Zonisamida

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Condução DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
Zonisamida é um anticonvulsivante sulfonamida aprovado para uso como terapia adjuvante em adultos com crises de início parcial.

A Zonisamida pode ser um inibidor da anidrase carbónica, embora este não seja um dos principais mecanismos de ação.

Zonisamida pode agir bloqueando o disparo repetitivo dos canais de sódio dependentes da voltagem, levando a uma redução das correntes dos canais de cálcio do tipo T, ou ligando para alostericamente receptores GABA.

Esta última ação pode inibir a absorção do neurotransmissor inibitório GABA, reforçando simultaneamente a captação do neurotransmissor excitatório glutamato.
Usos comuns
Zonisamida é usado juntamente com outros medicamentos para controlar crises parciais (convulsões) no tratamento da epilepsia.

Isso é um anticonvulsivo obras Zonisamida, no tecido cerebral de parar convulsões.

Zonisamida está disponível apenas sob prescrição médica.
Tipo
Molécula pequena
História
A Zonisamida foi descoberta por Uno e seus colegas em 1972 e lançado pela Dainippon Sumitomo Pharma (anteriormente Dainippon Pharmaceutical) em 1989, como Excegran no Japão. Foi comercializado pela Élan nos Estados Unidos a partir de 2000 como Zonegran, antes Élan transferiu os seus interesses em zonisamide a Eisai em 2004. Eisai também comercializa Zonegran na Ásia (China, Taiwan, e catorze outros) e na Europa (a começar na Alemanha e no Reino Unido).
Indicações
Zonisamida é indicado como:
• monoterapia no tratamento de crises epiléticas parciais, com ou sem generalização secundária, em doentes adultos com diagnóstico recente de epilepsia

• terapêutica coadjuvante no tratamento de crises epiléticas parciais, com ou sem generalização secundária, em adultos, adolescentes e crianças com 6 anos de idade ou mais
Classificação CFT
02.06     Antiepiléticos e anticonvulsivantes
Mecanismo De Ação
O mecanismo de ação da zonisamida não está ainda completamente elucidado, no entanto esta parece atuar sobre os canais de sódio e de cálcio sensíveis à voltagem, interrompendo, desta forma, o disparo neuronal sincronizado reduzindo assim o alastramento das descargas das crises e impedindo a atividade epilética subsequente. A zonisamida exerce também um efeito modulatório na inibição neuronal mediada pelo GABA.
Posologia Orientativa
Quando tomar Zonisamida isoladamente:
A dose inicial é de 100 mg tomados uma vez ao dia.
Esta poderá ser aumentada em incrementos de até 100 mg em intervalos de duas semanas.
A dose habitual é de 300 mg uma vez ao dia.

Quando tomar Zonisamida com outros medicamentos antiepiléticos:
A dose inicial habitual é de 50 mg por dia divididos em duas doses iguais de 25 mg.
Esta poderá ser aumentada em incrementos de até 100 mg em intervalos de uma ou duas semanas.
A dose diária habitual é entre 300 mg a 500 mg.
Algumas pessoas respondem a doses mais baixas.
A dose pode ser aumentada de forma mais lenta caso venha a experimentar efeitos secundários, se for idoso ou sofrer de problemas nos rins ou no fígado.

Utilização em crianças (com 6 a 11 anos de idade) e adolescentes (com 12 a 17 anos de idade) com pelo menos 20 kg de peso
A dose inicial é de 1 mg por kg de peso corporal tomada uma vez por dia.
Esta pode ser aumentada em 1 mg por kg de peso corporal em intervalos de uma a duas semanas.
A dose diária habitual é de 6 a 8 mg por kg de peso corporal ou 300 a 500 mg (a que for mais baixa) tomada uma vez por dia.
Administração
Este medicamento destina-se a ser utilizado por via oral.
Contraindicações
Hipersensibilidade à Zonisamida.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Contacte imediatamente o seu médico se:
tiver dificuldade em respirar, tiver a face, a língua ou os lábios inchados, ou uma erupção cutânea grave pois estes sintomas podem indicar que está a sofrer uma reação alérgica grave.
tiver sinais de golpe de calor–temperatura corporal elevada mas com pouca ou nenhuma sudação, batimento cardíaco e respiração rápida, cãibras musculares e confusão.
tiver pensamentos de auto-agressão ou de suicídio. Um pequeno número de pessoas que iniciaram tratamento com antiepiléticos como o Zonisamida teve pensamentos de auto-agressão ou de suicídio.
tiver dores musculares ou uma sensação de fraqueza, pois isto pode ser sinal de uma degradação muscular anormal que pode levar a problemas nos rins.
sentir uma dor súbita nas costas ou no estômago, sentir dor ao urinar ou notar a presença de sangue na urina, pois isto pode ser um sinal de cálculos renais.

