Nitroglicerina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Condução Uso Hospitalar DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
Nitroglicerina ou Trinitrato de glicerilo.

Nitroglicerina pertence a um grupo de medicamentos denominados vasodilatadores, que aumentam o diâmetro dos vasos sanguíneos e aumentam o fluxo sanguíneo para os tecidos e músculos (incluíndo o músculo do coração).


Este medicamento é utilizado para prevenir crises anginosas (dor torácica ou desconforto) devido a doença coronária (diminuição do diâmetro interno ou obstrução das artérias que irrigam o coração, que leva a uma diminuição do nível de oxigénio que chega ao músculo cardíaco).
Usos comuns
Prevenção da angina de peito devida a doença coronária.

Cirurgia: no controle imediato da hipertensão arterial durante a cirurgia cardíaca.

Também pode ser usado para produzir e manter a hipotensão controlada durante os procedimentos cirúrgicos.

A Nitroglicerina pode ser administrado para controlar a isquémia miocárdica quer durante quer após a cirurgia cardiovascular.

Insuficiência cardíaca congestiva refractária, secundária a enfarte agudo do miocárdio: a Nitroglicerina pode ser administrado a doentes com insuficiência cardíaca congestiva sem resposta ao tratamento, associada à ocorrência de enfarte agudo do miocárdio.

Angina instável: a perfusão de Nitroglicerina pode ser utilizada para reduzir as necessidades miocárdicas de oxigénio proporcionalmente à redução na pré e pós-carga.

Pode ser indicado para o controle de episódios anginosos em doentes com angina instável que não respondam ao tratamento convencional e/ou com beta-bloqueadores.
Tipo
pequena molécula
História
Foi descoberta por Ascanio Sobrero (1812-1888) em 1847, que primeiramente a chamou de "piroglicerina", misturando glicerina, ácido sulfúrico e ácido nítrico.

Em 1867, Alfred Nobel, cujo pai, engenheiro, na cidade russa de São Petersburgo, instalou uma fábrica de nitroglicerina, concebeu absorver a nitroglicerina por um material poroso, absorvente e inerte como a sílica, pós de cerâmicas, argila seca, gesso, carvão, e em especial, as terras diatomáceas (Kieselguhr) obtendo uma massa moldável.

Tal massa foi patenteada como dinamite.

Encontra também uso na medicina, onde é utilizado como vasodilatador, no tratamento de doenças cardíacas, para o tratamento da enfermidade isquêmica coronária, o infarto agudo de miocárdio e na insuficiência cardíaca congestiva.

É administrado pelas vias transdérmica, sublingual ou intravenosa.

Pertence ao grupo dos fármacos antianginosos.

Quase todos os medicamentos atualmente usados para dilatar as coronárias são derivados da nitroglicerina.

O mecanismo do efeito da nitroglicerina nos doentes cardíacos foi descoberto pelos cientistas (Robert Furchgott, Louis Ignarro e Ferid Murad, os quais receberam o Prémio Nobel pela descoberta), mostrararam estar relacionado aos mecanismos energéticos das células, nas mitocôndrias, e numa enzima que liberta óxido nítrico (NO).

Quando a nitroglicerina se transforma em NO, provoca um relaxamento muscular e, conseqüentemente, alarga as artérias.

É de se notar que Ascanio Sobrero (sintetizada por ele em 1847) já havia observado que a substância provocava dores de cabeça, causadas exatamente pela dilatação dos vasos cranianos.

Mas quem primeiro descreveu os benefícios da nitroglicerina para os cardiopatas foi Murrel em 1879.

Inicialmente ela foi utilizada, em pequenas doses, especialmente na medicina dos Estados Unidos, com o nome de glonoína, em solução alcoólica a 1%, para combater a nevralgia do coração, os distúrbios nervosos, a enxaqueca, o soluço e o enjôo.

Em 1879, na Corrida Ciclística dos Seis Dias, na França, os franceses alguns ciclistas usavam a nitroglicerina pelo seu efeito vasodilatador coronariano.


Em 1886, na Corrida dos 600 km entre Bordeaux e Paris se tem a primeira notícia de morte por uso de estimulantes: morre o ciclista inglês Linton, que usou uma mistura de cocaína com nitroglicerina.
Indicações
Prevenção da angina de peito devida a doença coronária.

Cirurgia: no controle imediato da hipertensão arterial durante a cirurgia cardíaca.

Também pode ser usado para produzir e manter a hipotensão controlada durante os procedimentos cirúrgicos.

A Nitroglicerina pode ser administrado para controlar a isquémia miocárdica quer durante quer após a cirurgia cardiovascular.

