Vortioxetina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência na Condução DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica) DCI/Medicamento sujeito a Monitorização Adicional
O que é
Vortioxetina é um antidepressivo em um grupo de medicamentos chamados inibidores da recaptação da serotonina (SSRIs).

Vortioxetina afeta as substâncias químicas no cérebro que podem desequilibrar-se.

Vortioxetina é usada no tratamento do distúrbio depressivo maior em adultos.
Usos comuns
Tratamento da depressão.

Também pode ser usado para outras condições, tal como determinado pelo médico.

Vortioxetina é um antidepressivo.

Os mecanismos de ação para tratar a depressão não são conhecidos.

Crê-se que atua restabelecendo o equilíbrio da serotonina, uma substância natural no cérebro, que ajuda a melhorar certos problemas de humor.

Vortioxetina está disponível apenas com prescrição do seu médico
Tipo
Sem informação.
História
Sem informação.
Indicações
É indicado para o tratamento de episódios depressivos major em adultos.
Classificação CFT
n.d.     n.d.
Mecanismo De Ação
Pensa-se que o mecanismo de ação da vortioxetina esteja relacionado com a sua modulação direta da atividade do recetor serotoninérgico e inibição do transportador da serotonina (5-HT).

Os dados não-clínicos indicam que a vortioxetina é um antagonista dos recetores 5-HT3, 5-HT7 e 5-HT1D, um agonista parcial do recetor 5-HT1B, um agonista do recetor 5-HT1A e um inibidor do transportador 5-HT, levando à modulação da neurotransmissão em vários sistemas, incluindo predominantemente o sistema da serotonina, mas provavelmente também os sistemas da norepinefrina, dopamina, histamina, acetilcolina, GABA e glutamato.

Esta atividade multimodal é considerada responsável pelos efeitos antidepressivos e de tipo ansiolítico e pela melhoria da função cognitiva, aprendizagem e memória observados com a vortioxetina em estudos em animais.
No entanto, a contribuição exata dos alvos individuais para o perfil farmacodinâmico observado permanece por esclarecer e deve ser tida precaução ao extrapolar dados animais diretamente para o homem.

Em humanos, foram conduzidos dois estudos de tomografia de emissão de positrões (PET) usando ligandos do transportador 5-HT (11C-MADAM ou 11 C-DASB) para quantificar a ocupação do transportador 5-HT no cérebro ao longo de diferentes níveis de dose. A ocupação média do transportador 5-HT nos núcleos de rafe foi de aproximadamente 50% com 5 mg/dia, 65% com 10 mg/dia e aumentou para mais de 80% com 20 mg/dia.
Posologia Orientativa
A dose inicial recomendada é de 10 mg de vortioxetina uma vez por dia em adultos com idade inferior a 65 anos.
Administração
Este medicamento é para administração oral.

Tome um comprimido com um copo de água.
O comprimido pode ser tomado com ou sem alimentos.

O tratamento deverá continuar durante pelo menos 6 meses após começar a sentir-se bem outra vez.

Os doentes tratados com este medicamento podem parar de tomar o medicamento subitamente sem necessidade de uma redução gradual na dose
Contraindicações
Hipersensibilidade ao Vortioxetina
Utilização concomitante com inibidores da monoamina oxidase (IMAOs) não-seletivos ou inibidores seletivos da MAO-A
Efeitos Indesejáveis/Adversos
As reações adversas foram geralmente ligeiras ou moderadas e ocorreram durante as duas primeiras semanas de tratamento. As reações foram normalmente passageiras e não levaram à interrupção do tratamento.
Os efeitos secundários listados abaixo foram notificados nas seguintes frequências.
Muito frequentes: podem afetar mais de 1 em 10 pessoas
- náuseas
Frequentes: podem afetar até 1 em 10 pessoas
- diarreia, prisão de ventre, vómitos
- tonturas
- comichão no corpo todo
- apetite diminuído
- sonhos anormais
Pouco frequentes: podem afetar até 1 em 100 pessoas
- ranger os dentes
- afrontamentos
- suores noturnos
Foi observado um risco aumentado de fraturas ósseas em doentes a tomar este tipo de medicamentos.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Todos os trimestres: C - Não há estudos adequados em mulheres. Em experiências animais ocorreram alguns efeitos colaterais no feto, mas o benefício do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez.
Conducao
Conducao:Os doentes devem tomar precaução ao conduzir, especialmente quando iniciarem o tratamento com vortioxetina ou quando alterarem a dose.
Precauções Gerais
Fale com o seu médico ou farmacêutico antes de tomar este medicamento, se:
- estiver a tomar medicamentos com o chamado efeito serotoninérgico, como por exemplo:
- tramadol (um analgésico forte)
- sumatriptano e medicamentos semelhantes cujos nomes da substância ativa terminam em “triptanos” (usados no tratamento da enxaqueca).
Tomar estes medicamentos juntamente com Vortioxetina pode aumentar o risco de síndrome serotoninérgica. Esta síndrome pode estar associada a alucinações, contração muscular involuntária súbita, frequência cardíaca acelerada, tensão arterial elevada, febre, náuseas e diarreia.
- tiver tido ataques (convulsões).
O seu médico irá tratá-lo cautelosamente se tiver história de convulsões ou se tiver perturbações convulsivas instáveis/epilepsia. As convulsões constituem um risco potencial associado à toma de medicamentos utilizados para tratar a depressão. O tratamento deve ser descontinuado em qualquer doente que desenvolva convulsões ou quando houver um aumento na frequência das convulsões.
- tiver tido mania
- tem uma tendência para sangrar ou desenvolver nódoas negras facilmente.
- tem um nível baixo de sódio no sangue.
- tem 65 anos de idade ou mais.
- tem uma doença renal grave.
- tem uma doença hepática grave ou uma doença no fígado chamada cirrose.

Pensamentos suicidas e agravamento da sua depressão
Se está deprimido e/ou tem distúrbios de ansiedade poderá por vezes pensar em se autoagredir ou suicidar.
Estes pensamentos podem aumentar no início do tratamento com antidepressivos, uma vez que estes medicamentos necessitam de tempo para atuarem, normalmente cerca de duas semanas mas por vezes mais tempo.

