Propranolol

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução DCI com Advertência no Dopping DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
É um fármaco anti-hipertensivo indicado para o tratamento e prevenção do infarto do miocárdio, da angina e de arritmias cardíacas.

Pode ser utilizado associado ou não a outros medicamentos para o tratamento da hipertensão.

É um bloqueador-beta adrenérgico.

Propranolol é um bloqueador-beta adrenérgico não-seletivo usado principalmente no tratamento da hipertensão.

Foi o primeiro beta bloqueador de sucesso desenvolvido.

Propranolol está disponível em forma genérica de cloridrato de propranolol, assim como um produto a AstraZeneca ea Wyeth sob os nomes comerciais Inderal, Inderal LA, Avlocardyl (também disponível em forma de absorção prolongado chamado "Avlocardyl Retard"), Deralin, Dociton, Inderalici, InnoPran XL , Sumial, Anaprilinum (dependendo da taxa de mercado e lançamentos), Bedranol SR (Sandoz).

Pode ser também utilizado no tratamento de Tremor Essencial e Feocromocitoma.

Propranolol é uma das substâncias proibidas nos Jogos Olímpicos, provavelmente para a sua utilização no controle de tremores.

Ela foi tomada por Kim Jong Su, um atirador norte-coreano que ganhou duas medalhas nos Jogos Olímpicos de 2008.

Ele foi o primeiro atirador olímpico a ser desclassificado por uso de drogas.
Usos comuns
O propanolol pertence ao grupo dos bloqueadores beta.

É utilizado para: tratar a dor no peito (causada por uma diminuição do fluxo de sangue para o coração) tratar a tensão arterial elevada ajudar a evitar ataques cardíacos ulteriores tratar tremores controlar batimentos rápidos ou irregulares do coração controlar a frequência rápida do coração e outros sintomas causados por uma glândula tiroide hiperativa tratar a tensão arterial elevada causada por um tumor situado na proximidade de um dos rins (feocromocitoma) diminuir dores de cabeça intensas (enxaqueca) evitar a hemorragia no estômago em doentes com uma pressão elevada do sangue no fígado ou com vasos sanguíneos dilatados no esófago.


Em algumas condições, o propranolol pode ser utilizado para tratar crianças com arritmias (perturbações do ritmo do coração).

A dose será ajustada pelo médico de acordo com a idade ou o peso da criança.
Tipo
pequena molécula
História
O cientista britânico James W.Preto desenvolveu com sucesso propranolol na década de 1960.

Em 1988, ele foi agraciado com o Prémio Nobel de Medicina por esta descoberta.

Propranolol foi derivada dos antagonistas β-adrenérgico primeiros dichloroisoprenaline e pronetalol.

O modificação estrutural da chave, que foi realizado a essencialmente todos os bloqueadores beta subsequentes, foi a inserção de um grupo oximetileno na estrutura de ariletanolamina pronetalol aumentando assim a potência do composto.

Isto também aparentemente eliminado a carcinogenicidade encontrado com pronetalol em modelos animais.
Indicações
Angina de peito.

Hipertensão.

Profilaxia a longo prazo contra novo enfarte do miocárdio após recuperação de enfarte agudo do miocárdio.

Cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva.

Tremor essencial.

Arritmia cardíaca supraventricular.

Arritmias cardíacas ventriculares.

Hipertiroidismo e tirotoxicose.

Feocromocitoma (com um bloqueador alfa).

Enxaqueca.

Profilaxia de hemorragia gastrointestinal superior em doentes com hipertensão portal e varizes esofágicas.
Classificação CFT
03.04.04.02.02     Não seletivos cardíacos
Mecanismo De Ação
Propranolol compete com neurotransmissores simpaticomiméticos tais como catecolaminas para a ligação a receptores beta (1)-adrenérgicos no coração, inibindo a estimulação simpática.

Isso resulta em uma redução na frequência cardíaca de repouso, débito cardíaco, pressão arterial sistólica e diastólica, e hipotensão ortostática reflexo.
Posologia Orientativa
Adultos:
Angina: a dose inicial é de 40 mg duas ou três vezes por dia; a dose máxima recomendada é de 120-240 mg por dia.

Tensão arterial elevada - recomenda-se inicialmente a dose de 40 mg duas ou três vezes por dia, que pode ser aumentada em 80 mg por dia, até 160-320 mg por dia.

Ataque cardíaco (após um enfarte do miocárdio) – inicialmente, 40 mg duas ou três vezes por dia, dose que, mais tarde, pode ser aumentada para 80 mg duas vezes por dia.

Tremores - 40 mg duas a três vezes por dia.

Ritmos irregulares do coração - 10 mg a 40 mg duas ou três vezes por dia.

Glândula tiroide hiperativa - a sua dose pode ser decidida com base na resposta clínica.

Feocromocitoma
- antes de operação - 60 mg por dia durante três dias
- dose de tratamento se não operável - 30 mg por dia.

Enxaqueca: inicialmente 40 mg duas ou três vezes por dia, até 80-160 mg por dia.

Doença do fígado causada por tensão arterial elevada - inicialmente 40 mg duas vezes por dia, sendo a dose máxima recomendada de 160 mg duas vezes por dia.

Crianças e adolescentes:
Arritmias: Em algumas condições, o propranolol pode ser utilizado para tratar crianças com arritmias (perturbações do ritmo do coração).
A dose será ajustada pelo médico de acordo com a idade ou o peso da criança.

Idosos: a sua dose pode ser decidida com base na resposta clínica.

Insuficiência hepática ou renal: A sua dose pode ser decidida com base na resposta clínica
Administração
Tome-o com água antes das refeições.

Não pare de tomar os comprimidos a menos que o seu médico lhe diga para o fazer.
Contraindicações
Hipersensibilidade ao cloridrato de propanolol

Descompensação cardíaca que não é devidamente tratada.

Síndrome de disfunção sinusal/bloqueio sino-auricular.

Antecedentes de broncospasmo ou de asma brônquica, doença pulmonar obstrutiva crónica.

Acidose metabólica.

Bloqueio cardíaco de segundo e terceiro graus.

Jejum prolongado (p. ex., hipoglicemia).

Choque cardiogénico

Feocromocitoma não tratado.

Bradicardia grave.

Hipotensão grave.

Perturbações arteriais periféricas graves.

Angina de Prinzmetal
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Foram notificados os seguintes acontecimentos indesejáveis, indicados por classes de sistemas de órgãos:

Doenças do sangue e do sistema linfático
Raros: trombocitopenia,
Desconhecido: agranulocitose

Doenças do sistema imunitário
Raros: angioedema.

Doenças endócrinas
Desconhecido: ocultação de sinais de tireotoxicose.

Doenças do metabolismo e da nutrição
Desconhecido: foi notificada hipoglicemia em recém-nascidos, lactentes, crianças, doentes idosos, doentes em hemodiálise, doentes em terapêutica antidiabética concomitante, doentes em jejum prolongado e doentes com doença hepática crónica.

Alterações do metabolismo dos lípidos (alterações das concentrações sanguíneas dos triglicéridos e colesterol). A hipoglicemia grave pode causar raramente convulsões ou coma.

Perturbações do foro psiquiátrico
Frequentes: perturbações do sono, pesadelos.
Raros: alucinações, psicoses, alterações do humor
Desconhecido: depressão.

Doenças do sistema nervoso
Raros: confusão, perda de memória, tonturas, parestesia.
Muito raros: foram notificados casos isolados de uma síndrome semelhante à miastenia grave ou exacerbação de miastenia grave.
Desconhecido: cefaleias, convulsões relacionadas com hipoglicemia.

Afeções oculares
Raros: perturbações visuais, secura dos olhos
Desconhecido: conjuntivite

Cardiopatias
Frequentes: bradicardia
Raros: deterioração da insuficiência cardíaca, precipitação de bloqueio cardíaco, hipotensão postural que pode estar associada a síncope.
Desconhecido: agravamento de crises de angina de peito

Vasculopatias
Frequentes: extremidades frias, síndrome de Raynaud
Raros: exacerbação de claudicação intermitente

Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino
Frequentes: falta de ar
Raros: pode ocorrer broncospasmo em doentes com asma brônquica ou antecedentes de queixas asmáticas, por vezes com evolução fatal.
Desconhecido: dispneia.

Doenças gastrointestinais
Pouco frequentes: diarreia, náuseas, vómitos
Desconhecido: obstipação, xerostomia

Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos
Raros: alopecia, púrpura, reações cutâneas de tipo psoriático, exacerbação de psoríase, erupção cutânea
Muito raros: foram notificados casos isolados de hiperhidrose.

Afeções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos
Desconhecido: artralgia

Doenças renais e urinárias
Desconhecido: diminuição do fluxo renal e da VFG

Doenças dos órgãos genitais e da mama
Desconhecido: impotência

Perturbações gerais e alterações no local de administração
Frequentes: fadiga e/ou lassitude (muitas vezes transitória)

Exames complementares de diagnóstico:
Muito raros: Observou-se um aumento dos anticorpos antinucleares (ANA) com muitos bloqueadores beta, contudo, a relevância clínica deste facto não é clara.

