Acarbose
O que é
Acarbose é um fármaco utilizado na medicina como redutor da glicemia, sendo considerado um hipoglicemiante.
É um produto da biotecnologia obtido através de filtrados de fungos, conhecidos como actinomicetos.
É um produto da biotecnologia obtido através de filtrados de fungos, conhecidos como actinomicetos.
Usos comuns
Terapêutica adicional, em associação com a dieta, em doentes com diabetes mellitus.
Prevenção da manifestação de diabetes tipo 2 em indivíduos com tolerância diminuída à glucose e anomalia da glicémia em jejum (1), em combinação com a dieta e exercício.
(1) – definidas como uma concentração plasmática entre 7,8 e 11,1 mmol/l (140-200 mg/dl) 2 horas após uma sobrecarga de 75g de glucose e valores em jejum entre 5,6 e 7,0 mmol/l (100-125 mg/dl).
Prevenção da manifestação de diabetes tipo 2 em indivíduos com tolerância diminuída à glucose e anomalia da glicémia em jejum (1), em combinação com a dieta e exercício.
(1) – definidas como uma concentração plasmática entre 7,8 e 11,1 mmol/l (140-200 mg/dl) 2 horas após uma sobrecarga de 75g de glucose e valores em jejum entre 5,6 e 7,0 mmol/l (100-125 mg/dl).
Tipo
Molécula pequena.
Indicações
Tratamento de diabetes mellitus.
Classificação CFT
8.4.2 : Antidiabéticos orais
Mecanismo de ação
A acarbose é um pseudotetrassacárido de origem microbiana.
Pode ser utilizada para o tratamento da diabetes tipo 1 (DMID) e diabetes tipo 2 (DMNID).
Em todas as espécies investigadas, a actividade da acarbose exerce-se a nível do tracto intestinal.
A acção da acarbose baseia-se na inibição das enzimas intestinais (alfa-glucosidases) envolvidas na degradação de dissacáridos, oligossacáridos e polissacáridos.
Este mecanismo induz um atraso dose-dependente na digestão destes hidratos de carbono.
Verifica-se que em especial a glucose proveniente dos hidratos de carbono sofre uma libertação mais lenta, sendo também mais lentamente absorvida pela circulação.
Desta forma, a acarbose reduz a subida pós-prandial da glicémia.
Graças ao mecanismo de regulação da absorção da glucose a nível do intestino, são atenuadas as variações do perfil diário da glucose sanguínea, registando-se uma redução dos respectivos valores médios.
Aprovado em 30-04-2008, a acarbose induz uma descida das concentrações anormalmente elevadas de hemoglobina glicosilada.
Num estudo prospectivo, randomizado, controlado por placebo, duplamente cego (3-5 anos de tratamento, média 3,3 anos) envolvendo 1429 indivíduos com tolerância diminuída à glucose, o risco relativo de desenvolvimento de diabetes tipo 2 foi reduzido em 25%.
Nestes doentes a incidência de todos os eventos cardiovasculares diminuiu significativamente em 49%, enquanto que a incidência de enfarte do miocárdio foi significativamente reduzida em 91%.
Estes efeitos foram confirmados por uma meta-análise de 7 estudos de acarbose controlados por placebo (num total de 2180 doentes, 1248 de acarbose, 932 placebo) no tratamento da diabetes tipo 2: nestes doentes o risco de qualquer evento cardiovascular foi reduzido em 24%, enquanto que o risco de enfarte de miocárdio foi diminuído em 64%.
Ambas as reduções foram estatisticamente significativas.
Pode ser utilizada para o tratamento da diabetes tipo 1 (DMID) e diabetes tipo 2 (DMNID).
Em todas as espécies investigadas, a actividade da acarbose exerce-se a nível do tracto intestinal.
A acção da acarbose baseia-se na inibição das enzimas intestinais (alfa-glucosidases) envolvidas na degradação de dissacáridos, oligossacáridos e polissacáridos.
Este mecanismo induz um atraso dose-dependente na digestão destes hidratos de carbono.
Verifica-se que em especial a glucose proveniente dos hidratos de carbono sofre uma libertação mais lenta, sendo também mais lentamente absorvida pela circulação.
Desta forma, a acarbose reduz a subida pós-prandial da glicémia.
Graças ao mecanismo de regulação da absorção da glucose a nível do intestino, são atenuadas as variações do perfil diário da glucose sanguínea, registando-se uma redução dos respectivos valores médios.
