Propranolol

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução DCI com Advertência no Dopping
O que é
É um fármaco anti-hipertensivo indicado para o tratamento e prevenção do infarto do miocárdio, da angina e de arritmias cardíacas.

Pode ser utilizado associado ou não a outros medicamentos para o tratamento da hipertensão.

É um bloqueador-beta adrenérgico.

Propranolol é um bloqueador-beta adrenérgico não-selectivo usado principalmente no tratamento da hipertensão.

Foi o primeiro beta bloqueador de sucesso desenvolvido.

Pode ser também utilizado no tratamento de Tremor Essencial e Feocromocitoma.

Propranolol é uma das substâncias proibidas nos Jogos Olímpicos, provavelmente para a sua utilização no controle de tremores.
Usos comuns
O propanolol pertence ao grupo dos bloqueadores beta.

É utilizado para: tratar a dor no peito (causada por uma diminuição do fluxo de sangue para o coração) tratar a tensão arterial elevada ajudar a evitar ataques cardíacos ulteriores tratar tremores controlar batimentos rápidos ou irregulares do coração controlar a frequência rápida do coração e outros sintomas causados por uma glândula tiróide hiperactiva tratar a tensão arterial elevada causada por um tumor situado na proximidade de um dos rins (feocromocitoma) diminuir dores de cabeça intensas (enxaqueca) evitar a hemorragia no estômago em doentes com uma pressão elevada do sangue no fígado ou com vasos sanguíneos dilatados no esófago.

Em algumas condições, o propranolol pode ser utilizado para tratar crianças com arritmias (perturbações do ritmo do coração).

A dose será ajustada pelo médico de acordo com a idade ou o peso da criança.
Tipo
Molécula pequena.
História
O propranolol foi patenteado em 1962 e aprovado para uso médico em 1964.
Está na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial de Saúde.

O cientista britânico James W.Preto desenvolveu com sucesso propranolol na década de 1960.
Em 1988, ele foi agraciado com o Prémio Nobel de Medicina por esta descoberta.

Propranolol foi derivada dos antagonistas β-adrenérgico primeiros dichloroisoprenaline e pronetalol.

O modificação estrutural da chave, que foi realizado a essencialmente todos os bloqueadores beta subsequentes, foi a inserção de um grupo oximetileno na estrutura de ariletanolamina pronetalol aumentando assim a potência do composto.

Isto também aparentemente eliminado a carcinogenicidade encontrado com pronetalol em modelos animais.
Indicações
Angina de peito.
Hipertensão.
Profilaxia a longo prazo contra novo enfarte do miocárdio após recuperação de enfarte agudo do miocárdio.
Cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva.
Tremor essencial.
Arritmia cardíaca supraventricular.
Arritmias cardíacas ventriculares.
Hipertiroidismo e tirotoxicose.
Feocromocitoma (com um bloqueador alfa).
Enxaqueca.
Profilaxia de hemorragia gastrointestinal superior em doentes com hipertensão portal e varizes esofágicas.
Classificação CFT

3.4.4.2.2 : Não selectivos cardíacos

Mecanismo De Acção
Propranolol compete com neurotransmissores simpaticomiméticos tais como catecolaminas para a ligação a receptores beta (1)-adrenérgicos no coração, inibindo a estimulação simpática.

Isso resulta em uma redução na frequência cardíaca de repouso, débito cardíaco, pressão arterial sistólica e diastólica, e hipotensão ortostática reflexo.
Posologia Orientativa
Adultos:
Angina: a dose inicial é de 40 mg duas ou três vezes por dia; a dose máxima recomendada é de 120-240 mg por dia.

Tensão arterial elevada - recomenda-se inicialmente a dose de 40 mg duas ou três vezes por dia, que pode ser aumentada em 80 mg por dia, até 160-320 mg por dia.

Ataque cardíaco (após um enfarte do miocárdio) – inicialmente, 40 mg duas ou três vezes por dia, dose que, mais tarde, pode ser aumentada para 80 mg duas vezes por dia.

Tremores - 40 mg duas a três vezes por dia.

Ritmos irregulares do coração - 10 mg a 40 mg duas ou três vezes por dia.

Glândula tiróide hiperactiva - a sua dose pode ser decidida com base na resposta clínica.

Feocromocitoma
- antes de operação - 60 mg por dia durante três dias
- dose de tratamento se não operável - 30 mg por dia.

Enxaqueca: inicialmente 40 mg duas ou três vezes por dia, até 80-160 mg por dia.

Doença do fígado causada por tensão arterial elevada - inicialmente 40 mg duas vezes por dia, sendo a dose máxima recomendada de 160 mg duas vezes por dia.

Crianças e adolescentes:
Arritmias: Em algumas condições, o propranolol pode ser utilizado para tratar crianças com arritmias (perturbações do ritmo do coração).
A dose será ajustada pelo médico de acordo com a idade ou o peso da criança.

Idosos: a sua dose pode ser decidida com base na resposta clínica.

Insuficiência hepática ou renal: A sua dose pode ser decidida com base na resposta clínica
Administração
Via oral.
Tome-o com água antes das refeições.
Não pare de tomar os comprimidos a menos que o médico lhe diga para o fazer.
Contra-Indicações
Hipersensibilidade ao cloridrato de propanolol
Descompensação cardíaca que não é devidamente tratada.
Síndrome de disfunção sinusal/bloqueio sino-auricular.
Antecedentes de broncospasmo ou de asma brônquica, doença pulmonar obstrutiva crónica.
Acidose metabólica.
Bloqueio cardíaco de segundo e terceiro graus.
Jejum prolongado (p. ex., hipoglicemia).
Choque cardiogénico
Feocromocitoma não tratado.
Bradicardia grave.
Hipotensão grave.
Perturbações arteriais periféricas graves.
Angina de Prinzmetal.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Foram notificados os seguintes acontecimentos indesejáveis, indicados por classes de sistemas de órgãos:

Doenças do sangue e do sistema linfático
Raros: trombocitopenia,
Desconhecido: agranulocitose

Doenças do sistema imunitário
Raros: angioedema.

Doenças endócrinas
Desconhecido: ocultação de sinais de tireotoxicose.

Doenças do metabolismo e da nutrição
Desconhecido: foi notificada hipoglicemia em recém-nascidos, lactentes, crianças, doentes idosos, doentes em hemodiálise, doentes em terapêutica antidiabética concomitante, doentes em jejum prolongado e doentes com doença hepática crónica.

Alterações do metabolismo dos lípidos (alterações das concentrações sanguíneas dos triglicéridos e colesterol). A hipoglicemia grave pode causar raramente convulsões ou coma.

Perturbações do foro psiquiátrico
Frequentes: perturbações do sono, pesadelos.
Raros: alucinações, psicoses, alterações do humor
Desconhecido: depressão.

Doenças do sistema nervoso
Raros: confusão, perda de memória, tonturas, parestesia.
Muito raros: foram notificados casos isolados de uma síndrome semelhante à miastenia grave ou exacerbação de miastenia grave.
Desconhecido: cefaleias, convulsões relacionadas com hipoglicemia.

Afecções oculares
Raros: perturbações visuais, secura dos olhos
Desconhecido: conjuntivite

Cardiopatias
Frequentes: bradicardia
Raros: deterioração da insuficiência cardíaca, precipitação de bloqueio cardíaco, hipotensão postural que pode estar associada a síncope.
Desconhecido: agravamento de crises de angina de peito

Vasculopatias
Frequentes: extremidades frias, síndrome de Raynaud
Raros: exacerbação de claudicação intermitente

Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino
Frequentes: falta de ar
Raros: pode ocorrer broncospasmo em doentes com asma brônquica ou antecedentes de queixas asmáticas, por vezes com evolução fatal.
Desconhecido: dispneia.

Doenças gastrointestinais
Pouco frequentes: diarreia, náuseas, vómitos
Desconhecido: obstipação, xerostomia

Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneos
Raros: alopecia, púrpura, reacções cutâneas de tipo psoriático, exacerbação de psoríase, erupção cutânea
Muito raros: foram notificados casos isolados de hiperhidrose.

Afecções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos
Desconhecido: artralgia

Doenças renais e urinárias
Desconhecido: diminuição do fluxo renal e da VFG

Doenças dos órgãos genitais e da mama
Desconhecido: impotência

Perturbações gerais e alterações no local de administração
Frequentes: fadiga e/ou lassitude (muitas vezes transitória)

Exames complementares de diagnóstico:
Muito raros: Observou-se um aumento dos anticorpos antinucleares (ANA) com muitos bloqueadores beta, contudo, a relevância clínica deste facto não é clara.

Deve considerar-se a descontinuação do medicamento sempre que, de acordo com o critério clínico, o bem-estar do doente for afectado adversamente por qualquer uma das reacções acima. A suspensão da terapêutica com um bloqueador beta-adrenérgico deve ser gradual. Na eventualidade rara de intolerância manifestada por bradicardia e hipotensão, o medicamento deve ser interrompido e, se necessário, deve instituir-se tratamento para a sobredosagem.
Advertências
Gravidez
Gravidez
Gravidez:Propranolol não é recomendado durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento
Aleitamento:Propranolol não é recomendado durante a amamentação.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Redução posológica.
Insuf. Renal
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Ver Bloqueadores adrenérgicos beta.
Condução
Condução
Condução:A capacidade de reagir pode ser afectada a tal ponto que a capacidade de conduzir, utilizar máquinas e trabalhar sem um apoio firme está alterada.
Dopping
Dopping
Dopping:Os beta-bloqueantes são proibidos somente Em Competição nos seguintes desportos, excepto se especificado de outra forma: actividades Subaquáticas (CMAS), Automobilismo (FIA), Bilhar (todas as disciplinas) (WCBS), Esqui/Snowboard (FIS), Golfe (IGF), Setas (WDF). Proibido igualmente fora de competição: Tiro (ISSF, IPC), Tiro (ISSF, IPC), Tiro com Arco (WA).
Precauções Gerais
Em doentes com doença pulmonar obstrutiva crónica, os bloqueadores beta-adrenérgicos não selectivos, como o propranolol, podem agravar a situação obstrutiva.
Portanto, o propranolol não deve ser utilizado nesta situação.

