Clozapina
O que é
A clozapina é um medicamento antipsicótico atípico.
Liga-se vários tipos de recetores do Sistema Nervoso Central, e exibe um perfil farmacológico único.
A Clozapina é um antagonista da serotonina, com uma forte ligação ao recetor 5-HT de subtipo 2A/2C.
Também exibe forte afinidade para vários recetores dopaminérgicos, mas mostra apenas antagonismo fraco no recetor de dopamina D2, um recetor comummente pensado para modular a atividade dos neurolépticos.
É usado principalmente para esquizofrenia que não melhora após o uso de outros medicamentos antipsicóticos.
Em pessoas com esquizofrenia e transtorno esquizoafectivo, pode diminuir a taxa de comportamento suicida.
É mais eficaz que os antipsicóticos típicos, principalmente naqueles que são resistentes ao tratamento.
Liga-se vários tipos de recetores do Sistema Nervoso Central, e exibe um perfil farmacológico único.
A Clozapina é um antagonista da serotonina, com uma forte ligação ao recetor 5-HT de subtipo 2A/2C.
Também exibe forte afinidade para vários recetores dopaminérgicos, mas mostra apenas antagonismo fraco no recetor de dopamina D2, um recetor comummente pensado para modular a atividade dos neurolépticos.
É usado principalmente para esquizofrenia que não melhora após o uso de outros medicamentos antipsicóticos.
Em pessoas com esquizofrenia e transtorno esquizoafectivo, pode diminuir a taxa de comportamento suicida.
É mais eficaz que os antipsicóticos típicos, principalmente naqueles que são resistentes ao tratamento.
Usos comuns
A clozapina é um fármaco antipsicótico (também chamado neuroléptico) que pertence ao grupo das dibenzodiazepinas.
A Clozapina está indicada no tratamento da esquizofrenia em doentes que não responderam anteriormente ao tratamento com pelo menos outros dois antipsicóticos ou que apresentam efeitos indesejáveis graves e não tratáveis com outros medicamentos usados com o mesmo objetivo.
A Clozapina está também indicada nas perturbações psicóticas que ocorrem durante o curso da doença de Parkinson, nos casos em que o tratamento convencional falhou.
A Clozapina está indicada no tratamento da esquizofrenia em doentes que não responderam anteriormente ao tratamento com pelo menos outros dois antipsicóticos ou que apresentam efeitos indesejáveis graves e não tratáveis com outros medicamentos usados com o mesmo objetivo.
A Clozapina está também indicada nas perturbações psicóticas que ocorrem durante o curso da doença de Parkinson, nos casos em que o tratamento convencional falhou.
Tipo
Molécula pequena.
Indicações
A Clozapina está indicada em doentes esquizofrénicos resistentes ao tratamento e em doentes com esquizofrenia que apresentem reações adversas neurológicas graves e refractárias à terapêutica com outros agentes antipsicóticos, incluindo antipsicóticos atípicos.
A resistência ao tratamento é definida como uma ausência de melhoria clínica satisfatória, apesar da administração de doses adequadas de pelo menos dois agentes antipsicóticos diferentes, incluindo um agente antipsicótico atípico, prescritos durante um período de tempo adequado.
A Clozapina está também indicada em perturbações do foro psiquiátrico que ocorrem durante o curso da doença de Parkinson, nos casos em que o tratamento convencional falhou.
A resistência ao tratamento é definida como uma ausência de melhoria clínica satisfatória, apesar da administração de doses adequadas de pelo menos dois agentes antipsicóticos diferentes, incluindo um agente antipsicótico atípico, prescritos durante um período de tempo adequado.
A Clozapina está também indicada em perturbações do foro psiquiátrico que ocorrem durante o curso da doença de Parkinson, nos casos em que o tratamento convencional falhou.
Classificação CFT
2.9.2 : Antipsicóticos
Mecanismo de ação
A clozapina demonstrou ser um agente antipsicótico diferente dos antipsicóticos clássicos.
Em ensaios farmacológicos, o composto não induz catalepsia nem inibe o comportamento estereotipado induzido pela anfetamina ou apomorfina.
Tem apenas fraca atividade bloqueadora dos recetores da dopamina D1, D2, D3 e D5, mas apresenta elevada potência para bloquear os recetores D4.
Em ensaios farmacológicos, o composto não induz catalepsia nem inibe o comportamento estereotipado induzido pela anfetamina ou apomorfina.
Tem apenas fraca atividade bloqueadora dos recetores da dopamina D1, D2, D3 e D5, mas apresenta elevada potência para bloquear os recetores D4.
Posologia orientativa
Doentes esquizofrénicos resistentes ao tratamento
Terapêutica inicial:
– 12,5 mg (metade de um comprimido de 25 mg) uma ou duas vezes no primeiro dia, seguidos de 25 mg uma ou duas vezes no segundo dia.
Se for bem tolerada, a dose diária pode então ser aumentada lentamente em etapas de 25 a 50 mg até atingir um nível posológico máximo de dose de até 300 mg/dia em 2 a 3 semanas.
A partir daí, se necessário, a dose diária pode ser aumentada em etapas de 50 a 100 mg em intervalos de duas vezes por semana ou, preferencialmente, semanais.
Utilização nos idosos:
É recomendado o início do tratamento com uma dose particularmente baixa (12,5 mg administrados uma vez no primeiro dia), com aumentos subsequentes de dose limitados a 25 mg/dia.
Terapêutica inicial:
– 12,5 mg (metade de um comprimido de 25 mg) uma ou duas vezes no primeiro dia, seguidos de 25 mg uma ou duas vezes no segundo dia.
Se for bem tolerada, a dose diária pode então ser aumentada lentamente em etapas de 25 a 50 mg até atingir um nível posológico máximo de dose de até 300 mg/dia em 2 a 3 semanas.
A partir daí, se necessário, a dose diária pode ser aumentada em etapas de 50 a 100 mg em intervalos de duas vezes por semana ou, preferencialmente, semanais.
Utilização nos idosos:
É recomendado o início do tratamento com uma dose particularmente baixa (12,5 mg administrados uma vez no primeiro dia), com aumentos subsequentes de dose limitados a 25 mg/dia.
Administração
Via oral.
Tome os comprimidos inteiros com água.
Tome os comprimidos inteiros com água.
Contraindicações
Hipersensibilidade à substância aciva;
Doentes que não possam ser submetidos a análises hematológicas regulares;
Antecedentes de granulocitopénia/agranulocitose tóxica ou idiossincrática (com excepção de granulocitopénia/agranulocitose resultante de quimioterapia anterior);
Antecedentes de agranulocitose induzida por Clozapina;
Insuficiência a nível da função da medula óssea;
Epilepsia não controlada;
Psicoses alcoólicas e outras psicoses tóxicas, intoxicações por fármacos, estados comatosos;
Colapso circulatório e/ou depressão do SNC de qualquer etiologia;
Doenças renais ou cardíacas graves (ex.miocardite);
Doença hepática aciva associada a náuseas, anorexia ou icterícia; doença hepática progressiva, insuficiência hepática;
Íleos paralítico;
O tratamento com Clozapina não deve ser iniciado simultaneamente com fármacos que se sabem terem um potencial importante para causar agranulocitose; a utilização concomitante de formulações depot de antipsicóticos deve ser desencorajada.
Doentes que não possam ser submetidos a análises hematológicas regulares;
Antecedentes de granulocitopénia/agranulocitose tóxica ou idiossincrática (com excepção de granulocitopénia/agranulocitose resultante de quimioterapia anterior);
Antecedentes de agranulocitose induzida por Clozapina;
Insuficiência a nível da função da medula óssea;
Epilepsia não controlada;
Psicoses alcoólicas e outras psicoses tóxicas, intoxicações por fármacos, estados comatosos;
Colapso circulatório e/ou depressão do SNC de qualquer etiologia;
Doenças renais ou cardíacas graves (ex.miocardite);
Doença hepática aciva associada a náuseas, anorexia ou icterícia; doença hepática progressiva, insuficiência hepática;
Íleos paralítico;
O tratamento com Clozapina não deve ser iniciado simultaneamente com fármacos que se sabem terem um potencial importante para causar agranulocitose; a utilização concomitante de formulações depot de antipsicóticos deve ser desencorajada.
