Sinvastatina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica) DCI/Medicamento Psicofármaco
O que é
A sinvastatina é um membro da classe de medicamentos chamados estatinas.


A sinvastatina é um agente redutor de lípidos derivado sinteticamente a partir da fermentação do Aspergillus terreus.

É um inibidor competitivo potente de 3-hidroxi-3-metilglutaril-coenzima A-redutase (redutase hidroximetilglutaril COA), que é a enzima limitante da velocidade na biossíntese do colesterol.

Também pode interferir com a produção de hormonas esteroides.

Devido à indução de recetores de LDL hepáticos, aumenta repartição de colesterol LDL.
Usos comuns
Sinvastatina pertence a um grupo de medicamentos conhecido como inibidores da redutase da HMG-CoA.


Sinvastatina é utilizado para:
- tratamento de níveis elevados de colesterol no sangue (hipercolesterolemia primária ou dislipidemia mista), como adjuvante da dieta, sempre que a resposta à dieta e ao exercício for inadequada;

- tratamento de níveis elevados de colesterol no sangue (hipercolesterolemia familiar homozigótica) como adjuvante da dieta e outros tratamentos redutores do colesterol;

- prevenção de problemas cardiovasculares e morte em doentes com aterosclerose ou diabetes com níveis de colesterol normais ou aumentados, como adjuvante de outros tratamentos.
Tipo
pequena molécula
História
O desenvolvimento de sinvastatina está intimamente relacionado com a investigação e o desenvolvimento da lovastatina.

O bioquímico Jesse Huff e os seus colegas no laboratório Merck começaram a pesquisar a biossíntese do colesterol no início dos anos 1950.

Em 1959, a enzima HMG-CoA redutase (um dos principais fatores de produção do colesterol) foi descoberta por pesquisadores no Instituto Max Planck.

Esta descoberta incentivou a maioria dos cientistas mundiais a encontrar um meio eficaz de inibir esta enzima.

Em 1976, o pesquisador Akira Endo tinha conseguido isolar o primeiro inibidor desta enzima a partir do fungo, Penicillium citrinium na cidade de Sankyo, no Japão até que em 1979, Hoffman e seus colegas isolaram a lovastatina de um fungo, o Aspergillus terreus.

Embora estivessem desenvolvendo e pesquisando a lovastatina, os cientistas do laboratório Merck descobriram um outro potente inibidor da HMG-CoA redutase a partir de um produto da fermentação do Aspergillus terreus, que foi designado MK-733 e mais tarde passou a ser conhecido como sinvastatina.
Indicações
Hipercolesterolemia
Tratamento da hipercolesterolemia primária e da dislipidemia mista, como adjuvante da dieta, quando a resposta à dieta e a outros tratamentos não farmacológicos (ex. exercício físico, perda de peso) é inadequada.

Tratamento da hipercolesterolemia familiar homozigótica como adjuvante da dieta e outros tratamentos hipolipemiantes (ex. LDL-aferese) ou se estes tratamentos não forem apropriados.

Prevenção cardiovascular
Redução da mortalidade e morbilidade cardiovasculares em doentes com doença cardiovascular aterosclerótica manifesta ou com diabetes mellitus, quer tenham níveis de colesterol normais ou aumentados, como adjuvante da correção de outros fatores de risco e de outras terapêuticas cardioprotetoras.
Classificação CFT
03.07     Antidislipidémicos
Mecanismo De Ação
Após a administração oral, a sinvastatina, uma lactona inativa, é hidrolisada no fígado na forma beta-hidroxiácido ativo correspondente, que tem uma atividade significativa na inibição da redutase da HMG-CoA (redutase da 3-hidroxi-3-metilglutaril-CoA).

Esta enzima catalisa a conversão de HMG-CoA em mevalonato, um passo inicial e limitante da velocidade de biossíntese do colesterol.


Sinvastatina demonstrou reduzir as concentrações normais ou elevadas de C-LDL.


As LDL são formadas por proteínas de muito baixa densidade (VLDL) e são catabolisadas predominantemente pelo recetor de elevada afinidade das LDL.

O mecanismo de redução das LDL pela Sinvastatina pode envolver a diminuição na concentração do colesterol das VLDL (VLDL-C) e a indução do recetor das LDL, conduzindo a uma diminuição da produção e ao aumento do catabolismo do C-LDL.

A apolipoproteína B também diminui substancialmente durante o tratamento com Sinvastatina.

Além disso, a Sinvastatina aumenta moderadamente o C-LDL e reduz os TG plasmáticos.

Como resultados destas alterações, os racios de C-total/C-HDL e de C-LDL/C-HDL estão reduzidos.


Risco Elevado de Doença Coronária (DC) ou Doença Coronária
No estudo HPS (Heart Protection Study) avaliaram-se os efeitos da terapêutica com sinvastatina em 20.536 doentes (entre 40 e 80 anos de idade), com ou sem hiperlipidemia, e com doença coronária, outra doença arterial oclusiva ou diabetes mellitus.

Neste estudo, 10.269 doentes foram tratados com 40 mg/dia de sinvastatina e 10.267 doentes receberam placebo durante um período médio de 5 anos.

No início do estudo, 6.793 doentes (33 %) apresentavam níveis de C-LDL inferiores a 116 mg/dl; 5.063 doentes (25 %) apresentavam valores entre 116 mg/dl e 135 mg/dl; e 8.680 doentes (42 %) apresentavam valores superiores a 135 mg/dl.


O tratamento com 40 mg/dia de sinvastatina, em comparação com o placebo, reduziu significativamente o risco de mortalidade por todas as causas (1328 [12,9 %] para os doentes tratados com sinvastatina versus 1507 [14,7 %] para os doentes que receberam placebo; p = 0,0003), devido a uma diminuição de 18 % das mortes por doença coronária (587 [5,7 %] versus 707 [6,9 %]; p = 0,0005; redução do risco absoluto de 1,2 %).

A redução das mortes por causas não vasculares não foi estatisticamente significativa.

A sinvastatina reduziu também em cerca de 27 % (p < 0,0001) o risco de acontecimentos coronários major (engloba o parâmetro de avaliação final composto por enfarte do miocárdio não fatal ou morte por doença coronária).

A sinvastatina reduziu em cerca de 30 % (p < 0,0001) a necessidade de procedimentos de revascularização coronária (incluindo bypass das artérias coronárias e angioplastia coronária transluminosa percutânea) e em 16 % (p = 0,006) os procedimentos de revascularização periféricos e outros não coronários.

A sinvastatina reduziu em cerca de 25 % (p < 0,0001), o risco de AVC, atribuível a uma redução de 30 % do AVC isquémico (p < 0,00001).

Além disso, no subgrupo de doentes com diabetes, a sinvastatina reduziu em cerca de 21 % (p = 0,0293) o risco de desenvolvimento de complicações macrovasculares, incluindo procedimentos de revascularização periféricos (cirurgia ou angioplastia), amputações dos membros inferiores, ou úlceras da perna.

A redução proporcional da taxa de acontecimentos foi semelhante em cada subgrupo de doentes estudados, incluindo os que não tinham doença coronária mas que tinham doença vascular cerebral ou arterial periférica, em homens e mulheres com menos ou mais de 70 anos à data de entrada no estudo, com presença ou ausência de hipertensão, e de salientar, nos que tinham níveis iniciais de colesterol das LDL inferiores a 3,0 mmol/l.


No estudo 4S (Scandinavian Simvastatin Survival Study) avaliou-se o efeito, na mortalidade total, da terapêutica com sinvastatina em 4.444 doentes com doença coronária e com um colesterol total basal de 212-309 mg/dl (5,5-8 mmol/l).

Neste estudo multicêntrico, de distribuição aleatória, em dupla ocultação e controlado por placebo, os doentes com angina ou enfarte do miocárdio (EM) prévio foram tratados com dieta, com o tratamento habitual e com 20-40 mg/dia de sinvastatina (n = 2.221) ou com placebo (n = 2.223) durante um tempo médio de 5,4 anos, reduziu o risco de morte em 30 % (redução do risco absoluto de 3,3 %).

O risco de morte por doença coronária foi reduzido em 42 % (redução do risco absoluto de 3,5 %).

A sinvastatina reduziu também em 34 % o risco de ocorrência acontecimentos coronários major (morte por doença coronária com EM silencioso e não fatal confirmado em hospital).

Além disso, a sinvastatina reduziu significativamente o risco de acontecimentos cerebrovasculares fatais e não fatais (acidente vascular cerebral e acidente isquémico transitório) em 28 %.

Em relação à mortalidade não cardiovascular, não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos.


Hipercolesterolemia primária e Hiperlipidemia mista
Em estudos que compararam a eficácia e a segurança de 10, 20, 40 e 80 mg sinvastatina diários em doentes com hipercolesterolemia, as reduções médias do C-LDL foram, respetivamente, de 30, 38, 41 e 47 %.

Nos estudos realizados em doentes com hiperlipidemia mista a tomar 40 mg e 80 mg de sinvastatina, as reduções médias nos triglicéridos foram de 28 e 33 % (placebo: 2 %) e os aumentos médios do C-HDL foram, respetivamente, de 13 e 16 % (placebo: 3 %).
Posologia Orientativa
O intervalo posológico é de 5-80 mg/dia administrados por via oral numa dose única à noite.

Os ajustes posológicos, se necessários, devem ser feitos em intervalos não inferiores a 4 semanas, até um máximo de 80 mg/dia administrados em dose única à noite.

A dose de 80 mg é apenas recomendada em doentes com hipercolesterolemia grave e risco elevado de complicações cardiovasculares que não atingiram os objectivos do tratamento e quando os benefícios previstos justicam os riscos potenciais
Administração
Pode tomar os comprimidos à noite, com ou sem alimentos, bebendo um copo de água.
Contraindicações
- Hipersensibilidade à sinvastatina;

- Doença hepática activa ou elevações persistentes inexplicáveis das transaminases séricas;

- Gravidez e aleitamento;

- Administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (ex. itraconazol, cetoconazol, fluconazol, posaconazol, inibidores da protease do VIH [ex., nelfinavir], eritromicina, claritromicina, telitromicina e nefazodona)
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Doenças do sangue e do sistema linfático:
Raros: anemia.

Doenças do sistema nervoso:
Raros: cefaleias, parestesia, tonturas, neuropatia periférica.

Doenças gastrointestinais
Raros: obstipação, dor abdominal, flatulência, dispepsia, diarreia, náuseas, vómitos, pancreatite.

Afeções hepatobiliares:
Raros: hepatite / icterícia.
Muito raros: insuficiência hepática.


Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos:
Raros: exantema, prurido, alopécia.


Afeções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos:
Raros: miopatia, rabdomiólise, mialgia, cãibras musculares.

Perturbações gerais e alterações no local de administração:
Raros: astenia
Registou-se, raramente, uma aparente síndrome de hipersensibilidade, que incluiu algumas das seguintes manifestações: angioedema, síndroma do tipo lúpus, polimialgia reumática, dermatomiosite, vasculite, trombocitopenia, eosinofilia, velocidade de sedimentação aumentada, artrite e artralgia, urticária, fotossensibilidade, febre, rubor, dispneia e mal-estar.


Exames complementares de diagnóstico:
Raros: aumentos das transaminases séricas (ALT, AST, γ-glutamil transpeptidase), aumento da fosfatase alcalina; aumento dos níveis séricos
de CK.


Efeitos de classe:
- Distúrbios do sono, incluindo insónias e pesadelos
- Perda de memória
- Disfunção sexual
- Depressão
- Casos raros de doença pulmonar intersticial, especialmente com terapêutica de longa duração
- Diabetes mellitus: a frequência dependerá da presença ou ausência de fatores de risco (glicemia em jejum ≥5,6 mmol/L, IMC>30Kg/m2, triglicéridos aumentados, história de hipertensão).
Advertências
Gravidez
Gravidez:Ver Estatinas ; não deve ser usado durante a gravidez - anomalias congénitas; as mulheres a tomar sinvastatina antes da concepção, devem interromper a terapêutica se quiserem engravidar, ou suspender logo que se confirme a gravidez. Nocivo para o feto; o risco ultrapassa o benefício e, portanto, está contra-indicado na gravidez. Trimestre: 1º, 2º e 3º
Aleitamento
Aleitamento:Evitar; não há informação útil.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Ver Estatinas.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Usar com precaução doses superiores a 10 mg/dia na IR moderada a grave.
Precauções Gerais
Miopatia/Rabdomiólise
A sinvastatina, tal como outros inibidores da redutase da HMG-CoA, provoca ocasionalmente miopatia que se manifesta como dor, sensibilidade ou fraqueza musculares com elevações mais de dez vezes superiores ao limite superior da normalidade (LSN) da creatina quinase (CK).

Por vezes a miopatia toma a forma de rabdomiólise, com ou sem insuficiência renal aguda secundária à mioglobinúria, tendo ocorrido muito raramente casos de morte.

O risco de miopatia é aumentado por elevados níveis de actividade inibidora da redutase da HMG-CoA plasmática.


Tal como com os outros inibidores da redutase da HMG-CoA, o risco de miopatia/rabdomiólise depende da dose.

Numa base de dados de ensaios clínicos, em que foram tratados 41.413 doentes com sinvastatina, 24.747 (aproximadamente 60 %) dos quais foram incluídos em estudos com um seguimento mediano de pelo menos 4 anos, a incidência de miopatia foi, aproximadamente, de 0,03 %, 0,08 % e 0,31 % com 20, 40 e 80 mg/dia, respectivamente.

Durante estes estudos, os doentes foram cuidadosamente monitorizados, tendo sido excluídos alguns medicamentos com interacção.


Num ensaio clínico, no qual doentes com antecedentes de enfarte do miocárdio foram tratados com 80 mg/dia de sinvastatina (seguimento médio de 6,7 anos), a incidência de miopatia foi aproximadamente de 1,0% em comparação com 0,02% em doentes tratados com 20 mg/dia.


Cerca de metade destes casos de miopatia ocorreram durante o primeiro ano de tratamento.

A incidência de miopatia durante cada ano subsequente de tratamento foi aproximadamente de 0,1%.

Medição da creatina quinase
A creatina quinase (CK) não deverá ser medida após o exercício físico vigoroso ou na presença de qualquer outra causa passível de aumentar os níveis de CK, uma vez que isto torna difícil a interpretação dos valores.

Se os níveis basais de CK estiverem significativamente elevados (> 5 x LSN), estes deverão ser reavaliados após 5 a 7 dias para confirmar os resultados.


Antes do tratamento
Todos os doentes a iniciar terapêutica com sinvastatina, ou cuja dose de sinvastatina esteja a ser aumentada, devem ser avisados sobre o risco de miopatia e aconselhados a relatar de imediato qualquer dor, sensibilidade ou fraqueza musculares que ocorram sem explicação.


Deve usar-se de precaução em doentes com factores predisponentes para rabdomiólise.

Os níveis de CK devem ser avaliados antes do início da terapêutica, para estabelecer um valor de referência basal, nas seguintes situações:
- Idosos (idade > 65 anos);
- Sexo feminino;
- Disfunção renal;
- Hipotiroidismo não controlado;
- História pessoal ou familiar de alterações musculares hereditárias;
- História prévia de toxicidade muscular com estatinas ou fibratos;
- Abuso de álcool.


Nestas situações, dever-se-á ter em consideração o risco do tratamento em relação ao possível benefício e recomenda-se a monitorização clínica.

Se um doente já tiver tido anteriormente uma alteração muscular com um fibrato ou com uma estatina, o tratamento com um membro diferente dessa classe deverá ser iniciado com precaução.

Se os níveis basais de CK estiverem significativamente elevados (> 5 x LSN), o tratamento não deverá ser iniciado.


Durante o tratamento
Se ocorrer dor, fraqueza ou cãibras musculares durante o tratamento com uma estatina, os níveis de CK devem ser medidos.

Se estes níveis estiverem significativamente elevados (> 5 x LSN), na ausência de exercício físico vigoroso, o tratamento deverá ser interrompido.

Se os sintomas musculares forem graves e causarem desconforto diário, ainda que os níveis de CK sejam < 5 x LSN, deverá ser considerada a descontinuação do tratamento.

Se houver suspeita de miopatia por qualquer outra razão, o tratamento deve ser descontinuado.


Se os sintomas desaparecerem e os níveis de CK normalizarem, poderá ser considerada a reintrodução da estatina ou a introdução de uma estatina alternativa na dosagem mais baixa e com monitorização cuidadosa.


Observou-se uma taxa mais elevada de miopatia em doentes titulados para a dose de 80 mg.

Recomenda-se que sejam efectuadas determinações periódicas da CK dado que podem ser úteis para identificar casos subclínicos de miopatia.

Contudo, não existe qualquer garantia que esta monitorização previna a miopatia.


A terapêutica com sinvastatina deve ser temporariamente interrompida alguns dias antes de grande cirurgia electiva e quando surjam estados médicos ou cirúrgicos graves.


Medidas para reduzir o risco de miopatia causado pelas interacções medicamentosas.

