Ciprofloxacina
O que é
A ciprofloxacina é um antibiótico fluoroquinolona usado para tratar uma série de infeções bacterianas.
Isso inclui infeções ósseas e articulares, infeções intra-abdominais, certo tipo de diarreia infeciosa, infeções do tracto respiratório, infeções de pele, febre tifóide e infeções do trato urinário, entre outras.
Para algumas infeções, é usado junto com outros antibióticos.
Isso inclui infeções ósseas e articulares, infeções intra-abdominais, certo tipo de diarreia infeciosa, infeções do tracto respiratório, infeções de pele, febre tifóide e infeções do trato urinário, entre outras.
Para algumas infeções, é usado junto com outros antibióticos.
Usos comuns
A Ciprofloxacina atua matando as bactérias que causam infeções. Apenas funciona com tipos específicos de bactérias.
Adultos
A Ciprofloxacina é utilizada em adultos para o tratamento das seguintes infeções baterianas:
– infeções do tracto respiratório
– infeções do ouvido ou sinusais, de longa duração ou recorrentes
– infeções do tracto urinário
– infeções dos testículos
– infeções dos órgãos genitais da mulher
– infeções do tracto gastrointestinal e infeções intra-abdominais
– infeções da pele e dos tecidos moles
– infeções dos ossos e das articulações
– no tratamento de infeções em doentes com uma contagem de glóbulos brancos muito baixa (neutropenia)
– na prevenção de infeções em doentes com uma contagem de glóbulos brancos muito baixa (neutropenia)
– na prevenção das infeções devidas à batéria Neisseria meningitidis exposição a antraz por inalação.
Se tiver uma infeção grave ou que seja causada por mais do que um tipo de bactéria, pode ser-lhe administrado um antibiótico adicional para além da Ciprofloxacina.
Crianças e adolescentes
A Ciprofloxacina é utilizada em crianças e adolescentes, sob supervisão de um médico especialista, para o tratamento das seguintes infeções baterianas:
– infeções pulmonares e brônquicas em crianças e adolescentes com fibrose quística
– infeções complicadas do tracto urinário, incluindo infeções que tenham atingido os rins (pielonefrite) exposição a antraz por inalação.
A Ciprofloxacina também poderá ser utilizada no tratamento de outras infeções graves específicas em crianças e adolescentes, quando o seu médico o considerar necessário.
Adultos
A Ciprofloxacina é utilizada em adultos para o tratamento das seguintes infeções baterianas:
– infeções do tracto respiratório
– infeções do ouvido ou sinusais, de longa duração ou recorrentes
– infeções do tracto urinário
– infeções dos testículos
– infeções dos órgãos genitais da mulher
– infeções do tracto gastrointestinal e infeções intra-abdominais
– infeções da pele e dos tecidos moles
– infeções dos ossos e das articulações
– no tratamento de infeções em doentes com uma contagem de glóbulos brancos muito baixa (neutropenia)
– na prevenção de infeções em doentes com uma contagem de glóbulos brancos muito baixa (neutropenia)
– na prevenção das infeções devidas à batéria Neisseria meningitidis exposição a antraz por inalação.
Se tiver uma infeção grave ou que seja causada por mais do que um tipo de bactéria, pode ser-lhe administrado um antibiótico adicional para além da Ciprofloxacina.
Crianças e adolescentes
A Ciprofloxacina é utilizada em crianças e adolescentes, sob supervisão de um médico especialista, para o tratamento das seguintes infeções baterianas:
– infeções pulmonares e brônquicas em crianças e adolescentes com fibrose quística
– infeções complicadas do tracto urinário, incluindo infeções que tenham atingido os rins (pielonefrite) exposição a antraz por inalação.
A Ciprofloxacina também poderá ser utilizada no tratamento de outras infeções graves específicas em crianças e adolescentes, quando o seu médico o considerar necessário.
Tipo
Molécula pequena.
Indicações
Adultos
Infecções do tracto respiratório inferior devidas a bactérias Gram-negativas
– exacerbações de doença pulmonar obstrutiva crónica
– infeções bronco-pulmonares na fibrose quística ou na bronquiectasia
– pneumonia
Otite média supurativa crónica
exacerbação aguda de sinusite crónica especialmente se for causada por bactérias
Gram-negativo.
Infecções do tracto urinário
Uretrite gonocócica e cervicite
Orqui-epididimite incluindo casos devidos a Neisseria gonorrhoeae
Doença inflamatória pélvica incluindo casos devidos a Neisseria gonorrhoeae.
Quando se suspeite ou saiba que as infeções do tracto genital supramencionadas são devidas a Neisseria gonorrhoeae, é particularmente importante obter informacção local sobre a prevalência de resistência à Ciprofloxacina e confirmar a sensibilidade com base em análises laboratoriais.
Infecções do tracto gastrointestinal (ex. diarreia do viajante)
Infecções intra-abdominais
Infecções da pele e tecidos moles causadas por bactérias Gram-negativas
Otite externa maligna
Infecções dos ossos e articulações
Tratamento de infeções em doentes neutropénicos
Profilaxia de infeções em doentes neutropénicos
Profilaxia de infeções invasivas por Neisseria meningitidis
Antraz por inalação (profilaxia pós-exposição e tratamento curativo)
Crianças e adolescentes
Infecções bronco-pulmonares na fibrose quística causadas por Pseudomonas aeruginosa
Infecções complicadas do tracto urinário e pielonefrite
Antraz por inalação (profilaxia pós-exposição e tratamento curativo)
A Ciprofloxacina também pode ser utilizada no tratamento de infeções graves em crianças e adolescentes, quando tal se considerar necessário.
O tratamento deve ser iniciado apenas por médicos com experiência no tratamento de fibrose quística e/ou infeções graves em crianças e adolescentes.
Infecções do tracto respiratório inferior devidas a bactérias Gram-negativas
– exacerbações de doença pulmonar obstrutiva crónica
– infeções bronco-pulmonares na fibrose quística ou na bronquiectasia
– pneumonia
Otite média supurativa crónica
exacerbação aguda de sinusite crónica especialmente se for causada por bactérias
Gram-negativo.
Infecções do tracto urinário
Uretrite gonocócica e cervicite
Orqui-epididimite incluindo casos devidos a Neisseria gonorrhoeae
Doença inflamatória pélvica incluindo casos devidos a Neisseria gonorrhoeae.
Quando se suspeite ou saiba que as infeções do tracto genital supramencionadas são devidas a Neisseria gonorrhoeae, é particularmente importante obter informacção local sobre a prevalência de resistência à Ciprofloxacina e confirmar a sensibilidade com base em análises laboratoriais.
Infecções do tracto gastrointestinal (ex. diarreia do viajante)
Infecções intra-abdominais
Infecções da pele e tecidos moles causadas por bactérias Gram-negativas
Otite externa maligna
Infecções dos ossos e articulações
Tratamento de infeções em doentes neutropénicos
Profilaxia de infeções em doentes neutropénicos
Profilaxia de infeções invasivas por Neisseria meningitidis
Antraz por inalação (profilaxia pós-exposição e tratamento curativo)
Crianças e adolescentes
Infecções bronco-pulmonares na fibrose quística causadas por Pseudomonas aeruginosa
Infecções complicadas do tracto urinário e pielonefrite
Antraz por inalação (profilaxia pós-exposição e tratamento curativo)
A Ciprofloxacina também pode ser utilizada no tratamento de infeções graves em crianças e adolescentes, quando tal se considerar necessário.
O tratamento deve ser iniciado apenas por médicos com experiência no tratamento de fibrose quística e/ou infeções graves em crianças e adolescentes.
Classificação CFT
1.1.10 : Quinolonas
15.1.1 : Antibacterianos
Mecanismo de ação
Como agente antibacteriano do tipo fluoroquinolona, a ação bactericida da Ciprofloxacina resulta da inibição de ambas as topoisomerase tipo II (ADN-girase) e topoisomerase IV, as quais são necessárias para a replicação, transcrição, reparação e recombinação do ADN bacteriano.
Posologia orientativa
Conforme prescrição médica.
Administração
Vias Oral, Oftálmica, IV.
O tratamento dura normalmente de 5 a 21 dias, mas pode demorar mais para infeções graves.
Engula os comprimidos com bastantes líquidos. Não mastigar os comprimidos porque não sabem bem. Podem ser tomados independentemente da hora das refeições.
Se forem tomados com o estômago vazio, a substância ativa é absorvida mais rapidamente.
Tente tomar os comprimidos por volta da mesma hora todos os dias. O tratamento IV deve ser seguido da via oral tão cedo quanto o possível.
A Ciprofloxacina IV deve ser inspecionada visualmente antes da utilização.
Não deve ser utilizada se estiver turva. A solução apenas deve ser utilizada se a mesma se encontrar límpida e livre de partículas.
A Ciprofloxacina deve ser administrada por perfusão intravenosa.
Para as crianças, a duração da perfusão é de 60 minutos.
O tratamento dura normalmente de 5 a 21 dias, mas pode demorar mais para infeções graves.
Engula os comprimidos com bastantes líquidos. Não mastigar os comprimidos porque não sabem bem. Podem ser tomados independentemente da hora das refeições.
Se forem tomados com o estômago vazio, a substância ativa é absorvida mais rapidamente.
Tente tomar os comprimidos por volta da mesma hora todos os dias. O tratamento IV deve ser seguido da via oral tão cedo quanto o possível.
A Ciprofloxacina IV deve ser inspecionada visualmente antes da utilização.
Não deve ser utilizada se estiver turva. A solução apenas deve ser utilizada se a mesma se encontrar límpida e livre de partículas.
A Ciprofloxacina deve ser administrada por perfusão intravenosa.
Para as crianças, a duração da perfusão é de 60 minutos.
Contraindicações
Hipersensibilidade à Ciprofloxacina, ou a outras quinolonas.
Administração concomitante de Ciprofloxacina e tizanidina.
Administração concomitante de Ciprofloxacina e tizanidina.
Efeitos indesejáveis/adversos
Efeitos secundários frequentes (entre 1 e 10 em cada 100 pessoas podem provavelmente vir a ter):
- náusea, diarreia
- dores articulares nas crianças
Efeitos secundários pouco frequentes (entre 1 e 10 em cada 1.000 pessoas podem provavelmente vir a ter):
- super-infeções por fungos
– uma elevada concentração de eosinófilos, um tipo de glóbulos brancos perda de apetite (anorexia)
- hiperactividade ou agitação
- dor de cabeça, tonturas, problemas de sono, ou alterações do paladar
- vómitos, dor abdominal, problemas digestivos tais como mal-estar gástrico (indigestão/azia), ou gases
- quantidades aumentadas de certas substâncias no sangue (transaminases e/ou bilirrubina)
- erupção cutânea, comichão, ou urticária
- dores articulares nos adultos
- função renal fraca
- dores nos músculos ou ossos, sensação de mal-estar (astenia), ou febre
- aumento da fosfatase alcalina no sangue (uma certa substância no sangue)
Efeitos secundários raros (entre 1 e 10 em cada 10.000 pessoas podem provavelmente vir a ter):
- inflamação do intestino (colite) associada ao uso de antibióticos (pode ser fatal em casos muito raros)
- alterações na contagem de células sanguíneas (leucopenia, leucocitose, neutropenia, anemia), quantidades aumentadas ou reduzidas de um fator de coagulação sanguíneo (trombocitos)
- reação alérgica, inchaço (edema), ou inchaço rápido da pele e membranas mucosas (angioedema)
- açúcar no sangue aumentado (hiperglicemia)
- confusão, desorientação, reações de ansiedade, sonhos estranhos, depressão ou alucinações
- picadas, sensibilidade anormal a estímulos dos sentidos, sensibilidade cutânea diminuída, tremor, convulsões, ou vertigens problemas de visão
- zumbidos, perda de audição, audição comprometida
- ritmo cardíaco rápido (taquicardia)
- expansão dos vasos sanguíneos (vasodilatação), baixa pressão sanguínea, ou desfalecimento
- dificuldade em respirar, incluindo sintomas de asma
- problemas de fígado, icterícia (icterícia colestática), ou hepatite
- sensibilidade à luz
- dor muscular, inflamação das articulações, aumento do tónus muscular, ou cãibras
- falência dos rins, sangue ou cristais na urina
- inflamação do tracto urinário
- retenção de líquidos ou sudação excessiva
- níveis anormais de um fator da coagulação (protrombina) ou níveis aumentados da enzima amilase
Efeitos secundários muito raros (menos de 1 em cada 10.000 pessoas podem provavelmente vir a ter):
- um tipo especial de redução da contagem de glóbulos vermelhos (anemia hemolítica);
- uma redução perigosa de um tipo de glóbulos brancos (agranulocitose);
- uma redução do número de glóbulos vermelhos e brancos e de plaquetas (pancitopenia) que pode ser fatal; e depressão da medula óssea que também pode ser fatal
- reações alérgicas graves (reação anafiláctica ou choque anafiláctico, que pode ser fatal - doença do soro)
- perturbações mentais (reações psicóticas)
- enxaqueca, coordenação perturbada, andar cambaleante (perturbações da marcha), perturbação dos sentidos; sensibilidade olfactiva (perturbações do olfacto); pressão no cérebro (pressão intracraniana)
- distorção visual das cores
- inflamação da parede dos vasos sanguíneos (vasculite)
- pancreatite
- morte de células do fígado (necrose hepática) conduzindo, muito raramente, a falência do fígado que pode pôr a vida em perigo
- pequenas hemorragias sob a pele, como cabeças de alfinete (petéquias); várias erupções cutâneas ou exantema (por exemplo, síndrome de Stevens-Johnson potencialmente fatal ou necrólise epidérmica tóxica)
- fraqueza muscular, inflamação dos tendões, ruptura dos tendões - especialmente do tendão grande na parte de trás do tornozelo (tendão de Aquiles); agravamento dos sintomas de miastenia gravis
Frequência desconhecida (não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis)
- problemas associados com o sistema nervoso tais como dor, queimadura, formigueiro, entorpecimento e/ou fraqueza nas extremidades.
