Rivastigmina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução Uso Hospitalar DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
A rivastigmina pertence a uma classe de substâncias denominada inibidores da colinesterase.

Em doentes com demência de Alzheimer ou demência devido à doença de Parkinson, algumas células nervosas morrem no cérebro resultando em níveis baixos do neurotransmissor acetilcolina ( uma substância que permite às células nervosas comunicarem entre si).

A rivastigmina funciona através do bloqueio das enzimas que degradam a acetilcolina: acetilcolinesterase e butirilcolinesterase.

Através do bloqueio destas enzimas, a rivastigmina permite o aumento dos níveis de acetilcolina no cérebro, ajudando a reduzir os sintomas da doença de Alzheimer e da demência associada à doença de Parkinson.
Usos comuns
Rivastigmina é utilizada no tratamento de doentes adultos com demência de Alzheimer ligeira a moderadamente grave, uma perturbação progressiva do cérebro que afeta gradualmente a memória, a capacidade intelectual e o comportamento.

As cápsulas e a solução oral também podem ser utilizadas para o tratamento da demência em doentes adultos com doença de Parkinson.
Tipo
pequena molécula
História
A rivastigmina foi desenvolvida por Marta Weinstock-Rosin, do Departamento de Farmacologia, da Universidade Hebraica de Jerusalém e vendido a Novartis por Yissum para o desenvolvimento comercial. (É um derivado semi-sintético da fisostigmina) Ela está disponível em cápsulas e formulações líquidas desde 1997.

Em 2006, tornou-se o primeiro produto aprovado globalmente para o tratamento da demência ligeira a moderada associada à doença de Parkinson, e em 2007 o emplastro transdérmico de rivastigmina se tornou o primeiro emplastro para o tratamento de demência.
Indicações
Tratamento sintomático da demência de Alzheimer ligeira a moderadamente grave.

Tratamento sintomático da demência ligeira a moderadamente grave em doentes com doença de Parkinson idiopática.
Classificação CFT
02.13.01     Medicamentos utilizados no tratamento sintomático das alterações das funções cognitivas
Mecanismo De Ação
A rivastigmina é um inibidor da acetil- e butirilcolinesterase do tipo carbamato, admitindo-se que facilita a neurotransmissão colinérgica pelo atraso na degradação da acetilcolina libertada por neurónios colinérgicos funcionalmente intactos.

Assim, a rivastigmina pode ter um efeito benéfico nos défices cognitivos, mediados pelo sistema colinérgico, na demência associada à doença de Alzheimer e à doença de Parkinson.

A rivastigmina interage com as suas enzimas alvo, pela formação de um complexo ligado covalentemente que inativa as enzimas temporariamente.

Em homens adultos jovens saudáveis, uma dose oral de 3 mg diminui a atividade da acetilcolinesterase (AChE) no líquido cefalorraquidiano (LCR) em aproximadamente 40% na primeira 1,5 hora após a administração.

A atividade da enzima retorna aos níveis basais cerca de 9 horas após a obtenção do efeito inibitório máximo.

Em doentes com doença de Alzheimer, a inibição da A ChE no LCR pela rivastigmina foi dependente da dose até 6 mg administrados duas vezes por dia, a dose mais elevada testada.

A inibição da atividade da butirilcolinesterase no LCR de 14 doentes com doença de Alzheimer, tratados com rivastigmina, foi semelhante à inibição da AChE.
Posologia Orientativa
Oral: 1,5 mg, duas vezes por dia.

Adesivo transdérmico: Dose inicial: O tratamento é iniciado com 4,6mg/24h.
Administração
Oral:
A rivastigmina deve ser administrada duas vezes por dia, com as refeições da manhã e da noite.

As cápsulas devem ser engolidas inteiras.

A solução oral de rivastigmina deve ser administrada duas vezes por dia, com as refeições da manhã e da noite.

A quantidade de solução prescrita deve ser retirada do recipiente utilizando a seringa doseadora fornecida.

A solução oral de rivastigmina pode ser ingerida diretamente da seringa.

A solução oral de rivastigmina e as cápsulas de rivastigmina podem ser substituídas entre si em doses iguais.