Afecção hepática ou renal grave: como a semi-vida pode estar aumentada em doentes com afecção hepática ou renal significativa, devem tomar-se precauções quando se inicia o tratamento e seleciona a dose inicial.

Bloqueio auriculo-ventricular de grau I: Devem tomar-se precauções se o propranolol for administrado a doentes com bloqueio cardíaco de primeiro grau.

Cirrose hepática descompensada: O propranolol deve ser utilizado com precaução em doentes com cirrose descompensada.

O propranolol pode mascarar os sinais de tireotoxicose ou de hipoglicemia (especialmente a taquicardia).

Devem tomar-se precauções em doentes diabéticos submetidos a terapêutica hipoglicemiante concomitante.

Nestes doentes, o propranolol pode causar crises hipoglicémicas prolongadas.

O propranolol pode causar, ocasionalmente, hipoglicemia mesmo em não diabéticos como, por exemplo, recém-nascidos, lactentes, crianças, idosos, doentes em hemodiálise, doentes com doença crónica do fígado, doentes que tenham tomado uma sobredose e no jejum prolongado.

Uma das acções farmacológicas do propranolol é a diminuição da frequência cardíaca; nos casos em que os sintomas podem ser atribuídos à diminuição da frequência cardíaca, a dose pode ser diminuída.

Devem tomar-se precauções especiais em doentes cuja reserva cardíaca é baixa.

Os bloqueadores dos receptores beta-adrenérgicos devem ser evitados em doentes com insuficiência cardíaca manifesta.
Contudo, podem ser utilizados em doentes cujos sinais de insuficiência cardíaca foram controlados.
Como com outros bloqueadores dos receptores beta-adrenérgicos, o tratamento não deve ser descontinuado de forma abrupta.
Ou se substitui por uma dose equivalente de outro bloqueador dos receptores beta-adrenérgicos ou a suspensão do propranolol deve ser gradual.

O propranolol pode intensificar uma reacção anafiláctica.

Os bloqueadores dos receptores beta-adrenérgicos podem causar uma reacção mais intensa a vários alergenos quando administrados a doentes com antecedentes de reacção anafiláctica a estes alergenos.

Estes doentes podem não responder às doses habituais de adrenalina utilizadas para tratar as reacções alérgicas.

É necessária uma precaução especial, quando bloqueadores dos receptores beta-adrenérgicos são utilizados em doentes com antecedentes de anafilaxia.

A função hepática sofre uma deterioração em doentes com hipertensão portal, podendo desenvolver-se encefalopatia hepática.

Foram feitas notificações que sugerem que o tratamento com propranolol pode aumentar o risco de desenvolvimento de encefalopatia hepática.

Embora contra-indicado em perturbações circulatórias periféricas graves, os bloqueadores dos receptores beta-adrenérgicos também podem agravar formas menos graves.
Portanto, o propranolol deve ser utilizado com extrema precaução em afecções como a doença/síndrome de Raynaud ou a claudicação intermitente.

Foram notificados casos isolados de uma síndrome semelhante à miastenia grave ou exacerbação de miastenia grave em doentes medicados com propranolol.

Os bloqueadores dos receptores beta-adrenérgicos não devem ser utilizados no feocromocitoma não tratado.
No entanto, pode ser administrado concomitantemente com um bloqueador alfa em doentes com feocromocitoma.

Cirurgia: Após decisão de interromper um bloqueio beta na preparação para uma intervenção cirúrgica, a terapêutica deve ser interrompida durante pelo menos 48 horas.

A continuação do bloqueio beta diminui o risco de arritmias durante a indução e a intubação, contudo o risco de hipotensão também pode aumentar.

Caso se continue o tratamento, devem tomar-se precauções com a utilização de certos anestésicos.

O doente pode ser protegido contra reacções vagais administrando atropina por via intravenosa.
Cuidados com a Dieta
Pode ser administrado independentemente das refeições.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de intoxicações.

Sintomas:
Cardíacos - podem desenvolver-se bradicardia, hipotensão, edema pulmonar, síncope e choque cardiogénico.

Podem ocorrer anomalias da condução como bloqueio auriculoventricular de primeiro ou segundo grau.

Em casos raros podem ocorrer arritmias.

O desenvolvimento de complicações cardiovasculares é mais provável se também tiverem sido ingeridos outros medicamentos cardioactivos, especialmente bloqueadores dos canais de cálcio, digoxina, antidepressores cíclicos ou neurolépticos.

Os idosos e aqueles com doença isquémica cardíaca subjacente estão em risco de desenvolver um compromisso cardiovascular grave.

SNC - sonolência, confusão, convulsões, alucinações, pupilas dilatadas e, em casos graves, pode ocorrer coma.

Sinais neurológicos como coma ou ausência de reatividade pupilar são indicadores de prognóstico pouco fiáveis durante a reanimação.

Outros sinais – pode ocorrer broncospasmo, vómitos e, ocasionalmente, depressão respiratória mediada pelo SNC.

O conceito de cardio-selectividade aplica-se muito menos na situação de sobredosagem e os efeitos sistémicos do bloqueio beta incluem broncospasmo e cianose, especialmente naqueles com doença pré-existente das vias respiratórias.

A hipoglicemia e hipocalcemia são raras, podendo ocasionalmente também estar presente espasmo generalizado.

Tratamento:
No caso de sobredosagem ou de quedas extremas da frequência cardíaca ou da tensão arterial, deve suspender-se o tratamento com propranolol.

Além das medidas primárias para eliminação do veneno, devem ser monitorizados os parâmetros vitais que deverão ser devidamente corrigidos numa unidade de cuidados intensivos.

No caso de paragem cardíaca, pode estar indicada reanimação durante várias horas.

Esta deve incluir medidas sintomáticas gerais e de suporte, incluindo manutenção de uma via aérea patente e monitorização dos sinais vitais até à estabilização.

Considerar a administração de carvão activado (50 g em adultos, 1 g/kg em crianças) se um adulto se apresentar no período de 1 hora após a ingestão de mais do que uma dose terapêutica, ou uma criança após ingestão de qualquer quantidade.

Deve administrar-se atropina antes da lavagem gástrica, quando necessário, devido ao risco de estimulação vagal.

Em adultos, como alternativa, deve considerar-se a lavagem gástrica no período de uma hora após a ingestão de uma sobredosagem potencialmente fatal.

A bradicardia pode responder a doses elevadas de atropina (3 mg por via intravenosa no adulto e 0,04 mg/kg numa criança).

Na hipotensão grave, insuficiência cardíaca ou choque cardiogénico em adultos deve administrar-se um bólus de 5-10 mg de glucagão por via intravenosa (50-150 microgramas/kg numa criança) durante 10 minutos para diminuir a possibilidade de vómitos, seguido de uma perfusão de 1-5 mg/hora (50 microgramas/kg/hora), titulados até à resposta clínica.

Se não estiver disponível glucagão ou no caso de uma bradicardia e hipotensão graves que não melhoram com glucagão, pode contrariar-se o efeito de bloqueio beta por administração intravenosa lenta de cloridrato de isoprenalina, dopamina ou noradrenalina.

No caso de hipotensão grave, pode ser necessário suporte inotrópico adicional com um agonista beta como a dobutamina na dose de 2,5-40 microgramas/kg/min (adultos e crianças).

Deve administrar-se salbutamol nebulizado na dose de 2,5-5 mg para o broncospasmo.

A aminofilina por via intravenosa pode ser benéfica em casos graves (5 mg/kg durante 30 minutos seguidos de uma perfusão de 0,5-1 mg/kg/hora).

Não administrar a dose de carga inicial de 5 mg/kg se o doente estiver a tomar teofilina ou aminofilina por via oral.

Um pacemaker cardíaco também pode ser eficaz para aumentar a frequência cardíaca mas nem sempre corrige a hipotensão cardíaca secundária à depressão miocárdica.

Em casos de espasmo generalizado, pode utilizar-se uma dose intravenosa lenta de diazepam (0,1-0,3 mg/kg de peso corporal).
Terapêutica Interrompida
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.

Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.

Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antiarrítmicos Propranolol

Observações: Aumentam a depressão do miocárdio quando são administrados com outros AA. Aumentam o risco de arritmias ventriculares quando são dados com AA que prolongam o intervalo QT
Interacções: Propafenona: Diminuem a concentração plasmática de propafenona: - Propranolol - Propranolol
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Bloqueadores beta-adrenérgicos Propranolol

Observações: Os bloqueadores adrenérgicos beta (em especial os não selectivos como o propranolol) alteram a resposta aos simpaticomiméticos com actividade agonista-beta (ex.: adrenalina). Os bloqueadores que sofrem um metabolismo de primeira passagem extenso, podem ser afectados por fármacos capazes de alterar este processo. Estes bloqueadores podem reduzir o fluxo sanguíneo hepático.
Interacções: Fármacos que podem aumentar o efeito de bloqueio beta: Inibidores selectivos da recaptação da serotonina (ISRS): a fluoxetina e a paroxetina inibem o CYP2D6 e aumentam as concentrações de timolol, propranolol, metoprolol e carvedilol - Propranolol - Propranolol
Não recomendado/Evitar

Hidróxido de alumínio Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Os antiácidos provocam uma diminuição da absorção dum número considerável de fármacos, entre os quais: propranolol. Deve ser evitada a administração simultânea do hidróxido de alumínio com os referidos fármacos. - Propranolol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isradipina Propranolol

Observações: A isradipina não parece inibir as enzimas do citocromo P450, em particular CYP3A4, numa extensão clínica significativa. A ingestão concomitante de sumo de toranja pode aumentar a biodisponibilidade da isradipina.
Interacções: A farmacocinética da isradipina não é modificada pela administração concomitante de digoxina, propranolol, varfarina, hidroclorotiazida ou ciclosporina. A isradipina induz um pequeno aumento (27%) na biodisponibilidade (AUC) do propranolol. A relevância clínica não é conhecida. - Propranolol
Não recomendado/Evitar

