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Vildagliptina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Condução
O que é
A Vildagliptina, anteriormente identificado como LAF237, é um novo agente anti-hiperglicémico oral, (fármaco anti-diabético), do novo inibidor da dipeptidil-peptidase-4 (DPP-4) da classe dos inibidores de drogas.

A vildagliptina inibe a inactivação do GLP-1 e GIP pela DPP-4, permitindo que o GLP-1 e GIP potencie a secreção de insulina nas células beta e suprime a libertação glucagon pelas células alfa dos ilhéus de Langerhans no pâncreas.

Está atualmente em ensaios clínicos em os EUA e tem sido indicado para reduzir a hiperglicemia em diabetes mellitus tipo 2.
Usos comuns
A vildagliptina é indicada no tratamento da diabetes mellitus tipo 2 em adultos.

A diabetes tipo 2 desenvolve-se se o organismo não produzir insulina suficiente ou se a insulina produzida pelo organismo não funcionar tão bem como deveria.

Pode também desenvolver-se se o organismo produzir demasiado glucagom.

A insulina é uma substância que ajuda a reduzir o nível de açúcar no sangue, especialmente após as refeições.

O glucagom é uma substância que desencadeia a produção de açúcar pelo fígado, provocando o aumento do nível de açúcar no sangue.

O pâncreas produz estas duas substâncias.

A vildagliptina atua estimulando o pâncreas a produzir mais insulina e menos glucagom.

Isto ajuda a controlar o nível de açúcar no sangue. Este medicamento provou reduzir o açúcar no sangue, o que pode ajudar a prevenir complicações da diabetes.

Mesmo que esteja agora a iniciar um medicamento para a diabetes, é importante que mantenha a dieta e/ou o exercício.
Tipo
Molécula pequena
História
Sem informação.
Indicações
A vildagliptina é indicada no tratamento da diabetes mellitus tipo 2 em adultos:

Como monoterapia
- em doentes inadequadamente controlados apenas com dieta e exercício e para os quais a metformina está contraindicada ou não é tolerada.


Como terapêutica oral em associação dupla, com:
- metformina, em doentes com controlo insuficiente da glicemia apesar de terapêutica com a dose máxima tolerada de metformina em monoterapia.

- uma sulfonilureia, em doentes com controlo insuficiente da glicemia mesmo com a dose máxima tolerada de uma sulfonilureia e para os quais a metformina está contraindicada ou não é tolerada.

- uma tiazolidinediona, em doentes com controlo insuficiente da glicemia e para os quais a utilização de uma tiazolidinediona é apropriada.


Como terapêutica oral em associação tripla, com:
- uma sulfonilureia e metformina quando dieta e exercício fisico associados a terapêutica dupla com estes fármacos não proporcionam controlo glicémico adequado.


Vildagliptina é também indicada em associação com insulina (com ou sem metformina) quando a dieta e exercício fisico associados a insulina numa dose estável não proporcionam controlo glicémico
adequado.


Classificação CFT

8.4.2 : Antidiabéticos orais

Mecanismo De Ação
A vildagliptina, incluída na classe dos potenciadores dos ilhéus pancreáticos, é um potente e seletivo inibidor da DPP-4.


A administração de vildagliptina resulta numa rápida e total inibição da atividade da DPP-4, resultando em níveis endógenos mais elevados, em jejum e pós-prandial, das hormonas incretinas GLP-1 (peptídeo-1 semelhante ao glucagom) e GIP (polipeptídeo insulinotrópico dependente da glicose).

Posologia Orientativa
Quando utilizada em monoterapia, em associação com metformina, em associação com tiazolidinediona, em associação com metformina e uma sulfonilureia, ou em associação com insulina (com ou sem metformina), a dose diária recomendada de vildagliptina é 100 mg, administrada numa dose de 50 mg de manhã e numa dose de 50 mg à noite.


Quando utilizado em associação com uma sulfonilureia, a dose recomendada de vildagliptina é 50 mg numa única toma pela manhã.

Nesta população de doentes, a dose de 100 mg por dia de vildagliptina não foi mais eficaz que a dose de 50 mg de vildagliptina uma vez por dia.


