Sildenafil

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução Uso Hospitalar DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
Sildenfail é um agente vasoativo usado para tratar a disfunção erétil e reduzir os sintomas em pacientes com hipertensão arterial pulmonar (HAP).

Sildenafil eleva os níveis do segundo mensageiro, o cGMP, inibindo a sua repartição através da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5).

PDE5 é encontrada em concentrações particularmente elevadas no corpo cavernoso, tecido erétil do pénis.

Encontra-se também na retina e no endotélio vascular.

Aumento cGMP resulta em vasodilatação que facilita a geração e manutenção de uma ereção.

Os efeitos vasodilatadores do sildenafil também ajudam a reduzir os sintomas da HAP.
Usos comuns
Sildenafil é utilizado para tratar homens com disfunção eréctil, também conhecida por impotência.

Esta acontece quando um homem não consegue obter ou manter uma rigidez e erecção do pénis adequadas para a actividade sexual.
Tipo
pequena molécula
História
O sildenafil foi sintetizada por um grupo de farmacêuticos que trabalhavam nas pesquisas do grupo Pfizer, nos Estados Unidos.

Primeiramente foi estudada para o uso em hipertensão (alta pressão sanguínea) e angina (uma forma de doença cardiovascular isquêmica).

As primeiras impressões sugeriram que a droga tinha um pequeno efeito sobre a angina, mas que podia induzir fortemente ereções penianas.

A Pfizer consequentemente decidiu comercializá-la como tratamento para a disfunção erétil, ao invés de tratamento para a angina.

A droga foi patenteada em 1996, e aprovada para uso na disfunção erétil pela Food and Drug Administration (FDA) em 27 de Março de 1998, tornando-se a primeira pílula a ser aprovada nos Estados Unidos para o tratamento das disfunções eréteis, sendo oferecida para venda em abril de 1998 nos Estados Unidos e em junho do mesmo ano no Brasil.

Rapidamente ela se tornou um grande sucesso: as vendas anuais de Viagra no período de 1999–2001 excederam 1 bilhão de dólares.

A imprensa britânica noticiou Peter Dunn e Albert Wood como os inventores da droga, uma afirmação que a Pfizer disputa.

Embora o sildenafil seja disponível somente através de prescrição médica, ela foi anunciada diretamente aos consumidores em comerciais de TV no mundo todo.

Diversos sites na Internet oferecem Viagra à venda depois de uma "consulta online", um simples questionário de Internet.

O Viagra é também conhecido como a "Vitamina V", "a pílula azul", assim como outros nomes.

A patente dos laboratórios Pfizer para este fármaco expirou em 20 de junho de 2010 no Brasil.

Nos EUA expirou em março de 2012.

O Viagra começou a ser vendido em Portugal em 1998 e a patente expirou em 14 de janeiro de 2014.

Em janeiro de 2015 em Portugal estão no mercado 20 genéricos do Viagra.

Após a perda de patente, a venda do Sildenafil aumentou significativamente: 115430 embalagens vendidas em 2013 e 210549 nos primeiros três trimestres de 2014.
Indicações
Tratamento de homens com disfunção eréctil, que é a incapacidade de obter ou manter
uma erecção do pénis que seja suficiente para um desempenho sexual satisfatório.


É necessária a estimulação sexual para que Sildenafil comprimidos seja eficaz.
Classificação CFT
07.04.03     Andropausa, espermatogénese, insuficiência sexual
Mecanismo De Ação
O sildenafil é uma terapêutica oral para a disfunção eréctil.

Em condições naturais, isto é com estimulação sexual, restabelece a função eréctil alterada aumentando o fluxo de sangue para o pénis.


O mecanismo fisiológico responsável pela erecção do pénis envolve a libertação de óxido nítrico (NO) nos corpos cavernosos durante a estimulação sexual.

O óxido nítrico activa depois a enzima guanilato ciclase, a qual induz um aumento dos níveis de monofosfato de guanosina cíclico (cGMP), produzindo o relaxamento do músculo liso dos corpos cavernosos e permitindo o afluxo de sangue.


O sildenafil é um inibidor potente e selectivo da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5) específica do cGMP dos corpos cavernosos, nos quais a PDE5 é responsável pela degradação do cGMP.

O sildenafil tem um local de acção periférico nas erecções.

O sildenafil não possui um efeito relaxante directo sobre o corpo cavernoso humano isolado, mas intensifica potencialmente o efeito relaxante do NO neste tecido.

Quando a via do NO/cGMP é activada, como acontece com a estimulação sexual, a inibição da PDE5 pelo sildenafil resulta num aumento dos níveis de cGMP do corpo cavernoso.


Consequentemente, é necessária a estimulação sexual para que o sildenafil produza os seus efeitos farmacológicos benéficos esperados.


Estudos in vitro demonstraram que o sildenafil é selectivo para a PDE5, que está envolvida no processo de erecção.

O seu efeito é mais potente na PDE5 do que noutras fosfodiesterases conhecidas.

Existe uma selectividade 10 vezes superior em relação à observada para a PDE6 que está envolvida na via da fototransdução na retina.

Nas doses máximas recomendadas, existe uma selectividade 80 vezes superior em relação à observada para a PDE1 e 700 vezes superior em relação à observada para as PDE2, 3, 4, 7, 8, 9, 10 e 11.

Em especial, o sildenafil tem uma selectividade 4.000 vezes superior para a PDE5 em relação à observada para a PDE3, a isoforma da fosfodiesterase específica do c-AMP envolvida no controlo da contractilidade cardíaca.
Posologia Orientativa
Comprimidos:

Utilização em adultos:
A dose recomendada é de 50 mg tomada quando necessário, aproximadamente uma hora antes do acto sexual.

Com base na eficácia e tolerância, a dose pode ser aumentada para 100 mg ou diminuída para 25 mg.

A dose máxima recomendada é de 100 mg.

A frequência máxima recomendada de administração é de uma vez por dia.

Se Sildenafil comprimidos for tomado com alimentos, o início da actividade pode sofrer um atraso em comparação com a toma no estado de jejum.



Suspensão oral:
Adultos
A dose recomendada é de 20 mg, três vezes ao dia (TID).


Película orodispersível:
A dose inicial habitual é de 50 mg.



Solução injetável:

Adultos
A dose recomendada é de 10 mg (correspondente a 12,5 ml) três vezes ao dia administrada como um bólus intravenoso
Administração
Não deve tomar Sildenafil mais do que uma vez por dia.


Deve tomar Sildenafil cerca de uma hora antes da altura planeada para ter relações sexuais.

Engula o comprimido inteiro com um copo de água.


Sildenafil películas orodispersíveis são para administração oral e são tomadas sem água.


Sildenafil solução injetável é administrado por via intravenosa em bólus.

Sildenafil pó para suspensão oral destina-se apenas para via oral.

A suspensão oral reconstituída (suspensão oral branca com sabor a uva) deve ser tomada em intervalos de cerca de 6-8 horas, com ou sem alimentos.
Contraindicações
Hipersensibilidade ao sildenafil.


Consistente com os efeitos conhecidos na via do óxido nítrico/monofosfato de guanosina cíclico (cGMP), demonstrou-se que o sildenafil potencia os efeitos hipotensores dos nitratos e, portanto, a sua co-administração com dadores de óxido nítrico (como o nitrito de amilo) ou com qualquer forma de nitratos é contra-indicada.


Os agentes para o tratamento da disfunção eréctil, incluindo o sildenafil, não devem ser utilizados em homens nos quais não é aconselhada a actividade sexual (ex., doentes com doenças cardiovasculares graves como, por exemplo, angina instável ou insuficiência cardíaca grave).


Sildenafil comprimidos é contra-indicado em doentes com perda de visão num dos olhos causada por neuropatia óptica isquémica não arterítica (NAION), independentemente de este episódio estar relacionado ou não com exposição anterior a um inibidor da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5).


A segurança do sildenafil não foi estudada nos seguintes subgrupos de doentes sendo, consequentemente, a sua utilização é contra-indicada: insuficiência hepática grave, hipotensão (tensão arterial <90/50 mmHg), antecedentes recentes de acidente vascular cerebral ou de enfarte do miocárdio e doenças hereditárias degenerativas da retina conhecidas como, por exemplo, a retinite pigmentosa (uma minoria destes doentes têm perturbações genéticas das fosfodiesterases da retina).


A utilização de Sildenafil comprimidos não é indicada em mulheres.


Sildenafil comprimidos não é indicado em indivíduos com menos de 18 anos de idade.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Os efeitos secundários comunicados em associação com a utilização de Sildenafil são geralmente ligeiros a moderados e de curta duração.

Se tiver dores no peito durante ou após o acto sexual:
- Ponha-se numa posição semi-sentada e tente relaxar
- Não utilize nitratos para tratar a dor no peito
- Contacte imediatamente o seu médico.

Todos os medicamentos, incluindo Sildenafil, podem causar reacções alérgicas.

Deve contactar imediatamente o seu médico se tiver qualquer um dos seguintes sintomas durante o tratamento após tomar Sildenafil: pieira súbita, dificuldade em respirar ou tonturas, inchaço das pálpebras, face, lábios ou garganta.

Foram comunicadas erecções prolongadas e por vezes dolorosas após a toma de Sildenafil.

Se tiver uma erecção que dure mais de 4 horas, deve contactar imediatamente um médico.

Se tiver uma diminuição ou perda súbita da visão, pare de tomar Sildenafil e contacte imediatamente o seu médico.

Efeito secundário muito frequente
dores de cabeça

Os efeitos secundários frequentes incluem:
rubor da face
indigestão
perturbações visuais (incluem visão com traços coloridos, sensibilidade à luz, visão desfocada ou acuidade visual diminuída)
nariz tapado e tonturas

Os efeitos secundários pouco frequentes incluem:
vómitos
erupção cutânea
hemorragia na região posterior do olho
irritação dos olhos
olhos injectados de sangue/olhos vermelhos
dor nos olhos
visão dupla
sensação anormal no olho
batimentos cardíacos irregulares ou rápidos
dores musculares, sensação de sonolência
sensibilidade ao toque diminuída
vertigens
zumbido nos ouvidos
náuseas
boca seca
dor no peito
sensação de cansaço
Os efeitos secundários raros incluem:
tensão arterial elevada
tensão arterial baixa
desmaio, acidente vascular cerebral
hemorragia do nariz
diminuição ou perda súbita da audição

Os efeitos secundários adicionais que foram comunicados com base na experiência pós-comercialização incluem:
batimentos cardíacos fortes
dor no peito
morte súbita
ataque cardíaco ou diminuição temporária do fluxo de sangue para certas regiões do cérebro
A maioria destes homens, embora não todos, tinha problemas cardíacos antes de tomar este medicamento.

Não é possível determinar se estes acontecimentos estavam directamente relacionados com Sildenafil.

Também foram comunicados casos de convulsões ou de crises convulsivas e de reacções cutâneas graves caracterizadas por erupção cutânea, bolhas, descamação da pele e dor que exigiram atenção médica imediata.