Efeitos indesejáveis/adversos
Muito frequentes (ocorrem em mais de 1 em cada cada 10 pessoas)
– sonolência, tonturas, fadiga
– palpitações cardíacas
– obstipação
– aumento na produção de saliva
Frequentes (ocorrem em mais de 1 em cada 100 mas menos de 1 em cada 10 pessoas)
– alterações dos níveis de glóbulos brancos (neutropenia, eosinofilia, leucocitose, leucopenia)
– aumento de peso
– visão turva
– dor de cabeça
– tremor
– rigidez
– convulsões, ataques
– agitação, hiperatividade, movimentos descoordenados
– alterações no batimento cardíacos (ECG)
– aumento da pressão arterial, tonturas e sensação de desmaio (especialmente quando passa de uma posição deitada ou sentada para uma posição de verticalidade), perda repentina da consciência
– incontinência, dificuldade em esvaziar a bexiga
– fadiga, febre, suores e alteração da temperatura corporal
– náuseas, vómitos, perda de apetite, boca seca
– aumento dos níveis das enzimas hepáticas.
Raros (ocorrem em mais de 1 em cada 10 000 mas menos de 1 em cada 1000 pessoas)
– hiperglicemia, diabetes
– agitação psicomotoroa
– confusão, delírio
– inflamação das membranas do coração e acumulação de líquido à volta deste
– batimento cardíaco anormal
– inflamação do músculo cardíaco levando a palpitações
– diminuição nos níveis dos glóbulos vermelhos (anemia)
– paragem repentina da circulação sanguínea
– formação de coágulos sanguíneos (tromboembolismo)
– dificuldade em engolir
– inflamação do fígado (hepatite) dando origem a amarelecimento da pele (icterícia colestática), prurido e escurecimento da urina.
– inflamação do pâncreas que provoca dor abdominal
– elevação dos níveis da enzima creatinina fosfoquinase no sangue.
– asfixia após ingestão de alimentos
Muito raros (ocorrem em menos de 1 em cada 10 000 pessoas)
– complicações devidas a alterações nos níveis de açúcar do sangue (ex.cetoacidose ou coma)
– elevação dos níveis de ácidos gordos no sangue (trigliceridos) ou colesterol elevado
– movimentos involuntários após parar de tomar o medicamento
– alteração nos níveis das plaquetas
– anomalias cardíacas
– paragem súbita da função cardíaca
– paragem ou abrandamento da respiração
– aumento do tamanho da glândula salivar
– perda da atividade intestinal originando obstipação
– diminuição súbita das células do fígado
– inflamação renal
– ereção prolongada e dolorosa
– morte súbita
– lesões na pele.
– sonolência, tonturas, fadiga
– palpitações cardíacas
– obstipação
– aumento na produção de saliva
Frequentes (ocorrem em mais de 1 em cada 100 mas menos de 1 em cada 10 pessoas)
– alterações dos níveis de glóbulos brancos (neutropenia, eosinofilia, leucocitose, leucopenia)
– aumento de peso
– visão turva
– dor de cabeça
– tremor
– rigidez
– convulsões, ataques
– agitação, hiperatividade, movimentos descoordenados
– alterações no batimento cardíacos (ECG)
– aumento da pressão arterial, tonturas e sensação de desmaio (especialmente quando passa de uma posição deitada ou sentada para uma posição de verticalidade), perda repentina da consciência
– incontinência, dificuldade em esvaziar a bexiga
– fadiga, febre, suores e alteração da temperatura corporal
– náuseas, vómitos, perda de apetite, boca seca
– aumento dos níveis das enzimas hepáticas.
Raros (ocorrem em mais de 1 em cada 10 000 mas menos de 1 em cada 1000 pessoas)
– hiperglicemia, diabetes
– agitação psicomotoroa
– confusão, delírio
– inflamação das membranas do coração e acumulação de líquido à volta deste
– batimento cardíaco anormal
– inflamação do músculo cardíaco levando a palpitações
– diminuição nos níveis dos glóbulos vermelhos (anemia)
– paragem repentina da circulação sanguínea
– formação de coágulos sanguíneos (tromboembolismo)
– dificuldade em engolir
– inflamação do fígado (hepatite) dando origem a amarelecimento da pele (icterícia colestática), prurido e escurecimento da urina.
– inflamação do pâncreas que provoca dor abdominal
– elevação dos níveis da enzima creatinina fosfoquinase no sangue.
– asfixia após ingestão de alimentos
Muito raros (ocorrem em menos de 1 em cada 10 000 pessoas)
– complicações devidas a alterações nos níveis de açúcar do sangue (ex.cetoacidose ou coma)
– elevação dos níveis de ácidos gordos no sangue (trigliceridos) ou colesterol elevado
– movimentos involuntários após parar de tomar o medicamento
– alteração nos níveis das plaquetas
– anomalias cardíacas
– paragem súbita da função cardíaca
– paragem ou abrandamento da respiração
– aumento do tamanho da glândula salivar
– perda da atividade intestinal originando obstipação
– diminuição súbita das células do fígado
– inflamação renal
– ereção prolongada e dolorosa
– morte súbita
– lesões na pele.
Advertências

Gravidez:Deve ter-se cautela ao prescrever a mulheres grávidas.

Aleitamento:As mães em tratamento com Clozapina não devem amamentar.

Insuf. Hepática:Ver Antipsicóticos; dose inicial 12,5 mg/dia, vigiar função; evitar se houver agravamento.

Insuf. Renal:Dose inicial – 12,5 mg/dia na IR ligeira e moderada; aumentar gradualmente; evitar na IR grave.

Condução:Devido à capacidade de Clozapina causar sedação e diminuir o limiar de crises convulsivas, devem ser evitadas actividades como conduzir e utilizar máquinas, especialmente durante as semanas iniciais de tratamento.
Precauções gerais
Fale com o médico ou farmacêutico antes de tomar Clozapina.
As medidas de segurança mencionadas nesta secção são muito importantes.
Tem de as cumprir para minimizar o risco de efeitos secundários graves que colocam a vida em risco.
Antes de iniciar o tratamento com Clozapina, informe o médico se tem ou que alguma vez teve:
- coágulos sanguíneos ou história familiar de coágulos sanguíneos, dado que fármacos da mesma classe foram associados a formação de coágulos sanguíneos.
- glaucoma (aumento da pressão no olho).
- diabetes.
Ocorreu aumento (algumas vezes considerável) dos níveis de açúcar no sangue em doentes com e sem diabetes mellitus na sua história clínica.
- problemas da próstata ou dificuldade em urinar.
- alguma doença do coração, rins ou fígado.
- obstipação crónica ou se está a tomar medicamentos que causam obstipação (como os anticolinérgicos).
- intolerância à galactose, deficiência de lactase de Lapp ou mal-absorção de glucose-galactose.
- epilepsia controlada.
- doenças do intestino grosso.
- cirurgia abdominal.
- doença cardíaca ou história familiar de anomalia da condução eléctrica no coração denominada por "prolongamento do intervalo QT".
- se se encontra em risco de sofrer AVC, por exemplo, se tem pressão arterial elevada, problemas cardiovasculares ou problemas nos vasos sanguíneos cerebrais.
Informe o médico imediatamente antes de tomar o próximo comprimido de Clozapina se:
- tem sinais de constipação, febre, sintomas de gripe, dor de garganta ou outra infeção.
Terá de realizar análises sanguíneas com urgência para averiguar se os seus sintomas estão relacionados com o seu medicamento.
- tiver um aumento rápido e súbito da temperatura corporal, músculos rígidos que podem levar a inconsciência (síndrome maligna dos neurolépticos) pois pode ocorrer um efeito secundário grave que requer tratamento imediato.
- tem batimento cardíaco rápido e irregular, mesmo quando está em repouso, palpitações, problemas respiratórios, dor no peito ou cansaço inexplicável. O médico irá verificar o seu coração e, se necessário, irá referenciá-lo para um cardiologista de imediato.
