Similares Químicos

Produtos com a mesma molécula e do mesmo Grupo Terapêutico

Similares Terapêuticos

Produtos do mesmo Grupo Terapêutico

Valproato semisódico (ácido valpróico)

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática
O que é
O Ácido Valpróico afeta químicos no organismo que podem estar envolvidos na origem das convulsões.

O Ácido Valpróico é usado para tratar vários tipos de distúrbios convulsivos.

O Ácido Valpróico é por vezes utilizado em conjunto com outros medicamentos anti-convulsivos.

O Ácido Valpróico é também utilizado para tratamento de episódios maníacos relacionados com a doença bipolar (depressão maníaca), e para prevenir a enxaqueca.

O Ácido Valpróico também pode ser usado para fins médicos aqui não mencionados.
Usos comuns
Controle de certos tipos de convulsões no tratamento da epilepsia em Pacientes com dificuldades em tomar valproato sob a forma oral.

Também pode ser usado para outras situações, tal como determinado pelo Médico.

O Valproato é um anticonvulsivante. Funciona através do aumento de um determinado produto químico no cérebro.
Tipo
Molécula pequena.
Indicações
Na epilepsia: Em monoterapia ou como terapêutica adjuvante no tratamento de crises parciais complexas, ausências ou crises de tipo misto.

Tem também ação sobre o humor nas psicoses maníaco-depressivas e pode ser útil na profilaxia da enxaqueca.
Classificação CFT

02.06 : Antiepiléticos e anticonvulsivantes

Mecanismo de ação
O Divalproato de sódio é um agente antiepiléptico que se dissocia no ião valproato
no trato gastrointestinal.

O mecanismo pelo qual o Valproato exerce o seu efeito antiepiléptico ainda não foi estabelecido.

Tem sido sugerido, que a sua atividade está relacionada com os elevados níveis cerebrais de Ácido gama aminobutírico (GABA).
Posologia orientativa
Epilepsia:
A dose inicial recomendada é de 15 mg/kg/dia administrada em três tomas diárias,
com aumentos de 5 a 10 mg/kg/dia em intervalos de uma semana até obtenção do
controlo das crises ou até que a incidência dos efeitos secundários impeçam posteriores aumentos da dose.

A dose máxima recomendada é de 60 mg/kg/dia. No caso de a dose diária total exceder os 2500 mg, esta deverá ser administrada em doses repartidas. Ainda não foi estabelecida uma boa correlação entre a dose diária, a concentração sérica e o efeito terapêutico.

Contudo, para a maior parte dos Doentes, as concentrações séricas terapêuticas de Valproato situam-se no intervalo de 50-100 μg/ml.

Caso a posologia diária seja igual ou superior a 50 mg/Kg/dia, recomenda-se proceder à monitorização dos níveis sanguíneos.

Mania aguda e perturbação bipolar:
Na mania aguda, pode iniciar-se o tratamento com uma dose inicial de 20 mg/Kg/dia,
em 3 doses fraccionadas, após as refeições.

Se a tolerância for boa, pode-se aumentar a dose 200-400 mg/dia, até obter um nível plasmático entre 50 e 125 μg/ml.

A dose é regulada em função da resposta terapêutica, tendo em conta que o efeito antimaníaco se começa a verificar entre o terceiro e o quinto dia de tratamento.

Em situações de menor gravidade ou como profilaxia, o tratamento pode ser iniciado
com uma dose de 200 mg duas vezes ao dia, aumentando de 200 a 400 mg de dois
em dois dias.

Na mania, a resposta terapêutica verifica-se entre 1000 e 2500 mg/dia, sendo a dose máxima de 3000 mg/dia.

A janela terapêutica plasmática situa-se entre 50 e 125 μg/ml e a terapêutica profilática requer uma dose entre 600 a 1500 mg/dia.

Cefaleias:
A dose mínima eficaz é de 250 mg duas vezes ao dia e o tratamento deverá ter a
duração mínima de 3 meses. A dose média é de 1000 a 1500 mg/dia.
Administração
Via oral.
Contraindicações
Não use se o Valproato se:
– é alérgico a qualquer ingrediente de Valproato
– tem problemas de fígado ou um distúrbio do ciclo da uréia
– tem um problema genético de fígado causado por um distúrbio mitocondrial (por exemplo, síndrome de Alpers-Huttenlocher)
– o Paciente está com menos de 2 anos de idade e tem uma desordem mitocondrial
– estiver a tomar Valproato na prevenção de enxaquecas e está grávida.

