Morfina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução DCI com Advertência no Dopping Uso Hospitalar DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica) DCI/Medicamento Psicofármaco
O que é
Narcóticos.

Morfina é o principal alcalóide do ópio e protótipo analgésico opiáceo narcótico.

A morfina tem vastos efeitos no sistema nervoso central e sobre o músculo liso.

Dopping: Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Usos comuns
A morfina é utilizada para aliviar a dor moderada a severa.

Pertence ao grupo de medicamentos chamados analgésicos narcóticos (medicamentos para a dor).

A morfina age sobre o sistema nervoso central (SNC), para aliviar a dor.
Tipo
pequena molécula
História
Foi isolado pela primeira vez em 1804 por Friedrich Serturner, acredita-se ter sido a primeira separação de uma planta natural alcalóide na história.

Foi distribuído pela primeira vez por em 1817, e comercialmente vendido pela primeira vez pela Merck em 1827, que na época era uma única e pequena loja de químicos.

Foi mais amplamente usada depois da invenção da agulha hipodérmica em 1857. Serturner originalmente chamou à substância de morphium segundo o deus grego dos sonhos Morpheus (em grego: Μορφεύς) pela sua tendência para causar sono.
Indicações
Dores intensas e/ou resistentes a analgésicos mais fracos.

Tratamento da dor grave e intratável, nomeadamente de origem oncológica.
Classificação CFT
02.12     Analgésicos estupefacientes
Mecanismo De Ação
A morfina é um derivado fenantrénico e o principal alcalóide do ópio.

É um analgésico opiáceo com actividade agonista nos receptores específicos situados no cérebro, medula espinal e outros tecidos (receptores opiáceos μ e, em menor extensão, nos receptores k).

Os receptores μ distribuem-se de forma discreta no cérebro, encontrando-se em elevadas quantidades na amígdala posterior, tálamo, hipotálamo, núcleo caudado, Putamen e determinadas áreas corticais.

Também se encontram nos axónios terminais de aferentes primários da substância gelatinosa da medula espinal e no núcleo espinal do nervo trigémio.


Actua essencialmente no S.N.C e no músculo liso.

Apesar da morfina ser predominantemente um depressor do S.N.C, apresenta alguma acção estimulante central, a qual resulta em náuseas, vómitos e miose.

A morfina geralmente aumenta o tónus do músculo liso, especialmente dos esfíncteres do tracto gastrointestinal e biliar.

Além da sua acção analgésica, a morfina possui numerosas acções farmacológicas adicionais (sedação, euforia, antitússico, miótico, depressor respiratório, emético, antidiarreico, etc.).


A morfina é um analgésico utilizado para o alívio da dor moderada ou forte, especialmente a dor associada a doenças neoplásicas, enfarte do miocárdio e cirurgia.


Quando se espera que a dor seja de curta duração, geralmente é preferível recorrer a um analgésico de acção mais curta que a morfina.

Para além de aliviar a dor, a morfina também alivia a ansiedade associada à dor intensa.

É útil como hipnótico quando a insónia se deve à dor, podendo também aliviar a dor associada a cólicas biliares ou renais; nestes casos pode tornar-se necessário recorrer a um antiespasmódico dado que a morfina aumenta o tónus do músculo liso.


A morfina reduz a motilidade intestinal, sendo por vezes usada no tratamento sintomático da diarreia.

Também alivia a dispneia que surge em consequência da insuficiência ventricular esquerda e do edema pulmonar.

É eficaz na supressão do tosse, no entanto, neste caso é preferível recorrer à codeína por não apresentar risco de desenvolver dependência.

A morfina pode ser necessária para controlar tosses intratáveis associadas ao cancro de pulmão em situação terminal.

A morfina tem sido utilizada no pré-operatório como adjuvante da anestesia, para alivio da dor e para combater a ansiedade.

Também é utilizada em doses elevadas como anestésico geral em certos tipos de intervenções cirúrgicas.
Posologia Orientativa
Via subcutânea ou intramuscular:
Por via subcutânea ou intramuscular, a dose usual de cloridrato de morfina, oscila entre 5 e 20 mg de 4 em 4 horas.



Adultos:
Dor, 5-20 mg/4 horas, geralmente 10 mg, de acordo com as necessidades; analgesia durante o parto, 10 mg.

A dose óptima recomendada para adultos é de 10 mg de morfina.



Dose pediátrica:
0,1-0,2 mg/kg/4 horas, de acordo com as necessidades, até 15 mg.

Em crianças com idades compreendidas entre 1 e 5 anos, a dose recomendada é de 2,5 a 5 mg.

Em crianças com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos, a dose recomendada oscila entre 5 e 10mg.



Intravenosa:
Doses superiores a 15 mg são normalmente administradas lentamente por via intravenosa; por vezes são utilizadas como dose de carga em perfusões contínuas.


As doses de manutenção normalmente utilizadas em perfusão contínua intravenosa oscilam geralmente entre 0,8 mg e 80 mg por hora, embora alguns pacientes necessitem de doses bastante mais elevadas.

Doses semelhantes têm sido usadas em perfusões contínuas subcutâneas.


Adultos:
Dor associada ao enfarte: 2-15 mg, podendo administrar-se doses crescentes (1-3 mg) em cada 5 a 30 minutos de acordo com a necessidade do doente e desde que não haja contra-indicação.

Em administração contínua, o ritmo inicial recomendado em adultos é de 0,8-10 mg/h, sendo posteriormente ajustado em função da resposta até um máximo de 80 mg/h.

Nos casos de dor muito intensa, podem ser utilizadas velocidades de perfusão até 440 mg/h.


Dose pediátrica:
0,03-0,15 mg/kg/h (dor crónica); 0,1-0,4 mg/kg/h (dor pós-operatória)

Epidural (lombar):
Adultos:
5 mg.

No caso de ser necessário, adicionar 1 ou 2 mg adicionais ao fim de uma hora, até uma dose total de 10 mg/24 h.



Intratecal (lombar):
Adultos:
0,2-1 mg/24 h.



Aquando de uma administração parentérica, a perfusão pode ser intermitente ou contínua, de acordo com as necessidades individuais do paciente em termos de analgesia.


Dado que a administração intravenosa rápida da maioria dos analgésicos opiáceos já tem determinado diversos efeitos adversos, deve-se reduzir a dosagem e administrar lentamente uma solução previamente diluída, durante alguns minutos.


Deverão estar sempre disponíveis equipamentos de ventilação artificial e um antagonista dos opiáceos.

Quando se administram analgésicos opiáceos por via parentérica, o paciente encontra-se, normalmente, entubado, devendo permanecer em posição recostada alguns minutos após a administração de morfina, de forma a minimizar os efeitos adversos que poderão surgir (hipotensão, sensação de enjoo, náuseas e vómitos).





As preparações orais de ação retardada tem uma posologia muito variável que deve ser verificada antes da utilização de cada especialidade terapêutica em concreto.

