Paclitaxel

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Condução Uso Hospitalar DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
O paclitaxel é um medicamento usado no tratamento do cancro.

O taxol é obtido na casca do Teixo, onde a extração varia entre 40 a 165 mg/Kg.

Para se obter 1 Kg de taxol, é necessária, em média, 3 mil árvores.

Por este motivo, há necessidade de criação laboratorial através de síntese e semi-síntese.
Usos comuns
No tratamento de determinados tipos de ovário, de pulmão, ou cancro da mama em alguns pacientes.

É também usado para tratar o sarcoma de Kaposi relacionado com a SIDA, em certos pacientes.

Ele também pode ser usado para outros tipos de cancros, tal como determinado pelo médico.

O paclitaxel é um medicamento de quimioterapia.

Ele funciona diminuindo ou interrompendo as células cancerosas de se dividir e crescer, de modo que, eventualmente, morrer.
Tipo
pequena molécula
História
Em 1955, o Instituto Nacional do Cancro (NCI) dos Estados Unidos criou o Centro de Serviço Nacional de Cancro e Quimioterapia (CCNSC) para atuar como um centro de triagem do público para a atividade anticancro de compostos apresentados por instituições externas e empresas.

Embora a maioria dos compostos selecionados eram de origem sintética, um químico, Jonathan Hartwell, que trabalhava lá a partir de 1958, tinha tido experiência com compostos derivados de produtos naturais, e começou uma operação de peneiramento.

Após alguns anos de acordos informais, em julho de 1960, o NCI encomendado botânicos USDA para recolher amostras de cerca de 1000 espécies de plantas por ano.

Em 21 de agosto de 1962, um desses botânicos, Arthur S.Barclay, recolheu cascas de uma única árvore de teixo do Pacífico, Taxus brevifolia, numa floresta ao norte da cidade de Packwood, Washington como parte de uma viagem de quatro meses para recolha de material mais de 200 espécies diferentes.

O material foi então processado por um número de sub CCNSC especializadas, e uma das amostras de Taxus foi encontrado por ser citotóxica num ensaio celular em 22 de Maio de 1964.

Assim, no final de 1964 ou início de 1965, o fracionamento e isolamento laboratório dirigido por Monroe E. Wall em Research Triangle Park, Carolina do Norte, começou a trabalhar em amostras de Taxus frescos, isolando o princípio ativo, em setembro de 1966 e anunciando as suas conclusões em um abril 1967 durante a reunião da American Chemical Society, em Miami Beach.

Foi atribuida a designação de taxol ao composto puro em junho de 1967.

Wall e seu colega Wani publicaram os resultados, incluindo a estrutura química, em 1971.

O NCI continuou o trabalho da comissão para recolher mais casca de Taxus e isolar quantidades crescentes de taxol.

Em 1969, 28 kg de extrato bruto foi isolado a partir de quase 1.200 kg de casca, embora esta última análise, tenha rendido apenas 10 g de material puro, mas há vários anos, não tinha sido utilizada do composto pelo NCI.

Em 1975, ele mostrou-se ativo noutro sistema in vitro, dois anos mais tarde, um novo chefe de departamento reviu os dados e, finalmente, foi recomendado que o taxol seguisse para a próxima etapa do processo de investigação.

Para isso foi necessário aumentar a quantidade de taxol purificada, até 600 g, e em 1977 foi feito um novo pedido de £7.000 de casca.

Em 1978, dois pesquisadores do NCI publicou um relatório mostrando taxol foi ligeiramente eficaz em camundongos com leucémicas.

Em Novembro de 1978, o taxol mostrou ser eficaz em estudos de xenoenxerto.

Enquanto isso, o taxol começou a ser bem conhecido na biologia das células, assim como o cancro da comunidade, com uma publicação no início de 1979 por Susan B.Horwitz, um farmacologista molecular no Albert Einstein College of Medicine, mostrando o taxol tinha um mecanismo anteriormente desconhecido de ação envolvendo a estabilização dos microtúbulos.

Junto com problemas de formulação, este aumento do interesse dos pesquisadores fez com que, em 1980, o NCI previa a necessidade de recolher £20.000 de casca.

Os estudos de toxicologia animal estavam completos até junho de 1982, em novembro NCI aplicada para o IND necessário começar os testes clínicos em seres humanos.
Indicações
Cancro do ovário:
Como primeira terapêutica (após a cirurgia inicial, associado ao medicamento com platina chamado cisplatina).

Após tentativa de tratamento com medicamentos padrão contendo platina, que no entanto não atuaram.

Cancro da mama:
Como primeira terapêutica para a doença avançada ou doença que se disseminou para outras partes do corpo (doença metastática).

Paclitaxel é associado a uma antraciclina (por exemplo, a doxorrubicina) ou a um medicamento chamado trastuzumab (para doentes nas quais a antraciclina não é adequada e cujas células cancerosas têm uma proteína na sua superfície chamada HER 2; consultar o folheto informativo de trastuzumab).

Depois de cirurgia inicial após tratamento com uma antraciclina e ciclofosfamida (AC) como tratamento adicional.

Como tratamento de segunda linha em doentes que não responderam a tratamentos padrão utilizando antraciclinas ou nos quais não se deve utilizar este tratamento.

Carcinoma avançado das células não pequenas do pulmão:
Em associação com a cisplatina, nos casos em que a cirurgia e/ou a radioterapia não são adequadas.

Sarcoma de Kaposi relacionado com SIDA:
Nos casos em que se tentou outro tratamento (isto é, com antraciclinas lipossómicas), que no entanto não foi bem sucedido.
Classificação CFT
16.01.04     Inibidores da topoisomerase I 16.01.07     Citotóxicos que interferem com a tubulina
Mecanismo De Ação
O paclitaxel interfere com a função normal de crescimento dos microtúbulos.

Considerando substâncias como a colchicina pode causar a despolimerização dos microtúbulos in vivo, o paclitaxel prende sua função por ter o efeito oposto, é hiper- estabiliza sua estrutura.

Isso destrói a capacidade da célula de usar seu citoesqueleto de uma forma flexível.

Especificamente, liga-se o paclitaxel para a subunidade β de tubulina.

Tubulin é o " bloco de construção" de microtúbulos, e a ligação de paclitaxel bloqueia esses blocos de construção no local.

O complexo de microtúbulos/paclitaxel resultante não tem a capacidade de desmontar.

Isto afeta adversamente a função celular, porque é necessário o encurtamento e alongamento dos microtúbulos (instabilidade dinâmica denominado) para a sua função como uma rodovia transporte para a célula.

Cromossomas, por exemplo, dependem dessa propriedade de microtúbulos durante a mitose.

