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Pravastatina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução
O que é
A Pravastatina é um agente redutor do colesterol, que pertence a uma classe de medicamentos conhecidos como estatinas.

Derivou da transformação microbiana da mevastatina, a primeira estatina a ser descoberta.

É um anel aberto de di-hdroxiacido com um grupo 6'-hidroxilo que não requer a activação in vivo.

A pravastatina é uma das estatinas de menor potência; no entanto, acredita-se que o aumento da sua hidrofilia pode conferir vantagens, tais como uma penetração mínima através de membranas lipófilas de células periféricas, maior selectividade para os tecidos hepáticos, e uma redução nos efeitos colaterais em comparação com a lovastatina e simvastatina.
Usos comuns
Este medicamento é usado nas seguintes 3 situações:

No tratamento de níveis elevados de colesterol e gorduras no sangue Pravastatina é utilizado para diminuir níveis elevados de colesterol “mau” e para elevar os níveis de colesterol “bom” no sangue quando as alterações na dieta e no exercício não o conseguiram fazer adequadamente.

Na prevenção de doenças cardíacas e dos vasos sanguíneos
Se tem níveis elevados de colesterol no sangue e fatores de risco que favoreçam estas doenças (se fuma, se tem excesso de peso, se tem níveis elevados de açúcar no sangue ou pressão arterial elevada, se faz pouco exercício), Pravastatina é utilizado para reduzir o risco de contrair doenças do coração e dos vasos sanguíneos e para reduzir o risco de morrer destas doenças.
Se já teve um AVC ou se tem dores no peito (angina instável) e, mesmo que tenha níveis normais de colesterol, Pravastatina é utilizado para reduzir o risco de voltar a ter ataque cardíaco ou AVC, e para reduzir o risco de morrer destas doenças.

Após transplantes de órgãos
Se fez um transplante de órgãos e está a tomar medicação para prevenir que o seu organismo rejeite o transplante, Pravastatina é utilizado para reduzir níveis aumentados de gorduras no sangue.
Tipo
pequena molécula
História
Inicialmente conhecido como CS-514, foi originalmente identificada numa bactéria denominada Nocardia autotrophica por pesquisadores da Sankyo Pharma Inc.. Está actualmente a ser comercializado fora do Japão pela empresa farmacêutica Bristol-Myers Squibb. Em 2005, Pravachol foi o 22 mais vendido medicamento de marca nos Estados Unidos.
Os EUA Food and Drug Administration aprovou a pravastatina genérico para venda nos Estados Unidos pela primeira vez em 24 de abril de 2006. Comprimidos de pravastatina sódio genéricos são fabricados por Biocon Ltd, Índia e TEVA Pharmaceuticals em Kfar Sava, Israel.
Indicações
Hipercolesterolemia
Tratamento da hipercolesterolemia primária ou dislipidemia mista, como adjuvante da dieta, sempre que seja inadequada a resposta à dieta e a outros tratamentos não farmacológicos (por ex. exercício físico, redução do peso).

Prevenção primária
Redução da mortalidade e morbilidade cardiovascular em doentes com hipercolesterolemia moderada ou grave e em risco elevado de um primeiro acontecimento cardiovascular, como um adjuvante para a dieta.

Prevenção secundária
Redução da mortalidade e morbilidade cardiovascular em doentes com história de enfarte do miocárdio ou angina pectoris instável e com níveis de colesterol normais ou elevados, como um adjuvante para correção de outros fatores de risco.

Pós-transplante
Redução da hiperlipidemia pós-transplante em doentes a receber terapêutica imunossupressora após transplante de órgão sólido.
Classificação CFT

3.7 : Antidislipidémicos

Mecanismo De Ação
A pravastatina é um inibidor competitivo da redutase 3-hidroxi3-metilglutarilcoenzima A (HMG-CoA), a enzima que catalisa a etapa precoce limitante da biossíntese do colesterol e produz o seu efeito redutor lipídico de dois modos. Primeiro, com a inibição competitiva específica e reversível da redutase HMG-CoA, produz uma redução modesta na síntese do colesterol intracelular. Tal resulta num aumento no número de recetores LDL na superfície da célula e na potenciação do catabolismo mediado por recetor e na depuração do colesterol-LDL circulante.
Segundo, a pravastatina inibe a produção de LDL pela inibição da síntese hepática de colesterol-VLDL, o precursor do colesterol-LDL.
Em indivíduos saudáveis e em doentes com hipercolesterolemia, a pravastatina sódica reduz os seguintes valores lipídicos: colesterol total, colesterol-LDL, apolipoproteína B, colesterol-VLDL e triglicéridos; enquanto são elevados o colesterol-HDL e a apolipoproteína A.
Posologia Orientativa
Adultos e idosos:
Hipercolesterolemia: o intervalo de doses recomendado é de 10 mg a 40 mg uma vez ao dia.
A dose diária máxima é de 40 mg.

Prevenção cardiovascular: em todos os ensaios preventivos de morbilidade e mortalidade, a única dose inicial e de manutenção estudada foi a dose diária de 40 mg.

Posologia após transplante: após o transplante de órgãos, recomenda-se uma dose inicial de 20 mg por dia em doentes a receber terapêutica imunossupressora.

Crianças e adolescentes (8 a 18 anos de idade) com hipercolesterolemia familiar heterozigótica: a dose recomendada é de 10 mg a 20 mg uma vez por dia entre os 8 e os 13 anos de idade uma vez que doses superiores a 20 mg não foram estudadas nesta população e 10 mg a 40 mg uma vez por dia entre os 14 e os 18 anos de idade.

Compromisso renal ou afeção hepática: recomenda-se uma dose diária inicial de 10 mg em doentes com compromisso renal moderado ou grave ou afeção hepática significativa.

Para os doentes a receber ciclosporina com ou sem outros medicamentos imunossupressores, o tratamento deve ser iniciado com 20 mg de pravastatina uma vez ao dia e o ajuste posológico para 40 mg deve ser realizado com precaução .
Administração
Pravastatina é administrado por via oral uma vez ao dia, preferencialmente à noite, com ou sem alimentos.
Contraindicações
Hipersensibilidade à Pravastatina.
Doença hepática ativa, incluindo elevações persistentes não explicáveis da transaminase sérica que excedam 3 vezes o limite superior normal (LSN).
Gravidez e aleitamento
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Foram notificadas as reações adversas farmacológicas seguintes; nenhuma ocorreu numa taxa superior a 0,3% no grupo da pravastatina comparado com o grupo de placebo.
Doenças do sistema nervoso:
Pouco frequentes: tonturas, cefaleias, perturbações do sono, insónia.
Afeções oculares:
Pouco frequentes: alterações da visão (incluindo visão turva e diplopia).
Doenças gastrointestinais:
Pouco frequentes: dispepsia/azia, dor abdominal, náuseas/vómitos, obstipação, diarreia, flatulência.
Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos:
Pouco frequentes: prurido, erupção cutânea, urticária, alterações do couro cabeludo/cabelo (incluindo alopecia).
Doenças renais e urinárias:
Pouco frequentes: alteração da micção (incluindo disúria, frequência, noctúria).
Doenças dos órgãos genitais e da mama:
Pouco frequentes: disfunção sexual.
Perturbações gerais:
Pouco frequentes: fadiga.
Acontecimentos de interesse clínico especial
Músculo esquelético: em ensaios clínicos foram notificados efeitos no músculo esquelético, por ex. dor musculosquelética, incluindo artralgia, cãibra muscular, mialgia, fraqueza muscular e níveis de CK elevados. Nos ensaios clínicos CARE, WOSCOPS e LIPID, a taxa de mialgia (1,4% pravastatina vs 1,4% placebo) e de fraqueza muscular (0,1% pravastatina vs < 0,1% placebo) e a incidência de nível de CK > 3 x LSN e > 10 x LSN foi similar ao placebo (1,6% pravastatina vs 1,6% placebo e 1,0% pravastatina vs 1,0% placebo, respetivamente) (ver secção 4.4).
Efeitos hepáticos: foram notificadas elevações das transaminases séricas. Nos três ensaios clínicos de longa duração, controlados por placebo, CARE, WOSCOPS e LIPID, ocorreram alterações acentuadas das ALT e AST (> 3 x LSN) em frequência similar (≤1,2%) em ambos os grupos de tratamento.

