Ticlopidina
O que é
A Ticlopidina é um inibidor eficaz da agregação das plaquetas.
É um profármaco que é metabolizado a uma forma activa, o que bloqueia o receptor de ADP que está envolvida na activação do receptor GPIIb / IIIa conduz à agregação de plaquetas.
Ticlopidina é indicado para pacientes que não podem tomar aspirina ou para aqueles em que a aspirina não conseguiu evitar um acidente vascular cerebral trombótico.
O rótulo FDA inclui um aviso de caixa-preta de neutropenia, anemia aplástica, púrpura trombótico, e agranulocitose, por isso é necessário para monitorar WBC e plaquetas dos pacientes quando eles estão tomando ticlopidina.
É um profármaco que é metabolizado a uma forma activa, o que bloqueia o receptor de ADP que está envolvida na activação do receptor GPIIb / IIIa conduz à agregação de plaquetas.
Ticlopidina é indicado para pacientes que não podem tomar aspirina ou para aqueles em que a aspirina não conseguiu evitar um acidente vascular cerebral trombótico.
O rótulo FDA inclui um aviso de caixa-preta de neutropenia, anemia aplástica, púrpura trombótico, e agranulocitose, por isso é necessário para monitorar WBC e plaquetas dos pacientes quando eles estão tomando ticlopidina.
Usos comuns
Usado em pacientes que tiveram um acidente vascular cerebral ou precursores de acidente vascular cerebral que não podem tomar aspirina ou a aspirina não funcionou, para tentar evitar outro acidente vascular cerebral trombótico.
Tipo
Molécula pequena.
Indicações
Redução do risco de ocorrência e recorrência de um acidente vascular cerebral, em doentes que sofreram, pelo menos, um dos seguintes acidentes: acidente vascular cerebral isquémico constituído, acidente vascular cerebral menor, défice neurológico reversível de origem isquémica, acidente isquémico transitório (AIT), incluindo cegueira unilateral transitória.
Prevenção dos acidentes isquémicos, em particular coronários, em doentes com arteriopatia dos membros inferiores no estadio de claudicação intermitente.
Prevenção e correcção das alterações da função plaquetária, induzidas pelos circuitos extracorporais: cirurgia com circulação extracorporal, hemodiálise crónica.
Prevenção das oclusões subagudas após implante de STENT coronário.
Tendo em conta os efeitos adversos hematológicos da ticlopidina, o médico prescritor deve considerar os riscos e benefícios da ticlopidina em relação ao ácido acetilsalicílico, uma vez que a relação benefício/risco é maior nos doentes para os quais o ácido acetilsalicílico não é aconselhável.
Prevenção dos acidentes isquémicos, em particular coronários, em doentes com arteriopatia dos membros inferiores no estadio de claudicação intermitente.
Prevenção e correcção das alterações da função plaquetária, induzidas pelos circuitos extracorporais: cirurgia com circulação extracorporal, hemodiálise crónica.
Prevenção das oclusões subagudas após implante de STENT coronário.
Tendo em conta os efeitos adversos hematológicos da ticlopidina, o médico prescritor deve considerar os riscos e benefícios da ticlopidina em relação ao ácido acetilsalicílico, uma vez que a relação benefício/risco é maior nos doentes para os quais o ácido acetilsalicílico não é aconselhável.
Classificação CFT
4.3.1.3 : Antiagregantes plaquetários
Mecanismo de ação
A Ticlopidina é um inibidor da agregação plaquetária que provoca uma acção dose dependente sobre a agregação plaquetária, com libertação de factores plaquetários, bem como o prolongamento do tempo de hemorragia.
O fármaco não possui actividade in vitro significativa, apenas in vivo, no entanto não existem quaisquer evidências que apontem para a existência de um metabólito activo em circulação.
A Ticlopidina interfere com a agregação plaquetária pela inibição, ADP-dependente, da ligação do fibrinogénio à membrana da plaqueta: não actua por inibição da cicloxigenase, como o faz o ácido acetilsalicílico.
O AMP cíclico plaquetário não parece desempenhar qualquer papel no seu mecanismo de acção.
O tempo de hemorragia, medido pelo método de Ivy, com um garrote a uma pressão de 40 mmHg, prolonga-se duas vezes mais comparativamente aos valores iniciais.
O prolongamento do tempo de hemorragia sem garrote é menos pronunciado.
Após a descontinuação do tratamento, o tempo de hemorragia bem como os outros testes da função plaquetária voltam a valores normais, no espaço de uma semana, para a maioria dos doentes.
O efeito antiagregante plaquetário observa-se nos dois dias que se seguem à administração de Ticlopidina a 250 mg, duas vezes ao dia.
O efeito antiagregante máximo é obtido 5 a 8 dias após a toma de 250 mg, duas vezes ao dia.
Na dose terapêutica, a Ticlopidina inibe entre 50 a 70% a agregação plaquetária induzida por ADP (2,5 μmol/l).
Doses inferiores estão associadas a uma inibição menor da agregação plaquetária.
O efeito da Ticlopidina sobre o risco de acidentes cardiovasculares foi avaliado através de vários ensaios clínicos duplamente cegos.
Num ensaio comparativo entre a Ticlopidina e o ácido acetilsalicílico (the Ticlopidine Aspirin Stroke Study ou TASS), 3069 doentes que apresentavam antecedentes de acidente isquémico
cerebral transitório ou um AVC menor foram incluídos e seguidos, pelo menos durante 2 a 5 anos.
Durante a duração do estudo a Ticlopidina reduziu significativamente o risco de ocorrência de AVC (fatal ou não) em 27% (p=0,011) quando comparado com o ácido acetilsalicílico.
Durante o primeiro ano, quando o risco de AVC é mais elevado, a redução do risco de AVC (fatal e não fatal) comparativamente ao ácido acetilsalicílico foi de 48%.
A redução foi semelhante nos homens e nas mulheres.
Num ensaio comparativo entre a Ticlopidina e o placebo (the Canadian American Ticlopidine Study ou CATS), 1073 doentes com antecedentes de acidente vascular cerebral aterotrombótico foram tratados por um período de 3 anos.