Contacte o seu médico logo que possível se:
tiver uma erupção cutânea sem explicação aparente, pois esta pode vir a desenvolver-se numa erupção cutânea mais grave ou provocar a descamação da pele.
se sentir anormalmente cansado ou com febre, tiver a garganta irritada, gânglios inchados ou notar que lhe aparecem marcas de contusões com facilidade pois isto pode significar que sofre de um problema no sangue.
tiver sinais de níveis de ácido no sangue elevados - dores de cabeça, sonolência, falta de ar e perda de apetite.
O seu médico pode querer observar ou tratar isto.
O seu médico pode decidir que deve interromper o tratamento com Zonisamida.
Os efeitos secundários mais frequentes de Zonisamida são ligeiros. Estes ocorrem durante o primeiro mês de tratamento e normalmente diminuem com a progressão do tratamento.
Em crianças com 6 a 17 anos de idade, os efeitos secundários foram consistentes com aqueles descritos abaixo com as seguintes exceções: pneumonia, desidratação, diminuição da sudação (frequente) e alteração das enzimas hepáticas (pouco frequentes).

Efeitos secundários muito frequentes: podem afetar mais de 1 em cada 10 pessoas
agitação, irritabilidade, confusão, depressão
deficiente coordenação muscular, tonturas, deterioração da memória, sonolência, visão dupla
perda de apetite, diminuição nos níveis sanguíneos de bicarbonato (uma substância que evita que o seu sangue se torne ácido)

Efeitos secundários frequentes: podem afetar até 1 em cada 10 pessoas
insónia, pensamentos estranhos ou pouco comuns, sentir-se ansioso ou emocional
pensamento lento, perda de concentração, disfunção da fala, sensação anormal na pele (sensação de formigueiro), tremores, movimento involuntário dos olhos
cálculos renais (pedras nos rins)
erupções cutâneas, comichão, reações alérgicas, febre, cansaço, sintomas gripais, queda de cabelo
equimose (uma pequena mancha na pele provocada pelo derrame de sangue a partir de vasos sanguíneos danificados)
diminuição de peso, náuseas, indigestão, dores de estômago, diarreia (fezes moles), prisão de ventre
inchaço dos pés e pernas.

Efeitos secundários pouco frequentes: podem afetar até 1 em cada 100 pessoas
estado colérico, agressão, pensamentos suicidas, tentativas de suicídio
vómitos
inflamação da vesícula biliar, cálculos biliares
cálculos urinários
infeção/inflamação dos pulmões e infeções do trato urinário
baixos níveis de potássio no sangue, convulsões/crises epiléticas

Efeitos secundários muito raros: podem afetar até 1 em cada 10.000 pessoas
alucinações, perda de memória, coma, síndrome neurolético maligno (incapacidade de se mover, suores, febre, incontinência), estado de mal epilético (crises epiléticas prolongadas ou repetidas)
afeções respiratórias, falta de ar, inflamação dos pulmões
inflamação do pâncreas (dor grave no estômago ou nas costas)
problemas no fígado, falha dos rins (falência renal), aumento dos níveis de creatinina no sangue (um produto de degradação que os seus rins deveriam normalmente remover)
situações graves de erupção cutânea ou descamação da pele (ao mesmo tempo pode sentir-se mal disposto ou desenvolver febre)
degradação muscular anormal (pode sentir dor ou fraqueza dos músculos) que pode levar a problemas nos rins
inchaço das glândulas, alterações hematológicas (diminuição no número de células sanguíneas, o que pode tornar as infeções mais prováveis e pode fazê-lo parecer pálido, sentir-se cansado ou com febre ou desenvolver facilmente nódoas negras)
diminuição da transpiração e golpe de calor
Advertências
Gravidez
Gravidez:Toxicidade em estudos animais; usar apenas se o benefício potencial ultrapassar o possível risco; deve usar-se contracepção eficaz durante o tratamento e mais 4 semanas uma vez este terminado. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Aleitamento
Aleitamento:Evitar; o produtor avisa que se deve evitar o aleitamento até 4 semanas depois da sua administração.
Conducao
Conducao:Este medicamento pode afetar a concentração, a capacidade de resposta/reação e pode fazê-lo sentir-se com sono, particularmente no início do tratamento ou depois de um aumento na dose. Tenha especial cuidado na condução de veículos.
Precauções Gerais
Zonisamida pertence a um grupo de medicamentos (sulfonamidas) que podem provocar reações alérgicas graves, erupções cutâneas graves e problemas no sangue, os quais, em casos muito raros, podem ser fatais.
Podem ocorrer erupções cutâneas graves com a terapêutica com este medicamento, incluindo casos de síndrome de Stevens-Johnson.

