Nifedipina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Condução DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
A nifedipina pertence a um grupo de substâncias conhecidas como bloqueadores da entrada do cálcio cuja propriedade mais importante é a dilatação dos vasos sanguíneos.

Este mecanismo diminui a resistência à passagem de sangue, reduzindo a pressão arterial na hipertensão.

Foi demonstrado que a hipertensão arterial aumenta o risco de complicações cardio e cerebrovasculares que podem provocar morte.

O tratamento da hipertensão diminui o risco destas complicações.


A dilatação dos vasos sanguíneos provocada pela nifedipina permite também que maior quantidade de sangue chegue ao coração e às extremidades, evitando assim a dor característica da angina de peito.
Usos comuns
Tratamento da doença coronária - angina de peito crónica estável (angina de esforço).


Tratamento da hipertensão.
Tipo
pequena molécula
História
A nifedipina (inicialmente BAY A1040) foi desenvolvido pela empresa farmacêutica alemã Bayer, com a maioria dos estudos iniciais que está sendo executada no início de 1970.

O uso de nifedipina e antagonistas dos canais de cálcio relacionada foi muito reduzido em resposta a ensaios 1995 que a mortalidade foi maior em pacientes com doença arterial coronariana que assumiu a nifedipina.

Este estudo foi uma meta-análise, e demonstrou danos principalmente em formas de ação curta da nifedipina (que poderia causar grandes fluctations da pressão arterial) e em altas doses de 80 mg por dia e muito mais.
Indicações
1. Tratamento da doença coronária
Angina de peito crónica estável (angina de esforço)
Angina de peito vasospástica (angina de Prinzmetal, angina variante)

2. Tratamento da hipertensão essencial

3. Tratamento da crise hipertensiva

4. Tratamento da síndroma de Raynaud
(Síndroma de Raynaud primária e secundária)
Classificação CFT
03.04.03     Bloqueadores da entrada do cálcio
Mecanismo De Ação
A nifedipina é um antagonista do cálcio do tipo das 1,4 dihidropiridinas.

Os antagonistas do cálcio reduzem o fluxo transmembranar dos iões cálcio para a célula, através dos canais lentos de cálcio.

A nifedipina atua particularmente sobre as células do miocárdio e as células do músculo vascular liso das artérias coronárias e dos vasos periféricos de resistência.


A nível do coração, a nifedipina dilata as artérias coronárias, em especial os grandes vasos de condução, mesmo no segmento livre da parede das áreas parcialmente estenosadas.

A nifedipina reduz ainda o tónus vascular do músculo liso nas artérias coronárias e evita o vasospasmo.

O resultado final traduz-se por um aumento do fluxo sanguíneo pós-estenótico e por um maior aporte de oxigénio.

Paralelamente, a nifedipina reduz as necessidades de oxigénio, por diminuição da resistência periférica (pós-carga).

Numa utilização prolongada, a nifedipina pode também prevenir o desenvolvimento de novas lesões ateroscleróticas a nível das artérias coronárias.


A nifedipina reduz o tónus do músculo liso das arteríolas, induzindo assim uma descida da resistência periférica elevada e, consequentemente, da pressão arterial.

No início do tratamento com nifedipina, pode ocorrer um aumento reflexo transitório na frequência cardíaca e, consequentemente, no débito cardíaco.

Este aumento não é contudo suficiente para compensar a vasodilatação.

Numa utilização de curta duração, mas também numa utilização prolongada, a nifedipina aumenta também a excreção de sódio e de água.

O efeito hipotensor da nifedipina é particularmente acentuado em doentes hipertensos.


Na síndrome de Raynaud, a nifedipina pode evitar ou diminuir o vasospasmo digital, característico desta situação.
Posologia Orientativa
Em caso se hipertensão ligeira a moderada, a dose inicial recomendada é de 20 mg, uma vez ao dia.

Em caso de hipertensão grave, a dose inicial recomendada é de 30 mg, uma vez ao dia.

Se necessário, a posologia pode ser aumentada de acordo com as necessidades individuais até um máximo de 60 mg, uma vez ao dia.


Para a profilaxia da angina de peito, a dose inicial recomendada é um comprimido de 30 mg, uma vez ao dia.

A posologia pode ser aumentada de acordo com as necessidades individuais até um máximo de 90 mg, uma vez ao dia.
Administração
Os comprimidos devem ser engolidos inteiros com água, sendo que podem ser tomados com ou sem alimentos.

Os comprimidos devem ser tomados em intervalos de aproximadamente 24 horas, isto é, à mesma hora, todos os dias, de preferência de manhã.


Os comprimidos de libertação prolongada de nifedipina devem ser engolidos inteiros e, em circunstância alguma, devem ser mordidos, mastigados ou fragmentados.


Os comprimidos não devem ser tomados com sumo de toranja.
Contraindicações
Doentes com conhecida hipersensibilidade à nifedipina, ou a outras dihidropiridinas, devido ao risco hipotético de reatividade cruzada.

Choque cardiogénico, estenose aórtica clinicamente significativa, angina instável ou durante ou no período de um mês após um enfarte do miocárdio.


Tratamento de ataques agudos de angina de peito.


Prevenção secundária de enfarte do miocárdio.


Doentes com uma bolsa de Kock (ileostomia após proctocolectomia).


Administração concomitante com rifampicina, uma vez que, devido a indução enzimática, não é possível obter níveis plasmáticos eficazes de nifedipina.

A nifedipina está contra-indicada na gravidez antes da semana 20 e durante o aleitamento
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Se notar: uma reação alérgica generalizada grave e repentina, incluindo muito raramente um choque potencialmente fatal (por exemplo, dificuldade em respirar, queda da tensão arterial, pulsação acelerada), inchaço (incluindo inchaço das vias aéreas potencialmente fatal)
outras reações alérgicas que causem inchaço sob a pele (possivelmente grave, incluindo inchaço da laringe que pode ter um desfecho potencialmente fatal)
batimento cardíaco acelerado (taquicardia)
falta de ar ou dificuldade em respirar
reações alérgicas ligeiras a moderadas
comichão (possivelmente intensa), uma erupção cutânea ou urticária
Contacte imediatamente o seu médico e não tome a dose seguinte, pois estes podem ser os primeiros sinais de uma reação alérgica que pode tornar-se grave.

Se desenvolver: uma reação na pele ou bolhas/escamação da pele e/ou reações a nível da mucosa (na boca/nariz ou no pénis/vagina) (necrólise epidérmica tóxica)
Contacte imediatamente o seu médico antes de continuar o tratamento, pois estes podem ser sinais de uma reação grave.


Efeitos secundários menos graves:
Além dos efeitos secundários acima listados, estes são os outros efeitos secundários de Nifedipina, começando pelos mais frequentes:

Efeitos secundários frequentes (estes podem afetar até 1 em 10 pessoas)
dor de cabeça
rubores
sensação de mal-estar geral
prisão de ventre
inchaço, especialmente dos tornozelos e pernas

Efeitos secundários pouco frequentes (estes podem afetar até 1 em 100 pessoas)
dor de estômago (dor abdominal)
dor não específica
calafrios
tensão arterial baixa ao levantar-se (sintomas incluem desmaio, tonturas, sensação de cabeça oca, palpitações ocasionais, visão enevoada e, por vezes, confusão)
desmaio
batimento cardíaco irregular (palpitações)
boca seca
indigestão ou problemas de estômago
gases (flatulência)
sensação de enjoo (náuseas)
cãibras musculares
inchaço nas articulações
perturbações do sono
ansiedade ou nervosismo
vermelhidão da pele
sangramentos do nariz
congestão nasal
sensação de andar a rodar ou a rodopiar (vertigens)
enxaqueca
tonturas
tremores
aumento das necessidades de micção (urinar)
dor ou dificuldade ao urinar
incapacidade de atingir ou manter uma ereção (impotência)
visão turva
aumento temporário em certas enzimas hepáticas

Efeitos secundários raros (estes podem afetar até 1 em 1.000 pessoas)
picadas e formigueiro
inflamação das gengivas, sensibilidade ou inchaço das gengivas, sangramento das
gengivas

Outros efeitos secundários (frequência desconhecida)
dor de estômago ou desconforto causado por uma massa de material estranho
encontrado no estômago, cuja remoção pode requerer uma intervenção cirúrgica.

dificuldade em engolir
dor abdominal causada por obstrução do esófago ou úlceras no esófago
vómitos
uma redução no número de glóbulos brancos (leucopenia)
uma diminuição mais grave num tipo específico de glóbulos brancos (agranulocitose)
subida do nível de açúcar no sangue (hiperglicemia)
reduzida sensibilidade cutânea (hipoestesia)
vontade de dormir (sonolência)
dor ocular
dor torácica (angina de peito)
azia ou indigestão (insuficiência do esfíncter gastroesofágico)
amarelecimento do branco dos olhos ou da pele (icterícia)
sensibilidade à luz (reação alérgica de fotossensibilidade)
pequenas zonas elevadas de sangramento na pele (púrpura palpável)
dor nas articulações
dor muscular
Todos estes sintomas desaparecem sempre que o tratamento com Nifedipina é interrompido.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Evitar; só deve ser dada à grávida com hipertensão grave que não responde à terapêutica padrão; risco de hipóxia fetal por hipotensão materna; não associar a sulfato de magnésio IV; Ver Bloqueadores da entrada do cálcio. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Aleitamento
Aleitamento:Quantidade demasiado pequena para ser perigosa; continuar o aleitamento, mas vigiar o lactente.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Reduzir a posologia.
Conducao
Conducao:Risco de hipotensão; pode alterar a capacidade de condução.
Precauções Gerais
É necessário ter cuidado nos doentes com tensão arterial muito baixa (hipotensão grave com tensão sistólica inferior a 90 mm Hg), em casos de evidente insuficiência cardíaca e no caso de estenose aórtica grave.


A nifedipina não deve ser utilizada durante a gravidez, a não ser que a situação clínica da mulher requeira um tratamento com nifedipina.

A nifedipina deve ficar reservada para mulheres com hipertensão grave que não respondam à terapêutica padrão.


Não é recomendada a utilização de nifedipina durante o período de amamentação porque foi comunicado que a nifedipina é excretada no leite materno e desconhecem-se os efeitos da absorção oral de pequenas quantidades de nifedipina.

Deve ser feita uma monitorização cuidada da tensão arterial quando se administrar nifedipina com sulfato de magnésio intravenoso, dada a possibilidade de uma descida excessiva da tensão arterial, o que poderia ser prejudicial tanto para a mãe como para o feto.