Insuficiência cardíaca congestiva refractária, secundária a enfarte agudo do miocárdio: a Nitroglicerina pode ser administrado a doentes com insuficiência cardíaca congestiva sem resposta ao tratamento, associada à ocorrência de enfarte agudo do miocárdio.

Angina instável: a perfusão de Nitroglicerina pode ser utilizada para reduzir as necessidades miocárdicas de oxigénio proporcionalmente à redução na pré e pós-carga.

Pode ser indicado para o controle de episódios anginosos em doentes com angina instável que não respondam ao tratamento convencional e/ou com beta-bloqueadores.
Classificação CFT
03.05.01     Antianginosos 06.07     Anti-hemorroidários
Mecanismo De Ação
A principal ação farmacológica da nitroglicerina consiste no relaxamento do músculo liso vascular com dilatação das artérias e veias cardíacas e periféricas.

A dilatação venosa periférica condiciona uma diminuição do retorno venoso ao coração com diminuição da pressão do ventrículo esquerdo no final da diástole e com diminuição da pressão de encravamento pulmonar.

O relaxamento arteriolar reduz a resistência vascular periférica e a pressão arterial sistémica assim como a pressão arterial média.
Posologia Orientativa
Sistema transdérmico:
Deve ser aplicado um sistema transdérmico de Nitroglicerina por dia, estando indicado um período livre de nitratos de 10 a 12 horas em cada 24 horas, usualmente à noite, no sentido de limitar o desenvolvimento de tolerância.

Injetável:
Cirurgia: para controlar os episódios de hipertensão, a dose inicial recomendada é de 25 microgramas/min, aumentada com acréscimos de 25 microgramas/min com intervalos de 5 minutos, até alcançar a diminuição desejada da pressão sanguínea.

No tratamento da isquémia miocárdica pericirúrgica, a dose inicial recomendada é de 15 –20 microgramas/min, com acréscimos de 10 – 15 microgramas/min, até à obtenção do efeito desejado.

Insuficiência cardíaca congestiva refractária, secundária a enfarte miocárdico agudo: a dose inicial recomendada é de 20 – 25 microgramas/min, que pode ser reduzida para 10 microgramas/min, ou aumentada com acréscimos de 20 – 25 microgramas/min, a intervalos de 15 - 30 minutos até se obter o efeito clínico desejado.

Angina instável: a dose inicial recomendada é de 10 microgramas/min, aumentada com acréscimos de 5 – 10 microgramas/min, a intervalos de aproximadamente 30 minutos.

Via bucal:
A dose recomendada é de uma ou duas nebulizações.

Em circunstância alguma se devem aplicar mais do que três doses.
Administração
Sistema transdérmico:
O sistema transdérmico não deve ser aplicado em pele lesada, apresentando, por exemplo, cortes ou escoriações.

Recomenda-se a aplicação do sistema transdérmico Nitroglicerina no peito ou faces internas dos braços, em áreas cutâneas sem pelos, devidamente limpas e secas, de forma a assegurar um bom contacto, e nunca nas extremidades distais dos membros.

Injetável:
A administração é feita por via intravenosa.

O método escolhido deve dar garantias de que o fármaco é administrado num fluxo constante.


Via bucal:
No início de uma crise ou na prevenção de um ataque iminente:
Sente-se.

Coloque o nebulizador na posição vertical o mais perto possível da boca.

Sustenha a sua respiração.

Aponte o spray da debaixo da língua.

Pressione firmemente o botão, uma vez só.

Feche imediatamente a sua boca.

Não inale o spray.

Depois de usar Nitroglicerina, descanse um pouco.

Levante-se lentamente, porque pode se sentir a desmaiar.
Contraindicações
Hipersensibilidade à nitroglicerina, a nitratos orgânicos relacionados.

Insuficiência circulatória aguda associada a hipotensão acentuada (choque).

Situações associadas a pressão intracraniana elevada.

Insuficiência miocárdica devido a obstrução, como por exemplo, na estenose aórtica ou mitral ou de pericardite constritiva).

Utilização concomitante de Nitroglicerina e inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5), como o sildenafil.

Os inibidores da PDE5 podem aumentar o efeito vasodilatador de Nitroglicerina e provocar hipotensão grave.

Hipotensão grave (pressão arterial sistólica menor que 90 mmHg).