Poderá estar mais predisposto a ter este tipo de pensamentos se:
- tem antecedentes de pensamentos de suicídio ou de autoagressão.
- é um jovem adulto.
A informação proveniente de estudos clínicos demonstrou um maior risco de comportamento suicida em adultos com menos de 25 anos com problemas psiquiátricos que foram tratados com um antidepressivo.
Se em qualquer momento vier a ter pensamentos de autoagressão ou suicídio, consulte o seu médico ou dirija-se imediatamente ao hospital. Poderá ser útil para si comunicar a um familiar ou amigo próximo que está deprimido ou que tem distúrbios de ansiedade.

Este medicamento não é recomendado em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos devido à falta de informação neste grupo etário.
Cuidados com a Dieta
Tal como com muitos medicamentos, não é aconselhável combinar este medicamento com álcool.

Vortioxetina pode ser tomada com ou sem alimentos.
Terapêutica Interrompida
Tome a dose seguinte à hora normal. Não tome uma dose a dobrar para compensar a dose esquecida.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.
O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Vortioxetina + Rasagilina

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Inibidor irreversível seletivo da MAO-B (selegilina, rasagilina): Apesar de ser esperado um risco mais baixo de Síndrome Serotoninérgica com inibidores da MAO-B seletivos do que com inibidores da MAO-A, a combinação de vortioxetina com inibidores irreversíveis da MAO-B, como a selegilina ou a rasagilina deve ser administrada com precaução. Se forem usados concomitantemente, é necessária uma monitorização apertada relativamente à Síndrome Serotoninérgica.

Vortioxetina + Medicamentos serotoninérgicos

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Medicamentos serotoninérgicos: A coadministração de medicamentos com efeito serotoninérgico (por exemplo, tramadol, sumatriptano e outros triptanos) pode levar a Síndrome Serotoninérgica. Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Medicamentos anticoagulantes e antiplaquetários: Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos valores de INR, protrombina ou varfarina R-/S- plasmática após coadministração de doses múltiplas de vortioxetina com doses estáveis de varfarina em indivíduos saudáveis. Adicionalmente, não foi observado nenhum efeito inibitório significativo, comparativamente ao placebo, na agregação plaquetária ou farmacocinética do ácido acetilsalicílico ou ácido salicílico quando o ácido acetilsalicílico 150 mg/ml foi coadministrado após administração de doses múltiplas de vortioxetina em indivíduos saudáveis. No entanto, no que diz respeito a outros medicamentos serotoninérgicos, deve ser tida precaução quando a vortioxetina é utilizada em combinação com anticoagulantes orais ou medicamentos antiplaquetários, devido a um potencial aumento do risco de hemorragia atribuído a uma interação farmacodinâmica.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vortioxetina + Hipericão

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Erva de S. João: A utilização concomitante de antidepressivos com efeito serotoninérgico e medicamentos à base de plantas contendo erva de S. João (Hypericum perforatum) pode resultar num aumento da incidência de reações adversas, incluindo Síndrome Serotoninérgica.

Vortioxetina + Antidepressores (Tricíclicos)

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Medicamentos que diminuem o limiar convulsivo: Os antidepressivos com efeito serotoninérgico podem diminuir o limiar convulsivo. É recomendada precaução quando se utilizam concomitantemente outros medicamentos capazes de diminuir o limiar convulsivo [por exemplo, antidepressivos (tricíclicos, ISRSs, ISRNs), neurolépticos (fenotiazinas, tioxantenos e butirofenonas), mefloquina, bupropiom, tramadol].

Vortioxetina + Inibidores Selectivos da Recaptação da Serotonina (ISRS) (SSRIs)

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Medicamentos que diminuem o limiar convulsivo: Os antidepressivos com efeito serotoninérgico podem diminuir o limiar convulsivo. É recomendada precaução quando se utilizam concomitantemente outros medicamentos capazes de diminuir o limiar convulsivo [por exemplo, antidepressivos (tricíclicos, ISRSs, ISRNs), neurolépticos (fenotiazinas, tioxantenos e butirofenonas), mefloquina, bupropiom, tramadol].

Vortioxetina + Inibidores seletivos da recaptação da serotonina-norepinefrina (ISRSNs)

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Medicamentos que diminuem o limiar convulsivo: Os antidepressivos com efeito serotoninérgico podem diminuir o limiar convulsivo. É recomendada precaução quando se utilizam concomitantemente outros medicamentos capazes de diminuir o limiar convulsivo [por exemplo, antidepressivos (tricíclicos, ISRSs, ISRNs), neurolépticos (fenotiazinas, tioxantenos e butirofenonas), mefloquina, bupropiom, tramadol].

Vortioxetina + Neurolépticos

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Medicamentos que diminuem o limiar convulsivo: Os antidepressivos com efeito serotoninérgico podem diminuir o limiar convulsivo. É recomendada precaução quando se utilizam concomitantemente outros medicamentos capazes de diminuir o limiar convulsivo [por exemplo, antidepressivos (tricíclicos, ISRSs, ISRNs), neurolépticos (fenotiazinas, tioxantenos e butirofenonas), mefloquina, bupropiom, tramadol].

Vortioxetina + Fenotiazidas (fenotiazinas)

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Medicamentos que diminuem o limiar convulsivo: Os antidepressivos com efeito serotoninérgico podem diminuir o limiar convulsivo. É recomendada precaução quando se utilizam concomitantemente outros medicamentos capazes de diminuir o limiar convulsivo [por exemplo, antidepressivos (tricíclicos, ISRSs, ISRNs), neurolépticos (fenotiazinas, tioxantenos e butirofenonas), mefloquina, bupropiom, tramadol].

Vortioxetina + Tioxantenos

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Medicamentos que diminuem o limiar convulsivo: Os antidepressivos com efeito serotoninérgico podem diminuir o limiar convulsivo. É recomendada precaução quando se utilizam concomitantemente outros medicamentos capazes de diminuir o limiar convulsivo [por exemplo, antidepressivos (tricíclicos, ISRSs, ISRNs), neurolépticos (fenotiazinas, tioxantenos e butirofenonas), mefloquina, bupropiom, tramadol].

Vortioxetina + Butirofenonas

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Medicamentos que diminuem o limiar convulsivo: Os antidepressivos com efeito serotoninérgico podem diminuir o limiar convulsivo. É recomendada precaução quando se utilizam concomitantemente outros medicamentos capazes de diminuir o limiar convulsivo [por exemplo, antidepressivos (tricíclicos, ISRSs, ISRNs), neurolépticos (fenotiazinas, tioxantenos e butirofenonas), mefloquina, bupropiom, tramadol].