Deve considerar-se a descontinuação do medicamento sempre que, de acordo com o critério clínico, o bem-estar do doente for afetado adversamente por qualquer uma das reações acima. A suspensão da terapêutica com um bloqueador beta-adrenérgico deve ser gradual. Na eventualidade rara de intolerância manifestada por bradicardia e hipotensão, o medicamento deve ser interrompido e, se necessário, deve instituir-se tratamento para a sobredosagem.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Tem sido associado a atraso do crescimento intrauterino, bradicardia e hipoglicemia neonatais; o risco é maior na hipertensão grave. Deve ser suspenso 1 a 2 semanas antes do parto. Ver Bloqueadores adrenérgicos beta. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados (evidência fetal em animais, mas a necessidade pode justificar o risco, se usado no 2o e 3o trimestres). Trimestre: 2º e 3º
Aleitamento
Aleitamento:Presente no leite e seguro na dosagem usual; controlar o lactente. Ver Bloqueadores adrenérgicos beta.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Redução posológica.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Ver Bloqueadores adrenérgicos beta.
Conducao
Conducao:Altera a capacidade de condução.
Dopping
Dopping:Dopping: Os beta-bloqueantes são proibidos somente Em Competição nos seguintes desportos, exceto se especificado de outra forma: Atividades Subaquáticas (CMAS), Automobilismo (FIA), Bilhar (todas as disciplinas) (WCBS), Esqui/Snowboard (FIS), Golfe (IGF), Setas (WDF). Proibido igualmente fora de competição: Tiro (ISSF, IPC), Tiro (ISSF, IPC), Tiro com Arco (WA).
Precauções Gerais
Em doentes com doença pulmonar obstrutiva crónica, os bloqueadores beta-adrenérgicos não seletivos, como o propranolol, podem agravar a situação obstrutiva.

Portanto, o propranolol não deve ser utilizado nesta situação.


Afeção hepática ou renal grave: como a semivida pode estar aumentada em doentes com afeção hepática ou renal significativa, devem tomar-se precauções quando se inicia o tratamento e seleciona a dose inicial.


Bloqueio auriculo-ventricular de grau I: Devem tomar-se precauções se o propranolol for administrado a doentes com bloqueio cardíaco de primeiro grau.


Cirrose hepática descompensada: O propranolol deve ser utilizado com precaução em doentes com cirrose descompensada.


O propranolol pode mascarar os sinais de tireotoxicose ou de hipoglicemia (especialmente a taquicardia).

Devem tomar-se precauções em doentes diabéticos submetidos a terapêutica hipoglicemiante concomitante.

Nestes doentes, o propranolol pode causar crises hipoglicémicas prolongadas.

O propranolol pode causar, ocasionalmente, hipoglicemia mesmo em não diabéticos como, por exemplo, recém-nascidos, lactentes, crianças, idosos, doentes em hemodiálise, doentes com doença crónica do fígado, doentes que tenham tomado uma sobredose e no jejum prolongado.


Uma das ações farmacológicas do propranolol é a diminuição da frequência cardíaca; nos casos em que os sintomas podem ser atribuídos à diminuição da frequência cardíaca, a dose pode ser diminuída.


Devem tomar-se precauções especiais em doentes cuja reserva cardíaca é baixa.

Os bloqueadores dos recetores beta-adrenérgicos devem ser evitados em doentes com insuficiência cardíaca manifesta.

Contudo, podem ser utilizados em doentes cujos sinais de insuficiência cardíaca foram controlados
Como com outros bloqueadores dos recetores beta-adrenérgicos, o tratamento não deve ser descontinuado de forma abrupta.

Ou se substitui por uma dose equivalente de outro bloqueador dos recetores beta-adrenérgicos ou a suspensão do propranolol deve ser gradual.


O propranolol pode intensificar uma reação anafilática.

Os bloqueadores dos recetores beta-adrenérgicos podem causar uma reação mais intensa a vários alergenos quando administrados a doentes com antecedentes de reação anafilática a estes alergenos.

Estes doentes podem não responder às doses habituais de adrenalina utilizadas para tratar as reações alérgicas.

É necessária uma precauçãoespecial, quando bloqueadores dos recetores beta-adrenérgicos são utilizados em doentes com antecedentes de anafilaxia.


A função hepática sofre uma deterioração em doentes com hipertensão portal, podendo desenvolver-se encefalopatia hepática.

Foram feitas notificações que sugerem que o tratamento com propranolol pode aumentar o risco de desenvolvimento de encefalopatia hepática.


Embora contraindicado em perturbações circulatórias periféricas graves, os bloqueadores dos recetores beta-adrenérgicos também podem agravar formas menos graves.

Portanto, o propranolol deve ser utilizado com extrema precaução em afeções como a doença/síndrome de Raynaud ou a claudicação intermitente
Foram notificados casos isolados de uma síndrome semelhante à miastenia grave ou exacerbação de miastenia grave em doentes medicados com propranolol.


Os bloqueadores dos recetores beta-adrenérgicos não devem ser utilizados no feocromocitoma não tratado.

No entanto, pode ser administrado concomitantemente com um bloqueador alfa em doentes com feocromocitoma.


Cirurgia: Após decisão de interromper um bloqueio beta na preparação para uma intervenção cirúrgica, a terapêutica deve ser interrompida durante pelo menos 48 horas.

A continuação do bloqueio beta diminui o risco de arritmias durante a indução e a intubação, contudo o risco de hipotensão também pode aumentar.

Caso se continue o tratamento, devem tomar-se precauções com a utilização de certos anestésicos.

O doente pode ser protegido contra reações vagais administrando atropina por via intravenosa.
Cuidados com a Dieta
Pode ser administrado independentemente das refeições.
Terapêutica Interrompida
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Alginato de sódio + Bicarbonato de sódio + Carbonato de cálcio + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Devido à presença de carbonato de cálcio que actua como um antiácido, deve ser efectuado um intervalo de 2 horas entre a toma deste medicamento e a administração de outros medicamentos, especialmente anti-histamínicos H2, tetraciclinas, digoxina, fluoroquinolona, sal de ferro, cetoconazol, neurolépticos, tiroxina, penicilamina, bloqueadores beta (atenolol, metoprolol, propranolol), glucocorticóides, cloroquina e bifosfonatos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Hidroclorotiazida + Amilorida + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Interações com amilorida: Propanolol: Não estão descritas. Interações com hidroclorotiazida: Propanolol: Potencia o efeito hiperglicémico da hidroclorotiazida. Alguns estudos demonstraram níveis aumentados de glucose, triglicéridos e ácido úrico sanguíneos.

Fosinopril + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Outros: A biodisponibilidade do fosinopril não sofre alteração quando é administrado com ácido acetilsalicílico, clortalidona, cimetidina, digoxina, hidroclorotiazida, metoclopramida, nifedipina, propranolol, propantelina ou varfarina.

Rifapentina + Propranolol

Observações: Rifapentina induz o metabolismo por enzimas CYP3A4, CYP2C8 e CYP2C9. Pode ser necessário ajustar a dosagem dos medicamentos metabolizadas por estas enzimas, se forem tomadas com rifapentina.
Interações: Medicamentos que podem ser afectados pela rifapentina incluem varfarina, propranolol, digoxina, inibidores de protease e contracetivos orais.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pixantrona + Propranolol

Observações: Não foram notificadas interações medicamentosas nos participantes e não foram realizados estudos de interações medicamentosas em seres humanos. Estudos in vitro com as isoformas humanas mais habituais do citocromo P450 (incluindo CYP1A2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6 e 3A4) mostraram uma possível inibição do tipo mista do CYP1A2 e CYP2C8 que pode ter relevância clínica. Não se observaram outras interações significativas clinicamente relevantes com os CYPP450.
Interações: Amitriptilina, haloperidol, clozapina, ondansetrom e propranolol são metabolizados pelo CYP1A2 e, por conseguinte, existe uma preocupação teórica de que a administração concomitante do Pixantrona possa aumentar os níveis sanguíneos deste medicamento.

Loxapina + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Potencial para outros medicamentos afetarem a loxapina: Se possível, deve ser evitada a utilização con comitante de inibidores de CYP1A2 (por exemplo, fluvoxamina, ciprofloxacina, enoxacina, propranolol e refecoxib).

Docetaxel + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: O docetaxel tem uma elevada ligação às proteínas (>95%). Embora a possível interacção in vivo do docetaxel com outros medicamentos administrados concomitantemente não tenha sido investigada formalmente, as interações in vitro com agentes fortemente ligados às proteínas tais como eritromicina, difenidramina, propranolol, propafenona, fenitoína, salicilato, sulfametoxazol e valproato de sódio não afectou a ligação às proteínas do docetaxel.