A Ticlopidina reduziu significativamente o risco de global de AVC em 34% (p=0,017) comparativamente ao placebo.
No decorrer do primeiro ano, o risco de ocorrência de AVC (fatal e não fatal) em comparação com o placebo foi de 33%.
Num estudo comparativo entre a Ticlopidina e o placebo ( the Swedish Ticlopidine Multicenter Study ou STIMS) foram incluídos 687 doentes com claudicação intermitente.
A duração média de observação dos doentes, desde a sua inclusão até à avaliação final, foi de 5,6 anos.
A Ticlopidina reduziu significativamente em 29% (p=0,015) a mortalidade global.
A incidência de efeitos cardio e cerebrovasculares (mortais e não mortais) foi diminuída em 41% (p=0;007).
O fármaco não possui actividade in vitro significativa, apenas in vivo, no entanto não existem quaisquer evidências que apontem para a existência de um metabólito activo em circulação.
A Ticlopidina interfere com a agregação plaquetária pela inibição, ADP-dependente, da ligação do fibrinogénio à membrana da plaqueta: não actua por inibição da cicloxigenase, como o faz o ácido acetilsalicílico.
O AMP cíclico plaquetário não parece desempenhar qualquer papel no seu mecanismo de acção.
O tempo de hemorragia, medido pelo método de Ivy, com um garrote a uma pressão de 40 mmHg, prolonga-se duas vezes mais comparativamente aos valores iniciais.
O prolongamento do tempo de hemorragia sem garrote é menos pronunciado.
Após a descontinuação do tratamento, o tempo de hemorragia bem como os outros testes da função plaquetária voltam a valores normais, no espaço de uma semana, para a maioria dos doentes.
O efeito antiagregante plaquetário observa-se nos dois dias que se seguem à administração de Ticlopidina a 250 mg, duas vezes ao dia.
O efeito antiagregante máximo é obtido 5 a 8 dias após a toma de 250 mg, duas vezes ao dia.
Na dose terapêutica, a Ticlopidina inibe entre 50 a 70% a agregação plaquetária induzida por ADP (2,5 μmol/l).
Doses inferiores estão associadas a uma inibição menor da agregação plaquetária.
O efeito da Ticlopidina sobre o risco de acidentes cardiovasculares foi avaliado através de vários ensaios clínicos duplamente cegos.
Num ensaio comparativo entre a Ticlopidina e o ácido acetilsalicílico (the Ticlopidine Aspirin Stroke Study ou TASS), 3069 doentes que apresentavam antecedentes de acidente isquémico
cerebral transitório ou um AVC menor foram incluídos e seguidos, pelo menos durante 2 a 5 anos.
Durante a duração do estudo a Ticlopidina reduziu significativamente o risco de ocorrência de AVC (fatal ou não) em 27% (p=0,011) quando comparado com o ácido acetilsalicílico.
Durante o primeiro ano, quando o risco de AVC é mais elevado, a redução do risco de AVC (fatal e não fatal) comparativamente ao ácido acetilsalicílico foi de 48%.
A redução foi semelhante nos homens e nas mulheres.
Num ensaio comparativo entre a Ticlopidina e o placebo (the Canadian American Ticlopidine Study ou CATS), 1073 doentes com antecedentes de acidente vascular cerebral aterotrombótico foram tratados por um período de 3 anos.
A Ticlopidina reduziu significativamente o risco de global de AVC em 34% (p=0,017) comparativamente ao placebo.
No decorrer do primeiro ano, o risco de ocorrência de AVC (fatal e não fatal) em comparação com o placebo foi de 33%.
Num estudo comparativo entre a Ticlopidina e o placebo ( the Swedish Ticlopidine Multicenter Study ou STIMS) foram incluídos 687 doentes com claudicação intermitente.
A duração média de observação dos doentes, desde a sua inclusão até à avaliação final, foi de 5,6 anos.
A Ticlopidina reduziu significativamente em 29% (p=0,015) a mortalidade global.
A incidência de efeitos cardio e cerebrovasculares (mortais e não mortais) foi diminuída em 41% (p=0;007).
Posologia orientativa
Adultos
A posologia habitual é de dois comprimidos por dia, a tomar durante as refeições.
A posologia habitual é de dois comprimidos por dia, a tomar durante as refeições.
Administração
Via oral.
É recomendado tomar os comprimidos durante as refeições.
É recomendado tomar os comprimidos durante as refeições.
Contraindicações
Diátese hemorrágica.
Lesões orgânicas com potencial hemorrágico: úlcera gastroduodenal activa ou acidente vascular cerebral hemorrágico em fase aguda.
Hemopatias envolvendo um aumento do tempo de hemorragia.
Antecedentes de manifestações alérgicas à Ticlopidina.
Antecedentes de leucopénia, trombocitopénia ou agranulocitose.
Existência de alterações hematopoiéticas tais como neutropénia e trombocitopénia ou antecedentes de púrpura trombocitopénica trombótica.
Lesões orgânicas com potencial hemorrágico: úlcera gastroduodenal activa ou acidente vascular cerebral hemorrágico em fase aguda.
Hemopatias envolvendo um aumento do tempo de hemorragia.
Antecedentes de manifestações alérgicas à Ticlopidina.
Antecedentes de leucopénia, trombocitopénia ou agranulocitose.
Existência de alterações hematopoiéticas tais como neutropénia e trombocitopénia ou antecedentes de púrpura trombocitopénica trombótica.
Efeitos indesejáveis/adversos
Hematológicos
A monitorização cuidadosa da fórmula sanguínea no âmbito dos dois estudos supracitados revelou uma incidência de 2,4% de neutropénia (<1200 neutrófilos/mm3), que incluía 0,8% de neutropénias graves (<450 neutrófilos/mm3).
Nestes ensaios clínicos, tal como na maioria dos casos referidos pelos estudos de farmacovigilância, a maior parte das neutropénias graves ou das agranulocitoses (<300 neutrófilos/mm3), desenvolvem-se durante os três primeiros meses de tratamento com a Ticlopidina, não tendo sido sempre acompanhadas de sinais de infecção ou de outros sintomas clínicos (necessidade de uma vigilância do hemograma).
