Paracetamol + Cafeína

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Condução
O que é
Sistema nervoso central. Analgésicos e antipiréticos.

Associa a acção analgésica e antipirética do paracetamol às propriedades estimulantes da cafeína.

O paracetamol, também conhecido como acetaminofeno, é um medicamento usado para tratar a dor e a febre. Geralmente é usado para o alívio da dor leve a moderada.

A cafeína é um estimulante do sistema nervoso central (SNC) da classe das metilxantinas. É a droga psicoativa mais consumida no mundo.
Usos comuns
Afecções dolorosas tais como: dores de cabeça ligeiras a moderadas, dores de dentes, dores musculares ligeiras a moderadas, dores pós-traumáticas, dismenorreia.

Febre de duração inferior a 3 dias.
Tipo
Sem informação.
Indicações
Afecções dolorosas tais como: dores de cabeça ligeiras a moderadas, dores de dentes, dores musculares ligeiras a moderadas, dores pós-traumáticas, dismenorreia.

Febre de duração inferior a 3 dias.
Classificação CFT

2.10 : Analgésicos e antipiréticos

Mecanismo de ação
Associa a acção analgésica e antipirética do paracetamol às propriedades estimulantes da cafeína.

O paracetamol possui propriedades antipiréticas e analgésicas nas dores de intensidade média.

Não tem acção nas dores do tipo espasmódico, nem exerce nenhum efeito sedativo nem psicodisléptico.

A cafeína possui uma acção estimulante central, tendo sido sugerida uma certa potenciação dos efeitos do paracetamol pela cafeína.

A actividade antipirética do paracetamol é devida a uma inibição central da síntese das prostaglandinas ao nível do centro termo regulador hipotalâmico, produzindo assim uma vasodilatação periférica e uma perda cutânea de calor.

Estudos recentes demonstraram que a cafeína exerce os seus efeitos estimulantes do sistema nervoso central, essencialmente por antagonismo dos receptores à adenosina.
Posologia orientativa
Adultos e crianças a partir dos 12 anos:
1 comprimido efervescente todas as 6 a 8 horas, de acordo com as necessidades.

As administrações devem ser espaçadas de pelo menos 4 horas e não podem ultrapassar 2 comprimidos efervescentes de uma só vez e 6 comprimidos efervescentes em 24 horas.

As doses diárias máximas recomendadas para o paracetamol são de 4 g para adultos e de 40 mg/Kg para crianças.
Administração
Administrado por via oral.
Dissolver um comprimido em água, misturar e beber imediatamente.
Contraindicações
- Hipersensibilidade ao paracetamol, fenacetina, cafeína
- Insuficiência hepatocelular grave
- Doentes com porfiria
Efeitos indesejáveis/adversos
Frequentemente ocorre sonolência ligeira, náuseas e vómitos.

É pouco frequente a ocorrência de vertigens, nervosismo, sensação de ardor faríngeo, diarreia, dor abdominal (incluindo cãimbras e ardor), obstipação, gastrite, hemorragia gastrointestinal, dores de cabeça, transpiração/sudação e hipotermia.

Muito raramente podem ocorrer casos de dermatite alérgica (isto inclui reacções de hipersensibilidade, nomeadamente urticária, prurido eritema, edema e angioedema) e alteração do volume ou fluxo urinário.

Apesar das falhas metodológicas, os dados clínicos/epidemiológicos parecem indicar que a administração a longo prazo de analgésicos pode causar nefropatia, incluindo necrose papilar.

No entanto, a administração prolongada de paracetamol em doses terapêuticas elevadas (a partir de 2g/dia) pode induzir efeitos nefastos para o rim assim como aparecimento de hepatite crónica.

A cafeína pode provocar taquicárdia, palpitações, irritação gástrica bem como insónias.
Advertências
Gravidez
Gravidez:
Gravidez:Paracetamol + Cafeína não deve ser administrado durante o primeiro trimestre de gravidez. É necessário avaliar a relação benefício-risco da sua administração durante o segundo e terceiro trimestres. Caso Paracetamol + Cafeína seja recomendado pelo médico durante a gravidez, a duração do tratamento deverá ser a mais curta possível.
Aleitamento
Aleitamento:
Aleitamento:Caso Paracetamol + Cafeína seja recomendado pelo médico durante o aleitamento, a duração do tratamento deverá ser a mais curta possível.
Condução
Condução:
Condução:O paracetamol não interfere com a capacidade de condução ou utilização de máquinas No entanto, deve ter-se em consideração que, durante o tratamento com paracetamol, podem ser observados como efeitos indesejáveis sonolência ligeira e vertigens.
Precauções gerais
Utilizar com prudência em casos de insuficiência hepática, alcoolismo crónico ou em casos de administração simultânea com medicamentos hepatóxicos.