Quando utilizado em associação com uma sulfonilureia, pode considerar-se uma dose mais baixa da sulfonilureia para reduzir o risco de hipoglicemia.


Não se recomendam doses superiores a 100 mg.

Administração
Via oral.

Pode ser administrado com ou sem alimentos.

Engula os comprimidos inteiros com um pouco de água.
Contraindicações
Hipersensibilidade à Vildagliptina
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Alguns sintomas requerem assistência médica imediata:
- Angioedema (raro: pode afetar até 1 em 1.000 pessoas): os sintomas incluem inchaço da face, da língua ou da garganta, dificuldade em engolir, dificuldade em respirar, erupção cutânea súbita ou urticária, que podem ser indicativos de uma reação denominada “angioedema”.

- Doença do fígado (hepatite) (raro): os sintomas incluem pele e olhos amarelos, náuseas, perda de apetite ou urina de cor escura, que podem ser indicativos de doença no fígado (hepatite).

- Inflamação do pâncreas (pancreatite) (frequência desconhecida): Os sintomas incluem dor forte e persistente no abdómen (zona do estômago), que pode irradiar para as costas, bem como náuseas e vómitos.


Outros efeitos secundários
- Frequentes (podem afetar até 1 em 10 pessoas): tremores, cefaleias (dor de cabeça), tonturas, náuseas, glicose baixa no sangue.

- Pouco frequentes (podem afetar 1 em 100 pessoas): cansaço

Efeitos secundários com Vildagliptina e uma sulfonilureia:
- Frequentes: tremores, cefaleias (dor de cabeça), tonturas, fraqueza, glicose baixa no sangue
- Pouco frequentes: obstipação (prisão de ventre)
- Muito raros (podem afetar até 1 em 10.000 pessoas): dor de garganta, corrimento nasal

Efeitos secundários com Vildagliptina e uma glitazona:
- Frequentes: aumento de peso, inchaço das mãos, tornozelos e pés (edema)
- Pouco frequentes: cefaleias (dor de cabeça), fraqueza, glicose baixa no sangue

Efeitos secundários com Vildagliptina isoladamente:
- Frequentes: tonturas
- Pouco frequentes: cefaleias (dor de cabeça), obstipação (prisão de ventre), mãos, pés ou tornozelos inchados (edema), dor nas articulações, glicose baixa no sangue
- Muito raros: dor de garganta, corrimento nasal, febre

Efeitos secundários com Vildagliptina, metformina e uma sulfonilureia:
- Frequentes: tonturas, tremores, fraqueza, glicose baixa no sangue, transpiração excessiva

Efeitos secundários com Vildagliptina e insulina (com ou sem metformina):
- Frequentes: dor de cabeça, arrepios, náuseas (má disposição), glicose baixa no sangue, azia
- Pouco frequentes: diarreia, flatulência

Desde que este produto se encontra no mercado, foram também comunicados os seguintes efeitos secundários:
- Frequência desconhecida (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): Erupção cutânea com comichão, inflamação do pâncreas, descamação da pele localizada ou bolhas

Advertências
Gravidez
Gravidez:Contra-indicada. Ver sitagliptina. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Aleitamento
Aleitamento:Contra-indicada.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Evitar.
Condução
Condução:Risco de hipoglicemia.
Precauções Gerais
Geral
Vildagliptina não é um substituto da insulina em doentes insulino-dependentes.

Não deve ser utilizado em doentes com diabetes tipo 1 ou para tratamento da cetoacidose diabética.


Compromisso renal
Existe pouca experiência em doentes com DRT em hemodiálise.

Assim, Vildagliptina deve ser utilizado com precaução nestes doentes.


Compromisso hepático
Este medicamento não deve ser utilizado em doentes com compromisso hepático, incluindo doentes com ALT ou AST > 3x o LSN antes do tratamento.


Monitorização das enzimas hepáticas
Foram notificados casos raros de compromisso hepático (incluindo hepatite).

Nestes casos, os doentes foram geralmente assintomáticos sem sequelas clínicas e os resultados das análises da função hepática voltaram ao normal após interrupção do tratamento.