Os comprimidos devem ser administrados com intervalos de 12 horas.

A dose depende da intensidade da dor, da idade do doente e da necessidade prévia do uso de analgésicos.

O doente deve iniciar o tratamento com um ou dois comprimidos de 10 mg.
Administração
Vias subcutânea, intramuscular, intravenosa, epidural e intratecal.

Morfina será sempre administrada por um médico ou enfermeiro.

Instruções para a utilização
Quando se administra a morfina por via parentérica, o doente deve estar deitado ou permanecer encostado, de modo a minimizar os efeitos secundários, tais como a hipotensão,enjoo, atordoamento, náuseas e vómitos.
Antes da administração epidural deve-se verificar se a agulha ou o catéter foram colocados correctamente no espaço epidural. Pode realizar-se uma aspiração, de forma a comprovar a presença de líquido céfalo-raquidiano ou sangue, o que seria indicador da colocação subdural ou intravascular, respectivamente.
Recomenda-se que a administração de morfina por via intravenosa seja feita lentamente através de uma solução diluída e durante vários minutos.
No caso de ser necessário realizar uma diluição, esta deverá ser feita com uma solução isotónica de cloreto de sódio.
As ampolas de morfina não devem ser esterilizadas em autoclave.
As soluções para injecção destinam-se a uma única utilização. A administração deve ser feita imediatamente após abertura da ampola.
Após utilização rejeitar o volume residual da ampola.
Antes de administrar ler as informações contidas no folheto informativo.
Não usar após expirar a data de validade impressa no recipiente.
Contraindicações
Os analgésicos potentes, em especial a morfina, estão contra-indicados nas seguintes situações:
a) Choque.

Dado que o estado de choque torna o paciente susceptível à morfina, o seu uso deverá ser evitado a menos que haja dor muito intensa.


b) Asma brônquica.

A morfina está contra-indicada em caso de acesso de asma, dado que: aumenta a anóxia por depressão respiratória; inibe o reflexo da tosse, o qual elimina secreções brônquicas; produz broncoconstrição e liberta histamina.


c) Estados convulsivos.

Não se deve administrar morfina em caso de epilepsia, tétano, intoxicação por estricnina, pois pode aumentar as convulsões.


d) Geriatria e caquexia.

Existe nestes casos uma sensibilidade aumentada à morfina, pelo que tem que haver um ajuste da dose.


e) Intoxicação alcoólica aguda / delirium tremens
f) Doenças inflamatórias ou obstrutivas do intestino.


g) Lactentes e sobretudo recém-nascidos.

Apresentam uma sensibilidade aumentada aos opiáceos dado que a depressão provocada no centro respiratório é maior e o seu sistema de destoxificação de fármacos ainda se encontra incompleto.


h) Administração concomitante com inibidores da MAO e durante duas semanas após a interrupção dos mesmos.

Risco de íleus paralítico e síndrome abdominal agudo de etiologia desconhecida.


A morfina encontra-se ainda contra-indicada em doentes com alergia à morfina ou outras substâncias opiáceas, assim como em doentes com depressão respiratória ou doença respiratória obstrutiva grave.

A administração de morfina por via epidural ou intratecal encontra-se igualmente contra-indicada no caso de existir infecção no local da injecção e em doentes com alterações graves da coagulação.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
O perfil toxicológico da morfina é semelhante ao dos restantes analgésicos opiáceos, apesar dos efeitos indesejáveis apresentarem-se com mais frequência.


Nas doses normalmente utilizadas, os efeitos indesejáveis mais comuns da morfina e de outros analgésicos opiáceos são náuseas, vómitos, obstipação, sonolência e confusão mental, sudação, euforia; o uso prolongado geralmente desenvolve habituação.


Mesmo com doses terapêuticas pode existir uma moderada depressão respiratória.


Dependência física e psíquica pode surgir após 1-2 semanas.

Síndrome de privação surge algumas horas após a paragem do tratamento prolongado e atinge um máximo entre a 36ª e 72ª horas.


A micção pode tornar-se difícil e podem surgir espasmos biliares ou uretéricos; verifica-se também um efeito antidiurético.

Também pode surgir cefaleia, agitação, tremor, convulsões, ansiedade, depressão, insónia, hipertensão intracraneana, sensação de boca seca, espasmo da laringe, diarreia, cãibras abdominais, alterações do gosto, suores, rubor da face, vertigens, bradicárdia, palpitações, hipertensão, hipotensão, colapso, apneia, paragem cardíaca, retenção urinária, redução da líbido, impotência, visão nublada, nistagmo, edema, hipotermia, inquietação, alterações do humor, alucinações, diplopia e miose.

Este tipo de efeitos é mais vulgar em doentes de ambulatório, com dores não muito intensas, do que em doentes acamados.


Alguns pacientes apresentam aumento da pressão intracraneana.

Pode surgir rigidez muscular como consequência da administração de doses elevadas.


A administração de doses mais elevadas produz depressão respiratória e hipotensão, acompanhadas de insuficiências circulatórias e coma profundo.

Especialmente nas crianças podem surgir convulsões.

A insuficiência respiratória pode conduzir à morte.


A morfina e alguns dos outros opiáceos levam à libertação de histamina, de acordo com a dose administrada.

A histamina é uma das responsáveis pelo aparecimento de edema, urticária, prurido, erupções exantemáticas, hipotensão e rubor.

No local da injecção podem surgir dermatites de contacto, dor e irritação.

Raramente surgem reacções anafilácticas após administração intravenosa.


A administração epidural ou intratecal não elimina o risco de efeitos secundários graves.

A depressão respiratória pode surgir um pouco depois da administração devido à redistribuição venosa directa sobre os centros respiratórios do sistema nervoso central.

Além disso, pode produzir depressão respiração tardia até 24 horas após a administração, possivelmente como resultado da extensão rostral.

Depois da administração epidural ou intratecal de morfina, produz-se frequentemente retenção urinária, especialmente nos homens, que pode persistir durante 10 a 20 horas após a injecção, pelo pode ser necessária uma cateterização.

Também com frequência, e dependendo da dose, produz-se prurido generalizado.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Não há referências a malformações com o uso terapêutico de morfina; depressão respiratória neonatal; dependência do recém-nascido (de mães toxicodependentes) com sintomas de supressão; Ver Analgésicos opiáceos. Ausência de risco fetal, demonstrada em experimentação animal ou em estudos humanos (evidência fetal em animais, mas a necessidade pode justificar o risco, se usada por períodos longos ou em doses altas). Trimestre: 3º
Aleitamento
Aleitamento:Doses terapêuticas não afectam o lactente por períodos curtos; sintomas de supressão nos filhos de mães toxicodependentes; o aleitamento não é o melhor método de tratar eventual dependência do lactente e deve ser interrompido.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Ver Analgésicos opiáceos.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Ver Analgésicos opiáceos.
Conducao
Conducao:Altera significativamente a capacidade de condução.
Dopping
Dopping:Dopping: Narcóticos. Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Precauções Gerais
a ) Insuficiência hepática.