tiver menos de 12 anos de idade, já que poderá apresentar um maior risco de redução da sudação, golpe de calor, pneumonia e problemas hepáticos.
Se tiver menos de 6 anos de idade, Zonisamida não é recomendado para si.
for idoso, pois a sua dose de Zonisamida pode precisar de ser ajustada e pode ter uma maior probabilidade de vir a desenvolver uma reação alérgica, uma erupção cutânea grave, inchaço dos pés e pernas e comichão durante o tratamento com Zonisamida.
sofrer de problemas hepáticos (no fígado), pois a sua dose de Zonisamida pode precisar de ser ajustada.
sofrer de problemas renais (nos rins), pois a sua dose de Zonisamida pode precisar de ser ajustada.
tiver tido anteriormente cálculos renais (pedra nos rins), pois pode ter um risco aumentado de desenvolver mais cálculos.
Reduza o risco de desenvolver cálculos renais bebendo água em quantidade suficiente.
viver ou estiver de férias num local onde o tempo é quente.
Este medicamento pode provocar uma redução na transpiração o que pode levar a um aumento na temperatura corporal.
Reduza o risco de sobreaquecimento bebendo água em quantidade suficiente e mantendo-se fresco.
tiver baixo peso ou tiver perdido muito peso pois este medicamento pode provocar uma perda adicional de peso.
Informe o seu médico pois é possível que o seu peso tenha de ser vigiado.

Crianças e adolescentes
Fale com o seu médico sobre os seguintes riscos:
Prevenção de golpe de calor e desidratação nas crianças este medicamento pode fazer com que a sua criança transpire menos e sobreaqueça e se a sua criança não for tratada, isto pode levar a lesão cerebral e morte.
Este medicamento não é recomendado para crianças com baixo peso ou com pouco apetite e deve ser utilizado com precaução naqueles com menos de 20 kg.
Nível aumentado de ácido no sangue e cálculos renais: reduz a estes riscos ao assegurar que a sua criança bebe suficiente água e não está a tomar qualquer outro medicamento que possa causar cálculos renais.
Não dê este medicamento a crianças com menos de 6 anos de idade dado não se saber se os potenciais benefícios são superiores aos riscos para este grupo etário.
Cuidados com a Dieta
Zonisamida pode ser tomado independentemente das refeições.
Terapêutica Interrompida
Caso se tenha esquecido de tomar uma dose, não se preocupe: tome a próxima dose no seu devido tempo.
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Não conservar acima de 30°C.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Sem significado Clínico

Retigabina + Zonisamida

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Com base nesses dados agrupados, a retigabina não causou efeitos clinicamente significativos no plasma nas concentrações dos seguintes antiepiléticos: Carbamazepina, clobazam, clonazepam, gabapentina, lamotrigina, levetiracetam, oxcarbazepina, fenobarbital, fenitoína, pregabalina, topiramato, valproato, zonisamida.

Perampanel + Zonisamida

Observações: Perampanel não é considerado um indutor ou inibidor potente das enzimas do citocromo P450 ou da UGT. O perampanel é administrado até obtenção do efeito clínico independentemente de outros antiepiléticos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Num estudo farmacocinético populacional dos doentes adolescentes dos estudos clínicos de Fase 3, não se observaram diferenças dignas de nota entre esta população e a população global.
Interações: As interações potenciais entre Perampanel (até 12 mg uma vez por dia) e outros medicamentos antiepiléticos foram analisadas em estudos clínicos e avaliadas na análise farmacocinética populacional de quatro estudos agrupados de Fase 3, incluindo doentes com crises epiléticas parciais e convulsões tónico-clónicas generalizadas primárias. Zonisamida: Influência do antiepilético na concentração de Perampanel: Sem influência Influência de Perampanel na concentração do antiepilético: Sem influência Numa análise farmacocinética populacional de doentes com crises epiléticas parciais medicados com Perampanel até 12 mg/dia em ensaios clínicos controlados com placebo, Perampanel não afetou a depuração do clonazepam, levetiracetam, fenobarbital, fenitoína, topiramato, zonisamida, carbamazepina, clobazam, lamotrigina e ácido valpróico de maneira clinicamente relevante com a dose mais elevada de perampanel avaliada (12 mg/dia).

Zonisamida + Citocromo P450

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeito de Zonisamida nas enzimas do citocromo P450: Estudos in vitro utilizando microssomas hepáticos humanos demonstraram pouca ou nenhuma inibição (< 25%) das isoenzimas do citocromo P450 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A4 para níveis de zonisamida superiores em aproximadamente duas vezes ou mais relativamente às concentrações séricas clinicamente relevantes de zonisamida livre. Deste modo, não é de esperar que Zonisamida afete a farmacocinética de outros medicamentos por intermédio de mecanismos mediados pelo citocromo P450, tal como demonstrado in vivo para a carbamazepina, fenitoína, etinilestradiol e desipramina.