Contacte o seu Médico ou Profissional de Saúde imediatamente se algum destas limitaç~poes se aplicar a si.
Efeitos indesejáveis/adversos
Todos os medicamentos podem causar efeitos colaterais, mas muitas pessoas não os desenvolvem, ou têm menos.

Fale com seu Médico se qualquer destes efeitos secundários mais comuns persistirem ou se tornarem incómodos:
– Mudança no apetite, obstipação, diarreia, tonturas, sonolência, perda de cabelo, dor de cabeça, indigestão, dor leve ou vermelhidão no local da injeção, náuseas ou dores de estômago; problemas para dormir, vómitos, fraqueza, alterações de peso.

Procure ajuda médica imediatamente se algum destes efeitos secundários graves ocorrem:

– reações alérgicas graves (rash, urticária, comichão, dificuldade em respirar ou engolir; aperto no peito, inchaço da boca, face, lábios, garganta ou língua); pensamento anormal, visão turva ou outras alterações na visão, mudanças no comportamento, a mudança no período menstrual, dor torácica, calafrios, confusão, dificuldade de linguagem, dificuldade para urinar ou outros problemas urinários; cansaço extremo; desmaios; rápidos ou irregulares batimentos cardíacos, febre, mal-estar geral do corpo, alucinações, perda da audição; movimentos involuntários dos braços e pernas; movimentos involuntários ou movimentos de mastigação da face, maxilas, boca ou língua, dores articulares ou musculares ou fraqueza, falta de energia, perda de coordenação, perda de memória, alterações mentais ou do humor ou agravamento (por exemplo, agressividade, agitação, ansiedade, depressão, sentimento exagerado de bem-estar, hostilidade, impulsividade, incapacidade se manter sentado, irritabilidade, ataques de pânico, agitação ); convulsões ou agravamento; hemorragia nasal, pele vermelha, inchada, com bolhas ou descamação; zumbido nos ouvidos ou grave náusea persistente, vómitos ou dor de estômago, dor severa ou persistente, falta de ar, dor de garganta, pensamentos ou actos suicidas, inchaço dos braços ou pernas; inchaço dos gânglios linfáticos; sintomas de problemas hepáticos (por exemplo, urina escura, perda de apetite, fezes claras, dor de estômago grave, amarelecimento da pele ou olhos); tremor; hemorragia ou nódoas negras; fraqueza incomum.

Esta não é uma lista completa de todos os efeitos secundários que podem ocorrer.

Se você tiver dúvidas sobre os efeitos colaterais, entre em contato com o seu Prestador de Cuidados de Saúde. Peça aconselhamento Médico sobre os efeitos secundários.
Advertências
Gravidez
Gravidez:
Gravidez:Risco de malformações, atraso do desenvolvimento, hemorragia e toxicidade hepática neonatal; a mulher que engravida deve ser avisada das possíveis consequências, aconselhada por especialista e vigiada (medida da alfa-fetoproteína e ultra-sonografia no segundo trimestre). Ver Antiepilépticos. Nocivo para o feto; o risco ultrapassa o benefício e, portanto, está contraindicado na gravidez. Trimestre: 1º e 3º
Aleitamento
Aleitamento:
Aleitamento:Presente no leite em quantidade muito reduzida para ser perigoso.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Insuf. Hepática:Mulheres com potencial para engravidar: A droga pode causar efeitos teratogénicos, como um aumento do risco de defeitos do tubo neural (por exemplo, espinha bífida), o desenvolvimento cognitivo em crianças e distúrbios de coagulação e insuficiência hepática neonatal se engravidarem.
Precauções gerais
É muito importante que o médico acompanhe o seu progresso de perto enquanto estiver a usar o Valproato de sódio, para se certificar de que está a funcionar corretamente e para permitir uma eventual mudança na dose.

Podem ser necessários exames de sangue para verificar se há efeitos indesejáveis.

O uso do Valproato de sódio durante a gravidez (especialmente durante o primeiro trimestre) pode prejudicar o feto.

Utilize uma forma eficaz de controle de natalidade para não ficar grávida. Se acha que engravidou durante o uso do medicamento, informe o médico imediatamente.