Adesivo transdérmico:
Os adesivos transdérmicos devem ser aplicados uma vez por dia na pele limpa, seca, sem pelo, intacta e saudável, na parte superior ou inferior das costas, na parte superior do braço ou tórax, num local em que não sejam deslocados pela roupa justa.

Não é recomendado aplicar o adesivo transdérmico na coxa ou no abdómen devido à diminuição da biodisponibilidade da rivastigmina que é observada quando o adesivo transdérmico é aplicado nessas áreas do corpo.

O adesivo transdérmico não deve ser aplicado na pele vermelha, irritada ou cortada.

A reaplicação no mesmo local exato nos 14 dias seguintes deve ser evitada para minimizar o risco potencial de irritação cutânea.
Contraindicações
O uso deste medicamento está contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida à substância ativa rivastigmina, a outros derivados de carbamatos.

História prévia de reações no local de aplicação sugestivas de dermatite alérgica de contacto com o adesivo transdérmico de rivastigmina
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Poderá ter efeitos indesejáveis com mais frequência quando inicia o seu medicamento ou quando a sua dose é aumentada.
Normalmente, os efeitos indesejáveis irão desaparecer gradualmente, assim que o seu organismo se habituar ao medicamento.

Muito frequentes (podem afetar mais de 1 em 10 pessoas)
Tonturas
Perda de apetite
Problemas de estômago tais como enjoos (náuseas) ou vómitos, diarreia

Frequentes (podem afetar até 1 em 10 pessoas)
Ansiedade
Transpiração
Dor de cabeça
Azia
Perda de peso
Dores de estômago
Agitação
Sensação de fadiga ou fraqueza
Sensação geral de mal-estar
Tremores ou confusão
Perda de apetite

Pouco frequentes (podem afetar até 1 em 100 pessoas)
Depressão
Dificuldade em dormir
Desmaio ou quedas acidentais
Alterações do funcionamento do fígado

Raros (podem afetar até 1 em 1.000 pessoas)
Dor no peito
Erupção na pele, comichão
Crises epiléticas (ataques ou convulsões)
Úlceras no estômago ou intestino

Muito raros (podem afetar até 1 em 10.000 pessoas)
Pressão arterial elevada
Infeção do trato urinário
Ver coisas que não existem (alucinações)
Problemas com o batimento cardíaco tais como batimento cardíaco rápido ou lento
Hemorragia gastrointestinal – identificada por sangue nas fezes ou ao vomitar
Inflamação do pâncreas – os sintomas incluem dor forte na parte superior do estômago, frequentemente acompanhada de enjoos (náuseas ) ou vómitos
Agravamento dos sinais da doença de Parkinson ou desenvolvimento de sinais semelhantes – tais como rigidez muscular, dificuldade em efetuar movimentos

Desconhecido (a frequência não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis)
Vómitos muito intensos que podem levar à rutura do tubo que liga a boca ao estômago (esófago)
Desidratação (perder demasiados líquidos)
Problemas de fígado (pele amarela, amarelecimento da parte branca dos olhos, escurecimento anormal da urina ou náuseas, vómitos, cansaço ou falta de apetite inexplicáveis)
Agressividade, agitação
Batimento cardíaco irregular

Doentes com demência associada à doença de Parkinson

Estes doentes têm alguns efeitos secundários com mais frequência. Estes doentes também têm alguns efeitos secundários adicionais:

Muito frequentes (podem afetar mais de 1 em 10 pessoas)
Tremores
Desmaio
Queda acidental

Frequentes (podem afetar até 1 em 10 pessoas)
Ansiedade
Agitação
Batimento cardíaco rápido e lento
Dificuldade em dormir
Aumento da secreção de saliva e desidratação
Movimentos muito lentos ou involuntários
Agravamento dos sinais da doença de Parkinson ou desenvolvimento de sinais semelhantes – tais como rigidez muscular, dificuldade em efetuar movimentos e fraqueza muscular

Pouco frequentes (podem afetar até 1 em 100 pessoas)
Batimento cardíaco irregular e controlo insuficiente dos movimentos