Vortioxetina + Mefloquina

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Medicamentos que diminuem o limiar convulsivo: Os antidepressivos com efeito serotoninérgico podem diminuir o limiar convulsivo. É recomendada precaução quando se utilizam concomitantemente outros medicamentos capazes de diminuir o limiar convulsivo [por exemplo, antidepressivos (tricíclicos, ISRSs, ISRNs), neurolépticos (fenotiazinas, tioxantenos e butirofenonas), mefloquina, bupropiom, tramadol].

Vortioxetina + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Medicamentos que diminuem o limiar convulsivo: Os antidepressivos com efeito serotoninérgico podem diminuir o limiar convulsivo. É recomendada precaução quando se utilizam concomitantemente outros medicamentos capazes de diminuir o limiar convulsivo [por exemplo, antidepressivos (tricíclicos, ISRSs, ISRNs), neurolépticos (fenotiazinas, tioxantenos e butirofenonas), mefloquina, bupropiom, tramadol]. Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Inibidores do CYP2D6: A exposição à vortioxetina aumentou 2,3 vezes a área sob a curva (AUC) quando a vortioxetina 10 mg/dia foi coadministrada com o bupropiom (um inibidor forte do CYP2D6 150 mg duas vezes por dia) durante 14 dias em indivíduos saudáveis. A coadministração resultou numa maior incidência de reações adversas quando o bupropiom foi adicionado à vortioxetina do que quando a vortioxetina foi adicionada ao bupropiom. Dependendo da resposta individual do doente, pode considerar-se uma dose mais baixa de vortioxetina se um inibidor forte do CYP2D6 (por exemplo, bupropiom, quinidina, fluoxetina, paroxetina) for adicionado ao tratamento com vortioxetina. Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Substratos do citocromo P450: In vitro, a vortioxetina não demonstrou nenhum potencial relevante de inibição ou indução das isoenzimas do citocromo P450. Após doses múltiplas de vortioxetina, não foi observado nenhum efeito inibitório em indivíduos saudáveis relativamente às isoenzimas do citocromo P450, CYP2C19 (omeprazol, diazepam), CYP3A4/5 (etinilestradiol, midazolam), CYP2B6 (bupropiom), CYP2C9 (tolbutamida, varfarina S-), CYP1A2 (cafeína) ou CYP2D6 (dextrometorfano). Não foram observadas interações farmacodinâmicas. Não foi observado nenhum compromisso significativo da função cognitiva, comparativamente ao placebo, após coadministração de vortioxetina com uma dose única de 10 mg de diazepam. Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos níveis de hormonas sexuais após coadministração da vortioxetina com um contracetivo oral combinado (etinilestradiol 30 μg/levonorgestrel150 μg).

Vortioxetina + Tramadol

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Medicamentos que diminuem o limiar convulsivo: Os antidepressivos com efeito serotoninérgico podem diminuir o limiar convulsivo. É recomendada precaução quando se utilizam concomitantemente outros medicamentos capazes de diminuir o limiar convulsivo [por exemplo, antidepressivos (tricíclicos, ISRSs, ISRNs), neurolépticos (fenotiazinas, tioxantenos e butirofenonas), mefloquina, bupropiom, tramadol].

Vortioxetina + Terapêutica eletroconvulsivante (TEC)

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: TEC (terapia electroconvulsiva): Não existe experiência clínica com a administração concomitante de vortioxetina e TEC, pelo que se recomenda precaução.

Vortioxetina + Inibidores do CYP2D6

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Inibidores do CYP2D6: A exposição à vortioxetina aumentou 2,3 vezes a área sob a curva (AUC) quando a vortioxetina 10 mg/dia foi coadministrada com o bupropiom (um inibidor forte do CYP2D6 150 mg duas vezes por dia) durante 14 dias em indivíduos saudáveis. A coadministração resultou numa maior incidência de reações adversas quando o bupropiom foi adicionado à vortioxetina do que quando a vortioxetina foi adicionada ao bupropiom. Dependendo da resposta individual do doente, pode considerar-se uma dose mais baixa de vortioxetina se um inibidor forte do CYP2D6 (por exemplo, bupropiom, quinidina, fluoxetina, paroxetina) for adicionado ao tratamento com vortioxetina.

Vortioxetina + Inibidores do CYP3A4

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Inibidores do CYP3A4 e inibidores do CYP2C9: Quando a vortioxetina foi coadministrada em indivíduos saudáveis após 6 dias de cetoconazol 400 mg/dia (um inibidor do CYP3A4/5 e da glicoproteína-P) ou após 6 dias de fluconazol 200 mg/dia (um inibidor do CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4/5), foi observado um aumento de 1,3 vezes e 1,5 vezes, respetivamente, na AUC da vortioxetina. Não é necessário nenhum ajuste de dose. Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Interações em metabolizadores fracos do CYP2D6: A coadministração de inibidores fortes do CYP3A4 (tais como itraconazol, voriconazol, claritromicina, telitromicina, nefazodona, conivaptan e muitos dos inibidores da protease do VIH) e inibidores do CYP2C9 (tais como o fluconazol e amiodarona) a metabolizadores fracos do CYP2D6 não foi investigada especificamente, mas antecipa-se que levará a uma exposição aumentada da vortioxetina mais evidente nestes doentes em comparação com o efeito moderado acima descrito. Não foi observado nenhum efeito inibitório de uma dose única de 40 mg de omeprazol (inibidor do CYP2C19) na farmacocinética de dose múltipla da vortioxetina em indivíduos saudáveis.

Vortioxetina + Inibidores do CYP2C9

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Inibidores do CYP3A4 e inibidores do CYP2C9: Quando a vortioxetina foi coadministrada em indivíduos saudáveis após 6 dias de cetoconazol 400 mg/dia (um inibidor do CYP3A4/5 e da glicoproteína-P) ou após 6 dias de fluconazol 200 mg/dia (um inibidor do CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4/5), foi observado um aumento de 1,3 vezes e 1,5 vezes, respetivamente, na AUC da vortioxetina. Não é necessário nenhum ajuste de dose. Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Interações em metabolizadores fracos do CYP2D6: A coadministração de inibidores fortes do CYP3A4 (tais como itraconazol, voriconazol, claritromicina, telitromicina, nefazodona, conivaptan e muitos dos inibidores da protease do VIH) e inibidores do CYP2C9 (tais como o fluconazol e amiodarona) a metabolizadores fracos do CYP2D6 não foi investigada especificamente, mas antecipa-se que levará a uma exposição aumentada da vortioxetina mais evidente nestes doentes em comparação com o efeito moderado acima descrito. Não foi observado nenhum efeito inibitório de uma dose única de 40 mg de omeprazol (inibidor do CYP2C19) na farmacocinética de dose múltipla da vortioxetina em indivíduos saudáveis.