Quinapril + Hidroclorotiazida + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Outros agentes: Não se registaram interações farmacocinéticas clinicamente importantes quando se administrou quinapril em associação a Propranolol, hidroclorotiazida, digoxina ou cimetidina. O efeito anticoagulante de uma dose única de varfarina (medida pelo tempo de protrombina) não foi significativamente alterado pela administração combinada de quinapril, duas vezes ao dia. Quando administrados em concomitância, as seguintes drogas podem interagir com diuréticos tiazídicos.

Famotidina + Propranolol

Observações: Não foram identificadas quaisquer interações de importância clínica.
Interações: A Famotidina não interage com o sistema enzimática biotransformador de fármacos dependente do citocromo P-450. Foram ensaiados no homem compostos metabolizados por este sistema tais como: varfarina, teofilina, fenitoína, diazepam, propranolol, aminopirina e antipirina.

Almotriptano + Propranolol

Observações: Efetuaram-se estudos de interação com inibidores da monoaminooxidase A, bloqueadores adrenérgicos beta, inibidores seletivos da recaptação da serotonina, bloqueadores dos canais de cálcio ou inibidores das isoenzimas 3A4 e 2D6 do citocromo P450. Não foram realizados estudos de interação in vivo para a avaliação do efeito de almotriptano sobre outros fármacos.
Interações: Administrações múltiplas de propranolol não alteraram a farmacocinética de almotriptano. Não se observaram interações clinicamente significativas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clorofenamina + Paracetamol + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: O paracetamol tem interações medicamentosas com: β-bloqueantes, propranolol: O propranolol inibe o sistema enzimático responsável pela glucuronização e oxidação do paracetamol. Assim, pode potenciar a acção do paracetamol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Propafenona + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Foram reportados aumentos da concentração plasmática ou níveis sanguíneos de propranolol, metoprolol, desipramina, ciclosporina, teofilina e digoxina durante o tratamento com cloridrato de propafenona. Caso se verifiquem sintomas de sobredosagem, devem determinar-se as concentrações plasmáticas e reduzir as doses, se necessário.

Maprotilina + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de beta-bloqueantes, que sejam inibidores da CYP2D6, tais como o propranolol, podem causar um aumento dos níveis plasmáticos de maprotilina. Em tais casos, os níveis plasmáticos devem ser monitorizados e a posologia deverá ser ajustada em conformidadade. Maprotilina pode diminuir ou abolir os efeitos antihipertensivos dos fármacos neuronais adrenérgicos, nomeadamente da guanetidina, betanidina, reserpina, clonidina e alfa-metildopa. Os doentes que requerem terapêutica concomitante da hipertensão deverão ser tratados com antihipertensivos de tipo diferente (por exemplo, diuréticos, vasodilatadores ou beta-bloqueantes que não sofram uma biotransformação acentuada). A interrupção súbita do tratamento com Maprotilina pode também provocar hipotensão grave.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Aminofilina + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: A degradação retardada e/ou o aumento dos níveis plasmáticos de Aminofilina (Teofilina Etilenodiamina), acompanhados de um risco aumentado de sobredosagem ou de uma incidência aumentada de efeitos secundários, pode ser provocada por medicação concomitante com contracetivos orais, antibióticos macrólidos (ex. eritromicina, iosamicina e lincomicina), bloqueadores dos canais de cálcio (ex. diltiazem, verapamil), inibidores da girase, cimetidina, ranitidina, ácido isonicótico hidrazida, alopurinol, propranolol, e interferão. Em tais casos, pode-se tornar necessária uma redução da dose.

Fampridina + Propranolol

Observações: Os estudos de interação foram realizados apenas em adultos.
Interações: A fampridina é eliminada principalmente através dos rins, sendo a secreção renal ativa responsável por cerca de 60% da sua eliminação. O TOC2 é o transportador responsável pela secreção ativa da fampridina. Deste modo, a utilização concomitante de fampridina com fármacos inibidores do TOC2, como por exemplo, a cimetidina, é contraindicada, e é necessária precaução na utilização concomitante de fampridina com medicamentos que sejam substratos do TOC2, por exemplo, carvedilol, propranolol e metformina.

Fosinopril + Hidroclorotiazida + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Outros fármacos: a biodisponibilidade do fosinopril não ligado não é alterada pela coadministração com ácido acetilsalicílico, clortolidona, cimetidina, digoxina, metoclopramida, nifedipina, propanolol, propantelina ou varfarina. Fosinopril / Hidroclorotiazida tem sido usado concomitantemente com paracetamol, outros anti-inflamatórios não- esteroides, anti-histamínicos, antilipémicos, estrogénios, sem evidência de eventos adversos clinicamente importantes.

Gadofosveset + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Porém, em vários estudos in vitro de interacção farmacológica (em 4,5% de albumina sérica humana e plasma humano), o gadofosveset não demonstrou qualquer interacção adversa com digitoxina, propranolol, verapamil, varfarina, fenprocoumon, ibuprofeno, diazepam, cetoprofeno, naproxeno, diclofenac e piroxicam em concentrações clinicamente relevantes.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Teofilina + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: A depuração da teofilina poderá ser retardada e/ou a sua concentração plasmática poderá ser aumentada – com risco acrescido de sobredosagem e efeitos adversos – em casos de administração simultânea das substâncias seguintes: - Contracetivos orais, - Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e troleandomicina), - Quinolonas (inibidores da girase, especialmente ciprofloxacina, enoxacina e pefloxacina - Imipenem, especialmente efeitos secundários do SNC, tal como convulsões. - Isoniazida, - Tiabendazol, - Bloqueadores dos canais de cálcio (ex. verapamil ou diltiazem), - Propranolol, - Metilxantina, - Propafenona, - Ticlopidina, - Cimetidina, ranitidina, - Alopurinol, febuxostate, - Fluvoxamina, - Alfa-interferão e peginterferão alfa-2, - Zafirlucaste, - Vacinas da gripe, - Etintidina, - Idrocilamida e - Zileuton Nestes casos poderá ser necessária uma redução da dose. Quando a teofilina é administrada simultaneamente com a ciprofloxacina e com a enoxacina, a dose de teofilina deve ser reduzida para no máximo 60% e 30% da dose recomendada, respetivamente. Outras quinolonas (ex: peploxacina ou ácido pipemidico) podem também potenciar a ação de medicamentos contendo teofilina. Consequentemente, recomenda-se fortemente o controlo frequente das concentrações de teofilina durante a terapêutica concomitante com quinolonas.

Abiraterona + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Num estudo para determinar os efeitos do acetato de abiraterona (mais prednisona) numa dose única de dextrometorfano, substrato do CYP2D6, a exposição sistémica (AUC) ao dextrometorfano aumentou aproximadamente 2,9 vezes. A AUC24 do dextrorfano, o metabolito ativo do dextrometorfano, aumentou em aproximadamente 33%. Recomenda-se precaução quando Abiraterona é administrado com medicamentos ativa dos ou metabolizados pelo CYP2D6, especialmente com medicamentos com um índice terapêutico estreito. Deve considerar-se uma redução da dose em medicamentos com índice terapêutico estreito, que sejam metabolizados pelo CYP2D6. Exemplos de medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 incluem metoprolol, propranolol, desipramina, venlafaxina, haloperidol, risperidona, propafenona, flecainida, codeína, oxicodona e tramadol (os três últimos medicamentos requerem CYP2D6 para formar os seus metabolitos analgésicos ativos).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Mepivacaína + Adrenalina + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Os betabloqueantes não selectivos, como o propranolol, aumentam o efeito vasopressor da epinefrina, o que pode originar uma grave hipertensão e bradicardia.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Adrenalina + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Bloqueadores α e β: As interações de simpaticomiméticos com bloqueadores α e β podem ser de natureza complexa. Doentes sob terapêutica concomitante com bloqueadores β não selectivos, como o propranolol, sofrem um aumento da pressão sanguínea resultante de vasoconstrição mediada por receptores α, seguida de bradicardia reflexa, e ocasionalmente arritmias. Os efeitos broncodilatadores da adrenalina são também inibidos. Inversamente, os bloqueadores β cardioselectivos, como o metoprolol, que actuam preferencialmente nos receptores β1, não inibem a acção vasodilatadora da adrenalina mediada pelos receptores β2, pelo que a pressão sanguínea e a frequência cardíaca sofrem apenas pequenas variações. Doses baixas de bloqueadores beta cardioselectivos não parecem produzir alteração na broncodilatação provocada pela adrenalina, embora o efeito de doses elevadas seja mal conhecido. O propranolol tem demonstrado inibição do efeito vasopressor e broncodilatador da adrenalina quando administrada em caso de anafilaxia, pelo que doentes com terapêutica com bloqueadores beta não cardioselectivos podem ser relativamente refractários à adrenalina administrada nesta situação.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cloreto de mivacúrio + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Tal como todos os outros bloqueadores neuromusculares não-despolarizantes, a extensão e/ou duração de um bloqueio neuromuscular não-despolarizante pode ser aumentada e as necessidades de perfusão podem ser reduzidas por interação com: Fármacos antiarrítmicos: propranolol, bloqueadores dos canais de cálcio, lidocaína, procainamida e quinidina Determinados fármacos podem raramente agravar ou revelar situações de miastenia gravis latente, ou mesmo induzir um síndrome miasténico com aumento da sensibilidade ao Cloreto de mivacúrio. Estes fármacos incluem antibióticos vários, bloqueadores beta (propranolol, oxprenolol), fármacos antiarrítmicos (procainamida, quinidina), fármacos antirreumáticos (cloroquina, D- penicilamina), trimetofano, clorpromazina, esteroides, fenitoína e lítio.