Administração intravenosa
Prevê-se que uma dose de 10 mg de sildenafil solução injetável proporcione uma exposição total de sildenafil livre, do seu metabolito N-desmetil e dos seus efeitos farmacológicos combinados, comparável à da dose oral de 20 mg.

O estudo A1481262 foi um estudo aberto, num único centro, com dose única para avaliar a segurança, tolerabilidade e farmacocinética de uma dose única intravenosa de sildenafil (10 mg) administrado numa injeção em bólus em doentes com Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP) que estavam estáveis e a receber 20 mg Revatio oral três vezes ao dia.

Um total de 10 indivíduos com HAP recrutados e que completaram o estudo.

Ao longo do tempo, a média de alterações posturais na pressão arterial sistólica e diastólica foram pequenas (< 10 mmHg) e estas voltaram à linha de base após 2 horas.

Não foram associados a estas alterações sintomas de hipotensão.

A média de alterações na frequência cardíaca foi considerada clinicamente insignificante.


Dois indivíduos sofreram um total de 3 reações adversas (rubor, flatulência e afrontamento).

Houve uma reação adversa grave num indivíduo com cardiomiopatia isquémica grave que sofreu fibrilhação ventricular e morte, 6 dias após o estudo.

Foi considerado não estar relacionado com o fármaco em estudo.
Advertências
Gravidez
Gravidez:O produtor recomenda evitar. Toxicidade em estudos animais. Evidência fetal em animais, mas a necessidade pode justificar o risco.
Aleitamento
Aleitamento:Evitar.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Dose inicial – 25 mg para Cl cr < 30 ml/minuto.
Conducao
Conducao:Deve estar ciente da maneira como reage a Sildenafil antes de conduzir.
Precauções Gerais
Deve efectuar-se a anamnese e um exame físico para diagnóstico da disfunção eréctil e determinação das potenciais causas subjacentes, antes de se considerar um tratamento farmacológico.

Antes de iniciarem um tratamento para a disfunção eréctil, os médicos devem considerar o estado cardiovascular dos seus doentes, visto existir um grau de risco cardíaco associado à actividade sexual.

O sildenafil tem propriedades vasodilatadoras, que causam diminuições ligeiras e transitórias da tensão arterial.

Antes de prescreverem sildenafil, os médicos devem considerar cuidadosamente se estes efeitos vasodilatadores, especialmente em associação com actividade sexual, poderão afectar adversamente os seus doentes com certas condições subjacentes.

Os doentes com maior susceptibilidade aos vasodilatadores incluem aqueles com obstrução à ejecção ventricular esquerda (ex., estenose aórtica, cardiomiopatia obstrutiva hipertrófica) ou aqueles com a síndrome rara de atrofia sistémica múltipla que se manifesta por perturbações graves do controlo autónomo da tensão arterial.

Sildenafil comprimidos potencia o efeito hipotensor dos nitratos.

No período pós-comercialização foram notificados acontecimentos cardiovasculares graves, incluindo enfarte do miocárdio, angina instável, morte cardíaca súbita, arritmia ventricular, hemorragia vascular cerebral, crise isquémica transitória, hipertensão e hipotensão, em associação temporal com a utilização de Sildenafil comprimidos.

A maioria destes doentes, mas não todos, tinham factores de risco cardiovascular pré-existentes.

Muitos acontecimentos foram notificados como tendo ocorrido durante ou pouco depois do acto sexual e alguns foram notificados como tendo ocorrido pouco tempo depois da utilização de Sildenafil comprimidos sem actividade sexual.

Não é possível determinar se estes acontecimentos estão directamente relacionados com estes ou com outros factores.


Os agentes para tratamento da disfunção eréctil, incluindo o sildenafil, devem ser utilizados com precaução em doentes com deformação anatómica do pénis (como, por exemplo, angulação, fibrose cavernosa ou doença de Peyronie) ou em doentes com patologias que os podem predispor a priapismo (como anemia de células falciformes, mieloma múltiplo ou leucemia).


A segurança e a eficácia de associações de sildenafil com outros tratamentos para a disfunção eréctil não foram estudadas.

Portanto, não se recomenda a utilização destas associações.


Defeitos visuais e casos de neuropatia óptica isquémica anterior não arterítica foram notificados em relação com a toma de sildenafil e de outros inibidores da PDE5.

O doente deve ser aconselhado que, no caso de defeito visual súbito, deve parar de tomar Sildenafil comprimidos e consultar imediatamente um médico.


A co-administração de sildenafil com ritonavir não é aconselhada .


Aconselha-se precaução quando o sildenafil é administrado a doentes submetidos a tratamento com um bloqueador alfa, dado que a co-administração pode causar hipotensão sintomática em alguns indivíduos susceptíveis.

É mais provável que esta ocorra no período de 4 horas após a administração de sildenafil.

Com o objectivo de minimizar o potencial de desenvolvimento de hipotensão postural, os doentes devem estar hemodinamicamente estáveis numa terapêutica com bloqueadores alfa antes de se iniciar o tratamento com sildenafil.

Deve considerar-se o início de sildenafil numa dose de 25 mg.

Além disso, os médicos devem aconselhar os doentes como proceder caso desenvolvam sintomas de hipotensão postural.


Estudos realizados com plaquetas humanas indicam que o sildenafil potencia o efeito antiagregante do nitroprussiato de sódio in vitro.

Não existe informação de segurança sobre a administração de sildenafil a doentes com doenças hemorrágicas ou com ulceração péptica activa.

Por conseguinte, o sildenafil só deverá ser administrado a estes doentes após avaliação cuidadosa da relação benefício/risco.


O revestimento por película dos comprimidos de Sildenafil contém lactose.

Doentes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência de lactase de Lapp ou malabsorção de glucose-galactose não devem tomar este medicamento.
Cuidados com a Dieta
Sildenafil pode ser tomado com ou sem alimentos.

Contudo, pode achar que Sildenafil demora mais tempo a actuar se o tomar com uma refeição pesada.


A ingestão de bebidas alcoólicas pode alterar temporariamente a sua capacidade de ter uma erecção.

Para obter o máximo benefício do seu medicamento, aconselha-se a que não beba quantidades excessivas de bebidas alcoólicas antes de tomar Sildenafil.


Não deve beber sumo de toranja enquanto estiver em tratamento com Sildenafil.
Terapêutica Interrompida
Não aplicável.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.


Comprimidos
Não conservar acima de 30ºC.
Conservar na embalagem de origem para proteger da humidade.

Suspensão oral
Conservar no frigorífico a 2ºC-8ºC.

Solução injetável:
Não requer condições especiais de conservação.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Elvitegravir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir + Sildenafil

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Utilização concomitante contraindicada: A coadministração de Elvitegravir / Cobicistate / Emtricitabina / Tenofovir e de outros medicamentos metabolizados principalmente pelo CYP3A como, por exemplo, a amiodarona, quinidina, cisaprida, pimozida, alfuzosina e sildenafil para a hipertensão arterial pulmonar é contraindicada.

Lopinavir + Ritonavir + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: Os medicamentos que estão especificamente contraindicados, por se esperar interação importante e potencial para acontecimentos adversos graves: Sildenafil: Contraindicado quando usado apenas para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar (HAP). Concentrações plasmáticas aumentadas de sildenafil. Por conseguinte, aumentando o potencial para acontecimentos adversos associados ao sildenafil (que incluem hipotensão e síncope). Para administração concomitante de sildenafil em doentes com disfunção erétil.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Amlodipina + Atorvastatina + Sildenafil

Observações: Os dados de um estudo de interação fármaco-fármaco que envolveu 10 mg de amlodipina e 80 mg de atorvastatina em indivíduos saudáveis indicam que a farmacocinética da amlodipina não é alterada quando os fármacos são coadministrados. Não foi demonstrado nenhum efeito da amlodipina na Cmáx da atorvastatina, mas a AUC da atorvastatina aumentou 18% (IC 90% [109-127%]) na presença de amlodipina. Não foi realizado nenhum estudo de interação medicamentosa com a associação fixa de amlodipina e atorvastatina e outros fármacos, embora tenham sido realizados estudos com os componentes individuais amlodipina e atorvastatina.
Interações: Interações relacionadas com a AMLODIPINA: Associação a ter em consideração: Sildenafil: Uma única dose de 100 mg de sildenafil em indivíduos com hipertensão essencial não teve nenhum efeito nos parâmetros farmacocinéticos da amlodipina. Quando a amlodipina e o sildenafil foram utilizados em associação, cada agente exerceu independentemente o seu próprio efeito de redução da pressão arterial.

Óxido nítrico + Sildenafil

Observações: Não foram realizados estudos formais de interação medicamentosa. Com base nos dados disponíveis, não se pode excluir uma interação clinicamente significativa com outros medicamentos utilizados no tratamento da insuficiência respiratória hipóxica.
Interações: O uso concomitante de outros vasodilatadores (por exemplo, sildenafil) não está extensivamente estudado. Os dados disponíveis sugerem efeitos adicionais na circulação central, pressão arterial pulmonar e desempenho ventricular direito. O uso concomitante de óxido nítrico inalado e outros vasodilatadores com ação sobre os sistemas da guanosina monofosfato cíclica (cGMP) ou adenosina monofosfato cíclica (cAMP) deve ser cuidadosamente avaliado. Existe um maior risco de formação de meta-hemoglobina se fármacos com uma tendência conhecida para aumentarem as concentrações de meta-hemoglobina forem administrados concomitantemente com óxido nítrico (por exemplo, os alquilnitratos e as sulfonamidas). Portanto, as substâncias que, reconhecidamente, causam um aumento dos níveis de meta -hemoglobina, devem ser utilizadas com precaução durante a terapêutica com óxido nítrico inalado.

Saquinavir + Sildenafil

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Medicamentos que são substrato da glicoproteína-P: Inibidores da fosfodiasterase tipo 5 (IFDE5): Sildenafil (saquinavir/ritonavir) Sildenafil 100 mg (dose única) (saquinavir não potenciado 1200 mg tid) A interação com saquinavir/ ritonavir não foi estudada. O sildenafil é um substrato do CYP3A4. Contraindicado em combinação com saquinavir/ritonavir devido ao risco de arritmia cardíaca potencialmente fatal.

Darunavir + Sildenafil

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: INIBIDORES DA FOSFODIESTERASE DE TIPO 5 (PDE-5): Para o tratamento da disfunção erétil: Avanafil, Sildenafil, Tadalafil, Vardenafil: Num ensaio de interação, observou-se uma exposição sistémica comparável ao sildenafil após a administração de uma dose única de 100 mg de sildenafil isoladamente e de uma dose única de 25 mg de sildenafil coadministrada com Darunavir com uma dose baixa de ritonavir. A combinação de avanafil e Darunavir potenciado está contraindicada. Recomenda-se precaução ao utilizar outros inibidores da fosfodiesterase de tipo 5, para o tratamento da disfunção erétil, concomitantemente com Darunavir potenciado. Caso esteja indicada a utilização concomitante de Darunavir potenciado, com sildenafil, vardenafil ou tadalafil, recomenda-se a administração de sildenafil numa dose única máxima de 25 mg em 48 horas, vardenafil numa dose única máxima de 2,5 mg dose em 72 horas ou tadalafil numa dose única máxima de 10 mg em 72 horas. Para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar: Sildenafil, Tadalafil: Não foi estudado. A utilização de sildenafil ou tadalafil para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar concomitantemente com darunavir potenciado, pode aumentar a concentração plasmática de sildenafil ou tadalafil. (inibição do CYP3A). Não foi estabelecida uma dose segura e eficaz de sildenafil para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar administrado em associação com Darunavir potenciado. Há um potencial para o aumento de acontecimentos adversos associados ao sildenafil (incluindo perturbações visuais, hipotensão, ereção prolongada e síncope). Portanto, é contraindicada a administração de Darunavir potenciado e sildenafil, quando usado para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar. Não é recomendada a administração de tadalafil, para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar, em associação com Darunavir potenciado.