Propranolol Broncodilatadores

Observações: n.d.
Interacções: Associações não recomendadas: Broncodilatadores agonistas beta-adrenérgicos: Os bloqueadores beta-adrenérgicos não cardioselectivos opõem-se aos efeitos de broncodilatação dos broncodilatadores agonistas beta-adrenérgicos, portanto, o propranolol é contra-indicado em doentes com asma. - Broncodilatadores
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio Propranolol

Observações: O uso concomitante de carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio com outros medicamentos pode alterar a absorção destes últimos. O uso concomitante de antiácidos contendo alumínio e o ácido contido em algumas bebidas (sumo de fruta, vinho, etc) pode aumentar a absorção intestinal de alumínio. Devido à grande variedade de interações medicamentosas é recomendado, excepto indicação contrária do médico, um intervalo de 2 horas entre a administração do antiácido e outros medicamentos.
Interacções: Foram encontradas pequenas diminuições na absorção de digoxina, captopril, cimetidina, ranitidina, famotidina, teofilina, propranolol, atenolol, sulfato de ferro e clorpromazina. Estas diminuições não são clinicamente relevantes. - Propranolol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio + Dimeticone Propranolol

Observações: Carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio/ Dimeticone pode interferir com a biodisponibilidade oral de vários fármacos. O uso concomitante de antiácidos contendo alumínio com outros fármacos pode alterar a absorção destes últimos. O uso concomitante de antiácidos contendo alumínio e o ácido contido em algumas bebidas (sumo de fruta, vinho, etc) pode aumentar a absorção intestinal de alumínio.
Interacções: Foram encontradas pequenas diminuições na absorção de digoxina, captopril, cimetidina, ranitidina, famotidina, teofilina, propranolol, atenolol, sulfato de ferro e clorpromazina. Estas diminuições não são clinicamente relevantes. Tendo em conta uma possível diminuição da absorção, deve considerar-se um intervalo de uma a duas horas entre a administração de antiácidos e de outros fármacos. - Propranolol
Não recomendado/Evitar

Salbutamol (albuterol) Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: O salbutamol e fármacos beta-bloqueantes não seletivos, tais como o propranolol, não devem geralmente ser prescritos em concomitância. - Propranolol
Contraindicado

Guaifenesina + Salbutamol Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: O salbutamol e bloqueadores beta não seletivos tais como o propranolol, não devem geralmente ser prescritos em concomitância. - Propranolol
Sem efeito descrito

Almotriptano Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Administrações múltiplas de propranolol não alteraram a farmacocinética de almotriptano. Não se observaram interacções clinicamente significativas. - Propranolol
Consultar informação actualizada

Flupirtina Propranolol

Observações: A utilização concomitante de flupirtina com outros fármacos conhecidos por causar lesões hepáticas induzidas por fármacos deve ser evitada.
Interacções: Devido à grande ligação da flupirtina às proteínas, é de esperar que na administração concomitante de outro fármaco também com grande ligação às proteínas, ocorra deslocação da ligação às proteínas. Foram realizados testes correspondentes in-vitro, com diazepam, varfarina, ácido acetilsalicílico, benzilpenicilina, digitoxina, glibenclamida, propranolol e clonidina. Apenas com varfarina e diazepam, o deslocamento da ligação à albumina atingiu um valor em que a intensificação destes medicamentos não pode ser desprezada no caso de administração concomitante com maleato de flupirtina. - Propranolol
Sem efeito descrito

Docetaxel Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: O docetaxel tem uma elevada ligação às proteínas (>95%). Embora a possível interacção in vivo do docetaxel com outros medicamentos administrados concomitantemente não tenha sido investigada formalmente, as interacções in vitro com agentes fortemente ligados às proteínas tais como eritromicina, difenidramina, propranolol, propafenona, fenitoína, salicilato, sulfametoxazol e valproato de sódio não afectou a ligação às proteínas do docetaxel. - Propranolol
Não recomendado/Evitar

Estiripentol Propranolol

Observações: Não se encontra devidamente esclarecida a influência de outros medicamentos antiepilépticos na farmacocinética do estiripentol. Estudos in vitro sugeriram que o metabolismo de fase 1 do estiripentol é catalizado pela CYP1A2, CYP2C19 e CYP3A4 e possivelmente outras enzimas. É aconselhada precaução ao associar o estiripentol com outras substâncias que inibem ou induzem uma ou mais destas enzimas.
Interacções: Uma vez que o estiripentol inibiu o CYP2D6 in vitro em concentrações clinicamente atingidas no plasma, quaisquer substâncias que sejam metabolizadas por esta isoenzima, tais como: Bloqueadores beta (propranolol, carvedilol, timolol), antidepressivos (fluoxetina, paroxetina, sertralina, imipramina, clomipramina), antipsicóticos (haloperidol), analgésicos (codeína, dextrometorfano, tramadol) podem estar sujeitos a interacções metabólicas com estiripentol. Um ajuste da dose poderá ser necessário para substâncias metabolizadas por CYP2D6 e para os quais é possível a titulação da dose individualmente. - Propranolol
Usar com precaução

Maprotilina Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de beta-bloqueantes, que sejam inibidores da CYP2D6, tais como o propranolol, podem causar um aumento dos níveis plasmáticos de maprotilina. Em tais casos, os níveis plasmáticos devem ser monitorizados e a posologia deverá ser ajustada em conformidadade. Maprotilina pode diminuir ou abolir os efeitos antihipertensivos dos fármacos neuronais adrenérgicos, nomeadamente da guanetidina, betanidina, reserpina, clonidina e alfa-metildopa. Os doentes que requerem terapêutica concomitante da hipertensão deverão ser tratados com antihipertensivos de tipo diferente (por exemplo, diuréticos, vasodilatadores ou beta-bloqueantes que não sofram uma biotransformação acentuada). A interrupção súbita do tratamento com Maprotilina pode também provocar hipotensão grave. - Propranolol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pixantrona Propranolol

Observações: Não foram notificadas interações medicamentosas nos participantes e não foram realizados estudos de interações medicamentosas em seres humanos. Estudos in vitro com as isoformas humanas mais habituais do citocromo P450 (incluindo CYP1A2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6 e 3A4) mostraram uma possível inibição do tipo mista do CYP1A2 e CYP2C8 que pode ter relevância clínica. Não se observaram outras interações significativas clinicamente relevantes com os CYPP450.
Interacções: Amitriptilina, haloperidol, clozapina, ondansetrom e propranolol são metabolizados pelo CYP1A2 e, por conseguinte, existe uma preocupação teórica de que a administração concomitante do Pixantrona possa aumentar os níveis sanguíneos deste medicamento. - Propranolol
Sem efeito descrito

Zolmitriptano Propranolol

Observações: Como se verifica com outros agonistas dos receptores 5HT1B/1D, o zolmitriptano poderá atrasar a absorção de outros medicamentos.
Interacções: Foram efectuados estudos de interacção com cafeína, ergotamina, diidroergotamina, paracetamol, metoclopramida, pizotifeno, fluoxetina, rifampicina e propranolol e não foram observadas diferenças clinicamente relevantes na farmacocinética do zolmitriptano ou do seu metabólito activo. - Propranolol
Usar com precaução

Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Os antiácidos contendo alumínio podem impedir a absorção adequada de outros medicamentos: antagonistas H-2, atenolol, bifosfonatos, cloroquina, cetoconazol, ciclinas, diflunisal, digoxina, etambutol, fluoroquinolonas, fluoreto de sódio, glucocorticóides, indometacina, isoniazida, lincosamidas, metoprolol, neurolépticos, fenotiazinas, penicilamina, propranolol, sais de ferro. Recomenda-se alternar a administração destes medicamentos e do Hidróxido de alumínio/Hidróxido de magnésio com pelo menos 2 horas de intervalo (4 horas para as fluoroquinolonas) a fim de minimizar a ocorrência de interacções indesejáveis. Os sais de citrato e o ácido ascórbico poderão aumentar a absorção de alumínio. - Propranolol
Usar com precaução

Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio + Simeticone Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Os antiácidos contendo alumínio podem impedir a absorção adequada de outros medicamentos tais como antagonistas H2, atenolol, cefedinir, cefpodoxima, bifosfonatos, cloroquina, cetoconazol, ciclinas, diflunisal, digoxina, etambutol, fluoroquinolonas, fluoreto de sódio, glucocorticoides, indometacina, isoniazida, polistireno sulfonato de sódio (kayexalate), levotiroxina, lincosamidas, metoprolol, neurolépticos, fenotiazinas, penicilamina, propranolol, rosuvastatina, sais de ferro. Recomenda-se alternar a administração destes medicamentos e do antiácido com pelo menos 2 horas de intervalo (4 horas para as fluoroquinolonas) a fim de minimizar a ocorrência de interacções indesejáveis. - Propranolol
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Cloropromazina Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: A Cloropromazina e o propranolol administrados em simultâneo podem, reciprocamente, inibir o seu metabolismo hepático. O propranolol pode aumentar os níveis plasmáticos da Cloropromazina e, por sua vez, este último pode aumentar as concentrações plasmáticas e a biodisponibilidade do propranolol. - Propranolol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nilutamida Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: A nilutamida actuando sobre certos mecanismos enzimáticos microssomais, pode reduzir o metabolismo hepático de certas substâncias, tais como: antivitaminas K, fenitoína, propranolol, clordiazepóxido, diazepam e teofilina, cuja eliminação pode ser retardada e os seus níveis plasmáticos aumentados. A posologia destes medicamentos ou de outros com metabolismo semelhante, pode necessitar de um ajustamento, quando administrados com a nilutamida. - Propranolol
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Teofilina Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: A depuração da teofilina poderá ser retardada e/ou a sua concentração plasmática poderá ser aumentada – com risco acrescido de sobredosagem e efeitos adversos – em casos de administração simultânea das substâncias seguintes: - Contraceptivos orais, - Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e troleandomicina), - Quinolonas (inibidores da girase, especialmente ciprofloxacina, enoxacina e pefloxacina - Imipenem, especialmente efeitos secundários do SNC, tal como convulsões. - Isoniazida, - Tiabendazol, - Bloqueadores dos canais de cálcio (ex. verapamil ou diltiazem), - Propranolol, - Metilxantina, - Propafenona, - Ticlopidina, - Cimetidina, ranitidina, - Alopurinol, febuxostate, - Fluvoxamina, - Alfa-interferão e peginterferão alfa-2, - Zafirlucaste, - Vacinas da gripe, - Etintidina, - Idrocilamida e - Zileuton Nestes casos poderá ser necessária uma redução da dose. Quando a teofilina é administrada simultaneamente com a ciprofloxacina e com a enoxacina, a dose de teofilina deve ser reduzida para no máximo 60% e 30% da dose recomendada, respectivamente. Outras quinolonas (ex: peploxacina ou ácido pipemidico) podem também potenciar a acção de medicamentos contendo teofilina. Consequentemente, recomenda-se fortemente o controlo frequente das concentrações de teofilina durante a terapêutica concomitante com quinolonas. - Propranolol
Sem efeito descrito