É muito importante tomar ácido fólico antes de engravidar e cedo durante a gravidez para minorar a probabilidade de ter efeitos colaterais prejudiciais ao feto. Fale com o médico ou Farmacêutico para obter ajuda caso não saiba como escolher um produto com ácido fólico.

Problemas de fígado podem ocorrer enquanto estiver a usar o Valproato de sódio, e alguns podem ser graves.

Fale com o médico imediatamente se tiver mais do que um destes sintomas: dor ou sensibilidade abdominal, fezes barrentas, urina escura, falta de apetite, febre, dor de cabeça, comichão, perda de apetite, náuseas e vómitos, erupções cutâneas, inchaço dos pés ou pernas, cansaço ou fraqueza incomum, ou olhos ou pele amarelecidos.

O Valproato de sódio injetável pode causar reações alérgicas graves que afectam vários órgãos do corpo (por exemplo, fígado ou rins). Fale com o médico imediatamente se tiver os seguintes sintomas: febre, urina escura, dor de cabeça, erupção cutânea, dor de estômago, inchaço dos gânglios linfáticos no pescoço, axila ou virilha, cansaço fora do comum, ou olhos ou pele amarelecida.

Pode ocorrer Pancreatite enquanto estiver a usar o Valproato de sódio. Informe o médico imediatamente se tiver dor súbita e severa no estômago, calafrios, obstipação, náuseas, vómitos, febre, ou vertigens.

Fale com o médico imediatamente se a febre, dor de garganta, erupção cutânea, úlceras na boca, sangramento nasal, sangramento nas gengivas, glândulas inchadas, ou pequenas manchas vermelhas ou roxas na pele ocorrerem. Estes podem ser sintomas de um problema grave no sangue.

Consulte o médico imediatamente se está tendo sonolência incomum, apatia, cansaço, fraqueza ou sensação de lentidão, alterações do estado mental, baixa temperatura corporal, ou vómitos. Estes podem ser sintomas de uma doença grave chamada encefalopatia hiperamonémica.

Fale com o médico se tem sonolência incomum, apatia, cansaço, fraqueza ou sensação de lentidão, confusão, dificuldade de concentração, problemas de memória, dificuldade para andar, falar ou comer, ou perda de consciência ao tomar Valproato de sódio.

O Valproato de sódio injetável pode levar algumas pessoas a ficarem tontas, sonolentas ou menos alerta do que são normalmente. Certifique-se que sabe como reagir ao Valproato de sódio antes de conduzir, utilizar máquinas, ou fazer qualquer outra coisa que poderia ser perigosa se está tonta ou menos alerta.

Antes de fazer quaisquer exames Médicos, informe o Médico responsável que está a tomar Valproato de sódio. Os resultados de alguns testes podem ser afetados por esta substância.

O Valproato de sódio pode causar hipotermia (abaixamento da temperatura corporal). Informe o médico se ficar confuso, sonolento, com dores musculares, tremores ou cansaço.

O Valproato de sódio irá adicionar aos efeitos do álcool e outros depressores do SNC (medicamentos que causam sonolência). Alguns exemplos de depressores do SNC são os anti-histamínicos ou medicamentos para a febre do feno, outras alergias ou constipações, sedativos, tranquilizantes ou remédios para dormir, medicamentos ou drogas de prescrição para a dor, medicamentos para convulsões (por exemplo, barbitúricos), relaxantes musculares, ou anestésicos, incluindo alguns anestésicos dentários.

Fale com seu Médico antes de tomar qualquer um dos produtos referidos, enquanto estiver a usar o Valproato de sódio.

Não tome outros medicamentos que não tenham sido discutidos com o médico, inclui medicamentos de prescrição ou sem receita (OTC), e ervas ou suplementos vitamínicos.
Cuidados com a dieta
Sem informação.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de Intoxicações.

Os sintomas podem incluir sono profundo ou coma; batimento cardíaco irregular ou lento (com possível confusão, tonturas e desmaios); perda de consciência.
Terapêutica interrompida
Não utilize uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no armazenamento
Guarde a solução não diluída de Valproato à temperatura ambiente, entre 15 e 30ºC.

Porque o produto não contém conservantes, qualquer parte mista não utilizada deve ser eliminada.

O Valproato é estável durante 24 horas quando adicionado a soluções intravenosas compatíveis e armazenado em vidro ou cloreto de polivinila (PVC) sacos à temperatura ambiente entre 15 e 30ºC.