Mexazolam + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Nos animais de experiência verificaram-se as seguintes interações: Fármacos que não mostraram qualquer interacção com o mexazolam: Difenilhidatoína, escopolamina butilbromido, gerfanato, propranolol e pindolol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Misoprostol + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Foi observado um ligeiro aumento na concentração de propranolol (média de aproximadamente 20% na AUC, 30% na Cmax), com doses múltiplas de misoprostol.

Ziprasidona + Propranolol

Observações: Não existem estudos realizados em crianças sobre a interação da ziprasidona com outros medicamentos.
Interações: Efeitos de outros fármacos sobre a ziprasidona: Ligação às proteínas: A ziprasidona liga-se extensivamente às proteínas plasmáicas. A ligação da ziprasidona às proteínas plasmáticas in vitro não foi alterada pela varfarina ou propanolol, dois fármacos altamente ligados às proteínas plasmáticas, nem a ziprasidona altera a ligação destes fármacos no plasma humano. Pelo que, o potencial para interagir com a ziprasidona devido a deslocamentos é improvável.

Mianserina + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Mianserina não tem interação com a betanidina, clonidina, metildopa, guanetidina ou propranolol (quer isolado quer em associação com a hidralazina). No entanto, é aconselhável vigiar a pressão arterial dos doentes que se encontram a fazer tratamento concomitante com antihipertensores.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nilutamida + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: A nilutamida actuando sobre certos mecanismos enzimáticos microssomais, pode reduzir o metabolismo hepático de certas substâncias, tais como: antivitaminas K, fenitoína, propranolol, clordiazepóxido, diazepam e teofilina, cuja eliminação pode ser retardada e os seus níveis plasmáticos aumentados. A posologia destes medicamentos ou de outros com metabolismo semelhante, pode necessitar de um ajustamento, quando administrados com a nilutamida.

Propiltiouracilo + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Interações de propiltiouracilo com outros medicamentos: O tratamento com propiltiouracilo pode influenciar a fracção efectiva do propranolol (não ligado às proteínas) e dos derivados da cumarina, de tal modo que, pode ser necessário um ajuste da dose.

Ranitidina + Propranolol

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Inibição do sistema oxigenase com função mista citocromo P450-ligado: A ranitidina, em doses terapêuticas habituais, não potencia a acção de medicamentos que são inactivados por este sistema tais como o diazepam (CYP2C19), lidocaína e propanolol. Têm havido notificações de tempos de protrombina alterados com anticoagulantes cumarínicos (ex. varfarina) quando o tratamento com ranitidina foi iniciado. Devido à estreita janela terapêutica, recomenda-se uma monitorização apertada do aumento ou diminuição do tempo de protrombina, durante o tratamento com a ranitidina. Há relatos de vários casos de aumento das concentrações plasmáticas de teofilina. Embora, a interação não tenha sido observada em vários estudos clínicos, as informações disponíveis não podem excluir a possibilidade de que pode ocorrer uma interação em alguns indivíduos. Também têm havido notificações de um aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína.

Flupirtina + Propranolol

Observações: A utilização concomitante de flupirtina com outros fármacos conhecidos por causar lesões hepáticas induzidas por fármacos deve ser evitada.
Interações: Devido à grande ligação da flupirtina às proteínas, é de esperar que na administração concomitante de outro fármaco também com grande ligação às proteínas, ocorra deslocação da ligação às proteínas. Foram realizados testes correspondentes in-vitro, com diazepam, varfarina, ácido acetilsalicílico, benzilpenicilina, digitoxina, glibenclamida, propranolol e clonidina. Apenas com varfarina e diazepam, o deslocamento da ligação à albumina atingiu um valor em que a intensificação destes medicamentos não pode ser desprezada no caso de administração concomitante com maleato de flupirtina.

Ioflupano (123I) + Propranolol

Observações: Não foram realizados estudos de interacção em seres humanos.
Interações: Nos ensaios clínicos os fármacos que revelaram ausência de interferências, na imagiologia com Ioflupano (123I) incluiram amantidina, benzhexol, budipina, levodopa, metoprolol, primidona, propanolol e selegilina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lidocaína + Propranolol

Observações: n.d.
Interações: A toxicidade da lidocaína é aumentada pela coadministração de cimetidina e propranolol requerendo uma redução na dose de lidocaína. Ambos os medicamentos diminuem o fluxo sanguíneo hepático.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Reviparina sódica + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: c) O desenvolvimento da ligação das proteínas plasmáticas pode, por exemplo, potenciar o efeito do propranolol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Besilato de atracúrio + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Do mesmo modo que outros agentes de bloqueio neuromuscular não despolarizantes, a magnitude e/ou duração do bloqueio neuromuscular despolarizante do Besilato de Atracúrio pode aumentar como resultado da interacção com: Fármacos antiarrítmicos: Propranolol, bloqueadores dos canais de cálcio, lidocaína, procaínamida e quinidina. Raramente, certos fármacos podem agravar ou expor a miastenia gravis latente ou mesmo induzir um síndrome miasténico. O aumento da sensibilidade ao Besilato de Atracúrio pode ser uma consequência deste desenvolvimento. Estes fármacos incluem vários antibióticos, beta-bloqueadores (propranolol, oxprenolol), fármacos antiarrítmicos (procaínamida, quinidina), fármacos anti-reumáticos (cloroquina, D-penicilamina), trimetafano, clorpromazina, esteróides, fenitoína e lítio.

Solifenacina + Tansulosina + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: TANSULOSINA: A coadministração com outros antagonistas dos recetores alfa1-adrenérgicos pode originar efeitos hipotensores. In vitro, a fração livre da tansulosina no plasma humano não foi alterada pelo diazepam, propranolol, triclormetiazida, clormadinona, amitriptilina, diclofenac, glibenclamida, sinvastatina ou varfarina. Por sua vez, a tansulosina não altera as frações livres do diazepam, propranolol, triclormetiazida ou clormadinona. Contudo, o diclofenac e a varfarina podem aumentar a taxa de eliminação da tansulosina. Estudos in vitro com a tansulosina demonstraram que, em concentrações terapêuticas, a tansulosina não inibe CYP1A2, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A4. Assim, é improvável a ocorrência de interações da tansulosina com fármacos metabolizados por estas enzimas CYP.

Cimetidina + Propranolol

Observações: Aparentemente, através de uma acção nos sistemas enzimáticos microssómicos, Cimetidina pode causar alterações significativas no metabolismo de certos fármacos, causando um atraso na sua eliminação e provocando, por consequência, um prolongamento ou um aumento das suas concentrações sanguíneas.
Interações: Estão também descritas interações com propanolol, clordiazepóxido, diazepam, alguns antidepressivos tricíclicos, metronidazole, triamterene e terfenadina.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Bloqueadores beta-adrenérgicos + Propranolol

Observações: Os bloqueadores adrenérgicos beta (em especial os não selectivos como o propranolol) alteram a resposta aos simpaticomiméticos com actividade agonista-beta (ex.: adrenalina). Os bloqueadores que sofrem um metabolismo de primeira passagem extenso, podem ser afectados por fármacos capazes de alterar este processo. Estes bloqueadores podem reduzir o fluxo sanguíneo hepático.
Interações: Fármacos que podem aumentar o efeito de bloqueio beta: Inibidores selectivos da recaptação da serotonina (ISRS): a fluoxetina e a paroxetina inibem o CYP2D6 e aumentam as concentrações de timolol, propranolol, metoprolol e carvedilol - Propranolol

Hidróxido de alumínio + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Os antiácidos provocam uma diminuição da absorção dum número considerável de fármacos, entre os quais: propranolol. Deve ser evitada a administração simultânea do hidróxido de alumínio com os referidos fármacos.

Propranolol + Broncodilatadores

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Broncodilatadores agonistas beta-adrenérgicos: Os bloqueadores beta-adrenérgicos não cardioselectivos opõem-se aos efeitos de broncodilatação dos broncodilatadores agonistas beta-adrenérgicos, portanto, o propranolol é contraindicado em doentes com asma.

Propranolol + Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio)

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Bloqueadores dos canais de cálcio (verapamil, diltiazem ou bepridil): Os bloqueadores dos canais de cálcio e os bloqueadores beta-adrenérgicos têm efeitos aditivos sobre a condução auriculoventricular e a função do nódulo sinusal, podendo causar bradicardia e hipotensão. A associação com propranolol deve ser evitada, especialmente em doentes com descompensação cardíaca. Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Bloqueadores dos canais de cálcio (di-hidropiridina): A utilização concomitante pode aumentar o risco de hipotensão.

