Vinflunina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Condução
O que é
A Vinflunina pertence à classe dos Citotóxicos que interferem com a tubulina.

A Vinflunina é um novo alcalóide fluorado Vinca sujeito a investigação para o tratamento de cancro da bexiga.
Usos comuns
Vinflunina está indicado em monoterapia para o tratamento de doentes adultos com carcinoma avançado ou metastático de células de transição do tracto urinário após a falha prévia de um regime contendo platina.
Tipo
Sem informação
História
Foi originalmente descoberto pela equipa do professor Jean-Claude Jacquesy (UMR CNRS 6514 - Universidade de Poitiers), desenvolvido pelos Laboratórios Pierre Fabre e foi licenciado para a Bristol-Myers Squibb para o desenvolvimento em alguns países, incluindo os Estados Unidos.

Em 23 de novembro de 2007, Pierre Fabre e BMS anunciaram que estavam concluindo o contrato de licença para o desenvolvimento da Vinflunina.
Indicações
É indicado em monoterapia para o tratamento de pacientes adultos com carcinoma avançado ou metastático de células de transição do tracto urinário após a falha prévia de um regime contendo platina.
Classificação CFT

16.01.07 : Citotóxicos que interferem com a tubulina

Mecanismo De Acção
A Vinflunina liga-se à tubulina no sítio de ligação da vinca, ou perto dele inibindo a sua polimerização em microtúbulos, resultando na supressão do processo involutico, na quebra da dinâmica dos microtúbulos, na suspensão da mitose e apoptose.

In vivo, a Vinflunina apresenta uma actividade antitumoral significativa contra um largo espectro de xenoenxertos humanos em ratinhos, tanto em termos do prolongamento da sobrevida como da inibição do crescimento tumoral.
Posologia Orientativa
O tratamento com Vinflunina deve ser iniciado sob a responsabilidade de um Médico qualificado na utilização de quimioterapia anticancerosa e está confinado a unidades especializadas na administração de quimioterapia citotóxica.

Antes de cada ciclo, deve ser feita uma adequada monitorização do hemograma completo para verificar o valor da contagem absoluta de neutrófilos (CAN), plaquetas e hemoglobina uma vez que a neutropénia, trombocitopenia e anemia são reacções adversas frequentes da Vinflunina.

A posologia recomendada é de 320 mg/m2 de Vinflunina na forma de uma perfusão de 20 minutos, a cada 3 semanas.
Administração
Via intravenosa.
Contra-Indicações
Hipersensibilidade à substância activa ou outros alcalóides da vinca.

Infecção grave recente (nas últimas 2 semanas) ou actual.

Contagem basal da CAN < 1.500/mm3 na primeira administração, contagem basal da CAN < 1.000/mm3 nas administrações subsequentes. Plaquetas < 100.000/mm3.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
As reacções adversas mais frequentes relacionadas com o tratamento notificadas nos dois ensaios de fase II e num de fase III em Doentes com carcinoma de células de transição do urotélio (450 doentes tratados com Vinflunina) foram doenças hematológicas, principalmente neutropénia e anemia; doenças gastrointestinais, especialmente obstipação, anorexia, náusea, estomatite/mucosite, vómitos, dor abdominal e diarreia; e perturbações gerais tais como astenia/fadiga.
Advertências
Gravidez
Gravidez
Gravidez:Não utilize Vinflunina se estiver grávida, a não ser que seja absolutamente necessário. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Aleitamento
Aleitamento
Aleitamento:Não deve amamentar durante o tratamento com Vinflunina.
Condução
Condução
Condução:Vinflunina pode causar efeitos adversos, tais como cansaço e tonturas. Não conduza ou utilize máquinas se sentir efeitos adversos que afetem sua capacidade de se concentrar e de reagir.
Precauções Gerais
Toxicidade hematológica: A neutropénia, leucopenia, anemia e trobocitopenia são reacções adversas frequentes da Vinflunina.

Deve ser feita uma monitorização adequada das contagens completas de sangue para verificar o valor da CAN, das plaquetas e da hemoglobina antes de cada perfusão de Vinflunina.

O início da terapêutica com Vinflunina está contra-indicado em doentes com CAN <1.500/mm3 e plaquetas <100.000/mm3.