A nifedipina de libertação prolongada pode ser utilizada em associação com beta-bloqueadores e outros agentes antihipertensivos, mas a possibilidade de um efeito aditivo resultante em hipotensão postural deve ser tida em consideração.

A nifedipina de libertação prolongada não prevenirá os possíveis efeitos rebound após a interrupção de outra terapêutica antihipertensiva.


A nifedipina de libertação prolongada deve ser utilizada com precaução nos doentes cuja reserva cardíaca é fraca.

Ocasionalmente foi observada deterioração da insuficiência cardíaca com a nifedipina.


Os doentes diabéticos que tomem nifedipina de libertação prolongada podem necessitar de ajustes nos controlos glicémicos.


A segurança dos comprimidos de libertação prolongada de nifedipina na hipertensão maligna não foi estabelecida.


Nos doentes sujeitos a diálise com hipertensão maligna e hipovolemia, pode ocorrer uma acentuada descida na tensão arterial.


Em doentes com compromisso da função hepática, pode ser necessária uma monitorização cuidada e, em casos mais graves, pode ser necessário proceder à redução da dose.


A nifedipina é metabolizada através do sistema do citocromo P450 3A4.

Os medicamentos conhecidos por inibir ou induzir este sistema enzimático podem, por conseguinte, alterar a primeira passagem ou a depuração da nifedipina.


Os medicamentos que são inibidores do sistema do citocromo P450 3A4 e que por conseguinte, podem levar a um aumento das concentrações plasmáticas da nifedipina são os antibióticos macrólidos (por exemplo, a eritromicina), inibidores da protease anti-VIH (por exemplo, o ritonavir), antimicóticos azóis (por exemplo, o cetoconazol), os antidepressivos nefazodona e fluoxetina, quinupristina/dalfopristina, ácido valpróico e cimetidina.

Com a administração concomitante destes medicamentos, a tensão arterial deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerada uma redução da dose de nifedipina.


Como a membrana exterior do comprimido de libertação prolongada de nifedipina não é digerida, é possível ver o que parece ser o comprimido inteiro na sanita ou nas fezes do doente.

Portanto, como resultado disto, é preciso precaução quando se administrar nifedipina de libertação prolongada a doentes com estenose/estreitamento gastrointestinal grave preexistentes, visto que podem ocorrer sintomas de obstrução intestinal.

Em casos muito raros podem ocorrer bezoares que requerem uma intervenção cirúrgica.


Os comprimidos de libertação prolongada de nifedipina devem ser utilizados com precaução em doentes com antecedentes de obstrução gastrointestinal, obstrução esofágica ou qualquer grau de redução no diâmetro do lúmen do trato gastrointestinal.


Em casos específicos, os sintomas obstrutivos foram descritos sem uma conhecida história de distúrbios gastrointestinais.


Pode dar-se um efeito de falso positivo aquando da realização de um raio-X com contraste de bário (por exemplo, deficiências de enchimento interpretadas como pólipos).
Cuidados com a Dieta
Pode tomar Nifedipina com ou sem alimentos.


Não beba sumo de toranja ou coma toranja enquanto estiver a tomar Nifedipina.


Não comece a tomar Nifedipina no espaço de 3 dias de beber sumo de toranja ou comer toranja.

Informe o seu médico se tiver ingerido toranja ou sumo de toranja neste período.

Além disso, não beba sumo de toranja ou coma toranja durante o tratamento com Nifedipina.

Sabe-se que o sumo de toranja aumenta os níveis sanguíneos da substância ativa nifedipina.

Este efeito pode prolongar-se por 3 dias, pelo menos.


A ingestão de bebidas alcoólicas poderá em alguns doentes acentuar reações (fadiga, tonturas) que alteram a capacidade de condução de veículos ou a utilização de máquinas
Terapêutica Interrompida
Tome a sua dose normal imediatamente e continue a tomar os seus comprimidos à hora habitual do dia, esperando pelo menos 12 horas antes de tomar a dose seguinte.


Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Comprimidos:
Este medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.


Cápsulas:
Não conservar acima de 25ºC.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginseng + Nifedipina

Observações: Existe evidência limitada para quaisquer interações estabelecidas, com a maioria dos dados derivados de estudos de laboratório e em voluntários saudáveis. Existem poucos relatos de casos. No entanto, usar o ginseng com cautela com os seguintes medicamentos: medicamentos antidiabéticos/insulina, medicamentos antipsicóticos, cafeína e outros estimulantes, furosemida, imatinib, inibidores da monoaminoxidase e nifedipina. Relatos de interações com varfarina e antivirais revelaram-se conflitantes.
Interações: Indicações/Ações terapêuticas: estado de fadiga física e mental, adaptógeno. Padronização/Marcador: ginsenosídeos (dose diária: 5mg a 30 mg de ginsenosídeos totais [Rb1 , Rg1]).

Interações medicamentosas: Estudos em humanos sugerem que o ginseng poderá reduzir a ação anticoagulante da varfarina e aumentar o risco de sangramentos quando utilizado com ácido acetilsalicílico, heparina, clopidogrel além de antiinflamatórios não esteroidais como ibuprofeno e naproxeno. Estudos in vitro mostraram que muitos componentes do P. ginseng inibem a formação do Tromboxano A2 e, consequentemente, a agregação plaquetária.

Poderá diminuir os teores de açúcar no sangue e este efeito poderá ser intenso em diabéticos o que demanda maiores cuidados ao usuário de medicamento hipoglicemiante. O ginseng poderá desencadear efeitos estrogenicos e o seu uso tem sido associado a relatos de sensibilidade de mama, falha de períodos menstruais, sangramentos vaginais pós-menopausa, aumento de mama em homens, dificuldade em conseguir e manter a ereção ou aumento da libido.

O uso de ginseng com antidepressivos inibidores da monoaminoxidase poderá desencadear tremores, cefaléias e insónias. Baseado em relatos clínicos o ginseng poderá alterar pressão sanguínea ou a efetividade de medicamentos cardíacos, incluindo bloqueadores de canais de cálcio. Teoricamente, o ginseng poderá interferir no metabolismo de drogas que usam o sistema enzimático hepático P450 e a consequência será a elevação da concentração destas drogas no sangue podendo aumentar o efeito ou intensificar reações adversas sérias; poderá, também, aumentar o efeito estimulante de café, chás, chocolate, cafeína, entre outros. Acrescido a isto, baseado em relatos clínicos o uso de ginseng poderá aumentar ou diminuir a pressão sanguínea; neste aspeto, muita cautela deverá ser empregada na administração com plantas que ou aumentam ou diminuem a pressão sanguínea.

O efeito analgésico de opióides poderá ser inibido se o ginseng for utilizado. Uma interação positiva foi avaliada em voluntários sadios através da utilização de ginseng conjuntamente ao ginkgo, demonstrando ser mais efetiva no aumento da função cognitiva do que cada droga quando administrada individualmente.

O ginseng não é recomendado a mulheres grávidas ou em fase de amamentação; há relato de morte neonatal e o desenvolvimento de características masculinas em bebé do sexo feminino após a mãe ter utilizado ginseng durante a gravidez.

Nifedipina + Saquinavir

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. Se a administração concomitante for considerada necessária, a tensão arterial deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerada uma redução na dose de nifedipina. A associação de potentes inibidores do CYP 3A4 (cetoconazol, itraconazol, voriconazol, pozaconazol, ritonavir, indinavir, saquinavir, atazanavir, nelfinavir, claritromicina, telitromicina, nefazodona) deve ser evitada.

Nifedipina + Atazanavir

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. Se a administração concomitante for considerada necessária, a tensão arterial deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerada uma redução na dose de nifedipina. A associação de potentes inibidores do CYP 3A4 (cetoconazol, itraconazol, voriconazol, pozaconazol, ritonavir, indinavir, saquinavir, atazanavir, nelfinavir, claritromicina, telitromicina, nefazodona) deve ser evitada.

Nifedipina + Nelfinavir

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. Se a administração concomitante for considerada necessária, a tensão arterial deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerada uma redução na dose de nifedipina. A associação de potentes inibidores do CYP 3A4 (cetoconazol, itraconazol, voriconazol, pozaconazol, ritonavir, indinavir, saquinavir, atazanavir, nelfinavir, claritromicina, telitromicina, nefazodona) deve ser evitada.

Darunavir + Nifedipina

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: BLOQUEADORES DOS CANAIS DE CÁLCIO: Amlodipina, Diltiazem, Felodipina, Nicardipina, Nifedipina, Verapamil: Não foi estudado. É expectável que Darunavir potenciado aumente as concentrações plasmáticas destes bloqueadores dos canais de cálcio. (inibição do CYP3A e/ou CYP2D6). Recomenda-se monitorização dos efeitos terapêuticos e reações adversas quando estes medicamentos são administrados concomitantemente com Darunavir potenciado.

Nifedipina + Claritromicina

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. Se a administração concomitante for considerada necessária, a tensão arterial deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerada uma redução na dose de nifedipina. A associação de potentes inibidores do CYP 3A4 (cetoconazol, itraconazol, voriconazol, pozaconazol, ritonavir, indinavir, saquinavir, atazanavir, nelfinavir, claritromicina, telitromicina, nefazodona) deve ser evitada.

Nifedipina + Telitromicina

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. Se a administração concomitante for considerada necessária, a tensão arterial deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerada uma redução na dose de nifedipina. A associação de potentes inibidores do CYP 3A4 (cetoconazol, itraconazol, voriconazol, pozaconazol, ritonavir, indinavir, saquinavir, atazanavir, nelfinavir, claritromicina, telitromicina, nefazodona) deve ser evitada.

Nifedipina + Nefazodona

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. Se a administração concomitante for considerada necessária, a tensão arterial deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerada uma redução na dose de nifedipina. A associação de potentes inibidores do CYP 3A4 (cetoconazol, itraconazol, voriconazol, pozaconazol, ritonavir, indinavir, saquinavir, atazanavir, nelfinavir, claritromicina, telitromicina, nefazodona) deve ser evitada. Nefazodona: Não foi ainda realizado um estudo clínico destinado a investigar o potencial de uma interação medicamentosa entre a nifedipina e a nefazodona. A nefazodona é conhecida por inibir o metabolismo mediado pelo citocromo P450 3A4 de outros medicamentos. Por conseguinte, não pode ser excluída a possibilidade de um aumento das concentrações plasmáticas de nifedipina com a administração concomitante dos dois medicamentos.

Nifedipina + Fluconazol

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. A administração concomitante de inibidores moderados do CYP3A4 (fluconazol, eritromicina, diltiazem, verapamil, aprepitant) deve ser feita com precaução.

