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Naratriptano

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução
O que é
Naratriptano é um fármaco triptano usado para o tratamento de dores de cabeça de enxaqueca.

É um selectivo 5-hydroxytryptamine1 subtipo de receptor de agonista.
Usos comuns
Os comprimidos de Naratriptano são utilizados para tratar a dor de cabeça da enxaqueca.


Pensa-se que os sintomas da enxaqueca são causados pela dilatação temporária dos vasos sanguíneos na cabeça.

Pensa-se que Naratriptano reduz a dilatação destes vasos sanguíneos.

Isto, por sua vez ajuda a aliviar a dor de cabeça e aliviar outros sintomas da crise de enxaqueca, como sensação ou mal-estar (náuseas e vómitos) e sensibilidade à luz e som.
Tipo
pequena molécula
História
Sem informação.
Indicações
Naratriptano está indicado no tratamento agudo da fase de cefaleia nas crises de enxaqueca com ou sem aura.
Classificação CFT

2.11 : Medicamentos usados na enxaqueca

Mecanismo De Ação
Foi demonstrado que o naratriptano é um agonista selectivo dos receptores da 5- hidroxitriptamina-1 (5HT1), mediadores da contracção vascular.

O naratriptano tem elevada afinidade para os receptores humanos clonados 5-HT1B e 5-HT1D; pensa-se que o receptor 5 HT1B corresponde ao receptor vascular 5-HT1, receptor que medeia a contracção dos vasos sanguíneos intracranianos.

O naratriptano tem pouco ou nenhum efeito nos outros subtipos de receptores 5- HT (5-HT2, 5-HT3, 5-HT4 e 5-HT7).


Nos animais, o naratriptano contrai a circulação da artéria carótida; além disso, estudos experimentais em animais sugerem que o naratriptano inibe a actividade do nervo trigémio.

Ambas as acções poderão contribuir para a acção anti-enxaqueca do naratriptano no ser humano.


Nos ensaios clínicos, o início de eficácia verificou-se até uma hora e a eficácia máxima atinge-se em 4 horas.

A eficácia inicial de 2,5 mg de naratriptano foi ligeiramente inferior à de 100 mg de sumatriptano.

No entanto, a eficácia durante 24 horas foi semelhante para ambos os fármacos e a incidência de efeitos adversos nos ensaios clínicos foi ligeiramente inferior após administração de 2,5 mg de naratriptano do que após 100 mg de sumatriptano.

Não se efectuaram estudos comparativos entre 2,5 mg de naratriptano e 50 mg de sumatriptano.
Posologia Orientativa
Adultos (18 - 65 anos de idade)
A dose recomendada de Naratriptano é de um único comprimido de 2,5 mg.

Se após resposta inicial houver reincidência dos sintomas de enxaqueca, pode ser tomada uma segunda dose com um intervalo mínimo de quatro horas entre as duas administrações. A dose total em 24 horas não deverá ser superior a dois comprimidos de 2,5 mg.
Administração
Via oral.

Naratriptano deve ser engulido inteiro com água.
Contraindicações
- Hipersensibilidade ao naratriptano.


- Enfarte do miocárdio anterior, doença cardíaca isquémica, angina de Prinzmetal/vasospasmo coronário, doença vascular periférica, doentes com sintomas ou sinais consistentes com doença cardíaca isquémica.


- História de acidente vascular cerebral (AVC) ou de crise isquémica transitória (CIT).


- Hipertensão moderada ou grave, hipertensão ligeira não controlada.


- Disfunção renal grave (depuração da creatinina < 15 ml/min) ou disfunção hepática grave (Child-Pugh grau C).


- Administração concomitante de ergotamina, derivados da ergotamina (incluindo metisergida) e de qualquer triptano / agonista dos receptores 5-hidroxitriptamina 1 (5-HT1).
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Doenças do sistema imunitário
Raros: Anafilaxia.