Sildenafil + Inibidores do CYP3A4

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vitro: O metabolismo de sildenafil é mediado principalmente pelas isoformas 3A4 (via principal) e 2C9 (via de menor importância) do citocromo P450 (CYP). Por conseguinte, os inibidores destas isoenzimas podem diminuir a depuração do sildenafil. Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: A análise farmacocinética populacional de dados dos ensaios clínicos indicaram uma diminuição da depuração do sildenafil quando co-administrado com inibidores da CYP3A4 (como, por exemplo, o cetoconazol, a eritromicina, a cimetidina). Embora não se tenha observado um aumento da incidência de acontecimentos adversos nestes doentes quando o sildenafil foi administrado em concomitância com inibidores da CYP3A4, deve considerar-se a utilização de uma dose inicial de 25 mg. A co-administração de ritonavir, um inibidor das proteases do VIH e inibidor altamente potente do P450, no estado de equilíbrio (500 mg duas vezes por dia) com sildenafil (dose única de 100 mg) resultou num aumento de 300% (4 vezes) da Cmax do sildenafil e num aumento de 1.000% (11 vezes) da AUC plasmática do sildenafil. Os níveis plasmáticos de sildenafil após 24 horas ainda eram aproximadamente de 200 ng/ml em comparação com aproximadamente 5 ng/ml quando o sildenafil é administrado isoladamente. Estes resultados são consistentes com os efeitos marcados do ritonavir sobre uma ampla gama de substratos do P450. O sildenafil não teve qualquer efeito na farmacocinética do ritonavir. Com base nestes resultados farmacocinéticos, a co-administração de sildenafil com ritonavir não é aconselhada e, em circunstância alguma, deverá a dose máxima de sildenafil exceder 25 mg em 48 horas. A co-administração de saquinavir, um inibidor das proteases do VIH e um inibidor da CYP3A4, no estado de equilíbrio (1.200 mg três vezes por dia) com sildenafil (dose única de 100 mg) resultou num aumento de 140% da Cmax do sildenafil e num aumento de 210% da AUC do sildenafil. O sildenafil não teve qualquer efeito na farmacocinética do saquinavir. É de esperar que inibidores mais fortes da CYP3A4, como o cetoconazol e o itraconazol, tenham efeitos mais intensos. Quando se administrou uma dose única de sildenafil com eritromicina, um inibidor específico da CYP3A4, no estado de equilíbrio (500 mg duas vezes por dia, durante 5 dias), observou-se um aumento de 182% da exposição sistémica do sildenafil (AUC). Em voluntários saudáveis do sexo masculino, não houve qualquer evidência de um efeito da azitromicina (500 mg por dia durante 3 dias) sobre a AUC, Cmax, tmax, constante da taxa de eliminação ou semi-vida subsequente do sildenafil ou do seu principal metabolito circulante. A cimetidina (800 mg), um inibidor do citocromo P450 e um inibidor não específico da CYP3A4, causou um aumento de 56% das concentrações plasmáticas do sildenafil quando co-administrada com sildenafil (50 mg) a voluntários saudáveis. O sumo de toranja é um inibidor fraco do metabolismo intestinal da CYP3A4 e pode dar origem a pequenos aumentos dos níveis plasmáticos de sildenafil.

Atazanavir + Cobicistate + Sildenafil

Observações: Ensaios de interações de fármacos não foram realizados para o Atazanavir / Cobicistate. Os mecanismos complexos ou não conhecidos de interações de fármacos opõem-se à extrapolação de interações medicamentosas com ritonavir a certas interações medicametosas com o cobicistate. As recomendações dadas mediante o uso concomitante de atazanavir e de outros medicamentos podem diferir consoante o atazanavir é potenciado com o ritonavir ou com o cobicistate. Em particular, o atazanavir potenciado com o cobicistate é mais sensível na indução da CYP3A. É também necessária precaução durante a primeira vez em que é efetuado o tratamento se for alternado o potenciador farmacológico do ritonavir para o cobicistate.
Interações: Medicamentos que possam ser afetados pelo atazanavir/cobicistate: O atazanavir é um inibidor da CYP3A4 e UGT1A1. O atazanavir é um inibidor fraco a moderado da CYP2C8. Foi demonstrado in vivo que o atazanavir não potencia o seu próprio metabolismo, nem aumenta a biotransformação de alguns medicamentos metabolizados pela CYP3A4. O cobicistate é um forte inibidor baseado no mecanismo de inibição da CYP3A e um fraco inibidor da CYP2D6. O cobicistate inibe os transportadores da glicoproteína-p (gp-P), BCRP, MATE1, OATP1B1 e OATP1B3. Não é esperado que o cobicistate iniba a CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9 ou CYP2C19. Não é esperado que o cobicistate induza a CYP3A4 ou a gp-P. Ao contrário do ritonavir, o cobicistate não é um indutor da CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19 ou UGT1A1. Uso concomitante contraindicado: A coadministração de medicamentos que são substratos da CYP3A e que possuem indices terapêuticos estreitos e para os quais concentrações plasmáticas elevadas estão associadas a acontecimentos graves e/ou fatais, são contraindicados com o Atazanavir / Cobicistate. Estes medicamentos incluem a alfuzosina, amiodarona, astemizol, bepridilo, cisaprida, colquicina, dronedarona, derivados ergot (por exemplo, dihidroergotamina, ergometrina, ergotamina, metilergonovina), lovastatina, midazolam administrado por via oral, pimozida, quetiapina, quinidina, sinvastatina, sildenafil (quando utilizado para o tratamento de hipertensão arterial pulmonar), avanafil, lidocaína sistémica, ticagrelor, terfenadina e triazolam.

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Sildenafil

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: FOSFODIESTERASE, INIBIDORES TIPO 5 (PDE-5) Para o tratamentoda disfunção erétil Sildenafil Tadalafil Vardenafil Tendo por base considerações teóricas, é expectável que DRV/COB aumente as concentrações plasmáticas destes inibidores PDE-5. (inibição do CYP3A) Recomenda-se precaução coma administração concomitante dos inibidores PDE-5 para o tratamento dadisfunçãoerétil com este medicamento. Se for indicada a utilização concomitante de este medicamento com sildenafil, vardenafil ou tadalafil, recomenda-se que a doseúnica de sildenafil não exceda os 25 mg em 48 horas, a dose única de vardenafil não exceda 2,5 mg em 72 horas e que a dose única de tadalafil não exceda 10 mg em 72 horas. Para o tratamentoda hipertensão pulmonar arterial Sildenafil Tadalafil Tendo por base considerações teóricas, é expectável que DRV/COB aumente as concentrações plasmáticas destes inibidores do PDE-5. (inibição do CYP3A) Ainda não foi estabelecida uma dose segura e eficazde sildenafil para o tratamento da hipertensão pulmonar quando administrado concomitantemente com este medicamento. Existe um potencial acrescido de acontecimentos adversos associados ao sildenafil (incluindo distúrbios visuais, hipotensão, ereção prolongada e síncope). Deste modo, a administração concomitante de este medicamento e sildenafil quando utilizado para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar é contraindicada. A administração concomitante de tadalafil para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar com este medicamento não é recomendada.

Sildenafil + Ritonavir

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: A co-administração de ritonavir, um inibidor das proteases do VIH e inibidor altamente potente do P450, no estado de equilíbrio (500 mg duas vezes por dia) com sildenafil (dose única de 100 mg) resultou num aumento de 300% (4 vezes) da Cmax do sildenafil e num aumento de 1.000% (11 vezes) da AUC plasmática do sildenafil. Os níveis plasmáticos de sildenafil após 24 horas ainda eram aproximadamente de 200 ng/ml em comparação com aproximadamente 5 ng/ml quando o sildenafil é administrado isoladamente. Estes resultados são consistentes com os efeitos marcados do ritonavir sobre uma ampla gama de substratos do P450. O sildenafil não teve qualquer efeito na farmacocinética do ritonavir. Com base nestes resultados farmacocinéticos, a co-administração de sildenafil com ritonavir não é aconselhada e, em circunstância alguma, deverá a dose máxima de sildenafil exceder 25 mg em 48 horas. Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: Sildenafil (100 mg) não afectou a farmacocinética no estado de equilíbrio dos inibidores das proteases do VIH, saquinavir e ritonavir, que são ambos substratos da CYP3A4.

Sildenafil + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: A análise farmacocinética populacional de dados dos ensaios clínicos indicaram uma diminuição da depuração do sildenafil quando co-administrado com inibidores da CYP3A4 (como, por exemplo, o cetoconazol, a eritromicina, a cimetidina). Embora não se tenha observado um aumento da incidência de acontecimentos adversos nestes doentes quando o sildenafil foi administrado em concomitância com inibidores da CYP3A4, deve considerar-se a utilização de uma dose inicial de 25 mg. É de esperar que inibidores mais fortes da CYP3A4, como o cetoconazol e o itraconazol, tenham efeitos mais intensos.

Sildenafil + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: A análise farmacocinética populacional de dados dos ensaios clínicos indicaram uma diminuição da depuração do sildenafil quando co-administrado com inibidores da CYP3A4 (como, por exemplo, o cetoconazol, a eritromicina, a cimetidina). Embora não se tenha observado um aumento da incidência de acontecimentos adversos nestes doentes quando o sildenafil foi administrado em concomitância com inibidores da CYP3A4, deve considerar-se a utilização de uma dose inicial de 25 mg. Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Quando se administrou uma dose única de sildenafil com eritromicina, um inibidor específico da CYP3A4, no estado de equilíbrio (500 mg duas vezes por dia, durante 5 dias), observou-se um aumento de 182% da exposição sistémica do sildenafil (AUC).

Sildenafil + Cimetidina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: A análise farmacocinética populacional de dados dos ensaios clínicos indicaram uma diminuição da depuração do sildenafil quando co-administrado com inibidores da CYP3A4 (como, por exemplo, o cetoconazol, a eritromicina, a cimetidina). Embora não se tenha observado um aumento da incidência de acontecimentos adversos nestes doentes quando o sildenafil foi administrado em concomitância com inibidores da CYP3A4, deve considerar-se a utilização de uma dose inicial de 25 mg. Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: A cimetidina (800 mg), um inibidor do citocromo P450 e um inibidor não específico da CYP3A4, causou um aumento de 56% das concentrações plasmáticas do sildenafil quando co-administrada com sildenafil (50 mg) a voluntários saudáveis.