Agomelatina + Propranolol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: A associação da agomelatina com estrogénios (inibidores moderados do CYP1A2) resulta num aumento múltiplo da exposição à agomelatina. Embora não tenha havido nenhum sinal específico de segurança em 800 doentes tratados em associação com estrogénios, deve ter-se cuidado na prescrição de agomelatina com outros inibidores moderados do CYP1A2 (ex. propranolol, enoxacina) até se ter adquirido mais experiência.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Cloropromazina + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: A Cloropromazina e o propranolol administrados em simultâneo podem, reciprocamente, inibir o seu metabolismo hepático. O propranolol pode aumentar os níveis plasmáticos da Cloropromazina e, por sua vez, este último pode aumentar as concentrações plasmáticas e a biodisponibilidade do propranolol.

Propranolol + Verapamilo

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Bloqueadores dos canais de cálcio (verapamil, diltiazem ou bepridil): Os bloqueadores dos canais de cálcio e os bloqueadores beta-adrenérgicos têm efeitos aditivos sobre a condução auriculoventricular e a função do nódulo sinusal, podendo causar bradicardia e hipotensão. A associação com propranolol deve ser evitada, especialmente em doentes com descompensação cardíaca.

Propranolol + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Bloqueadores dos canais de cálcio (verapamil, diltiazem ou bepridil): Os bloqueadores dos canais de cálcio e os bloqueadores beta-adrenérgicos têm efeitos aditivos sobre a condução auriculoventricular e a função do nódulo sinusal, podendo causar bradicardia e hipotensão. A associação com propranolol deve ser evitada, especialmente em doentes com descompensação cardíaca.

Propranolol + Bepridilo

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Bloqueadores dos canais de cálcio (verapamil, diltiazem ou bepridil): Os bloqueadores dos canais de cálcio e os bloqueadores beta-adrenérgicos têm efeitos aditivos sobre a condução auriculoventricular e a função do nódulo sinusal, podendo causar bradicardia e hipotensão. A associação com propranolol deve ser evitada, especialmente em doentes com descompensação cardíaca.

Propranolol + Fingolimod

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Fingolimod: Potenciação dos efeitos bradicárdicos com possíveis resultados fatais. O tratamento com Fingolimod não deve ser iniciado em doentes medicados com bloqueadores beta. No caso de associação, recomenda-se uma monitorização apropriada no início do tratamento, aconselhando-se a monitorização pelo menos durante a noite.

Propranolol + Barbitúricos

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Barbitúricos: Os barbitúricos diminuem os níveis plasmáticos e os efeitos dos bloqueadores beta. Os barbitúricos são indutores potentes das enzimas hepáticas que podem aumentar o metabolismo do propranolol.

Propranolol + Propafenona

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Propafenona: Os níveis plasmáticos de propranolol podem ser aumentados até 100% pela propafenona, o que, provavelmente, é devido ao facto de que o propranolol é metabolizado parcialmente pela mesma enzima que metaboliza a propafenona (CYP2D6). Esta associação também não é aconselhável porque que a propafenona tem efeitos inotrópicos negativos.

Propranolol + Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Inibidores da MAO: A utilização concomitante de inibidores da MAO (exceto os inibidores da MAO-B) com antihipertensores pode diminuir o efeito anti-hipertensivo e causar reações hipertensivas.

Propranolol + Amiodarona

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Amiodarona: Notificações de alguns casos sugerem que os doentes tratados com amiodarona podem ter uma bradicardia sinusal grave quando tratados concomitantemente com propranolol. A amiodarona tem uma semivida extremamente longa (cerca de 50 dias), o que significa que podem ocorrer interações muito depois da descontinuação da terapêutica.

Propranolol + Antiarrítmicos

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Antiarrítmicos de Classe I (disopiramida, quinidina): Os antiarrítmicos de Classe I e os bloqueadores beta têm efeitos inotrópicos negativos aditivos podendo resultar em hipotensão e efeitos secundários hemodinâmicos graves em doentes com perturbação da função ventricular esquerda. A quinidina parece aumentar os níveis plasmáticos de propranolol através da inibição da CYP2D6, diminuindo assim a sua depuração. Por conseguinte, a dose de propranolol deve ser diminuída ao iniciar-se o tratamento com quinidina.

Propranolol + Disopiramida

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Antiarrítmicos de Classe I (disopiramida, quinidina): Os antiarrítmicos de Classe I e os bloqueadores beta têm efeitos inotrópicos negativos aditivos podendo resultar em hipotensão e efeitos secundários hemodinâmicos graves em doentes com perturbação da função ventricular esquerda. A quinidina parece aumentar os níveis plasmáticos de propranolol através da inibição da CYP2D6, diminuindo assim a sua depuração. Por conseguinte, a dose de propranolol deve ser diminuída ao iniciar-se o tratamento com quinidina.

Propranolol + Quinidina

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Antiarrítmicos de Classe I (disopiramida, quinidina): Os antiarrítmicos de Classe I e os bloqueadores beta têm efeitos inotrópicos negativos aditivos podendo resultar em hipotensão e efeitos secundários hemodinâmicos graves em doentes com perturbação da função ventricular esquerda. A quinidina parece aumentar os níveis plasmáticos de propranolol através da inibição da CYP2D6, diminuindo assim a sua depuração. Por conseguinte, a dose de propranolol deve ser diminuída ao iniciar-se o tratamento com quinidina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pirbuterol + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Beta-bloqueadores (por exemplo, propranolol) porque podem diminuir a eficácia do pirbuterol

Propranolol + Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) / antirreumáticos: Os anti-inflamatórios do tipo dos AINEs contrariam o efeito anti-hipertensivo dos bloqueadores beta. Esta ação foi estudada principalmente com a indometacina. Num estudo com diclofenac não se detetou este tipo de interação. Não existem dados relativos aos inibidores da COX-2.

Propranolol + Antirreumáticos

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) / antirreumáticos: Os anti-inflamatórios do tipo dos AINEs contrariam o efeito anti-hipertensivo dos bloqueadores beta. Esta ação foi estudada principalmente com a indometacina. Num estudo com diclofenac não se detetou este tipo de interação. Não existem dados relativos aos inibidores da COX-2.

Zolmitriptano + Propranolol

Observações: Como se verifica com outros agonistas dos receptores 5HT1B/1D, o zolmitriptano poderá atrasar a absorção de outros medicamentos.
Interações: Foram efectuados estudos de interacção com cafeína, ergotamina, diidroergotamina, paracetamol, metoclopramida, pizotifeno, fluoxetina, rifampicina e propranolol e não foram observadas diferenças clinicamente relevantes na farmacocinética do zolmitriptano ou do seu metabolito activo.

Propranolol + Indometacina

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) / antirreumáticos: Os anti-inflamatórios do tipo dos AINEs contrariam o efeito anti-hipertensivo dos bloqueadores beta. Esta ação foi estudada principalmente com a indometacina. Num estudo com diclofenac não se detetou este tipo de interação. Não existem dados relativos aos inibidores da COX-2.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Armodafinil + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Anticoagulantes (por exemplo, varfarina), benzodiazepínicos (por exemplo, diazepam), clomipramina, hidantoínas (por exemplo, fenitoína), omeprazol ou propranolol porque o risco de seus efeitos secundários pode ser aumentado pelo armodafinil

Propranolol + Cimetidina

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Cimetidina: A cimetidina aumenta os níveis plasmáticos de propranolol, provavelmente através da inibição do seu metabolismo de primeira passagem. Pode existir o risco, por exemplo, de bradicardia com a administração oral.

Propranolol + Anestésicos

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Anestésicos: A utilização concomitante de antagonistas beta-adrenérgicos e anestésicos pode atenuar a taquicardia reflexa e aumentar o risco de hipotensão. Deve evitar-se, em regra, a interrupção súbita do tratamento co m bloqueadores beta. O anestesista deve ser informado quando o doente está a ser medicado com antagonistas beta-adrenérgicos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Verapamilo + Propranolol

Observações: n.d.
Interações: Possíveis interacções medicamentosas associadas com o verapamilo, devido a razões de farmacocinética: Beta bloqueadores Metoprolol - Aumento da AUC ( 32,5%) e Cmax ( 41%) do metoprolol em doentes com angina; Propranolol - Aumento da AUC ( 65%) e Cmax ( 94%) do propranolol em doentes com angina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Modafinil + Propranolol

Observações: Modafinil pode aumentar o seu próprio metabolismo através da indução da atividade do CYP3A4/5 mas o efeito é modesto, sendo improvável que tenha consequências clínicas significativas.
Interações: Outros medicamentos: Substâncias que são largamente eliminadas pelo metabolismo a nível do CYP2C19, como é o caso do diazepam, propranolol e omeprazol, poderão ter a sua depuração reduzida com a administração concomitante de modafinil, pelo que poderão necessitar de uma redução da dose.

Propranolol + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Epinefrina (adrenalina): Existem várias notificações de hipertensão e bradicardia graves em doentes tratados com propranolol e epinefrina. Estas observações clínicas foram confirmadas por estudos em voluntários saudáveis. Também foi sugerido que a administração intravascular de epinefrina pode desencadear estas reações.

