Espironolactona
O que é
A espironolactona é um medicamento usado principalmente para tratar o acúmulo de líquido devido à insuficiência cardíaca, cicatrizes hepáticas ou doenças renais.
Também é usado no tratamento de hipertensão arterial, potássio sanguíneo baixo que não melhora com suplementação, puberdade precoce em meninos, acne e crescimento excessivo de cabelo em mulheres e como parte da terapia hormonal transgénero em mulheres transexuais.
Também é usado no tratamento de hipertensão arterial, potássio sanguíneo baixo que não melhora com suplementação, puberdade precoce em meninos, acne e crescimento excessivo de cabelo em mulheres e como parte da terapia hormonal transgénero em mulheres transexuais.
Usos comuns
A espironolactona é utilizada em combinação com outros medicamentos para o tratamento da tensão arterial elevada (hipertensão) e insuficiência cardíaca.
Redução da pressão arterial pode reduzir o risco de derrames e ataques cardíacos.
A espironolactona é também usada para diagnosticar e tratar hiperaldosteronismo, uma condição na qual a glândula adrenal produz muito hormona chamado aldosterona.
Espironolactona também pode ser utilizado para tratar a retenção de líquidos (edema) em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática, doença renal ou uma chamada síndrome nefrótica.
Redução da pressão arterial pode reduzir o risco de derrames e ataques cardíacos.
A espironolactona é também usada para diagnosticar e tratar hiperaldosteronismo, uma condição na qual a glândula adrenal produz muito hormona chamado aldosterona.
Espironolactona também pode ser utilizado para tratar a retenção de líquidos (edema) em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática, doença renal ou uma chamada síndrome nefrótica.
Tipo
Molécula pequena.
Indicações
Tratamento de insuficiência cardíaca sistólica crónica (grupo III-IV da NYHA) em associação coma terapêutica de referência
Tratamento de edemas causados por nefrose quando outro tratamento de edemas não tem efeito e especialmente quando existe suspeita de hiperaldosteronismo.
Tratamento de ascite e edema associado a cirrose hepática descompensada ou hipertensão portal e outras doenças hepáticas quando outro tratamento de edemas não tem efeito e especialmente quando existe suspeita de hiperaldosteronismo.
Tratamento de hipertensão em terapêutica de associação, em doentes que não respondem adequadamente a outros fármacos anti-hipertensores.
Hiperaldosteronismo primário.
Tratamento de edemas causados por nefrose quando outro tratamento de edemas não tem efeito e especialmente quando existe suspeita de hiperaldosteronismo.
Tratamento de ascite e edema associado a cirrose hepática descompensada ou hipertensão portal e outras doenças hepáticas quando outro tratamento de edemas não tem efeito e especialmente quando existe suspeita de hiperaldosteronismo.
Tratamento de hipertensão em terapêutica de associação, em doentes que não respondem adequadamente a outros fármacos anti-hipertensores.
Hiperaldosteronismo primário.
Classificação CFT
3.4.1.3 : Diuréticos poupadores de potássio
Mecanismo de ação
A espironolactona é um bloqueador competitivo do recetor da aldosterona: liga-se competitivamente aos recetores nos túbulos renais distais impedindo deste modo a síntese de proteínas essenciais ao transporte dos iões K+ e Na+.
A espironolactona tem um efeito diurético e poupador de potássio; aumenta a excreção de sódio e água enquanto retém potássio e magnésio.
A espironolactona também inibe a biossíntese adrenocortical de aldosterona em doentes com hiperaldosteronismo primário.
O efeito da espironolactona é dependente da aldosterona: quanto maior a concentração de aldosterona no organismo, mais eficaz é a resposta da espironolactona.
Os efeitos da espironolactona baseiam-se quer no fármaco original quer nos metabólitos activos, tais como a canrenona.
Quando a excreção de aldosterona é excessiva, ex. devido a cirrose hepática ou à utilização de diuréticos, a espironolactona aumenta a excreção de sódio e água, diminuindo a de potássio.
Quando a excreção de aldosterona é normal, o efeito diurético e poupador de potássio da aldosterona é fraco.
As concentrações sanguíneas de glucose, colesterol e triglicéridos mantêm-se inalteradas.
A espironolactona tem ainda um efeito antiandrogénico: inibe ligeiramente a ligação dos androgénios aos seus recetores e inibe a 17-α-hidroxilase essencial à síntese de androgénios.
Insuficiência cardíaca crónica: O estudo RALES (Randomized Aldactone Evaluation Study) foi um estudo multinacional em dupla ocultacção em 1663 doentes com uma fração de ejecção ≤35%, uma história de insuficiência cardíaca de classe IV da New York Heart Association (NYHA) nos 6 meses anteriores e insuficiência cardíaca de classe III-IV no momento da aleatorização.
Todos os doentes tinham de estar a tomar um diurético da ansa e, se tolerado, um inibidor da ECA.
Os doentes com níveis basais de creatinina sérica >220 micromol/l ou um aumento recente de 25% ou com um potássio sérico basal >5,0 mmol/l foram excluídos.
Os doentes foram aleatorizados 1:1 para a espironolactona 25 mg oralmente uma vez por dia ou placebo correspondente.
Os doentes que toleraram 25 mg uma vez por dia tiveram a sua dose aumentada para 50 mg uma vez por dia se clinicamente indicado.
Os doentes que não toleraram 25 mg uma vez por dia tiveram a sua dose reduzida para 25 mg dia sim dia não.
O parâmetro de avaliação primário do RALES foi o tempo até mortalidade por todas as causas.
O RALES foi concluído prematuramente, após um período de seguimento médio de 24 meses, devido a um benefício significativo na mortalidade detectado numa análise interina planeada.
A espironolactona reduziu o risco de morte em 30% comparativamente ao placebo (p<0,001; intervalo de confiança de 95%: 18% a 40%).
A espironolactona reduziu o risco de morte cardíaca, principalmente de morte súbita e morte devida a insuficiência cardíaca progressiva, em 31% comparativamente ao placebo (p<0,001; intervalo de confiança de 95%: 18% a 42%).
A espironolactona também reduziu o risco de hospitalização por causas cardíacas (definida como o agravamento da insuficiência cardíaca, angina, arritmias ventriculares ou enfarte do miocárdio) em 30% (p<0,001; intervalo de confiança de 95%: 18% a 41%).
No grupo da espironolactona, a classe NYHA no final do estudo melhorou em 41% dos doentes e piorou em 38% dos doentes comparativamente ao grupo placebo enquanto existiu uma melhoria em 33% e agravamento em 48% no grupo placebo (p<0,001).