Doenças do sistema nervoso
Frequentes: Sensação de formigueiro, tonturas, sonolência.

Afecções oculares
Pouco frequentes: Distúrbios visuais.

Cardiopatias
Pouco frequentes: Bradicardia, taquicardia, palpitações.
Muito raros: Vasospasmo arterial coronário, angina, enfarte do miocárdio.

Vasculopatias
Muito raros: Isquémia vascular periférica.

Doenças gastrointestinais
Frequentes: Náuseas e vómitos.
Raros: Colite isquémica.

Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneas
Raros: Erupção cutânea, urticária, prurido, edema facial.

Afecções musculoesqueléticas e dos tecidos conjuntivos
Pouco frequentes: Sensação de peso (normalmente transitória, pode ser intensa e afectar qualquer parte do corpo, incluindo tórax e garganta).

Perturbações gerais e alterações no local de administração
Frequentes: Sensação de calor, mal-estar/fadiga.
Pouco frequentes: Dor, sensações de pressão ou aperto. Estes sintomas são normalmente transitórios, podem ser intensos e afectar qualquer parte do corpo, incluindo tórax ou garganta.

Exames complementares de diagnóstico
Pouco frequentes: Aumento da pressão arterial de aproximadamente 5 mmHg (sistólica) e 3 mmHg (diastólica) no período até 12 horas após administração.

O naratriptano pode causar reacções alérgicas muito raras.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Evitar; não se dispõe de dados seguros. Ver Agonistas 5-HT1 da serotonina. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Aleitamento
Aleitamento:Evitar; não há informação útil.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Não exceder 2,5 mg/dia; evitar na IH grave.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Dose máxima – 2.5 mg em 24 horas na IR moderada; evitar na IR grave.
Condução
Condução:Altera a capacidade de condução.
Precauções Gerais
Naratriptano só deve ser administrado após diagnóstico evidente de enxaqueca.


Naratriptano não está indicado no tratamento da enxaqueca hemiplégica, basilar ou oftalmoplégica.


Como com outras terapêuticas agudas para a enxaqueca, antes de se iniciar o tratamento de cefaleias em doentes não previamente diagnosticados com enxaqueca e em doentes com enxaquecas que apresentem sintomas atípicos, deve haver o cuidado de excluir outras situações neurológicas potencialmente graves.

Deverá ter-se em consideração que os doentes com enxaqueca podem exibir risco para certos eventos vasculares cerebrais (por ex.: AVC ou CIT).


A segurança e eficácia do naratriptano quando administrado durante a fase de aura, prévia ao início da crise de enxaqueca, está ainda por estabelecer.


Tal como outros agonistas dos receptores 5-HT1, o naratriptano não deverá ser administrado a doentes com factores de risco para doença cardíaca isquémica, incluindo fumadores intensos ou utilizadores de terapêutica de substituição de nicotina sem prévia avaliação cardiovascular.

Deverá ser dada especial atenção a mulheres na pós-menopausa e a homens com idade superior a 40 anos com estes factores de risco.


No entanto, estas avaliações poderão não identificar todos os indivíduos com doença cardíaca, tendo ocorrido, em casos muito raros, episódios cardíacos graves em doentes sem doença cardiovascular subjacente, após a administração de agonistas 5-HT1.


Após administração, o naratriptano pode estar associado a sintomas transitórios incluindo dor torácica e aperto que pode ser intenso e envolver a garganta.

Quando estes sintomas forem indicadores de doença cardíaca isquémica, não se deve tomar mais doses de naratriptano e deverá ser feita uma avaliação adequada.


Naratriptano contém um componente sulfonamídico, pelo que existe um risco teórico de reacções de hipersensibilidade nos doentes com hipersensibilidade conhecida às
sulfonamidas.


A dose recomendada de naratriptano não deve ser excedida.


