Desmopressina
O que é
A desmopressina é um medicamento usado para tratar diabetes insípido, enurese nocturna, hemofilia A, doença de von Willebrand e níveis elevados de uréia no sangue.
Na hemofilia A e na doença de von Willebrand, ele só deve ser usado em casos leves a moderados.
Dopping: Substância proibida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Na hemofilia A e na doença de von Willebrand, ele só deve ser usado em casos leves a moderados.
Dopping: Substância proibida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Usos comuns
No tratamento de diabetes insípida central;
Estudo do poder de concentração do rim;
No tratamento de enurese nocturna primária, em doentes (a partir dos 5 anos de idade) com capacidade normal para concentrar a urina;
No tratamento sintomático da noctúria em adultos, associado à poliúria nocturna, isto é, uma produção nocturna de urina que excede a capacidade da bexiga.
Estudo do poder de concentração do rim;
No tratamento de enurese nocturna primária, em doentes (a partir dos 5 anos de idade) com capacidade normal para concentrar a urina;
No tratamento sintomático da noctúria em adultos, associado à poliúria nocturna, isto é, uma produção nocturna de urina que excede a capacidade da bexiga.
Tipo
Molécula pequena.
Indicações
Desmopressina oral:
Os comprimidos estão indicados no tratamento da diabetes insípida central e na enurese nocturna primária, em doentes (a partir dos 5 anos de idade) com capacidade normal para concentrar a urina.
Liofilizado oral:
No tratamento da diabetes insípida central.
No tratamento da enurese nocturna primária em doentes (a partir dos 5 anos de idade), com capacidade normal para concentrar a urina.
No tratamento sintomático da noctúria em adultos, associado à poliúria nocturna, isto é, uma produção nocturna de urina que excede a capacidade da bexiga.
Desmopressina solução injetável está indicado no:
- Tratamento da diabetes insípida de origem central.
- Estudo do poder de concentração do rim.
- Encurtamento ou normalização do tempo de hemorragia prolongado antes de uma terapêutica invasiva ou operacção diagnóstica, ou para o controle terapêutico da hemorragia em doentes com o tempo de hemorragia prolongado como consequência de disfunção plaquetária congénita ou induzida por fármacos, urémia, insuficiência renal crónica, cirrose hepática ou em doentes com tempo de hemorragia prolongado de etiologia desconhecida.
- Controlo terapêutico de hemorragia e profilaxia de hemorragia associada a procedimentos cirúrgicos minor em doentes com hemofilia A ligeira a moderada (taxa de fator VIII superior a 5%) e doença de von Willebrand que respondem positivamente a uma dose teste.
Desmopressina Solução para pulverizacção nasal:
Tratamento da diabetes insípida de origem central causada por deficiência ou falta da hormona antidiurética hipofisária.
Estudo do poder de concentração do rim.
(Só deve ser utilizada a via nasal quando a administração da formulação oral não for praticável).
Os comprimidos estão indicados no tratamento da diabetes insípida central e na enurese nocturna primária, em doentes (a partir dos 5 anos de idade) com capacidade normal para concentrar a urina.
Liofilizado oral:
No tratamento da diabetes insípida central.
No tratamento da enurese nocturna primária em doentes (a partir dos 5 anos de idade), com capacidade normal para concentrar a urina.
No tratamento sintomático da noctúria em adultos, associado à poliúria nocturna, isto é, uma produção nocturna de urina que excede a capacidade da bexiga.
Desmopressina solução injetável está indicado no:
- Tratamento da diabetes insípida de origem central.
- Estudo do poder de concentração do rim.
- Encurtamento ou normalização do tempo de hemorragia prolongado antes de uma terapêutica invasiva ou operacção diagnóstica, ou para o controle terapêutico da hemorragia em doentes com o tempo de hemorragia prolongado como consequência de disfunção plaquetária congénita ou induzida por fármacos, urémia, insuficiência renal crónica, cirrose hepática ou em doentes com tempo de hemorragia prolongado de etiologia desconhecida.
- Controlo terapêutico de hemorragia e profilaxia de hemorragia associada a procedimentos cirúrgicos minor em doentes com hemofilia A ligeira a moderada (taxa de fator VIII superior a 5%) e doença de von Willebrand que respondem positivamente a uma dose teste.