Outras pesquisas têm indicado que o paclitaxel induz a morte celular programada (apoptose) em células cancerosas através da ligação a uma proteína chamada apoptose parar de Bcl-2 (leucemia de células-B 2) e, assim, a sua função de prender.
Posologia Orientativa
Dose adulta usual para o cancro do ovário:
Para pacientes não tratados anteriormente com cancro de ovário:
175 mg/m2 por via intravenosa durante 3 horas, a cada três semanas, seguido por cisplatina ou
135 mg/m2 por via intravenosa durante 24 horas a cada 3 semanas, seguido de cisplatina

Para os pacientes previamente tratados para o cancro de ovário:
175 mg/m2 por via intravenosa mais de 3 horas a cada 3 semanas ou
135 mg/m2 por via intravenosa mais de 3 horas a cada 3 semanas

Dose adulta usual para o Sarcoma de Kaposi:
Para pacientes com Sarcoma de Kaposi AIDS - relacionadas:
135 mg/m2 por via intravenosa mais de 3 horas a cada 3 semanas ou
100 mg/m2 por via intravenosa mais de 3 horas a cada 2 semanas

Nota:
Em pacientes com doença avançada pelo HIV:
1) reduzir a dose de dexametasona como um dos três medicamentos pré-medicação com 10 mg (em vez de 20 mg por via oral)
2) Iniciar ou repetir o tratamento com paclitaxel apenas se a contagem de neutrófilos é de pelo menos 1.000 células/mm3
3) Reduzir a dose de cursos subsequentes de paclitaxel em 20% para os pacientes que sofrem de neutropenia grave (um neutrophi contagem <500 células/mm3 por uma semana ou mais)
4) Inicia o fator de crescimento hematopoiético concomitante (G-CSF) como clinicamente indicado.

Dose habitual para o cancro da mama - Adjuvante:
Para o tratamento adjuvante de nódulo positivo:
175 mg/m2 por via intravenosa ao longo de 3 horas, a cada 3 semanas para quatro cursos administrados sequencialmente à quimioterapia com doxorrubicina.

Dose habitual para o cancro da mama:
Após falha da quimioterapia inicial para doença metastática ou recidiva dentro de 6 meses da quimioterapia adjuvante:
175 mg/m2 por via intravenosa mais de 3 horas a cada 3 semanas
Dose adulta usual para não-pequenas células do cancro do pulmão:
135 mg/m2 por via intravenosa ao longo de 24 horas, seguido por cisplatina em cada 3 semanas
Usual Dose pediátrica para tumor de Wilms:
Tumor recorrente de Wilms: 250-350 mg/m2/dose mais de 24 horas a cada 3 semanas
Administração
Sem informação.
Contraindicações
O paclitaxel está contraindicado em doentes com hipersensibilidade grave ao paclitaxel ou a qualquer dos excipientes, especialmente ao óleo de rícino polioxietilado.

O paclitaxel está contraindicado durante o aleitamento e não deve ser utilizado em doentes com um valor inicial de neutrófilos inferior a 1.500/mm3 (< 1.000/mm3 nos doentes com sarcoma de Kaposi).

No sarcoma de Kaposi, o paclitaxel também está contraindicado em doentes com infeções concomitantes, graves e não controladas.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Obtenha ajuda médica de emergência se tiver algum destes sinais de reação alérgica: urticária; respiração difícil, sensação de desmaio, inchaço do rosto, lábios, língua ou garganta.

Chame o seu médico imediatamente se você tem:
– febre, calafrios, dores no corpo, sintomas de gripe, feridas na boca e garganta;
– pele pálida, sentindo-se tonto ou com falta de ar, aumento da frequência cardíaca, dificuldade de concentração;
– fácil nódoas negras, hemorragia invulgar (nariz, boca, vagina ou reto), manchas roxas ou vermelhas puntiformes sob a pele;
– rubor (calor, vermelhidão, sensação de formigueiro ou);
– frequência cardíaca lenta, sensação de desmaio;
– crise (convulsões);
– dor no peito, tosse seca, chiado no peito, sensação de falta de ar;
– dormência, formigueiro ou dor quente nas mãos ou pés;
– icterícia (pele ou olhos amarelados), ou
– vermelhidão severa ou inchaço, irritação severa, um nódulo duro ou mudança de pele no local onde foi administrada a injeção.

Efeitos adveros comuns incluem:
– náuseas ligeiras, vómitos, diarreia, prisão de ventre;
– fraqueza;
– articular ou dor muscular;
– escurecimento da pele ou unhas, ou
– queda de cabelo temporária.

Esta não é uma lista completa dos efeitos secundários e outros podem ocorrer.

Peça aconselhamento médico sobre os efeitos secundários.
Advertências
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Evitar.
Gravidez
Gravidez:Todos os trimestres: D - Há evidências de risco em fetos humanos. Só usar se o benefício justificar o risco potencial. Em situação de risco de vida ou em caso de doenças graves para as quais não se possa utilizar drogas mais seguras, ou se estas drogas não forem eficazes.
Aleitamento
Aleitamento:Devido à possibilidade de lesão para o bebé, pare de amamentar se estiver a utilizar Paclitaxel.
Conducao
Conducao:Paclitaxel pode causar efeitos secundários como cansaço (muito frequentes) e tonturas (frequentes) que podem afetar a sua capacidade de conduzir.
Precauções Gerais
Para minimizar as reações alérgicas, ser-lhe-ão dados outros medicamentos antes de lhe ser administrado Paclitaxel.

- Se tiver reações alérgicas graves (por exemplo, dificuldade em respirar, falta de ar, opressão no peito, baixa da tensão arterial, tonturas, atordoamento, reações na pele, como por exemplo, uma erupção cutânea ou inchaço)
- Se tiver febre, arrepios intensos, dor de garganta ou úlceras na boca (sinais de supressão da medula óssea)
- Se tiver uma sensação de dormência, formigueiros e picadas, sensibilidade ao toque ou fraqueza nos braços e pernas (sinais de neuropatia periférica); pode ser necessária uma diminuição da dose de Paclitaxel
- Se tem problemas graves do fígado; neste caso a utilização de Paclitaxel não é recomendada
- Se tem problemas da condução cardíaca
- Se desenvolver uma diarreia grave ou persistente, com febre e dores abdominais, durante ou pouco depois do tratamento com Paclitaxel.

O seu cólon pode estar inflamado (colite pseudomembranosa)
- Se foi submetido antes a radiação do tórax (porque pode aumentar o risco de inflamação dos pulmões)
- Se tem uma boca dorida ou vermelha (sinais de mucosite) e está a ser submetido a tratamento para o Sarcoma de Kaposi.

Poderá ter necessidade de uma dose mais baixa.
Cuidados com a Dieta
Paclitaxel não é afetado pelos alimentos.
Terapêutica Interrompida
Se acha que foi esquecida uma dose, informe o seu médico ou enfermeiro.

Não deve ser administrada uma dose a dobrar se tiver sido esquecida uma dose.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Frasco fechado: Não conservar acima de 25°C.

Manter o frasco para injectáveis dentro da embalagem exterior para proteger da luz.

A congelação não afeta adversamente o medicamento.

Após abertura antes da diluição (descrição das condições): Do ponto de vista microbiológico, uma vez aberto, o medicamento deve ser conservado durante um máximo de 28 dias a 25°C.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Desferrasirox + Paclitaxel

Observações: N.D.
Interações: Não pode ser excluída uma interação entre o deferasirox e outros substratos do CYP2C8 como o paclitaxel.