- anomalias graves do ritmo cardíaco, batimento cardíaco irregular (Torsades de Pointes).
- náusea, diarreia
- dores articulares nas crianças
Efeitos secundários pouco frequentes (entre 1 e 10 em cada 1.000 pessoas podem provavelmente vir a ter):
- super-infeções por fungos
– uma elevada concentração de eosinófilos, um tipo de glóbulos brancos perda de apetite (anorexia)
- hiperactividade ou agitação
- dor de cabeça, tonturas, problemas de sono, ou alterações do paladar
- vómitos, dor abdominal, problemas digestivos tais como mal-estar gástrico (indigestão/azia), ou gases
- quantidades aumentadas de certas substâncias no sangue (transaminases e/ou bilirrubina)
- erupção cutânea, comichão, ou urticária
- dores articulares nos adultos
- função renal fraca
- dores nos músculos ou ossos, sensação de mal-estar (astenia), ou febre
- aumento da fosfatase alcalina no sangue (uma certa substância no sangue)
Efeitos secundários raros (entre 1 e 10 em cada 10.000 pessoas podem provavelmente vir a ter):
- inflamação do intestino (colite) associada ao uso de antibióticos (pode ser fatal em casos muito raros)
- alterações na contagem de células sanguíneas (leucopenia, leucocitose, neutropenia, anemia), quantidades aumentadas ou reduzidas de um fator de coagulação sanguíneo (trombocitos)
- reação alérgica, inchaço (edema), ou inchaço rápido da pele e membranas mucosas (angioedema)
- açúcar no sangue aumentado (hiperglicemia)
- confusão, desorientação, reações de ansiedade, sonhos estranhos, depressão ou alucinações
- picadas, sensibilidade anormal a estímulos dos sentidos, sensibilidade cutânea diminuída, tremor, convulsões, ou vertigens problemas de visão
- zumbidos, perda de audição, audição comprometida
- ritmo cardíaco rápido (taquicardia)
- expansão dos vasos sanguíneos (vasodilatação), baixa pressão sanguínea, ou desfalecimento
- dificuldade em respirar, incluindo sintomas de asma
- problemas de fígado, icterícia (icterícia colestática), ou hepatite
- sensibilidade à luz
- dor muscular, inflamação das articulações, aumento do tónus muscular, ou cãibras
- falência dos rins, sangue ou cristais na urina
- inflamação do tracto urinário
- retenção de líquidos ou sudação excessiva
- níveis anormais de um fator da coagulação (protrombina) ou níveis aumentados da enzima amilase
Efeitos secundários muito raros (menos de 1 em cada 10.000 pessoas podem provavelmente vir a ter):
- um tipo especial de redução da contagem de glóbulos vermelhos (anemia hemolítica);
- uma redução perigosa de um tipo de glóbulos brancos (agranulocitose);
- uma redução do número de glóbulos vermelhos e brancos e de plaquetas (pancitopenia) que pode ser fatal; e depressão da medula óssea que também pode ser fatal
- reações alérgicas graves (reação anafiláctica ou choque anafiláctico, que pode ser fatal - doença do soro)
- perturbações mentais (reações psicóticas)
- enxaqueca, coordenação perturbada, andar cambaleante (perturbações da marcha), perturbação dos sentidos; sensibilidade olfactiva (perturbações do olfacto); pressão no cérebro (pressão intracraniana)
- distorção visual das cores
- inflamação da parede dos vasos sanguíneos (vasculite)
- pancreatite
- morte de células do fígado (necrose hepática) conduzindo, muito raramente, a falência do fígado que pode pôr a vida em perigo
- pequenas hemorragias sob a pele, como cabeças de alfinete (petéquias); várias erupções cutâneas ou exantema (por exemplo, síndrome de Stevens-Johnson potencialmente fatal ou necrólise epidérmica tóxica)
- fraqueza muscular, inflamação dos tendões, ruptura dos tendões - especialmente do tendão grande na parte de trás do tornozelo (tendão de Aquiles); agravamento dos sintomas de miastenia gravis
Frequência desconhecida (não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis)
- problemas associados com o sistema nervoso tais como dor, queimadura, formigueiro, entorpecimento e/ou fraqueza nas extremidades.
- anomalias graves do ritmo cardíaco, batimento cardíaco irregular (Torsades de Pointes).
Advertências

Gravidez:Como medida preventiva, é preferível evitar a utilização de Ciprofloxacina durante a gravidez.

Aleitamento:A Ciprofloxacina não deve ser utilizada durante a amamentação.

Insuf. Hepática:Ver Quinolonas.

Insuf. Renal:Reduzir dose em 25 a 50% na IR moderada a grave.

Condução:Devido aos seus efeitos neurológicos, a Ciprofloxacina pode afectar os tempos de reacção. Assim, a capacidade de conduzir ou de utilizar máquinas pode ficar comprometida.
Precauções gerais
Infeções graves e infeções mistas com agentes patogénicos Gram-positivos e anaeróbicos
A Ciprofloxacina em monoterapia não é adequada para tratamento de infeções graves e infeções que possam ser devidas a agentes patogénicos Gram-positivos ou anaeróbicos.
Nessas infeções, a Ciprofloxacina tem de ser co-administrada com outros agentes antibaterianos apropriados.
Infeções estreptocócicas (incluindo Streptococcus pneumoniae)
Não se recomenda a Ciprofloxacina para o tratamento de infeções estreptocócicas devidas a eficácia inadequada.
Infeções do tracto genital
Orqui-epididimite e doenças inflamatórias pélvicas podem ser causadas por Neisseria gonorrhoeae resistente a fluoroquinolonas.
A Ciprofloxacina deve ser co-administrada com outro agente antibateriano apropriado, a não ser que se possa excluir a Neisseria gonorrhoeae resistente a Ciprofloxacina.
Se não ocorrer melhoria clínica após 3 dias de tratamento, a terapêutica deve ser reconsiderada.
Infeções intra-abdominais
Há dados limitados sobre a eficácia de Ciprofloxacina no tratamento de infeções intra-abdominais pós-cirúrgicas.
Diarreia do viajante
A escolha de Ciprofloxacina deve ter em linha de conta informação sobre resistência à Ciprofloxacina em agentes patogénicos relevantes, nos países visitados.
Infeções dos ossos e articulações
A Ciprofloxacina deve ser usada em combinação com outros agentes antimicrobianos, dependendo dos resultados da documentacção microbiológica.
Antraz por inalação
A utilização no Homem é baseada nos dados de sensibilidade in vitro e nos dados experimentais em animais conjuntamente com dados limitados em humanos.
Os clínicos devem seguir os documentos consensuais nacionais e/ou internacionais, referentes ao tratamento do antraz.
Crianças e adolescentes
A utilização de Ciprofloxacina em crianças e adolescentes deve seguir as orientações oficiais.
O tratamento com Ciprofloxacina apenas deve ser iniciado por médicos com experiência no tratamento de fibrose quística e/ou infeções graves em crianças e adolescentes.
Foi demonstrado que a Ciprofloxacina provoca artropatia nas articulações de suporte de peso em animais imaturos.
Dados de segurança de um estudo aleatório, duplamente cego, sobre o uso de Ciprofloxacina em crianças (Ciprofloxacina: n=335; idade média = 6,3 anos; comparadores: n=349, idade média = 6,2 anos; intervalo de idades = 1 a 17 anos) revelou, no Dia +42, uma incidência de artropatia suspeita de estar relacionada com o fármaco (diferenciada a partir de sinais e sintomas clínicos relacionados com as articulações) de 7,2% e 4,6%.
A incidência de artropatia relacionada com o fármaco após 1 ano de follow-up foi de 9,0% e 5,7%, respetivamente.
O aumento, ao longo do tempo, de casos de artropatia suspeita de estar relacionada com o fármaco não foi estatisticamente significativo entre os grupos.
O tratamento deve ser iniciado somente após uma criteriosa avaliação benefício/risco, devido a possíveis efeitos adversos associados às articulações e/ou tecidos adjacentes.
Infeções broncopulmonares na fibrose quística
Os ensaios clínicos incluíram crianças e adolescentes entre os 5-17 anos.
A experiência no tratamento de crianças entre 1 e 5 anos de idade é mais limitada.
Infeções complicadas do tracto urinário e pielonefrite
Deve considerar-se o tratamento com Ciprofloxacina de infeções do tracto urinário quando outros tratamentos não possam ser usados, e deve ser fundamentado em resultados da documentação microbiológica.
Os ensaios clínicos incluíram crianças e adolescentes entre os 1-17 anos.
Outras infeções graves específicas
Outras infeções graves de acordo com as orientações oficiais, ou após cuidadosa avaliação do benefício-risco quando outros tratamentos não possam ser usados, ou após falha da terapêutica convencional e quando a documentação microbiológica possa justificar a utilização de Ciprofloxacina.
A utilização de Ciprofloxacina para outras infeções graves específicas que não as supramencionadas não foi avaliada em ensaios clínicos e a experiência clínica é limitada.
Consequentemente, aconselha-se precaução no tratamento de doentes com estas infeções.
Hipersensibilidade
Podem ocorrer reações alérgicas ou de hipersensibilidade, incluindo anafilaxia e reações anafilatóides, após uma dose única e podem ser ameaçadoras da vida.
Se tais reações ocorrerem, a Ciprofloxacina deve ser descontinuada e é requerido um tratamento médico adequado
Sistema Musculosquelético
A Ciprofloxacina não deve, de uma forma geral, ser utilizada em doentes com antecedentes de doença/alteração dos tendões relacionada com o tratamento com quinolonas.
Ainda assim, em circunstâncias muito raras, após documentação microbiológica do organismo causador e avaliação da relação risco/benefício, a Ciprofloxacina pode ser prescrita a estes doentes para o tratamento de determinadas infeções graves, particularmente no caso de falha da terapêutica padrão ou resistência bateriana, quando os dados microbiológicos possam justificar a utilização de Ciprofloxacina.
Pode ocorrer tendinite e ruptura dos tendões (especialmente do tendão de Aquiles), por vezes bilateral, com Ciprofloxacina, logo nas primeiras 48 horas de tratamento.
O risco de tendinopatia pode ser aumentado em doentes idosos ou em doentes sob terapia concomitante com corticosteróides.
Se surgir qualquer sinal de tendinite (ex.edema doloroso, inflamação), o tratamento com Ciprofloxacina deve ser interrompido.