Aprovado em 30-04-2008, a acarbose induz uma descida das concentrações anormalmente elevadas de hemoglobina glicosilada.
Num estudo prospectivo, randomizado, controlado por placebo, duplamente cego (3-5 anos de tratamento, média 3,3 anos) envolvendo 1429 indivíduos com tolerância diminuída à glucose, o risco relativo de desenvolvimento de diabetes tipo 2 foi reduzido em 25%.
Nestes doentes a incidência de todos os eventos cardiovasculares diminuiu significativamente em 49%, enquanto que a incidência de enfarte do miocárdio foi significativamente reduzida em 91%.
Estes efeitos foram confirmados por uma meta-análise de 7 estudos de acarbose controlados por placebo (num total de 2180 doentes, 1248 de acarbose, 932 placebo) no tratamento da diabetes tipo 2: nestes doentes o risco de qualquer evento cardiovascular foi reduzido em 24%, enquanto que o risco de enfarte de miocárdio foi diminuído em 64%.
Ambas as reduções foram estatisticamente significativas.
Posologia orientativa
Tratamento da Diabetes:
Início do tratamento:
Para melhorar a tolerabilidade, o médico receita geralmente uma dose de 50 mg (1 comprimido de 50 mg ou ½ comprimido de 100 mg) 1 a 3 vezes por dia na fase inicial do tratamento.
De acordo com a tolerabilidade individual esta dose é gradualmente aumentada, em intervalos de 4 – 8 semanas.
Manutenção do tratamento:
A dose geralmente recomendada é de 1 comprimido de 100 mg ou 2 comprimidos de 50 mg, 3 vezes por dia.
A dose máxima recomendada para doentes com peso igual ou inferior a 60 Kg é de 50mg 3x /dia.
O paciente deve falar com o médico se tiver a impressão de que a dose receitada é demasiado forte ou demasiado fraca.
Crianças: Acarbose não deve ser dado a crianças, uma vez que não há estudos realizados neste grupo.
Insuficiência hepática: Não é necessário ajustar a posologia em doentes com insuficiência hepática.
Insuficiência renal: Acarbose não deve ser administrado a doentes com insuficiência renal grave.
Prevenção da diabetes tipo 2 em doentes “pré-diabéticos”:
Início do tratamento: o tratamento deve iniciar-se com uma posologia diária de 1 comprimido de 50 mg.
Esta dose deve ser gradualmente aumentada em intervalos de 4-8 semanas até 1 comprimido de 100 mg 3 x ao dia.
Manutenção do tratamento:
Posologia recomendada: 1 comprimido de 100 mg 3 x ao dia
A dose máxima recomendada para doentes com peso igual ou inferior a 60 Kg é de 50mg, 3x /dia.
Início do tratamento:
Para melhorar a tolerabilidade, o médico receita geralmente uma dose de 50 mg (1 comprimido de 50 mg ou ½ comprimido de 100 mg) 1 a 3 vezes por dia na fase inicial do tratamento.
De acordo com a tolerabilidade individual esta dose é gradualmente aumentada, em intervalos de 4 – 8 semanas.
Manutenção do tratamento:
A dose geralmente recomendada é de 1 comprimido de 100 mg ou 2 comprimidos de 50 mg, 3 vezes por dia.
A dose máxima recomendada para doentes com peso igual ou inferior a 60 Kg é de 50mg 3x /dia.
O paciente deve falar com o médico se tiver a impressão de que a dose receitada é demasiado forte ou demasiado fraca.
Crianças: Acarbose não deve ser dado a crianças, uma vez que não há estudos realizados neste grupo.
Insuficiência hepática: Não é necessário ajustar a posologia em doentes com insuficiência hepática.
Insuficiência renal: Acarbose não deve ser administrado a doentes com insuficiência renal grave.
Prevenção da diabetes tipo 2 em doentes “pré-diabéticos”:
Início do tratamento: o tratamento deve iniciar-se com uma posologia diária de 1 comprimido de 50 mg.
Esta dose deve ser gradualmente aumentada em intervalos de 4-8 semanas até 1 comprimido de 100 mg 3 x ao dia.
Manutenção do tratamento:
Posologia recomendada: 1 comprimido de 100 mg 3 x ao dia
A dose máxima recomendada para doentes com peso igual ou inferior a 60 Kg é de 50mg, 3x /dia.
Administração
Os comprimidos de Acarbose devem ser engolidos inteiros com um pouco de líquido imediatamente antes das refeições ou então mastigados em conjunto com os primeiros alimentos da refeição.