Fluorocolina (18F) + Paclitaxel

Observações: n.d.
Interações: Os fármacos antimitóticos (vincristina, docetaxel, paclitaxel) e colchicina podem comprometer a absorção pelas células cancerígenas e pode levar a resultados falso negativos.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Vinflunina + Paclitaxel

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interações: Foi sugerido por um estudo in vitro (inibição ligeira do metabolismo da vinflunina) uma possível interação com paclitaxel e docetaxel (substratos CYP3). Ainda não foi realizado nenhum estudo clínico específico da vinflunina em combinação com estes compostos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina + Paclitaxel

Observações: N.D.
Interações: Foi demonstrado que o tratamento com cisplatina antes de uma perfusão com paclitaxel pode reduzir a clearance de paclitaxel em 70 – 75% e assim intensificar a neurotoxicidade (em 70% ou mais dos doentes).

Lapatinib + Paclitaxel

Observações: O lapatinib é predominantemente metabolizado pelo CYP3A.
Interações: A administração concomitante de lapatinib com paclitaxel intravenoso aumentou em 23% a exposição ao paclitaxel, devido à inibição do CYP2C8 e/ou da Pgp pelo lapatinib. Nos estudos clínicos, observou-se um aumento da incidência e da gravidade da diarreia e da neutropenia com esta associação. Recomenda-se precaução se lapatinib for administrado concomitantemente com paclitaxel.

Pixantrona + Paclitaxel

Observações: Não foram notificadas interações medicamentosas nos participantes e não foram realizados estudos de interações medicamentosas em seres humanos. Estudos in vitro com as isoformas humanas mais habituais do citocromo P450 (incluindo CYP1A2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6 e 3A4) mostraram uma possível inibição do tipo mista do CYP1A2 e CYP2C8 que pode ter relevância clínica. Não se observaram outras interações significativas clinicamente relevantes com os CYPP450.
Interações: Apesar de não ter sido possível determinar um risco para a inibição da pixantrona relativamente ao CYP2C8, são necessárias precauções na administração concomitante de substâncias essencialmente metabolizadas pelo CYP2C8, como repaglinida, rosiglitazona ou paclitaxel, por exemplo, por monitorização cuidadosa dos efeitos secundários.

Ramucirumab + Paclitaxel

Observações: Não foram observadas interações medicamentosas entre ramucirumab e paclitaxel. A farmacocinética de paclitaxel não foi afetada durante a administração concomitante de ramucirumab e a farmacocinética de ramucirumab não foi afetada durante a administração concomitante de paclitaxel.
Interações: Não foram observadas interações medicamentosas entre ramucirumab e paclitaxel. A farmacocinética de paclitaxel não foi afetada durante a administração concomitante de ramucirumab e a farmacocinética de ramucirumab não foi afetada durante a administração concomitante de paclitaxel.

Abiraterona + Paclitaxel

Observações: N.D.
Interações: Com base em dados in vitro, Abiraterona é um inibidor da enzima hepática metabolizadora de fármacos CYP2C8. Exemplos de medicamentos metabolizados pelo CYP2C8 incluem paclitaxel e repaglidina. Não existem dados clínicos sobre a utilização de Abiraterona com fármacos que sejam substratos da CYP2A8.

Paclitaxel + Cisplatina

Observações: N.D.
Interações: O regime recomendado para administração de paclitaxel na quimioterapia de primeira linha do carcinoma do ovário é que seja administrado antes de cisplatina. Quando o paclitaxel é administrado antes da cisplatina, o perfil de segurança do paclitaxel é consistente com as comunicações sobre a sua utilização em monoterapia. Quando o paclitaxel foi administrado após a cisplatina, os doentes apresentaram uma mielossupressão mais intensa e uma diminuição da depuração de paclitaxel de aproximadamente 20%. As doentes tratadas com paclitaxel e cisplatina podem ter um risco acrescido de insuficiência renal em comparação com a cisplatina em monoterapia em carcinomas ginecológicos.

Paclitaxel + Doxorrubicina

Observações: N.D.
Interações: Como a eliminação da doxorrubicina e dos seus metabolitos activos pode diminuir quando o paclitaxel e a doxorrubicina são administrados muito próximo um do outro, o paclitaxel deve ser administrado 24 horas após a doxorrubicina no tratamento inicial do cancro metastático da mama.

Paclitaxel + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo do paclitaxel é catalisado, em parte, pelas isoenzimas CYP2C8 e CYP3A4 do citocromo P450. Estudos clínicos demonstraram que o metabolismo do paclitaxel mediado pela CYP2C8 em 6-hidroxipaclitaxel é a principal via metabólica no ser humano. A administração concomitante de cetoconazol, um inibidor potente conhecido da CYP3A4, não inibe a eliminação de paclitaxel em doentes; pelo que ambos os medicamentos podem ser administrados simultaneamente sem qualquer ajuste posológico. Dados adicionais sobre o potencial de interações medicamentosas entre o paclitaxel e outros substratos/inibidores da CYP3A4 são limitados. Portanto, devem tomar-se precauções quando se administra paclitaxel em concomitância com medicamentos conhecidos por inibirem (por exemplo, eritromicina, fluoxetina, gemfibrozil) ou induzirem (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, efavirenze, nevirapina) a CYP2C8 ou a CYP3A4.

Paclitaxel + Substratos do CYP3A4

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo do paclitaxel é catalisado, em parte, pelas isoenzimas CYP2C8 e CYP3A4 do citocromo P450. Estudos clínicos demonstraram que o metabolismo do paclitaxel mediado pela CYP2C8 em 6-hidroxipaclitaxel é a principal via metabólica no ser humano. A administração concomitante de cetoconazol, um inibidor potente conhecido da CYP3A4, não inibe a eliminação de paclitaxel em doentes; pelo que ambos os medicamentos podem ser administrados simultaneamente sem qualquer ajuste posológico. Dados adicionais sobre o potencial de interações medicamentosas entre o paclitaxel e outros substratos/inibidores da CYP3A4 são limitados. Portanto, devem tomar-se precauções quando se administra paclitaxel em concomitância com medicamentos conhecidos por inibirem (por exemplo, eritromicina, fluoxetina, gemfibrozil) ou induzirem (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, efavirenze, nevirapina) a CYP2C8 ou a CYP3A4.

Paclitaxel + Inibidores do CYP3A4

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo do paclitaxel é catalisado, em parte, pelas isoenzimas CYP2C8 e CYP3A4 do citocromo P450. Estudos clínicos demonstraram que o metabolismo do paclitaxel mediado pela CYP2C8 em 6-hidroxipaclitaxel é a principal via metabólica no ser humano. A administração concomitante de cetoconazol, um inibidor potente conhecido da CYP3A4, não inibe a eliminação de paclitaxel em doentes; pelo que ambos os medicamentos podem ser administrados simultaneamente sem qualquer ajuste posológico. Dados adicionais sobre o potencial de interações medicamentosas entre o paclitaxel e outros substratos/inibidores da CYP3A4 são limitados. Portanto, devem tomar-se precauções quando se administra paclitaxel em concomitância com medicamentos conhecidos por inibirem (por exemplo, eritromicina, fluoxetina, gemfibrozil) ou induzirem (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, efavirenze, nevirapina) a CYP2C8 ou a CYP3A4.