Deve ter-se o cuidado de manter o membro afetado em repouso.
A Ciprofloxacina deve ser utilizada com precaução em doentes com miastenia gravis.
Fotossensibilidade
A Ciprofloxacina demonstrou causar reações de fotossensibilidade.
Os doentes a tomar Ciprofloxacina devem ser aconselhados a evitar a exposição directa à luz solar excessiva ou radiação UV durante o tratamento.
Sistema Nervoso Central
Sabe-se que as quinolonas desencadeiam convulsões ou diminuem o limiar das convulsões.
A Ciprofloxacina deve ser utilizada com precaução em doentes com perturbações do SNC que possam ter predisposição para convulsões.
Caso ocorram convulsões, a Ciprofloxacina deve ser interrompida.
Podem ocorrer reações psiquiátricas após a primeira administração de Ciprofloxacina.
Em casos raros, a depressão ou psicose podem progredir para comportamentos auto-destrutivos. Nestes casos, a Ciprofloxacina deve ser interrompida.
Foram relatados casos de polineuropatia (baseado em sintomas neurológicos tais como dor, queimadura, perturbações sensoriais ou fraqueza muscular, isolados ou em combinação) em doentes a receberem Ciprofloxacina.
A Ciprofloxacina deve ser descontinuada em doentes que experimentem sintomas de neuropatia, incluindo dor, queimadura, formigueiro, entorpecimento, e/ou fraqueza, de forma a prevenir o desenvolvimento de uma situação irreversível.
Perturbações cardíacas
Uma vez que a Ciprofloxacina está associada com casos de prolongamento QT, deve exercer-se precaução aquando do tratamento de doentes em risco para arritmia torsades de pointes.
Sistema Gastrointestinal
A ocorrência de diarreia grave e persistente durante ou após o tratamento (incluindo várias semanas após o tratamento) pode indicar uma colite associada a antibióticos (com perigo de vida e possível desfecho fatal), requerendo tratamento imediato.
Em tais casos, a Ciprofloxacina deve ser imediatamente interrompida e iniciar-se uma terapêutica adequada.
Os medicamentos antiperistálticos estão contraindicados nesta situação.
Sistemas renal e urinário
Foi notificada cristalúria relacionada com a utilização de Ciprofloxacina.
Os doentes a receberem Ciprofloxacina devem ser bem hidratados e deve-se evitar a excessiva alcalinidade da urina.
Sistema hepatobiliar
Foram notificados casos de necrose hepática e falência hepática com perigo de vida, com Ciprofloxacina.
Na eventualidade de quaisquer sinais e sintomas de doença hepática (tais como anorexia, iterícia, urina escura, prurido ou dor abdominal), o tratamento deve ser interrompido.
Deficiência em glucose-6-fosfato desidrogenase
Foram relatadas reações hemolíticas com Ciprofloxacina em doentes com deficiência em glucose-6-fosfato desidrogenase.
A utilização de Ciprofloxacina deve ser evitada nestes doentes a não ser que o potencial benefício seja superior ao possível risco.
Neste caso, a potencial ocorrência de hemólise deve ser monitorizada.
Resistência
Durante ou após o tratamento com Ciprofloxacina, as batérias que demonstram resistência à Ciprofloxacina podem ser isoladas, com ou sem uma super-infeção clinicamente aparente.
Pode existir um risco particular de seleccionar batérias resistentes à Ciprofloxacina durante tratamentos de longa duração e aquando do tratamento de infeções nosocomiais e/ou infeções causadas por espécies de Staphylococcus e Pseudomonas.
Citocromo P450
A Ciprofloxacina inibe o CYP1A2, pelo que pode aumentar as concentrações séricas de substâncias metabolizadas por esta enzima, administradas concomitantemente (ex. teofilina, clozapina, ropinirol, tizanidina).
A co-administração de Ciprofloxacina e tizanidina está contraindicada.
Assim, os doentes que estejam a tomar estas substâncias concomitantemente com Ciprofloxacina devem ser monitorizados de perto para detecção de sinais clínicos de sobredosagem, e pode ser necessário proceder à determinação das concentrações séricas (ex. de teofilina).
Metotrexato
A utilização concomitante de Ciprofloxacina com metotrexato não é recomendada
Interação com testes
A atividade in-vitro da Ciprofloxacina contra o Mycobaterium tuberculosis pode originar resultados laboratoriais bateriológicos falsos negativos em amostras de doentes correntemente a tomarem Ciprofloxacina.
Não tome Ciprofloxacina conjuntamente com tizanidina, porque tal pode causar efeitos secundários tais como baixa pressão arterial e sonolência.
Sabe-se que os seguintes medicamentos interagem com Ciprofloxacina no seu organismo. Tomar Ciprofloxacina conjuntamente com estes medicamentos pode influenciar o efeito terapêutico desses medicamentos.
Também pode aumentar a probabilidade de ocorrerem efeitos secundários.
Informe o Médico se estiver a tomar:
– varfarina ou outros anticoagulantes orais (para diluir o sangue)
– probenecide (para a gota)
– metotrexato (para certos tipos de cancro, psoríase, artrite reumatóide)
– teofilina (para problemas respiratórios)
– tizanidina (para espasticidade muscular na esclerose múltipla)
– clozapina (um antipsicótico)
– ropinirol (para a doença de Parkinson)
– fenitoína (para a epilepsia).
A Ciprofloxacina pode aumentar os níveis dos seguintes medicamentos no
seu sangue:
– pentoxifilina (para problemas circulatórios)
– cafeína.
Alguns medicamentos reduzem o efeito da Ciprofloxacina.
Informe o Médico se toma ou pensa tomar:
– antiácidos
– suplementos minerais
– sucralfato
– um quelante de fósforo polimérico (ex. sevelamer).
– medicamentos ou suplementos contendo cálcio, magnésio, alumínio ou ferro.
Se estes produtos são essenciais, tome Ciprofloxacina cerca de duas horas antes, ou pelo menos quatro horas depois de os tomar.
A Ciprofloxacina em monoterapia não é adequada para tratamento de infeções graves e infeções que possam ser devidas a agentes patogénicos Gram-positivos ou anaeróbicos.
Nessas infeções, a Ciprofloxacina tem de ser co-administrada com outros agentes antibaterianos apropriados.
Infeções estreptocócicas (incluindo Streptococcus pneumoniae)
Não se recomenda a Ciprofloxacina para o tratamento de infeções estreptocócicas devidas a eficácia inadequada.
Infeções do tracto genital
Orqui-epididimite e doenças inflamatórias pélvicas podem ser causadas por Neisseria gonorrhoeae resistente a fluoroquinolonas.
A Ciprofloxacina deve ser co-administrada com outro agente antibateriano apropriado, a não ser que se possa excluir a Neisseria gonorrhoeae resistente a Ciprofloxacina.
Se não ocorrer melhoria clínica após 3 dias de tratamento, a terapêutica deve ser reconsiderada.
Infeções intra-abdominais
Há dados limitados sobre a eficácia de Ciprofloxacina no tratamento de infeções intra-abdominais pós-cirúrgicas.
Diarreia do viajante
A escolha de Ciprofloxacina deve ter em linha de conta informação sobre resistência à Ciprofloxacina em agentes patogénicos relevantes, nos países visitados.
Infeções dos ossos e articulações
A Ciprofloxacina deve ser usada em combinação com outros agentes antimicrobianos, dependendo dos resultados da documentacção microbiológica.
Antraz por inalação
A utilização no Homem é baseada nos dados de sensibilidade in vitro e nos dados experimentais em animais conjuntamente com dados limitados em humanos.
Os clínicos devem seguir os documentos consensuais nacionais e/ou internacionais, referentes ao tratamento do antraz.
Crianças e adolescentes
A utilização de Ciprofloxacina em crianças e adolescentes deve seguir as orientações oficiais.
O tratamento com Ciprofloxacina apenas deve ser iniciado por médicos com experiência no tratamento de fibrose quística e/ou infeções graves em crianças e adolescentes.
Foi demonstrado que a Ciprofloxacina provoca artropatia nas articulações de suporte de peso em animais imaturos.
Dados de segurança de um estudo aleatório, duplamente cego, sobre o uso de Ciprofloxacina em crianças (Ciprofloxacina: n=335; idade média = 6,3 anos; comparadores: n=349, idade média = 6,2 anos; intervalo de idades = 1 a 17 anos) revelou, no Dia +42, uma incidência de artropatia suspeita de estar relacionada com o fármaco (diferenciada a partir de sinais e sintomas clínicos relacionados com as articulações) de 7,2% e 4,6%.
A incidência de artropatia relacionada com o fármaco após 1 ano de follow-up foi de 9,0% e 5,7%, respetivamente.
O aumento, ao longo do tempo, de casos de artropatia suspeita de estar relacionada com o fármaco não foi estatisticamente significativo entre os grupos.
O tratamento deve ser iniciado somente após uma criteriosa avaliação benefício/risco, devido a possíveis efeitos adversos associados às articulações e/ou tecidos adjacentes.
Infeções broncopulmonares na fibrose quística
Os ensaios clínicos incluíram crianças e adolescentes entre os 5-17 anos.
A experiência no tratamento de crianças entre 1 e 5 anos de idade é mais limitada.
Infeções complicadas do tracto urinário e pielonefrite
Deve considerar-se o tratamento com Ciprofloxacina de infeções do tracto urinário quando outros tratamentos não possam ser usados, e deve ser fundamentado em resultados da documentação microbiológica.
Os ensaios clínicos incluíram crianças e adolescentes entre os 1-17 anos.
Outras infeções graves específicas
Outras infeções graves de acordo com as orientações oficiais, ou após cuidadosa avaliação do benefício-risco quando outros tratamentos não possam ser usados, ou após falha da terapêutica convencional e quando a documentação microbiológica possa justificar a utilização de Ciprofloxacina.
A utilização de Ciprofloxacina para outras infeções graves específicas que não as supramencionadas não foi avaliada em ensaios clínicos e a experiência clínica é limitada.
Consequentemente, aconselha-se precaução no tratamento de doentes com estas infeções.
Hipersensibilidade
Podem ocorrer reações alérgicas ou de hipersensibilidade, incluindo anafilaxia e reações anafilatóides, após uma dose única e podem ser ameaçadoras da vida.
Se tais reações ocorrerem, a Ciprofloxacina deve ser descontinuada e é requerido um tratamento médico adequado
Sistema Musculosquelético
A Ciprofloxacina não deve, de uma forma geral, ser utilizada em doentes com antecedentes de doença/alteração dos tendões relacionada com o tratamento com quinolonas.
Ainda assim, em circunstâncias muito raras, após documentação microbiológica do organismo causador e avaliação da relação risco/benefício, a Ciprofloxacina pode ser prescrita a estes doentes para o tratamento de determinadas infeções graves, particularmente no caso de falha da terapêutica padrão ou resistência bateriana, quando os dados microbiológicos possam justificar a utilização de Ciprofloxacina.
Pode ocorrer tendinite e ruptura dos tendões (especialmente do tendão de Aquiles), por vezes bilateral, com Ciprofloxacina, logo nas primeiras 48 horas de tratamento.
O risco de tendinopatia pode ser aumentado em doentes idosos ou em doentes sob terapia concomitante com corticosteróides.
Se surgir qualquer sinal de tendinite (ex.edema doloroso, inflamação), o tratamento com Ciprofloxacina deve ser interrompido.
Deve ter-se o cuidado de manter o membro afetado em repouso.
A Ciprofloxacina deve ser utilizada com precaução em doentes com miastenia gravis.
Fotossensibilidade
A Ciprofloxacina demonstrou causar reações de fotossensibilidade.
Os doentes a tomar Ciprofloxacina devem ser aconselhados a evitar a exposição directa à luz solar excessiva ou radiação UV durante o tratamento.
Sistema Nervoso Central
Sabe-se que as quinolonas desencadeiam convulsões ou diminuem o limiar das convulsões.
A Ciprofloxacina deve ser utilizada com precaução em doentes com perturbações do SNC que possam ter predisposição para convulsões.
Caso ocorram convulsões, a Ciprofloxacina deve ser interrompida.
Podem ocorrer reações psiquiátricas após a primeira administração de Ciprofloxacina.