Outros efeitos secundários observados com os adesivos transdérmicos e que podem ocorrer durante o tratamento com as cápsulas:

Frequentes (podem afetar até 1 em 10 pessoas)
Febre
Confusão grave
Incontinência urinária (incapacidade de retenção adequada de urina)

Pouco frequentes (podem afetar até 1 em 100 pessoas)
Hiperatividade (elevado nível de atividade, agitação)

Desconhecido (a frequência não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis)
Reações alérgicas no local de aplicação, tais como bolhas ou pele inflamada
Advertências
Gravidez
Gravidez:Usar apenas se o benefício potencial for superior aos riscos. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Aleitamento
Aleitamento:Evitar; presente no leite em estudos animais.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Evitar na IH grave.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Usar com precaução.
Conducao
Conducao:Presume-se alterar significativamente a capacidade de condução.
Precauções Gerais
A incidência e gravidade das reações adversas geralmente aumentam com as doses mais elevadas.

Se o tratamento for interrompido durante mais do que três dias, deve ser reiniciado com uma dose de 1,5 mg, duas vezes por dia, de modo a reduzir a possibilidade de reações adversas (ex.: vómitos).

Podem ocorrer reações cutâneas no local de aplicação com o adesivo transdérmico de rivastigmina que são geralmente de intensidade ligeira a moderada.

Estas reações não constituem em si uma indicação de sensibilização.

No entanto, o uso do adesivo transdérmico de rivastigmina pode conduzir a dermatite alérgica de contacto.

Deve-se suspeitar de dermatite alérgica de contacto caso as reações no local de aplicação se alastrarem para além da área do adesivo transdérmico, se existir evidência de uma reação local mais intensa (ex. eritema aumentado, edema, pápulas, vesículas) e se os sintomas não melhorarem significativamente num período de 48 h após a remoção do adesivo transdérmico.

Nestes casos, deve-se descontinuaro tratamento.

Os doentes que desenvolvam reações no local de administração sugestivas de dermatite de contacto alérgica ao adesivo transdérmico de rivastigmina que ainda necessitem de tratamento com rivastigmina apenas devem passar a tomar rivastigmina oral após apresentarem resultado de teste de alergia negativo e sob supervisão médica apertada.

É possível que alguns doentes sensíbilizados à rivastigmina devido à exposição ao adesivo transdérmico de rivastigmina não possam tomar rivastigmina em qualquer forma.

Existem notificações pós-comercialização raras de doentes que apresentaram dermatite alérgica (disseminada) quando foi administrada rivastigmina independentemente da via de administração (oral, transdérmica).

Nestes casos, o tratamento deve ser descontinuado.

Os doentes e os cuidadores devem ser instruídos de acordo com estas informações.


Titulação de dose: Foram observadas reações adversas (ex: hipertensão e alucinações em doentes com demência de Alzheimer, e agravamento dos sintomas extrapiramidais, em particular tremor, em doentes com demência associada à doença de Parkinson) pouco depois de um aumento de dose.

Estes podem responder a uma redução da dose.

Noutros casos, este medicamento foi interrompido.

Distúrbios gastrointestinais tais como náuseas, vómitos e diarreia são dose-dependentes e podem ocorrer principalmente aquando do início do tratamento e/ou aumento da dose.

Estas reações adversas ocorrem mais frequentemente nas mulheres.


Os doentes com sinais ou sintomas de desidratação resultantes de vómitos prolongados ou diarreia prolongada podem ser controlados com fluidos intravenosos e diminuição da dose ou descontinuação se identificados e tratados imediatamente.

A desidratação pode estar associada a resultados graves.

Os doentes com doença de Alzheimer podem perder peso.

Os inibidores da colinesterase, incluindo a rivastigmina, têm sido associados a perda de peso nestes doentes.

Durante a terapêutica, o peso dos doentes deve ser vigiado.

Em caso de vómitos graves associados ao tratamento com rivastigmina, deverá ser feito um ajuste de dose apropriado.

Alguns casos de vómitos graves estavam associados a rutura esofágica.

Estes acontecimentos ocorreram particularmente após incrementos de dose ou após administração de doses elevadas de rivastigmina.