Paclitaxel + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo do paclitaxel é catalisado, em parte, pelas isoenzimas CYP2C8 e CYP3A4 do citocromo P450. Estudos clínicos demonstraram que o metabolismo do paclitaxel mediado pela CYP2C8 em 6-hidroxipaclitaxel é a principal via metabólica no ser humano. A administração concomitante de cetoconazol, um inibidor potente conhecido da CYP3A4, não inibe a eliminação de paclitaxel em doentes; pelo que ambos os medicamentos podem ser administrados simultaneamente sem qualquer ajuste posológico. Dados adicionais sobre o potencial de interações medicamentosas entre o paclitaxel e outros substratos/inibidores da CYP3A4 são limitados. Portanto, devem tomar-se precauções quando se administra paclitaxel em concomitância com medicamentos conhecidos por inibirem (por exemplo, eritromicina, fluoxetina, gemfibrozil) ou induzirem (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, efavirenze, nevirapina) a CYP2C8 ou a CYP3A4.

Paclitaxel + Fluoxetina

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo do paclitaxel é catalisado, em parte, pelas isoenzimas CYP2C8 e CYP3A4 do citocromo P450. Estudos clínicos demonstraram que o metabolismo do paclitaxel mediado pela CYP2C8 em 6-hidroxipaclitaxel é a principal via metabólica no ser humano. A administração concomitante de cetoconazol, um inibidor potente conhecido da CYP3A4, não inibe a eliminação de paclitaxel em doentes; pelo que ambos os medicamentos podem ser administrados simultaneamente sem qualquer ajuste posológico. Dados adicionais sobre o potencial de interações medicamentosas entre o paclitaxel e outros substratos/inibidores da CYP3A4 são limitados. Portanto, devem tomar-se precauções quando se administra paclitaxel em concomitância com medicamentos conhecidos por inibirem (por exemplo, eritromicina, fluoxetina, gemfibrozil) ou induzirem (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, efavirenze, nevirapina) a CYP2C8 ou a CYP3A4.

Paclitaxel + Gemfibrozil

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo do paclitaxel é catalisado, em parte, pelas isoenzimas CYP2C8 e CYP3A4 do citocromo P450. Estudos clínicos demonstraram que o metabolismo do paclitaxel mediado pela CYP2C8 em 6-hidroxipaclitaxel é a principal via metabólica no ser humano. A administração concomitante de cetoconazol, um inibidor potente conhecido da CYP3A4, não inibe a eliminação de paclitaxel em doentes; pelo que ambos os medicamentos podem ser administrados simultaneamente sem qualquer ajuste posológico. Dados adicionais sobre o potencial de interações medicamentosas entre o paclitaxel e outros substratos/inibidores da CYP3A4 são limitados. Portanto, devem tomar-se precauções quando se administra paclitaxel em concomitância com medicamentos conhecidos por inibirem (por exemplo, eritromicina, fluoxetina, gemfibrozil) ou induzirem (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, efavirenze, nevirapina) a CYP2C8 ou a CYP3A4.

Paclitaxel + Rifampicina

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo do paclitaxel é catalisado, em parte, pelas isoenzimas CYP2C8 e CYP3A4 do citocromo P450. Estudos clínicos demonstraram que o metabolismo do paclitaxel mediado pela CYP2C8 em 6-hidroxipaclitaxel é a principal via metabólica no ser humano. A administração concomitante de cetoconazol, um inibidor potente conhecido da CYP3A4, não inibe a eliminação de paclitaxel em doentes; pelo que ambos os medicamentos podem ser administrados simultaneamente sem qualquer ajuste posológico. Dados adicionais sobre o potencial de interações medicamentosas entre o paclitaxel e outros substratos/inibidores da CYP3A4 são limitados. Portanto, devem tomar-se precauções quando se administra paclitaxel em concomitância com medicamentos conhecidos por inibirem (por exemplo, eritromicina, fluoxetina, gemfibrozil) ou induzirem (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, efavirenze, nevirapina) a CYP2C8 ou a CYP3A4.

Paclitaxel + Carbamazepina

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo do paclitaxel é catalisado, em parte, pelas isoenzimas CYP2C8 e CYP3A4 do citocromo P450. Estudos clínicos demonstraram que o metabolismo do paclitaxel mediado pela CYP2C8 em 6-hidroxipaclitaxel é a principal via metabólica no ser humano. A administração concomitante de cetoconazol, um inibidor potente conhecido da CYP3A4, não inibe a eliminação de paclitaxel em doentes; pelo que ambos os medicamentos podem ser administrados simultaneamente sem qualquer ajuste posológico. Dados adicionais sobre o potencial de interações medicamentosas entre o paclitaxel e outros substratos/inibidores da CYP3A4 são limitados. Portanto, devem tomar-se precauções quando se administra paclitaxel em concomitância com medicamentos conhecidos por inibirem (por exemplo, eritromicina, fluoxetina, gemfibrozil) ou induzirem (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, efavirenze, nevirapina) a CYP2C8 ou a CYP3A4.

Paclitaxel + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo do paclitaxel é catalisado, em parte, pelas isoenzimas CYP2C8 e CYP3A4 do citocromo P450. Estudos clínicos demonstraram que o metabolismo do paclitaxel mediado pela CYP2C8 em 6-hidroxipaclitaxel é a principal via metabólica no ser humano. A administração concomitante de cetoconazol, um inibidor potente conhecido da CYP3A4, não inibe a eliminação de paclitaxel em doentes; pelo que ambos os medicamentos podem ser administrados simultaneamente sem qualquer ajuste posológico. Dados adicionais sobre o potencial de interações medicamentosas entre o paclitaxel e outros substratos/inibidores da CYP3A4 são limitados. Portanto, devem tomar-se precauções quando se administra paclitaxel em concomitância com medicamentos conhecidos por inibirem (por exemplo, eritromicina, fluoxetina, gemfibrozil) ou induzirem (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, efavirenze, nevirapina) a CYP2C8 ou a CYP3A4.

Paclitaxel + Fenobarbital

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo do paclitaxel é catalisado, em parte, pelas isoenzimas CYP2C8 e CYP3A4 do citocromo P450. Estudos clínicos demonstraram que o metabolismo do paclitaxel mediado pela CYP2C8 em 6-hidroxipaclitaxel é a principal via metabólica no ser humano. A administração concomitante de cetoconazol, um inibidor potente conhecido da CYP3A4, não inibe a eliminação de paclitaxel em doentes; pelo que ambos os medicamentos podem ser administrados simultaneamente sem qualquer ajuste posológico. Dados adicionais sobre o potencial de interações medicamentosas entre o paclitaxel e outros substratos/inibidores da CYP3A4 são limitados. Portanto, devem tomar-se precauções quando se administra paclitaxel em concomitância com medicamentos conhecidos por inibirem (por exemplo, eritromicina, fluoxetina, gemfibrozil) ou induzirem (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, efavirenze, nevirapina) a CYP2C8 ou a CYP3A4.