A administração de morfina em caso de cirrose ou hepatite aguda deve ser feita com muito cuidado dado que, como o processo de destoxificação da morfina no fígado se encontra muito diminuído nestas situações, facilmente se chega ao estado de coma mesmo utilizando pequenas doses.


b) Insuficiência respiratória.

Em processos pulmonares agudos e crónicos - efisema, doenças pulmonares crónicas -, sobretudo quando existe cianose e secreção brônquica excessiva, deve utilizar-se a morfina com extrema precaução, visto que este fármaco pode facilmente aumentar a anóxia por depressão do centro respiratório.


c) Insuficiência renal.


d) Hipotiroidismo, insuficiência adrenocortical.

Nestes casos os hipnoanalgésicos apresentam uma acção aumentada.

O mixedema não tratado constitui uma contra-indicação definida para
a morfina e demais opiáceos.


e) Lesões intracranianas.

Em caso de traumatismos e de hipertensão intracraneana deve administrar-se a morfina com cuidado dado o perigo de depressão do centro respiratório e de aumento da pressão intracraneana associados a este fármaco.


f) Hipertrofia prostática.


g) Miastenia grave.


Precauções também a ter em doentes que sofram de hipotensão, convulsões, diminuição da reserva respiratória, cirurgia prévia das vias biliares, flutter auricular e outras arritmias supraventriculares.

Pode haver retenção urinária em doentes com hipertrofia prostática ou doença uretral
Recomenda-se um controlo clínico especial na presença de pressão intracraneana aumentada, lesão cerebral, asma crónica, hipotensão, hipotiroidismo, taquicardia supraventricular, hipertrofia prostática ou estenose uretral, disfunção da vesícula biliar, doença inflamatória intestinal grave ou história de dependência de estupefacientes.


As doses deverão ser reduzidas no caso de doentes muito jovens, doentes geriátricos, doentes debilitados ou insuficientes renais e hepáticos, na medida em que estes podem ser mais sensíveis aos efeitos da morfina, especialmente à depressão respiratória.

Os recém-nascidos são igualmente mais sensíveis aos opiáceos.

Isto reforça a ideia de que a dor deve ser controlada de modo individual.


Os analgésicos opiáceos podem interferir com os estudos de esvaziamento gástrico, dado que o retardam; com a determinação das lipases plasmáticas, dado que aumentam a pressão intrabiliar impedindo o normal esvaziamento biliar; interferem também com a determinação de alguns valores fisiológicos como sejam a pressão do líquido céfalo-raquidiano (LCR), este encontra-se aumentado como consequência da depressão respiratória; interferem com a determinação da Alanina aminotranferase sérica, bilirrubina sérica, desidrogenase láctica sérica (LDH), fosfatase alcalina sérica entre outros.


Recomenda-se a monitorização da função respiratória aquando da administração de opiáceos.


A administração repetida pode produzir dependência e tolerância.

Existe tolerância cruzada e dependência cruzada entre opiáceos que actuam nos mesmos receptores da dor.

A interrupção brusca do tratamento em doentes com dependência física pode precipitar uma síndrome de abstinência.

Também podem apresentar-se sintomas de abstinência depois da administração de um antagonista opiáceo (naloxona ou naltrexona) ou de um agonista/antagonista (pentazocina) a doentes com dependência aos opiáceos.


A dependência física dos doentes que recebem tratamento prolongado para a dor crónica intensa raramente conduz a uma dependência real.


Para a administração epidural ou intratecal é preferível a injecção na região lombar, devido ao aumento do risco de depressão respiratória quando a administração é feita na região torácica.


Em doentes em choque, a alteração da perfusão pode evitar a absorção completa após uma injecção intramuscular ou subcutânea.

A administração repetida pode originar uma sobredosagem visto que há uma absorção excessiva quando se recupera a circulação.
Cuidados com a Dieta
Não tome qualquer bebida com álcool enquanto estiver a utilizar este medicamento, visto que o álcool potencia o efeito sedativo da morfina.
Terapêutica Interrompida
Via injetável: Este medicamento será administrado por profissionais de saúde.

Se pensa que se esqueceram de lhe dar uma dose de Morfina, informe o seu médico ou enfermeiro.


Via oral: Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Conservar na embalagem de origem para proteger da luz.

Não conservar acima de 25ºC.


Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Floroglucinol + Simeticone + Morfina

Observações: N.D.
Interações: A associação de floroglucinol com analgésicos opióides, como a morfina ou seus derivados, deve ser evitada devido ao seu efeito espasmogénico.
 Potencialmente Grave

Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO) + Morfina

Observações: Aumento das reservas de nordrenalina nos neurónios adrenérgicos; Deslocamento destas reservas por outros fármacos que podem desencadear uma crise hipertensiva; Os IMAOs têm actividade hipoglicémica intrínseca
Interações: Analgésicos narcóticos: alguns doentes desenvolvem hipertensão, rigidez, excitação; a petidina é mais provável interagir do que a morfina - Morfina

Ziconotida + Morfina

Observações: Não foram realizados estudos clínicos específicos de interação medicamentosa com ziconotida. No entanto, as baixas concentrações plasmáticas da ziconotida, o metabolismo por peptidases ubíquas e a ligação relativamente baixa às proteínas plasmáticas tornam pouco prováveis as interações metabólicas ou as interações do tipo de deslocação de proteínas plasmáticas entre a ziconotida e outros medicamentos.
Interações: É possível adicionar ziconotida IT a doses estáveis de morfina IT, mas é necessária uma atenção especial, visto ter sido observada uma elevada taxa de reações adversas neuropsiquiátricas (confusão/pensamentos anómalos, reações paranoides e alucinações, e marcha anormal), alguns dos quais graves, no estudo 202 apesar de uma dose baixa de ziconotida. Foram igualmente observados vómitos e anorexia bem como edema periférico quando a ziconotida IT foi adicionada à morfina IT. A adição de morfina IT a doses estáveis de zicotonida IT é melhor tolerada (foi reportado prurido).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ritonavir + Morfina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não Antirretrovirais Coadministrados: Analgésicos: Morfina: Os níveis de morfina podem estar diminuídos devido a indução de glucuronidação pelo ritonavir coadministrado como medicamento antirretroviral ou como potenciador farmacocinético.