Armazene longe do calor, humidade e luz. Mantenha Valproato fora do alcance de crianças e longe de animais de estimação.
Espectro de susceptibilidade e tolerância bacteriológica
Sem informação.
Sem significado Clínico

Acetato de Eslicarbazepina + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: É um fraco indutor da CYP3A4 e das UDP - glicuronil transferases (conjugação); É inibidora do CYP2C19
Interações: Eslicarbazepina em tratamento concomitante com: (aumenta os efeitos adversos (diplopia, coordenação anormal, vertigens)) - Valproato semisódico - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ansiolíticos + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: Aumento do efeito sedativo por inibição do CYP3A4. Efeito aditivo com depressores do SNC. Inibição enzimática.
Interações: Aumento do efeito depressor no SNC - Valproato semisódico - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: Potencia o efeito da fenitoína e do valproato. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Dipiridamol + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: Potencia o efeito da fenitoína e do valproato. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Consultar informação atualizada

Fenilbutirato de sódio + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: Foram publicados relatórios acerca da indução de hiperamonemia induzida por haloperidol e valproato. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Flunarizina + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: A administração crónica da flunarizina não afetou a distribuição de fenitoína, carbamazepina, valproato ou fenobarbital. As concentrações plasmáticas da flunarizina foram geralmente mais baixas em doentes com epilepsia a tomar estes medicamentos antiepiléticos em comparação com indivíduos saudáveis a tomar doses semelhantes. A ligação às proteínas plasmáticas da carbamazepina, valproato e fenitoína não é afetada pela coadministração com a flunarizina. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Usar com precaução

Fluodesoxiglucose (18 F) + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: Todos os medicamentos que modifiquem as concentrações séricas de glucose podem afectar a sensibilidade da exploração (p.ex., corticosteróides, valproato, carbamacepina, fenitoina, fenobarbital e catecolaminas). - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clonazepam + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: O clonazepam não induz os enzimas responsáveis pelo seu próprio metabolismo.
Interações: Os fármacos antiepiléticos, fenitoína, fenobarbital, carbamazepina e valproato podem aumentar a depuração do clonazepam, reduzindo assim as concentrações plasmáticas de clonazepam durante uma terapêutica combinada. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Valproato semisódico (ácido valpróico) + Álcool

Observações: N.D.
Interações: O Valproato pode potenciar a actividade depressiva do S.N.C. provocada pelo álcool. - Álcool
Sem efeito descrito

Oxaliplatina + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: In vitro, não se observou uma deslocação significativa da ligação da oxaliplatina às proteínas plasmáticas com os seguintes fármacos: eritromicina, salicilatos, Granissetrom, paclitaxel e valproato sódico. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Paracetamol + Cafeína + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: Não existem interações de segurança relevantes entre o ácido acetilsalicílico e o paracetamol.
Interações: Ácido acetilsalicílico e Valproato: O ASA inibe o seu metabolismo podendo aumentar a sua toxicidade; os níveis de valproato devem ser rigorosamente monitorizados. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Sem efeito descrito

Asenapina + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: A asenapina é principalmente eliminada através de glucuronidação direta pelo UGT1A4 e metabolismo oxidativo pelas isoenzimas do citocromo P450 (predominantemente do CYP1A2). Devido às suas propriedades antagonistas α1-adrenérgicas com potencial para induzir hipotensão ortostática), Asenapina pode potenciar os efeitos de certos antihipertensores. Os estudos in vitro indicam que a asenapina é um inibidor fraco do CYP2D6.
Interações: Foram estudados os potenciais efeitos dos inibidores e de um indutor de várias destas vias enzimáticas sobre a farmacocinética da asenapina, especificamente a fluvoxamina (inibidor do CYP1A2), paroxetina (inibidor do CYP2D6), imipramina (inibidor do CYP1A2/2C19/3A4), cimetidina (inibidor do CYP3A4/2D6/1A2), carbamazepina (indutor do CYP3A4/1A2) e valproato (inibidor do UGT). Com exceção da fluvoxamina, nenhuma das interações medicamentosas resultou em alterações clinicamente relevantes na farmacocinética da asenapina. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Sem efeito descrito