A espironolactona tem um efeito diurético e poupador de potássio; aumenta a excreção de sódio e água enquanto retém potássio e magnésio.
A espironolactona também inibe a biossíntese adrenocortical de aldosterona em doentes com hiperaldosteronismo primário.
O efeito da espironolactona é dependente da aldosterona: quanto maior a concentração de aldosterona no organismo, mais eficaz é a resposta da espironolactona.
Os efeitos da espironolactona baseiam-se quer no fármaco original quer nos metabólitos activos, tais como a canrenona.
Quando a excreção de aldosterona é excessiva, ex. devido a cirrose hepática ou à utilização de diuréticos, a espironolactona aumenta a excreção de sódio e água, diminuindo a de potássio.
Quando a excreção de aldosterona é normal, o efeito diurético e poupador de potássio da aldosterona é fraco.
As concentrações sanguíneas de glucose, colesterol e triglicéridos mantêm-se inalteradas.
A espironolactona tem ainda um efeito antiandrogénico: inibe ligeiramente a ligação dos androgénios aos seus recetores e inibe a 17-α-hidroxilase essencial à síntese de androgénios.
Insuficiência cardíaca crónica: O estudo RALES (Randomized Aldactone Evaluation Study) foi um estudo multinacional em dupla ocultacção em 1663 doentes com uma fração de ejecção ≤35%, uma história de insuficiência cardíaca de classe IV da New York Heart Association (NYHA) nos 6 meses anteriores e insuficiência cardíaca de classe III-IV no momento da aleatorização.
Todos os doentes tinham de estar a tomar um diurético da ansa e, se tolerado, um inibidor da ECA.
Os doentes com níveis basais de creatinina sérica >220 micromol/l ou um aumento recente de 25% ou com um potássio sérico basal >5,0 mmol/l foram excluídos.
Os doentes foram aleatorizados 1:1 para a espironolactona 25 mg oralmente uma vez por dia ou placebo correspondente.
Os doentes que toleraram 25 mg uma vez por dia tiveram a sua dose aumentada para 50 mg uma vez por dia se clinicamente indicado.
Os doentes que não toleraram 25 mg uma vez por dia tiveram a sua dose reduzida para 25 mg dia sim dia não.
O parâmetro de avaliação primário do RALES foi o tempo até mortalidade por todas as causas.
O RALES foi concluído prematuramente, após um período de seguimento médio de 24 meses, devido a um benefício significativo na mortalidade detectado numa análise interina planeada.
A espironolactona reduziu o risco de morte em 30% comparativamente ao placebo (p<0,001; intervalo de confiança de 95%: 18% a 40%).
A espironolactona reduziu o risco de morte cardíaca, principalmente de morte súbita e morte devida a insuficiência cardíaca progressiva, em 31% comparativamente ao placebo (p<0,001; intervalo de confiança de 95%: 18% a 42%).
A espironolactona também reduziu o risco de hospitalização por causas cardíacas (definida como o agravamento da insuficiência cardíaca, angina, arritmias ventriculares ou enfarte do miocárdio) em 30% (p<0,001; intervalo de confiança de 95%: 18% a 41%).
No grupo da espironolactona, a classe NYHA no final do estudo melhorou em 41% dos doentes e piorou em 38% dos doentes comparativamente ao grupo placebo enquanto existiu uma melhoria em 33% e agravamento em 48% no grupo placebo (p<0,001).
Posologia orientativa
Adultos:
Insuficiência cardíaca grave: a dose inicial é normalmente 25 mg por dia.
O médico pode decidir aumentar a dose para 50 mg por dia ou reduzi-la para 25 mg dia sim dia não, se necessário.
Tensão arterial elevada e inchaços: a dose habitual é 25 a 100 mg por dia.
Inchaços graves: 200 a 400 mg por dia durante um curto período de tempo.
Tratamento da secreção excessiva de aldosterona (uma hormona segregada pela glândula adrenal): 100 a 400 mg por dia antes da cirurgia.
O médico determina a dose individual para cada doente de modo a que a dose mínima eficaz seja utilizada se o tratamento cirúrgico não for adequado.
Insuficiência cardíaca grave: a dose inicial é normalmente 25 mg por dia.
O médico pode decidir aumentar a dose para 50 mg por dia ou reduzi-la para 25 mg dia sim dia não, se necessário.
Tensão arterial elevada e inchaços: a dose habitual é 25 a 100 mg por dia.
Inchaços graves: 200 a 400 mg por dia durante um curto período de tempo.
Tratamento da secreção excessiva de aldosterona (uma hormona segregada pela glândula adrenal): 100 a 400 mg por dia antes da cirurgia.
O médico determina a dose individual para cada doente de modo a que a dose mínima eficaz seja utilizada se o tratamento cirúrgico não for adequado.
Administração
Via oral.
A dose diária pode ser administrada como dose única ou dividida em duas doses.
Beba com um copo de água ou de outro líquido com o comprimido.
Os comprimidos devem ser tomados com alimentos (para uma melhor absorção).
As concentrações séricas de electrólitos e creatinina devem ser monitorizadas durante o tratamento
A posologia de Espironolactona é individual, dependendo da sua doença e estado de saúde geral.
A dose diária pode ser administrada como dose única ou dividida em duas doses.
Beba com um copo de água ou de outro líquido com o comprimido.
Os comprimidos devem ser tomados com alimentos (para uma melhor absorção).
As concentrações séricas de electrólitos e creatinina devem ser monitorizadas durante o tratamento
A posologia de Espironolactona é individual, dependendo da sua doença e estado de saúde geral.
Contraindicações
Hipersensibilidade à espironolactona.
Hipercaliemia
Hiponatremia
Crise Addisoniana
Insuficiência renal aguda e crónica, depuração de creatinina inferior a 30 ml/min
Anúria
Porfíria
Hipercaliemia
Hiponatremia
Crise Addisoniana
Insuficiência renal aguda e crónica, depuração de creatinina inferior a 30 ml/min
Anúria
Porfíria
Efeitos indesejáveis/adversos
Os efeitos adversos têm maior probabilidade de ocorrer em doentes com pior condição clínica ou com múltiplas doenças.
Efeitos adversos neurológicos, tais como confusão, dor de cabeça e apatia, ocorrem principalmente em doentes com cirrose hepática.
Efeitos secundários frequentes (em mais de um doente em cem):
Dor de cabeça, perturbações gastrointestinais, náuseas, diarreia, vómitos, pele seca, sonolência, crescimento das mamas nos homens, hipersensibilidade dolorosa da mama, perturbações menstruais, impotência.