Desmopressina Solução para pulverizacção nasal:
Tratamento da diabetes insípida de origem central causada por deficiência ou falta da hormona antidiurética hipofisária.
Estudo do poder de concentração do rim.
(Só deve ser utilizada a via nasal quando a administração da formulação oral não for praticável).
Classificação CFT
8.1.2 : Lobo posterior da hipófise
Mecanismo de ação
Desmopressina um análogo estrutural da hormona do lobo posterior da hipófise humana endógena, arginina vasopressina.
Na molécula de Desmopressina, o grupo amina da cisteína é omitido e a L-arginina é substituida por D-arginina.
Isto origina uma duração da ação antidiurética consideravelmente mais longa, enquanto que a Desmopressina não origina os outros efeitos da hormona natural.
A Desmopressina é um composto potente com um valor de EC50 de 1,6 pg/ml, para o efeito antidiurético.
Após administração oral, é esperado um efeito de pelo menos entre 6 a 14 horas ou mais.
Na molécula de Desmopressina, o grupo amina da cisteína é omitido e a L-arginina é substituida por D-arginina.
Isto origina uma duração da ação antidiurética consideravelmente mais longa, enquanto que a Desmopressina não origina os outros efeitos da hormona natural.
A Desmopressina é um composto potente com um valor de EC50 de 1,6 pg/ml, para o efeito antidiurético.
Após administração oral, é esperado um efeito de pelo menos entre 6 a 14 horas ou mais.
Posologia orientativa
Conforme prescrição médica.
Administração
Vias IV, IM, SC, Intranasal, oral.
Contraindicações
Desmopressina está contraindicado em casos de:
- Hipersensibilidade à Desmopressina.
- Polidipsia habitual ou psicogénica (resultando numa produção excessiva de urina excedendo 40 ml/kg/24 horas);
- História conhecida ou suspeita de insuficiência cardíaca e outras situações que exigem tratamento com diuréticos;
- Insuficiência renal moderada e grave (depuração da creatinina inferior a 50 ml/min);
- Hiponatrémia conhecida;
- Síndrome de secreção inapropriada de HAD (SIADH);
- Doentes com doença de von Willebrand tipo IIB.
- Hipersensibilidade à Desmopressina.
- Polidipsia habitual ou psicogénica (resultando numa produção excessiva de urina excedendo 40 ml/kg/24 horas);
- História conhecida ou suspeita de insuficiência cardíaca e outras situações que exigem tratamento com diuréticos;
- Insuficiência renal moderada e grave (depuração da creatinina inferior a 50 ml/min);
- Hiponatrémia conhecida;
- Síndrome de secreção inapropriada de HAD (SIADH);
- Doentes com doença de von Willebrand tipo IIB.
Efeitos indesejáveis/adversos
A reação adversa mais grave com a desmopressina é a hiponatrémia, que pode causar dores de cabeça, dor de barriga, náuseas, vómitos, ganho de peso, tonturas, confusão, mal estar geral, diminuição da memória, vertigens, quedas e em casos graves convulsões e coma.
A causa da potencial hiponatrémia é o efeito antidiuréico antecipado.
A hiponatrémia é reversível e nas crianças frequentemente observa-se a sua ocorrência em relação com alterações na rotina diária que afetam a ingestão de líquidos e/ou a transpiração.
Adultos estudados na noctúria, a maioria dos quais desenvolveu baixo sodio sérico, desenvolveram hiponatrémia nos primeiros dias de tratamento ou em relação com aumentos de dose.
Efeitos secundários muito frequentemente notificados (mais de 1 em 10 doentes sentem o efeito secundário):
Adultos:
- Dores de cabeça.
Efeitos secundários frequentemente notificados (menos de 1 em 10 mas mais de 1 em 100):
Adultos:
- Hiponatrémia
- Tonturas
- Aumento da pressão sanguínea
- Náuseas, dor de barriga, diarreia, obstipação, vómitos
- Sintomas na bexiga e uretra
- Edema (inchaço provocado pela acumulação de líquidos), cansaço.
Crianças e adolescentes:
- Dores de cabeça.
