Similares Químicos

Produtos com a mesma molécula e do mesmo Grupo Terapêutico

Similares Terapêuticos

Produtos do mesmo Grupo Terapêutico

Ginkgo biloba

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Condução
O que é
O Ginkgo biloba pertence ao grupo de medicamentos com acção no sistema nervoso.
Medicamentos utilizados no tratamento sintomático das alterações das funções cognitivas.

Ginkgo biloba, de origem chinesa, é uma árvore considerada um fóssil vivo, pois existia já no tempo dos dinossauros, há mais de 150 milhões de anos.

É símbolo de paz e longevidade por ter sobrevivido às explosões atómicas no Japão.

Foi descrita pela primeira vez pelo médico alemão Engelbert Kaempfer por volta de 1690, mas só despertou o interesse de pesquisadores após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), quando perceberam que a planta tinha sobrevivido à radiação em Hiroshima, brotando no solo da cidade devastada.

Suas folhas têm sido frequentemente usadas no combate aos radicais livres e como auxiliar da oxigenação cerebral.

São árvores caducas, isto é, que perdem todas as folhas no inverno.

Atingem uma altura de 20 a 35 metros (alguns espécimes, na China, chegam a atingir os 50 metros).

Foram, durante muito tempo, consideradas extintas no meio natural, mas, posteriormente verificou-se que duas pequenas zonas na província de Zhejiang, na República Popular da China, albergavam exemplares da espécie.

Hoje, a planta existe em praticamente todos os continentes e no Brasil há exemplares produzidos de sementes.

Goethe, famoso cientista, filósofo, poeta e botânico alemão, escreveu um poema sobre ele em 1815 falando da unidade-dualidade simbolizada na folha do ginkgo.

Nomes populares: nogueira-do-japão, árvore-avenca ou, simplesmente, ginkgo.

A palavra ginkgo tem origem chinesa (ginkyo: 銀杏), significando "damasco prateado".

A palavra biloba vem do formato bilobado das folhas.

Acredita-se que o Ginkgo seja um nootrópico, sendo usado principalmente como intensificador de memória, de atenção e contra vertigem.

O maior e mais longo teste clínico independente, conduzido pelo Periódico da Associação Médica Americana para avaliar o Ginkgo biloba, publicou o resultado em 2008 de que o suplemento não reduz a incidência de demência de quaisquer causas ou de Alzheimer em adultos, de 75 anos ou mais, que tinham cognição normal ou mínimo déficit cognitivo, quando administrado duas vezes por dia em doses de 120 mg do extrato de "G. biloba".

Entretanto, um teste similar, publicado em 2010 pelo Periódico Internacional de Psiquiatria Geriátrica, concluiu que a mesma formulação de extrato do G.biloba (EGb761), quando administrada como uma única dose de 240 mg diariamente, se mostrou significativamente superior ao placebo no tratamento de pacientes com demência com sintomas neuropsiquiátricos.

De acordo com alguns estudos, o Ginkgo pode melhorar significativamente a atenção e indivíduos saudáveis.

Em um desses estudos, o efeito foi quase imediato e chegou ao seu pico em 2 horas e meia depois da administração.

Em 2007, uma análise sistemática avaliou criticamente os dados sobre os testes com o Ginkgo, usando a literatura disponível até 2007, de qualquer idioma.

A análise apontou falhas metodológicas em vários estudos.

Aponta que, enquanto alguns estudos mostraram resultados positivos agudos com doses particulares, estes resultados não foram reproduzidos ou foram diretamente contraditos por outros estudos.

Afirma que a evidência disponível de estudos de longo-prazo é altamente negativa, que apenas um de 5 estudos agudos mostra resultados positivos e apenas um de 6 estudos de longo-prazo mostrou algum resultado positivo significante.

Um estudo sugere que o efeito do Ginkgo sobre a cognição pode ser atribuído ao seu efeito inibitório na recaptação da noradrenalina.

Uma análise mais recente, de 2012, da literatura disponível, não deu razão para mudar as conclusões antigas.

Afirma que não há evidência convincente de que ginkgo seja efetivo para deficit cognitivo ou demência, derrame isquêmico agudo, claudicação intermitente ou zumbido.

Ainda há falta de evidência conclusiva do efeito sobre a degeneração macular em idosos.

O extrato da folha do Ginkgo parece ser seguro de usar, sem excesso de efeitos colaterais em comparação com o placebo.

Pode causar efeitos colaterais mínimos como irritação estomacal, dor de cabeça, tontura, constipação e reações dermatológicas alérgicas.

Ainda há preocupação de que o extrato da folha possa aumentar o risco de sangramento e de que possa interagir com anticoagulantes.

