Metadona

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução DCI com Advertência no Dopping
O que é
Narcóticos.

A metadona, que pertence a um grupo de medicamentos chamados analgésicos estupefacientes.

É utilizado no tratamento da dependência com o fim de reduzir os sintomas de abstinência.

Dopping: Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Usos comuns
É utilizado no tratamento da dependência com o fim de reduzir os sintomas de abstinência.
Tipo
pequena molécula
História
A metadona foi desenvolvida em 1937 na Alemanha por cientistas que trabalham para IG Farbenindustrie AG no Farbwerke Hoechst, que estavam procurando um opiáceo sintético que poderia ser criado com precursores prontamente disponíveis, para resolver problema de falta de ópio da Alemanha. A razão para o seu abandono rápido como uma alternativa à morfina foi devido aos efeitos adversos que tinha sobre os soldados alemães durante os primeiros ensaios.

A metadona foi introduzido nos Estados Unidos em 1947 por Eli Lilly and Company como um analgésico ( que lhe deu o Dolophine nome comercial, que agora está registrado para Roxane Laboratories). Desde então, tem-se mais conhecido por seu uso no tratamento da dependência de narcóticos.

A metadona foi fabricada nos EUA pela Eli Lilly, que obteve a aprovação da FDA em 14 de agosto de 1947, por sua Dolophine 5 mg e 10 mg Comprimidos. Mallinckrodt Pharmaceuticals não recebeu aprovação até 15 de dezembro de 1947 para a fabricação de seu pó a granel composição. Mallinckrodt recebeu aprovação para a sua marca genérica, Methadose, 15 de abril de 1993, por sua 5 mg e 10 mg Comprimidos Methadose. Mallinckrodt que também faz 5 mg, 10 mg e 40 mg comprimidos genéricos, além de sua Methadose genérico de marca recebeu aprovação para seus comprimidos genéricos simples em 27 de abril de 2004.
Indicações
Terapêutica de substituição para manutenção da dependência de opioides em adultos, em conjunto com tratamento médico, social e psicológico adequado
Classificação CFT
n.d.     n.d.
Mecanismo De Ação
A metadona é um agonista opiáceo forte com ações predominantemente no recetor μ.

A atividade analgésica do racemato é quase inteiramente devida ao l- isómero, que é pelo menos 10 vezes mais potente como analgésico que o d-isómero.

O d-isómero carece de atividade significativa depressora respiratória, mas tem efeitos antitússicos.

A metadona tem também algumas ações agonistas nos recetores opioides κ e δ.
Posologia Orientativa
A dose baseia-se na ocorrência de sintomas de privação e deve ser ajustada para cada doente, de acordo com a sua situação individual e com a forma como se sente.

Geralmente, após ajustes da dose, o objetivo é administrar a dose de manutenção o mais baixa possível.



Adultos
A dose inicial habitual é de 10-30 mg por dia. A dose será aumentada lentamente até que não mostre sinais de abstinência ou intoxicação. A dose habitual é de 60-120 mg / dia. O seu médico decidirá que dose necessita e quando reduzir a dose.
Administração
Apenas para administração oral.

Este produto deve ser diluído por um profissional de saúde, antes da utilização.

Este medicamento deve ser sempre tomado por via oral, com ou sem alimentos.

Este produto não deve ser injetado.



O tratamento de substituição com metadona deve ser prescrito por um médico com experiência no tratamento de doentes dependentes de opiáceos/opioides, preferencialmente em centros especializados no tratamento da dependência em opiáceos/opioides.


A dose é administrada exclusivamente pelo médico ou por alguém indicado pelo médico.

A quantidade a ser tomada nunca é medida pelo doente.

A dose apropriada é fornecida ao doente apenas para uso único e imediato e utilizada como indicada pelo médico.
Contraindicações
- Hipersensibilidade à Metadona, benzoatos.
- Utilizar durante um ataque agudo de asma
- Alcoolismo agudo
- Administração concomitante com inibidores da monoamino oxidase (MAO) ou entre as 2 semanas de interrupção do tratamento com eles
- Ausência de dependência de substâncias opioides
- Indivíduos com intervalo de prolongamento QT, incluindo síndrome congénito do QT longo;
- Como com outros analgésicos opioides, este produto não deve ser administrado a doentes com insuficiência hepática grave pois pode precipitar a encefalopatia porto sistémica em doentes com insuficiência hepática grave.


Não se recomenda a utilização durante o parto, a duração prolongada do efeito aumenta o risco de depressão respiratória neonatal.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Pare de tomar este medicamento e consulte um médico imediatamente se tiver qualquer um dos seguintes sintomas:

- Reação alérgica que pode incluir: inchaço do rosto, lábios, língua ou garganta ou dificuldade em respirar ou engolir ou comichão intensa na pele com protuberâncias.

- Problemas cardíacos. Os sinais destes podem incluir alterações na forma como o seu coração bate, tal como bater mais rápido ou falhar batimentos cardíacos, dificuldades respiratórias e tonturas, se a sua respiração se tornar lenta e fraca. Estes efeitos secundários são raros e podem afetar até 1 em 1.000 pessoas.

- Se a sua respiração se tornar lenta e fraca.

- Agravamento da pressão dentro da sua cabeça, se já tiver essa condição após uma lesão no cérebro ou doença cerebral.

Continue a tomar o medicamento, mas fale com o seu médico imediatamente se tiver qualquer um dos seguintes efeitos secundários:

- Se tiver asma e esta piorar .

Outros possíveis efeitos secundários incluem:
Muito frequentes (podem afetar mais de 1 em cada 10 pessoas):
- Sentir-se ou estar doente.

Frequentes (podem afetar até 1 em cada 10 pessoas):
- Retenção de água;
- Sentir-se agitado (euforia), ver ou ouvir coisas que não são reais (alucinações);
- Sentir-se sonolento;
- Visão turva, constrição pupilar, olhos secos;
- Sensação de tontura ou cabeça a andar à roda;
- Prisão de ventre;
- Erupção na pele, sudorese;
- Sentir-se cansado;
- Aumento de peso.

Pouco frequentes (podem afetar até 1 em 100 pessoas)
- Sentir-se em baixo (disforia), agitação, confusão, dificuldade em adormecer, redução do desejo sexual;
- Dor de cabeça, desmaio;
- Tensão arterial baixa, rubor facial;
- Dificuldade em respirar (incluindo tosse), nariz seco;
- Boca seca, inflamação da língua;
- Espasmo do canal biliar (dor abdominal);
- Comichão, urticária, erupção na pele;
- Retenção de urina, dificuldade em urinar;
- Dificuldade em atingir ou manter uma ereção;
- Perturbações da menstruação, produção de leite materno;
- Inchaço das pernas;
- Fraqueza;
- Baixa temperatura corporal.

Raros (podem afetar até 1 a cada 1.000 pessoas):
- Problemas cardíacos, batimento cardíaco mais lento, sentir o seu batimento cardíaco (palpitações);
- Choque;
- Paragem respiratória;
- Hipomotilidade intestinal (íleo).

Os efeitos secundários seguintes foram também notificados
- Níveis mais baixos de plaquetas no sangue, o que aumenta o risco de hemorragias ou hematomas;
- Aumento dos níveis de prolactina;
- Perda de apetite;
- Défice de potássio ou magnésio no sangue;
- Perda de audição.

Também pode ocorrer défice de potássio ou magnésio no sangue, perda de audição ou níveis mais baixos de plaquetas no sangue, embora não seja conhecida a frequência destes efeitos colaterais.
Advertências
Gravidez
Gravidez:O uso crónico leva a dependência neonatal; RN pequeno para a idade gestacional; redução do perímetro craneano; síndrome de morte súbita. Evidência fetal em animais, mas a necessidade pode justificar o risco. Trimestre: 1º, 2º e 3º
Aleitamento
Aleitamento:Sintomas de supressão no lactente; o aleitamento é permissível, mas a dose de manutenção deve ser a mais baixa possível e a criança deve ser controlada para evitar sedação.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Ver Analgésicos opiáceos.
Conducao
Conducao:Altera a capacidade de condução.
Dopping
Dopping:Dopping: Narcóticos. Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Precauções Gerais
Aconselha-se a redução da dose em doentes idosos, doentes com doenças renais ou doenças hepáticas crónicas e doentes em má condição geral.



Dependência/ tolerância
A metadona é uma substância de dependência com um longo tempo de semivida e por isso com acumulação.

Uma única dose que irá aliviar os sintomas, se repetida numa base diária, conduz a acumulação, possivelmente à morte.

Tal como no caso da morfina pode ocorrer tolerância e dependência.


A metadona pode provocar sonolência e diminuir a consciência, embora possa ocorrer tolerância a estes efeitos após o uso repetido.



Interrupção do tratamento
A interrupção abrupta do tratamento pode levar a sintomas de abstinência que, embora semelhantes aos da morfina, são menos intensos, mas mais prolongados.

A interrupção do tratamento deve ser gradual.



Depressão respiratória
Assim como outros opioides, a metadona deve ser utilizada com precaução em doentes com asma, doença pulmonar obstrutiva crónica ou cor pulmonale e em doentes com reserva respiratória muito limitada, uma deficiência pré-existente da função respiratória, hipoxia ou hipercapnia.

Mesmo nas doses terapêuticas usuais dos narcóticos, estes doentes podem sentir uma redução na atividade respiratória, com um aumento concomitante na resistência das vias aéreas, culminando em apneia.

Nos doentes com predisposição para estes fenómenos atópicos, a asma pré-existente, erupções cutâneas e alterações nas contagens sanguíneas (eosinofilia) podem ser exacerbadas.


Os sintomas e os sinais de sobredosagem e toxicidade da metadona são essencialmente os mesmos da morfina, mas afirma-se que a metadona tem um efeito depressivo respiratório superior e um efeito sedativo menor do que uma dose equianalgésica de morfina.

As doses tóxicas são altamente variáveis, com uso regular que conduz a tolerância.

O edema pulmonar é um corolário frequente de sobredosagem, enquanto a propriedade de libertação de histamina dependente da dose de metadona pode ser responsável por urticária e prurido associados à administração da metadona.



Lesão da cabeça e aumento da pressão intracraniana
Os efeitos depressores respiratórios da metadona e a sua capacidade de elevar a pressão de fluido cerebrospinal podem ser acentuadamente exagerados na presença de lesão na cabeça, outras lesões intracranianas ou um aumento da pressão intracraniana pré-existente.

Para além disso, os opioides produzem efeitos colaterais que podem encobrir o curso clínico dos doentes com ferimentos na cabeça.

Nestes doentes, a metadona deve ser utilizada com precaução e apenas se for considerada essencial.


A metadona tem o potencial para aumentar a pressão intracraniana especialmente onde esta já é elevada.



Insuficiência hepática
É necessária precaução no caso de insuficiência hepática leve ou moderada, uma vez que estes doentes podem estar em risco de exposição sistémica aumentada à metadona, após doses múltiplas.

A dose habitual de metadona pode ser continuada em doentes com doença hepática crónica estável.

A dose de metadona deve ser monitorizada cuidadosamente, quando a função hepática puder estar comprometida após infeção por hepatite B ou C ou por uso prolongado de álcool.

Deve ter-se uma precaução especial sempre que sejam prescritas doses superiores a 50 mg.



Insuficiência renal
Devem ser tomadas precauções na utilização da metadona em doentes com insuficiência renal.

O intervalo de dose deve ser prolongado para um mínimo de 32 horas, se a taxa de filtração glomerular (TFG) for de 10-50 ml/min e para um mínimo de 36 horas, se a taxa de filtração glomerular for inferior a 10 ml/min.



Motilidade gastrointestinal
Os opioides, incluindo a metadona, podem causar uma incómoda prisão de ventre, o que é especialmente perigoso em doentes com insuficiência hepática grave, e as medidas para evitar a obstipação devem ser iniciadas mais cedo.



Recém-nascidos/crianças
Como existe um risco de maior depressão respiratória em recém-nascidos, não se recomenda a utilização da metadona em crianças e adolescentes com menos de 18 anos, devido à falta de dados clínicos sobre a eficácia e segurança.



Outras precauções
Os bebés que nasceram de mães que utilizaram metadona podem sofrer sintomas de abstinência.


A metadona deve ser utilizada com precaução em doentes com doenças convulsivas, hipotiroidismo, insuficiência adrenocortical, hiperplasia prostática, hipotensão, choque, doenças intestinais inflamatórias ou obstrutivas ou miastenia grave.


A metadona deve ser utilizada com precaução, e em dose reduzida, nos doentes que estejam a utilizar concomitantemente outros analgésicos narcóticos, anestésicos gerais, fenotiazinas, outros tranquilizantes, sedativos hipnóticos, antidepressivos tricíclicos e outros depressores do SNC (incluindo álcool).


Foram notificados casos de prolongamento do intervalo QT e Torsades de Pointes durante o tratamento com metadona, particularmente em doses elevadas (> 100 mg/dia).

A metadona deve ser administrada com precaução em doentes com risco de desenvolvimento de prolongamento do intervalo QT, por exemplo no caso de
- histórico de anomalias da condução cardíaca,
- doença cardíaca avançada ou isquémica,
- doença hepática,
- historial familiar de morte súbita,
- anomalias eletrolíticas, ou seja, hipocalemia, hipomagnesemia,
- tratamento concomitante com substâncias que têm um potencial de prolongamento do intervalo QT,
- tratamento concomitante com substâncias que podem causar distúrbios eletrolíticos,
- tratamento concomitante com inibidores do citocromo P450 CYP3A4.


Nos doentes tratados com um agonista/antagonista combinado (por exemplo a buprenorfina), a dose deve ser reduzida gradualmente, quando se inicia o tratamento com metadona.

Se o tratamento com metadona é interrompido e estiver prevista uma substituição pelo tratamento com buprenorfina sublingual (especialmente em combinação com a naloxona), a dose de metadona deve ser inicialmente reduzida para 30 mg/dia para evitar os sintomas de abstinência causados pela buprenorfina/naloxona.


Em doentes com fatores de risco reconhecidos para prolongamento do intervalo QT, ou em caso de tratamento concomitante com substâncias que têm um potencial de prolongamento do intervalo QT, recomenda-se a monitorização por ECG anterior ao tratamento com metadona, seguido de outro ECG na estabilização da dose.


Para doentes sem fatores de risco reconhecidos para prolongamento do intervalo QT, recomenda-se a monitorização por ECG antes de titulação da dose acima de 100 mg/dia e sete dias após a titulação.


Devem ser tomadas precauções em doentes que estejam a tomar concomitantemente depressores do sistema nervoso central (SNC).
Cuidados com a Dieta
Metadona pode ser tomado com ou sem alimentos.


Não beba álcool enquanto estiver a tomar Metadona.

Isto porque a metadona pode fazê-lo sentir-se sonolento e beber álcool irá torná-lo ainda mais sonolento.


Não beba sumo de toranja enquanto estiver a tomar Metadona.

Isto porque o sumo de toranja pode alterar o efeito da metadona.
Terapêutica Interrompida
Se se esqueceu de uma dose não a tome.

Espere até ser altura da próxima dose e tome apenas essa quantidade.

Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.


Conservar a uma temperatura inferior a 25 °C na embalagem de origem para proteger da luz.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Nelfinavir + Metadona

Observações: n.d.
Interações: Analgésicos: Metadona: Neste estudo nenhum dos indivíduos apresentou sintomas de privação; No entanto, devido às alterações farmacocinéticas, deve-se esperar que alguns doentes que tomem esta associação possam sentir sintomas de privação e necessitem de uma dose maior de metadona. A AUC da metadona pode ficar diminuída quando esta é coadministrada com o nelfinavir; por conseguinte, uma dose maior de metadona pode ser necessária durante a utilização concomitante com o nelfinavir.