Foi notificada síndrome serotoninérgica (incluindo estados mentais alterados, instabilidade autonómica e alterações neuromusculares) após tratamento concomitante com triptanos e inibidores selectivos da recaptação da serotonina (SSRIs) ou inibidores da recaptação da serotonina e noradrenalina (SNRIs).

Caso o tratamento concomitante com naratriptano e um SSRI ou SNRI seja clinicamente necessário, é aconselhável a observação adequada do doente, em particular durante o início do tratamento, com o aumento das doses ou quando se adiciona outra terapêutica serotoninérgica.


Os efeitos indesejáveis podem ser mais frequentes durante a utilização concomitante de triptanos e preparações à base de plantas contendo Hipericão ou Erva de São João (Hypericum perforatum).


O uso prolongado de qualquer tipo de medicamentos para a cefaleia poderá agravar os sintomas.

Se esta situação ocorrer ou se se suspeitar a sua ocorrência, deverá ser obtido aconselhamento médico e o tratamento deverá ser interrompido.

O diagnóstico de cefaleia por sobre-utilização de medicamentos deverá ser suspeitado em doentes que tenham cefaleias frequentes ou diárias, apesar da (ou devido à) utilização regular de medicamentos para as cefaleias.
Cuidados com a Dieta
Pode tomar Naratriptano com ou sem alimentos.
Terapêutica Interrompida
Naratriptano é usado conforme necessário.

Poderá tomar um segundo comprimido de Naratriptano após 4 horas, excepto se tiver problemas nos rins ou fígado.

Se tiver problemas nos rins ou fígado, não tome mais do que um comprimido durante 24 horas.

Ninguém deverá tomar mais do que dois comprimidos durante 24 horas.

Se o primeiro comprimido não fizer efeito:
Não tome um segundo comprimido para a mesma crise.
Se não sentir alívio com Naratriptano consulte o seu médico ou farmacêutico.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Este medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Naratriptano + Alimentos/Bebidas (Soja, fitinas, fitatos, oxalatos, taninos, pectinas)

Observações: O naratriptano não inibiu as enzimas da monoaminoxidase in vitro, pelo que não foram efectuados estudos de interações in vivo com inibidores destas enzimas. Estudos in vitro demonstraram que uma grande variedade de isoenzimas do citocromo P450 estão envolvidas no metabolismo limitado do naratriptano, não sendo, portanto, provável a ocorrência de interações medicamentosas metabólicas significativas envolvendo especificamente o sistema enzimático do citocromo P450. Considerando que 60% da dose de naratriptano é excretada por via renal, com secreção renal activa representando aproximadamente 30% da depuração total, poderão ocorrer interações com outros fármacos também secretados por via renal. No entanto, devido ao perfil de segurança do naratriptano, a inibição da sua secreção será provavelmente de menor importância, enquanto que a possibilidade do naratriptano inibir outros fármacos activamente secretados deverá ser considerada.
Interações: Os ensaios clínicos não revelaram interações com álcool ou alimentos.

Hipericão + Naratriptano

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interações: Devido ao possível risco de efeitos indesejáveis do tipo síndrome serotoninérgico (interacções farmacodinâmicas), o uso de Hipericão não é aconselhado em associação com: - Os psicotrópicos, em particular os medicamentos serotoninérgicos, IERS (inibidores específicos da recaptação da serotonina), citalopram, fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina e sertralina e os antidepressivos tricíclicos. - Os triptanos (sumatriptano, naratriptano, rizatriptano e zolmitriptano).

Rizatriptano + Naratriptano

Observações: N.D.
Interações: Ergotamina, derivados da cravagem do centeio (incluindo metisergida), ou outros agonistas dos recetores 5-HT 1B/1D: Devido a um efeito aditivo, a utilização concomitante de rizatriptano e ergotamina, derivados da cravagem do centeio (incluindo metisergida), ou outros agonistas dos recetores 5-HT 1B/1D (p.ex., sumatriptano, zolmitriptano, naratriptano) aumenta o risco de vasoconstrição coronária e efeitos hipertensivos. Esta associação está contraindicada.