Salbutamol + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: O salbutamol e fármacos beta-bloqueantes não seletivos, tais como o propranolol, não devem geralmente ser prescritos em concomitância.

Propranolol + Fluvoxamina

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Fluvoxamina: A fluvoxamina inibe o metabolismo oxidativo e aumenta as concentrações plasmáticas de propranolol, podendo causar bradicardia grave.

Propranolol + Antihipertensores

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Antihipertensores de ação central (clonidina, moxonidina, metildopa): A utilização concomitante de antihipertensores com ação central pode agravar a insuficiência cardíaca através de uma diminuição do tónus simpático central (diminuição da frequência e débito cardíacos, vasodilatação). A interrupção abrupta, especialmente se anterior à descontinuação do bloqueador beta, pode aumentar o risco de “hipertensão por reativação (rebound)”.

Propranolol + Clonidina

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Antihipertensores de ação central (clonidina, moxonidina, metildopa): A utilização concomitante de antihipertensores com ação central pode agravar a insuficiência cardíaca através de uma diminuição do tónus simpático central (diminuição da frequência e débito cardíacos, vasodilatação). A interrupção abrupta, especialmente se anterior à descontinuação do bloqueador beta, pode aumentar o risco de “hipertensão por reativação (rebound)”.

Ticlopidina + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Os estudos in vitro mostraram que a Ticlopidina se liga ás proteínas plasmáticas de forma reversível (98%), mas que não interage com a ligação ás proteínas plasmáticas do propranolol, um fármaco também reconhecido pela sua elevada capacidade de ligação ás proteínas plasmáticas.

Propranolol + Moxonidina

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Antihipertensores de ação central (clonidina, moxonidina, metildopa): A utilização concomitante de antihipertensores com ação central pode agravar a insuficiência cardíaca através de uma diminuição do tónus simpático central (diminuição da frequência e débito cardíacos, vasodilatação). A interrupção abrupta, especialmente se anterior à descontinuação do bloqueador beta, pode aumentar o risco de “hipertensão por reativação (rebound)”.

Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Os antiácidos contendo alumínio podem impedir a absorção adequada de outros medicamentos: antagonistas H-2, atenolol, bifosfonatos, cloroquina, cetoconazol, ciclinas, diflunisal, digoxina, etambutol, fluoroquinolonas, fluoreto de sódio, glucocorticóides, indometacina, isoniazida, lincosamidas, metoprolol, neurolépticos, fenotiazinas, penicilamina, propranolol, sais de ferro. Recomenda-se alternar a administração destes medicamentos e do Hidróxido de alumínio/Hidróxido de magnésio com pelo menos 2 horas de intervalo (4 horas para as fluoroquinolonas) a fim de minimizar a ocorrência de interações indesejáveis. Os sais de citrato e o ácido ascórbico poderão aumentar a absorção de alumínio.

Propranolol + Metildopa

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Antihipertensores de ação central (clonidina, moxonidina, metildopa): A utilização concomitante de antihipertensores com ação central pode agravar a insuficiência cardíaca através de uma diminuição do tónus simpático central (diminuição da frequência e débito cardíacos, vasodilatação). A interrupção abrupta, especialmente se anterior à descontinuação do bloqueador beta, pode aumentar o risco de “hipertensão por reativação (rebound)”.

Propranolol + Rifampicina

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Rifampicina: O metabolismo do propranolol pode ser aumentado pela rifampicina, um indutor potente das enzimas hepáticas.

Propranolol + Bloqueadores adrenérgicos alfa

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Bloqueadores alfa: A utilização concomitante com bloqueadores alfa aumenta o risco de hipotensão, especialmente de hipotensão ortostática, e de taquicardia e palpitações.

Propranolol + Clorpromazina

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Clorpromazina: A utilização concomitante de clorpormazina com propranolol pode resultar num aumento acentuado dos níveis plasmáticos dos dois medicamentos e, consequentemente, intensificar os seus efeitos sobre a frequência cardíaca e tensão arterial.

Propranolol + Lidocaína

Observações: N.D.
Interações: Lidocaína: A administração de propranolol durante uma perfusão de lidocaína pode aumentar a concentração plasmática de lidocaína em aproximadamente 30%. Os doentes já medicados com propranolol têm tendência para apresentar níveis mais elevados de lidocaína do que os controlos. A associação deve ser evitada.

Propranolol + Rizatriptano

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Medicamentos contra a enxaqueca: Durante o tratamento concomitante com propranolol, este inibiu o metabolismo de primeira passagem do rizatriptano cuja AUC aumentou em 70-80%. Recomenda-se uma dose de 5 mg de rizatriptano na terapêutica de associação. A ergotamina com propranolol resultou em notificações de reações vasospásticas em alguns doentes.

Propranolol + Ergotamina

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Medicamentos contra a enxaqueca: Durante o tratamento concomitante com propranolol, este inibiu o metabolismo de primeira passagem do rizatriptano cuja AUC aumentou em 70-80%. Recomenda-se uma dose de 5 mg de rizatriptano na terapêutica de associação. A ergotamina com propranolol resultou em notificações de reações vasospásticas em alguns doentes.

Propranolol + Teofilina

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Teofilina: O propranolol diminui a depuração metabólica da teofilina em cerca de 30% numa dose de 120 mg por dia e de 50% em doses de 720 mg por dia.

Propranolol + Insulinas

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Insulina e antidiabéticos orais: A utilização concomitante pode mascarar certos sintomas de hipoglicemia (palpitações, taquicardia). O propranolol pode prolongar a resposta hipoglicémica à insulina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Besilato de cisatracúrio + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Efeito aumentado: Por anestésicos, tais como enflurano, isoflurano, halotano e cetamina, por outros bloqueadores neuromusculares não despolarizantes ou por outros medicamentos como antibióticos (incluindo aminoglicosidos, polimixinas, espectinomicina, tetraciclinas, lincomicina e clindamicina), por antiarrítmicos (incluindo propranolol, bloqueadores do canal do cálcio, lignocaína, procainamida e quinidina), por diuréticos (incluindo furosemida e possivelmente tiazidas, manitol e acetazolamida), por sais de magnésio e lítio e por bloqueadores ganglionares (trimetafano, hexametónio). Raramente, alguns fármacos poderão agravar ou expor miastenia grave latente ou mesmo induzir a síndrome miasténica; uma sensibilidade aumentada a bloqueadores neuromusculares não despolarizantes seria uma consequência de tal desenvolvimento. Estes fármacos incluem vários antibióticos, bloqueadores beta (propranolol, oxprenolol), antiarrítmicos (procainamida, quinidina), fármacos antirreumatismais (cloroquina, D- penicilamina), trimetafano, clorpromazina, esteroides, fenitoína e lítio.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lidocaína + Adrenalina + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Os beta-bloqueadores não cardioselectivos, como o propranolol, potenciam os efeitos pressores da adrenalina, o que pode originar hipertensão grave e bradicardia.

Propranolol + Antidiabéticos Orais

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Insulina e antidiabéticos orais: A utilização concomitante pode mascarar certos sintomas de hipoglicemia (palpitações, taquicardia). O propranolol pode prolongar a resposta hipoglicémica à insulina.

Propranolol + Tabaco (fumadores, Tabagismo)

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Tabagismo: O consumo tabágico pode diminuir os efeitos benéficos dos bloqueadores beta sobre a frequência cardíaca e a tensão arterial.

Propranolol + Testes Laboratoriais/Diagnóstico

Observações: N.D.
Interações: Exames laboratoriais: Interferência com exames laboratoriais - foi notificado que o propranolol interfere com o cálculo da bilirrubina sérica pelo método diazo e com a determinação das catecolaminas por métodos utilizando fluorescência.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rizatriptano + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Bloqueadores-beta: As concentrações plasmáticas de rizatriptano podem ser aumentadas pela administração concomitante de propranolol. Este aumento é muito provavelmente devido à interação entre os dois fármacos no metabolismo de primeira passagem, uma vez que a MAO-A desempenha um papel nos metabolismos, quer do rizatriptano, quer do propranolol. Esta interação leva a aumentos médios de 70-80% da AUC e da Cmax. Em doentes a tomar propranolol deve usar-se a dose de 5 mg de rizatriptano. Num estudo de interação medicamentosa, o nadolol e o metoprolol não alteraram as concentrações plasmáticas do rizatriptano.

Alprazolam + Propranolol

Observações: As interações farmacocinéticas podem ocorrer quando o alprazolam é administrado concomitantemente com compostos que inibem a enzima hepática CYP3A4, aumentando os níveis plasmáticos de alprazolam.
Interações: Não houve interação com propranolol e dissulfiram.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tilidina (dextilidina) + Propranolol

Observações:
Interações: A toxicidade do Tilidina é potenciada por: fenelzina, iproniazida, nialamida, propranolol e tranilcipromina.