Pitolisant + Morfina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Medicamentos cujo metabolismo pode ser afetado pelo pitolisant: Substratos da CYP3A4 e da CYP2B6: Com base nos dados in vitro, o pitolisant e os seus metabolitos principais podem induzir a CYP3A4 e a CYP2B6 em concentrações terapêuticas, e a CYP2C, UGT e glicoproteína-P por extrapolação. Não existem dados clínicos disponíveis sobre a magnitude desta interação. Por conseguinte, a associação de pitolisant com substratos da CYP3A4 com uma margem terapêutica estreita (por exemplo, imunossupressores, docetaxel, inibidores das quinases, cisaprida, pimozida, halofantrina), deve ser evitada. Medicamentos cujo metabolismo pode ser afetado pelo pitolisant: Com outros substratos da CYP3A4, CYP2B6 (por exemplo, efavirenz, bupropiona), CYP2C (por exemplo, repaglinida, fenitoína, varfarina), glicoproteína-P (por exemplo, dabigatrano, digoxina) e UGT (por exemplo, morfina, paracetamol, irinotecano), é necessária precaução quanto à monitorização clínica da sua eficácia.
 Potencialmente Fatal

Clorodiazepóxido + Brometo de clidínio + Morfina

Observações: N.D.
Interações: Produtos derivados da morfina: Risco aumentado de depressão respiratória, que pode ser fatal no caso de sobredosagem.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Alizaprida + Morfina

Observações: N.D.
Interações: Os depressores do sistema nervoso central (neurolépticos, derivados da morfina, hipnóticos, ansiolíticos, antihistamínicos sedativos H1, antidepressores sedativos, barbitúricos, clonidina e relacionados) usados concomitantemente a alizaprida potencializam os efeitos sedativos depressores do sistema nervoso central.

Moxifloxacina + Morfina

Observações: n.d.
Interações: Interações com medicamentos: Estudos clínicos demonstraram que não existem interações após a administração concomitante de moxifloxacina com: Ranitidina, probenecide, contracetivos orais, suplementos de cálcio, morfina administrada por via parentérica, teofilina, ciclosporina ou itraconazol. Os estudos in vitro com enzimas do citocromo P450 humano apoiam estes dados. Considerando estes resultados é improvável a ocorrência de uma interação metabólica mediada por enzimas do citocromo P450.

Gabapentina + Morfina

Observações: N.D.
Interações: Num estudo que envolveu voluntários saudáveis (N=12), quando se administrou uma cápsula de libertação controlada de 60 mg de morfina 2 horas antes da administração de uma cápsula de 600 mg de gabapentina, a AUC média da gabapentina aumentou em 44% em comparação com a gabapentina administrada sem morfina. Por conseguinte, os doentes devem ser cuidadosamente observados para sinais de depressão do SNC, como sonolência, e a dose de gabapentina ou de morfina deve ser diminuída de forma apropriada.

Ciamemazina + Morfina

Observações: N.D.
Interações: Associações a vigiar: Outros depressores do SNC: - derivados morfínicos (analgésicos a antitússicos), a maioria dos anti-histamínicos H1, barbitúricos, benzodiazepinas, outros tranquilizantes, clonidina e afins: potenciação da depressão central, podendo ter consequências importantes, nomeadamente em casos de condução automóvel ou utilização de máquinas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Droperidol + Morfina

Observações: N.D.
Interações: O droperidol pode potenciar a ação dos sedativos (barbitúricos, benzodiazepinas e derivados da morfina). O mesmo aplica-se a agentes antihipertensores, pelo que pode ocorrer hipotensão ortostática.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dienogest + Etinilestradiol + Morfina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. As interações do etinilestradiol e o dienogest, com outros medicamentos podem aumentar ou diminuir ou ambas, as concentrações séricas das hormonas esteroides. A redução das concentrações séricas de etinilestradiol/dienogest pode levar a um aumento das hemorragias intercorrentes e dos distúrbios menstruais e reduzir a eficácia do contracetivo do Dienogest / Etinilestradiol; o aumento de etinilestradiol/dienogest nos níveis séricos pode levar a um aumento de incidência e aumento da expressão de efeitos secundários.
Interações: Dienogest / Etinilestradiol contidos nas hormonas esteroides podem influenciar o metabolismo de outros medicamentos: - Inibindo as enzimas microssomais hepáticas, resultando num aumento das concentrações séricas de medicamentos, tais como o diazepam (e algumas outras benzodiazepinas), teofilina, ciclosporina e glucocorticoides, - Através da indução da glucuronidação hepática, resultando na diminuição das concentrações séricas de clofibrato por exemplo, paracetamol, morfina, lorazepam (e algumas outras benzodiazepinas) e lamotrigina. Estudos in vitro mostraram que o dienogest em concentrações relevantes não inibe as enzimas do citocromo P-450, pelo que a este nível não se esperam interações medicamentosas. Adicionalmente devem ser verificadas as informações técnicas dos medicamentos prescritos para verificar possíveis interações com Dienogest / Etinilestradiol. A necessidade de insulina ou de agentes hipoglicemiantes orais pode ser alterada em função da influência da tolerância à glicose.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Crizotinib + Morfina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Estudos in vitro indicam que o crizotinib é um inibidor fraco da UGT1A1 e UGT2B7. Portanto, o crizotinib pode ter o potencial para aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos coadministrados que são metabolizados predominantemente pela UGT1A1 (por exemplo, raltegravir, irinotecano) ou UGT2B7 (por exemplo, morfina, naloxona).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cloromadinona + Etinilestradiol + Morfina

Observações: A interação do etinilestradiol, com outros medicamentos, pode aumentar ou reduzir as concentrações séricas de etinilestradiol. Em caso de necessidade de tratamento prolongado com essas subtâncias ativas, devem ser utilizados métodos contracetivos não hormonais. Concentrações séricas reduzidas de etinilestradiol podem aumentar as hemorragias intracíclicas e as perturbações dos ciclos, e reduzir a eficácia contracetiva de Cloromadinona / Etinilestradiol; concentrações séricas aumentadas de etinilestradiol podem aumentar a frequência e a gravidade dos efeitos indesejáveis.
Interações: Os seguintes medicamentos/substâncias ativas podem aumentar as concentrações séricas de etinilestradiol: O etinilestradiol pode afetar o metabolismo de outras substâncias: Por inibir as enzimas microssomais hepáticas e, por esse motivo, aumentar as concentrações séricas de substâncias ativas, tais como diazepam (e outras benzodiazepinas metabolizadas por hidroxilação), ciclosporina, teofilina e prednisolona. Por induzir a glucuronização hepática e, por esse motivo, reduzir as concentrações séricas de por exemplo clofibrato, paracetamol, morfina e lorazepam. As necessidades de insulina ou de antidiabéticos orais (agentes que diminuem a glucose sanguínea) podem alterar-se em consequência da influência na tolerência à glucose. O mesmo pode ser válido para os medicamentos tomados pouco tempo antes. O Resumo das Características do Medicamento dos medicamentos prescritos devem ser consultados tendo em atenção as possíveis interações com Cloromadinona / Etinilestradiol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Mequitazina + Morfina

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em conta: Outros depressores do sistema nervoso central (antidepressivos imipramínicos, sedativos barbitúricos, benzodiazepinas, clonidina e substâncias relacionadas, hipnóticos, derivados da morfina [analgésicos, antitússicos, tratamentos de substituição], neurolépticos, ansiolíticos): Aumento da depressão central. A alteração do estado de vigília pode tornar-se perigosa no caso de condução de veículos e utilização de máquinas.