Hipovolemia grave.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
SISTEMA TRANSDÉRMICO:
Doenças do sistema nervoso
Frequentes: Cefaleias1
Muito raros: Tonturas

Cardiopatias
Raros: Taquicardia2

Vasculopatias
Raros: Hipotensão ortostática, rubor2

Doenças gastrointestinais
Muito frequentes: Náuseas, vómitos

Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos
Pouco frequentes: Dermatite de contacto

Perturbações gerais e alterações no local de administração
Pouco frequentes: Eritema no local de aplicação, prurido, sensação de queimadura, irritação3

Exames complementares de diagnóstico
Raros: Aumento do ritmo cardíaco

1 Como outras preparações de nitratos, Nitroglicerina causa frequentemente dores de cabeça dependentes da dose, devido à vasodilatação cerebral.

Estas sofrem remissão após alguns dias apesar da manutenção da terapia.

Se a dor de cabeça persistir durante a terapia intermitente, devem ser tratadas com analgésicos.

Dores de cabeça que não respondem a este tratamento são um sintoma de alerta para a redução da dose de nitroglicerina ou descontinuação do tratamento.

2 Um aumento ligeiro do ritmo cardíaco, induzido por reflexo, pode ser evitado recorrendo, se necessário, ao tratamento concomitante com um beta-bloqueante.

3 Após a remoção do sistema transdérmico, qualquer vermelhidão local da pele irá desaparecer em algumas horas.

O local de aplicação do sistema deve mudar regularmente para evitar a irritação local.

As reações adversas seguintes provêm da experiência de pós-comercialização de Nitroglicerina através de relatos espontâneos de casos e casos descritos na literatura.

Uma vez que estas reações são notificadas voluntariamente a partir de uma população de dimensão indeterminada, não é possível estimar a sua frequência sendo assim, classificada como desconhecido.

Dentro de cada classe de sistema-órgão, as reações adversas são apresentadas por ordem decrescente de gravidade.

• Cardiopatias: palpitações

• Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos: erupção cutânea generalizada.


INJETÁVEL:
As reações adversas aos nitratos orgânicos que têm sido referidas incluem:

Doenças do Sistema Nervoso:
Muito frequentes: cefaleia.
Frequentes: tonturas (em particular após administração oral ou tópica)

Perturbações do foro psiquiátrico:
Agitação,inquietação

Vasculopatias:
Pouco frequentes: hipotensão, rubor

Cardiopatias:
Taquicardia, palpitações.
Muito raros: bradicardia (paroxística)

Doenças gastrointestinais:
Náuseas, vómitos, dor abdominal

Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos:
Diaforese

Afeções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos:
Contrações musculares

Perturbações gerais e alterações no local de administração:
Desconforto retro-esternal

VIA BUCAL:
Se você tiver um dos seguintes raros efeitos secundários graves (afectando menos de 1 em 1000 doentes a menos que especificado), pare de tomar Nitroglicerina imediatamente e consulte o médico:

Uma reação alérgica na pele (com ou sem erupção cutânea)

Formação de bolhas na língua (menos de 1 em cada 100 doentes)

Desmaio devido a uma baixa frequência cardíaca e uma queda acentuada da pressão arterial. Isto pode ser acompanhado por uma pioria dos sintomas de angina.

Hipoxemia transitória (fornecimento reduzido de oxigénio)

Os doentes com doença coronária podem sofrer uma restrição no fornecimento de sangue

A utilização contínua pode provocar o desenvolvimento de tolerância ao Nitroglicerina, causando uma redução na sua eficácia.

Outros efeitos secundários conhecidos são:

Muito frequentes (mais de 1 em 10 doentes): dor de cabeça

Frequentes (menos de 1 em 10 doentes): vertigem (sensação de andar à roda), tonturas, náuseas, rubor facial, fraqueza

Pouco Frequentes (menos de 1 em 100 doentes): sensação de ardor, sensação de picadas

Raros (menos de 1 em 1000 doentes): queda grave da pressão arterial, alteração do ritmo cardíaco

Muito Raros (menos de 1 em 10000 doentes): descamação da pele
Advertências
Gravidez
Gravidez:Não parece constituir perigo para o feto. Não existem dados suficientes que suportem o seu uso em pomada rectal. Ausência de risco fetal, demonstrada em experimentação animal ou em estudos humanos.
Aleitamento
Aleitamento:Desconhece-se se é excretada no leite. Não se recomenda durante a lactação.
Conducao
Conducao:Risco de hipotensão; pode alterar a capacidade de condução.
Precauções Gerais
SISTEMA TRANSDÉRMICO:
Advertências
À semelhança de outras formulações com nitratos, quando se transfere um doente de um tratamento prolongado para outra forme de medicação, a dose de nitroglicerina deve ser reduzida gradualmente e deve ser iniciado iniciar, concomitantemente, o outro tratamento.

