan: Não estudada. Felbamato: Não estudada. Fenobarbitona: 14-15% de aumento. Fenitoína: 0-40% de aumento. Ácido valpróico: Sem influência. Fármacos antiepiléticos: Nos estudos clínicos foram avaliadas as potenciais interações entre oxcarbazepina e outros fármacos antiepiléticos (AEs). O efeito destas interações nas AUCs e Cmin médias está resumido a seguir. Influência do fármaco AE na concentração do DMH: Carbamazepina: 40% de diminuição. Clobazan: Sem influência. Felbamato: Sem influência. Fenobarbitona: 30-31% de diminuição. Fenitoína: 29-35% de diminuição. Ácido valpróico: 0-18% de diminuição. Fortes indutores das enzimas do citocromo P450 (i.e. carbamazepina, fenitoína e fenobarbitona) demonstraram diminuir os níveis plasmáticos do DMH (29-40%). Não foi observada auto-indução com oxcarbazepina. - Carbamazepina
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Oxcarbazepina + Ácido Valpróico (Valproato de sódio)

Observações: N.D.
Interações: Indução enzimática: A oxcarbazepina e o DMH induzem in vitro e in vivo, os citocromos CYP3A4 e CYP3A5 responsáveis pelo metabolismo dos antagonistas do cálcio dihidropiridínicos, contracetivos orais e fármacos antiepiléticos (p.ex. carbamazepina) o que resulta em concentrações plasmáticas mais baixas destes medicamentos. In vitro, o DMH é um fraco indutor da UDP-glucoronil transferase e, assim, é improvável que in vivo tenha efeito em fármacos que são eliminados principalmente por conjugação através de UDP-glucoronil tranferases (p.ex. ácido valpróico, lamotrigina). Mesmo considerando o fraco potencial de indução da oxcarbazepina e do DMH, poderá ser necessária uma dose maior dos fármacos usados concomitantemente que são metabolizados via CYP3A4 ou por conjugação (UDPGT). Em caso de interrupção da terapia com Oxcarbazepina, poderá ser necessária uma redução da dose da medicação concomitante. Estudos de indução realizados com hepatócitos humanos confirmaram a oxcarbazepina e o DMH como fracos indutores das isoenzimas da sub-familia 2B e 3A4CYP. O potencial de indução da oxcarbazepina/ DMH nas outras isoenzimas CYP não é conhecido. Fármacos antiepiléticos: Nos estudos clínicos foram avaliadas as potenciais interações entre oxcarbazepina e outros fármacos antiepiléticos (AEs). O efeito destas interações nas AUCs e Cmin médias está resumido a seguir. Influência da oxcarbazepina na concentração do fármaco AE: Carbamazepina: 0-22% de diminuição (30% de aumento de carbamazepina-epóxido) Clobazan: Não estudada. Felbamato: Não estudada. Fenobarbitona: 14-15% de aumento. Fenitoína: 0-40% de aumento. Ácido valpróico: Sem influência. Influência do fármaco AE na concentração do DMH: Carbamazepina: 40% de diminuição. Clobazan: Sem influência. Felbamato: Sem influência. Fenobarbitona: 30-31% de diminuição. Fenitoína: 29-35% de diminuição. Ácido valpróico: 0-18% de diminuição. - Ácido Valpróico (Valproato de sódio)
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Oxcarbazepina + Lamotrigina

Observações: N.D.
Interações: Indução enzimática: A oxcarbazepina e o DMH induzem in vitro e in vivo, os citocromos CYP3A4 e CYP3A5 responsáveis pelo metabolismo dos antagonistas do cálcio dihidropiridínicos, contracetivos orais e fármacos antiepiléticos (p.ex. carbamazepina) o que resulta em concentrações plasmáticas mais baixas destes medicamentos. In vitro, o DMH é um fraco indutor da UDP-glucoronil transferase e, assim, é improvável que in vivo tenha efeito em fármacos que são eliminados principalmente por conjugação através de UDP-glucoronil tranferases (p.ex. ácido valpróico, lamotrigina). Mesmo considerando o fraco potencial de indução da oxcarbazepina e do DMH, poderá ser necessária uma dose maior dos fármacos usados concomitantemente que são metabolizados via CYP3A4 ou por conjugação (UDPGT). Em caso de interrupção da terapia com Oxcarbazepina, poderá ser necessária uma redução da dose da medicação concomitante. Estudos de indução realizados com hepatócitos humanos confirmaram a oxcarbazepina e o DMH como fracos indutores das isoenzimas da sub-familia 2B e 3A4CYP. O potencial de indução da oxcarbazepina/ DMH nas outras isoenzimas CYP não é conhecido. - Lamotrigina
Consultar informação atualizada