Como precaução geral, recomenda-se abster-se do ginkgo por pelo menos duas semanas antes de cirurgias.
Usos comuns
Tratamento da demência ligeira a moderada.
Tipo
Sem informação.
Indicações
Tratamento da demência ligeira a moderada.
Classificação CFT

02.13.01 : Medicamentos utilizados no tratamento sintomático das alterações das funções cognitivas

Mecanismo de ação
O Ginkgo biloba demonstrou actuar a vários níveis:
- Os estudos efectuados puseram em evidência os efeitos protectores do Ginkgo biloba sobre o metabolismo celular, principalmente sobre os neurónios e sobre as células neurossensoriais.

Nos animais sujeitos aos estudos, a ação protectora do Ginkgo biloba foi verificada através da taxa de sobrevivência, da melhoria dos valores de ATP e de lactatos e por uma melhor captação de glucose e de oxigénio a nível cortical.

Em relação ao plano comportamental, esta ação foi verificada através de uma melhoria das performances em vários testes.

O Ginkgo biloba intervém sobre a libertação, a recaptação e o catabolismo dos neurotransmissores (noradrenalina, dopamina, acetilcolina) ou sobre a sua capacidade de ligação aos receptores membranares.


Alguns efeitos farmacológicos do Ginkgo biloba parecem ligados a uma potente ação antagonista da produção de radicais livres e da lipoperoxidação das membranas celulares.

- O Ginkgo biloba exerce uma atividade vasorreguladora sobre o conjunto da árvore vascular: artérias, capilares, veias.

Esta ação é dose-dependente e varia consoante a natureza, calibre e origem tecidular do vaso, mas também em função do tónus basal e do estado da parede; estimula a secreção de EDRF (Endothelium Dependant Relaxing Factor) pelo endotélio.

O Ginkgo biloba opõe-se ao espasmo arterial, exerce uma ação vasodilatadora sobre as arteríolas e, ao contrário, uma ação vasoconstritora sobre as veias; regula a capacitância venosa em resposta às alterações posturais, diminui a hiperpermeabilidade capilar e reforça a resistência capilar.

O Ginkgo biloba exerce uma potente ação anti-edematosa, tanto ao nível cerebral como periférico; protege a barreira hemato-encefálica e hemo-retiniana.

Além disso, o Ginkgo biloba inibe fortemente o aumento da atividade proteolítica do soro induzida por numerosos fenómenos patológicos.

- Os efeitos reológicos do Ginkgo biloba foram estudados in vitro e in vivo sobre a hiperagregação plaquetária e eritrocitária (efeito “sludge”) e sobre os processos trombóticos da microcirculação.

Estas propriedades parecem sustentadas por um efeito estabilizador da membrana, por uma intervenção no metabolismo das prostaglandinas, por inibição dos efeitos de alguns autacoides (histamina, bradiquinina,) e por uma ação inibidora do PAF (Platelet Activating Factor).
Posologia orientativa
Solução oral:
Como dose média recomenda-se 1 ml três vezes por dia ou 3 ml duas vezes por dia, diluído em meio copo de água.

1 ml é equivalente a 40 mg de extrato puro de Ginkgo biloba e corresponde a 30 gotas.

Comprimidos/Cápsulas:
A dose recomendada é 120 a 240 mg de extrato de Gingko biloba por dia, em 2 ou 3
tomas diárias, por exemplo: 1 comprimido/cápsula três vezes por dia ou 3 comprimidos/cápsulas duas vezes por dia.

Gotas orais:
Dose recomendada: 120 a 240mg de Extrato padronizado de Ginkgo biloba por dia, em
2 ou 3 tomas diárias, por exemplo: 1ml três vezes por dia ou 3ml duas vezes por dia,
diluído em água.

1ml = 35 gotas = 40mg de Extrato padronizado de Ginkgo biloba
Administração
Administrar por via oral.

Ginkgo biloba deve ser administrado de preferência às refeições.

Diluir a solução e as gotas num copo de água.
Contraindicações
Hipersensibilidade ao Ginkgo biloba.
Efeitos indesejáveis/adversos
Podem, contudo, surgir queixas gastrointestinais ou muito raramente alterações cutâneas ou cefaleias.
Advertências
Gravidez
Gravidez:
Gravidez:Não se recomenda o seu uso durante a gravidez por falta de estudos realizados de acordo com critérios validados. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Condução
Condução:
Condução:Pode alterar a capacidade de condução.
Aleitamento
Aleitamento:
Aleitamento:A segurança da sua utilização durante a amamentação ainda não foi estabelecida pelo que não se aconselha a administração durante este período.
Precauções gerais
Nos doentes com hipertensão arterial, o Ginkgo biloba é apenas um adjuvante e não um substituto da terapêutica anti-hipertensiva.
Cuidados com a dieta
Deve ser administrado de preferência às refeições.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de intoxicações.

Uma intoxicação só pode ser causada se for ingerida uma dose muito elevada de Ginkgo biloba.

Nestes casos podem ocorrer náuseas, vómitos, epigastralgias, diarreia, cefaleias, vertigens, hipotensão e poliúria.


Como tratamento, aconselha-se uma medida clássica: beber café ou chá, se for necessário tomar um analgésico.
Terapêutica interrompida
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.