Deve tomar-se cuidado quando se utiliza rivastigmina em doentes com síndrome do nodo sinusal ou defeitos de condução (bloqueio sinoauricular, bloqueio auriculoventricular).

A rivastigmina pode causar aumento das secreções ácidas gástricas.

Deve tomar-se cuidado ao tratar doentes com úlceras gástricas ou duodenais ativas ou doentes predispostos a estas condições.

Os inibidores da colinesterase devem ser prescritos com cuidado em doentes com história clínica de asma ou doença pulmonar obstrutiva.

Os colinomiméticos podem induzir ou exacerbar obstrução urinária e convulsões.

Recomenda-se precaução ao tratar doentes predispostos a tais doenças.

O uso de rivastigmina não foi investigado em doentes com demência da doença de Alzheimer grave ou associada à doença de Parkinson, outros tipos de demência ou outros tipos de alteração da memória (ex.: declínio cognitivo relacionado com a idade).

Logo, a utilização nesta população de doentes não é recomendada.

Tal como outros colinomiméticos, a rivastigmina pode exacerbar ou induzir sintomas extrapiramidais.


Foi observado um agravamento (incluindo bradicinesia, discinesia, alterações da marcha) e um aumento na incidência ou gravidade do tremor em doentes com demência associada à doença de Parkinson.

Estes acontecimentos levaram à interrupção da rivastigmina em alguns casos (ex.: interrupções devidas ao tremor 1,7% com rivastigmina vs. 0% com placebo).

A monitorização clínica é recomendada para estas reações adversas.


Populações especiais
Podem ocorrer mais reações adversas em doentes com compromisso renal ou hepático clinicamente significativo.

As doses recomendadas para titulação de acordo com a tolerabilidade individual devem ser cuidadosamente seguidas.


Os doentes com compromisso hepático grave não foram estudados.


No entanto, este medicamento pode ser utilizado nesta população de doentes sendo necessária uma monitorização regular.

Os doentes com peso corporal inferior a 50 kg podem ter mais reações adversas e têm maior probabilidade de descontinuar o tratamento devido às reações adversas
Cuidados com a Dieta
Pode ser utilizado com alimentos, bebidas e álcool
Terapêutica Interrompida
Se verificar que se esqueceu de tomar uma dose aguarde e tome a próxima dose à hora habitual.

Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.

Se se esqueceu de aplicar um adesivo transdérmico, aplique um novo imediatamente.

Pode aplicar o novo adesivo transdérmico à hora habitual do dia seguinte.

Não aplique dois adesivos transdérmicos para compensar aquele que se esqueceu
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Cápsulas: Não conservar acima de 30°C.

Solução oral: Não conservar acima de 30°C.

Não refrigerar ou congelar.

Conservar na posição vertical.

Adesivo transdérmico: Não conservar acima de 25ºC.

Manter o adesivo transdérmico dentro da saqueta até utilizar.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Galantamina + Rivastigmina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Devido ao seu mecanismo de ação, a galantamina não deve ser administrada simultaneamente com outros colinomiméticos (tais como ambenónio, donepezilo, neostigmina, piridostigmina, rivastigmina ou pilocarpina, administrada sistemicamente). A galantamina tem o potencial de antagonizar o efeito da medicação anticolinérgica. Caso a terapêutica anticolinergica, como a atropina, seja interrompida abruptamente, existe um potencial risco de exacerbação dos efeitos da galantamina. Tal como acontece com os colinomiméticos, é possível que ocorra uma interação farmacodinâmica com medicamentos que reduzam de modo significativo a frequência cardíaca, como por exemplo a digoxina, bloqueadores beta, alguns bloqueadores dos canais de cálcio e a amiodarona. Deve ter-se especial precaução com os medicamentos que têm potencial para causar torsades de pointes. Nestes casos deve considerar-se a realização de um eletrocardiograma.

Rivastigmina + Relaxantes musculares

Observações: N.D.
Interações: Sendo um inibidor da colinesterase, a rivastigmina pode potenciar os efeitos dos relaxantes musculares do tipo da succinilcolina durante a anestesia. É recomendada precaução aquando da seleção dos agentes anestésicos. Se necessário, podem ser considerados ajustes de dose ou interrupção temporária do tratamento.