Devem ser efetuadas análises à função hepática antes de se iniciar o tratamento com Vildagliptina para conhecer os valores basais do doente.

A função hepática deve ser monitorizada durante o tratamento com Vildagliptina, em intervalos trimestrais durante o primeiro ano e depois periodicamente.

Doentes que revelem um aumento dos níveis de transaminases devem ser monitorizados com uma segunda avaliação da função hepática para confirmar os resultados e serem seguidos a partir daí com avaliações laboratoriais regulares até os valores normalizarem.

Se persistir um aumento da AST ou da ALT igual ou superior a 3x o LSN, recomenda-se a interrupção da terapêutica com este medicamento.


Doentes com icterícia ou outros sinais sugestivos de compromisso hepático devem interromper o tratamento com Vildagliptina.


Após interrupção do tratamento e normalização da função hepática, o tratamento com Vildagliptina não deve ser reiniciado.


Insuficiência cardíaca
Um ensaio clinico de vildagliptina em doentes com insuficiência cardíaca das classes funcionais I-III da New York Heart Association (NYHA) demonstrou que o tratamento com vildagliptina não está associado a alteração da função ventricular esquerda ou a agravamento de insuficiência cardíaca congestiva (ICC) pré-existente versus placebo.

A experiência clínica em doentes com insuficiência cardíaca da classe funcional III da NYHA tratados com vildagliptina é ainda limitada e os resultados são inconclusivos (ver secção 5.1).


Não existe experiência em ensaios clínicos da utilização de vildagliptina em doentes com insuficiência cardíaca da classe funcional IV da NYHA e portanto não se recomenda a sua utilização nestes doentes.


Afeções cutâneas
Foram notificadas lesões da pele, incluindo vesículas e ulceração nas extremidades de macacos em estudos toxicológicos não-clínicos.

Apesar das lesões cutâneas não terem sido observadas com uma maior incidência em ensaios clínicos, existe experiência limitada em doentes com complicações cutâneas da diabetes.

Além disso, tem havido notificações pós-comercialização de lesões cutâneas bolhosas e esfoliativas.

Assim, no tratamento de rotina do doente diabético, recomenda-se a monitorização de afeções da pele, tais como vesículas ou úlcerações.


Pancreatite aguda
A utilização de vildagliptina tem sido associada a risco de desenvolvimento de pancreatite aguda.

Os doentes devem ser informados sobre os sintomas característicos de pancreatite aguda.


Em caso de suspeita de pancreatite deve suspender-se a vildagliptina; se a pancreatite aguda for confirmada, a vildagliptina não deve ser retomada.

Deve ter-se precaução em doentes com antecedentes de pancreatite aguda.


Hipoglicemia
As sulfonilureias são conhecidas por causar hipoglicemia.

Os doentes tratados com vildagliptina em associação com uma sulfonilureia podem estar em risco para hipoglicemia.

Por conseguinte, pode considerar-se uma dose mais baixa de sulfonilureia para reduzir o risco de hipoglicemia.

Cuidados com a Dieta
Pode ser administrado com ou sem alimentos.
Terapêutica Interrompida
Se falhar uma dose de Vildagliptina esta deve ser tomada assim que o doente se lembrar.

Não deve ser tomada uma dose dupla no mesmo dia.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Conservar na embalagem de origem para proteger da humidade.

Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Atorvastatina + Perindopril + Vildagliptina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com este medicamento e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina e perindopril separadamente. Os dados de estudos clínicos demonstram que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através da utilização combinada de IECAs, antagonistas dos recetores da angiotensina II ou aliscireno está associado ao aumento da frequência de eventos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia, diminuição da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) comparativamente com a utilização de um único medicamento que atua no SRAA.
Interações: Utilização concomitante que requer alguns cuidados: Perindopril Gliptinas (linagliptina, saxagliptina, sitagliptina, vildagliptina) Aumento do risco de angioedema devido à diminuição da atividade do dipeptidilo peptidase IV (DPP-IV) pela gliptina, em doentes tratados com um IECA, simultaneamente.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bisoprolol + Perindopril + Vildagliptina

Observações: Num estudo de interação conduzido em voluntários sãos, não foram observadas interações entre o bisoprolol e o perindopril.
Interações: Utilização concomitante a ter em consideração Relacionada com o PERINDOPRIL: Gliptinas (linagliptina, saxagliptina, sitagliptina, vildagliptina): Aumento do risco de angioedema, devido à diminuição da atividade do dipeptidilo peptidase IV (DPP-IV) pela gliptina, em doentes tratados simultaneamente com um IECA.

