Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola

DCI com Advertência na Gravidez
O que é
É uma vacina que contém os vírus do sarampo, papeira e rubéola, que foram atenuados.

Quando a vacina é administrada a uma pessoa, o sistema imunitário (as defesas naturais do organismo) produz anticorpos contra os vírus do sarampo, papeira e rubéola.

Os anticorpos ajudam a proteger contra as doenças provocadas por estes vírus.

É administrado para ajudar a proteger contra o sarampo, a papeira e a rubéola em adultos ou crinaças.

A vacina pode ser administrada a pessoas com 12 ou mais meses de idade.

Em circunstâncias especiais, pode ser administrado a lactentes dos 9 aos 12 meses de idade.

Pode também ser usado em surtos de sarampo ou para vacinação após a exposição ou para utilização em pessoas com mais de 9 meses que não tenham sido previamente vacinadas e que estejam em contato com mulheres grávidas suscetíveis e pessoas com provável suscetibilidade à papeira e à rubéola.

Embora contenha vírus vivos, estes estão demasiado atenuados para provocarem sarampo, papeira ou rubéola em pessoas saudáveis.
Usos comuns
Está indicado na vacinação simultânea contra o sarampo, a papeira e a rubéola em indivíduos a partir dos 12 meses de idade.

Em circunstâncias especiais, pode ser administrado a lactentes a partir dos 9 meses de idade.

Para utilização em surtos de sarampo, na vacinação pós-exposição ou para utilização em indivíduos com mais de 9 meses de idade que não tenham sido previamente vacinados e que estão em contato com mulheres grávidas suscetíveis e em pessoas com provável suscetibilidade à papeira e à rubéola.
Tipo
Sem informação.
História
Sem informação.
Indicações
Está indicado na vacinação simultânea contra o sarampo, a papeira e a rubéola em indivíduos a partir dos 12 meses de idade.

Em circunstâncias especiais, pode ser administrado a lactentes a partir dos 9 meses de idade.

Para utilização em surtos de sarampo, na vacinação pós-exposição ou para utilização em indivíduos com mais de 9 meses de idade que não tenham sido previamente vacinados e que estão em contato com mulheres grávidas suscetíveis e em pessoas com provável suscetibilidade à papeira e à rubéola.
Classificação CFT

18.01 : Vacinas (simples e conjugadas)

Mecanismo De Ação
Sem informação.
Posologia Orientativa
É administrada uma dose na data selecionada, normalmente a partir dos 12 meses de idade.

Em circunstâncias especiais, pode ser administrado a partir dos 9 meses.

As doses seguintes devem ser administradas de acordo com a recomendação do seu médico.

O intervalo entre as 2 doses deve ser, no mínimo, de 4 semanas.
Administração
A vacina deve ser injetada por via intramuscular (IM) ou por via subcutânea (SC).

Os locais de injeção preferenciais são a zona antero-lateral da coxa nas crianças mais jovens e a região deltoide nas crianças mais velhas, adolescentes e adultos.

A vacina deverá ser administrada por via subcutânea nos indivíduos com trombocitopenia ou com algum problema de coagulação.
Contraindicações
Antecedentes de hipersensibilidade a qualquer vacina contra o sarampo, papeira ou rubéola ou a qualquer dos excipientes, incluindo a neomicina.

As contraindicações usuais para todas as vacinas: em caso de febre, doença aguda ou doença crónica progressiva, é preferível adiar a vacinação.

A gravidez deve ainda ser evitada no mês seguinte à vacinação.

A vacinação deve ser adiada durante qualquer patologia com febre > 38,5°C.

Tuberculose ativa não tratada.

As crianças submetidas a tratamento para a tuberculose não apresentaram uma exacerbação da doença quando imunizadas com a vacina viva contra o sarampo.

Não existem estudos descritos até à data, sobre o efeito das vacinas virais contra o sarampo em crianças com tuberculose não tratada.

Discrasias sanguíneas, leucemia, linfomas de qualquer tipo ou outros neoplasmas malignos que afetem o sistema hematopoiético e linfático.