Vortioxetina + Itraconazol

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Interações em metabolizadores fracos do CYP2D6: A coadministração de inibidores fortes do CYP3A4 (tais como itraconazol, voriconazol, claritromicina, telitromicina, nefazodona, conivaptan e muitos dos inibidores da protease do VIH) e inibidores do CYP2C9 (tais como o fluconazol e amiodarona) a metabolizadores fracos do CYP2D6 não foi investigada especificamente, mas antecipa-se que levará a uma exposição aumentada da vortioxetina mais evidente nestes doentes em comparação com o efeito moderado acima descrito. Não foi observado nenhum efeito inibitório de uma dose única de 40 mg de omeprazol (inibidor do CYP2C19) na farmacocinética de dose múltipla da vortioxetina em indivíduos saudáveis.

Vortioxetina + Voriconazol

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Interações em metabolizadores fracos do CYP2D6: A coadministração de inibidores fortes do CYP3A4 (tais como itraconazol, voriconazol, claritromicina, telitromicina, nefazodona, conivaptan e muitos dos inibidores da protease do VIH) e inibidores do CYP2C9 (tais como o fluconazol e amiodarona) a metabolizadores fracos do CYP2D6 não foi investigada especificamente, mas antecipa-se que levará a uma exposição aumentada da vortioxetina mais evidente nestes doentes em comparação com o efeito moderado acima descrito. Não foi observado nenhum efeito inibitório de uma dose única de 40 mg de omeprazol (inibidor do CYP2C19) na farmacocinética de dose múltipla da vortioxetina em indivíduos saudáveis.

Vortioxetina + Claritromicina

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Interações em metabolizadores fracos do CYP2D6: A coadministração de inibidores fortes do CYP3A4 (tais como itraconazol, voriconazol, claritromicina, telitromicina, nefazodona, conivaptan e muitos dos inibidores da protease do VIH) e inibidores do CYP2C9 (tais como o fluconazol e amiodarona) a metabolizadores fracos do CYP2D6 não foi investigada especificamente, mas antecipa-se que levará a uma exposição aumentada da vortioxetina mais evidente nestes doentes em comparação com o efeito moderado acima descrito. Não foi observado nenhum efeito inibitório de uma dose única de 40 mg de omeprazol (inibidor do CYP2C19) na farmacocinética de dose múltipla da vortioxetina em indivíduos saudáveis.

Vortioxetina + Telitromicina

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Interações em metabolizadores fracos do CYP2D6: A coadministração de inibidores fortes do CYP3A4 (tais como itraconazol, voriconazol, claritromicina, telitromicina, nefazodona, conivaptan e muitos dos inibidores da protease do VIH) e inibidores do CYP2C9 (tais como o fluconazol e amiodarona) a metabolizadores fracos do CYP2D6 não foi investigada especificamente, mas antecipa-se que levará a uma exposição aumentada da vortioxetina mais evidente nestes doentes em comparação com o efeito moderado acima descrito. Não foi observado nenhum efeito inibitório de uma dose única de 40 mg de omeprazol (inibidor do CYP2C19) na farmacocinética de dose múltipla da vortioxetina em indivíduos saudáveis.

Vortioxetina + Conivaptan

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Interações em metabolizadores fracos do CYP2D6: A coadministração de inibidores fortes do CYP3A4 (tais como itraconazol, voriconazol, claritromicina, telitromicina, nefazodona, conivaptan e muitos dos inibidores da protease do VIH) e inibidores do CYP2C9 (tais como o fluconazol e amiodarona) a metabolizadores fracos do CYP2D6 não foi investigada especificamente, mas antecipa-se que levará a uma exposição aumentada da vortioxetina mais evidente nestes doentes em comparação com o efeito moderado acima descrito. Não foi observado nenhum efeito inibitório de uma dose única de 40 mg de omeprazol (inibidor do CYP2C19) na farmacocinética de dose múltipla da vortioxetina em indivíduos saudáveis.

Vortioxetina + Nefazodona

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Interações em metabolizadores fracos do CYP2D6: A coadministração de inibidores fortes do CYP3A4 (tais como itraconazol, voriconazol, claritromicina, telitromicina, nefazodona, conivaptan e muitos dos inibidores da protease do VIH) e inibidores do CYP2C9 (tais como o fluconazol e amiodarona) a metabolizadores fracos do CYP2D6 não foi investigada especificamente, mas antecipa-se que levará a uma exposição aumentada da vortioxetina mais evidente nestes doentes em comparação com o efeito moderado acima descrito. Não foi observado nenhum efeito inibitório de uma dose única de 40 mg de omeprazol (inibidor do CYP2C19) na farmacocinética de dose múltipla da vortioxetina em indivíduos saudáveis.

Vortioxetina + Inibidores da Protease (IP)

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Interações em metabolizadores fracos do CYP2D6: A coadministração de inibidores fortes do CYP3A4 (tais como itraconazol, voriconazol, claritromicina, telitromicina, nefazodona, conivaptan e muitos dos inibidores da protease do VIH) e inibidores do CYP2C9 (tais como o fluconazol e amiodarona) a metabolizadores fracos do CYP2D6 não foi investigada especificamente, mas antecipa-se que levará a uma exposição aumentada da vortioxetina mais evidente nestes doentes em comparação com o efeito moderado acima descrito. Não foi observado nenhum efeito inibitório de uma dose única de 40 mg de omeprazol (inibidor do CYP2C19) na farmacocinética de dose múltipla da vortioxetina em indivíduos saudáveis.

Vortioxetina + Fluconazol

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Interações em metabolizadores fracos do CYP2D6: A coadministração de inibidores fortes do CYP3A4 (tais como itraconazol, voriconazol, claritromicina, telitromicina, nefazodona, conivaptan e muitos dos inibidores da protease do VIH) e inibidores do CYP2C9 (tais como o fluconazol e amiodarona) a metabolizadores fracos do CYP2D6 não foi investigada especificamente, mas antecipa-se que levará a uma exposição aumentada da vortioxetina mais evidente nestes doentes em comparação com o efeito moderado acima descrito. Não foi observado nenhum efeito inibitório de uma dose única de 40 mg de omeprazol (inibidor do CYP2C19) na farmacocinética de dose múltipla da vortioxetina em indivíduos saudáveis.