Nalbufina + Morfina

Observações: N.D.
Interações: Combinações contraindicadas: Agonista de morfina puro (como morfina, petidina, dextromoramida, di-hidrocodeína, dextropropoxifeno, metadona, levacetilmetadol): Os agonistas μ puros reduzem o efeito analgésico devido a um bloqueio de receptor competitivo.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Veraliprida + Morfina

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em atenção: Outros depressores do sistema nervoso central: Tais como derivados da morfina (analgésicos antitússicos e tratamentos de substituição), barbitúricos; benzodiazepinas; outros ansióliticos para além das benzodiazepinas: carbamatos, captodiaminas, étifoxinas; hipnóticos; antidepressivos sedativos; anti-histamínicos sedativos H1, antihipertensores centrais; baclofeno; talidomida. Potenciação da depressão central. A alteração do estado vigil pode tornar-se perigosa na condução de veículos e na utilização de máquinas.

Moclobemida + Morfina

Observações: N.D.
Interações: A morfina e o fentanil devem ser utilizados com precaução. Pode ser necessário um ajuste da dose destes fármacos.

Topotecano + Morfina

Observações: Não foram efetuados estudos de interação farmacocinética in vivo no ser humano. O topotecano não inibe as enzimas P450 humanas.
Interações: Num estudo populacional, a administração intravenosa concomitante de granissetrom, ondansetrom, morfina ou corticosteroides não pareceu ter um efeito significativo na farmacocinética do topotecano total (formas ativa e inativa).

Esmolol + Morfina

Observações: N.D.
Interações: Quando a interação entre morfina intravenosa e Esmolol foi estudada em indivíduos normais, não foi observado qualquer efeito nos níveis de morfina no sangue. Os níveis de sangue estabilizados de Esmolol aumentaram cerca de 46% na presença de morfina, mas nenhum outro parâmetro farmacocinético foi alterado. O efeito de Esmolol na duração do bloqueio neuromuscular devido ao cloreto de suxametónio, foi estudado em doentes submetidos a cirurgia. O início do bloqueio neuromuscular devido ao cloreto de suxametónio não foi afetado pelo Esmolol, mas a duração do bloqueio neuromuscular foi prolongada de 5 para 8 minutos. Ainda que as interações observadas em estudos com varfarina, digoxina, morfina ou cloreto de suxametónio não sejam de importância clínica relevante, o Esmolol deve ser titulado com cuidado em doentes a receber tratamento simultâneo com varfarina, digoxina, morfina ou cloreto de suxametónio.

Metoclopramida + Morfina

Observações: Devido ao efeito procinético da metoclopramida, a absorção de alguns medicamentos pode ser alterada.
Interações: Combinação a ter em consideração: Devido ao efeito procinético da metoclopramida, a absorção de alguns medicamentos pode ser alterada. Anticolinérgicos e derivados morfínicos: Os anticolinérgicos e os derivados morfínicos podem ter ambos um antagonismo mútuo com a metoclopramida na motilidade do trato intestinal. Depressores do sistema nervoso central (derivados morfínicos, ansiolíticos, sedativos Antihistamínicos H1, sedativos antidepressivos, barbitúricos, clonidina e relacionados): Os efeitos sedativos dos depressores do Sistema Nervoso Central e da metoclopramida são potenciados.

Dexclorofeniramina + Morfina

Observações: N.D.
Interações: Contraindicações da utilização concomitante: Associações com outros depressores do sistema nervoso central (derivados morfínicos (analgésicos e Antitússicos)). Aumento na depressão central. Deterioração do estado de alerta que poderia tornar perigosa a condução e operação de máquinas.

Indinavir + Morfina

Observações: n.d.
Interações: INDINAVIR POTENCIADO COM RITONAVIR. ANALGÉSICOS: Morfina: Interação com indinavir/ritonavir não estudada. Os níveis de morfina podem sofrer uma diminuição devido à indução da glucuronização causada pela administração concomitante de ritonavir. É recomendada monitorização cuidadosa da terapêutica e dos efeitos adversos, quando a morfina é administrada concomitantemente com indinavir/ritonavir.

Etcorvinol + Morfina

Observações: N.D.
Interações: Usando etclorvinol com qualquer um dos seguintes medicamentos normalmente não é recomendada, mas pode não ser necessária em alguns casos. Se ambos os medicamentos são prescritos em conjunto, o médico pode alterar a dose. - Adinazolam - Alfentanil - Alprazolam - Amobarbital - Anileridina - Aprobarbital - Brofaromina - Bromazepam - Brotizolam - Buprenorfina - Butabarbital - Butalbital - Carbinoxamina - Carisoprodol - Clorodiazepóxido - Clorzoxazona - Clobazam - Clonazepam - Clorazepato - Clorgilina - Codeína - Dantroleno - Diazepam - Estazolam - Fentanilo - Flunitrazepam - Flurazepam - Furazolidona - Halazepam - Hidrocodona - Hidromorfona - Iproniazida - Isocarboxazida - Cetazolam - Lazabemida - Levorfanol - Linezolida - lorazepam - lormetazepam - Meclizina - Medazepam - meperidina - mefenesina - meprobamato - metaxalone - metadona - Metocarbamol - Metoexital - Midazolam - Moclobemida - Morfina - Nialamida - Nitrazepam - Nordazepam - Oxazepam - Oxicodona - Oximorfona - Pargilina - Pentobarbital - Fenelzina - Fenobarbital - Prazepam - Primidona - Procarbazina - Propoxifeno - Quazepam - Rasagilina - Remifentanil - Secobarbital - Selegilina - Sufentanil - Suvorexanto - Tapentadol - Temazepam - Tiopental - Toloxatona - Tranilcipromina - Triazolam - Zolpidem

Netupitant + Palonossetrom + Morfina

Observações: N.D.
Interações: Interações adicionais É improvável que o Netupitant / Palonossetrom interaja com medicamentos que sejam substratos da gp-P. O netupitant não é um substrato da gp-P. Não se observaram alterações na farmacocinética da digoxina quando se administrou netupitant no Dia 8 de um regime de 12 dias com digoxina. É improvável que haja inibição da proteína transportadora de efluxo BCRP e da isoenzima UGT2B7 da glucuronidação pelo netupitant e pelos seus metabolitos e, caso ocorra, a mesma apresenta uma relevância clínica mínima. Os dados in vitro mostram que o netupitant inibe a UGT2B7, não estando estabelecida a amplitude de um tal efeito no enquadramento clínico. Recomenda-se precaução ao associar-se o netupitant a um substrato oral desta enzima (p. ex., zidovudina, ácido valproico, morfina). Os dados in vitro sugerem que o netupitant inibe a proteína transportadora de efluxo BCRP. A relevância clínica deste efeito não está estabelecida. Os dados in vitro mostram que o netupitant é um inibidor da gp-P. Num estudo efetuado em voluntários saudáveis, o netupitant não afetou a exposição da digoxina, um substrato da gp-P, que aumentou a sua Cmáx 1,09 vezes [IC de 90% 0,9-1,31]. Não se exclui que este efeito possa ser mais acentuado, e nesse caso clinicamente relevante, em doentes oncológicos, especialmente naqueles com função renal anormal. Por conseguinte, recomenda-se precaução quando o netupitant é associado à digoxina ou a outros substratos da gp-P, tais como, o dabigatrano ou a colquicina.