Quando tal acontecer, deve recomeçar o tratamento logo que se lembre e informar o seu
médico do sucedido.
Cuidados no armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Não conservar acima de 25ºC.

Conservar na embalagem de origem para proteger da luz e da humidade.
Espectro de susceptibilidade e tolerância bacteriológica
Sem informação.
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Ácido acetilsalicílico

Observações: Ginkgo biloba pode afetar o metabolismo de vários medicamentos. Existem relatos de casos de várias interações, mas no entanto, dados consistentes são limitados.
Interações: Ácido Acetilsalicílico (Aspirina®; Aspirina GR®; AAS®; Cartia®; Tromalyt®; Migraspirina®; ASP®)

Efeito
Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao efeito antiagregante plaquetar da aspirina aumenta o risco de hemorragia.
------

Ibuprofeno (Brufen®; Trifene®; Nurofen®; Seractil®;Moment®; Ozonol®; Spidifen®)

Efeito
Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao efeito antiagregante plaquetar do ibuprofeno aumenta o risco de hemorragia.
------

Varfarina (Varfine®)

Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao da varfarina (anticoagulante oral) aumenta o risco de hemorragia.
------

Indicações/Ações terapêuticas: vertigens e zumbido (tinidos) resultantes de distúrbios circulatórios gerais e distúrbios circulatórios periféricos (claudicação intermitente) e insuficiência vascular cerebral. Padronização/Marcador: Extrato padronizado com 24% de Ginkgoflavonóides (quercetina, Kaempfer Isorhamnetina) e 6% de terpenolactonas (bilobalide, ginkgolídeos A, B, C, E) [dose diária: 80 a 240 mg de extrato padronizado, em 2 ou 3 administrações ou 28,8 – 57,6 mg de ginkgoflavonóides e 7,20 – 14,4 mg de terpenolactonas].

Interações medicamentosas: O uso de ginkgo poderá potenciar a ação do ácido acetilsalicílico e do clopidogrel, de anticoagulantes como varfarina e heparina, além de antiinflamatórios não esteroidais como ibuprofeno ou naproxeno, aumentando, assim, o risco de sangramentos. Usuários de medicamentos contendo alho, vitamina E, varfarina, ácido acetilsalicílico e outras drogas antiplaquetárias ou anticoagulantes devem ser advertidos sobre os riscos decorrentes das possíveis interações com esta planta.

A administração do ginkgo poderá diminuir a ação de anticonvulsivantes (fenitoína) e, em presença de antidepressivos (inibidores da monoamino oxidase), intensifica a ação farmacológica destas drogas e, também, dos efeitos colaterais como cefaléia, tremores e surtos maníacos. Quando usado com sertralina poderá desencadear aumento nos batimentos cardíacos, hipertermia, sudorese intensificada, rigidez muscular e agitação.

Estudos preliminares demonstram que o ginkgo poderá afetar os níveis de insulina e do açúcar no sangue, o que demanda cuidados adicionais ao usuário destes medicamentos. Em teoria, o ginkgo poderá intensificar a ação de drogas usadas para disfunção erétil como sildenafil, dos efeitos colaterais de fluoruracil e da toxicidade renal das ciclosporinas. Doses elevadas de ginkgo poderão elevar a pressão sanguínea quando administrado com alimentos (com elevados níveis de proteína ou em conservas) que tenham tiramina.

Existem inúmeros estudos sobre as interações envolvendo o ginkgo, porém, não conclusivos, além de que alguns deles demonstram resultados contraditórios. Baseado em dados de laboratório e pesquisa em humanos, o uso de ginkgo poderá diminuir a pressão sanguínea embora haja relato de elevação de pressão em indivíduo que estava tomando diurético à base de tiazida. Teoricamente, altas concentrações de ginkgo poderão reduzir a fertilidade em homens e mulheres.
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico

Observações: Ginkgo biloba pode afetar o metabolismo de vários medicamentos. Existem relatos de casos de várias interações, mas no entanto, dados consistentes são limitados.
Interações: Ácido Acetilsalicílico (Aspirina®; Aspirina GR®; AAS®; Cartia®; Tromalyt®; Migraspirina®; ASP®)

Efeito
Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao efeito antiagregante plaquetar da aspirina aumenta o risco de hemorragia.
------

Ibuprofeno (Brufen®; Trifene®; Nurofen®; Seractil®;Moment®; Ozonol®; Spidifen®)

Efeito
Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao efeito antiagregante plaquetar do ibuprofeno aumenta o risco de hemorragia.
------

Varfarina (Varfine®)

Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao da varfarina (anticoagulante oral) aumenta o risco de hemorragia.
------

Indicações/Ações terapêuticas: vertigens e zumbido (tinidos) resultantes de distúrbios circulatórios gerais e distúrbios circulatórios periféricos (claudicação intermitente) e insuficiência vascular cerebral. Padronização/Marcador: Extrato padronizado com 24% de Ginkgoflavonóides (quercetina, Kaempfer Isorhamnetina) e 6% de terpenolactonas (bilobalide, ginkgolídeos A, B, C, E) [dose diária: 80 a 240 mg de extrato padronizado, em 2 ou 3 administrações ou 28,8 – 57,6 mg de ginkgoflavonóides e 7,20 – 14,4 mg de terpenolactonas].