- tem náuseas (enjoo), vómitos e/ou perda de apetite. O médico irá verificar o seu fígado.
- tem obstipação grave. O médico irá tratar esta situação de modo a evitar futuras complicações.
- tem obstipação, dor abdominal, sensibilidade abdominal, febre, inchaço abdominal e/ou diarreia com sangue. O médico necessitará de o examinar.
Acompanhamento médico e análises sanguíneas Antes de iniciar o tratamento com Clozapina, o médico irá perguntar-lhe acerca da sua história clínica e realizar análises sanguíneas para assegurar que a contagem de glóbulos brancos está normal.
É importante verificar esta situação pois o seu corpo necessita de glóbulos brancos para combater as infeções.
Assegure-se que realiza análises sanguíneas regulares antes de iniciar o tratamento, durante o tratamento e após parar o tratamento com Clozapina.
- O médico irá dizer-lhe exatamente quando e onde realizar as análises. Clozapina só pode ser tomado se tiver uma contagem sanguínea normal.
- Clozapina pode causar uma diminuição grave do número de glóbulos brancos no sangue (agranulocitose). Apenas as análises sanguíneas regulares podem informar o médico se está em risco de desenvolver agranulocitose.
- Durante as primeiras 18 semanas de tratamento, os testes são necessários uma vez por semana. Posteriormente, os testes são necessários, pelo menos, uma vez por mês.
- Se ocorrer uma diminuição do número de glóbulos brancos, terá de parar o tratamento com Clozapina imediatamente. Os seus glóbulos brancos devem então voltar ao normal.
- Terá de realizar análises sanguíneas durante mais 4 semanas após o final do tratamento com Clozapina.
O médico irá também realizar-lhe um exame físico antes de iniciar o tratamento.
O médico pode fazer-lhe um eletrocardiograma (ECG) para verificar o seu coração, mas apenas se isso for necessário para si ou se tiver alguma preocupação específica.
Se tiver um problema no fígado, terá de efectuar testes regulares de função hepática enquanto estiver a tomar Clozapina.
Se tiver níveis elevados de açúcar no sangue (diabetes), o médico poderá efectuar testes regulares do seu nível de açúcar no sangue.
Clozapina pode causar alteração dos lípidos no sangue.
Clozapina pode causar aumento de peso.
O médico poderá monitorizar o seu peso e o seu nível lipídico sanguíneo.
Se já tiver ou se Clozapina lhe causar sensação de atordoamento, tonturas ou sensação de desmaio, tenha cuidado quando se levanta da posição de sentado ou deitado, uma vez que isto poderá aumentar a possibilidade de queda.
Se tiver sido submetido a uma cirurgia ou se por alguma razão não conseguir andar durante um longo período de tempo, fale com o médico sobre o facto de estar a tomar Clozapina.
Pode estar em risco de trombose (coágulo de sangue numa veia).
Se tem menos de 16 anos de idade, não deve utilizar Clozapina pois não existe informação suficiente sobre a sua utilização neste grupo etário.
As pessoas idosas (idade igual ou superior a 60 anos) podem estar mais predispostos aos seguintes efeitos secundários durante o tratamento com Clozapina: desmaio ou sensação de atordoamento após mudar de posição, tonturas, batimentos rápidos do coração, dificuldade em urinar e obstipação.
Informe o médico ou farmacêutico se sofre de uma patologia denominada demência.
Informe o médico ou farmacêutico se estiver a tomar, ou tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos.
Isto inclui medicamentos obtidos sem receita médica e à base de plantas.
Pode necessitar de tomar diferentes quantidades do seu medicamento ou tomar outros medicamentos.
Não tome Clozapina juntamente com medicamentos que impedem a medula óssea de funcionar adequadamente e/ou diminuem o número de células sanguíneas produzidas pelo corpo, tais como:
- carbamazepina, um medicamento utilizado na epilepsia.
- certos antibióticos: cloranfenicol, sulfonamidas como o cotrimoxazol.
- certos medicamentos para as dores: analgésicos pirazolónicos tais como a fenilbutazona.
- penicilamina, um medicamento utilizado para tratar a inflamação reumática das articulações.
- agentes citotóxicos, medicamentos utilizados em quimioterapia.
- injeções de ação prolongada depot de medicamentos antipsicóticos.
Estes medicamentos aumentam o risco de desenvolvimento de agranulocitose (falta de glóbulos brancos).
Tomar Clozapina ao mesmo tempo que outro medicamento pode afetar o funcionamento de Clozapina e/ou do outro medicamento.
Informe o médico se planeia tomar, se está a tomar (mesmo se o curso do tratamento estiver a terminar) ou se teve recentemente de parar de tomar algum dos seguintes medicamentos:
- medicamentos utilizados para tratar a depressão tais como o lítio, fluvoxamina, antidepressivos tricíclicos, inibidores da MAO, citalopram, paroxetina, fluoxetina e sertralina.
- outros medicamentos antipsicóticos utilizados para tratar doenças mentais como a perazina.
- benzodiazepinas e outros medicamentos utilizados para tratar a ansiedade ou perturbações do sono.
- narcóticos e outros medicamentos que afetam a respiração.
- medicamentos utilizados para controlar a epilepsia tais como a fenitoína e o ácido valpróico.
- medicamentos utilizados para tratar a pressão arterial elevada ou baixa tais como a adrenalina e a noradrenalina.
- varfarina, um medicamento utilizado para evitar coágulos sanguíneos.
- anti-histamínicos, medicamentos utilizados para constipações ou alergias como febre dos fenos.
- medicamentos anticolinérgicos, que são utilizados para aliviar as cólicas, espasmos e enjoo de viagem.
- medicamentos utilizados para tratar a doença de Parkinson.
- digoxina, um medicamento utilizado para tratar problemas do coração.
- medicamentos utilizados para tratar um batimento cardíaco rápido ou irregular.
- alguns medicamentos utilizados para tratar as úlceras de estômago, tais como o omeprazol ou a cimetidina.
- alguns antibióticos como a eritromicina e a rifampicina.
- alguns medicamentos utilizados para tratar as infeções fúngicas (tais como o cetoconazol) ou infeções virais (tais como os inibidores das proteases, utilizados para tratar as infeções por VIH).
- atropina, um medicamento que pode ser utilizado em algumas gotas para os olhos ou para a tosse e preparações para a constipação.
- adrenalina, um medicamento utilizado em situações de emergência.
- contracetivos hormonais (pílula anticoncecional).
Esta lista não está completa.
O médico e farmacêutico têm mais informação sobre os medicamentos com os quais deve ter precaução ou evitar enquanto estiver a tomar Clozapina.
As medidas de segurança mencionadas nesta secção são muito importantes.
Tem de as cumprir para minimizar o risco de efeitos secundários graves que colocam a vida em risco.
Antes de iniciar o tratamento com Clozapina, informe o médico se tem ou que alguma vez teve:
- coágulos sanguíneos ou história familiar de coágulos sanguíneos, dado que fármacos da mesma classe foram associados a formação de coágulos sanguíneos.
- glaucoma (aumento da pressão no olho).
- diabetes.
Ocorreu aumento (algumas vezes considerável) dos níveis de açúcar no sangue em doentes com e sem diabetes mellitus na sua história clínica.
- problemas da próstata ou dificuldade em urinar.
- alguma doença do coração, rins ou fígado.
- obstipação crónica ou se está a tomar medicamentos que causam obstipação (como os anticolinérgicos).
- intolerância à galactose, deficiência de lactase de Lapp ou mal-absorção de glucose-galactose.
- epilepsia controlada.
- doenças do intestino grosso.
- cirurgia abdominal.
- doença cardíaca ou história familiar de anomalia da condução eléctrica no coração denominada por "prolongamento do intervalo QT".
- se se encontra em risco de sofrer AVC, por exemplo, se tem pressão arterial elevada, problemas cardiovasculares ou problemas nos vasos sanguíneos cerebrais.
Informe o médico imediatamente antes de tomar o próximo comprimido de Clozapina se:
- tem sinais de constipação, febre, sintomas de gripe, dor de garganta ou outra infeção.
