Isoniazida

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
Agente antibacteriano usado principalmente como um tuberculostático.

Continua a ser o tratamento de escolha para a tuberculose.
Usos comuns
Tratar ou prevenir a tuberculose (TB).

Se o paciente estiver a usar isoniazida para tratar a tuberculose, deve ser sempre utilizado juntamente com outro medicamento.

A Isoniazida é um antibacteriano.

Funciona eliminando os organismos da TB.
Tipo
pequena molécula
História
O composto foi sintetizado pela primeira vez no início do século 20, mas a sua atividade contra a tuberculose foi relatada pela primeira vez no início de 1950, e três empresas farmacêuticas tentaram, sem sucesso, patentear simultaneamente a substância (a mais proeminente sendo a Roche, que lançou a sua versão, Rimifon, em 1952).

A substância foi testada pela primeira vez em Many Farms, uma comunidade Navajo, devido ao problema da tuberculose terrível da reserva Navajo e ao facto de que a população era ingénua em relação à estreptomicina, o principal tratamento da tuberculose na época.
Indicações
Profilaxia e tratamento da tuberculose em associação com outros antituberculosos.
Classificação CFT
01.01.12     Antituberculosos
Mecanismo De Ação
A isoniazida é um pró-fármaco e deve ser ativado pela catalase bacteriana.

Particularmente, a ativação é associada à redução da micobactéria férrica KatG catalase-peroxidase por hidrazina e reação com o oxigénio para formar um complexo enzimático oxiferroso.

Uma vez ativado, a isoniazida inibe a síntese do ácido micoloico, um componente essencial da parede celular bacteriana.

A níveis terapêuticos a isoniazida é bactericida contra organismos de Mycobacterium tuberculosis extracelulares e intracelulares crescendo ativamente.

Especificamente a isoniazida inibe a InhA, enoil-redutase de Mycobacterium tuberculosis por formação de um aduto covalente com o co-factor NAD.

É o aduto INH-NAD que atua como um inibidor competitivo lento, de ligação forte de InhA.
Posologia Orientativa
Adultos - Via oral: 300 mg/dia em dose única; 15 mg/kg, 3 vezes/semana em regimes intermitentes.
Administração
Via oral, com o estômago vazio (1 h antes ou 2 h após as refeições).
Contraindicações
Gravidez e aleitamento.

Doença hepática.

Doença renal.

Alcoolismo.

Epilepsia.

História de doença psiquiátrica.

Porfíria.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Náuseas e vómitos.

Nevrite periférica.

Nevrite ótica.

Convulsões e episódios psicóticos.

Reações de hipersensibilidade.

Agranulocitose e hepatite (raramente).

As reações adversas mais frequentes (nevrites) podem ser evitadas pela administração de piridoxina (vitamina B6).
Advertências
Gravidez
Gravidez:Desconhece-se se é perigosa, mas a tuberculose não tratada é mais perigosa para a grávida e feto do que o tratamento da doença. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Aleitamento
Aleitamento:Risco teórico de convulsões e neuropatia; administrar piridoxina profiláctica à mãe.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Precaução; vigiar a função hepática.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Dose máxima – 200 mg/dia na IR grave (maior risco de neuropatia periférica).
Precauções Gerais
Sem informação.
Cuidados com a Dieta
Evite alimentos envelhecidos (queijo, vinho tinto), alimentos em conserva, alimentos curados (bacon/presunto), com chocolate, favas, cerveja, a menos que aprovados pelo seu médico.

Evite o álcool.

Não tome cálcio, alumínio, magnésio ou suplementos de ferro dentro de 2 horas após tomar este medicamento.

Aumentar a ingestão de magnésio, ácido fólico, vitamina B6, B12, e/ou considerar tomar um multivitamínico.

Tomar com o estômago vazio: 1 hora antes ou 2 horas após as refeições.