Em casos raros, a depressão ou psicose podem progredir para comportamentos auto-destrutivos. Nestes casos, a Ciprofloxacina deve ser interrompida.
Foram relatados casos de polineuropatia (baseado em sintomas neurológicos tais como dor, queimadura, perturbações sensoriais ou fraqueza muscular, isolados ou em combinação) em doentes a receberem Ciprofloxacina.
A Ciprofloxacina deve ser descontinuada em doentes que experimentem sintomas de neuropatia, incluindo dor, queimadura, formigueiro, entorpecimento, e/ou fraqueza, de forma a prevenir o desenvolvimento de uma situação irreversível.
Perturbações cardíacas
Uma vez que a Ciprofloxacina está associada com casos de prolongamento QT, deve exercer-se precaução aquando do tratamento de doentes em risco para arritmia torsades de pointes.
Sistema Gastrointestinal
A ocorrência de diarreia grave e persistente durante ou após o tratamento (incluindo várias semanas após o tratamento) pode indicar uma colite associada a antibióticos (com perigo de vida e possível desfecho fatal), requerendo tratamento imediato.
Em tais casos, a Ciprofloxacina deve ser imediatamente interrompida e iniciar-se uma terapêutica adequada.
Os medicamentos antiperistálticos estão contraindicados nesta situação.
Sistemas renal e urinário
Foi notificada cristalúria relacionada com a utilização de Ciprofloxacina.
Os doentes a receberem Ciprofloxacina devem ser bem hidratados e deve-se evitar a excessiva alcalinidade da urina.
Sistema hepatobiliar
Foram notificados casos de necrose hepática e falência hepática com perigo de vida, com Ciprofloxacina.
Na eventualidade de quaisquer sinais e sintomas de doença hepática (tais como anorexia, iterícia, urina escura, prurido ou dor abdominal), o tratamento deve ser interrompido.
Deficiência em glucose-6-fosfato desidrogenase
Foram relatadas reações hemolíticas com Ciprofloxacina em doentes com deficiência em glucose-6-fosfato desidrogenase.
A utilização de Ciprofloxacina deve ser evitada nestes doentes a não ser que o potencial benefício seja superior ao possível risco.
Neste caso, a potencial ocorrência de hemólise deve ser monitorizada.
Resistência
Durante ou após o tratamento com Ciprofloxacina, as batérias que demonstram resistência à Ciprofloxacina podem ser isoladas, com ou sem uma super-infeção clinicamente aparente.
Pode existir um risco particular de seleccionar batérias resistentes à Ciprofloxacina durante tratamentos de longa duração e aquando do tratamento de infeções nosocomiais e/ou infeções causadas por espécies de Staphylococcus e Pseudomonas.
Citocromo P450
A Ciprofloxacina inibe o CYP1A2, pelo que pode aumentar as concentrações séricas de substâncias metabolizadas por esta enzima, administradas concomitantemente (ex. teofilina, clozapina, ropinirol, tizanidina).
A co-administração de Ciprofloxacina e tizanidina está contraindicada.
Assim, os doentes que estejam a tomar estas substâncias concomitantemente com Ciprofloxacina devem ser monitorizados de perto para detecção de sinais clínicos de sobredosagem, e pode ser necessário proceder à determinação das concentrações séricas (ex. de teofilina).
Metotrexato
A utilização concomitante de Ciprofloxacina com metotrexato não é recomendada
Interação com testes
A atividade in-vitro da Ciprofloxacina contra o Mycobaterium tuberculosis pode originar resultados laboratoriais bateriológicos falsos negativos em amostras de doentes correntemente a tomarem Ciprofloxacina.
Não tome Ciprofloxacina conjuntamente com tizanidina, porque tal pode causar efeitos secundários tais como baixa pressão arterial e sonolência.
Sabe-se que os seguintes medicamentos interagem com Ciprofloxacina no seu organismo. Tomar Ciprofloxacina conjuntamente com estes medicamentos pode influenciar o efeito terapêutico desses medicamentos.
Também pode aumentar a probabilidade de ocorrerem efeitos secundários.
Informe o Médico se estiver a tomar:
– varfarina ou outros anticoagulantes orais (para diluir o sangue)
– probenecide (para a gota)
– metotrexato (para certos tipos de cancro, psoríase, artrite reumatóide)
– teofilina (para problemas respiratórios)
– tizanidina (para espasticidade muscular na esclerose múltipla)
– clozapina (um antipsicótico)
– ropinirol (para a doença de Parkinson)
– fenitoína (para a epilepsia).
A Ciprofloxacina pode aumentar os níveis dos seguintes medicamentos no
seu sangue:
– pentoxifilina (para problemas circulatórios)
– cafeína.
Alguns medicamentos reduzem o efeito da Ciprofloxacina.
Informe o Médico se toma ou pensa tomar:
– antiácidos
– suplementos minerais
– sucralfato
– um quelante de fósforo polimérico (ex. sevelamer).
– medicamentos ou suplementos contendo cálcio, magnésio, alumínio ou ferro.
Se estes produtos são essenciais, tome Ciprofloxacina cerca de duas horas antes, ou pelo menos quatro horas depois de os tomar.
Cuidados com a dieta
Pode tomar os comprimidos à refeição ou entre refeições. O cálcio ingerido como parte da refeição não afeta gravemente a absorção.
No entanto, não tome os comprimidos de Ciprofloxacina com produtos lácteos, tais como leite ou iogurte ou com sumos de fruta com suplementos (ex. sumo de laranja com suplementos de cálcio).
Lembre-se de beber muitos líquidos enquanto estiver a tomar Ciprofloxacina.
No entanto, não tome os comprimidos de Ciprofloxacina com produtos lácteos, tais como leite ou iogurte ou com sumos de fruta com suplementos (ex. sumo de laranja com suplementos de cálcio).
Lembre-se de beber muitos líquidos enquanto estiver a tomar Ciprofloxacina.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de intoxicações.
Foi relatado que uma sobredosagem de 12 g conduz a sintomas ligeiros de toxicidade.
Uma sobredosagem aguda de 16 g foi relatada como causadora de falência renal aguda.
Os sintomas de sobredosagem consistem em tonturas, tremor, cefaleia, fadiga, convulsões, alucinações, confusão, desconforto abdominal, compromisso renal e hepático, bem como cristalúria e hematúria. Foi relatada toxicidade renal reversível.
Para além das medidas de emergência de rotina, recomenda-se a monitorização da função renal, incluindo pH e acidez da urina, se necessário, para prevenir cristalúria.
Os doentes devem ser mantidos bem hidratados.
Apenas uma pequena quantidade de ciprofloxacina (< 10%) é eliminada por hemodiálise ou diálise peritoneal.
Foi relatado que uma sobredosagem de 12 g conduz a sintomas ligeiros de toxicidade.
Uma sobredosagem aguda de 16 g foi relatada como causadora de falência renal aguda.
Os sintomas de sobredosagem consistem em tonturas, tremor, cefaleia, fadiga, convulsões, alucinações, confusão, desconforto abdominal, compromisso renal e hepático, bem como cristalúria e hematúria. Foi relatada toxicidade renal reversível.
Para além das medidas de emergência de rotina, recomenda-se a monitorização da função renal, incluindo pH e acidez da urina, se necessário, para prevenir cristalúria.
Os doentes devem ser mantidos bem hidratados.
Apenas uma pequena quantidade de ciprofloxacina (< 10%) é eliminada por hemodiálise ou diálise peritoneal.
Terapêutica interrompida
Tome a dose normal assim que possível e depois continue tal como prescrito.
No entanto, se são quase horas da próxima toma, não tome a dose esquecida mas continue como habitualmente.
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Assegure-se que termina o tratamento.
No entanto, se são quase horas da próxima toma, não tome a dose esquecida mas continue como habitualmente.
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Assegure-se que termina o tratamento.
Cuidados no armazenamento
O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Conservar na embalagem de origem do fabricante.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Conservar na embalagem de origem do fabricante.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e tolerância bacteriológica
A Ciprofloxacina é a quinolona com maior actividade, in vitro, contra bacilos Gram-negativos aeróbios.
A maioria das Enterobacteriaceae é sensível, assim como outros Gram–negativos, entre eles Haemophilus influenzae, Shigella sp., Salmonella sp., Brucella sp., Legionella sp., Neisseria sp., Moraxella sp., Campylobacter sp., Vibrio sp.e Aeromonas sp.
Activa contra Pseudomonas aeruginosa, mas outras Pseudomonas são menos sensíveis.
No entanto, as taxas de resistência estão aumentando rapidamente, principalmente em enterobactérias e Pseudomonas sp. Staphylococcus aureus e Staphylococcus coagulase-negativos sensíveis à oxacilina geralmente são sensíveis.
Actividade moderada contra Ureaplasma urealyticum, Mycoplasma hominis e Chlamydia trachomatis.
Activa contra Mycobacterium tuberculosis, Mycobacterium kansasii e Mycobacterium fortuitum.
Muito ativa contra Gardnerella vaginalis.
Pouco ativa contra Streptococcus em geral, Enterococcus sp., Chlamydia pneumoniae e Mycoplasma pneumoniae.
Pouca ou nenhuma actividade contra bactérias anaeróbias.
A maioria das Enterobacteriaceae é sensível, assim como outros Gram–negativos, entre eles Haemophilus influenzae, Shigella sp., Salmonella sp., Brucella sp., Legionella sp., Neisseria sp., Moraxella sp., Campylobacter sp., Vibrio sp.e Aeromonas sp.
Activa contra Pseudomonas aeruginosa, mas outras Pseudomonas são menos sensíveis.
No entanto, as taxas de resistência estão aumentando rapidamente, principalmente em enterobactérias e Pseudomonas sp. Staphylococcus aureus e Staphylococcus coagulase-negativos sensíveis à oxacilina geralmente são sensíveis.
Actividade moderada contra Ureaplasma urealyticum, Mycoplasma hominis e Chlamydia trachomatis.
Activa contra Mycobacterium tuberculosis, Mycobacterium kansasii e Mycobacterium fortuitum.
Muito ativa contra Gardnerella vaginalis.
Pouco ativa contra Streptococcus em geral, Enterococcus sp., Chlamydia pneumoniae e Mycoplasma pneumoniae.
Pouca ou nenhuma actividade contra bactérias anaeróbias.