Sildenafil + Saquinavir

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: A co-administração de saquinavir, um inibidor das proteases do VIH e um inibidor da CYP3A4, no estado de equilíbrio (1.200 mg três vezes por dia) com sildenafil (dose única de 100 mg) resultou num aumento de 140% da Cmax do sildenafil e num aumento de 210% da AUC do sildenafil. O sildenafil não teve qualquer efeito na farmacocinética do saquinavir. Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: Sildenafil (100 mg) não afectou a farmacocinética no estado de equilíbrio dos inibidores das proteases do VIH, saquinavir e ritonavir, que são ambos substratos da CYP3A4.

Sildenafil + Itraconazol

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: É de esperar que inibidores mais fortes da CYP3A4, como o cetoconazol e o itraconazol, tenham efeitos mais intensos.

Sildenafil + Azitromicina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Em voluntários saudáveis do sexo masculino, não houve qualquer evidência de um efeito da azitromicina (500 mg por dia durante 3 dias) sobre a AUC, Cmax, tmax, constante da taxa de eliminação ou semi-vida subsequente do sildenafil ou do seu principal metabolito circulante.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sildenafil + Sumo de toranja

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: O sumo de toranja é um inibidor fraco do metabolismo intestinal da CYP3A4 e pode dar origem a pequenos aumentos dos níveis plasmáticos de sildenafil.

Sildenafil + Antiácidos

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Doses únicas de antiácidos (hidróxido de magnésio/hidróxido de alumínio) não afectaram a biodisponibilidade do sildenafil.

Sildenafil + Hidróxido de Alumínio

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Doses únicas de antiácidos (hidróxido de magnésio/hidróxido de alumínio) não afectaram a biodisponibilidade do sildenafil.

Sildenafil + Hidróxido de magnésio

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Doses únicas de antiácidos (hidróxido de magnésio/hidróxido de alumínio) não afectaram a biodisponibilidade do sildenafil.

Sildenafil + Inibidores do CYP2C9

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Embora não se tenham realizado estudos específicos de interacção com todos os medicamentos, a análise farmacocinética populacional não revelou qualquer efeito da medicação concomitante sobre a farmacocinética do sildenafil quando associado com inibidores da CYP2C9 (como a tolbutamida, varfarina, fenitoína), inibidores da CYP2D6 (como os inibidores selectivos da recaptação da serotonina, antidepressores tricíclicos), tiazida e diuréticos relacionados, diuréticos da ansa e poupadores de potássio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina, bloqueadores dos canais do cálcio, antagonistas dos receptores beta-adrenérgicos ou com indutores do metabolismo associado ao CYP450 (como a rifampicina, barbituratos).

Ivabradina + Sildenafil

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Estudos específicos de interação medicamentosa demonstraram que não existe efeito clinicamente significativo dos seguintes medicamentos na farmacocinética e farmacodinâmica da ivabradina: Inibidores da bomba de protões (omeprazol, lansoprazol), sildenafil, inibidores da redutase HMG CoA (sinvastatina), bloqueadores dos canais de cálcio dihidropiridinicos (amlodipina, lacidipina), digoxina e varfarina.

Sildenafil + Tolbutamida

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Embora não se tenham realizado estudos específicos de interacção com todos os medicamentos, a análise farmacocinética populacional não revelou qualquer efeito da medicação concomitante sobre a farmacocinética do sildenafil quando associado com inibidores da CYP2C9 (como a tolbutamida, varfarina, fenitoína), inibidores da CYP2D6 (como os inibidores selectivos da recaptação da serotonina, antidepressores tricíclicos), tiazida e diuréticos relacionados, diuréticos da ansa e poupadores de potássio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina, bloqueadores dos canais do cálcio, antagonistas dos receptores beta-adrenérgicos ou com indutores do metabolismo associado ao CYP450 (como a rifampicina, barbituratos).

Sildenafil + Varfarina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Embora não se tenham realizado estudos específicos de interacção com todos os medicamentos, a análise farmacocinética populacional não revelou qualquer efeito da medicação concomitante sobre a farmacocinética do sildenafil quando associado com inibidores da CYP2C9 (como a tolbutamida, varfarina, fenitoína), inibidores da CYP2D6 (como os inibidores selectivos da recaptação da serotonina, antidepressores tricíclicos), tiazida e diuréticos relacionados, diuréticos da ansa e poupadores de potássio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina, bloqueadores dos canais do cálcio, antagonistas dos receptores beta-adrenérgicos ou com indutores do metabolismo associado ao CYP450 (como a rifampicina, barbituratos).

Sildenafil + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Embora não se tenham realizado estudos específicos de interacção com todos os medicamentos, a análise farmacocinética populacional não revelou qualquer efeito da medicação concomitante sobre a farmacocinética do sildenafil quando associado com inibidores da CYP2C9 (como a tolbutamida, varfarina, fenitoína), inibidores da CYP2D6 (como os inibidores selectivos da recaptação da serotonina, antidepressores tricíclicos), tiazida e diuréticos relacionados, diuréticos da ansa e poupadores de potássio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina, bloqueadores dos canais do cálcio, antagonistas dos receptores beta-adrenérgicos ou com indutores do metabolismo associado ao CYP450 (como a rifampicina, barbituratos).

Sildenafil + Inibidores do CYP2D6

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Embora não se tenham realizado estudos específicos de interacção com todos os medicamentos, a análise farmacocinética populacional não revelou qualquer efeito da medicação concomitante sobre a farmacocinética do sildenafil quando associado com inibidores da CYP2C9 (como a tolbutamida, varfarina, fenitoína), inibidores da CYP2D6 (como os inibidores selectivos da recaptação da serotonina, antidepressores tricíclicos), tiazida e diuréticos relacionados, diuréticos da ansa e poupadores de potássio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina, bloqueadores dos canais do cálcio, antagonistas dos receptores beta-adrenérgicos ou com indutores do metabolismo associado ao CYP450 (como a rifampicina, barbituratos).

Sildenafil + Inibidores Selectivos da Recaptação da Serotonina (ISRS) (SSRIs)

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Embora não se tenham realizado estudos específicos de interacção com todos os medicamentos, a análise farmacocinética populacional não revelou qualquer efeito da medicação concomitante sobre a farmacocinética do sildenafil quando associado com inibidores da CYP2C9 (como a tolbutamida, varfarina, fenitoína), inibidores da CYP2D6 (como os inibidores selectivos da recaptação da serotonina, antidepressores tricíclicos), tiazida e diuréticos relacionados, diuréticos da ansa e poupadores de potássio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina, bloqueadores dos canais do cálcio, antagonistas dos receptores beta-adrenérgicos ou com indutores do metabolismo associado ao CYP450 (como a rifampicina, barbituratos).

Sildenafil + Antidepressores (Tricíclicos)

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Embora não se tenham realizado estudos específicos de interacção com todos os medicamentos, a análise farmacocinética populacional não revelou qualquer efeito da medicação concomitante sobre a farmacocinética do sildenafil quando associado com inibidores da CYP2C9 (como a tolbutamida, varfarina, fenitoína), inibidores da CYP2D6 (como os inibidores selectivos da recaptação da serotonina, antidepressores tricíclicos), tiazida e diuréticos relacionados, diuréticos da ansa e poupadores de potássio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina, bloqueadores dos canais do cálcio, antagonistas dos receptores beta-adrenérgicos ou com indutores do metabolismo associado ao CYP450 (como a rifampicina, barbituratos).

Sildenafil + Diuréticos tiazídicos (Tiazidas)

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Embora não se tenham realizado estudos específicos de interacção com todos os medicamentos, a análise farmacocinética populacional não revelou qualquer efeito da medicação concomitante sobre a farmacocinética do sildenafil quando associado com inibidores da CYP2C9 (como a tolbutamida, varfarina, fenitoína), inibidores da CYP2D6 (como os inibidores selectivos da recaptação da serotonina, antidepressores tricíclicos), tiazida e diuréticos relacionados, diuréticos da ansa e poupadores de potássio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina, bloqueadores dos canais do cálcio, antagonistas dos receptores beta-adrenérgicos ou com indutores do metabolismo associado ao CYP450 (como a rifampicina, barbituratos).

Sildenafil + Diuréticos da ansa

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Embora não se tenham realizado estudos específicos de interacção com todos os medicamentos, a análise farmacocinética populacional não revelou qualquer efeito da medicação concomitante sobre a farmacocinética do sildenafil quando associado com inibidores da CYP2C9 (como a tolbutamida, varfarina, fenitoína), inibidores da CYP2D6 (como os inibidores selectivos da recaptação da serotonina, antidepressores tricíclicos), tiazida e diuréticos relacionados, diuréticos da ansa e poupadores de potássio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina, bloqueadores dos canais do cálcio, antagonistas dos receptores beta-adrenérgicos ou com indutores do metabolismo associado ao CYP450 (como a rifampicina, barbituratos).

Sildenafil + Diuréticos poupadores de potássio

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Embora não se tenham realizado estudos específicos de interacção com todos os medicamentos, a análise farmacocinética populacional não revelou qualquer efeito da medicação concomitante sobre a farmacocinética do sildenafil quando associado com inibidores da CYP2C9 (como a tolbutamida, varfarina, fenitoína), inibidores da CYP2D6 (como os inibidores selectivos da recaptação da serotonina, antidepressores tricíclicos), tiazida e diuréticos relacionados, diuréticos da ansa e poupadores de potássio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina, bloqueadores dos canais do cálcio, antagonistas dos receptores beta-adrenérgicos ou com indutores do metabolismo associado ao CYP450 (como a rifampicina, barbituratos).

Sildenafil + Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Embora não se tenham realizado estudos específicos de interacção com todos os medicamentos, a análise farmacocinética populacional não revelou qualquer efeito da medicação concomitante sobre a farmacocinética do sildenafil quando associado com inibidores da CYP2C9 (como a tolbutamida, varfarina, fenitoína), inibidores da CYP2D6 (como os inibidores selectivos da recaptação da serotonina, antidepressores tricíclicos), tiazida e diuréticos relacionados, diuréticos da ansa e poupadores de potássio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina, bloqueadores dos canais do cálcio, antagonistas dos receptores beta-adrenérgicos ou com indutores do metabolismo associado ao CYP450 (como a rifampicina, barbituratos). Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: A associação das seguintes classes de medicação antihipertensora: Diuréticos, bloqueadores beta, inibidores da ECA, antagonistas da angiotensina II, medicamentos antihipertensores (vasodilatadores e de acção central), bloqueadores dos neurónios adrenérgicos, bloqueadores dos canais do cálcio e bloqueadores dos receptores alfa-adrenérgicos, não demonstrou quaisquer diferenças no perfil de efeitos indesejáveis em doentes medicados com sildenafil em comparação com o tratamento com placebo.