Nestes casos verificou-se em geral, uma descida dos precursores mielóides na medula óssea.
Foram referidas, raramente, aplasias medulares ou pancitopénias.
Foram referidos casos isolados e pouco comuns de trombocitopénia (<80.000 / mm3), com a Ticlopidina.
Foram referidos casos raros de púrpura trombocitopénica trombótica.
Efeitos hematológicos raros: agranulocitose, eosinofilia e trombocitose.
Hemorrágicos
No decurso do tratamento, podem surgir frequentemente complicações hemorrágicas, principalmente equimoses ou contusões, bem como epistaxis.
Foram referidas hemorragias peri e pós-cirurgia.
Gastrointestinais
O tratamento com Ticlopidina pode causar perturbações gastrointestinais, sendo a mais comum a diarreia e, em segundo lugar, as náuseas.
Na maior parte dos casos a diarreia é moderada e passageira e surge no decurso dos três primeiros meses de tratamento.
Estas situações resolvem-se normalmente em 1 a 2 semanas sem necessitarem de interrupção de tratamento.
Foram referidos casos muito raros de diarreia grave com colite.
Se o efeito é grave e persistente, é conveniente interromper a terapêutica.
Efeitos gastrointestinais comuns: anorexia, vómitos e dor epigástrica.
Foram descritos casos raros de úlcera péptica.
Cutâneos
A Ticlopidina é frequentemente associada a erupções cutâneas (maculopapular ou urticária, frequentemente acompanhadas de prurido).
Em geral, as erupções cutâneas desenvolvem-se nos três primeiros meses após o início do tratamento e, em média, ao 11º dia.
Se o tratamento for interrompido, os sintomas desaparecem em alguns dias.
Estas erupções cutâneas podem ser generalizadas.
Efeitos cutâneos muito raros: eritema multiforme e Síndrome de Stevens Johnson.
Hepáticos
Foram referidos raros casos de hepatite e icterícia colestática durante os primeiros meses de tratamento.
A sua evolução foi, em geral, favorável após a interrupção do tratamento.
Efeito hepático raro: necrose hepática.
Imunológicos
Foram referidos casos muito raros de reacções imunológicas de expressão diversa: edema de Quincke, vasculite, síndroma lúpico e nefropatia de hipersensibilidade.
Efeitos imunológicos muito raros: artralgia, anafilaxia e pneumopatia alérgica.
Alterações nos testes laboratoriais
Hematológicas
Durante o tratamento com Ticlopidina foram referidas neutropénias e, raramente, pancitopénias, assim como trombocitopénias isoladas ou, excepcionalmente, associadas a uma anemia hemolítica.
Hepáticas
O tratamento com Ticlopidina tem sido associado a um aumento das enzimas hepáticas.
Foi observado, quer no grupo da Ticlopidina, quer no grupo do placebo, um aumento comum (isolado ou não) das fosfatases alcalinas e das transaminases (com uma incidência superior a duas vezes o limite superior normal).
O tratamento pela Ticlopidina foi, igualmente, associado a elevações menores da bilirrubina.
Colesterol
O tratamento crónico com Ticlopidina tem sido associado a um aumento dos níveis séricos do colesterol e dos triglicéridos.
Os níveis séricos de HDL-C, LDL-C, VLDL-C e dos triglicéridos podem ser aumentados 8 a 10% após um a quatro meses; com o prosseguimento da terapêutica não se verificam quaisquer aumentos suplementares.
As taxas das subfrações lipoproteícas (particularmente, a razão entre HDL/LDL) permanecem inalteradas.
Os dados obtidos a partir dos ensaios clínicos demonstraram que o efeito não é dependente da idade, do sexo, do consumo de álcool ou diabetes e não tem qualquer influência no risco cardiovascular.
A monitorização cuidadosa da fórmula sanguínea no âmbito dos dois estudos supracitados revelou uma incidência de 2,4% de neutropénia (<1200 neutrófilos/mm3), que incluía 0,8% de neutropénias graves (<450 neutrófilos/mm3).
Nestes ensaios clínicos, tal como na maioria dos casos referidos pelos estudos de farmacovigilância, a maior parte das neutropénias graves ou das agranulocitoses (<300 neutrófilos/mm3), desenvolvem-se durante os três primeiros meses de tratamento com a Ticlopidina, não tendo sido sempre acompanhadas de sinais de infecção ou de outros sintomas clínicos (necessidade de uma vigilância do hemograma).
Nestes casos verificou-se em geral, uma descida dos precursores mielóides na medula óssea.
Foram referidas, raramente, aplasias medulares ou pancitopénias.
Foram referidos casos isolados e pouco comuns de trombocitopénia (<80.000 / mm3), com a Ticlopidina.
Foram referidos casos raros de púrpura trombocitopénica trombótica.
Efeitos hematológicos raros: agranulocitose, eosinofilia e trombocitose.
Hemorrágicos
No decurso do tratamento, podem surgir frequentemente complicações hemorrágicas, principalmente equimoses ou contusões, bem como epistaxis.
Foram referidas hemorragias peri e pós-cirurgia.
Gastrointestinais
O tratamento com Ticlopidina pode causar perturbações gastrointestinais, sendo a mais comum a diarreia e, em segundo lugar, as náuseas.
Na maior parte dos casos a diarreia é moderada e passageira e surge no decurso dos três primeiros meses de tratamento.
Estas situações resolvem-se normalmente em 1 a 2 semanas sem necessitarem de interrupção de tratamento.
Foram referidos casos muito raros de diarreia grave com colite.
Se o efeito é grave e persistente, é conveniente interromper a terapêutica.
Efeitos gastrointestinais comuns: anorexia, vómitos e dor epigástrica.
Foram descritos casos raros de úlcera péptica.
Cutâneos
A Ticlopidina é frequentemente associada a erupções cutâneas (maculopapular ou urticária, frequentemente acompanhadas de prurido).
Em geral, as erupções cutâneas desenvolvem-se nos três primeiros meses após o início do tratamento e, em média, ao 11º dia.
Se o tratamento for interrompido, os sintomas desaparecem em alguns dias.
Estas erupções cutâneas podem ser generalizadas.
Efeitos cutâneos muito raros: eritema multiforme e Síndrome de Stevens Johnson.