Aripiprazol + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: Deverá ter-se precaução se o aripiprazol for administrado concomitantemente com medicamentos que se sabe que causam intervalo QT prolongado ou desequilíbrio eletrolítico.
Interações: Não houve alterações clinicamente significativas nas concentrações de aripiprazol quando o valproato ou o lítio foram administrados concomitantemente com o aripiprazol. Quando o aripiprazol foi administrado concomitantemente com valproato, lítio ou lamotrigina, não houve alteração clinicamente importante nas concentrações de valproato, lítio ou lamotrigina. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: Uma vez que o bupropiom é extensamente metabolizado, deve ter-se especial cuidado quando o bupropiom é administrado concomitantemente com indutores do metabolismo (por ex.: carbamazepina, fenitoína, ritonavir, efavirenz) ou inibidores do metabolismo (por ex.: valproato), dado que podem afetar a sua eficácia clínica e segurança. As consequências clínicas da exposição reduzida não são claras, mas podem incluir eficácia reduzida no tratamento da depressão major. Os doentes tratados com qualquer um destes medicamentos e bupropiom poderão necessitar de um aumento da dose de bupropiom, no entanto a dose máxima recomendada de bupropiom não deverá ser excedida. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Sem efeito descrito

Docetaxel + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: O docetaxel tem uma elevada ligação às proteínas (>95%). Embora a possível interacção in vivo do docetaxel com outros medicamentos administrados concomitantemente não tenha sido investigada formalmente, as interações in vitro com agentes fortemente ligados às proteínas tais como eritromicina, difenidramina, propranolol, propafenona, fenitoína, salicilato, sulfametoxazol e valproato de sódio não afectou a ligação às proteínas do docetaxel. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Usar com precaução

Estiripentol + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: Não se encontra devidamente esclarecida a influência de outros medicamentos antiepilépticos na farmacocinética do estiripentol. Estudos in vitro sugeriram que o metabolismo de fase 1 do estiripentol é catalizado pela CYP1A2, CYP2C19 e CYP3A4 e possivelmente outras enzimas. É aconselhada precaução ao associar o estiripentol com outras substâncias que inibem ou induzem uma ou mais destas enzimas.
Interações: Efeitos noutros antiepiléticos: A inibição de CYP450 isoenzima CYP2C19 e CYP3A4 pode provocar interações farmacocinéticas (inibição do seu metabolismo hepático) com fenobarbital, primidona, fenitoína, carbamazepina, clobazam, valproato, diazepam (aumento do miorrelaxamento), etossuximida e tiagabina. As consequências são o aumento dos níveis plasmáticos destes anticonvulsivantes, com potencial risco de sobredosagem. Recomenda-se a monitorização clínica dos níveis plasmáticos de outros anticonvulsivantes, quando combinados com estiripentol, com possíveis ajustes posológicos. O aumento nos níveis de estado estacionário com a utilização combinada de estiripentol, valproato e clobazam é semelhante em adultos e em crianças, embora se observe uma marcada variabilidade inter-individual. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lorazepam + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: As substâncias que inibem certas enzimas hepáticas (particularmente o citocromo P450) podem intensificar a actividade das benzodiazepinas. Este efeito também se aplica as benzodiazepinas que são metabolizadas apenas por conjugação ainda que em menor grau.
Interações: A administração simultânea de Lorazepam e valproato pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas e numa redução da clearance do Lorazepam. A dose de Lorazepam deve ser reduzida a 50%, aproximadamente, quando administrada em simultâneo com valproato. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Sem significado Clínico

Retigabina + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Com base nesses dados agrupados, a retigabina não causou efeitos clinicamente significativos no plasma nas concentrações dos seguintes antiepiléticos: Carbamazepina, clobazam, clonazepam, gabapentina, lamotrigina, levetiracetam, oxcarbazepina, fenobarbital, fenitoína, pregabalina, topiramato, valproato, zonisamida. Adicionalmente, com base em dados agrupados, não houve efeitos clinicamente significativos dos seguintes antiepiléticos na farmacocinética da retigabina: Lamotrigina, levetiracetam, oxcarbazepina, topiramato, valproato. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Sem efeito descrito

Tiagabina + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: Tiagabina não tem qualquer efeito clinicamente significativo nas concentrações plasmáticas de fenitoína, carbamazepina, fenobarbital, valproato, varfarina, digoxina, teofilina e das hormonas contidas nos contracetivos orais. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Sem significado Clínico