Efeitos secundários pouco frequentemente notificados (menos de 1 em 100 mas mais de 1 em 1.000):
Adultos:
- Insónias
- Sonolência, parestesia
- Diminuição da visão
- Vertigens
- Palpitações
- Hipotensão ortostática
- Dispneia
- Dispépsia, flatulência (gases), sensação de enfartamento
- Suor, comichão, rash, urticária
- Espasmos musculares, dor nos músculos
- Mal-estar geral, dor no peito, doença tipo gripal
- Ganho de peso, aumento das enzimas do fígado, hipocaliémia.
Crianças e adolescentes:
- Labilidade emocional, agressões
- Dor de barriga, náuseas, vómitos, diarreia
- Sintomas na bexiga e uretra
- Edema periférico (inchaço devido à acumulação de fluidos nas extremidades), cansaço.
Efeitos secundários raramente notificados (menos de 1 em 1.000):
Adultos:
- Estado de confusão mental
- Dermatite alérgica
Crianças e adolescentes:
- Sintomas de ansiedade, pesadelos, variações de humor
- Sonolência
- Aumento da pressão sanguínea
- Irritabilidade.
Efeitos secundários com uma frequência desconhecida (não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis):
Adultos:
- Reacção anafiláctica
- Desidratação, hipernatrémia
- Convulsões, astenia, coma
Crianças e adolescentes:
- Reacção anafiláctica
- Hiponatrémia
- Comportamento anormal, distúrbios emocionais, depressão, halucinações, insónia
- Défice de atenção, hiperactividade psicomotora, convulsões
- Epistaxis
- Rash, dermatite alérgica, suor, urticária.
A causa da potencial hiponatrémia é o efeito antidiuréico antecipado.
A hiponatrémia é reversível e nas crianças frequentemente observa-se a sua ocorrência em relação com alterações na rotina diária que afetam a ingestão de líquidos e/ou a transpiração.
Adultos estudados na noctúria, a maioria dos quais desenvolveu baixo sodio sérico, desenvolveram hiponatrémia nos primeiros dias de tratamento ou em relação com aumentos de dose.
Efeitos secundários muito frequentemente notificados (mais de 1 em 10 doentes sentem o efeito secundário):
Adultos:
- Dores de cabeça.
Efeitos secundários frequentemente notificados (menos de 1 em 10 mas mais de 1 em 100):
Adultos:
- Hiponatrémia
- Tonturas
- Aumento da pressão sanguínea
- Náuseas, dor de barriga, diarreia, obstipação, vómitos
- Sintomas na bexiga e uretra
- Edema (inchaço provocado pela acumulação de líquidos), cansaço.
Crianças e adolescentes:
- Dores de cabeça.
Efeitos secundários pouco frequentemente notificados (menos de 1 em 100 mas mais de 1 em 1.000):
Adultos:
- Insónias
- Sonolência, parestesia
- Diminuição da visão
- Vertigens
- Palpitações
- Hipotensão ortostática
- Dispneia
- Dispépsia, flatulência (gases), sensação de enfartamento
- Suor, comichão, rash, urticária
- Espasmos musculares, dor nos músculos
- Mal-estar geral, dor no peito, doença tipo gripal
- Ganho de peso, aumento das enzimas do fígado, hipocaliémia.
Crianças e adolescentes:
- Labilidade emocional, agressões
- Dor de barriga, náuseas, vómitos, diarreia
- Sintomas na bexiga e uretra
- Edema periférico (inchaço devido à acumulação de fluidos nas extremidades), cansaço.
Efeitos secundários raramente notificados (menos de 1 em 1.000):
Adultos:
- Estado de confusão mental
- Dermatite alérgica
Crianças e adolescentes:
- Sintomas de ansiedade, pesadelos, variações de humor
- Sonolência
- Aumento da pressão sanguínea
- Irritabilidade.
Efeitos secundários com uma frequência desconhecida (não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis):
Adultos:
- Reacção anafiláctica
- Desidratação, hipernatrémia
- Convulsões, astenia, coma
Crianças e adolescentes:
- Reacção anafiláctica
- Hiponatrémia
- Comportamento anormal, distúrbios emocionais, depressão, halucinações, insónia
- Défice de atenção, hiperactividade psicomotora, convulsões
- Epistaxis
- Rash, dermatite alérgica, suor, urticária.