Nas administrações subsequentes, a Vinflunina está contra-indicada em donetes com contagem basal CAN <1.000/mm3 ou plaquetas <100.000/mm3.

A dose recomendada deve ser reduzida em Doentes com toxicidade hematológica.

Doenças gastrointestinais: A obstipação de Grau 3 ocorreu em 15,3% dos doentes tratados.

A obstipação de Grau 3 NCI-CTC é definida como uma obstipação que requer evacuação manual ou enema; obstipação de Grau 4 é definida como uma obstrução ou megacólon tóxico.

A obstipação é reversível e pode ser prevenida através de medidas dietéticas especiais tais como a hidratação oral e ingestão de fibras, e através da administração de laxantes, tais como estimulantes laxativos ou emolientes fecais desde o dia 1 ao dia 5 ou 7 do ciclo do tratamento.

Os doentes com risco elevado de obstipação (tratamento concomitante com opiáceos, carcinoma peritonial, massas abdominais, cirurgia abdominal importante prévia) devem ser medicados com laxantes osmóticos desde o dia 1 ao dia 7, administrado uma vez por dia de manhã antes do pequeno-almoço.

No caso de obstipação de Grau 2, definida pela necessidade de laxantes, durante 5 dias ou mais ou Grau ≥3 de qualquer duração, a dose de Vinflunina deve ser ajustada.

No caso de qualquer toxicidade gastrointestinal de Grau ≥3 (excepto vómitos ou náuseas) ou de mucosite (Grau 2 durante 5 dias ou mais ou Grau ≥3 de qualquer duração) é necessário um ajuste de dose. Grau 2 é definido como “moderado”, Grau 3 como “grave” e Grau 4 como “potencialmente fatal”.

Cardiopatias: Foram observados alguns casos de prolongamento do intervalo QT após a administração de Vinflunina. Este efeito pode levar a um aumento do risco de a rritmias ventriculares apesar de não terem sido observadas arritmias com Vinflunina.

No entanto, a Vinflunina deve ser usada com precaução em doentes com risco proarrítmico aumentado (por exemplo, insuficiência cardíaca congestiva, antecedentes conhecidos de prolongamento do intervalo QT, hipocalemia). Não é recomendado o uso concomitante de dois ou mais fármacos que prolonguem o intervalo QT/QTc.

Recomenda-se atenção especial quando a Vinflunina é administrada a Doentes com história prévia de enfarte/isquémia do miocárdio ou de angina de peito. Os episódios isquémicos cardíacos podem ocorrer, especialmente em Doentes que têm doença cardíaca subjacente.

Assim, os doentes que recebem Vinflunina devem ser cautelosamente monitorizados, por médicos, no que respeita à ocorrência de acontecimentos cardíacos.

Deve-se ter cuidado com Doentes com antecedentes de doença cardíaca e o benefício/risco deve ser cuidadosamente avaliado regularmente. Deve ser considerada a descontinuação de Vinflunina nos doentes que desenvolvem isquémia cardíaca.

Síndrome de Encefalopatia Posterior Reversível (PRES): Foram observados casos de PRES após administração da Vinflunina. Os sintomas clínicos típicos são, em vários graus: neurológicos (cefaleias, confusão, convulsões, afecções visuais), sistémicas (hipertensão) e gastrointestinais (náuseas, vómitos).

Os sinais radiológicos são alterações patológicas na massa branca na região posterior do cérebro. A pressão arterial deve ser controlada em Doentes que desenvolvam sintomas de PRES. Recomenda-se a imagiologia cerebral para confirmar o diagnóstico.

As características clínicas e radiológicas normalmente resolvem rapidamente sem sequelas após a descontinuação do tratamento. Deve ser considerada a descontinuação da Vinflunina em doentes que desenvolvam sinais neurológicos de PRES.

Compromisso hepático: A dose recomendada deve ser reduzida nos doentes com compromisso hepático.

Compromisso renal: A dose recomendada deve ser reduzida nos doentes com compromisso renal moderado ou grave.

Doentes idosos: (≥75 anos): A dose recomendada deve ser reduzida em doentes com 75 anos de idade ou mais.

Outros: A utilização concomitante de inibidores potentes ou indutores potentes do CYP3A4 com Vinflunina deve ser evitada.