Terapêutica imunosupressora atual (incluindo doses elevadas de corticosteroides).

Esta vacina não está contraindicado em indivíduos medicados com corticosteroides tópicos ou com doses baixas de corticosteroides administrados por via parentérica (ex. para a profilaxia da asma ou como terapêutica de substituição).

Imunodeficiência humoral ou celular grave (primária ou adquirida), ex: imunodeficiência combinada grave, agamaglobulinémia e SIDA ou infeção por VIH sintomática ou uma percentagem de linfócitos T CD4+ específicos da idade, em crianças com menos de 12 meses: CD4+ <25%; crianças entre os 12- 35 meses: CD4+ <20%; crianças entre 36-59 meses: CD4+ <15%.

Em indivíduos gravemente imunocomprometidos inadvertidamente vacinados com a vacina contra o sarampo, tem sido referida a ocorrência de encefalite de corpos de inclusão do sarampo, pneumonite e desfecho fatal como uma consequência direta da disseminação da infeção do vírus da vacina contra o sarampo.

Antecedentes familiares de imunodeficiência congénita ou hereditária, exceto nos casos em que se encontra demonstrada a competência imunitária do potencial recetor da vacina.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Muito frequentes (podem afetar mais de 1 em 10 vacinados):
Febre (38,5ºC ou superior).
Vermelhidão, dor e inchaço no local de injeção

Frequentes (podem afetar 1 a 10 em 100 vacinados):
Erupção cutânea (incluindo erupção cutânea tipo sarampo).
Nódoas negras no local da injeção.

Pouco frequentes (podem afetar 1 a 10 em 1000 vacinados):
Congestão nasal e dor de garganta; Infeção no trato respiratório superior ou infeção viral;
Corrimento nasal
Diarreia, Vómitos.
Urticária.
Erupção cutânea no local da injeção

Desconhecido (a frequência não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis):
Meningite as sética (febre, sensação de mal estar, vómitos, dor de cabeça, rigidez no pescoço, sensibilidade à luz); testículos inchados; Infeção do ouvido médio, glândulas salivares inflamadas;
Sarampo atípico (descrito em doentes que receberam uma vacina contra o sarampo com o vírus inativado, habitualmente utilizada antes de 1975).
Nódulos linfáticos inchados.
Hemorragia ou aparecimento de nódoas negras mais facilmente que o habitual.
Reação alérgica grave que pode incluir dificuldade em respirar, inchaço da face, inchaço localizado, e inchaço dos membros.
Irritabilidade.
Convulsões sem febre; Convulsões com febre em crianças; Instabilidade da marcha; Tonturas, Doenças envolvendo a inflamação do sistema nervoso (cérebro e/ou medula espinhal)
Uma doença que consiste em fraqueza muscular, sensações anormais e formigueiro nos braços, pernas e parte superior do corpo (Síndrome Guillain-Barré).
Dor de cabeça; Desmaios, Perturbações nervosas que podem causar fraqueza, formigueiro ou dormência; Distúrbios do nervo do olho.
Pús e comichão nos olhos com pálpebras coladas (conjuntivite).
Inflamação da retina (no olho) com alterações da visão.
Surdez.
Tosse; Infeção pulmonar com ou sem febre.
Sensação de doença (náuseas).
Comichão; Inflamação do tecido adiposo subcutâneo, pintas vermelhas ou roxas na pele (petéquias); zona de pele endurecida e elevada; Doença grave com úlceras ou formação de bolhas na pele, boca, olhos e/ou genitais (Síndrome Stevens-Johnson).
Dor e/ou inchaço nas articulações (geralmente transitório e raramente crónico); dor muscular.
Sensação de queimadura e/ou ardor de curta duração no local da injeção; Bolhas e/ou urticária no local da injeção.
Sensação de mal-estar geral, inchaço; dor.
Inflamação dos vasos sanguíneos.
Advertências

Sem informação.

Precauções Gerais
Tal como para todas as vacinas injetáveis, deverá estar prontamente à disposição tratamento médico adequado no caso de uma rara reação anafilática após a administração da vacina.