Hepáticos
Foram referidos raros casos de hepatite e icterícia colestática durante os primeiros meses de tratamento.
A sua evolução foi, em geral, favorável após a interrupção do tratamento.
Efeito hepático raro: necrose hepática.
Imunológicos
Foram referidos casos muito raros de reacções imunológicas de expressão diversa: edema de Quincke, vasculite, síndroma lúpico e nefropatia de hipersensibilidade.
Efeitos imunológicos muito raros: artralgia, anafilaxia e pneumopatia alérgica.
Alterações nos testes laboratoriais
Hematológicas
Durante o tratamento com Ticlopidina foram referidas neutropénias e, raramente, pancitopénias, assim como trombocitopénias isoladas ou, excepcionalmente, associadas a uma anemia hemolítica.
Hepáticas
O tratamento com Ticlopidina tem sido associado a um aumento das enzimas hepáticas.
Foi observado, quer no grupo da Ticlopidina, quer no grupo do placebo, um aumento comum (isolado ou não) das fosfatases alcalinas e das transaminases (com uma incidência superior a duas vezes o limite superior normal).
O tratamento pela Ticlopidina foi, igualmente, associado a elevações menores da bilirrubina.
Colesterol
O tratamento crónico com Ticlopidina tem sido associado a um aumento dos níveis séricos do colesterol e dos triglicéridos.
Os níveis séricos de HDL-C, LDL-C, VLDL-C e dos triglicéridos podem ser aumentados 8 a 10% após um a quatro meses; com o prosseguimento da terapêutica não se verificam quaisquer aumentos suplementares.
As taxas das subfrações lipoproteícas (particularmente, a razão entre HDL/LDL) permanecem inalteradas.
Os dados obtidos a partir dos ensaios clínicos demonstraram que o efeito não é dependente da idade, do sexo, do consumo de álcool ou diabetes e não tem qualquer influência no risco cardiovascular.
Advertências

Gravidez:Excepto em casos de indicação formal, a Ticlopidina não deve ser prescrita durante a gravidez.

Aleitamento:Excepto em casos de indicação formal, a Ticlopidina não deve ser prescrita durante o aleitamento.

Insuf. Renal:Pode ser necessária redução da dose; suspender terapêutica se surgirem complicações hemorrágicas.
Precauções gerais
Monitorização hematológica
É necessário determinar os parâmetros hematológicos (incluindo plaquetas) antes do início do tratamento, de duas em duas semanas durante os três primeiros meses de tratamento com Ticlopidina, e durante os 15 dias seguintes à interrupção do mesmo, se esta ocorrer nos três primeiros meses.
Se se verificar a ocorrência de neutropénia (<1500 neutrófilos / mm3), trombocitopénia (<100.000 plaquetas / mm3) ou diminuição do hematócrito, o tratamento deve ser interrompido, devendo determinar-se o hemograma completo, incluindo plaquetas e elementos figurados no sangue (esquistócitos) e creatinina sérica, mantendo-se a monitorização até ao restabelecimento dos valores normais.
Monitorização clínica
Todos os doentes devem ser alvo de uma monitorização cuidadosa, a fim de despistar quaisquer eventuais sinais e sintomas clínicos relacionados com reacções adversas, particularmente durante os primeiros três meses de tratamento.
Os sinais e sintomas que possam estar relacionados com neutropénia (febre, amigdalites, ou ulcerações da cavidade oral), com a trombocitopénia e/ou alterações na hemostase (hemorragias não habituais ou prolongadas, hematomas, púrpura e melenas), ou com icterícia (incluindo urina escura e descoloração das fezes), devem ser explicados ao doente.
Todos os doentes devem ser alertados para descontinuar a medicação e consultar de imediato o médico assistente, logo que se manifeste algum dos sintomas acima descritos.
A decisão de retomar o tratamento deve ser efectuada de acordo com os resultados clínicos e laboratoriais.
O diagnóstico clínico de Púrpura Trombocitopénica Trombótica (PTT) é caracterizado pela presença de trombocitopénia, anemia hemolítica, sintomas neurológicos, disfunção renal e febre.
O início pode ocorrer subitamente.
A maioria dos casos foram reportados nas oito primeiras semanas após o início da terapêutica.
Devido ao risco de desfecho fatal, em caso de suspeita de púrpura trombocitopénica trombótica, recomenda-se contactar uma equipa médica especializada.
Foi referido que o tratamento com plasmaferese melhora o prognóstico.
Hemostase
A Ticlopidina deve ser utilizada com prudência nos doentes susceptíveis a hemorragias.
O fármaco não deve ser administrado em associação com as heparinas, os anticoagulantes orais e os antiagregantes plaquetários, contudo, em casos excepcionais de administração concomitante, deve ser assegurada uma monitorização clínica e laboratorial cuidadosa.
Em doentes sujeitos a cirurgia electiva, o tratamento deve ser, sempre que possível, suspenso pelo menos 10 dias antes da cirurgia.
Numa situação de emergência cirúrgica, numa tentativa de minimizar o risco hemorrágico, bem como o prolongamento do tempo de hemorragia, podem ser utilizados três meios, isolados ou conjuntamente:
− administração de 0,5 a 1 mg/Kg de metilprednisolona I.V., renováveis.
− desmopressina 0,2 a 0,4 μg/Kg.
− transfusão de plaquetas.
Sendo a Ticlopidina extensivamente metabolizada pelo fígado, o fármaco deve ser empregue com precaução no insuficiente hepático, devendo o tratamento ser descontinuado se se desenvolver um quadro de hepatite ou de icterícia.
Em caso de hepatite ou icterícia, deverá ser iniciada uma investigação para o esclarecimento da situação.
Nestes casos, a re-exposição à ticlopidina deve ser evitada.
É necessário determinar os parâmetros hematológicos (incluindo plaquetas) antes do início do tratamento, de duas em duas semanas durante os três primeiros meses de tratamento com Ticlopidina, e durante os 15 dias seguintes à interrupção do mesmo, se esta ocorrer nos três primeiros meses.