Vortioxetina + Amiodarona

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Interações em metabolizadores fracos do CYP2D6: A coadministração de inibidores fortes do CYP3A4 (tais como itraconazol, voriconazol, claritromicina, telitromicina, nefazodona, conivaptan e muitos dos inibidores da protease do VIH) e inibidores do CYP2C9 (tais como o fluconazol e amiodarona) a metabolizadores fracos do CYP2D6 não foi investigada especificamente, mas antecipa-se que levará a uma exposição aumentada da vortioxetina mais evidente nestes doentes em comparação com o efeito moderado acima descrito. Não foi observado nenhum efeito inibitório de uma dose única de 40 mg de omeprazol (inibidor do CYP2C19) na farmacocinética de dose múltipla da vortioxetina em indivíduos saudáveis.

Vortioxetina + Omeprazol

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Interações em metabolizadores fracos do CYP2D6: A coadministração de inibidores fortes do CYP3A4 (tais como itraconazol, voriconazol, claritromicina, telitromicina, nefazodona, conivaptan e muitos dos inibidores da protease do VIH) e inibidores do CYP2C9 (tais como o fluconazol e amiodarona) a metabolizadores fracos do CYP2D6 não foi investigada especificamente, mas antecipa-se que levará a uma exposição aumentada da vortioxetina mais evidente nestes doentes em comparação com o efeito moderado acima descrito. Não foi observado nenhum efeito inibitório de uma dose única de 40 mg de omeprazol (inibidor do CYP2C19) na farmacocinética de dose múltipla da vortioxetina em indivíduos saudáveis. Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Substratos do citocromo P450: In vitro, a vortioxetina não demonstrou nenhum potencial relevante de inibição ou indução das isoenzimas do citocromo P450. Após doses múltiplas de vortioxetina, não foi observado nenhum efeito inibitório em indivíduos saudáveis relativamente às isoenzimas do citocromo P450, CYP2C19 (omeprazol, diazepam), CYP3A4/5 (etinilestradiol, midazolam), CYP2B6 (bupropiom), CYP2C9 (tolbutamida, varfarina S-), CYP1A2 (cafeína) ou CYP2D6 (dextrometorfano). Não foram observadas interações farmacodinâmicas. Não foi observado nenhum compromisso significativo da função cognitiva, comparativamente ao placebo, após coadministração de vortioxetina com uma dose única de 10 mg de diazepam. Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos níveis de hormonas sexuais após coadministração da vortioxetina com um contracetivo oral combinado (etinilestradiol 30 μg/levonorgestrel150 μg).

Vortioxetina + Rifampicina

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Indutores do citocromo P450: Quando uma dose única de 20 mg de vortioxetina foi coadministrada em indivíduos saudáveis após 10 dias de tratamento com rifampicina 600 mg/dia (um indutor extenso das isoenzimas CYP), foi observado um decréscimo de 72% na AUC da vortioxetina. Dependendo da resposta individual do doente, pode considerar-se um ajuste da dose se um indutor extenso do citocromo P450 (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína) for adicionado ao tratamento com vortioxetina.

Vortioxetina + Citocromo P450

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Indutores do citocromo P450: Quando uma dose única de 20 mg de vortioxetina foi coadministrada em indivíduos saudáveis após 10 dias de tratamento com rifampicina 600 mg/dia (um indutor extenso das isoenzimas CYP), foi observado um decréscimo de 72% na AUC da vortioxetina. Dependendo da resposta individual do doente, pode considerar-se um ajuste da dose se um indutor extenso do citocromo P450 (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína) for adicionado ao tratamento com vortioxetina. Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Substratos do citocromo P450: In vitro, a vortioxetina não demonstrou nenhum potencial relevante de inibição ou indução das isoenzimas do citocromo P450. Após doses múltiplas de vortioxetina, não foi observado nenhum efeito inibitório em indivíduos saudáveis relativamente às isoenzimas do citocromo P450, CYP2C19 (omeprazol, diazepam), CYP3A4/5 (etinilestradiol, midazolam), CYP2B6 (bupropiom), CYP2C9 (tolbutamida, varfarina S-), CYP1A2 (cafeína) ou CYP2D6 (dextrometorfano). Não foram observadas interações farmacodinâmicas. Não foi observado nenhum compromisso significativo da função cognitiva, comparativamente ao placebo, após coadministração de vortioxetina com uma dose única de 10 mg de diazepam. Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos níveis de hormonas sexuais após coadministração da vortioxetina com um contracetivo oral combinado (etinilestradiol 30 μg/levonorgestrel150 μg).

Vortioxetina + Carbamazepina

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Indutores do citocromo P450: Quando uma dose única de 20 mg de vortioxetina foi coadministrada em indivíduos saudáveis após 10 dias de tratamento com rifampicina 600 mg/dia (um indutor extenso das isoenzimas CYP), foi observado um decréscimo de 72% na AUC da vortioxetina. Dependendo da resposta individual do doente, pode considerar-se um ajuste da dose se um indutor extenso do citocromo P450 (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína) for adicionado ao tratamento com vortioxetina.

Vortioxetina + Fenitoína

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Indutores do citocromo P450: Quando uma dose única de 20 mg de vortioxetina foi coadministrada em indivíduos saudáveis após 10 dias de tratamento com rifampicina 600 mg/dia (um indutor extenso das isoenzimas CYP), foi observado um decréscimo de 72% na AUC da vortioxetina. Dependendo da resposta individual do doente, pode considerar-se um ajuste da dose se um indutor extenso do citocromo P450 (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína) for adicionado ao tratamento com vortioxetina.

Vortioxetina + Álcool

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Álcool: Não foi observado nenhum efeito na farmacocinética da vortioxetina ou do etanol, nem nenhum compromisso significativo da função cognitiva, em comparação com o placebo, quando uma dose única de vortioxetina 20 mg e 40 mg foi coadministrada com uma dose única de etanol (0,6 g/Kg) em doentes saudáveis. No entanto, o consumo de álcool não é recomendado durante o tratamento com antidepressivos.