Tomar com um copo cheio de água.
Terapêutica Interrompida
Não utilize uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Atua sobre o Mycobacterium tuberculosis e na maioria das estirpes do Mycobacterium kansasii.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Benzodiazepinas

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: Aumento do efeito da benzodiazepinas que sofrem metabolismo oxidativo (Diazepam e triazolam).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Diazepam

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: Aumento do efeito da benzodiazepinas que sofrem metabolismo oxidativo (Diazepam e triazolam).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Triazolam

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: Aumento do efeito da benzodiazepinas que sofrem metabolismo oxidativo (Diazepam e triazolam).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Varfarina

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: Varfarina, diminuição do efeito anticoagulante.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tacrolímus + Isoniazida

Observações: n.d.
Interações: Indutores do metabolismo: As substâncias a seguir indicadas demonstraram diminuir clinicamente os níveis sanguíneos de tacrolímus: Fortes interações foram observadas com rifampicina, fenitoína ou hipericão (Hypericum perforatum) o que pode requerer o aumento das doses de tacrolímus em praticamente todos os doentes. Foram reportadas interações clínicas relevantes com o fenobarbital. As doses de manutenção com corticosteróides demonstraram poder reduzir os níveis sanguíneos de tacrolímus. Doses elevadas de prednisolona ou metilprednisolona, administradas para o tratamento da rejeição aguda, têm o potencial de aumentar ou diminuir os níveis sanguíneos de tacrolímus. A carbamazepina, metamizol e isoniazida têm potencial para diminuir as concentrações de tacrolímus.

Ácido acetilsalicílico + Paracetamol + Cafeína + Isoniazida

Observações: Não existem interações de segurança relevantes entre o ácido acetilsalicílico e o paracetamol.
Interações: Paracetamol e Indutores enzimáticos ou substâncias potencialmente hepatotóxicas (exemplo, álcool, rifampicina, isoniazida, hipnóticos e antiepilépticos incluindo fenobarbital, fenitoína e carbamazepina): Aumento da toxicidade do paracetamol que pode conduzir a lesão hepática mesmo com doses não prejudiciais de paracetamol; assim, a função hepática deve ser monitorizada. O uso concomitante não é recomendado.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Teofilina

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: A isoniazida pode aumentar a concentração plasmática de teofilina.

Isoniazida + Dissulfiram

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: Dificuldades de coordenação e episódios psicóticos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Insulinas

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: A isoniazida (250 - 400 mg, diariamente) antagoniza a acção hipoglicémica da insulina e eleva os níveis sanguíneos de açúcar.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Álcool

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: O metabolismo da isoniazida pode ser aumentado em alcoólicos crónicos. Pode provocar um aumento do risco de neuropatias periféricas e de problemas hepáticos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Antiácidos

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: Os antiácidos contendo alumínio diminuem a absorção gastrointestinal da isoniazida; A isoniazida deve ser administrada pelo menos uma hora antes do antiácido.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Ácido para-aminosalicílico

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: O ácido para-aminosalicílico (PAS) pode aumentar os níveis séricos de isoniazida, com risco acrescido de toxicidade.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Rifampicina

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: Aumento da hepatoxicidade da isoniazida (por aceleração da formação de metabolitos tóxicos da isoniazida).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Prednisolona

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: A prednisolona pode causar um decréscimo significativo nas concentrações plasmáticas de isoniazida em ambos os acetiladores (lentos e rápidos) mas o efeito é mais pronunciado em acetiladores lentos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Estavudina

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: Quando a isoniazida é administrada a doentes em tratamento com estavudina pode ocorrer aumento do risco de desenvolvimento de neuropatia periférica, por adição de efeitos indesejáveis. A isoniazida não deve ser administrada com comida; uma vez que a sua biodisponibilidade é significativamente reduzida quando administrada com comida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Piridoxina (Vitamina B6)

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: As necessidades de piridoxina podem estar aumentadas nos doentes submetidos a terapêutica com isoniazida.

Isoniazida + Testes Laboratoriais/Diagnóstico

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: A isoniazida pode originar falsos positivos nos testes de determinação da glicose na urina, com sulfato de cobre.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Magaldrato + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Pode ocorrer uma ligeira diminuição da absorção de digoxina, isoniazida, compostos de ferro e cloropromazina, quando estes fármacos são administrados concomitantemente com os comprimidos de Magaldrato.