Nifedipina + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. A administração concomitante de inibidores moderados do CYP3A4 (fluconazol, eritromicina, diltiazem, verapamil, aprepitant) deve ser feita com precaução. Antibióticos macrólidos (por exemplo, eritromicina) Não foram realizados estudos de interação entre a nifedipina e antibióticos macrólidos. Certos antibióticos macrólidos são conhecidos por inibirem o metabolismo de outros medicamentos mediados pelo sistema do citocromo P450 3A4. Por conseguinte, não pode ser excluída a possibilidade de um aumento das concentrações plasmáticas de nifedipina com a administração concomitante dos dois medicamentos. A azitromicina, apesar de estruturalmente relacionada com a classe de antibióticos macrólidos, não inibe o CYP 3A4. Antibióticos macrólidos (por exemplo, eritromicina) Não foram realizados estudos de interação entre a nifedipina e antibióticos macrólidos. Certos antibióticos macrólidos são conhecidos por inibirem o metabolismo de outros medicamentos mediados pelo sistema do citocromo P450 3A4. Por conseguinte, não pode ser excluída a possibilidade de um aumento das concentrações plasmáticas de nifedipina com a administração concomitante dos dois medicamentos. A azitromicina, apesar de estruturalmente relacionada com a classe de antibióticos macrólidos, não inibe o CYP 3A4.

Fosinopril + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: Outros: A biodisponibilidade do fosinopril não sofre alteração quando é administrado com ácido acetilsalicílico, clortalidona, cimetidina, digoxina, hidroclorotiazida, metoclopramida, nifedipina, propranolol, propantelina ou varfarina.

Nifedipina + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. A administração concomitante de inibidores moderados do CYP3A4 (fluconazol, eritromicina, diltiazem, verapamil, aprepitant) deve ser feita com precaução. Diltiazem: O diltiazem aumenta as concentrações plasmáticas de nifedipina em aproximadamente 50%.

Nifedipina + Verapamilo

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. A administração concomitante de inibidores moderados do CYP3A4 (fluconazol, eritromicina, diltiazem, verapamil, aprepitant) deve ser feita com precaução.

Nifedipina + Aprepitant

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. A administração concomitante de inibidores moderados do CYP3A4 (fluconazol, eritromicina, diltiazem, verapamil, aprepitant) deve ser feita com precaução.

Nifedipina + Macrólidos

Observações: n.d.
Interações: Antibióticos macrólidos (por exemplo, eritromicina) Não foram realizados estudos de interação entre a nifedipina e antibióticos macrólidos. Certos antibióticos macrólidos são conhecidos por inibirem o metabolismo de outros medicamentos mediados pelo sistema do citocromo P450 3A4. Por conseguinte, não pode ser excluída a possibilidade de um aumento das concentrações plasmáticas de nifedipina com a administração concomitante dos dois medicamentos. A azitromicina, apesar de estruturalmente relacionada com a classe de antibióticos macrólidos, não inibe o CYP 3A4.

Nifedipina + Azitromicina

Observações: n.d.
Interações: Antibióticos macrólidos (por exemplo, eritromicina) Não foram realizados estudos de interação entre a nifedipina e antibióticos macrólidos. Certos antibióticos macrólidos são conhecidos por inibirem o metabolismo de outros medicamentos mediados pelo sistema do citocromo P450 3A4. Por conseguinte, não pode ser excluída a possibilidade de um aumento das concentrações plasmáticas de nifedipina com a administração concomitante dos dois medicamentos. A azitromicina, apesar de estruturalmente relacionada com a classe de antibióticos macrólidos, não inibe o CYP 3A4.

Nifedipina + Inibidores da Protease (IP)

Observações: n.d.
Interações: Inibidores da protease anti-VIH (por exemplo, ritonavir): Não foi ainda realizado um estudo clínico destinado a investigar o potencial de uma interação medicamentosa entre a nifedipina e certos inibidores da protease anti-VIH. Os medicamentos desta classe são conhecidos por inibirem o sistema do citocromo P450 3A4. Além disso, está demonstrado que os medicamentos pertencentes a esta classe inibem in vitro o metabolismo da nifedipina mediado pelo citocromo P450 3A4. Em caso de administração concomitante com a nifedipina, não pode ser excluída a possibilidade de um aumento substancial das concentrações plasmáticas da nifedipina, devido a uma diminuição do metabolismo de primeira passagem e a uma eliminação mais reduzida.

Nifedipina + Antifúngicos (Azol)

Observações: n.d.
Interações: Antimicóticos azóis (por exemplo, cetoconazol): Não foi ainda realizado um estudo de interação formal destinado a investigar o potencial de uma interação medicamentosa entre a nifedipina e certos antimicóticos azóis. Os medicamentos desta classe são conhecidos por inibirem o sistema do citocromo P450 3A4. Quando administrado por via oral juntamente com a nifedipina, não pode ser excluída a possibilidade de um aumento substancial na biodisponibilidade sistémica da nifedipina, devido a uma diminuição do metabolismo de primeira passagem.

Nifedipina + Fluoxetina

Observações: n.d.
Interações: Fluoxetina: Não foi ainda realizado um estudo clínico destinado a investigar o potencial de uma interação medicamentosa entre a nifedipina e a fluoxetina. Foi demonstrado que a fluoxetina inibe in vitro o metabolismo da nifedipina mediado pelo citocromo P450 3A4. Por conseguinte, não pode ser excluída a possibilidade de um aumento das concentrações plasmáticas de nifedipina com a administração concomitante dos dois medicamentos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nifedipina + Dalfopristina + Quinupristina

Observações: n.d.
Interações: Quinupristina/Dalfopristina: A administração concomitante de quinupristina/dalfopristina e de nifedipina pode levar a um aumento nas concentrações plasmáticas de nifedipina.

Nifedipina + Cimetidina

Observações: n.d.
Interações: Cimetidina: A administração concomitante de cimetidina aumentou as concentrações plasmáticas de nifedipina em 100%. Esta associação deve ser utilizada com precaução, e pode ser necessária uma redução da dose de nifedipina.
 Sem significado Clínico

Rosiglitazona + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: Não foram observadas interações clinicamente relevantes com a digoxina, com o substrato de CYP2C9 varfarina, nem com os substratos de CYP3A4 nifedipina, etinilestradiol ou noretindrona, após administração concomitante com a rosiglitazona.

Nifedipina + Ácido Valpróico (Valproato de sódio)

Observações: n.d.
Interações: Ácido valpróico: Não foram realizados estudos de interação. Como a administração concomitante de nimodipina, um bloqueador dos canais de cálcio estruturalmente similar, e ácido valpróico resultou num aumento de 50% das concentrações plasmáticas da nimodipina, não se pode excluir a possibilidade de um aumento da eficácia da nifedipina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nifedipina + Cisaprida

Observações: n.d.
Interações: Cisaprida: A administração concomitante de cisaprida e nifedipina pode levar a um aumento das concentrações plasmáticas de nifedipina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nifedipina + Antihipertensores

Observações: n.d.
Interações: Efeitos da nifedipina sobre outros medicamentos: A nifedipina pode aumentar o efeito hipotensor de antihipertensivos administrados concomitantemente, como por exemplo: Diuréticos β-bloqueadores Inibidores da ECA Antagonistas dos recetores da angiotensina 1(AT1) Outros antagonistas do cálcio Agentes bloqueadores α -adrenérgicos Inibidores da PDE5 α -metildopa Quando a nifedipina é administrada concomitantemente com β -bloqueadores, o doente deve ser cuidadosamente monitorizado, visto que pode igualmente ocorrer uma deterioração da insuficiência cardíaca em casos isolados.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nifedipina + Diuréticos

Observações: n.d.
Interações: Efeitos da nifedipina sobre outros medicamentos: A nifedipina pode aumentar o efeito hipotensor de antihipertensivos administrados concomitantemente, como por exemplo: Diuréticos β-bloqueadores Inibidores da ECA Antagonistas dos recetores da angiotensina 1(AT1) Outros antagonistas do cálcio Agentes bloqueadores α -adrenérgicos Inibidores da PDE5 α -metildopa Quando a nifedipina é administrada concomitantemente com β -bloqueadores, o doente deve ser cuidadosamente monitorizado, visto que pode igualmente ocorrer uma deterioração da insuficiência cardíaca em casos isolados.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nifedipina + Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)

Observações: n.d.
Interações: Efeitos da nifedipina sobre outros medicamentos: A nifedipina pode aumentar o efeito hipotensor de antihipertensivos administrados concomitantemente, como por exemplo: Diuréticos β-bloqueadores Inibidores da ECA Antagonistas dos recetores da angiotensina 1(AT1) Outros antagonistas do cálcio Agentes bloqueadores α -adrenérgicos Inibidores da PDE5 α -metildopa Quando a nifedipina é administrada concomitantemente com β -bloqueadores, o doente deve ser cuidadosamente monitorizado, visto que pode igualmente ocorrer uma deterioração da insuficiência cardíaca em casos isolados.

Fluconazol + Nifedipina

Observações: O fluconazol é um potente inibidor do citocromo P450 (CYP) isoenzima 2C9 e um inibidor moderado do CYP3A4. O fluconazol é também um inibidor da isoenzima CYP2C19. Adicionalmente às interações observadas/documentadas abaixo indicadas, existe um risco de aumento da concentração plasmática de outros compostos metabolizados pelo CYP2C9 e CYP3A4 coadministrados com fluconazol. Deste modo, deve-se ter precaução quando se utilizam estas associações e os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados. O efeito inibidor da enzima pelo fluconazol persiste 4-5 dias após a descontinuação do tratamento com fluconazol devido à sua longa semivida.
Interações: A utilização concomitante dos seguintes fámacos leva a precauções e ajustes de dose: O efeito de fluconazol noutros fármacos: Bloqueadores dos canais de cálcio: Alguns antagonistas dos canais de cálcio (nifedipina, isradipina, amlodipina, verapamilo e felodipina) são metabolizados pelo CYP3A4. O fluconazol tem o potencial para aumentar a exposição sistémica dos antagonistas dos canais do cálcio. Recomenda-se uma monitorização frequente dos acontecimentos adversos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nifedipina + Antagonistas dos Receptores da Angiotensina II (ARA II)

Observações: n.d.
Interações: Efeitos da nifedipina sobre outros medicamentos: A nifedipina pode aumentar o efeito hipotensor de antihipertensivos administrados concomitantemente, como por exemplo: Diuréticos β-bloqueadores Inibidores da ECA Antagonistas dos recetores da angiotensina 1(AT1) Outros antagonistas do cálcio Agentes bloqueadores α -adrenérgicos Inibidores da PDE5 α -metildopa Quando a nifedipina é administrada concomitantemente com β -bloqueadores, o doente deve ser cuidadosamente monitorizado, visto que pode igualmente ocorrer uma deterioração da insuficiência cardíaca em casos isolados.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nifedipina + Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio)