O risco de miopatia e rabdomiólise está significativamente aumentado pelo uso concomitante de sinvastatina com inibidores potentes do CYP3A4 (tais como o itraconazol, cetoconazol, fluconazol, posaconazol, eritromicina, claritromicina, telitromicina, inibidores da protease do VIH [ex., nelfinavir], nefazodona), assim como com gemfibrozil, ciclosporina e danazol.

O risco de miopatia e rabdomiólise está também aumentado pelo uso concomitante de outros fibratos ou pelo uso concomitante de amiodarona ou verapamil com doses mais elevadas de sinvastatina.

O risco é aumentado pela utilização concomitante de diltiazem ou de amlodipina com sinvastatina 80 mg.

O risco de miopatia, incluindo rabdomiólise, pode estar aumentado pela administração concomitante de ácido fusídico com estatinas.


Consequentemente, no que diz respeito aos inibidores do CYP3A4, o uso concomitante de sinvastatina com itraconazol, cetoconazol, fluconazol, posaconazol, inibidores da protease do VIH [ex., nelfinavir], eritromicina, claritromicina, telitromicina e nefazodona está contra-indicada.


Se o tratamento com itraconazol, cetoconazol, fluconazol, posaconazol, eritromicina, claritromicina ou telitromicina for inevitável, a terapêutica com sinvastatina deve ser interrompida durante o tratamento.

Além disso, deve usar-se de precaução quando se associa a sinvastatina com certos inibidores menos potentes do CYP3A4: ciclosporina, verapamil, diltiazem.


Deve ser evitada a ingestão concomitante de sumo de toranja e de sinvastatina.


A dose de sinvastatina não deve exceder 10 mg por dia em doentes a tomar concomitantemente medicação com ciclosporina, danazol ou gemfibrozil.

A utilização de sinvastatina em associação com genfibrozil deve ser evitada, excepto quando for provável que os benefícios superem os riscos aumentados desta associação medicamentosa.

Os benefícios da associação de 10 mg/dia de sinvastatina a outros fibratos (excepto o fenofibrato), ciclosporina ou danazol devem ser cuidadosamente ponderados em relação aos riscos potenciais destas associações.

Deve usar-se de precaução ao prescrever fenofibrato com sinvastatina, uma vez que qualquer um destes medicamentos pode, quando administrados isoladamente, causar miopatia.


Deve ser evitada a utilização combinada de sinvastatina em doses superiores a 20 mg/dia com amiodarona ou verapamil, excepto se for provável que o benefício clínico supere o risco aumentado de miopatia.


Deve evitar-se a utilização associada de sinvastatina em doses superiores a 40 mg por dia com diltiazem ou amlodipina, a menos que seja provável que o benefício clínico justifique o risco acrescido de miopatia.


Casos raros de miopatia/rabdomiólise foram associados à administração concomitante de inibidores da HMG-CoA com doses modificadoras dos lípidos (> 1 g/dia) de niacina (ácido nicotínico), porque os dois podem causar miopatia se administrados isoladamente.


Os médicos que consideram a hipótese da terapêutica de associação com sinvastatina e doses modificadoras dos lípidos (> 1 g/dia) de niacina (ácido nicotínico) ou com produtos que contêm niacina devem avaliar cuidadosamente os benefícios e riscos potenciais e monitorizar regularmente os doentes quanto a sinais e sintomas de dores, sensação dolorosa ou fraqueza musculares, especialmente durante os primeiros meses de terapêutica e quando a dose do outro medicamento for aumentada.


Numa análise preliminar de um estudo em curso sobre resultados clínicos, uma comissão independente de monitorização da segurança identificou uma incidência de miopatia mais elevada do que a prevista em doentes chineses medicados com sinvastatina 40 mg e com ácido nicotínico/laropiprant 2000 mg/40 mg.

Portanto, deverão tomar-se precauções durante o tratamento de doentes chineses com sinvastatina (especialmente em doses de 40 mg ou superiores) co-administrada com doses modificadoras dos lípidos (> 1 g/dia) de niacina (ácido nicotínico) ou com produtos que contêm niacina.

Como o risco de miopatia com as estatinas está relacionado com a dose, não se recomenda a utilização de sinvastatina com doses modificadoras dos lípidos (> 1 g/dia) de niacina (ácido nicotínico) ou com produtos que contêm niacina em doentes chineses.

Não se sabe se existe um risco acrescido de miopatia noutros doentes asiáticos tratados com sinvastatina co-administrada com doses modificadoras dos lípidos (> 1 g/dia) de niacina (ácido nicotínico) ou com produtos que contêm niacina.


Se a associação se provar necessária, doentes em associação de ácido fusídico e sinvastatina, devem ser cuidadosamente monitorizados.

Deve ser considerada a suspensão temporária do tratamento com sinvastatina.


Efeitos hepáticos
Em estudos clínicos, ocorreram, num número reduzido de doentes adultos tratados com sinvastatina, aumentos persistentes ( > 3 x LSN) das transaminases séricas.

Quando a administração de sinvastatina foi interrompida ou suspensa nestes doentes, os níveis de transaminases baixaram lentamente, de um modo geral, para os níveis anteriores ao tratamento.


Recomenda-se que sejam realizados testes de função hepática antes do início do tratamento, e posteriormente quando indicado clinicamente.

Doentes tratados com uma dose de 80 mg devem fazer um teste adicional antes do início da titulação, 3 meses após a titulação para a dose de 80 mg e posteriormente periodicamente (por ex. semestralmente) no primeiro ano de tratamento.


Deverá ser dada especial atenção aos doentes que registem aumentos dos níveis das transaminases séricas, e, nestes doentes, os doseamentos deverão ser repetidos de imediato, e depois realizados mais frequentemente.

Se os níveis das transaminases séricas mostrarem aumentos progressivos, especialmente se aumentarem para mais de 3 x LSN e forem persistentes, a sinvastatina deverá ser suspensa.


Este produto deve ser usado com precaução em doentes que consumam quantidades substanciais de álcool.


Tal como acontece com outros agentes hipolipemiantes, têm sido referidas elevações moderadas das transaminases séricas (< 3 x LSN) na sequência do tratamento com sinvastatina.

Estas alterações surgiram pouco tempo após o início do tratamento com sinvastatina, foram geralmente transitórias, não foram acompanhadas de quaisquer sintomas e não foi necessária a interrupção do tratamento.


Doença pulmonar intersticial
Casos excepcionais de doença pulmonar intersticial foram notificados com algumas estatinas, especialmente com a terapêutica de longa duração.

Os sintomas manifestados podem incluir dispneia, tosse não produtiva e deterioração do estado de saúde em geral (fadiga, perda de peso e febre).

No caso de se suspeitar que um doente desenvolveu doença pulmonar intersticial, a terapêutica com estatinas deve ser interrompida.


Utilização em crianças e em adolescentes (10-17 anos de idade)
A segurança e a eficácia da sinvastatina em doentes com 10-17 anos de idade com hipercolesterolemia familiar heterozigótica foi avaliada num ensaio clínico controlado em rapazes adolescentes na fase II e superior da escala de Tanner e em raparigas com pelo menos um ano após a menarca.

Os doentes tratados com sinvastatina apresentaram geralmente um perfil de acontecimentos adversos semelhante ao dos doentes tratados com placebo.

Nesta população não foram estudadas doses superiores a 40 mg.

Neste estudo controlado limitado, não se observaram efeitos detectáveis sobre o crescimento ou maturação sexual nos rapazes ou raparigas adolescentes ou qualquer efeito sobre a duração do ciclo menstrual em raparigas.

As raparigas adolescentes devem ser aconselhadas sobre métodos contraceptivos apropriados durante a terapêutica com sinvastatina.

Em doentes com menos de 18 anos, a eficácia e a segurança não foram estudadas em períodos de tratamento com uma duração superior a 48 semanas e desconhecem-se os efeitos a longo prazo sobre a maturação física, intelectual e sexual.

A sinvastatina não foi estudada em crianças com menos de 10 anos de idade, nem em crianças pré-pubertais e raparigas na pré-menarca.
Cuidados com a Dieta
O sumo de toranja contém um ou mais substâncias que alteram o modo como o organismo usa alguns medicamentos, incluindo a sinvastatina.

Portanto, o sumo de toranja deve ser evitado.
Terapêutica Interrompida
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar, continue o tratamento como prescrito.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Este medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Hortelã-pimenta ou Menta + Sinvastatina

Observações: Óleo de hortelã-pimenta pode influenciar o metabolismo de certos fármacos (incluindo a felodipina e sinvastatina), e aumenta as reacções adversas. A absorção de cafeína pode ser retardada por mentol.
Interações: Indicações/Ações terapêuticas: Carminativo, expectorante e cólicas intestinais. Padronização/Marcador: mentol 30%-55% e mentona 14%-32% (dose diária: 0,2 a 0,8 g de óleo).

Interações medicamentosas: Estudos recentes em modelos animais relatam que a absorção de ferro pelas proteínas sangüíneas foi inibida quando chás de hortelã-pimenta foram administrados, o que pode exige precaução na administração desta droga em pacientes anêmicos ou crianças. Outros estudos relatam que quando administrada por via oral poderá aumentar os níveis sanguíneos de drogas como a felodipino, e sinvastatina.

Em animais, o óleo aumentou os níveis de ciclosporina no sangue, embora, os efeitos em humanos não sejam claros. Baseado, também, em experimentos em animais, o óleo de hortelã usado na pele com 5-fluoruracil, poderá intensificar a velocidade de absorção deste último.

Estudos em laboratório demonstram que o óleo de hortelã interfere no sistema enzimático hepático citocromo P450 e, como conseqüência, os níveis de outras drogas administradas, concomitantemente, poderão se elevar no sangue promovendo intensificação dos efeitos ou potencializando reações adversas sérias. Algumas drogas como camomila, alcaçuz, equinácea, hipérico, entre outras, se utilizadas conjuntamente à hortelã, poderão ser afetadas.

Saquinavir + Sinvastatina

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Medicamentos que são substrato da glicoproteína-P: Inibidores da HMG-CoA redutase: Sinvastatina; Lovastatina (saquinavir/ritonavir) As concentrações plasmáticas são altamente dependentes do metabolismo pelo CYP3A4. As concentrações aumentadas de sinvastatina e lovastatina têm sido associadas a rabdomiólise. A utilização destes medicamentos está contraindicada com saquinavir/ritonavir.

Lopinavir + Ritonavir + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Os medicamentos que estão especificamente contraindicados, por se esperar interação importante e potencial para acontecimentos adversos graves: Lovastatina, sinvastatina: Concentrações plasmáticas aumentadas de lovastatina e sinvastatina; por conseguinte, aumentando o risco de miopatia incluindo rabdomiólise.
 Sem significado Clínico

Metformina + Sitagliptina + Sinvastatina

Observações: A coadministração de doses múltiplas de sitagliptina (50 mg duas vezes por dia) e metformina (1.000 mg duas vezes por dia) não alterou significativamente o perfil farmacocinético da sitagliptina nem da metformina em doentes com diabetes tipo 2. Embora não tenham sido realizados estudos farmacocinéticos de interação medicamentosa com Metformina/Sitagliptina, foram efetuados estudos com as substâncias ativas individuais, a sitagliptina e a metformina. Existe um risco aumentado de acidose láctica na intoxicação alcoólica aguda (em particular nas situações de jejum, desnutrição ou insuficiência hepática) devido à metformina.
Interações: Efeitos da sitagliptina noutros medicamentos: Os dados in vitro sugerem que a sitagliptina não inibe nem induz as isoenzimas do CYP450. Em estudos clínicos a sitagliptina não alterou de forma significativa a farmacocinética da metformina, gliburida, sinvastatina, rosiglitazona, varfarina ou dos contracetivos orais, evidenciando in vivo uma baixa propensão para causar interações com substratos do CYP3A4, CYP2C8, CYP2C9 e transportador catiónico orgânico (OCT). A sitagliptina pode ser um fraco inibidor da glicoproteína-p in vivo.

Darunavir + Sinvastatina

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: INIBIDORES DA HMG-COA REDUTASE: Lovastatina, Sinvastatina: Não foi estudado. É de esperar que a lovastatina e a sinvastatina apresentem aumentos marcados das concentrações plasmáticas quando coadministradas com Darunavir potenciado. (inibição do CYP3A). O aumento das concentrações plasmáticas de lovastatina ou sinvastatina poderá causar miopatia, incluindo rabdomiólise. É contraindicada a utilização concomitante de Darunavir potenciado, com lovastatina e sinvastatina.
 Sem significado Clínico

Enalapril + Lercanidipina + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: LERCANIDIPINA: Associações que devem ser tidas em consideração: Sinvastatina: Quando uma dose de 20 mg de lercanidipina foi reiteradamente coadministrada com 40 mg de sinvastatina, a AUC da lercanidipina não foi significativamente alterada, enquanto que a AUC da sinvastatina aumentou 56% e a do seu metabolito ativo, β -hidroxiácido, aumentou 28%. É improvável que tais alterações tenham relevância clínica. Nenhuma interação é esperada quando a lercanidipina é administrada de manhã e a sinvastatina à noite, tal como indicado para este fármaco.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Telmisartan + Sinvastatina

Observações: Os efeitos hipotensores da amlodipina são aditivos a efeitos de outros medicamentos com propriedades hipotensoras
Interações: A coadministração de doses múltiplas de amlodipina de 10 mg com doses de 80 mg de sinvastatina resultou num aumento de 77% na exposição da sinvastatina quando comparada com a sinvastatina em monoterapia. A dose de sinvastatina em doentes a fazer amlodipina deve ser limitada a 20 mg por dia.

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Sinvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: INIBIDORES DA HMG CO-A REDUTASE Lovastatina Sinvastatina Tendo por base considerações teóricas, é expectável que DRV/COBI aumente as concentrações plasmáticas destes inibidores da HMGCo-A redutase. (inibição do CYP3A e/ou do transporte) A utilização concomitante de este medicamento com lovastatina e sinvastatina é contraindicada.

Hipericão + Sinvastatina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interações: Hipericão deve igualmente ser utilizado com precaução (redução dos níveis plasmáticos) em associação com: - Os inibidores da HMG-CoA redutase, sinvastatina e atorvastatina (porém não com a pravastatina) - O omeprazole (inibidor da bomba de protões) - A metadona (risco de síndrome de abstinência) - As benzodiazepinas, quazepam e midazolam

Ezetimiba + Sinvastatina

Observações: Só foram efetuados estudos de interação em adultos. Nos estudos pré-clínicos, demonstrou-se que a ezetimiba não induz as enzimas metabolizadoras de fármacos do citocromo P450. Não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente significativas entre a ezetimiba e os fármacos metabolizados pelos citocromos P450 1A2, 2D6, 2C8, 2C9 e 3A4, ou pela N-acetiltransferase.
Interações: Não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente significativas quando se administrou concomitantemente ezetimiba com sinvastatina.

Alitretinoína + Sinvastatina

Observações: A alitretinoína é metabolizada pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4).
Interações: Observou-se uma redução de 16% nos níveis plasmáticos de sinvastatina quando administrada concomitantemente com alitretinoína. Não foram estudados os efeitos de outros medicamentos semelhantes. A sinvastatina não afetou a farmacocinética da alitretinoína.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Conivaptan + Sinvastatina

Observações: O Conivaptan é um substrato sensível do CYP3A. Conivaptan é um inibidor com base em mecanismo potente do CYP3A. O efeito de conivaptan na farmacocinética de substratos CYP3A co-administrada foi avaliada com a co-administração de conivaptan com midazolam, simvastatina, e amlodipina.
Interações: Conivaptan 30 mg / dia resultou num aumento de 3 vezes na AUC de sinvastatina.

Ertugliflozina + Sitagliptina + Sinvastatina

Observações: Não foram efetuados estudos de interação medicamentosa farmacocinética com Ertugliflozina + Sitagliptina; contudo, estes tipos de estudo foram efetuados com as substâncias ativas individuais de Ertugliflozina + Sitagliptina.
Interações: Ertugliflozina Interações farmacocinéticas Efeitos de outros medicamentos na farmacocinética da ertugliflozina O metabolismo pela UGT1A9 e UGT2B7 é o principal mecanismo de depuração para a ertugliflozina. Estudos de interação efetuados em indivíduos saudáveis, utilizando uma conceção de dose única, sugerem que a farmacocinética da ertugliflozina não é alterada pela sitagliptina, metformina, glimepirida ou sinvastatina. Efeitos da ertugliflozina na farmacocinética de outros medicamentos A coadministração de sinvastatina e ertugliflozina resultou num aumento de 24% e 19% na AUC e Cmax da sinvastatina, respetivamente, e num aumento de 30% e 16% na AUC e Cmax do ácido de sinvastatina, respetivamente. O mecanismo para os pequenos aumentos da sinvastatina e do ácido de sinvastatina é desconhecido e não é causado pela inibição da OATP pela ertugliflozina. Estes aumentos não são considerados clinicamente relevantes. Sitagliptina Interações farmacocinéticas Efeitos da sitagliptina noutros medicamentos Em estudos de interação medicamentosa, a sitagliptina não teve efeitos clínicos significativos na farmacocinética dos seguintes medicamentos: metformina, rosiglitazona, glibenclamida, sinvastatina, varfarina e contracetivos orais.
 Sem significado Clínico

Metformina + Vildagliptina + Sinvastatina

Observações: Não foram efetuados estudos formais de interação com Metformina/Vildagliptina. As informações seguintes refletem a informação disponível com as substâncias ativas em monoterapia.
Interações: Vildagliptina: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez que a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas. Foram efetuados estudos de interação medicamentosa com amlodipina, ramipril, valsartan e sinvastatina em indivíduos saudáveis. Nestes estudos não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente relevantes após a administração concomitante com vildagliptina. No entanto, estas não foram determinadas na população - alvo.