Rivastigmina + Cloreto de suxametónio

Observações: N.D.
Interações: Sendo um inibidor da colinesterase, a rivastigmina pode potenciar os efeitos dos relaxantes musculares do tipo da succinilcolina durante a anestesia. É recomendada precaução aquando da seleção dos agentes anestésicos. Se necessário, podem ser considerados ajustes de dose ou interrupção temporária do tratamento.

Rivastigmina + Anticolinérgicos

Observações: N.D.
Interações: Atendendo aos seus efeitos farmacodinâmicos, a rivastigmina não deve ser administrada concomitantemente com outras substâncias colinomiméticas e pode interferir com a atividade de medicamentos anticolinérgicos.

Rivastigmina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Não se observou qualquer interação farmacocinética da rivastigmina com digoxina, varfarina, diazepam ou fluoxetina nos estudosem voluntários saudáveis. O aumento do tempo de protrombina induzido pela varfarina não é afetado pela administração de rivastigmina. Não se observaram quaisquer efeitos indesejáveis sobre a condução cardíaca após a administração concomitante de digoxina e rivastigmina.

Rivastigmina + Varfarina

Observações: N.D.
Interações: Não se observou qualquer interação farmacocinética da rivastigmina com digoxina, varfarina, diazepam ou fluoxetina nos estudosem voluntários saudáveis. O aumento do tempo de protrombina induzido pela varfarina não é afetado pela administração de rivastigmina. Não se observaram quaisquer efeitos indesejáveis sobre a condução cardíaca após a administração concomitante de digoxina e rivastigmina.

Rivastigmina + Diazepam

Observações: N.D.
Interações: Não se observou qualquer interação farmacocinética da rivastigmina com digoxina, varfarina, diazepam ou fluoxetina nos estudosem voluntários saudáveis. O aumento do tempo de protrombina induzido pela varfarina não é afetado pela administração de rivastigmina. Não se observaram quaisquer efeitos indesejáveis sobre a condução cardíaca após a administração concomitante de digoxina e rivastigmina.

Rivastigmina + Fluoxetina

Observações: N.D.
Interações: Não se observou qualquer interação farmacocinética da rivastigmina com digoxina, varfarina, diazepam ou fluoxetina nos estudosem voluntários saudáveis. O aumento do tempo de protrombina induzido pela varfarina não é afetado pela administração de rivastigmina. Não se observaram quaisquer efeitos indesejáveis sobre a condução cardíaca após a administração concomitante de digoxina e rivastigmina.

Rivastigmina + Outros medicamentos

Observações: N.D.
Interações: De acordo com o seu metabolismo, parecem improváveis interações metabólicas com outros medicamentos, apesar da rivastigmina poder inibir o metabolismo, mediado pela butirilcolinesterase, de outras substâncias.

Pasireotido + Rivastigmina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas previstas: Medicamentos bradicárdicos: A monitorização clínica da frequência cardíaca, especialmente no início do tratamento, é recomendada em doentes tratados concomitantemente com pasireotido e medicamentos bradicárdicos, tais como beta bloqueantes (por exemplo, metoprolol, carteolol, propranolol, sotalol), inibidores da acetilcolinesterase (por exemplo, rivastigmina, fisostigmina ), determinados bloqueadores dos canais de cálcio (por exemplo verapamilo, diltiazem, bepridilo), determinados antiarrítmicos.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.


A rivastigmina não deverá ser utilizada durante a gravidez, a menos que tal seja claramente necessário.


As mulheres que estiverem a tomar rivastigmina não devem amamentar.


A doença de Alzheimer pode causar uma diminuição gradual da capacidade de conduzir ou comprometer a capacidade para utilizar máquinas.

Além disso, a rivastigmina pode induzir tonturas e sonolência, principalmente quando se inicia o tratamento ou se aumenta a dose.


A capacidade dos doentes com demência, que tomam rivastigmina e que conduzem ou utilizam máquinas complexas deve ser regularmente avaliada pelo médico assistente.


Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017