Furazolidona + Naratriptano

Observações: N.D.
Interações: A utilização de furazolidona com qualquer um dos seguintes medicamentos não é geralmente recomendada, mas pode ser necessária em alguns casos. - Salbutamol (albuterol) - Altretamina - Anfetamina - Formoterol (Arformoterol) - Abacate - Bambuterol - Laranja amarga - Clenbuterol - Difenoxina - Difenoxilato - Dolasetrona - Droperidol - Efedrina - Etcorvinol - Fenoterol - Fentanilo - Formoterol - Frovatriptano - Granisetron - Guaraná - Hexoprenalina - Hidrocodona - Hidromorfona - Indacaterol - Iobenguano (123I) - Isoetarina - Kava - Levalbuterol - Alcaçuz - Lisdexanfetamina - Lorcaserina - Ma Huang - Meperidina - Metaproterenol - Metaraminol - Morfina - Naratriptano - Norepinefrina - Olodaterol - Oxicodona - Palonossetrom - Fenilefrina - Fenilpropanolamina - Pirbuterol - Procaterol - Reboxetina - Reproterol - Ritodrina - Salmeterol - Erva de São João (Hipericão) - Terbutalina - Tretoquinol - Tulobuterol - Tirosina - Vilanterol - Ziprasidona

Naratriptano + Álcool

Observações: O naratriptano não inibiu as enzimas da monoaminoxidase in vitro, pelo que não foram efectuados estudos de interações in vivo com inibidores destas enzimas. Estudos in vitro demonstraram que uma grande variedade de isoenzimas do citocromo P450 estão envolvidas no metabolismo limitado do naratriptano, não sendo, portanto, provável a ocorrência de interações medicamentosas metabólicas significativas envolvendo especificamente o sistema enzimático do citocromo P450. Considerando que 60% da dose de naratriptano é excretada por via renal, com secreção renal activa representando aproximadamente 30% da depuração total, poderão ocorrer interações com outros fármacos também secretados por via renal. No entanto, devido ao perfil de segurança do naratriptano, a inibição da sua secreção será provavelmente de menor importância, enquanto que a possibilidade do naratriptano inibir outros fármacos activamente secretados deverá ser considerada.
Interações: Os ensaios clínicos não revelaram interações com álcool ou alimentos.

Naratriptano + Bloqueadores beta-adrenérgicos

Observações: O naratriptano não inibiu as enzimas da monoaminoxidase in vitro, pelo que não foram efectuados estudos de interações in vivo com inibidores destas enzimas. Estudos in vitro demonstraram que uma grande variedade de isoenzimas do citocromo P450 estão envolvidas no metabolismo limitado do naratriptano, não sendo, portanto, provável a ocorrência de interações medicamentosas metabólicas significativas envolvendo especificamente o sistema enzimático do citocromo P450. Considerando que 60% da dose de naratriptano é excretada por via renal, com secreção renal activa representando aproximadamente 30% da depuração total, poderão ocorrer interações com outros fármacos também secretados por via renal. No entanto, devido ao perfil de segurança do naratriptano, a inibição da sua secreção será provavelmente de menor importância, enquanto que a possibilidade do naratriptano inibir outros fármacos activamente secretados deverá ser considerada.
Interações: Nos estudos clínicos não houve evidência de interações com bloqueadores beta, antidepressores tricíclicos ou inibidores selectivos de recaptação da serotonina.