Quetiapina + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: Valproato de sódio: A farmacocinética de valproato de sódio e quetiapina não sofreu uma alteração clinicamente relevante quando coadministrados. Num estudo retrospetivo em crianças e adolescentes que receberam valproato, quetiapina, ou ambos, verificou-se uma incidência superior de leucopenia e neutropenia no grupo a fazer a associação versus o grupo em monoterapia. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Usar com precaução

Claritromicina + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da Claritromicina em outros medicamentos: Sabe-se ou suspeita-se que os fármacos ou classes seguintes são metabolizados pela isoenzima CYP3A: Alprazolam, astemizol, carbamazepina, cilostazol, cisaprida, ciclosporina, disopiramida, alcaloides da cravagem do centeio, lovastatina, metilprednisolona, midazolam, omeprazol, anticoagulantes orais (por ex. varfarina), pimozida, quinidina, rifabutina, sildenafil, sinvastatina, tacrolímus, terfenadina, triazolam e vimblastina. Fármacos com interação por mecanismos semelhantes através de outras isoenzimas no sistema do citocromo P450 incluem a fenitoína, teofilina e valproato. Fenitoína e Valproato: Foram notificados casos espontâneos ou publicados de interações dos inibidores da CYP3A incluindo a claritromicina com medicamentos que não se pensam serem metabolizados pela CYP3A (por ex. fenitoína e valproato). Recomendam-se determinações de níveis séricos para estes medicamentos quando administrados concomitantemente com claritromicina. Foram descritos níveis séricos aumentados. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Sem efeito descrito

Olanzapina + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: Só foram efectuados estudos de interacção em adultos. Interações potenciais que afectam a olanzapina: Dado que a olanzapina é metabolizada pela CYP1A2, as substâncias que podem induzir ou inibir dum modo específico esta isoenzima podem afectar a farmacocinética da olanzapina.
Interações: A monitorização terapêutica dos níveis plasmáticos de valproato não indicou que fosse necessário um ajuste da dose de valproato após a introdução de olanzapina concomitante. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Oxibato de sódio + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da GHB desidrogenase: Dado que o oxibato de sódio é metabolizado pela GHB desidrogenase, há um risco potencial de interação com medicamentos que estimulem ou inibam esta enzima (p.e. valproato, fenitoína ou etossuximida). A coadministração de oxibato de sódio (6 g por dia) com valproato ( 1250 mg por dia) resultou num aumento da exposição sistémica ao oxibato de sódio de aproximadamente 25% e sem alterações significativas na Cmax. Não foram observados efeitos na farmacocinética do valproato. Os efeitos farmacodinâmicos resultantes, incluindo aumento do compromisso das funções cognitivas e sonolência, foram maiores com a coadmnistração do que os observados com o fármaco isolado. Se administrados concomitantemente, a resposta e tolerância do doente devem ser monitorizadas e a dose deve ser ajustada em conformidade. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Sem efeito descrito

Piracetam + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: Uma dose de 20 g diários de piracetam durante 4 semanas não modificou os níveis séricos pico e vale de fármacos Antiepiléticos (carbamazepina, fenitoína, fenobarbitona, valproato) em doentes epilépticos que estavam a receber doses estáveis. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metoxsaleno + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: Um relatório descreve um doente psoriático e epilético no qual a administração de fenitoína induziu um aumento do metabolismo do metoxsaleno, provocando níveis baixos de metoxsaleno e o fracasso da terapêutica PUVA. A substituição da fenitoína por valproato resultou num aumento de três a quatro vezes nos valores de metoxsaleno, que retornaram ao intervalo terapêutico assumido. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Usar com precaução

Orlistato + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: Antiepiléticos: Foram reportadas convulsões em doentes tratados concomitantemente com orlistato e antiepiléticos, por exemplo, valproato, lamotrigina, para os quais não pode ser excluída uma relação causal de interação. Por conseguinte, estes doentes devem ser monitorizados quanto a possíveis alterações na frequência e/ou gravidade de convulsões. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Sem efeito descrito

Vigabatrina + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: As concentrações plasmáticas da carbamazepina, fenobarbital e valproato de sódio também foram monitorizadas durante ensaios clínicos controlados e não foram detectadas interações clinicamente significativas. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Usar com precaução