Pós-comercialização
Adicionalmente ao acima referido, têm sido notificados os seguintes acontecimentos adversos durante a experiência pós-comercialização da pravastatina:
Doenças do sistema nervoso:
Muito raras: polineuropatia periférica, em particular se utilizada por um período de tempo prolongado, parestesia.
Doenças do sistema imunitário:
Muito raras: reações de hipersensibilidade: anafilaxia, angioedema, síndroma do tipo lúpus eritematoso.
Doenças gastrointestinais:
Muito raras: pancreatite.
Afeções hepatobiliares:
Muito raras: icterícia, hepatite, necrose hepática fulminante.
Afeções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos:
Muito raras: rabdomiólise, que pode ser associada com falência renal aguda secundária a mioglobinúria, miopatia (ver secção 4.4), miosite, polimiosite.
Casos isolados de afeções dos tendões, por vezes complicados por rutura.
Foram notificados os seguintes acontecimentos adversos com algumas estatinas:
Pesadelo.
Perda de memória.
Depressão.
Casos raros de doença pulmonar intersticial, especialmente com terapêutica de longa duração.
Diabetes Mellitus: a frequência vai depender da presença ou ausência de fatores de risco (glicemia ≥ 5,6 mmol/l, com IMC> 30 kg/m2, triglicéridos elevados, história de hipertensão).
Advertências
Gravidez
Gravidez:Contra-indicado durante a gravidez; Ver Estatinas. Nocivo para o feto; o risco ultrapassa o benefício e, portanto, está contra-indicado na gravidez. Trimestre: 1º, 2º e 3º
Aleitamento
Aleitamento:Evitar; pequenas quantidades presentes no leite.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Ver Estatinas.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Dose inicial – 10 mg/dia na IR moderada a grave.
Condução
Condução:Ao conduzir deve ter-se em consideração que podem ocorrer tonturas e distúrbios na visão durante o tratamento.
Precauções Gerais
Antes de fazer este tratamento os doentes deverão informar o seu médico se têm ou tiveram alguns problemas médicos tais como:
doença no rim;
tiroide com atividade reduzida (hipotiroidismo);
uma doença no fígado ou problemas alcoólicos;
perturbações musculares causadas por uma doença hereditária;
problemas musculares provocados por outros medicamentos do grupo das estatitnas (inibidores da redutase da HMG-CoA) ou pertencentes ao grupo conhecido como fibratos.

Se sofreu de algum destes problemas, ou se tem mais de 70 anos, o médico terá de realizar uma análise ao sangue antes e possivelmente durante o tratamento. Estas análises de sangue serão utilizadas para avaliar o risco de efeitos secundários relacionados com os músculos.
Se sentir quaisquer cãibras ou dores musculares inexplicáveis durante o tratamento, informe o seu médico imediatamente.
Enquanto estiver a tomar este medicamento o seu médico irá monitoriza-lo de perto se tem diabetes ou está em risco de desenvolver diabetes. É provável que esteja em risco de desenvolver diabetes se tiver níveis elevados de açúcar e gorduras no sangue, se estiver com excesso de peso e se tiver pressão arterial elevada.
Fale com o seu médico ou farmacêutico antes de tomar Pravastatina se:
tem insuficiência respiratória grave.
Cuidados com a Dieta
Este tratamento pode ser tomado com ou sem alimentos, com meio copo de água.
Deve sempre manter ao mínimo a sua ingestão de álcool.
Terapêutica Interrompida
Se falhar uma dose, tome simplesmente a sua dose habitual na altura devida.
Não tome uma dose a dobrar para compensar um comprimido que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

O medicamento não necessita de qualquer temperatura especial de conservação.
Blister: conservar na embalagem de origem para proteger da humidade.
Frasco de HDPE: manter o fraco bem fechado para proteger da humidade.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Pravastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: INIBIDORES DA HMG CO-A REDUTASE Atorvastatina Fluvastatina Pitavastatina Pravastatina Rosuvastatina Tendo por base considerações teóricas, é expectável que DRV/COBI aumente as concentrações plasmáticas destes inibidores da HMGCo-A redutase. (inibição do CYP3A e/ou do transporte) A utilização concomitante de um inibidor da HMG-CoA redutasee este medicamento pode aumentar as concentrações plasmáticas do agente redutor de lípidos, o que pode conduzir a acontecimentos adversos, tais como miopatia. Quando se pretenda efetuar a administração concomitante do inibidor da HMG-CoA redutase e este medicamento, recomenda-se iniciar com a dose mais baixa e titular até ao efeito clínico desejado, efetuando simultaneamente a monitorização da segurança.

Ceritinib + Pravastatina

Observações: N.D.
Interações: Agentes que são substratos de transportadores: Com base nos dados in vitro, ceritinib não inibe o transportador de efluxo apical MRP2, transportadores da captação hepática OATP1B1 ou OATP1B3, transportadores da captação renal orgânicos aniónicos OAT1 e OAT3, ou transportadores da captação de catiões orgânicos OCT1 ou OCT2 em concentrações clinicamente relevantes. Assim, é pouco provável que existam interações clínicas farmacológicas resultantes da inibição de substratos mediadas por ceritinib. Com base em dados in vitro, prevê-se que ceritinib iniba a gp-P intestinal e BCRP em concentrações clinicamente relevantes. Assim, ceritinib pode ter o potencial de aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos co administrados, transportados por estas proteínas. Deve ter-se precaução com o uso concomitante de substratos da BCRP (por exemplo, rosuvastatina, topotecano, sulfassalazina) e substratos da gp-P (digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina) e monitorizar cuidadosamente as reações adversas.

Darunavir + Pravastatina

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: INIBIDORES DA HMG-COA REDUTASE: Pravastatina 40 mg dose única: Quando é necessário administrar pravastatina com Darunavir potenciado recomenda-se iniciar com a dose mais baixa de pravastatina e titular até ao efeito clínico desejável, enquanto se monitoriza a segurança.