Advertências

Gravidez:Desmopressina deve ser utilizado com cuidado durante a gravidez e apenas se, na opinião do médico, os benefícios potenciais se sobrepuserem aos possíveis riscos.

Aleitamento:Desmopressina deve ser utilizado com cuidado durante a amamentação e apenas se, na opinião do médico, os benefícios potenciais se sobrepuserem aos possíveis riscos.

Insuf. Renal:Efeito antidiurético pode ser reduzido.

Dopping:Diuréticos e Outros Agentes mascarantes. Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.

Condução:Não é provável que o tratamento com Desmopressina afecte a capacidade de conduzir e/ou utilizar máquinas.
Precauções gerais
As causas orgânicas da poliúria ou aumento da frequência da mictúria ou noctúria (como hiperplasia benigna prostática (HBP), infeção do tracto urinário, cálculos/tumores renais, desordens do esfíncter renal), a polidipsia ou a diabetes mellitus inadequadamente controlada, devem ser excluídas ou tratadas apropriadamente.
Qualquer disfunção tiroidiana ou insuficiência adrenal deve ser corrigida antes do início do tratamento com desmopressina.
Os comprimidos de desmopressina não são indicados para o uso em bebés e crianças com idade inferior a 5 anos.
Aconselha-se precaução no caso de fibrose cística, doença coronária, hipertensão, doença renal e pré-eclâmpsia.
Devem ser tomadas precauções para evitar a hiponatrémia, incluindo a atenção cuidadosa da restrição de líquidos e monitorização frequente do sódio sérico, no caso do tratamento concomitante com medicamentos que se sabe induzirem a síndrome de secreção inapropriada de ADH (SIADH), isto é: antidepressivos tricíclicos, inibidores seletivos da recaptação da serotonina, cloropromazina, carbamazepina e no caso do tratamento concomitante com AINE’s.
Quando usada no controlo da eneurese nocturna primária, a desmopressina deve ser somente usada em doentes com pressão sanguínea normal.
Tanto os doentes como os seus familiares devem ser avisados a evitar a sobrehidratacção (incluindo durante a natação) e parar com a desmopressina durante um episódio de vómito, diarreia, infeções sistémicas e febre até que o equilíbrio de fluidos esteja normal.
O risco de convulsões hiponatrémicas deve também ser minimizado, mantendo as doses iniciais recomendadas e evitando o uso concomitante de substâncias que aumentem a secreção de vasopressina.
Como medida de precaução para prevenir a hiperhidratação e a hiponatrémia, a toma de fluidos deve ser reduzida, especialmente em doentes muito novos e em doentes idosos, em condições caracterizadas por um desequilíbrio de fluidos e de electrólitos e por um aumento da pressão intracraniana.
Durante o tratamento da eneurese nocturna a ingestão de líquidos deve ser limitada ao mínimo e apenas para saciar a sede, desde 1 hora antes e até à manhã seguinte (pelo menos 8 horas) após a administração.
A retenção de líquidos deve ser monitorizada através da pesagem do doente ou por medição do sódio plasmático ou da osmolalidade.
Um aumento do peso corporal pode ser devido a uma sobredosagem ou, mais frequentemente, devido a um aumento da toma de líquidos.
A terapêutica com desmopressina sem ajuste concomitante na toma de líquidos pode levar à retenção de líquidos e a hiponatremia, acompanhadas por sintomas como ganho de peso, dor de cabeça, náusea e edema.
Em casos graves de edema cerebral, podem ocorrer convulsões e coma.
As crianças e os idosos (dependendo da sua saúde geral) estão particularmente em risco aumentado para o desequilíbrio electrolítico e de fluidos.
Foram repetidamente relatados casos de edema cerebral em crianças saudáveis e em adultos novos tratados com desmopressina para a enurese nocturna.
Qualquer disfunção tiroidiana ou insuficiência adrenal deve ser corrigida antes do início do tratamento com desmopressina.
Os comprimidos de desmopressina não são indicados para o uso em bebés e crianças com idade inferior a 5 anos.
Aconselha-se precaução no caso de fibrose cística, doença coronária, hipertensão, doença renal e pré-eclâmpsia.