Interações medicamentosas: O uso de ginkgo poderá potenciar a ação do ácido acetilsalicílico e do clopidogrel, de anticoagulantes como varfarina e heparina, além de antiinflamatórios não esteroidais como ibuprofeno ou naproxeno, aumentando, assim, o risco de sangramentos. Usuários de medicamentos contendo alho, vitamina E, varfarina, ácido acetilsalicílico e outras drogas antiplaquetárias ou anticoagulantes devem ser advertidos sobre os riscos decorrentes das possíveis interações com esta planta.

A administração do ginkgo poderá diminuir a ação de anticonvulsivantes (fenitoína) e, em presença de antidepressivos (inibidores da monoamino oxidase), intensifica a ação farmacológica destas drogas e, também, dos efeitos colaterais como cefaléia, tremores e surtos maníacos. Quando usado com sertralina poderá desencadear aumento nos batimentos cardíacos, hipertermia, sudorese intensificada, rigidez muscular e agitação.

Estudos preliminares demonstram que o ginkgo poderá afetar os níveis de insulina e do açúcar no sangue, o que demanda cuidados adicionais ao usuário destes medicamentos. Em teoria, o ginkgo poderá intensificar a ação de drogas usadas para disfunção erétil como sildenafil, dos efeitos colaterais de fluoruracil e da toxicidade renal das ciclosporinas. Doses elevadas de ginkgo poderão elevar a pressão sanguínea quando administrado com alimentos (com elevados níveis de proteína ou em conservas) que tenham tiramina.

Existem inúmeros estudos sobre as interações envolvendo o ginkgo, porém, não conclusivos, além de que alguns deles demonstram resultados contraditórios. Baseado em dados de laboratório e pesquisa em humanos, o uso de ginkgo poderá diminuir a pressão sanguínea embora haja relato de elevação de pressão em indivíduo que estava tomando diurético à base de tiazida. Teoricamente, altas concentrações de ginkgo poderão reduzir a fertilidade em homens e mulheres.
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Dexibuprofeno

Observações: Ginkgo biloba pode afetar o metabolismo de vários medicamentos. Existem relatos de casos de várias interações, mas no entanto, dados consistentes são limitados.
Interações: Ácido Acetilsalicílico (Aspirina®; Aspirina GR®; AAS®; Cartia®; Tromalyt®; Migraspirina®; ASP®)

Efeito
Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao efeito antiagregante plaquetar da aspirina aumenta o risco de hemorragia.
------

Ibuprofeno (Brufen®; Trifene®; Nurofen®; Seractil®;Moment®; Ozonol®; Spidifen®)

Efeito
Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao efeito antiagregante plaquetar do ibuprofeno aumenta o risco de hemorragia.
------

Varfarina (Varfine®)

Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao da varfarina (anticoagulante oral) aumenta o risco de hemorragia.
------

Indicações/Ações terapêuticas: vertigens e zumbido (tinidos) resultantes de distúrbios circulatórios gerais e distúrbios circulatórios periféricos (claudicação intermitente) e insuficiência vascular cerebral. Padronização/Marcador: Extrato padronizado com 24% de Ginkgoflavonóides (quercetina, Kaempfer Isorhamnetina) e 6% de terpenolactonas (bilobalide, ginkgolídeos A, B, C, E) [dose diária: 80 a 240 mg de extrato padronizado, em 2 ou 3 administrações ou 28,8 – 57,6 mg de ginkgoflavonóides e 7,20 – 14,4 mg de terpenolactonas].

Interações medicamentosas: O uso de ginkgo poderá potenciar a ação do ácido acetilsalicílico e do clopidogrel, de anticoagulantes como varfarina e heparina, além de antiinflamatórios não esteroidais como ibuprofeno ou naproxeno, aumentando, assim, o risco de sangramentos. Usuários de medicamentos contendo alho, vitamina E, varfarina, ácido acetilsalicílico e outras drogas antiplaquetárias ou anticoagulantes devem ser advertidos sobre os riscos decorrentes das possíveis interações com esta planta.

A administração do ginkgo poderá diminuir a ação de anticonvulsivantes (fenitoína) e, em presença de antidepressivos (inibidores da monoamino oxidase), intensifica a ação farmacológica destas drogas e, também, dos efeitos colaterais como cefaléia, tremores e surtos maníacos. Quando usado com sertralina poderá desencadear aumento nos batimentos cardíacos, hipertermia, sudorese intensificada, rigidez muscular e agitação.