Observações: n.d.
Interações: Efeitos da nifedipina sobre outros medicamentos: A nifedipina pode aumentar o efeito hipotensor de antihipertensivos administrados concomitantemente, como por exemplo: Diuréticos β-bloqueadores Inibidores da ECA Antagonistas dos recetores da angiotensina 1(AT1) Outros antagonistas do cálcio Agentes bloqueadores α -adrenérgicos Inibidores da PDE5 α -metildopa Quando a nifedipina é administrada concomitantemente com β -bloqueadores, o doente deve ser cuidadosamente monitorizado, visto que pode igualmente ocorrer uma deterioração da insuficiência cardíaca em casos isolados.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nifedipina + Bloqueadores adrenérgicos alfa

Observações: n.d.
Interações: Efeitos da nifedipina sobre outros medicamentos: A nifedipina pode aumentar o efeito hipotensor de antihipertensivos administrados concomitantemente, como por exemplo: Diuréticos β-bloqueadores Inibidores da ECA Antagonistas dos recetores da angiotensina 1(AT1) Outros antagonistas do cálcio Agentes bloqueadores α -adrenérgicos Inibidores da PDE5 α -metildopa Quando a nifedipina é administrada concomitantemente com β -bloqueadores, o doente deve ser cuidadosamente monitorizado, visto que pode igualmente ocorrer uma deterioração da insuficiência cardíaca em casos isolados.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nifedipina + Inibidores das fosfodiesterases de tipo 5 (PDE5)

Observações: n.d.
Interações: Efeitos da nifedipina sobre outros medicamentos: A nifedipina pode aumentar o efeito hipotensor de antihipertensivos administrados concomitantemente, como por exemplo: Diuréticos β-bloqueadores Inibidores da ECA Antagonistas dos recetores da angiotensina 1(AT1) Outros antagonistas do cálcio Agentes bloqueadores α -adrenérgicos Inibidores da PDE5 α -metildopa Quando a nifedipina é administrada concomitantemente com β -bloqueadores, o doente deve ser cuidadosamente monitorizado, visto que pode igualmente ocorrer uma deterioração da insuficiência cardíaca em casos isolados.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nifedipina + Metildopa

Observações: n.d.
Interações: Efeitos da nifedipina sobre outros medicamentos: A nifedipina pode aumentar o efeito hipotensor de antihipertensivos administrados concomitantemente, como por exemplo: Diuréticos β-bloqueadores Inibidores da ECA Antagonistas dos recetores da angiotensina 1(AT1) Outros antagonistas do cálcio Agentes bloqueadores α -adrenérgicos Inibidores da PDE5 α -metildopa Quando a nifedipina é administrada concomitantemente com β -bloqueadores, o doente deve ser cuidadosamente monitorizado, visto que pode igualmente ocorrer uma deterioração da insuficiência cardíaca em casos isolados.

Nifedipina + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos da nifedipina sobre outros medicamentos: Digoxina: A administração simultânea de nifedipina e digoxina pode levar a uma reduzida depuração da digoxina e, consequentemente, a um aumento das concentrações plasmáticas de digoxina. Por conseguinte, o doente deve ser submetido a exames preventivos com vista a detetar eventuais sintomas de sobredosagem com digoxina e, se necessário, a dose do glicosido deve ser reduzida.

Nifedipina + Quinidina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos da nifedipina sobre outros medicamentos: Quinidina: A administração concomitante de nifedipina e quinidina pode reduzir os níveis plasmáticos de quinidina e, após a descontinuação da nifedipina, pode ser observado um claro aumento nos níveis plasmáticos de quinidina em casos individuais. Consequentemente, quando a nifedipina é administrada concomitantemente ou descontinuada, recomenda-se uma monitorização da concentração plasmática de quinidina e, se necessário, um ajuste da dose de quinidina. A tensão arterial deve ser cuidadosamente monitorizada e, se necessário, a dose de nifedipina deve ser reduzida.

Nifedipina + Tacrolímus

Observações: n.d.
Interações: Efeitos da nifedipina sobre outros medicamentos: Tacrolimus: O tacrolimus é metabolizado através do sistema do citocromo P 450 3A4. Dados publicados indicam que a dose de tacrolimus administrada concomitantemente com nifedipina pode ser reduzida em casos individuais. Com a administração concomitante dos dois medicamentos, as concentrações plasmáticas de tacrolimus devem ser monitorizadas e, se necessário, considerar uma redução da dose de tacrolimus.

Nifedipina + Sumo de toranja

Observações: n.d.
Interações: Interações do medicamento com alimentos: Sumo de toranja: O sumo de toranja inibe o sistema do citocromo P450 3A4. Por conseguinte, a administração concomitante de nifedipina com sumo de toranja resulta em elevadas concentrações plasmáticas e numa ação prolongada da nifedipina devido a uma diminuição do metabolismo de primeira passagem ou da depuração reduzida. Como consequência, o efeito hipotensor da nifedipina pode ser potenciado. Após a ingestão regular de sumo de toranja, este efeito pode durar, pelo menos, três dias depois da última ingestão de sumo de toranja. Por conseguinte, a ingestão de toranja/sumo de toranja deve ser evitada durante a toma de nifedipina.

Nifedipina + Testes Laboratoriais/Diagnóstico

Observações: n.d.
Interações: Outras formas de interação: A nifedipina pode falsear os valores espetrofotométricos do ácido vanililmandélico na urina, aumentando-os. No entanto, as medições por HPLC não são afetadas.
 Sem significado Clínico

Repaglinida + Nifedipina

Observações: Não foram efetuados estudos de interação em crianças.
Interações: A administração concomitante de cimetidina, nifedipina, estrogénio ou sinvastatina com repaglinida, todos substratos de CYP3A4, não alterou significativamente os parâmetros farmacocinéticos de repaglinida.

Eprosartan + Nifedipina

Observações: Foi demonstrado in vitro que o eprosartan não inibe as isoenzimas CYP1A, 2A6, 2C9/8, 2C19, 2D6, 2E e 3A do citocromo P450 humano.
Interações: O eprosartan pode ser administrado concomitantemente com diuréticos tiazídicos (por ex. hidroclorotiazida) e bloqueadores dos canais de cálcio (por ex. nifedipina de libertação prolongada), sem evidência de interações adversas clinicamente significativas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Atenolol + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: A terapêutica concomitante com dihidropiridinas (ex.: nifedipina) pode aumentar o risco de hipotensão e pode ocorrer falha cardíaca em doentes com insuficiência cardíaca latente.

Fosinopril + Hidroclorotiazida + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: Outros fármacos: a biodisponibilidade do fosinopril não ligado não é alterada pela coadministração com ácido acetilsalicílico, clortolidona, cimetidina, digoxina, metoclopramida, nifedipina, propanolol, propantelina ou varfarina. Fosinopril / Hidroclorotiazida tem sido usado concomitantemente com paracetamol, outros anti-inflamatórios não- esteroides, anti-histamínicos, antilipémicos, estrogénios, sem evidência de eventos adversos clinicamente importantes.

Ritonavir + Nifedipina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não Antirretrovirais Coadministrados: Antagonistas dos Canais de Cálcio: Amlodipina, diltiazem, nifedipina: Ritonavir administrado como potenciador farmacocinético ou como medicamento antirretroviral inibe a CYP3A4, pelo que se prevê que aumente as concentrações plasmáticas dos antagonistas dos canais de cálcio. Recomenda-se monitorização cuidadosa dos efeitos terapêuticos e efeitos adversos quando estes medicamentos são administrados concomitantemente com ritonavir.

Orlistato + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: Ausência de interações: Não foram observadas interações com amitriptilina, atorvastatina, biguanidas, digoxina, fibratos, fluoxetina, losartan, fenitoína, fentermina, pravastatina, Sistema Terapêutico Gastrointestinal (GITS) de nifedipina, nifedipina de libertação controlada, sibutramina ou álcool. A ausência destas interações foi demonstrada em estudos específicos de interação fármaco-fármaco.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nebivolol + Nifedipina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: As interações seguintes são as geralmente aplicáveis aos antagonistas beta-adrenérgicos. Associações a ser consideradas: Antagonistas do cálcio do tipo di-hidropiridina (Amlodipina, felodipina, lacidipina, nifedipina, nicardipina, nimodipina, nitrendipina): O uso concomitante pode aumentar o risco de hipotensão, e não pode ser excluido um aumento do risco de uma posterior deterioração da bomba ventricular em doentes com insuficiência cardíaca.

Oxihidróxido sucroférrico + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: Estudos in vitro com as seguintes substâncias ativas não revelaram qualquer interação significativa: cinacalcet, ciprofloxacina, clopidogrel, enalapril, hidroclorotiazida, metformina, metoprolol, nifedipina, pioglitazona e quinidina.
 Sem significado Clínico

Pantoprazol + Nifedipina

Observações: O pantoprazol é metabolizado no fígado pelo sistema enzimático do citocromo P450. Não se pode excluir a interacção com outros fármacos ou compostos que são metabolizados utilizando o mesmo sistema enzimático.
Interações: Não se observaram interações clinicamente significativas em testes específicos com vários fármacos ou compostos, nomeadamente carbamazepina, cafeína, diazepam, diclofenac, digoxina, etanol, glibenclamida, metoprolol, naproxeno, nifedipina, fenitoína, piroxicam, teofilina e um contracetivo oral.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Atenolol + Clorotalidona + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: Devidas à ASSOCIAÇÃO: A terapêutica concomitante com dihidropiridinas (ex.: nifedipina) pode aumentar o risco de hipotensão e pode ocorrer insuficiência cardíaca em doentes com insuficiência cardíaca latente.
 Sem significado Clínico

Amlodipina + Candesartan + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: A utilização concomitante de diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio, substitutos do sal contendo potássio ou outros medicamentos (por ex., heparina) pode aumentar os níveis de potássio. A monitorização do potássio deve ser realizada quando apropriado. As substâncias ativas investigadas nos estudos de farmacocinética clínica incluem a hidroclorotiazida, varfarina, digoxina, contracetivos orais (i.e., etinilestradiol/levonorgestrel), glibenclamida, nifedipina e enalapril. Não foram identificadas interações farmacocinéticas clinicamente significativas com estes medicamentos.