Contraindicações
Hipersensibilidade à acarbose.
Os comprimidos de acarbose não devem ser tomados por doentes com menos de 18 anos de idade uma vez que não se dispõe de suficientes informações sobre os seus efeitos e tolerabilidade nas crianças e adolescentes.
Doenças intestinais crónicas associadas a perturbações acentuadas da absorção e digestão.
Cirrose hepática.
Cetoacidose diabética.
Patologias que podem ser agravadas pelo aumento de formação de gases intestinais (por ex., síndrome de Roemheld, grandes hérnias, obstruções intestinais (obstrução intestinal parcial ou predisposição para obstrução intestinal)) e úlceras intestinais.
Os comprimidos de acarbose não devem ser administrados a doentes com insuficiência renal grave (depuração de creatinina < 25 ml/min.).
Os comprimidos de acarbose não devem ser tomados por doentes com menos de 18 anos de idade uma vez que não se dispõe de suficientes informações sobre os seus efeitos e tolerabilidade nas crianças e adolescentes.
Doenças intestinais crónicas associadas a perturbações acentuadas da absorção e digestão.
Cirrose hepática.
Cetoacidose diabética.
Patologias que podem ser agravadas pelo aumento de formação de gases intestinais (por ex., síndrome de Roemheld, grandes hérnias, obstruções intestinais (obstrução intestinal parcial ou predisposição para obstrução intestinal)) e úlceras intestinais.
Os comprimidos de acarbose não devem ser administrados a doentes com insuficiência renal grave (depuração de creatinina < 25 ml/min.).
Efeitos indesejáveis/adversos
Na experiência pós-comercialização foram descritas as seguintes reacções adversas:
Muito frequentemente (ocorrem em mais de 1 em 10 doentes):
flatulência;
Frequentemente (ocorrem em menos de 1 em 10 doentes mas mais de 1 em 100 doentes):
- diarreia
- dores do estômago, intestinais e abdominais;
Pouco frequentes (ocorrem em menos de 1 em 100 doentes mas mais de 1 em 1.000 doentes):
- náuseas (enjoos), vómitos, digestão difícil e dolorosa;
- aumento passageiro das enzimas do fígado;
Raramente (ocorrem em menos de 1 em 1.000 doentes mas mais de 1 em 10.000 doentes):
- edema (inchaço)
- icterícia (amarelecimento da pele).
A frequência dos seguintes efeitos secundários é desconhecida e baseada em relatos isolados. No entanto, se experimentar alguma destas reacções, deve procurar-se imediatamente ajuda médica.
- trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas sanguíneas (associadas a rash, ferir-se com mais facilidade ou sangramento))
- reacções alérgicas tais como rash, vermelhidão da pele, erupções cutâneas, comichão
- subíleos/íleos (diminuição da actividade intestinal)
- hepatite (inflamação do fígado).
No caso de não ser seguida a dieta indicada para a diabetes pode verificar-se um agravamento destes efeitos secundários.
Na maior parte dos casos, seguindo rigorosamente a dieta e a posologia recomendada pelo médico, estes efeitos atenuam-se ou desaparecem com a continuação do tratamento.
Se, apesar de seguir a dieta indicada, os sintomas forem acentuados, deverá informar-se o médico assistente.
Muito frequentemente (ocorrem em mais de 1 em 10 doentes):
flatulência;
Frequentemente (ocorrem em menos de 1 em 10 doentes mas mais de 1 em 100 doentes):
- diarreia
- dores do estômago, intestinais e abdominais;
Pouco frequentes (ocorrem em menos de 1 em 100 doentes mas mais de 1 em 1.000 doentes):
- náuseas (enjoos), vómitos, digestão difícil e dolorosa;
- aumento passageiro das enzimas do fígado;
Raramente (ocorrem em menos de 1 em 1.000 doentes mas mais de 1 em 10.000 doentes):
- edema (inchaço)
- icterícia (amarelecimento da pele).
A frequência dos seguintes efeitos secundários é desconhecida e baseada em relatos isolados. No entanto, se experimentar alguma destas reacções, deve procurar-se imediatamente ajuda médica.
- trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas sanguíneas (associadas a rash, ferir-se com mais facilidade ou sangramento))
- reacções alérgicas tais como rash, vermelhidão da pele, erupções cutâneas, comichão
- subíleos/íleos (diminuição da actividade intestinal)
- hepatite (inflamação do fígado).