Sildenafil + Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio)

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Embora não se tenham realizado estudos específicos de interacção com todos os medicamentos, a análise farmacocinética populacional não revelou qualquer efeito da medicação concomitante sobre a farmacocinética do sildenafil quando associado com inibidores da CYP2C9 (como a tolbutamida, varfarina, fenitoína), inibidores da CYP2D6 (como os inibidores selectivos da recaptação da serotonina, antidepressores tricíclicos), tiazida e diuréticos relacionados, diuréticos da ansa e poupadores de potássio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina, bloqueadores dos canais do cálcio, antagonistas dos receptores beta-adrenérgicos ou com indutores do metabolismo associado ao CYP450 (como a rifampicina, barbituratos). Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: A associação das seguintes classes de medicação antihipertensora: Diuréticos, bloqueadores beta, inibidores da ECA, antagonistas da angiotensina II, medicamentos antihipertensores (vasodilatadores e de acção central), bloqueadores dos neurónios adrenérgicos, bloqueadores dos canais do cálcio e bloqueadores dos receptores alfa-adrenérgicos, não demonstrou quaisquer diferenças no perfil de efeitos indesejáveis em doentes medicados com sildenafil em comparação com o tratamento com placebo.

Sildenafil + Bloqueadores beta-adrenérgicos

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Embora não se tenham realizado estudos específicos de interacção com todos os medicamentos, a análise farmacocinética populacional não revelou qualquer efeito da medicação concomitante sobre a farmacocinética do sildenafil quando associado com inibidores da CYP2C9 (como a tolbutamida, varfarina, fenitoína), inibidores da CYP2D6 (como os inibidores selectivos da recaptação da serotonina, antidepressores tricíclicos), tiazida e diuréticos relacionados, diuréticos da ansa e poupadores de potássio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina, bloqueadores dos canais do cálcio, antagonistas dos receptores beta-adrenérgicos ou com indutores do metabolismo associado ao CYP450 (como a rifampicina, barbituratos). Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: A associação das seguintes classes de medicação antihipertensora: Diuréticos, bloqueadores beta, inibidores da ECA, antagonistas da angiotensina II, medicamentos antihipertensores (vasodilatadores e de acção central), bloqueadores dos neurónios adrenérgicos, bloqueadores dos canais do cálcio e bloqueadores dos receptores alfa-adrenérgicos, não demonstrou quaisquer diferenças no perfil de efeitos indesejáveis em doentes medicados com sildenafil em comparação com o tratamento com placebo.

Sildenafil + Rifampicina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Embora não se tenham realizado estudos específicos de interacção com todos os medicamentos, a análise farmacocinética populacional não revelou qualquer efeito da medicação concomitante sobre a farmacocinética do sildenafil quando associado com inibidores da CYP2C9 (como a tolbutamida, varfarina, fenitoína), inibidores da CYP2D6 (como os inibidores selectivos da recaptação da serotonina, antidepressores tricíclicos), tiazida e diuréticos relacionados, diuréticos da ansa e poupadores de potássio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina, bloqueadores dos canais do cálcio, antagonistas dos receptores beta-adrenérgicos ou com indutores do metabolismo associado ao CYP450 (como a rifampicina, barbituratos).

Sildenafil + Barbitúricos

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Embora não se tenham realizado estudos específicos de interacção com todos os medicamentos, a análise farmacocinética populacional não revelou qualquer efeito da medicação concomitante sobre a farmacocinética do sildenafil quando associado com inibidores da CYP2C9 (como a tolbutamida, varfarina, fenitoína), inibidores da CYP2D6 (como os inibidores selectivos da recaptação da serotonina, antidepressores tricíclicos), tiazida e diuréticos relacionados, diuréticos da ansa e poupadores de potássio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina, bloqueadores dos canais do cálcio, antagonistas dos receptores beta-adrenérgicos ou com indutores do metabolismo associado ao CYP450 (como a rifampicina, barbituratos).
 Potencialmente Grave

Sildenafil + Nicorandilo

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: O nicorandil é um composto híbrido constituído por um activador dos canais do potássio e nitrato. Devido ao seu componente nitrato tem o potencial de causar uma interacção grave com o sildenafil.

Sildenafil + Teofilina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vitro: O sildenafil é um inibidor fraco das isoformas 1A2, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A4 do citocromo P450 (CI50> 150 μM). Dadas as concentrações plasmáticas máximas de sildenafil de aproximadamente 1 μM após as doses recomendadas, é pouco provável que Sildenafil comprimidos altere a depuração de substratos destas isoenzimas. Não existem dados sobre a interacção do sildenafil e de inibidores não específicos das fosfodiestearases, como a teofilina ou o dipiridamol.

Sildenafil + Dipiridamol

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vitro: O sildenafil é um inibidor fraco das isoformas 1A2, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A4 do citocromo P450 (CI50> 150 μM). Dadas as concentrações plasmáticas máximas de sildenafil de aproximadamente 1 μM após as doses recomendadas, é pouco provável que Sildenafil comprimidos altere a depuração de substratos destas isoenzimas. Não existem dados sobre a interacção do sildenafil e de inibidores não específicos das fosfodiestearases, como a teofilina ou o dipiridamol.

Sildenafil + Outros medicamentos

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vitro: O sildenafil é um inibidor fraco das isoformas 1A2, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A4 do citocromo P450 (CI50> 150 μM). Dadas as concentrações plasmáticas máximas de sildenafil de aproximadamente 1 μM após as doses recomendadas, é pouco provável que Sildenafil comprimidos altere a depuração de substratos destas isoenzimas. Não existem dados sobre a interacção do sildenafil e de inibidores não específicos das fosfodiestearases, como a teofilina ou o dipiridamol.

Sildenafil + Nitratos

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: Consistente com os efeitos conhecidos na via do óxido nítrico/cGMP, demonstrou-se que o sildenafil potencia os efeitos hipotensores dos nitratos e, portanto, é contra-indicada a sua co-administração com dadores de óxido nítrico ou com qualquer forma de nitratos.

Sildenafil + Bloqueadores adrenérgicos alfa

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: A administração concomitante de sildenafil a doentes submetidos a terapêutica com um bloqueador alfa pode causar hipotensão postural em alguns indivíduos susceptíveis. É mais provável que esta ocorra no período de 4 horas após a administração de sildenafil. Em três estudos específicos de interações medicamentosas, o bloqueador alfa doxazosina (4 mg e 8 mg) e o sildenafil (25 mg, 50 mg ou 100 mg) foram administrados simultaneamente a doentes com hiperplasia benigna da próstata (HBP) estabilizada com uma terapêutica com doxazosina. Nas populações destes estudos, observaram-se diminuições médias adicionais da tensão arterial em decúbito de 7/7 mmHg, 9/5 mmHg e 8/4 mmHg, e diminuições médias adicionais da tensão arterial de pé de 6/6 mmHg, 11/4 mmHg e 4/5 mmHg, respectivamente. Quando sildenafil e doxazosina foram administrados simultaneamente a doentes estabilizados na terapêutica de doxazosina, foram notificados casos pouco frequentes de doentes que tiveram hipotensão postural sintomática. Estas notificações incluíram tonturas e obnubilação, mas não incluíram síncope. Não se observaram interações significativas quando o sildenafil (50 mg) foi co-administrado com tolbutamida (250 mg) ou com varfarina (40 mg), que são ambas metabolizadas pela CYP2C9. Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: A associação das seguintes classes de medicação antihipertensora: Diuréticos, bloqueadores beta, inibidores da ECA, antagonistas da angiotensina II, medicamentos antihipertensores (vasodilatadores e de acção central), bloqueadores dos neurónios adrenérgicos, bloqueadores dos canais do cálcio e bloqueadores dos receptores alfa-adrenérgicos, não demonstrou quaisquer diferenças no perfil de efeitos indesejáveis em doentes medicados com sildenafil em comparação com o tratamento com placebo.

Sildenafil + Doxazosina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: A administração concomitante de sildenafil a doentes submetidos a terapêutica com um bloqueador alfa pode causar hipotensão postural em alguns indivíduos susceptíveis. É mais provável que esta ocorra no período de 4 horas após a administração de sildenafil. Em três estudos específicos de interações medicamentosas, o bloqueador alfa doxazosina (4 mg e 8 mg) e o sildenafil (25 mg, 50 mg ou 100 mg) foram administrados simultaneamente a doentes com hiperplasia benigna da próstata (HBP) estabilizada com uma terapêutica com doxazosina. Nas populações destes estudos, observaram-se diminuições médias adicionais da tensão arterial em decúbito de 7/7 mmHg, 9/5 mmHg e 8/4 mmHg, e diminuições médias adicionais da tensão arterial de pé de 6/6 mmHg, 11/4 mmHg e 4/5 mmHg, respectivamente. Quando sildenafil e doxazosina foram administrados simultaneamente a doentes estabilizados na terapêutica de doxazosina, foram notificados casos pouco frequentes de doentes que tiveram hipotensão postural sintomática. Estas notificações incluíram tonturas e obnubilação, mas não incluíram síncope. Não se observaram interações significativas quando o sildenafil (50 mg) foi co-administrado com tolbutamida (250 mg) ou com varfarina (40 mg), que são ambas metabolizadas pela CYP2C9.

Sildenafil + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: Sildenafil (50 mg) não potenciou o aumento do tempo de hemorragia causado pelo ácido acetilsalicílico (150 mg).

Sildenafil + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: Sildenafil (50 mg) não potenciou os efeitos hipotensores do álcool em voluntários saudáveis com níveis de alcoolemia médios máximos de 80 mg/dl.

Sildenafil + Diuréticos

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: A associação das seguintes classes de medicação antihipertensora: Diuréticos, bloqueadores beta, inibidores da ECA, antagonistas da angiotensina II, medicamentos antihipertensores (vasodilatadores e de acção central), bloqueadores dos neurónios adrenérgicos, bloqueadores dos canais do cálcio e bloqueadores dos receptores alfa-adrenérgicos, não demonstrou quaisquer diferenças no perfil de efeitos indesejáveis em doentes medicados com sildenafil em comparação com o tratamento com placebo.

Sildenafil + Antagonistas da angiotensina II (AAII)

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: A associação das seguintes classes de medicação antihipertensora: Diuréticos, bloqueadores beta, inibidores da ECA, antagonistas da angiotensina II, medicamentos antihipertensores (vasodilatadores e de acção central), bloqueadores dos neurónios adrenérgicos, bloqueadores dos canais do cálcio e bloqueadores dos receptores alfa-adrenérgicos, não demonstrou quaisquer diferenças no perfil de efeitos indesejáveis em doentes medicados com sildenafil em comparação com o tratamento com placebo.

Sildenafil + Antihipertensores

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: A associação das seguintes classes de medicação antihipertensora: Diuréticos, bloqueadores beta, inibidores da ECA, antagonistas da angiotensina II, medicamentos antihipertensores (vasodilatadores e de acção central), bloqueadores dos neurónios adrenérgicos, bloqueadores dos canais do cálcio e bloqueadores dos receptores alfa-adrenérgicos, não demonstrou quaisquer diferenças no perfil de efeitos indesejáveis em doentes medicados com sildenafil em comparação com o tratamento com placebo.