Ximelagatrano + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Os estudos de interações medicamentosas in vitro não revelaram qualquer inibição das principais isoenzimas do citocromo P450 responsáveis pelo metabolismo de vários fármacos. Estes achados foram confirmados por estudos realizados in vivo em voluntários saudáveis, que não revelaram a existência de qualquer interacção entre o tratamento com ximelagatran e os seguintes fármacos: nifedipina (CYP3A4), diazepam (CYP2C19 e CYP3A4) e diclofenac (CYP2C9).

Esmolol + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: Os antagonistas dos canais de cálcio, como por exemplo o verapamilo e, em menor escala, o diltiazem, influenciam negativamente a contractilidade e a condução AV. Esta associação não deve ser administrada a doentes com anomalias de condução e Esmolol não deve ser administrado durante as 48 horas de descontinuação de verapamilo. Os antagonistas dos canais de cálcio, como por exemplo, os derivados de di-hidropridina (por exemplo, nifedipina) podem aumentar o risco de hipotensão. Em doentes com insuficiência cardíaca e que estejam a ser tratados com antagonista dos canais de cálcio, o tratamento com agentes beta-bloqueadores pode causar insuficiência cardíaca. É recomendada a titulação cuidada do Esmolol e a monitorização hemodinâmica adequada.

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Nifedipina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: Interações farmacocinéticas: Potencial para Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir afetar a farmacocinética de outros medicamentos: Os estudos de interação medicamentosa in vivo avaliaram o efeito global do tratamento de associação, incluindo o ritonavir. Medicamentos metabolizados pelo CYP3A4: O ritonavir é um inibidor forte do CYP3A. A coadministração de Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir com medicamentos principalmente metabolizados pelo CYP3A pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas destes medicamentos. Os medicamentos cuja depuração é altamente dependente do CYP3A e cujos níveis plasmáticos elevados estão associados a acontecimentos graves estão contraindicados. Os substratos do CYP3A avaliados nos estudos de interação medicamentosa que podem requerer um ajuste de dose e/ou monitorização clínica incluem ciclosporina, tacrolimus, amlodipina, rilpivirina e alprazolam. Exemplos de outros substratos do CYP3A4 que podem requerer um ajuste de dose e/ou monitorização clínica incluem bloqueadores dos canais de cálcio (por exemplo nifedipina), e trazodona. Apesar da buprenorfina e zolpidem serem também metabolizados pelo CYP3A, os estudos de interação medicamentosa indicam que não é necessário ajuste de dose quando coadministrados com Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir. Interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos BLOQUEADORES DOS CANAIS DE CÁLCIO: Nifedipina: Mecanismo: inibição de CYP3A4 Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir. Não estudado. Recomenda-se redução da dose e monitorização clínica dos bloqueadores dos canais de cálcio quando são coadministrados com Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com e sem dasabuvir.

Micafungina + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: A micafungina tem um baixo potencial de interação com medicamentos metabolizados pelas vias mediadas pelo CYP3A. Foram realizados estudos de interação medicamentosa em seres humanos saudáveis para avaliar o potencial de interação entre a micafungina e micofenolato de mofetil, ciclosporina, tacrolímus, prednisolona, sirolímus, nifedipina, fluconazol, ritonavir, rifampicina, itraconazol, voriconazol e anfotericina B. Nestes estudos, não foi observada prova de alteração da farmacocinética da micafungina. Não são necessários ajustes da dose quando estes medicamentos são administrados concomitantemente. A exposição (AUC) do itraconazol, sirolímus e nifedipina foi ligeiramente aumentada (22%, 21% e 18%, respetivamente), na presença da micafungina. Os doentes a receber sirolímus, nifedipina ou itraconazol combinado com Micafungina devem ser monitorizados em relação à toxicidade do sirolímus, nifedipina ou itraconazol e a dosagem de sirolímus, nifedipina ou itraconazol deverá ser reduzida, se necessário.

Candesartan + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: Os compostos investigados nos estudos de farmacocinética clínica incluem a hidroclorotiazida, varfarina, digoxina, contracetivos orais (nomeadamente, etinilestradiol/levonorgestrel), glibenclamida, nifedipina e enalapril. Não foram identificadas quaisquer interações farmacocinéticas clinicamente significativas com estes medicamentos.

Efavirenz + Nifedipina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: MEDICAMENTOS CARDIOVASCULARES: Bloqueadores dos Canais de Cálcio: Verapamil, Felodipina, Nifedipina e Nicardipina: Interação não estudada. Quando o efavirenz é coadministrado com bloqueadores dos canais de cálcio que são substratos da enzima CYP3A4, existe um potencial de redução nas concentrações plasmáticas do bloqueador dos canais de cálcio. Os ajustes posológicos dos bloqueadores dos canais de cálcio devem basear-se na resposta clínica (consultar o Resumo das Características do Medicamento dos bloqueadores dos canais de cálcio).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nebivolol + Hidroclorotiazida + Nifedipina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: NEBIVOLOL: As seguintes interações são as geralmente aplicáveis aos antagonistas beta-adrenérgicos. Associações a serem tidas em consideração: Antagonistas do cálcio do tipo dihidropiridina (amlodipina, felodipina, lacidipina, nifedipina, nicardipina, nimodipina, nitrendipina): O uso concomitante pode aumentar o risco de hipotensão, e não pode ser excluído um aumento do risco de uma posterior deterioração da bomba ventricular em doentes com insuficiência cardíaca.

Mizolastina + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante da mizolastina com outros inibidores potentes ou substratos da oxidação hepática (citocromo P450 3A4) deve ser efectuado com precaução. Estes incluem cimetidina, ciclosporina e nifedipina.

Cimetidina + Nifedipina

Observações: Aparentemente, através de uma acção nos sistemas enzimáticos microssómicos, Cimetidina pode causar alterações significativas no metabolismo de certos fármacos, causando um atraso na sua eliminação e provocando, por consequência, um prolongamento ou um aumento das suas concentrações sanguíneas.
Interações: Estão descritas interações com anticoagulantes do tipo da varfarina, fenitoína, teofilina e nifedipina. É necessária a titulação periódica da nifedipina quando da terapêutica em simultâneo com a mesma.
 Sem significado Clínico

Candesartan + Hidroclorotiazida + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: Os compostos investigados nos estudos de farmacocinética clínica incluem varfarina, digoxina, contracetivos orais (isto é, etinilestradiol/levonorgestrel), glibenclamida e nifedipina. Não foram identificadas interações farmacocinéticas clinicamente significativas nestes estudos.

Darunavir + Cobicistate + Nifedipina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: BLOQUEADORES DOS CANAIS DE CÁLCIO: Amlodipina, Diltiazem, Felodipina, Nicardipina, Nifedipina, Verapamil: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas destes bloqueadores dos canais de cálcio. (inibição do CYP3A e/ou do CYP2D6) Recomenda-se monitorização clínica dos efeitos terapêuticos e efeitos adversos quando estes medicamentos são administrados concomitantemente com Darunavir / Cobicistate.

Telaprevir + Nifedipina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: BLOQUEADORES DO CANAL DE CÁLCIO: Diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, nisoldipina, verapamilo: Deve existir precaução e recomenda-se a monitorização clínica dos doentes.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Digoxina + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: A nifedipina e diltiazem podem aumentar ou não provocar nenhum efeito sobre as concentrações séricas e a isradipina não causa alterações nas concentrações séricas da digoxina.

Tansulosina + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: Não foram observadas interações quando a tansulosina foi administrada concomitantemente com atenolol, enalapril, nifedipina ou teofilina.

Diltiazem + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES CONTRAINDICADAS POR MOTIVOS DE SEGURANÇA: Nifedipina: A combinação do diltiazem com nifedipina pode conduzir a um aumento substancial nas concentrações plasmáticas da nifedipina, devido à inibição do metabolismo da nifedipina pelo diltiazem.

Clopidogrel + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: Foram efectuados outros estudos clínicos com o clopidogrel e outras terapêuticas concomitantes, para investigar potenciais interações farmacocinéticas e farmacodinâmicas. Não se observaram quaisquer interações farmacodinâmicas clinicamente importantes, na administração concomitante de clopidogrel e atenolol, com nifedipina ou com atenolol e nifedipina em simultâneo. Para além disso, a actividade farmacodinâmica do clopidogrel não foi significativamente influenciada pela co-administração de fenobarbital, cimetidina ou estrogénio.

Indinavir + Nifedipina

Observações: n.d.
Interações: INDINAVIR NÃO POTENCIADO BLOQUEADORES DOS CANAIS DE CÁLCIO: Dihidropiridina: por ex., felodipina, nifedipina, nicardipina: Os bloqueadores dos canais de cálcio são metabolizados pelo CYP3A4, que é inibido pelo indinavir. É necessária precaução e recomenda-se a monitorização clínica dos doentes.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vardenafil + Nifedipina

Observações: Estudos in vitro Vardenafil é metabolizado predominantemente por enzimas hepáticas através da isoforma 3A4 do citocromo P450 (CYP), com alguma contribuição das isoformas CYP3A5 e CYP2C. Assim, os inibidores destas isoenzimas podem reduzir a taxa de depuração do vardenafil.
Interações: Num estudo específico em que vardenafil (20 mg) foi coadministrado com nifedipina de libertação lenta (30 mg ou 60 mg) a doentes hipertensos houve uma redução adicional de 6 mmHg da pressão arterial sistólica em supino e de 5 mmHg da pressão arterial diastólica em supino, acompanhada por um aumento de 4 bpm na frequência cardíaca.

Timolol + Nifedipina

Observações: Não foram realizados estudos específicos de interação com o timolol.
Interações: Como o maleato de timolol é absorvido sistemicamente podem ocorrer as seguintes interações (as mesmas observadas com os beta-bloqueantes sistémicos): A natureza de qualquer efeito adverso cardiovascular varia dependendo do tipo de bloqueador dos canais de cálcio utilizado. Os derivados da dihidropirina, tais como a nifedipina, podem causar hipotensão, enquanto o verapamilo ou o diltiazem tendem a causar perturbações da condução AV ou falência cardíaca esquerda quando utilizados com beta-bloqueantes.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginkgo biloba + Nifedipina

Observações: O Ginkgo biloba interage com Anticoagulantes, Anticonvulsivantes, substâncias antiplaquetárias, buspirona, diltiazem, insulina, heparinas de baixo peso molecular, inibidores da monoamina oxidase, nicardipina, nifedipina, anti-inflamatórios não esteróides, papaverina, inibidores selectivos da recaptação de serotonina, hipericão, diuréticos tiazídicos, agentes trombolíticos e trazodona.
Interações: O Ginkgo biloba interage com a nifedipina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metoprolol + Nifedipina

Observações: Metoprolol é um substrato do CYP2D6. Os fármacos que inibem esta enzima podem aumentar a concentração plasmática de metoprolol.
Interações: Tal como acontece com outros beta-bloqueadores, a terapia concomitante com dihidropiridinas (por exemplo, nifedipina e amlodipina), pode aumentar o risco de hipotensão e insuficiência cardíaca, pode ocorrer em doentes com insuficiência cardíaca latente.