Morfina + Analgésicos

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se em atenção o facto de vários medicamentos e substâncias poderem adicionar os seus efeitos depressores do sistema nervoso central e contribuírem para a diminuição da vigília. Tratam-se dos derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição), neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos além das benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, antidepressores sedativos (amitriptilina, doxepina, mianserina, Mirtazapina, trimipramina), anti-histamínicos H1 sedativos, antihipertensores centrais, baclofeno e talidomida. Associações a ter em conta: Outros analgésicos morfínicos agonistas (alfentanilo, codeína, dextromoramida, dextropropoxifeno, di-hidrocodeína, fentanilo, oxicodona, petidina, fenoperidina, remifentanilo, sufentanilo, tramadol).

Morfina + Antitússicos

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se em atenção o facto de vários medicamentos e substâncias poderem adicionar os seus efeitos depressores do sistema nervoso central e contribuírem para a diminuição da vigília. Tratam-se dos derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição), neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos além das benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, antidepressores sedativos (amitriptilina, doxepina, mianserina, Mirtazapina, trimipramina), anti-histamínicos H1 sedativos, antihipertensores centrais, baclofeno e talidomida. Associações a ter em conta: Antitússicos morfina-like (dextrometorfano, noscapina, folcodina). Antitússicos verdadeiramente morfínicos (codeína, etilmorfina): - Barbitúricos - Benzodiazepinas e substâncias aparentadas Risco aumentado de depressão respiratória que pode ser fatal em caso de sobredosagem.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Indocianina verde + Morfina

Observações: N.D.
Interações: Seguidamente, apresenta-se uma lista geral das interações com outros medicamentos: Anticonvulsivantes Compostos de bissulfito Haloperidol Heroina Meperidina Metamizol Metadona Morfina Nitrofurantoina Alcaloides opiáceos Fenobarbital Fenilbutazona

Morfina + Neurolépticos

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se em atenção o facto de vários medicamentos e substâncias poderem adicionar os seus efeitos depressores do sistema nervoso central e contribuírem para a diminuição da vigília. Tratam-se dos derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição), neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos além das benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, antidepressores sedativos (amitriptilina, doxepina, mianserina, Mirtazapina, trimipramina), anti-histamínicos H1 sedativos, antihipertensores centrais, baclofeno e talidomida.

Morfina + Barbitúricos

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se em atenção o facto de vários medicamentos e substâncias poderem adicionar os seus efeitos depressores do sistema nervoso central e contribuírem para a diminuição da vigília. Tratam-se dos derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição), neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos além das benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, antidepressores sedativos (amitriptilina, doxepina, mianserina, Mirtazapina, trimipramina), anti-histamínicos H1 sedativos, antihipertensores centrais, baclofeno e talidomida. Associações a ter em conta: Antitússicos verdadeiramente morfínicos (codeína, etilmorfina): - Barbitúricos - Benzodiazepinas e substâncias aparentadas Risco aumentado de depressão respiratória que pode ser fatal em caso de sobredosagem.

Morfina + Benzodiazepinas

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se em atenção o facto de vários medicamentos e substâncias poderem adicionar os seus efeitos depressores do sistema nervoso central e contribuírem para a diminuição da vigília. Tratam-se dos derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição), neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos além das benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, antidepressores sedativos (amitriptilina, doxepina, mianserina, Mirtazapina, trimipramina), anti-histamínicos H1 sedativos, antihipertensores centrais, baclofeno e talidomida. Associações a ter em conta: Antitússicos verdadeiramente morfínicos (codeína, etilmorfina): - Barbitúricos - Benzodiazepinas e substâncias aparentadas Risco aumentado de depressão respiratória que pode ser fatal em caso de sobredosagem.

Morfina + Ansiolíticos

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se em atenção o facto de vários medicamentos e substâncias poderem adicionar os seus efeitos depressores do sistema nervoso central e contribuírem para a diminuição da vigília. Tratam-se dos derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição), neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos além das benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, antidepressores sedativos (amitriptilina, doxepina, mianserina, Mirtazapina, trimipramina), anti-histamínicos H1 sedativos, antihipertensores centrais, baclofeno e talidomida.

Morfina + Meprobamato

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se em atenção o facto de vários medicamentos e substâncias poderem adicionar os seus efeitos depressores do sistema nervoso central e contribuírem para a diminuição da vigília. Tratam-se dos derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição), neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos além das benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, antidepressores sedativos (amitriptilina, doxepina, mianserina, Mirtazapina, trimipramina), anti-histamínicos H1 sedativos, antihipertensores centrais, baclofeno e talidomida.

Furazolidona + Morfina

Observações: N.D.
Interações: A utilização de furazolidona com qualquer um dos seguintes medicamentos não é geralmente recomendada, mas pode ser necessária em alguns casos. - Salbutamol (albuterol) - Altretamina - Anfetamina - Formoterol (Arformoterol) - Abacate - Bambuterol - Laranja amarga - Clenbuterol - Difenoxina - Difenoxilato - Dolasetrona - Droperidol - Efedrina - Etcorvinol - Fenoterol - Fentanilo - Formoterol - Frovatriptano - Granisetron - Guaraná - Hexoprenalina - Hidrocodona - Hidromorfona - Indacaterol - Iobenguano (123I) - Isoetarina - Kava - Levalbuterol - Alcaçuz - Lisdexanfetamina - Lorcaserina - Ma Huang - Meperidina - Metaproterenol - Metaraminol - Morfina - Naratriptano - Norepinefrina - Olodaterol - Oxicodona - Palonossetrom - Fenilefrina - Fenilpropanolamina - Pirbuterol - Procaterol - Reboxetina - Reproterol - Ritodrina - Salmeterol - Erva de São João (Hipericão) - Terbutalina - Tretoquinol - Tulobuterol - Tirosina - Vilanterol - Ziprasidona

Morfina + Hipnóticos

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se em atenção o facto de vários medicamentos e substâncias poderem adicionar os seus efeitos depressores do sistema nervoso central e contribuírem para a diminuição da vigília. Tratam-se dos derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição), neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos além das benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, antidepressores sedativos (amitriptilina, doxepina, mianserina, Mirtazapina, trimipramina), anti-histamínicos H1 sedativos, antihipertensores centrais, baclofeno e talidomida.