Valproato semisódico (ácido valpróico) + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de Valproato com outros fármacos que se ligam extensivamente às proteínas plasmáticas (ex. Ácido acetilsalicílico, Carbamazepina, Dicumarol e Fenitoína), pode provocar alterações nas concentrações séricas dos mesmos. Recomenda-se precaução quando o Valproato é administrado concomitantemente com fármacos com efeitos sobre a coagulação (por exemplo a Ácido acetilsalicílico e a Varfarina). - Ácido Acetilsalicílico
Usar com precaução

Valproato semisódico (ácido valpróico) + Carbamazepina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de Valproato com outros fármacos que se ligam extensivamente às proteínas plasmáticas (ex. Ácido acetilsalicílico, Carbamazepina, Dicumarol e Fenitoína), pode provocar alterações nas concentrações séricas dos mesmos. - Carbamazepina
Usar com precaução

Valproato semisódico (ácido valpróico) + Dicumarol

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de Valproato com outros fármacos que se ligam extensivamente às proteínas plasmáticas (ex. Ácido acetilsalicílico, Carbamazepina, Dicumarol e Fenitoína), pode provocar alterações nas concentrações séricas dos mesmos. - Dicumarol
Usar com precaução

Valproato semisódico (ácido valpróico) + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de Valproato com outros fármacos que se ligam extensivamente às proteínas plasmáticas (ex. Ácido acetilsalicílico, Carbamazepina, Dicumarol e Fenitoína), pode provocar alterações nas concentrações séricas dos mesmos. Têm-se registado alterações nos níveis séricos de Fenitoína, quando esta é administrada concomitantemente, contudo têm-se verificado tanto um aumento na concentração sérica total de Fenitoína, como uma diminuição com posterior aumento. Adicionalmente tem sido observada uma diminuição da Fenitoína sérica total com um aumento das concentrações de Fenitoína livre versus Fenitoína ligada às proteínas. A dosagem de Fenitoína deve ser reajustada de acordo com o quadro clínico. O uso concomitante de Valproato e Clonazepam poderá produzir estados de ausência. - Fenitoína
Potencialmente Grave

Valproato semisódico (ácido valpróico) + Fenobarbital

Observações: N.D.
Interações: Há indícios de que o Valproato pode provocar um aumento nos níveis séricos do Fenobarbital por disfunção da clearance não renal. Este fenómeno pode originar depressões graves a nível do S.N.C. Há também registos de casos de associação de Valproato e Fenobarbital que produziram depressão a nível do S.N.C. sem no entanto ter havido aumentos significativos dos níveis séricos de cada um dos fármacos. Todos os doentes que estejam a receber uma terapêutica concomitante com barbitúricos devem ser rigorosamente monitorizados para toxicidade neurológica, reduzindo a dosagem dos barbitúricos quando necessário. A primidona é metabolizada por um barbitúrico, pelo que também deve estar envolvida numa interacção similar ou idêntica. - Fenobarbital
Usar com precaução

Valproato semisódico (ácido valpróico) + Barbitúricos

Observações: N.D.
Interações: - Barbitúricos
Potencialmente Grave

Valproato semisódico (ácido valpróico) + Primidona

Observações: N.D.
Interações: Há indícios de que o Valproato pode provocar um aumento nos níveis séricos do Fenobarbital por disfunção da clearance não renal. Este fenómeno pode originar depressões graves a nível do S.N.C. Há também registos de casos de associação de Valproato e Fenobarbital que produziram depressão a nível do S.N.C. sem no entanto ter havido aumentos significativos dos níveis séricos de cada um dos fármacos. Todos os doentes que estejam a receber uma terapêutica concomitante com barbitúricos devem ser rigorosamente monitorizados para toxicidade neurológica, reduzindo a dosagem dos barbitúricos quando necessário. A primidona é metabolizada por um barbitúrico, pelo que também deve estar envolvida numa interacção similar ou idêntica. - Primidona
Usar com precaução

Valproato semisódico (ácido valpróico) + Etossuximida

Observações: N.D.
Interações: Existem indícios não conclusivos relativamente ao efeito de Valproato nas concentrações séricas de Etossuximida. Doentes que recebem uma terapêutica de Valproato e Etossuximida, concomitantemente com outros anticonvulsivos, deverão ser monitorizados para detecção de eventuais alterações nas concentrações séricas de ambos os fármacos. - Etossuximida
Usar com precaução