Atazanavir + Cobicistate + Sinvastatina

Observações: Ensaios de interações de fármacos não foram realizados para o Atazanavir / Cobicistate. Os mecanismos complexos ou não conhecidos de interações de fármacos opõem-se à extrapolação de interações medicamentosas com ritonavir a certas interações medicametosas com o cobicistate. As recomendações dadas mediante o uso concomitante de atazanavir e de outros medicamentos podem diferir consoante o atazanavir é potenciado com o ritonavir ou com o cobicistate. Em particular, o atazanavir potenciado com o cobicistate é mais sensível na indução da CYP3A. É também necessária precaução durante a primeira vez em que é efetuado o tratamento se for alternado o potenciador farmacológico do ritonavir para o cobicistate.
Interações: Medicamentos que possam ser afetados pelo atazanavir/cobicistate: O atazanavir é um inibidor da CYP3A4 e UGT1A1. O atazanavir é um inibidor fraco a moderado da CYP2C8. Foi demonstrado in vivo que o atazanavir não potencia o seu próprio metabolismo, nem aumenta a biotransformação de alguns medicamentos metabolizados pela CYP3A4. O cobicistate é um forte inibidor baseado no mecanismo de inibição da CYP3A e um fraco inibidor da CYP2D6. O cobicistate inibe os transportadores da glicoproteína-p (gp-P), BCRP, MATE1, OATP1B1 e OATP1B3. Não é esperado que o cobicistate iniba a CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9 ou CYP2C19. Não é esperado que o cobicistate induza a CYP3A4 ou a gp-P. Ao contrário do ritonavir, o cobicistate não é um indutor da CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19 ou UGT1A1. Uso concomitante contraindicado: A coadministração de medicamentos que são substratos da CYP3A e que possuem indices terapêuticos estreitos e para os quais concentrações plasmáticas elevadas estão associadas a acontecimentos graves e/ou fatais, são contraindicados com o Atazanavir / Cobicistate. Estes medicamentos incluem a alfuzosina, amiodarona, astemizol, bepridilo, cisaprida, colquicina, dronedarona, derivados ergot (por exemplo, dihidroergotamina, ergometrina, ergotamina, metilergonovina), lovastatina, midazolam administrado por via oral, pimozida, quetiapina, quinidina, sinvastatina, sildenafil (quando utilizado para o tratamento de hipertensão arterial pulmonar), avanafil, lidocaína sistémica, ticagrelor, terfenadina e triazolam.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Danazol + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Estatinas: O risco de miopatia e rabdomiólise é aumentado com a utilização concomitante de danazol e estatinas matabolizadas pelo CYP3A4 tais como sinvastatina, atorvastatina e lovastatina.

Letermovir + Sinvastatina

Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.
Interações: Inibidores da HMG-CoA redutase Sinvastatina, pitavastatina, rosuvastatina: Interação não estudada. Letermovir pode aumentar substancialmente as concentrações plasmáticas destas estatinas. Não é recomendada a utilização concomitante com Letermovir isoladamente. Quando Letermovir é administrado com ciclosporina, a utilização destas estatinas é contraindicada.

Fluconazol + Sinvastatina

Observações: O fluconazol é um potente inibidor do citocromo P450 (CYP) isoenzima 2C9 e um inibidor moderado do CYP3A4. O fluconazol é também um inibidor da isoenzima CYP2C19. Adicionalmente às interações observadas/documentadas abaixo indicadas, existe um risco de aumento da concentração plasmática de outros compostos metabolizados pelo CYP2C9 e CYP3A4 coadministrados com fluconazol. Deste modo, deve-se ter precaução quando se utilizam estas associações e os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados. O efeito inibidor da enzima pelo fluconazol persiste 4-5 dias após a descontinuação do tratamento com fluconazol devido à sua longa semivida.
Interações: A utilização concomitante dos seguintes fámacos leva a precauções e ajustes de dose: O efeito de fluconazol noutros fármacos: Inibidores da HMG-CoA reductase: O risco de miopatia e rabdomiólise aumenta quando o fluconazol é coadministrado com os inibidores da HMG-CoA reductase metabolizados pelo CYP3A4, tais como a atorvastatina e sinvastatina, ou pelo CYP2C9, tais como a fluvastatina. Se for necessária terapêutica concomitante, o doente deve ser observado para detetar sintomas de miopatia e rabdomiólise e os níveis de creatinina quinase devem ser monitorizados. Deve-se descontinuar o tratamento com inibidores da HMG-CoA reductase se se observar um aumento acentuado da creatinina quinase ou se for diagnosticado ou houver suspeita de miopatia/rabdomiólise.

Doravirina + Lamivudina + Tenofovir + Sinvastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Estatinas Rosuvastatina, sinvastatina: Não é necessário ajuste posológico.
 Sem significado Clínico

Repaglinida + Sinvastatina

Observações: Não foram efetuados estudos de interação em crianças.
Interações: A administração concomitante de cimetidina, nifedipina, estrogénio ou sinvastatina com repaglinida, todos substratos de CYP3A4, não alterou significativamente os parâmetros farmacocinéticos de repaglinida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Valsartan + Sinvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Amlodipina / Valsartan e outros medicamentos.
Interações: Interações associadas à AMLODIPINA: Sinvastatina: A administração concomitante de doses múltiplas de 10 mg de amlodipina com 80 mg de sinvastatina resultou num aumento de 77% na exposição à sinvastatina comparativamente com a sinvastatina isoladamente. Recomenda-se limitar a dose diária de sinvastatina a 20 mg em doentes a tomar amlodipina.

Empagliflozina + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Efeitos de outros medicamentos sobre a empagliflozina: Os dados in vitro sugerem que a via metabólica primária da empagliflozina em seres humanos é a glucuronidação, pelas uridina-5'-difosfato-glucuronil-transferases UGT1A3, UGT1A8, UGT1A9 e UGT2B7. A empagliflozina é um substrato dos transportadores de recaptação humanos OAT3, OATP1B1 e OATP1B3, mas não dos OAT1 e OCT2. A empagliflozina é um substrato da glicoproteína-P (P-gp) e da proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP). Estudos de interação, realizados com voluntários saudáveis, sugerem que a farmacocinética da empagliflozina não foi influenciada pela administração concomitante com metformina, glimepirida, pioglitazona, sitagliptina, linagliptina, varfarina, verapamilo, Ramipril, sinvastatina, torasemida e hidroclorotiazida. Efeitos da empagliflozina sobre outros medicamentos: In vitro, a empagliflozina não inibe transportadores da recaptação humanos, tais como o OAT3, OATP1B1 e OATP1B3, em concentrações plasmáticas clinicamente relevantes e, como tal, consideram-se pouco prováveis as interações medicamentosas com substratos destes transportadores da recaptação. Estudos de interação, realizados com voluntários saudáveis, sugerem que a empagliflozina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da metformina, glimepirida, pioglitazona, sitagliptina, linagliptina, sinvastatina, varfarina, Ramipril, digoxina, diuréticos e contracetivos orais.

Dapagliflozina + Sinvastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de outros medicamentos na dapagliflozina: Estudos de interação realizados em indivíduos saudáveis, utilizando essencialmente um desenho de dose única, sugerem que a farmacocinética da dapagliflozina não é alterada pela metformina, pioglitazona, sitagliptina, glimepirida, voglibose, hidroclorotiazida, bumetanida, valsartan ou sinvastatina. Efeitos da dapagliflozina noutros medicamentos: A associação de uma dose única de dapagliflozina 20 mg e sinvastatina (um substrato do CYP3A4) resultou num aumento de 19% na AUC da sinvastatina e numa redução de 31% na AUC do ácido sinvastatina. O aumento da exposição da sinvastatina e do ácido sinvastatina não foram considerados clinicamente relevantes.

Ivabradina + Sinvastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Estudos específicos de interação medicamentosa demonstraram que não existe efeito clinicamente significativo dos seguintes medicamentos na farmacocinética e farmacodinâmica da ivabradina: Inibidores da bomba de protões (omeprazol, lansoprazol), sildenafil, inibidores da redutase HMG CoA (sinvastatina), bloqueadores dos canais de cálcio dihidropiridinicos (amlodipina, lacidipina), digoxina e varfarina. Adicionalmente não houve qualquer efeito clinicamente significativo da ivabradina sobre a farmacocinética da sinvastatina, amlodipina, lacidipina, sobre a farmacocinética e farmacodinâmica da digoxina, varfarina e sobre a farmacodinâmica do Ácido Acetilsalicílico.

Fenofibrato + Sinvastatina + Sinvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação com Fenofibrato / Sinvastatina. Interações relevantes para monoterapias. A sinvastatina é um substrato do citocromo P4503A4. O fenofibrato e a sinvastatina não são inibidores nem indutores do CYP3A4. Deste modo, não se espera que Fenofibrato / Sinvastatina afete as concentrações plasmáticas de substâncias metabolizadas pelo CYP3A4. O fenofibrato e a sinvastatina não são inibidores do CYP2D6, do CYP2E1 nem do CYP1A2. O fenofibrato é um inibidor ligeiro a moderado do CYP2C9 e um inibidor fraco do CYP2C19 e do CYP2A6. Devem monitorizar-se atentamente os doentes a quem são administrados concomitantemente Fenofibrato / Sinvastatina e fármacos metabolizados pelo CYP2C19, pelo CYP2A6 ou, sobretudo, pelo CYP2C9 com um índice terapêutico estreito e, se necessário, recomenda-se um ajuste da dose destes fármacos.
Interações: Os efeitos da administração repetida de fenofibrato sobre a farmacocinética das doses únicas e múltiplas de sinvastatina foram investigados em dois estudos de pequenas dimensões (n=12) seguidos de um de maiores dimensões (n= 85), realizados em indivíduos saudáveis. Num estudo, a AUC do ácido de sinvastatina (ASV), um metabolito ativo major da sinvastatina, foi reduzida em 42% (IC de 90% 24%-56%) após a combinação de uma dose única de 40 mg de sinvastatina com a administração repetida de 160 mg de fenofibrato. No outro estudo [Bergman et al, 2004], a administração concomitante repetida de 80 mg de sinvastatina e de 160 mg de fenofibrato levou a uma redução de 36% (IC de 90% 30%-42%) da AUC do ASV. No estudo de maiores dimensões, foi observada uma redução de 21% (IC de 90% 14%-27%) da AUC do ASV após a administração concomitante repetida de 40 mg de sinvastatina e de 145 mg de fenofibrato à noite. Não foi significativamente diferente da redução de 29% (IC de 90% 22%-35%) da AUC do ASV observada quando a administração concomitante foi efetuada com um intervalo de 12 horas: 40 mg de sinvastatina à noite e 145 mg de fenofibrato de manhã. Não se investigou se o fenofibrato teve ou não um efeito sobre outros metabolitos ativos da sinvastatina. O mecanismo exato de interação não é conhecido. Nos dados clínicos disponíveis, o efeito sobre a redução do C-LDL não foi considerado significativamente diferente em relação à sinvastatina em monoterapia quando o C-LDL está controlado no início do tratamento. A administração repetida de 40 ou 80 mg (a maior dose registada) de sinvastatina não afetou as concentrações plasmáticas de ácido fenofíbrico em estado estacionário.

Tipranavir + Sinvastatina

Observações: Os estudos de interação apenas foram realizados em adultos.
Interações: INIBIDORES DA HMG-CoA REDUCTASE: Sinvastatina, Lovastatina Não foi realizado qualquer estudo de interação Os inibidores da HMG-CoA reductase sinvastatina e lovastatina são altamente dependentes da metabolização pelo CYP3A. A administração concomitante de tipranavir, coadministrado com ritonavir em dose baixa, e sinvastatina ou lovastatina está contraindicada devido ao risco aumentado de miopatia, incluindo rabdomiólise.

Amlodipina + Candesartan + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: A coadministração de doses de amlodipina múltiplas de 10 mg com doses de 80 mg de sinvastatina resultou num aumento de 77% na exposição da sinvastatina quando comparada com a sinvastatina em monoterapia. A dose de sinvastatina em doentes a fazer amlodipina deve ser limitada a 20 mg por dia.
 Sem significado Clínico

Saxagliptina + Sinvastatina

Observações: Os dados clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interações clinicamente significativas com medicamentos coadministrados.
Interações: Em estudos in vitro, a saxagliptina e o seu principal metabolito não inibiram o CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, nem induziram o CYP1A2, 2B6, 2C9, ou 3A4. Em estudos realizados em indivíduos saudáveis, a farmacocinética da saxagliptina e do seu principal metabolito não foram significativamente alteradas pela metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, omeprazol, antiácidos ou famotidina. Adicionalmente, a saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, dos componentes ativos de um contracetivo oral combinado (etinilestradiol e norgestimato), do diltiazem ou cetoconazol.

Empagliflozina + Linagliptina + Sinvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Empagliflozina / Linagliptinae outros medicamentos; contudo, foram realizados estudos desta natureza com as substâncias ativas individuais. Com base nos resultados dos estudos farmacocinéticos, não é recomendado qualquer ajuste posológico de Empagliflozina / Linagliptinaquando coadministrado com medicamentos habitualmente prescritos, exceto os mencionados à frente.
Interações: Interações farmacocinéticas: Efeitos de outros medicamentos sobre a empagliflozina: A empagliflozina é maioritariamente excretada na forma inalterada. Estudos de interação, realizados com voluntários saudáveis, sugerem que a farmacocinética da empagliflozina não foi influenciada pela administração concomitante com metformina, glimepirida, pioglitazona, sitagliptina, linagliptina, varfarina, verapamilo, ramipril, sinvastatina, torasemida e hidroclorotiazida. Efeitos da empagliflozina sobre outros medicamentos: Estudos de interação, realizados com voluntários saudáveis, sugerem que a empagliflozina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da metformina, glimepirida, pioglitazona, sitagliptina, linagliptina, sinvastatina, varfarina, ramipril, digoxina, diuréticos e contracetivos orais. Efeitos da linagliptina sobre outros medicamentos: A linagliptina é um inibidor competitivo fraco da isoenzima CYP3A4 e um inibidor fraco a moderado do mecanismo desta isoenzima, mas não inibe outras isoenzimas do CYP. Não é um indutor de isoenzimas do CYP. A linagliptina é um substrato da glicoproteína-P e inibe com baixa potência o transporte de digoxina mediado pela glicoproteína-P. A linagliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da metformina, glibenclamida, sinvastatina, pioglitazona, varfarina, digoxina, empagliflozina ou dos contracetivos orais, apresentando provas in vivo de uma baixa tendência para causar interações medicamentosas com substratos da CYP3A4, CYP2C9, CYP2C8, gp-P e do transportador catiónico orgânico (OCT).

Ritonavir + Sinvastatina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não Antirretrovirais Coadministrados: Inibidores da HMG Co-A Reductase: Atorvastatina, Fluvastatina, Lovastatina, Pravastatina, Rosuvastatina, Sinvastatina: Os inibidores da HMG-CoA reductase que são altamente dependentes do metabolismo pela CYP3A, tais como a lovastatina e sinvastatina, podem ter as suas concentrações plasmáticas substancialmente aumentadas quando coadministrados com ritonavir como medicamento antirretroviral ou como potenciador farmacocinético. Dado que as concentrações aumentadas de lovastatina e sinvastatina podem causar miopatias, incluindo rabdomiólise, a associação destes medicamentos com ritonavir é contraindicada. A atorvastatina é menos dependente do metabolismo pela CYP3A. Embora a eliminação da rosuvastatina não seja dependente da CYP3A, foi descrito um aumento na exposição à rosuvastatina com a administração concomitante de ritonavir. O mecanismo desta interação não é claro, mas pode ser o resultado de inibição do transportador. Quando usadas com ritonavir como potenciador farmacocinético ou como medicamento antirretroviral, devem administrar-se as doses mais baixas possíveis de atorvastatina ou rosuvastatina. O metabolismo da pravastatina e fluvastatina não depende da CYP3A e não se esperam interações com ritonavir. Se for recomendado tratamento com um inibidor da HMG-CoA reductase, recomenda-se o uso de pravastatina ou fluvastatina.

Oxihidróxido sucroférrico + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Os dados dos estudos clínicos demonstraram que este medicamento não afeta os efeitos de redução dos lípidos dos inibidores da HMG-CoA reductase (p. ex., atorvastatina e sinvastatina).