Administrar com particular precaução em pacientes com danos renais graves (riscos de efeitos secundários renais devido ao uso crónico de doses elevadas), doenças de estômago, intestinos, anemia e hemorragia digestiva.

Contém paracetamol, por isso não usar doses maiores que as recomendadas, nem durante mais de três dias.

A administração a crianças com menos de 12 anos deve obedecer a prescrição médica.

Consultar o médico antes da administração deste medicamento, em casos de alcoolismo e de tratamento por anticoagulantes, soporíferos, barbitúricos, aspirina e outros anti-inflamatórios.

Deve consultar o médico caso a dismenorreia (dores menstruais) se acompanhe de qualquer outra alteração não habitual.

Não deve ser usado para o tratamento da dor por mais de dez dias, excepto se prescrito pelo médico, pois uma dor intensa e prolongada pode indicar uma doença que exija avaliação e tratamento médico.

Não deve ser usado para a medicação da febre elevada (superior a 39,5°C), febre de duração superior a três dias ou febre recorrente, excepto se prescrito pelo médico, uma vez que estas situações podem ser indicativas de doença grave que podem necessitar de avaliação e tratamento médico.

O uso prolongado de analgésicos ou o uso inapropriado de doses elevadas, pode provocar dores de cabeça que não devem ser tratadas com doses aumentadas do medicamento.

Deve ser reduzido o consumo de medicamentos, alimentos ou bebidas contendo cafeína durante a terapêutica com este medicamento.

O álcool e outras substâncias hepatotóxicas, aumentam os riscos dos efeitos secundários hepáticos devidos ao paracetamol.

O uso crónico de medicamentos indutores enzimáticos tais como os barbitúricos podem reduzir os efeitos terapêuticos do paracetamol.

A administração de doses crónicas elevadas de paracetamol pode potenciar o efeito dos anticoagulantes cumarinicos.

Em geral, não é conveniente associar o paracetamol com AINEs., devido a riscos aumentados de efeitos secundários renais.

Os efeitos da cafeína podem ser potenciados pela isoniazida e o meprobamato.

A administração concomitante de paracetamol e zidovudina pode aumentar a incidência ou agravar a neutropénia.

A administração simultânea de paracetamol e cloranfenicol pode atrasar marcadamente a excreção de cloranfenicol, aumentando as suas concentrações plasmáticas e causando um aumento do risco da toxicidade.
A velocidade de absorção do paracetamol pode ser reduzida pela colestiramina.

Esta interacção pode ser evitada se a administração de colestiramina se fizer com o intervalo de uma hora após a administração do paracetamol, de forma a garantir o efeito analgésico máximo.
Cuidados com a dieta
Evitar a ingestão de álcool e cafeína.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência ou ligar para o Centro de intoxicações.

Em caso de sobredosagem acidental, procurar imediatamente o médico.

Intoxicação devida ao paracetamol:
Após ingestão voluntária ou acidental de doses massivas de paracetamol, a crise hepática é o acidente mais temível.

A absorção de 8 a 15 g de paracetamol por um adulto e 150 mg/Kg por uma criança pode provocar lesões hepatocelulares que se manifestam por icterícia e inclusivamente necrose fatal.

A dose tóxica é menor em caso de existir alteração da função hepática.

A toxicidade hepática do paracetamol em caso de sobredosagem pode explicar-se pela formação de quantidades aumentadas do metabólito reactivo, que não sendo desintoxicado provoca necroses.

No início da intoxicação, os sintomas são habitualmente vulgares: nas primeiras horas após a ingestão do medicamento verifica-se a ocorrência de náuseas.

Ao fim das primeiras 24 horas, segundo a quantidade de medicamento ingerido, os sintomas ou desaparecem totalmente, ou então acentuam-se e dão origem ao aparecimento de lesões hepáticas.

A este nível os testes biológicos são perturbados.