Morfina + Sedativos

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se em atenção o facto de vários medicamentos e substâncias poderem adicionar os seus efeitos depressores do sistema nervoso central e contribuírem para a diminuição da vigília. Tratam-se dos derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição), neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos além das benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, antidepressores sedativos (amitriptilina, doxepina, mianserina, Mirtazapina, trimipramina), anti-histamínicos H1 sedativos, antihipertensores centrais, baclofeno e talidomida. Associações a ter em conta: Outros medicamentos sedativos: Aumento da depressão central. A alteração no estado de vigília pode tornar perigosa a condução de veículos e utilização de máquinas.

Morfina + Amitriptilina

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se em atenção o facto de vários medicamentos e substâncias poderem adicionar os seus efeitos depressores do sistema nervoso central e contribuírem para a diminuição da vigília. Tratam-se dos derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição), neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos além das benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, antidepressores sedativos (amitriptilina, doxepina, mianserina, Mirtazapina, trimipramina), anti-histamínicos H1 sedativos, antihipertensores centrais, baclofeno e talidomida.

Morfina + Doxepina

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se em atenção o facto de vários medicamentos e substâncias poderem adicionar os seus efeitos depressores do sistema nervoso central e contribuírem para a diminuição da vigília. Tratam-se dos derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição), neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos além das benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, antidepressores sedativos (amitriptilina, doxepina, mianserina, Mirtazapina, trimipramina), anti-histamínicos H1 sedativos, antihipertensores centrais, baclofeno e talidomida.

Morfina + Mianserina

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se em atenção o facto de vários medicamentos e substâncias poderem adicionar os seus efeitos depressores do sistema nervoso central e contribuírem para a diminuição da vigília. Tratam-se dos derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição), neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos além das benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, antidepressores sedativos (amitriptilina, doxepina, mianserina, Mirtazapina, trimipramina), anti-histamínicos H1 sedativos, antihipertensores centrais, baclofeno e talidomida.

Morfina + Mirtazapina

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se em atenção o facto de vários medicamentos e substâncias poderem adicionar os seus efeitos depressores do sistema nervoso central e contribuírem para a diminuição da vigília. Tratam-se dos derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição), neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos além das benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, antidepressores sedativos (amitriptilina, doxepina, mianserina, Mirtazapina, trimipramina), anti-histamínicos H1 sedativos, antihipertensores centrais, baclofeno e talidomida.

Morfina + Trimipramina

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se em atenção o facto de vários medicamentos e substâncias poderem adicionar os seus efeitos depressores do sistema nervoso central e contribuírem para a diminuição da vigília. Tratam-se dos derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição), neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos além das benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, antidepressores sedativos (amitriptilina, doxepina, mianserina, Mirtazapina, trimipramina), anti-histamínicos H1 sedativos, antihipertensores centrais, baclofeno e talidomida.

Morfina + Antihistamínicos

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se em atenção o facto de vários medicamentos e substâncias poderem adicionar os seus efeitos depressores do sistema nervoso central e contribuírem para a diminuição da vigília. Tratam-se dos derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição), neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos além das benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, antidepressores sedativos (amitriptilina, doxepina, mianserina, Mirtazapina, trimipramina), anti-histamínicos H1 sedativos, antihipertensores centrais, baclofeno e talidomida.

Morfina + Antihipertensores

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se em atenção o facto de vários medicamentos e substâncias poderem adicionar os seus efeitos depressores do sistema nervoso central e contribuírem para a diminuição da vigília. Tratam-se dos derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição), neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos além das benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, antidepressores sedativos (amitriptilina, doxepina, mianserina, Mirtazapina, trimipramina), anti-histamínicos H1 sedativos, antihipertensores centrais, baclofeno e talidomida.

Morfina + Baclofeno

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se em atenção o facto de vários medicamentos e substâncias poderem adicionar os seus efeitos depressores do sistema nervoso central e contribuírem para a diminuição da vigília. Tratam-se dos derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição), neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos além das benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, antidepressores sedativos (amitriptilina, doxepina, mianserina, Mirtazapina, trimipramina), anti-histamínicos H1 sedativos, antihipertensores centrais, baclofeno e talidomida.

Morfina + Talidomida

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se em atenção o facto de vários medicamentos e substâncias poderem adicionar os seus efeitos depressores do sistema nervoso central e contribuírem para a diminuição da vigília. Tratam-se dos derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição), neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos além das benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, antidepressores sedativos (amitriptilina, doxepina, mianserina, Mirtazapina, trimipramina), anti-histamínicos H1 sedativos, antihipertensores centrais, baclofeno e talidomida.

Morfina + Opiáceos

Observações: N.D.
Interações: Associações contraindicadas: Agonistas-antagonistas opiáceos (buprenorfina, nalbufina, pentazocina): Diminuição do efeito analgésico ou antitússico por bloqueio competitivo dos receptores, com risco de aparecimento de síndrome de abstinência.

Morfina + Buprenorfina

Observações: N.D.
Interações: Associações contraindicadas: Agonistas-antagonistas opiáceos (buprenorfina, nalbufina, pentazocina): Diminuição do efeito analgésico ou antitússico por bloqueio competitivo dos receptores, com risco de aparecimento de síndrome de abstinência.

Morfina + Nalbufina

Observações: N.D.
Interações: Associações contraindicadas: Agonistas-antagonistas opiáceos (buprenorfina, nalbufina, pentazocina): Diminuição do efeito analgésico ou antitússico por bloqueio competitivo dos receptores, com risco de aparecimento de síndrome de abstinência.

Morfina + Pentazocina

Observações: N.D.
Interações: Associações contraindicadas: Agonistas-antagonistas opiáceos (buprenorfina, nalbufina, pentazocina): Diminuição do efeito analgésico ou antitússico por bloqueio competitivo dos receptores, com risco de aparecimento de síndrome de abstinência.

Morfina + Naltrexona

Observações: N.D.
Interações: Associações desaconselhadas: Naltrexona: Risco de diminuição do efeito analgésico. Se necessário aumentar as doses do derivado da morfina.

Morfina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Associações desaconselhadas: Consumo de álcool: O álcool potencia o efeito sedativo destas substâncias. A alteração da atenção pode ser perigosa para a condução de veículos e utilização de máquinas. Deve ser evitada a ingestão de bebidas alcoólicas e medicamentos contendo álcool.

Morfina + Rifampicina

Observações: N.D.
Interações: Associações que devem ser usadas com precaução: Rifampicina: Diminuição das concentrações e eficácia da morfina e do seu metabolito activo. É aconselhada vigilância clínica e uma eventual adaptação da posologia da morfina durante e após o tratamento com rifampicina.

Morfina + Alfentanilo

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em conta: Outros analgésicos morfínicos agonistas (alfentanilo, codeína, dextromoramida, dextropropoxifeno, di-hidrocodeína, fentanilo, oxicodona, petidina, fenoperidina, remifentanilo, sufentanilo, tramadol).