Rifampicina + Metadona

Observações: N.D.
Interações: A rifampicina tem propriedades indutoras de enzimas hepáticas e pode acelerar a metabolização e, portanto, reduzir a actividade de vários fármacos, tais como: Antiepilépticos, anticoagulantes orais, antiestrogéneos, antipsicóticos, antifúngicos, anti-retrovirais, barbitúricos, benzodiazepinas, bloqueadores da entrada de cálcio, cloranfenicol, claritromicina, clorofibrato, beta-bloqueantes, corticosteróides, agentes imunomoduladores (ciclosporina), digitálicos, antiarrítmicos (quinidina), contracetivos, hipoglicemiantes orais, dapsona, doxiciclina, estrogéneos, fluoroquinolonas, gestrinona, levotiroxina, irinotecano, metadona, praziquantel, progestina, riluzol, antagonistas do receptores 5-HT3, estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, telitromicina, teofilina, tiazoledinedionas, losartan, antidepressivos triciclicos enarcóticos analgésicos. Pode tornar-se necessário ajustar a dosagem destes fármacos, no início e no fim do tratamento com rifampicina.

Ritonavir + Metadona

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não Antirretrovirais Coadministrados: Analgésicos: Metadona: Pode ser necessário aumentar a dose de metadona quando administrada concomitantemente com ritonavir administrado como antirretroviral ou como potenciador farmacocinético devido à indução de glucuronidação. Deverá ser considerado ajuste na dose com base na resposta clínica do doente ao tratamento com metadona.

Saquinavir + Metadona

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Medicamentos que são substrato da glicoproteína-P: Analgésicos narcóticos: Metadona 60 a 120 mg qd (saquinavir/ ritonavir 1000/100 mg bid) Nenhum dos 12 doentes apresentou sintomas de abstinência. Contraindicada em combinação com saquinavir/ritonavir devido ao risco de arritmia cardíaca potencialmente fatal.

Zidovudina + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Foi observado um aumento da AUC da zidovudina, com correspondente diminuição da sua depuração, quando administrada concomitantemente com ácido valpróico, fluconazol ou metadona. Dado que a informação disponível é limitada, o significado clínico desta observação não está esclarecido. No entanto, se a zidovudina for administrada concomitantemente com ácido valpróico, fluconazol ou metadona, o doente deverá ser cuidadosamente monitorizado quanto à potencial toxicidade da zudovudina.

Buprenorfina + Metadona

Observações: N.D.
Interações: A buprenorfina deverá ser utilizada com precaução em associação com: Outros depressores do sistema nervoso central; outros derivados opiáceos (analgésicos e antitússicos (tais como metadona, dextropropoxifeno, codeína, dextrometorfano e noscapina)); certos antidepressivos, recetores H1 sedativos, barbitúricos, outros ansiolíticos que não as benzodiazepinas, neurolépticos, clonidina e substâncias relacionadas. Estas associações aumentam a depressão do sistema nervoso central e podem afetar a capacidade de conduzir e operar máquinas.

Hipericão + Metadona

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interações: Hipericão deve igualmente ser utilizado com precaução (redução dos níveis plasmáticos) em associação com: - Os inibidores da HMG-CoA redutase, sinvastatina e atorvastatina (porém não com a pravastatina) - O omeprazole (inibidor da bomba de protões) - A metadona (risco de síndrome de abstinência) - As benzodiazepinas, quazepam e midazolam

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Metadona

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: ANALGÉSICOS NARCÓTICOS / TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA DE OPIOIDES Metadona Tendo por base considerações teóricas, DRV/COB pode aumentar as concentrações plasmáticas de metadona. Com darunavir potenciadopor ritonavir observou-se uma ligeira diminuição das concentrações plasmáticas da metadona. Consultar o Resumo das Características do Medicamento de darunavir para mais informações. Não é expectável que seja necessário ajusteda dose de metadona quando seinicia a administração concomitante com este medicamento. Recomenda-se monitorização clínica, uma vez que a terapêutica de manutenção pode ter que ser ajustada em alguns doentes.

Ceritinib + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Em estudos clínicos, observou-se prolongamento do intervalo QT com ceritinib. Assim, ceritinib deve ser utilizado com precaução em doentes que têm ou podem desenvolver prolongamento do intervalo QT, incluindo os doentes que tomam medicamentos antiarrítmicos tais como antiarrítmicos de classe I (p. ex. quinidina, procainamida, disopiramida) ou antiarrítmicos de classe III ( p.ex. amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) ou outros medicamentos que possam provocar prolongamento do intervalo QT tais como astemizol, domperidona, droperidol, cloroquina, halofantrina, claritromicina, haloperidol, metadona, cisaprida e moxifloxacina. Recomenda-se a monitorização do intervalo QT em caso de associações destes medicamentos.

Doravirina + Lamivudina + Tenofovir + Metadona

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Analgésicos Opiáceos Metadona (20-200 mg 1x/dia dose individualizada, doravirina 100 mg 1x/dia): Não é necessário ajuste posológico.

Peginterferão alfa-2a + Metadona

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Doentes monoinfetados por VHC e doentes monoinfetados por VHB: Num estudo de farmacocinética em 24 doentes infetados por VHC a receber terapêutica de manutenção com metadona (dose mediana 95 mg; intervalo de 30 mg a 150 mg) concomitante, o tratamento com 180 microgramas de Peginterferão alfa-2a, sc, uma vez por semana, durante 4 semanas foi associado a valores médios de metadona 10% a 15% superiores aos basais. Desconhece-se o significado clínico desta observação, contudo, nestes doentes devem ser monitorizados os sinais e sintomas de toxicidade da metadona. Deve ser considerado o risco de prolongamento do QTc, em particular nos doentes com uma dose elevada de metadona.

Bosutinib + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos antiarrítmicos e outras substâncias que podem prolongar o QT: Bosutinib deve ser utilizado com precaução em doentes que têm ou podem desenvolver prolongamento de QT, incluindo aqueles que tomam medicamentos antiarrítmicos como, por exemplo, amiodarona, disopiramida, procainamida, quinidina e sotalol ou outros medicamentos que possam provocar o prolongamento de QT, tais como cloroquina, halofantrina, claritromicina, domperidona, haloperidol, metadona e moxifloxacina.

Buprenorfina + Naloxona + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Outras substâncias depressoras do sistema nervoso central, outros derivados dos opiáceos (por ex., metadona, analgésicos e antitússicos), alguns antidepressivos, antagonistas dos recetores H1 sedativos, barbitúricos, ansiolíticos, com exceção das benzodiazepinas, neurolépticos, clonidina e outras substâncias relacionadas: estas combinações aumentam a depressão do sistema nervoso central. A redução do nível de alerta pode tornar perigosa a condução de veículos e a utilização de máquinas.

Fluconazol + Metadona

Observações: O fluconazol é um potente inibidor do citocromo P450 (CYP) isoenzima 2C9 e um inibidor moderado do CYP3A4. O fluconazol é também um inibidor da isoenzima CYP2C19. Adicionalmente às interações observadas/documentadas abaixo indicadas, existe um risco de aumento da concentração plasmática de outros compostos metabolizados pelo CYP2C9 e CYP3A4 coadministrados com fluconazol. Deste modo, deve-se ter precaução quando se utilizam estas associações e os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados. O efeito inibidor da enzima pelo fluconazol persiste 4-5 dias após a descontinuação do tratamento com fluconazol devido à sua longa semivida.
Interações: A utilização concomitante dos seguintes fámacos leva a precauções e ajustes de dose: O efeito de fluconazol noutros fármacos: Metadona: O fluconazol pode aumentar as concentrações séricas da metadona. Pode ser necessário ajuste posológico da metadona.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Pirazinamida + Rifampicina + Metadona

Observações: A rifampicina possui propriedades indutoras enzimáticas, incluindo a indução da delta aminoácido levulínico sintetase. Têm sido registados casos isolados de exacerbação de porfíria com a administração de rifampicina.
Interações: O Isoniazida/Pirazinamida/Rifampicina possui propriedades indutoras das enzimas hepáticas e pode reduzir a actividade de um certo número de fármacos, incluindo anticoagulantes, anticonvulsivantes, anti-estrogénios, antipsicóticos, antiarrítmicos (quinidina), antifúngicos, antirretrovirais, barbitúricos, benzodiazepinas e seus derivados, betabloqueantes, bloqueadores da entrada de cálcio, cloranfenicol, claritromicina, corticosteróides, agentes imunossupressores (ciclosporina) digitálicos, clofibrato, doxiciclina, estrogéneos, fluoroquinolonas, gestrinona, irinotecano, losartan, metadona, praziquantel, progestina, riluzol, antagonistas selectivos dos receptores 5- HT3, estatinas metabolizadas pelo citocromo CYP3A4, telitromicina, tiazolidinedionas, antidepressivos tricíclicos, contracetivos orais, hipoglicemiantes orais, antipsicóticos (haloperidol), levotiroxina, teofilina, dapsona, narcóticos e analgésicos. Pode ser necessário ajustar a dose destes fármacos se forem administrados concomitantemente com Isoniazida/Pirazinamida/Rifampicina. As doentes a fazer contracetivos orais devem ser aconselhadas a mudar o método contracetivo para um método não-hormonal durante a terapêutica com Isoniazida/Pirazinamida/Rifampicina. A diabetes pode também tornar-se mais difícil de controlar.

Panobinostate + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacodinâmicas esperadas: Prolongamento do intervalo QT: Com base nos dados clínicos e pré-clínicos, panobinostate tem o potencial de prolongar o intervalo QT. O uso concomitante de medicamentos antiarrítmicos (incluindo, mas não limitado a, amiodarona, disopiramida, procainamida, quinidina e sotalol) e outras substâncias conhecidas por prolongarem o intervalo QT (incluindo, mas não limitado a, cloroquina, halofantrina, claritromicina, metadona, moxifloxacina, bepridilo e pimozida) não é recomendado.

Peginterferão alfa-2b + Metadona

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Metadona: Em doentes com hepatite C crónica que estavam a receber uma terapêutica de manutenção estável com metadona e não previamente expostos ao peginterferão alfa-2b, a adição de Peginterferão alfa-2b 1,5 microgramas/kg/semana por via subcutânea durante 4 semanas aumentou a AUC da R - metadona em aproximadamente 15% (IC de 95% para uma estimativa de razão AUC de 103 - 128%). Desconhece- se o significado clínico desta observação; no entanto, os doentes devem ser vigiados em relação ao aparecimento de sinais e sintomas de efeito sedativo aumentado, bem como de depressão respiratória. Deve ser considerado o risco de prolongamento do intervalo QTc, especialmente em doentes a receber uma dose elevada de metadona.

Droperidol + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Utilização concomitante contraindicada: Os medicamentos que se sabe causarem Torsades de Pointes através do prolongamento do intervalo QT não deverão ser administrados concomitantemente com o droperidol. Os exemplos incluem: - Antiarrítmicos de Classe IA, como por exemplo, quinidina, disopiramida, procainamida - Antiarrítmicos de Classe III, como por exemplo, amiodarona, sotalol - antibióticos do grupo dos macrólidos, como por exemplo, eritromicina, claritromicina - antibióticos do grupo das fluoroquinolonas, como por exemplo, esparfloxacina - antihistamínicos, como por exemplo, astemizol, terfenadina - certos antipsicóticos, como por exemplo, clorpromazina, haloperidol, pimozida, tioridazina - agentes antimaláricos, como por exemplo, cloroquina, halofantrina - cisaprida, domperidona, metadona, pentamidina.

Leuprorrelina (leuprolida) + Metadona

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacocinética fármaco-fármaco com o Leuprorrelina. Não houve notificações de interações do acetato de leuprorrelina com outros medicamentos.
Interações: Como a terapêutica de privação androgénica pode prolongar o intervalo QT, o uso concomitante de Leuprorrelina com medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT ou medicamentos capazes de induzir Torsades de pointes, tais como medicamentos antiarrítmicos de classe IA (por exemplo, quinidina, disopiramida) ou classe III (por exemplo, amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilide), metadona, moxifloxacina, antipsicóticos, etc. devem ser cuidadosamente avaliados.

Sofosbuvir + Velpatasvir + Voxilaprevir + Metadona

Observações: n.d.
Interações: Interações entre Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir e outros medicamentos: ANALGÉSICOS NARCÓTICOS Metadona Interação apenas estudada com sofosbuvir. Metadona (terapêutica de manutenção com metadona [30 a 130 mg/dia]) + sofosbuvir (400 mg uma vez por dia) Não são necessários ajustes da dose de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir ou de metadona.

Tipranavir + Metadona

Observações: Os estudos de interação apenas foram realizados em adultos.
Interações: ANALGÉSICOS NARCÓTICOS: Metadona 5 mg QD Não foi realizado qualquer estudo de interação. Os doentes devem ser monitorizados relativamente a síndrome de abstinência de opióides. Pode ser necessário aumentar a dose de metadona.

Perindopril + Indapamida + Metadona

Observações: n.d.
Interações: Ligadas à INDAPAMIDA: Uso concomitante que requer cuidados especiais: Medicamentos que induzem “Torsades de pointes”: Devido ao risco de hipocaliemia, a indapamida deve ser administrada com precaução quando associada a medicamentos que induzem “torsades de pointes” tais como agentes antiarrítmicos classe IA (quinidina, hidroquinidina, disopiramida); fármacos antiarrítmicos classe III (amiodarona, dofetilida, ibutilida, bretilio, sotalol); certos neurolépticos (cloropromazina, ciamemazina, levomepromazina, tioridazina, trifluoperazina), benzamidas (amissulprida, sulpirida, sultoprida, tiaprida), butirofenonas (droperidol, haloperidol) outros neurolépticos (pimozida); outras substâncias tais como bepridilo, cisaprida, difemanilo, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, moxifloxacina, pentamidina, esparfloxacina, vincamina IV, metadona, astemizol, terfenadina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Rifampicina + Metadona

Observações: N.D.
Interações: RIFAMPICINA: A rifampicina possui propriedades indutoras das enzimas hepáticas e pode reduzir a actividade de um certo número de fármacos, incluíndo os anticoagulantes orais, anticonvulsivos, anti-estrogénios, antipsicóticos, corticosteróides, agentes imunomoduladores (ciclosporina), digitálicos, contracetivos orais, hipoglicemiantes orais, dapsona, analgésicos narcóticos, metadona, barbitúricos, losartan, bloqueadores beta-adrenérgicos, clorofibrato, progestina, teofilina, cloranfenicol, claritromicina, antiarrítmicos (ex. disopiramida, mexiletina, quinidina), bloqueadores da entrada de cálcio, antifúngicos, benzodiazepinas, antidepressivos tricíclicos, antirretrovirais, estrogéneos, gestrinona, fluoroquinolonas, levotiroxina, irinotecano, praziquantel, riluzol, antagonistas selectivos dos receptores 5-HT3, estatinas metabolizadas pelo citocromo CYP3A4, telitromicina, tiazolidinedionas e doxiciclina. Pode ser necessário ajustar a dose destes fármacos se forem administrados concomitantemente com a rifampicina.

Halofantrina + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos que possam provocar torsades de pointes: Antiarrítmicos de classe IA (por exemplo quinidina, hidroquinidina, disopiramida), antiarrítmicos de classe III (por exemplo amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), alguns neurolépticos (por exemplo tioridazina, cloropromazina, levomepormazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, amisilprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol, sultoprida), antiparasíticos (lumefantrina, pentamidina), bepridil, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, metadona, mizolastina, veraliprida, vincamicina IV. A interacção com a mefloquina demonstrou prolongar ainda mais o intervalo QTc. Risco aumentado de disrritmias ventriculares, especialmente torsades de pointes. Medicamentos passíveis de provocar torsade de pointes não anti-infecciosos devem ser interrompidos, mas se tal não for possível, o intervalo QTc deve ser controlado antes do início do tratamento e o ECG deve ser monitorizado durante o tratamento. Inibidores da protease (amprenavir, atazanavir, fosamprenavir, indinavir, lopinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, tipranavir): risco aumentado de disrritmias ventrículares, especialmente torsades de pointes.