Ezetimiba + Pravastatina

Observações: Só foram efetuados estudos de interação em adultos. Nos estudos pré-clínicos, demonstrou-se que a ezetimiba não induz as enzimas metabolizadoras de fármacos do citocromo P450. Não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente significativas entre a ezetimiba e os fármacos metabolizados pelos citocromos P450 1A2, 2D6, 2C8, 2C9 e 3A4, ou pela N-acetiltransferase.
Interações: Não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente significativas quando se administrou concomitantemente ezetimiba com pravastatina.

Letermovir + Pravastatina

Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.
Interações: Inibidores da HMG-CoA redutase Fluvastatina, pravastatina: Interação não estudada. Letermovir pode aumentar as concentrações plasmáticas de estatinas. Quando Letermovir é administrado concomitantemente com estas estatinas, pode ser necessário a redução da dose da estatina. Devem ser cuidadosamente monitorizadas as reações adversas associadas a estatinas tais como miopatia. Quando Letermovir é administrado concomitantemente com ciclosporina, pravastatina não é recomendada, enquanto que para fluvastatina pode ser necessária redução da dose. Devem ser cuidadosamente monitorizadas reações adversas associadas com estatinas, tais como miopatia.

Orlistato + Pravastatina

Observações: N.D.
Interações: Ausência de interações: Não foram observadas interações com amitriptilina, atorvastatina, biguanidas, digoxina, fibratos, fluoxetina, losartan, fenitoína, fentermina, pravastatina, Sistema Terapêutico Gastrointestinal (GITS) de nifedipina, nifedipina de libertação controlada, sibutramina ou álcool. A ausência destas interações foi demonstrada em estudos específicos de interação fármaco-fármaco.

Tipranavir + Pravastatina

Observações: Os estudos de interação apenas foram realizados em adultos.
Interações: INIBIDORES DA HMG-CoA REDUCTASE: Pravastatina Não foi realizado qualquer estudo de interação. Com base nas semelhanças existentes entre a eliminação da pravastatina e da rosuvastatina, o TPV/r pode aumentar os níveis plasmáticos da pravastatina. Mecanismo desconhecido. A administração concomitante de Tipranavir, coadministrado com ritonavir em dose baixa, e pravastatina deve ser iniciada com a dose mais baixa (10 mg/dia) de pravastatina, titulada de acordo com a resposta terapêutica, e acompanhada de monitorização clínica cuidadosa relativamente aos sintomas associados à pravastatina, tal como descrito na informação da pravastatina.

Ritonavir + Pravastatina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não Antirretrovirais Coadministrados: Inibidores da HMG Co-A Reductase: Atorvastatina, Fluvastatina, Lovastatina, Pravastatina, Rosuvastatina, Sinvastatina: Os inibidores da HMG-CoA reductase que são altamente dependentes do metabolismo pela CYP3A, tais como a lovastatina e sinvastatina, podem ter as suas concentrações plasmáticas substancialmente aumentadas quando coadministrados com ritonavir como medicamento antirretroviral ou como potenciador farmacocinético. Dado que as concentrações aumentadas de lovastatina e sinvastatina podem causar miopatias, incluindo rabdomiólise, a associação destes medicamentos com ritonavir é contraindicada. A atorvastatina é menos dependente do metabolismo pela CYP3A. Embora a eliminação da rosuvastatina não seja dependente da CYP3A, foi descrito um aumento na exposição à rosuvastatina com a administração concomitante de ritonavir. O mecanismo desta interação não é claro, mas pode ser o resultado de inibição do transportador. Quando usadas com ritonavir como potenciador farmacocinético ou como medicamento antirretroviral, devem administrar-se as doses mais baixas possíveis de atorvastatina ou rosuvastatina. O metabolismo da pravastatina e fluvastatina não depende da CYP3A e não se esperam interações com ritonavir. Se for recomendado tratamento com um inibidor da HMG-CoA reductase, recomenda-se o uso de pravastatina ou fluvastatina.

Sofosbuvir + Velpatasvir + Voxilaprevir + Pravastatina

Observações: n.d.
Interações: Interações entre Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir e outros medicamentos: INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE Pravastatina Efeito no sofosbuvir, velpatasvir e voxilaprevir não estudado. Pravastatina (dose única de 40 mg) + sofosbuvir/velpatasvir/ voxilaprevir (400/100/100 mg uma vez por dia) + voxilaprevir (100 mg uma vez por dia) (Inibição do OATP1B) A pravastatina pode ser administrada com Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir numa dose que não exceda 40 mg de pravastatina.

Telaprevir + Pravastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Telaprevir inibe os polipéptidos transportadores de aniões orgânicos (OATPs) OATP1B1 e OATP2B1. A administração concomitante de Telaprevir e fármacos transportados por estes transportadores, como sejam a fluvastatina, pravastatina, rosuvastatina, pitavastatina, bosentano e repaglinida deve ser realizada com precaução. A sinvastatina é contraindicada devido ao aumento previsto e acentuado na exposição provocada por múltiplos mecanismos. Com base em estudos in vitro, telaprevir pode potencialmente aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos cuja excreção é dependente do trasportador de extrusão de múltiplos fármacos e toxinas (MATE)-1 e MATE2-K. INIBIDORES DA HMG-CoA REDUCTASE: Fluvastatina, pitavastatina, pravastatina, rosuvastatina: Deve existir precaução e recomenda-se monitorização clínica.

Crizotinib + Pravastatina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Com base num estudo in vitro, prevê-se que o crizotinib seja um inibidor da gp-P intestinal. Como tal, a administração de crizotinib com medicamentos que são substratos da gp-P (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina) pode aumentar o seu efeito terapêutico e reações adversas. Recomenda-se uma vigilância clínica rigorosa quando o crizotinib é administrado com estes medicamentos.

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Pravastatina

Observações: N.D.
Interações: Interações potenciais relacionadas com o componente olmesartan medoxomilo: Informação adicional: A administração concomitante de olmesartan medoxomilo com pravastatina não teve efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética de cada componente em indivíduos saudáveis.
 Sem significado Clínico

Efavirenz + Pravastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: MEDICAMENTOS ANTIDISLIPIDÉMICOS: Inibidores da redutase da HMG-CoA: Pravastatina/Efavirenz: (40 mg uma vez ao dia/600 mg uma vez ao dia). Os níveis de colesterol devem ser monitorizados periodicamente. Podem ser necessários ajustes posológicos da pravastatina (consultar o Resumo das Características do Medicamento da pravastatina). Não é necessário qualquer ajuste posológico para o efavirenz.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Pravastatina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: Interações farmacocinéticas: Potencial para Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir afetar a farmacocinética de outros medicamentos: Os estudos de interação medicamentosa in vivo avaliaram o efeito global do tratamento de associação, incluindo o ritonavir. Medicamentos transportados pela família OATP e OCT1: O paritaprevir é um inibidor dos transportadores de captação hepáticos OATP1B1 e OATP1B3, e paritaprevir e ritonavir são inibidores de OATP2B1. O ritonavir é um inibidor in vitro de OCT1, mas a sua relevância clínica é desconhecida. A coadministração de Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir com medicamentos que são substratos de OATP1B1, OATP1B3, OATP2B1 ou OCT1 pode aumentar as concentrações plasmáticas destes substratos de transportadores, requerendo potencialmente ajuste de dose/monitorização clínica. Tais medicamentos incluem algumas estatinas, fexofenadina, repaglinida e antagonistas dos recetores da angiotensina II (por exemplo, valsartan). Os substratos da OATP1B1/3 avaliados nos estudos de interação medicamentosa incluem pravastatina e rosuvastatina. Interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE: Pravastatina 10 mg uma vez por dia: Mecanismo: inibição de OATP1B1 Pelo paritaprevir. Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir + dasabuvir Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir sem dasabuvir Reduzir a dose de pravastatina em 50%. Não é necessário ajuste da dose para Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir.