Sofosbuvir + Velpatasvir + Voxilaprevir + Sinvastatina

Observações: n.d.
Interações: Interações entre Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir e outros medicamentos: INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE Outras estatinas (Inibição do OATP1B) Efeito na atorvastatina, fluvastatina, lovastatina, pitavastatina e sinvastatina não estudado. Não se podem excluir interações com outros inibidores da HMG-CoA redutase. A coadministração com Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir não é recomendada.

Cobicistate + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Utilização concomitante contraindicada: Os medicamentos que são extensivamente metabolizados pelo CYP3A e que apresentam um elevado metabolismo de primeira passagem parecem ser os mais suscetíveis a grandes aumentos da exposição quando coadministrados com cobicistate. A coadministração de Cobicistate é contraindicada com medicamentos como a di-hidroergotamina, ergotamina, ergometrina, midazolam administrado por via oral, triazolam, amiodarona, quinidina, cisaprida, pimozida, alfuzosina, sinvastatina, lovastatina e sildenafil, que são altamente dependentes do CYP3A para a depuração e para os quais as elevadas concentrações plasmáticas estão associadas a acontecimentos graves e/ou potencialmente fatais.

Telaprevir + Sinvastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Telaprevir inibe os polipéptidos transportadores de aniões orgânicos (OATPs) OATP1B1 e OATP2B1. A administração concomitante de Telaprevir e fármacos transportados por estes transportadores, como sejam a fluvastatina, pravastatina, rosuvastatina, pitavastatina, bosentano e repaglinida deve ser realizada com precaução. A sinvastatina é contraindicada devido ao aumento previsto e acentuado na exposição provocada por múltiplos mecanismos. Com base em estudos in vitro, telaprevir pode potencialmente aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos cuja excreção é dependente do trasportador de extrusão de múltiplos fármacos e toxinas (MATE)-1 e MATE2-K. Contraindicações de utilização concomitante: Telaprevir não pode ser administrado concomitantemente com substâncias ativas cuja eliminação seja predominantemente dependente do CYP3A e para as quais concentrações plasmáticas elevadas estão associadas a acontecimentos adversos graves e/ou que colocam a vida em risco, tais como arritmias cardíacas (i.e., amiodarona, astemizol, bepridil, cisaprida, pimozida, quinidina, terfenadina) ou vasoespasmo periférico ou isquémia (i.e. dihidroergotamina, ergonovina, ergotamina, metilergonovina) ou miopatia, incluindo rabdomiólise (i.e, lovastatina, sinvastatina, atorvastatina) ou sedação prolongada ou aumentada ou depressão respiratória (i.e. quetiapina e midazolam ou triazolam de administração oral) ou hipotensão ou arritmia cardíaca (i.e. alfuzosina e sildenafil para a hipertensão arterial pulmonar).

Saxagliptina + Dapagliflozina + Sinvastatina

Observações: Saxagliptina: O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). Dapagliflozina: O metabolismo da dapagliflozina é feito principalmente através de conjugação do glucuronido mediado pela UDP glucuroniltransferase 1A9 (UGT1A9).
Interações: A saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética de dapagliflozina, metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, diltiazem ou sinvastatina. Estes medicamentos não alteraram a farmacocinética da saxagliptina ou do seu metabolito ativo principal. A dapagliflozina não alterou significativamente a farmacocinética de saxagliptina, metformina, pioglitazona, sitagliptina, glimepirida, voglibose, hidroclorotiazida, bumetanida, valsartan ou sinvastatina. Estes medicamentos não alteraram a farmacocinética da dapagliflozina. Em estudos realizados em indivíduos saudáveis, nem a farmacocinética de saxagliptina nem do seu metabolito principal foram significativamente alterados pela metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, omeprazol, antiácidos ou famotidina. A saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida (um substrato do CYP2C9), pioglitazona [um substrato do CYP2C8 (major) e CYP3A4 (minor)], digoxina (um substrato da P-gp), sinvastatina (um substrato do CYP3A4), dos componentes ativos de um contracetivo oral combinado (etinilestradiol e norgestimato), diltiazem ou cetoconazol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Imatinib + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: O imatinib aumenta a Cmax e a AUC da sinvastatina (substrato da CYP3A4 ) em 2 e 3,5 vezes, respetivamente, indicando uma inibição da CYP3A4 pelo imatinib.

Amiodarona + Sinvastatina

Observações: Devido à semi-vida de eliminação longa e variável da amiodarona, podem ocorrer interações não só quando se administram outros fármacos concomitantemente, mas também com fármacos administrados após interrupção do tratamento com amiodarona.
Interações: Os seguintes fármacos devem ser utilizados com precaução quando em associação com a amiodarona: Fármacos metabolizados pelo citocromo P450 3A4: Quando estes fármacos são co-administrados com a amiodarona, que é um inibidor do CYP3A4, a associação pode resultar em aumento das suas concentrações plasmáticas, que poderá levar a um possível aumento da sua toxicidade. Estatinas: O risco de toxicidade muscular é aumentado aquando da administração concomitante de amiodarona com estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, tais como a sinvastatina, atorvastatina e lovastatina. Quando for administrada amiodarona recomenda-se a utilização de estatinas que não sejam metabolizadas pelo CYP3A4.

Amlodipina + Valsartan + Hidroclorotiazida + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Requerida PRECAUÇÃO com a utilização concomitante: AMLODIPINA: Sinvastatina: A administração concomitante de doses múltiplas de 10 mg de amlodipina com 80 mg de sinvastatina resultou num aumento de 77% na exposição à sinvastatina comparativamente com a sinvastatina isoladamente. Recomenda-se limitar a dose diária de sinvastatina a 20 mg em doentes a tomar amlodipina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lisinopril + Amlodipina + Sinvastatina

Observações: n.d.
Interações: Interações relacionadas com a AMLODIPINA: Efeitos da amlodipina sobre outros medicamentos: Sinvastatina: A co-administração de doses múltiplas de 10 mg de amlodipina com 80 mg de sinvastatina resultou num aumento de 77% da exposição à sinvastatina em comparação com a sinvastatina só. Limitar a dose de sinvastatina em doentes a fazerem amlodipina para 20 mg por dia.
 Sem significado Clínico

Canagliflozina + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da canagliflozina noutros medicamentos: Sinvastatina: A combinação de 300 mg de canagliflozina, uma vez ao dia, durante 6 dias com uma dose única de 40 mg de sinvastatina (substrato do CYP3A4) resultou num aumento de 12% na AUC e de 9% na Cmax da sinvastatina e num aumento de 18% na AUC e de 26% na Cmax do ácido da sinvastatina. Os aumentos na exposição da sinvastatina e do ácido da sinvastatina não são considerados clinicamente relevantes.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Osimertinib + Sinvastatina

Observações: Estudos in vitro demonstraram que a Fase I do metabolismo de osimertinib ocorre predominantemente via CYP3A4 e CYP3A5. Com base em estudos in vitro, osimertinib é um inibidor competitivo dos transportadores BCRP.
Interações: Num estudo clínico farmacocinético, a administração concomitante de osimertinib com sinvastatina (substrato CYP3A4 sensível) diminuiu a AUC e a Cmax da sinvastatina em 9% e 23% respetivamente. Estas alterações são pequenas e não suscetíveis de serem clinicamente significantes.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Aliscireno + Amlodipina + Sinvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação de Aliscireno + Amlodipina com outros medicamentos. Apresenta-se a informação conhecida sobre interações com outros medicamentos para as substâncias ativas individualmente. A administração conjunta de aliscireno e amlodipina não provoca alterações significativas na exposição farmacocinética no estado estacionário (AUC) e na concentração máxima (Cmax) de ambos os componentes em voluntários saudáveis.
Interações: A administração concomitante de doses múltiplas de 10 mg de amlodipina com 80 mg de sinvastatina resultou num aumento de 77% na exposição à sinvastatina comparativamente com a sinvastatina isoladamente. Recomenda-se limitar a dose diária de sinvastatina a 20 mg em doentes a tomar amlodipina.

Cilostazol + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Aconselha-se precaução no caso de coadministração com estatinas metabolizadas pela CYP3A4, por exemplo sinvastatina, atorvastatina e lovastatina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Indapamida + Amlodipina + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Ligadas à AMLODIPINA: Efeitos da amlodipina com outros medicamentos: Sinvastatina: A administração concomitante de doses múltiplas de 10 mg de amlodipina com 80 mg de sinvastatina resultou num aumento de 77% na exposição à sinvastatina comparativamente com a sinvastatina isoladamente. Recomenda-se limitar a dose diária de sinvastatina a 20 mg em doentes a tomar amlodipina.

Drospirenona + Estradiol + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Com base em estudos de inibição in vitro e em estudos de interação in vivo em mulheres voluntárias recebendo doses no estado estacionário de 3 mg de drospirenona por dia e omeprazol, sinvastatina ou midazolam como substrato marcador, é improvável uma interação clinicamente relevante de drospirenona com o metabolismo de outros fármacos mediado pela enzima citocromo P450.

Metformina + Canagliflozina + Sinvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica farmacocinética com este medicamento. Contudo, tais estudos foram realizados com as substâncias ativas individuais (canagliflozina e metformina). A administração concomitante de canagliflozina (300 mg uma vez por dia) e metformina (2000 mg uma vez por dia) não teve um efeito clínico relevante sobre a farmacocinética quer da canagliflozina, quer da metformina.
Interações: CANAGLIFLOZINA Efeitos da canagliflozina noutros medicamentos: Sinvastatina: A combinação de 300mg de canagliflozina, uma vez por dia, durante 6 dias com uma dose única de 40mg de sinvastatina (substrato do CYP3A4) resultou num aumento de 12% na AUC e de 9% na Cmax da sinvastatina e num aumento de 18% na AUC e de 26% na Cmax do ácido da sinvastatina. Os aumentos na exposição da sinvastatina e do ácido não são considerados clinicamente relevantes.

Sinvastatina + Outros medicamentos

Observações: N.D.
Interações: Interações do CYP3A4: A sinvastatina é metabolizada pelo CYP3A4 mas não tem atividade inibidora do CYP3A4, logo, não é esperado que afete as concentrações plasmáticas de outros medicamentos metabolizados pelo CYP3A4.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Inibidores do CYP3A4

Observações: N.D.
Interações: Os inibidores potentes do CYP3A4 (a seguir indicados) aumentam o risco de miopatia por reduzirem a eliminação de sinvastatina: Mibefradil Itraconazol Cetoconazol Eritromicina Claritromicina Inibidores da protease do VIH Nefazodona Ciclosporina

Ticagrelor + Sinvastatina

Observações: Ticagrelor é principalmente um substrato do CYP3A4 e um inibidor ligeiro do CYP3A4. O ticagrelor é igualmente um substrato da glicoproteína-P ( P-gp) e um inibidor fraco da P-gp e pode aumentar a exposição de substratos P-gp.
Interações: A administração conjunta de ticagrelor com sinvastatina aumentou a Cmax da sinvastatina em 81% e a AUC em 56% e aumentou a Cmax da sinvastatina ácida em 64% e a AUC em 52%, com alguns aumentos individuais iguais a 2 a 3 vezes. A administração conjunta de ticagrelor com doses de sinvastatina superiores a 40 mg ao dia pode originar efeitos adversos da sinvastatina e deve ser considerado em relação aos potenciais benefícios. Não se verificou efeito da sinvastatina nos níveis plasmáticos de ticagrelor. Ticagrelor pode ter um efeito similar na lovastatina. Não é recomendada a utilização concomitante de ticagrelor com doses de sinvastatina ou lovastatina superiores a 40 mg.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Mibefradil

Observações: N.D.
Interações: Os inibidores potentes do CYP3A4 (a seguir indicados) aumentam o risco de miopatia por reduzirem a eliminação de sinvastatina: Mibefradil Itraconazol Cetoconazol Eritromicina Claritromicina Inibidores da protease do VIH Nefazodona Ciclosporina
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Itraconazol

Observações: N.D.
Interações: Os inibidores potentes do CYP3A4 (a seguir indicados) aumentam o risco de miopatia por reduzirem a eliminação de sinvastatina: Mibefradil Itraconazol Cetoconazol Eritromicina Claritromicina Inibidores da protease do VIH Nefazodona Ciclosporina

Empagliflozina + Metformina + Sinvastatina

Observações: A administração concomitante de doses múltiplas de empagliflozina e metformina não altera significativamente a farmacocinética da empagliflozina ou da metformina em indivíduos saudáveis. Não foram realizados estudos de interação com Empagliflozina/Metformina.
Interações: EMPAGLIFLOZINA: Interações farmacocinéticas: Efeitos de outros medicamentos sobre a empagliflozina: Estudos de interação, realizados com voluntários saudáveis, sugerem que a farmacocinética da empagliflozina não foi influenciada pela administração concomitante com metformina, glimepirida, pioglitazona, sitagliptina, linagliptina, varfarina, verapamilo, ramipril, sinvastatina, torasemida e hidroclorotiazida. Efeitos da empagliflozina sobre outros medicamentos: Com base nos estudos in vitro, a empagliflozina não inibe, inativa ou induz as isoformas do CYP450. A empagliflozina não inibe as isoformas UGT1A1, UGT1A3, UGT1A8, UGT1A9, ou UGT2B7. Por conseguinte, são consideradas pouco prováveis interações medicamentosas envolvendo as principais isoformas do CYP450 e da UGT com a empagliflozina e substratos destas enzimas administrados concomitantemente. A empagliflozina não inibe a P-gp em doses terapêuticas. Com base em estudos in vitro, considera-se pouco provável que a empagliflozina cause interações com medicamentos que sejam substratos da glicoproteína-P. A administração concomitante de digoxina, um substrato da P-gp, com empagliflozina resultou num aumento de 6% da AUC e de 14% da Cmax da digoxina. Estas alterações não foram consideradas clinicamente significativas. In vitro, a empagliflozina não inibe transportadores da recaptação humanos, tais como o OAT3, OATP1B1 e OATP1B3, em concentrações plasmáticas clinicamente relevantes e, como tal, consideram-se pouco prováveis as interações medicamentosas com substratos destes transportadores da recaptação. Estudos de interação, realizados com voluntários saudáveis, sugerem que a empagliflozina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da metformina, glimepirida, pioglitazona, sitagliptina, linagliptina, sinvastatina, varfarina, ramipril, digoxina, diuréticos e contracetivos orais.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Os inibidores potentes do CYP3A4 (a seguir indicados) aumentam o risco de miopatia por reduzirem a eliminação de sinvastatina: Mibefradil Itraconazol Cetoconazol Eritromicina Claritromicina Inibidores da protease do VIH Nefazodona Ciclosporina
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Os inibidores potentes do CYP3A4 (a seguir indicados) aumentam o risco de miopatia por reduzirem a eliminação de sinvastatina: Mibefradil Itraconazol Cetoconazol Eritromicina Claritromicina Inibidores da protease do VIH Nefazodona Ciclosporina
 Sem significado Clínico

Efavirenz + Sinvastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: MEDICAMENTOS ANTIDISLIPIDÉMICOS: Inibidores da redutase da HMG-CoA: Sinvastatina/Efavirenz: (40 mg uma vez ao dia/600 mg uma vez ao dia). A administração concomitante de efavirenz com atorvastatina, pravastatina ou sinvastatina não afetou os valores de AUC ou Cmax do efavirenz. Os níveis de colesterol devem ser monitorizados periodicamente. Podem ser necessários ajustes posológicos da sinvastatina (consultar o Resumo das Características do Medicamento da sinvastatina). Não é necessário qualquer ajuste posológico para o efavirenz.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Claritromicina

Observações: N.D.
Interações: Os inibidores potentes do CYP3A4 (a seguir indicados) aumentam o risco de miopatia por reduzirem a eliminação de sinvastatina: Mibefradil Itraconazol Cetoconazol Eritromicina Claritromicina Inibidores da protease do VIH Nefazodona Ciclosporina

Fosamprenavir + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Lovastatina e Sinvastatina: Contraindicado. Concentrações aumentadas de inibidores da HMG - CoA reductase podem provocar miopatias, incluindo rabdomiólise. A pravastatina ou a fluvastatina são recomendadas uma vez que o seu metabolismo não é dependente do CYP3A4 e não são esperadas interações com os inibidores da protease.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Inibidores da Protease (IP)

Observações: N.D.
Interações: Os inibidores potentes do CYP3A4 (a seguir indicados) aumentam o risco de miopatia por reduzirem a eliminação de sinvastatina: Mibefradil Itraconazol Cetoconazol Eritromicina Claritromicina Inibidores da protease do VIH Nefazodona Ciclosporina

Indinavir + Sinvastatina

Observações: n.d.
Interações: Indinavir com ou sem ritonavir não deve ser administrado concomitantemente com amiodarona, terfenadina, cisaprida, astemizol, quetiapina, alprazolam, triazolam, midazolam administrado por via oral, pimozida, derivados da ergotamina, sinvastatina ou lovastatina. INDINAVIR NÃO POTENCIADO INIBIDORES DA REDUTASE DA HMG-CoA: Lovastatina, sinvastatina: O indinavir inibe o CYP3A4 e em consequência espera-se que provoque um aumento acentuado das concentrações plasmáticas destes inibidores da redutase da HMG-CoA, que são altamente dependentes do metabolismo do CYP3A4. A associação é contraindicada devido a um aumento do risco de miopatia, incluindo rabdomiólise.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Nefazodona