Estudos preliminares demonstram que o ginkgo poderá afetar os níveis de insulina e do açúcar no sangue, o que demanda cuidados adicionais ao usuário destes medicamentos. Em teoria, o ginkgo poderá intensificar a ação de drogas usadas para disfunção erétil como sildenafil, dos efeitos colaterais de fluoruracil e da toxicidade renal das ciclosporinas. Doses elevadas de ginkgo poderão elevar a pressão sanguínea quando administrado com alimentos (com elevados níveis de proteína ou em conservas) que tenham tiramina.

Existem inúmeros estudos sobre as interações envolvendo o ginkgo, porém, não conclusivos, além de que alguns deles demonstram resultados contraditórios. Baseado em dados de laboratório e pesquisa em humanos, o uso de ginkgo poderá diminuir a pressão sanguínea embora haja relato de elevação de pressão em indivíduo que estava tomando diurético à base de tiazida. Teoricamente, altas concentrações de ginkgo poderão reduzir a fertilidade em homens e mulheres.
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Ibuprofeno

Observações: Ginkgo biloba pode afetar o metabolismo de vários medicamentos. Existem relatos de casos de várias interações, mas no entanto, dados consistentes são limitados.
Interações: Ácido Acetilsalicílico (Aspirina®; Aspirina GR®; AAS®; Cartia®; Tromalyt®; Migraspirina®; ASP®)

Efeito
Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao efeito antiagregante plaquetar da aspirina aumenta o risco de hemorragia.
------

Ibuprofeno (Brufen®; Trifene®; Nurofen®; Seractil®;Moment®; Ozonol®; Spidifen®)

Efeito
Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao efeito antiagregante plaquetar do ibuprofeno aumenta o risco de hemorragia.
------

Varfarina (Varfine®)

Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao da varfarina (anticoagulante oral) aumenta o risco de hemorragia.
------

Indicações/Ações terapêuticas: vertigens e zumbido (tinidos) resultantes de distúrbios circulatórios gerais e distúrbios circulatórios periféricos (claudicação intermitente) e insuficiência vascular cerebral. Padronização/Marcador: Extrato padronizado com 24% de Ginkgoflavonóides (quercetina, Kaempfer Isorhamnetina) e 6% de terpenolactonas (bilobalide, ginkgolídeos A, B, C, E) [dose diária: 80 a 240 mg de extrato padronizado, em 2 ou 3 administrações ou 28,8 – 57,6 mg de ginkgoflavonóides e 7,20 – 14,4 mg de terpenolactonas].

Interações medicamentosas: O uso de ginkgo poderá potenciar a ação do ácido acetilsalicílico e do clopidogrel, de anticoagulantes como varfarina e heparina, além de antiinflamatórios não esteroidais como ibuprofeno ou naproxeno, aumentando, assim, o risco de sangramentos. Usuários de medicamentos contendo alho, vitamina E, varfarina, ácido acetilsalicílico e outras drogas antiplaquetárias ou anticoagulantes devem ser advertidos sobre os riscos decorrentes das possíveis interações com esta planta.

A administração do ginkgo poderá diminuir a ação de anticonvulsivantes (fenitoína) e, em presença de antidepressivos (inibidores da monoamino oxidase), intensifica a ação farmacológica destas drogas e, também, dos efeitos colaterais como cefaléia, tremores e surtos maníacos. Quando usado com sertralina poderá desencadear aumento nos batimentos cardíacos, hipertermia, sudorese intensificada, rigidez muscular e agitação.

Estudos preliminares demonstram que o ginkgo poderá afetar os níveis de insulina e do açúcar no sangue, o que demanda cuidados adicionais ao usuário destes medicamentos. Em teoria, o ginkgo poderá intensificar a ação de drogas usadas para disfunção erétil como sildenafil, dos efeitos colaterais de fluoruracil e da toxicidade renal das ciclosporinas. Doses elevadas de ginkgo poderão elevar a pressão sanguínea quando administrado com alimentos (com elevados níveis de proteína ou em conservas) que tenham tiramina.

Existem inúmeros estudos sobre as interações envolvendo o ginkgo, porém, não conclusivos, além de que alguns deles demonstram resultados contraditórios. Baseado em dados de laboratório e pesquisa em humanos, o uso de ginkgo poderá diminuir a pressão sanguínea embora haja relato de elevação de pressão em indivíduo que estava tomando diurético à base de tiazida. Teoricamente, altas concentrações de ginkgo poderão reduzir a fertilidade em homens e mulheres.
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Varfarina

Observações: Ginkgo biloba pode afetar o metabolismo de vários medicamentos. Existem relatos de casos de várias interações, mas no entanto, dados consistentes são limitados.
Interações: Ácido Acetilsalicílico (Aspirina®; Aspirina GR®; AAS®; Cartia®; Tromalyt®; Migraspirina®; ASP®)

Efeito
Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao efeito antiagregante plaquetar da aspirina aumenta o risco de hemorragia.
------

Ibuprofeno (Brufen®; Trifene®; Nurofen®; Seractil®;Moment®; Ozonol®; Spidifen®)

Efeito
Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao efeito antiagregante plaquetar do ibuprofeno aumenta o risco de hemorragia.
------

Varfarina (Varfine®)

Pode aumentar risco de hemorragia.