Antiácidos + Ciprofloxacina
Observações: Os antiácidos podem reduzir a absorção por adsorção de fármacos no tubo digestivo ou porque os fármacos requerem pH ácido para a absorção. Tendem a acelerar o esvaziamento gástrico, aumentando a absorção intestinal dos fármacos. Alguns (ex.: hidróxido de alumínio ou de magnésio) alcalinizam a urina, alterando a eliminação de fármacos sensíveis ao pH urinário.Interacções: Quinolonas: redução da absorção da ciprofloxacina, enoxacina e outras, por quelação com catiões bi ou trivalentes - Ciprofloxacina - Ciprofloxacina
Ácido ursodesoxicólico + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Em casos isolados, Ácido ursodesoxicólico pode causar a redução da absorção de ciprofloxacina. - Ciprofloxacina
Pomalidomida + Ciprofloxacina
Observações: Não se prevê que a pomalidomida cause interações medicamentosas farmacocinéticas clinicamente relevantes devido à inibição ou indução da isoenzima P450 ou inibição de transportadores quando coadministrada com substratos destas enzimas ou transportadores.Interacções: Se forem coadministrados inibidores potentes da CYP1A2 (por ex., ciprofloxacina, enoxacina e fluvoxamina) com a pomalidomida, os doentes devem ser frequentemente monitorizados quanto à ocorrência de reações adversas. - Ciprofloxacina
Gluconato férrico e sódico + Ciprofloxacina
Observações: A absorção do ferro é inibida pela ingestão de ovos ou leite. Café ou chá consumidos durante uma refeição ou uma hora após uma refeição podem inibir significativamente a absorção do ferro. Não foi determinado o seu significado clínico.Interacções: A administração concomitante das preparações orais de ferro pode interferir com a absorção oral de algumas quinolonas (ciprofloxacina, norfloxacina, ofloxacina) resultando em redução nas concentrações séricas e urinárias das mesmas. Por isso, as preparações orais de ferro não devem ser administradas concomitantemente ou no período de duas horas após uma dose oral de quinolona. - Ciprofloxacina
Ferritina + Ciprofloxacina
Observações: A absorção do ferro é inibida pela ingestão de ovos ou leite. Café ou chá consumidos durante uma refeição ou uma hora após uma refeição podem inibir significativamente a absorção do ferro. Não foi determinado o seu significado clínico.Interacções: A administração concomitante das preparações orais de ferro pode interferir com a absorção oral de algumas quinolonas (ciprofloxacina, norfloxacina, ofloxacina) resultando em redução nas concentrações séricas e urinárias das mesmas. Por isso, as preparações orais de ferro não devem ser administradas concomitantemente ou no período de duas horas após uma dose oral de quinolona. - Ciprofloxacina
Prednisolona + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Existe também a possibilidade de interação da prednisolona com as quinolonas (como ofloxacina, norfloxacina e ciprofloxacina, entre outras). - Ciprofloxacina
Erlotinib + Ciprofloxacina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Erlotinib e outros substratos do CYP: O erlotinib, in vitro, é um inibidor potente do CYP1A1, e um inibidor moderado do CYP3A4 e do CYP2C8, bem como um forte inibidor da glucuronidação por UGT1A1. Desconhece-se a relevância fisiológica da forte inibição do CYP1A1 devido à muito limitada expressão do CYP1A1 nos tecidos humanos. Quando o erlotinib foi administrado em simultâneo com ciprofloxacina, um inibidor moderado do CYP1A2, a exposição ao erlotinib [AUC] aumentou significativamente em 39% enquanto que não houve alteração estatisticamente significativa da concentração máxima (Cmax). Da mesma forma, a exposição ao metabólito activo aumentou em cerca de 60% e 48% para a AUC e Cmax, respetivamente. A relevância clínica deste aumento não foi estabelecida. Quando a ciprofloxacina ou inibidores potentes do CYP1A2 (por ex. fluvoxamina) são associados com erlotinib, deve ter-se precaução. Caso se observem reações adversas relacionadas com erlotinib, a dose de erlotinib pode ser reduzida. O pré-tratamento ou a coadministração de Erlotinib não alterou a clearance de substratos prototípicos do CYP3A4, midazolam e eritromicina, mas parece ter originado uma diminuição da biodisponibilidade oral do midazolam até 24%. Noutro ensaio clínico, o erlotinib revelou não afectar os parâmetros farmacocinéticos do paclitaxel, substrato do CYP3A4/2C8, administrado concomitantemente. Desta forma, são improváveis interações significativas na clearance de outros substratos do CYP3A4. - Ciprofloxacina
Tasimelteom + Ciprofloxacina
Observações: A CYP1A2 e a CYP3A4 são enzimas que foram identificadas como desempenhando um papel importante no metabolismo do tasimelteom. Foi demonstrado que os medicamentos que inibem a CYP1A2 e a CYP3A4 alteram o metabolismo do tasimelteom in vivo. Não é conhecido o envolvimento de outras enzimas (por exemplo, CYP2C19) no metabolismo do tasimelteom.Interacções: Recomenda-se precaução ao administrar o tasimelteom em associação com a fluvoxamina ou outros inibidores potentes da CYP1A2, como a ciprofloxacina e a enoxacina, devido a um aumento potencialmente significativo da exposição ao tasimelteom e ao risco mais elevado de reações adversas: a AUC0-inf e a Cmax do tasimelteom aumentaram 7 vezes e 2 vezes, respetivamente, quando o medicamento foi administrado de forma concomitante com fluvoxamina 50 mg (após 6 dias de fluvoxamina 50 mg/dia). - Ciprofloxacina
Ciprofloxacina + Medicamentos que prolongam o intervalo QT
Observações: n.d.Interacções: A ciprofloxacina, tal como outras fluoroquinolonas, deve ser utilizada com precaução em doentes que usem concomitantemente outros medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT (ex. anti-arrítmicos de classe I e III, antidepressivos tricíclicos, macrólidos, antipsicóticos). - Medicamentos que prolongam o intervalo QT
Sevelâmero + Ciprofloxacina
Observações: Diálise: Não foram realizados estudos de interação em doentes submetidos a diálise.Interacções: Ciprofloxacina: Em estudos de interação em voluntários saudáveis, o cloridrato de sevelâmero diminuiu a biodisponibilidade da ciprofloxacina em aproximadamente 50% quando coadministrada com Sevelâmero, num estudo de dose única. Consequentemente, o Sevelâmero não deve ser tomado em simultâneo com a ciprofloxacina. - Ciprofloxacina
Tizanidina + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Inibidores CYP: A administração concomitante de agentes conhecidos por inibirem a atividade do CYP1A2 pode aumentar os níveis plasmáticos de tizanidina. A utilização concomitante de tizanidina com fluvoxamina ou ciprofloxacina, ambos inibidores do CYP1A2 no Homem, está contraindicado por resultar num aumento da AUC de 33 vezes e 10 vezes respetivamente. Pode ser verificada hipotensão prolongada e clinicamente significativa juntamente com sonolência, tonturas e diminuição da performance psicomotora. - Ciprofloxacina
Tramadol + Dexcetoprofeno + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: A administração requer cuidado com ciprofloxacina utilizada para infecções bacterianas. - Ciprofloxacina
Ropinirol + Ciprofloxacina
Observações: O ropinirol é metabolizado principalmente pelo isoenzima CYP1A2 do citocromo P450. O tabagismo é conhecido por induzir o metabolismo pela CYP1A2, consequentemente se os doentes deixarem de ou começarem a fumar durante o tratamento com ropinirol, poderá ser necessário um ajuste da dose.Interacções: Um estudo de farmacocinética (com uma dose de comprimidos revestidos por película (de libertação imediata) de ropinirol de 2 mg, três vezes por dia) em doentes com doença de Parkinson, revelou que a ciprofloxacina aumentou a Cmáx e a AUC do ropinirol em 60% e 84% respetivamente, com um potencial risco de eventos adversos. Por isso, nos doentes que já se encontram a efetuar tratamento com ropinirol, poderá ser necessário ajustar a dose de ropinirol quando são introduzidos ou retirados medicamentos conhecidos por inibirem a CYP1A2, p. ex. ciprofloxacina, enoxacina ou fluvoxamina. - Ciprofloxacina
Atalureno + Ciprofloxacina
Observações: Com base em estudos in vitro, o atalureno é um substrato da UGT1A9 e da proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP). Com base em estudos in vitro, o atalureno é um inibidor da UGT1A9, do transportador de aniões orgânicos 1 (OAT1), do transportador de aniões orgânicos 3 (OAT3) e do polipéptido transportador de aniões orgânicos 1B3 (OATP1B3). Com base nos estudos in vitro, não se prevê que o atalureno seja um inibidor do transporte mediado pela glicoproteína P nem do metabolismo mediado pelo citocromo P450. De forma semelhante, não se prevê que, in vivo, o atalureno seja um indutor das isoenzimas do citocromo P450. Medicamentos que afetam a glicoproteína-P transportadora In vitro, o atalureno não é um substrato da glicoproteína-P transportadora. É improvável que a farmacocinética do atalureno seja afetada por medicamentos que inibem a glicoproteína-P transportadora. Desconhece-se qual é o efeito da administração concomitante do atalureno com outros medicamentos nefrotóxicos. Em alguns destes casos, a desidratação pode ser um fator contribuinte. Os doentes devem manter uma hidratação adequada durante a toma do atalureno.Interacções: É necessário ter cuidado quando o atalureno for administrado de forma concomitante com medicamentos que são substratos da UGT1A9, OAT1, OAT3 ou OATP1B3 devido ao risco de aumento da concentração destes medicamentos (por exemplo, oseltamivir, aciclovir, ciprofloxacina, captopril, furosemida, bumetanida, valsartan, pravastatina, rosuvastatina, atorvastatina e pitavastatina). - Ciprofloxacina
Ferro + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante das preparações orais de ferro pode interferir com a absorção oral de algumas quinolonas (ciprofloxacina, norfloxacina, ofloxacina) resultando em redução nas concentrações séricas e urinárias das mesmas. Por isso, as preparações orais de ferro não devem ser administradas concomitantemente ou no período de duas horas após uma dose oral de quinolona. - Ciprofloxacina
Ivacaftor + Ciprofloxacina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. O ivacaftor é um substrato da CYP3A4 e da CYP3A5. É um inibidor fraco das CYP3A e da P-gp e um inibidor potencial da CYP2C9. O ivacaftor é um substrato sensível das CYP3A.Interacções: A coadministração de ciprofloxacina com ivacaftor não afetou a exposição de ivacaftor. Não é necessário um ajuste da dose ao coadministrar-se ivacaftor com ciprofloxacina. - Ciprofloxacina
Pirfenidona + Ciprofloxacina
Observações: Os doentes devem ser monitorizados rigorosamente para o surgimento de reações adversas associadas à terapêutica com Pirfenidona. Descontinuar Pirfenidona se necessário.Interacções: A administração concomitante de Pirfenidona e de 750 mg de ciprofloxacina (um inibidor moderado da CYP1A2) aumentou a exposição à pirfenidona em 81%. Se a administração de ciprofloxacina, na 5 dose de 750 mg duas vezes ao dia, não puder ser evitada, a dose de Pirfenidona deve ser reduzida para 1.602 mg por dia (duas cápsulas, três vezes ao dia). Pirfenidona deve ser utilizado com precaução quando a ciprofloxacina é utilizada na dose de 250 mg ou 500 mg uma ou duas vezes ao dia. - Ciprofloxacina
Zolmitriptano + Ciprofloxacina
Observações: Como se verifica com outros agonistas dos receptores 5HT1B/1D, o zolmitriptano poderá atrasar a absorção de outros medicamentos.Interacções: É recomendada a mesma redução posológica com compostos deste tipo, como a fluvoxamina e as quinolonas (p.ex. ciprofloxacina). - Ciprofloxacina
Zolpidem + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: A coadministração de ciprofloxacina pode aumentar os níveis de zolpidem no sangue, a utilização simultânea não está recomendada. O tartarato de zolpidem é metabolizado por algumas enzimas pertencentes à família do citocromo P450. A enzima principal é a CYP3A4. - Ciprofloxacina
Sulfato ferroso + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante das preparações orais de ferro pode interferir com a absorção oral de algumas quinolonas (ciprofloxacina, norfloxacina, ofloxacina) resultando em redução nas concentrações séricas e urinárias das mesmas. Por isso, as preparações orais de ferro não devem ser administradas concomitantemente ou no período de duas horas após uma dose oral de quinolona. - Ciprofloxacina