Nilotinib + Metadona

Observações: O nilotinib é principalmente metabolizado no fígado e é também substrato para a bomba de efluxo multifármacos, glicoproteína-P (gp-P). Assim, a absorção e subsequente eliminação do nilotinib absorvido sistemicamente podem ser influenciadas por substâncias que afetem a CYP3A4 e/ou a gp-P.
Interações: Substâncias que podem ter a sua concentração sistémica alterada pelo nilotinib: Medicamentos antiarrítmicos e outras substâncias que possam prolongar o intervalo QT: O nilotinib deve ser usado com precaução em doentes que tenham ou possam desenvolver prolongamento do intervalo QT, incluindo doentes a tomar medicamentos antiarrítmicos, tais como amiodarona, disopiramida, procainamida, quinidina e sotalol ou outros medicamentos que possam levar a um prolongamento do intervalo QT, tais como cloroquina, halofantrina, claritromicina, haloperidol, metadona e moxifloxacina.

Atomoxetina + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão.

Crizotinib + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Em estudos clínicos, observou-se prolongamento do intervalo QT com crizotinib. Portanto, o uso concomitante de crizotinib com medicamento conhecidos por prolongarem o intervalo QT ou medicamentos capazes de induzir Torsades de pointes (por exemplo, classe IA [quinidina, disopiramida] ou classe III [por exemplo, amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida], metadona, cisaprida, moxifloxacina, antipsicóticos, etc.) deve ser cuidadosamente considerado. Deve fazer-se uma monitorização do intervalo QT no caso de associações destes medicamentos.

Nilutamida + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Uma vez que o tratamento com antiandrogénios pode prolongar o intervalo QT, deve avaliar-se cuidadosamente o uso concomitante de Nilutamida com outros medicamentos capazes de prolongar o intervalo QT ou de induzir Torsades de pointes, como os antiarrítmicos da classe IA (por exemplo quinidina, disopiramida) ou da classe III (por exemplo amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), metadona, moxifloxacina, antipsicóticos, etc.

Bupropiom + Naltrexona + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Analgésicos opiáceos: A associação naltrexona/bupropiom é contraindicada em doentes atualmente dependentes de uma terapêutica crónica com opiáceos ou agonistas opiáceos (por exemplo, metadona), ou em doentes em abstinência aguda de opiáceos. Devido ao efeito antagonista da naltrexona no recetor dos opiáceos, os doentes que estejam a tomar naltrexona/bupropiom podem não ter o total benefício de um tratamento com fármacos contendo opiáceos, como antitússicos, antigripais, preparações antidiarreicas e analgésicos opiáceos. Em doentes que necessitam de tratamento intermitente com opiáceos, a terapêutica com naltrexona/bupropiom deve ser descontinuada temporariamente e a dose de opiáceos não deve ser exceder a dose padrão. Se for necessária uma terapêutica crónica, o tratamento com naltrexona/bupropiom tem de ser interrompido. A associação naltrexona/bupropiom tem de ser utilizada com precaução depois da utilização crónica de opiáceos ter sido interrompida após 7 a 10 dias, de modo a evitar a precipitação da síndrome de abstinência.

Rilpivirina + Metadona

Observações: A rilpivirina é um inibidor in vitro do transportador MATE-2K com um IC50 < 2,7 nM. As implicações clínicas deste achado são atualmente desconhecidas.
Interações: INTERAÇÕES E RECOMENDAÇÕES POSOLÓGICAS COM OUTROS MEDICAMENTOS ANALGÉSICOS NARCÓTICOS: Metadona* 60-100 mg uma vez por dia, dose individual: Não são necessários ajustes da dose quando se inicia a administração concomitante de metadona com Rilpivirina. No entanto, recomenda-se monitorização clínica, uma vez que a terapêutica de manutenção com metadona pode necessitar de ajuste em alguns doentes. * A interação entre Rilpivirina e o medicamento foi avaliada num estudo clínico. Todas as outras interações medicamentosas apresentadas são previstas.

Bictegravir + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Metadona

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Metadona Não estudada. (A inibição dos CYP1A2, 2B6, 2D6 por um metabolito do bictegravir não pode ser excluída). Recomenda-se precaução.

Nalbufina + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Combinações contraindicadas: Agonista de morfina puro (como morfina, petidina, dextromoramida, di-hidrocodeína, dextropropoxifeno, metadona, levacetilmetadol): Os agonistas μ puros reduzem o efeito analgésico devido a um bloqueio de receptor competitivo.

Ledipasvir + Sofosbuvir + Metadona

Observações: Quaisquer interações que tenham sido identificadas com cada uma destas substâncias ativas individualmente podem ocorrer com a associação de Ledipasvir/Sofosbuvir.
Interações: Interações entre Ledipasvir/sofosbuvir e outros medicamentos ANALGÉSICOS NARCÓTICOS Metadona Metadona (terapêutica de manutenção com metadona [30 a 130 mg/dia]/ sofosbuvir (400 mg uma vez por dia) Não são necessários ajustes da dose de Ledipasvir/sofosbuvir ou de metadona.

Dolutegravir + Rilpivirina + Metadona

Observações: n.d.
Interações: Analgésicos Metadona/Dolutegravir: Não são necessários ajustes da dose quando se inicia a administração concomitante de metadona com Dolutegravir + Rilpivirina. No entanto, recomenda-se monitorização clínica uma vez que a terapêutica de manutenção com metadona pode necessitar de ajuste em alguns doentes. Metadona/Rilpivirina: Não são necessários ajustes da dose quando se inicia a administração concomitante de metadona com Dolutegravir + Rilpivirina. No entanto, recomenda-se monitorização clínica uma vez que a terapêutica de manutenção com metadona pode necessitar de ajuste em alguns doentes.

Fosamprenavir + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Metadona: Não se espera que a diminuição da (R - ) metadona (enantiómero ativo) seja clinicamente significativa. Como precaução, os doentes devem ser monitorizados para deteção do síndrome de abstinência.

Vandetanib + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Combinações não recomendadas: Metadona, haloperidol, amissulprida, cloropromazina, sulpirida, zuclopentixol, halofantrina, pentamidina e lumefantrina. Se não existir terapêutica alternativa apropriada, combinações não recomendadas com vandetanib podem ser feitas com monitorização adicional do intervalo QTc do ECG, avaliação eletrolítica e controlo redobrado no início ou agravamento de diarreia.

Efavirenz + Metadona

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: OPIÁCEOS: Metadona/Efavirenz: (manutenção estável, 35-100 mg uma vez ao dia/600 mg uma vez ao dia): Num estudo realizado em utilizadores de drogas intravenosas, infetados por VIH, a coadministração de efavirenz com metadona conduziu a uma diminuição dos níveis plasmáticos de metadona e a sinais de privação de opiáceos. A dose de metadona foi aumentada em média 22%, para aliviar os sintomas de privação. Os doentes devem ser monitorizados em relação a sinais de privação, e a sua dose de metadona ser aumentada de modo a aliviar os sintomas de privação.

Maraviroc + Metadona

Observações: n.d.
Interações: FÁRMACOS QUE PROVOCAM DEPENDÊNCIA: Metadona: Não foi estudado; não se espera interação. Maraviroc 300 mg duas vezes por dia e metadona podem ser coadministrados sem ajuste da dose.
 Sem significado Clínico

Raltegravir + Metadona

Observações: Todos os ensaios de interação foram realizados em adultos.
Interações: Efeito do raltegravir na farmacocinética de outros medicamentos: Nos ensaios de interação, o raltegravir não teve um efeito clinicamente significativo na farmacocinética da etravirina, maraviroc, tenofovir, contracetivos hormonais, metadona, midazolam ou do boceprevir. Dados de Interações Farmacocinéticas: ANALGÉSICOS OPIÓIDES: Metadona (raltegravir 400 mg Duas Vezes por Dia) Não é necessário ajuste posológico para o Raltegravir ou para a metadona.

Dasabuvir + Metadona

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Dasabuvir deve ser sempre administrado em conjunto com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Quando coadministrados, exercem efeitos recíprocos um sobre o outro. Por conseguinte, o perfil de interação dos compostos tem de ser considerado como uma associação.
Interações: Interações entre Dasabuvir com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e outros medicamentos: OPIÁCEOS: Metadona 20-120 mg uma vez por dia: Administrado com: Dasabuvir+ombitasvir/paritaprevir/ritonavir Não é necessário ajuste da dose para metadona e Dasabuvir + ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Buprenorfina /naloxona 4-24 mg/1-6 mg uma vez por dia5: Administrado com: Dasabuvir+ombitasvir/paritaprevir/ritonavir Mecanismo: inibição do CYP3A4 pelo ritonavir e inibição de UGT pelo paritaprevir, ombitasvir e dasabuvir. Não é necessário ajuste da dose para buprenorfina/naloxona e Dasabuvir + ombitasvir/paritaprevir/ritonavir.

Rosuvastatina + Perindopril + Indapamida + Metadona

Observações: n.d.
Interações: Relacionados com indapamida Uso concomitante que requer cuidados especiais: Medicamentos que induzem “torsades de pointes”: devido ao risco de hipocaliemia, a indapamida deve ser administrada com precaução quando associada a medicamentos que induzem “torsades de pointes” tais como agentes antiarrítmicos classe IA (quinidina, hidroquinidina, disopiramida); agentes antiarrítmicos classe III (amiodarona, dofetilida, ibutilida, bretilio, sotalol); certos neurolépticos (cloropromazina, ciamemazina, levomepromazina, tioridazina, trifluoperazina), benzamidas (amissulprida, sulpirida, sultoprida, tiaprida), butirofenonas (droperidol, haloperidol) outros neurolépticos (pimozida); outras substâncias tais como bepridilo, cisaprida, difemanilo, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, moxifloxacina, pentamidina, esparfloxacina, vincamina IV, metadona, astemizol, terfenadina. Prevenção da descida dos níveis de potássio e correção se necessário: monitorização do intervalo QT.

Flutamida + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Uma vez que o tratamento com antiandrogénios pode prolongar o intervalo QT, deve avaliar-se cuidadosamente o uso concomitante de Flutamida com outros medicamentos capazes de prolongar o intervalo QT ou de induzir Torsades de pointes, como os antiarrítmicos da classe IA (por exemplo quinidina, disopiramida) ou da classe III (por exemplo amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), metadona, moxifloxacina, antipsicóticos, etc.

Indinavir + Metadona

Observações: n.d.
Interações: INDINAVIR NÃO POTENCIADO ANALGÉSICOS: Metadona 20-60 mg QD (Indinavir 800 mg TID) Indinavir e metadona podem ser administrados concomitantemente sem ajuste posológico. INDINAVIR POTENCIADO COM RITONAVIR. ANALGÉSICOS: Metadona: Interação com indinavir/ritonavir não estudada. Não se verifica um efeito significativo do indinavir não potenciado na AUC da metadona. Foram observadas diminuições na AUC da metadona com outros inibidores da protease potenciados com ritonavir. O ritonavir pode induzir a glucuronização da metadona. Pode ser necessário um aumento da dose de metadona quando administrada concomitantemente com indinavir/ritonavir. Deve ser considerado um ajuste posológico com base na resposta clínica do doente à terapêutica com metadona.

Telaprevir + Metadona

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: ANALGÉSICO NARCÓTICO: Metadona: Não é necessário qualquer ajuste de dose de metadona no início da administração concomitante de telaprevir. Contudo, recomenda-se monitorização clínica, uma vez que a dose de metadona durante a terapêutica de manutenção pode necessitar de ajuste em alguns doentes. Foram notificados prolongamento do intervalo QT e Torsade de Pointes com metadona. O ECG deve ser monitorizado no início e regularmente durante o tratamento com telaprevir.

Darunavir + Cobicistate + Metadona

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: ANALGÉSICOS NARCÓTICOS / TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA DE OPIÓIDES: Metadona: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate possa aumentar as concentrações plasmáticas de metadona. Com darunavir potenciado por ritonavir observou-se uma ligeira diminuição das concentrações plasmáticas da metadona. Não é expectável que seja necessário ajuste da dose de metadona quando se inicia a administração concomitante com Darunavir / Cobicistate. Recomenda-se monitorização clínica, uma vez que a terapêutica de manutenção pode ter que ser ajustada em alguns doentes.

Perindopril + Indapamida + Amlodipina + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Uso concomitante que requer cuidados especiais: INDAPAMIDA: Medicamentos que induzem “Torsades de pointes”: Devido ao risco de hipocaliemia, a indapamida deve ser administrada com precaução quando associada a outros medicamentos que induzem “torsades de pointes” como: - fármacos Antiarrítmicos classe IA (quinidina, hidroquinidina, disopiramida); - fármacos Antiarrítmicos classe III (amiodarona, dofetilida, ibutilida, bretilio, sotalol); - alguns neurolépticos (clorpromazina, ciamemazina, levomepromazina, tioridazina, trifluoperazina), benzamidas (amissulprida, sulpirida, sultoprida, tiaprida), butirofenonas (droperidol, haloperidol), outros neurolépticos (pimozida); - outras substâncias tais como bepridilo, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, moxifloxacina, pentamidina, esparfloxacina, IV vincamina, metadona, astemizol, terfenadina. Prevenção de baixos níveis de potássio e correção se necessário: monitorização do intervalo QT.

Sonidegib + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de sonidegib em outros medicamentos: O sonidegib é um inibidor competitivo da CYP2B6 e CYP2C9 in vitro, aumentando potencialmente as concentrações de substâncias metabolizadas por estas enzimas. O sonidegib é também um inibidor (IC50 ~1,5µM) da proteína de resistência ao cancro da mama (breast cancer resistance protein - BCRP). Os doentes que utilizem concomitantemente substratos das enzimas CYP2B6 e CYP2C9 ou transportadores, devem ser cuidadosamente monitorizados para reações adversas. Substâncias que sejam substratos das enzimas CYP2B6 e CYP2C9 com margem terapêutica estreita (por ex.: varfarina, acenocumarol, efavirenz, metadona) ou substratos BCRP com margem terapêutica estreita (por ex.: metotrexato, mitoxantrona, irinotecano, topotecano) devem ser evitados.

Naltrexona + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Associação não recomendada: Metadona no tratamento de substituição: Existe um risco de síndrome de abstinência.

Pasireotido + Metadona

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas previstas: Medicamentos que prolongam o intervalo QT: O pasireotido deve ser utilizado com precaução em doentes que estão a tomar concomitantemente medicamentos que prolongam o intervalo QT, tais como antiarrítmicos de classe Ia (por exemplo, quinidina, procainamida, disopiramida), antiarrítmicos de classe III (por exemplo amiodarona, dronedarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), determinados antibacterianos ( eritromicina endovenosa, injeção de pentamidina, claritromicina, moxifloxacina), determinados antipsicóticos (por exemplo cloropromazina, tioridazina, flufenazina, pimozida, haloperidol, tiaprida, amissulprida, sertindol, metadona ), determinados antihistamínicos (por exemplo, terfenadina, astemizol, mizolastina), antimaláricos (por exemplo, cloroquina, halofantrina, lumefantrina) determinados antifúngicos (cetoconazol, exceto no champô).