Oxcarbazepina + Clobazam

Observações: N.D.
Interações: Fármacos antiepiléticos: Nos estudos clínicos foram avaliadas as potenciais interações entre oxcarbazepina e outros fármacos antiepiléticos (AEs). O efeito destas interações nas AUCs e Cmin médias está resumido a seguir. Influência da oxcarbazepina na concentração do fármaco AE: Carbamazepina: 0-22% de diminuição (30% de aumento de carbamazepina-epóxido) Clobazan: Não estudada. Felbamato: Não estudada. Fenobarbitona: 14-15% de aumento. Fenitoína: 0-40% de aumento. Ácido valpróico: Sem influência. Influência do fármaco AE na concentração do DMH: Carbamazepina: 40% de diminuição. Clobazan: Sem influência. Felbamato: Sem influência. Fenobarbitona: 30-31% de diminuição. Fenitoína: 29-35% de diminuição. Ácido valpróico: 0-18% de diminuição. - Clobazam
Consultar informação atualizada

Oxcarbazepina + Felbamato

Observações: N.D.
Interações: Fármacos antiepiléticos: Nos estudos clínicos foram avaliadas as potenciais interações entre oxcarbazepina e outros fármacos antiepiléticos (AEs). O efeito destas interações nas AUCs e Cmin médias está resumido a seguir. Influência da oxcarbazepina na concentração do fármaco AE: Carbamazepina: 0-22% de diminuição (30% de aumento de carbamazepina-epóxido) Clobazan: Não estudada. Felbamato: Não estudada. Fenobarbitona: 14-15% de aumento. Fenitoína: 0-40% de aumento. Ácido valpróico: Sem influência. Influência do fármaco AE na concentração do DMH: Carbamazepina: 40% de diminuição. Clobazan: Sem influência. Felbamato: Sem influência. Fenobarbitona: 30-31% de diminuição. Fenitoína: 29-35% de diminuição. Ácido valpróico: 0-18% de diminuição. - Felbamato
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Oxcarbazepina + Contracetivos hormonais

Observações: N.D.
Interações: Contracetivos hormonais: A oxcarbazepina demonstrou ter influência nos dois componentes, etinilestradiol (EE) e levonorgestrel (LNG), de um contracetivo oral. Os valores de AUC médios de EE e LNG diminuíram em 48-52% e 32-52% respectivamente. Não foram realizados estudos com outros contracetivos orais ou implantáveis. Assim, a utilização simultânea de oxcarbazepina com contracetivos hormonais pode tornar estes contracetivos ineficazes. - Contracetivos hormonais
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Oxcarbazepina + Etinilestradiol

Observações: N.D.
Interações: Contracetivos hormonais: A oxcarbazepina demonstrou ter influência nos dois componentes, etinilestradiol (EE) e levonorgestrel (LNG), de um contracetivo oral. Os valores de AUC médios de EE e LNG diminuíram em 48-52% e 32-52% respectivamente. Não foram realizados estudos com outros contracetivos orais ou implantáveis. Assim, a utilização simultânea de oxcarbazepina com contracetivos hormonais pode tornar estes contracetivos ineficazes. - Etinilestradiol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Oxcarbazepina + Levonorgestrel

Observações: N.D.
Interações: Contracetivos hormonais: A oxcarbazepina demonstrou ter influência nos dois componentes, etinilestradiol (EE) e levonorgestrel (LNG), de um contracetivo oral. Os valores de AUC médios de EE e LNG diminuíram em 48-52% e 32-52% respectivamente. Não foram realizados estudos com outros contracetivos orais ou implantáveis. Assim, a utilização simultânea de oxcarbazepina com contracetivos hormonais pode tornar estes contracetivos ineficazes. - Levonorgestrel
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Oxcarbazepina + Felodipina