Terá de realizar análises sanguíneas com urgência para averiguar se os seus sintomas estão relacionados com o seu medicamento.
- tiver um aumento rápido e súbito da temperatura corporal, músculos rígidos que podem levar a inconsciência (síndrome maligna dos neurolépticos) pois pode ocorrer um efeito secundário grave que requer tratamento imediato.
- tem batimento cardíaco rápido e irregular, mesmo quando está em repouso, palpitações, problemas respiratórios, dor no peito ou cansaço inexplicável. O médico irá verificar o seu coração e, se necessário, irá referenciá-lo para um cardiologista de imediato.
- tem náuseas (enjoo), vómitos e/ou perda de apetite. O médico irá verificar o seu fígado.
- tem obstipação grave. O médico irá tratar esta situação de modo a evitar futuras complicações.
- tem obstipação, dor abdominal, sensibilidade abdominal, febre, inchaço abdominal e/ou diarreia com sangue. O médico necessitará de o examinar.
Acompanhamento médico e análises sanguíneas Antes de iniciar o tratamento com Clozapina, o médico irá perguntar-lhe acerca da sua história clínica e realizar análises sanguíneas para assegurar que a contagem de glóbulos brancos está normal.
É importante verificar esta situação pois o seu corpo necessita de glóbulos brancos para combater as infeções.
Assegure-se que realiza análises sanguíneas regulares antes de iniciar o tratamento, durante o tratamento e após parar o tratamento com Clozapina.
- O médico irá dizer-lhe exatamente quando e onde realizar as análises. Clozapina só pode ser tomado se tiver uma contagem sanguínea normal.
- Clozapina pode causar uma diminuição grave do número de glóbulos brancos no sangue (agranulocitose). Apenas as análises sanguíneas regulares podem informar o médico se está em risco de desenvolver agranulocitose.
- Durante as primeiras 18 semanas de tratamento, os testes são necessários uma vez por semana. Posteriormente, os testes são necessários, pelo menos, uma vez por mês.
- Se ocorrer uma diminuição do número de glóbulos brancos, terá de parar o tratamento com Clozapina imediatamente. Os seus glóbulos brancos devem então voltar ao normal.
- Terá de realizar análises sanguíneas durante mais 4 semanas após o final do tratamento com Clozapina.
O médico irá também realizar-lhe um exame físico antes de iniciar o tratamento.
O médico pode fazer-lhe um eletrocardiograma (ECG) para verificar o seu coração, mas apenas se isso for necessário para si ou se tiver alguma preocupação específica.
Se tiver um problema no fígado, terá de efectuar testes regulares de função hepática enquanto estiver a tomar Clozapina.
Se tiver níveis elevados de açúcar no sangue (diabetes), o médico poderá efectuar testes regulares do seu nível de açúcar no sangue.
Clozapina pode causar alteração dos lípidos no sangue.
Clozapina pode causar aumento de peso.
O médico poderá monitorizar o seu peso e o seu nível lipídico sanguíneo.
Se já tiver ou se Clozapina lhe causar sensação de atordoamento, tonturas ou sensação de desmaio, tenha cuidado quando se levanta da posição de sentado ou deitado, uma vez que isto poderá aumentar a possibilidade de queda.
Se tiver sido submetido a uma cirurgia ou se por alguma razão não conseguir andar durante um longo período de tempo, fale com o médico sobre o facto de estar a tomar Clozapina.
Pode estar em risco de trombose (coágulo de sangue numa veia).
Se tem menos de 16 anos de idade, não deve utilizar Clozapina pois não existe informação suficiente sobre a sua utilização neste grupo etário.
As pessoas idosas (idade igual ou superior a 60 anos) podem estar mais predispostos aos seguintes efeitos secundários durante o tratamento com Clozapina: desmaio ou sensação de atordoamento após mudar de posição, tonturas, batimentos rápidos do coração, dificuldade em urinar e obstipação.
Informe o médico ou farmacêutico se sofre de uma patologia denominada demência.
Informe o médico ou farmacêutico se estiver a tomar, ou tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos.
Isto inclui medicamentos obtidos sem receita médica e à base de plantas.
Pode necessitar de tomar diferentes quantidades do seu medicamento ou tomar outros medicamentos.
Não tome Clozapina juntamente com medicamentos que impedem a medula óssea de funcionar adequadamente e/ou diminuem o número de células sanguíneas produzidas pelo corpo, tais como:
- carbamazepina, um medicamento utilizado na epilepsia.
- certos antibióticos: cloranfenicol, sulfonamidas como o cotrimoxazol.
- certos medicamentos para as dores: analgésicos pirazolónicos tais como a fenilbutazona.
- penicilamina, um medicamento utilizado para tratar a inflamação reumática das articulações.
- agentes citotóxicos, medicamentos utilizados em quimioterapia.
- injeções de ação prolongada depot de medicamentos antipsicóticos.
Estes medicamentos aumentam o risco de desenvolvimento de agranulocitose (falta de glóbulos brancos).
Tomar Clozapina ao mesmo tempo que outro medicamento pode afetar o funcionamento de Clozapina e/ou do outro medicamento.
Informe o médico se planeia tomar, se está a tomar (mesmo se o curso do tratamento estiver a terminar) ou se teve recentemente de parar de tomar algum dos seguintes medicamentos:
- medicamentos utilizados para tratar a depressão tais como o lítio, fluvoxamina, antidepressivos tricíclicos, inibidores da MAO, citalopram, paroxetina, fluoxetina e sertralina.
- outros medicamentos antipsicóticos utilizados para tratar doenças mentais como a perazina.
- benzodiazepinas e outros medicamentos utilizados para tratar a ansiedade ou perturbações do sono.
- narcóticos e outros medicamentos que afetam a respiração.
- medicamentos utilizados para controlar a epilepsia tais como a fenitoína e o ácido valpróico.
- medicamentos utilizados para tratar a pressão arterial elevada ou baixa tais como a adrenalina e a noradrenalina.
- varfarina, um medicamento utilizado para evitar coágulos sanguíneos.
- anti-histamínicos, medicamentos utilizados para constipações ou alergias como febre dos fenos.
- medicamentos anticolinérgicos, que são utilizados para aliviar as cólicas, espasmos e enjoo de viagem.
- medicamentos utilizados para tratar a doença de Parkinson.
- digoxina, um medicamento utilizado para tratar problemas do coração.
- medicamentos utilizados para tratar um batimento cardíaco rápido ou irregular.
- alguns medicamentos utilizados para tratar as úlceras de estômago, tais como o omeprazol ou a cimetidina.
- alguns antibióticos como a eritromicina e a rifampicina.
- alguns medicamentos utilizados para tratar as infeções fúngicas (tais como o cetoconazol) ou infeções virais (tais como os inibidores das proteases, utilizados para tratar as infeções por VIH).
- atropina, um medicamento que pode ser utilizado em algumas gotas para os olhos ou para a tosse e preparações para a constipação.
- adrenalina, um medicamento utilizado em situações de emergência.
- contracetivos hormonais (pílula anticoncecional).
Esta lista não está completa.
O médico e farmacêutico têm mais informação sobre os medicamentos com os quais deve ter precaução ou evitar enquanto estiver a tomar Clozapina.
Cuidados com a dieta
Não consuma álcool durante o tratamento com Clozapina.
Informe o médico se fuma e qual a frequência com que toma bebidas contendo cafeína (café, chá, coca-cola).
As alterações súbitas nos seus hábitos tabágicos ou de consumo de cafeína também podem alterar os efeitos de Clozapina.
Informe o médico se fuma e qual a frequência com que toma bebidas contendo cafeína (café, chá, coca-cola).
As alterações súbitas nos seus hábitos tabágicos ou de consumo de cafeína também podem alterar os efeitos de Clozapina.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de Intoxicações.
Sinais e sintomas
Sonolência, letargia, arreflexia, coma, confusão, alucinações, agitação, delirium, sintomas extrapiramidais, hiperreflexia, convulsões; sialorreia, midríase, visão turva, termolabilidade; hipotensão, colapso, taquicardia, arritmias cardíacas; pneumonia por aspiração, dispneia, depressão respiratória ou insuficiência respiratória.