Paclitaxel + Efavirenz

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo do paclitaxel é catalisado, em parte, pelas isoenzimas CYP2C8 e CYP3A4 do citocromo P450. Estudos clínicos demonstraram que o metabolismo do paclitaxel mediado pela CYP2C8 em 6-hidroxipaclitaxel é a principal via metabólica no ser humano. A administração concomitante de cetoconazol, um inibidor potente conhecido da CYP3A4, não inibe a eliminação de paclitaxel em doentes; pelo que ambos os medicamentos podem ser administrados simultaneamente sem qualquer ajuste posológico. Dados adicionais sobre o potencial de interações medicamentosas entre o paclitaxel e outros substratos/inibidores da CYP3A4 são limitados. Portanto, devem tomar-se precauções quando se administra paclitaxel em concomitância com medicamentos conhecidos por inibirem (por exemplo, eritromicina, fluoxetina, gemfibrozil) ou induzirem (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, efavirenze, nevirapina) a CYP2C8 ou a CYP3A4.

Paclitaxel + Nevirapina

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo do paclitaxel é catalisado, em parte, pelas isoenzimas CYP2C8 e CYP3A4 do citocromo P450. Estudos clínicos demonstraram que o metabolismo do paclitaxel mediado pela CYP2C8 em 6-hidroxipaclitaxel é a principal via metabólica no ser humano. A administração concomitante de cetoconazol, um inibidor potente conhecido da CYP3A4, não inibe a eliminação de paclitaxel em doentes; pelo que ambos os medicamentos podem ser administrados simultaneamente sem qualquer ajuste posológico. Dados adicionais sobre o potencial de interações medicamentosas entre o paclitaxel e outros substratos/inibidores da CYP3A4 são limitados. Portanto, devem tomar-se precauções quando se administra paclitaxel em concomitância com medicamentos conhecidos por inibirem (por exemplo, eritromicina, fluoxetina, gemfibrozil) ou induzirem (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, efavirenze, nevirapina) a CYP2C8 ou a CYP3A4.

Paclitaxel + Cimetidina

Observações: N.D.
Interações: A depuração do paclitaxel não é afectada pela pré-medicação com cimetidina.

Paclitaxel + Nelfinavir

Observações: N.D.
Interações: Estudos efectuados em doentes com sarcoma de Kaposi, que estavam a tomar vários medicamentos em concomitância, sugerem que a eliminação sistémica de paclitaxel foi significativamente inferior na presença de nelfinavir e ritonavir, mas não de indinavir.

Paclitaxel + Ritonavir

Observações: N.D.
Interações: Estudos efectuados em doentes com sarcoma de Kaposi, que estavam a tomar vários medicamentos em concomitância, sugerem que a eliminação sistémica de paclitaxel foi significativamente inferior na presença de nelfinavir e ritonavir, mas não de indinavir.

Paclitaxel + Indinavir

Observações: N.D.
Interações: Estudos efectuados em doentes com sarcoma de Kaposi, que estavam a tomar vários medicamentos em concomitância, sugerem que a eliminação sistémica de paclitaxel foi significativamente inferior na presença de nelfinavir e ritonavir, mas não de indinavir.

Paclitaxel + Inibidores da Protease (IP)

Observações: N.D.
Interações: Não existe informação suficiente sobre interações com outros inibidores das proteases. Em consequência, o paclitaxel deve ser administrado com precaução em doentes medicados com inibidores das proteases como terapêutica concomitante.

Oxaliplatina + Paclitaxel

Observações: N.D.
Interações: In vitro, não se observou uma deslocação significativa da ligação da oxaliplatina às proteínas plasmáticas com os seguintes fármacos: eritromicina, salicilatos, Granissetrom, paclitaxel e valproato sódico.

Ipilimumab + Paclitaxel

Observações: O ipilimumab é um anticorpo monoclonal humano que não é metabolizado pelas enzimas do citocromo P450 (CYP) nem por outras enzima que metabolizam fármacos.
Interações: Foi realizado um estudo de interação medicamentosa em que o ipilimumab foi administrado isoladamente e em associação com quimioterapia (dacarbazina ou paclitaxel/carboplatina) para avaliar a interação com isoenzimas CYP (especialmente CYP1A2, CYP2E1, CYP2C8 e CYP3A4) em doentes com melanoma avançado não previamente tratados. Não foram observadas interações farmacocinéticas fármaco-fármaco clinicamente relevantes entre o ipilimumab e paclitaxel/carboplatina, dacarbazina ou o seu metabolito 5-aminoimidazol-4-carboxamida.

Trastuzumab + Paclitaxel

Observações: Não foram realizados estudos formais de interação medicamentosa. Não foram observadas interações clinicamente significativas entre Trastuzumab e os medicamentos concomitantes utilizados em ensaios clínicos.
Interações: Efeito do trastuzumab na farmacocinética de outros fármacos antineoplásicos: Os dados de farmacocinética dos estudos BO 15935 e M77004 em mulheres com cancro da mama metastizado HER2 positivo sugeriram que a exposição ao paclitaxel e doxorrubicina (e os seus principais metabolitos 6 α -hidroxipaclitaxel, POH, e doxorrubicinol, DOL) não era alterada na presença de trastuzumab (dose de carga de 8 mg/kg ou 4 mg/kg IV, seguida de 6 mg/kg IV de 3 em 3 semanas ou de 2 mg/kg IV semanalmente, respetivamente). No entanto, o trastuzumab pode elevar a exposição global de um metabolito da doxorrubicina (7- desoxi-13 dihidro-doxorrubicinona, D7D). A bioatividade do D7D e o impacto clínico do aumento deste metabolito não foram claros. Os dados do estudo JP16003, um estudo de um braço deste medicamento (dose de carga de 4 mg/kg IV e 2 mg/kg IV semanalmente) e docetaxel (60 mg/m 2 IV) em mulheres Japonesas com cancro da mama metastizado HER2 positivo sugeriram que a administração concomitante de trastuzumab não tinha efeito na farmacocinética de dose única do docetaxel. O estudo JP19959 foi um subestudo do BO18255 (ToGA), conduzido em doentes Japoneses masculinos e femininos com cancro gástrico avançado, para avaliação da farmacocinética da capecitabina e cisplatina quando utilizadas com ou sem Trastuzumab. Os resultados deste subestudo sugeriram que a exposição aos metabolitos bioativos da capecitabina (p. ex., 5-FU) não era afetada pela utilização concomitante da cisplatina nem pela utilização concomitante da cisplatina mais Trastuzumab. No entanto, a própria capecitabina demonstrou concentrações mais elevadas e uma semivida mais longa quando associada ao Trastuzumab. Os dados também sugerem que a farmacocinética da cisplatina não foi afetada pela utilização concomitante da capecitabina nem pela utilização concomitante da capecitabina mais Trastuzumab. Os dados de farmacocinética do estudo H4613g/GO0 1305 em doentes com cancro HER2 positivo, inoperável, metastizado ou localmente avançado demonstraram que o trastuzumab não tinha impacto na farmacocinética da carboplatina. Efeito de fármacos antineoplásicos na farmacocinética do trastuzumab: Na comparação de concentrações séricas simuladas de trastuzumab após Trastuzumab em monoterapia (dose de carga de 4 mg/kg / 2 mg/kg semanalmente, IV) e de concentrações séricas observadas em mulheres Japonesas com cancro da mama metastizado HER2 positivo (estudo JP16003), não foi detetada nenhuma evidência de efeito farmacocinético na farmacocinética do trastuzumab pela administração concomitante de doxetacel. A comparação dos resultados farmacocinéticos de 2 estudos de fase II (BO15935 e M77004) e de um estudo de fase III (H0648g), nos quais os doentes foram tratados concomitantemente com trastuzumab e paclitaxel, e de dois estudos de fase II nos quais o trastuzumab foi administrado em monoterapia (W016229 e MO16982), em mulheres com cancro da mama metastizado HER2 positivo, indicam que as concentrações séricas de trastuzumab no vale, individuais e médias, variam nos estudos e entre os estudos, mas não houve um efeito claro na farmacocinética do trastuzumab pela administração concomitante do paclitaxel. A comparação dos dados de farmacocinética do trastuzumab do estudo M77004 em que mulheres com cancro da mama metastizado HER2 positivo foram tratadas concomitantemente com trastuzumab, paclitaxel e doxorrubina com dados de farmacocinética do trastuzumab em estudos em que o trastuzumab foi administrado em monoterapia (H0649g) ou em associação com antraciclinas e ciclofosfamida ou paclitaxel (estudo H0648g) sugeriram não haver efeitos da doxorrubicina e paclitaxel na farmacocinética do trastuzumab. Os dados de farmacocinética do estudo H4613g/GO01305 demonstraram que a carboplatina não tinha impacto na farmacocinética do trastuzumab. A administração concomitante de anastrozol não pareceu influenciar a farmacocinética do trastuzumab.