Enzalutamida + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: Potencial da enzalutamida para afetar a exposição a outros medicamentos: Indução enzimática: A enzalutamida é um potente inibidor enzimático levando ao aumento da síntese de muitas enzimas e transportadores; portanto é esperada a interação com muitos medicamentos comuns que são substratos destas enzimas ou transportadores. A redução das concentrações plasmáticas podem ser substanciais, e levar a perda ou reduzir o efeito clínico. Existe também um risco aumentado da formação de metabolitos ativos. As enzimas que podem ser induzidas são o CYP3A no fígado e intestino, o CYP2C9, o CYP2C19, o CYP1A2 e auridina 5’ difosfato-glucuronosiltransferases (conjugação das enzimas UGTs-glucuronida). A proteína de transporte de P-gp pode também ser induzida, e provavelmente outros transportadores, como por exemplo, a proteína de resistência múltipla 2 (MRP2), proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e do polipéptido transportador aniónico orgânico 1B1, (OATP1B1). Estudos in vivo demonstraram que a enzalutamida é um indutor potente do CYP3A4 e um indutor moderado do CYP2C9 e do CYP2C19. A coadministração da enzalutamida (160 mg uma vez por dia) com doses únicas orais de substratos sensíveis ao CYP em doentes com cancro da próstata, resultou numa diminuição de 86% da AUC do midazolam (substrato do CYP3A4), numa diminuição de 56% na AUC da S-varfarina (substrato do CYP2C9) e numa diminuição de 70% na AUC do omeprazol (substrato do CYP2C19). A UGT1A1 pode também ter sido induzida. São esperadas interações com alguns medicamentos que são eliminados através do metabolismo ou por transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico é de grande importância para o doente, e se os ajustes de dose não são facilmente realizados com base na monitorização de eficácia ou da concentração plasmática, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. O risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é suspeito ser maior em doentes tratados concomitantemente com indutores de enzima. Grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não se limitam a: Analgésicos (ex. fentanilo, tramadol) Antibióticos (ex. claritromicina, doxiciclina) Agentes antineoplásicos (ex. cabazitaxel) Anticoagulantes (ex. acenocumarol, varfarina) Antiepiléticos (ex. carbamazepina, clonazepam, fenitoína, primidona, ácido valpróico) Antipsicóticos (ex. haloperidol) Bloqueadores beta (ex. bisoprolol, propranolol) Bloqueadores da entrada do cálcio (ex. diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) Cardiotónicos digitálicos (ex. digoxina) Corticosteroides (ex. dexametasona, prednisolona) Antirretrovirais VIH (ex. indinavir, ritonavir) Hipnóticos (ex. diazepam, midazolam, zolpidem) Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (ex. atorvastatina, sinvastatina)

Posaconazol + Nifedipina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de posaconazol sobre outros medicamentos: Bloqueadores dos canais de cálcio metabolizados através do CYP3A4 (por exemplo diltiazem, verapamilo, nifedipina, nisoldipina): Recomenda-se proceder à monitorização frequente de reações adversas e de toxicidade relacionada com os bloqueadores dos canais de cálcio, durante a administração concomitante com posaconazol. Poderá ser necessário proceder ao ajuste posológico dos bloqueadores dos canais de cálcio.

Melagatrano + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Os estudos de interações medicamentosas in vitro não revelaram qualquer inibição das principais isoenzimas do citocrómio P450 responsáveis pelo metabolismo de vários fármacos. Estes achados foram confirmados por estudos realizados in vivo em voluntários saudáveis, que não revelaram a existência de qualquer interacção entre o tratamento com ximelagatrano e os seguintes fármacos: Nifedipina (CYP3A4), diazepam (CYP2C19 e CYP3A4) e diclofenac (CYP2C9).

Dabrafenib + Nifedipina

Observações: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de dabrafenib noutros medicamentos: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Num estudo clínico de interação medicamentosa, a Cmax e AUC do midazolam oral (um substrato do CYP3A4) diminuiu 61% e 74% respetivamente com a coadministração de doses repetidas de dabrafenib utilizando uma formulação com uma biodisponibilidade mais baixa do que a formulação de dabrafenib. A administração de 150 mg de dabrafenib duas vezes por dia e varfarina resultou numa diminuição da AUC de S-e R-varfarina em 37% e 33% em comparação com a administração de varfarina em monoterapia. A Cmax de S-e R-varfarina aumentou 18% e 19%. São esperadas interações com muitos medicamentos eliminados através do metabolismo ou transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico for de grande importância para o doente, e os ajustes posológicos não forem facilmente realizáveis com base na monitorização da eficácia ou concentrações plasmáticas, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. Suspeita-se que o risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é superior nos doentes tratados concomitantemente com indutores enzimáticos. Espera-se que o número de medicamentos afetados seja grande; embora a magnitude da interação possa variar. Os grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não estão limitados a: - Analgésicos (por ex. fentanilo, metadona) - Antibióticos (por ex., claritromicina, doxiciclina) - Agentes anticancerígenos (por ex., cabazitaxel) - Anticoagulantes (por ex. acenocumarol, varfarina) - Antiepiléticos (por ex., carbamazepina, fenitoína, primidona, ácido valpróico) - Antipsicóticos (por ex., haloperidol) - Bloqueadores dos canais de cálcio (por ex., diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) - Glicosidos cardíacos (por ex., digoxina) - Corticosteroides (por ex., dexametasona, metilprednisolona) - Antivíricos para o VIH (por ex., amprenavir, atazanavir, darunavir, delavirdina, efavirenz, fosamprenavir, indinavir, lopinavir, nelfinavir, saquinavir, tipranavir) - Contracetivos hormonais - Hipnóticos (por ex., diazepam, midazolam, zolpidem) - Imunossupressores (por ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolímus) - Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (por ex., atorvastatina, sinvastatina) É provável que o início da indução ocorra após 3 dias de administração repetida com dabrafenib. Aquando da descontinuação de dabrafenib, o equilibro da indução é gradual, as concentrações dos CYP3A4, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9 e CYP2C19, UDP-glucuronosil transferases (UGT) e substratos transportadores podem aumentar e os doentes devem ser monitorizados para toxicidade e a posologia destes agentes pode necessitar de ser ajustada. In vitro, o dabrafenib é um inibidor do mecanismo do CYP3A4. Como tal, a inibição transitória do CYP3A4 pode ser vista durante os primeiros dias do tratamento.

Clopidogrel + Ácido acetilsalicílico + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: Outros medicamentos: Foram efetuados outros estudos clínicos com o clopidogrel e outros medicamentos administrados concomitantemente, para investigar potenciais interações farmacocinéticas (PK) e farmacodinâmicas. Não se observaram quaisquer interações farmacodinâmicas clinicamente importantes, na administração concomitante de clopidogrel e atenolol, com nifedipina ou com atenolol e nifedipina em simultâneo.

Tertatolol + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: Risco de hipotensão e insuficiência cardíaca em doentes com insuficiência cardíaca latente ou não controlada (efeito inotrópico negativo adicional). O tratamento com β- bloqueantes pode minimizar a reação simpática reflexa que se manifesta quando existem repercussões hemodinâmicas excessivas.

Sirolímus + Nifedipina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Não foi detetada nenhuma interação farmacocinética com significado clínico entre o sirolímus e os seguintes fármacos: aciclovir, atorvastatina, digoxina, glibenclamida, metilprednisolona, nifedipina, prednisolona e trimetoprim/sulfametoxazol.

Metformina + Rosiglitazona + Nifedipina

Observações: Não existem estudos formais de interacção para Metformina + Rosiglitazona, no entanto o uso concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos e na sua vasta utilização clínica não originou interações inesperadas.
Interações: Não foram observadas interações clinicamente relevantes com a digoxina, com o substrato de CYP2C9 varfarina, com os substratos de CYP3A4 nifedipina, etinilestradiol ou noretindrona, após administração concomitante com a rosiglitazona.

Amprenavir + Nifedipina

Observações: Foram realizados estudos de interacção com amprenavir como único inibidor da protease.
Interações: Poderá interagir com Amprenavir, quando administrados concomitantemente. Não se conhece, nem foi investigado, o significado clínico destas possíveis interações. Portanto, os doentes devem ser monitorizados relativamente a reacções tóxicas associadas a estes medicamentos, quando os mesmos forem administrados em associação com Amprenavir. O amprenavir poderá aumentar as concentrações séricas dos bloqueadores dos canais de cálcio tais como diltiazem, felodipina, isradipina, nicardipina, nifedipina, nimodipina, nisoldipina e verapamil, resultando possivelmente num aumento da actividade e toxicidade destes fármacos.

Bisoprolol + Hidroclorotiazida + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: Associações a UTILIZAR COM CUIDADO: Os antagonistas dos canais de cálcio, tais como os derivados da dihidropiridina (ex. nifedipina, amlodipina): O uso concomitante pode aumentar o risco de hipotensão e não se pode excluir, em doentes com insuficiência cardíaca, um aumento do risco de deterioração da função de bombeamento ventricular.

Eluxadolina + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: Substratos do CYP3A: A eluxadolina pode aumentar a exposição de medicamentos coadministrados metabolizados pelo citocromo CYP3A4. Deve ter-se precaução quando se administrar tais fármacos (por exemplo, midazolam, eritromicina, nifedipina), especialmente para aqueles com índice terapêutico estreito (por exemplo, alfentanilo, di-hidroergotamina, ergotamina, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolimus, tacrolimus). A concentração destes medicamentos com índice terapêutico estreito coadministrados ou dos seus outros marcadores farmacodinâmicos deve de ser monitorizada, quando o uso concomitante de eluxadolina for iniciado ou descontinuado.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Nifedipina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: A administração concomitante de nifedipina pode resultar num aumento da hiperplasia gengival, comparativamente à observada quando a ciclosporina é administrada isoladamente. Deve ser evitado o uso concomitante de nifedipina em doentes nos quais se desenvolve hiperplasia gengival, como efeito adverso da ciclosporina.
 Sem significado Clínico

Glimepirida + Rosiglitazona + Nifedipina

Observações: Não existem estudos formais de interacção para este medicamento, no entanto o uso concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos e na sua vasta utilização clínica não originou interações inesperadas. Anformação disponível é acerca das substâncias activas individualmente (rosiglitazona e glimepirida).
Interações: ROSIGLITAZONA: Não foram observadas interações clinicamente relevantes com a digoxina, com o substrato de CYP2C9 varfarina, com os substratos de CYP3A4, nifedipina, etinilestradiol ou noretindrona, após administração concomitante com a rosiglitazona.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tacrolímus + Nifedipina

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do metabolismo: Foi demonstrado clinicamente que as seguintes substâncias aumentam os níveis sanguíneos de tacrolímus: Foram observadas interações fortes com os antifúngicos cetoconazol, fluconazol, itraconazol e voriconazol, com o antibiótico macrólido eritromicina ou inibidores da protease VIH (por exemplo, ritonavir). O uso concomitante destas substâncias pode requerer a diminuição das doses de tacrolímus em praticamente todos os doentes. Interações mais fracas foram observadas com clotrimazol, claritromicina, josamicina, nifedipina, nicardipina, diltiazem, verapamilo, danazol, etinilestradiol, omeprazol e nefazodona.