Tratamento
Não existe um antídoto específico para Clozapina.
Lavagem gástrica e/ou administração de carvão ativado nas primeiras 6 horas após a ingestão do fármaco.
É improvável que a diálise peritoneal e a hemodiálise sejam eficazes.
Tratamento sintomático sob monitorização cardíaca contínua, vigilância da respiração, monitorização dos electrólitos e do equilíbrio ácido-base.
Deve ser evitada a utilização de epinefrina no tratamento da hipotensão devido a possibilidade de “inversão do efeito da epinefrina”.
Devido à possibilidade de reações tardias é necessária uma supervisão clínica rigorosa durante, pelo menos, 5 dias.
Sinais e sintomas
Sonolência, letargia, arreflexia, coma, confusão, alucinações, agitação, delirium, sintomas extrapiramidais, hiperreflexia, convulsões; sialorreia, midríase, visão turva, termolabilidade; hipotensão, colapso, taquicardia, arritmias cardíacas; pneumonia por aspiração, dispneia, depressão respiratória ou insuficiência respiratória.
Tratamento
Não existe um antídoto específico para Clozapina.
Lavagem gástrica e/ou administração de carvão ativado nas primeiras 6 horas após a ingestão do fármaco.
É improvável que a diálise peritoneal e a hemodiálise sejam eficazes.
Tratamento sintomático sob monitorização cardíaca contínua, vigilância da respiração, monitorização dos electrólitos e do equilíbrio ácido-base.
Deve ser evitada a utilização de epinefrina no tratamento da hipotensão devido a possibilidade de “inversão do efeito da epinefrina”.
Devido à possibilidade de reações tardias é necessária uma supervisão clínica rigorosa durante, pelo menos, 5 dias.
Terapêutica interrompida
Não tome uma dose a dobrar para compensar a dose que se esqueceu de tomar. Salte a dose esquecida e tome a próxima dose no horário habitual.
Cuidados no armazenamento
Não conservar acima dos 30ºC.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e tolerância bacteriológica
Sem informação.
Antiarrítmicos + Clozapina
Observações: Aumentam a depressão do miocárdio quando são administrados com outros AA. Aumentam o risco de arritmias ventriculares quando são dados com AA que prolongam o intervalo QTInteracções: Flecainida: Aumento do risco de arritmias ventriculares em associação com: - Clozapina - Clozapina
Macrólidos + Clozapina
Observações: Podem interferir com a absorção de outros fármacos, inibir as enzimas metabolizadoras com aumento da toxicidade de alguns fármacos e, com menos frequência, reduzir a concentração plasmática de outros, por aceleração do metabolismo. Os macrólidos envolvidos com mais frequência são a eritromicina (em particular por via parentérica) e a claritromicina. A eritromicina em aplicação tópica não origina interacções.Interacções: Por inibição enzimática, com aumento da concentração plasmática e da toxicidade respectiva interferem com: Antipsicóticos (clozapina, pimozide, quetiapina, sertindole, sulpiride e zuclopentixol) - Clozapina - Clozapina
Inibidores da bomba de protões (IBP) + Clozapina
Observações: A redução da acidez gástrica pode alterar a absorção de fármacos para os quais a acidez gástrica afecta a biodisponibilidade; Todos são metabolizados pelo cit. P450, incluindo o CYP2C19 e o CYP3A4; São raras as interacções clinicamente significativas.Interacções: Os IBP reduzem a absorção de: - Clozapina - Clozapina
Clozapina + Depressores da medula óssea
Observações: n.d.Interacções: Não devem ser utilizadas, concomitantemente com Clozapina, substâncias que se sabe terem um potencial substancial para deprimir a função da medula óssea. Supressores da medula óssea (por ex. carbamazepina, cloranfenicol) interagem para aumentar o risco e/ou gravidade da supressão da medula óssea. Clozapina não pode ser utilizada concomitantemente com outros agentes que tenham um potencial bem conhecido para suprimir a função da medula óssea. - Depressores da medula óssea
Clorazepato dipotássico + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: O risco de colapso com paragem respiratória e/ou cardíaca é aumentado pela associação de clozapina e benzodiazepinas. - Clozapina
Insulina glargina + Clozapina
Observações: Algumas substâncias afetam o metabolismo da glucose, o que pode implicar a necessidade de ajuste de dose da insulina glargina.Interacções: As substâncias que podem diminuir o efeito de redução da glicemia incluem corticosteroides, danazol, diazóxido, diuréticos, glucagon, isoniazida, estrogénios e progestagénios, derivados das fenotiazinas, somatropina, medicamentos simpaticomiméticos (p.ex.epinefrina [adrenalina], salbutamol, terbutalina), hormonas tiróideias, medicamentos antipsicóticos atípicos por ex. clozapina e olanzapina) e inibidores da protease. - Clozapina
Carbonato de lítio + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: A coadministração dos seguintes medicamentos pode aumentar os riscos de neurotoxicidade: Os antipsicóticos tais como clozapina pode conduzir, em casos raros, a neurotoxicidade grave, com sintomas como confusão, desorientação, letargia, tremor, sintomas extrapiramidais e mioclonias. Em alguns casos foi notificado aumento dos níveis de lítio. Ao primeiro sinal de neurotoxicidade a descontinuação de ambos os medicamentos é recomendada. - Clozapina
Paracetamol + Feniramina + Ácido ascórbico + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: Associações em que devem ser tomadas precauções: Outros medicamentos derivados da atropina (devido à presença de feniramina) antidepressivos tricíclicos, a maior parte dos antihistamínicos atropinícos H1, agentes anticolinérgicos antiparkinsónicos, atropina antiespasmódica, disopiramida, neurolépticos fenotiazínicos, bem como clozapina. Podem ocorrer outros efeitos indesejáveis da atropina como retenção de urina, obstipação e boca seca. - Clozapina
Ácido acetilsalicílico + Paracetamol + Cafeína + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: A cafeína aumenta os níveis séricos de clozapina devido à interação provável de ambos os mecanismos farmacocinético e farmacodinâmico. Os níveis séricos de clozapina devem ser monitorizados. Assim, o uso concomitante não é recomendado. - Clozapina
Pefloxacina + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: A pefloxacina inibe o CYP1A2 o que pode determinar o aumento das concentrações séricas de outras substâncias administradas concomitantemente e também metabolizadas por esta enzima (ex. teofilina, clozapina, tacrina, ropinirol, tizanidina). Os doentes que tomam estas substâncias concomitantemente com a pefloxacina deverão ser cuidadosamente vigiados relativamente aos sinais clínicos de sobredosagem, podendo revelar-se necessária a monitorização sérica, especialmente no caso da teofilina. - Clozapina
Insulina glulisina + Clozapina
Observações: Não foram realizados estudos sobre interações farmacocinéticas. Baseado num conhecimento empírico de medicamentos semelhantes, as interações farmacocinéticas clinicamente relevantes são improváveis. Um número variado de substâncias afetam o metabolismo da glucose e pode haver necessidade de um ajuste da posologia da insulina glulisina e em particular de uma monitorização apertada.Interacções: Entre as substâncias que podem reduzir o efeito hipoglicemiante incluem-se os corticosteroides, danazol, diazóxido, diuréticos, glucagon, isoniazida, derivados das fenotiazinas, somatropina, medicamentos simpaticomiméticos (p.ex., epinefrina [adrenalina], salbutamol, terbutalina), hormonas da tiróide, estrogénios, progesteronas (p.ex., na pílula contracetiva), inibidores das proteases e fármacos antipsicóticos atípicos (p.ex., olanzapina e clozapina). - Clozapina
Insulina humana + Insulina isofânica + Clozapina
Observações: Algumas substâncias afetam o metabolismo da glucose e podem requerer um ajuste da dose da insulina humana.Interacções: As substâncias que podem reduzir o efeito de redução da glicemia incluem corticosteroides, danazol, diazóxido, diuréticos, glucagon, isoniazida, estrogénios e progestogénios (p.ex: Contracetivos orais), derivados das fenotiazinas, somatrofina, medicamentos simpaticomiméticos (p. ex. epinefrina [adrenalina], salbutamol e terbutalina), hormonas tiróideias, e medicamentos inibidores da protease e antipsicóticos atípicos (tal como Olanzapina e clozapina). - Clozapina