Sildenafil + Vasodilatadores

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: A associação das seguintes classes de medicação antihipertensora: Diuréticos, bloqueadores beta, inibidores da ECA, antagonistas da angiotensina II, medicamentos antihipertensores (vasodilatadores e de acção central), bloqueadores dos neurónios adrenérgicos, bloqueadores dos canais do cálcio e bloqueadores dos receptores alfa-adrenérgicos, não demonstrou quaisquer diferenças no perfil de efeitos indesejáveis em doentes medicados com sildenafil em comparação com o tratamento com placebo.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sildenafil + Amlodipina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: Num estudo específico de interacção, no qual o sildenafil (100 mg) foi co-administrado com a amlodipina em doentes hipertensos, observou-se uma diminuição adicional de 8 mmHg da tensão arterial sistólica em decúbito. A diminuição adicional correspondente da tensão arterial diastólica em decúbito foi de 7 mmHg. Estas diminuições adicionais da tensão arterial tiveram uma grandeza semelhante à observada quando o sildenafil foi administrado isoladamente a voluntários saudáveis.

Sildenafil + Inibidores da Protease (IP)

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: Sildenafil (100 mg) não afectou a farmacocinética no estado de equilíbrio dos inibidores das proteases do VIH, saquinavir e ritonavir, que são ambos substratos da CYP3A4.

Sacubitril + Valsartan + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: Interações que requerem precauções: Inibidores PDE5 incluindo sildenafil: A adição de uma única dose de sildenafil a Sacubitril / Valsartan no estado estacionário em doentes com hipertensão foi associada a uma redução significativamente superior da pressão arterial comparativamente à administração de Sacubitril / Valsartan isoladamente. Portanto, recomenda-se precaução quando for iniciado sildenafil ou outro inibidor da PDE5 em doentes tratados com Sacubitril / Valsartan.

Sildenafil + Substratos do CYP3A4

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: Sildenafil (100 mg) não afectou a farmacocinética no estado de equilíbrio dos inibidores das proteases do VIH, saquinavir e ritonavir, que são ambos substratos da CYP3A4.

Tipranavir + Sildenafil

Observações: Os estudos de interação apenas foram realizados em adultos.
Interações: INIBIDORES DA FOSFODIESTERASE 5 (PDE5): Sildenafil, Vardenafil Não foi realizado qualquer estudo de interação. É esperado que a coadministração de tipranavir e ritonavir em dose baixa com inibidores da PDE5 aumente significativamente as concentrações de PDE5 e pode resultar num aumento dos efeitos adversos associados à inibição da PDE5, incluindo hipotensão, alterações visuais e priapismo. Inibição da CYP 3A4 pelo tipranavir/r. Deve ser tomada especial atenção na prescrição dos inibidores da PDE5 sildenafil ou vardenafil em doentes a receber Tipranavir, coadministrado com ritonavir em dose baixa Não foi estabelecida uma dose segura e efetiva quando usados com Tipranavir, coadministrado com ritonavir em dose baixa. Existe um potencial aumentado para a ocorrência de acontecimentos adversos associados aos inibidores da PDE5 (que incluem perturbações visuais, hipotensão, ereção prolongada, e síncope). É contraindicada a coadministração de Tipranavir/ritonavir com sildenafil, quando utilizado para tratamento da hipertensão arterial pulmonar.

Doxazosina + Sildenafil

Observações: Não foram realizados estudos com formulações de doxazosina de libertação prolongada. A maior parte da doxazosina plasmática (98%) está ligada às proteínas.
Interações: A utilização concomitante de inibidores da 5-fosfodiesterase (por ex. sildenafil, tadalafil, vardenafil) e doxazosina poderá desencadear hipotensão sintomática em alguns doentes.

Ritonavir + Sildenafil

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não Antirretrovirais Coadministrados: Sildenafil: O uso concomitante de sildenafil para o tratamento da disfunção eréctil com ritonavir administrado como medicamento antirretroviral ou como potenciador farmacocinético deve ser efetuado com precaução e em nenhuma circunstância deverão as doses de sildenafil exceder 25 mg em 48 horas. O uso concomitante de sildenafil com ritonavir está contraindicado nos doentes com hipertensão arterial pulmonar.

Cobicistate + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: Utilização concomitante contraindicada: Os medicamentos que são extensivamente metabolizados pelo CYP3A e que apresentam um elevado metabolismo de primeira passagem parecem ser os mais suscetíveis a grandes aumentos da exposição quando coadministrados com cobicistate. A coadministração de Cobicistate é contraindicada com medicamentos como a di-hidroergotamina, ergotamina, ergometrina, midazolam administrado por via oral, triazolam, amiodarona, quinidina, cisaprida, pimozida, alfuzosina, sinvastatina, lovastatina e sildenafil, que são altamente dependentes do CYP3A para a depuração e para os quais as elevadas concentrações plasmáticas estão associadas a acontecimentos graves e/ou potencialmente fatais. A coadministração de Cobicistate com medicamentos que são indutores fortes do CYP3A (como, por exemplo, o hipericão (Hypericum perforatum), rifampicina, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína), pode resultar na diminuição das concentrações plasmáticas de cobicistate e, consequentemente, da potenciação de atazanavir ou darunavir, levando à perda do efeito terapêutico e ao possível desenvolvimento de resistência.
 Sem significado Clínico

Silodosina + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da fosfodiesterase tipo 5 ( PDE -5): Observaram-se interações farmacodinâmicas mínimas entre silodosina e as doses máximas de sildenafil ou tadalafil. Num estudo controlado com placebo em 24 indivíduos com idade entre os 45 e 78 anos medicados com silodosina, a administração concomitante de sildenafil 100 mg ou de tadalafil 20 mg não induziu diminuições médias clinicamente significativas da tensão arterial sistólica ou diastólica, avaliadas por testes ortostáticos (em pé versus supinação). Nos indivíduos com mais de 65 anos, as diminuições médias em diversos pontos de tempo variaram entre 5 e 15 mmHg (sistólica) e 0 e 10 mmHg (diastólica). Testes ortostáticos positivos foram apenas ligeiramente mais frequentes durante a administração concomitante; contudo, não ocorreu ortostase sintomática nem tonturas. Os doentes a tomar inibidores da PDE -5 concomitantemente com silodosina devem ser monitorizados para deteção de possíveis reações adversas.

Amiodarona + Sildenafil

Observações: Devido à semi-vida de eliminação longa e variável da amiodarona, podem ocorrer interações não só quando se administram outros fármacos concomitantemente, mas também com fármacos administrados após interrupção do tratamento com amiodarona.
Interações: Os seguintes fármacos devem ser utilizados com precaução quando em associação com a amiodarona: Fármacos metabolizados pelo citocromo P450 3A4: Quando estes fármacos são co-administrados com a amiodarona, que é um inibidor do CYP3A4, a associação pode resultar em aumento das suas concentrações plasmáticas, que poderá levar a um possível aumento da sua toxicidade. Outros fármacos metabolizados pelo CYP3A4: Lidocaína, tacrolimus, sildenafil, midazolam, triazolam, dihidroergotamina, ergotamina.

Dapoxetina + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da PDE5: Dapoxetina não deve ser utilizado em doentes que utilizem inibidores da PDE5 devido a possível redução da tolerância ortostática. A farmacocinética da dapoxetina (60 mg) em associação com tadalafil (20 mg) e sildenafil (100 mg) foi avaliada num estudo cruzado de dose única. O tadalafil não afetou a farmacocinética da dapoxetina. O sildenafil provocou alterações ligeiras na farmacocinética da dapoxetina (aumento de 22% da AUCinf e aumento de 4% da Cmáx), que não se prevê que sejam clinicamente significativos. O uso concomitante de Dapoxetina com inibidores da PDE5 pode resultar em hipotensão ortostática. A eficácia e segurança de Dapoxetina em doentes com ejaculação precoce e disfunção eréctil concomitantemente tratados com Dapoxetina e inibidores da PDE5 não foram estabelecidas.

Telaprevir + Sildenafil

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Contraindicações de utilização concomitante: Telaprevir não pode ser administrado concomitantemente com substâncias ativas cuja eliminação seja predominantemente dependente do CYP3A e para as quais concentrações plasmáticas elevadas estão associadas a acontecimentos adversos graves e/ou que colocam a vida em risco, tais como arritmias cardíacas (i.e., amiodarona, astemizol, bepridil, cisaprida, pimozida, quinidina, terfenadina) ou vasoespasmo periférico ou isquémia (i.e. dihidroergotamina, ergonovina, ergotamina, metilergonovina) ou miopatia, incluindo rabdomiólise (i.e, lovastatina, sinvastatina, atorvastatina) ou sedação prolongada ou aumentada ou depressão respiratória (i.e. quetiapina e midazolam ou triazolam de administração oral) ou hipotensão ou arritmia cardíaca (i.e. alfuzosina e sildenafil para a hipertensão arterial pulmonar). INIBIDORES DA PDE-5: Sildenafil, tadalafil, vardenafil: A administração concomitante de sildenafil e vardenafil com telaprevir não é recomendada.

Azitromicina + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: Sildenafil: Em voluntários saudáveis do sexo masculino, não foi demonstrado um efeito da azitromicina (500 mg diários durante 3 dias) sobre a AUC e a Cmax do sildenafil ou do seu principal metabolito circulante.

Cetoconazol + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: Estão igualmente descritas interações com outros fármacos nomeadamente rifabutina, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, inibidores das proteases, tacrolimus, sirolimus, digoxina, buspirona, alfentanil, sildenafil, metilprednisolona, dihidropiridinas e eventualmente o verapamil e alguns antineoplásicos.

Fosamprenavir + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: Sildenafil, Vardenafil e Tadalafil: O uso concomitante não é recomendado. Pode resultar num aumento das reações adversas associadas ao inibidor de PDE5, incluindo hipotensão, alterações visuais e priapismo (recorrer à informação de prescrição do inibidor da PDE5). Os doentes devem ser advertidos sobre estes possíveis efeitos secundários quando utilizam inibidores da PDE5 com Fosamprenavir/ritonavir. É contraindicada a administração concomitante de Fosamprenavir com dose baixa de ritonavir com sildenafil utilizado para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar.

Terazosina + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: A utilização concomitante de inibidores da fosfodiesterase-5 (p. ex., sildenafil, tadalafil, vardenafil) e terazosina pode conduzir a hipotensão sintomática em alguns doentes.

Alopurinol + Lesinurad + Sildenafil

Observações: n.d.
Interações: Utilização concomitante que necessita de ser tomada em consideração: Substratos CYP3A A indução ligeira a moderada do CYP3A pelo lesinurad pode reduzir as exposições plasmáticas dos medicamentos administrados concomitantemente que sejam substratos sensíveis do CYP3A. Em estudos de interação realizados em indivíduos saudáveis com lesinurad e substratos CYP3A, o lesinurad reduziu as concentrações plasmáticas de sildenafil e amlodipina. Os inibidores da HMG-CoA redutase que são substratos sensíveis do CYP3A podem interagir com lesinurad. Nos ensaios clínicos principais, uma proporção maior de doentes a utilizar medicamentos antidislipidémicos ou anti-hipertensores que eram substratos CYP3A teve de alterar a medicação concomitante quando tratados com lesinurad 200 mg em associação com um inibidor da xantina oxidase, comparativamente a doentes tratados com placebo em associação com um inibidor da xantina oxidase (35% versus 28%, respetivamente). Deve ser considerada a possibilidade de redução da eficácia de medicamentos tomados concomitantemente que sejam substratos CYP3A e a sua eficácia (p.ex. tensão arterial e níveis de colesterol) deve ser monitorizada.