Ledipasvir + Sofosbuvir + Pravastatina

Observações: Quaisquer interações que tenham sido identificadas com cada uma destas substâncias ativas individualmente podem ocorrer com a associação de Ledipasvir/Sofosbuvir.
Interações: Interações entre Ledipasvir/sofosbuvir e outros medicamentos INIBIDORES DA HMG-COA REDUTASE Pravastatina A coadministração de Ledipasvir/sofosbuvir com pravastatina pode aumentar significativamente a concentração da pravastatina, o que está associado a um aumento do risco de miopatia. Recomenda-se o controlo clínico e bioquímico nestes doentes, podendo ser necessário um ajuste da dose.

Padeliporfina + Pravastatina

Observações: n.d.
Interações: Transportadores OATP1B1 e OATP1B3 Os estudos in vitro preveem que é improvável que Padeliporfina em concentrações terapêuticas iniba as enzimas do citocromo P450, mas que poderá inibir os transportadores OATP1B1 e OATP1B3. A magnitude da interação não foi investigada clinicamente, mas não é possível excluir um aumento transitório da concentração plasmática de substratos dos OATP1B1 e OATP1B3 coadministrados. A utilização de medicamentos que são substratos do OATP1B1 ou OATP1B3 (repaglinida, atorvastatina, pitavastatina, pravastatina, rosuvastatina, sinvastatina, bosentano, glibenclamida), para os quais foram observados acontecimentos adversos graves dependentes da concentração, deve ser evitada no dia da perfusão de Padeliporfina e durante pelo menos 24 horas após a administração. A coadministração deve ser efetuada com precaução e é recomendada uma monitorização apertada.

Dasabuvir + Pravastatina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Dasabuvir deve ser sempre administrado em conjunto com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Quando coadministrados, exercem efeitos recíprocos um sobre o outro. Por conseguinte, o perfil de interação dos compostos tem de ser considerado como uma associação.
Interações: Interações entre Dasabuvir com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e outros medicamentos: INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE: Pravastatina 10 mg uma vez por dia: Administrado com: Dasabuvir+ombitasvir/paritaprevir/ritonavir Mecanismo: inibição de OATP1B1 pelo paritaprevir. Reduzir a dose de pravastatina em 50%. Não é necessário ajuste da dose para Dasabuvir + ombitasvir/paritaprevir/ritonavir.

Ponatinib + Pravastatina

Observações: Ponatinib é metabolizado por CYP3A4. Substratos de transporte In vitro, o ponatinib é um inibidor de P-gp e BCRP. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Substratos de transporte In vitro, o ponatinib é um inibidor de P-gp e BCRP. Por esse motivo, o ponatinib poderá ter o potencial de aumentar as concentrações plasmáticas dos substratos coadministrados da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colquicina, pravastatina) ou da BCRP (por exemplo, metotrexato, rosuvastatina, sulfassalazina) e poderá aumentar o seu efeito terapêutico e reações adversas. Recomenda-se uma vigilância clínica apertada quando o ponatinib é administrado com estes medicamentos.

Safinamida + Pravastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Interações medicamentosas farmacocinéticas in vivo e in vitro: A safinamida pode transitoriamente inibir a BCRP, por conseguinte, deverá manter-se um intervalo de 5 horas entre a dosagem de safinamida e de outros medicamentos que sejam substratos da BCRP com um T máx ≤2 horas (por exemplo, pitavastatina, pravastatina, ciprofloxacina, metotrexato, topotecano, diclofenac ou gliburida). A safinamida é quase exclusivamente eliminada via metabolismo, principalmente através de amidases de alta capacidade que ainda não for am caracterizadas. A safinamida é principalmente eliminada na urina. Em microssomas hepáticos humanos ( Human Liver Microsome, HLM), a etapa de N-desalquilação parece ser catalisada pela CYP3A4, uma vez que a depuração da safinamida nos HLM foi inibida em 90% pelo cetoconazol. Não existem atualmente no mercado quaisquer medicamentos conhecidos por causar interações medicamentosas clinicamente significativas através da inibição ou indução das enzimas amidases. O metabolito NW-1153 é um substrato do OAT3 em concentrações clinicamente relevantes. Os medicamentos que são inibidores do OAT3 administrados concomitantemente com a safinamida podem reduzir a depuração de NW-1153, e consequentemente, podem aumentar a sua exposição sistémica. A exposição sistémica de N W-1153 é baixa (1/10 da safinamida principal ). Este potencial aumento não tem, muito provavelmente, qualquer relevância clínica, dado que o NW-1153, o primeiro produto na via metabólica, é adicionalmente transformado em metabolitos secundários e terciários.

Gemfibrozil + Pravastatina

Observações: O perfil de interacção do gemfibrozil é complexo. Estudos in vivo indicam que o gemfibrozil é um potente inibidor da CYP2C8 (uma enzima importante no metabolismo da repaglinida, rosiglitazona e paclitaxel, por ex.). Estudos in vitro demonstraram que o gemfibrozil é um forte inibidor da CYP2C9 (uma enzima envolvida no metabolismo da varfarina e da glimepirida por ex.), mas também da CYP2C19, CYP1A2, UGTA1 e UGTA3.
Interações: Inibidores da HMG-CoA redutase: A utilização combinada de gemfibrozil com uma estatina deve ser normalmente evitada. A administração isolada de fibratos está ocasionalmente associada a miopatia. Foi reportado um risco aumentado de ocorrência de efeitos indesejáveis musculares, incluindo a rabdomiólise, quando os fibratos são co-administrados com estatinas. Foi também reportado que o gemfibrozil influencia a farmacocinética da sinvastatina, lovastatina, pravastatina e rosuvastatina. O gemfibrozil causou um aumento da AUC da sinvastatina ácida em quase 3 vezes, possivelmente devido à inibição da glucoronidação via UGTA1 e UGTA3, e um aumento da AUC da pravastatina em 3 vezes, que pode ser devido à interferência com as proteínas de transporte.