O sistema transdérmico de Nitroglicerina deve ser removido antes da aplicação de campos magnéticos ou elétricos no organismo durante procedimentos como a IRM (Imagiologia por Ressonância Magnética), cardioversão ou desfibrilhação DC ou tratamento por diatermia.

Nos casos de enfarte do miocárdio recente ou de insuficiência cardíaca aguda, o tratamento com Nitroglicerina deve ser mantido sob rigorosa vigilância médica e/ou monitorização dos parâmetros hemodinâmicos.

A remoção do sistema transdérmico deve ser considerada como parte do tratamento dos doentes que desenvolvam hipotensão significativa.

Precauções
Devem ser tomadas precauções nos doentes com hipoxemia arterial devido a anemia grave (incluindo formas induzidas de deficiência G6PD), uma vez que, nestes doentes, a biotransformação da nitroglicerina se encontra reduzida.
Similarmente, os doentes com hipoxemia e alteração da relação ventilação/perfusão resultante de patologia pulmonar ou insuficiência cardíaca isquémica, devem ser tratados com prudência.
Nos doentes com hipoventilação alveolar ocorre uma vasoconstrição intrapulmonar para alterar a perfusão de áreas com hipoxia alveolar para áreas do pulmão com melhor ventilação (mecanismo Euler-Liliestrand).
Os doentes com angina do peito, enfarte do miocárdio ou isquemia cerebral sofrem, frequentemente, de alterações das vias aéreas mais pequenas (em especial, hipoxia alveolar).
Nestas circunstâncias, observa-se vasoconstrição intrapulmonar que desvia a perfusão das áreas em hipóxia alveolar para áreas pulmonares melhor ventiladas.

O tratamento com nitratos pode agravar a angina provocada por miocardiopatia hipertrófica.

Dever ser considerada a possibilidade de se verificar um aumento da frequência de crises anginosas durante os períodos em que não se aplica o sistema transdérmico.
Nestes casos, está indicado o uso de uma terapêutica antianginosa adicional.

Quando se desenvolve tolerância aos sistemas transdérmicos de nitroglicerina, pode ocorrer uma redução parcial do efeito da nitroglicerina sublingual na tolerância ao exercício.

INJETÁVEL:
A Nitroglicerina deve ser administrada com precaução em doentes sofrendo de malnutrição, hipotiroidismo, hipotermia graveou disfunção hepática ou renal.

A Nitroglicerina deve ser usada com precaução em doentes predispostos a glaucoma de ângulo fechado.

A Nitroglicerina não deve ser administrada através de injeção em bólus.

Em doentes em terapêutica com Nitroglicerina, não deve ser utilizado Citrato Sildenafil devido às graves interações que podem ocorrer na terapêutica concomitante.

VIA BUCAL:
Tome especial cuidado com Nitroglicerina e informe o médico se alguma das seguintes situações se aplicar a si:
Fluido ao redor do coração (tamponamento pericárdico).

Pressões baixas de enchimento (ex. enfarte agudo do miocárdio)
Problemas em controlar a sua pressão arterial
Qualquer doença que aumente a pressão no cérebro
Glaucoma (situação na qual a pressão no olho pode ser elevada)
Problemas no fígado ou nos rins
Hipoatividade da tiróide
Cuidados com a Dieta
Modere o consumo de bebidas alcoólicas.

O álcool pode potenciar o efeito de diminuição da pressão arterial provocado pela nitroglicerina.


Terapêutica Interrompida
Se se esquecer de trocar o sistema transdérmico na altura especificada, não se preocupe.

Troque-o logo que possível, respeitando o período de intervalo entre sistemas, e aplique o sistema seguinte à hora especificada.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Conservar a temperatura inferior a 25ºC.

Não congelar.

Conservar na embalagem de origem para proteger da luz e da humidade.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Perindopril + Amlodipina + Nitroglicerina

Observações: n.d.
Interações: Ligadas ao PERINDOPRIL/AMLODIPINA: Uso concomitante a considerar: Antihipertensores (tais como beta bloqueantes) e vasodilatadores: O uso concomitante destes fármacos pode aumentar os efeitos hipotensores do perindopril e da amlodipina. O uso concomitante com nitroglicerina e outros nitratos ou outros vasodilatadores, pode favorecer a redução da pressão sanguínea e devem ser usados com precaução.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Óxido nítrico + Nitroglicerina

Observações: Não foram realizados estudos formais de interação medicamentosa. Com base nos dados disponíveis, não se pode excluir uma interação clinicamente significativa com outros medicamentos utilizados no tratamento da insuficiência respiratória hipóxica.
Interações: Pode existir um efeito aditivo com Óxido nítrico no risco de desenvolvimento de meta-hemoglobinémia com substâncias dadoras de óxido nítrico, incluindo o nitroprusseto de sódio e a nitroglicerina.