Rilpivirina + Sildenafil

Observações: A rilpivirina é um inibidor in vitro do transportador MATE-2K com um IC50 < 2,7 nM. As implicações clínicas deste achado são atualmente desconhecidas.
Interações: INTERAÇÕES E RECOMENDAÇÕES POSOLÓGICAS COM OUTROS MEDICAMENTOS INIBIDORES DA FOSFODIESTERASE TIPO 5 (PDE-5): Sildenafil*# 50 mg dose única: Não é necessário qualquer ajuste da dose. * A interação entre Rilpivirina e o medicamento foi avaliada num estudo clínico. Todas as outras interações medicamentosas apresentadas são previstas. # Este estudo de interação foi realizado com uma dose superior à dose recomendada de Rilpivirina, para avaliar o efeito máximo no medicamento administrado concomitantemente. A recomendação posológica é aplicável à dose recomendada de Rilpivirina de 25 mg uma vez por dia.

Dolutegravir + Rilpivirina + Sildenafil

Observações: n.d.
Interações: Inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (PDE-5) Sildenafil/Dolutegravir: Não é necessário ajuste da dose. Sildenafil/Rilpivirina: Não é necessário ajuste da dose.

Isossorbida + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de inibidores da fosfodiesterase, p. ex. citrato de sildenafil, tadalafil, vardenafil com Dinitrato de isossorbida, pode provocar uma hipotensão marcada que nalgumas situações pode ser grave. Esta reação deve-se à amplificação dos efeitos vasodilatadores de Dinitrato de isossorbida, pelos inibidores da fosfodiesterase, p.ex. citrato de sildenafil. Assim, os doentes que estão a seguir uma terapêutica com Dinitrato de isossorbida não devem usar inibidores da fosfodiesterase (p.ex. sildenafil, vardenafill, taladafil). Doentes que tenham recentemente recebido inibidores da fosfodiesterase (p.ex. sildenafil, vardenafil, taladafil), não devem efetuar um tratamento agudo com Dinitrato de isossorbida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antiarrítmicos + Sildenafil

Observações: Aumentam a depressão do miocárdio quando são administrados com outros AA. Aumentam o risco de arritmias ventriculares quando são dados com AA que prolongam o intervalo QT
Interações: Disopiramido: Maior risco de arritmias ventriculares se associado a: - Sildenafil

Riociguat + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Inibidores da PDE5: Estudos pré-clínicos em modelos animais revelaram um efeito aditivo de diminuição da pressão arterial sistémica quando o riociguat foi associado ao sildenafil ou ao vardenafil. Com doses mais elevadas, observou-se, em alguns casos, um excesso dos efeitos aditivos sobre a pressão arterial sistémica. Num estudo exploratório de interação realizado em 7 doentes com HAP em tratamento estável com sildenafil (20 mg três vezes por dia), doses únicas de riociguat (0,5 mg e 1 mg em sequência) revelaram efeitos hemodinâmicos aditivos. Neste estudo não foram investigadas doses de riociguat superiores a 1 mg. Foi realizado um estudo de associação durante 12 semanas em 18 doentes com HAP em tratamento estável com sildenafil (20 mg três vezes por dia) e riociguat (1,0 mg a 2,5 mg três vezes por dia) em comparação com sildenafil isolado. Na extensão a longo prazo deste estudo (não controlado), a utilização concomitante de sildenafil e riociguat resultou numa taxa elevada de descontinuação, predominantemente devida a hipotensão. Não se observou qualquer evidência de um efeito clínico favorável resultante da associação na população estudada. A utilização concomitante de riociguat com inibidores da PDE5 (como o sildenafil, tadalafil, vardenafil) é contraindicada.

Darunavir + Cobicistate + Sildenafil

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: FOSFODIESTERASE, INIBIDORES TIPO 5 (PDE-5): Para o tratamento da disfunção eréctil: Sildenafil, Tadalafil, Vardenafil: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas destes inibidores PDE-5. (inibição do CYP3A) Recomenda-se precaução com a administração concomitante dos inibidores PDE-5 para o tratamento da disfunção eréctil com Darunavir / Cobicistate. Se for indicada a utilização concomitante de Darunavir / Cobicistate com sildenafil, vardenafil ou tadalafil, recomenda-se que a dose única de sildenafil não exceda os 25 mg em 48 horas, a dose única de vardenafil não exceda 2,5 mg em 72 horas e que a dose única de tadalafil não exceda 10 mg em 72 horas. Para o tratamento da disfunção eréctil: Sildenafil, Tadalafil, Vardenafil: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas destes inibidores PDE-5. (inibição do CYP3A) Recomenda-se precaução com a administração concomitante dos inibidores PDE-5 para o tratamento da disfunção eréctil com Darunavir / Cobicistate. Se for indicada a utilização concomitante de Darunavir / Cobicistate com sildenafil, vardenafil ou tadalafil, recomenda-se que a dose única de sildenafil não exceda os 25 mg em 48 horas, a dose única de vardenafil não exceda 2,5 mg em 72 horas e que a dose única de tadalafil não exceda 10 mg em 72 horas. Para o tratamento da hipertensão pulmonar arterial: Sildenafil, Tadalafil: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas destes inibidores do PDE-5. (inibição do CYP3A) Ainda não foi estabelecida uma dose segura e eficaz de sildenafil para o tratamento da hipertensão pulmonar quando administrada concomitantemente com Darunavir / Cobicistate. Existe um potencial acrescido de acontecimentos adversos associados ao sildenafil (incluindo distúrbios visuais, hipotensão, ereção prolongada e síncope). Deste modo, a administração concomitante de Darunavir / Cobicistate e sildenafil quando utilizado para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar é contraindicada. A administração concomitante de tadalafil para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar com Darunavir / Cobicistate não é recomendada.

Ribociclib + Sildenafil

Observações: n.d.
Interações: Substâncias que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas por Ribociclib: A administração concomitante de ribociclib na dose de 600 mg com os seguintes substratos da CYP3A4 deve ser evitada: alfuzosina, amiodarona, cisaprida, pimozida, quinidina, ergotamina, dihidroergotamina, quetiapina, lovastatina, sinvastatina, sildenafil, midazolam, triazolam.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Alprostadilo + Sildenafil

Observações: Não foram estudadas formalmente as potenciais interações farmacocinéticas entre o Alprostadilo e outros fármacos.
Interações: Não foram estudados formalmente os efeitos da associação de Alprostadilo com outros tratamentos para a disfunção (por ex. sildenafil). Estes medicamentos não devem ser utilizados em associação com alprostadilo devido à possibilidade de ocorrência de ereção prolongada.

Indinavir + Sildenafil

Observações: n.d.
Interações: INDINAVIR NÃO POTENCIADO INIBIDORES DA PDE5: Sildenafil 25 mg SD (Indinavir 800 mg TID) É provável que a administração concomitante de indinavir com sildenafil provoque um aumento do sildenafil através da inibição competitiva do metabolismo. A dose de sildenafil não deve exceder um máximo de 25 mg num período de 48 horas nos doentes em terapêutica concomitante com indinavir. INDINAVIR POTENCIADO COM RITONAVIR. INIBIDORES DA PDE5: Sildenafil, tadalafil: Interação não estudada. Para o sildenafil e tadalafil, aplicam-se as mesmas recomendações que para o indinavir sem potenciação com ritonavir (Não foram estabelecidas as doses apropriadas para esta associação no que respeita a eficácia e segurança. Dados clínicos preliminares sugerem que o Indinavir 400 mg em associação com ritonavir 100 mg, ambos administrados por via oral duas vezes ao dia, podem constituir um regime posológico alternativo. Uma dose potenciada de 800 mg de indinavir/100 mg de ritonavir duas vezes ao dia, aumenta o risco da ocorrência de acontecimentos adversos.).
 Potencialmente Fatal

Mononitrato de isossorbida + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de inibidores da fosfodiesterase (por exemplo, sildenafil, Tadalafil, vardenafil) com Mononitrato de isossorbida potencia a diminuição da pressão arterial. Esta poderá levar a complicações cardiovasculares que ponham em risco a vida. Doentes que realizem tratamento com Mononitrato de isossorbida não devem, por isso, utilizar inibidores da fosfodiesterase (sildenafil, taladafil, vardenafil).

Roflumilaste + Sildenafil

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Não foram observadas interações com salbutamol inalado, formoterol, budesonida, montelucaste oral, digoxina, varfarina, sildenafil e midazolam.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Brotizolam + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: Brotizolam é metabolizado principalmente pela isoenzima CYP3A4 do citocromo P450. Os medicamentos que competem como substrato do CYP3A4 (inibição competitiva) e medicamentos que inibem a CYP3A4 podem, deste modo, aumentar o efeito de brotizolam. Os substratos conhecidos da CYP3A4 são astemizol, antimicóticos azóis (ex. itraconazol e cetoconazol), imunossupressores (ex. ciclosporina A, sirolimus e tacrolimus), antagonistas do cálcio, antibióticos macrólidos (ex. claritromicina e eritromicina), antimaláricos (ex. halofantrine e mefloquina), midazolam, pimozida, inibidores da protease (indinavir, nelfinavir e ritonavir), sildenafil, estatinas (ex. atorvastatina, lovastatina e sinvastatina), esteroides (ex. etinilestradiol), tamoxifeno e terfenadina.