Sulpirida + Metadona

Observações: n.d.
Interações: Associações não recomendadas: Medicamentos indutores de hipocaliémia: Diuréticos espoliadores de potássio, laxantes estimulantes, anfotericina B IV, glucocorticoides, tetracosactidos. Deverá corrigir-se a hipocaliémia. Fármacos antiarrítmicos da classe Ia tais como quinidina, disopiramida. Fármacos antiarrítmicos da classe III tais como amiodarona, sotalol. Outros medicamentos tais como pimozide, sultopride, haloperidol; antidepressivos imipramínicos; lítio, bepridil, cisapride, tioridazina, metadona, eritromicina IV, vincamina IV, halofantrina, pentamidina, sparfloxacina.

Domperidona + Metadona

Observações: N.D.
Interações: A utilização concomitante das seguintes substâncias é contraindicada: Medicamentos que prolonguem o intervalo QTc: - antiarrítmicos de classe IA (por exemplo, disopiramida, hidroquinidina e quinidina) - antiarrítmicos de classe III (por exemplo, amiodarona, dofetilida, dronedarona, ibutilida e sotalol) - determinados antipsicóticos (por exemplo, haloperidol, pimozida e sertindol) - determinados antidepressivos (por exemplo, citalopram e escitalopram) - determinados antibióticos (por exemplo, eritromicina, levofloxacina, moxifloxacina e espiramicina) - determinados agentes antifúngicos (por exemplo, pentamidina) - determinados agentes antimaláricos (sobretudo halofantrina e lumefantrina) - determinados medicamentos gastrointestinais (por exemplo, cisaprida, dolasetron e prucaloprida) - determinados antihistamínicos (por exemplo, mequitazina e mizolastina) - determinados medicamentos utilizados no cancro (por exemplo, toremifeno, vandetanib e vincamina) - alguns outros medicamentos (por exemplo, bepridilo, difemanil e metadona).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Barbitúricos + Metadona

Observações: Indução das enzimas microssomais hepáticas metabolizadoras de fármacos. Efeito depressor no SNC aditivo com outros depressores do sistema nervoso central.
Interações: Fármacos cujo metabolismo é aumentado: Metadona: aumento do metabolismo da metadona - Metadona

Dexclorofeniramina + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Contraindicações da utilização concomitante: Associações com outros depressores do sistema nervoso central (metadona). Aumento na depressão central. Deterioração do estado de alerta que poderia tornar perigosa a condução e operação de máquinas.

Furazolidona + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Não se recomenda a utilização de furazolidona com qualquer um dos seguintes medicamentos. - Amitriptilina - Apraclonidina - Atomoxetina - Benzefetamina - Brimonidina - Bupropiona - Carbamazepina - Carbidopa - Carbinoxamina - Citalopram - Clomipramina - Ciclobenzaprina - Cipro-heptadina - Desipramina - Desvenlafaxina - Dexmetilfenidato - Dextroanfetamina - Anfepramona (Dietilpropiona) - Doxilamina - Entacapona - Escitalopram - Femoxetina - Fluoxetina - Fluvoxamina - Guanedrel - Guanetidina - Hidroxitriptofano - Imipramina - Isocarboxazida - Levodopa - Levacetilmetadol - Levomilnacipran - Maprotilina - Mazindol - Metadona - Metanfetamina - Metildopa - Metilfenidato - Milnaciprano - Mirtazapina - Nefazodona - Nefopam - Nortriptilina - Opipramol - Paroxetina - Fendimetrazina - Fenmetrazina - Fentermina - Fenilalanina - Pseudoefedrina - Reserpina - Safinamida - Selegilina - Sertralina - Sibutramina - Sumatriptano - Tapentadol - Tetrabenazina - Tranilcipromina - Trazodona - Trimipramina - Triptofano - Venlafaxina - Vilazodona - Vortioxetina - Zimeldina

Etcorvinol + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Usando etclorvinol com qualquer um dos seguintes medicamentos normalmente não é recomendada, mas pode não ser necessária em alguns casos. Se ambos os medicamentos são prescritos em conjunto, o médico pode alterar a dose. - Adinazolam - Alfentanil - Alprazolam - Amobarbital - Anileridina - Aprobarbital - Brofaromina - Bromazepam - Brotizolam - Buprenorfina - Butabarbital - Butalbital - Carbinoxamina - Carisoprodol - Clorodiazepóxido - Clorzoxazona - Clobazam - Clonazepam - Clorazepato - Clorgilina - Codeína - Dantroleno - Diazepam - Estazolam - Fentanilo - Flunitrazepam - Flurazepam - Furazolidona - Halazepam - Hidrocodona - Hidromorfona - Iproniazida - Isocarboxazida - Cetazolam - Lazabemida - Levorfanol - Linezolida - lorazepam - lormetazepam - Meclizina - Medazepam - meperidina - mefenesina - meprobamato - metaxalone - metadona - Metocarbamol - Metoexital - Midazolam - Moclobemida - Morfina - Nialamida - Nitrazepam - Nordazepam - Oxazepam - Oxicodona - Oximorfona - Pargilina - Pentobarbital - Fenelzina - Fenobarbital - Prazepam - Primidona - Procarbazina - Propoxifeno - Quazepam - Rasagilina - Remifentanil - Secobarbital - Selegilina - Sufentanil - Suvorexanto - Tapentadol - Temazepam - Tiopental - Toloxatona - Tranilcipromina - Triazolam - Zolpidem

Boceprevir + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se precaução na prescrição de medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QT tais como a amiodarona, quinidina, metadona, pentamidina e alguns neurolépticos.

Dabrafenib + Metadona

Observações: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de dabrafenib noutros medicamentos: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Num estudo clínico de interação medicamentosa, a Cmax e AUC do midazolam oral (um substrato do CYP3A4) diminuiu 61% e 74% respetivamente com a coadministração de doses repetidas de dabrafenib utilizando uma formulação com uma biodisponibilidade mais baixa do que a formulação de dabrafenib. A administração de 150 mg de dabrafenib duas vezes por dia e varfarina resultou numa diminuição da AUC de S-e R-varfarina em 37% e 33% em comparação com a administração de varfarina em monoterapia. A Cmax de S-e R-varfarina aumentou 18% e 19%. São esperadas interações com muitos medicamentos eliminados através do metabolismo ou transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico for de grande importância para o doente, e os ajustes posológicos não forem facilmente realizáveis com base na monitorização da eficácia ou concentrações plasmáticas, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. Suspeita-se que o risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é superior nos doentes tratados concomitantemente com indutores enzimáticos. Espera-se que o número de medicamentos afetados seja grande; embora a magnitude da interação possa variar. Os grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não estão limitados a: - Analgésicos (por ex. fentanilo, metadona) - Antibióticos (por ex., claritromicina, doxiciclina) - Agentes anticancerígenos (por ex., cabazitaxel) - Anticoagulantes (por ex. acenocumarol, varfarina) - Antiepiléticos (por ex., carbamazepina, fenitoína, primidona, ácido valpróico) - Antipsicóticos (por ex., haloperidol) - Bloqueadores dos canais de cálcio (por ex., diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) - Glicosidos cardíacos (por ex., digoxina) - Corticosteroides (por ex., dexametasona, metilprednisolona) - Antivíricos para o VIH (por ex., amprenavir, atazanavir, darunavir, delavirdina, efavirenz, fosamprenavir, indinavir, lopinavir, nelfinavir, saquinavir, tipranavir) - Contracetivos hormonais - Hipnóticos (por ex., diazepam, midazolam, zolpidem) - Imunossupressores (por ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolímus) - Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (por ex., atorvastatina, sinvastatina) É provável que o início da indução ocorra após 3 dias de administração repetida com dabrafenib. Aquando da descontinuação de dabrafenib, o equilibro da indução é gradual, as concentrações dos CYP3A4, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9 e CYP2C19, UDP-glucuronosil transferases (UGT) e substratos transportadores podem aumentar e os doentes devem ser monitorizados para toxicidade e a posologia destes agentes pode necessitar de ser ajustada. In vitro, o dabrafenib é um inibidor do mecanismo do CYP3A4. Como tal, a inibição transitória do CYP3A4 pode ser vista durante os primeiros dias do tratamento.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Inibidores da glicoproteína-P (Gp-P)

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da glicoproteína-P: A metadona é um substrato da glicoproteína-P; todos os medicamentos que inibem a glicoproteína-P (por exemplo quinidina, verapamil, ciclosporina) podem, por isso, aumentar a concentração sérica de metadona. O efeito farmacodinâmico da metadona também pode aumentar devido ao aumento da passagem pela barreira hematoencefálica.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da glicoproteína-P: A metadona é um substrato da glicoproteína-P; todos os medicamentos que inibem a glicoproteína-P (por exemplo quinidina, verapamil, ciclosporina) podem, por isso, aumentar a concentração sérica de metadona. O efeito farmacodinâmico da metadona também pode aumentar devido ao aumento da passagem pela barreira hematoencefálica.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Quinidina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da glicoproteína-P: A metadona é um substrato da glicoproteína-P; todos os medicamentos que inibem a glicoproteína-P (por exemplo quinidina, verapamil, ciclosporina) podem, por isso, aumentar a concentração sérica de metadona. O efeito farmacodinâmico da metadona também pode aumentar devido ao aumento da passagem pela barreira hematoencefálica.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Verapamilo

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da glicoproteína-P: A metadona é um substrato da glicoproteína-P; todos os medicamentos que inibem a glicoproteína-P (por exemplo quinidina, verapamil, ciclosporina) podem, por isso, aumentar a concentração sérica de metadona. O efeito farmacodinâmico da metadona também pode aumentar devido ao aumento da passagem pela barreira hematoencefálica.

Metadona + Indutores do CYP3A4

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Indutores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por indução do CYP3A4, a depuração plasmática da metadona vai aumentar e os níveis plasmáticos vão diminuir. Os indutores dessa enzima (barbitúricos, carbamazepina, fenitoína, nevirapina, rifampicina, efavirenz, amprenavir, espironolactona, dexametasona, Hypericum perforatum (erva de São João), podem induzir o metabolismo hepático. Por exemplo, depois de três semanas de tratamento com 600 mg de efavirenz por dia, a média da concentração máxima no plasma e a ASC diminuíram em 48% e 57%, respetivamente, em doentes tratados com metadona (35-100 mg por dia). As consequências da indução enzimática são mais acentuadas se o indutor for administrado após o tratamento com a metadona já ter começado. Foram notificados sintomas de abstinência após estas interações e, portanto, pode ser necessário aumentar a dose de metadona. Se o tratamento com um indutor de CYP3A4 for interrompido, a dose de metadona deve ser reduzida.

Diltiazem + Metadona

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Produtos médicos indutores de torsades de pointes: Produtos médicos indutores de torsades de pointes, como as fenotiazinas, o bepridil, determinados macrolídeos orais (como a eritromicina), a terfenadina e os antiarrítmicos de classe I e III, a metadona etc. Risco acrescido de arritmia ventricular, nomeadamente de torsades de pointes. Esta combinação deve ser usada sob monitorização clínica próxima e por ECG.

Metadona + Barbitúricos

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Indutores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por indução do CYP3A4, a depuração plasmática da metadona vai aumentar e os níveis plasmáticos vão diminuir. Os indutores dessa enzima (barbitúricos, carbamazepina, fenitoína, nevirapina, rifampicina, efavirenz, amprenavir, espironolactona, dexametasona, Hypericum perforatum (erva de São João), podem induzir o metabolismo hepático. Por exemplo, depois de três semanas de tratamento com 600 mg de efavirenz por dia, a média da concentração máxima no plasma e a ASC diminuíram em 48% e 57%, respetivamente, em doentes tratados com metadona (35-100 mg por dia). As consequências da indução enzimática são mais acentuadas se o indutor for administrado após o tratamento com a metadona já ter começado. Foram notificados sintomas de abstinência após estas interações e, portanto, pode ser necessário aumentar a dose de metadona. Se o tratamento com um indutor de CYP3A4 for interrompido, a dose de metadona deve ser reduzida. Interações farmacodinâmicas: Depressores do SNC: Os medicamentos com um efeito sedativo sobre o sistema nervoso central podem resultar num aumento da depressão respiratória, hipotensão, sedação forte ou coma, podendo ser por isso necessário reduzir a dose de um ou de ambos os medicamentos. Com o tratamento com a metadona, sendo a metadona uma substância lentamente eliminada, dá origem a um desenvolvimento lento de tolerância e cada aumento de dose pode, após 1-2 semanas, dar origem a sintomas de depressão respiratória. Os ajustes de dose devem ser feitos com precaução e a dose aumentada gradualmente, e sob observação cuidadosa. Os anestésicos, sedativo-hipnóticos (incluindo benzodiazepinas, barbitúricos, hidrato de cloral e clormetiazol), ansiolíticos fenotiazinas, antipsicóticos e antidepressivos tricíclicos podem aumentar os efeitos depressores gerais da metadona, quando usados concomitantemente. Os antipsicóticos podem aumentar os efeitos sedativos e os efeitos hipotensores da metadona.

Metadona + Carbamazepina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Indutores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por indução do CYP3A4, a depuração plasmática da metadona vai aumentar e os níveis plasmáticos vão diminuir. Os indutores dessa enzima (barbitúricos, carbamazepina, fenitoína, nevirapina, rifampicina, efavirenz, amprenavir, espironolactona, dexametasona, Hypericum perforatum (erva de São João), podem induzir o metabolismo hepático. Por exemplo, depois de três semanas de tratamento com 600 mg de efavirenz por dia, a média da concentração máxima no plasma e a ASC diminuíram em 48% e 57%, respetivamente, em doentes tratados com metadona (35-100 mg por dia). As consequências da indução enzimática são mais acentuadas se o indutor for administrado após o tratamento com a metadona já ter começado. Foram notificados sintomas de abstinência após estas interações e, portanto, pode ser necessário aumentar a dose de metadona. Se o tratamento com um indutor de CYP3A4 for interrompido, a dose de metadona deve ser reduzida.

Ribociclib + Metadona

Observações: n.d.
Interações: Interações previstas Medicamentos antiarrítmicos e outros medicamentos que podem prolongar o intervalo QT: A coadministração de Ribociclib com medicamentos com potencial conhecido para prolongar o intervalo QT tais como medicamentos antiarrítmicos (incluindo, mas não limitado a, amiodarona, disopiramida, procainamida, quinidina e sotalol), e outros medicamentos que são conhecidos por prolongar o intervalo QT (incluindo, mas não limitado a, cloroquina, halofantrina, claritromicina, haloperidol, metadona, moxifloxacina, bepridil, pimozid e ondansetron via intravenosa) deve ser evitada.

Metadona + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Indutores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por indução do CYP3A4, a depuração plasmática da metadona vai aumentar e os níveis plasmáticos vão diminuir. Os indutores dessa enzima (barbitúricos, carbamazepina, fenitoína, nevirapina, rifampicina, efavirenz, amprenavir, espironolactona, dexametasona, Hypericum perforatum (erva de São João), podem induzir o metabolismo hepático. Por exemplo, depois de três semanas de tratamento com 600 mg de efavirenz por dia, a média da concentração máxima no plasma e a ASC diminuíram em 48% e 57%, respetivamente, em doentes tratados com metadona (35-100 mg por dia). As consequências da indução enzimática são mais acentuadas se o indutor for administrado após o tratamento com a metadona já ter começado. Foram notificados sintomas de abstinência após estas interações e, portanto, pode ser necessário aumentar a dose de metadona. Se o tratamento com um indutor de CYP3A4 for interrompido, a dose de metadona deve ser reduzida.