Teriflunomida + Paclitaxel

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas da teriflunomida sobre outras substâncias: Efeito da teriflunomida sobre o substrato do CYP2C8: Repaglinida: Foi observado um aumento na Cmax média e AUC (de 1,7x e 2,4x, respetivamente) da repaglinida após doses repetidas de teriflunomida, sugerindo que a teriflunomida é um inibidor do CYP2C8 in vivo. Por este motivo, os medicamentos metabolizados pela CYP2C8, p.ex., a repaglinida, paclitaxel, pioglitazona ou rosiglitazona, devem ser utilizados com precaução durante o tratamento com teriflunomida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclofosfamida + Paclitaxel

Observações: A coadministração planeada ou a administração sequencial de outras substâncias ou tratamentos que podem aumentar os efeitos semelhantes ou a gravidade da toxicidade (através de interações farmacodinâmicas ou farmacocinéticas) exigem uma avaliação individual cuidada dos benefícios e dos riscos esperados. Os doentes que recebem tais combinações devem ser monitorizados cuidadosamente quanto a sinais de toxicidade para permitir uma intervenção atempada. Os doentes em tratamento com ciclofosfamida e agentes que reduzem a sua ativação devem ser monitorizados quanto a uma possível redução da eficácia terapêutica e a necessidade de um ajuste de dose.
Interações: Interações farmacodinamicas e interações de mecanismos desconhecidos que afetam a utilização da ciclofosfamida A utilização sequencial ou combinada da ciclofosfamida e outros agentes com toxicidade similar pode causar efeitos tóxicos combinados (aumento). Mielotoxicidade aumentada e/ou imunossupressão pode resultar de um efeito combinado da ciclofosfamida e por exemplo: – inibidores ACE: inibidores ACE podem causar leucopenia. – Natalizumab – Paclitaxel: Foi notificada mielotoxicidade aumentada quando a ciclofosfamida foi administrada após perfusão com paclitaxel. – Tiazida diuréticos – Zidovudina
 Sem significado Clínico

Lenvatinib + Paclitaxel

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de lenvatinib, carboplatina e paclitaxel não tem um impacto significativo na farmacocinética de qualquer uma destas 3 substâncias.
 Sem significado Clínico

Sorafenib + Paclitaxel

Observações: n.d.
Interações: Substratos do CYP2B6, CYP2C8 e CYP2C9: O sorafenib inibiu o CYP2B6, CYP2C8 e CYP2C9 in vitro com potência similar. Contudo, em estudos farmacocinéticos clínicos, a administração concomitante de sorafenib 400 mg duas vezes ao dia com ciclofosfamida, um substrato do CYP2B6, ou paclitaxel, um substrato do CYP2C8, não originou uma inibição clinicamente significativa. Estes dados sugerem que o sorafenib na dose recomendada de 400 mg duas vezes ao dia poderá não ser um inibidor in vivo do CYP2B6 ou CYP2C8. Adicionalmente, o tratamento concomitante com sorafenib e varfarina, um substrato do CYP2C9, não originou alterações na média do TP-INR em comparação com o placebo. Assim, pode também ser esperado que o risco para uma inibição clinicamente relevante in vivo do CYP2C9 pelo sorafenib seja baixo. Contudo, doentes a tomar varfarina ou fenprocumom, devem verificar regularmente o seu INR. Combinação com outros agentes antineoplásicos: Em estudos clínicos, sorafenib foi administrado com uma variedade de outros agentes antineoplásicos nos seus regimes posológicos usuais, incluindo a gemcitabina, cisplatina, oxaliplatina, paclitaxel, carboplatina, capecitabina, doxorrubicina, irinotecano, docetaxel e ciclofosfamida. O sorafenib não exerceu efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da gemcitabina, cisplatina, carboplatina, oxaliplatina ou ciclofosfamida.
 Sem significado Clínico

Eltrombopag + Paclitaxel

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do eltrombopag noutros medicamentos: Substratos do citocromo P450: Em estudos utilizando microssomas hepáticos humanos, o eltrombopag (até 100 µM) não mostrou inibição in vitro das enzimas CYP450 1A2, 2A6, 2C19, 2D6, 2E1, 3A4/5 e 4A9/11 e foi inibidor do CYP2C8 e CYP2C9, medido utilizando paclitaxel e diclofenac como substratos sonda. A administração durante 7 dias de 75 mg uma vez por dia de eltrombopag a 24 homens saudáveis não inibiu ou induziu o metabolismo dos substratos sonda para 1A2 (cafeína), 2C19 (omeprazol), 2C9 (flurbiprofeno), ou 3 A4 (midazolam) nos humanos. Não se esperam interações clinicamente significativas com a administração concomitante de eltrombopag e substratos CYP450.

Temsirolímus + Paclitaxel

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Interações com medicamentos que são substratos da glicoproteína-P: Num estudo in vitro, o temsirolímus inibiu o transporte dos substratos da glicoproteína-P ( gp -P ) com um valor de IC 50 de 2 M. O efeito da inibição da gp-P não foi investigada in vivo num estudo clínico de interação fármaco-fármaco, no entanto, os dados preliminares recentes de um estudo de Fase 1 sobre a associação lenalidomida (dose de 25 mg) e temsirolímus (dose de 20 mg) parecem suportar as observações in vitro e sugerir um maior risco de acontecimentos adversos. Desta forma, quando o temsirolímus é coadministrado com medicamentos que sejam substratos da gp-P (ex.: digoxina, vincristina, colchicina, dabigatrano, lenalidomida e paclitaxel) deve ser efetuada uma monitorização rigorosa dos acontecimentos adversos relacionados com a coadministração destes medicamentos.