Darunavir + Cobicistate + Pravastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: INIBIDORES DA HMG CO-A REDUCTASE: Atorvastatina, Fluvastatina, Pitavastatina, Pravastatina, Rosuvastatina: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas destes inibidores da HMG Co-A reductase. (inibição do CYP3A e/ou do transporte) A utilização concomitante de um inibidor da HMG-CoA reductase e Darunavir / Cobicistate pode aumentar as concentrações plasmáticas do agente redutor de lípidos, o que pode conduzir a acontecimentos adversos, tais como miopatia. Quando se pretenda efetuar a administração concomitante do inibidor da HMG-CoA reductase e Darunavir / Cobicistate, recomenda-se iniciar com a dose mais baixa e titular até ao efeito clínico desejado, efetuando simultaneamente a monitorização da segurança.
 Sem significado Clínico

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Pravastatina

Observações: N.D.
Interações: Interações potenciais relacionadas com OLMESARTAN MEDOXOMILO: Informação adicional: A administração concomitante de olmesartan medoxomilo com pravastatina não teve efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética de cada componente em indivíduos saudáveis.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Eliglustato + Pravastatina

Observações: N.D.
Interações: Agentes cuja exposição pode ser aumentada pelo eliglustato Substratos da gp-P: Após uma dose única de 0,25 mg de digoxina, um substrato da gp-P, a administração concomitante de doses de 127 mg de eliglustato duas vezes por dia resultou num aumento de 1,7 e 1,5 vezes da Cmax e da AUClast da digoxina, respetivamente. Podem ser necessárias doses inferiores de substâncias que são substratos da gp-P (p.ex., digoxina, colquicina, dabigatrano, fenitoína, pravastatina).

Binimetinib + Pravastatina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do binimetinib noutros medicamentos Binimetinib é um inibidor fraco do OAT3 e deve ser tomada precaução quando é utilizado com substratos sensíveis (como pravastatina ou ciprofloxacina).

Indinavir + Pravastatina

Observações: n.d.
Interações: INDINAVIR NÃO POTENCIADO INIBIDORES DA REDUTASE DA HMG-CoA: Pravastatina, fluvastatina: Interação não estudada. O metabolismo da pravastatina e fluvastatina não é dependente do CYP3A4. Não se pode excluir a interação devida a efeitos nas proteínas transportadoras. Interação desconhecida. Se não estiver disponível tratamento alternativo, utilizar com monitorização cuidadosa.

Ribociclib + Pravastatina

Observações: n.d.
Interações: Substâncias que são substratos de transportadores: Avaliações in vitro indicaram que ribociclib tem potencial para inibir as atividades dos transportadores Pgp, BCRP, OATP1B1/1B3, OCT1 OCT2, MATE1 e BSEP. Recomenda-se precaução e monitorização da toxicidade durante o tratamento concomitante com substratos sensíveis destes transportadores que exibem uma margem terapêutica estreita, incluindo mas não limitado a digoxina, pitavastatina, pravastatina, rosuvastatina e metformina.

Teriflunomida + Pravastatina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas da teriflunomida sobre outras substâncias: Efeito da teriflunomida sobre substratos da BCRP e/ou do polipéptido transportador de aniões orgânicos B1 e B3 (OATP1B1/B3): Foi observado um aumento na Cmax média e AUC (de 2,65x e 2,51x, respetivamente) da rosuvastatina após doses repetidas de teriflunomida. No entanto, não foi observado um impacto aparente deste aumento sobre a exposição plasmática da rosuvastatina na atividade da HMB-CoA redutase. Para a rosuvastatina, recomenda-se uma redução de dose de 50% para coadministração com teriflunomida. Com outros substratos da BCRP (p.ex., metotrexato, topotecano, sulfassalazina, daunorrubicina, doxorrubicina) e da família de OATP, especialmente os inibidores da HMG-Co redutase (p.ex., sinvastatina, atorvastatina, pravastatina, metotrexato, nateglinida, repaglinida, rifampicina), a administração concomitante de teriflunomida também deve ser realizada com precaução. Os doentes devem ser monitorizados relativamente a sinais e sintomas de uma exposição excessiva aos fármacos, devendo ser considerada a redução da dose destes fármacos se necessário.

Eltrombopag + Pravastatina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do eltrombopag noutros medicamentos: Inibidores da HMG CoA redutase: Estudos in vitro demonstraram que o eltrombopag não é um substrato para o polipéptido transportador aniónico orgânico, OATP1B1, mas é um inibidor deste transportador. Estudos in vitro também demonstraram que o eltrombopag é um substrato e inibidor da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP). A administração de 75 mg de eltrombopag uma vez por dia durante 5 dias, com uma dose única de 10 mg de rosuvastatina, substrato do OATP1B e BCRP, a 39 adultos saudáveis levou ao aumento dos valores plasmáticos de rosuvastatina Cmax 103% (IC90%:82%, 126%) e AUC0- 55% (IC90%:42%, 69%). Prevêem-se também interações com outros inibidores da HMG-CoA redutase, incluindo pravastatina, sinvastatina e lovastatina, contudo, não são esperadas interações clinicamente significativas entre o eltrombopag e a atorvastatina ou fluvastatina. Deverá considerar-se uma redução da dose das estatinas quando administradas concomitantemente com eltrombopag, com cuidadosa monitorização das suas reações adversas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Palbociclib + Pravastatina

Observações: Palbociclib é metabolizado principalmente pela CYP3A e pela SULT2A1, uma enzima da família das sulfotransferases (SULT). In vivo, palbociclib é um inibidor fraco e dependente do tempo da CYP3A.
Interações: Baseado em dados in vitro, é de esperar que palbociclib iniba o transporte mediado pela glicoproteína P (P-gp) intestinal e pela proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP). Por conseguinte, a administração de palbociclib com medicamentos que são substratos da P-gp (por ex., digoxina, dabigatrano, colquicina, pravastatina) ou da BCRP (por ex., rosuvastatina, sulfassalazina) poderá aumentar o seu efeito terapêutico e as reações adversas.

Glecaprevir + Pibrentasvir + Pravastatina

Observações: N.D.
Interações: Potencial de Glecaprevir / Pibrentasvir para afetar outros medicamentos Glecaprevir e pibrentasvir são inibidores da glicoproteína-P (gp-P), da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e polipeptídeo transportador do anião orgânico (OATP) 1B1/3. A coadministração com Glecaprevir / Pibrentasvir pode aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos que são substratos da gp-P (por exemplo, dabigatrano etexilato, digoxina), BCRP (por exemplo, rosuvastatina), ou OATP1B1/3 (por exemplo, atorvastatina, lovastatina, pravastatina, rosuvastatina, sinvastatina). Outros substratos P-gp, BCRP, ou OATP1B1/3, pode ser necessário ajuste de dose. Glecaprevir e pibrentasvir são inibidores fracos in vivo do citocromo P450 (CYP) 3A e uridina glucuronosiltransferase (UGT) 1A1. Não são esperados aumentos clinicamente significativos quando Glecaprevir / Pibrentasvir é coadministrado com substratos sensíveis do CYP3A (midazolam, felodipina) ou UGT1A1 (raltegravir). Quer glecaprevir quer pibrentasvir inibem in vitro a bomba de exportação de sais biliares (BSEP). Não é expectável inibição significativa do CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6, UGT1A6, UGT1A9, UGT1A4, UGT2B7, OCT1, OCT2, OAT1, OAT3, MATE1 ou MATE2K. INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE Pravastatina 10 mg uma vez por dia (Inibição de OATP1B1/3) Recomenda-se precaução. A dose de pravastatina não deve exceder 20 mg por dia.