Mecanismo
Ginkgolídeo B pode inibir o fator de ativação plaquetar, inibindo a sua agregação.
Este efeito somado ao da varfarina (anticoagulante oral) aumenta o risco de hemorragia.
------

Indicações/Ações terapêuticas: vertigens e zumbido (tinidos) resultantes de distúrbios circulatórios gerais e distúrbios circulatórios periféricos (claudicação intermitente) e insuficiência vascular cerebral. Padronização/Marcador: Extrato padronizado com 24% de Ginkgoflavonóides (quercetina, Kaempfer Isorhamnetina) e 6% de terpenolactonas (bilobalide, ginkgolídeos A, B, C, E) [dose diária: 80 a 240 mg de extrato padronizado, em 2 ou 3 administrações ou 28,8 – 57,6 mg de ginkgoflavonóides e 7,20 – 14,4 mg de terpenolactonas].

Interações medicamentosas: O uso de ginkgo poderá potenciar a ação do ácido acetilsalicílico e do clopidogrel, de anticoagulantes como varfarina e heparina, além de antiinflamatórios não esteroidais como ibuprofeno ou naproxeno, aumentando, assim, o risco de sangramentos. Usuários de medicamentos contendo alho, vitamina E, varfarina, ácido acetilsalicílico e outras drogas antiplaquetárias ou anticoagulantes devem ser advertidos sobre os riscos decorrentes das possíveis interações com esta planta.

A administração do ginkgo poderá diminuir a ação de anticonvulsivantes (fenitoína) e, em presença de antidepressivos (inibidores da monoamino oxidase), intensifica a ação farmacológica destas drogas e, também, dos efeitos colaterais como cefaléia, tremores e surtos maníacos. Quando usado com sertralina poderá desencadear aumento nos batimentos cardíacos, hipertermia, sudorese intensificada, rigidez muscular e agitação.

Estudos preliminares demonstram que o ginkgo poderá afetar os níveis de insulina e do açúcar no sangue, o que demanda cuidados adicionais ao usuário destes medicamentos. Em teoria, o ginkgo poderá intensificar a ação de drogas usadas para disfunção erétil como sildenafil, dos efeitos colaterais de fluoruracil e da toxicidade renal das ciclosporinas. Doses elevadas de ginkgo poderão elevar a pressão sanguínea quando administrado com alimentos (com elevados níveis de proteína ou em conservas) que tenham tiramina.

Existem inúmeros estudos sobre as interações envolvendo o ginkgo, porém, não conclusivos, além de que alguns deles demonstram resultados contraditórios. Baseado em dados de laboratório e pesquisa em humanos, o uso de ginkgo poderá diminuir a pressão sanguínea embora haja relato de elevação de pressão em indivíduo que estava tomando diurético à base de tiazida. Teoricamente, altas concentrações de ginkgo poderão reduzir a fertilidade em homens e mulheres.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ibuprofeno + Ginkgo biloba

Observações: O ibuprofeno é um substrato do CYP2C9.
Interações: Pode potenciar o risco de hemorragia. - Ginkgo biloba
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Anticoagulantes orais

Observações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes, Anticonvulsivantes, substâncias antiplaquetárias, buspirona, diltiazem, insulina, heparinas de baixo peso molecular, inibidores da monoamina oxidase, nicardipina, nifedipina, anti-inflamatórios não esteróides, papaverina, inibidores selectivos da recaptação de serotonina, hipericão, diuréticos tiazídicos, agentes trombolíticos e trazodona.
Interações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes. - Anticoagulantes orais
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Anticonvulsivantes

Observações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes, Anticonvulsivantes, substâncias antiplaquetárias, buspirona, diltiazem, insulina, heparinas de baixo peso molecular, inibidores da monoamina oxidase, nicardipina, nifedipina, anti-inflamatórios não esteróides, papaverina, inibidores selectivos da recaptação de serotonina, hipericão, diuréticos tiazídicos, agentes trombolíticos e trazodona.
Interações: O Ginkgo biloba interage com Anticonvulsivantes. - Anticonvulsivantes
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Antiagregantes plaquetários

Observações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes, Anticonvulsivantes, substâncias antiplaquetárias, buspirona, diltiazem, insulina, heparinas de baixo peso molecular, inibidores da monoamina oxidase, nicardipina, nifedipina, anti-inflamatórios não esteróides, papaverina, inibidores selectivos da recaptação de serotonina, hipericão, diuréticos tiazídicos, agentes trombolíticos e trazodona.
Interações: O Ginkgo biloba interage com as substâncias antiplaquetárias. - Antiagregantes plaquetários
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Buspirona