A lesão hepática manifesta-se geralmente pelo 2º ou 4º dia; a partir do 4º dia, verifica-se insuficiência hepática aguda (icterícia, encefalopatia).

Tratamento:
A intoxicação aguda implica imediatamente internamento hospitalar.

As concentrações plasmáticas do paracetamol são medidas para a determinação da gravidade da intoxicação.

Se 4 horas após a ingestão, as taxas plasmáticas forem:
Até 120 μg/ml: nenhum dano hepático 120-300 μg/ml: necrose hepática importante superior a 300 μg/ml: necrose total
O tratamento será a redução da quantidade absorvida por lavagem gástrica e consistirá igualmente na administração de produtos que possuem o grupo sulfidrilo (-SH) livre ou susceptível de ser libertado (metionina, L-cisteina) nas 6 a 10 horas que se seguem à ingestão do tóxico.

Actualmente, utiliza-se a N-acetilcisteína por via I.V. na dose de 300 mg/Kg repartida por 20 horas, com uma dose inicial de 150 mg/Kg no primeiro quarto de hora.

Intoxicação devida à cafeína: Os sinais de intoxicação da cafeína são mascarados pelos que reflectem o abuso do paracetamol.

Assim, as reacções tóxicas provocadas por ingestão massiva da cafeína não aparecem numa preparação que é 10 vezes mais doseada em paracetamol do que em cafeína.
Terapêutica interrompida
Não utilize uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no armazenamento
Não conservar acima de 25°C.

Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.

Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e tolerância bacteriológica
Sem informação.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Cafeína + Sedativos

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de paracetamol e outros fármacos que aumentem a indução enzimática a nível hepático (determinados sedativos e antiepiléticos - como a fenitoína, os barbitúricos e a carbamazepina – e a rifampicina) pode provocar ou agravar a lesão hepática induzida pelo paracetamol, devido ao aumento da conversão do fármaco a metabólitos hepatotóxicos. O mesmo se aplica à administração de paracetamol em situações de alcoolismo crónico. - Sedativos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Cafeína + Antiepilépticos (AEs)

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de paracetamol e outros fármacos que aumentem a indução enzimática a nível hepático (determinados sedativos e antiepiléticos - como a fenitoína, os barbitúricos e a carbamazepina – e a rifampicina) pode provocar ou agravar a lesão hepática induzida pelo paracetamol, devido ao aumento da conversão do fármaco a metabólitos hepatotóxicos. O mesmo se aplica à administração de paracetamol em situações de alcoolismo crónico. Embora não seja habitualmente necessário reduzir as doses em doentes que recebem concomitantemente doses terapêuticas de paracetamol e antiepiléticos, deve limitar-se a automedicação com paracetamol em doentes tratados com antiepiléticos. - Antiepilépticos (AEs)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Cafeína + Fenitoína

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de paracetamol e outros fármacos que aumentem a indução enzimática a nível hepático (determinados sedativos e antiepiléticos - como a fenitoína, os barbitúricos e a carbamazepina – e a rifampicina) pode provocar ou agravar a lesão hepática induzida pelo paracetamol, devido ao aumento da conversão do fármaco a metabólitos hepatotóxicos. O mesmo se aplica à administração de paracetamol em situações de alcoolismo crónico. - Fenitoína
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Paracetamol + Cafeína + Barbitúricos

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de paracetamol e outros fármacos que aumentem a indução enzimática a nível hepático (determinados sedativos e antiepiléticos - como a fenitoína, os barbitúricos e a carbamazepina – e a rifampicina) pode provocar ou agravar a lesão hepática induzida pelo paracetamol, devido ao aumento da conversão do fármaco a metabólitos hepatotóxicos. O mesmo se aplica à administração de paracetamol em situações de alcoolismo crónico. A cafeína pode antagonizar o efeito sedativo de alguns fármacos (por exemplo, barbitúricos e Anti-histamínicos). Os Contraceptivos orais, cimetidina e dissulfiram reduzem o metabolismo hepático da cafeína, enquanto os barbitúricos e o tabaco aumentam. - Barbitúricos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Cafeína + Carbamazepina

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de paracetamol e outros fármacos que aumentem a indução enzimática a nível hepático (determinados sedativos e antiepiléticos - como a fenitoína, os barbitúricos e a carbamazepina – e a rifampicina) pode provocar ou agravar a lesão hepática induzida pelo paracetamol, devido ao aumento da conversão do fármaco a metabólitos hepatotóxicos. O mesmo se aplica à administração de paracetamol em situações de alcoolismo crónico. - Carbamazepina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Cafeína + Rifampicina (rifampina)