Sucralfato + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Estudos em animais mostraram que a administração simultânea de sucralfato com tetraciclina, fenitoína, digoxina, cimetidina, ranitidina, ciprofloxacina, norfloxacina e teofilina originou uma redução estatisticamente significativa na biodisponibilidade destes agentes. O mecanismo destas interações é de natureza não sistémica, resultante da ligação do sucralfato ao fármaco administrado concomitantemente, no tracto gastrointestinal. A biodisponibilidade destes fármacos poderá ser restabelecida fazendo a sua administração duas horas antes da toma de Sucralfato. - Ciprofloxacina
Venetoclax + Ciprofloxacina
Observações: Venetoclax é metabolizado predominantemente pelo CYP3A.Interacções: Agentes que podem aumentar as concentrações plasmáticas de venetoclax: Inibidores do CYP3A: No início e durante a fase de titulação da dose, deve ser evitada a utilização concomitante de venetoclax com inibidores moderados do CYP3A (p. ex. eritromicina, ciprofloxacina, diltiazem, fluconazol, verapamilo). Devem considerar-se tratamentos alternativos. Caso um inibidor moderado do CYP3A tenha que ser utilizado, as doses inicial e de titulação de venetoclax devem ser reduzidas em pelo menos 50%. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados em relação a sinais e sintomas de SLT. Nos doentes que completaram a fase de titulação da dose e estão a receber uma dose diária estável de venetoclax, a dose de venetoclax deve ser reduzida em 50% quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A e em 75% quando utilizada concomitantemente com inibidores fortes do CYP3A. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados em relação a sinais de toxicidade e a dose poderá ter de ser ainda mais ajustada. A dose de venetoclax utilizada antes do início do inibidor do CYP3A deve ser retomada 2 a 3 dias após a descontinuação do inibidor. - Ciprofloxacina
Tolazamida + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Inibidores da enzima conversora da angiotensina (por exemplo, enalapril), anticoagulantes (por exemplo, varfarina), antifúngicos azóis (por exemplo, miconazol, cetoconazol), cloranfenicol, clofibrato, fenfluramina, insulina, inibidores da monoamina oxidase (por exemplo, fenelzina) (Por exemplo, ibuprofeno), fenilbutazona, probenecida, antibióticos quinolona (por exemplo, ciprofloxacina), salicilatos (por exemplo, aspirina) ou sulfonamidas (por exemplo, sulfametoxazol) porque o risco de baixo nível de açúcar no sangue pode ser aumentado. - Ciprofloxacina
Colestilano + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Estudos de interação de uma única dose demonstraram que a biodisponibilidade de ciprofloxacina não foi afetada quando coadministrada com colestilano (6-9 g/dia). - Ciprofloxacina
Fluindiona + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Associações que requerem precauções de utilização: Fluoroquinolonas (ofloxacina, pefloxacina, enoxacina, lomefloxacina, a moxifloxacina, ciprofloxacina, levofloxacina, norfloxacina): Efeito aumentado de anticoagulantes orais e risco de hemorragia. Monitorização mais frequente do INR. Se ajustar a dosagem de anticoagulante oral durante o tratamento com fluoroquinolonas e após a sua interrupção. - Ciprofloxacina
Ruxolitinib + Ciprofloxacina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. Ruxolitinib é eliminado através de metabolismo catalisado por CYP3A4 e CYP2C9. Assim, os medicamentos que inibem estas enzimas podem dar origem a um aumento da exposição a ruxolitinib.Interacções: Inibidores fracos a moderados da CYP3A4 (tais como, mas não limitados a, ciprofloxacina, eritromicina, ampreanevir, atazanavir, diltiazem, cimetidina). Em indivíduos saudáveis a administração concomitante de ruxolitinib (dose única 10 mg) com eritromicina 500 mg duas vezes por dia, durante quatro dias, resultou em Cmax e AUC de ruxolitinib superiores em 8% e 27%, respetivamente, face a ruxolitinib isoladamente. Não se recomenda ajuste posológico quando ruxolitinib é coadministrado com inibidores fracos a moderados da CYP3A4 (p. ex.eritromicina). Contudo, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para identificação de citopenias aquando do início da terapêutica com um inibidor moderado da CYP3A4. - Ciprofloxacina
Carbonato de lantânio + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: A biodisponibilidade da ciprofloxacina oral diminuiu em aproximadamente 50% quando foi tomada com carbonato de lantânio num estudo de dose única realizado em voluntários saudáveis. Recomenda-se que as formulações de floxacina oral sejam tomadas pelo menos 2 horas antes ou 4 horas depois de carbonato de lantânio. - Ciprofloxacina
Ciamemazina + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Com a ciprofloxacina risco aumentado de arritmia ventricular, especialmente Torsades de pointes. Monitorização clínica e do ECG durante o tratamento de associação. - Ciprofloxacina
Ciclofosfamida + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: As substâncias que atrasam a activação da ciclofosfamida incluem a Ciprofloxacina. Quando dada antes do tratamento com ciclofosfamida (usada na preparação antes do transplante da medula óssea), a ciprofloxacina tem sido notificada levar a um relapso da doença subjacente. - Ciprofloxacina
Ciclosporina + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Deve ser tomada precaução quando se utiliza ciclosporina juntamente com outros fármacos que apresentam sinergia nefrotóxica, tais como aminoglicosidos (incluindo gentamicina, tobramicina), anfotericina B, ciprofloxacina, vancomicina, trimetoprim (+ sulfametoxazol); derivados do ácido fíbrico (por ex. bezafibrato, fenofibrato), AINE (incluindo diclofenac, naproxeno, sulindac); melfalano; antagonistas dos recetores H2 da histamina (por ex., cimetidina, ranitidina); metotrexato. Durante o uso concomitante de um fármaco que exiba sinergia nefrotóxica, deve ser realizada monitorização cuidadosa da função renal. Se ocorrer compromisso renal significativo, deve ser reduzida a dose do medicamento que é coadministrado ou deve ser considerado outro tratamento alternativo. - Ciprofloxacina
Ciprofloxacina + Outros medicamentos
Observações: n.d.Interacções: A administração simultânea de ciprofloxacina (oral) e fármacos contendo catiões multivalentes e suplementos minerais (ex. cálcio, magnésio, alumínio, ferro), ligandos de fosfato polimérico (ex. sevelamer), sucralfato ou antiácidos e de fármacos altamente tamponados (ex. comprimidos de didanosina) contendo magnésio, alumínio ou cálcio, reduz a absorção de ciprofloxacina. Consequentemente, a ciprofloxacina deve ser administrada 1-2 horas antes ou, pelo menos, 4 horas depois destas preparações. Esta restrição não se aplica aos antiácidos pertencentes à classe dos bloqueadores dos recetores H2. - Outros medicamentos
Ciprofloxacina + Alimentos/Bebidas
Observações: n.d.Interacções: O cálcio dietético, como parte integrante de uma refeição normal, não afeta significativamente a absorção. No entanto, a administração concomitante de apenas produtos lácteos ou bebidas suplementadas com minerais (ex. leite, iogurte, sumo de laranja suplementado com cálcio) com ciprofloxacina deve ser evitada, uma vez que a absorção da ciprofloxacina pode ser reduzida. - Alimentos/Bebidas
Ciprofloxacina + Probenecida
Observações: n.d.Interacções: O probenecide interfere com a secreção renal de ciprofloxacina. A coadministração de probenecide e ciprofloxacina aumenta as concentrações séricas de ciprofloxacina. - Probenecida
Ciprofloxacina + Metoclopramida
Observações: n.d.Interacções: A metoclopramida acelera a absorção da ciprofloxacina (oral), resultando numa diminuição do tempo necessário para atingir a concentração plasmática máxima. Não foi notado qualquer efeito na biodisponibilidade da ciprofloxacina. - Metoclopramida
Ciprofloxacina + Omeprazol
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante de ciprofloxacina e de medicamentos contendo omeprazol leva a uma diminuição ligeira da Cmax e AUC da ciprofloxacina. - Omeprazol
Ciprofloxacina + Tizanidina
Observações: n.d.Interacções: A tizanidina não deve ser administrada conjuntamente com a ciprofloxacina. Num estudo clínico com indivíduos saudáveis ocorreu um aumento na concentração sérica de tizanidina (aumento da Cmax: 7 vezes, intervalo: 4 a 21 vezes; aumento da AUC: 10 vezes, intervalo: 6 a 24 vezes) quando administrada concomitantemente com ciprofloxacina. A concentração sérica aumentada de tizanidina está associada com um efeito hipotensivo potenciado e sedativo. - Tizanidina
Ciprofloxacina + Metotrexato
Observações: n.d.Interacções: O transporte tubular renal de metotrexato pode ser inibido pela administração concomitante de ciprofloxacina, levando, potencialmente, a níveis plasmáticos aumentados de metotrexato e risco aumentado de reações tóxicas associadas ao metotrexato. O uso concomitante não é recomendado. - Metotrexato
Ciprofloxacina + Teofilina
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante de ciprofloxacina e teofilina pode provocar um aumento indesejável na concentração sérica de teofilina. Tal pode conduzir a efeitos indesejáveis induzidos pela teofilina, que podem raramente pôr a vida em perigo ou serem fatais. Durante o uso concomitante, as concentrações séricas de teofilina devem ser monitorizadas e a dose de teofilina reduzida como necessário. - Teofilina
Ciprofloxacina + Xantinas
Observações: n.d.Interacções: Aquando da administração concomitante de ciprofloxacina e cafeína ou pentoxifilina (oxpentifilina), foram notificadas concentrações séricas elevadas destes derivados das xantinas. - Xantinas
Ciprofloxacina + Fenitoína
Observações: n.d.Interacções: A administração simultânea de ciprofloxacina e fenitoína pode resultar em níveis séricos de fenitoína aumentados ou reduzidos, pelo que se recomenda a monitorização dos fármacos. - Fenitoína
Ciprofloxacina + Ciclosporina
Observações: n.d.Interacções: Foi observado um aumento transitório da concentração de creatinina aquando da administração concomitante de ciprofloxacina e ciclosporina. É, portanto, necessário efectuar frequentemente (duas vezes por semana) a monitorização dos níveis séricos de creatinina nestes doentes. - Ciclosporina
Ciprofloxacina + Antagonistas da vitamina K
Observações: n.d.Interacções: A administração simultânea de ciprofloxacina com antagonistas da vitamina K pode aumentar os seus efeitos anticoagulantes. O risco pode variar com a infecção subjacente, idade e estado geral do doente, pelo que a contribuição da ciprofloxacina para o aumento no INR (índice normalizado internacional) é difícil de avaliar. Recomenda-se que o INR seja frequentemente monitorizado durante e imediatamente após a coadministração de ciprofloxacina com um antagonista da vitamina K (ex.: varfarina, acenocumarol, fenprocumon ou fluindiona). - Antagonistas da vitamina K
Ciprofloxacina + Glibenclamida
Observações: n.d.Interacções: Em casos particulares, a administração concomitante de ciprofloxacina e glibenclamida pode acentuar a ação da glibenclamida (hipoglicemia). - Glibenclamida
Ciprofloxacina + Duloxetina
Observações: n.d.Interacções: Em ensaios clínicos, foi demonstrado que a utilização concomitante de duloxetina com inibidores potentes da isoenzima CYP450 1A2, como a fluvoxamina, pode resultar num aumento da AUC e Cmax da duloxetina. Apesar de não existirem dados clínicos sobre uma possível interação com a ciprofloxacina, são expectáveis efeitos semelhantes com a administração concomitante. - Duloxetina
Ciprofloxacina + Ropinirol
Observações: n.d.Interacções: Foi evidenciado num estudo clínico que a utilização concomitante de ropinirol com ciprofloxacina, um inibidor moderado da isoenzima CYP450 1A2, resulta num aumento da Cmax e AUC do ropinirol em 60% e 84%, respetivamente. É recomendado proceder à monitorização dos efeitos indesejáveis relacionados com o ropinirol e ao ajuste adequado da dose, durante e imediatamente após a coadministração com ciprofloxacina. - Ropinirol
Ciprofloxacina + Lidocaína
Observações: n.d.Interacções: Ficou demonstrado em indivíduos saudáveis que a administração concomitante de lidocaína com ciprofloxacina, um inibidor moderado da isoenzima CYP450 1A2, reduz a eliminação intravenosa da lidocaína em 22%. Embora o tratamento com lidocaína tenha sido bem tolerado, pode ocorrer uma possível interação com efeitos indesejáveis após a coadministração com ciprofloxacina. - Lidocaína
Ciprofloxacina + Clozapina
Observações: n.d.Interacções: Após a administração concomitante de 250 mg de ciprofloxacina com clozapina durante 7 dias, as concentrações séricas de clozapina e N-desmetilclozapina aumentaram em 29% e 31%, respetivamente. Aconselha-se vigilância clínica e ajuste adequado da dose da clozapina durante e imediatamente após a coadministração com ciprofloxacina. - Clozapina