Telitromicina + Nifedipina

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Efeito do Telitromicina nos outros medicamentos: Bloqueadores dos canais de cálcio que são metabolizados pelo CYP3A4: A administração concomitante de inibidores fortes do CYP3A4 (tais como telitromicina) e bloqueadores dos canais de cálcio que são metabolizados pelo CYP3A4 (e.g. verapamil, nifedipina, felodipina) podem resultar em hipotensão, bradicardia ou perda de consciência, e devem por isso ser evitados. No caso de ser necessário a sua combinação a dose dos bloqueadores dos canais de cálcio devem ser reduzida e deverá ser instituída uma monitorização estreita de segurança e eficácia nos doentes.

Miglitol + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: Não foi observada qualquer interacção entre o miglitol e a nifedipina, ou entre o miglitol e antiácidos constituidos por hidróxido de magnésio e hidróxido de alumínio.
 Sem significado Clínico

Sitaxentano + Nifedipina

Observações: O sitaxentano sódico é metabolizado no fígado pelas isoenzimas CYP2C9 e CYP3A4/5 do citocromo P450. O sitaxentano sódico é um inibidor da CYP2C9 e, em menor grau, CYP2C19, CYP3A4/5 e CYP 2C8. As concentrações plasmáticas dos fármacos metabolizados pela CYP2C9, podem aumentar durante a co-administração de sitaxentano sódico. Não se espera que a co-administração com fármacos metabolizados pela CYP2C19 ou CYP3A4/5 resulte em interações medicamentosas clinicamente significativas. O Sitaxentano sódico não afecta o transportador de p-glicoproteína, mas está estabelecido que o sitaxentano sódico é um substrato das proteínas transportadoras PTAO.
Interações: Efeitos do sitaxentano sódico noutros medicamentos: Nifedipina (substrato da CYP3A4/5): A depuração da nifedipina não sofreu alterações clínicas significativas quando administrada concomitantemente com sitaxentano sódico. Estes testes só foram feitos com nifedipina de baixa dosagem. Por isso, com doses mais elevadas de nifedipina, não se pode excluir um aumento na exposição.

Saquinavir + Nifedipina

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Bloqueadores dos canais de cálcio: Felodipina, nifedipina, nicardipina, diltiazem, nimodipina, verapamil, amlodipina, nisoldipina, isradipina (saquinavir/ritonavir) As concentrações destes medicamentos podem ser aumentadas quando coadministrados com saquinavir/ritonavir. Aconselha-se precaução e a monitorização clínica dos doentes.

Nifedipina + Indutores do CYP3A4

Observações: n.d.
Interações: Medicamentos que afetam a nifedipina: A nifedipina é metabolizada através do sistema do citocromo P450 3A4, localizado tanto na mucosa intestinal, como no fígado. Por conseguinte, os medicamentos conhecidos por inibir ou induzir este sistema enzimático podem alterar a primeira passagem (após administração oral) ou a depuração da nifedipina. Indutores do CYP3A4: Rifampicina: A rifampicina induz fortemente o sistema do citocromo P450 3A4. Com a administração concomitante de rifampicina, a exposição da nifedipina foi reduzida em cerca de 97%. Por conseguinte, a utilização de nifedipina em associação com rifampicina é contraindicada. Com a administração concomitante de indutores do CYP 3A4, como a fenitoína, carbamazepina, fenobarbital ou Erva de S. João (hipericão), a resposta clínica à nifedipina deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerado um aumento na dose de nifedipina. Se a dose de nifedipina for aumentada durante a administração concomitante de ambos os medicamentos, deve considerar-se a redução da dose de nifedipina quando o tratamento for descontinuado.

Nifedipina + Inibidores do CYP3A4

Observações: n.d.
Interações: Medicamentos que afetam a nifedipina: A nifedipina é metabolizada através do sistema do citocromo P450 3A4, localizado tanto na mucosa intestinal, como no fígado. Por conseguinte, os medicamentos conhecidos por inibir ou induzir este sistema enzimático podem alterar a primeira passagem (após administração oral) ou a depuração da nifedipina. Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. Se a administração concomitante for considerada necessária, a tensão arterial deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerada uma redução na dose de nifedipina. A associação de potentes inibidores do CYP 3A4 (cetoconazol, itraconazol, voriconazol, pozaconazol, ritonavir, indinavir, saquinavir, atazanavir, nelfinavir, claritromicina, telitromicina, nefazodona) deve ser evitada. A administração concomitante de inibidores moderados do CYP3A4 (fluconazol, eritromicina, diltiazem, verapamil, aprepitant) deve ser feita com precaução.

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Nifedipina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: BLOQUEADORES DOS CANAIS DE CÁLCIO Amlodipina Diltiazem Felodipina Nicardipina Nifedipina Verapamilo Tendo por base considerações teóricas, é expectável que DRV/COB aumente as concentrações plasmáticas destes bloqueadores dos canais de cálcio. (inibição do CYP3A) Recomenda-se monitorização clínica dos efeitos terapêuticos e efeitos adversos quando estes medicamentos são administrados concomitantemente com este medicamento.

Dutasterida + Tansulosina + Nifedipina

Observações: Não foram realizados estudos de interação fármaco-fármaco com Dutasterida / Tansulosina.
Interações: TANSULOSINA: A administração concomitante do cloridrato de tansulosina com fármacos que possam reduzir a pressão arterial, incluindo anestésicos, inibidores PDE5 e outros bloqueadores adrenérgicos alfa-1, poderá levar à potenciação dos efeitos hipotensores. Dutasterida-tansulosina não deverá ser utilizada em associação com outros bloqueadores adrenérgicos alfa-1. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina e cetoconazol (um inibidor forte do CYP3A4) resultou num aumento da Cmáx e AUC do cloridrato de tansulosina num fator de 2,2 e 2,8 respetivamente. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina e paroxetina (um inibidor forte do CYP2D6) resultou num aumento da Cmáx e AUC do cloridrato de tansulosina num fator de 1,3 e 1,6 respetivamente. Quando administrado concomitantemente com um inibidor forte do CYP3A4, é esperado um aumento semelhante na exposição dos metabolizadores fracos do CYP2D6 quando comparados com os metabolisadores extensos. Os efeitos da administração concomitante de inibidores do CYP3A4 e CYP2D6 com cloridrato de tansulosina não foram avaliados clinicamente, contudo existe um potencial para aumento significativo da exposição à tansulosina. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina (0,4 mg) e cimetidina (400 mg de seis em seis horas durante seis dias) resultou na diminuição da depuração (26%) e no aumento na AUC (44%) do cloridrato de tansulosina. Deverá ser tida precaução na utilização de dutasterida-tansulosina em associação com cimetidina. Não foi realizado um estudo de interação de fármacos entre o cloridrato de tansulosina e a varfarina. Os resultados de estudos limitados in vitro e in vivo são inconclusivos. Deverá ser tida precaução na administração concomitante de varfarina e cloridrato de tansulosina. Não foram observadas interações quando o cloridrato de tansulosina foi administrado concomitantemente com atenolol, enalapril, nifedipina ou teofilina. A administração concomitante de furosemida origina a diminuição dos níveis plasmáticos da tansulosina, no entanto não são necessários ajustes posológicos uma vez que os níveis permanecem dentro do intervalo normal. In vitro, nem o diazepam ou propanolol, triclorometiazida, clormadinona, amitriptilina, diclofenac, glibenclamida e sinvastatina alteram a fração livre da tansulosina no plasma humano. A tansulosina também não altera as frações livres de diazepam, propanolol, triclormetiazida e clormadinona. Não foram observadas interações ao nível do metabolismo hepático durante os estudos in vitro com frações microssomais de fígado (representativas do sistema metabolizador enzimático de fármacos associado ao citocromo P450), envolvendo amitriptilina, salbutamol e glibenclamida. No entanto, o diclofenac pode aumentar a taxa de eliminação da tansulosina.

Nifedipina + Rifampicina

Observações: n.d.
Interações: A extensão e duração das interações devem ser tidas em consideração quando se administrar nifedipina juntamente com os seguintes medicamentos: Indutores do CYP3A4: Rifampicina: A rifampicina induz fortemente o sistema do citocromo P450 3A4. Com a administração concomitante de rifampicina, a exposição da nifedipina foi reduzida em cerca de 97%. Por conseguinte, a utilização de nifedipina em associação com rifampicina é contraindicada. Com a administração concomitante de indutores do CYP 3A4, como a fenitoína, carbamazepina, fenobarbital ou Erva de S. João (hipericão), a resposta clínica à nifedipina deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerado um aumento na dose de nifedipina. Se a dose de nifedipina for aumentada durante a administração concomitante de ambos os medicamentos, deve considerar-se a redução da dose de nifedipina quando o tratamento for descontinuado.