Metadona + Nevirapina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Indutores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por indução do CYP3A4, a depuração plasmática da metadona vai aumentar e os níveis plasmáticos vão diminuir. Os indutores dessa enzima (barbitúricos, carbamazepina, fenitoína, nevirapina, rifampicina, efavirenz, amprenavir, espironolactona, dexametasona, Hypericum perforatum (erva de São João), podem induzir o metabolismo hepático. Por exemplo, depois de três semanas de tratamento com 600 mg de efavirenz por dia, a média da concentração máxima no plasma e a ASC diminuíram em 48% e 57%, respetivamente, em doentes tratados com metadona (35-100 mg por dia). As consequências da indução enzimática são mais acentuadas se o indutor for administrado após o tratamento com a metadona já ter começado. Foram notificados sintomas de abstinência após estas interações e, portanto, pode ser necessário aumentar a dose de metadona. Se o tratamento com um indutor de CYP3A4 for interrompido, a dose de metadona deve ser reduzida.

Metadona + Rifampicina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Indutores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por indução do CYP3A4, a depuração plasmática da metadona vai aumentar e os níveis plasmáticos vão diminuir. Os indutores dessa enzima (barbitúricos, carbamazepina, fenitoína, nevirapina, rifampicina, efavirenz, amprenavir, espironolactona, dexametasona, Hypericum perforatum (erva de São João), podem induzir o metabolismo hepático. Por exemplo, depois de três semanas de tratamento com 600 mg de efavirenz por dia, a média da concentração máxima no plasma e a ASC diminuíram em 48% e 57%, respetivamente, em doentes tratados com metadona (35-100 mg por dia). As consequências da indução enzimática são mais acentuadas se o indutor for administrado após o tratamento com a metadona já ter começado. Foram notificados sintomas de abstinência após estas interações e, portanto, pode ser necessário aumentar a dose de metadona. Se o tratamento com um indutor de CYP3A4 for interrompido, a dose de metadona deve ser reduzida.

Goserrelina + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Uma vez que o tratamento com antiandrogénios pode prolongar o intervalo QT, deve avaliar-se cuidadosamente o uso concomitante de Goserrelina com outros medicamentos capazes de prolongar o intervalo QT ou de induzir Torsades de pointes, como a metadona.

Metadona + Efavirenz

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Indutores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por indução do CYP3A4, a depuração plasmática da metadona vai aumentar e os níveis plasmáticos vão diminuir. Os indutores dessa enzima (barbitúricos, carbamazepina, fenitoína, nevirapina, rifampicina, efavirenz, amprenavir, espironolactona, dexametasona, Hypericum perforatum (erva de São João), podem induzir o metabolismo hepático. Por exemplo, depois de três semanas de tratamento com 600 mg de efavirenz por dia, a média da concentração máxima no plasma e a ASC diminuíram em 48% e 57%, respetivamente, em doentes tratados com metadona (35-100 mg por dia). As consequências da indução enzimática são mais acentuadas se o indutor for administrado após o tratamento com a metadona já ter começado. Foram notificados sintomas de abstinência após estas interações e, portanto, pode ser necessário aumentar a dose de metadona. Se o tratamento com um indutor de CYP3A4 for interrompido, a dose de metadona deve ser reduzida.

Darunavir + Metadona

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: Medicamentos que podem ser afetados por darunavir potenciado com ritonavir: O darunavir e o ritonavir são inibidores do CYP3A, do CYP2D6 e da gp-P. A coadministração de darunavir/ritonavir com fármacos que são principalmente metabolizados pelo CYP3A e/ou CYP2D6 ou transportados pela gp-P poderá induzir o aumento da exposição sistémica aos referidos fármacos, o que poderá potenciar ou prolongar os respetivos efeitos terapêuticos e reações adversas. O darunavir, coadministrado com uma dose baixa de ritonavir não deve ser associado com medicamentos cuja depuração seja altamente dependente do CYP3A e para os quais a elevação das concentrações plasmáticas está associada a acontecimentos graves e/ou potencialmente fatais (margem terapêutica estreita). O efeito global da potenciação farmacocinética pelo ritonavir foi de aproximadamente 14 vezes na exposição sistémica de darunavir quando foi administrada, por via oral, uma dose única de 600 mg de darunavir em associação com 100 mg de ritonavir duas vezes por dia. Portanto, darunavir só pode ser administrado em associação com um potenciador farmacocinético. Um estudo clínico que utilizou vários medicamentos metabolizados pelos citocromos CYP2C9, CYP2C19 e CYP2D6 demonstrou um aumento na atividade dos CYP2C9 e CYP2C19 e inibição da atividade do CYP2D6 na presença de darunavir/ritonavir, o que pode ser atribuído à presença de dose baixa de ritonavir. A administração concomitante de darunavir e ritonavir e medicamentos que são principalmente metabolizados pelo CYP2C9 (como a varfarina) e CYP2C19 (como a metadona), pode resultar numa diminuição da exposição sistémica a esses medicamentos, que pode diminuir ou encurtar os seus efeitos terapêuticos. ANALGÉSICOS NARCÓTICOS / TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA A OPIÁCEOS: Metadona, Dose individual com intervalo de 55 mg a 150 mg, uma vez por dia: Em contraste, Darunavir/cobicistate pode aumentar as concentrações plasmáticas da metadona (ver RCM do cobicistate). Não são necessários ajustes na dose de metadona, quando for iniciada a coadministração com Darunavir potenciado. Contudo, poderá ser necessário ajustes de dose de metadona quando a administração concomitante tiver uma duração mais longa. Assim, recomenda-se monitorização clínica, uma vez que a terapêutica de manutenção poderá ter que ser ajustada, para alguns doentes.

Metadona + Amprenavir

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Indutores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por indução do CYP3A4, a depuração plasmática da metadona vai aumentar e os níveis plasmáticos vão diminuir. Os indutores dessa enzima (barbitúricos, carbamazepina, fenitoína, nevirapina, rifampicina, efavirenz, amprenavir, espironolactona, dexametasona, Hypericum perforatum (erva de São João), podem induzir o metabolismo hepático. Por exemplo, depois de três semanas de tratamento com 600 mg de efavirenz por dia, a média da concentração máxima no plasma e a ASC diminuíram em 48% e 57%, respetivamente, em doentes tratados com metadona (35-100 mg por dia). As consequências da indução enzimática são mais acentuadas se o indutor for administrado após o tratamento com a metadona já ter começado. Foram notificados sintomas de abstinência após estas interações e, portanto, pode ser necessário aumentar a dose de metadona. Se o tratamento com um indutor de CYP3A4 for interrompido, a dose de metadona deve ser reduzida. Tratamento concomitante da infeção VIH: Alguns inibidores da protease (amprenavir, nelfinavir, abacavir, lopinavir/ritonavir e ritonavir/saquinavir) parecem diminuir os níveis séricos da metadona. Quando o ritonavir é administrado por si só, tem-se observado uma ASC de duas vezes a da metadona. Os níveis plasmáticos de zidovudina (um análogo de nucleósido) aumentam com a utilização de metadona, tanto após administração oral, como intravenosa de zidovudina. Isto é mais percetível após a administração oral do que após a administração intravenosa de zidovudina. Estes efeitos são provavelmente causados pela inibição da glucuronidação da zidovudina, e, portanto, diminuição da depuração plasmática da zidovudina. Durante o tratamento com metadona, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para sinais de toxicidade causada por zidovudina, razão porque pode ser necessário reduzir a dose de zidovudina. Por causa das interações mútuas entre zidovudina e metadona (a zidovudina é um indutor do CYP3A4), os sintomas típicos de abstinência de opioides podem aparecer durante a utilização concomitante (cefaleia, mialgia, fadiga e irritabilidade).

Lamivudina + Zidovudina + Metadona

Observações: Os ensaios clínicos demonstraram que não existem interações clinicamente significativas entre a lamivudina e a zidovudina. A zidovudina é principalmente metabolizada pelas enzimas UGT; a administração concomitante de indutores ou inibidores das enzimas UGT pode alterar a exposição à zidovudina. A lamivudina é depurada ao nível renal. A secreção renal ativa da lamivudina na urina é mediada através de transportadores catiónicos orgânicos (OCTs); a administração concomitante de lamivudina com inibidores OCT ou fármacos nefrotóxicos pode aumentar a exposição à lamivudina. A lamivudina e a zidovudina não são significativamente metabolizadas pelas enzimas do citocromo P450 (tais como CYP 3A4, CYP 2C9 ou CYP 2D6) nem inibem ou induzem este sistema enzimático. Assim, o potencial para interações com antirretrovirais inibidores da protease, não nucleosídeos e outros medicamentos metabolizados pelas principais enzimas P450 é baixo. Foram realizados estudos de interação apenas em adultos.
Interações: Metadona/Lamivudina: Interação não estudada. Dada a pouca informação disponível desconhece-se o significado clínico. Monitorizar sinais de toxicidade da zidovudina. Improvável ajuste de dose de metadona na maioria dos doentes; ocasionalmente pode ser necessária nova titulação da metadona. Metadona/Zidovudina (30 a 90 mg uma vez dia/200 mg cada 4 horas): Dada a pouca informação disponível desconhece-se o significado clínico. Monitorizar sinais de toxicidade da zidovudina. Improvável ajuste de dose de metadona na maioria dos doentes; ocasionalmente pode ser necessária nova titulação da metadona.

Metadona + Espironolactona

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Indutores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por indução do CYP3A4, a depuração plasmática da metadona vai aumentar e os níveis plasmáticos vão diminuir. Os indutores dessa enzima (barbitúricos, carbamazepina, fenitoína, nevirapina, rifampicina, efavirenz, amprenavir, espironolactona, dexametasona, Hypericum perforatum (erva de São João), podem induzir o metabolismo hepático. Por exemplo, depois de três semanas de tratamento com 600 mg de efavirenz por dia, a média da concentração máxima no plasma e a ASC diminuíram em 48% e 57%, respetivamente, em doentes tratados com metadona (35-100 mg por dia). As consequências da indução enzimática são mais acentuadas se o indutor for administrado após o tratamento com a metadona já ter começado. Foram notificados sintomas de abstinência após estas interações e, portanto, pode ser necessário aumentar a dose de metadona. Se o tratamento com um indutor de CYP3A4 for interrompido, a dose de metadona deve ser reduzida.

Metadona + Dexametasona

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Indutores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por indução do CYP3A4, a depuração plasmática da metadona vai aumentar e os níveis plasmáticos vão diminuir. Os indutores dessa enzima (barbitúricos, carbamazepina, fenitoína, nevirapina, rifampicina, efavirenz, amprenavir, espironolactona, dexametasona, Hypericum perforatum (erva de São João), podem induzir o metabolismo hepático. Por exemplo, depois de três semanas de tratamento com 600 mg de efavirenz por dia, a média da concentração máxima no plasma e a ASC diminuíram em 48% e 57%, respetivamente, em doentes tratados com metadona (35-100 mg por dia). As consequências da indução enzimática são mais acentuadas se o indutor for administrado após o tratamento com a metadona já ter começado. Foram notificados sintomas de abstinência após estas interações e, portanto, pode ser necessário aumentar a dose de metadona. Se o tratamento com um indutor de CYP3A4 for interrompido, a dose de metadona deve ser reduzida.

Metadona + Hipericão

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Indutores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por indução do CYP3A4, a depuração plasmática da metadona vai aumentar e os níveis plasmáticos vão diminuir. Os indutores dessa enzima (barbitúricos, carbamazepina, fenitoína, nevirapina, rifampicina, efavirenz, amprenavir, espironolactona, dexametasona, Hypericum perforatum (erva de São João), podem induzir o metabolismo hepático. Por exemplo, depois de três semanas de tratamento com 600 mg de efavirenz por dia, a média da concentração máxima no plasma e a ASC diminuíram em 48% e 57%, respetivamente, em doentes tratados com metadona (35-100 mg por dia). As consequências da indução enzimática são mais acentuadas se o indutor for administrado após o tratamento com a metadona já ter começado. Foram notificados sintomas de abstinência após estas interações e, portanto, pode ser necessário aumentar a dose de metadona. Se o tratamento com um indutor de CYP3A4 for interrompido, a dose de metadona deve ser reduzida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Inibidores do CYP3A4

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por inibição de CYP3A4 a depuração da metadona é reduzida. A administração concomitante de inibidores do CYP3A4 (por exemplo, canabinóides, claritromicina, delavirdina, eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, sumo de toranja, cimetidina, itraconazol, cetoconazol, fluoxetina, fluvoxamina, nefazodona e telitromicina) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da metadona. Verificou-se um aumento de 40-100% da relação entre os níveis séricos e a dose de metadona com o tratamento concomitante com fluvoxamina. Se estes medicamentos forem prescritos a doentes em tratamento de manutenção com metadona, deve-se estar consciente do risco de sobredosagem.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Canabinóides

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por inibição de CYP3A4 a depuração da metadona é reduzida. A administração concomitante de inibidores do CYP3A4 (por exemplo, canabinóides, claritromicina, delavirdina, eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, sumo de toranja, cimetidina, itraconazol, cetoconazol, fluoxetina, fluvoxamina, nefazodona e telitromicina) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da metadona. Verificou-se um aumento de 40-100% da relação entre os níveis séricos e a dose de metadona com o tratamento concomitante com fluvoxamina. Se estes medicamentos forem prescritos a doentes em tratamento de manutenção com metadona, deve-se estar consciente do risco de sobredosagem.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Indocianina verde + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Seguidamente, apresenta-se uma lista geral das interações com outros medicamentos: Anticonvulsivantes Compostos de bissulfito Haloperidol Heroina Meperidina Metamizol Metadona Morfina Nitrofurantoina Alcaloides opiáceos Fenobarbital Fenilbutazona
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Claritromicina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por inibição de CYP3A4 a depuração da metadona é reduzida. A administração concomitante de inibidores do CYP3A4 (por exemplo, canabinóides, claritromicina, delavirdina, eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, sumo de toranja, cimetidina, itraconazol, cetoconazol, fluoxetina, fluvoxamina, nefazodona e telitromicina) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da metadona. Verificou-se um aumento de 40-100% da relação entre os níveis séricos e a dose de metadona com o tratamento concomitante com fluvoxamina. Se estes medicamentos forem prescritos a doentes em tratamento de manutenção com metadona, deve-se estar consciente do risco de sobredosagem. Interações farmacodinâmicas: Prolongamento do intervalo QT: A metadona não deve ser associada a medicamentos que podem prolongar o intervalo QT, tais como antiarrítmicos (sotalol, amiodarona e flecainida), antipsicóticos (tioridazina, haloperidol, sertindol e fenotiazinas), antidepressivos (paroxetina, sertralina) ou antibióticos (eritromicina, claritromicina).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Delavirdina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por inibição de CYP3A4 a depuração da metadona é reduzida. A administração concomitante de inibidores do CYP3A4 (por exemplo, canabinóides, claritromicina, delavirdina, eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, sumo de toranja, cimetidina, itraconazol, cetoconazol, fluoxetina, fluvoxamina, nefazodona e telitromicina) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da metadona. Verificou-se um aumento de 40-100% da relação entre os níveis séricos e a dose de metadona com o tratamento concomitante com fluvoxamina. Se estes medicamentos forem prescritos a doentes em tratamento de manutenção com metadona, deve-se estar consciente do risco de sobredosagem.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por inibição de CYP3A4 a depuração da metadona é reduzida. A administração concomitante de inibidores do CYP3A4 (por exemplo, canabinóides, claritromicina, delavirdina, eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, sumo de toranja, cimetidina, itraconazol, cetoconazol, fluoxetina, fluvoxamina, nefazodona e telitromicina) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da metadona. Verificou-se um aumento de 40-100% da relação entre os níveis séricos e a dose de metadona com o tratamento concomitante com fluvoxamina. Se estes medicamentos forem prescritos a doentes em tratamento de manutenção com metadona, deve-se estar consciente do risco de sobredosagem. Interações farmacodinâmicas: Prolongamento do intervalo QT: A metadona não deve ser associada a medicamentos que podem prolongar o intervalo QT, tais como antiarrítmicos (sotalol, amiodarona e flecainida), antipsicóticos (tioridazina, haloperidol, sertindol e fenotiazinas), antidepressivos (paroxetina, sertralina) ou antibióticos (eritromicina, claritromicina).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Ciprofloxacina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por inibição de CYP3A4 a depuração da metadona é reduzida. A administração concomitante de inibidores do CYP3A4 (por exemplo, canabinóides, claritromicina, delavirdina, eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, sumo de toranja, cimetidina, itraconazol, cetoconazol, fluoxetina, fluvoxamina, nefazodona e telitromicina) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da metadona. Verificou-se um aumento de 40-100% da relação entre os níveis séricos e a dose de metadona com o tratamento concomitante com fluvoxamina. Se estes medicamentos forem prescritos a doentes em tratamento de manutenção com metadona, deve-se estar consciente do risco de sobredosagem.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Fluconazol

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por inibição de CYP3A4 a depuração da metadona é reduzida. A administração concomitante de inibidores do CYP3A4 (por exemplo, canabinóides, claritromicina, delavirdina, eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, sumo de toranja, cimetidina, itraconazol, cetoconazol, fluoxetina, fluvoxamina, nefazodona e telitromicina) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da metadona. Verificou-se um aumento de 40-100% da relação entre os níveis séricos e a dose de metadona com o tratamento concomitante com fluvoxamina. Se estes medicamentos forem prescritos a doentes em tratamento de manutenção com metadona, deve-se estar consciente do risco de sobredosagem.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Sumo de toranja

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por inibição de CYP3A4 a depuração da metadona é reduzida. A administração concomitante de inibidores do CYP3A4 (por exemplo, canabinóides, claritromicina, delavirdina, eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, sumo de toranja, cimetidina, itraconazol, cetoconazol, fluoxetina, fluvoxamina, nefazodona e telitromicina) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da metadona. Verificou-se um aumento de 40-100% da relação entre os níveis séricos e a dose de metadona com o tratamento concomitante com fluvoxamina. Se estes medicamentos forem prescritos a doentes em tratamento de manutenção com metadona, deve-se estar consciente do risco de sobredosagem.