Quando perfundida através de uma veia periférica, a Vinflunina pode induzir irritação venosa de Grau 1 (22% dos doentes, 14,1% dos ciclos), Grau 2 (11,0% dos doentes, 6,8% dos ciclos) ou Grau 3 (0,8% dos doentes, 0,2% dos ciclos). Todos os casos resolveram rapidamente sem descontinuação do tratamento.

Os homens e as mulheres com potencial reprodutivo devem usar um método contraceptivo eficaz durante o tratamento e até 3 meses após a última administração de Vinflunina.
Cuidados com a Dieta
Sem informação
Terapêutica Interrompida
Não utilize uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Este medicamento é armazenado em meio hospitalar.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação
Sem efeito descrito

Vinflunina + Cisplatina

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interacções: Não foi observada nenhuma interacção farmacocinética em doentes quando a vinflunina foi combinada tanto com cisplatina, carboplatina, capecitabina, ou com gemcitabina. - Cisplatina
Sem efeito descrito

Vinflunina + Carboplatina

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interacções: Não foi observada nenhuma interacção farmacocinética em doentes quando a vinflunina foi combinada tanto com cisplatina, carboplatina, capecitabina, ou com gemcitabina. - Carboplatina
Sem efeito descrito

Vinflunina + Capecitabina

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interacções: Não foi observada nenhuma interacção farmacocinética em doentes quando a vinflunina foi combinada tanto com cisplatina, carboplatina, capecitabina, ou com gemcitabina. - Capecitabina
Sem efeito descrito

Vinflunina + Gemcitabina

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interacções: Não foi observada nenhuma interacção farmacocinética em doentes quando a vinflunina foi combinada tanto com cisplatina, carboplatina, capecitabina, ou com gemcitabina. - Gemcitabina
Não recomendado/Evitar

Vinflunina + Doxorrubicina

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interacções clinicamente significativas.
Interacções: Não foram observadas interacções farmacocinéticas em doentes quando a vinflunina foi combinada com doxorubicina. No entanto, devido a um risco aumentado de toxicidade hematológica, deve-se ter cuidado quando esta combinação é utilizada. Foi observada uma interacção farmacocinética entre a vinflunina e a doxorrubicina lipossómica peguilada, resultando um aumento aparente de 15% a 30% na exposição à vinflunina e uma diminuição aparente de 2 a 3 vezes da AUC da doxorrubicina, enquanto que para o doxorrubicinol, as concentrações do metabolito não foram afetadas. De acordo com um estudo in vitro, estas alterações podem estar relacionadas à adsorção da vinflunina aos lipossomas e a uma modificação da distribuição sanguínea de ambos os compostos. Consequentemente, deve-se ter cuidado quando se utiliza este tipo de combinação. - Doxorrubicina
Não recomendado/Evitar

Vinflunina + Cetoconazol

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interacções: Um estudo de fase I para avaliar o efeito do tratamento com cetoconazol (um inibidor potente do CYP3A) na farmacocinética da vinflunina indicou que a co-administração do cetoconazol (400 mg por via oral uma vez por dia durante 8 dias) resultou num aumento de 30% e de 50% nas exposições sanguíneas à vinflunina e ao o seu metabolito 4Odiacetilvinflunina (DVFL), respectivamente. Consequentemente a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (tais como o ritonavir, o cetoconazol, o itraconazol e sumo de toranja) ou de indutores (tais como a rifampicina e Hypericum perforatum (Hipericão)) com a vinflunina deve ser evitada uma vez que podem aumentar ou diminuir as concentrações de vinflunina e de DVFL. Deve ser evitado o uso concomitante de vinflunina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT/QTc. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Vinflunina + Inibidores do CYP3A4

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interacções: A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (tais como o ritonavir, o cetoconazol, o itraconazol e sumo de toranja) ou de indutores (tais como a rifampicina e Hypericum perforatum (Hipericão)) com a vinflunina deve ser evitada uma vez que podem aumentar ou diminuir as concentrações de vinflunina e de DVFL. - Inibidores do CYP3A4
Não recomendado/Evitar

Vinflunina + Ritonavir

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interacções: A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (tais como o ritonavir, o cetoconazol, o itraconazol e sumo de toranja) ou de indutores (tais como a rifampicina e Hypericum perforatum (Hipericão)) com a vinflunina deve ser evitada uma vez que podem aumentar ou diminuir as concentrações de vinflunina e de DVFL. - Ritonavir
Não recomendado/Evitar