Captopril + Hidroclorotiazida + Nitroglicerina

Observações: N.D.
Interações: CAPTOPRIL: Outros fármacos antihipertensores: O captopril tem sido co-administrado com segurança com outros fármacos antihipertensores utilizados frequentemente (por exemplo beta-bloqueadores e bloqueadores dos canais de cálcio de longa duração). O uso concomitante destes fármacos pode aumentar os efeitos hipotensores do captopril. O tratamento com nitroglicerina e outros nitratos, ou outros vasodilatadores deve ser usado com precaução.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lisinopril + Nitroglicerina

Observações: N.D.
Interações: Outros agentes antihipertensores: O uso concomitante destes agentes poderá aumentar os efeitos hipotensores de lisinopril. O uso concomitante com gliceril trinitrato e outros nitratos, ou com outros vasodilatadores, poderá reduzir ainda mais a pressão arterial.

Bisoprolol + Perindopril + Nitroglicerina

Observações: Num estudo de interação conduzido em voluntários sãos, não foram observadas interações entre o bisoprolol e o perindopril.
Interações: Utilização concomitante que requer cuidados especiais Relacionada com o bisoprolol e o perindopril: Medicamentos antihipertensores e vasodilatadores: O uso concomitante de medicamentos antihipertensores., vasodilatadores (tais como nitroglicerina, outros nitratos ou outros vasodilatadores) ou com quaisquer outros medicamentos com potencial para reduzir a pressão arterial (ex: antidepressivos tricíclicos, barbituratos, fenotiazinas) pode aumentar o risco de efeito hipotensivo do perindopril e bisoprolol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lisinopril + Amlodipina + Nitroglicerina

Observações: n.d.
Interações: Interações relacionadas com o LISINOPRIL: Outros antihipertensores: A utilização concomitante destes medicamentos pode aumentar o efeito hipotensor do lisinopril. A utilização concomitante com trinitrato de glicerilo e outros nitratos, ou com outros vasodilatadores, pode causar uma diminuição adicional da tensão arterial.

Metilergometrina + Nitroglicerina

Observações: Os alcaloides da cravagem do centeio são substratos do CYP3A4.
Interações: Interações a ter em consideração: Trinitrato de glicerilo e outros medicamentos antianginosos: A metilergometrina produz vasoconstrição e é expectável que reduza o efeito do trinitrato de glicerilo e de outros medicamentos antianginosos.

Sacubitril + Valsartan + Nitroglicerina

Observações: N.D.
Interações: Interações que requerem precauções: Nitratos, por ex.: nitroglicerina: Não houve interação fármaco-fármaco entre Sacubitril / Valsartan e nitroglicerina administrada por via intravenosa no que diz respeito à redução da pressão arterial. A coadministração de nitroglicerina e Sacubitril / Valsartan foi associada com uma diferença entre tratamentos de 5 bpm na frequência cardíaca em comparação com a administração de nitroglicerina isolada. Pode ocorrer um efeito semelhante na frequência cardíaca quando Sacubitril / Valsartan é coadministrado com nitratos sublinguais ou transdérmicos. Em geral, não é necessário ajuste de dose.

Atorvastatina + Perindopril + Amlodipina + Nitroglicerina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina, perindopril e amlodipina separadamente.
Interações: Utilização concomitante que requer ALGUNS CUIDADOS: PERINDOPRIL / AMLODIPINA: Antihipertensores e Vasodilatadores: O uso concomitante destes fármacos pode aumentar os efeitos hipotensores de Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina. A utilização concomitante de nitroglicerina e outros nitratos ou outros vasodilatadores pode conduzir a uma maior redução da pressão sanguínea.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bemiparina sódica + Nitroglicerina

Observações: N.D.
Interações: A interação da heparina com a nitroglicerina intravenosa (que pode resultar numa diminuição de eficácia) não pode ser excluída no caso da bemiparina.

Benazepril + Nitroglicerina

Observações: N.D.
Interações: Produtos antihipertensivos, diuréticos, antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, anestésicos: O efeito antihipertensivo é usualmente aditivo e uma excessiva hipotensão sintomática pode acontecer. O uso concomitante de gliceril trinitrato e outros nitratos, ou outros vasodilatadores podem reduzir ainda mais a pressão sanguínea.