Atorvastatina + Perindopril + Amlodipina + Vildagliptina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina, perindopril e amlodipina separadamente.
Interações: Utilização concomitante que requer ALGUNS CUIDADOS: PERINDOPRIL: Gliptinas (linagliptina, saxagliptina, sitagliptina, vildagliptina): Aumento do risco de angioedema devido à diminuição da atividade do dipeptidilo peptidase IV (DPP- IV) pela gliptina, em doentes tratados com um IECA, simultaneamente.

Felodipina + Ramipril + Vildagliptina

Observações: A felodipina é um substrato do CYP3A4. Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos recetores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com ação no SRAA.
Interações: A felodipina é um substrato do CYP3A4. Medicamentos que induzam ou inibam o CYP3A4 têm uma grande influência nas concentrações de felodipina no plasma. Um aumento da incidência de angioedema foi observado em doentes a tomar inibidores da ECA e vildagliptina.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Pasireotido + Vildagliptina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas previstas: Insulina e medicamentos antidiabéticos: Podem ser necessários ajustes da dose (diminuição ou aumento) de insulina e medicamentos antidiabéticos (por exemplo, metformina, liraglutido, vildagliptina, nateglinida ) quando administrados concomitantemente com pasireotido.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Perindopril + Indapamida + Amlodipina + Vildagliptina

Observações: N.D.
Interações: Uso concomitante a considerar: PERINDOPRIL: Gliptinas (linagliptina, saxagliptina, sitagliptina, vildagliptina): Risco aumentado de angioedema devido a redução da atividade da dipeptidil peptidase IV (DPP-IV) pela gliptina, em doentes tratados em simultâneo com um IECA.

Vildagliptina + Pioglitazona

Observações: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez qu e a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP 450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas.
Interações: Associação com pioglitazona, metformina e glibenclamida: Os resultados dos estudos efetuados com estes antidiabéticos orais demonstraram que não existem interações farmacocinéticas clinicamente relevantes.

Vildagliptina + Metformina

Observações: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez qu e a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP 450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas.
Interações: Associação com pioglitazona, metformina e glibenclamida: Os resultados dos estudos efetuados com estes antidiabéticos orais demonstraram que não existem interações farmacocinéticas clinicamente relevantes.

Vildagliptina + Glibenclamida

Observações: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez qu e a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP 450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas.
Interações: Associação com pioglitazona, metformina e glibenclamida: Os resultados dos estudos efetuados com estes antidiabéticos orais demonstraram que não existem interações farmacocinéticas clinicamente relevantes.

Vildagliptina + Digoxina

Observações: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez qu e a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP 450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas.
Interações: Digoxina (substrato da glicoproteína P), varfarina (substrato CYP2C9): Os ensaios clínicos efetuados em indivíduos saudáveis revelaram não existir interações farmacocinéticas clinicamente relevantes, no entanto, estas não foram determinadas na população - alvo.

Vildagliptina + Varfarina

Observações: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez qu e a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP 450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas.
Interações: Digoxina (substrato da glicoproteína P), varfarina (substrato CYP2C9): Os ensaios clínicos efetuados em indivíduos saudáveis revelaram não existir interações farmacocinéticas clinicamente relevantes, no entanto, estas não foram determinadas na população - alvo.

Vildagliptina + Amlodipina

Observações: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez qu e a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP 450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas.
Interações: Associação com amlodipina, ramipril, valsartan ou sinvastatina: Foram efetuados estudos de interação medicamentosa com amlodipina, ramipril, valsartan e sinvastatina em indivíduos saudáveis. Nestes estudos não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente relevantes após a administração concomitante com vildagliptina.