Observações: N.D.
Interações: Os inibidores potentes do CYP3A4 (a seguir indicados) aumentam o risco de miopatia por reduzirem a eliminação de sinvastatina: Mibefradil Itraconazol Cetoconazol Eritromicina Claritromicina Inibidores da protease do VIH Nefazodona Ciclosporina
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Os inibidores potentes do CYP3A4 (a seguir indicados) aumentam o risco de miopatia por reduzirem a eliminação de sinvastatina: Mibefradil Itraconazol Cetoconazol Eritromicina Claritromicina Inibidores da protease do VIH Nefazodona Ciclosporina
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Hipolipemiantes

Observações: N.D.
Interações: Interações com fármacos hipolipemiantes que podem causar miopatia quando administrados isoladamente: O risco de miopatia está também aumentado pelos seguintes fármacos hipolipemiantes que não são inibidores potentes do CYP3A4, mas que podem causar miopatia quando administrados isoladamente: Gemfibrozil Outros fibratos Niacina (ácido nicotínico) (≥ 1g/dia)

Cetoconazol + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Está também contraindicada a administração concomitante com astemizol, mizilastatina, terfenadina, cisaprida, dofetelide, quinidina, pimozida, sinvastatina, lovastatina, midazolam oral e triazolam.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Gemfibrozil

Observações: N.D.
Interações: Interações com fármacos hipolipemiantes que podem causar miopatia quando administrados isoladamente: O risco de miopatia está também aumentado pelos seguintes fármacos hipolipemiantes que não são inibidores potentes do CYP3A4, mas que podem causar miopatia quando administrados isoladamente: Gemfibrozil Outros fibratos Niacina (ácido nicotínico) (≥ 1g/dia)
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Fibratos

Observações: N.D.
Interações: Interações com fármacos hipolipemiantes que podem causar miopatia quando administrados isoladamente: O risco de miopatia está também aumentado pelos seguintes fármacos hipolipemiantes que não são inibidores potentes do CYP3A4, mas que podem causar miopatia quando administrados isoladamente: Gemfibrozil Outros fibratos Niacina (ácido nicotínico) (≥ 1g/dia)
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Telotristate + Sinvastatina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Telotristate sobre outros medicamentos Substratos do CYP3A4 O uso concomitante de Telotristate pode diminuir a eficácia de medicamentos que são substratos do CYP3A4 (como por exemplo midazolam, everolímus, sunitinib, sinvastatina, etinilestradiol, amlodipina, ciclosporina ...), diminuindo a sua exposição sistémica. Recomenda-se monitorizar uma eficácia sub-ótima.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da amlodipina noutros medicamentos: Sinvastatina: A administração concomitante de doses múltiplas de 10 mg de amlodipina com 80 mg de sinvastatina resultou num aumento de 77% na exposição à sinvastatina comparativamente com a sinvastatina isolada. Nos doentes a tomar amlodipina deve limitar-se a dose de sinvastatina a 20 mg por dia.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: N.D.
Interações: Interações com fármacos hipolipemiantes que podem causar miopatia quando administrados isoladamente: O risco de miopatia está também aumentado pelos seguintes fármacos hipolipemiantes que não são inibidores potentes do CYP3A4, mas que podem causar miopatia quando administrados isoladamente: Gemfibrozil Outros fibratos Niacina (ácido nicotínico) (≥ 1g/dia)

Solifenacina + Tansulosina + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: TANSULOSINA: A coadministração com outros antagonistas dos recetores alfa1-adrenérgicos pode originar efeitos hipotensores. In vitro, a fração livre da tansulosina no plasma humano não foi alterada pelo diazepam, propranolol, triclormetiazida, clormadinona, amitriptilina, diclofenac, glibenclamida, sinvastatina ou varfarina. Por sua vez, a tansulosina não altera as frações livres do diazepam, propranolol, triclormetiazida ou clormadinona. Contudo, o diclofenac e a varfarina podem aumentar a taxa de eliminação da tansulosina. Estudos in vitro com a tansulosina demonstraram que, em concentrações terapêuticas, a tansulosina não inibe CYP1A2, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A4. Assim, é improvável a ocorrência de interações da tansulosina com fármacos metabolizados por estas enzimas CYP.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Amiodarona

Observações: N.D.
Interações: Outras interações medicamentosas: Amiodarona ou Verapamil: O risco de miopatia/rabdomiólise está aumentado pela administração concomitante de amiodarona ou verapamil, mas não por outros bloqueadores dos canais de cálcio que não o verapamil.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Verapamilo

Observações: N.D.
Interações: Outras interações medicamentosas: Amiodarona ou Verapamil: O risco de miopatia/rabdomiólise está aumentado pela administração concomitante de amiodarona ou verapamil, mas não por outros bloqueadores dos canais de cálcio que não o verapamil.

Padeliporfina + Sinvastatina

Observações: n.d.
Interações: Transportadores OATP1B1 e OATP1B3 Os estudos in vitro preveem que é improvável que Padeliporfina em concentrações terapêuticas iniba as enzimas do citocromo P450, mas que poderá inibir os transportadores OATP1B1 e OATP1B3. A magnitude da interação não foi investigada clinicamente, mas não é possível excluir um aumento transitório da concentração plasmática de substratos dos OATP1B1 e OATP1B3 coadministrados. A utilização de medicamentos que são substratos do OATP1B1 ou OATP1B3 (repaglinida, atorvastatina, pitavastatina, pravastatina, rosuvastatina, sinvastatina, bosentano, glibenclamida), para os quais foram observados acontecimentos adversos graves dependentes da concentração, deve ser evitada no dia da perfusão de Padeliporfina e durante pelo menos 24 horas após a administração. A coadministração deve ser efetuada com precaução e é recomendada uma monitorização apertada.

Sinvastatina + Sumo de toranja

Observações: N.D.
Interações: Outras interações: O sumo de toranja contém um ou mais componentes que inibem o CYP3A4 e pode aumentar os níveis plasmáticos de fármacos metabolizados pelo CYP3A4. O efeito de um consumo normal (um copo de 250 ml por dia) é mínimo (aumento de 13% na atividade inibidora da redutase da HMG-CoA plasmática ativa, medida pela área sob a curva concentração-tempo) e não tem relevância clínica. No entanto, quantidades muito elevadas (mais de um litro por dia) aumentam significativamente o nível plasmático da atividade inibidora da redutase da HMG-CoA durante o tratamento com sinvastatina, devendo ser evitadas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Anticoagulantes orais (Derivados da Cumarina)

Observações: N.D.
Interações: Derivados cumarínicos: Em dois estudos clínicos, um realizado em voluntários saudáveis e o outro em doentes hipercolesterolémicos, a sinvastatina, 20-40 mg/dia, potenciou moderadamente o efeito dos anticoagulantes cumarínicos; o tempo de protrombina (registado como Razão Normalizada Internacional ou RNI) aumentou de 1,7 para 1,8 no estudo efetuado em voluntários, e de 2,6 para 3, 4 no estudo efetuado nos doentes. Nos doentes a tomar anticoagulantes cumarínicos, o tempo de protrombina deverá ser determinado antes de iniciar a sinvastatina, e, frequentemente, durante a fase inicial do tratamento, para assegurar que não ocorrerá nenhuma alteração significativa no tempo de protrombina. Assim que se registar um tempo de protrombina estável, este poderá ser monitorizado a intervalos geralmente recomendados para doentes que tomam anticoagulantes cumarínicos. Caso se altere a dose de sinvastatina, ou se interrompa o tratamento, dever-se-á repetir o mesmo procedimento. A terapêutica com sinvastatina não foi associada a hemorragias ou a alterações do tempo de protrombina em doentes que não tomam anticoagulantes.

Drospirenona + Etinilestradiol + Sinvastatina

Observações: Os principais metabolitos de drospirenona no plasma humano são criados sem envolvimento do sistema citocromo P450. Desta forma, é pouco provável que os inibidores deste sistema enzimático influenciem o metabolismo da drospirenona.
Interações: Com base em estudos de inibição in vitro e em estudos de interacção in vivo em voluntárias que utilizam omeprazol, sinvastatina e midazolam como substrato marcador, é pouco provável a ocorrência de uma interacção da drospirenona em doses de 3 mg com o metabolismo de outras substâncias activas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Trandolapril + Verapamilo + Sinvastatina

Observações: n.d.
Interações: Associações a ter em consideração Inibidores da HMG-CoA redutase: Foi notificado um aumento de exposição plasmática de sinvastatina (metabolizada por CYP3A4) quando concomitantemente administrada com verapamilo. Foi notificação um risco aumentado de ocorrência de miopatia/rabdomiólise, aquando de administração concomitante de verapamilo com doses elevadas de sinvastatina. A dose de sinvastatina (e outras estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, tais como atorvastatina e lovastatina) deve ser cuidadosamente ajustada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um inibidor moderado a potente da P-gp e um inibidor ligeiro do CYP3A4, podendo aumentar as concentrações plasmáticas dos substratos da P-gp o do CYP3A4. A distribuição tecidular dos fármacos transportados pela P-gp pode aumentar. Podem ser necessários ajustamentos de dose se substratos do CYP3A4 sensíveis (ex., sinvastatina, lovastatina ) e substratos do CYP3A4 com um intervalo terapêutico estreito (ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolimus, everolimus) pois a Ranolazina pode aumentar as concentrações plasmáticas destes fármacos. O metabolismo e a depuração da sinvastatina são altamente dependentes do CYP3A4. A administração de 1000 mg de Ranolazina duas vezes ao dia aumentou as concentrações plasmáticas de sinvastatina sob a forma de lactona, sinvastatina na forma ácida em cerca de 2 vezes. A rabdomiolise foi associada a doses elevadas de sinvastatina e foram observados casos de rabdomiolise em doentes a receber Ranolazina e sinvastatina, na experiência pós-comercialização. É necessário limitar a dose de sinvastatina para 20 mg uma vez por dia em doentes a tomar qualquer dose de Ranolazina.

Metformina + dapagliflozina + Sinvastatina

Observações: A administração concomitante de doses múltiplas de dapagliflozina e metformina não alterou significativamente o perfil farmacocinético quer da dapagliflozina ou da metformina em indivíduos saudáveis. Não foram realizados estudos de interação para Metformina / dapagliflozina. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: DAPAGLIFLOZINA: Interações farmacocinéticas: O metabolismo da dapagliflozina é principalmente via conjugação do glicuronídeo mediado pela UDP-glicuronosiltransferase 1A9 (UGT1A9). Em estudos in vitro, a dapagliflozina não inibiu o citocromo P450 (CYP) 1A2, CYP2A6, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6, CYP3A4, nem induziu o CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4. Assim, não é esperado que este medicamento altere a depuração metabólica de medicamentos administrados concomitantemente e que são metabolizados por estas enzimas. Efeitos de outros medicamentos na dapagliflozina: Estudos de interação realizados em indivíduos saudáveis, utilizando essencialmente um desenho de dose única, sugerem que a farmacocinética da dapagliflozina não é alterada pela pioglitazona, sitagliptina, glimepirida, voglibose, hidroclorotiazida, bumetanida, valsartan ou sinvastatina. Efeitos da dapagliflozina noutros medicamentos: A associação de uma dose única de dapagliflozina 20 mg e sinvastatina (um substrato do CYP3A4) resultou num aumento de 19% na AUC da sinvastatina e num aumento de 31% na AUC do ácido da sinvastatina. Os aumentos da exposição da sinvastatina e do ácido da sinvastatina não foram considerados clinicamente relevantes.

Gemfibrozil + Sinvastatina

Observações: O perfil de interacção do gemfibrozil é complexo. Estudos in vivo indicam que o gemfibrozil é um potente inibidor da CYP2C8 (uma enzima importante no metabolismo da repaglinida, rosiglitazona e paclitaxel, por ex.). Estudos in vitro demonstraram que o gemfibrozil é um forte inibidor da CYP2C9 (uma enzima envolvida no metabolismo da varfarina e da glimepirida por ex.), mas também da CYP2C19, CYP1A2, UGTA1 e UGTA3.
Interações: Inibidores da HMG-CoA redutase: A utilização combinada de gemfibrozil com uma estatina deve ser normalmente evitada. A administração isolada de fibratos está ocasionalmente associada a miopatia. Foi reportado um risco aumentado de ocorrência de efeitos indesejáveis musculares, incluindo a rabdomiólise, quando os fibratos são co-administrados com estatinas. Foi também reportado que o gemfibrozil influencia a farmacocinética da sinvastatina, lovastatina, pravastatina e rosuvastatina. O gemfibrozil causou um aumento da AUC da sinvastatina ácida em quase 3 vezes, possivelmente devido à inibição da glucoronidação via UGTA1 e UGTA3, e um aumento da AUC da pravastatina em 3 vezes, que pode ser devido à interferência com as proteínas de transporte.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Albiglutido + Sinvastatina

Observações: Albiglutido retarda o esvaziamento gástrico e poderá ter impacto na absorção de medicamentos orais administrados concomitantemente. Quando foi administrado como uma dose única de 100 mg em indivíduos saudáveis, albiglutido retardou o esvaziamento gástrico, comparativamente com o placebo, tanto de sólidos como de líquidos. Recomenda-se precaução nos doentes a administrar medicamentos com um índice terapêutico estreito ou medicamentos que necessitem de monitorização clínica cuidadosa.
Interações: Foi administrada uma dose única (80 mg) de sinvastatina com o albiglutido em estado estacionário (50 mg semanalmente). A AUC da sinvastatina diminuiu em 40% e a Cmax da sinvastatina aumentou em 18%. A AUC do ácido de sinvastatina aumentou em 36% e a Cmax aumentou em aproximadamente 100%. Foi observada a diminuição do tempo de semi-vida da sinvastatina e do ácido de sinvastatina das ~7 horas para as 3,5 horas. Nos ensaios clínicos, albiglutido não demonstrou ter impacto na segurança da sinvastatina.

Darunavir + Cobicistate + Sinvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: INIBIDORES DA HMG CO-A REDUCTASE: Lovastatina, Sinvastatina: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas destes inibidores da HMG Co-A reductase. (inibição do CYP3A e/ou do transporte) A utilização concomitante de Darunavir / Cobicistate com lovastatina e sinvastatina é contraindicada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antiarrítmicos + Sinvastatina

Observações: Aumentam a depressão do miocárdio quando são administrados com outros AA. Aumentam o risco de arritmias ventriculares quando são dados com AA que prolongam o intervalo QT
Interações: Amiodarona: maior risco de miopatia com: (O potencial de interacções persiste durante várias semanas ou mesmo meses após o tratamento ter sido suspenso devido à semi-vida longa do fármaco) - Sinvastatina
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Verapamilo + Sinvastatina

Observações: n.d.
Interações: Possíveis interacções medicamentosas associadas com o verapamilo, devido a razões de farmacocinética: Antidislipidémicos Atorvastatina - Possível aumento dos níveis de atorvastatina; Aumento da AUC do verapamilo em 42,8%; Lovastatina - Possível aumento dos níveis de lovastatina; Sinvastatina - Aumento da AUC (2,6 vezes) e Cmax ( 4,6 vezes) da sinvastatina. Inibidores da HMG-CoA redutase (“estatinas”) O tratamento com inibidores da HMG-CoA redutase (ex. sinvastatina, atorvastatina ou lovastatina), num doente medicado com verapamilo, deve ser iniciado com a dose mais baixa possível e titulada de forma ascendente. Se for necessário iniciar o tratamento com Verapamilo em doentes que já estejam a tomar um inibidor da HMG CoA redutase (ex. sinvastatina, atorvastatina ou lovastatina), dever-se-á considerar a redução da dose de estatina e retitular contra as concentrações séricas de colesterol. A fluvastatina, a pravastatina e a rosuvastatina não são metabolizadas pelo CYP3A4 e são menos susceptíveis de interagir com o verapamilo.

Dasatinib + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Substâncias ativas cujas con centrações plasmáticas podem ser alteradas pelo dasatinib: O uso concomitante do dasatinib e de um substrato da CYP3A4 pode aumentar a exposição ao substrato da CYP3A4. Num estudo em indivíduos saudáveis, uma dose única de 100 mg de dasatinib aumentou a AUC e Cmax da exposição à sinvastatina, um conhecido substrato da CYP3A4 em cerca de 20 e 37%, respetivamente. Não se pode excluir que o efeito seja maior após doses múltiplas de dasatinib. Consequentemente, os substratos da CYP3A4 conhecidos por terem uma margem terapêutica estreita (ex. astemizol, terfenadina, cisaprida, pimozida, quinidina, bepridilo ou alcaloides ergotamínicos [ergotamina, di-hidroergotamina]) devem ser administrados com precaução a doentes a receber dasatinib.