Se se verificar a ocorrência de neutropénia (<1500 neutrófilos / mm3), trombocitopénia (<100.000 plaquetas / mm3) ou diminuição do hematócrito, o tratamento deve ser interrompido, devendo determinar-se o hemograma completo, incluindo plaquetas e elementos figurados no sangue (esquistócitos) e creatinina sérica, mantendo-se a monitorização até ao restabelecimento dos valores normais.
Monitorização clínica
Todos os doentes devem ser alvo de uma monitorização cuidadosa, a fim de despistar quaisquer eventuais sinais e sintomas clínicos relacionados com reacções adversas, particularmente durante os primeiros três meses de tratamento.
Os sinais e sintomas que possam estar relacionados com neutropénia (febre, amigdalites, ou ulcerações da cavidade oral), com a trombocitopénia e/ou alterações na hemostase (hemorragias não habituais ou prolongadas, hematomas, púrpura e melenas), ou com icterícia (incluindo urina escura e descoloração das fezes), devem ser explicados ao doente.
Todos os doentes devem ser alertados para descontinuar a medicação e consultar de imediato o médico assistente, logo que se manifeste algum dos sintomas acima descritos.
A decisão de retomar o tratamento deve ser efectuada de acordo com os resultados clínicos e laboratoriais.
O diagnóstico clínico de Púrpura Trombocitopénica Trombótica (PTT) é caracterizado pela presença de trombocitopénia, anemia hemolítica, sintomas neurológicos, disfunção renal e febre.
O início pode ocorrer subitamente.
A maioria dos casos foram reportados nas oito primeiras semanas após o início da terapêutica.
Devido ao risco de desfecho fatal, em caso de suspeita de púrpura trombocitopénica trombótica, recomenda-se contactar uma equipa médica especializada.
Foi referido que o tratamento com plasmaferese melhora o prognóstico.
Hemostase
A Ticlopidina deve ser utilizada com prudência nos doentes susceptíveis a hemorragias.
O fármaco não deve ser administrado em associação com as heparinas, os anticoagulantes orais e os antiagregantes plaquetários, contudo, em casos excepcionais de administração concomitante, deve ser assegurada uma monitorização clínica e laboratorial cuidadosa.
Em doentes sujeitos a cirurgia electiva, o tratamento deve ser, sempre que possível, suspenso pelo menos 10 dias antes da cirurgia.
Numa situação de emergência cirúrgica, numa tentativa de minimizar o risco hemorrágico, bem como o prolongamento do tempo de hemorragia, podem ser utilizados três meios, isolados ou conjuntamente:
− administração de 0,5 a 1 mg/Kg de metilprednisolona I.V., renováveis.
− desmopressina 0,2 a 0,4 μg/Kg.
− transfusão de plaquetas.
Sendo a Ticlopidina extensivamente metabolizada pelo fígado, o fármaco deve ser empregue com precaução no insuficiente hepático, devendo o tratamento ser descontinuado se se desenvolver um quadro de hepatite ou de icterícia.
Em caso de hepatite ou icterícia, deverá ser iniciada uma investigação para o esclarecimento da situação.
Nestes casos, a re-exposição à ticlopidina deve ser evitada.
Cuidados com a dieta
Não são conhecidas interacções com alimentos ou bebidas.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de intoxicações.
Com base em estudos efectuados no modelo animal, verificou-se que a sobredosagem pode provocar intolerância gastrointestinal grave.
Após uma sobredosagem o vómito deve ser induzido, podendo ainda proceder a uma lavagem gástrica, bem como a outras medidas gerais de suporte.
Com base em estudos efectuados no modelo animal, verificou-se que a sobredosagem pode provocar intolerância gastrointestinal grave.
Após uma sobredosagem o vómito deve ser induzido, podendo ainda proceder a uma lavagem gástrica, bem como a outras medidas gerais de suporte.
Terapêutica interrompida
Caso se tenha esquecido de tomar ticlopidina:
Retome a administração do medicamento logo que seja possível; no entanto, não tome uma dose a dobrar para compensar a dose que se esqueceu de tomar.
Retome a administração do medicamento logo que seja possível; no entanto, não tome uma dose a dobrar para compensar a dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no armazenamento
Não conservar acima de 25ºC.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e tolerância bacteriológica
Sem informação.
Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio + Carbonato de magnésio + Simeticone + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: Os antiácidos que associam alumínio e magnésio, podem diminuir a biodisponibilidade da ticlopidina. - Ticlopidina
Ticlopidina + Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)
Observações: n.d.Interacções: Associações com aumento de risco hemorrágico: Anti-inflamatórios não esteroides: Aumento do risco hemorrágico (por aumento da atividade antiagregante plaquetária conjugada ao efeito agressivo dos AINEs sobre a mucosa gastroduodenal). Se a associação for essencial, deve ser efectuada uma rigorosa vigilância clínica. - Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)
Tenecteplase + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: Os medicamentos que afetam a coagulação, ou os que alteram a função plaquetária (como, por exemplo, ticlopidina, clopidogrel, heparina de baixo peso molecular), podem aumentar o risco de hemorragia, durante e após a terapêutica com tenecteplase. A utilização concomitante de antagonistas da GPIIb/IIIa aumenta o risco de hemorragia. - Ticlopidina
Acetilsalicilato de lisina + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: Com a ticlopidina aumento do risco de hemorragia pelo efeito aditivo das atividades antiagregantes plaquetárias. Se a coadministração não puder ser evitada, é recomendada a monitorização clínica. - Ticlopidina
Ácido niflúmico + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: Com a ticlopidina, aumento do risco de lesão gastrointestinal e hemorragia por efeito sinérgico aditivo. - Ticlopidina
Bemiparina sódica + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: Não é aconselhada a administração concomitante de bemiparina e ticlopidina. Aumenta o efeito farmacológico da bemiparina, por interferência com a ação coagulante e/ou função plaquetária, e pelo aumento do risco hemorrágico. Se a associação não puder ser evitada, deve ser utilizada com monitorização clínica e laboratorial cuidadosa. Os fármacos que aumentam a concentração sérica de potássio apenas devem ser tomados concomitantemente sob cuidadosa vigilância médica. - Ticlopidina