Naratriptano + Antidepressores (Tricíclicos)

Observações: O naratriptano não inibiu as enzimas da monoaminoxidase in vitro, pelo que não foram efectuados estudos de interações in vivo com inibidores destas enzimas. Estudos in vitro demonstraram que uma grande variedade de isoenzimas do citocromo P450 estão envolvidas no metabolismo limitado do naratriptano, não sendo, portanto, provável a ocorrência de interações medicamentosas metabólicas significativas envolvendo especificamente o sistema enzimático do citocromo P450. Considerando que 60% da dose de naratriptano é excretada por via renal, com secreção renal activa representando aproximadamente 30% da depuração total, poderão ocorrer interações com outros fármacos também secretados por via renal. No entanto, devido ao perfil de segurança do naratriptano, a inibição da sua secreção será provavelmente de menor importância, enquanto que a possibilidade do naratriptano inibir outros fármacos activamente secretados deverá ser considerada.
Interações: Nos estudos clínicos não houve evidência de interações com bloqueadores beta, antidepressores tricíclicos ou inibidores selectivos de recaptação da serotonina.

Naratriptano + Inibidores Selectivos da Recaptação da Serotonina (ISRS) (SSRIs)

Observações: O naratriptano não inibiu as enzimas da monoaminoxidase in vitro, pelo que não foram efectuados estudos de interações in vivo com inibidores destas enzimas. Estudos in vitro demonstraram que uma grande variedade de isoenzimas do citocromo P450 estão envolvidas no metabolismo limitado do naratriptano, não sendo, portanto, provável a ocorrência de interações medicamentosas metabólicas significativas envolvendo especificamente o sistema enzimático do citocromo P450. Considerando que 60% da dose de naratriptano é excretada por via renal, com secreção renal activa representando aproximadamente 30% da depuração total, poderão ocorrer interações com outros fármacos também secretados por via renal. No entanto, devido ao perfil de segurança do naratriptano, a inibição da sua secreção será provavelmente de menor importância, enquanto que a possibilidade do naratriptano inibir outros fármacos activamente secretados deverá ser considerada.
Interações: Nos estudos clínicos não houve evidência de interações com bloqueadores beta, antidepressores tricíclicos ou inibidores selectivos de recaptação da serotonina. Têm sido notificados casos de doentes com sintomas compatíveis com síndrome serotoninérgica (incluindo estados mentais alterados, instabilidade autonómica e anomalias neuromusculares) após a utilização de inibidores selectivos de recaptação da serotonina (SSRIs) ou inibidores selectivos da recaptação da noradrenalina e triptanos.
 Sem significado Clínico

Naratriptano + Contracetivos orais

Observações: O naratriptano não inibiu as enzimas da monoaminoxidase in vitro, pelo que não foram efectuados estudos de interações in vivo com inibidores destas enzimas. Estudos in vitro demonstraram que uma grande variedade de isoenzimas do citocromo P450 estão envolvidas no metabolismo limitado do naratriptano, não sendo, portanto, provável a ocorrência de interações medicamentosas metabólicas significativas envolvendo especificamente o sistema enzimático do citocromo P450. Considerando que 60% da dose de naratriptano é excretada por via renal, com secreção renal activa representando aproximadamente 30% da depuração total, poderão ocorrer interações com outros fármacos também secretados por via renal. No entanto, devido ao perfil de segurança do naratriptano, a inibição da sua secreção será provavelmente de menor importância, enquanto que a possibilidade do naratriptano inibir outros fármacos activamente secretados deverá ser considerada.
Interações: Os contracetivos orais diminuem a depuração total do naratriptano em 30% e o tabaco aumenta a depuração total em 30%. No entanto não são necessários ajustes de dose.
 Sem significado Clínico

Naratriptano + Tabaco (fumadores, Tabagismo)