Lidocaína + Cloro-hexidina + Propranolol

Observações: Não foram efetuados estudos de interação.
Interações: Devido a possíveis efeitos aditivos a nível cardíaco, a lidocaína deve ser utilizada com precaução em doentes que tomam concomitantemente antiarrítmicos, tais como mexiletina, tocainida, beta-bloqueadores (ex: propranolol) ou antagonistas dos canais de cálcio (ex: diltiazem e verapamilo). O propanolol, o diltiazem e o verapamilo provocam um aumento significativo do tempo de semivida de eliminação da lidocaína devido à diminuição da clearance.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antiarrítmicos + Propranolol

Observações: Aumentam a depressão do miocárdio quando são administrados com outros AA. Aumentam o risco de arritmias ventriculares quando são dados com AA que prolongam o intervalo QT
Interações: Propafenona: Diminuem a concentração plasmática de propafenona: - Propranolol

Mesilato de di-hidroergotamina + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Embora a associação de Mesilato de di-hidroergotamina com agentes bloqueantes β adrenérgicos (exemplo, propranolol) e Mesilato de di-hidroergotamina seja, geralmente, bem tolerada, recomenda-se precaução no caso de doentes susceptíveis.

Pasireotido + Propranolol

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas previstas: Medicamentos bradicárdicos: A monitorização clínica da frequência cardíaca, especialmente no início do tratamento, é recomendada em doentes tratados concomitantemente com pasireotido e medicamentos bradicárdicos, tais como beta bloqueantes (por exemplo, metoprolol, carteolol, propranolol, sotalol), inibidores da acetilcolinesterase (por exemplo, rivastigmina, fisostigmina ), determinados bloqueadores dos canais de cálcio (por exemplo verapamilo, diltiazem, bepridilo), determinados antiarrítmicos.
 Potencialmente Fatal

Cloreto de potássio + Cloreto de sódio + Glucose + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Interações relacionadas com a presença de potássio: A administração concomitante da solução com um dos seguintes medicamentos pode originar uma hipercalémia fatal, particularmente em doentes com insuficiência renal (adição de efeitos de hipercalémia): - Diuréticos poupadores de potássio (só ou em combinação) (amilorida, triamtereno, espironolactona, eplerenona) - Inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECA) (tais como captopril, enalapril, lisinopril) - Bloqueadores dos recetores da Angiotensina II (Candesartan, telmisartan, eprosartan, irbesartan, losartan, valsartan) - Medicamentos com potássio tais como sais potássicos de penicilina - Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) (diclofenac, indometacina, piroxicam, ácido mefenâmico, celecoxib) - Heparina (inibidor da síntese de aldosterona) - Pentamidina, trimetoprim (bloqueadores dos canais de sódio) - Ciclosporina, tacrolimus (inibidores da calcineurina) - Bloqueadores β-adrenérgicos (propranolol, nadolol, atenolol) - Succinilcolina (suxametonium) (relaxante muscular)
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Heparina sódica + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Influência da heparina no efeito de outros fármacos: Outros fármacos ligados a proteínas plasmáticas (p. ex., propranolol): A heparina pode deslocá-los da sua ligação às proteínas, provocando um aumento do seu efeito.

Sumatriptano + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Não há evidência de interações com o propranolol, flunarizina, pizotifeno ou álcool.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio + Propranolol

Observações: O uso concomitante de carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio com outros medicamentos pode alterar a absorção destes últimos. O uso concomitante de antiácidos contendo alumínio e o ácido contido em algumas bebidas (sumo de fruta, vinho, etc) pode aumentar a absorção intestinal de alumínio. Devido à grande variedade de interações medicamentosas é recomendado, exceto indicação contrária do médico, um intervalo de 2 horas entre a administração do antiácido e outros medicamentos.
Interações: Foram encontradas pequenas diminuições na absorção de digoxina, captopril, cimetidina, ranitidina, famotidina, teofilina, propranolol, atenolol, sulfato de ferro e clorpromazina. Estas diminuições não são clinicamente relevantes.

Enzalutamida + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Potencial da enzalutamida para afetar a exposição a outros medicamentos: Indução enzimática: A enzalutamida é um potente inibidor enzimático levando ao aumento da síntese de muitas enzimas e transportadores; portanto é esperada a interação com muitos medicamentos comuns que são substratos destas enzimas ou transportadores. A redução das concentrações plasmáticas podem ser substanciais, e levar a perda ou reduzir o efeito clínico. Existe também um risco aumentado da formação de metabolitos ativos. As enzimas que podem ser induzidas são o CYP3A no fígado e intestino, o CYP2C9, o CYP2C19, o CYP1A2 e auridina 5’ difosfato-glucuronosiltransferases (conjugação das enzimas UGTs-glucuronida). A proteína de transporte de P-gp pode também ser induzida, e provavelmente outros transportadores, como por exemplo, a proteína de resistência múltipla 2 (MRP2), proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e do polipéptido transportador aniónico orgânico 1B1, (OATP1B1). Estudos in vivo demonstraram que a enzalutamida é um indutor potente do CYP3A4 e um indutor moderado do CYP2C9 e do CYP2C19. A coadministração da enzalutamida (160 mg uma vez por dia) com doses únicas orais de substratos sensíveis ao CYP em doentes com cancro da próstata, resultou numa diminuição de 86% da AUC do midazolam (substrato do CYP3A4), numa diminuição de 56% na AUC da S-varfarina (substrato do CYP2C9) e numa diminuição de 70% na AUC do omeprazol (substrato do CYP2C19). A UGT1A1 pode também ter sido induzida. São esperadas interações com alguns medicamentos que são eliminados através do metabolismo ou por transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico é de grande importância para o doente, e se os ajustes de dose não são facilmente realizados com base na monitorização de eficácia ou da concentração plasmática, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. O risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é suspeito ser maior em doentes tratados concomitantemente com indutores de enzima. Grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não se limitam a: Analgésicos (ex. fentanilo, tramadol) Antibióticos (ex. claritromicina, doxiciclina) Agentes antineoplásicos (ex. cabazitaxel) Anticoagulantes (ex. acenocumarol, varfarina) Antiepiléticos (ex. carbamazepina, clonazepam, fenitoína, primidona, ácido valpróico) Antipsicóticos (ex. haloperidol) Bloqueadores beta (ex. bisoprolol, propranolol) Bloqueadores da entrada do cálcio (ex. diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) Cardiotónicos digitálicos (ex. digoxina) Corticosteroides (ex. dexametasona, prednisolona) Antirretrovirais VIH (ex. indinavir, ritonavir) Hipnóticos (ex. diazepam, midazolam, zolpidem) Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (ex. atorvastatina, sinvastatina)

Finasterida + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Não foram identificadas interações medicamentosas clinicamente significativas. A finasterida parece não afetar de forma significativa o sistema enzimático metabolizador de medicamentos associado ao citocromo P450. Embora se estime que o risco da finasterida afetar a farmacocinética de outros medicamentos seja baixo, é provável que os inibidores e indutores do citocromo P450 3A4 afetem a concentração plasmática da finasterida. No entanto, com base nas margens de segurança estabelecidas, qualquer aumento devido à utilização concomitante de tais inibidores é pouco provável que tenha significância clínica. Os seguintes medicamentos foram investigados no homem não tendo sido detetadas interações clinicamente significativas: propranolol, digoxina, glibenclamida, varfarina, teofilina, fenazona e antipirina, não tendo sido encontradas quaisquer interações significativas do ponto de vista clínico.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isradipina + Propranolol

Observações: A isradipina não parece inibir as enzimas do citocromo P450, em particular CYP3A4, numa extensão clínica significativa. A ingestão concomitante de sumo de toranja pode aumentar a biodisponibilidade da isradipina.
Interações: A farmacocinética da isradipina não é modificada pela administração concomitante de digoxina, propranolol, varfarina, hidroclorotiazida ou ciclosporina. A isradipina induz um pequeno aumento (27%) na biodisponibilidade (AUC) do propranolol. A relevância clínica não é conhecida.

Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio + Simeticone + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Os antiácidos contendo alumínio podem impedir a absorção adequada de outros medicamentos tais como antagonistas H2, atenolol, cefedinir, cefpodoxima, bifosfonatos, cloroquina, cetoconazol, ciclinas, diflunisal, digoxina, etambutol, fluoroquinolonas, fluoreto de sódio, glucocorticoides, indometacina, isoniazida, polistireno sulfonato de sódio (kayexalate), levotiroxina, lincosamidas, metoprolol, neurolépticos, fenotiazinas, penicilamina, propranolol, rosuvastatina, sais de ferro. Recomenda-se alternar a administração destes medicamentos e do antiácido com pelo menos 2 horas de intervalo (4 horas para as fluoroquinolonas) a fim de minimizar a ocorrência de interações indesejáveis.