Vortioxetina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Ácido acetilsalicílico: Não foi observado nenhum efeito de doses múltiplas de ácido acetilsalicílico 150 mg/dia na farmacocinética de dose múltipla da vortioxetina em indivíduos saudáveis. Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Medicamentos anticoagulantes e antiplaquetários: Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos valores de INR, protrombina ou varfarina R-/S- plasmática após coadministração de doses múltiplas de vortioxetina com doses estáveis de varfarina em indivíduos saudáveis. Adicionalmente, não foi observado nenhum efeito inibitório significativo, comparativamente ao placebo, na agregação plaquetária ou farmacocinética do ácido acetilsalicílico ou ácido salicílico quando o ácido acetilsalicílico 150 mg/ml foi coadministrado após administração de doses múltiplas de vortioxetina em indivíduos saudáveis. No entanto, no que diz respeito a outros medicamentos serotoninérgicos, deve ser tida precaução quando a vortioxetina é utilizada em combinação com anticoagulantes orais ou medicamentos antiplaquetários, devido a um potencial aumento do risco de hemorragia atribuído a uma interação farmacodinâmica.

Vortioxetina + Anticoagulantes orais

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Medicamentos anticoagulantes e antiplaquetários: Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos valores de INR, protrombina ou varfarina R-/S- plasmática após coadministração de doses múltiplas de vortioxetina com doses estáveis de varfarina em indivíduos saudáveis. Adicionalmente, não foi observado nenhum efeito inibitório significativo, comparativamente ao placebo, na agregação plaquetária ou farmacocinética do ácido acetilsalicílico ou ácido salicílico quando o ácido acetilsalicílico 150 mg/ml foi coadministrado após administração de doses múltiplas de vortioxetina em indivíduos saudáveis. No entanto, no que diz respeito a outros medicamentos serotoninérgicos, deve ser tida precaução quando a vortioxetina é utilizada em combinação com anticoagulantes orais ou medicamentos antiplaquetários, devido a um potencial aumento do risco de hemorragia atribuído a uma interação farmacodinâmica.

Vortioxetina + Antiplaquetários

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Medicamentos anticoagulantes e antiplaquetários: Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos valores de INR, protrombina ou varfarina R-/S- plasmática após coadministração de doses múltiplas de vortioxetina com doses estáveis de varfarina em indivíduos saudáveis. Adicionalmente, não foi observado nenhum efeito inibitório significativo, comparativamente ao placebo, na agregação plaquetária ou farmacocinética do ácido acetilsalicílico ou ácido salicílico quando o ácido acetilsalicílico 150 mg/ml foi coadministrado após administração de doses múltiplas de vortioxetina em indivíduos saudáveis. No entanto, no que diz respeito a outros medicamentos serotoninérgicos, deve ser tida precaução quando a vortioxetina é utilizada em combinação com anticoagulantes orais ou medicamentos antiplaquetários, devido a um potencial aumento do risco de hemorragia atribuído a uma interação farmacodinâmica.

Vortioxetina + Varfarina

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Medicamentos anticoagulantes e antiplaquetários: Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos valores de INR, protrombina ou varfarina R-/S- plasmática após coadministração de doses múltiplas de vortioxetina com doses estáveis de varfarina em indivíduos saudáveis. Adicionalmente, não foi observado nenhum efeito inibitório significativo, comparativamente ao placebo, na agregação plaquetária ou farmacocinética do ácido acetilsalicílico ou ácido salicílico quando o ácido acetilsalicílico 150 mg/ml foi coadministrado após administração de doses múltiplas de vortioxetina em indivíduos saudáveis. No entanto, no que diz respeito a outros medicamentos serotoninérgicos, deve ser tida precaução quando a vortioxetina é utilizada em combinação com anticoagulantes orais ou medicamentos antiplaquetários, devido a um potencial aumento do risco de hemorragia atribuído a uma interação farmacodinâmica. Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Substratos do citocromo P450: In vitro, a vortioxetina não demonstrou nenhum potencial relevante de inibição ou indução das isoenzimas do citocromo P450. Após doses múltiplas de vortioxetina, não foi observado nenhum efeito inibitório em indivíduos saudáveis relativamente às isoenzimas do citocromo P450, CYP2C19 (omeprazol, diazepam), CYP3A4/5 (etinilestradiol, midazolam), CYP2B6 (bupropiom), CYP2C9 (tolbutamida, varfarina S-), CYP1A2 (cafeína) ou CYP2D6 (dextrometorfano). Não foram observadas interações farmacodinâmicas. Não foi observado nenhum compromisso significativo da função cognitiva, comparativamente ao placebo, após coadministração de vortioxetina com uma dose única de 10 mg de diazepam. Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos níveis de hormonas sexuais após coadministração da vortioxetina com um contracetivo oral combinado (etinilestradiol 30 μg/levonorgestrel150 μg).

Vortioxetina + Ácido salicílico

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Medicamentos anticoagulantes e antiplaquetários: Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos valores de INR, protrombina ou varfarina R-/S- plasmática após coadministração de doses múltiplas de vortioxetina com doses estáveis de varfarina em indivíduos saudáveis. Adicionalmente, não foi observado nenhum efeito inibitório significativo, comparativamente ao placebo, na agregação plaquetária ou farmacocinética do ácido acetilsalicílico ou ácido salicílico quando o ácido acetilsalicílico 150 mg/ml foi coadministrado após administração de doses múltiplas de vortioxetina em indivíduos saudáveis. No entanto, no que diz respeito a outros medicamentos serotoninérgicos, deve ser tida precaução quando a vortioxetina é utilizada em combinação com anticoagulantes orais ou medicamentos antiplaquetários, devido a um potencial aumento do risco de hemorragia atribuído a uma interação farmacodinâmica.

Vortioxetina + Diazepam

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Substratos do citocromo P450: In vitro, a vortioxetina não demonstrou nenhum potencial relevante de inibição ou indução das isoenzimas do citocromo P450. Após doses múltiplas de vortioxetina, não foi observado nenhum efeito inibitório em indivíduos saudáveis relativamente às isoenzimas do citocromo P450, CYP2C19 (omeprazol, diazepam), CYP3A4/5 (etinilestradiol, midazolam), CYP2B6 (bupropiom), CYP2C9 (tolbutamida, varfarina S-), CYP1A2 (cafeína) ou CYP2D6 (dextrometorfano). Não foram observadas interações farmacodinâmicas. Não foi observado nenhum compromisso significativo da função cognitiva, comparativamente ao placebo, após coadministração de vortioxetina com uma dose única de 10 mg de diazepam. Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos níveis de hormonas sexuais após coadministração da vortioxetina com um contracetivo oral combinado (etinilestradiol 30 μg/levonorgestrel150 μg).