Zofenopril + Nitroglicerina

Observações: N.D.
Interações: Associações que requerem precauções de uso: Outros medicamentos antihipertensores (por exemplo, beta-bloqueadores, alfa-bloqueadores, antagonistas do cálcio): Pode ser observado um hipotensor aditivo ou potenciação. O tratamento com nitroglicerina e outros nitratos, ou outros vasodilatadores, deve ser efectuado com precaução.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Reviparina sódica + Nitroglicerina

Observações: N.D.
Interações: b) Diminuição da eficácia: A eficácia da heparina pode ser reduzida por infusão de nitroglicerina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lisinopril + Hidroclorotiazida + Nitroglicerina

Observações: n.d.
Interações: Outros agentes antihipertensores: A utilização concomitante destes agentes pode aumentar o efeito hipotensor do Lisinopril / Hidroclorotiazida. O uso concomitante com gliceril trinitrato e outros nitratos, ou outros vasodilatadores, poderá reduzir ainda mais a pressão arterial.

Vardenafil + Nitroglicerina

Observações: Estudos in vitro Vardenafil é metabolizado predominantemente por enzimas hepáticas através da isoforma 3A4 do citocromo P450 (CYP), com alguma contribuição das isoformas CYP3A5 e CYP2C. Assim, os inibidores destas isoenzimas podem reduzir a taxa de depuração do vardenafil.
Interações: Num estudo realizado em 18 voluntários saudáveis do sexo masculino não se observou potenciação do efeito hipotensor da nitroglicerina sublingual (0,4 mg) quando se administrou vardenafil (10 mg) a intervalos variáveis (de 1 h a 24 h) antes da dose de nitroglicerina. Em indivíduos saudáveis de meia idade vardenafil 20 mg comprimido revestido por película potenciou os efeitos hipotensores da nitroglicerina sublingual (0,4 mg) tomada 1 e 4 horas após a administração de vardenafil. Não se observou efeito sobre a pressão sanguínea quando a nitroglicerina foi tomada 24 horas após a administração de uma dose individual de 20 mg comprimido revestido por película de vardenafil. Contudo, não existe informação em doentes sobre a possível potenciação dos efeitos hipotensores dos nitratos pelo vardenafil, estando por isso contraindicado o seu uso concomitante.

Sapropterina + Nitroglicerina

Observações: Não foram realizados estudos de interação.
Interações: A BH4 é um cofator para o óxido nítrico sintetase. Recomenda-se precaução durante a utilização concomitante de Sapropterina com todos os medicamentos que provocam vasodilatação, incluindo os que são administrados por via tópica, pois afetam o metabolismo ou a ação do óxido nítrico (NO), incluindo dadores de NO clássicos (p.ex. Nitroglicerina (GTN), dinitrato de isossorbida (ISDN), nitroprussiato de sódio (SNP), molsidomina), inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (PDE-5) e minoxidil.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Heparina sódica + Nitroglicerina

Observações: N.D.
Interações: Diminuição do efeito da heparina: O efeito da heparina pode ser diminuido por doxorrubicina Trinitrato de glicerilo (nitroglicerina) intravenoso: Após a suspensão do trinitrato de glicerilo, o aPTT pode aumentar subitamente. Caso a administração da heparina seja durante a perfusão de trinitrato de glicerilo, é necessário vigiar cuidadosamente o aPTT e ajustar a dose de heparina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lidocaína + Prilocaína + Nitroglicerina

Observações: N.D.
Interações: A prilocaína em doses elevadas pode causar um aumento no nível de meta-hemoglobina, especialmente em combinação com fármacos indutores da meta-hemoglobinémia (por exemplo sulfonamidas, acetominofeno/paracetamol, benzocaína, cloroquina, primaquina, quinidina, dapsona, nitrofurasona, nitroglicerina, fenitoína e fenobarbital). Em neonatais com idades compreendidas entre 0-12 meses apenas se deve considerar a interacção com as sulfonamidas, não sendo provável o tratamento com outro dos fármacos mencionados.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Enalapril + Nitroglicerina

Observações: N.D.
Interações: Outros fármacos antihipertensores: A utilização concomitante destes fármacos pode aumentar os efeitos hipotensores do enalapril. A utilização concomitante da nitroglicerina e outros nitratos ou outros vasodilatadores pode provocar uma redução adicional da pressão arterial.

Lidocaína + Tetracaína + Nitroglicerina

Observações: Não foram realizados estudos de interação.
Interações: Os doentes que estejam a tomar fármacos capazes de induzir metahemoglobinémia como as fonamidas, naftaleno, nitratos e nitritos, nitrofurantoína, nitroglicerina, nitroprussiato, pamaquina e quinina apresentam um maior risco de desenvolver metahemoglobinémia.