Telitromicina + Pravastatina

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Efeito do Telitromicina nos outros medicamentos: Estatinas: Quando a sinvastatina foi coadministrada com Telitromicina, houve um aumento de 5.3 vezes na C max da sinvastatina e um aumento de 8.9 vezes na AUC da sinvastatina, um aumento de 15 vezes na Cmax. da sinvastatina ácida e um aumento de 11 vezes na AUC da sinvastatina ácida. O Telitromicina pode originar uma interação semelhante com a lovastatina e atorvastatina que também são metabolizados sobretudo pelo CYP3A4, e, como tal, o Telitromicina não deverá ser usado concomitantemente com a sinvastatina, atorvastatina ou lovastatina. O tratamento com estes agentes deve ser interrompido durante o tratamento com Telitromicina. A exposição da pravastatina, rosuvastatina e em menor grau da fluvastatina pode estar aumentada devido ao possível envolvimento dos transportadores de proteínas, mas espera-se que este aumento seja menor do que as interações envolvendo a inibição do CYP3A4. Contudo, os doentes devem ser monitorizados cuidadosamente em termos de sinais e sintomas de miopatia e rabdomiólise quando tratados em simultâneo com pravastatina, rosuvastatina e fluvastatina.

Ciclosporina + Pravastatina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: A ciclosporina pode igualmente reduzir a depuração da digoxina, colchicina, lovastatina, pravastatina, sinvastatina e prednisolona, causando por isso toxicidade da digoxina ou aumentando o potencial da colchicina, lovastatina, pravastatina e sinvastatina para induzir toxicidade muscular, incluindo dor e fraqueza muscular, miosite e ocasionalmente rabdomiólise. Se forem usadas digoxina, colchicina, lovastatina, pravastatina ou sinvastatina concomitantemente com a ciclosporina, é necessária uma cuidadosa observação clínica de modo a permitir a detecção precoce de manifestações tóxicas do fármaco, seguida pela redução da sua dose ou descontinuação.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Macrólidos + Pravastatina

Observações: Podem interferir com a absorção de outros fármacos, inibir as enzimas metabolizadoras com aumento da toxicidade de alguns fármacos e, com menos frequência, reduzir a concentração plasmática de outros, por aceleração do metabolismo. Os macrólidos envolvidos com mais frequência são a eritromicina (em particular por via parentérica) e a claritromicina. A eritromicina em aplicação tópica não origina interacções.
Interações: Por inibição enzimática, com aumento da concentração plasmática e da toxicidade respectiva interferem com: Atorvastatina, pravastatina (com maior risco de miopatia) - Pravastatina

Atalureno + Pravastatina

Observações: Com base em estudos in vitro, o atalureno é um substrato da UGT1A9 e da proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP). Com base em estudos in vitro, o atalureno é um inibidor da UGT1A9, do transportador de aniões orgânicos 1 (OAT1), do transportador de aniões orgânicos 3 (OAT3) e do polipéptido transportador de aniões orgânicos 1B3 (OATP1B3). Com base nos estudos in vitro, não se prevê que o atalureno seja um inibidor do transporte mediado pela glicoproteína P nem do metabolismo mediado pelo citocromo P450. De forma semelhante, não se prevê que, in vivo, o atalureno seja um indutor das isoenzimas do citocromo P450. Medicamentos que afetam a glicoproteína-P transportadora In vitro, o atalureno não é um substrato da glicoproteína-P transportadora. É improvável que a farmacocinética do atalureno seja afetada por medicamentos que inibem a glicoproteína-P transportadora. Desconhece-se qual é o efeito da administração concomitante do atalureno com outros medicamentos nefrotóxicos. Em alguns destes casos, a desidratação pode ser um fator contribuinte. Os doentes devem manter uma hidratação adequada durante a toma do atalureno.
Interações: É necessário ter cuidado quando o atalureno for administrado de forma concomitante com medicamentos que são substratos da UGT1A9, OAT1, OAT3 ou OATP1B3 devido ao risco de aumento da concentração destes medicamentos (por exemplo, oseltamivir, aciclovir, ciprofloxacina, captopril, furosemida, bumetanida, valsartan, pravastatina, rosuvastatina, atorvastatina e pitavastatina).
 Sem significado Clínico

Sitaxentano + Pravastatina

Observações: O sitaxentano sódico é metabolizado no fígado pelas isoenzimas CYP2C9 e CYP3A4/5 do citocromo P450. O sitaxentano sódico é um inibidor da CYP2C9 e, em menor grau, CYP2C19, CYP3A4/5 e CYP 2C8. As concentrações plasmáticas dos fármacos metabolizados pela CYP2C9, podem aumentar durante a co-administração de sitaxentano sódico. Não se espera que a co-administração com fármacos metabolizados pela CYP2C19 ou CYP3A4/5 resulte em interações medicamentosas clinicamente significativas. O Sitaxentano sódico não afecta o transportador de p-glicoproteína, mas está estabelecido que o sitaxentano sódico é um substrato das proteínas transportadoras PTAO.
Interações: Efeitos de outros medicamentos no sitaxentano sódico: Inibidores do Polipéptido Transportador de Aniões Orgânicos ( PTAO ): Adicionalmente, estudos de interacção clínica com nelfinavir, um inibidor moderadamente potente do PTAO, e pravastatina, um inibidor de baixa afinidade do PTAO, não revelaram alterações clínicas significativas nos níveis plasmáticos do sitaxentano.

Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Pravastatina

Observações: n.d.
Interações: Interações potenciais relacionadas com OLMESARTAN MEDOXOMILO: Informação adicional: A administração concomitante de olmesartan medoxomilo com pravastatina não teve efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética de cada componente em indivíduos saudáveis.

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir + Pravastatina

Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes medicamentos só foram realizados em adultos.
Interações: MEDICAMENTOS HIPOLIPEMIANTES: Inibidores da Redutase da HMG-CoA: Pravastatina/Efavirenz: (40 mg q.d./600 mg q.d.). Pravastatina/Emtricitabina: Interação não estudada. Pravastatina/Tenofovir disoproxil fumarato: Interação não estudada. Os níveis de colesterol devem ser monitorizados periodicamente. Podem ser necessários ajustes da dose da pravastatina quando coadministrada com Efavirenz / Emtricitabina / Tenofovir (consultar o Resumo das Características do Medicamento do medicamento pravastatina).