No caso de não ser seguida a dieta indicada para a diabetes pode verificar-se um agravamento destes efeitos secundários.
Na maior parte dos casos, seguindo rigorosamente a dieta e a posologia recomendada pelo médico, estes efeitos atenuam-se ou desaparecem com a continuação do tratamento.
Se, apesar de seguir a dieta indicada, os sintomas forem acentuados, deverá informar-se o médico assistente.
Advertências

Gravidez:Os comprimidos de acarbose não devem ser administrados durante a gravidez, dada a ausência de informações sobre o seu uso em mulheres grávidas.

Aleitamento:Uma vez que não se encontra excluída a hipótese de a acarbose induzir efeitos no lactente devido à sua passagem para o leite, é aconselhável, em princípio, não prescrever os comprimidos de acarbose durante o período de aleitamento.

Insuf. Hepática:Evitar.

Insuf. Renal:Evitar na IR moderada a grave.

Condução:Risco de hipoglicemia.
Precauções gerais
Em casos individuais, podem ocorrer aumentos assintomáticos das enzimas hepáticas.
Nestas circunstâncias, dever-se-á considerar o controlo das enzimas hepáticas durante os primeiros 6 - 12 meses de tratamento.
Em casos susceptíveis de avaliação, estas alterações foram reversíveis, após interrupção da terapêutica com acarbose.
O nível das transaminases deve ser vigiado de 3 em 3 meses no primeiro ano de administração e depois periodicamente.
No caso de aumento das transaminases a dose de acarbose deverá ser reduzida ou se necessário o tratamento deve ser interrompido.
No Japão foram relatados casos individuais de hepatite fulminante com desfecho fatal.
A sua relação com a acarbose não é clara.
O tratamento prolongado com acarbose retarda o aparecimento de diabetes tipo 2; no entanto, não altera a predisposição individual para o desenvolvimento da doença.
A eficácia e segurança da acarbose em doentes com idade inferior a 18 anos de idade não foram estabelecidas.
Nestas circunstâncias, dever-se-á considerar o controlo das enzimas hepáticas durante os primeiros 6 - 12 meses de tratamento.
Em casos susceptíveis de avaliação, estas alterações foram reversíveis, após interrupção da terapêutica com acarbose.
O nível das transaminases deve ser vigiado de 3 em 3 meses no primeiro ano de administração e depois periodicamente.
No caso de aumento das transaminases a dose de acarbose deverá ser reduzida ou se necessário o tratamento deve ser interrompido.
No Japão foram relatados casos individuais de hepatite fulminante com desfecho fatal.
A sua relação com a acarbose não é clara.
O tratamento prolongado com acarbose retarda o aparecimento de diabetes tipo 2; no entanto, não altera a predisposição individual para o desenvolvimento da doença.
A eficácia e segurança da acarbose em doentes com idade inferior a 18 anos de idade não foram estabelecidas.
Cuidados com a dieta
Ingerir os comprimidos de acarbose imediatamente antes da refeição ou em conjunto com os primeiros alimentos da refeição.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligar para o Centro de intoxicações.
Quando os comprimidos de acarbose são tomados em conjunto com bebidas e/ou refeições contendo hidratos de carbono (polissacáridos, oligossacáridos ou dissacáridos), a sobredosagem pode provocar meteorismo, flatulência e diarreia.
Na eventualidade de sobredosagem, independentemente do consumo de alimentos, não é de prever a ocorrência de perturbações intestinais graves.
Ao contrário das sulfonilureias ou insulina, a sobredosagem de acarbose não provoca hipoglicémia.
Em caso de sobredosagem, deve evitar-se a ingestão de bebidas ou refeições contendo hidratos de carbono (polissacáridos, oligossacáridos e dissacáridos) nas 4-6 horas subsequentes.
Quando os comprimidos de acarbose são tomados em conjunto com bebidas e/ou refeições contendo hidratos de carbono (polissacáridos, oligossacáridos ou dissacáridos), a sobredosagem pode provocar meteorismo, flatulência e diarreia.
Na eventualidade de sobredosagem, independentemente do consumo de alimentos, não é de prever a ocorrência de perturbações intestinais graves.
Ao contrário das sulfonilureias ou insulina, a sobredosagem de acarbose não provoca hipoglicémia.
Em caso de sobredosagem, deve evitar-se a ingestão de bebidas ou refeições contendo hidratos de carbono (polissacáridos, oligossacáridos e dissacáridos) nas 4-6 horas subsequentes.