Observações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes, Anticonvulsivantes, substâncias antiplaquetárias, buspirona, diltiazem, insulina, heparinas de baixo peso molecular, inibidores da monoamina oxidase, nicardipina, nifedipina, anti-inflamatórios não esteróides, papaverina, inibidores selectivos da recaptação de serotonina, hipericão, diuréticos tiazídicos, agentes trombolíticos e trazodona.
Interações: O Ginkgo biloba interage com a buspirona. - Buspirona
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Diltiazem

Observações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes, Anticonvulsivantes, substâncias antiplaquetárias, buspirona, diltiazem, insulina, heparinas de baixo peso molecular, inibidores da monoamina oxidase, nicardipina, nifedipina, anti-inflamatórios não esteróides, papaverina, inibidores selectivos da recaptação de serotonina, hipericão, diuréticos tiazídicos, agentes trombolíticos e trazodona.
Interações: O Ginkgo biloba interage com o diltiazem. - Diltiazem
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Insulinas

Observações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes, Anticonvulsivantes, substâncias antiplaquetárias, buspirona, diltiazem, insulina, heparinas de baixo peso molecular, inibidores da monoamina oxidase, nicardipina, nifedipina, anti-inflamatórios não esteróides, papaverina, inibidores selectivos da recaptação de serotonina, hipericão, diuréticos tiazídicos, agentes trombolíticos e trazodona.
Interações: O Ginkgo biloba interage com a insulina. - Insulinas
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Heparinas

Observações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes, Anticonvulsivantes, substâncias antiplaquetárias, buspirona, diltiazem, insulina, heparinas de baixo peso molecular, inibidores da monoamina oxidase, nicardipina, nifedipina, anti-inflamatórios não esteróides, papaverina, inibidores selectivos da recaptação de serotonina, hipericão, diuréticos tiazídicos, agentes trombolíticos e trazodona.
Interações: O Ginkgo biloba interage com as heparinas de baixo peso molecular. - Heparinas
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)

Observações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes, Anticonvulsivantes, substâncias antiplaquetárias, buspirona, diltiazem, insulina, heparinas de baixo peso molecular, inibidores da monoamina oxidase, nicardipina, nifedipina, anti-inflamatórios não esteróides, papaverina, inibidores selectivos da recaptação de serotonina, hipericão, diuréticos tiazídicos, agentes trombolíticos e trazodona.
Interações: O Ginkgo biloba interage com inibidores da monoamina oxidase. - Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Nicardipina

Observações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes, Anticonvulsivantes, substâncias antiplaquetárias, buspirona, diltiazem, insulina, heparinas de baixo peso molecular, inibidores da monoamina oxidase, nicardipina, nifedipina, anti-inflamatórios não esteróides, papaverina, inibidores selectivos da recaptação de serotonina, hipericão, diuréticos tiazídicos, agentes trombolíticos e trazodona.
Interações: O Ginkgo biloba interage com a nicardipina. - Nicardipina
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Nifedipina

Observações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes, Anticonvulsivantes, substâncias antiplaquetárias, buspirona, diltiazem, insulina, heparinas de baixo peso molecular, inibidores da monoamina oxidase, nicardipina, nifedipina, anti-inflamatórios não esteróides, papaverina, inibidores selectivos da recaptação de serotonina, hipericão, diuréticos tiazídicos, agentes trombolíticos e trazodona.
Interações: O Ginkgo biloba interage com a nifedipina. - Nifedipina
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)

Observações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes, Anticonvulsivantes, substâncias antiplaquetárias, buspirona, diltiazem, insulina, heparinas de baixo peso molecular, inibidores da monoamina oxidase, nicardipina, nifedipina, anti-inflamatórios não esteróides, papaverina, inibidores selectivos da recaptação de serotonina, hipericão, diuréticos tiazídicos, agentes trombolíticos e trazodona.
Interações: O Ginkgo biloba interage com os anti-inflamatórios não esteróides. - Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Papaverina

Observações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes, Anticonvulsivantes, substâncias antiplaquetárias, buspirona, diltiazem, insulina, heparinas de baixo peso molecular, inibidores da monoamina oxidase, nicardipina, nifedipina, anti-inflamatórios não esteróides, papaverina, inibidores selectivos da recaptação de serotonina, hipericão, diuréticos tiazídicos, agentes trombolíticos e trazodona.
Interações: O Ginkgo biloba interage com a papaverina. - Papaverina
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Inibidores Selectivos da Recaptação da Serotonina (ISRS) (SSRIs)

Observações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes, Anticonvulsivantes, substâncias antiplaquetárias, buspirona, diltiazem, insulina, heparinas de baixo peso molecular, inibidores da monoamina oxidase, nicardipina, nifedipina, anti-inflamatórios não esteróides, papaverina, inibidores selectivos da recaptação de serotonina, hipericão, diuréticos tiazídicos, agentes trombolíticos e trazodona.
Interações: O Ginkgo biloba interage com os inibidores selectivos da recaptação de serotonina. - Inibidores Selectivos da Recaptação da Serotonina (ISRS) (SSRIs)
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Hipericão (Erva de S. João)