Telitromicina + Metadona

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Efeito do Telitromicina nos outros medicamentos: Deve tomar-se precaução quando o Telitromicina é administrado com outros medicamentos com potencial para prolongar o intervalo QT. Estes incluem antiarrítmicos de Classe IA (ex., quinidina, procainamida, disopiramida) e antiarrítmicos de Classe III (ex., dofetilida, amiodarona), citalopram, antidepressivos tricíclicos, metadona, alguns psicotrópicos (ex. fenotiazidas), fuoroquinolonas (ex. moxifloxacina), alguns antifúngicos (ex. fluconazol, pentamidina), e alguns medicamentos antivirais (ex., telaprevir).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Cimetidina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por inibição de CYP3A4 a depuração da metadona é reduzida. A administração concomitante de inibidores do CYP3A4 (por exemplo, canabinóides, claritromicina, delavirdina, eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, sumo de toranja, cimetidina, itraconazol, cetoconazol, fluoxetina, fluvoxamina, nefazodona e telitromicina) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da metadona. Verificou-se um aumento de 40-100% da relação entre os níveis séricos e a dose de metadona com o tratamento concomitante com fluvoxamina. Se estes medicamentos forem prescritos a doentes em tratamento de manutenção com metadona, deve-se estar consciente do risco de sobredosagem.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Itraconazol

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por inibição de CYP3A4 a depuração da metadona é reduzida. A administração concomitante de inibidores do CYP3A4 (por exemplo, canabinóides, claritromicina, delavirdina, eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, sumo de toranja, cimetidina, itraconazol, cetoconazol, fluoxetina, fluvoxamina, nefazodona e telitromicina) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da metadona. Verificou-se um aumento de 40-100% da relação entre os níveis séricos e a dose de metadona com o tratamento concomitante com fluvoxamina. Se estes medicamentos forem prescritos a doentes em tratamento de manutenção com metadona, deve-se estar consciente do risco de sobredosagem.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por inibição de CYP3A4 a depuração da metadona é reduzida. A administração concomitante de inibidores do CYP3A4 (por exemplo, canabinóides, claritromicina, delavirdina, eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, sumo de toranja, cimetidina, itraconazol, cetoconazol, fluoxetina, fluvoxamina, nefazodona e telitromicina) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da metadona. Verificou-se um aumento de 40-100% da relação entre os níveis séricos e a dose de metadona com o tratamento concomitante com fluvoxamina. Se estes medicamentos forem prescritos a doentes em tratamento de manutenção com metadona, deve-se estar consciente do risco de sobredosagem.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Fluoxetina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por inibição de CYP3A4 a depuração da metadona é reduzida. A administração concomitante de inibidores do CYP3A4 (por exemplo, canabinóides, claritromicina, delavirdina, eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, sumo de toranja, cimetidina, itraconazol, cetoconazol, fluoxetina, fluvoxamina, nefazodona e telitromicina) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da metadona. Verificou-se um aumento de 40-100% da relação entre os níveis séricos e a dose de metadona com o tratamento concomitante com fluvoxamina. Se estes medicamentos forem prescritos a doentes em tratamento de manutenção com metadona, deve-se estar consciente do risco de sobredosagem.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Fluvoxamina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por inibição de CYP3A4 a depuração da metadona é reduzida. A administração concomitante de inibidores do CYP3A4 (por exemplo, canabinóides, claritromicina, delavirdina, eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, sumo de toranja, cimetidina, itraconazol, cetoconazol, fluoxetina, fluvoxamina, nefazodona e telitromicina) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da metadona. Verificou-se um aumento de 40-100% da relação entre os níveis séricos e a dose de metadona com o tratamento concomitante com fluvoxamina. Se estes medicamentos forem prescritos a doentes em tratamento de manutenção com metadona, deve-se estar consciente do risco de sobredosagem.

Degarrelix + Metadona

Observações: Não foram realizados estudos formais de interacção. Degarrelix não é um substrato do sistema CYP450 humano e não demonstrou induzir ou inibir de forma significativa in vitro a CYP1A2, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6, CYP2E1, ou CYP3A4/5. Por conseguinte, são improváveis interações medicamentosas farmacocinéticas clinicamente significativas a nível do metabolismo relacionadas com estas isoenzimas.
Interações: Uma vez que o tratamento por supressão androgénica pode prolongar o intervalo QTc, a utilização concomitante do degarrelix com medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QTc ou medicamentos capazes de induzir torsades de pointes tais como os antiarrítmicos da classe IA (p.ex. quinidina, disopiramida) ou da classe III (p.ex. amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), metadona, cisaprida, moxifloxacina, antipsicóticos, etc. deve ser cuidadosamente avaliada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Nefazodona

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por inibição de CYP3A4 a depuração da metadona é reduzida. A administração concomitante de inibidores do CYP3A4 (por exemplo, canabinóides, claritromicina, delavirdina, eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, sumo de toranja, cimetidina, itraconazol, cetoconazol, fluoxetina, fluvoxamina, nefazodona e telitromicina) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da metadona. Verificou-se um aumento de 40-100% da relação entre os níveis séricos e a dose de metadona com o tratamento concomitante com fluvoxamina. Se estes medicamentos forem prescritos a doentes em tratamento de manutenção com metadona, deve-se estar consciente do risco de sobredosagem.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Telitromicina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por inibição de CYP3A4 a depuração da metadona é reduzida. A administração concomitante de inibidores do CYP3A4 (por exemplo, canabinóides, claritromicina, delavirdina, eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, sumo de toranja, cimetidina, itraconazol, cetoconazol, fluoxetina, fluvoxamina, nefazodona e telitromicina) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da metadona. Verificou-se um aumento de 40-100% da relação entre os níveis séricos e a dose de metadona com o tratamento concomitante com fluvoxamina. Se estes medicamentos forem prescritos a doentes em tratamento de manutenção com metadona, deve-se estar consciente do risco de sobredosagem.

Metadona + Cloreto de amónio

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Produtos que afetam a acidez da urina: A metadona é uma base fraca. Os acidificantes da urina (como cloreto de amónio e ácido ascórbico) podem aumentar a depuração renal da metadona. Aos doentes que são tratados com metadona recomenda-se que evitem produtos que contenham cloreto de amónio.

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Metadona

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: Interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos OPIÁCEOS: Metadona 20-120 mg uma vez por dia: Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir + dasabuvir Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir sem dasabuvir Não é necessário ajuste da dose para metadona e Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir.

Metadona + Ácido ascórbico (vitamina C)

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Produtos que afetam a acidez da urina: A metadona é uma base fraca. Os acidificantes da urina (como cloreto de amónio e ácido ascórbico) podem aumentar a depuração renal da metadona. Aos doentes que são tratados com metadona recomenda-se que evitem produtos que contenham cloreto de amónio.

Metadona + Inibidores da Protease (IP)

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Tratamento concomitante da infeção VIH: Alguns inibidores da protease (amprenavir, nelfinavir, abacavir, lopinavir/ritonavir e ritonavir/saquinavir) parecem diminuir os níveis séricos da metadona. Quando o ritonavir é administrado por si só, tem-se observado uma ASC de duas vezes a da metadona. Os níveis plasmáticos de zidovudina (um análogo de nucleósido) aumentam com a utilização de metadona, tanto após administração oral, como intravenosa de zidovudina. Isto é mais percetível após a administração oral do que após a administração intravenosa de zidovudina. Estes efeitos são provavelmente causados pela inibição da glucuronidação da zidovudina, e, portanto, diminuição da depuração plasmática da zidovudina. Durante o tratamento com metadona, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para sinais de toxicidade causada por zidovudina, razão porque pode ser necessário reduzir a dose de zidovudina. Por causa das interações mútuas entre zidovudina e metadona (a zidovudina é um indutor do CYP3A4), os sintomas típicos de abstinência de opioides podem aparecer durante a utilização concomitante (cefaleia, mialgia, fadiga e irritabilidade).

Metadona + Nelfinavir

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Tratamento concomitante da infeção VIH: Alguns inibidores da protease (amprenavir, nelfinavir, abacavir, lopinavir/ritonavir e ritonavir/saquinavir) parecem diminuir os níveis séricos da metadona. Quando o ritonavir é administrado por si só, tem-se observado uma ASC de duas vezes a da metadona. Os níveis plasmáticos de zidovudina (um análogo de nucleósido) aumentam com a utilização de metadona, tanto após administração oral, como intravenosa de zidovudina. Isto é mais percetível após a administração oral do que após a administração intravenosa de zidovudina. Estes efeitos são provavelmente causados pela inibição da glucuronidação da zidovudina, e, portanto, diminuição da depuração plasmática da zidovudina. Durante o tratamento com metadona, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para sinais de toxicidade causada por zidovudina, razão porque pode ser necessário reduzir a dose de zidovudina. Por causa das interações mútuas entre zidovudina e metadona (a zidovudina é um indutor do CYP3A4), os sintomas típicos de abstinência de opioides podem aparecer durante a utilização concomitante (cefaleia, mialgia, fadiga e irritabilidade).

Metadona + Abacavir

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Tratamento concomitante da infeção VIH: Alguns inibidores da protease (amprenavir, nelfinavir, abacavir, lopinavir/ritonavir e ritonavir/saquinavir) parecem diminuir os níveis séricos da metadona. Quando o ritonavir é administrado por si só, tem-se observado uma ASC de duas vezes a da metadona. Os níveis plasmáticos de zidovudina (um análogo de nucleósido) aumentam com a utilização de metadona, tanto após administração oral, como intravenosa de zidovudina. Isto é mais percetível após a administração oral do que após a administração intravenosa de zidovudina. Estes efeitos são provavelmente causados pela inibição da glucuronidação da zidovudina, e, portanto, diminuição da depuração plasmática da zidovudina. Durante o tratamento com metadona, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para sinais de toxicidade causada por zidovudina, razão porque pode ser necessário reduzir a dose de zidovudina. Por causa das interações mútuas entre zidovudina e metadona (a zidovudina é um indutor do CYP3A4), os sintomas típicos de abstinência de opioides podem aparecer durante a utilização concomitante (cefaleia, mialgia, fadiga e irritabilidade).

Metadona + Lopinavir + Ritonavir

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Tratamento concomitante da infeção VIH: Alguns inibidores da protease (amprenavir, nelfinavir, abacavir, lopinavir/ritonavir e ritonavir/saquinavir) parecem diminuir os níveis séricos da metadona. Quando o ritonavir é administrado por si só, tem-se observado uma ASC de duas vezes a da metadona. Os níveis plasmáticos de zidovudina (um análogo de nucleósido) aumentam com a utilização de metadona, tanto após administração oral, como intravenosa de zidovudina. Isto é mais percetível após a administração oral do que após a administração intravenosa de zidovudina. Estes efeitos são provavelmente causados pela inibição da glucuronidação da zidovudina, e, portanto, diminuição da depuração plasmática da zidovudina. Durante o tratamento com metadona, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para sinais de toxicidade causada por zidovudina, razão porque pode ser necessário reduzir a dose de zidovudina. Por causa das interações mútuas entre zidovudina e metadona (a zidovudina é um indutor do CYP3A4), os sintomas típicos de abstinência de opioides podem aparecer durante a utilização concomitante (cefaleia, mialgia, fadiga e irritabilidade).

Metadona + Ritonavir

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Tratamento concomitante da infeção VIH: Alguns inibidores da protease (amprenavir, nelfinavir, abacavir, lopinavir/ritonavir e ritonavir/saquinavir) parecem diminuir os níveis séricos da metadona. Quando o ritonavir é administrado por si só, tem-se observado uma ASC de duas vezes a da metadona. Os níveis plasmáticos de zidovudina (um análogo de nucleósido) aumentam com a utilização de metadona, tanto após administração oral, como intravenosa de zidovudina. Isto é mais percetível após a administração oral do que após a administração intravenosa de zidovudina. Estes efeitos são provavelmente causados pela inibição da glucuronidação da zidovudina, e, portanto, diminuição da depuração plasmática da zidovudina. Durante o tratamento com metadona, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para sinais de toxicidade causada por zidovudina, razão porque pode ser necessário reduzir a dose de zidovudina. Por causa das interações mútuas entre zidovudina e metadona (a zidovudina é um indutor do CYP3A4), os sintomas típicos de abstinência de opioides podem aparecer durante a utilização concomitante (cefaleia, mialgia, fadiga e irritabilidade).

Metadona + Saquinavir

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Tratamento concomitante da infeção VIH: Alguns inibidores da protease (amprenavir, nelfinavir, abacavir, lopinavir/ritonavir e ritonavir/saquinavir) parecem diminuir os níveis séricos da metadona. Quando o ritonavir é administrado por si só, tem-se observado uma ASC de duas vezes a da metadona. Os níveis plasmáticos de zidovudina (um análogo de nucleósido) aumentam com a utilização de metadona, tanto após administração oral, como intravenosa de zidovudina. Isto é mais percetível após a administração oral do que após a administração intravenosa de zidovudina. Estes efeitos são provavelmente causados pela inibição da glucuronidação da zidovudina, e, portanto, diminuição da depuração plasmática da zidovudina. Durante o tratamento com metadona, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para sinais de toxicidade causada por zidovudina, razão porque pode ser necessário reduzir a dose de zidovudina. Por causa das interações mútuas entre zidovudina e metadona (a zidovudina é um indutor do CYP3A4), os sintomas típicos de abstinência de opioides podem aparecer durante a utilização concomitante (cefaleia, mialgia, fadiga e irritabilidade).