Ciprofloxacina + Sildenafil
Observações: n.d.Interacções: A Cmax e a AUC do sildenafil aumentaram aproximadamente duas vezes em indivíduos saudáveis após uma dose oral de 50 mg, administrada concomitantemente com 500 mg de ciprofloxacina. Devem-se considerar os riscos e os benefícios aquando da prescrição conjunta de ciprofloxacina com sildenafil. - Sildenafil
Tolvaptano + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética de tolvaptano: Inibidores do CYP3A: O uso concomitante de medicamentos que são inibidores moderados (por exemplo, amprenavir, aprepitante, atazanavir, ciprofloxacina, crizotinib, darunavir/ritonavir, diltiazem, eritromicina, fluconazol, fosamprenavir, imatinib, verapamil) ou fortes (por exemplo, itraconazol, cetoconazol, ritonavir, claritromicina) do CYP3A aumenta a exposição a tolvaptano. A coadministração de tolvaptano e cetoconazol resultou num aumento de 440% da área sob a curva da concentração-tempo (AUC) e num aumento de 248% da concentração plasmática máxima observada (C max ) para o tolvaptano. A coadministração de tolvaptano com sumo de toranja, um inibidor moderado a forte do CYP3A, produziu uma duplicação das concentrações máximas de tolvaptano (Cmax ). A redução da dose de tolvaptano é recomendada para os doentes enquanto estiverem a tomar inibidores moderados ou fortes do CYP3A. Os doentes a tomar inibidores moderados ou fortes do CYP3A têm de ser controlados com prudência, em particular se os inibidores forem tomados com frequência superior a uma vez por dia. Efeito de tolvaptano na farmacocinética de outros medicamentos: Substratos transportadores: Estudos in vitro indicam que tolvaptano é um substrato e inibidor competitivo da P-glicoproteína (P-gp). Estudos in vitro indicam que tolvaptano ou o seu metabólito oxobutírico podem ter o potencial para inibir os transportadores OATP1B1, OATP1B3, OAT3, BCRP e OCT1. As concentrações de digoxina no estado estacionário foram aumentadas (aumento de 1,3 vezes na concentração plasmática máxima observada [C max ] e aumento de 1,2 vezes na área sob a curva da concentração plasmática -tempo ao longo do intervalo de dosagem [AUC τ ]) quando esta foi coadministrada com doses múltiplas de 60 mg de tolvaptano uma vez por dia. Os doentes a tomarem digoxina ou outros substratos terapêuticos estreitos P -gp (por exemplo, dabigatrano) devem, por conseguinte, ser controlados com prudência e avaliados quanto a efeitos excessivos quando tratados com tolvaptano. As estatinas vulgarmente utilizadas no ensaio de referência de fase 3 de tolvaptano (por exemplo, rosuvastatina e pitavastatina) são substratos de OATP1B1 ou OATP1B3, no entanto não foi observada qualquer diferença no perfil de efeitos adversos (EA) durante o ensaio de referência de fase 3 de tolvaptan o na DPRAD. Se substratos de OATP1B1 e OATP1B3 (por exemplo, estatinas como a rosuvastatina e a pitavastatina), substratos de OAT3 (por exemplo, metotrexato, ciprofloxacina), substratos de BCRP (por exemplo, sulfassalazina) ou substratos de OCT1 (por exemplo, metformina) forem coadministrados com tolvaptano, os doentes devem ser controlados com prudência e avaliados quanto aos efeitos excessivos destes medicamentos. - Ciprofloxacina
Sulfato ferroso + Glicina + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: A associação deve ser evitada. As seguintes associações podem requerer o ajuste da dose: O ferro inibe a absorção de muitos medicamentos por quelação. O intervalo entre a administração do Sulfato ferroso / Glicina e dos medicamentos abaixo mencionados deve ser o mais alargado possível. Fluoroquinolonas: Quando os sais de ferro são coadministrados com fluoroquinolonas, a absorção destas últimas é significativamente prejudicada. A absorção de norfloxacina, levofloxacina, ciprofloxacina, gatifloxacina e ofloxacina é inibida pelo ferro entre 30 a 90%. As fluoroquinolonas devem ser administradas pelo menos 2 horas antes ou 4 horas após a toma de Sulfato ferroso / Glicina. - Ciprofloxacina
Oxihidróxido sucroférrico + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Estudos in vitro com as seguintes substâncias ativas não revelaram qualquer interação significativa: cinacalcet, ciprofloxacina, clopidogrel, enalapril, hidroclorotiazida, metformina, metoprolol, nifedipina, pioglitazona e quinidina. - Ciprofloxacina
Dasabuvir + Ciprofloxacina
Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Dasabuvir deve ser sempre administrado em conjunto com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Quando coadministrados, exercem efeitos recíprocos um sobre o outro. Por conseguinte, o perfil de interação dos compostos tem de ser considerado como uma associação.Interacções: interações farmacocinéticas: Potencial para Dasabuvir afectar a farmacocinética de outros medicamentos: Os estudos de interação medicamentosa in vivo avaliaram o efeito global do tratamento de associação, incluindo o ritonavir. Transportadores específicos e as enzimas metabolizadoras que são afetados pelo dasabuvir quando associado a ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Medicamentos metabolizados pelos CYP2D6 ou CYP1A2: Dasabuvir administrado com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir não afetou as exposições ao substrato do CYP2D6/CYP1A2, a duloxetina. Não são expectáveis ajustes de dose para outros substratos do CYP1A2 (por exemplo ciprofloxacina, teofilina e cafeína) e substratos da CYP2D6 (por exemplo desipramina, metoprolol e dextrometorfano). - Ciprofloxacina
Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Ciprofloxacina
Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.Interacções: interações farmacocinéticas: Potencial para Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir afectar a farmacocinética de outros medicamentos: Os estudos de interação medicamentosa in vivo avaliaram o efeito global do tratamento de associação, incluindo o ritonavir. Medicamentos metabolizados pelos CYP2D6 ou CYP1A2: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir administrado com ou sem dasabuvir não afetou as exposições do substrato do CYP2D6/CYP1A2, a duloxetina. Não são expectáveis ajustes de dose para outros substratos do CYP1A2 (por exemplo ciprofloxacina, teofilina e cafeína) e substratos da CYP2D6 (por exemplo desipramina, metoprolol e dextrometorfano). - Ciprofloxacina
Eliglustato + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Inibidores da CYP3A: Em metabolizadores intermédios (MI) e extensivos (ME): Após doses repetidas de 84 mg de eliglustato duas vezes por dia em doentes não-MF, a administração concomitante de doses repetidas de 400 mg de cetoconazol, um inibidor potente da CYP3A, uma vez por dia, resultou num aumento da Cmax e da AUC0-12 do eliglustato, de 3,8 e 4,3 vezes, respetivamente; Serão de esperar efeitos semelhantes com outros inibidores potentes da CYP3A (p.ex., claritromicina, cetoconazol, itraconazol, cobicistat, indinavir, lopinavir, ritonavir, saquinavir, telaprevir, tipranavir, posaconazol, voriconazol, telitromicina, conivaptan, boceprevir). Em MI e ME, deve proceder-se com cuidado relativamente aos inibidores potentes da CYP3A. Para uma dosagem de 84 mg duas vezes por dia com eliglustato em doentes não-MFs, é de prever que a utilização concomitante de inibidores moderados da CYP3A (p.ex., eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, diltiazem, verapamilo, aprepitant, atazanavir, darunavir, fosamprenavir, imatinib, cimetidina) iria aumentar aproximadamente até 3 vezes a exposição ao eliglustato. Em MIs e MEs, deve proceder-se com cuidado relativamente aos inibidores moderados da CYP3A. Para uma dosagem de 84 mg uma vez por dia com eliglustato em MF, é de prever que a utilização concomitante de inibidores moderados da CYP3A (p.ex., eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, diltiazem, verapamilo, aprepitant, atazanavir, darunavir, fosamprenavir, imatinib, cimetidina) iria aumentar a Cmax e a AUC0-24 do eliglustato em 2,4 e 3,0 vezes, respetivamente. É contraindicada a utilização de inibidores moderados da CYP3A em MF. - Ciprofloxacina
Rasagilina + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Estudos de metabolismo in vitro indicaram o citocromo P450 1A2 (CYP1A2) como a principal enzima responsável pelo metabolismo da rasagilina. A coadministração da rasagilina e ciprofloxacina (um inibidor do CYP1A2) aumentou 83% a AUC da rasagilina. A coadministração da rasagilina e teofilina (um substrato do CYP1A2) não afetou a farmacocinética de qualquer das substâncias. Assim, inibidores potentes do CYP1A2 podem alterar os níveis plasmáticos da rasagilina e devem ser administrados com precaução. Em doentes fumadores, há risco dos níveis plasmáticos de rasagilina poderem diminuir, devido à indução da enzima metabolizadora CYP1A2. - Ciprofloxacina
Ranelato de estrôncio + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Como os catiões bivalentes formam complexos com as tetraciclinas orais (por exemplo doxiciclina) e quinolonas (por exemplo ciprofloxacina) ao nível gastrointestinal reduzindo por isso a sua absorção, não é recomendado a administração simultânea de ranelato de estrôncio com estes medicamentos. Como medida de precaução, o tratamento com Ranelato de estrôncio deve ser suspenso durante o tratamento com tetraciclinas orais ou quinolonas. - Ciprofloxacina
Safinamida + Ciprofloxacina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: interações medicamentosas farmacocinéticas in vivo e in vitro: A safinamida pode transitoriamente inibir a BCRP, por conseguinte, deverá manter-se um intervalo de 5 horas entre a dosagem de safinamida e de outros medicamentos que sejam substratos da BCRP com um T máx ≤2 horas (por exemplo, pitavastatina, pravastatina, ciprofloxacina, metotrexato, topotecano, diclofenac ou gliburida). A safinamida é quase exclusivamente eliminada via metabolismo, principalmente através de amidases de alta capacidade que ainda não for am caracterizadas. A safinamida é principalmente eliminada na urina. Em microssomas hepáticos humanos ( Human Liver Microsome, HLM), a etapa de N-desalquilação parece ser catalisada pela CYP3A4, uma vez que a depuração da safinamida nos HLM foi inibida em 90% pelo cetoconazol. Não existem atualmente no mercado quaisquer medicamentos conhecidos por causar interações medicamentosas clinicamente significativas através da inibição ou indução das enzimas amidases. O metabólito NW-1153 é um substrato do OAT3 em concentrações clinicamente relevantes. Os medicamentos que são inibidores do OAT3 administrados concomitantemente com a safinamida podem reduzir a depuração de NW-1153, e consequentemente, podem aumentar a sua exposição sistémica. A exposição sistémica de N W-1153 é baixa (1/10 da safinamida principal ). Este potencial aumento não tem, muito provavelmente, qualquer relevância clínica, dado que o NW-1153, o primeiro produto na via metabólica, é adicionalmente transformado em metabólitos secundários e terciários. - Ciprofloxacina
Ibrutinib + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Inibidores moderados do CYP3A4: Simulações que utilizam condições de jejum sugerem que inibidores moderados do CYP3A4, tais como o diltiazem, a eritromicina e o voriconazol, podem aumentar a AUC de ibrutinib num fator de 5-9. Os inibidores moderados do CYP3A4 (ex. voriconazol, eritromicina, amprenavir, aprepitant, atazanavir, ciprofloxacina, crizotinib, darunavir/ritonavir, diltiazem, fluconazol, fosamprenavir, imatinib, verapamilo, amiodarona, dronedarona) devem ser evitados. Se for necessário utilizar um inibidor moderado do CYP3A4, a dose de Ibrutinib deve ser reduzida para 140 mg (uma cápsula) ao longo da duração do tratamento com o inibidor. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quanto a toxicidade e as orientações para modificação da dose devem ser seguidas, conforme necessário. - Ciprofloxacina
Bedaquilina + Ciprofloxacina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Inibidores do CYP3A4: A exposição da bedaquilina pode ser aumentada durante a administração concomitante com inibidores do CYP3A4. A administração concomitante a curto prazo de bedaquilina e cetoconazol (potente inibidor do CYP3A) em indivíduos saudáveis aumentou a exposição (AUC) da bedaquilina em 22% [IC90% (12; 32)]. Pode ser observado um efeito mais acentuado da bedaquilina durante a administração concomitante prolongada com cetoconazol ou outros inibidores do CYP3A. Não existem dados de segurança provenientes de ensaios de dose múltipla com bedaquilina em que se tenha utilizado uma dose mais elevada do que a dose recomendada. Devido ao potencial risco de reações adversas causadas pelo aumento da exposição sistémica, deve-se evitar a administração concomitante prolongada da bedaquilina com inibidores potentes ou moderados do CYP3A4 (ex. ciprofloxacina, eritromicina, fluconazol, claritromicina, cetoconazol, ritonavir) utilizados sistemicamente durante mais de 14 dias consecutivos. Se esta administração concomitante for necessária, recomenda-se a monitorização mais frequente através do eletrocardiograma e monitorização das transaminases. - Ciprofloxacina