Cetoprofeno + Omeprazol + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Não há evidência de interacção do omeprazol com cafeína, propranolol, teofilina, metoprolol, lidocaína, quinidina, fenacetina, estradiol, amoxicilina, budesonida, diclofenac, metronidazol, naproxeno, piroxicam ou antiácidos.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Dopamina + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Os efeitos cardíacos da Dopamina são antagonizados pelos agentes bloqueadores beta-adrenérgicos, como o Propanolol e Metoprolol.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio + Dimeticone + Propranolol

Observações: Carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio/ Dimeticone pode interferir com a biodisponibilidade oral de vários fármacos. O uso concomitante de antiácidos contendo alumínio com outros fármacos pode alterar a absorção destes últimos. O uso concomitante de antiácidos contendo alumínio e o ácido contido em algumas bebidas (sumo de fruta, vinho, etc) pode aumentar a absorção intestinal de alumínio.
Interações: Foram encontradas pequenas diminuições na absorção de digoxina, captopril, cimetidina, ranitidina, famotidina, teofilina, propranolol, atenolol, sulfato de ferro e clorpromazina. Estas diminuições não são clinicamente relevantes. Tendo em conta uma possível diminuição da absorção, deve considerar-se um intervalo de uma a duas horas entre a administração de antiácidos e de outros fármacos.

Guaifenesina + Salbutamol + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: O salbutamol e bloqueadores beta não seletivos tais como o propranolol, não devem geralmente ser prescritos em concomitância.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina zinco protamina + Propranolol

Observações: A insulina não afeta outros medicamentos. No entanto, é importante estar ciente de que muitos medicamentos podem afetar os níveis de glicose no sangue e pode, portanto, alterar as suas necessidades de insulina. Por esta razão, as pessoas com diabetes devem sempre procurar o conselho de seu médico ou farmacêutico antes de tomar quaisquer novos medicamentos ou interromper as já existentes.
Interações: Os seguintes medicamentos podem diminuir os níveis de açúcar no sangue. Os beta-bloqueadores, por exemplo, propranolol (incluindo colírios contendo beta-bloqueadores) pode mascarar alguns dos sinais de baixa de açúcar no sangue, tais como aumento da frequência cardíaca e tremor. Também podem prolongar episódios de baixa de açúcar no sangue e prejudicar a recuperação de volta aos níveis normais de glicose.

Estiripentol + Propranolol

Observações: Não se encontra devidamente esclarecida a influência de outros medicamentos antiepilépticos na farmacocinética do estiripentol. Estudos in vitro sugeriram que o metabolismo de fase 1 do estiripentol é catalizado pela CYP1A2, CYP2C19 e CYP3A4 e possivelmente outras enzimas. É aconselhada precaução ao associar o estiripentol com outras substâncias que inibem ou induzem uma ou mais destas enzimas.
Interações: Uma vez que o estiripentol inibiu o CYP2D6 in vitro em concentrações clinicamente atingidas no plasma, quaisquer substâncias que sejam metabolizadas por esta isoenzima, tais como: Bloqueadores beta (propranolol, carvedilol, timolol), antidepressivos (fluoxetina, paroxetina, sertralina, imipramina, clomipramina), antipsicóticos (haloperidol), analgésicos (codeína, dextrometorfano, tramadol) podem estar sujeitos a interações metabólicas com estiripentol. Um ajuste da dose poderá ser necessário para substâncias metabolizadas por CYP2D6 e para os quais é possível a titulação da dose individualmente.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tolazamida + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Beta-bloqueadores (por exemplo, propranolol) porque o risco de baixo nível de açúcar no sangue pode aumentar. Eles também podem esconder certos sinais de baixo nível de açúcar no sangue.
 Sem significado Clínico

Fluvastatina + Propranolol

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Agentes cardiovasculares: Não ocorrem interações farmacocinéticas clinicamente significativas quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com propranolol, digoxina, losartan, amlodipina ou IECA. Com base nos dados farmacocinéticos, não é necessária monitorização nem ajustes posológicos quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com estes agentes.

Fluvoxamina + Propranolol

Observações: n.d.
Interações: CYP1A2: Uma vez que estão aumentadas as concentrações plasmáticas de propranolol administrado concomitantemente com fluvoxamina, pode ser necessário reduzir a dose de propranolol.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Miglitol + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Como a administração de miglitol pode provocar uma diminuição da absorção do propranolol, pode ser necessário o ajustamento posológico deste composto quando o mesmo é administrado em combinação com o miglitol. Porém, relativamente ao propranolol não foi observada qualquer alteração dos parâmetros hemodinâmicos nos estudos farmacológicos.

Dobutamina + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Bloqueadores beta-adrenérgicos: Nos animais os efeitos cardíacos da dobutamina são antagonizados pelos bloqueadores beta-adrenérgicos como o propranolol e o metoprolol, resultando na predominância de bloqueadores alfa-adrenérgicos e aumento da resistência periférica. Por outro lado, o bloqueio alfa-adrenérgico pode produzir efeitos aparentes dos beta 1 e beta 2, resultando em taquicardia e vasodilatação. A adição de dipiridamol à dobutamina para a ecocardiografia pode causar hipotensão potencialmente perigosa. Esta associação não deve ser utilizada em doentes com suspeita de doença coronária.

Dutasterida + Tansulosina + Propranolol

Observações: Não foram realizados estudos de interação fármaco-fármaco com Dutasterida / Tansulosina.
Interações: TANSULOSINA: A administração concomitante do cloridrato de tansulosina com fármacos que possam reduzir a pressão arterial, incluindo anestésicos, inibidores PDE5 e outros bloqueadores adrenérgicos alfa-1, poderá levar à potenciação dos efeitos hipotensores. Dutasterida-tansulosina não deverá ser utilizada em associação com outros bloqueadores adrenérgicos alfa-1. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina e cetoconazol (um inibidor forte do CYP3A4) resultou num aumento da Cmáx e AUC do cloridrato de tansulosina num fator de 2,2 e 2,8 respetivamente. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina e paroxetina (um inibidor forte do CYP2D6) resultou num aumento da Cmáx e AUC do cloridrato de tansulosina num fator de 1,3 e 1,6 respetivamente. Quando administrado concomitantemente com um inibidor forte do CYP3A4, é esperado um aumento semelhante na exposição dos metabolizadores fracos do CYP2D6 quando comparados com os metabolisadores extensos. Os efeitos da administração concomitante de inibidores do CYP3A4 e CYP2D6 com cloridrato de tansulosina não foram avaliados clinicamente, contudo existe um potencial para aumento significativo da exposição à tansulosina. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina (0,4 mg) e cimetidina (400 mg de seis em seis horas durante seis dias) resultou na diminuição da depuração (26%) e no aumento na AUC (44%) do cloridrato de tansulosina. Deverá ser tida precaução na utilização de dutasterida-tansulosina em associação com cimetidina. Não foi realizado um estudo de interação de fármacos entre o cloridrato de tansulosina e a varfarina. Os resultados de estudos limitados in vitro e in vivo são inconclusivos. Deverá ser tida precaução na administração concomitante de varfarina e cloridrato de tansulosina. Não foram observadas interações quando o cloridrato de tansulosina foi administrado concomitantemente com atenolol, enalapril, nifedipina ou teofilina. A administração concomitante de furosemida origina a diminuição dos níveis plasmáticos da tansulosina, no entanto não são necessários ajustes posológicos uma vez que os níveis permanecem dentro do intervalo normal. In vitro, nem o diazepam ou propanolol, triclorometiazida, clormadinona, amitriptilina, diclofenac, glibenclamida e sinvastatina alteram a fração livre da tansulosina no plasma humano. A tansulosina também não altera as frações livres de diazepam, propanolol, triclormetiazida e clormadinona. Não foram observadas interações ao nível do metabolismo hepático durante os estudos in vitro com frações microssomais de fígado (representativas do sistema metabolizador enzimático de fármacos associado ao citocromo P450), envolvendo amitriptilina, salbutamol e glibenclamida. No entanto, o diclofenac pode aumentar a taxa de eliminação da tansulosina.

Itraconazol + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: Efeitos na ligação às proteínas: Estudos in vitro demonstraram que não existem interações na ligação às proteínas plasmáticas entre o itraconazol e imipramina, o propranolol, o diazepam, cimetidina, indometacina, tolbutamida e sulfametazina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: A ocorrência de nefrotoxicidade causada pela cisplatina pode ser intensificada pelo tratamento concomitante com antihipertensores contendo furosemida, hidralazina, diazóxido e propranolol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Propranolol não é recomendado durante a gravidez ou amamentação.

A capacidade de reagir pode ser afetada a tal ponto que a capacidade de conduzir, utilizar máquinas e trabalhar sem um apoio firme está alterada.

Este efeito é maior no início do tratamento, quando a dose é aumentada, após mudança do tratamento e juntamente com álcool.

Dopping: Os beta-bloqueantes são proibidos somente Em Competição nos seguintes desportos, exceto se especificado de outra forma: Atividades Subaquáticas (CMAS), Automobilismo (FIA), Bilhar (todas as disciplinas) (WCBS), Esqui/Snowboard (FIS), Golfe (IGF), Setas (WDF). Proibido igualmente fora de competição: Tiro (ISSF, IPC), Tiro (ISSF, IPC), Tiro com Arco (WA).
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017