Pravastatina + Fibratos

Observações: N.D.
Interações: A utilização de fibratos em monoterapia foi associada ocasionalmente a miopatia. Foi comunicado um risco aumentado de acontecimentos adversos relacionados com os músculos, incluindo rabdomiólise, quando os fibratos são coadministrados com outras estatinas. Não se podem excluir estes acontecimentos adversos com a pravastatina e, portanto, a utilização associada de pravastatina e fibratos (por exemplo, gemfibrozil, fenofibrato) deve, em geral, ser evitada. Se esta associação for considerada necessária, é imprescindível que os doentes medicados com este regime sejam submetidos a uma cuidadosa monitorização clínica e dos níveis da CK
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pravastatina + Colestiramina

Observações: N.D.
Interações: Colestiramina/Colestipol: A administração concomitante produziu uma diminuição da biodisponibilidade da pravastatina de aproximadamente 40% a 50%. Não se observou uma diminuição clinicamente significativa da biodisponibilidade ou do efeito terapêutico quando a pravastatina foi administrada uma hora antes ou quatro horas depois da colestiramina ou uma hora antes do colestipol.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pravastatina + Colestipol

Observações: N.D.
Interações: Colestiramina/Colestipol: A administração concomitante produziu uma diminuição da biodisponibilidade da pravastatina de aproximadamente 40% a 50%. Não se observou uma diminuição clinicamente significativa da biodisponibilidade ou do efeito terapêutico quando a pravastatina foi administrada uma hora antes ou quatro horas depois da colestiramina ou uma hora antes do colestipol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pravastatina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de pravastatina e de ciclosporina produz um aumento da exposição sistémica à pravastatina aproximadamente quatro vezes superior. Contudo, em alguns doentes, o aumento da exposição à pravastatina pode ser maior. Recomenda-se a monitorização clínica e bioquímica de doentes medicados com esta associação.

Pravastatina + Varfarina

Observações: N.D.
Interações: Os parâmetros da biodisponibilidade em estado de equilíbrio da pravastatina não foram alterados após administração com varfarina. A administração crónica dos dois medicamentos não produziu alterações na ação anticoagulante da varfarina.

Pravastatina + Inibidores do CYP3A4

Observações: N.D.
Interações: A pravastatina não é metabolizada numa extensão clinicamente significativa pelo sistema do citocromo P450. Esta é a razão porque medicamentos que são metabolizados pelo sistema do citocromo P450, ou que são inibidores deste sistema, podem ser incluídos num regime estável de pravastatina sem causar alterações significativas nos níveis plasmáticos de pravastatina, como foi observado com outras estatinas. A ausência de uma interação farmacocinética significativa com a pravastatina foi demonstrada especificamente para vários medicamentos, especialmente aqueles que são substratos/inibidores do CYP3A4, como por exemplo, diltiazem, verapamilo, itraconazol, cetoconazol, inibidores das proteases, sumo de toranja e inibidores do CYP2C9 (por exemplo, fluconazol). Observou-se, num dos dois estudos de interação com pravastatina e eritromicina, um aumento estatisticamente significativo da AUC (70%) e da Cmax (121%) da pravastatina. Num estudo semelhante com claritromicina, observou-se um aumento estatisticamente significativo da AUC (110%) e da Cmax (127%). Apesar destas alterações serem de menor importância, devem tomar-se precauções ao associar-se pravastatina com eritromicina ou com claritromicina.

Pravastatina + Substratos do CYP3A4

Observações: N.D.
Interações: A pravastatina não é metabolizada numa extensão clinicamente significativa pelo sistema do citocromo P450. Esta é a razão porque medicamentos que são metabolizados pelo sistema do citocromo P450, ou que são inibidores deste sistema, podem ser incluídos num regime estável de pravastatina sem causar alterações significativas nos níveis plasmáticos de pravastatina, como foi observado com outras estatinas. A ausência de uma interação farmacocinética significativa com a pravastatina foi demonstrada especificamente para vários medicamentos, especialmente aqueles que são substratos/inibidores do CYP3A4, como por exemplo, diltiazem, verapamilo, itraconazol, cetoconazol, inibidores das proteases, sumo de toranja e inibidores do CYP2C9 (por exemplo, fluconazol). Observou-se, num dos dois estudos de interação com pravastatina e eritromicina, um aumento estatisticamente significativo da AUC (70%) e da Cmax (121%) da pravastatina. Num estudo semelhante com claritromicina, observou-se um aumento estatisticamente significativo da AUC (110%) e da Cmax (127%). Apesar destas alterações serem de menor importância, devem tomar-se precauções ao associar-se pravastatina com eritromicina ou com claritromicina.

Pravastatina + Inibidores do CYP2C9

Observações: N.D.
Interações: A pravastatina não é metabolizada numa extensão clinicamente significativa pelo sistema do citocromo P450. Esta é a razão porque medicamentos que são metabolizados pelo sistema do citocromo P450, ou que são inibidores deste sistema, podem ser incluídos num regime estável de pravastatina sem causar alterações significativas nos níveis plasmáticos de pravastatina, como foi observado com outras estatinas. A ausência de uma interação farmacocinética significativa com a pravastatina foi demonstrada especificamente para vários medicamentos, especialmente aqueles que são substratos/inibidores do CYP3A4, como por exemplo, diltiazem, verapamilo, itraconazol, cetoconazol, inibidores das proteases, sumo de toranja e inibidores do CYP2C9 (por exemplo, fluconazol). Observou-se, num dos dois estudos de interação com pravastatina e eritromicina, um aumento estatisticamente significativo da AUC (70%) e da Cmax (121%) da pravastatina. Num estudo semelhante com claritromicina, observou-se um aumento estatisticamente significativo da AUC (110%) e da Cmax (127%). Apesar destas alterações serem de menor importância, devem tomar-se precauções ao associar-se pravastatina com eritromicina ou com claritromicina.

Pravastatina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: A ausência de uma interação farmacocinética significativa com a pravastatina foi demonstrada especificamente para vários medicamentos, especialmente aqueles que são substratos/inibidores do CYP3A4, como por exemplo, diltiazem, verapamilo, itraconazol, cetoconazol, inibidores das proteases, sumo de toranja e inibidores do CYP2C9 (por exemplo, fluconazol).

Pravastatina + Verapamilo

Observações: N.D.
Interações: A ausência de uma interação farmacocinética significativa com a pravastatina foi demonstrada especificamente para vários medicamentos, especialmente aqueles que são substratos/inibidores do CYP3A4, como por exemplo, diltiazem, verapamilo, itraconazol, cetoconazol, inibidores das proteases, sumo de toranja e inibidores do CYP2C9 (por exemplo, fluconazol).

Pravastatina + Itraconazol

Observações: N.D.
Interações: A ausência de uma interação farmacocinética significativa com a pravastatina foi demonstrada especificamente para vários medicamentos, especialmente aqueles que são substratos/inibidores do CYP3A4, como por exemplo, diltiazem, verapamilo, itraconazol, cetoconazol, inibidores das proteases, sumo de toranja e inibidores do CYP2C9 (por exemplo, fluconazol).

Pravastatina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: A ausência de uma interação farmacocinética significativa com a pravastatina foi demonstrada especificamente para vários medicamentos, especialmente aqueles que são substratos/inibidores do CYP3A4, como por exemplo, diltiazem, verapamilo, itraconazol, cetoconazol, inibidores das proteases, sumo de toranja e inibidores do CYP2C9 (por exemplo, fluconazol).