Observações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes, Anticonvulsivantes, substâncias antiplaquetárias, buspirona, diltiazem, insulina, heparinas de baixo peso molecular, inibidores da monoamina oxidase, nicardipina, nifedipina, anti-inflamatórios não esteróides, papaverina, inibidores selectivos da recaptação de serotonina, hipericão, diuréticos tiazídicos, agentes trombolíticos e trazodona.
Interações: O Ginkgo biloba interage com o hipericão. - Hipericão (Erva de S. João)
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Diuréticos tiazídicos (Tiazidas)

Observações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes, Anticonvulsivantes, substâncias antiplaquetárias, buspirona, diltiazem, insulina, heparinas de baixo peso molecular, inibidores da monoamina oxidase, nicardipina, nifedipina, anti-inflamatórios não esteróides, papaverina, inibidores selectivos da recaptação de serotonina, hipericão, diuréticos tiazídicos, agentes trombolíticos e trazodona.
Interações: O Ginkgo biloba interage com os diuréticos tiazídicos. - Diuréticos tiazídicos (Tiazidas)
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Trombolíticos

Observações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes, Anticonvulsivantes, substâncias antiplaquetárias, buspirona, diltiazem, insulina, heparinas de baixo peso molecular, inibidores da monoamina oxidase, nicardipina, nifedipina, anti-inflamatórios não esteróides, papaverina, inibidores selectivos da recaptação de serotonina, hipericão, diuréticos tiazídicos, agentes trombolíticos e trazodona.
Interações: O Ginkgo biloba interage com os agentes trombolíticos. - Trombolíticos
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Trazodona

Observações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes, Anticonvulsivantes, substâncias antiplaquetárias, buspirona, diltiazem, insulina, heparinas de baixo peso molecular, inibidores da monoamina oxidase, nicardipina, nifedipina, anti-inflamatórios não esteróides, papaverina, inibidores selectivos da recaptação de serotonina, hipericão, diuréticos tiazídicos, agentes trombolíticos e trazodona.
Interações: O Ginkgo biloba interage com a trazodona. - Trazodona
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Didrogesterona + Ginkgo biloba

Observações: N.D.
Interações: Dados in vitro indicam que a didrogesterona e o seu metabolito principal 20 α- dihidrodidrogesterona (DHD) podem ser metabolizados pelas isoenzimas 3A4 e 2C19 do citocromo P 450. Como tal, o metabolismo da didrogesterona poderá estar aumentado pela utilização concomitante de substâncias conhecidas por induzir estas isoenzimas, tais como, anticonvulsionantes (por ex. fenobarbital, fenítoina, carbamazepina), anti-infeciosos (por ex. rifampicina, rifambutina, nevirapina, efavirenz) e preparações à base de plantas contendo, por ex., Erva de São João (Hyperium perforatum), raiz de valeriana, salva ou ginkgo biloba. - Ginkgo biloba
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ibuprofeno + Pseudoefedrina + Ginkgo biloba

Observações: N.D.
Interações: Heparina, Gingko biloba: Aumento do risco de hemorragia. - Ginkgo biloba
Não recomendado/Evitar

Efavirenz + Ginkgo biloba

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os compostos ou preparações à base de plantas (por exemplo extratos de Ginkgo biloba e hipericão (Hypericum perforatum)) que induzem estas enzimas podem originar concentrações diminuídas de efavirenz. A utilização concomitante de hipericão (Hypericum perforatum) é contraindicada. Não é recomendada a utilização concomitante de extratos de Ginkgo biloba. - Ginkgo biloba
Não recomendado/Evitar

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir + Ginkgo biloba

Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes medicamentos só foram realizados em adultos.
Interações: Os compostos ou preparações de plantas medicinais (por exemplo extratos de Ginkgo biloba e hipericão) que induzem estas enzimas podem dar origem a uma diminuição das concentrações plasmáticas do efavirenz. A utilização concomitante de hipericão está contraindicada. Não se recomenda a utilização concomitante de extratos de Ginkgo biloba. - Ginkgo biloba
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clormezanona + Diazepam + Ginkgo biloba

Observações: n.d.
Interações: Devido ao diazepam: O efeito anticonvulsivante diminuiu em: ginkgo. - Ginkgo biloba
Usar com precaução

Ibuprofeno + Cafeína + Dimenidrinato + Ginkgo biloba

Observações: n.d.
Interações: Interações devidas ao ibuprofeno: Risco de sangramento com: ginkgo biloba, trombolíticos. - Ginkgo biloba
Usar com precaução

Ibuprofeno + Alumínio glicinato + Metamizol + Ginkgo biloba

Observações: n.d.
Interações: Devido ao ibuprofeno: Risco de sangramento com: ginkgo biloba, trombolíticos. - Ginkgo biloba
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interações do Ginkgo biloba
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 08 de Setembro de 2020