Observações: N.D.
Interações: Antagonistas do cálcio: Após a co-administração repetida de oxcarbazepina, os valores de AUC da felodipina baixaram em 28%. - Felodipina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Oxcarbazepina + Verapamilo

Observações: N.D.
Interações: Por outro lado, o verapamil causou uma diminuição de 20% dos níveis plasmáticos do DMH (cerca de 10% mais elevados após a co-administração repetida). - Verapamilo
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Oxcarbazepina + Varfarina

Observações: N.D.
Interações: Os resultados com varfarina não evidenciaram interacção quer com doses únicas quer com doses repetidas de oxcarbazepina. - Varfarina
Não recomendado/Evitar

Oxcarbazepina + Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)

Observações: N.D.
Interações: Teoricamente (relação estrutural com os antidepressivos tricíclicos) não se recomenda a utilização de oxcarbazepina com inibidores da monoaminoxidase (IMAOs). - Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)
Sem significado Clínico

Oxcarbazepina + Antidepressores (Tricíclicos)

Observações: N.D.
Interações: Nos ensaios clínicos foram incluídos doentes medicados com antidepressivos tricíclicos e não foram observadas interações clinicamente significativas. - Antidepressores (Tricíclicos)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Oxcarbazepina + Lítio

Observações: N.D.
Interações: A associação de lítio e oxcarbarzepina pode provocar neurotoxicidade aumentada. - Lítio
Sem efeito descrito

Oxcarbazepina + Inibidores da CYPD6

Observações: N.D.
Interações: Em microssomas hepáticos humanos, a oxcarbazepina e o DMH têm pouca ou nenhuma capacidade para actuar como inibidores das seguintes enzimas: CYP1A2, CYP2A6, CYP2C9, CYPD6, CYP2E1, CYP4A9 e CYP4A11. - Inibidores da CYPD6
Sem efeito descrito

Oxcarbazepina + Inibidores da CYP4A11

Observações: N.D.
Interações: Em microssomas hepáticos humanos, a oxcarbazepina e o DMH têm pouca ou nenhuma capacidade para actuar como inibidores das seguintes enzimas: CYP1A2, CYP2A6, CYP2C9, CYPD6, CYP2E1, CYP4A9 e CYP4A11. - Inibidores da CYP4A11
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Primidona + Oxcarbazepina

Observações: Tanto a primidona como o seu principal metabolito, o fenobarbital, induzem a actividade enzimática hepática, principalmente o sistema enzimático CYP4503A4. Isto pode provocar alterações na farmacocinética de fármacos administrados simultaneamente.
Interações: Os fármacos cujo metabolismo possa ser aumentado e levar a uma diminuição da concentração plasmática e/ou diminuição do tempo de semi-vida, devido a uma terapêutica concomitante são: Androgéneos, beta-antagonistas, carbamazepina, ciclosporina, clonazepam, cloranfenicol, corticosteróides/glucocorticóides, ciclofosfamida, dicumarinas, digitoxina, doxiciclina, etosuxamida, etoposido, felbamato, granissetrom, lamotrigina, losartan, metadona, metronidazol, mianserina, Montelucaste, nelfinavir, nimodipina, contracetivos orais, oxcarbazepina, fentoína, quinidina, rocurónio, valproato de sódio, tiagabina, teofilinas, topiramato, antidepressores tricíclicos, vecurónio, varfarina e zonisamida. - Oxcarbazepina
Não recomendado/Evitar

Ledipasvir + Sofosbuvir + Oxcarbazepina

Observações: Quaisquer interações que tenham sido identificadas com cada uma destas substâncias ativas individualmente podem ocorrer com a associação de Ledipasvir/Sofosbuvir.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar Ledipasvir/sofosbuvir: O ledipasvir e o sofosbuvir são substratos do transportador de fármacos P-gp e da BCRP, enquanto o GS-331007 não é. Os medicamentos que são indutores moderados da P-gp no intestino (p. ex., oxcarbazepina) podem diminuir as concentrações plasmáticas do ledipasvir e do sofosbuvir levando à redução do efeito terapêutico de Ledipasvir/sofosbuvir. A coadministração destes medicamentos com Ledipasvir/sofosbuvir não é recomendada. Interações entre Ledipasvir/sofosbuvir e outros medicamentos ANTICONVULSIVANTES Oxcarbazepina Prevê-se que a coadministração de Ledipasvir/sofosbuvir com oxcarbazepina diminua a concentração de ledipasvir e de sofosbuvir, levando a uma redução do efeito terapêutico de Ledipasvir/sofosbuvir. Esta coadministração não é recomendada. - Oxcarbazepina
Usar com precaução