Didanosina + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Quando as cápsulas gastrorresistentes de didanosina foram administradas a doentes dependentes de opiáceos em tratamento crónico com metadona, as exposições de didanosina diminuíram em comparação com controlos históricos não tratados com metadona. Esta diminuição foi mais acentuada com os comprimidos de didanosina. Consequentemente, se a didanosina for utilizada em associação com metadona, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quanto a uma resposta clínica adequada.

Metadona + Zidovudina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Tratamento concomitante da infeção VIH: Alguns inibidores da protease (amprenavir, nelfinavir, abacavir, lopinavir/ritonavir e ritonavir/saquinavir) parecem diminuir os níveis séricos da metadona. Quando o ritonavir é administrado por si só, tem-se observado uma ASC de duas vezes a da metadona. Os níveis plasmáticos de zidovudina (um análogo de nucleósido) aumentam com a utilização de metadona, tanto após administração oral, como intravenosa de zidovudina. Isto é mais percetível após a administração oral do que após a administração intravenosa de zidovudina. Estes efeitos são provavelmente causados pela inibição da glucuronidação da zidovudina, e, portanto, diminuição da depuração plasmática da zidovudina. Durante o tratamento com metadona, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para sinais de toxicidade causada por zidovudina, razão porque pode ser necessário reduzir a dose de zidovudina. Por causa das interações mútuas entre zidovudina e metadona (a zidovudina é um indutor do CYP3A4), os sintomas típicos de abstinência de opioides podem aparecer durante a utilização concomitante (cefaleia, mialgia, fadiga e irritabilidade).
 Sem significado Clínico

Tenofovir + Metadona

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Estudos realizados com outros medicamentos: Não se observaram quaisquer interações farmacocinéticas clinicamente significativas quando o tenofovir disoproxil foi coadministrado com emtricitabina, lamivudina, indinavir, efavirenz, nelfinavir, saquinavir (potenciado com ritonavir), metadona, ribavirina, rifampicina, tacrolimus ou o contracetivo hormonal norgestimato/etinilestradiol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Didanosina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Didanosina e estavudina: A metadona atrasa a absorção e aumenta o metabolismo de primeira passagem da estavudina e da didanosina, o que resulta numa diminuição da biodisponibilidade da estavudina e da didanosina. A metadona pode duplicar os níveis séricos de desipramina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Estavudina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Didanosina e estavudina: A metadona atrasa a absorção e aumenta o metabolismo de primeira passagem da estavudina e da didanosina, o que resulta numa diminuição da biodisponibilidade da estavudina e da didanosina. A metadona pode duplicar os níveis séricos de desipramina.

Metadona + Naloxona

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Antagonistas dos opioides: A Naloxona e a Naltrexona neutralizam os efeitos da metadona e induzem a abstinência. Da mesma forma, a buprenorfina pode provocar sintomas de abstinência.

Voriconazol + Metadona

Observações: n.d.
Interações: Opiáceos de ação prolongada [substratos do CYP3A4] Metadona (32-100 mg OD) [substrato do CYP3A4] Recomenda-se a monitorização frequente das reações adversas e toxicidade relacionados com a metadona, incluindo o prolongamento do intervalo QTc. Poderá ser necessário reduzir a dose de metadona.

Metadona + Naltrexona

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Antagonistas dos opioides: A Naloxona e a Naltrexona neutralizam os efeitos da metadona e induzem a abstinência. Da mesma forma, a buprenorfina pode provocar sintomas de abstinência.

Metadona + Buprenorfina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Antagonistas dos opioides: A Naloxona e a Naltrexona neutralizam os efeitos da metadona e induzem a abstinência. Da mesma forma, a buprenorfina pode provocar sintomas de abstinência.

Metadona + Depressores do SNC

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Depressores do SNC: Os medicamentos com um efeito sedativo sobre o sistema nervoso central podem resultar num aumento da depressão respiratória, hipotensão, sedação forte ou coma, podendo ser por isso necessário reduzir a dose de um ou de ambos os medicamentos. Com o tratamento com a metadona, sendo a metadona uma substância lentamente eliminada, dá origem a um desenvolvimento lento de tolerância e cada aumento de dose pode, após 1-2 semanas, dar origem a sintomas de depressão respiratória. Os ajustes de dose devem ser feitos com precaução e a dose aumentada gradualmente, e sob observação cuidadosa. Os anestésicos, sedativo-hipnóticos (incluindo benzodiazepinas, barbitúricos, hidrato de cloral e clormetiazol), ansiolíticos fenotiazinas, antipsicóticos e antidepressivos tricíclicos podem aumentar os efeitos depressores gerais da metadona, quando usados concomitantemente. Os antipsicóticos podem aumentar os efeitos sedativos e os efeitos hipotensores da metadona.

Nevirapina + Metadona

Observações: n.d.
Interações: ABUSO DE DROGAS: Doseamento Individual de Metadona por doente. Os doentes a tomar metadona que iniciem terapêutica com nevirapina devem ser monitorizados para o aparecimento de abstinência e a dose de metadona deverá ser devidamente ajustada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Anestésicos

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Depressores do SNC: Os medicamentos com um efeito sedativo sobre o sistema nervoso central podem resultar num aumento da depressão respiratória, hipotensão, sedação forte ou coma, podendo ser por isso necessário reduzir a dose de um ou de ambos os medicamentos. Com o tratamento com a metadona, sendo a metadona uma substância lentamente eliminada, dá origem a um desenvolvimento lento de tolerância e cada aumento de dose pode, após 1-2 semanas, dar origem a sintomas de depressão respiratória. Os ajustes de dose devem ser feitos com precaução e a dose aumentada gradualmente, e sob observação cuidadosa. Os anestésicos, sedativo-hipnóticos (incluindo benzodiazepinas, barbitúricos, hidrato de cloral e clormetiazol), ansiolíticos fenotiazinas, antipsicóticos e antidepressivos tricíclicos podem aumentar os efeitos depressores gerais da metadona, quando usados concomitantemente. Os antipsicóticos podem aumentar os efeitos sedativos e os efeitos hipotensores da metadona.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Sedativos

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Depressores do SNC: Os medicamentos com um efeito sedativo sobre o sistema nervoso central podem resultar num aumento da depressão respiratória, hipotensão, sedação forte ou coma, podendo ser por isso necessário reduzir a dose de um ou de ambos os medicamentos. Com o tratamento com a metadona, sendo a metadona uma substância lentamente eliminada, dá origem a um desenvolvimento lento de tolerância e cada aumento de dose pode, após 1-2 semanas, dar origem a sintomas de depressão respiratória. Os ajustes de dose devem ser feitos com precaução e a dose aumentada gradualmente, e sob observação cuidadosa. Os anestésicos, sedativo-hipnóticos (incluindo benzodiazepinas, barbitúricos, hidrato de cloral e clormetiazol), ansiolíticos fenotiazinas, antipsicóticos e antidepressivos tricíclicos podem aumentar os efeitos depressores gerais da metadona, quando usados concomitantemente. Os antipsicóticos podem aumentar os efeitos sedativos e os efeitos hipotensores da metadona.

Amprenavir + Metadona

Observações: Foram realizados estudos de interacção com amprenavir como único inibidor da protease.
Interações: Poderá interagir com Amprenavir, quando administrados concomitantemente. Não se conhece, nem foi investigado, o significado clínico destas possíveis interações. Portanto, os doentes devem ser monitorizados relativamente a reacções tóxicas associadas a estes medicamentos, quando os mesmos forem administrados em associação com Amprenavir. A administração concomitante de metadona e amprenavir resultou numa diminuição da Cmax e da AUC do enantiómero activo da metadona (enantiómero R) de, respectivamente, 25% e 13%, enquanto que a Cmax, a AUC e a Cmin do enantiómero inactivo da metadona (enantiómero S) diminuíram, respectivamente, 48%, 40% e 23%. Quando a metadona é administrada com amprenavir, os doentes devem ser monitorizados quanto ao síndrome de abstinência de opióides, em particular quando é também administrado ritonavir em baixas doses. Comparativamente a um grupo controlo histórico não emparelhado, a administração concomitante de metadona e amprenavir resultou numa diminuição de 30%, 27% e 25%, respectivamente, da AUC, Cmax e Cmin séricas de amprenavir. Não é possível fazer recomendações relativamente ao ajuste da dose de amprenavir na administração concomitante com metadona, devido ao baixo nível de confiança inerente aos controlos históricos não emparelhados.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Hipnóticos

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Depressores do SNC: Os medicamentos com um efeito sedativo sobre o sistema nervoso central podem resultar num aumento da depressão respiratória, hipotensão, sedação forte ou coma, podendo ser por isso necessário reduzir a dose de um ou de ambos os medicamentos. Com o tratamento com a metadona, sendo a metadona uma substância lentamente eliminada, dá origem a um desenvolvimento lento de tolerância e cada aumento de dose pode, após 1-2 semanas, dar origem a sintomas de depressão respiratória. Os ajustes de dose devem ser feitos com precaução e a dose aumentada gradualmente, e sob observação cuidadosa. Os anestésicos, sedativo-hipnóticos (incluindo benzodiazepinas, barbitúricos, hidrato de cloral e clormetiazol), ansiolíticos fenotiazinas, antipsicóticos e antidepressivos tricíclicos podem aumentar os efeitos depressores gerais da metadona, quando usados concomitantemente. Os antipsicóticos podem aumentar os efeitos sedativos e os efeitos hipotensores da metadona.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Benzodiazepinas

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Depressores do SNC: Os medicamentos com um efeito sedativo sobre o sistema nervoso central podem resultar num aumento da depressão respiratória, hipotensão, sedação forte ou coma, podendo ser por isso necessário reduzir a dose de um ou de ambos os medicamentos. Com o tratamento com a metadona, sendo a metadona uma substância lentamente eliminada, dá origem a um desenvolvimento lento de tolerância e cada aumento de dose pode, após 1-2 semanas, dar origem a sintomas de depressão respiratória. Os ajustes de dose devem ser feitos com precaução e a dose aumentada gradualmente, e sob observação cuidadosa. Os anestésicos, sedativo-hipnóticos (incluindo benzodiazepinas, barbitúricos, hidrato de cloral e clormetiazol), ansiolíticos fenotiazinas, antipsicóticos e antidepressivos tricíclicos podem aumentar os efeitos depressores gerais da metadona, quando usados concomitantemente. Os antipsicóticos podem aumentar os efeitos sedativos e os efeitos hipotensores da metadona.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Hidrato de Cloral

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Depressores do SNC: Os medicamentos com um efeito sedativo sobre o sistema nervoso central podem resultar num aumento da depressão respiratória, hipotensão, sedação forte ou coma, podendo ser por isso necessário reduzir a dose de um ou de ambos os medicamentos. Com o tratamento com a metadona, sendo a metadona uma substância lentamente eliminada, dá origem a um desenvolvimento lento de tolerância e cada aumento de dose pode, após 1-2 semanas, dar origem a sintomas de depressão respiratória. Os ajustes de dose devem ser feitos com precaução e a dose aumentada gradualmente, e sob observação cuidadosa. Os anestésicos, sedativo-hipnóticos (incluindo benzodiazepinas, barbitúricos, hidrato de cloral e clormetiazol), ansiolíticos fenotiazinas, antipsicóticos e antidepressivos tricíclicos podem aumentar os efeitos depressores gerais da metadona, quando usados concomitantemente. Os antipsicóticos podem aumentar os efeitos sedativos e os efeitos hipotensores da metadona.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Primidona + Metadona

Observações: Tanto a primidona como o seu principal metabolito, o fenobarbital, induzem a actividade enzimática hepática, principalmente o sistema enzimático CYP4503A4. Isto pode provocar alterações na farmacocinética de fármacos administrados simultaneamente.
Interações: Os fármacos cujo metabolismo possa ser aumentado e levar a uma diminuição da concentração plasmática e/ou diminuição do tempo de semi-vida, devido a uma terapêutica concomitante são: Androgéneos, beta-antagonistas, carbamazepina, ciclosporina, clonazepam, cloranfenicol, corticosteróides/glucocorticóides, ciclofosfamida, dicumarinas, digitoxina, doxiciclina, etosuxamida, etoposido, felbamato, granissetrom, lamotrigina, losartan, metadona, metronidazol, mianserina, Montelucaste, nelfinavir, nimodipina, contracetivos orais, oxcarbazepina, fentoína, quinidina, rocurónio, valproato de sódio, tiagabina, teofilinas, topiramato, antidepressores tricíclicos, vecurónio, varfarina e zonisamida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Clometiazol

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Depressores do SNC: Os medicamentos com um efeito sedativo sobre o sistema nervoso central podem resultar num aumento da depressão respiratória, hipotensão, sedação forte ou coma, podendo ser por isso necessário reduzir a dose de um ou de ambos os medicamentos. Com o tratamento com a metadona, sendo a metadona uma substância lentamente eliminada, dá origem a um desenvolvimento lento de tolerância e cada aumento de dose pode, após 1-2 semanas, dar origem a sintomas de depressão respiratória. Os ajustes de dose devem ser feitos com precaução e a dose aumentada gradualmente, e sob observação cuidadosa. Os anestésicos, sedativo-hipnóticos (incluindo benzodiazepinas, barbitúricos, hidrato de cloral e clormetiazol), ansiolíticos fenotiazinas, antipsicóticos e antidepressivos tricíclicos podem aumentar os efeitos depressores gerais da metadona, quando usados concomitantemente. Os antipsicóticos podem aumentar os efeitos sedativos e os efeitos hipotensores da metadona.

Rifabutina + Metadona

Observações: n.d.
Interações: Metadona: Efeito na rifabutina: ND Efeito no fármaco coadministrado: Sem efeito significativo Sem efeito aparente da rifabutina tanto nos níveis plasmáticos de metadona como na exposisão sistémica baseada na AUC. Não se avaliou a cinética da rifabutina. ND – Não há dados AUC - área sob a concentrações vs. Curva do tempo

Metadona + Fenotiazidas (fenotiazinas)

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Depressores do SNC: Os medicamentos com um efeito sedativo sobre o sistema nervoso central podem resultar num aumento da depressão respiratória, hipotensão, sedação forte ou coma, podendo ser por isso necessário reduzir a dose de um ou de ambos os medicamentos. Com o tratamento com a metadona, sendo a metadona uma substância lentamente eliminada, dá origem a um desenvolvimento lento de tolerância e cada aumento de dose pode, após 1-2 semanas, dar origem a sintomas de depressão respiratória. Os ajustes de dose devem ser feitos com precaução e a dose aumentada gradualmente, e sob observação cuidadosa. Os anestésicos, sedativo-hipnóticos (incluindo benzodiazepinas, barbitúricos, hidrato de cloral e clormetiazol), ansiolíticos fenotiazinas, antipsicóticos e antidepressivos tricíclicos podem aumentar os efeitos depressores gerais da metadona, quando usados concomitantemente. Os antipsicóticos podem aumentar os efeitos sedativos e os efeitos hipotensores da metadona. Prolongamento do intervalo QT: A metadona não deve ser associada a medicamentos que podem prolongar o intervalo QT, tais como antiarrítmicos (sotalol, amiodarona e flecainida), antipsicóticos (tioridazina, haloperidol, sertindol e fenotiazinas), antidepressivos (paroxetina, sertralina) ou antibióticos (eritromicina, claritromicina).