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de paracetamol e outros fármacos que aumentem a indução enzimática a nível hepático (determinados sedativos e antiepiléticos - como a fenitoína, os barbitúricos e a carbamazepina – e a rifampicina) pode provocar ou agravar a lesão hepática induzida pelo paracetamol, devido ao aumento da conversão do fármaco a metabólitos hepatotóxicos. O mesmo se aplica à administração de paracetamol em situações de alcoolismo crónico. - Rifampicina (rifampina)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Cafeína + Álcool

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de paracetamol e outros fármacos que aumentem a indução enzimática a nível hepático (determinados sedativos e antiepiléticos - como a fenitoína, os barbitúricos e a carbamazepina – e a rifampicina) pode provocar ou agravar a lesão hepática induzida pelo paracetamol, devido ao aumento da conversão do fármaco a metabólitos hepatotóxicos. O mesmo se aplica à administração de paracetamol em situações de alcoolismo crónico. - Álcool
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Cafeína + Cloranfenicol

Observações: n.d.
Interacções: A administração simultânea de paracetamol e cloranfenicol pode atrasar marcadamente a excreção do cloranfenicol, aumentando as suas concentrações plasmáticas e causando um aumento do risco de toxicidade associada. - Cloranfenicol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Cafeína + Anticoagulantes orais

Observações: n.d.
Interacções: O paracetamol pode potenciar o efeito dos Anticoagulantes orais. Por esse motivo, o uso prolongado de Paracetamol / Cafeína em doentes que recebam tratamento com anticoagulantes orais apenas deve fazer-se sob vigilância médica. - Anticoagulantes orais
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Cafeína + Zidovudina

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de paracetamol e AZT (Zidovudina) pode aumentar a incidência ou o agravamento de neutropénia. - Zidovudina
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Paracetamol + Cafeína + Anti-histamínicos

Observações: n.d.
Interacções: A cafeína pode antagonizar o efeito sedativo de alguns fármacos (por exemplo, barbitúricos e Anti-histamínicos). - Anti-histamínicos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Cafeína + Simpaticomiméticos

Observações: n.d.
Interacções: A cafeína também pode aumentar a taquicardia causada por outros fármacos (por exemplo, simpaticomiméticos e tiroxina). - Simpaticomiméticos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Cafeína + Tiroxina

Observações: n.d.
Interacções: A cafeína também pode aumentar a taquicardia causada por outros fármacos (por exemplo, simpaticomiméticos e tiroxina). - Tiroxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Cafeína + Teofilina

Observações: n.d.
Interacções: A cafeína reduz a excreção de teofilina. - Teofilina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Cafeína + Contraceptivos orais

Observações: n.d.
Interacções: Os Contraceptivos orais, cimetidina e dissulfiram reduzem o metabolismo hepático da cafeína, enquanto os barbitúricos e o tabaco aumentam. - Contraceptivos orais
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Cafeína + Cimetidina

Observações: n.d.
Interacções: Os Contraceptivos orais, cimetidina e dissulfiram reduzem o metabolismo hepático da cafeína, enquanto os barbitúricos e o tabaco aumentam. - Cimetidina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Cafeína + Dissulfiram

Observações: n.d.
Interacções: Os Contraceptivos orais, cimetidina e dissulfiram reduzem o metabolismo hepático da cafeína, enquanto os barbitúricos e o tabaco aumentam. - Dissulfiram
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Cafeína + Tabaco (Fumadores, Tabagismo)

Observações: n.d.
Interacções: Os Contraceptivos orais, cimetidina e dissulfiram reduzem o metabolismo hepático da cafeína, enquanto os barbitúricos e o tabaco aumentam. - Tabaco (Fumadores, Tabagismo)
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Cafeína + Quinolonas

Observações: n.d.
Interacções: A administração de quinolonas pode atrasar a eliminação da cafeína. - Quinolonas
Risco Moderado

Paracetamol + Cafeína + Ferro

Observações: n.d.
Interacções: A cafeína limita a absorção do ferro, devendo cumprir-se por isso um intervalo de pelo menos duas horas entre cada uma das administrações. - Ferro
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interacções do Paracetamol + Cafeína
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 23 de Maio de 2023