Etinilestradiol + Etonogestrel + Oxcarbazepina

Observações: N.D.
Interações: Interações com outros medicamentos As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos podem originar hemorragias intracíclicas e/ou falência contracetiva. Foram descritas na literatura as seguintes interações: Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas microssomais, o que pode resultar numa depuração aumentada das hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, carbamazepina, rifampicina e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, ritonavir, griseofulvina e produtos contendo hipericão [Hypericum perforatum]). As mulheres que estejam a fazer tratamento com qualquer um destes fármacos deverão usar, temporariamente, um método de barreira. Durante o tempo de uso concomitante com fármacos indutores das enzimas microssomais hepáticas e 28 dias após a sua suspensão, deverá ser usado um método de barreira. - Oxcarbazepina
Usar com precaução

Etonogestrel + Oxcarbazepina

Observações: N.D.
Interações: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Oxcarbazepina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dienogest + Etinilestradiol + Oxcarbazepina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. As interações do etinilestradiol e o dienogest, com outros medicamentos podem aumentar ou diminuir ou ambas, as concentrações séricas das hormonas esteroides. A redução das concentrações séricas de etinilestradiol/dienogest pode levar a um aumento das hemorragias intercorrentes e dos distúrbios menstruais e reduzir a eficácia do contracetivo do Dienogest / Etinilestradiol; o aumento de etinilestradiol/dienogest nos níveis séricos pode levar a um aumento de incidência e aumento da expressão de efeitos secundários.
Interações: Os seguintes medicamentos podem diminuir as concentrações séricas das hormonas esteroides contidas no Dienogest / Etinilestradiol: - todos os agentes que aumentam o risco de motilidade gastrointestinal, tais como a metoclopramida, - Medicamentos indutores, as enzimas microssomais hepáticas, tais como a rifampicina, rifabutina, barbitúricos, anticonvulsivantes (como barbexaclona, carbamazepina, oxcarbazepina, fenitoína, primidona, topiramato e felbamato), griseofulvina, modafinil, Erva de São João (Hypericum perforatum). Foi notificado que tanto os inibidores da protease do VIH (por exemplo, ritonavir) como os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa (por exemplo, nevirapina), bem como a combinação de ambos, podem influenciar o metabolismo hepático. - Certos antibióticos (por exemplo, ampicilina, tetraciclina) em algumas mulheres, possivelmente através de uma redução da circulação entero-hepática dos estrogénios. Deve ser utilizado um método não hormonal contracetivo adicional quando existir terapia concomitante com estes medicamentos e a toma de Dienogest / Etinilestradiol, durante o tratamento e nos primeiros 7 dias. As mulheres a fazerem um tratamento a curto prazo (até uma semana) com um medicamento dos grupos acima referidos, ou com qualquer uma das substâncias ativas para além da rifampicina devem utilizar temporariamente um método de barreira juntamente com as COCs, ou seja, durante o período de tempo de administração concomitante, bem como durante 14 dias após a descontinuação do mesmo. As mulheres tratadas com rifampicina devem utilizar para além do COC um método de barreira adicional durante o período de tempo de administração da rifampicina, assim como durante 28 dias após a sua descontinuação. Em mulheres com tratamento crónico com fármacos indutores das enzimas hepáticas, recomenda-se a utilização de outro método contracetivo não hormonal fiável. Se existir utilização concomitante de medicamentos com essas substâncias durante o último comprimido da embalagem deve iniciar-se imediatamente o novo blister após o último comprimido do primeiro blister sem fazer o habitual intervalo sem toma de comprimidos. Se for necessário um tratamento a longo prazo com estes medicamentos, deve-se utilizar de preferência métodos contracetivos não hormonais. - Oxcarbazepina
Não recomendado/Evitar