Triazolam + Isoniazida

Observações: Podem ocorrer interações farmacocinéticas quando o triazolam é administrado com fármacos que interferem com o seu metabolismo. Compostos inibidores de determinadas enzimas hepáticas (particularmente o citocromo P4503A4) podem aumentar a concentração de triazolam e provocar um aumento da sua atividade. Dados de estudos clínicos com triazolam, estudos in vitro com triazolam e estudos clínicos com fármacos metabolizados de modo semelhante ao triazolam fornecem provas de vários graus de interação e várias interações possíveis entre o triazolam e outros fármacos.
Interações: Recomenda-se precaução quando o triazolam é coadministrado com a isoniazida, fluvoxamina, sertralina, paroxetina, diltiazem e verapamilo.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Clorofenamina + Paracetamol + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: A potencial hepatotoxicidade do paracetamol pode ser aumentada pela administração de doses elevadas ou de doses repetidas de determinadas substâncias, por indução das enzimas microssomais hepáticas. Estes agentes também podem provocar uma diminuição dos efeitos terapêuticos do paracetamol. Nestas substâncias incluem-se os barbitúricos, a carbamazepina, as hidantoínas, a isoniazida, a rifampicina e a sulfinpirazona.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Tiocolquicosido + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: A isoniazida reforça a capacidade hepatotóxica do paracetamol.

Cobamamida + Cocarboxilase + Piridoxina + Riboflavina + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Outros medicamentos que interferem com a piridoxina: Isoniazida, cicloserina, etionamida, penicilamina e Imunossupressores.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Teofilina + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: A depuração da teofilina poderá ser retardada e/ou a sua concentração plasmática poderá ser aumentada – com risco acrescido de sobredosagem e efeitos adversos – em casos de administração simultânea das substâncias seguintes: - Contracetivos orais, - Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e troleandomicina), - Quinolonas (inibidores da girase, especialmente ciprofloxacina, enoxacina e pefloxacina - Imipenem, especialmente efeitos secundários do SNC, tal como convulsões. - Isoniazida, - Tiabendazol, - Bloqueadores dos canais de cálcio (ex. verapamil ou diltiazem), - Propranolol, - Metilxantina, - Propafenona, - Ticlopidina, - Cimetidina, ranitidina, - Alopurinol, febuxostate, - Fluvoxamina, - Alfa-interferão e peginterferão alfa-2, - Zafirlucaste, - Vacinas da gripe, - Etintidina, - Idrocilamida e - Zileuton Nestes casos poderá ser necessária uma redução da dose. Quando a teofilina é administrada simultaneamente com a ciprofloxacina e com a enoxacina, a dose de teofilina deve ser reduzida para no máximo 60% e 30% da dose recomendada, respetivamente. Outras quinolonas (ex: peploxacina ou ácido pipemidico) podem também potenciar a ação de medicamentos contendo teofilina. Consequentemente, recomenda-se fortemente o controlo frequente das concentrações de teofilina durante a terapêutica concomitante com quinolonas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glipizida + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Os compostos mencionados a seguir podem originar hiperglicemia: Progestogénios: efeito diabetogénico de doses elevadas de progestogénios. Deve-se avisar o doente e proceder ao autodiagnóstico da glicémia e glicosúria. Pode ser necessário o ajuste da dose do medicamento antidiabético durante o tratamento com Neurolépticos corticóides ou progestogénios e após a sua suspensão. Existem outros fármacos que podem provocar hiperglicemia e originar uma perda de controlo, nomeadamente tiazidas e outros diuréticos, derivados da tiroide, Estrogénios, contracetivos orais, fenitoína, ácido nicotínico, fármacos bloqueadores dos canais de cálcio e isoniazida. Quando se suspende o tratamento com estes fármacos a um doente a tomar glipizida, deve-se ter precaução para evitar hiperglicemia.

Bedaquilina + Isoniazida

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Outros medicamentos para a tuberculose: A administração concomitante de curto prazo da bedaquilina com isoniazida/pirazinamida em indivíduos saudáveis não resultou em alterações clínicas relevantes na exposição (AUC) da bedaquilina, isoniazida ou pirazinamida. Não é necessário qualquer ajuste posológico da isoniazida ou pirazinamida durante a administração concomitante com bedaquilina. Num estudo clínico controlado com placebo realizado em doentes com Mycobacterium tuberculosis multirresistente, não foi observado qualquer impacto significativo da administração concomitante de bedaquilina na farmacocinética do etambutol, canamicina, pirazinamida, ofloxacina ou cicloserina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbamazepina + Isoniazida

Observações: Indução das enzimas microssomais hepáticas metabolizadoras de fármacos. Susceptível à inibição do metabolismo, principalmente pelo CYP3A4
Interações: Fármacos que reduzem o metabolismo da carbamazepina: - Isoniazida
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cetoconazol + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de Cetoconazol e rifampicina ou isoniazida resultou na diminuição das concentrações séricas do Cetoconazol. Por este motivo, o Cetoconazol e a rifampicina e/ou a isoniazida devem ser administrados com um intervalo de pelo menos 12 horas.