Zonisamida + Carbamazepina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeito de Zonisamida nas enzimas do citocromo P450: Estudos in vitro utilizando microssomas hepáticos humanos demonstraram pouca ou nenhuma inibição (< 25%) das isoenzimas do citocromo P450 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A4 para níveis de zonisamida superiores em aproximadamente duas vezes ou mais relativamente às concentrações séricas clinicamente relevantes de zonisamida livre. Deste modo, não é de esperar que Zonisamida afete a farmacocinética de outros medicamentos por intermédio de mecanismos mediados pelo citocromo P450, tal como demonstrado in vivo para a carbamazepina, fenitoína, etinilestradiol e desipramina. Potencial de Zonisamida para afetar outros medicamentos: Medicamentos antiepiléticos: Em doentes epiléticos, a dosagem estabilizada com Zonisamida não resultou em qualquer efeito farmacocinético clinicamente relevante sobre a carbamazepina, a lamotrigina, a fenitoína, ou o valproato de sódio. Potenciais interações medicamentosas que afetem Zonisamida: Em estudos clínicos a co-administração de lamotrigina não aparentou ter qualquer efeito na farmacocinética da zonisamida. A conjugação de Zonisamida com outros medicamentos suscetíveis de provocar urolitíase pode potenciar o risco de desenvolvimento de cálculos renais devendo, deste modo, a administração concomitante destes medicamentos ser evitada. A zonisamida é parcialmente metabolizada pela CYP3A4 (clivagem redutora) e também pelas N-acetiltransferases com conjugação com o ácido glucurónico. Deste modo, substâncias que podem induzir ou inibir estas enzimas podem afetar a farmacocinética da zonisamida: Indução enzimática: A exposição a zonisamida é mais baixa em doentes epiléticos a receber agentes indutores da CYP3A4 como a fenitoína, a carbamazepina e a fenobarbitona. É pouco provável que estes efeitos tenham significado clínico quando Zonisamida é adicionado a uma terapêutica preexistente. No entanto, podem ocorrer alterações nas concentrações de zonisamida caso um antiepilético concomitante ou qualquer outro fármaco indutor da CYP3A4 seja retirado, introduzido ou tenha a sua dose alterada podendo a dose de Zonisamida necessitar de ser ajustada. A rifampicina é um potente indutor da CYP3A4. Caso seja necessária a co-administração, o doente deve ser cuidadosamente monitorizado e a dose de Zonisamida e de outros substratos da CYP3A4 ajustada, conforme necessário.

Zonisamida + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeito de Zonisamida nas enzimas do citocromo P450: Estudos in vitro utilizando microssomas hepáticos humanos demonstraram pouca ou nenhuma inibição (< 25%) das isoenzimas do citocromo P450 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A4 para níveis de zonisamida superiores em aproximadamente duas vezes ou mais relativamente às concentrações séricas clinicamente relevantes de zonisamida livre. Deste modo, não é de esperar que Zonisamida afete a farmacocinética de outros medicamentos por intermédio de mecanismos mediados pelo citocromo P450, tal como demonstrado in vivo para a carbamazepina, fenitoína, etinilestradiol e desipramina. Potencial de Zonisamida para afetar outros medicamentos: Medicamentos antiepiléticos: Em doentes epiléticos, a dosagem estabilizada com Zonisamida não resultou em qualquer efeito farmacocinético clinicamente relevante sobre a carbamazepina, a lamotrigina, a fenitoína, ou o valproato de sódio. Potenciais interações medicamentosas que afetem Zonisamida: Em estudos clínicos a co-administração de lamotrigina não aparentou ter qualquer efeito na farmacocinética da zonisamida. A conjugação de Zonisamida com outros medicamentos suscetíveis de provocar urolitíase pode potenciar o risco de desenvolvimento de cálculos renais devendo, deste modo, a administração concomitante destes medicamentos ser evitada. A zonisamida é parcialmente metabolizada pela CYP3A4 (clivagem redutora) e também pelas N-acetiltransferases com conjugação com o ácido glucurónico. Deste modo, substâncias que podem induzir ou inibir estas enzimas podem afetar a farmacocinética da zonisamida: Indução enzimática: A exposição a zonisamida é mais baixa em doentes epiléticos a receber agentes indutores da CYP3A4 como a fenitoína, a carbamazepina e a fenobarbitona. É pouco provável que estes efeitos tenham significado clínico quando Zonisamida é adicionado a uma terapêutica preexistente. No entanto, podem ocorrer alterações nas concentrações de zonisamida caso um antiepilético concomitante ou qualquer outro fármaco indutor da CYP3A4 seja retirado, introduzido ou tenha a sua dose alterada podendo a dose de Zonisamida necessitar de ser ajustada. A rifampicina é um potente indutor da CYP3A4. Caso seja necessária a co-administração, o doente deve ser cuidadosamente monitorizado e a dose de Zonisamida e de outros substratos da CYP3A4 ajustada, conforme necessário.