Perindopril + Nitroglicerina

Observações: N.D.
Interações: Antihipertensores e vasodilatadores: O uso concomitante destes medicamentos pode aumentar o efeito hipotensor do perindopril. O uso concomitante de nitroglicerina e outros nitratos, ou outros vasodilatadores pode reduzir ainda mais a pressão arterial.

Cangrelor + Nitroglicerina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Efeitos farmacodinâmicos: O cangrelor demonstra inibir a ativação e agregação de plaquetas como indicado por agregometria (transmissão e impedância luminosa), ensaios no ponto de cuidados como o teste VerifyNow P2Y12™, o ensaio VASP-P e citometria de fluxo. Após a administração de um bolus de 30 microgramas/kg seguido de uma perfusão de 4 microgramas/kg/min (a dose para ICP), observou-se inibição plaquetária ao fim de dois minutos. O efeito farmacocinético/farmacodinâmico (PK/PD) do cangrelor mantém-se constante durante todo o período da perfusão. Independentemente da dose, após cessação da perfusão, os níveis sanguíneos de cangrelor diminuem rapidamente e a função plaquetária normaliza no período de uma hora.
Interações: Ácido acetilsalicílico (AAS), heparina, nitroglicerina: Não se observou interação farmacocinética ou farmacodinâmica com o cangrelor num estudo de interação com aspirina, heparina ou nitroglicerina.

Nitroglicerina + Vasodilatadores

Observações: N.D.
Interações: Interações que resultam numa contraindicação de utilização concomitante: A administração concomitante de Nitroglicerina com outros vasodilatadores (p.ex. inibidores da PDE5 como o sildenafil, tadalafil, vardenafil) pode potenciar o efeito de diminuição da pressão arterial de Nitroglicerina.

Nitroglicerina + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: Interações que resultam numa contraindicação de utilização concomitante: A administração concomitante de Nitroglicerina com outros vasodilatadores (p.ex. inibidores da PDE5 como o sildenafil, tadalafil, vardenafil) pode potenciar o efeito de diminuição da pressão arterial de Nitroglicerina.

Nitroglicerina + Tadalafil

Observações: N.D.
Interações: Interações que resultam numa contraindicação de utilização concomitante: A administração concomitante de Nitroglicerina com outros vasodilatadores (p.ex. inibidores da PDE5 como o sildenafil, tadalafil, vardenafil) pode potenciar o efeito de diminuição da pressão arterial de Nitroglicerina.

Nitroglicerina + Vardenafil

Observações: N.D.
Interações: Interações que resultam numa contraindicação de utilização concomitante: A administração concomitante de Nitroglicerina com outros vasodilatadores (p.ex. inibidores da PDE5 como o sildenafil, tadalafil, vardenafil) pode potenciar o efeito de diminuição da pressão arterial de Nitroglicerina.

Nitroglicerina + Inibidores das fosfodiesterases de tipo 5 (PDE5)

Observações: N.D.
Interações: Interações que resultam numa contraindicação de utilização concomitante: A administração concomitante de Nitroglicerina com outros vasodilatadores (p.ex. inibidores da PDE5 como o sildenafil, tadalafil, vardenafil) pode potenciar o efeito de diminuição da pressão arterial de Nitroglicerina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nitroglicerina + Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio)

Observações: N.D.
Interações: Interações a considerar: O tratamento concomitante com antagonistas do cálcio, inibidores da ECA, bloqueadores-beta, diuréticos, antihipertensores, antidepressivos tricíclicos e tranquilizantes major, assim como o consumo de álcool, podem potenciar o efeito de diminuição da pressão arterial de Nitroglicerina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nitroglicerina + Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)

Observações: N.D.
Interações: Interações a considerar: O tratamento concomitante com antagonistas do cálcio, inibidores da ECA, bloqueadores-beta, diuréticos, antihipertensores, antidepressivos tricíclicos e tranquilizantes major, assim como o consumo de álcool, podem potenciar o efeito de diminuição da pressão arterial de Nitroglicerina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nitroglicerina + Bloqueadores beta-adrenérgicos

Observações: N.D.
Interações: Interações a considerar: O tratamento concomitante com antagonistas do cálcio, inibidores da ECA, bloqueadores-beta, diuréticos, antihipertensores, antidepressivos tricíclicos e tranquilizantes major, assim como o consumo de álcool, podem potenciar o efeito de diminuição da pressão arterial de Nitroglicerina.
 Potencialmente Grave