Ticlopidina Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Os estudos in vitro mostraram que a Ticlopidina se liga ás proteínas plasmáticas de forma reversível (98%), mas que não interage com a ligação ás proteínas plasmáticas do propranolol, um fármaco também reconhecido pela sua elevada capacidade de ligação ás proteínas plasmáticas. - Propranolol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pirbuterol Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Beta-bloqueadores (por exemplo, propranolol) porque podem diminuir a eficácia do pirbuterol - Propranolol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tolazamida Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Beta-bloqueadores (por exemplo, propranolol) porque o risco de baixo nível de açúcar no sangue pode aumentar. Eles também podem esconder certos sinais de baixo nível de açúcar no sangue. - Propranolol
Usar com precaução

Lidocaína + Cloro-hexidina Propranolol

Observações: Não foram efetuados estudos de interacção.
Interacções: Devido a possíveis efeitos aditivos a nível cardíaco, a lidocaína deve ser utilizada com precaução em doentes que tomam concomitantemente antiarrítmicos, tais como mexiletina, tocainida, beta-bloqueadores (ex: propranolol) ou antagonistas dos canais de cálcio (ex: diltiazem e verapamilo). O propanolol, o diltiazem e o verapamilo provocam um aumento significativo do tempo de semi-vida de eliminação da lidocaína devido à diminuição da clearance. - Propranolol
Sem efeito descrito

Ioflupano (123I) Propranolol

Observações: Não foram realizados estudos de interacção em seres humanos.
Interacções: Nos ensaios clínicos os fármacos que revelaram ausência de interferências, na imagiologia com Ioflupano (123I) incluiram amantidina, benzhexol, budipina, levodopa, metoprolol, primidona, propanolol e selegilina. - Propranolol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Reviparina sódica Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: c) O desenvolvimento da ligação das proteínas plasmáticas pode, por exemplo, potenciar o efeito do propranolol. - Propranolol
Sem efeito descrito

Famotidina Propranolol

Observações: Não foram identificadas quaisquer interações de importância clínica.
Interacções: A Famotidina não interage com o sistema enzimática biotransformador de fármacos dependente do citocromo P-450. Foram ensaiados no homem compostos metabolizados por este sistema tais como: varfarina, teofilina, fenitoína, diazepam, propranolol, aminopirina e antipirina. - Propranolol
Contraindicado

Fampridina Propranolol

Observações: Os estudos de interacção foram realizados apenas em adultos.
Interacções: A fampridina é eliminada principalmente através dos rins, sendo a secreção renal activa responsável por cerca de 60% da sua eliminação. O TOC2 é o transportador responsável pela secreção activa da fampridina. Deste modo, a utilização concomitante de fampridina com fármacos inibidores do TOC2, como por exemplo, a cimetidina, é contra-indicada, e é necessária precaução na utilização concomitante de fampridina com medicamentos que sejam substratos do TOC2, por exemplo, carvedilol, propranolol e metformina. - Propranolol
Sem efeito descrito

Mexazolam Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Nos animais de experiência verificaram-se as seguintes interacções: Fármacos que não mostraram qualquer interacção com o mexazolam: Difenilhidatoína, escopolamina butilbromido, gerfanato, propranolol e pindolol. - Propranolol
Sem efeito descrito

Gadofosveset Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Porém, em vários estudos in vitro de interacção farmacológica (em 4,5% de albumina sérica humana e plasma humano), o gadofosveset não demonstrou qualquer interacção adversa com digitoxina, propranolol, verapamil, varfarina, fenprocoumon, ibuprofeno, diazepam, cetoprofeno, naproxeno, diclofenac e piroxicam em concentrações clinicamente relevantes. - Propranolol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lidocaína + Adrenalina Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Os beta-bloqueadores não cardioselectivos, como o propranolol, potenciam os efeitos pressores da adrenalina, o que pode originar hipertensão grave e bradicardia. - Propranolol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Misoprostol Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Foi observado um ligeiro aumento na concentração de propranolol (média de aproximadamente 20% na AUC, 30% na Cmax), com doses múltiplas de misoprostol. - Propranolol
Sem efeito descrito

Finasterida Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Não foram identificadas interacções medicamentosas clinicamente significativas. A finasterida parece não afectar de forma significativa o sistema enzimático metabolizador de medicamentos associado ao citocromo P450. Embora se estime que o risco da finasterida afectar a farmacocinética de outros medicamentos seja baixo, é provável que os inibidores e indutores do citocromo P450 3A4 afetem a concentração plasmática da finasterida. No entanto, com base nas margens de segurança estabelecidas, qualquer aumento devido à utilização concomitante de tais inibidores é pouco provável que tenha significância clínica. Os seguintes medicamentos foram investigados no homem não tendo sido detetadas interacções clinicamente significativas: propranolol, digoxina, glibenclamida, varfarina, teofilina, fenazona e antipirina, não tendo sido encontradas quaisquer interacções significativas do ponto de vista clínico. - Propranolol
Usar com precaução

Mesilato de di-hidroergotamina Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Embora a associação de Mesilato de di-hidroergotamina com agentes bloqueantes β adrenérgicos (exemplo, propranolol) e Mesilato de di-hidroergotamina seja, geralmente, bem tolerada, recomenda-se precaução no caso de doentes susceptíveis. - Propranolol
Sem efeito descrito

Mianserina Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Mianserina não tem interacção com a betanidina, clonidina, metildopa, guanetidina ou propranolol (quer isolado quer em associação com a hidralazina). No entanto, é aconselhável vigiar a pressão arterial dos doentes que se encontram a fazer tratamento concomitante com anti-hipertensores. - Propranolol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Miglitol Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Como a administração de miglitol pode provocar uma diminuição da absorção do propranolol, pode ser necessário o ajustamento posológico deste composto quando o mesmo é administrado em combinação com o miglitol. Porém, relativamente ao propranolol não foi observada qualquer alteração dos parâmetros hemodinâmicos nos estudos farmacológicos. - Propranolol
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Dopamina Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos cardíacos da Dopamina são antagonizados pelos agentes bloqueadores beta-adrenérgicos, como o Propanolol e Metoprolol. - Propranolol
Sem efeito descrito

Cetoprofeno + Omeprazol Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Não há evidência de interacção do omeprazol com cafeína, propranolol, teofilina, metoprolol, lidocaína, quinidina, fenacetina, estradiol, amoxicilina, budesonida, diclofenac, metronidazol, naproxeno, piroxicam ou antiácidos. - Propranolol
Usar com precaução

Cimetidina Propranolol

Observações: Aparentemente, através de uma acção nos sistemas enzimáticos microssómicos, Cimetidina pode causar alterações significativas no metabolismo de certos fármacos, causando um atraso na sua eliminação e provocando, por consequência, um prolongamento ou um aumento das suas concentrações sanguíneas.
Interacções: Estão também descritas interacções com propanolol, clordiazepóxido, diazepam, alguns antidepressivos tricíclicos, metronidazole, triamterene e terfenadina. - Propranolol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: A ocorrência de nefrotoxicidade causada pela cisplatina pode ser intensificada pelo tratamento concomitante com anti-hipertensores contendo furosemida, hidralazina, diazóxido e propranolol. - Propranolol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clorofenamina + Paracetamol Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: O paracetamol tem interacções medicamentosas com: β-bloqueantes, propranolol: O propranolol inibe o sistema enzimático responsável pela glucuronização e oxidação do paracetamol. Assim, pode potenciar a acção do paracetamol. - Propranolol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Propafenona Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Foram reportados aumentos da concentração plasmática ou níveis sanguíneos de propranolol, metoprolol, desipramina, ciclosporina, teofilina e digoxina durante o tratamento com cloridrato de propafenona. Caso se verifiquem sintomas de sobredosagem, devem determinar-se as concentrações plasmáticas e reduzir as doses, se necessário. - Propranolol
Usar com precaução

Propiltiouracilo Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: interacções de propiltiouracilo com outros medicamentos: O tratamento com propiltiouracilo pode influenciar a fracção efectiva do propranolol (não ligado às proteínas) e dos derivados da cumarina, de tal modo que, pode ser necessário um ajuste da dose. - Propranolol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cloreto de mivacúrio Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Tal como todos os outros bloqueadores neuromusculares não-despolarizantes, a extensão e/ou duração de um bloqueio neuromuscular não-despolarizante pode ser aumentada e as necessidades de perfusão podem ser reduzidas por interacção com: Fármacos antiarrítmicos: propranolol, bloqueadores dos canais de cálcio, lidocaína, procainamida e quinidina Determinados fármacos podem raramente agravar ou revelar situações de miastenia gravis latente, ou mesmo induzir um síndrome miasténico com aumento da sensibilidade ao Cloreto de mivacúrio. Estes fármacos incluem antibióticos vários, bloqueadores beta (propranolol, oxprenolol), fármacos antiarrítmicos (procainamida, quinidina), fármacos antirreumáticos (cloroquina, D- penicilamina), trimetofano, clorpromazina, esteróides, fenitoína e lítio. - Propranolol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rizatriptano Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Bloqueadores-beta: As concentrações plasmáticas de rizatriptano podem ser aumentadas pela administração concomitante de propranolol. Este aumento é muito provavelmente devido à interacção entre os dois fármacos no metabolismo de primeira passagem, uma vez que a MAO-A desempenha um papel nos metabolismos, quer do rizatriptano, quer do propranolol. Esta interacção leva a aumentos médios de 70-80% da AUC e da Cmax. Em doentes a tomar propranolol deve usar-se a dose de 5 mg de rizatriptano. Num estudo de interacção medicamentosa, o nadolol e o metoprolol não alteraram as concentrações plasmáticas do rizatriptano. - Propranolol
Sem efeito descrito