Boceprevir + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Boceprevir, em associação com peginterferão alfa e ribavirina, é contraindicado quando administrado concomitantemente com medicamentos cuja depuração depende do CYP3A4/5, e para os quais as concentrações plasmáticas elevadas estejam associadas a acontecimentos adversos graves e/ou potencialmente fatais, tais como a administração oral de midazolam e triazolam, bepridilo, pimozida, lumefantrina, halofantrina, inibidores da tirosinacinase, sinvastatina, lovastatina, quetiapina, alfuzosina, silodosina e derivados da ergotamina (dihidroergotamina, ergonovina, ergotamina, metilergonovina).

Olaparib + Sinvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica formais.
Interações: Interações farmacocinéticas: Efeito de olaparib sobre outros fármacos: In vitro o olaparib pode inibir o CYP3A4 e não se pode excluir que olaparib possa incrementar as exposições a substratos desta enzima in vivo. Portanto, recomenda-se precaução quando se associam substratos do CYP3A4 com olaparib, em particular os que têm uma margem terapêutica estreita (p.ex., sinvastatina, cisaprida, ciclosporina, alcaloides ergóticos, fentanilo, pimozida, sirolímus, tacrolímus e quetiapina).
 Sem significado Clínico

Ácido nicotínico + Laropiprant + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da redutase da HMG-CoA: Quando a sinvastatina é associada ao ácido nicotínico, observou-se um pequeno aumento da AUC e da Cmáx do ácido da sinvastatina (a forma ativa da sinvastatina), o que pode não ter relevância clínica. A interação farmacocinética de Ácido nicotínico/Laropiprant com estatinas foi apenas estudada com a sinvastatina. Nos estudos de interação, o laropiprant não exerceu efeitos clinicamente significativos na farmacocinética dos seguintes medicamentos: sinvastatina, varfarina, contracetivos orais, rosiglitazona e digoxina. Com base nestes dados, não se espera que o laropiprant provoque interações medicamentosas com substratos das isoenzimas do CYP 3A4, 2C9, 2C8 e com a glicoproteína -P (gp-P) humana. Nos estudos in vitro, o laropiprant não inibiu as reações mediadas pelo CYP1A2, CYP2B6, CYP2C19, CYP2D6 ou CYP2E1.

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Interações potenciais relacionadas com AMLODIPINA: Uso concomitante que requer precaução: Sinvastatina: A administração concomitante de doses múltiplas de 10 mg de amlodipina com 80 mg de sinvastatina resultou num aumento de 77% na exposição à sinvastatina comparativamente com a sinvastatina isolada. Nos doentes a tomar amlodipina deve limitar-se a dose de sinvastatina a 20 mg por dia.

Metformina + Linagliptina + Sinvastatina

Observações: Embora não tenham sido realizados estudos farmacocinéticos de interação medicamentosa com Metformina/Linagliptina, estes estudos foram efetuados com as substâncias ativas individuais, i.e.linagliptin a e metformina. A administração concomitante de doses múltiplas de linagliptina e metformina não alterou significativamente o perfil farmacocinético da linagliptina nem da metformina em voluntários saudáveis e doentes.
Interações: LINAGLIPTINA: Efeitos da linagliptina sobre outros medicamentos: Em estudos clínicos, conforme adiante se descreve, a linagliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da metformina, da gliburida, da sinvastatina, da varfarina, da digoxina ou dos contracetivos orais, fornecendo evidências in vivo de uma baixa tendência para causar interações medicamentosas com substratos da CYP3A4, CYP2C9, CYP2C8, da glicoproteína-P e do transportador catiónico orgânico (OCT). Sinvastatina: A administração de múltiplas doses diárias de linagliptina teve um efeito mínimo sobre a farmacocinética no estado estacionário da sinvastati na, um substrato sensível da CYP3A4, em voluntários saudáveis. Após a administração concomitante de uma dose supraterapêutica de 10 mg de linagliptina com 40 mg de sinvastatina todos os dias, durante 6 dias, a AUC plasmática da sinvastatina aumentou 34% e a Cmax plasmática 10%.

Aliscireno + Amlodipina + Hidroclorotiazida + Sinvastatina

Observações: A análise farmacocinética populacional de doentes com hipertensão não revelou quaisquer alterações clinicamente relevantes durante a exposição no estado de equilíbrio (AUC) e Cmax de aliscireno, amlodipina e hidroclorotiazida comparativamente com as terapêuticas duplas correspondentes.
Interações: O efeito de redução da pressão arterial da amlodipina acresce ao efeito de redução da pressão arterial de outros medicamentos antihipertensores. A administração concomitante de doses múltiplas de 10 mg de amlodipina com 80 mg de sinvastatina resultou num aumento de 77% na exposição à sinvastatina comparativamente com a sinvastatina isoladamente. Recomenda-se limitar a dose diária de sinvastatina a 20 mg em doentes a tomar amlodipina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Amlodipina + Sinvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com o Losartan / Amlodipina e outros medicamentos. Não foram realizados estudos de interação medicamentosa na população pediátrica.
Interações: Interações relacionadas com a amlodipina Efeitos da amlodipina em outros medicamentos: Os efeitos de redução da pressão arterial da amlodipina somam-se aos efeitos de redução da pressão arterial de outros medicamentos com efeito anti-hipertensor. Sinvastatina: A coadministração de doses múltiplas de 10 mg de amlodipina com 80 mg de sinvastatina originou um aumento de 77% da exposição à sinvastatina relativamente ao uso isolado de sinvastatina. Limitar a dose de sinvastatina a 20 mg diários em doentes tratados com amlodipina.

Ribociclib + Sinvastatina

Observações: n.d.
Interações: Substâncias que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas por Ribociclib: A administração concomitante de ribociclib na dose de 600 mg com os seguintes substratos da CYP3A4 deve ser evitada: alfuzosina, amiodarona, cisaprida, pimozida, quinidina, ergotamina, dihidroergotamina, quetiapina, lovastatina, sinvastatina, sildenafil, midazolam, triazolam.

Claritromicina + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: A utilização dos seguintes medicamentos é estritamente contraindicada devido ao potencial para efeitos de interação medicamentosa grave: Inibidores da HMG-CoA reductase (estatinas): O uso concomitante de claritromicina com lovastatina ou sinvastatina está contraindicado uma vez que estas estatinas são extensivamente metabolizadas pelo CYP3A4 e o tratamento concomitante com claritromicina aumenta as suas concentrações plasmáticas, aumenta o risco de miopatia, incluindo rabdomiólise. Foram notificados casos raros de rabdomiólise em doentes a tomar estes medicamentos concomitantemente. Se o tratamento com claritromicina não puder ser evitado, a terapêutica com lovastatina ou sinvastatina deve ser suspensa durante o decurso do tratamento. Recomenda-se precaução na prescrição concomitantemente de claritromicina com estatinas. Efeitos da Claritromicina em outros medicamentos: Sabe-se ou suspeita-se que os fármacos ou classes seguintes são metabolizados pela isoenzima CYP3A: Alprazolam, astemizol, carbamazepina, cilostazol, cisaprida, ciclosporina, disopiramida, alcaloides da cravagem do centeio, lovastatina, metilprednisolona, midazolam, omeprazol, anticoagulantes orais (por ex. varfarina), pimozida, quinidina, rifabutina, sildenafil, sinvastatina, tacrolímus, terfenadina, triazolam e vimblastina. Fármacos com interação por mecanismos semelhantes através de outras isoenzimas no sistema do citocromo P450 incluem a fenitoína, teofilina e valproato.

Teriflunomida + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas da teriflunomida sobre outras substâncias: Efeito da teriflunomida sobre substratos da BCRP e/ou do polipéptido transportador de aniões orgânicos B1 e B3 (OATP1B1/B3): Foi observado um aumento na Cmax média e AUC (de 2,65x e 2,51x, respetivamente) da rosuvastatina após doses repetidas de teriflunomida. No entanto, não foi observado um impacto aparente deste aumento sobre a exposição plasmática da rosuvastatina na atividade da HMB-CoA redutase. Para a rosuvastatina, recomenda-se uma redução de dose de 50% para coadministração com teriflunomida. Com outros substratos da BCRP (p.ex., metotrexato, topotecano, sulfassalazina, daunorrubicina, doxorrubicina) e da família de OATP, especialmente os inibidores da HMG-Co redutase (p.ex., sinvastatina, atorvastatina, pravastatina, metotrexato, nateglinida, repaglinida, rifampicina), a administração concomitante de teriflunomida também deve ser realizada com precaução. Os doentes devem ser monitorizados relativamente a sinais e sintomas de uma exposição excessiva aos fármacos, devendo ser considerada a redução da dose destes fármacos se necessário.

Eltrombopag + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do eltrombopag noutros medicamentos: Inibidores da HMG CoA redutase: Estudos in vitro demonstraram que o eltrombopag não é um substrato para o polipéptido transportador aniónico orgânico, OATP1B1, mas é um inibidor deste transportador. Estudos in vitro também demonstraram que o eltrombopag é um substrato e inibidor da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP). A administração de 75 mg de eltrombopag uma vez por dia durante 5 dias, com uma dose única de 10 mg de rosuvastatina, substrato do OATP1B e BCRP, a 39 adultos saudáveis levou ao aumento dos valores plasmáticos de rosuvastatina Cmax 103% (IC90%:82%, 126%) e AUC0- 55% (IC90%:42%, 69%). Prevêem-se também interações com outros inibidores da HMG-CoA redutase, incluindo pravastatina, sinvastatina e lovastatina, contudo, não são esperadas interações clinicamente significativas entre o eltrombopag e a atorvastatina ou fluvastatina. Deverá considerar-se uma redução da dose das estatinas quando administradas concomitantemente com eltrombopag, com cuidadosa monitorização das suas reações adversas.

Fluindiona + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Associações que requerem precauções de utilização: HMG CoA redutase (atorvastatina, fluvastatina, rosuvastatina, sinvastatina): Efeito aumentado de anticoagulantes orais e risco de hemorragia. Monitorização mais frequente do INR. Ajustar a dose de anticoagulante oral.

Telitromicina + Sinvastatina

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Efeito do Telitromicina nos outros medicamentos: A telitromicina é um inibidor do CYP3A4 e um fraco inibidor do CYP2D6. Estudos in vivo com sinvastatina, midazolam e cisapride demonstraram uma inibição potente do CYP3A4 intestinal e uma inibição moderada do CYP3A4 hepático. O grau de inibição do CYP3A4 com diferentes substratos é difícil de prever. Como tal, a Telitromicina não deve ser usada durante o tratamento com medicamentos que sejam substratos do CYP3A4, a não ser que as concentrações no plasma do substrato do CYP3A4, a eficácia, ou reações adversas possam ser rigorosamente monitorizados. Em alternativa, a interrupção do tratamento com substrato do CYP3A4 deverá ser feita durante o tratamento com a Telitromicina. Efeito do Telitromicina nos outros medicamentos: Estatinas: Quando a sinvastatina foi coadministrada com Telitromicina, houve um aumento de 5.3 vezes na C max da sinvastatina e um aumento de 8.9 vezes na AUC da sinvastatina, um aumento de 15 vezes na Cmax. da sinvastatina ácida e um aumento de 11 vezes na AUC da sinvastatina ácida. O Telitromicina pode originar uma interação semelhante com a lovastatina e atorvastatina que também são metabolizados sobretudo pelo CYP3A4, e, como tal, o Telitromicina não deverá ser usado concomitantemente com a sinvastatina, atorvastatina ou lovastatina. O tratamento com estes agentes deve ser interrompido durante o tratamento com Telitromicina. A exposição da pravastatina, rosuvastatina e em menor grau da fluvastatina pode estar aumentada devido ao possível envolvimento dos transportadores de proteínas, mas espera-se que este aumento seja menor do que as interações envolvendo a inibição do CYP3A4. Contudo, os doentes devem ser monitorizados cuidadosamente em termos de sinais e sintomas de miopatia e rabdomiólise quando tratados em simultâneo com pravastatina, rosuvastatina e fluvastatina.

Posaconazol + Sinvastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de posaconazol sobre outros medicamentos: Inibidores da HMG-CoA redutase metabolizados através do CYP3A4 (por exemplo sinvastatina, lovastatina e atorvastatina): Posaconazol poderá aumentar substancialmente os níveis plasmáticos dos inibidores da HMG-CoA redutase metabolizados pelo CYP3A4. O tratamento com estes inibidores da HMG-CoA redutase deve ser suspenso durante o tratamento com posaconazol, uma vez que o aumento dos níveis tem sido associado a rabdomiólise.

Baricitinib + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Enzimas do citocromo P450 Em estudos de farmacologia clínica, a administração concomitante de baricitinib com os substratos do CYP3A sinvastatina, etinilestradiol ou levonorgestrel não originou quaisquer alterações clinicamente significativas na PK destes medicamentos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Brotizolam + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Brotizolam é metabolizado principalmente pela isoenzima CYP3A4 do citocromo P450. Os medicamentos que competem como substrato do CYP3A4 (inibição competitiva) e medicamentos que inibem a CYP3A4 podem, deste modo, aumentar o efeito de brotizolam. Os substratos conhecidos da CYP3A4 são astemizol, antimicóticos azóis (ex. itraconazol e cetoconazol), imunossupressores (ex. ciclosporina A, sirolimus e tacrolimus), antagonistas do cálcio, antibióticos macrólidos (ex. claritromicina e eritromicina), antimaláricos (ex. halofantrine e mefloquina), midazolam, pimozida, inibidores da protease (indinavir, nelfinavir e ritonavir), sildenafil, estatinas (ex. atorvastatina, lovastatina e sinvastatina), esteroides (ex. etinilestradiol), tamoxifeno e terfenadina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tocilizumab + Sinvastatina

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Num estudo em doentes com AR, uma semana após uma dose única de tocilizumab, os níveis de sinvastatina (CYP3A4) foram reduzidos em 57%, para um nível semelhante ou ligeiramente superior ao observado em indivíduos saudáveis.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Anticoagulantes orais + Sinvastatina

Observações: Intensamente ligados às proteínas plasmáticas. O metabolismo pode ser induzido. Susceptível à inibição do metabolismo pelo CYP2C9. A resposta anticoagulante pode ser alterada por fármacos que afectam a síntese ou o catabolismo de factores da coagulação.
Interações: Varfarina: Inibidores da HMGCo A redutase: inibem o metabolismo da varfarina ao nível da para-hidroxilação e por deslocação nas proteínas plasmáticas (Lovastatina, Sinvastatina) - Sinvastatina
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Eritromicina + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Nos doentes tratados com Eritromicina e inibidores da HMG-CoA reductase (como por ex. lovastatina e sinvastatina) verificou-se aumento nas concentrações séricas dos inibidores HMG-CoA reductase. Foram descritos raros casos de rabdomiólise com a co-administração destes fármacos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Perindopril + Indapamida + Amlodipina + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Uso concomitante a considerar: AMLODIPINA: Sinvastatina: Co-administração de doses múltiplas de 10 mg de amlodipina com 80mg de sinvastatina resultaram num aumento de 77% de exposição à sinvastatina comparativamente à sinvastatina em monoterapia. Limitar a dose de sinvastatina em doentes tratados com amlodipina a 20 mg por dia.

Glecaprevir + Pibrentasvir + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Potencial de Glecaprevir / Pibrentasvir para afetar outros medicamentos Glecaprevir e pibrentasvir são inibidores da glicoproteína-P (gp-P), da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e polipeptídeo transportador do anião orgânico (OATP) 1B1/3. A coadministração com Glecaprevir / Pibrentasvir pode aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos que são substratos da gp-P (por exemplo, dabigatrano etexilato, digoxina), BCRP (por exemplo, rosuvastatina), ou OATP1B1/3 (por exemplo, atorvastatina, lovastatina, pravastatina, rosuvastatina, sinvastatina). Outros substratos P-gp, BCRP, ou OATP1B1/3, pode ser necessário ajuste de dose. Glecaprevir e pibrentasvir são inibidores fracos in vivo do citocromo P450 (CYP) 3A e uridina glucuronosiltransferase (UGT) 1A1. Não são esperados aumentos clinicamente significativos quando Glecaprevir / Pibrentasvir é coadministrado com substratos sensíveis do CYP3A (midazolam, felodipina) ou UGT1A1 (raltegravir). Quer glecaprevir quer pibrentasvir inibem in vitro a bomba de exportação de sais biliares (BSEP). Não é expectável inibição significativa do CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6, UGT1A6, UGT1A9, UGT1A4, UGT2B7, OCT1, OCT2, OAT1, OAT3, MATE1 ou MATE2K. INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE Sinvastatina 5 mg uma vez por dia (Inibição da OATP1B1/3, P-gp, BCRP) A coadministração com atorvastatina e sinvastatina é contraindicada.
 Sem significado Clínico

Lercanidipina + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Outras interações: Quando uma dose de 20 mg de lercanidipina foi repetidamente co-administrada com 40 mg de sinvastatina, a AUC da lercanidipina não foi significativamente modificada, enquanto a AUC da sinvastatina aumentou em 56% e a do seu metabolito activo β-hidroxiácido em 28%. É improvável que estas alterações sejam clinicamente relevantes. Não é esperada nenhuma interacção quando a lercanidipina é administrada de manhã e a sinvastatina à noite, como indicado para esse fármaco.