Eritromicina + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Claritromicina + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da Claritromicina em outros medicamentos: Sildenafil, tadalafil e vardenafil: Cada um destes inibidores da fosfodiesterase é metabolizado, pelo menos em parte, pela CYP3A, e a CYP3A pode ser inibida pela claritromicina quando administrada concomitantemente. A administração concomitante de claritromicina com sildenafil, tadalafil ou vardenafil resultaria provavelmente numa exposição aumentada ao inibidor da fosfodiesterase. Deve ser considerada a redução da dose de sildenafil, tadalafil e vardenafil quando estes fármacos são administrados concomitantemente com a claritromicina.
 Sem significado Clínico

Carvedilol + Ivabradina + Sildenafil

Observações: Não se observaram interações entre o carvedilol e a ivabradina num estudo de interações efetuado em voluntários saudáveis. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Estudos específicos de interação medicamentosa demonstraram que não existe efeito clinicamente significativo dos seguintes medicamentos na farmacocinética e farmacodinâmica da ivabradina: Inibidores da bomba de protões (omeprazol, lansoprazol), sildenafil, inibidores da redutase HMG CoA (sinvastatina), bloqueadores dos canais de cálcio dihidropiridinicos (amlodipina,lacidipina), digoxina e varfarina. Adicionalmente não houve qualquer efeito clinicamente significativo da ivabradina sobre a farmacocinética da sinvastatina, amlodipina, lacidipina, sobre a farmacocinética e farmacodinâmica da digoxina e da varfarina e sobre a farmacodinâmica do ácido acetilsalicílico.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Macitentano + Sildenafil

Observações: Estudos in vitro: As enzimas do citocromo P450 CYP3A4, CYP2C8, CYP2C9 e CYP2C19 estão envolvidas no metabolismo do macitentano e na formação dos seus metabolitos. Macitentano e o seu metabolito ativo não têm efeitos inibitórios ou indutores clinicamente relevantes nas enzimas do citocromo P450. Macitentano e o seu metabolito ativo não inibem os transportadores de captação hepáticos ou renais em concentrações clinicamente relevantes, incluindo os polipétidos transportadores de aniões orgânicos (OATP1B1 e OATP1B3). Macitentano e o seu metabolito ativo não são substratos relevantes de OATP1B1 e OATP1B3, mas entram no fígado por difusão passiva. Macitentano e o seu metabolito ativo não são inibidores das bombas de efluxo hepáticas ou renais em concentrações clinicamente relevantes, incluindo a proteína de multirresistência a fármacos ou p - glicoproteína (P - gp, MDR - 1) e transportadores de extrusão de múltiplos fármacos e toxinas (MATE1 e MATE2 - K). Macitentano inibe a proteína de resistência do cancro de mama (BCRP) em concentrações intestinais clinicamente relevantes. Macitentano não é um substrato para P - gp/MDR - 1. Em concentrações clinicamente relevantes, o macitentano e o seu metabolito ativo não interagem com proteínas envolvidas no transporte hepático de sais biliares, por ex., a bomba de saída de sais biliares (BSEP) e o polipéptido sódio - dependente cotransportador de taurocolato (NTCP). Estudos in vivo: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Sildenafil: No estado estacio nário, a exposição ao sildenafil 20 mg três vezes por dia aumentou 15% com a administração concomitante de macitentano 10 mg uma vez por dia. O sildenafil, um substrato do CYP3A4, não afetou a farmacocinética do macitentano, embora tenha ocorrido uma redução de 15% da exposição ao metabolito ativo do macitentano. Estas alterações não são consideradas clinicamente relevantes. Num estudo controlado com placebo em doentes com HAP, foram demonstradas a eficácia e a segurança do macitentano em combinação com o sildenafil.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lesinurad + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do lesinurad noutros medicamentos: Substratos CYP3A: Uma indução ligeira a moderada do CYP3A pelo lesinurad pode reduzir as exposições plasmáticas dos medicamentos administrados concomitantemente que sejam substratos sensíveis do CYP3A. Em estudos de interação realizados com Lesinurad em indivíduos saudáveis e substratos CYP3A, o lesinurad reduziu as concentrações plasmáticas de sildenafil e amlodipina.
 Sem significado Clínico

Ambrisentano + Sildenafil

Observações: O ambrisentano não inibe ou induz as enzimas metabolizadoras de fármacos de fase I ou II em concentrações clinicamente relevantes nos estudos não clínicos in vitro e in vivo, sugerindo um baixo potencial do ambrisentano para alterar o perfil dos fármacos metabolizados por estas vias. O potencial do ambrisentano para induzir a atividade CYP3A4 foi explorado em voluntários saudáveis com resultados que sugerem uma ausência de efeito indutor do ambrisentano na isoenzima CYP3A4.
Interações: Inibidores da fosfodiesterase: A administração concomitante de ambrisentano com um inibidor da fosfodiesterase, quer o sildenafil ou o tadalafil (ambos substratos do CYP3A4) em voluntários saudáveis não afetou significativamente a farmacocinética do inibidor da fosfodiesterase ou do ambrisentano.

Bosentano + Sildenafil

Observações: Bosentano é um indutor dos isoenzimas do citocromo P450 (CYP), CYP2C9 e CYP3A4. Dados in vitro sugerem também a indução de CYP2C19. Consequentemente, as concentrações plasmáticas das substâncias metabolizadas por estes isoenzimas estarão diminuídas com a administração concomitante de Bosentano. Deve ser considerada a possibilidade de uma alteração na eficácia dos medicamentos metabolizados por estes isoenzimas. A posologia destes produtos poderá ter de ser ajustada após o início do tratamento, uma alteração da dose de Bosentano ou interrupção do tratamento concomitante de Bosentano. Bosentano é metabolizado por CYP2C9 e CYP3A4. A inibição destes isoenzimas pode aumentar a concentração plasmática de bosentano.
Interações: A coadministração de bosentano 125 mg duas vezes ao dia (estado estacionário) com sildenafil 80 mg três vezes ao dia (no estado estacionário), administrados concomitantemente durante 6 dias, em voluntários saudáveis, resultou numa diminuição de 63% na AUC do sildenafil e num aumento de 50% na AUC do bosentano. Recomenda-se precaução no caso de coadministração.

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Sildenafil

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: Interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos INIBIDORES DA FOSFODIESTERASE (PDE5): Sildenafil (quando utilizado para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar): Mecanismo: inibição do CYP3A4 Pelo ritonavir. Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir. Não estudado. A utilização concomitante está contraindicada.

Nelfinavir + Sildenafil

Observações: n.d.
Interações: A coadministração é contraindicada com os seguintes fármacos que são substrato do CYP3A4 e que têm janela terapêutica estreita: Terfenadina, astemizol, cisaprida, amiodarona, quinidina, derivados da ergotamina, pimozida, midazolam oral, triazolam, alfuzosina e sildenafil quando utilizados para tratar a hipertensão arterial pulmonar. Prevê-se que a coadministração de um IP com sildenafil aumente substancialmente a concentração deste e resulte num aumento dos acontecimentos adversos associados ao sildenafil, incluindo hipotensão, alterações da visão e priapismo. Para outros substratos do CYP3A4 pode ser necessário reduzir a dose ou considerar uma alternativa. A coadministração de nelfinavir com propionato de fluticasona pode aumentar as concentrações plasmáticas do propionato de fluticasona. Considerar alternativas que não sejam metabolizadas pelo CYP3A4, como a beclometasona. A utilização concomitante de trazodona e nelfinavir pode aumentar as concentrações plasmáticas da trazodona e deve ser considerada uma dose mais baixa de trazodona. A coadministração de nelfinavir com sinvastatina ou lovastatina pode resultar em aumentos significativos das concentrações plasmáticas de sinvastatina e lovastatina e é contraindicada. Considerar alternativas que não sejam substractos do CYP3A4 como a pravastatina ou a fluvastatina. Inibidores FDE-5 para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar (HAP): Sildenafil: Não estudados. O uso concomitante de sildenafil e nelfinavir pode aumentar os níveis plasmáticos do sildenafil. Sildenafil é contraindicado quando coadministrado com nelfinavir. Inibidores FDE-5 para o tratamento da disfunção eréctil (DE): Sildenafil: Não estudados. O uso concomitante de sildenafil e nelfinavir pode aumentar os níveis plasmáticos do sildenafil. Dose inicial de sildenafil não excedendo 25 mg em 48 horas. Utilizar com mais monitorização dos acontecimentos adversos associados ao aumento da exposição ao sildenafil.

Amprenavir + Sildenafil

Observações: Foram realizados estudos de interacção com amprenavir como único inibidor da protease.
Interações: Poderá interagir com Amprenavir, quando administrados concomitantemente. Não se conhece, nem foi investigado, o significado clínico destas possíveis interações. Portanto, os doentes devem ser monitorizados relativamente a reacções tóxicas associadas a estes medicamentos, quando os mesmos forem administrados em associação com Amprenavir. Medicamentos para a disfunção eréctil: Com base na informação relativa a outros inibidores da protease, recomenda-se precaução na prescrição de inibidores da PDE5 (por ex. sildenafil e vardenafil) a doentes em tratamento com Amprenavir. A administração concomitante com Amprenavir pode aumentar substancialmente as concentrações plasmáticas dos inibidores da PDE5 e provocar reacções adversas associadas aos inibidores da PDE5, incluindo hipotensão, alterações da visão e priapismo.

Nitroglicerina + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: Interações que resultam numa contraindicação de utilização concomitante: A administração concomitante de Nitroglicerina com outros vasodilatadores (p.ex. inibidores da PDE5 como o sildenafil, tadalafil, vardenafil) pode potenciar o efeito de diminuição da pressão arterial de Nitroglicerina.

Nicorandilo + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: A utilização concomitante de nicorandilo e de inibidores das fosfodiesterases de tipo 5, por exemplo sildenafil, tadalafil, vardenafil, está contraindicada, dado poder originar uma descida grave da pressão arterial. As doses terapêuticas de nicorandilo podem baixar a pressão arterial nos doentes com hipotensão.
 Sem significado Clínico

Sitaxentano + Sildenafil

Observações: O sitaxentano sódico é metabolizado no fígado pelas isoenzimas CYP2C9 e CYP3A4/5 do citocromo P450. O sitaxentano sódico é um inibidor da CYP2C9 e, em menor grau, CYP2C19, CYP3A4/5 e CYP 2C8. As concentrações plasmáticas dos fármacos metabolizados pela CYP2C9, podem aumentar durante a co-administração de sitaxentano sódico. Não se espera que a co-administração com fármacos metabolizados pela CYP2C19 ou CYP3A4/5 resulte em interações medicamentosas clinicamente significativas. O Sitaxentano sódico não afecta o transportador de p-glicoproteína, mas está estabelecido que o sitaxentano sódico é um substrato das proteínas transportadoras PTAO.
Interações: Efeitos do sitaxentano sódico noutros medicamentos: Sildenafil (substrato da CYP3A4): Uma dose única de sildenafil 100 mg co-administrada com sitaxentano sódico aumentou a Cmax e a AUC ∞ do sildenafil em 18% e 28%, respectivamente. Não houve alterações na Cmax ou na AUC para o metabolito activo n-desmetilsildenafil. Estas alterações nas concentrações plasmáticas do sildenafil não foram consideradas clinicamente significativas. A interacção com o sildenafil pode ser grave se ocorrer hipotensão para além de um nível seguro. Os resultados dos estudos sugerem que a dose de sildenafil não precisa de ser ajustada durante a administração concomitante com sitaxentano sódico.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Macrólidos + Sildenafil

Observações: Podem interferir com a absorção de outros fármacos, inibir as enzimas metabolizadoras com aumento da toxicidade de alguns fármacos e, com menos frequência, reduzir a concentração plasmática de outros, por aceleração do metabolismo. Os macrólidos envolvidos com mais frequência são a eritromicina (em particular por via parentérica) e a claritromicina. A eritromicina em aplicação tópica não origina interacções.
Interações: Por inibição enzimática, com aumento da concentração plasmática e da toxicidade respectiva interferem com - Sildenafil
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Sildenafil não é indicado para utilização em mulheres.

Sildenafil pode causar tonturas e pode afectar a visão.

Deve estar ciente da maneira como reage a Sildenafil antes de conduzir ou utilizar máquinas.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017