Vinflunina + Itraconazol

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interacções: A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (tais como o ritonavir, o cetoconazol, o itraconazol e sumo de toranja) ou de indutores (tais como a rifampicina e Hypericum perforatum (Hipericão)) com a vinflunina deve ser evitada uma vez que podem aumentar ou diminuir as concentrações de vinflunina e de DVFL. - Itraconazol
Não recomendado/Evitar

Vinflunina + Sumo de toranja

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interacções: A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (tais como o ritonavir, o cetoconazol, o itraconazol e sumo de toranja) ou de indutores (tais como a rifampicina e Hypericum perforatum (Hipericão)) com a vinflunina deve ser evitada uma vez que podem aumentar ou diminuir as concentrações de vinflunina e de DVFL. - Sumo de toranja
Não recomendado/Evitar

Vinflunina + Indutores do CYP3A4

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interacções: A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (tais como o ritonavir, o cetoconazol, o itraconazol e sumo de toranja) ou de indutores (tais como a rifampicina e Hypericum perforatum (Hipericão)) com a vinflunina deve ser evitada uma vez que podem aumentar ou diminuir as concentrações de vinflunina e de DVFL. - Indutores do CYP3A4
Não recomendado/Evitar

Vinflunina + Rifampicina

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interacções: A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (tais como o ritonavir, o cetoconazol, o itraconazol e sumo de toranja) ou de indutores (tais como a rifampicina e Hypericum perforatum (Hipericão)) com a vinflunina deve ser evitada uma vez que podem aumentar ou diminuir as concentrações de vinflunina e de DVFL. - Rifampicina
Não recomendado/Evitar

Vinflunina + Hipericão (Erva de S. João)

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interacções: A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (tais como o ritonavir, o cetoconazol, o itraconazol e sumo de toranja) ou de indutores (tais como a rifampicina e Hypericum perforatum (Hipericão)) com a vinflunina deve ser evitada uma vez que podem aumentar ou diminuir as concentrações de vinflunina e de DVFL. - Hipericão (Erva de S. João)
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Vinflunina + Paclitaxel

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interacções: Foi sugerido por um estudo in vitro (inibição ligeira do metabolismo da vinflunina) uma possível interacção com paclitaxel e docetaxel (substratos CYP3). Ainda não foi realizado nenhum estudo clínico específico da vinflunina em combinação com estes compostos. - Paclitaxel
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Vinflunina + Docetaxel

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interacções: Foi sugerido por um estudo in vitro (inibição ligeira do metabolismo da vinflunina) uma possível interacção com paclitaxel e docetaxel (substratos CYP3). Ainda não foi realizado nenhum estudo clínico específico da vinflunina em combinação com estes compostos. - Docetaxel
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vinflunina + Opiáceos

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interacções: O uso concomitante dos opióides pode aumentar o risco de obstipação. - Opiáceos
Não recomendado/Evitar

Vinflunina + Sumo de toranja

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interacções: A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (tais como o ritonavir, o cetoconazol, o itraconazol e sumo de toranja) ou de indutores (tais como a rifampicina e Hypericum perforatum (Hipericão)) com a vinflunina deve ser evitada uma vez que podem aumentar ou diminuir as concentrações de vinflunina e de DVFL. - Sumo de toranja
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interacções da Vinflunina
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.

Se estiver grávida ou amamentando, ou se pensa em engravidar, consulte o médico para aconselhamento antes de iniciar o tratamento com Vinflunina.

Se for uma mulher ou um homem em idade fértil deve usar um método contraceptivo eficaz durante o tratamento e até 3 meses após a sua última dose de Vinflunina.

Se for um homem e quiser ter filhos deve pedir a opinião do médico. Poderá procurar aconselhamento relativo a armazenamento de esperma antes de começar o seu tratamento.

Não utilize Vinflunina se estiver grávida, a não ser que seja absolutamente necessário. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Não deve amamentar durante o tratamento com Vinflunina.

Vinflunina pode causar efeitos adversos, tais como cansaço e tonturas. Não conduza ou utilize máquinas se sentir efeitos adversos que afectem sua capacidade de se concentrar e de reagir.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2021