Devem ser tomadas precauções para evitar a hiponatrémia, incluindo a atenção cuidadosa da restrição de líquidos e monitorização frequente do sódio sérico, no caso do tratamento concomitante com medicamentos que se sabe induzirem a síndrome de secreção inapropriada de ADH (SIADH), isto é: antidepressivos tricíclicos, inibidores seletivos da recaptação da serotonina, cloropromazina, carbamazepina e no caso do tratamento concomitante com AINE’s.
Quando usada no controlo da eneurese nocturna primária, a desmopressina deve ser somente usada em doentes com pressão sanguínea normal.
Tanto os doentes como os seus familiares devem ser avisados a evitar a sobrehidratacção (incluindo durante a natação) e parar com a desmopressina durante um episódio de vómito, diarreia, infeções sistémicas e febre até que o equilíbrio de fluidos esteja normal.
O risco de convulsões hiponatrémicas deve também ser minimizado, mantendo as doses iniciais recomendadas e evitando o uso concomitante de substâncias que aumentem a secreção de vasopressina.
Como medida de precaução para prevenir a hiperhidratação e a hiponatrémia, a toma de fluidos deve ser reduzida, especialmente em doentes muito novos e em doentes idosos, em condições caracterizadas por um desequilíbrio de fluidos e de electrólitos e por um aumento da pressão intracraniana.
Durante o tratamento da eneurese nocturna a ingestão de líquidos deve ser limitada ao mínimo e apenas para saciar a sede, desde 1 hora antes e até à manhã seguinte (pelo menos 8 horas) após a administração.
A retenção de líquidos deve ser monitorizada através da pesagem do doente ou por medição do sódio plasmático ou da osmolalidade.
Um aumento do peso corporal pode ser devido a uma sobredosagem ou, mais frequentemente, devido a um aumento da toma de líquidos.
A terapêutica com desmopressina sem ajuste concomitante na toma de líquidos pode levar à retenção de líquidos e a hiponatremia, acompanhadas por sintomas como ganho de peso, dor de cabeça, náusea e edema.
Em casos graves de edema cerebral, podem ocorrer convulsões e coma.
As crianças e os idosos (dependendo da sua saúde geral) estão particularmente em risco aumentado para o desequilíbrio electrolítico e de fluidos.
Foram repetidamente relatados casos de edema cerebral em crianças saudáveis e em adultos novos tratados com desmopressina para a enurese nocturna.
Cuidados com a dieta
Os comprimidos e o liofilizado de Desmopressina não devem ser administrados com os alimentos.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de intoxicações.
A sobredosagem aumenta o risco de retenção de fluidos e hiponatrémia.
Apesar do tratamento da hiponatrémia dever ser individualizado, podem ser fornecidas as seguintes recomendações gerais:
A hiponatrémia assintomática é tratada com a descontinuição do tratamento de Desmopressina e restrição de fluidos.
Em casos com sintomas pode ser adicionado a perfusão de uma solução de cloreto de sódio isotónica ou hipertónica.
Quando a retenção de fluidos é grave (convulsões e inconsciência), deve ser adicionado tratamento com furosemida.
Não se conhece nenhum antídoto específico para a Desmopressina.
Em caso de necessidade o doente deve deslocar-se ao centro hospitalar mais próximo ou contactar o médico.
A sobredosagem aumenta o risco de retenção de fluidos e hiponatrémia.
Apesar do tratamento da hiponatrémia dever ser individualizado, podem ser fornecidas as seguintes recomendações gerais:
A hiponatrémia assintomática é tratada com a descontinuição do tratamento de Desmopressina e restrição de fluidos.
Em casos com sintomas pode ser adicionado a perfusão de uma solução de cloreto de sódio isotónica ou hipertónica.
Quando a retenção de fluidos é grave (convulsões e inconsciência), deve ser adicionado tratamento com furosemida.
Não se conhece nenhum antídoto específico para a Desmopressina.
Em caso de necessidade o doente deve deslocar-se ao centro hospitalar mais próximo ou contactar o médico.
Terapêutica interrompida
Caso se tenha esquecido de uma dose, deverá tomar a mesma o mais rapidamente possível, continuando o tratamento da forma prescrita.