Sumatriptano Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Não há evidência de interacções com o propranolol, flunarizina, pizotifeno ou álcool. - Propranolol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Mepivacaína + Adrenalina Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Os betabloqueantes não selectivos, como o propranolol, aumentam o efeito vasopressor da epinefrina, o que pode originar uma grave hipertensão e bradicardia. - Propranolol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Modafinil Propranolol

Observações: Modafinil pode aumentar o seu próprio metabolismo através da indução da atividade do CYP3A4/5 mas o efeito é modesto, sendo improvável que tenha consequências clínicas significativas.
Interacções: Outros medicamentos: Substâncias que são largamente eliminadas pelo metabolismo a nível do CYP2C19, como é o caso do diazepam, propranolol e omeprazol, poderão ter a sua depuração reduzida com a administração concomitante de modafinil, pelo que poderão necessitar de uma redução da dose. - Propranolol
Sem efeito descrito

Quinapril + Hidroclorotiazida Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Outros agentes: Não se registaram interacções farmacocinéticas clinicamente importantes quando se administrou quinapril em associação a Propranolol, hidroclorotiazida, digoxina ou cimetidina. O efeito anticoagulante de uma dose única de varfarina (medida pelo tempo de protrombina) não foi significativamente alterado pela administração combinada de quinapril, duas vezes ao dia. Quando administrados em concomitância, as seguintes drogas podem interagir com diuréticos tiazídicos. - Propranolol
Sem efeito descrito

Solifenacina + Tansulosina Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: TANSULOSINA: A co-administração com outros antagonistas dos receptores alfa1-adrenérgicos pode originar efeitos hipotensores. In vitro, a fração livre da tansulosina no plasma humano não foi alterada pelo diazepam, propranolol, triclormetiazida, clormadinona, amitriptilina, diclofenac, glibenclamida, sinvastatina ou varfarina. Por sua vez, a tansulosina não altera as frações livres do diazepam, propranolol, triclormetiazida ou clormadinona. Contudo, o diclofenac e a varfarina podem aumentar a taxa de eliminação da tansulosina. Estudos in vitro com a tansulosina demonstraram que, em concentrações terapêuticas, a tansulosina não inibe CYP1A2, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A4. Assim, é improvável a ocorrência de interacções da tansulosina com fármacos metabolizados por estas enzimas CYP. - Propranolol
Usar com precaução

Dobutamina Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Bloqueadores beta-adrenérgicos: Nos animais os efeitos cardíacos da dobutamina são antagonizados pelos bloqueadores beta-adrenérgicos como o propranolol e o metoprolol, resultando na predominância de bloqueadores alfa-adrenérgicos e aumento da resistência periférica. Por outro lado, o bloqueio alfa-adrenérgico pode produzir efeitos aparentes dos beta 1 e beta 2, resultando em taquicardia e vasodilatação. A adição de dipiridamol à dobutamina para a ecocardiografia pode causar hipotensão potencialmente perigosa. Esta associação não deve ser utilizada em doentes com suspeita de doença coronária. - Propranolol
Usar com precaução

Ranitidina Propranolol

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interacções: As interacções podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Inibição do sistema oxigenase com função mista citocromo P450-ligado: A ranitidina, em doses terapêuticas habituais, não potencia a acção de medicamentos que são inactivados por este sistema tais como o diazepam (CYP2C19), lidocaína e propanolol. Têm havido notificações de tempos de protrombina alterados com anticoagulantes cumarínicos (ex. varfarina) quando o tratamento com ranitidina foi iniciado. Devido à estreita janela terapêutica, recomenda-se uma monitorização apertada do aumento ou diminuição do tempo de protrombina, durante o tratamento com a ranitidina. Há relatos de vários casos de aumento das concentrações plasmáticas de teofilina. Embora, a interacção não tenha sido observada em vários estudos clínicos, as informações disponíveis não podem excluir a possibilidade de que pode ocorrer uma interacção em alguns indivíduos. Também têm havido notificações de um aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína. - Propranolol
Não recomendado/Evitar

Propranolol Bloqueadores da entrada de cálcio

Observações: n.d.
Interacções: Associações não recomendadas: Bloqueadores dos canais de cálcio (verapamil, diltiazem ou bepridil): Os bloqueadores dos canais de cálcio e os bloqueadores beta-adrenérgicos têm efeitos aditivos sobre a condução auriculoventricular e a função do nódulo sinusal, podendo causar bradicardia e hipotensão. A associação com propranolol deve ser evitada, especialmente em doentes com descompensação cardíaca. Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Bloqueadores dos canais de cálcio (di-hidropiridina): A utilização concomitante pode aumentar o risco de hipotensão. - Bloqueadores da entrada de cálcio
Não recomendado/Evitar

Propranolol Verapamilo

Observações: n.d.
Interacções: Associações não recomendadas: Bloqueadores dos canais de cálcio (verapamil, diltiazem ou bepridil): Os bloqueadores dos canais de cálcio e os bloqueadores beta-adrenérgicos têm efeitos aditivos sobre a condução auriculoventricular e a função do nódulo sinusal, podendo causar bradicardia e hipotensão. A associação com propranolol deve ser evitada, especialmente em doentes com descompensação cardíaca. - Verapamilo
Não recomendado/Evitar

Propranolol Diltiazem

Observações: n.d.
Interacções: Associações não recomendadas: Bloqueadores dos canais de cálcio (verapamil, diltiazem ou bepridil): Os bloqueadores dos canais de cálcio e os bloqueadores beta-adrenérgicos têm efeitos aditivos sobre a condução auriculoventricular e a função do nódulo sinusal, podendo causar bradicardia e hipotensão. A associação com propranolol deve ser evitada, especialmente em doentes com descompensação cardíaca. - Diltiazem
Não recomendado/Evitar

Propranolol Bepridilo

Observações: n.d.
Interacções: Associações não recomendadas: Bloqueadores dos canais de cálcio (verapamil, diltiazem ou bepridil): Os bloqueadores dos canais de cálcio e os bloqueadores beta-adrenérgicos têm efeitos aditivos sobre a condução auriculoventricular e a função do nódulo sinusal, podendo causar bradicardia e hipotensão. A associação com propranolol deve ser evitada, especialmente em doentes com descompensação cardíaca. - Bepridilo
Não recomendado/Evitar

Propranolol Fingolimod

Observações: n.d.
Interacções: Associações não recomendadas: Fingolimod: Potenciação dos efeitos bradicárdicos com possíveis resultados fatais. O tratamento com Fingolimod não deve ser iniciado em doentes medicados com bloqueadores beta. No caso de associação, recomenda-se uma monitorização apropriada no início do tratamento, aconselhando-se a monitorização pelo menos durante a noite. - Fingolimod
Não recomendado/Evitar

Propranolol Barbitúricos

Observações: n.d.
Interacções: Associações não recomendadas: Barbitúricos: Os barbitúricos diminuem os níveis plasmáticos e os efeitos dos bloqueadores beta. Os barbitúricos são indutores potentes das enzimas hepáticas que podem aumentar o metabolismo do propranolol. - Barbitúricos
Não recomendado/Evitar

Propranolol Propafenona

Observações: n.d.
Interacções: Associações não recomendadas: Propafenona: Os níveis plasmáticos de propranolol podem ser aumentados até 100% pela propafenona, o que, provavelmente, é devido ao facto de que o propranolol é metabolizado parcialmente pela mesma enzima que metaboliza a propafenona (CYP2D6). Esta associação também não é aconselhável porque que a propafenona tem efeitos inotrópicos negativos. - Propafenona
Não recomendado/Evitar

Propranolol Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)

Observações: n.d.
Interacções: Associações não recomendadas: Inibidores da MAO: A utilização concomitante de inibidores da MAO (exceto os inibidores da MAO-B) com anti-hipertensores pode diminuir o efeito anti-hipertensivo e causar reacções hipertensivas. - Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)
Usar com precaução

Propranolol Amiodarona

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Amiodarona: Notificações de alguns casos sugerem que os doentes tratados com amiodarona podem ter uma bradicardia sinusal grave quando tratados concomitantemente com propranolol. A amiodarona tem uma semi-vida extremamente longa (cerca de 50 dias), o que significa que podem ocorrer interacções muito depois da descontinuação da terapêutica. - Amiodarona
Usar com precaução

Propranolol Antiarrítmicos

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Antiarrítmicos de Classe I (disopiramida, quinidina): Os antiarrítmicos de Classe I e os bloqueadores beta têm efeitos inotrópicos negativos aditivos podendo resultar em hipotensão e efeitos secundários hemodinâmicos graves em doentes com perturbação da função ventricular esquerda. A quinidina parece aumentar os níveis plasmáticos de propranolol através da inibição da CYP2D6, diminuindo assim a sua depuração. Por conseguinte, a dose de propranolol deve ser diminuída ao iniciar-se o tratamento com quinidina. - Antiarrítmicos
Usar com precaução

Propranolol Disopiramida

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Antiarrítmicos de Classe I (disopiramida, quinidina): Os antiarrítmicos de Classe I e os bloqueadores beta têm efeitos inotrópicos negativos aditivos podendo resultar em hipotensão e efeitos secundários hemodinâmicos graves em doentes com perturbação da função ventricular esquerda. A quinidina parece aumentar os níveis plasmáticos de propranolol através da inibição da CYP2D6, diminuindo assim a sua depuração. Por conseguinte, a dose de propranolol deve ser diminuída ao iniciar-se o tratamento com quinidina. - Disopiramida
Usar com precaução