Doxorrubicina + Paclitaxel

Observações: N.D.
Interações: A cardiotoxicidade resultante da doxorrubicina é intensificada pela utilização anterior ou concomitante de outras antraciclinas ou de outros medicamentos potencialmente cardiotóxicos (ex., 5-fluorouracilo, ciclofosfamida ou paclitaxel) ou com outros medicamentos que afectam a função cardíaca (como os antagonistas do cálcio). Quando a doxorrubicina é utilizada juntamente com os agentes acima mencionados, a função cardíaca deve ser cuidadosamente monitorizada. O paclitaxel administrado pouco antes da doxorrubicina pode diminuir a depuração e aumentar as concentrações plasmáticas de doxorrubicina. Alguns dados indicam que esta interacção é menos acentuada quando a doxorrubicina é administrada antes do paclitaxel.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Darunavir + Paclitaxel

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: Medicamentos que podem ser afetados por darunavir potenciado com ritonavir: O darunavir e o ritonavir são inibidores do CYP3A, do CYP2D6 e da gp-P. A coadministração de darunavir/ritonavir com fármacos que são principalmente metabolizados pelo CYP3A e/ou CYP2D6 ou transportados pela gp-P poderá induzir o aumento da exposição sistémica aos referidos fármacos, o que poderá potenciar ou prolongar os respetivos efeitos terapêuticos e reações adversas. O darunavir, coadministrado com uma dose baixa de ritonavir não deve ser associado com medicamentos cuja depuração seja altamente dependente do CYP3A e para os quais a elevação das concentrações plasmáticas está associada a acontecimentos graves e/ou potencialmente fatais (margem terapêutica estreita). O efeito global da potenciação farmacocinética pelo ritonavir foi de aproximadamente 14 vezes na exposição sistémica de darunavir quando foi administrada, por via oral, uma dose única de 600 mg de darunavir em associação com 100 mg de ritonavir duas vezes por dia. Portanto, darunavir só pode ser administrado em associação com um potenciador farmacocinético. Um estudo clínico que utilizou vários medicamentos metabolizados pelos citocromos CYP2C9, CYP2C19 e CYP2D6 demonstrou um aumento na atividade dos CYP2C9 e CYP2C19 e inibição da atividade do CYP2D6 na presença de darunavir/ritonavir, o que pode ser atribuído à presença de dose baixa de ritonavir. Embora o efeito no CYP2C8 tenha sido apenas estudado in vitro, a administração concomitante de darunavir e ritonavir e medicamentos principalmente metabolizados pelo CYP2C8 (tais como, paclitaxel, rosiglitazona, repaglinida), pode resultar numa diminuição na exposição sistémica a tais medicamentos, o que pode diminuir ou encurtar os seus efeitos terapêuticos.

Midostaurina + Paclitaxel

Observações: A midostaurina sofre uma extensa metabolização hepática principalmente através das enzimas CYP3A4 que são induzidas ou inibidas por alguns medicamentos concomitantes.
Interações: Efeito de Midostaurina sobre outros medicamentos Midostaurina não é um inibidor da CYP3A4 in vivo. A farmacocinética de midazolam (sonda CYP3A4 sensíveis) não foi afetada após três dias de administração de midostaurina a indivíduos saudáveis. Com base em dados in vitro, a midostaurina e/ou os seus metabolitos têm o potencial de inibir as enzimas CYP1A2, CYP2D6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2E1 e CYP3A4/5. Com base em dados in vitro, a midostaurina e/ou os seus metabolitos têm o potencial de induzir as enzimas CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4. A midostaurina inibiu OATP1B1, BCRP e glicoproteína-p (P-gp) in vitro. A combinação dos dados de auto indução de midostaurina in vivo após administração repetida e o aumento dos níveis de colesterol 4β-OH no plasma sugerem que a midostaurina pode ser pelo menos um indutor moderado da CYP3A4 in vivo. Não foram realizados estudo in vivo para investigar a indução e inibição de enzimas e transportadores pela midostaurina e pelos metabolitos ativos. Os medicamentos com uma margem terapêutica estreita que são substratos da CYP1A2 (p.ex. tizanidina), CYP2D6 (p. ex. codeína) CYP2C8 (p.ex. paclitaxel), CYP2C9 (p.ex. varfarina), CYP2C19 (e.g. omeprazol), CYP2E1 (p.ex. clorzoxazona), CYP3A4/5 (p.ex. tacrolímus), CYP2B6 (p.ex. efavirenz), Gp-p (p.ex. paclitaxel), BCRP (p.ex. atorvastatina) ou OATP1B1 (p. ex. digoxina) devem ser utilizados com precaução quando administrados concomitantemente com midostaurina, e podem necessitar de ajuste de dose para manter uma exposição ótima. Atualmente desconhece-se se a midostaurina pode reduzir a eficácia de contracetivos hormonais e portanto as mulheres a utilizar contracetivos hormonais devem também utilizar um método anticoncecional de barreira.

Montelucaste + Paclitaxel

Observações: N.D.
Interações: Estudos in vitro demonstraram que o montelucaste é um potente inibidor do CYP2C8. No entanto, resultados de um estudo clínico sobre interações medicamentosas com montelucaste e rosiglitazona (um substrato específico representativo dos medicamentos primariamente metabolizados pelo CYP2C8) demonstraram que o montelucaste não inibe o CYP2C8 in vivo. Consequentemente, não se prevê que o montelucaste altere de forma marcante o metabolismo de medicamentos metabolizados por esta enzima (por ex., paclitaxel, rosiglitazona e repaglinida).

Erlotinib + Paclitaxel

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e outros substratos do CYP: O erlotinib, in vitro, é um inibidor potente do CYP1A1, e um inibidor moderado do CYP3A4 e do CYP2C8, bem como um forte inibidor da glucuronidação por UGT1A1. Desconhece-se a relevância fisiológica da forte inibição do CYP1A1 devido à muito limitada expressão do CYP1A1 nos tecidos humanos. Quando o erlotinib foi administrado em simultâneo com ciprofloxacina, um inibidor moderado do CYP1A2, a exposição ao erlotinib [AUC] aumentou significativamente em 39% enquanto que não houve alteração estatisticamente significativa da concentração máxima (Cmax). Da mesma forma, a exposição ao metabolito ativo aumentou em cerca de 60% e 48% para a AUC e Cmax, respetivamente. A relevância clínica deste aumento não foi estabelecida. Quando a ciprofloxacina ou inibidores potentes do CYP1A2 (por ex. fluvoxamina) são associados com erlotinib, deve ter-se precaução. Caso se observem reações adversas relacionadas com erlotinib, a dose de erlotinib pode ser reduzida. O pré-tratamento ou a coadministração de Erlotinib não alterou a clearance de substratos prototípicos do CYP3A4, midazolam e eritromicina, mas parece ter originado uma diminuição da biodisponibilidade oral do midazolam até 24%. Noutro ensaio clínico, o erlotinib revelou não afetar os parâmetros farmacocinéticos do paclitaxel, substrato do CYP3A4/2C8, administrado concomitantemente. Desta forma, são improváveis interações significativas na clearance de outros substratos do CYP3A4. Erlotinib e Carboplatina/Paclitaxel: O erlotinib aumenta as concentrações de platina. Num estudo clínico, a utilização concomitante de erlotinib com carboplatina e paclitaxel originou um aumento de 10,6% na AUC 0-48 total da platina. Apesar de estatisticamente significativa, a magnitude desta diferença não é considerada clinicamente relevante. Na prática clínica outros fatores podem contribuir para o aumento da exposição à carboplatina, como o compromisso renal. A carboplatina e o paclitaxel não tiveram efeitos significativos na farmacocinética do erlotinib.