Zonisamida + Etinilestradiol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeito de Zonisamida nas enzimas do citocromo P450: Estudos in vitro utilizando microssomas hepáticos humanos demonstraram pouca ou nenhuma inibição (< 25%) das isoenzimas do citocromo P450 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A4 para níveis de zonisamida superiores em aproximadamente duas vezes ou mais relativamente às concentrações séricas clinicamente relevantes de zonisamida livre. Deste modo, não é de esperar que Zonisamida afete a farmacocinética de outros medicamentos por intermédio de mecanismos mediados pelo citocromo P450, tal como demonstrado in vivo para a carbamazepina, fenitoína, etinilestradiol e desipramina.

Zonisamida + Desipramina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeito de Zonisamida nas enzimas do citocromo P450: Estudos in vitro utilizando microssomas hepáticos humanos demonstraram pouca ou nenhuma inibição (< 25%) das isoenzimas do citocromo P450 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A4 para níveis de zonisamida superiores em aproximadamente duas vezes ou mais relativamente às concentrações séricas clinicamente relevantes de zonisamida livre. Deste modo, não é de esperar que Zonisamida afete a farmacocinética de outros medicamentos por intermédio de mecanismos mediados pelo citocromo P450, tal como demonstrado in vivo para a carbamazepina, fenitoína, etinilestradiol e desipramina.

Zonisamida + Antiepilépticos (AEs)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potencial de Zonisamida para afetar outros medicamentos: Medicamentos antiepiléticos: Em doentes epiléticos, a dosagem estabilizada com Zonisamida não resultou em qualquer efeito farmacocinético clinicamente relevante sobre a carbamazepina, a lamotrigina, a fenitoína, ou o valproato de sódio.

Zonisamida + Lamotrigina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potencial de Zonisamida para afetar outros medicamentos: Medicamentos antiepiléticos: Em doentes epiléticos, a dosagem estabilizada com Zonisamida não resultou em qualquer efeito farmacocinético clinicamente relevante sobre a carbamazepina, a lamotrigina, a fenitoína, ou o valproato de sódio.

Zonisamida + Ácido Valpróico (Valproato de sódio)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potencial de Zonisamida para afetar outros medicamentos: Medicamentos antiepiléticos: Em doentes epiléticos, a dosagem estabilizada com Zonisamida não resultou em qualquer efeito farmacocinético clinicamente relevante sobre a carbamazepina, a lamotrigina, a fenitoína, ou o valproato de sódio.

Zonisamida + Contracetivos orais

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potencial de Zonisamida para afetar outros medicamentos: Contracetivos orais: Em estudos clínicos com voluntárias saudáveis, a dosagem estabilizada com Zonisamida não afetou as concentrações séricas de etinilestradiol ou noretisterona num contracetivo oral combinado.

Zonisamida + Etinilestradiol + Noretisterona

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potencial de Zonisamida para afetar outros medicamentos: Contracetivos orais: Em estudos clínicos com voluntárias saudáveis, a dosagem estabilizada com Zonisamida não afetou as concentrações séricas de etinilestradiol ou noretisterona num contracetivo oral combinado.

Zonisamida + Inibidores da Anidrase Carbónica

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potencial de Zonisamida para afetar outros medicamentos: Inibidores da anidrase carbónica: Zonisamida deve ser utilizado com precaução em doentes adultos que estejam a ser tratados simultaneamente com inibidores da anidrase carbónica tais como o topiramato e a acetazolamida uma vez que não existem informações suficientes para que possa ser excluída uma eventual interação farmacodinâmica. Zonisamida não deve ser utilizado como co-medicação em doentes pediátricos com outros inibidores da anidrase carbónica, tais como o topiramato e a acetazolamida.

Zonisamida + Topiramato

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potencial de Zonisamida para afetar outros medicamentos: Inibidores da anidrase carbónica: Zonisamida deve ser utilizado com precaução em doentes adultos que estejam a ser tratados simultaneamente com inibidores da anidrase carbónica tais como o topiramato e a acetazolamida uma vez que não existem informações suficientes para que possa ser excluída uma eventual interação farmacodinâmica. Zonisamida não deve ser utilizado como co-medicação em doentes pediátricos com outros inibidores da anidrase carbónica, tais como o topiramato e a acetazolamida.