Vortioxetina + Etinilestradiol

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Substratos do citocromo P450: In vitro, a vortioxetina não demonstrou nenhum potencial relevante de inibição ou indução das isoenzimas do citocromo P450. Após doses múltiplas de vortioxetina, não foi observado nenhum efeito inibitório em indivíduos saudáveis relativamente às isoenzimas do citocromo P450, CYP2C19 (omeprazol, diazepam), CYP3A4/5 (etinilestradiol, midazolam), CYP2B6 (bupropiom), CYP2C9 (tolbutamida, varfarina S-), CYP1A2 (cafeína) ou CYP2D6 (dextrometorfano). Não foram observadas interações farmacodinâmicas. Não foi observado nenhum compromisso significativo da função cognitiva, comparativamente ao placebo, após coadministração de vortioxetina com uma dose única de 10 mg de diazepam. Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos níveis de hormonas sexuais após coadministração da vortioxetina com um contracetivo oral combinado (etinilestradiol 30 μg/levonorgestrel150 μg).

Vortioxetina + Midazolam

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Substratos do citocromo P450: In vitro, a vortioxetina não demonstrou nenhum potencial relevante de inibição ou indução das isoenzimas do citocromo P450. Após doses múltiplas de vortioxetina, não foi observado nenhum efeito inibitório em indivíduos saudáveis relativamente às isoenzimas do citocromo P450, CYP2C19 (omeprazol, diazepam), CYP3A4/5 (etinilestradiol, midazolam), CYP2B6 (bupropiom), CYP2C9 (tolbutamida, varfarina S-), CYP1A2 (cafeína) ou CYP2D6 (dextrometorfano). Não foram observadas interações farmacodinâmicas. Não foi observado nenhum compromisso significativo da função cognitiva, comparativamente ao placebo, após coadministração de vortioxetina com uma dose única de 10 mg de diazepam. Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos níveis de hormonas sexuais após coadministração da vortioxetina com um contracetivo oral combinado (etinilestradiol 30 μg/levonorgestrel150 μg).

Vortioxetina + Tolbutamida

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Substratos do citocromo P450: In vitro, a vortioxetina não demonstrou nenhum potencial relevante de inibição ou indução das isoenzimas do citocromo P450. Após doses múltiplas de vortioxetina, não foi observado nenhum efeito inibitório em indivíduos saudáveis relativamente às isoenzimas do citocromo P450, CYP2C19 (omeprazol, diazepam), CYP3A4/5 (etinilestradiol, midazolam), CYP2B6 (bupropiom), CYP2C9 (tolbutamida, varfarina S-), CYP1A2 (cafeína) ou CYP2D6 (dextrometorfano). Não foram observadas interações farmacodinâmicas. Não foi observado nenhum compromisso significativo da função cognitiva, comparativamente ao placebo, após coadministração de vortioxetina com uma dose única de 10 mg de diazepam. Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos níveis de hormonas sexuais após coadministração da vortioxetina com um contracetivo oral combinado (etinilestradiol 30 μg/levonorgestrel150 μg).

Vortioxetina + Cafeína

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Substratos do citocromo P450: In vitro, a vortioxetina não demonstrou nenhum potencial relevante de inibição ou indução das isoenzimas do citocromo P450. Após doses múltiplas de vortioxetina, não foi observado nenhum efeito inibitório em indivíduos saudáveis relativamente às isoenzimas do citocromo P450, CYP2C19 (omeprazol, diazepam), CYP3A4/5 (etinilestradiol, midazolam), CYP2B6 (bupropiom), CYP2C9 (tolbutamida, varfarina S-), CYP1A2 (cafeína) ou CYP2D6 (dextrometorfano). Não foram observadas interações farmacodinâmicas. Não foi observado nenhum compromisso significativo da função cognitiva, comparativamente ao placebo, após coadministração de vortioxetina com uma dose única de 10 mg de diazepam. Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos níveis de hormonas sexuais após coadministração da vortioxetina com um contracetivo oral combinado (etinilestradiol 30 μg/levonorgestrel150 μg).

Vortioxetina + Dextrometorfano

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Substratos do citocromo P450: In vitro, a vortioxetina não demonstrou nenhum potencial relevante de inibição ou indução das isoenzimas do citocromo P450. Após doses múltiplas de vortioxetina, não foi observado nenhum efeito inibitório em indivíduos saudáveis relativamente às isoenzimas do citocromo P450, CYP2C19 (omeprazol, diazepam), CYP3A4/5 (etinilestradiol, midazolam), CYP2B6 (bupropiom), CYP2C9 (tolbutamida, varfarina S-), CYP1A2 (cafeína) ou CYP2D6 (dextrometorfano). Não foram observadas interações farmacodinâmicas. Não foi observado nenhum compromisso significativo da função cognitiva, comparativamente ao placebo, após coadministração de vortioxetina com uma dose única de 10 mg de diazepam. Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos níveis de hormonas sexuais após coadministração da vortioxetina com um contracetivo oral combinado (etinilestradiol 30 μg/levonorgestrel150 μg).

Vortioxetina + Contracetivos orais

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Substratos do citocromo P450: In vitro, a vortioxetina não demonstrou nenhum potencial relevante de inibição ou indução das isoenzimas do citocromo P450. Após doses múltiplas de vortioxetina, não foi observado nenhum efeito inibitório em indivíduos saudáveis relativamente às isoenzimas do citocromo P450, CYP2C19 (omeprazol, diazepam), CYP3A4/5 (etinilestradiol, midazolam), CYP2B6 (bupropiom), CYP2C9 (tolbutamida, varfarina S-), CYP1A2 (cafeína) ou CYP2D6 (dextrometorfano). Não foram observadas interações farmacodinâmicas. Não foi observado nenhum compromisso significativo da função cognitiva, comparativamente ao placebo, após coadministração de vortioxetina com uma dose única de 10 mg de diazepam. Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos níveis de hormonas sexuais após coadministração da vortioxetina com um contracetivo oral combinado (etinilestradiol 30 μg/levonorgestrel150 μg).