Os adultos e adolescentes com antecedentes de alergias podem potencialmente ter um risco acrescido de reação anafilática ou anafilatoide.

Após a administração, recomenda-se uma monitorização cuidada dos sinais precoces destas reações.

Dado que a vacina viva contra o sarampo e a vacina viva contra a papeira são produzidas em culturas de células embrionárias de pinto, as pessoas com antecedentes de reações anafiláticas, anafilatoides ou outras reações imediatas (ex. urticária, edema orofaríngeo, dificuldades respiratórias, hipotensão ou choque) subsequentes à ingestão de ovos, podem apresentar um risco aumentado de reações de hipersensibilidade de tipo imediato.

A potencial relação risco-benefício deverá ser cuidadosamente avaliada antes de se considerar a vacinação em tais casos.

Deverão tomar-se precauções na administração da vacina a pessoas com antecedentes individuais ou familiares de convulsões ou antecedentes de lesões cerebrais.

O médico deverá estar alerta para o caso de ocorrer um aumento da temperatura após a vacinação.

Os lactentes dos 9 aos 12 meses de idade vacinados com uma vacina contra o sarampo durante os surtos de sarampo, ou por outras razões, podem não ter resposta à vacina devido à presença de anticorpos de origem materna em circulação e/ou à imaturidade do sistema imunitário.

Trombocitopenia
Esta vacina deve ser administrada por via subcutânea a indivíduos com trombocitopenia ou com algum problema de coagulação, porque pode ocorrer hemorragia após uma administração intramuscular nestes indivíduos.

Os indivíduos com trombocitopenia podem desenvolver uma trombocitopenia mais grave após a vacinação.

Adicionalmente, os indivíduos que apresentam trombocitopenia após a primeira dose da vacina (ou das vacinas dos seus componentes), podem desenvolver trombocitopenia com doses repetidas.

O estado serológico pode ser avaliado para determinar se são ou não necessárias doses adicionais da vacina.

Nestes casos, a potencial relação risco-benefício deve ser cuidadosamente avaliada antes de se considerar a vacinação.

Outros
A vacinação pode ser considerada em indivíduos com determinadas deficiências imunes, em que os benefícios superem os riscos (ex: indivíduos VIH assintomáticos, deficiências de subclasses de IgG, neutropenia congénita, doença granulomatosa crónica e doenças de deficiência do complemento).

Os indivíduos imunocomprometidos que não tenham nenhuma contraindicação para esta vacinação podem não responder tão bem como os indivíduos imunocompetentes; por este motivo alguns destes indivíduos podem adquirir sarampo, papeira ou rubéola em caso de contacto, apesar da administração apropriada da vacina.

Estes indivíduos devem ser cuidadosamente monitorizados para sinais de sarampo, parotidite e rubéola.

A vacinação poderá não resultar na proteção de todos os indivíduos vacinados.

Transmissão
A excreção de pequenas quantidades do vírus da rubéola vivo atenuado através do nariz ou da garganta tem ocorrido na maioria dos indivíduos suscetíveis, 7 a 28 dias após a vacinação.

Não existem provas que indiquem que este vírus é transmitido a pessoas suscetíveis que estão em contacto com os indivíduos vacinados.

Consequentemente, a transmissão através de um estreito contacto pessoal, embora aceite como uma possibilidade teórica, não é considerado como um risco significativo; Contudo, tem sido documentada a transmissão do vírus da rúbeola da vacina a recém-nascidos através do leite materno, sem qualquer evidência de patologia clínica.

Não existem relatórios de transmissão da estirpe Enders’ Edmonston mais atenuada do vírus do sarampo ou da estirpe Jeryl Lynn™ do vírus da papeira dos indivíduos vacinados para contactos suscetíveis.
Cuidados com a Dieta
Não aplicável.
Terapêutica Interrompida
Contacte o médico se não fizer uma dose de reforço.
Certifique-se que completa o esquema de vacinação.
Caso contrário poderá não ficar completamente protegida contra as doenças.
Cuidados no Armazenamento
Conservar e transportar refrigerado (2ºC-8ºC).
Manter o frasco para injetáveis do pó dentro da embalagem exterior para o proteger da luz.
Não congelar a vacina.
Espectro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Usar com precaução