Efeitos secundários pouco frequentes (em menos de um doente em cem):
concentração demasiado elevada de potássio no sangue ou concentração demasiado baixa de sódio no sangue, confusão, sensações anormais ao toque, erupções na pele, comichão, erupção da pele com comichão, cãimbras nas pernas, alterações nas concentrações de creatinina ou renina no sangue.
Efeitos secundários raros (em menos de um doente em mil):
Desidratação, apatia (i.e. indiferença, perda de iniciativa), alterações nos impulsos sexuais, tonturas, insuficiência renal, número reduzido de glóbulos brancos ou plaquetas no sangue.
Efeitos secundários muito raros (em menos de um doente em dez mil):
Disfunção no fígado, perda de cabelo, aumento dos pêlos no corpo, tumores benignos da mama.
Efeitos adversos neurológicos, tais como confusão, dor de cabeça e apatia, ocorrem principalmente em doentes com cirrose hepática.
Efeitos secundários frequentes (em mais de um doente em cem):
Dor de cabeça, perturbações gastrointestinais, náuseas, diarreia, vómitos, pele seca, sonolência, crescimento das mamas nos homens, hipersensibilidade dolorosa da mama, perturbações menstruais, impotência.
Efeitos secundários pouco frequentes (em menos de um doente em cem):
concentração demasiado elevada de potássio no sangue ou concentração demasiado baixa de sódio no sangue, confusão, sensações anormais ao toque, erupções na pele, comichão, erupção da pele com comichão, cãimbras nas pernas, alterações nas concentrações de creatinina ou renina no sangue.
Efeitos secundários raros (em menos de um doente em mil):
Desidratação, apatia (i.e. indiferença, perda de iniciativa), alterações nos impulsos sexuais, tonturas, insuficiência renal, número reduzido de glóbulos brancos ou plaquetas no sangue.
Efeitos secundários muito raros (em menos de um doente em dez mil):
Disfunção no fígado, perda de cabelo, aumento dos pêlos no corpo, tumores benignos da mama.
Advertências

Gravidez:A utilização de espironolactona durante a gravidez deve ser evitada.

Aleitamento:Deve ser tomada uma decisão relativamente à descontinuação da amamentação ou descontinuação/suspensão da terapêutica com Espironolactona tendo em conta o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapêutica para a mãe.

Insuf. Renal:Ver Diuréticos Poupadores de Potássio.

Condução:Tonturas ou cansaço, que podem comprometer a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas, podem surgir especialmente no início do tratamento e após ajuste de dose.

Dopping:Diuréticos e Agentes Mascarantes. Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Precauções gerais
As concentrações séricas de electrólitos e a função renal devem ser monitorizadas regularmente durante o tratamento com Espironolactona.
O risco de hipercaliemia é maior em doentes idosos e doentes com insuficiência renal ou hepática bem como nos casos de utilização combinada de espironolactona e inibidores da ECA ou bloqueadores dos recetores da angiotensina II (BRAs) ou outros diuréticos.
Nestes doentes, as concentrações séricas de potássio devem ser monitorizadas cuidadosamente.
A hipercaliemia pode ser fatal.
É crucial monitorizar e ajustar o potássio sérico em doentes com insuficiência cardíaca crónica a receber tratamento com espironolactona.
Evitar a utilização de outros diuréticos poupadores de potássio.
Evitar a utilização de suplementos orais de potássio em doentes com potássio sérico >3,5 mmol/l.
A monitorização recomendada para o potássio e a creatinina é de uma semana após o início ou aumento da dose de espironolactona, mensalmente durante os primeiros 3 meses, depois trimestralmente durante um ano, e depois a cada 6 meses.
Descontinuar ou interromper o tratamento se o potássio sérico > 5 mmol/l ou a creatinina sérica > 220 micromol/l.
Os suplementos de potássio, substitutos do sal que contenham potássio ou dieta rica em potássio não são recomendados devido ao risco de hipercaliemia.
Em doentes com cirrose hepática, foi notificada acidose metabólica hipocloremica com hipercaliemia durante a utilização de espironolactona apesar da função renal normal.
Doentes com cirrose hepática, bem como outros doentes em risco de acidose, devem ser monitorizados cuidadosamente.
Recomenda-se precaução especial no tratamento de doentes diabéticos com compromisso renal.
Recomenda-se precaução no tratamento de ascite para não diminuir o peso corporal do doente mais do que cerca de 1 kg por dia (devido à diurese aumentada).
Em doentes com úlceras pépticas, a espironolactona pode comprometer a cicatrização da úlcera, devendo por isso ser utilizada apenas depois de uma avaliação cuidadosa.
A espironolactona causou ou estimulou o crescimento tumoral em animais experimentais.
Isto tem de ser tido em consideração quando se utiliza o medicamento.
O efeito pode ser devido a alterações hormonais do mesmo carácter das que a espironolactona produz em humanos.
O risco de hipercaliemia é maior em doentes idosos e doentes com insuficiência renal ou hepática bem como nos casos de utilização combinada de espironolactona e inibidores da ECA ou bloqueadores dos recetores da angiotensina II (BRAs) ou outros diuréticos.
Nestes doentes, as concentrações séricas de potássio devem ser monitorizadas cuidadosamente.
A hipercaliemia pode ser fatal.
É crucial monitorizar e ajustar o potássio sérico em doentes com insuficiência cardíaca crónica a receber tratamento com espironolactona.
Evitar a utilização de outros diuréticos poupadores de potássio.
Evitar a utilização de suplementos orais de potássio em doentes com potássio sérico >3,5 mmol/l.
A monitorização recomendada para o potássio e a creatinina é de uma semana após o início ou aumento da dose de espironolactona, mensalmente durante os primeiros 3 meses, depois trimestralmente durante um ano, e depois a cada 6 meses.
Descontinuar ou interromper o tratamento se o potássio sérico > 5 mmol/l ou a creatinina sérica > 220 micromol/l.
Os suplementos de potássio, substitutos do sal que contenham potássio ou dieta rica em potássio não são recomendados devido ao risco de hipercaliemia.
Em doentes com cirrose hepática, foi notificada acidose metabólica hipocloremica com hipercaliemia durante a utilização de espironolactona apesar da função renal normal.
Doentes com cirrose hepática, bem como outros doentes em risco de acidose, devem ser monitorizados cuidadosamente.
Recomenda-se precaução especial no tratamento de doentes diabéticos com compromisso renal.
Recomenda-se precaução no tratamento de ascite para não diminuir o peso corporal do doente mais do que cerca de 1 kg por dia (devido à diurese aumentada).