Lorazepam + Clozapina
Observações: As substâncias que inibem certas enzimas hepáticas (particularmente o citocromo P450) podem intensificar a actividade das benzodiazepinas. Este efeito também se aplica as benzodiazepinas que são metabolizadas apenas por conjugação ainda que em menor grau.Interacções: Foram também descritos casos de sedação acentuada, salivação excessiva e ataxia em situações de administração simultânea de Lorazepam e clozapina. - Clozapina
Pixantrona + Clozapina
Observações: Não foram notificadas interações medicamentosas nos participantes e não foram realizados estudos de interações medicamentosas em seres humanos. Estudos in vitro com as isoformas humanas mais habituais do citocromo P450 (incluindo CYP1A2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6 e 3A4) mostraram uma possível inibição do tipo mista do CYP1A2 e CYP2C8 que pode ter relevância clínica. Não se observaram outras interações significativas clinicamente relevantes com os CYPP450.Interacções: Amitriptilina, haloperidol, clozapina, ondansetrom e propranolol são metabolizados pelo CYP1A2 e, por conseguinte, existe uma preocupação teórica de que a administração concomitante do Pixantrona possa aumentar os níveis sanguíneos deste medicamento. - Clozapina
Tegafur + Gimeracilo + Oteracilo + Clozapina
Observações: Não foram realizados estudos de interacção em doentes adultos ou pediátricos.Interacções: Clozapina: Não existem dados disponíveiss obre a utilização concomitante de clozapina com Tegafur/Gimeracilo/Oteracilo em associação com a cisplatina. No entanto, devido a possíveis efeitos farmacodinâmicos aditivos 11 (mielotoxicidade), é aconselhado cuidado uma vez que a administração concomitante pode aumentar o risco e gravidade de toxicidade hematológica de Tegafur/Gimeracilo/Oteracilo. - Clozapina
Apomorfina + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: Há uma potencial interação entre a clozapina e a apomorfina, mas a clozapina também pode ser utilizada para reduzir os sintomas de complicações neuropsiquiátricas. - Clozapina
Bleomicina + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: O uso concomitante de bleomicina e clozapina deve ser evitado devido ao risco aumentado de agranulocitose. - Clozapina
Amissulprida + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: A coadministração de amissulprida e clozapina pode levar a um aumento dos níveis plasmáticos de amissulprida, associação a ter em atenção. - Clozapina
Insulina glargina + Lixisenatido + Clozapina
Observações: Não foram realizados estudos de interacção com Insulina glargina + Lixisenatido. A informação fornecida a seguir baseia-se em estudos com os componentes individuais. Algumas substâncias afetam o metabolismo da glicose e podem exigir o ajuste posológico de Insulina glargina + LixisenatidoInteracções: As substâncias que podem diminuir o efeito de redução da glicemia incluem corticosteroides, danazol, diazóxido, diuréticos, glucagon, isoniazida, estrogénios e progestagénios, derivados das fenotiazinas, somatropina, medicamentos simpaticomiméticos (p. ex., epinefrina [adrenalina], salbutamol e terbutalina), hormonas tiróideias, medicamentos antipsicóticos atípicos (p. ex., clozapina e olanzapina) e inibidores da protease. - Clozapina
Ciprofloxacina + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: Após a administração concomitante de 250 mg de ciprofloxacina com clozapina durante 7 dias, as concentrações séricas de clozapina e N-desmetilclozapina aumentaram em 29% e 31%, respetivamente. Aconselha-se vigilância clínica e ajuste adequado da dose da clozapina durante e imediatamente após a coadministração com ciprofloxacina. - Clozapina
Norfloxacina + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: A norfloxacina inibe o CYP1A2 o que pode determinar o aumento das concentrações séricas de outras substâncias administradas concomitantemente e também metabolizadas por esta enzima (por exemplo, teofilina, clozapina, tacrina, ropinirol, tizanidina). Os doentes que tomam estas substâncias concomitantemente com a norfloxacina deverão ser cuidadosamente vigiados relativamente aos sinais clínicos de sobredosagem, podendo revelar-se necessária a monitorização sérica, especialmente no caso da teofilina. - Clozapina
Clozapina + Antipsicóticos
Observações: n.d.Interacções: Antipsicóticos depot de longa duração de ação (que tenham potencial mielossupressivo) não devem ser utilizados concomitantemente com Clozapina por não poderem ser removidos rapidamente do organismo em situações em que tal possa ser necessário, por ex. neutropenia. Como com outros antipsicóticos, é recomendada precaução quando a clozapina é prescrita com medicamentos que aumentam o intervalo QTc ou causam desequilíbrio eletrolítico. Injeções de antipsicóticos depot de longa duração interagem para aumentar o risco e/ou gravidade da supressão da medula óssea. Clozapina não pode ser utilizada concomitantemente com outros agentes que tenham um potencial bem conhecido para suprimir a função da medula óssea. - Antipsicóticos
Clozapina + Álcool
Observações: n.d.Interacções: O álcool não deve ser usado concomitantemente com Clozapina devido à possível potenciação do efeito de sedação. - Álcool
Clozapina + Depressores do SNC
Observações: n.d.Interacções: A Clozapina pode potenciar os efeitos centrais de depressores do SNC tais como narcóticos, antihistamínicos e benzodiazepinas. Recomenda-se particular precaução quando a terapêutica com a Clozapina é iniciada em doentes que estejam a receber uma benzodiazepina ou qualquer outro fármaco psicotrópico. Estes doentes podem apresentar um risco aumentado de colapso circulatório, que, em raras ocasiões, pode ser profundo e pode levar a paragem cardíaca e/ou respiratória. Não está claro se o colapso cardíaco ou respiratório pode ser evitado pelo ajuste da dose. Devido à possibilidade de efeitos aditivos, é necessário cuidado na administração concomitante de fármacos que possuam efeitos anticolinérgicos, hipotensivos, ou depressores respiratórios. A utilização concomitante de agentes ativos sobre o SNC pode aumentar o risco de desenvolvimento de síndrome maligna dos neurolépticos (SMN). Efeitos centrais aumentados. Depressão aditiva do SNC e interferência na capacidade cognitiva e motora quando utilizado em associação com estas substâncias. É necessária precaução se a Clozapina é utilizada concomitantemente com outros agentes ativos sobre o SNC. Avise os doentes dos possíveis efeitos sedativos aditivos e aconselhe-os a não conduzir ou utilizar máquinas. - Depressores do SNC
Clozapina + Noradrenalina
Observações: n.d.Interacções: Devido às propriedades anti-alfa-adrenérgicas, a Clozapina pode reduzir o efeito de aumento da tensão arterial da norepinefrina ou por outros fármacos predominantemente α-adrenérgicos e reverter o efeito pressor da epinefrina. - Noradrenalina
Clozapina + Citocromo P450
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante de fármacos que se sabe inibirem a atividade de algumas isoenzimas da citocromo P450 pode aumentar os níveis de clozapina e a dose de clozapina pode ter de ser reduzida para evitar efeitos indesejáveis. Isto é mais importante para os inibidores da CYP 1A2 tais como a cafeína (ver abaixo), perazina e o inibidor seletivo da recaptação de serotonina, fluvoxamina. Alguns dos outros inibidores da recaptação da serotonina tais como a fluoxetina, paroxetina e, em menor grau, sertralina, são inibidores da CYP 2D6 e, consequentemente, são menos prováveis interações farmacocinéticas importantes com a clozapina. Da mesma forma, são improváveis interações farmacocinéticas com inibidores de CYP 3A4 tais como antifúngicos azois, cimetidina, eritromicina e inibidores de protease, apesar de algumas terem sido relatadas. A administração concomitante de substâncias que se sabe induzirem as enzimas da citocromo P450 pode diminuir os níveis plasmáticos de clozapina, conduzindo à redução da eficácia. Substâncias que se sabe induzirem a atividade das enzimas da citocromo P450 e com interações descritas com a clozapina incluem, por exemplo, a carbamazepina (não usar concomitantemente com a clozapina, devido ao seu potencial mielossupressor), a fenitoína e a rifampicina. É necessário cuidado em doentes a receber concomitantemente tratamento com outras substâncias que sejam quer inibidores quer indutores das isoenzimas da citocromo P450. - Citocromo P450