Observações: O naratriptano não inibiu as enzimas da monoaminoxidase in vitro, pelo que não foram efectuados estudos de interações in vivo com inibidores destas enzimas. Estudos in vitro demonstraram que uma grande variedade de isoenzimas do citocromo P450 estão envolvidas no metabolismo limitado do naratriptano, não sendo, portanto, provável a ocorrência de interações medicamentosas metabólicas significativas envolvendo especificamente o sistema enzimático do citocromo P450. Considerando que 60% da dose de naratriptano é excretada por via renal, com secreção renal activa representando aproximadamente 30% da depuração total, poderão ocorrer interações com outros fármacos também secretados por via renal. No entanto, devido ao perfil de segurança do naratriptano, a inibição da sua secreção será provavelmente de menor importância, enquanto que a possibilidade do naratriptano inibir outros fármacos activamente secretados deverá ser considerada.
Interações: Os contracetivos orais diminuem a depuração total do naratriptano em 30% e o tabaco aumenta a depuração total em 30%. No entanto não são necessários ajustes de dose.

Naratriptano + Ergotamina

Observações: O naratriptano não inibiu as enzimas da monoaminoxidase in vitro, pelo que não foram efectuados estudos de interações in vivo com inibidores destas enzimas. Estudos in vitro demonstraram que uma grande variedade de isoenzimas do citocromo P450 estão envolvidas no metabolismo limitado do naratriptano, não sendo, portanto, provável a ocorrência de interações medicamentosas metabólicas significativas envolvendo especificamente o sistema enzimático do citocromo P450. Considerando que 60% da dose de naratriptano é excretada por via renal, com secreção renal activa representando aproximadamente 30% da depuração total, poderão ocorrer interações com outros fármacos também secretados por via renal. No entanto, devido ao perfil de segurança do naratriptano, a inibição da sua secreção será provavelmente de menor importância, enquanto que a possibilidade do naratriptano inibir outros fármacos activamente secretados deverá ser considerada.
Interações: Existem dados limitados sobre interações com ergotamina, formulações contendo ergotamina, di-hidro-ergotamina (DHE) ou sumatriptano. O risco aumentado de vasospasmo coronário é uma possibilidade teórica com a administração concomitante destes fármacos e de agonistas dos receptores 5-HT1. Após administração de naratriptano, deverão decorrer pelo menos 24 horas até administração de uma formulação com ergotamina ou de qualquer triptano/agonista dos receptores 5-HT1. Do mesmo modo, deverão decorrer pelo menos 24 horas entre a administração de uma formulação contendo ergotamina e a administração de naratriptano.

Naratriptano + Sumatriptano

Observações: O naratriptano não inibiu as enzimas da monoaminoxidase in vitro, pelo que não foram efectuados estudos de interações in vivo com inibidores destas enzimas. Estudos in vitro demonstraram que uma grande variedade de isoenzimas do citocromo P450 estão envolvidas no metabolismo limitado do naratriptano, não sendo, portanto, provável a ocorrência de interações medicamentosas metabólicas significativas envolvendo especificamente o sistema enzimático do citocromo P450. Considerando que 60% da dose de naratriptano é excretada por via renal, com secreção renal activa representando aproximadamente 30% da depuração total, poderão ocorrer interações com outros fármacos também secretados por via renal. No entanto, devido ao perfil de segurança do naratriptano, a inibição da sua secreção será provavelmente de menor importância, enquanto que a possibilidade do naratriptano inibir outros fármacos activamente secretados deverá ser considerada.
Interações: Existem dados limitados sobre interações com ergotamina, formulações contendo ergotamina, di-hidro-ergotamina (DHE) ou sumatriptano. O risco aumentado de vasospasmo coronário é uma possibilidade teórica com a administração concomitante destes fármacos e de agonistas dos receptores 5-HT1. Após administração de naratriptano, deverão decorrer pelo menos 24 horas até administração de uma formulação com ergotamina ou de qualquer triptano/agonista dos receptores 5-HT1.