Em doentes com úlceras pépticas, a espironolactona pode comprometer a cicatrização da úlcera, devendo por isso ser utilizada apenas depois de uma avaliação cuidadosa.
A espironolactona causou ou estimulou o crescimento tumoral em animais experimentais.
Isto tem de ser tido em consideração quando se utiliza o medicamento.
O efeito pode ser devido a alterações hormonais do mesmo carácter das que a espironolactona produz em humanos.
Cuidados com a dieta
Os comprimidos devem ser tomados com alimentos.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de intoxicações.
A sobredosagem aguda de espironolactona pode causar cansaço, confusão, vómitos, ataxia, tonturas, erupção cutânea e diarreia.
A sobredosagem crónica pode resultar em hipercaliemia e hiponatremia.
Uma dose única de 625 mg causou intoxicação ligeira após esvaziamento gástrico.
Os cuidados de emergência em caso de sobredosagem consistem na administração de carvão ativado, repetidamente se necessário.
Se tiver decorrido um curto período de tempo desde a sobredosagem e a quantidade ingerida de espironolactona for substancial, pode considerar-se o esvaziamento gástrico através de lavagem gástrica.
O tratamento da sobredosagem é principalmente sintomático; é indicada a monitorização da função cardíaca, do equilíbrio electrolítico e da função renal.
Não existe um antídoto específico conhecido para a espironolactona.
A sobredosagem aguda de espironolactona pode causar cansaço, confusão, vómitos, ataxia, tonturas, erupção cutânea e diarreia.
A sobredosagem crónica pode resultar em hipercaliemia e hiponatremia.
Uma dose única de 625 mg causou intoxicação ligeira após esvaziamento gástrico.
Os cuidados de emergência em caso de sobredosagem consistem na administração de carvão ativado, repetidamente se necessário.
Se tiver decorrido um curto período de tempo desde a sobredosagem e a quantidade ingerida de espironolactona for substancial, pode considerar-se o esvaziamento gástrico através de lavagem gástrica.
O tratamento da sobredosagem é principalmente sintomático; é indicada a monitorização da função cardíaca, do equilíbrio electrolítico e da função renal.
Não existe um antídoto específico conhecido para a espironolactona.
Terapêutica interrompida
Tome a dose esquecida assim que for possível.
Se estiver quase na altura de tomar a próxima dose, não tome a dose esquecida.
Nunca tome uma dose a dobrar ou duas doses sucessivamente.
Assegure-se que tem medicamento suficiente antes de ir de viagem ou de férias.
Se estiver quase na altura de tomar a próxima dose, não tome a dose esquecida.
Nunca tome uma dose a dobrar ou duas doses sucessivamente.
Assegure-se que tem medicamento suficiente antes de ir de viagem ou de férias.
Cuidados no armazenamento
O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e tolerância bacteriológica
Sem informação.
Hidroclorotiazida + Triamtereno + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Hidroclorotiazida / Triamtereno não deverá ser administrado a doentes medicados com outros fármacos poupadores de potássio, tais como: amilorida e espironolactona. - Espironolactona
Espironolactona + Diuréticos
Observações: n.d.Interacções: A espironolactona pode ter um efeito aditivo quando administrada com outros diuréticos ou agentes hipertensores. Pode ser necessário a redução da dose destes medicamentos quando se adiciona a espironolactona ao tratamento. - Diuréticos
Citrato de potássio + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Com a espironolactona, agravamento da hipercaliémia. - Espironolactona
Mitotano + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Espironolactona: O mitotano não pode ser administrado em combinação com espironolactona, uma vez que esta substância ativa pode bloquear a ação de mitotano. - Espironolactona
Gonadorelina + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Levodopa e espironolactona elevam a concentração da gonadorelina. - Espironolactona
Perindopril + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Com a eplerenona ou espironolactona em doses entre os 12,5 mg e os 50 mg por dia e com dose baixas de IECAs: No tratamento da insuficiência cardíaca de classe II-IV (NYHA), com uma fração de ejeção <40%, e tratada previamente com IECAs e diuréticos da ansa, existe um risco de hipercaliemia, potencialmente fatal, especialmente em caso de incumprimento das recomendações de prescrição desta associação. Antes de iniciar a associação, verificar a ausência de hipercaliemia e compromisso renal. A monitorização rigorosa da caliemia e da creatinemia é recomendada no primeiro mês de tratamento, inicialmente uma vez por semana e depois mensalmente. - Espironolactona
Felodipina + Ramipril + Espironolactona
Observações: A felodipina é um substrato do CYP3A4. Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos recetores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com ação no SRAA.Interacções: Sais de potássio, diuréticos poupadores de potássio: É de prever um aumento da concentração de potássio sérico. O tratamento concomitante com diuréticos poupadores de potássio (p. ex.: espironolactona, triamtereno ou amilorida) ou com sais de potássio exige monitorização estreita do potássio sérico. - Espironolactona
Abiraterona + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: A espironolactona liga-se ao recetor androgénico e poderá aumentar os níveis do antigénio específico da próstata (PSA). A utilização com Abiraterona não é recomendada. - Espironolactona
Losartan + Amlodipina + Espironolactona
Observações: Não foram realizados estudos de interacção medicamentosa com o Losartan / Amlodipina e outros medicamentos. Não foram realizados estudos de interacção medicamentosa na população pediátrica.Interacções: interações relacionadas com o losartan Tal como outros medicamentos que bloqueiam a angiotensina II ou os seus efeitos, a utilização concomitante de outros medicamentos que retêm o potássio (por ex. diuréticos poupadores de potássio: amilorida, triamtereno e espironolactona), ou que podem aumentar os níveis de potássio (por ex. heparina), suplementos de potássio ou substitutos de sal contendo potássio, podem conduzir a aumentos do potássio sérico. A coadministração não é aconselhável. - Espironolactona
Bisoprolol + Perindopril + Espironolactona
Observações: Num estudo de interacção conduzido em voluntários sãos, não foram observadas interações entre o bisoprolol e o perindopril.Interacções: Relacionada com o PERINDOPRIL: Diuréticos poupadores de potássio (eplerenona, espironolactona): Com eplerenona ou espironolactona em doses entre 12,5 mg a 50 mg por dia e com doses baixas de IECAs: No tratamento da insuficiência cardíaca classe II-IV (NYHA) com uma fração de ejeção <40%, e previamente tratados com IECAs e diuréticos da ansa, risco de hipercaliemia, potencialmente fatal, especialmente no caso da não observância das recomendações de prescrição desta combinação. Antes de iniciar a associação, verificar a ausência de hipercaliemia e insuficiência renal. É recomendada uma monitorização cuidada e frequente da caliemia e da creatinemia uma vez por semana no primeiro mês de tratamento, no início e depois mensalmente. - Espironolactona