No entanto, quando já estiver próxima da toma seguinte, é preferível não tomar a dose esquecida e tomar a seguinte à hora prevista.
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
No entanto, quando já estiver próxima da toma seguinte, é preferível não tomar a dose esquecida e tomar a seguinte à hora prevista.
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no armazenamento
Oral:
Comprimidos:
Não conservar acima de 25°C.
Conservar na embalagem de origem.
Liofilizado:
O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Solução injetável:
Conservar no frigorífico (2ºC - 8ºC). Conservar ao abrigo da luz.
Após abertura da ampola, rejeitar a solução injetável não utilizada.
Pulverizacção nasal:
Conservar o no frigorífico.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Comprimidos:
Não conservar acima de 25°C.
Conservar na embalagem de origem.
Liofilizado:
O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Solução injetável:
Conservar no frigorífico (2ºC - 8ºC). Conservar ao abrigo da luz.
Após abertura da ampola, rejeitar a solução injetável não utilizada.
Pulverizacção nasal:
Conservar o no frigorífico.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e tolerância bacteriológica
Sem informação.
Desmopressina + Medicamentos que induzem o SIADH
Observações: n.d.Interacções: As substâncias conhecidas por induzir o SIADH, por exemplo antidepressivos tricíclicos, IRSSs, cloropromazina e carbamazepina, assim como alguns antidiabéticos do grupo das sulfonilureias particularmente a cloropropamida, podem provocar um efeito antidiurético adicional originando um risco de retenção de líquidos. - Medicamentos que induzem o SIADH
Loperamida + Desmopressina
Observações: n.d.Interacções: O tratamento concomitante com desmopressina oral resultou num aumento de três vezes mais nas concentrações plasmáticas, presumivelmente devido a uma diminuição da motilidade gastrointestinal. É expectável que medicamentos com propriedades farmacológicas similares potenciem os efeitos da loperamida e que drogas que acelerem o trânsito gastrointestinal diminuam o seu efeito. - Desmopressina
Gentamicina + Indometacina + Desmopressina
Observações: n.d.Interacções: Desmopressina: Potencialização da atividade antidiurética. - Desmopressina
Ticagrelor + Desmopressina
Observações: Ticagrelor é principalmente um substrato do CYP3A4 e um inibidor ligeiro do CYP3A4. O ticagrelor é igualmente um substrato da glicoproteína-P ( P-gp) e um inibidor fraco da P-gp e pode aumentar a exposição de substratos P-gp.Interacções: Estudos de interação farmacológica clínica demonstraram que a administração conjunta de ticagrelor com heparina, enoxaparina e AAS ou desmopressina não tiveram qualquer efeito na farmacocinética de ticagrelor ou do metabólito activo ou na agregação plaquetária induzida por ADP comparativa mente a ticagrelor isoladamente. Se clinicamente indicado, medicamentos que alteram a hemostase devem ser utilizados com precaução em associação com ticagrelor. Outra terapêutica concomitante: No estudo PLATO, Ticagrelor foi frequentemente administrado com AAS, inibidores da bomba de protões, estatinas, bloqueadores beta, inibidores da enzima de conversão da angiotensina e bloqueadores dos recetores da angiotensina quando necessário para situações clínicas concomitantes a longo prazo e também heparina, heparina de baixo peso molecular e inibidores GpIIb/IIIa intravenosos de curta duração. Não foi observada qualquer evidência clinicamente significativa de interações adversas com estes medicamentos. A administração conjunta de ticagrelor com heparina, enoxaparina ou desmopressina não teve efeito no tempo de tromboplastina parcial activada (TTPa), tempo de coagulação activada (TCA) ou testes de fator Xa. Contudo, devido às potenciais interações farmacodinâmicas, recomenda-se precaução com a administração concomitante de Ticagrelor com medicamentos conhecidos por alterarem a hemostase. Devido a notificações de hemorragias cutâneas anormais com inibidores seletivos da recaptação da serotonina ( ISRSs) (p.ex. paroxetina, sertralina e citalopram), recomenda-se precaução quando se administram ISRSs com ticagrelor pois podem aumentar o risco de hemorragia. - Desmopressina