Propranolol Quinidina

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Antiarrítmicos de Classe I (disopiramida, quinidina): Os antiarrítmicos de Classe I e os bloqueadores beta têm efeitos inotrópicos negativos aditivos podendo resultar em hipotensão e efeitos secundários hemodinâmicos graves em doentes com perturbação da função ventricular esquerda. A quinidina parece aumentar os níveis plasmáticos de propranolol através da inibição da CYP2D6, diminuindo assim a sua depuração. Por conseguinte, a dose de propranolol deve ser diminuída ao iniciar-se o tratamento com quinidina. - Quinidina
Usar com precaução

Propranolol Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) / anti-reumáticos: Os anti-inflamatórios do tipo dos AINEs contrariam o efeito anti-hipertensivo dos bloqueadores beta. Esta acção foi estudada principalmente com a indometacina. Num estudo com diclofenac não se detectou este tipo de interacção. Não existem dados relativos aos inibidores da COX-2. - Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)
Usar com precaução

Propranolol Anti-reumáticos

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) / anti-reumáticos: Os anti-inflamatórios do tipo dos AINEs contrariam o efeito anti-hipertensivo dos bloqueadores beta. Esta acção foi estudada principalmente com a indometacina. Num estudo com diclofenac não se detectou este tipo de interacção. Não existem dados relativos aos inibidores da COX-2. - Anti-reumáticos
Usar com precaução

Propranolol Indometacina

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) / anti-reumáticos: Os anti-inflamatórios do tipo dos AINEs contrariam o efeito anti-hipertensivo dos bloqueadores beta. Esta acção foi estudada principalmente com a indometacina. Num estudo com diclofenac não se detectou este tipo de interacção. Não existem dados relativos aos inibidores da COX-2. - Indometacina
Usar com precaução

Propranolol Cimetidina

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Cimetidina: A cimetidina aumenta os níveis plasmáticos de propranolol, provavelmente através da inibição do seu metabolismo de primeira passagem. Pode existir o risco, por exemplo, de bradicardia com a administração oral. - Cimetidina
Usar com precaução

Propranolol Anestésicos

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Anestésicos: A utilização concomitante de antagonistas beta-adrenérgicos e anestésicos pode atenuar a taquicardia reflexa e aumentar o risco de hipotensão. Deve evitar-se, em regra, a interrupção súbita do tratamento co m bloqueadores beta. O anestesista deve ser informado quando o doente está a ser medicado com antagonistas beta-adrenérgicos. - Anestésicos
Usar com precaução

Propranolol Adrenalina (epinefrina)

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Epinefrina (adrenalina): Existem várias notificações de hipertensão e bradicardia graves em doentes tratados com propranolol e epinefrina. Estas observações clínicas foram confirmadas por estudos em voluntários saudáveis. Também foi sugerido que a administração intravascular de epinefrina pode desencadear estas reacções. - Adrenalina (epinefrina)
Usar com precaução

Propranolol Fluvoxamina

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Fluvoxamina: A fluvoxamina inibe o metabolismo oxidativo e aumenta as concentrações plasmáticas de propranolol, podendo causar bradicardia grave. - Fluvoxamina
Usar com precaução

Propranolol Anti-hipertensores

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Antihipertensores de acção central (clonidina, moxonidina, metildopa): A utilização concomitante de anti-hipertensores com acção central pode agravar a insuficiência cardíaca através de uma diminuição do tónus simpático central (diminuição da frequência e débito cardíacos, vasodilatação). A interrupção abrupta, especialmente se anterior à descontinuação do bloqueador beta, pode aumentar o risco de “hipertensão por reativação (rebound)”. - Anti-hipertensores
Usar com precaução

Propranolol Clonidina

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Antihipertensores de acção central (clonidina, moxonidina, metildopa): A utilização concomitante de anti-hipertensores com acção central pode agravar a insuficiência cardíaca através de uma diminuição do tónus simpático central (diminuição da frequência e débito cardíacos, vasodilatação). A interrupção abrupta, especialmente se anterior à descontinuação do bloqueador beta, pode aumentar o risco de “hipertensão por reativação (rebound)”. - Clonidina
Usar com precaução

Propranolol Moxonidina

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Antihipertensores de acção central (clonidina, moxonidina, metildopa): A utilização concomitante de anti-hipertensores com acção central pode agravar a insuficiência cardíaca através de uma diminuição do tónus simpático central (diminuição da frequência e débito cardíacos, vasodilatação). A interrupção abrupta, especialmente se anterior à descontinuação do bloqueador beta, pode aumentar o risco de “hipertensão por reativação (rebound)”. - Moxonidina
Usar com precaução

Propranolol Metildopa

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Antihipertensores de acção central (clonidina, moxonidina, metildopa): A utilização concomitante de anti-hipertensores com acção central pode agravar a insuficiência cardíaca através de uma diminuição do tónus simpático central (diminuição da frequência e débito cardíacos, vasodilatação). A interrupção abrupta, especialmente se anterior à descontinuação do bloqueador beta, pode aumentar o risco de “hipertensão por reativação (rebound)”. - Metildopa
Usar com precaução

Propranolol Rifampicina

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Rifampicina: O metabolismo do propranolol pode ser aumentado pela rifampicina, um indutor potente das enzimas hepáticas. - Rifampicina
Usar com precaução

Propranolol Bloqueadores adrenérgicos alfa

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Bloqueadores alfa: A utilização concomitante com bloqueadores alfa aumenta o risco de hipotensão, especialmente de hipotensão ortostática, e de taquicardia e palpitações. - Bloqueadores adrenérgicos alfa
Usar com precaução

Propranolol Clorpromazina

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Clorpromazina: A utilização concomitante de clorpormazina com propranolol pode resultar num aumento acentuado dos níveis plasmáticos dos dois medicamentos e, consequentemente, intensificar os seus efeitos sobre a frequência cardíaca e tensão arterial. - Clorpromazina
Não recomendado/Evitar

Propranolol Lidocaína

Observações: n.d.
Interacções: Lidocaína: A administração de propranolol durante uma perfusão de lidocaína pode aumentar a concentração plasmática de lidocaína em aproximadamente 30%. Os doentes já medicados com propranolol têm tendência para apresentar níveis mais elevados de lidocaína do que os controlos. A associação deve ser evitada. - Lidocaína
Usar com precaução

Propranolol Rizatriptano

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Medicamentos contra a enxaqueca: Durante o tratamento concomitante com propranolol, este inibiu o metabolismo de primeira passagem do rizatriptano cuja AUC aumentou em 70-80%. Recomenda-se uma dose de 5 mg de rizatriptano na terapêutica de associação. A ergotamina com propranolol resultou em notificações de reacções vasospásticas em alguns doentes. - Rizatriptano
Usar com precaução

Propranolol Ergotamina

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Medicamentos contra a enxaqueca: Durante o tratamento concomitante com propranolol, este inibiu o metabolismo de primeira passagem do rizatriptano cuja AUC aumentou em 70-80%. Recomenda-se uma dose de 5 mg de rizatriptano na terapêutica de associação. A ergotamina com propranolol resultou em notificações de reacções vasospásticas em alguns doentes. - Ergotamina
Usar com precaução

Propranolol Teofilina

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Teofilina: O propranolol diminui a depuração metabólica da teofilina em cerca de 30% numa dose de 120 mg por dia e de 50% em doses de 720 mg por dia. - Teofilina
Usar com precaução

Propranolol Insulinas

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Insulina e antidiabéticos orais: A utilização concomitante pode mascarar certos sintomas de hipoglicemia (palpitações, taquicardia). O propranolol pode prolongar a resposta hipoglicémica à insulina. - Insulinas
Usar com precaução

Propranolol Antidiabéticos Orais

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Insulina e antidiabéticos orais: A utilização concomitante pode mascarar certos sintomas de hipoglicemia (palpitações, taquicardia). O propranolol pode prolongar a resposta hipoglicémica à insulina. - Antidiabéticos Orais
Usar com precaução

Propranolol Tabaco (Fumadores, Tabagismo)

Observações: n.d.
Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Tabagismo: O consumo tabágico pode diminuir os efeitos benéficos dos bloqueadores beta sobre a frequência cardíaca e a tensão arterial. - Tabaco (Fumadores, Tabagismo)
Usar com precaução

Propranolol Testes Laboratoriais/Diagnóstico

Observações: n.d.
Interacções: Exames laboratoriais: Interferência com exames laboratoriais - foi notificado que o propranolol interfere com o cálculo da bilirrubina sérica pelo método diazo e com a determinação das catecolaminas por métodos utilizando fluorescência. - Testes Laboratoriais/Diagnóstico
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Armodafinil Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Anticoagulantes (por exemplo, varfarina), benzodiazepínicos (por exemplo, diazepam), clomipramina, hidantoínas (por exemplo, fenitoína), omeprazol ou propranolol porque o risco de seus efeitos secundários pode ser aumentado pelo armodafinil - Propranolol
Usar com precaução