Pravastatina + Ácido acetilsalicílico + Ticlopidina
Observações: Não há evidência de interações farmacocinéticas clinicamente significativas na co-administração da pravastatina com o ácido acetilsalicílico.Interacções: O uso de vários antiagregantes plaquetários, i.e. ácido acetilsalicílico, anti-inflamatórios não esteroides, ticlopidina, clopidogrel, tirofibano, eptifibatida, aumento o risco de hemorragia, tal como a associação destes com heparina e seus derivados (hirudina, fondaparinux), anticoagulantes orais e trombolíticos. Os parâmetros clínicos e biológicos de hemostase devem ser monitorizados regularmente. - Ticlopidina
Gentamicina + Indometacina + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: Ticlopidina: aumento do risco hemorrágico (por sinergia da atividade anti-agregante plaquetária). Se a associação não puder ser evitada, impõe-se uma vigilância clínica e biológica estreita (incluindo o tempo de coagulação). - Ticlopidina
Ácido acetilsalisílico + Atorvastatina + Ramipril + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: Os inibidores da agregação plaquetária, como a ticlopidina e o clopidogrel, podem aumentar o tempo de coagulação. - Ticlopidina
Tiotepa + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: A tiotepa parece ser metabolizada através de CYP2B6 e CYP3A4. A administração concomitante com inibidores de CYP2B6 (por exemplo, clopidogrel e ticlopidina) ou de CYP3A4 (por exemplo, antifúngicos de tipo azol, macrólidos como eritromicina, claritromicina, telitromicina e inibidores da protease) pode aumentar as concentrações plasmáticas de tiotepa e potencialmente diminuir as concentrações do metabólito activo TEPA. - Ticlopidina
Ticlopidina + Antiagregantes plaquetários
Observações: n.d.Interacções: Associações com aumento de risco hemorrágico: Antiagregantes plaquetários: Aumento do risco hemorrágico (por aumento da atividade antiagregante plaquetária). Se a associação for essencial, deve ser efectuada uma rigorosa vigilância clínica. - Antiagregantes plaquetários
Ticlopidina + Salicilatos
Observações: n.d.Interacções: Associações com aumento de risco hemorrágico: Salicilatos (por extrapolação a partir do ácido acetilsalicílico): Aumento do risco hemorrágico (por aumento da atividade antiagregante plaquetária conjugada ao efeito agressivo dos salicilatos sobre a mucosa gastroduodenal). Se a associação for essencial, deve ser efectuada uma rigorosa vigilância clínica. Na situação de existência de um implante STENT. - Salicilatos
Ticlopidina + Ácido Acetilsalicílico
Observações: n.d.Interacções: Associações com aumento de risco hemorrágico: Salicilatos (por extrapolação a partir do ácido acetilsalicílico): Aumento do risco hemorrágico (por aumento da atividade antiagregante plaquetária conjugada ao efeito agressivo dos salicilatos sobre a mucosa gastroduodenal). Se a associação for essencial, deve ser efectuada uma rigorosa vigilância clínica. Na situação de existência de um implante STENT. - Ácido Acetilsalicílico
Ticlopidina + Anticoagulantes orais
Observações: n.d.Interacções: Associações com aumento de risco hemorrágico: Anticoagulantes orais: Aumento do risco hemorrágico (associação do efeito anticoagulante e do efeito antiagregante plaquetário). Se a associação for essencial deve ser efectuada uma rigorosa vigilância clínica e laboratorial (INR). - Anticoagulantes orais
Ticlopidina + Heparinas
Observações: n.d.Interacções: Associações com aumento de risco hemorrágico: Heparinas: Aumento do risco hemorrágico (associação do efeito anticoagulante e do efeito antiagregante plaquetário). Se a associação for essencial deve ser efectuada uma rigorosa vigilância clínica e laboratorial (aPTT). - Heparinas
Ticlopidina + Teofilina
Observações: n.d.Interacções: Associações que necessitam de precauções especiais de utilização: Teofilina: Aumento dos níveis plasmáticos de teofilina com risco de sobredosagem (diminuição da depuração plasmática da teofilina). Vigilância clínica e, eventualmente, da teofilinémia. Se necessário deve-se efectuar a adaptação posológica da teofilina durante e após o tratamento com Ticlopidina. - Teofilina
Ticlopidina + Digoxina
Observações: n.d.Interacções: Digoxina: A coadministração de digoxina e de Ticlopidina leva a uma ligeira descida (cerca de 15%) das taxas plasmáticas de digoxina. Não devem daqui resultar alterações na eficácia terapêutica da digoxina. - Digoxina
Ticlopidina + Fenobarbital
Observações: n.d.Interacções: Fenobarbital: Em voluntários saudáveis, os efeitos antiagregantes plaquetários da Ticlopidina não são afetados pela administração crónica de fenobarbital. - Fenobarbital
Ticlopidina + Fenitoína
Observações: n.d.Interacções: Fenitoína: Estudos in vitro demonstraram que a Ticlopidina não altera a ligação da fenitoína ás proteínas plasmáticas. No entanto as interações das ligações da Ticlopidina ás proteínas plasmáticas não foram estudadas in vivo. A administração concomitante de fenitoína e de Ticlopidina deve ser encarada com precaução, sendo aconselhável reavaliar as concentrações plasmáticas de fenitoína. - Fenitoína
Ticlopidina + Bloqueadores adrenérgicos beta
Observações: n.d.Interacções: No decurso de estudos clínicos a Ticlopidina foi utilizada conjuntamente com beta-bloqueantes, inibidores dos canais de cálcio e diuréticos; não foram reportadas interações indesejáveis clinicamente significativas. - Bloqueadores adrenérgicos beta
Ticlopidina + Propranolol
Observações: n.d.Interacções: Os estudos in vitro mostraram que a Ticlopidina se liga ás proteínas plasmáticas de forma reversível (98%), mas que não interage com a ligação ás proteínas plasmáticas do propranolol, um fármaco também reconhecido pela sua elevada capacidade de ligação ás proteínas plasmáticas. - Propranolol
Ticlopidina + Bloqueadores da entrada do cálcio