Acetilcisteína + Nitroglicerina

Observações: N.D.
Interações: A associação de acetilcisteína e nitroglicerina causa hipotensão significativa e cefaleia induzida pela nitroglicerina. Não associar a antitússico nem a secante de secreções.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nitroglicerina + Diuréticos

Observações: N.D.
Interações: Interações a considerar: O tratamento concomitante com antagonistas do cálcio, inibidores da ECA, bloqueadores-beta, diuréticos, antihipertensores, antidepressivos tricíclicos e tranquilizantes major, assim como o consumo de álcool, podem potenciar o efeito de diminuição da pressão arterial de Nitroglicerina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nitroglicerina + Antihipertensores

Observações: N.D.
Interações: Interações a considerar: O tratamento concomitante com antagonistas do cálcio, inibidores da ECA, bloqueadores-beta, diuréticos, antihipertensores, antidepressivos tricíclicos e tranquilizantes major, assim como o consumo de álcool, podem potenciar o efeito de diminuição da pressão arterial de Nitroglicerina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nitroglicerina + Antidepressores (Tricíclicos)

Observações: N.D.
Interações: Interações a considerar: O tratamento concomitante com antagonistas do cálcio, inibidores da ECA, bloqueadores-beta, diuréticos, antihipertensores, antidepressivos tricíclicos e tranquilizantes major, assim como o consumo de álcool, podem potenciar o efeito de diminuição da pressão arterial de Nitroglicerina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nitroglicerina + Tranquilizantes

Observações: N.D.
Interações: Interações a considerar: O tratamento concomitante com antagonistas do cálcio, inibidores da ECA, bloqueadores-beta, diuréticos, antihipertensores, antidepressivos tricíclicos e tranquilizantes major, assim como o consumo de álcool, podem potenciar o efeito de diminuição da pressão arterial de Nitroglicerina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nitroglicerina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Interações a considerar: O tratamento concomitante com antagonistas do cálcio, inibidores da ECA, bloqueadores-beta, diuréticos, antihipertensores, antidepressivos tricíclicos e tranquilizantes major, assim como o consumo de álcool, podem potenciar o efeito de diminuição da pressão arterial de Nitroglicerina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nitroglicerina + Mesilato de di-hidroergotamina

Observações: N.D.
Interações: Interações a considerar: A administração simultânea de Nitroglicerina com a di-hidroergotamina pode aumentar a biodisponibilidade da di-hidroergotamina. Deve portanto, prestar-se particular atenção a este facto nos indivíduos com doença coronária, uma vez que a dihidroergotamina antagoniza o efeito da nitroglicerina e pode induzir vasoconstrição coronária.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nitroglicerina + Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)

Observações: N.D.
Interações: Interações a considerar: Os anti-inflamatórios não esteróides, exceto o ácido acetilsalicílico, podem diminuir a resposta terapêutica à Nitroglicerina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nitroglicerina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Interações a considerar: A administração concomitante de Nitroglicerina com amifostina e ácido acetilsalicílico pode potenciar os efeitos de Nitroglicerina na redução da pressão arterial.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Enalapril + Lercanidipina + Nitroglicerina

Observações: N.D.
Interações: MALEATO DE ENALAPRIL: Associações a ter em conta: Outros antihipertensores: O uso concomitante com outros antihipertensores podem aumentar os efeitos hipotensores do enalapril. O uso concomitante de trinitrato de glicerilo e outros nitratos ou outros vasodilatadores pode levar a redução da pressão arterial.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nitroglicerina + Amifostina

Observações: N.D.
Interações: Interações a considerar: A administração concomitante de Nitroglicerina com amifostina e ácido acetilsalicílico pode potenciar os efeitos de Nitroglicerina na redução da pressão arterial.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Dalteparina sódica + Nitroglicerina

Observações: N.D.
Interações: Uma vez que a heparina tem demonstrado interação com a nitroglicerina intravenosa, penicilina em doses elevadas, sulfinpirazona, probenecida, ácido etacrínico, agentes citostáticos, quinina, anti-histamínicos, digitálicos, tetraciclinas, fumo de tabaco e ácido ascórbico, não pode ser excluída uma possível interação com a dalteparina.

Captopril + Nitroglicerina

Observações: N.D.
Interações: O tratamento com nitroglicerina e outros nitratos, ou outros vasodilatadores, deve ser usado com precaução.
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.

Não utilizar durante a agravidez e amamentação.

Deve evitar conduzir e utilizar máquinas enquanto estiver a tomar Nitroglicerina.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017