Glibenclamida + Metformina + Desmopressina
Observações: n.d.Interacções: Associação a ser tomada em atenção: Relacionada com a GLIBENCLAMIDA: Desmopressina: Redução da atividade antidiurética. - Desmopressina
Tolvaptano + Desmopressina
Observações: n.d.Interacções: Efeito de tolvaptano na farmacocinética de outros medicamentos: coadministração com análogos da vasopressina: Para além do seu efeito aquarético renal, o tolvaptano é capaz de bloquear os recetores vasculares V2 da vasopressina envolvidos na libertação de fatores de coagulação (por exemplo, fator de von Willebrand) a partir das células endoteliais. Por conseguinte, o efeito dos análogos da vasopressina, como por exemplo a desmopressina, pode ser atenuado em doentes que utilizem esses análogos para prevenir ou controlar a hemorragia quando coadministrados com o tolvaptano. Não se recomenda a administração de tolvaptano com análogos da vasopressina. - Desmopressina
Desmopressina + Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)
Observações: n.d.Interacções: Os AINEs podem induzir retenção de água/hiponatremia. - Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)
Desmopressina + Diuréticos
Observações: n.d.Interacções: O tratamento concomitante com agentes diuréticos é contraindicado. - Diuréticos
Desmopressina + Loperamida
Observações: n.d.Interacções: O tratamento concomitante com loperamida pode resultar num aumento triplo na concentração de desmopressina plasmática, o que pode originar um aumento do risco de retenção de água e/ou hiponatremia. Outros fármacos que reduzem o transporte intestinal podem ter o mesmo efeito. No entanto, isto ainda não se encontra investigado. - Loperamida
Desmopressina + Dimeticone
Observações: n.d.Interacções: O tratamento concomitante com dimeticone podem resultar numa absorção diminuída de desmopressina. - Dimeticone
Desmopressina + Medicamentos que afetam o metabolismo hepático
Observações: n.d.Interacções: É pouco provável que a desmopressina interaja com fármacos que afetam o metabolismo hepático, uma vez que a desmopressina tem demonstrado não ser sujeita a metabolismo do fígado significativo em estudos in vitro com microssomas humanos. No entanto, não foram efetuados estudos de interação formal in vivo. - Medicamentos que afetam o metabolismo hepático
Desmopressina + Alimentos/Bebidas
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante com alimentos não foi estudada com desmopressina comprimidos sublinguais. Uma refeição normal contendo 27% de gordura, tomada concomitantemente ou 1,5 horas antes do comprimido de desmopressina, diminuiu a taxa de absorção da desmopressina em 40%. Não foi observado qualquer efeito significativo no que respeita à farmacodinâmica (produção de urina ou osmolalidade). A possibilidade de alguns doentes poderem sofrer uma redução do efeito antidiurético com a ingestão concomitante de alimentos não pode ser excluída. - Alimentos/Bebidas
Glucose (dextrose) + Desmopressina
Observações: Como em todas as soluções parenterais, devem ser verificadas as compatibilidades ao adicionar medicamentos. Devido ao seu pH ácido, a solução pode ser incompatível com outros medicamentos, pelo que antes de combinar a solução de glucose com outro medicamento deve verificar-se que o intervalo de pH em que este é efetivo se encontra dentro do intervalo de pH da solução de glucose a (pH = 3,5 – 6,5).Interacções: Medicamentos que causam um aumento do efeito da vasopressina Os medicamentos listados abaixo aumentam o efeito da vasopressina, levando a uma redução da excreção renal de água sem eletrólitos, e aumentam o risco de hiponatremia adquirida em ambiente hospitalar na sequência de um tratamento inadequadamente equilibrado com fluidos IV. • Medicamentos que estimulam a libertação de vasopressina, p. ex.: Clorpropamida, clofibrato, carbamazepina, vincristina, inibidores seletivos da recaptação da serotonina, 3,4-metilenodioxi-N-metanfetamina, ifosfamida, antipsicóticos, narcóticos • Medicamentos que potenciam a ação da vasopressina, p. ex.: Clorpropamida, AINE, ciclofosfamida • Análogos da vasopressina, p. ex.: Desmopressina, oxitocina, vasopressina, terlipressina - Desmopressina
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 24 de Março de 2026