Observações: n.d.Interacções: No decurso de estudos clínicos a Ticlopidina foi utilizada conjuntamente com beta-bloqueantes, inibidores dos canais de cálcio e diuréticos; não foram reportadas interações indesejáveis clinicamente significativas. - Bloqueadores da entrada do cálcio
Ticlopidina + Diuréticos
Observações: n.d.Interacções: No decurso de estudos clínicos a Ticlopidina foi utilizada conjuntamente com beta-bloqueantes, inibidores dos canais de cálcio e diuréticos; não foram reportadas interações indesejáveis clinicamente significativas. - Diuréticos
Ticlopidina + Ciclosporina
Observações: n.d.Interacções: Em situações muito raras, foi referido um decréscimo nos níveis plasmáticos da ciclosporina. Deverá portanto ser efectuada uma monitorização dos níveis plasmáticos da ciclosporina, aquando de uma coadministração. - Ciclosporina
Tirofibano + Ticlopidina
Observações: Estudos interativos só foram realizados em adultos.Interacções: Tirofibano prolongou o tempo de hemorragia, contudo, a administração combinada de Tirofibano e ticlopidina não teve qualquer efeito adicional no tempo de hemorragia. - Ticlopidina
Drotrecogina alfa + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: Deve ter-se cuidado quando se utilizar Drotrecogina alfa com outros fármacos que afetam a hemostase incluindo Proteína C, trombolíticos (por ex. estreptoquinase, tPA, rPA e uroquinase), anticoagulantes orais (por ex. varfarina), hirudinas, antitrombina, Ácido Acetilsalicílico e outros agentes antiplaquetários (por ex. anti-inflamatórios não esteroides, ticlopidina e clopidogrel), antagonistas da glicoproteína IIb/IIIa (como o abciximab, eptifibatide e tirofibano) e prostaciclinas como o iloprost. - Ticlopidina
Sertralina + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: Fármacos que afetam a função plaquetária: O risco de hemorragia pode ser aumentado quando fármacos com efeito na função plaquetária (ex: AINEs, ácido acetilsalicílico e ticlopidina), ou outros fármacos que possam aumentar o risco de hemorragia, são administrados concomitantemente com ISRSs, incluindo sertralina. - Ticlopidina
Melagatrano + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: interações farmacodinâmicas: A utilização concomitante de Melagatrano com fármacos que atuam sobre a hemostase ou a coagulação pode aumentar consideravelmente o risco de hemorragia. Por conseguinte, os fármacos a seguir referidos não devem ser administrados concomitantemente com Melagatrano: Antagonistas da vitamina K, heparina não fraccionada e derivados, heparinas de baixo peso molecular (HBPM), fondaparinux, desirudina, trombolíticos, antagonistas dos recetores da glicoproteína IIb/IIIa, clopidogrel, ticlopidina, Ácido Acetilsalicílico em doses > 500 mg/dia, dipiridamol, sulfimpirazona. - Ticlopidina
Bupropiom + Naltrexona + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: A coadministração de medicamentos, que podem inibir o metabolismo do bupropiom através da isoenzima CYP2B6 (por exemplo, substratos da CYP2B6: Ciclofosfamida, ifosfamida, e inibidores da CYP2B6: orfenadrina, ticlopidina, clopidogrel), pode resultar num aumento dos níveis plasmáticos do bupropiom e numa diminuição dos níveis do metabólito activo hidroxibupropiom. As consequências clínicas da inibição do metabolismo do bupropiom via enzima CYP2B6 e as consequentes alterações no rácio bupropiom/hidroxibupropiom são atualmente desconhecidas, mas podem levar potencialmente a uma eficácia reduzida da associação naltrexona/bupropiom. - Ticlopidina
Ximelagatrano + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: interações farmacodinâmicas: A utilização concomitante de Ximelagatrano com fármacos que atuam sobre a hemostase ou a coagulação pode aumentar consideravelmente o risco de hemorragia. Por conseguinte, os fármacos a seguir referidos não devem ser administrados concomitantemente com Ximelagatrano: Antagonistas da vitamina K, heparina não fraccionada e derivados, heparinas de baixo peso molecular (HBPM), fondaparinux, desirudina, trombolíticos, antagonistas dos recetores da glicoproteína IIb/IIIa, clopidogrel, ticlopidina, aspirina em doses > 500 mg/dia, dipiridamol, sulfimpirazona. A aspirina como fármaco antiagregante plaquetário em doses ≤ 500 mg/dia, os AINEs e o dextrano devem ser utilizados com precaução quando administrados concomitantemente com Ximelagatrano devido a um potencial aumento do risco de hemorragia. Caso seja essencial a coadministração, é necessária monitorização rigorosa. - Ticlopidina
Droperidol + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: As substâncias inibidoras da atividade das isoenzimas do citocromo P450 (CYP) CYP1A2, CYP3A4 ou ambas, podem diminuir a taxa de metabolização do droperidol e prolongar a sua ação farmacológica. Por conseguinte, é aconselhada precaução se o droperidol for administrado concomitantemente com inibidores do CYP1A2 (como por exemplo, ciprofloxacina, ticlopidina), inibidores do CYP3A4 (por exemplo, diltiazem, eritromicina, fluconazol, indinavir, itraconazol, quetoconazol, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, verapamil) ou de ambos (como por exemplo, cimetidina, mibefradil). - Ticlopidina
Heparina sódica + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: Aumento do efeito da heparina: O aumento clinicamente significativo do efeito da heparina e o aumento da tendência para hemorragia podem ser provocados por: inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel, dipiridamol em doses elevadas. Fibrinolíticos, Outros anticoagulantes (derivados da cumarina), Anti-inflamatórios não-esteroides (fenilbutazona, indometacina, sulfinpirazona), Bloqueadores dos recetores da glicoproteína IIb/ IIIa, Penicilina de alta dose, Medicamentos citostáticos, exceto a doxorrubicina, Dextranos - Ticlopidina
Ibuprofeno + Pseudoefedrina + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: Anticoagulantes: (por exemplo, varfarina, ticlopidina, clopidogrel, tirofibano, eptifibatida, abciximab, iloprost) Os AINE, como o ibuprofeno, podem potenciar os efeitos dos anticoagulantes. - Ticlopidina