Zonisamida + Acetazolamida

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potencial de Zonisamida para afetar outros medicamentos: Inibidores da anidrase carbónica: Zonisamida deve ser utilizado com precaução em doentes adultos que estejam a ser tratados simultaneamente com inibidores da anidrase carbónica tais como o topiramato e a acetazolamida uma vez que não existem informações suficientes para que possa ser excluída uma eventual interação farmacodinâmica. Zonisamida não deve ser utilizado como co-medicação em doentes pediátricos com outros inibidores da anidrase carbónica, tais como o topiramato e a acetazolamida.

Zonisamida + Substratos da glicoproteína-P (Gp-P)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potencial de Zonisamida para afetar outros medicamentos: Substratos da glicoproteína-P (P-gp): Um estudo in vitro demonstrou que a zonisamida é um inibidor fraco da P-gp (MDR1) com um IC50 de 267 μmol/l e que existe teoricamente a possibilidade de a zonisamida afetar a farmacocinética de substâncias que sejam substratos da P-gp. Aconselha-se cuidado no início e na descontinuação da terapêutica com zonisamida bem como na alteração da sua dose em doentes que estejam também a ser tratados com medicamentos que sejam substratos da P-gp (por ex., digoxina, quinidina).

Zonisamida + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potencial de Zonisamida para afetar outros medicamentos: Substratos da glicoproteína-P (P-gp): Um estudo in vitro demonstrou que a zonisamida é um inibidor fraco da P-gp (MDR1) com um IC50 de 267 μmol/l e que existe teoricamente a possibilidade de a zonisamida afetar a farmacocinética de substâncias que sejam substratos da P-gp. Aconselha-se cuidado no início e na descontinuação da terapêutica com zonisamida bem como na alteração da sua dose em doentes que estejam também a ser tratados com medicamentos que sejam substratos da P-gp (por ex., digoxina, quinidina).

Zonisamida + Quinidina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potencial de Zonisamida para afetar outros medicamentos: Substratos da glicoproteína-P (P-gp): Um estudo in vitro demonstrou que a zonisamida é um inibidor fraco da P-gp (MDR1) com um IC50 de 267 μmol/l e que existe teoricamente a possibilidade de a zonisamida afetar a farmacocinética de substâncias que sejam substratos da P-gp. Aconselha-se cuidado no início e na descontinuação da terapêutica com zonisamida bem como na alteração da sua dose em doentes que estejam também a ser tratados com medicamentos que sejam substratos da P-gp (por ex., digoxina, quinidina).

Zonisamida + Indutores do CYP3A4

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potenciais interações medicamentosas que afetem Zonisamida: Em estudos clínicos a co-administração de lamotrigina não aparentou ter qualquer efeito na farmacocinética da zonisamida. A conjugação de Zonisamida com outros medicamentos suscetíveis de provocar urolitíase pode potenciar o risco de desenvolvimento de cálculos renais devendo, deste modo, a administração concomitante destes medicamentos ser evitada. A zonisamida é parcialmente metabolizada pela CYP3A4 (clivagem redutora) e também pelas N-acetiltransferases com conjugação com o ácido glucurónico. Deste modo, substâncias que podem induzir ou inibir estas enzimas podem afetar a farmacocinética da zonisamida: Indução enzimática: A exposição a zonisamida é mais baixa em doentes epiléticos a receber agentes indutores da CYP3A4 como a fenitoína, a carbamazepina e a fenobarbitona. É pouco provável que estes efeitos tenham significado clínico quando Zonisamida é adicionado a uma terapêutica preexistente. No entanto, podem ocorrer alterações nas concentrações de zonisamida caso um antiepilético concomitante ou qualquer outro fármaco indutor da CYP3A4 seja retirado, introduzido ou tenha a sua dose alterada podendo a dose de Zonisamida necessitar de ser ajustada. A rifampicina é um potente indutor da CYP3A4. Caso seja necessária a co-administração, o doente deve ser cuidadosamente monitorizado e a dose de Zonisamida e de outros substratos da CYP3A4 ajustada, conforme necessário.