Ulipristal (Acetato de ulipristal) + Oxcarbazepina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos potenciais de outros medicamentos sobre o acetato de ulipristal: O acetato de ulipristal é metabolizado in vitro pelo CYP3A4. Indutores do CYP3A4: Os resultados in vivo revelam que a administração do acetato de ulipristal com um forte indutor do CYP3A4 como a rifampicina diminui marcadamente a Cmax e a AUC do acetato de ulipristal em 90% ou mais e diminuia semivida do acetato de ulipristal em 2,2 vezes correspondendo a uma diminuição em aproximadamente 10 vezes da exposição ao acetato de ulipristal. A utilização concomitante de Ulipristal com indutores do CYP3A4 (por ex., rifampicina, fenitoína, fenobarbital, carbamazepina, efavirenz, fosfenitoína, nevirapina, oxcarbazepina, primidona, rifabutina, hipericão/Hypericum perforatum) reduz, assim, as concentrações de plasma do acetado de ulipristal e pode resultar numa diminuição da eficácia de Ulipristal, logo não é recomendada. - Oxcarbazepina
Sem significado Clínico

Lamotrigina + Oxcarbazepina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de outros medicamentos na glucuronidação da LAMOTRIGINA Medicamentos que não inibem ou induzem significativamente a glucuronidação da lamotrigina: Oxcarbazepina; Felbamato; Gabapentina; Levetiracetam; Pregabalina; Topiramato; Zonisamida; Lítio; Bupropiom; Olanzapina. Interações envolvendo fármacos antiepiléticos: Alguns fármacos AE (tais como fenitoína, carbamazepina, fenobarbital e primidona) indutores das enzimas metabolizadoras hepáticas induzem a glucuronidação da lamotrignia e aumentam o metabolismo da lamotrigina. Em doentes tratados com terapêutica de associação com fenitoína, carbamazepina, fenobarbital ou primidona, deverá ser utilizado o regime terapêutico apropriado. Após a introdução da lamotrigina, em doentes em tratamento com carbamazepina, foram notificados efeitos no sistema nervoso central, incluindo tonturas, ataxia, diplopia, visão turva e náuseas. Estes efeitos resolvem, geralmente, com redução da dose de carbamazepina. Foi observado um efeito semelhante durante um estudo com lamotrigina e oxcarbazepina, em voluntários adultos saudáveis, no entanto, não foi estudada a redução da dose. Existem dados da literatura publicada sobre diminuição dos níveis de lamotrigina, quando a lamotrigina foi administrada em associação à oxcarbazepina. No entanto, num estudo com voluntários adultos saudáveis, utilizando doses de 200 mg de lamotrigina e 1200 mg de oxcarbazepina, verificou-se que a oxcarbazepina não alterou o metabolismo da lamotrigina e a lamotrigina também não alterou o metabolismo da oxcarbazepina. Assim, nos doentes tratados com terapêutica de associação com oxcarbazepina, deverá ser utilizado o regime terapêutico para a lamotrigina em terapêutica de associação sem valproato e sem indutores da glucuronidação da lamotrigina. - Oxcarbazepina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Guanfacina + Oxcarbazepina

Observações: N.D.
Interações: Indutores da CYP3A4: Quando os doentes estão a tomar Guanfacina concomitantemente com um indutor da CYP3A4, propõe-se um aumento da dose de Guanfacina no intervalo de doses recomendado. Verificou-se uma diminuição considerável da taxa e da extensão de exposição da guanfacina quando coadministrada com rifampicina, um indutor da CYP3A4. As concentrações plasmáticas máximas (Cmax) e a exposição (AUC) da guanfacina diminuíram respetivamente em 54% e 70%. Outros indutores da CYP3A4 podem ter um efeito comparável. Indutores da CYP3A4: Bosentano, Carbamazepina, Efavirenz, Etravirina, Modafinil, Nevirapina, Oxcarbazepina, Fenobarbital, Fenitoína, Primidona, Rifabutina, Rifampicina, Hipericão. - Oxcarbazepina
Não recomendado/Evitar