Naratriptano + Inibidores da recaptação da noradrenalina

Observações: O naratriptano não inibiu as enzimas da monoaminoxidase in vitro, pelo que não foram efectuados estudos de interações in vivo com inibidores destas enzimas. Estudos in vitro demonstraram que uma grande variedade de isoenzimas do citocromo P450 estão envolvidas no metabolismo limitado do naratriptano, não sendo, portanto, provável a ocorrência de interações medicamentosas metabólicas significativas envolvendo especificamente o sistema enzimático do citocromo P450. Considerando que 60% da dose de naratriptano é excretada por via renal, com secreção renal activa representando aproximadamente 30% da depuração total, poderão ocorrer interações com outros fármacos também secretados por via renal. No entanto, devido ao perfil de segurança do naratriptano, a inibição da sua secreção será provavelmente de menor importância, enquanto que a possibilidade do naratriptano inibir outros fármacos activamente secretados deverá ser considerada.
Interações: Têm sido notificados casos de doentes com sintomas compatíveis com síndrome serotoninérgica (incluindo estados mentais alterados, instabilidade autonómica e anomalias neuromusculares) após a utilização de inibidores selectivos de recaptação da serotonina (SSRIs) ou inibidores selectivos da recaptação da noradrenalina e triptanos.

Naratriptano + Triptanos

Observações: O naratriptano não inibiu as enzimas da monoaminoxidase in vitro, pelo que não foram efectuados estudos de interações in vivo com inibidores destas enzimas. Estudos in vitro demonstraram que uma grande variedade de isoenzimas do citocromo P450 estão envolvidas no metabolismo limitado do naratriptano, não sendo, portanto, provável a ocorrência de interações medicamentosas metabólicas significativas envolvendo especificamente o sistema enzimático do citocromo P450. Considerando que 60% da dose de naratriptano é excretada por via renal, com secreção renal activa representando aproximadamente 30% da depuração total, poderão ocorrer interações com outros fármacos também secretados por via renal. No entanto, devido ao perfil de segurança do naratriptano, a inibição da sua secreção será provavelmente de menor importância, enquanto que a possibilidade do naratriptano inibir outros fármacos activamente secretados deverá ser considerada.
Interações: Têm sido notificados casos de doentes com sintomas compatíveis com síndrome serotoninérgica (incluindo estados mentais alterados, instabilidade autonómica e anomalias neuromusculares) após a utilização de inibidores selectivos de recaptação da serotonina (SSRIs) ou inibidores selectivos da recaptação da noradrenalina e triptanos.
 Sem significado Clínico

Tabaco (fumadores, Tabagismo) + Naratriptano

Observações: O naratriptano não inibiu as enzimas da monoaminoxidase in vitro, pelo que não foram efectuados estudos de interações in vivo com inibidores destas enzimas. Estudos in vitro demonstraram que uma grande variedade de isoenzimas do citocromo P450 estão envolvidas no metabolismo limitado do naratriptano, não sendo, portanto, provável a ocorrência de interações medicamentosas metabólicas significativas envolvendo especificamente o sistema enzimático do citocromo P450. Considerando que 60% da dose de naratriptano é excretada por via renal, com secreção renal activa representando aproximadamente 30% da depuração total, poderão ocorrer interações com outros fármacos também secretados por via renal. No entanto, devido ao perfil de segurança do naratriptano, a inibição da sua secreção será provavelmente de menor importância, enquanto que a possibilidade do naratriptano inibir outros fármacos activamente secretados deverá ser considerada.
Interações: Os contracetivos orais diminuem a depuração total do naratriptano em 30% e o tabaco aumenta a depuração total em 30%. No entanto não são necessários ajustes de dose.
Sem significado Clínico
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

A administração de naratriptano na gravidez deverá ser considerada apenas se o benefício esperado para a mãe justificar qualquer possível risco para o feto.



Deve ser evitada a amamentação durante 24 horas após o tratamento.



Recomenda-se precaução em doentes que realizem tarefas de perícia (ex, conduzir ou trabalhar com máquinas) por poder ocorrer sonolência como resultado de uma enxaqueca.



Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 31 de Outubro de 2019