Zonisamida + Fenobarbital

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potenciais interações medicamentosas que afetem Zonisamida: Em estudos clínicos a co-administração de lamotrigina não aparentou ter qualquer efeito na farmacocinética da zonisamida. A conjugação de Zonisamida com outros medicamentos suscetíveis de provocar urolitíase pode potenciar o risco de desenvolvimento de cálculos renais devendo, deste modo, a administração concomitante destes medicamentos ser evitada. A zonisamida é parcialmente metabolizada pela CYP3A4 (clivagem redutora) e também pelas N-acetiltransferases com conjugação com o ácido glucurónico. Deste modo, substâncias que podem induzir ou inibir estas enzimas podem afetar a farmacocinética da zonisamida: Indução enzimática: A exposição a zonisamida é mais baixa em doentes epiléticos a receber agentes indutores da CYP3A4 como a fenitoína, a carbamazepina e a fenobarbitona. É pouco provável que estes efeitos tenham significado clínico quando Zonisamida é adicionado a uma terapêutica preexistente. No entanto, podem ocorrer alterações nas concentrações de zonisamida caso um antiepilético concomitante ou qualquer outro fármaco indutor da CYP3A4 seja retirado, introduzido ou tenha a sua dose alterada podendo a dose de Zonisamida necessitar de ser ajustada. A rifampicina é um potente indutor da CYP3A4. Caso seja necessária a co-administração, o doente deve ser cuidadosamente monitorizado e a dose de Zonisamida e de outros substratos da CYP3A4 ajustada, conforme necessário.

Zonisamida + Rifampicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potenciais interações medicamentosas que afetem Zonisamida: Em estudos clínicos a co-administração de lamotrigina não aparentou ter qualquer efeito na farmacocinética da zonisamida. A conjugação de Zonisamida com outros medicamentos suscetíveis de provocar urolitíase pode potenciar o risco de desenvolvimento de cálculos renais devendo, deste modo, a administração concomitante destes medicamentos ser evitada. A zonisamida é parcialmente metabolizada pela CYP3A4 (clivagem redutora) e também pelas N-acetiltransferases com conjugação com o ácido glucurónico. Deste modo, substâncias que podem induzir ou inibir estas enzimas podem afetar a farmacocinética da zonisamida: Indução enzimática: A exposição a zonisamida é mais baixa em doentes epiléticos a receber agentes indutores da CYP3A4 como a fenitoína, a carbamazepina e a fenobarbitona. É pouco provável que estes efeitos tenham significado clínico quando Zonisamida é adicionado a uma terapêutica preexistente. No entanto, podem ocorrer alterações nas concentrações de zonisamida caso um antiepilético concomitante ou qualquer outro fármaco indutor da CYP3A4 seja retirado, introduzido ou tenha a sua dose alterada podendo a dose de Zonisamida necessitar de ser ajustada. A rifampicina é um potente indutor da CYP3A4. Caso seja necessária a co-administração, o doente deve ser cuidadosamente monitorizado e a dose de Zonisamida e de outros substratos da CYP3A4 ajustada, conforme necessário.

Zonisamida + Inibidores do CYP3A4

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potenciais interações medicamentosas que afetem Zonisamida: Em estudos clínicos a co-administração de lamotrigina não aparentou ter qualquer efeito na farmacocinética da zonisamida. A conjugação de Zonisamida com outros medicamentos suscetíveis de provocar urolitíase pode potenciar o risco de desenvolvimento de cálculos renais devendo, deste modo, a administração concomitante destes medicamentos ser evitada. A zonisamida é parcialmente metabolizada pela CYP3A4 (clivagem redutora) e também pelas N-acetiltransferases com conjugação com o ácido glucurónico. Deste modo, substâncias que podem induzir ou inibir estas enzimas podem afetar a farmacocinética da zonisamida: Inibição da CYP3A4: Com base em informações clínicas, inibidores específicos e não-específicos conhecidos da CYP3A4 não parecem ter qualquer efeito clinicamente relevante nos parâmetros de exposição farmacocinética da zonisamida. A dosagem em estado estacionário com cetoconazol (400 mg/dia) ou cimetidina (1200 mg/dia) não demonstrou qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética de uma dose única de zonisamida administrada a voluntários saudáveis. Deste modo, não devem ser necessárias modificações na dosagem de Zonisamida quando este é co-administrado com inibidores conhecidos da CYP3A4.

Zonisamida + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potenciais interações medicamentosas que afetem Zonisamida: Em estudos clínicos a co-administração de lamotrigina não aparentou ter qualquer efeito na farmacocinética da zonisamida. A conjugação de Zonisamida com outros medicamentos suscetíveis de provocar urolitíase pode potenciar o risco de desenvolvimento de cálculos renais devendo, deste modo, a administração concomitante destes medicamentos ser evitada. A zonisamida é parcialmente metabolizada pela CYP3A4 (clivagem redutora) e também pelas N-acetiltransferases com conjugação com o ácido glucurónico. Deste modo, substâncias que podem induzir ou inibir estas enzimas podem afetar a farmacocinética da zonisamida: Inibição da CYP3A4: Com base em informações clínicas, inibidores específicos e não-específicos conhecidos da CYP3A4 não parecem ter qualquer efeito clinicamente relevante nos parâmetros de exposição farmacocinética da zonisamida. A dosagem em estado estacionário com cetoconazol (400 mg/dia) ou cimetidina (1200 mg/dia) não demonstrou qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética de uma dose única de zonisamida administrada a voluntários saudáveis. Deste modo, não devem ser necessárias modificações na dosagem de Zonisamida quando este é co-administrado com inibidores conhecidos da CYP3A4.