Glecaprevir + Pibrentasvir + Oxcarbazepina

Observações: N.D.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar Glecaprevir / Pibrentasvir A coadministração de Glecaprevir / Pibrentasvir com medicamentos que são indutores moderados P-gp/CYP3A pode reduzir as concentrações plasmáticas de glecaprevir e pibrentasvir (por exemplo oxcarbazepina, eslicarbazepina, lumacaftor, crizotinib). A coadministração de indutores moderados não é recomendada. - Oxcarbazepina
Não recomendado/Evitar

Sofosbuvir + Velpatasvir + Voxilaprevir + Oxcarbazepina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas Medicamentos que podem diminuir a exposição plasmática de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir: Os medicamentos que são indutores moderados da P-gp ou indutores moderados do CYP (p. ex., oxcarbazepina, rifapentina, modafinil ou efavirenz) podem diminuir as concentrações plasmáticas do sofosbuvir, velpatasvir e/ou voxilaprevir, levando à redução do efeito terapêutico de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir. A coadministração destes medicamentos com Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir não é recomendada. Interações farmacocinéticas: Medicamentos que podem diminuir a exposição plasmática de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir: Os medicamentos que são indutores moderados da P-gp ou indutores moderados do CYP (p. ex., oxcarbazepina, rifapentina, modafinil ou efavirenz) podem diminuir as concentrações plasmáticas do sofosbuvir, velpatasvir e/ou voxilaprevir, levando à redução do efeito terapêutico de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir. A coadministração destes medicamentos com Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir não é recomendada. - Oxcarbazepina
Não recomendado/Evitar

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Oxcarbazepina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: ANTICONVULSIVANTES Oxcarbazepina Tendo por base considerações teóricas, é expectável que estes anticonvulsivantes diminua mas concentrações plasmáticas de darunavir e/ou cobicistate e/ou tenofovir alafenamida. (indução do CYP3A e/ou da glicoproteína-P) A administração concomitante deste medicamento e oxcarbazepina não é recomendada. Em alternativa devem ser considerados os anticonvulsivantes. - Oxcarbazepina
Contraindicado

Dolutegravir + Rilpivirina + Oxcarbazepina

Observações: n.d.
Interações: Anticonvulsivantes Oxcarbazepina Fenitoína Fenobarbital/Dolutegravir: Os indutores metabólicos podem reduzir significativamente as concentrações plasmáticas dolutegravir/rilpivirina, resultando na perda do efeito terapêutico. A administração concomitante de Dolutegravir + Rilpivirina com estes indutores metabólicos é contraindicada. Oxcarbazepina Fenitoína Fenobarbital/Rilpivirina: Os indutores metabólicos podem reduzir significativamente as concentrações plasmáticas dolutegravir/rilpivirina, resultando na perda do efeito terapêutico. A administração concomitante de Dolutegravir + Rilpivirina com estes indutores metabólicos é contraindicada. - Oxcarbazepina
Não recomendado/Evitar

Bictegravir + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Oxcarbazepina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Oxcarbazepina Fenobarbital Fenitoína (Indução de CYP3A, UGT1A1 e gp-P) Interação não estudada com qualquer um dos componentes deste medicamento. A coadministração de oxcarbazepina, fenobarbital ou fenitoína pode diminuir as concentrações plasmáticas do bictegravir e do tenofovir alafenamida. A coadministração não é recomendada. - Oxcarbazepina
Usar com precaução

Glucose + Oxcarbazepina

Observações: Como em todas as soluções parenterais, devem ser verificadas as compatibilidades ao adicionar medicamentos. Devido ao seu pH ácido, a solução pode ser incompatível com outros medicamentos, pelo que antes de combinar a solução de glucose com outro medicamento deve verificar-se que o intervalo de pH em que este é efetivo se encontra dentro do intervalo de pH da solução de glucose a (pH = 3,5 – 6,5).
Interações: Outros medicamentos que aumentam o risco de hiponatremia também incluem os diuréticos em geral e antiepiléticos como a oxcarbazepina. - Oxcarbazepina
Contraindicado

Doravirina + Lamivudina + Tenofovir + Oxcarbazepina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Anticonvulsivantes Carbamazepina, oxcarbazepina, fenobarbital, fenitoína: A administração concomitante é contraindicada. - Oxcarbazepina
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interações da Oxcarbazepina
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 08 de Setembro de 2020