Nelfinavir + Pravastatina

Observações: n.d.
Interações: Inibidores da HMG-CoA redutase (Estatinas): Pravastatina, fluvastatina, rosuvastatina: O metabolismo da pravastatina e fluvastatina não é dependente da CYP3A4, não se esperando interações com nelfinavir. Caso o tratamento com inibidores da HMG-CoA redutase em associação com nelfinavir esteja indicado, a pravastatina e a fluvastatina são recomendadas. Também se pode administrar rosuvastatina com nelfinavir, mas os doentes devem ser monitorizados.

Pazopanib + Pravastatina

Observações: n.d.
Interações: Efeito da administração concomitante de pazopanib e sinvastatina: A administração concomitante de pazopanib e sinvastatina aumenta a incidência de elevações da ALT. Resultados de uma meta-análise que utilizou dados obtidos de estudos clínicos com pazopanib mostraram que foram notificados valores de ALT > 3x o LSN em 126/895 (14%) dos doentes que não tomaram estatinas, comparativamente a 11/41 (27%) dos doentes que tomaram sinvastatina em concomitância (p=0,038). Se um doente a tomar concomitantemente sinvastatina desenvolver elevação da ALT, devem-se seguir as orientações posológicas de pazopanib e interromper a sinvastatina. Adicionalmente, a administração concomitante de pazopanib e outras estatinas deve ser feita com precaução uma vez que os dados existentes são insuficientes para avaliar o impacto nos níveis de ALT. Não se pode excluir que o pazopanib afete a farmacocinética de outras estatinas (p.e. atorvastatina, fluvastatina, pravastatina, rosuvastatina).

Pravastatina + Inibidores da Protease (IP)

Observações: N.D.
Interações: A ausência de uma interação farmacocinética significativa com a pravastatina foi demonstrada especificamente para vários medicamentos, especialmente aqueles que são substratos/inibidores do CYP3A4, como por exemplo, diltiazem, verapamilo, itraconazol, cetoconazol, inibidores das proteases, sumo de toranja e inibidores do CYP2C9 (por exemplo, fluconazol).

Pravastatina + Sumo de toranja

Observações: N.D.
Interações: A ausência de uma interação farmacocinética significativa com a pravastatina foi demonstrada especificamente para vários medicamentos, especialmente aqueles que são substratos/inibidores do CYP3A4, como por exemplo, diltiazem, verapamilo, itraconazol, cetoconazol, inibidores das proteases, sumo de toranja e inibidores do CYP2C9 (por exemplo, fluconazol).

Pravastatina + Fluconazol

Observações: N.D.
Interações: A ausência de uma interação farmacocinética significativa com a pravastatina foi demonstrada especificamente para vários medicamentos, especialmente aqueles que são substratos/inibidores do CYP3A4, como por exemplo, diltiazem, verapamilo, itraconazol, cetoconazol, inibidores das proteases, sumo de toranja e inibidores do CYP2C9 (por exemplo, fluconazol).

Pravastatina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Observou-se, num dos dois estudos de interação com pravastatina e eritromicina, um aumento estatisticamente significativo da AUC (70%) e da Cmax (121%) da pravastatina. Num estudo semelhante com claritromicina, observou-se um aumento estatisticamente significativo da AUC (110%) e da Cmax (127%). Apesar destas alterações serem de menor importância, devem tomar-se precauções ao associar-se pravastatina com eritromicina ou com claritromicina.

Pravastatina + Claritromicina

Observações: N.D.
Interações: Observou-se, num dos dois estudos de interação com pravastatina e eritromicina, um aumento estatisticamente significativo da AUC (70%) e da Cmax (121%) da pravastatina. Num estudo semelhante com claritromicina, observou-se um aumento estatisticamente significativo da AUC (110%) e da Cmax (127%). Apesar destas alterações serem de menor importância, devem tomar-se precauções ao associar-se pravastatina com eritromicina ou com claritromicina.

Pravastatina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Em estudos de interação não se observaram diferenças estatisticamente significativas na biodisponibilidade quando a pravastatina foi administrada com ácido acetilsalicílico, antiácidos (quando administrados uma hora antes da pravastatina), ácido nicotínico ou probucol.

Pravastatina + Antiácidos

Observações: N.D.
Interações: Em estudos de interação não se observaram diferenças estatisticamente significativas na biodisponibilidade quando a pravastatina foi administrada com ácido acetilsalicílico, antiácidos (quando administrados uma hora antes da pravastatina), ácido nicotínico ou probucol.

Pravastatina + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: N.D.
Interações: Em estudos de interação não se observaram diferenças estatisticamente significativas na biodisponibilidade quando a pravastatina foi administrada com ácido acetilsalicílico, antiácidos (quando administrados uma hora antes da pravastatina), ácido nicotínico ou probucol.

Pravastatina + Probucol

Observações: N.D.
Interações: Em estudos de interação não se observaram diferenças estatisticamente significativas na biodisponibilidade quando a pravastatina foi administrada com ácido acetilsalicílico, antiácidos (quando administrados uma hora antes da pravastatina), ácido nicotínico ou probucol.

Saquinavir + Pravastatina

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Medicamentos que são substrato da glicoproteína-P: Inibidores da HMG-CoA redutase: Pravastatina; Fluvastatina (saquinavir/ritonavir) A interação não foi estudada. O metabolismo da pravastatina e da fluvastatina não depende do CYP3A4. A interação através dos efeitos nas proteínas de transporte não pode ser excluída. Interação desconhecida. Se não existir tratamento alternativo disponível, utilizar com monitorização cuidada.

Brigatinib + Pravastatina

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos de transportadores A coadministração de brigatinib com substratos da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina), da BCRP (por exemplo, metotrexato, rosuvastatina, sulfasalazina), do transportador catiónico orgânico 1 (OCT1), da proteína de extrusão 1 de múltiplos fármacos e toxinas (MATE1) e 2K (MATE2K), pode aumentar as suas concentrações plasmáticas. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quando Brigatinib é coadministrado com substratos destes transportadores com um índice terapêutico estreito (por exemplo, digoxina, dabigatrano, metotrexato).

Sumo de toranja + Pravastatina

Observações: N.D.
Interações: A ausência de uma interação farmacocinética significativa com a pravastatina foi demonstrada especificamente para vários medicamentos, especialmente aqueles que são substratos/inibidores do CYP3A4, como por exemplo, diltiazem, verapamilo, itraconazol, cetoconazol, inibidores das proteases, sumo de toranja e inibidores do CYP2C9 (por exemplo, fluconazol).
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

A pravastatina está contraindicada na gravidez e só deverá ser administrada a mulheres em idade fértil quando não seja provável uma gravidez e após terem sido informadas dos potenciais riscos. Em adolescentes do sexo feminino em idade fértil, recomenda-se precaução especial de forma a assegurar a compreensão do potencial risco associado à terapêutica com pravastatina durante a gravidez. Se a doente planear uma gravidez ou se engravidar, o médico tem de ser informado imediatamente e a pravastatina deve ser interrompida devido ao risco potencial para o feto.

Uma pequena quantidade de pravastatina é excretada através do leite materno, pelo que a pravastatina está contraindicada durante o aleitamento.

Ao conduzir ou operar máquinas deve ter-se em consideração que podem ocorrer tonturas e distúrbios na visão durante o tratamento.

Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 31 de Outubro de 2019