Enzalutamida Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Potencial da enzalutamida para afectar a exposição a outros medicamentos: Indução enzimática: A enzalutamida é um potente inibidor enzimático levando ao aumento da síntese de muitas enzimas e transportadores; portanto é esperada a interacção com muitos medicamentos comuns que são substratos destas enzimas ou transportadores. A redução das concentrações plasmáticas podem ser substanciais, e levar a perda ou reduzir o efeito clínico. Existe também um risco aumentado da formação de metabólitos ativos. As enzimas que podem ser induzidas são o CYP3A no fígado e intestino, o CYP2C9, o CYP2C19, o CYP1A2 e auridina 5’ difosfato-glucuronosiltransferases (conjugação das enzimas UGTs-glucuronida). A proteína de transporte de P-gp pode também ser induzida, e provavelmente outros transportadores, como por exemplo, a proteína de resistência múltipla 2 (MRP2), proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e do polipéptido transportador aniónico orgânico 1B1, (OATP1B1). Estudos in vivo demonstraram que a enzalutamida é um indutor potente do CYP3A4 e um indutor moderado do CYP2C9 e do CYP2C19. A co-administração da enzalutamida (160 mg uma vez por dia) com doses únicas orais de substratos sensíveis ao CYP em doentes com cancro da próstata, resultou numa diminuição de 86% da AUC do midazolam (substrato do CYP3A4), numa diminuição de 56% na AUC da S-varfarina (substrato do CYP2C9) e numa diminuição de 70% na AUC do omeprazol (substrato do CYP2C19). A UGT1A1 pode também ter sido induzida. São esperadas interacções com alguns medicamentos que são eliminados através do metabolismo ou por transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico é de grande importância para o doente, e se os ajustes de dose não são facilmente realizados com base na monitorização de eficácia ou da concentração plasmática, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. O risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é suspeito ser maior em doentes tratados concomitantemente com indutores de enzima. Grupos de medicamentos que podem ser afectados incluem, mas não se limitam a: Analgésicos (ex. fentanilo, tramadol) Antibióticos (ex. claritromicina, doxiciclina) Agentes antineoplásicos (ex. cabazitaxel) Anticoagulantes (ex. acenocumarol, varfarina) Antiepiléticos (ex. carbamazepina, clonazepam, fenitoína, primidona, ácido valpróico) Antipsicóticos (ex. haloperidol) Bloqueadores beta (ex. bisoprolol, propranolol) Bloqueadores da entrada do cálcio (ex. diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) Cardiotónicos digitálicos (ex. digoxina) Corticosteróides (ex. dexametasona, prednisolona) anti-retrovirais VIH (ex. indinavir, ritonavir) Hipnóticos (ex. diazepam, midazolam, zolpidem) Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (ex. atorvastatina, sinvastatina) - Propranolol
Potencialmente Fatal

Cloreto de potássio + Cloreto de sódio + Glucose Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: interacções relacionadas com a presença de potássio: A administração concomitante da solução com um dos seguintes medicamentos pode originar uma hipercalémia fatal, particularmente em doentes com insuficiência renal (adição de efeitos de hipercalémia): - Diuréticos poupadores de potássio (só ou em combinação) (amilorida, triamtereno, espironolactona, eplerenona) - Inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECA) (tais como captopril, enalapril, lisinopril) - Bloqueadores dos receptores da Angiotensina II (Candesartan, telmisartan, eprosartan, irbesartan, losartan, valsartan) - Medicamentos com potássio tais como sais potássicos de penicilina - Medicamentos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) (diclofenac, indometacina, piroxicam, ácido mefenâmico, celecoxib) - Heparina (inibidor da síntese de aldosterona) - Pentamidina, trimetoprim (bloqueadores dos canais de sódio) - Ciclosporina, tacrolimus (inibidores da calcineurina) - Bloqueadores β-adrenérgicos (propranolol, nadolol, atenolol) - Succinilcolina (suxametonium) (relaxante muscular) - Propranolol
Sem efeito descrito

Dutasterida + Tansulosina Propranolol

Observações: Não foram realizados estudos de interacção fármaco-fármaco com Dutasterida / Tansulosina.
Interacções: TANSULOSINA: A administração concomitante do cloridrato de tansulosina com fármacos que possam reduzir a pressão arterial, incluindo anestésicos, inibidores PDE5 e outros bloqueadores adrenérgicos alfa-1, poderá levar à potenciação dos efeitos hipotensores. Dutasterida-tansulosina não deverá ser utilizada em associação com outros bloqueadores adrenérgicos alfa-1. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina e cetoconazol (um inibidor forte do CYP3A4) resultou num aumento da Cmáx e AUC do cloridrato de tansulosina num fator de 2,2 e 2,8 respectivamente. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina e paroxetina (um inibidor forte do CYP2D6) resultou num aumento da Cmáx e AUC do cloridrato de tansulosina num fator de 1,3 e 1,6 respectivamente. Quando administrado concomitantemente com um inibidor forte do CYP3A4, é esperado um aumento semelhante na exposição dos metabolizadores fracos do CYP2D6 quando comparados com os metabolisadores extensos. Os efeitos da administração concomitante de inibidores do CYP3A4 e CYP2D6 com cloridrato de tansulosina não foram avaliados clinicamente, contudo existe um potencial para aumento significativo da exposição à tansulosina. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina (0,4 mg) e cimetidina (400 mg de seis em seis horas durante seis dias) resultou na diminuição da depuração (26%) e no aumento na AUC (44%) do cloridrato de tansulosina. Deverá ser tida precaução na utilização de dutasterida-tansulosina em associação com cimetidina. Não foi realizado um estudo de interacção de fármacos entre o cloridrato de tansulosina e a varfarina. Os resultados de estudos limitados in vitro e in vivo são inconclusivos. Deverá ser tida precaução na administração concomitante de varfarina e cloridrato de tansulosina. Não foram observadas interacções quando o cloridrato de tansulosina foi administrado concomitantemente com atenolol, enalapril, nifedipina ou teofilina. A administração concomitante de furosemida origina a diminuição dos níveis plasmáticos da tansulosina, no entanto não são necessários ajustes posológicos uma vez que os níveis permanecem dentro do intervalo normal. In vitro, nem o diazepam ou propanolol, triclorometiazida, clormadinona, amitriptilina, diclofenac, glibenclamida e sinvastatina alteram a fração livre da tansulosina no plasma humano. A tansulosina também não altera as frações livres de diazepam, propanolol, triclormetiazida e clormadinona. Não foram observadas interacções ao nível do metabolismo hepático durante os estudos in vitro com frações microssomais de fígado (representativas do sistema metabolizador enzimático de fármacos associado ao citocromo P450), envolvendo amitriptilina, salbutamol e glibenclamida. No entanto, o diclofenac pode aumentar a taxa de eliminação da tansulosina. - Propranolol
Sem efeito descrito

Fosinopril Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Outros: A biodisponibilidade do fosinopril não sofre alteração quando é administrado com ácido acetilsalicílico, clortalidona, cimetidina, digoxina, hidroclorotiazida, metoclopramida, nifedipina, propranolol, propantelina ou varfarina. - Propranolol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Heparina sódica Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Influência da heparina no efeito de outros fármacos: Outros fármacos ligados a proteínas plasmáticas (p. ex., propranolol): A heparina pode deslocá-los da sua ligação às proteínas, provocando um aumento do seu efeito. - Propranolol
Não recomendado/Evitar

Loxapina Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Potencial para outros medicamentos afetarem a loxapina: Se possível, deve ser evitada a utilização con comitante de inibidores de CYP1A2 (por exemplo, fluvoxamina, ciprofloxacina, enoxacina, propranolol e refecoxib). - Propranolol
Sem efeito descrito

Ziprasidona Propranolol

Observações: Não existem estudos realizados em crianças sobre a interacção da ziprasidona com outros medicamentos.
Interacções: Efeitos de outros fármacos sobre a ziprasidona: Ligação às proteínas: A ziprasidona liga-se extensivamente às proteínas plasmáicas. A ligação da ziprasidona às proteínas plasmáticas in vitro não foi alterada pela varfarina ou propanolol, dois fármacos altamente ligados às proteínas plasmáticas, nem a ziprasidona altera a ligação destes fármacos no plasma humano. Pelo que, o potencial para interagir com a ziprasidona devido a deslocamentos é improvável. - Propranolol
Sem efeito descrito

Itraconazol Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos na ligação às proteínas: Estudos in vitro demonstraram que não existem interacções na ligação às proteínas plasmáticas entre o itraconazol e imipramina, o propranolol, o diazepam, cimetidina, indometacina, tolbutamida e sulfametazina. - Propranolol
Sem significado Clínico

Fluvastatina Propranolol

Observações: n.d
Interacções: interacções farmacológicas: Agentes cardiovasculares: Não ocorrem interacções farmacocinéticas clinicamente significativas quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com propranolol, digoxina, losartan, amlodipina ou IECA. Com base nos dados farmacocinéticos, não é necessária monitorização nem ajustes posológicos quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com estes agentes. - Propranolol
Sem efeito descrito

Fosinopril + Hidroclorotiazida Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Outros fármacos: a biodisponibilidade do fosinopril não ligado não é alterada pela co-administração com ácido acetilsalicílico, clortolidona, cimetidina, digoxina, metoclopramida, nifedipina, propanolol, propantelina ou varfarina. Fosinopril / Hidroclorotiazida tem sido usado concomitantemente com paracetamol, outros anti-inflamatórios não- esteróides, anti-histamínicos, antilipémicos, estrogénios, sem evidência de eventos adversos clinicamente importantes. - Propranolol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lidocaína Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: A toxicidade da lidocaína é aumentada pela co-administração de cimetidina e propranolol requerendo uma redução na dose de lidocaína. Ambos os medicamentos diminuem o fluxo sanguíneo hepático. - Propranolol
Usar com precaução

Pasireotido Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: interacções farmacodinâmicas previstas: Medicamentos bradicárdicos: A monitorização clínica da frequência cardíaca, especialmente no início do tratamento, é recomendada em doentes tratados concomitantemente com pasireotido e medicamentos bradicárdicos, tais como beta bloqueantes (por exemplo, metoprolol, carteolol, propranolol, sotalol), inibidores da acetilcolinesterase (por exemplo, rivastigmina, fisostigmina ), determinados bloqueadores dos canais de cálcio (por exemplo verapamilo, diltiazem, bepridilo), determinados antiarrítmicos. - Propranolol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Verapamilo Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Possíveis interacções medicamentosas associadas com o verapamilo, devido a razões de farmacocinética: Beta bloqueadores Metoprolol - Aumento da AUC ( 32,5%) e Cmax ( 41%) do metoprolol em doentes com angina; Propranolol - Aumento da AUC ( 65%) e Cmax ( 94%) do propranolol em doentes com angina. - Propranolol
Usar com precaução

Fluvoxamina Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: CYP1A2: Uma vez que estão aumentadas as concentrações plasmáticas de propranolol administrado concomitantemente com fluvoxamina, pode ser necessário reduzir a dose de propranolol. - Propranolol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tilidina (dextilidina) Propranolol

Observações:
Interacções: A toxicidade do Tilidina é potenciada por: fenelzina, iproniazida, nialamida, propranolol e tranilcipromina. - Propranolol
Usar com precaução