Imunoglobulina humana normal + Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola

Observações: É expectável que a população pediátrica possa apresentar as mesmas interações que as mencionadas para os adultos.
Interações: Vacinas de vírus vivos atenuados: A administração de imunoglobulina pode diminuir, por um período mínimo de 6 semanas e de até 3 meses, a eficácia de vacinas de vírus vivos atenuados como as do sarampo, rubéola, parotidite (papeira) e varicela. Depois da administração deste medicamento, deve decorrer um intervalo de 3 meses antes da vacinação com vacinas de vírus vivos atenuados. No caso do sarampo, a diminuição pode persistir até 1 ano. Assim sendo, os doentes que recebem vacinas contra o sarampo devem testar o seu nível de anticorpos. - Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola
Usar com precaução

Imunoglobulina humana contra o tétano + Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola

Observações: N.D.
Interações: Após a administração de imunoglobulinas, deve ser dado um intervalo de, pelo menos, três meses antes da vacinação parentérica com vacinas de vírus vivos (ex. papeira, sarampo, rubéola e as vacinas combinadas mais importantes, assim como a vacina contra a varicela). Tal deve-se ao facto dos anticorpos existentes neste medicamento poderem inibir a multiplicação viral, a qual é necessária para o sucesso da vacinação. - Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola
Consultar informação actualizada

Vacina contra a difteria, tétano, tosse convulsa, hepatite B e poliomielite + Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola

Observações: N.D.
Interações: Não existem dados relativamente à eficácia e segurança da administração simultânea de desta vacina e da vacina contra Sarampo-Papeira-Rubéola. - Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola
Consultar informação actualizada

Imunoglobulina humana contra o antigénio D + Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola

Observações: N.D.
Interações: Vacinas de vírus vivos atenuados (como as vacinas contra o sarampo, rubéola, ou papeira) devem ser adiadas por um período de 3 meses após a administração da imunoglobulina humana contra o antigénio D, porque pode ficar comprometida a eficácia das mesmas. Se houver necessidade de administrar imunoglobulina contra o antigénio D entre 2 a 4 semanas após a vacina com vírus vivos atenuados a eficácia desta vacinação pode estar comprometida. - Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola
Sem efeito descrito

Vacina contra a tuberculose (BCG) + Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola

Observações: N.D.
Interações: A administração de BCG por via intradérmica pode ser administrada concomitantemente com vacinas vivas ou inativadas, incluindo vacinas trivalentes do sarampo, papeira e rubéola. A administração de outras vacinas ao mesmo tempo que a BCG: Vacina SSI não deve ser feita no mesmo braço. Não se recomenda a administração de outras vacinas no mesmo braço utilizado para a vacinação da BCG durante 3 meses devido ao risco de linfadenite regional. - Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola
Contraindicado

Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola + Imunoglobulinas

Observações: N.D.
Interações: Imunoglobulina: Não deverá administrar-se uma imunoglobulina (IG) concomitantemente com a Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola. A administração de imunoglobulinas concomitantemente com a Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola pode interferir com a esperada resposta imunitária. A vacinação deverá ser adiada, durante pelo menos 3 meses após transfusões de sangue ou plasma ou administração de imunoglobulinas séricas humanas. - Imunoglobulinas
Usar com precaução

Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola + Testes Laboratoriais/Diagnóstico

Observações: N.D.
Interações: Tem sido referido que as vacinas vivas atenuadas contra o sarampo, papeira e rubéola administradas individualmente podem resultar numa depressão temporária do teste dérmico de sensibilidade à tuberculina. Assim, se for necessário efetuar o teste da tuberculina, este deverá ser realizado em qualquer momento antes, em simultâneo com, ou pelo menos 4 a 6 semanas após a vacinação com Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola. - Testes Laboratoriais/Diagnóstico
Sem efeito descrito

Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola + Vacinas vivas

Observações: N.D.
Interações: Não foram efetuados até à data estudos específicos relativamente à utilização concomitante de Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola e outras vacinas. Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola deve ser administrada, se concomitantemente, em diferentes locais de injeção ou um mês antes ou após a administração de outras vacinas virais vivas. Nestes ensaios clínicos, foi demonstrado que as respostas imunitárias não foram afetadas e que os perfis globais de segurança das vacinas administradas foram semelhantes. - Vacinas vivas
Sem efeito descrito

Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola + Vacinas inativadas

Observações: N.D.
Interações: Não foram efetuados até à data estudos específicos relativamente à utilização concomitante de Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola e outras vacinas. Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola deve ser administrada, se concomitantemente, em diferentes locais de injeção ou um mês antes ou após a administração de outras vacinas virais vivas. Nestes ensaios clínicos, foi demonstrado que as respostas imunitárias não foram afetadas e que os perfis globais de segurança das vacinas administradas foram semelhantes. - Vacinas inativadas
Não recomendado/Evitar

Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola + Plasma humano

Observações: N.D.
Interações: A administração de produtos derivados do plasma contendo anticorpos contra o sarampo, a papeira ou a rubéola, incluindo preparações de imunoglobulinas, devem ser evitadas no espaço de 1 mês após a dose da Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola, a menos que seja considerada essencial. - Plasma humano
Sem efeito descrito

Vacina contra a hepatite A e a hepatite B + Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola

Observações: N.D.
Interações: Quando esta vacina foi administrada concomitantemente com, mas como injeção diferente da vacina combinada contra difteria, tétano, tosse convulsa acelular, poliomielite inativada e Haemophilus influenzae do tipo b (DTPa - IPV+Hib) ou com a vacina combinada contra sarampo - papeira - rubéola no segundo ano de vida, a resposta imunológica a todos os antigénios foi satisfatória. - Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola
Sem efeito descrito

Vacina contra a hepatite B + Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante da Vacina contra a hepatite B e de uma dose padrão de imunoglobulina específica (Ig HB) não se traduz por concentrações de anticorpos anti-HBs mais baixas, desde que sejam administradas em locais de injeção diferentes. A Vacina contra a hepatite B pode ser administrada concomitantemente com as vacinas contra o Haemophilus influenzae tipo b, BCG, hepatite A, poliomielite, sarampo, papeira, rubéola, difteria, tétano e tosse convulsa. - Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola
Sem efeito descrito

Vacina contra a hepatite B, o haemophilus tipo b e o meningococos + Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola

Observações: N.D.
Interações: Os resultados obtidos em ensaios clínicos abertos, não controlados, indicam que esta vacina pode ser administrada concomitantemente com DTP (vacina anti-Difteria, Tétano e Tosse Convulsa de células totais), OPV (vacina anti-Poliomielite Oral ), IPV (vacina anti-Poliomielite Inactivada), e VASPR Merck (vacina anti-Sarampo, Parotidite e Rubéola Viva) usando locais e seringas diferentes para vacinas injectáveis. - Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola
Sem efeito descrito

Vacina contra a difteria e o meningococo + Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola

Observações: n.d.
Interações: A administração concomitante da Vacina contra a difteria e o meningococo com outras vacinas ( mas para as vacinas injectáveis administradas em locais diferentes ), nomeadamente as que a seguir se mencionam, não reduz a resposta imunológica a qualquer dos seguintes antigénios: Polio (vacina da polio inactivada e vacina da polio oral); Difteria e Tétano isoladamente ou em combinação com Pertussis, celular ou acelular; Haemophilus Influenzae tipo B (Hib) ou a combinada Sarampo, Papeira e Rubéola. Foram observadas pequenas variações dos títulos de anticorpos GMT entre os vários estudos; contudo não foi estabelecida a relevância clínica destes resultados. - Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interações da Vacina contra o sarampo, a papeira e a rubéola
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Mulheres grávidas não devem ser vacinadas com esta vacina.
A gravidez deve ser evitada durante 1 mês após a vacinação.
As mulheres que pretendem engravidar devem ser devidamente aconselhadas a adiar a gravidez durante este período.

Devem tomar-se precauções quando se considera a administração da vacina a mulheres durante o aleitamento.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 18 de Setembro de 2020