Morfina + Codeína

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em conta: Outros analgésicos morfínicos agonistas (alfentanilo, codeína, dextromoramida, dextropropoxifeno, di-hidrocodeína, fentanilo, oxicodona, petidina, fenoperidina, remifentanilo, sufentanilo, tramadol). Associações a ter em conta: Antitússicos verdadeiramente morfínicos (codeína, etilmorfina): - Barbitúricos - Benzodiazepinas e substâncias aparentadas Risco aumentado de depressão respiratória que pode ser fatal em caso de sobredosagem.

Morfina + Dextromoramida

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em conta: Outros analgésicos morfínicos agonistas (alfentanilo, codeína, dextromoramida, dextropropoxifeno, di-hidrocodeína, fentanilo, oxicodona, petidina, fenoperidina, remifentanilo, sufentanilo, tramadol).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cloreto de suxametónio + Morfina

Observações: N.D.
Interações: Os inibidores da colinesterase, particularmente aqueles pertencentes ao grupo dos organofosforados irreversíveis, reduzem substancialmente a actividade das pseudocolinesterases plasmáticas. Outros fármacos, como por exemplo, a ciclofosfamida, contracetivos orais, glucocorticóides, o pancurónio, a neostigmina, a fenelzina, as fenotiazinas, a tiotepa, piridostigmina, edrofónio, clorpromazina, morfina, antagonistas da morfina e petidina reduzem as concentrações de pseudocolinesterases e, consequentemente, aumentam os efeitos de bloqueio neuromuscular devido ao cloreto de suxametónio.

Morfina + Dextropropoxifeno

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em conta: Outros analgésicos morfínicos agonistas (alfentanilo, codeína, dextromoramida, dextropropoxifeno, di-hidrocodeína, fentanilo, oxicodona, petidina, fenoperidina, remifentanilo, sufentanilo, tramadol).

Morfina + Di-hidrocodeína

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em conta: Outros analgésicos morfínicos agonistas (alfentanilo, codeína, dextromoramida, dextropropoxifeno, di-hidrocodeína, fentanilo, oxicodona, petidina, fenoperidina, remifentanilo, sufentanilo, tramadol).

Morfina + Fentanilo

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em conta: Outros analgésicos morfínicos agonistas (alfentanilo, codeína, dextromoramida, dextropropoxifeno, di-hidrocodeína, fentanilo, oxicodona, petidina, fenoperidina, remifentanilo, sufentanilo, tramadol).

Morfina + Oxicodona

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em conta: Outros analgésicos morfínicos agonistas (alfentanilo, codeína, dextromoramida, dextropropoxifeno, di-hidrocodeína, fentanilo, oxicodona, petidina, fenoperidina, remifentanilo, sufentanilo, tramadol).

Morfina + Petidina

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em conta: Outros analgésicos morfínicos agonistas (alfentanilo, codeína, dextromoramida, dextropropoxifeno, di-hidrocodeína, fentanilo, oxicodona, petidina, fenoperidina, remifentanilo, sufentanilo, tramadol).

Morfina + Fenoperidina

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em conta: Outros analgésicos morfínicos agonistas (alfentanilo, codeína, dextromoramida, dextropropoxifeno, di-hidrocodeína, fentanilo, oxicodona, petidina, fenoperidina, remifentanilo, sufentanilo, tramadol).

Morfina + Remifentanilo

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em conta: Outros analgésicos morfínicos agonistas (alfentanilo, codeína, dextromoramida, dextropropoxifeno, di-hidrocodeína, fentanilo, oxicodona, petidina, fenoperidina, remifentanilo, sufentanilo, tramadol).

Morfina + Sufentanilo

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em conta: Outros analgésicos morfínicos agonistas (alfentanilo, codeína, dextromoramida, dextropropoxifeno, di-hidrocodeína, fentanilo, oxicodona, petidina, fenoperidina, remifentanilo, sufentanilo, tramadol).

Morfina + Tramadol

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em conta: Outros analgésicos morfínicos agonistas (alfentanilo, codeína, dextromoramida, dextropropoxifeno, di-hidrocodeína, fentanilo, oxicodona, petidina, fenoperidina, remifentanilo, sufentanilo, tramadol).

Morfina + Dextrometorfano

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em conta: Antitússicos morfina-like (dextrometorfano, noscapina, folcodina).

Morfina + Noscapina

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em conta: Antitússicos morfina-like (dextrometorfano, noscapina, folcodina).

Morfina + Folcodina

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em conta: Antitússicos morfina-like (dextrometorfano, noscapina, folcodina).

Morfina + Etilmorfina

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em conta: Antitússicos verdadeiramente morfínicos (codeína, etilmorfina): - Barbitúricos - Benzodiazepinas e substâncias aparentadas Risco aumentado de depressão respiratória que pode ser fatal em caso de sobredosagem.

Morfina + Terapêutica de substituição

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se em atenção o facto de vários medicamentos e substâncias poderem adicionar os seus efeitos depressores do sistema nervoso central e contribuírem para a diminuição da vigília. Tratam-se dos derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição), neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos além das benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, antidepressores sedativos (amitriptilina, doxepina, mianserina, Mirtazapina, trimipramina), anti-histamínicos H1 sedativos, antihipertensores centrais, baclofeno e talidomida.

Paracetamol + Feniramina + Ácido ascórbico + Morfina

Observações: N.D.
Interações: Associações em que devem ser tomadas precauções: Outros medicamentos sedativos (devido à presença de feniramina): derivados da morfina (analgésicos, antitússicos e tratamentos de substituição, neurolépticos, barbitúricos, benzodiazepinas, outros ansiolíticos que não as benzodiazepinas (por exemplo meprobamato), hipnóticos, sedativos antidepressivos (amitriptilina, doxepina, mianserina, mirtazapina, trimipramina, anti-histamínicos sedativos H1, anti-hipertensivos de ação central, talidomida e baclofeno. Pode aumentar uma depressão central. A diminuição da vigilância pode tornar perigosas a condução de veículos e utilização de máquinas.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

A morfina faz parte da lista de substâncias dopantes.

Posologias elevadas, mesmo em tratamentos muito curtos antes ou durante o parto, são susceptíveis de provocar depressão respiratória no recém-nascido.

No final da gravidez, a utilização crónica de morfina pela mãe, independentemente da dose, pode provocar no recém-nascido síndrome de abstinência.

Neste caso é aconselhada vigilância neonatal.

Assim, tomando em consideração estas precauções, a morfina pode ser prescrita se for necessária, durante a gravidez.

Uma administração única não apresenta risco para o recém-nascido:
- Nos casos de administrações repetidas durante alguns dias, suspender momentaneamente o aleitamento,
- Nos casos de iniciação ou continuação de um tratamento a longo prazo, o aleitamento está contra-indicado.

Devido ao facto de este medicamento poder produzir alterações no estado de vigília, a condução de veículos ou utilização de máquinas é desaconselhado.

Este risco é maior no início do tratamento ou quando o tratamento inclui a associação de outros depressores do sistema nervoso central.

Dopping: Narcóticos. Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017