Enzalutamida + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Potencial da enzalutamida para afetar a exposição a outros medicamentos: Indução enzimática: A enzalutamida é um potente inibidor enzimático levando ao aumento da síntese de muitas enzimas e transportadores; portanto é esperada a interação com muitos medicamentos comuns que são substratos destas enzimas ou transportadores. A redução das concentrações plasmáticas podem ser substanciais, e levar a perda ou reduzir o efeito clínico. Existe também um risco aumentado da formação de metabolitos ativos. As enzimas que podem ser induzidas são o CYP3A no fígado e intestino, o CYP2C9, o CYP2C19, o CYP1A2 e auridina 5’ difosfato-glucuronosiltransferases (conjugação das enzimas UGTs-glucuronida). A proteína de transporte de P-gp pode também ser induzida, e provavelmente outros transportadores, como por exemplo, a proteína de resistência múltipla 2 (MRP2), proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e do polipéptido transportador aniónico orgânico 1B1, (OATP1B1). Estudos in vivo demonstraram que a enzalutamida é um indutor potente do CYP3A4 e um indutor moderado do CYP2C9 e do CYP2C19. A coadministração da enzalutamida (160 mg uma vez por dia) com doses únicas orais de substratos sensíveis ao CYP em doentes com cancro da próstata, resultou numa diminuição de 86% da AUC do midazolam (substrato do CYP3A4), numa diminuição de 56% na AUC da S-varfarina (substrato do CYP2C9) e numa diminuição de 70% na AUC do omeprazol (substrato do CYP2C19). A UGT1A1 pode também ter sido induzida. São esperadas interações com alguns medicamentos que são eliminados através do metabolismo ou por transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico é de grande importância para o doente, e se os ajustes de dose não são facilmente realizados com base na monitorização de eficácia ou da concentração plasmática, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. O risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é suspeito ser maior em doentes tratados concomitantemente com indutores de enzima. Grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não se limitam a: Analgésicos (ex. fentanilo, tramadol) Antibióticos (ex. claritromicina, doxiciclina) Agentes antineoplásicos (ex. cabazitaxel) Anticoagulantes (ex. acenocumarol, varfarina) Antiepiléticos (ex. carbamazepina, clonazepam, fenitoína, primidona, ácido valpróico) Antipsicóticos (ex. haloperidol) Bloqueadores beta (ex. bisoprolol, propranolol) Bloqueadores da entrada do cálcio (ex. diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) Cardiotónicos digitálicos (ex. digoxina) Corticosteroides (ex. dexametasona, prednisolona) Antirretrovirais VIH (ex. indinavir, ritonavir) Hipnóticos (ex. diazepam, midazolam, zolpidem) Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (ex. atorvastatina, sinvastatina)
 Sem significado Clínico

Carvedilol + Ivabradina + Sinvastatina

Observações: Não se observaram interações entre o carvedilol e a ivabradina num estudo de interações efetuado em voluntários saudáveis. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Estudos específicos de interação medicamentosa demonstraram que não existe efeito clinicamente significativo dos seguintes medicamentos na farmacocinética e farmacodinâmica da ivabradina: Inibidores da bomba de protões (omeprazol, lansoprazol), sildenafil, inibidores da redutase HMG CoA (sinvastatina), bloqueadores dos canais de cálcio dihidropiridinicos (amlodipina,lacidipina), digoxina e varfarina. Adicionalmente não houve qualquer efeito clinicamente significativo da ivabradina sobre a farmacocinética da sinvastatina, amlodipina, lacidipina, sobre a farmacocinética e farmacodinâmica da digoxina e da varfarina e sobre a farmacodinâmica do ácido acetilsalicílico.

Vildagliptina + Sinvastatina

Observações: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez qu e a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP 450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas.
Interações: Associação com amlodipina, ramipril, valsartan ou sinvastatina: Foram efetuados estudos de interação medicamentosa com amlodipina, ramipril, valsartan e sinvastatina em indivíduos saudáveis. Nestes estudos não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente relevantes após a administração concomitante com vildagliptina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bosentano + Sinvastatina

Observações: Bosentano é um indutor dos isoenzimas do citocromo P450 (CYP), CYP2C9 e CYP3A4. Dados in vitro sugerem também a indução de CYP2C19. Consequentemente, as concentrações plasmáticas das substâncias metabolizadas por estes isoenzimas estarão diminuídas com a administração concomitante de Bosentano. Deve ser considerada a possibilidade de uma alteração na eficácia dos medicamentos metabolizados por estes isoenzimas. A posologia destes produtos poderá ter de ser ajustada após o início do tratamento, uma alteração da dose de Bosentano ou interrupção do tratamento concomitante de Bosentano. Bosentano é metabolizado por CYP2C9 e CYP3A4. A inibição destes isoenzimas pode aumentar a concentração plasmática de bosentano.
Interações: A administração concomitante de bosentano 125 mg duas vezes ao dia durante 5 dias reduziu as concentrações plasmáticas de sinvastatina (um substrato de CYP3A4) e do seu metabolito β-hidroxiácido ativo em 34% e 46%, respetivamente. As concentrações plasmáticas de bosentano não foram afetadas pela administração concomitante de sinvastatina. Deve considerar-se a monitorização dos níveis de colesterol e o subsequente ajuste da posologia.

Barnidipina + Sinvastatina

Observações: O perfil de interacção farmacocinética da barnidipina não foi estudado na totalidade. Estudos in vitro mostram que a barnidipina é metabolizada pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4). Não foram efectuados estudos complexos de interacção in vivo sobre o efeito de fármacos inibidores ou indutores da enzima CYP3A4 na farmacocinética da barnidipina.
Interações: Com base nos resultados de estudos de interacção in vitro com, entre outros produtos, sinvastatina, metoprolol, diazepam e terfenadina, considera-se pouco provável que a barnidipina tenha qualquer efeito sobre a farmacocinética de outros medicamentos metabolizados pelas isoenzimas do citocromo P450.

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Sinvastatina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: Interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE: Lovastatina, Sinvastatina, Atorvastatina: Mecanismo: inibição de CYP3A4/OATP1B Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir. Não estudado. A utilização concomitante está contraindicada.

Itraconazol + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Efeito do itraconazol no metabolismo de outros medicamentos: Itraconazol pode inibir o metabolismo dos medicamentos metabolizados pela família do citocromo 3A, o que pode conduzir a um aumento e/ou prolongamento dos seus efeitos, incluindo os seus efeitos secundários. Ao fazer medicação concomitante, a informação correspondente deve ser consultada para obter informações sobre a via metabólica. Após a interrupção do tratamento, as concentrações plasmáticas de itraconazol diminuem gradualmente, dependendo da dose e duração do tratamento. Isto deve ser tido em consideração quando o efeito inibitório de itraconazol em medicamentos coadministrados é considerado. Exemplos conhecidos são: Os seguintes medicamentos são contraindicados com itraconazol: Terfenadina, astemizol, bepridil, mizolastina, cisapride, inibidores da CoA-HMG redutase, tais como sinvastatina, atorvastatina e lovastatina, midazolam oral, dofetilide, levacetilmetadol (levometadil), mizolastina, quinidina, pimozida, sertindole e triazolam. Estes medicamentos estão contraindicados durante o tratamento com itraconazol, porque a coadministração pode resultar num aumento da concentração plasmática destes substratos, o que pode levar ao prolongamento do intervalo QT e a ocorrências raras de torsade de pointes.

Lomitapida + Sinvastatina

Observações: Avaliação in vitro das interações medicamentosas: A lomitapida inibe o CYP3A4. A lomitapida não induz os CYP 1A2, 3A4 ou 2B6, e também não inibe os CYP 1A2, 2B6, 2C9, 2C19, 2D6 ou 2E1. A lomitapida não é um substrato da glicoproteína P, mas inibe a glicoproteína P. A lomitapida não inibe a proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP).
Interações: Efeitos da lomitapida noutros medicamentos: Inibidores da HMG-CoA redutase (estatinas): A lomitapida aumenta as concentrações plasmáticas das estatinas. Quando se administrou lomitapida 60 mg em estado de equilíbrio antes de sinvastatina 40 mg, a AUC e a Cmax do ácido de sinvastatina aumentaram 68% e 57%, respetivamente. Quando se administrou lomitapida 60 mg em estado de equilíbrio antes de atorvastatina 20 mg, a AUC e a Cmax do ácido de atorvastatina aumentaram 52% e 63%, respetivamente. Quando se administrou lomitapida 60 mg em estado de equilíbrio antes de rosuvastatina 20mg, o Tmax da rosuvastatina aumentou de 1 para 4 horas, a AUC aumentou 32% e a Cmax permaneceu inalterada. O risco de miopatia com a sinvastatina está relacionado com a dose. O uso do Lomitapida está contraindicado em doentes tratados com doses altas de sinvastatina (>40 mg).

Niraparib + Sinvastatina

Observações: Os estudos clínicos só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de niraparib sobre outros medicamentos Inibição de transportadores de efluxo (P-gp, BCRP, BSEP e MATE1/2) Niraparib não é um inibidor da BSEP. In vitro, niraparib inibe a P-gp de forma muito ligeira e a BCRP com um IC50 = 161 µM e 5,8 µM, respetivamente. Portanto, embora improvável, não pode ser excluída uma interação clinicamente significativa relacionada com uma inibição destes transportadores de efluxo. Recomenda-se precaução quando niraparib é associado com substratos da BCRP (irinotecano, rosuvastatina, sinvastatina, atorvastatina e metotrexato). Niraparib é um inibidor de MATE1 e MATE2 com IC50 de 0,18 µM e ≤ 0,14 µM, respetivamente. Não se pode excluir um aumento das concentrações plasmáticas no caso de administração concomitante de medicamentos que sejam substratos destes transportadores (por exemplo, metformina). O principal metabolito primário M1 não parece ser inibidor da P-gp, BCRP, BSEP ou MATE1/2.

Nelfinavir + Sinvastatina

Observações: n.d.
Interações: A coadministração é contraindicada com os seguintes fármacos que são substrato do CYP3A4 e que têm janela terapêutica estreita: Terfenadina, astemizol, cisaprida, amiodarona, quinidina, derivados da ergotamina, pimozida, midazolam oral, triazolam, alfuzosina e sildenafil quando utilizados para tratar a hipertensão arterial pulmonar. Prevê-se que a coadministração de um IP com sildenafil aumente substancialmente a concentração deste e resulte num aumento dos acontecimentos adversos associados ao sildenafil, incluindo hipotensão, alterações da visão e priapismo. Para outros substratos do CYP3A4 pode ser necessário reduzir a dose ou considerar uma alternativa. A coadministração de nelfinavir com propionato de fluticasona pode aumentar as concentrações plasmáticas do propionato de fluticasona. Considerar alternativas que não sejam metabolizadas pelo CYP3A4, como a beclometasona. A utilização concomitante de trazodona e nelfinavir pode aumentar as concentrações plasmáticas da trazodona e deve ser considerada uma dose mais baixa de trazodona. A coadministração de nelfinavir com sinvastatina ou lovastatina pode resultar em aumentos significativos das concentrações plasmáticas de sinvastatina e lovastatina e é contraindicada. Considerar alternativas que não sejam substractos do CYP3A4 como a pravastatina ou a fluvastatina. Inibidores da HMG-CoA redutase (Estatinas): Sinvastatina ou lovastatina: A associação de sinvastatina ou lovastatina e nelfinavir não está recomendada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Varfarina + Sinvastatina

Observações: n.d.
Interações: Os compostos que reconhecidamente potenciam a acção da varfarina ou que habitualmente são referidos como exercendo esse efeito são: Ácido etacrínico, ácido mefenâmico, ácido tielínico, álcool (ingestão aguda), alopurinol, amiodarona, Ácido Acetilsalicílico, azapropazona, cefamandol, ciprofloxacina, claritromicina, cloranfenicol, cimetidina, clofibrato, cotrimoxazol, danazol, dextropropoxifeno, dipiramidol, dissulfiram, eritromicina, estanozolol, etiloestrenol, fenilbutazona, fibratos, fluconazol, glucagão, halofenato, hormonas tiroideias, cetoconazol, latamofex, meclofenamato de sódio, metronidazol, miconazol, noretandrolona, omeprazol, oxifenbutazona, oximetolona, paracetamol, piroxicam, propafenona, quetoquenazol, quinidina, quinina, sinvastatina, ISRS antidepressivos, sulfinpirazona, sulfonamidas, sulindac, tetraciclina, valproato, vitamina E.

Dabrafenib + Sinvastatina

Observações: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de dabrafenib noutros medicamentos: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Num estudo clínico de interação medicamentosa, a Cmax e AUC do midazolam oral (um substrato do CYP3A4) diminuiu 61% e 74% respetivamente com a coadministração de doses repetidas de dabrafenib utilizando uma formulação com uma biodisponibilidade mais baixa do que a formulação de dabrafenib. A administração de 150 mg de dabrafenib duas vezes por dia e varfarina resultou numa diminuição da AUC de S-e R-varfarina em 37% e 33% em comparação com a administração de varfarina em monoterapia. A Cmax de S-e R-varfarina aumentou 18% e 19%. São esperadas interações com muitos medicamentos eliminados através do metabolismo ou transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico for de grande importância para o doente, e os ajustes posológicos não forem facilmente realizáveis com base na monitorização da eficácia ou concentrações plasmáticas, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. Suspeita-se que o risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é superior nos doentes tratados concomitantemente com indutores enzimáticos. Espera-se que o número de medicamentos afetados seja grande; embora a magnitude da interação possa variar. Os grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não estão limitados a: - Analgésicos (por ex. fentanilo, metadona) - Antibióticos (por ex., claritromicina, doxiciclina) - Agentes anticancerígenos (por ex., cabazitaxel) - Anticoagulantes (por ex. acenocumarol, varfarina) - Antiepiléticos (por ex., carbamazepina, fenitoína, primidona, ácido valpróico) - Antipsicóticos (por ex., haloperidol) - Bloqueadores dos canais de cálcio (por ex., diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) - Glicosidos cardíacos (por ex., digoxina) - Corticosteroides (por ex., dexametasona, metilprednisolona) - Antivíricos para o VIH (por ex., amprenavir, atazanavir, darunavir, delavirdina, efavirenz, fosamprenavir, indinavir, lopinavir, nelfinavir, saquinavir, tipranavir) - Contracetivos hormonais - Hipnóticos (por ex., diazepam, midazolam, zolpidem) - Imunossupressores (por ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolímus) - Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (por ex., atorvastatina, sinvastatina) É provável que o início da indução ocorra após 3 dias de administração repetida com dabrafenib. Aquando da descontinuação de dabrafenib, o equilibro da indução é gradual, as concentrações dos CYP3A4, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9 e CYP2C19, UDP-glucuronosil transferases (UGT) e substratos transportadores podem aumentar e os doentes devem ser monitorizados para toxicidade e a posologia destes agentes pode necessitar de ser ajustada. In vitro, o dabrafenib é um inibidor do mecanismo do CYP3A4. Como tal, a inibição transitória do CYP3A4 pode ser vista durante os primeiros dias do tratamento.

Eluxadolina + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Substratos do OATP1B1: A eluxadolina aumenta a exposição do substrato do OATP1B1 coadministrado rosuvastatina em até 40% da exposição total, o que não é considerado normalmente como sendo clinicamente relevante. Contudo, o efeito sobre outras estatinas, que sejam substratos do OATP1B1 mais sensíveis (por exemplo, sinvastatina e atorvastatina) pode ser mais acentuado. Por conseguinte, deve ter-se precaução nos doentes que estejam a receber tais medicamentos, especialmente em doses elevadas. Outros substratos potencialmente afetados incluem, por exemplo, sartans (valasartan, olmesaran).
 Sem significado Clínico

Sitagliptina + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Os estudos in vitro sugerem que a sitagliptina não inibe nem induz as isoenzimas do CYP450. Nos estudos clínicos, a sitagliptina não alterou de forma significativa a farmacocinética da metformina, gliburida, sinvastatina, rosiglitazona, varfarina ou dos contracetivos orais, evidenciando in vivo uma baixa propensão para causar interações com substratos do CYP3A4, CYP2C8, CYP2C9 e transportador catiónico orgânico (OCT). A sitagliptina pode ser um fraco inibidor da glicoproteína-p in vivo.
 Sem significado Clínico

Metformina + Saxagliptina + Sinvastatina

Observações: A administração concomitante de doses múltiplas de saxagliptina (2,5 mg duas vezes por dia) e metformina (1.000 mg duas vezes por dia) não alterou significativamente o perfil farmacocinético da saxagliptina nem da metformina em doentes com diabetes tipo 2. Não foram realizados estudos formais de interação com Metformina/Saxagliptina.
Interações: SAXAGLIPTINA: Os dados clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interações clinicamente significativas com outros medicamentos administrados concomitantemente. O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). Em estudos in vitro, a saxagliptina e o seu principal metabolito não inibiram o CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, nem induziram o CYP1A2, 2B6, 2C9, ou 3A4. Em estudos realizados em indivíduos saudáveis, a farmacocinética da saxagliptina e do seu principal metabolito não foram significativamente alteradas pela metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, omeprazol, antiácidos ou famotidina. Adicionalmente, a saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, os componentes ativos dos contracetivos orais combinados (etinilestradiol e norgestimato), diltiazem ou cetoconazol. A administração concomitante de saxagliptina com o diltiazem, um inibidor moderado do CYP3A4/5, aumentou a Cmax e a AUC da saxagliptina em cerca de 63% e 2,1 vezes, respetivamente, e os valores correspondentes para o metabolito ativo diminuíram em cerca de 44% e 34%, respetivamente. A administração concomitante de saxagliptina com o cetoconazol, um inibidor potente do CYP3A4/5, aumentou a Cmax e a AUC da saxagliptina em cerca de 62% e 2,5 vezes, respetivamente, e os valores correspondentes para o metabolito ativo diminuíram em cerca de 95% e 88%, respetivamente.