Sacubitril + Valsartan + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: interações que requerem precauções: Potássio: O uso concomitante de diuréticos poupadores de potássio (triamtereno, amilorida), antagonistas mineralocorticoides (p. ex. espironolactona, eplerenona), suplementos de potássio, substitutos do sal contendo potássio ou outros fármacos (tais como heparina) podem levar a aumentos do potássio sérico, e ao aumento da creatinina sérica. É recomendada a monitorização do potássio sérico se Sacubitril / Valsartan for coadministrado com estes fármacos. - Espironolactona
Espironolactona + Hipertensores
Observações: n.d.Interacções: A espironolactona pode ter um efeito aditivo quando administrada com outros diuréticos ou agentes hipertensores. Pode ser necessário a redução da dose destes medicamentos quando se adiciona a espironolactona ao tratamento. - Hipertensores
Espironolactona + Diuréticos poupadores de potássio
Observações: n.d.Interacções: A utilização concomitante de espironolactona com outros diuréticos poupadores de potássio, inibidores da ECA, antagonista da angiotensina II, bloqueadores da aldosterona, heparina, heparina de baixo peso molecular, suplementos de potássio, dieta rica em potássio ou substitutos do sal que contenham potássio podem levar a hipercaliemia grave. - Diuréticos poupadores de potássio
Espironolactona + Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)
Observações: n.d.Interacções: A utilização concomitante de espironolactona com outros diuréticos poupadores de potássio, inibidores da ECA, antagonista da angiotensina II, bloqueadores da aldosterona, heparina, heparina de baixo peso molecular, suplementos de potássio, dieta rica em potássio ou substitutos do sal que contenham potássio podem levar a hipercaliemia grave. - Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)
Espironolactona + Antagonistas da angiotensina II (AAII)
Observações: n.d.Interacções: A utilização concomitante de espironolactona com outros diuréticos poupadores de potássio, inibidores da ECA, antagonista da angiotensina II, bloqueadores da aldosterona, heparina, heparina de baixo peso molecular, suplementos de potássio, dieta rica em potássio ou substitutos do sal que contenham potássio podem levar a hipercaliemia grave. - Antagonistas da angiotensina II (AAII)
Espironolactona + Bloqueadores da aldosterona
Observações: n.d.Interacções: A utilização concomitante de espironolactona com outros diuréticos poupadores de potássio, inibidores da ECA, antagonista da angiotensina II, bloqueadores da aldosterona, heparina, heparina de baixo peso molecular, suplementos de potássio, dieta rica em potássio ou substitutos do sal que contenham potássio podem levar a hipercaliemia grave. - Bloqueadores da aldosterona
Espironolactona + Heparinas
Observações: n.d.Interacções: A utilização concomitante de espironolactona com outros diuréticos poupadores de potássio, inibidores da ECA, antagonista da angiotensina II, bloqueadores da aldosterona, heparina, heparina de baixo peso molecular, suplementos de potássio, dieta rica em potássio ou substitutos do sal que contenham potássio podem levar a hipercaliemia grave. - Heparinas
Espironolactona + Suplementos de potássio
Observações: n.d.Interacções: A utilização concomitante de espironolactona com outros diuréticos poupadores de potássio, inibidores da ECA, antagonista da angiotensina II, bloqueadores da aldosterona, heparina, heparina de baixo peso molecular, suplementos de potássio, dieta rica em potássio ou substitutos do sal que contenham potássio podem levar a hipercaliemia grave. - Suplementos de potássio
Espironolactona + Potássio
Observações: n.d.Interacções: A utilização concomitante de espironolactona com outros diuréticos poupadores de potássio, inibidores da ECA, antagonista da angiotensina II, bloqueadores da aldosterona, heparina, heparina de baixo peso molecular, suplementos de potássio, dieta rica em potássio ou substitutos do sal que contenham potássio podem levar a hipercaliemia grave. - Potássio
Espironolactona + Sais de Potássio
Observações: n.d.Interacções: A utilização concomitante de espironolactona com outros diuréticos poupadores de potássio, inibidores da ECA, antagonista da angiotensina II, bloqueadores da aldosterona, heparina, heparina de baixo peso molecular, suplementos de potássio, dieta rica em potássio ou substitutos do sal que contenham potássio podem levar a hipercaliemia grave. - Sais de Potássio
Espironolactona + Noradrenalina
Observações: n.d.Interacções: A espironolactona reduz a ação vascular da norepinefrina, pelo que devem ser tomadas precauções no tratamento de doentes submetidos a anestesia local ou geral enquanto estiverem a ser tratados com espironolactona. - Noradrenalina
Espironolactona + Ácido Acetilsalicílico
Observações: n.d.Interacções: Tem sido demonstrado que a aspirina, indometacina e ácido mefenâmico atenuam o efeito diurético da espironolactona. - Ácido Acetilsalicílico
Espironolactona + Indometacina
Observações: n.d.Interacções: Tem sido demonstrado que a aspirina, indometacina e ácido mefenâmico atenuam o efeito diurético da espironolactona. - Indometacina
Espironolactona + Ácido mefenâmico
Observações: n.d.Interacções: Tem sido demonstrado que a aspirina, indometacina e ácido mefenâmico atenuam o efeito diurético da espironolactona. - Ácido mefenâmico
Espironolactona + Fenazona
Observações: n.d.Interacções: A espironolactona aumenta o metabolismo da antipirina. - Fenazona
Espironolactona + Digoxina
Observações: n.d.Interacções: A espironolactona pode interferir com métodos de determinação da concentração plasmática de digoxina. Tem sido demonstrado que a espironolactona aumenta o tempo de semivida da digoxina, podendo portanto provocar uma subida dos níveis da digoxina e, consequentemente, intensificar o risco de toxicidade por digitálicos. Assim será necessário reduzir a posologia e dose de manutenção de digitálicos quando o seu uso for concomitante com o da espironolactona, devendo os doentes ser cuidadosamente vigiados a fim de se evitar uma sobre ou sub-concentração de digitálicos. - Digoxina
Espironolactona + Cloreto de amónio
Observações: n.d.Interacções: Foram notificados casos de acidose metabólica hipercaliémica em doentes que receberam espironolactona concomitantemente com cloreto de amónio ou colestiramina. - Cloreto de amónio
Espironolactona + Colestiramina
Observações: n.d.Interacções: Foram notificados casos de acidose metabólica hipercaliémica em doentes que receberam espironolactona concomitantemente com cloreto de amónio ou colestiramina. - Colestiramina
Espironolactona + Carbenoxolona
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante de espironolactona com carbenoxolona pode resultar na diminuição de eficácia de ambos os medicamentos. - Carbenoxolona
Espironolactona + Digitálicos
Observações: n.d.Interacções: Tem sido demonstrado que a espironolactona aumenta o tempo de semivida da digoxina, podendo portanto provocar uma subida dos níveis da digoxina e, consequentemente, intensificar o risco de toxicidade por digitálicos. Assim será necessário reduzir a posologia e dose de manutenção de digitálicos quando o seu uso for concomitante com o da espironolactona, devendo os doentes ser cuidadosamente vigiados a fim de se evitar uma sobre ou sub-concentração de digitálicos. - Digitálicos