Vildagliptina + Ramipril

Observações: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez qu e a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP 450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas.
Interações: Associação com amlodipina, ramipril, valsartan ou sinvastatina: Foram efetuados estudos de interação medicamentosa com amlodipina, ramipril, valsartan e sinvastatina em indivíduos saudáveis. Nestes estudos não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente relevantes após a administração concomitante com vildagliptina.

Vildagliptina + Valsartan

Observações: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez qu e a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP 450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas.
Interações: Associação com amlodipina, ramipril, valsartan ou sinvastatina: Foram efetuados estudos de interação medicamentosa com amlodipina, ramipril, valsartan e sinvastatina em indivíduos saudáveis. Nestes estudos não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente relevantes após a administração concomitante com vildagliptina.

Vildagliptina + Sinvastatina

Observações: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez qu e a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP 450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas.
Interações: Associação com amlodipina, ramipril, valsartan ou sinvastatina: Foram efetuados estudos de interação medicamentosa com amlodipina, ramipril, valsartan e sinvastatina em indivíduos saudáveis. Nestes estudos não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente relevantes após a administração concomitante com vildagliptina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vildagliptina + Diuréticos tiazídicos (Tiazidas)

Observações: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez qu e a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP 450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas.
Interações: Tal como sucede com outros medicamentos antidiabéticos orais, o efeito hipoglicémico da vildagliptina pode ser reduzido por determinadas substâncias ativas, incluindo tiazidas, corticosteroides, fármacos para tratamento de patologia da tiroide e simpaticomiméticos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vildagliptina + Corticosteroides

Observações: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez qu e a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP 450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas.
Interações: Tal como sucede com outros medicamentos antidiabéticos orais, o efeito hipoglicémico da vildagliptina pode ser reduzido por determinadas substâncias ativas, incluindo tiazidas, corticosteroides, fármacos para tratamento de patologia da tiroide e simpaticomiméticos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vildagliptina + Medicamentos para a tiróide

Observações: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez qu e a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP 450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas.
Interações: Tal como sucede com outros medicamentos antidiabéticos orais, o efeito hipoglicémico da vildagliptina pode ser reduzido por determinadas substâncias ativas, incluindo tiazidas, corticosteroides, fármacos para tratamento de patologia da tiroide e simpaticomiméticos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vildagliptina + Simpaticomiméticos

Observações: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez qu e a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP 450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas.
Interações: Tal como sucede com outros medicamentos antidiabéticos orais, o efeito hipoglicémico da vildagliptina pode ser reduzido por determinadas substâncias ativas, incluindo tiazidas, corticosteroides, fármacos para tratamento de patologia da tiroide e simpaticomiméticos.

Perindopril + Vildagliptina

Observações: N.D.
Interações: Gliptinas (linagliptina, saxagliptina, sitagliptina, vildagliptina): Risco aumentado de angioedema, devido à diminuição da atividade do dipeptidilpeptidase IV (DPP-IV) pelagliptina em doentes tratados concomitantemente com um IECA.

Furazolidona + Vildagliptina

Observações: N.D.
Interações: O uso de furazolidona com qualquer um dos seguintes medicamentos pode causar um aumento do risco de alguns efeitos secundários. - Acarbose - Albiglutido - Alogliptina - Bromocriptina - Canagliflozina - Clorpropamida - Dapagliflozina - Dulaglutido - Empagliflozina - Exenatido - Ginseng - Glimepirida - Glipizida - Gliburida - Insulina - Insulina Aspart, Recombinante - Insulina Bovina - Insulina Degludec - Insulina Detemir - Insulina Glulisine - Insulina Lispro, Recombinante - Linagliptina - Liraglutido - Lixisenatido - Metformina - Miglitol - Nateglinida - Pioglitazona - Pramlintida - Repaglinida - Rosiglitazona - Saxagliptina - Sitagliptina - Tolazamida - Tolbutamida - Vildagliptina
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Vildagliptina não deve ser utilizada durante a gravidez e a amamentação.

Doentes que tenham tonturas como reação adversa devem evitar conduzir veículos ou manusear máquinas.

Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 31 de Outubro de 2019