Terapêutica interrompida
Se houver esquecimento na toma de uma ou mais doses não deve ingerir-se um comprimido entre as refeições nem tomar uma dose a dobrar para compensar a que se esqueceu; deverá aguardar-se até à próxima refeição e proceder normalmente.
Cuidados no armazenamento
O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e tolerância bacteriológica
Sem informação.
Acarbose + Alimentos/Bebidas
Observações: n.d.Interacções: Durante o tratamento com este medicamento, a sacarose bem como os alimentos que contém sacarose, provocam frequentemente, desconforto abdominal ou até mesmo diarreia como resultado da fermentação de hidratos de carbono no cólon. - Alimentos/Bebidas
Acarbose + Sulfonilureias
Observações: n.d.Interacções: Acarbose tem um efeito anti-hiperglicemiante mas, por si só, não provoca hipoglicemia. Em doentes tratados simultaneamente com Acarbose e sulfonilureiras os valores da gicemia podem descer para níveis hipoglicemios e que pode requerer um ajuste na dose destes medicamentos. Foram notificados casos isolados de choque hipoglicémico. Em caso de hipoglicemia aguda, deve-se considerar que a biotransformação da sacarose em frutose e glucose é mais lenta durante o tratamento com Acarbose: por esta razão, a sacarose é inadequada para o alívio rápido dos episódios de hipoglicemia, devendo utilizar-se a glucose em sua substituição. - Sulfonilureias
Acarbose + Metformina
Observações: n.d.Interacções: Acarbose tem um efeito anti-hiperglicemiante mas, por si só, não provoca hipoglicemia. Em doentes tratados simultaneamente com Acarbose e metformina, os valores da gicemia podem descer para níveis hipoglicemios e que pode requerer um ajuste na dose destes medicamentos. Foram notificados casos isolados de choque hipoglicémico. Em caso de hipoglicemia aguda, deve-se considerar que a biotransformação da sacarose em frutose e glucose é mais lenta durante o tratamento com Acarbose: por esta razão, a sacarose é inadequada para o alívio rápido dos episódios de hipoglicemia, devendo utilizar-se a glucose em sua substituição. - Metformina
Acarbose + Insulinas
Observações: n.d.Interacções: Acarbose tem um efeito anti-hiperglicemiante mas, por si só, não provoca hipoglicemia. Em doentes tratados simultaneamente com Acarbose e insulina, os valores da gicemia podem descer para níveis hipoglicemios e que pode requerer um ajuste na dose destes medicamentos. Foram notificados casos isolados de choque hipoglicémico. Em caso de hipoglicemia aguda, deve-se considerar que a biotransformação da sacarose em frutose e glucose é mais lenta durante o tratamento com Acarbose: por esta razão, a sacarose é inadequada para o alívio rápido dos episódios de hipoglicemia, devendo utilizar-se a glucose em sua substituição. - Insulinas
Acarbose + Digoxina
Observações: n.d.Interacções: Em casos individuais o Acarbose pode afectar a biodisponibilidade da digoxina, podendo ser necessário ajustar a dose de digoxina. - Digoxina
Acarbose + Colestiramina
Observações: n.d.Interacções: A administração simultânea de colestiramina deve ser evitada pois pode possivelmente influenciar a acção do Acarbose. - Colestiramina
Acarbose + Adsorventes intestinais
Observações: n.d.Interacções: A administração simultânea de adsorventes intestinais devem ser evitadas pois podem possivelmente influenciar a acção do Acarbose. - Adsorventes intestinais
Acarbose + Enzimas digestivas
Observações: n.d.Interacções: A administração simultânea de enzimas digestivas devem ser evitadas pois podem possivelmente influenciar a acção do Acarbose. - Enzimas digestivas
Acarbose + Dimeticone
Observações: n.d.Interacções: Não se observou interação com dimeticone. - Dimeticone
Acarbose + Simeticone
Observações: n.d.Interacções: Não se observou interação com simeticone. - Simeticone
Acarbose + Neomicina
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante do Acarbose com neomicina oral pode originar reduções reforçadas da glucose pós-prandial e aumentar a frequência e a severidade dos efeitos secundários gastrointestinais. Se estes sintomas se agravarem, deve ser considerada a redução temporária da dose de Acarbose. - Neomicina
Albiglutido + Acarbose