Atorvastatina + Perindopril + Amlodipina + Espironolactona
Observações: Não foram realizados estudos de interacção medicamentosa com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina, perindopril e amlodipina separadamente.Interacções: Utilização concomitante NÃO RECOMENDADA: PERINDOPRIL: Diuréticos poupadores do potássio (p.ex. triamtereno, amilorida, esplerenina, espironolactona), sais de potássio: Estes medicamentos são conhecidos por induzir hipercaliemia (potencialmente fatal), especialmente em conjunto com insuficiência renal (efeitos hipercaliemicos aditivos). A combinação do Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina com os fármacos acima mencionados não é recomendada. No entanto, se o uso concomitante for indicado, devem ser usados com cuidado e com frequente monitorização do potássio sérico. - Espironolactona
Perindopril + Indapamida + Amlodipina + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Uso concomitante que requer cuidados especiais: PERINDOPRIL: Diuréticos poupadores de potássio (eplerenona, espironolactona): Com esplerenona ou espironolactona em doses entre 12,5 mg a 50 mg por dia e com doses baixas de IECAs: No tratamento da insuficiência cardíaca cla sse II-IV (NYHA) com uma fração de ejeção <40%, e previamente tratados com IECAs e diuréticos da ansa, risco de hipercaliemia, potencialmente fatal, especialmente no caso de não observância das recomendações de prescrição desta combinação. Antes de iniciar a associação, verificar a ausência de hipercaliemia e insuficiência renal. É recomendada uma monitorização cuidada frequente da caliemia e da creatineemia uma vez por semana no primeiro mês de tratamento, no início e depois mensalmente. - Espironolactona
Indapamida + Amlodipina + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Associações a ter em consideração: Diuréticos poupadores de potássio (amiloride, espironolactona, triamtereno): Embora as associações racionais sejam úteis para certos doentes, pode ainda ocorrer hipocaliemia (particularmente em doentes com insuficiência renal ou diabetes) ou hipercaliemia. Monitorizar a caliemia, e o ECG e, se necessário, rever o tratamento. - Espironolactona
Cloreto de potássio + Cloreto de sódio + Glucose + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: interações relacionadas com a presença de potássio: A administração concomitante da solução com um dos seguintes medicamentos pode originar uma hipercalémia fatal, particularmente em doentes com insuficiência renal (adição de efeitos de hipercalémia): - Diuréticos poupadores de potássio (só ou em combinação) (amilorida, triamtereno, espironolactona, eplerenona) - Inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECA) (tais como captopril, enalapril, lisinopril) - Bloqueadores dos recetores da Angiotensina II (Candesartan, telmisartan, eprosartan, irbesartan, losartan, valsartan) - Medicamentos com potássio tais como sais potássicos de penicilina - Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) (diclofenac, indometacina, piroxicam, ácido mefenâmico, celecoxib) - Heparina (inibidor da síntese de aldosterona) - Pentamidina, trimetoprim (bloqueadores dos canais de sódio) - Ciclosporina, tacrolimus (inibidores da calcineurina) - Bloqueadores β-adrenérgicos (propranolol, nadolol, atenolol) - Succinilcolina (suxametonium) (relaxante muscular) - Espironolactona
Enalapril + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Diuréticos poupadores de potássio ou suplementos de potássio: Os inibidores da ECA atenuam a perda de potássio induzida por diuréticos. Diuréticos poupadores de potássio (por exemplo espironolactona, eplerenona, triamtereno ou amilorida), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio podem levar a aumentos significativos no potássio sérico. Se for indicada a sua utilização concomitante devido a hipocaliemia demonstrada, devem ser utilizados com precaução e com monitorização frequente do potássio sérico. - Espironolactona
Fosinopril + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Suplementos de potássio ou diuréticos poupadores do potássio: Os diuréticos poupadores de potássio (espironolactona, amilorida, triamtereno e outros) ou suplementes de potássio, podem aumentar o risco de hipercaliemia. Consequentemente, se a administração concomitante de fosinopril e destes fármacos estiver indicada, devem ser administrados com precaução e o nível sérico de potássio monitorizado frequentemente. - Espironolactona
Imidapril + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Diuréticos poupadores de potássio isolados ou em associação ou suplementos de potássio: Imidapril, assim como outros inibidores da ECA, pode atenuar a perda de potássio induzida por diuréticos. Diuréticos poupadores de potássio, por exemplo espironolactona, triamtereno ou amilorida, suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio podem levar a aumentos significativos do potássio sérico (potencialmente letal), especialmente em associação com disfunção renal (efeitos hipercaliémicos aditivos). Os inibidores ECA não devem ser associados a substâncias hipercaliémicas, excepto em caso de hipocaliemia. Se o uso concomitante é indicado devido a hipocaliemia demonstrada, devem ser usados com precaução e com frequente monitorização do potássio sérico. - Espironolactona
Losartan + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Tal como outros medicamentos que bloqueiam a angiotensina II ou os seu efeitos, a utilização concomitante de outros medicamentos que retêm o potássio (por ex. diuréticos poupadores de potássio: amilorida, triamtereno, espironolactona) ou que podem aumentar os níveis de potássio (por ex. heparina), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio, podem conduzir a aumentos do potássio sérico. A co-medicação não é aconselhável. - Espironolactona
Torasemida + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Efeito da torasemida sobre outros medicamentos: A torasemida não afeta a ligação proteica da glibenclamida nem a da varfarina nem o efeito anticoagulante da fenprocumona (derivado cumarínico próximo), nem a farmacocinética da digoxina ou do carvedilol (vasodilatador / bloqueador beta). Nos indivíduos saudáveis, a coadministração de torasemida foi associada a uma redução significativa na excreção renal de espironolactona, com aumentos correspondentes na área sob curva (AUC). No entanto, a experiência clínica sugere que não será necessário o ajuste posológico de qualquer destes fármacos. Efeito de outros medicamentos sobre a torasemida: Cimetidina e espironolactona: O perfil farmacocinético e a atividade diurética da torasemida não são alterados nem pela cimetidina nem pela espironolactona. - Espironolactona
Trandolapril + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Diuréticos poupadores de potássio (espironolactona, amiloride, triamtereno) ou suplementos de potássio podem aumentar o risco de hipercaliemia, especialmente em casos de insuficiência renal. - Espironolactona