Tizanidina + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: Inibidores CYP: A coadministração de tizanidina com outros inibidores do CYP1A2 tais como alguns antiarritmicos (amiodarona, mexiletina, propafenona), cimetidina, algumas fluoroquinolonas (enoxacina, pefloxacina, norfloxacina), rofecoxib, Contracetivos orais e ticlopidina não são recomendados. - Ticlopidina
Escitalopram + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: interações farmacocinéticas: Influência de outros medicamentos na farmacocinética do escitalopram: O metabolismo do escitalopram é mediado principalmente pela CYP2C19. A CYP3A4 e a CYP2D6 também podem contribuir para o metabolismo embora num menor grau. O metabolismo do metabólito principal S-DCT (escitalopram desmetilado) parece ser parcialmente catalisado pela CYP2D6. A coadministração de escitalopram com 30 mg de omeprazol uma vez por dia (um inibidor da CYP2C19) resultou num aumento moderado (aproximadamente 50%) das concentrações plasmáticas de escitalopram. A coadministração de escitalopram com 400 mg de cimetidina duas vezes por dia (inibidor enzimático geral moderadamente potente) resultou num aumento moderado (aproximadamente 70%) das concentrações plasmáticas de escitalopram. Portanto, devem tomar-se precauções durante a sua utilização concomitante com inibidores da CYP2C19 (p. ex., omeprazol, esomeprazol, fluvoxamina, lansoprazol, ticlopidina) ou com cimetidina. Pode ser necessária uma diminuição da dose de escitalopram baseada na monitorização de efeitos secundários durante o tratamento concomitante. - Ticlopidina
Ibuprofeno + Codeína + Ticlopidina
Observações: Relacionados com o ibuprofeno: Em geral, os AINEs devem ser utilizados com precaução quando se utilizam com outros fármacos que podem aumentar o risco de ulcerações gástricas, hemorragia gastrointestinal ou disfunção renal.Interacções: Relacionados com o ibuprofeno: Não se recomenda o seu uso concomitante com: - ticlopidina: os AINEs não se devem combinar com ticlopidina devido ao risco de um efeito aditivo na inibição da função plaquetária; - Ticlopidina
Ácido Tolfenâmico + Ticlopidina
Observações: Trata-se de um fármaco de alta ligação com proteínas plasmáticas e, portanto, com potencial para deslocar outras substâncias unidas em alta proporção às mesmas. Em função desta propriedade, é necessária uma monitoração médica cuidadosa com relação aos requisitos posológicos de outros fármacos que apresentam alto coeficiente de ligação protéica quando são administrados concomitantemente.Interacções: As seguintes interações foram encontradas com a administração de anti-inflamatórios não-esteroidais associados a: outros AINEs, ácido acetilsalicílico, ticlopidina e glicocorticóides: aumento do risco de úlcera e hemorragia gastrintestinal. - Ticlopidina
Ácido acetilsalicílico + Metoclopramida + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: interações relacionadas ao salicilato Outros medicamentos antiplaquetários: Salicilatos podem aumentar o risco de sangramento com clopidogrel e ticlopidina. - Ticlopidina
Meloxicam + Glucosamina + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: O uso simultâneo de terapia anticoagulante oral, ticlopidina, heparina, trombofílica com o meloxicam aumenta o risco de sangramento é necessário para controlar os efeitos deste medicamento. - Ticlopidina
Ibuprofeno + Cafeína + Dimenidrinato + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: interações devidas ao ibuprofeno: Efeito aditivo na inibição plaquetária com: ticlopidina. - Ticlopidina
Ibuprofeno + Alumínio glicinato + Metamizol + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: Devido ao ibuprofeno: Efeito aditivo na inibição plaquetária com: ticlopidina. - Ticlopidina
Rosuvastatina + Ácido acetilsalicílico + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: Relacionadas com o ácido acetilsalicílico A utilização de alguns inibidores da agregação plaquetária, i.e, AAS; AINEs, ticlopidina, clopidogrel, tirofibano, eptifibatida, aumentam o risco de hemorrogia, assim como a sua combinação com a heparina e seus derivados (hirudina, fondaparinux), anticoagulantes orais e trombolíticos. Os parâmetros clínicos e biológicos da hemóstase devem ser monitorizados regularmente em doentes que irão receber terapêutica trombolítica. - Ticlopidina
Selumetinib + Ticlopidina
Observações: Apenas foram realizados estudos de interacção em adultos saudáveis (idade ≥18 anos).Interacções: A administração concomitante com medicamentos que são inibidores potentes da CYP3A4 (p.ex. claritromicina, sumo de toranja, cetoconazol oral) ou da CYP2C19 (p.ex. ticlopidina) deve ser evitada. A administração concomitante com medicamentos que são inibidores moderados da CYP3A4 (p.ex. eritromicina e fluconazol) e da CYP2C19 (p.ex. omeprazol) deve ser evitada. Se a administração concomitante não puder ser evitada, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para acontecimentos adversos e a dose de selumetinib deve ser reduzida. - Ticlopidina
Naproxeno + Sumatriptano + Ticlopidina
Observações: Não foram realizados estudos de interacção com Naproxeno + Sumatriptano e outros medicamentos. É expectável que as interacções com Naproxeno + Sumatriptano reflitam as dos componentes individuais.Interacções: Antiagregantes plaquetários: Existe um risco aumentado de hemorragia gastrointestinal quando os agentes antiagregantes plaquetários são combinados com AINEs. Estudos experimentais descobriram que o clopidrogrel aumenta a perda de sangue gastrointestinal induzida pelo naproxeno. É provável que tal se aplique a todos os AINEs. Os AINEs não devem ser combinados com ticlopidina devido à inibição adicional da função trombótica. - Ticlopidina
Acenocumarol + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: Ticlopidina potencia o efeito anticoagulante do acenocumarol e/ou altera a hemostase e, assim, aumentam o risco de hemorragia - utilização concomitante não recomendada. - Ticlopidina
Ácido tiaprofénico + Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: O ácido tiaprofénico pode apresentar um efeito aditivo com a ticlopidina (aumento da atividade antiagregante ou vigilância do tempo de fluxo de sangue. - Ticlopidina
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 26 de Março de 2026