Alginato de sódio + Bicarbonato de sódio Propranolol

Observações: Os antiácidos interagem com outros medicamentos tomados por via oral.
Interacções: Precauções de uso com outras combinações Houve uma diminuição na absorção digestiva dos medicamentos administrados simultaneamente. Para medidas de precaução, não é recomendável tomar medicamentos antiácidos ao mesmo tempo que outros medicamentos. Afaste a dose deste medicamento durante 2 horas com: - TB antibacteriana (etambutol, isoniazida) - Antibacterianos - Tetraciclinas - Antibacterianos - lincosanidas - Anti-histamínicos H2 (oralmente) - Atenolol, metoprolol, propranolol (oralmente) - Cloroquina - Diflunisal - Digoxina - Difosfonatos - Fluoreto de sódio - Glicocorticóides (descritos para prednisolona e dexametasona) - Indometacina - Kayexalate - Cetoconazol - Lansoprazol - Neurolépticos fenotiazínicos - Penicilamina - Ferro (sais) Afaste a dose deste medicamento ao longo de 4 horas com: - Antibacterianos - Fluoroquinolonas (oralmente) Combinações para estar ciente de: - Salicilatos: Aumento da excreção renal por aspirina pela alcalinização da urina. - Propranolol
Contraindicado

Lidocaína + Fenilefrina Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Foram relatadas reacções hipertensivas em um paciente estabilizado com debrisoquina quando recebeu fenilefrina por via oral, em pacientes que receberam reserpina ou guanetidina quando receberam colírios de fenilefrina e uma reação fatal ocorreu em um paciente que recebeu propranolol e hidroclorotiazida também após a instilação de colírios de fenilefrina. A lidocaína pode causar um risco aumentado de depressão do miocárdio: risco aumentado de toxicidade da lidocaína com propranolol. - Propranolol
Usar com precaução

Siponimod Propranolol

Observações: Siponimod é metabolizado primariamente pelo citocromo P450 2C9 (CYP2C9) (79,3%) e em menor extensão pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4) (18,5%). A CYP2C9 é uma enzima polimórfica e prevê-se que o efeito das interações fármaco-fármaco (DDI) na presença de fármacos perpetradores da CYP3A ou CYP2C9 é dependente do genótipo CYP2C9.
Interacções: Bloqueadores beta Deve ter-se precaução quando siponimod é iniciado em doentes a receber bloqueadores beta devido ao efeito aditivo na diminuição da frequência cardíaca. O tratamento com bloqueadores beta pode ser iniciado em doentes a receber doses estáveis de siponimod. O efeito cronotrópico negativo da co-administração de siponimod e propranolol foi avaliado num estudo específico de farmacodinâmica/segurança. A adição de propranolol a siponimod no estado estacionário farmacocinético/farmacodinâmico teve efeitos cronotrópicos negativos menos pronunciados (menos do que o seu somatório) em comparação à adição de siponimod a propranolol no estado estacionário farmacocinético/farmacodinâmico (efeito aditivo na frequência cardíaca). - Propranolol
Sem efeito descrito

Nateglinida + Cloridrato de Metformina Propranolol

Observações: Dados disponíveis de estudos in vitro e in vivo indicam que a nateglinida é metabolizada principalmente pela enzima CYP 2C9 do citocromo P450 (70%) e, em menor extensão, pela CYP 3A4 (30%). A nateglinida é um potencial inibidor da CYP 2C9 in vivo, uma vez que inibe o metabolismo da tolbutamida, um substrato da CYP 2C9 in vitro. Com base nas experiências in vitro, nenhuma inibição das reações metabólicas da CYP 3A4 é observada. De uma forma geral, estes resultados sugerem um baixo potencial para interacções medicamentosas farmacocinéticas clinicamente significativas.
Interacções: Nateglinida interacções previstas a serem consideradas Efeitos da nateglinida sobre outros medicamentos A nateglinida não tem efeito clinicamente significativo nas propriedades farmacocinéticas da varfarina (um substrato para CYP 3A4 e CYP 2C9), diclofenaco (um substrato para CYP 2C9), troglitazona (um indutor da CYP 3A4) ou digoxina. Desta forma, nenhum ajuste de dose é necessário em consequência da administração concomitante da nateglinida com digoxina, varfarina ou diclofenaco. De forma semelhante, também não se verificou interacção farmacocinética clinicamente significativa da nateglinida com outros antidiabéticos orais, tais como o cloridrato de metformina ou glibenclamida. A nateglinida não tem nenhuma influência sobre a ligação proteica do propranolol, glibenclamida, nicardipino, varfarina, fenitoína, ácido acetilsalicílico. interacções previstas a serem consideradas A nateglinida liga-se altamente às proteínas plasmáticas (98%), principalmente à albumina. Estudos de deslocamento in vitro com fármacos muito ligados às proteínas, tais como furosemida, propranolol, captopril, nicardipina, pravastatina, glibenclamida, varfarina, fenitoína, ácido acetilsalicílico, tolbutamida e cloridrato de metformina, não mostram influência na extensão da ligação da nateglinida às proteínas. Alguns medicamentos influenciam o metabolismo da glicose e, portanto, possíveis interacções devem ser consideradas pelo médico. - Propranolol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Acefilina piperazina + Fenobarbital Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: A acefilina piperazina / fenobarbital requer uma redução da dose se administrada concomitantemente com drogas que podem reduzir sua depuração, por exemplo propranolol. - Propranolol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cafeína + Ergotamina + Metamizol Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Propanolol (e possivelmente outros betabloqueadores) potencializa a acção vasoconstritora da ergotamina / cafeína. - Propranolol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ponesimod Propranolol

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Bloqueadores beta O efeito cronotrópico negativo da co-administração de ponesimod e propanolol foi avaliado num estudo específico de farmacodinâmica e segurança. A adição de ponesimod ao propanolol no estado estacionário teve um efeito aditivo na FC. Num estudo de interacção fármaco-fármaco, ponesimod foi administrado num regime de titulação gradual em indivíduos a receber propanolol (80 mg) uma vez por dia, no estado estacionário. Em comparação com ponesimod em monoterapia, a combinação com propanolol após a primeira dose de ponesimod (2 mg) causou uma diminuição de 12,4 bpm (IC90%: -15,6 a -9,1) numa média por hora na frequência cardíaca e na primeira dose de ponesimod (20 mg) após titulação gradual uma diminuição de 7,4 bpm (IC 90%: -10,9 a -3,9) numa média por hora na frequência cardíaca. Não foram observadas alterações significativas na farmacocinética de ponesimod ou propanolol. - Propranolol
Sem efeito descrito

Idebenona Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Foram realizados numerosos estudos com a finalidade de determinar o potencial efeito tóxico que a Idebenona poderia ter ao ser administrada em associação com outros medicamentos, nomeadamente, digoxina, propranolol, verapamil, tolbutamida, diazepam, furosemida, etanol, ácido acetilsalicílico. Não foram observadas interacções. - Propranolol
Usar com precaução

Ambroxol + Salbutamol Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Pode interagir com medicamentos para pressão arterial (propranolol). - Propranolol
Usar com precaução

Ambroxol + Guaifenesina + Salbutamol Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Pode interagir com medicamentos para pressão arterial (propranolol). - Propranolol
Usar com precaução

Paracetamol + Pseudoefedrina + Clorfenamina Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Pode interagir com comprimidos para baixar a pressão arterial (atenolol, propranolol). - Propranolol
Usar com precaução

Lasmiditan Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: Lasmiditan foi associado a uma diminuição da frequência cardíaca (FC). A administração concomitante de propranolol e lasmiditan diminuiu a FC numa média máxima de 19,3 bpm (ou seja, uma redução adicional de 5,1 bpm em comparação com propranolol isoladamente). Este facto deve ser tido em consideração em doentes nos quais uma diminuição desta magnitude da FC possa constituir um problema, incluindo doentes que tomam medicamentos que diminuem a frequência cardíaca. - Propranolol
Usar com precaução

Mesilato de Di-hidroergotamina + Metamizol + Cafeína Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: O propranolol pode potencializar a acção vasoconstritora da ergotamina, portanto seu uso associado ao Mesilato de Di-hidroergotamina + Metamizol + Cafeína deve ser feito com cautela, apenas sob orientação médica. - Propranolol
Contraindicado

Meloxicam + Rizatriptano Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: O uso concomitante de Meloxicam + Rizatriptano com propranolol está contra-indicado. - Propranolol
Usar com precaução

Hidroclorotiazida + Amilorida Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: O Propanolol potencia o efeito hiperglicémico da hidroclorotiazida. Alguns estudos demonstraram níveis aumentados de glucose, triglicéridos e ácido úrico sanguíneos. - Propranolol
Usar com precaução

Mepivacaína Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: A depuração de mepivacaína pode estar reduzida quando associada ao propranolol e pode resultar em concentrações plasmáticas aumentadas do anestésico. Devem ser tomadas precauções quando a mepivacaína é administrada concomitantemente com o propranolol. - Propranolol
Usar com precaução

Doxofilina Propranolol

Observações: n.d.
Interacções: A terapia concomitante com propranolol pode diminuir a depuração hepática das xantinas, causando aumento dos níveis sanguíneos. - Propranolol
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interacções do Propranolol
Informe o Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.

Propranolol não é recomendado durante a gravidez ou amamentação.

A capacidade de reagir pode ser afectada a tal ponto que a capacidade de conduzir, utilizar máquinas e trabalhar sem um apoio firme está alterada.

Este efeito é maior no início do tratamento, quando a dose é aumentada, após mudança do tratamento e juntamente com álcool.

Dopping: Os beta-bloqueantes são proibidos somente Em Competição nos seguintes desportos, excepto se especificado de outra forma: actividades Subaquáticas (CMAS), Automobilismo (FIA), Bilhar (todas as disciplinas) (WCBS), Esqui/Snowboard (FIS), Golfe (IGF), Setas (WDF). Proibido igualmente fora de competição: Tiro (ISSF, IPC), Tiro (ISSF, IPC), Tiro com Arco (WA).
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 23 de Maio de 2023