Vortioxetina + Etinilestradiol + Levonorgestrel

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Substratos do citocromo P450: In vitro, a vortioxetina não demonstrou nenhum potencial relevante de inibição ou indução das isoenzimas do citocromo P450. Após doses múltiplas de vortioxetina, não foi observado nenhum efeito inibitório em indivíduos saudáveis relativamente às isoenzimas do citocromo P450, CYP2C19 (omeprazol, diazepam), CYP3A4/5 (etinilestradiol, midazolam), CYP2B6 (bupropiom), CYP2C9 (tolbutamida, varfarina S-), CYP1A2 (cafeína) ou CYP2D6 (dextrometorfano). Não foram observadas interações farmacodinâmicas. Não foi observado nenhum compromisso significativo da função cognitiva, comparativamente ao placebo, após coadministração de vortioxetina com uma dose única de 10 mg de diazepam. Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos níveis de hormonas sexuais após coadministração da vortioxetina com um contracetivo oral combinado (etinilestradiol 30 μg/levonorgestrel150 μg).

Vortioxetina + Lítio

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Lítio, triptofano: Não foi observado nenhum efeito clinicamente relevante durante a exposição ao lítio no estado de equilíbrio após coadministração com doses múltiplas de vortioxetina em indivíduos saudáveis. No entanto, ocorreram notificações de potenciação de efeitos quando antidepressivos com efeito serotoninérgico foram administrados juntamente com lítio ou triptofano; deste modo, o uso concomitante de vortioxetina com estes medicamentos deve ser feito com precaução.

Vortioxetina + Triptófano

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Lítio, triptofano: Não foi observado nenhum efeito clinicamente relevante durante a exposição ao lítio no estado de equilíbrio após coadministração com doses múltiplas de vortioxetina em indivíduos saudáveis. No entanto, ocorreram notificações de potenciação de efeitos quando antidepressivos com efeito serotoninérgico foram administrados juntamente com lítio ou triptofano; deste modo, o uso concomitante de vortioxetina com estes medicamentos deve ser feito com precaução.

Furazolidona + Vortioxetina

Observações: N.D.
Interações: Não se recomenda a utilização de furazolidona com qualquer um dos seguintes medicamentos. - Amitriptilina - Apraclonidina - Atomoxetina - Benzefetamina - Brimonidina - Bupropiona - Carbamazepina - Carbidopa - Carbinoxamina - Citalopram - Clomipramina - Ciclobenzaprina - Cipro-heptadina - Desipramina - Desvenlafaxina - Dexmetilfenidato - Dextroanfetamina - Anfepramona (Dietilpropiona) - Doxilamina - Entacapona - Escitalopram - Femoxetina - Fluoxetina - Fluvoxamina - Guanedrel - Guanetidina - Hidroxitriptofano - Imipramina - Isocarboxazida - Levodopa - Levacetilmetadol - Levomilnacipran - Maprotilina - Mazindol - Metadona - Metanfetamina - Metildopa - Metilfenidato - Milnaciprano - Mirtazapina - Nefazodona - Nefopam - Nortriptilina - Opipramol - Paroxetina - Fendimetrazina - Fenmetrazina - Fentermina - Fenilalanina - Pseudoefedrina - Reserpina - Safinamida - Selegilina - Sertralina - Sibutramina - Sumatriptano - Tapentadol - Tetrabenazina - Tranilcipromina - Trazodona - Trimipramina - Triptofano - Venlafaxina - Vilazodona - Vortioxetina - Zimeldina

Vortioxetina + Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: IMAOs irreversíveis não-seletivos: Devido ao risco de Síndrome Serotoninérgica, a vortioxetina está contraindicada em qualquer combinação com IMAOs irreversíveis não-seletivos. A vortioxetina não deve ser iniciada no período de pelo menos 14 dias após a descontinuação do tratamento com um IMAO irreversível não-seletivo. A vortioxetina deve ser descontinuada no período de pelo menos 14 dias antes do início do tratamento com um IMAO irreversível não-seletivo. Inibidor reversível seletivo da MAO-A (moclobemida): A combinação de vortioxetina com um inibidor reversível seletivo da MAO-A, como a moclobemida, é contraindicada. Se a combinação se provar necessária, o medicamento adicionado deve ser administrado na dosagem mínima e sob monitorização clínica apertada relativamente à Síndrome Serotoninérgica. IMAO reversível não-s eletivo (linezolida): A combinação de vortioxetina com um IMAO reversível não-seletivo fraco, como o antibiótico linezolida, é contraindicada. Se a combinação se provar necessária, o medicamento adicionado deve ser administrado na dosagem mínima e sob monitorização apertada relativamente à Síndrome Serotoninérgica. Inibidor irreversível seletivo da MAO-B (selegilina, rasagilina): Apesar de ser esperado um risco mais baixo de Síndrome Serotoninérgica com inibidores da MAO-B seletivos do que com inibidores da MAO-A, a combinação de vortioxetina com inibidores irreversíveis da MAO-B, como a selegilina ou a rasagilina deve ser administrada com precaução. Se forem usados concomitantemente, é necessária uma monitorização apertada relativamente à Síndrome Serotoninérgica.

Vortioxetina + Moclobemida

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Inibidor reversível seletivo da MAO-A (moclobemida): A combinação de vortioxetina com um inibidor reversível seletivo da MAO-A, como a moclobemida, é contraindicada. Se a combinação se provar necessária, o medicamento adicionado deve ser administrado na dosagem mínima e sob monitorização clínica apertada relativamente à Síndrome Serotoninérgica.

Vortioxetina + Linezolida

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: IMAO reversível não-s eletivo (linezolida): A combinação de vortioxetina com um IMAO reversível não-seletivo fraco, como o antibiótico linezolida, é contraindicada. Se a combinação se provar necessária, o medicamento adicionado deve ser administrado na dosagem mínima e sob monitorização apertada relativamente à Síndrome Serotoninérgica.

Vortioxetina + Selegilina

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Inibidor irreversível seletivo da MAO-B (selegilina, rasagilina): Apesar de ser esperado um risco mais baixo de Síndrome Serotoninérgica com inibidores da MAO-B seletivos do que com inibidores da MAO-A, a combinação de vortioxetina com inibidores irreversíveis da MAO-B, como a selegilina ou a rasagilina deve ser administrada com precaução. Se forem usados concomitantemente, é necessária uma monitorização apertada relativamente à Síndrome Serotoninérgica.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Não deve ser utilizado durante a gravidez, exceto se a condição clínica da mulher exigir tratamento com vortioxetina.

Deve ser tomada uma decisão quanto a interromper a amamentação ou interromper/ abster-se da terapêutica com este medicamento, tendo em conta o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapêutica para a mulher.

Os doentes devem tomar precaução ao conduzir ou operar maquinaria perigosa, especialmente quando iniciarem o tratamento com vortioxetina ou quando alterarem a dose.

Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017