Clozapina + Contracetivos hormonais
Observações: n.d.Interacções: Os contracetivos hormonais (incluindo combinações de estrogénio e progesterona ou apenas progesterona) são inibidores da CYP 1A2, CYP 3A4 e CYP 2C19. Por este motivo, o início ou interrupção de contracetivos hormonais pode requerer ajuste da dose de clozapina conforme a necessidade clínica individual. Com contracetivos hormonais (CYP1A2, CYP3A4, CYP2C19), o uso concomitante pode aumentar os níveis de clozapina. Potencial para aumento de efeitos adversos. - Contracetivos hormonais
Clozapina + Cafeína
Observações: n.d.Interacções: Uma vez que a concentração plasmática de clozapina é aumentada pela ingestão de cafeína e reduzida em aproximadamente 50% após um período de 5 dias sem cafeína, podem ser necessárias alterações na posologia da clozapina quando existe uma alteração nos hábitos de consumo de cafeína. - Cafeína
Clozapina + Tabaco (Fumadores, Tabagismo)
Observações: n.d.Interacções: Em casos de cessação tabágica súbita, a concentração plasmática de clozapina pode ser aumentada, levando assim a um aumento dos efeitos adversos. - Tabaco (Fumadores, Tabagismo)
Clozapina + Citalopram
Observações: n.d.Interacções: Foram relatados casos de interação entre o citalopram e a clozapina, que podem aumentar os riscos de eventos adversos associados a clozapina. A natureza desta interação ainda não foi completamente elucidada. - Citalopram
Clozapina + Indutores do CYP1A2
Observações: n.d.Interacções: Os indutores conhecidos da CYP1A2, tal como o omeprazol, podem diminuir os níveis plasmáticos de clozapina. O potencial para redução da eficácia da clozapina deverá ser considerado quando utilizado em associação com estas substâncias. - Indutores do CYP1A2
Clozapina + Lítio
Observações: n.d.Interacções: A utilização concomitante de lítio pode aumentar o risco de desenvolvimento de síndrome maligna dos neurolépticos (SMN). Observar sinais e sintomas de SMN. - Lítio
Clozapina + Ácido Valpróico (Valproato de sódio)
Observações: n.d.Interacções: Foram notificados casos raros mas graves de convulsões, incluindo o início de convulsões em doentes não epiléticos, e casos isolados de delírio quando a Clozapina foi coadministrada com o ácido valpróico. Estes efeitos são possivelmente devidos a uma interação farmacodinâmica, cujo mecanismo não foi determinado. O tratamento concomitante de clozapina e ácido valpróico pode aumentar o risco de neutropenia. Se for necessária a utilização concomitante de clozapina com ácido valpróico, é necessária uma monitorização atenta. - Ácido Valpróico (Valproato de sódio)
Clozapina + Antidepressores (Tricíclicos)
Observações: n.d.Interacções: Com antidepressivos tricíclicos que se sabe ligarem-se à citocromo P450 2D6, não foram até ao momento observadas interações clinicamente relevantes. - Antidepressores (Tricíclicos)
Clozapina + Fenotiazidas (fenotiazinas)
Observações: n.d.Interacções: Com as fenotiazinas, que se sabe ligarem-se à citocromo P450 2D6, não foram até ao momento observadas interações clinicamente relevantes. - Fenotiazidas (fenotiazinas)
Clozapina + Antiarrítmicos
Observações: n.d.Interacções: Com os antiarrítmicos do tipo 1c, que se sabe ligarem-se à citocromo P450 2D6, não foram até ao momento observadas interações clinicamente relevantes. - Antiarrítmicos
Clozapina + Sulfonamidas (sulfanilamidas)
Observações: n.d.Interacções: Sulfonamidas (por ex. cotrimoxazole) interagem para aumentar o risco e/ou gravidade da supressão da medula óssea. Clozapina não pode ser utilizada concomitantemente com outros agentes que tenham um potencial bem conhecido para suprimir a função da medula óssea. - Sulfonamidas (sulfanilamidas)
Clozapina + Analgésicos
Observações: n.d.Interacções: Analgésicos derivados da pirazolona (por ex. fenilbutazona) interagem para aumentar o risco e/ou gravidade da supressão da medula óssea. Clozapina não pode ser utilizada concomitantemente com outros agentes que tenham um potencial bem conhecido para suprimir a função da medula óssea. - Analgésicos
Clozapina + Penicilamina
Observações: n.d.Interacções: Penicilamina interage para aumentar o risco e/ou gravidade da supressão da medula óssea. Clozapina não pode ser utilizada concomitantemente com outros agentes que tenham um potencial bem conhecido para suprimir a função da medula óssea. - Penicilamina
Clozapina + Citotóxicos (citostáticos)
Observações: n.d.Interacções: Agentes citotóxicos interagem para aumentar o risco e/ou gravidade da supressão da medula óssea. Clozapina não pode ser utilizada concomitantemente com outros agentes que tenham um potencial bem conhecido para suprimir a função da medula óssea. - Citotóxicos (citostáticos)
Clozapina + Benzodiazepinas
Observações: n.d.Interacções: A utilização concomitante pode aumentar o risco de colapso circulatório, o que pode levar a paragem cardíaca e/ou respiratória. Embora a ocorrência seja rara, é necessária precaução quando se usam estes agentes simultaneamente. Os relatos sugerem que a ocorrência de depressão e colapso respiratórios é mais provável no início desta associação ou quando a Clozapina é acrescentada a um regime estabelecido de benzodiazepinas. - Benzodiazepinas
Clozapina + Anticolinérgicos
Observações: n.d.Interacções: A Clozapina potencia a ação destes agentes através de atividade anticolinérgica aditiva. Observar os doentes quanto a efeitos secundários anticolinérgicos por ex. obstipação, especialmente quando se usam para ajudar a controlar a sialorreia. - Anticolinérgicos
Clozapina + Anti-hipertensores
Observações: n.d.Interacções: A Clozapina pode potenciar os efeitos hipotensores destes agentes devido aos seus efeitos antagonistas simpaticomiméticos. É necessária precaução se a Clozapina é utilizada concomitantemente com agentes antihipertensores. Os doentes devem ser avisados do risco de hipotensão, especialmente durante o período inicial de titulação da dose. - Anti-hipertensores
Clozapina + Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)
Observações: n.d.Interacções: Efeitos centrais aumentados. Depressão aditiva do SNC e interferência na capacidade cognitiva e motora quando utilizado em associação com estas substâncias. É necessária precaução se a Clozapina é utilizada concomitantemente com outros agentes ativos sobre o SNC. Avise os doentes dos possíveis efeitos sedativos aditivos e aconselhe-os a não conduzir ou utilizar máquinas. - Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)
Clozapina + Medicamentos com elevada ligação às proteínas do plasma
Observações: n.d.Interacções: Substâncias com elevada ligação às proteínas (por ex. varfarina e digoxina), a clozapina pode provocar um aumento na concentração plasmática destas substâncias devido à deslocação das proteínas plasmáticas. Os doentes devem ser monitorizados quanto à ocorrência de efeitos secundários associados a estas substâncias e as doses da substância ligada às proteínas devem ser ajustadas, se necessário. - Medicamentos com elevada ligação às proteínas do plasma
Clozapina + Fenitoína
Observações: n.d.Interacções: A adição da fenitoína ao tratamento com Clozapina pode provocar uma diminuição nas concentrações plasmáticas de clozapina. Se tiver de se usar fenitoína, o doente deve ser cuidadosamente monitorizado quanto ao agravamento ou recorrência dos sintomas psicóticos. - Fenitoína
Clozapina + Inibidores do CYP1A2
Observações: n.d.Interacções: Com substâncias inibidoras da CYP1A2 por ex. fluvoxamina, cafeína, ciprofloxacina, perazina, o uso concomitante pode aumentar os níveis de clozapina. Potencial para aumento de efeitos adversos. É necessária precaução quando se suspendem os medicamentos inibidores da CYP1A2 concomitantes pois poderá ocorrer uma diminuição dos níveis de clozapina. - Inibidores do CYP1A2