Amprenavir + Sinvastatina

Observações: Foram realizados estudos de interacção com amprenavir como único inibidor da protease.
Interações: Poderá interagir com Amprenavir, quando administrados concomitantemente. Não se conhece, nem foi investigado, o significado clínico destas possíveis interações. Portanto, os doentes devem ser monitorizados relativamente a reacções tóxicas associadas a estes medicamentos, quando os mesmos forem administrados em associação com Amprenavir. É expectável que os inibidores da HMG-CoA redutase, tais como a lovastatina e a sinvastatina, altamente dependentes da CYP3A4 para a sua metabolização, tenham um aumento marcado das suas concentrações plasmáticas, quando administrados com Amprenavir. Uma vez que o aumento das concentrações dos inibidores da HMG-CoA redutase podem causar miopatia, incluindo rabdomiólise, a associação destes fármacos a Amprenavir não é recomendada. A atorvastatina é menos dependente da CYP3A4 para a sua metabolização. Deve ser administrada a menor dose possível de atorvastatina quando em concomitância com Amprenavir. O metabolismo da pravastatina e da fluvastatina não é dependente da CYP3A4, e não são esperadas interações com os inibidores da protease. Se estiver indicado tratamento com inibidores da HMG-CoA redutase, recomenda-se a fluvastatina ou pravastatina.

Estiripentol + Sinvastatina

Observações: Não se encontra devidamente esclarecida a influência de outros medicamentos antiepilépticos na farmacocinética do estiripentol. Estudos in vitro sugeriram que o metabolismo de fase 1 do estiripentol é catalizado pela CYP1A2, CYP2C19 e CYP3A4 e possivelmente outras enzimas. É aconselhada precaução ao associar o estiripentol com outras substâncias que inibem ou induzem uma ou mais destas enzimas.
Interações: Combinações indesejáveis (a evitar salvo se estritamente necessário): Estatinas (atorvastatina, sinvastatina, etc): Aumento do risco de reacções indesejáveis dependentes da dose, tais como rabdomiólise (diminuição do metabolismo hepático do agente redutor do colesterol).

Ciclosporina + Sinvastatina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: A ciclosporina pode igualmente reduzir a depuração da digoxina, colchicina, lovastatina, pravastatina, sinvastatina e prednisolona, causando por isso toxicidade da digoxina ou aumentando o potencial da colchicina, lovastatina, pravastatina e sinvastatina para induzir toxicidade muscular, incluindo dor e fraqueza muscular, miosite e ocasionalmente rabdomiólise. Se forem usadas digoxina, colchicina, lovastatina, pravastatina ou sinvastatina concomitantemente com a ciclosporina, é necessária uma cuidadosa observação clínica de modo a permitir a detecção precoce de manifestações tóxicas do fármaco, seguida pela redução da sua dose ou descontinuação.

Linagliptina + Sinvastatina

Observações: A linagliptina é um inibidor competitivo fraco da CYP3A4 e um inibidor fraco a moderado do mecanismo desta isoenzima, mas não inibe outras isoenzimas do CYP. Não é um indutor de isoenzimas do CYP. A linagliptina é um substrato da glicoproteína-P e inibe com baixa potência o transporte de digoxina mediado pela glicoproteína-P. Com base nestes resultados e nos estudos de interações in vivo, considera-se pouco provável que a linagliptina cause interações com outros substratos da glicoproteína-P.
Interações: Em estudos clínicos, conforme adiante se descreve, a linagliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da metformina, da gliburida, da sinvastatina, da varfarina, da digoxina ou dos contracetivos orais, fornecendo evidências in vivo de uma baixa tendência para causar interações medicamentosas com substratos da CYP3A4, CYP2C9, CYP2C8, da glicoproteína-P e do transportador catiónico orgânico (OCT). A linagliptina não é um inibidor do transporte mediado pelo OCT. A administração de múltiplas doses diárias de linagliptina teve um efeito mínimo sobre a farmacocinética, no estado estacionário, da sinvastatina, um substrato sensível da CYP3A4, em voluntários saudáveis. Após a administração concomitante de uma dose supraterapêutica de 10 mg de linagliptina com 40 mg de sinvastatina todos os dias, durante 6 dias, a AUC plasmática da sinvastatina aumentou 34% e a Cmax plasmática 10%.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de doses múltiplas de 10 mg de amlodipina com 80 mg de sinvastatina resultou num aumento de 77% da exposição da sinvastatina em comparação com a sinvastatina em monoterapia. Em doentes que tomam amlodipina a dose de sinvastatina deve ser limitada a 20 mg diários.

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir + Sinvastatina

Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes medicamentos só foram realizados em adultos.
Interações: MEDICAMENTOS HIPOLIPEMIANTES: Inibidores da Redutase da HMG-CoA: Sinvastatina/Efavirenz: (40 mg q.d./600 mg q.d.). A coadministração de efavirenz com atorvastatina, pravastatina ou sinvastatina não afetou os valores da AUC ou da Cmax do efavirenz. Sinvastatina/Emtricitabina: Interação não estudada. Sinvastatina/Tenofovir disoproxil fumarato: Interação não estudada. Os níveis de colesterol devem ser monitorizados periodicamente. Podem ser necessários ajustes da dose da sinvastatina quando coadministrada com Efavirenz / Emtricitabina / Tenofovir (consultar o Resumo das Características do Medicamento do medicamento sinvastatina).

Ertugliflozina + Sinvastatina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas Efeitos de outros medicamentos na farmacocinética da ertugliflozina O metabolismo pela UGT1A9 e UGT2B7 é o principal mecanismo de depuração para a ertugliflozina. Estudos de interação efetuados em indivíduos saudáveis, utilizando uma conceção de dose única, sugerem que a farmacocinética da ertugliflozina não é alterada pela sitagliptina, metformina, glimepirida ou sinvastatina. A coadministração de sinvastatina e ertugliflozina resultou num aumento de 24% e 19% na AUC e Cmax da sinvastatina, respetivamente, e num aumento de 30% e 16% na AUC e Cmax do ácido de sinvastatina, respetivamente. O mecanismo para os pequenos aumentos da sinvastatina e do ácido de sinvastatina é desconhecido e não é causado pela inibição da OATP pela ertugliflozina. Estes aumentos não são considerados clinicamente relevantes.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antifúngicos (Azol) + Sinvastatina

Observações: Inibição do CYP3A4 (itraconazol = cetoconazol > fluconazol, voriconazol). Inibição do CYP269 (fluconazol, voriconazol). Susceptibilidade a indutores enzimáticos (itraconazol, cetoconazol, voriconazol). Absorção gastrintestinal dependente do pH (itraconazol, cetoconazol). Inibição da glicoproteína-P (itraconazol, cetoconazol).
Interações: Inibidores da HMGCoA redutase: redução do metabolismo da lovastatina, sinvastatina e menos da atorvastatina - Sinvastatina

Pazopanib + Sinvastatina

Observações: n.d.
Interações: Efeito da administração concomitante de pazopanib e sinvastatina: A administração concomitante de pazopanib e sinvastatina aumenta a incidência de elevações da ALT. Resultados de uma meta-análise que utilizou dados obtidos de estudos clínicos com pazopanib mostraram que foram notificados valores de ALT > 3x o LSN em 126/895 (14%) dos doentes que não tomaram estatinas, comparativamente a 11/41 (27%) dos doentes que tomaram sinvastatina em concomitância (p=0,038). Se um doente a tomar concomitantemente sinvastatina desenvolver elevação da ALT, devem-se seguir as orientações posológicas de pazopanib e interromper a sinvastatina. Adicionalmente, a administração concomitante de pazopanib e outras estatinas deve ser feita com precaução uma vez que os dados existentes são insuficientes para avaliar o impacto nos níveis de ALT. Não se pode excluir que o pazopanib afete a farmacocinética de outras estatinas (p.e. atorvastatina, fluvastatina, pravastatina, rosuvastatina).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Inibidores da HMG-CoA redutase (Estatinas) + Sinvastatina

Observações: Lovastatina, sinvastatina e, em menor extensão, atorvastatina, são susceptíveis aos inibidores do CYP3A4. Risco aumentado de miopatia aditiva com outros fármacos que podem causar miopatia.
Interações: Fármacos que diminuem o metabolismo das estatinas: Genfibrozil: níveis plasmáticos aumentados de lovastatina e sinvastatina - Sinvastatina
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ramipril + Amlodipina + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Associadas à amlodipina Efeitos da amlodipina sobre outros medicamentos Sinvastatina: A coadministração de doses múltiplas de amlodipina de 10 mg com doses de 80 mg de sinvastatina resultou num aumento de 77% na exposição da sinvastatina quando comparada com a sinvastatina em monoterapia. A dose de sinvastatina em doentes a fazer amlodipina deve ser limitada a 20 mg por dia.
 Sem significado Clínico

Ertugliflozina + Metformina + Sinvastatina

Observações: Não foram efetuados estudos de interação medicamentosa farmacocinética com Ertugliflozina + Metformina; contudo, estes tipos de estudo foram efetuados com as substâncias ativas individuais de Ertugliflozina + Metformina.
Interações: Ertugliflozina Interações farmacocinéticas Efeitos de outros medicamentos na farmacocinética da ertugliflozina O metabolismo pela UGT1A9 e UGT2B7 é o principal mecanismo de depuração para a ertugliflozina. Estudos de interação efetuados em indivíduos saudáveis, utilizando uma conceção de dose única, sugerem que a farmacocinética da ertugliflozina não é alterada pela sitagliptina, metformina, glimepirida ou sinvastatina. Efeitos da ertugliflozina na farmacocinética de outros medicamentos Estudos de interação efetuados em voluntários saudáveis sugerem que a ertugliflozina não tem qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da sitagliptina, metformina e glimepirida. A coadministração de sinvastatina e ertugliflozina resultou num aumento de 24% e 19% na AUC e Cmax da sinvastatina, respetivamente, e num aumento de 30% e 16% na AUC e Cmax do ácido de sinvastatina, respetivamente. O mecanismo para os pequenos aumentos da sinvastatina e do ácido de sinvastatina é desconhecido e não é causado pela inibição da OATP pela ertugliflozina. Estes aumentos não são considerados clinicamente relevantes.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Desferrasirox + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Num estudo com voluntários saudáveis, a administração concomitante de Desferrasirox e midazolam (um substrato do CYP3A4) resultou numa diminuição da exposição do midazolam em 17% (90% IC: 8%-26%). Em ambiente clínico, este efeito poderá ser mais pronunciado. Deste modo, devido à possibilidade de diminuição da eficácia, deve ter-se precaução ao combinar deferasirox com substratos metabolisados através do CYP3A4 (p.ex.: ciclosporina, sinvastatina, agentes contracetivos hormonais, bepridilo, ergotamina).

Elvitegravir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir + Sinvastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Utilização concomitante contraindicada: A coadministração de Elvitegravir / Cobicistate / Emtricitabina / Tenofovir e alguns medicamentos que são metabolizados principalmente pelo CYP3A pode resultar no aumento das concentrações plasmáticas destes medicamentos, o qual está associado ao potencial para reações graves e/ou potencialmente fatais como vasospasmo periférico ou isquemia (p.ex., di-hidroergotamina, ergotamina, ergometrina), miopatia, incluindo rabdomiólise (p.ex., sinvastatina, lovastatina), ou prolongamento ou aumento de sedação ou de depressão respiratória (p.ex., midazolam administrado por via oral ou triazolam).

Dutasterida + Tansulosina + Sinvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação fármaco-fármaco com Dutasterida / Tansulosina.
Interações: TANSULOSINA: A administração concomitante do cloridrato de tansulosina com fármacos que possam reduzir a pressão arterial, incluindo anestésicos, inibidores PDE5 e outros bloqueadores adrenérgicos alfa-1, poderá levar à potenciação dos efeitos hipotensores. Dutasterida-tansulosina não deverá ser utilizada em associação com outros bloqueadores adrenérgicos alfa-1. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina e cetoconazol (um inibidor forte do CYP3A4) resultou num aumento da Cmáx e AUC do cloridrato de tansulosina num fator de 2,2 e 2,8 respetivamente. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina e paroxetina (um inibidor forte do CYP2D6) resultou num aumento da Cmáx e AUC do cloridrato de tansulosina num fator de 1,3 e 1,6 respetivamente. Quando administrado concomitantemente com um inibidor forte do CYP3A4, é esperado um aumento semelhante na exposição dos metabolizadores fracos do CYP2D6 quando comparados com os metabolisadores extensos. Os efeitos da administração concomitante de inibidores do CYP3A4 e CYP2D6 com cloridrato de tansulosina não foram avaliados clinicamente, contudo existe um potencial para aumento significativo da exposição à tansulosina. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina (0,4 mg) e cimetidina (400 mg de seis em seis horas durante seis dias) resultou na diminuição da depuração (26%) e no aumento na AUC (44%) do cloridrato de tansulosina. Deverá ser tida precaução na utilização de dutasterida-tansulosina em associação com cimetidina. Não foi realizado um estudo de interação de fármacos entre o cloridrato de tansulosina e a varfarina. Os resultados de estudos limitados in vitro e in vivo são inconclusivos. Deverá ser tida precaução na administração concomitante de varfarina e cloridrato de tansulosina. Não foram observadas interações quando o cloridrato de tansulosina foi administrado concomitantemente com atenolol, enalapril, nifedipina ou teofilina. A administração concomitante de furosemida origina a diminuição dos níveis plasmáticos da tansulosina, no entanto não são necessários ajustes posológicos uma vez que os níveis permanecem dentro do intervalo normal. In vitro, nem o diazepam ou propanolol, triclorometiazida, clormadinona, amitriptilina, diclofenac, glibenclamida e sinvastatina alteram a fração livre da tansulosina no plasma humano. A tansulosina também não altera as frações livres de diazepam, propanolol, triclormetiazida e clormadinona. Não foram observadas interações ao nível do metabolismo hepático durante os estudos in vitro com frações microssomais de fígado (representativas do sistema metabolizador enzimático de fármacos associado ao citocromo P450), envolvendo amitriptilina, salbutamol e glibenclamida. No entanto, o diclofenac pode aumentar a taxa de eliminação da tansulosina.

Dronedarona + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Efeito da dronedarona nos outros medicamentos: Interação com medicamentos metabolizados pelo CYP3A4: Estatinas: A dronedarona pode aumentar a exposição às estatinas que sejam substratos do CYP3A4 e/ou da gp- P. A dronedarona (400 mg duas vezes ao dia) aumentou respetivamente em 4-vezes a exposição à sinvastatina e em 2-vezes à sinvastatina ácida. É previsível que a dronedarona possa também aumentar a exposição à lovastatina dentro da mesma amplitude do que se verifica com a sinvastatina ácida. Verificou-se uma interação fraca entre a dronedarona e a atorvastatina (que resultou num aumento médio de 1,7-vezes na exposição à atorvastatina). Houve uma interação fraca entre a dronedarona e as estatinas transportadas pelo OATP, tais como a rosuvastatina (que resultou num aumento médio de 1,4-vezes na exposição à rosuvastatina). No decorrer dos ensaios clínicos, não se evidenciaram quaisquer preocupações relativas à segurança aquando da administração concomitante da dronedarona com estatinas metabolizadas pelo CYP3A4. No entanto, foram relatados espontaneamente, casos de rabdomiólise quando a dronedarona foi administrada em combinação com uma estatina (sinvastatina, em particular) e portanto a utilização concomitante com estatinas deve ser efetuada com precaução. Devem considerar-se doses iniciais e de manutenção baixas, de acordo com as recomendações da rotulagem da estatina, bem como efetuar a monitorização de sinais de toxicidade muscular nos doentes.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar, ou tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos.

Não tome Sinvastatina se está grávida, a tentar engravidar, ou se suspeita que pode estar grávida.

Se engravidar durante o tratamento com Sinvastatina, pare imediatamente o
tratamento e contacte o seu médico.

Não tome Sinvastatina se estiver a amamentar porque se desconhece se o medicamento passa para o leite materno.



Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017