Valproato semisódico (ácido valpróico) + Varfarina

Observações: N.D.
Interações: Recomenda-se precaução quando o Valproato é administrado concomitantemente com fármacos com efeitos sobre a coagulação (por exemplo a Ácido acetilsalicílico e a Varfarina). - Varfarina
Sem efeito descrito

Valproato semisódico (ácido valpróico) + Contracetivos orais

Observações: N.D.
Interações: Em certos casos verificou-se que existe uma associação entre o uso de certos epilépticos e a ineficácia de anticoncepcionais orais. Uma explicação para esta interacção, baseia-se no facto de a maioria dos antiepiléticos serem indutores enzimáticos diminuindo as concentrações plasmáticas das hormonas esteróides relevantes, o que consequentemente resulta numa ineficaz inibição da ovulação. O Valproato não é um indutor enzimático e como tal, não provoca uma diminuição das concentrações de hormonas esteróides. Estudos clínicos comparativos demonstram que o Valproato é o único antiepiléptico que não interfere com a eficácia dos contracetivos orais. - Contracetivos orais
Usar com precaução

Ziprasidona + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: Não existem estudos realizados em crianças sobre a interação da ziprasidona com outros medicamentos.
Interações: Efeito da ziprasidona noutros fármacos: Os dados referentes à utilização concomitante com os estabilizadores de humor carbamazepina e valproato são limitados. Efeitos de outros fármacos sobre a ziprasidona: O cetoconazol (400 mg/dia), um inibidor da CYP3A4, aumentou as concentrações séricas da ziprasidona em menos de 40%. As concentrações séricas da S-metil-dihidroziprasidona e da ziprasidona sulfóxido, no Tmax esperado para a ziprasidona, aumentaram 55% e 8%, respetivamente. Não foi observado qualquer prolongamento adicional do intervalo QTc. Não é provável que as alterações na farmacocinética resultantes da coadministração de inibidores potentes da CYP3A4 tenham importância clínica, consequentemente não é necessário um ajuste de dose. A administração de carbamazepina, 200 mg duas vezes por dia, durante 21 dias, teve como resultado uma diminuição em, aproximadamente, 35% na exposição à ziprasidona. Não existem dados sobre a administração concomitante com valproato. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Usar com precaução

Lamotrigina + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de outros medicamentos na glucuronidação da LAMOTRIGINA Medicamentos que inibem significativamente a glucuronidação da lamotrigina: Valproato. Interações envolvendo fármacos antiepiléticos: O valproato, que inibe a glucuronidação da lamotrigina, reduz o metabolismo da lamotrigina e aumenta a sua semivida média da lamotrigina aproximadamente para o dobro. Em doentes tratados com terapêutica de associação com valproato, deverá ser utilizado o regime terapêutico apropriado. Interações envolvendo outros medicamentos: Têm sido notificadas convulsões em doentes tratados concomitantemente com orlistato e medicamentos antiepiléticos como por exemplo, valproato, lamotrigina, pelo que uma relação causal como uma interação não pode ser excluída. O orlistato pode diminuir a absorção de medicamentos antiepiléticos, levando à perda de controlo em crises. Portanto, esses doentes devem ser monitorados para possíveis mudanças na frequência e/ou gravidade das convulsões. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Usar com precaução

Eritromicina + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Não recomendado/Evitar

Imipenem + Cilastatina + Relebactam + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: n.d.
Interações: Ácido valproico Relatos de casos na literatura demonstraram que a co-administração de carbapenemes, incluindo imipenem/cilastatina (componentes de Imipenem + Cilastatina + Relebactam), a doentes em tratamento com ácido valproico ou valproato semisódico resultaram numa redução das concentrações de ácido valproico. As concentrações de ácido valproico podem cair abaixo do intervalo terapêutico como resultado desta interação, aumentando assim o risco de convulsões intercorrentes. Apesar de ser desconhecido o mecanismo desta interação, dados de estudos in vitro e em animais sugerem que os carbapenemes podem inibir a hidrólise do metabolito glucuronido do ácido valproico (VPA-g) de volta a ácido valproico, diminuindo assim as concentrações séricas de ácido valproico. A utilização concomitante de Imipenem + Cilastatina + Relebactam e ácido valproico/valproato semisódico não é recomendada. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interações do Valproato semisódico (ácido valpróico)
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 08 de Setembro de 2020