Telmisartan + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Utilizações concomitantes não recomendadas: Diuréticos poupadores de potássio ou suplementos de potássio: Os antagonistas do recetor da angiotensina II, tais como o telmisartan, atenuam a perda de potássio induzida pelos diuréticos. Os diuréticos poupadores de potássio, como por exemplo, a espironolactona, a eplerenona, o triamterene, ou o amiloride, suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio podem levar a um aumento significativo do potássio sérico. Se a administração concomitante é indicada devido a hipocaliemia documentada, estes fármacos deverão ser utilizados com precaução e o potássio sérico frequentemente monitorizado. - Espironolactona
Enalapril + Lercanidipina + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: MALEATO DE ENALAPRIL: Associações não recomendadas: Diuréticos poupadores de potássio ou suplementos de potássio: Os inibidores da ECA atenuam a perda de potássio induzida pelos diuréticos. Os diuréticos poupadores de potássio (i.e. espironolactona, triamtereno ou amilorida), suplementos de potássio ou substitutos de sal contendo potássio podem levar a aumentos significativos no potássio sérico. Se o uso concomitante está indicado devido a hipocaliemia demonstrada, devem ser utilizados com precaução e a monitorização de potássio sérico deve ser feita frequentemente. - Espironolactona
Fosinopril + Hidroclorotiazida + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Suplementos de potássio e diuréticos poupadores do potássio: o fosinopril pode atenuar a perda de potássio causada pelo diurético tiazídico. Os diuréticos poupadores do potássio (espironolactona, amilorida, triamtereno e outros) ou os suplementos de potássio podem aumentar o risco de hipercaliemia, pelo que se estiver indicado o uso concomitante de Fosinopril / Hidroclorotiazida e tais fármacos, eles deverão ser administrados com precaução, com controlo frequente do potássio sérico. - Espironolactona
Patirómero + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Os estudos in vitro demonstraram não haver potencial interação de Patirómero com as seguintes substâncias activas: alopurinol, amoxicilina, apixabano, ácido acetilsalicílico, atorvastatina, cefalexina, digoxina, glipizida, lisinopril, fenitoína, riboflavina, rivaroxabano, espironolactona e valsartan. - Espironolactona
Indapamida + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Associações a tomar em consideração: Diuréticos poupadores de potássio (amilorida, espironolactona, triamtereno): Apesar das associações racionais serem úteis em alguns doentes, a hipocaliemia ou a hipercalemia (particularmente em doentes com insuficiência renal ou diabetes) poderão ainda ocorrer. O potássio plasmático e o ECG deverão ser monitorizados e, se necessário, o tratamento deverá ser revisto. - Espironolactona
Lisinopril + Amlodipina + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: interações relacionadas com o LISINOPRIL: Suplementos de potássio, diuréticos poupadores de potássio ou substitutos do sal contendo potássio: Embora nos ensaios clínicos o potássio sérico tenha permanecido geralmente dentro dos limites normais, ocorreu hipercaliemia em alguns doentes. Os fatores de risco para o desenvolvimento de hipercaliemia incluem insuficiência renal, diabetes mellitus e utilização concomitante de diuréticos poupadores de potássio (p. ex., espironolactona, triamtereno ou amilorida), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio. A utilização de suplementos de potássio, diuréticos poupadores de potássio ou substitutos do sal contendo potássio, especialmente em doentes com alteração da função renal, pode causar um aumento significativo do potássio sérico. Se o lisinopril for administrado com um diurético expoliador de potássio, a hipocaliemia induzida pelo diurético pode ser atenuada. - Espironolactona
Losartan + Hidroclorotiazida + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: LOSARTAN: Tal como outros fármacos que bloqueiam a angiotensina II ou os seus efeitos, a utilização concomitante de fármacos poupadores de potássio (por ex. espironolactona, triamtereno, amilorida), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio, podem conduzir a aumentos do potássio sérico. A co-medicação não é aconselhada. - Espironolactona
Metadona + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: interações farmacocinéticas: Indutores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por indução do CYP3A4, a depuração plasmática da metadona vai aumentar e os níveis plasmáticos vão diminuir. Os indutores dessa enzima (barbitúricos, carbamazepina, fenitoína, nevirapina, rifampicina, efavirenz, amprenavir, espironolactona, dexametasona, Hypericum perforatum (erva de São João), podem induzir o metabolismo hepático. Por exemplo, depois de três semanas de tratamento com 600 mg de efavirenz por dia, a média da concentração máxima no plasma e a ASC diminuíram em 48% e 57%, respetivamente, em doentes tratados com metadona (35-100 mg por dia). As consequências da indução enzimática são mais acentuadas se o indutor for administrado após o tratamento com a metadona já ter começado. Foram notificados sintomas de abstinência após estas interações e, portanto, pode ser necessário aumentar a dose de metadona. Se o tratamento com um indutor de CYP3A4 for interrompido, a dose de metadona deve ser reduzida. - Espironolactona
Perindopril + Amlodipina + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Ligadas ao PERINDOPRIL: Uso concomitante não recomendado: Diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio: Apesar de habitualmente o potássio sérico permanecer dentro dos limites normais, pode ocorrer hipercaliemia em alguns doentes tratados com perindopril. Diuréticos poupadores de potássio (tais como espironolactona, triamtereno ou amilorida), suplementos de potássio, ou substitutos do sal contendo potássio podem provocar aumentos significativos do potássio sérico. Por isso, a combinação de perindopril com os medicamentos acima mencionados não é recomendada. Se o uso concomitante for indicado devido a uma hipocaliemia demonstrada, a utilização destes medicamentos deve ser realizada com precaução e com frequente monitorização do potássico sérico. - Espironolactona
Perindopril + Indapamida + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Ligadas ao PERINDOPRIL: Uso concomitante não recomendado: Diuréticos poupadores de potássio (espironolactona, triamtereno, em monoterapia ou associados), potássio (sais de): Os IECAs atenuam a perda de potássio induzida por diuréticos. Diuréticos poupadores de potássio: Tais como espironolactona, triantereno ou amilorida, suplementos de potássio ou potássio contendo sais substitutos podem provocar aumentos significativos do potássio sérico (potencialmente fatal). Se o uso concomitante for indicado devido a uma hipocaliemia documentada deve ser usado com precaução e com frequente monitorização do potássio sérico e por ECG. - Espironolactona