Droperidol + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: As substâncias inibidoras da atividade das isoenzimas do citocromo P450 (CYP) CYP1A2, CYP3A4 ou ambas, podem diminuir a taxa de metabolização do droperidol e prolongar a sua ação farmacológica. Por conseguinte, é aconselhada precaução se o droperidol for administrado concomitantemente com inibidores do CYP1A2 (como por exemplo, ciprofloxacina, ticlopidina), inibidores do CYP3A4 (por exemplo, diltiazem, eritromicina, fluconazol, indinavir, itraconazol, quetoconazol, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, verapamil) ou de ambos (como por exemplo, cimetidina, mibefradil). - Ciprofloxacina
Loxapina + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Potencial para outros medicamentos afetarem a loxapina: Se possível, deve ser evitada a utilização con comitante de inibidores de CYP1A2 (por exemplo, fluvoxamina, ciprofloxacina, enoxacina, propranolol e refecoxib). - Ciprofloxacina
Guanfacina + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Inibidores das CYP3A4 e CYP3A5: Devem tomar-se precauções quando Guanfacina é administrado a doentes que estão a tomar cetoconazol e outros inibidores moderados e potentes das CYP3A4/5, sendo proposta uma diminuição da dose de Guanfacina no intervalo de doses recomendado. A coadministração de Guanfacina com inibidores moderados e potentes das CYP3A4/5 eleva as concentrações plasmáticas de guanfacina e aumenta o risco de reações adversas como hipotensão, bradicardia e sedação. Verificou-se um aumento considerável da taxa e extensão da exposição da guanfacina quando administrada com cetoconazol; as concentrações plasmáticas máximas (Cmax) e a exposição (AUC) da guanfacina aumentaram respetivamente 2 e 3 vezes. Outros inibidores das CYP3A4/5 podem ter um efeito comparável; ver a seguir para uma lista de exemplos de inibidores moderados e potentes das CYP3A4/5, embora esta lista não seja definitiva. Inibidores moderados das CYP3A4/5: Aprepitant, Atazanavir, Ciprofloxacina, Crizotinib, Diltiazem, Eritromicina, Fluconazol, Fosamprenavir, Imatinib, Verapamil, Sumo de toranja. Inibidores potentes das CYP3A4/5: Boceprevir, Cloranfenicol, Claritromicina, Indinavir, Itraconazol, Cetoconazol, Posaconazol, Ritonavir, Saquinavir, Telaprevir, Telitromicina. - Ciprofloxacina
Patirómero + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante de Patirómero demonstrou redução da biodisponibilidade de ciprofloxacina, levotiroxina e metformina. Porém, não existiu interação quando Patirómero e estes medicamentos foram tomados com um intervalo de 3 horas entre si. - Ciprofloxacina
Metadona + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: interações farmacocinéticas: Inibidores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por inibição de CYP3A4 a depuração da metadona é reduzida. A administração concomitante de inibidores do CYP3A4 (por exemplo, canabinóides, claritromicina, delavirdina, eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, sumo de toranja, cimetidina, itraconazol, cetoconazol, fluoxetina, fluvoxamina, nefazodona e telitromicina) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da metadona. Verificou-se um aumento de 40-100% da relação entre os níveis séricos e a dose de metadona com o tratamento concomitante com fluvoxamina. Se estes medicamentos forem prescritos a doentes em tratamento de manutenção com metadona, deve-se estar consciente do risco de sobredosagem. - Ciprofloxacina
Prasugrel + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Efeitos de outros medicamentos sobre Prasugrel: Inibidores do CYP3A: O cetoconazol (400 mg por dia), um potente inibidor seletivo do CYP3A4 e CYP3A5, não afetou o efeito inibitório do prasugrel sobre a agregação plaquetária nem a AUC e o Tmax do metabólito activo de prasugrel, mas diminuiu a Cmax em cerca de 34% a 46%. Assim, não se espera que os inibidores do CYP3A tais como os antifúngicos azólicos, inibidores da protease do VIH, claritromicina, telitromicina, verapamilo, diltiazem, indinavir, ciprofloxacina e sumo de toranja, tenham um efeito significativo na farmacocinética do metabólito ativo. - Ciprofloxacina
Varfarina + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Os compostos que reconhecidamente potenciam a ação da varfarina ou que habitualmente são referidos como exercendo esse efeito são: Ácido etacrínico, ácido mefenâmico, ácido tielínico, álcool (ingestão aguda), alopurinol, amiodarona, Ácido Acetilsalicílico, azapropazona, cefamandol, ciprofloxacina, claritromicina, cloranfenicol, cimetidina, clofibrato, cotrimoxazol, danazol, dextropropoxifeno, dipiramidol, dissulfiram, eritromicina, estanozolol, etiloestrenol, fenilbutazona, fibratos, fluconazol, glucagão, halofenato, hormonas tiroideias, cetoconazol, latamofex, meclofenamato de sódio, metronidazol, miconazol, noretandrolona, omeprazol, oxifenbutazona, oximetolona, paracetamol, piroxicam, propafenona, quetoquenazol, quinidina, quinina, sinvastatina, ISRS antidepressivos, sulfinpirazona, sulfonamidas, sulindac, tetraciclina, valproato, vitamina E. - Ciprofloxacina
Letermovir + Ciprofloxacina
Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.Interacções: Medicamentos transportados pelo transportador renal OAT3 Os dados in vitro indicam que o letermovir é um inibidor do OAT3; assim sendo, o letermovir pode ser inibidor do OAT3 in vivo. As concentrações plasmáticas de medicamentos transportados pelo OAT3 podem estar aumentadas. - Exemplos de medicamentos transportados pelo OAT3 incluem ciprofloxacina, tenofovir, imipenem e cilastatina. - Ciprofloxacina
Tezacaftor + Ivacaftor + Ciprofloxacina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Medicamentos que afetam a farmacocinética de tezacaftor e de ivacaftor Ciprofloxacina A coadministração com ciprofloxacina não afetou a exposição ao ivacaftor ou ao tezacaftor. Não é necessário qualquer ajuste posológico ao coadministrar-se Tezacaftor/Ivacaftor com ciprofloxacina. - Ciprofloxacina
Paracetamol + Ópio + Cafeína + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: CAFEÍNA RELACIONADA Associações a ter em conta Mexiletina, norfloxacina, ciprofloxacina: Aumento das concentrações plasmáticas de cafeína, diminuindo o metabolismo hepático incompatibilidade. - Ciprofloxacina
Carisoprodol + Fenilbutazona + Paracetamol + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Medicamentos que aumentam a hepatotoxicidade do paracetamol - Probenecida, carbamazepina, hidantoína, rifampicina e sulfimpirazona; - Barbitúricos (fenobarbital, tiopental, tiamilal, metohexital, secobarbital, pentobarbital); - Antibióticos tais como a rifampicina e algumas quinolonas, como o ciprofloxacino: podem se associar ao paracetamol e provocar uma lesão de fígado. - Ciprofloxacina
Fumarato de clemastina + Dexametasona + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: interações Medicamento – Medicamento Este medicamento pode interagir com as seguintes substâncias: Antibióticos (como as quinolonas: ciprofloxacina, levofloxacina; rifampicina): Reduzem o clearance dos corticosteroides, aumentando suas atividades e também seus efeitos adversos. - Ciprofloxacina
Ciclobenzaprina + Cafeína + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: A ciprofloxacina e outras quinolonas interferem com o metabolismo da cafeína, reduzindo seu clearance e aumentando sua semivida. - Ciprofloxacina
Ibuprofeno + Cafeína + Dimenidrinato + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: interações devidas à cafeína: Uso simultâneo com anti-infecciosos do tipo quinolona (ácido oxolínico, ciprofloxacina): atrasa a eliminação da cafeína. - Ciprofloxacina
Ibuprofeno + Alumínio glicinato + Metamizol + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Devido ao alumínio: Reduz a absorção de: ac. tiludrónico, alopurinol, AINEs, atorvastatina, betabloqueadores, captopril, carbenoxolona, digoxina, digitoxina, clorpromazina, epoetina, cetoconazol, levotiroxina, prednisona, etambutol, gabapentina, isoniazida, metronidazol, penicilamina, ciprofloxacina, norfloxacina, ranitidina, sais de Fe, tetraciclinas, cloroquina, ciclinas, diflunisal, bifosfonatos, fluoreto de Na, glicocorticoides, kayexalato, lincosamidas, fenotiazinas e neuroléticos. Administração separada 2-3 h (fluorquinolonas 4 h). - Ciprofloxacina
Duvelisib + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética do duvelisib Inibidores potentes e moderados do CYP3A A coadministração de um inibidor potente do CYP3A cetoconazol (a 200 mg duas vezes por dia (BID) durante 5 dias), com uma dose oral única de 10 mg de duvelisib em adultos saudáveis (n = 16) aumentou a Cmax do duvelisib em 1,7 vezes e a AUC em 4 vezes. Devido à autoinibição do CYP3A4 dependente do tempo, a susceptibilidade do duvelisib a inibidores moderados e potentes do CYP3A4 diminui em condições de estado estacionário. Com base em modelação e simulação farmacocinética com base fisiológica (PBPK), estima-se que o aumento na exposição ao duvelisib seja aproximadamente 1,6 vezes no estado estacionário em doentes oncológicos quando utilizado concomitantemente com inibidores potentes do CYP3A4, tais como o cetoconazol e o itraconazol. A dose de duvelisib deve ser reduzida para 15 mg duas vezes por dia quando coadministrado com um inibidor potente do CYP3A4 (por ex., cetoconazol, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, claritromicina, telitromicina, itraconazol, nefazodona, cobicistate, voriconazol e posaconazol, e sumo de toranja). A modelação e simulação PBPK estimou não haver efeito clinicamente significativo nas exposições ao duvelisib de inibidores moderados do CYP3A4 utilizados concomitantemente. A redução da dose de duvelisib não é necessária quando coadministrado com inibidores moderados do CYP3A4 (por ex., aprepitant, ciprofloxacina, conivaptano, crizotinib, ciclosporina, diltiazem, dronedarona, eritromicina, fluconazol, fluvoxamina, imatinib, tofisopam, verapamilo). - Ciprofloxacina
Obiltoxaximab + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: A administração de uma perfusão intravenosa de 16 mg/kg de obiltoxaximab antes da perfusão intravenosa de ciprofloxacina ou da ingestão de comprimidos orais de ciprofloxacina duas vezes por dia não alterou a farmacocinética do obiltoxaximab. Do mesmo modo, o obiltoxaximab não alterou a farmacocinética da ciprofloxacina administrada por via oral ou intravenosa. - Ciprofloxacina
Pretomanida + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Efeitos do pretomanid noutros medicamentos Efeito nos substratos OAT3, OATP1B3, P-gp e BCRP Pretomanid é um inibidor do transportador OAT3 in vitro, o que pode resultar no aumento clínico das concentrações de medicamentos de substrato OAT3 e pode aumentar o risco de reações adversas destes medicamentos. Se o pretomanid for coadministrado com medicamentos de substrato OAT3 (p. ex., metotrexato, benzilpenicilina, indometacina, ciprofloxacina), deve ser realizada a monitorização de reações adversas relacionadas com medicamentos de substrato OAT3 e, se necessário, deve ser considerada a redução da dose do medicamento substrato do OAT3. - Ciprofloxacina
Zanubrutinib + Ciprofloxacina
Observações: n.d.Interacções: Inibidores moderados do CYP3A As simulações de farmacocinética baseadas fisiologicamente indicam que a coadministração de doses múltiplas de um inibidor moderado de CYP3A pode aumentar a Cmax e AUC de zanubrutinib em aproximadamente 2 vezes. Se tiver de ser utilizado um inibidor moderado do CYP3A (p. ex., eritromicina, ciprofloxacina, diltiazem, dronedarona, fluconazol, verapamilo, aprepitant, imatinib, sumo de toranja, laranjas-amargas), reduzir a dose de Zanubrutinib para 160 mg (duas cápsulas) durante a utilização do inibidor. Monitorizar os doentes de perto quanto a toxicidade e seguir as orientações de modificação da dose, conforme necessário. - Ciprofloxacina
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 24 de Março de 2026