Midostaurina + Paclitaxel

Observações: A midostaurina sofre uma extensa metabolização hepática principalmente através das enzimas CYP3A4 que são induzidas ou inibidas por alguns medicamentos concomitantes.
Interações: Efeito de Midostaurina sobre outros medicamentos Midostaurina não é um inibidor da CYP3A4 in vivo. A farmacocinética de midazolam (sonda CYP3A4 sensíveis) não foi afetada após três dias de administração de midostaurina a indivíduos saudáveis. Com base em dados in vitro, a midostaurina e/ou os seus metabolitos têm o potencial de inibir as enzimas CYP1A2, CYP2D6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2E1 e CYP3A4/5. Com base em dados in vitro, a midostaurina e/ou os seus metabolitos têm o potencial de induzir as enzimas CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4. A midostaurina inibiu OATP1B1, BCRP e glicoproteína-p (P-gp) in vitro. A combinação dos dados de auto indução de midostaurina in vivo após administração repetida e o aumento dos níveis de colesterol 4β-OH no plasma sugerem que a midostaurina pode ser pelo menos um indutor moderado da CYP3A4 in vivo. Não foram realizados estudo in vivo para investigar a indução e inibição de enzimas e transportadores pela midostaurina e pelos metabolitos ativos. Os medicamentos com uma margem terapêutica estreita que são substratos da CYP1A2 (p.ex. tizanidina), CYP2D6 (p. ex. codeína) CYP2C8 (p.ex. paclitaxel), CYP2C9 (p.ex. varfarina), CYP2C19 (e.g. omeprazol), CYP2E1 (p.ex. clorzoxazona), CYP3A4/5 (p.ex. tacrolímus), CYP2B6 (p.ex. efavirenz), Gp-p (p.ex. paclitaxel), BCRP (p.ex. atorvastatina) ou OATP1B1 (p. ex. digoxina) devem ser utilizados com precaução quando administrados concomitantemente com midostaurina, e podem necessitar de ajuste de dose para manter uma exposição ótima. Atualmente desconhece-se se a midostaurina pode reduzir a eficácia de contracetivos hormonais e portanto as mulheres a utilizar contracetivos hormonais devem também utilizar um método anticoncecional de barreira.

Epirrubicina + Paclitaxel

Observações: A Epirrubicina é principalmente utilizada em associação com outros agentes anticancerígenos. Pode ocorrer toxicidade aditiva, especialmente no que respeita a efeitos sobre a medula óssea/hematológicos e gastrointestinais. A Epirrubicina é extensamente metabolizada pelo fígado. As alterações da função hepática induzidas por terapêuticas concomitantes podem afectar o metabolismo, farmacocinética, eficácia terapêutica e/ou toxicidade da Epirrubicina.
Interações: O paclitaxel, quando administrado antes da Epirrubicina, pode causar aumento das concentrações plasmáticas de Epirrubicina inalterada e dos seus metabolitos, embora estes últimos não sejam tóxicos nem activos. A co-administração de paclitaxel ou do docetaxel não afectou a farmacocinética da Epirrubicina quando esta foi administrada antes do taxano. Esta associação pode ser utilizada através da administração alternada dos dois medicamentos. A perfusão da Epirrubicina e do paclitaxel deve ser efectuada com um intervalo de pelo menos 24 horas entre os dois medicamentos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Axitinib + Paclitaxel

Observações: N.D.
Interações: Dados in vitro indicam que o axitinib é metabolizado principalmente pelo CYP3A4/5 e, em menor grau, pelo CYP1A2, CYP2C19 e pela uridina difosfato glucuronosiltransferase (UGT) 1A1. Estudos in vitro da inibição e indução do CYP e UGT: Estudos in vitro indicaram que o axitinib nas concentrações plasmáticas terapêuticas não inibe o CYP2A6, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6, CYP2E1, CYP3A4/5 ou UGT1A1. Estudos in vitro indicaram que o axitinib tem potencial para inibir o CYP1A2. Como tal, a coadministração do axitinib com substratos do CYP1A2 pode resultar em concentrações plasmáticas aumentadas dos substratos do CYP1A2 (por exemplo, teofilina). Estudos in vitro indicaram também que o axitinib tem potencial para inibir o CYP2C8. Contudo, a coadministração do axitinib com paclitaxel, um conhecido substrato do CYP2C8, não resultou no aumento das concentrações plasmáticas do paclitaxel em doentes com cancro avançado, indicando a falta de inibição clínica do CYP2C8. Estudos in vitro em hepatócitos humanos indicaram também que o axitinib não induz o CYP1A1, CYP1A2, ou CYP3A4/5. Como tal, não se espera que a coadministração de axitinib reduza a concentração plasmática de substratos do CY P1A1, CYP1A2 ou do CYP3A44/5 coadministrados in vivo.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pazopanib + Paclitaxel

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do pazopanib noutros medicamentos: A administração concomitante de pazopanib 800 mg uma vez por dia e paclitaxel 80 mg/m2 (substrato do CYP3A4 e CYP2C8) uma vez por semana, resultou num aumento médio de 25% da AUC e 31% da Cmax do paclitaxel.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Informe o seu médico se está grávida ou pensa que pode estar grávida antes de lhe ser administrado o tratamento com Paclitaxel.

No caso de haver qualquer possibilidade de engravidar, utilize um método contracetivo eficaz e seguro durante o tratamento.

Paclitaxel não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que tal seja claramente necessário.

Devido à possibilidade de lesão para o bebé, pare de amamentar se estiver a utilizar Paclitaxel.

Não reinicie a amamentação a não ser que o seu médico lhe diga que o pode fazer.

Paclitaxel pode causar efeitos secundários como cansaço (muito frequentes) e tonturas (frequentes) que podem afetar a sua capacidade de conduzir e utilizar máquinas.

Se tiver estes sintomas, não conduza ou utilize máquinas até que tenham desaparecido completamente.

Se lhe forem administrados outros medicamentos como parte do seu tratamento, deve consultar o seu médico para saber se pode conduzir e utilizar máquinas.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017