Trandolapril + Verapamilo + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Associações não recomendadas: Diuréticos poupadores de potássio ou suplementos de potássio: Os inibidores ECA atenuam a perda de potássio induzida pelos diuréticos. Diuréticos poupadores de potássio, como a espironolactona, triamtereno ou amilorida, suplementos de potássio ou substitutos do sódio contendo potássio podem levar a aumentos significativos dos níveis séricos de potássio, particularmente na presença de uma insuficiência renal. Se, devido a uma hipocaliemia comprovada, o uso concomitante desses medicamentos estiver indicado, devem ser usados com precaução e com vigilância frequente dos níveis séricos de potássio. - Espironolactona
Varfarina + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Os compostos que reconhecidamente diminuem os efeitos da varfarina ou que habitualmente são referidos como exercendo esse efeito são: Acetomenaftona, álcool (ingestão crónica), aminoglutetimida, azatioprina, barbitúricos, carbamazepina, Contracetivos orais, dicloroalfenazona, espironolactona, etclorvinol, fitomenadiona (vitamina K1), glutetimida, griseofulvina, mercaptopurina, primidona, rifampicina. - Espironolactona
Tacrolímus + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Outras interações que originaram efeitos clínicos prejudiciais: Como o tratamento com tacrolímus pode estar associado com hipercaliémia, ou aumentar a hipercaliemia pré-existente, deve evitar-se a administração de doses elevadas de potássio, ou de diuréticos poupadores de potássio (por exemplo, amilorida, triamtereno e espironolactona). - Espironolactona
Xipamida + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Diuréticos poupadores de potássio (amiloride, espirolactona, triamtereno): Embora estas associações possam ser apropriadas para certos doentes, pode ocorrer hipocalémia ou hipercalémia (particularmente em doentes com insuficiência renal ou diabetes). Controlar dos níveis plasmáticos de potássio e ECG, se necessário ajustar a dose. - Espironolactona
Rosuvastatina + Perindopril + Indapamida + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Relacionados com perindopril Uso concomitante não recomendado: Diuréticos poupadores de potássio (espironolactona, triantereno, em monoterapia ou em associação), potássio (sais): inibidores da ECA atenuam a descida de potássio induzida pelo diurético. Diuréticos poupadores de potássio tais como espironolactona, triantereno ou amilorida, suplementos de potássio ou potássio contendo sais substitutos podem provocar aumentos significativos do potássio sérico (potencialmente fatal). Se o uso concomitante for indicado devido a uma hipocaliemia documentada deve ser usado com precaução e com frequente monitorização do potássio sérico e por ECG. - Espironolactona
Cloreto de potássio + Furosemida + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Medicamento – Medicamento Associações a considerar Diuréticos poupadores de potássio (espironolactona, amilorida, triantereno) O uso concomitante de suplemento de potássio com diuréticos poupadores de potássio pode aumentar consideravelmente o risco de hipercalemia, especialmente em presença de disfunção renal. - Espironolactona
Rosuvastatina + Amlodipina + Perindopril + Espironolactona
Observações: A extensão das interacções na população pediátrica não é conhecida.Interacções: Relacionados com perindopril Uso concomitante não recomendado: Diuréticos poupadores de potássio (p. ex. triantereno, amilorida…), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio: Embora o potássio sérico permaneça geralmente dentro dos limites normais, pode ocorrer hipercaliemia (potencialmente fatal) em alguns doentes tratados com perindopril. Os diuréticos poupadores de potássio (por exemplo, espironolactona, triamtereno ou amilorida), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio podem levar a aumentos significativos do potássio sérico. Deve-se ter cuidado também quando o perindopril é coadministrado com outros agentes que aumentam o potássio sérico, como trimetoprim e cotrimoxazol (trimetoprim / sulfametoxazol), pois sabe-se que o trimetoprim actua como um diurético poupador de potássio como o amilorida. Por isso, a associação de perindopril com os fármacos acima mencionados não é recomendada. Se a utilização concomitante for indicada, devem ser utilizados com precaução e monitorizar frequentemente o potássio sérico. Para uso da espironolactona na insuficiência cardíaca. Uso concomitante que requer cuidados especiais: Diuréticos poupadores de potássio (eplerenona, espironolactona): Com a eplerenona ou espironolactona em doses entre os 12,5 mg e os 50 mg por dia e com doses baixas de Inibidores da ECA. No tratamento da insuficiência cardíaca de classe II-IV (NYHA), com uma fração de ejeção <40%, e tratada previamente com IECAs e diuréticos da ansa, existe um risco de hipercaliemia, potencialmente fatal, especialmente em caso de incumprimento das recomendações de prescrição desta associação. Antes de iniciar a associação, verificar a ausência de hipercaliemia e compromisso renal. A monitorização rigorosa da caliemia e da creatinémia é recomendada no primeiro mês de tratamento, inicialmente uma vez por semana e depois mensalmente. - Espironolactona
Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: O ácido acetilsalicílico antagoniza o efeito diurético da espironolactona. - Espironolactona
Niraparib + Abiraterona + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: A espironolactona liga-se ao recetor androgénico e poderá aumentar os níveis do antigénio específico da próstata (PSA). A utilização com Niraparib + Abiraterona não é recomendada. - Espironolactona
Fosfato de potássio monobásico + Fosfato de potássio dibásico + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: O fosfato de potássio pode interagir com a espironolactona. - Espironolactona
Rosuvastatina + Perindopril + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Com a espironolactona em doses entre os 12,5 mg e os 50 mg por dia e com doses baixas de Inibidores da ECA. No tratamento da insuficiência cardíaca de classe II-IV (NYHA), com uma fração de ejecção <40%, e tratada previamente com IECAs e diuréticos da ansa, existe um risco de hipercaliemia, potencialmente fatal, especialmente em caso de incumprimento das recomendações de prescrição desta associação. Antes de iniciar a associação, verificar a ausência de hipercaliemia e compromisso renal. A monitorização rigorosa da caliemia e da creatinémia é recomendada no primeiro mês de tratamento, inicialmente uma vez por semana e depois mensalmente. - Espironolactona
Ácido acetilsalicílico + Dipiridamol + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: O ácido acetilsalicílico pode reduzir o efeito natriurético da espironolactona. - Espironolactona
Sparsentano + Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: Espera-se que a coadministração de sparsentano com inibidores do recetor de mineralcorticóides (aldosterona) como espironolactona e finerenona esteja associada a um risco acrescido de hipercaliemia. - Espironolactona
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 24 de Março de 2026