Clozapina + Inibidores do CYP3A4
Observações: n.d.Interacções: É necessária precaução quando se suspendem os medicamentos inibidores da CYP3A4 concomitantes pois poderá ocorrer uma diminuição dos níveis de clozapina. - Inibidores do CYP3A4
Clozapina + Inibidores do CYP2C19
Observações: n.d.Interacções: Os efeitos da inibição da CYP2C19 podem ser mínimos. - Inibidores do CYP2C19
Paliperidona + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: Recomenda-se precaução quando paliperidona é associada com outros medicamentos conhecidos por baixarem o limiar de convulsões (ex: fenotiazinas ou butirofenonas, clozapina, tricíclicos ou ISRS, tramadol, mefloquina, etc.). - Clozapina
Naltrexona + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: Associações a ter em consideração: A interação com outros psicofármacos (ex., dissulfiram, amitriptilina, doxepina, lítio, clozapina, benzodiazepinas) não foi investigada. - Clozapina
Fluorouracilo + Clozapina
Observações: Vários agentes têm sido referidos como moduladores bioquímicos da eficácia antitumoral ou a toxicidade do fluorouracilo. Entre os medicamentos comuns incluem-se o metotrexato, o metronidazol, a leucovorina, o interferão alfa e o alopurinol.Interacções: Deve evitar-se a associação do fluorouracilo com a clozapina devido ao risco acrescido de agranulocitose. - Clozapina
Doxorrubicina + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: A clozapina pode aumentar o risco e a gravidade da toxicidade hematológica da doxorrubicina. - Clozapina
Loxapina + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: Potencial para o Loxapina afectar outros medicamentos: Não se espera que a loxapina cause interações farmacocinéticas clinicamente relevantes com medicamentos que são ou metabolizados pelas isoenzimas do citocromo P450 (CY P450) ou glucuronidadas pelas uridina 5’-difosfoglucuronosil transferases (UGTs) humanas. Aconselha-se precaução se a loxapina for associada a outros medicamentos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante como, por exemplo, fenotiazinas ou butirofenonas, clozapina, tricíclicos ou inibidores seletivos de recaptação da serotonina (ISRS), tramadol e mefloquina. - Clozapina
Lamotrigina + Clozapina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: interações envolvendo outros agentes psicoativos: Estas experiências também sugerem que é improvável que o metabolismo da lamotrigina seja afetado pela clozapina, fluoxetina, fenelzina, risperidona, sertralina ou trazodona. Adicionalmente, um estudo sobre o metabolismo do bufuralol em microssomas hepáticos humanos sugere que a lamotrigina não reduz a depuração de medicamentos eliminados predominantemente pelo CYP2D6. - Clozapina
Esmolol + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante de antidepressivos tricíclicos, tal como imipramina e amitriptilina), barbitúricos e fenotiazinas (tal como clorpromazina), assim como outros agentes antipsicóticos (tal como clozapina), podem aumentar o efeito de redução da tensão arterial. A dosagem de Esmolol deve ser ajustada por baixo para evitar hipotensão inesperada. Durante a utilização de beta-bloqueadores, os doentes com risco de reações anafiláticas podem estar mais reativos à exposição alergénica (acidental, diagnóstica ou terapêutica). - Clozapina
Flecainida + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: Antipsicóticos: clozapina – aumento do risco de arritmias. - Clozapina
Indinavir + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: Adicionalmente, indinavir com ritonavir não deve ser administrado com alfuzosina, meperidina, piroxicam, propoxifeno, bepridilo, encainida, flecainida, propafenona, quinidina, ácido fusídico, clozapina, clorazepato, diazepam, estazolam e flurazepam. - Clozapina
Lítio + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: - Os antipsicóticos tais como o haloperidol, tioridazina, flufenazina, clorpromazina, e clozapina podem conduzir, em casos raros, a neurotoxicidade grave, com sintomas como confusão, desorientação, letargia, tremor, sintomas extrapiramidais e mioclonias. Em alguns casos foi notificado aumento dos níveis de lítio. A administração concomitante de antipsicóticos e lítio pode aumentar o risco de Síndrome Maligno dos Neurolépticos, que pode ser fatal. Ao primeiro sinal de neurotoxicidade a descontinuação de ambos os medicamentos é recomendada. - Clozapina
Paroxetina + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: Recomenda-se precaução em doentes a tomar ISRS em associação com anticoagulantes orais, fármacos com efeito na função plaquetária ou que aumentem o risco de hemorragia (por exemplo: antipsicóticos atípicos como a clozapina, fenotiazinas, a maioria dos antidepressivos tricíclicos, ácido acetilsalicílico, anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), inibidores da COX-2) e também em doentes com história de alterações hemorrágicas, ou condições de predisposição para hemorragias. - Clozapina
Ritonavir + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não anti-retrovirais coadministrados: Antipsicóticos/Neurolépticos: Clozapina, pimozida: É possível que a coadministração de ritonavir resulte em concentrações plasmáticas aumentadas de clozapina ou pimozida, pelo que é contraindicada. - Clozapina
Saquinavir + Clozapina
Observações: A maioria dos estudos de interacção medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interacção medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.Interacções: Medicamentos que são substrato da glicoproteína-P: Neurolépticos: Clozapina, Haloperidol, Cloropromazina, Mesoridazina, Fenotiazinas, Sertindol, Sultoprida, Tioridazina, Ziprasidona (saquinavir/ritonavir) contraindicados em combinação com saquinavir/ritonavir devido ao risco de arritmia cardíaca potencialmente fatal - Clozapina
Fluvoxamina + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: CYP1A2: Tem-se referido um aumento dos níveis plasmáticos previamente estabilizados dos antidepressivos tricíclicos (por ex..: clomipramina, imipramina e amitriptilina) e neurolépticos (por ex.: clozapina e olanzapina) amplamente metabolizados através do citocromo P450 1 A 2, quando usados em conjunto com a fluvoxamina. Uma redução da dose desses fármacos deve ser considerada se se iniciar tratamento com fluvoxamina. - Clozapina
Niraparib + Clozapina
Observações: Os estudos clínicos só foram realizados em adultos.Interacções: Efeitos de niraparib sobre outros medicamentos Indução de CYP (CYP1A2 e CYP3A4) Nem niraparib nem M1 são indutores de CYP3A4 in vitro. In vitro, niraparib induz ligeiramente a CYP1A2 em altas concentrações e a relevância clínica deste efeito não pode ser completamente excluída. M1 não é indutor de CYP1A2. Portanto, recomenda-se precaução quando niraparib é associado com substâncias ativas cujo metabolismo depende de CYP1A2 e, em particular, aquelas com uma margem terapêutica estreita (por exemplo, clozapina, teofilina e ropinirol). - Clozapina
Lamivudina + Nevirapina + Zidovudina + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: Clozapina: Os agentes mielossupressores podem aumentar o efeito adverso / tóxico do Clozapina. Especificamente, o risco de neutropenia pode ser aumentado. Monitorizar a terapia - Clozapina
Nirmatrelvir + Ritonavir + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: Dado o risco de aumento da exposição à clozapina e, consequentemente, dos acontecimentos adversos associados, a coadministração deve ser evitada, a não ser que seja possível a consulta a um grupo multidisciplinar para gerir esta utilização de forma segura. - Clozapina
Diazepam + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: Foi notificada hipotensão grave, depressão respiratória ou perda de consciência em doentes em tratamento combinado com clozapina e benzodiazepinas, incluindo o diazepam, em várias ocasiões. - Clozapina
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 24 de Março de 2026