Observações: Albiglutido retarda o esvaziamento gástrico e poderá ter impacto na absorção de medicamentos orais administrados concomitantemente. Quando foi administrado como uma dose única de 100 mg em indivíduos saudáveis, albiglutido retardou o esvaziamento gástrico, comparativamente com o placebo, tanto de sólidos como de líquidos. Recomenda-se precaução nos doentes a administrar medicamentos com um índice terapêutico estreito ou medicamentos que necessitem de monitorização clínica cuidadosa.Interacções: Acarbose está contra-indicada nos doentes com obstrução intestinal. Recomenda-se precaução quando utilizada concomitantemente com albiglutido. - Acarbose
Azintamida + Celulase + Pancreatina + Acarbose
Observações: n.d.Interacções: O Azintamida/Celulase/Pancreatina diminui a acção farmacológica do miglitol e da acarbose, devido a interacção farmacológica com a pancreatina. - Acarbose
Triclorometiazida + Acarbose
Observações: n.d.Interacções: A eficácia terapêutica da acarbose pode ser reduzido quando usado em combinação com Triclormetiazida. - Acarbose
Metformina + Rosiglitazona + Acarbose
Observações: Não existem estudos formais de interacção para Metformina + Rosiglitazona, no entanto o uso concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos e na sua vasta utilização clínica não originou interações inesperadas.Interacções: A administração concomitante da rosiglitazona com os agentes antidiabéticos orais, glibenclamida e acarbose não resultou em qualquer interacção farmacocinética clinicamente relevante. - Acarbose
Furazolidona + Acarbose
Observações: n.d.Interacções: O uso de furazolidona com qualquer um dos seguintes medicamentos pode causar um aumento do risco de alguns efeitos secundários. - Acarbose - Albiglutido - Alogliptina - Bromocriptina - Canagliflozina - Clorpropamida - Dapagliflozina - Dulaglutido - Empagliflozina - Exenatido - Ginseng - Glimepirida - Glipizida - Gliburida - Insulina - Insulina Aspart, Recombinante - Insulina Bovina - Insulina Degludec - Insulina Detemir - Insulina Glulisine - Insulina Lispro, Recombinante - Linagliptina - Liraglutido - Lixisenatido - Metformina - Miglitol - Nateglinida - Pioglitazona - Pramlintida - Repaglinida - Rosiglitazona - Saxagliptina - Sitagliptina - Tolazamida - Tolbutamida - Vildagliptina - Acarbose
Gliclazida + Acarbose
Observações: n.d.Interacções: Os seguintes medicamentos são suscetíveis de aumentar o risco de hipoglicémia: Associações que requerem precauções de utilização: Potencialização do efeito hipoglicemiante podendo nalguns casos ocorrer hipoglicémia se forem administradas uma das seguintes substâncias: Outros antidiabéticos (insulina, acarbose, metformina, tiazolidinedionas, inibidores do dipeptidil peptidase-4, agonistas do receptor GLP-1), beta-bloqueantes, fluconazol, inibidores do enzima de conversão da angiotensina (captopril, enalapril), antagonistas dos receptores H2, IMAOs, sulfonamidas, claritromicina e anti-inflamatórios não esteróides. - Acarbose
Orlistato + Acarbose
Observações: n.d.Interacções: Acarbose: Na ausência de estudos de interacção farmacocinética, a utilização concomitante de orlistato e acarbose deve ser evitada. - Acarbose
Neomicina + Acarbose
Observações: n.d.Interacções: A Neomicina potencia a hipoglicemia e os efeitos gastrintestinais induzidos pela acarbose. - Acarbose
Digoxina + Acarbose
Observações: n.d.Interacções: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína. - Acarbose
Glimepirida + Rosiglitazona + Acarbose
Observações: Não existem estudos formais de interacção para este medicamento, no entanto o uso concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos e na sua vasta utilização clínica não originou interações inesperadas. Anformação disponível é acerca das substâncias activas individualmente (rosiglitazona e glimepirida).Interacções: ROSIGLITAZONA: A administração concomitante da rosiglitazona com os agentes antidiabéticos orais, metformina, glimepirida, glibenclamida e acarbose não resultou em qualquer interacção farmacocinética clinicamente relevante. - Acarbose
Carisoprodol + Fenilbutazona + Paracetamol + Acarbose
Observações: n.d.Interacções: Antidiabéticos orais Glibenclamida, clorpropamida, repaglinida, nateglinida, acarbose, rosiglitazona, pioglitazona, sitagliptina e vildagliptina. - Acarbose
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Novembro de 2021