Zonisamida + Cimetidina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potenciais interações medicamentosas que afetem Zonisamida: Em estudos clínicos a co-administração de lamotrigina não aparentou ter qualquer efeito na farmacocinética da zonisamida. A conjugação de Zonisamida com outros medicamentos suscetíveis de provocar urolitíase pode potenciar o risco de desenvolvimento de cálculos renais devendo, deste modo, a administração concomitante destes medicamentos ser evitada. A zonisamida é parcialmente metabolizada pela CYP3A4 (clivagem redutora) e também pelas N-acetiltransferases com conjugação com o ácido glucurónico. Deste modo, substâncias que podem induzir ou inibir estas enzimas podem afetar a farmacocinética da zonisamida: Inibição da CYP3A4: Com base em informações clínicas, inibidores específicos e não-específicos conhecidos da CYP3A4 não parecem ter qualquer efeito clinicamente relevante nos parâmetros de exposição farmacocinética da zonisamida. A dosagem em estado estacionário com cetoconazol (400 mg/dia) ou cimetidina (1200 mg/dia) não demonstrou qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética de uma dose única de zonisamida administrada a voluntários saudáveis. Deste modo, não devem ser necessárias modificações na dosagem de Zonisamida quando este é co-administrado com inibidores conhecidos da CYP3A4.

Brivaracetam + Zonisamida

Observações: Os estudos de interação formais foram realizados apenas em adultos.
Interações: Zonisamida: Influência dos medicamentos antiepiléticos sobre as concentrações plasmáticas do brivaracetam: Sem informação disponível. Influência do brivaracetam nas concentrações plasmáticas dos medicamentos antiepiléticos: Nenhuma.
 Sem significado Clínico

Lamotrigina + Zonisamida

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de outros medicamentos na glucuronidação da LAMOTRIGINA Medicamentos que não inibem ou induzem significativamente a glucuronidação da lamotrigina: Oxcarbazepina; Felbamato; Gabapentina; Levetiracetam; Pregabalina; Topiramato; Zonisamida; Lítio; Bupropiom; Olanzapina. Interações envolvendo fármacos antiepiléticos: Num estudo com doentes com epilepsia, a administração concomitante de zonisamida (200 mg e 400 mg/dia) com lamotrigina (150 a 500 mg/dia) durante 35 dias, não teve efeitos significativos na farmacocinética da lamotrigina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Primidona + Zonisamida

Observações: Tanto a primidona como o seu principal metabolito, o fenobarbital, induzem a actividade enzimática hepática, principalmente o sistema enzimático CYP4503A4. Isto pode provocar alterações na farmacocinética de fármacos administrados simultaneamente.
Interações: Os fármacos cujo metabolismo possa ser aumentado e levar a uma diminuição da concentração plasmática e/ou diminuição do tempo de semi-vida, devido a uma terapêutica concomitante são: Androgéneos, beta-antagonistas, carbamazepina, ciclosporina, clonazepam, cloranfenicol, corticosteróides/glucocorticóides, ciclofosfamida, dicumarinas, digitoxina, doxiciclina, etosuxamida, etoposido, felbamato, granissetrom, lamotrigina, losartan, metadona, metronidazol, mianserina, Montelucaste, nelfinavir, nimodipina, contracetivos orais, oxcarbazepina, fentoína, quinidina, rocurónio, valproato de sódio, tiagabina, teofilinas, topiramato, antidepressores tricíclicos, vecurónio, varfarina e zonisamida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos sem receita médica.

Se for uma mulher com potencial para engravidar, tem de utilizar uma contraceção adequada enquanto estiver a tomar e durante um mês após ter terminado este medicamento.

Informe o seu médico imediatamente se estiver grávida ou estiver a planear engravidar.

Só pode tomar Este medicamento durante a gravidez caso o seu médico assim o determine.

A investigação científica demonstrou um risco aumentado de malformações congénitas nas crianças de mulheres a tomar medicamentos antiepiléticos.

Não amamente durante o tempo que estiver a tomar ou durante o primeiro mês depois de ter terminado este medicamento.

Não existem dados clínicos sobre os efeitos de zonisamida na fertilidade humana.

Estudos em animais demonstraram alterações nos parâmetros de fertilidade.

Este medicamento pode afetar a concentração, a capacidade de resposta/reação e pode fazê-lo sentir-se com sono, particularmente no início do tratamento ou depois de um aumento na dose.

Tenha especial cuidado na condução de veículos e utilização de máquinas no caso deste medicamento o afetar desta forma.

Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017