Nifedipina + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: A extensão e duração das interações devem ser tidas em consideração quando se administrar nifedipina juntamente com os seguintes medicamentos: Indutores do CYP3A4: Rifampicina: A rifampicina induz fortemente o sistema do citocromo P450 3A4. Com a administração concomitante de rifampicina, a exposição da nifedipina foi reduzida em cerca de 97%. Por conseguinte, a utilização de nifedipina em associação com rifampicina é contraindicada. Com a administração concomitante de indutores do CYP 3A4, como a fenitoína, carbamazepina, fenobarbital ou Erva de S. João (hipericão), a resposta clínica à nifedipina deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerado um aumento na dose de nifedipina. Se a dose de nifedipina for aumentada durante a administração concomitante de ambos os medicamentos, deve considerar-se a redução da dose de nifedipina quando o tratamento for descontinuado. Medicamentos antiepiléticos indutores do sistema do citocromo P450 3A4, tais como a fenitoína, a carbamazepina e o fenobarbital. A fenitoína induz o sistema do citocromo P450 3A4. Com a administração concomitante de fenitoína, a biodisponibilidade da nifedipina é reduzida e, por conseguinte, a sua eficácia diminui. Quando os dois medicamentos são administrados concomitantemente, a resposta clínica à nifedipina deve ser monitorizada e, se necessário, considerar um aumento da dose de nifedipina. Se a dose de nifedipina for aumentada durante a administração concomitante de ambos os medicamentos, deve considerar-se a redução da dose de nifedipina quando o tratamento com fenitoína for descontinuado. Não foram realizados estudos formais destinados a investigar uma potencial interação entre a nifedipina e a carbamazepina ou a fenobarbitona. Como foi demonstrado que ambos os medicamentos reduzem as concentrações plasmáticas da nimodipina, um bloqueador dos canais de cálcio estruturalmente similar, devido a indução enzimática, não se pode excluir a possibilidade de uma descida nas concentrações plasmáticas de nifedipina e, consequentemente, uma redução da sua eficácia.

Nifedipina + Carbamazepina

Observações: n.d.
Interações: A extensão e duração das interações devem ser tidas em consideração quando se administrar nifedipina juntamente com os seguintes medicamentos: Indutores do CYP3A4: Rifampicina: A rifampicina induz fortemente o sistema do citocromo P450 3A4. Com a administração concomitante de rifampicina, a exposição da nifedipina foi reduzida em cerca de 97%. Por conseguinte, a utilização de nifedipina em associação com rifampicina é contraindicada. Com a administração concomitante de indutores do CYP 3A4, como a fenitoína, carbamazepina, fenobarbital ou Erva de S. João (hipericão), a resposta clínica à nifedipina deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerado um aumento na dose de nifedipina. Se a dose de nifedipina for aumentada durante a administração concomitante de ambos os medicamentos, deve considerar-se a redução da dose de nifedipina quando o tratamento for descontinuado. Medicamentos antiepiléticos indutores do sistema do citocromo P450 3A4, tais como a fenitoína, a carbamazepina e o fenobarbital. A fenitoína induz o sistema do citocromo P450 3A4. Com a administração concomitante de fenitoína, a biodisponibilidade da nifedipina é reduzida e, por conseguinte, a sua eficácia diminui. Quando os dois medicamentos são administrados concomitantemente, a resposta clínica à nifedipina deve ser monitorizada e, se necessário, considerar um aumento da dose de nifedipina. Se a dose de nifedipina for aumentada durante a administração concomitante de ambos os medicamentos, deve considerar-se a redução da dose de nifedipina quando o tratamento com fenitoína for descontinuado. Não foram realizados estudos formais destinados a investigar uma potencial interação entre a nifedipina e a carbamazepina ou a fenobarbitona. Como foi demonstrado que ambos os medicamentos reduzem as concentrações plasmáticas da nimodipina, um bloqueador dos canais de cálcio estruturalmente similar, devido a indução enzimática, não se pode excluir a possibilidade de uma descida nas concentrações plasmáticas de nifedipina e, consequentemente, uma redução da sua eficácia.

Nifedipina + Fenobarbital

Observações: n.d.
Interações: A extensão e duração das interações devem ser tidas em consideração quando se administrar nifedipina juntamente com os seguintes medicamentos: Indutores do CYP3A4: Rifampicina: A rifampicina induz fortemente o sistema do citocromo P450 3A4. Com a administração concomitante de rifampicina, a exposição da nifedipina foi reduzida em cerca de 97%. Por conseguinte, a utilização de nifedipina em associação com rifampicina é contraindicada. Com a administração concomitante de indutores do CYP 3A4, como a fenitoína, carbamazepina, fenobarbital ou Erva de S. João (hipericão), a resposta clínica à nifedipina deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerado um aumento na dose de nifedipina. Se a dose de nifedipina for aumentada durante a administração concomitante de ambos os medicamentos, deve considerar-se a redução da dose de nifedipina quando o tratamento for descontinuado. Medicamentos antiepiléticos indutores do sistema do citocromo P450 3A4, tais como a fenitoína, a carbamazepina e o fenobarbital. A fenitoína induz o sistema do citocromo P450 3A4. Com a administração concomitante de fenitoína, a biodisponibilidade da nifedipina é reduzida e, por conseguinte, a sua eficácia diminui. Quando os dois medicamentos são administrados concomitantemente, a resposta clínica à nifedipina deve ser monitorizada e, se necessário, considerar um aumento da dose de nifedipina. Se a dose de nifedipina for aumentada durante a administração concomitante de ambos os medicamentos, deve considerar-se a redução da dose de nifedipina quando o tratamento com fenitoína for descontinuado. Não foram realizados estudos formais destinados a investigar uma potencial interação entre a nifedipina e a carbamazepina ou a fenobarbitona. Como foi demonstrado que ambos os medicamentos reduzem as concentrações plasmáticas da nimodipina, um bloqueador dos canais de cálcio estruturalmente similar, devido a indução enzimática, não se pode excluir a possibilidade de uma descida nas concentrações plasmáticas de nifedipina e, consequentemente, uma redução da sua eficácia.

Nifedipina + Hipericão

Observações: n.d.
Interações: A extensão e duração das interações devem ser tidas em consideração quando se administrar nifedipina juntamente com os seguintes medicamentos: Indutores do CYP3A4: Rifampicina: A rifampicina induz fortemente o sistema do citocromo P450 3A4. Com a administração concomitante de rifampicina, a exposição da nifedipina foi reduzida em cerca de 97%. Por conseguinte, a utilização de nifedipina em associação com rifampicina é contraindicada. Com a administração concomitante de indutores do CYP 3A4, como a fenitoína, carbamazepina, fenobarbital ou Erva de S. João (hipericão), a resposta clínica à nifedipina deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerado um aumento na dose de nifedipina. Se a dose de nifedipina for aumentada durante a administração concomitante de ambos os medicamentos, deve considerar-se a redução da dose de nifedipina quando o tratamento for descontinuado.

Nifedipina + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. Se a administração concomitante for considerada necessária, a tensão arterial deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerada uma redução na dose de nifedipina. A associação de potentes inibidores do CYP 3A4 (cetoconazol, itraconazol, voriconazol, pozaconazol, ritonavir, indinavir, saquinavir, atazanavir, nelfinavir, claritromicina, telitromicina, nefazodona) deve ser evitada. Antimicóticos azóis (por exemplo, cetoconazol): Não foi ainda realizado um estudo de interação formal destinado a investigar o potencial de uma interação medicamentosa entre a nifedipina e certos antimicóticos azóis. Os medicamentos desta classe são conhecidos por inibirem o sistema do citocromo P450 3A4. Quando administrado por via oral juntamente com a nifedipina, não pode ser excluída a possibilidade de um aumento substancial na biodisponibilidade sistémica da nifedipina, devido a uma diminuição do metabolismo de primeira passagem.

Nifedipina + Itraconazol

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. Se a administração concomitante for considerada necessária, a tensão arterial deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerada uma redução na dose de nifedipina. A associação de potentes inibidores do CYP 3A4 (cetoconazol, itraconazol, voriconazol, pozaconazol, ritonavir, indinavir, saquinavir, atazanavir, nelfinavir, claritromicina, telitromicina, nefazodona) deve ser evitada.

Nifedipina + Voriconazol

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. Se a administração concomitante for considerada necessária, a tensão arterial deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerada uma redução na dose de nifedipina. A associação de potentes inibidores do CYP 3A4 (cetoconazol, itraconazol, voriconazol, pozaconazol, ritonavir, indinavir, saquinavir, atazanavir, nelfinavir, claritromicina, telitromicina, nefazodona) deve ser evitada.

Nifedipina + Posaconazol

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. Se a administração concomitante for considerada necessária, a tensão arterial deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerada uma redução na dose de nifedipina. A associação de potentes inibidores do CYP 3A4 (cetoconazol, itraconazol, voriconazol, pozaconazol, ritonavir, indinavir, saquinavir, atazanavir, nelfinavir, claritromicina, telitromicina, nefazodona) deve ser evitada.

Nifedipina + Ritonavir

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. Se a administração concomitante for considerada necessária, a tensão arterial deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerada uma redução na dose de nifedipina. A associação de potentes inibidores do CYP 3A4 (cetoconazol, itraconazol, voriconazol, pozaconazol, ritonavir, indinavir, saquinavir, atazanavir, nelfinavir, claritromicina, telitromicina, nefazodona) deve ser evitada. Inibidores da protease anti-VIH (por exemplo, ritonavir): Não foi ainda realizado um estudo clínico destinado a investigar o potencial de uma interação medicamentosa entre a nifedipina e certos inibidores da protease anti-VIH. Os medicamentos desta classe são conhecidos por inibirem o sistema do citocromo P450 3A4. Além disso, está demonstrado que os medicamentos pertencentes a esta classe inibem in vitro o metabolismo da nifedipina mediado pelo citocromo P450 3A4. Em caso de administração concomitante com a nifedipina, não pode ser excluída a possibilidade de um aumento substancial das concentrações plasmáticas da nifedipina, devido a uma diminuição do metabolismo de primeira passagem e a uma eliminação mais reduzida.

Nifedipina + Indinavir

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. Se a administração concomitante for considerada necessária, a tensão arterial deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerada uma redução na dose de nifedipina. A associação de potentes inibidores do CYP 3A4 (cetoconazol, itraconazol, voriconazol, pozaconazol, ritonavir, indinavir, saquinavir, atazanavir, nelfinavir, claritromicina, telitromicina, nefazodona) deve ser evitada.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

É possível que possa tomar Nifedipina durante a gravidez, mas só depois do parecer positivo e autorização do seu médico.



Não tome Nifedipina se está a amamentar.

Se precisar de tomar Nifedipina, deve parar de amamentar antes de começar a tomar os comprimidos.

Nota: Em casos raros de fertilização artificial em que os homens não conseguem repetidamente alcançar a fertilização e em que não se encontra outra explicação para este facto, pode considerar-se que o grupo de substâncias ao qual pertence a nifedipina é uma causa possível.


Nifedipina pode causar tonturas, desmaio, cansaço extremo ou perturbações da visão.

Não conduza nem utilize máquinas, caso se sinta afetado desta forma.


Isto pode ser mais provável quando iniciar o tratamento, se mudar de medicação ou se tiver consumido álcool.



Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017