Metadona + Antipsicóticos

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Depressores do SNC: Os medicamentos com um efeito sedativo sobre o sistema nervoso central podem resultar num aumento da depressão respiratória, hipotensão, sedação forte ou coma, podendo ser por isso necessário reduzir a dose de um ou de ambos os medicamentos. Com o tratamento com a metadona, sendo a metadona uma substância lentamente eliminada, dá origem a um desenvolvimento lento de tolerância e cada aumento de dose pode, após 1-2 semanas, dar origem a sintomas de depressão respiratória. Os ajustes de dose devem ser feitos com precaução e a dose aumentada gradualmente, e sob observação cuidadosa. Os anestésicos, sedativo-hipnóticos (incluindo benzodiazepinas, barbitúricos, hidrato de cloral e clormetiazol), ansiolíticos fenotiazinas, antipsicóticos e antidepressivos tricíclicos podem aumentar os efeitos depressores gerais da metadona, quando usados concomitantemente. Os antipsicóticos podem aumentar os efeitos sedativos e os efeitos hipotensores da metadona. Interações farmacodinâmicas: Prolongamento do intervalo QT: A metadona não deve ser associada a medicamentos que podem prolongar o intervalo QT, tais como antiarrítmicos (sotalol, amiodarona e flecainida), antipsicóticos (tioridazina, haloperidol, sertindol e fenotiazinas), antidepressivos (paroxetina, sertralina) ou antibióticos (eritromicina, claritromicina).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Antidepressores (Tricíclicos)

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Depressores do SNC: Os medicamentos com um efeito sedativo sobre o sistema nervoso central podem resultar num aumento da depressão respiratória, hipotensão, sedação forte ou coma, podendo ser por isso necessário reduzir a dose de um ou de ambos os medicamentos. Com o tratamento com a metadona, sendo a metadona uma substância lentamente eliminada, dá origem a um desenvolvimento lento de tolerância e cada aumento de dose pode, após 1-2 semanas, dar origem a sintomas de depressão respiratória. Os ajustes de dose devem ser feitos com precaução e a dose aumentada gradualmente, e sob observação cuidadosa. Os anestésicos, sedativo-hipnóticos (incluindo benzodiazepinas, barbitúricos, hidrato de cloral e clormetiazol), ansiolíticos fenotiazinas, antipsicóticos e antidepressivos tricíclicos podem aumentar os efeitos depressores gerais da metadona, quando usados concomitantemente. Os antipsicóticos podem aumentar os efeitos sedativos e os efeitos hipotensores da metadona.
 Potencialmente Grave

Metadona + Loperamida

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Inibição do peristaltismo: O uso concomitante de metadona e medicamentos que inibem o peristaltismo (loperamida e difenoxilato) pode resultar em obstipação grave e aumentar os efeitos depressores do SNC. A associação de analgésicos opioides com os antimuscarínicos pode resultar em obstipação severa ou íleo paralítico, especialmente na utilização a longo prazo.
 Potencialmente Grave

Metadona + Difenoxilato

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Inibição do peristaltismo: O uso concomitante de metadona e medicamentos que inibem o peristaltismo (loperamida e difenoxilato) pode resultar em obstipação grave e aumentar os efeitos depressores do SNC. A associação de analgésicos opioides com os antimuscarínicos pode resultar em obstipação severa ou íleo paralítico, especialmente na utilização a longo prazo.

Hidroxizina + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Associações contraindicadas: A coadministração de hidroxizina com fármacos conhecidos por prolongarem o intervalo QT e/ou induzirem Torsade de Pointes, p.e. fármacos antiarrítmicos da classe IA (p.e. quinidina, disopiramida) e da classe III (p.e. amiodarona, sotalol), alguns antihistamínicos, alguns antipsicóticos (p.e. haloperidol), alguns antidepressivos (p.e. citalopram, escitalopram), alguns antimaláricos (p.e. mefloquina), alguns antibióticos (p.e. eritromicina, levofloxacina, moxifloxacina), alguns fármacos antifúngicos (p.e. pentamidina), alguns medicamentos gastrointestinais (p.e. prucaloprida), alguns medicamentos utilizados no tratamento do cancro (p.e. toremifeno, vandetanib), metadona, aumentam o risco de arritmia cardíaca. Deste modo, a combinação é contraindicada.
 Potencialmente Grave

Metadona + Antimuscarínicos

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Inibição do peristaltismo: O uso concomitante de metadona e medicamentos que inibem o peristaltismo (loperamida e difenoxilato) pode resultar em obstipação grave e aumentar os efeitos depressores do SNC. A associação de analgésicos opioides com os antimuscarínicos pode resultar em obstipação severa ou íleo paralítico, especialmente na utilização a longo prazo.

Fluvoxamina + Metadona

Observações: n.d.
Interações: CYP1A2: Doentes a quem se administra concomitantemente fluvoxamina e drogas com margem terapêutica estreita metabolizadas pelo CYP1A2 (tais como tacrina, teofilina, metadona e mexiletina) devem ser cuidadosamente monitorizados e, se necessário, recomenda-se o ajustamento da dose dessas drogas.

Metadona + Medicamentos que prolongam o intervalo QT

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Prolongamento do intervalo QT: A metadona não deve ser associada a medicamentos que podem prolongar o intervalo QT, tais como antiarrítmicos (sotalol, amiodarona e flecainida), antipsicóticos (tioridazina, haloperidol, sertindol e fenotiazinas), antidepressivos (paroxetina, sertralina) ou antibióticos (eritromicina, claritromicina).

Metadona + Sotalol

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Prolongamento do intervalo QT: A metadona não deve ser associada a medicamentos que podem prolongar o intervalo QT, tais como antiarrítmicos (sotalol, amiodarona e flecainida), antipsicóticos (tioridazina, haloperidol, sertindol e fenotiazinas), antidepressivos (paroxetina, sertralina) ou antibióticos (eritromicina, claritromicina).

Metadona + Amiodarona

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Prolongamento do intervalo QT: A metadona não deve ser associada a medicamentos que podem prolongar o intervalo QT, tais como antiarrítmicos (sotalol, amiodarona e flecainida), antipsicóticos (tioridazina, haloperidol, sertindol e fenotiazinas), antidepressivos (paroxetina, sertralina) ou antibióticos (eritromicina, claritromicina).

Metadona + Flecainida

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Prolongamento do intervalo QT: A metadona não deve ser associada a medicamentos que podem prolongar o intervalo QT, tais como antiarrítmicos (sotalol, amiodarona e flecainida), antipsicóticos (tioridazina, haloperidol, sertindol e fenotiazinas), antidepressivos (paroxetina, sertralina) ou antibióticos (eritromicina, claritromicina).

Metadona + Tioridazina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Prolongamento do intervalo QT: A metadona não deve ser associada a medicamentos que podem prolongar o intervalo QT, tais como antiarrítmicos (sotalol, amiodarona e flecainida), antipsicóticos (tioridazina, haloperidol, sertindol e fenotiazinas), antidepressivos (paroxetina, sertralina) ou antibióticos (eritromicina, claritromicina).

Metadona + Haloperidol

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Prolongamento do intervalo QT: A metadona não deve ser associada a medicamentos que podem prolongar o intervalo QT, tais como antiarrítmicos (sotalol, amiodarona e flecainida), antipsicóticos (tioridazina, haloperidol, sertindol e fenotiazinas), antidepressivos (paroxetina, sertralina) ou antibióticos (eritromicina, claritromicina).

Metadona + Sertindol

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Prolongamento do intervalo QT: A metadona não deve ser associada a medicamentos que podem prolongar o intervalo QT, tais como antiarrítmicos (sotalol, amiodarona e flecainida), antipsicóticos (tioridazina, haloperidol, sertindol e fenotiazinas), antidepressivos (paroxetina, sertralina) ou antibióticos (eritromicina, claritromicina).

Elvitegravir + Metadona

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. O elvitegravir é metabolizado principalmente pelo CYP3A. Prevê-se que os medicamentos que são indutores potentes (causam um aumento >5 vezes na depuração do substrato) ou moderados (causam um aumento de 2-5 vezes na depuração do substrato) do CYP3A diminuam as concentrações plasmáticas de elvitegravir. O elvitegravir é um indutor modesto e pode ter o potencial de induzir o CYP2C9 e/ou as enzimas induzíveis da UGT. Além disso, estudos in vitro demonstraram que o elvitegravir é um indutor fraco a modesto das enzimas CYP1A2, CYP2C19 e CYP3A. O elvitegravir terá também o potencial de ser um indutor fraco a modesto das enzimas CYP2B6 e CYP2C8, visto que estas enzimas são reguladas de maneira semelhante ao CYP2C9 e ao CYP3A. O elvitegravir é um substrato do OATP1B1 e do OATP1B3 (OATP – polipéptidos transportadores de aniões orgânicos) e um inibidor do OATP1B3 in vitro. A relevância in vivo destas interações não é clara.
Interações: Os dados clínicos demonstraram que não existem alterações clinicamente relevantes na exposição da metadona (que é metabolizada principalmente pelos CYP2B6 e CYP2C19) após coadministração com elvitegravir potenciado versus administração de metadona isolada.

Metadona + Antiarrítmicos

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Prolongamento do intervalo QT: A metadona não deve ser associada a medicamentos que podem prolongar o intervalo QT, tais como antiarrítmicos (sotalol, amiodarona e flecainida), antipsicóticos (tioridazina, haloperidol, sertindol e fenotiazinas), antidepressivos (paroxetina, sertralina) ou antibióticos (eritromicina, claritromicina).

Metadona + Antidepressores

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Prolongamento do intervalo QT: A metadona não deve ser associada a medicamentos que podem prolongar o intervalo QT, tais como antiarrítmicos (sotalol, amiodarona e flecainida), antipsicóticos (tioridazina, haloperidol, sertindol e fenotiazinas), antidepressivos (paroxetina, sertralina) ou antibióticos (eritromicina, claritromicina).

Metadona + Paroxetina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Prolongamento do intervalo QT: A metadona não deve ser associada a medicamentos que podem prolongar o intervalo QT, tais como antiarrítmicos (sotalol, amiodarona e flecainida), antipsicóticos (tioridazina, haloperidol, sertindol e fenotiazinas), antidepressivos (paroxetina, sertralina) ou antibióticos (eritromicina, claritromicina).

Metadona + Sertralina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Prolongamento do intervalo QT: A metadona não deve ser associada a medicamentos que podem prolongar o intervalo QT, tais como antiarrítmicos (sotalol, amiodarona e flecainida), antipsicóticos (tioridazina, haloperidol, sertindol e fenotiazinas), antidepressivos (paroxetina, sertralina) ou antibióticos (eritromicina, claritromicina).

Metadona + Antibióticos

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Prolongamento do intervalo QT: A metadona não deve ser associada a medicamentos que podem prolongar o intervalo QT, tais como antiarrítmicos (sotalol, amiodarona e flecainida), antipsicóticos (tioridazina, haloperidol, sertindol e fenotiazinas), antidepressivos (paroxetina, sertralina) ou antibióticos (eritromicina, claritromicina).

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir + Metadona

Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes medicamentos só foram realizados em adultos.
Interações: OPIÁCEOS: Metadona/Efavirenz: (35-100 mg q.d./600 mg q.d.). Num estudo realizado em utilizadores de drogas intravenosas infetados pelo VIH, a coadministração de efavirenz com metadona conduziu a uma diminuição dos níveis plasmáticos de metadona e a sinais de privação de opiáceos. A dose de metadona foi aumentada, em média, 22% para aliviar os sintomas de privação. Metadona/Tenofovir disoproxil fumarato: (40-110 mg q.d./300 mg q.d.). Metadona/Emtricitabina: Interação não estudada. Os doentes a receberem metadona e Efavirenz / Emtricitabina / Tenofovir concomitantemente devem ser monitorizados em relação a sinais de privação e a sua dose de metadona deve ser aumentada de modo a aliviar os sintomas de privação.

Metadona + Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Inibidores da MAO: A administração concomitante de inibidores da MAO pode resultar em inibição reforçada do SNC, hipotonia grave e/ou apneia. A metadona não deve ser associada a inibidores da MAO nem duas semanas após esse tratamento.

Metadona + Analgésicos

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Analgésicos: Os doentes em manutenção com uma dose estável de metadona que passam por trauma físico, dor pós-operatória ou outras causas de dor aguda, não podem esperar obter analgesia através da sua dose estável do regime de metadona. A estes doentes devem ser dados analgésicos, incluindo opioides, que serão indicados noutros doentes com estímulos nociceptivos semelhantes. Devido à tolerância aos opioides induzida pela metadona, quando são necessários opioides para gestão da dor aguda em doentes com metadona, serão muitas vezes necessárias doses maiores e/ou mais frequentes do que no caso de outros doentes não tolerantes.

Metadona + Testes Laboratoriais/Diagnóstico

Observações: n.d.
Interações: Diagnóstico/Interações laboratoriais: Estudos de esvaziamento gástrico Os analgésicos opioides podem retardar o esvaziamento gástrico, invalidando assim os resultados do teste. Imagem hepatobiliar com tecnécio Tc 99m disofenina: A transferência de tecnécio Tc 99m disofenina para o intestino delgado pode ser impedida, porque os analgésicos opioides podem causar constrição do esfíncter de Oddi e aumentar a pressão do trato biliar; estas situações resultam num atraso de visualização e, portanto, assemelham-se a uma obstrução do canal biliar comum. Pressão do líquido cefalorraquidiano: A pressão de fluido cerebrospinal pode estar aumentada; efeito secundário à depressão respiratória induzida por retenção de dióxido de carbono. Níveis plasmáticos de amilase ou de lipase: Os níveis plasmáticos de amilase ou de lipase podem estar aumentados, porque os analgésicos opioides podem provocar contrações do esfíncter de Oddi e aumento da pressão do trato biliar; a utilidade diagnóstica da determinação destas enzimas pode estar comprometida durante até 24 horas após a medicação ter sido dada. Testes de urina: A metadona pode alterar os testes de urina e apresentar um resultado positivo no controlo anti- doping. Testes de gravidez: A metadona pode interferir com os testes de gravidez na urina.

Quetiapina + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Metadona e antidepressivos tricíclicos: Existem notificações de resultados falso-positivos em testes imunoenzimáticos para a metadona e antidepressivos tricíclicos em doentes que tomaram a quetiapina. É recomendada a confirmação de resultados questionáveis de triagem com imunoensaios através de uma técnica cromatográfica apropriada.
 Sem significado Clínico

Glecaprevir + Pibrentasvir + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Foram realizados estudos adicionais de interação medicamentosa com os seguintes medicamentos que não revelaram interações clinicamente significativas com Glecaprevir / Pibrentasvir: Abacavir, amlodipina, buprenorfina, cafeína, dextrometorfano, dolutegravir, emtricitabina, felodipina, lamivudina, lamotrigina, metadona, midazolam, naloxona, noretindrona ou outros contracetivos contendo apenas progestagénios, rilpivirina, tenofovir alafenamida e tolbutamida.

Melperona + Metadona

Observações: N.D.
Interações: Recomenda-se precaução no caso de tratamento concomitante com outros fármacos que possam prolongar o intervalo QT, tais como os antipsicóticos atípicos, antiarrítmicos das Classes 1A e III, moxifloxacina, eritromicina, metadona, mefloquina, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Deve ser feita uma avaliação cuidadosa do risco/benefício antes da administração a mulheres grávidas, por causa de possíveis efeitos adversos sobre o feto e recém-nascido, incluindo depressão respiratória, baixo peso ao nascer, síndroma de abstinência neonatal e aumento da taxa de natimortalidade.

Pode ser necessário aumentar a dose de metadona se se desenvolverem sintomas de abstinência.

Desaconselha-se o uso da solução oral de metadona antes e durante o parto, devido ao risco de depressão respiratória neonatal.

A amamentação não é recomendada durante o tratamento com metadona.

A metadona tem uma grande influência sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas, durante e após o tratamento, pois pode causar sonolência e reduzir o estado de alerta.

O tempo após o qual tais atividades podem ser retomadas com segurança é extremamente dependente de cada doente e deve ser decidido pelo médico.

Dopping: Narcóticos. Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017