Vitaminas do complexo B + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Vitaminas do complexo B pode interagir com outros medicamentos nomeadamente tetraciclinas, aminoglicosídeos, colchicina, isoniazida e carbamazepina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina humana + Insulina isofânica + Isoniazida

Observações: Algumas substâncias afetam o metabolismo da glucose e podem requerer um ajuste da dose da insulina humana.
Interações: As substâncias que podem reduzir o efeito de redução da glicemia incluem corticosteroides, danazol, diazóxido, diuréticos, glucagon, isoniazida, estrogénios e progestogénios (p.ex: contracetivos orais), derivados das fenotiazinas, somatrofina, medicamentos simpaticomiméticos (p. ex. epinefrina [adrenalina], salbutamol e terbutalina), hormonas tiroideias, e medicamentos inibidores da protease e antipsicóticos atípicos (tal como Olanzapina e clozapina).

Glisentida (glipentida) + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Isoniazida. Isoniazida parece afectar a formação de glicogénio, a redução da utilização da glicose, e pode diminuir a produção de insulina, com o risco de diminuir a eficácia de sulfonilureias. Recomenda-se a controlar periodicamente o açúcar no sangue e ajustar a dose se necessário.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Propiverina + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Redução da pressão arterial em doentes tratados com isoniazida.

Vitaminas do complexo B + Ácido ascórbico + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Este medicamento pode ter interacção com outros medicamentos nomeadamente tetraciclinas, aminoglicosídeos, varfarina, antiácido com alumínio, colchicina, isoniazida, fenitoína, fenobarbital e carbamazepina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cianocobalamina + Piridoxina + Tiamina + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Os antagonistas da piridozina, como por exemplo, a isoniazida (INH), a cicloserina, a penicilamina e a hidralazina podem reduzir a eficácia da vitamina B6 (piridoxina).
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Acarbose + Isoniazida

Observações: Como resultado de um aumento da fermentação de hidratos de carbono no cólon, a sacarose (açúcar de cana) e os alimentos que contêm sacarose provocam, frequentemente, mal-estar abdominal ou mesmo diarreia durante o tratamento com os comprimidos de acarbose. A acarbose exerce um efeito anti-hiperglicemiante, mas não induz, por si só, hipoglicémia. Em casos individuais pode ocorrer choque hipoglicémico. Quando os medicamentos que produzem hiperglicémia são descontinuados nos doentes controlados com acarbose deve-se reavaliar o controlo destes doentes.
Interações: É necessário monitorizar e efectuar os ajustes posológicos necessários, quando se administra concomitantemente acarbose com medicamentos que produzem hiperglicémia, como: Tiazidas e outros diuréticos, corticosteróides, fenotiazinas, estrogénios, anticonceptivos orais, fenitoína, ácido nicotínico, simpaticomiméticos, bloqueadores dos canais de cálcio e isoniazida.

Pirazinamida + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Com a isoniazida podem surgir efeitos hepatotóxicos, obrigando a apertada vigilância clínica e biológica.

Bacilo Calmette-Guérin + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: As bactérias BCG são sensíveis a fármacos antituberculosos (p. ex. etambutol, estreptomicina, ácido p-aminosalicílico, isoniazida e rifampicina), antibióticos, anti-sépticos e lubrificantes.
 Sem significado Clínico

Vitaminas do complexo B + Ácido ascórbico + Biotina + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Pode interagir com outros medicamentos nomeadamente tetraciclinas, aminoglicosídeos, varfarina, antiácido com aluminio, colchicina, isoniazida e carbamazepina.

Eliglustato + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Em MF, deve proceder-se com cuidado relativamente aos inibidores fracos da CYP3A (por exemplo, amlodipina, cilostazol, fluvoxamina, goldenseal (Hydrastis Canadensis), isoniazida, ranitidina, ranolazina).

Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Os antiácidos contendo alumínio podem impedir a absorção adequada de outros medicamentos: antagonistas H-2, atenolol, bifosfonatos, cloroquina, cetoconazol, ciclinas, diflunisal, digoxina, etambutol, fluoroquinolonas, fluoreto de sódio, glucocorticóides, indometacina, isoniazida, lincosamidas, metoprolol, neurolépticos, fenotiazinas, penicilamina, propranolol, sais de ferro. Recomenda-se alternar a administração destes medicamentos e do Hidróxido de alumínio/Hidróxido de magnésio com pelo menos 2 horas de intervalo (4 horas para as fluoroquinolonas) a fim de minimizar a ocorrência de interações indesejáveis. Os sais de citrato e o ácido ascórbico poderão aumentar a absorção de alumínio.

Vitaminas do complexo B + Biotina + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Vitaminas do complexo B / Biotina pode interagir com outros medicamentos nomeadamente tetraciclinas, aminoglicosídeos, colchicina, isoniazida e carbamazepina.

Indinavir + Isoniazida

Observações: n.d.
Interações: INDINAVIR NÃO POTENCIADO ANTI-INFECCIOSOS: Antimicobacterianos: Isoniazida 300 mg QD (Indinavir 800 mg TID) Indinavir e isoniazida podem ser administrados concomitantemente sem ajuste posológico.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbonato de cálcio + Hidróxido de alumínio + Isoniazida

Observações: O aumento do pH urinário aumenta a excreção urinária e diminui a concentração sanguínea dos salicilatos.
Interações: Carbonato de cálcio/ Hidróxido de alumínio pode diminuir a absorção de tetraciclinas, digoxina, indometacina, naproxen, sais de ferro e isoniazida. Devem portanto estes medicamentos ser tomados longe do Carbonato de cálcio/ Hidróxido de alumínio (1 a 2 horas antes).

Ibuprofeno + Paracetamol + Isoniazida

Observações: n.d.
Interações: Foram detetadas as seguintes interações de paracetamol com outros medicamentos: • Foram reportados casos de hepatotoxicidade grave em doses terapêuticas ou sobredosagens moderadas de paracetamol em doentes a receber isoniazida em monoterapia ou combinada com outros fármacos para o tratamento da tuberculose. Este produto pode interferir com alguns medicamentos, incluindo: • medicamentos usados para tratar a tuberculose, como a isoniazida
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Piridoxina (Vitamina B6) + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Os seguintes medicamentos podem interferir e reduzir os níveis de cloridrato de piridoxina (vitamina B6): - Cicloserina - Hidralazinas - Isoniazida - Desoxipiridoxina - D-penicilamina - Contracetivos orais - Álcool
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina glargina + Isoniazida

Observações: Algumas substâncias afetam o metabolismo da glucose, o que pode implicar a necessidade de ajuste de dose da insulina glargina.
Interações: As substâncias que podem diminuir o efeito de redução da glicemia incluem corticosteroides, danazol, diazóxido, diuréticos, glucagon, isoniazida, estrogénios e progestagénios, derivados das fenotiazinas, somatropina, medicamentos simpaticomiméticos (p.ex.epinefrina [adrenalina], salbutamol, terbutalina), hormonas tiroideias, medicamentos antipsicóticos atípicos por ex. clozapina e olanzapina) e inibidores da protease.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Doxilamina + Piridoxina + Isoniazida

Observações: Não foram efetuados estudos de interação com Doxilamina + Piridoxina.
Interações: Conhecem-se interações entre a piridoxina e os seguintes medicamentos: - Alguns medicamentos como a hidroxizina, a isoniazida ou a penicilamina podem interferir com a piridoxina e aumentar as necessidades de vitamina B6.

Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio + Simeticone + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Os antiácidos contendo alumínio podem impedir a absorção adequada de outros medicamentos tais como antagonistas H2, atenolol, cefedinir, cefpodoxima, bifosfonatos, cloroquina, cetoconazol, ciclinas, diflunisal, digoxina, etambutol, fluoroquinolonas, fluoreto de sódio, glucocorticoides, indometacina, isoniazida, polistireno sulfonato de sódio (kayexalate), levotiroxina, lincosamidas, metoprolol, neurolépticos, fenotiazinas, penicilamina, propranolol, rosuvastatina, sais de ferro. Recomenda-se alternar a administração destes medicamentos e do antiácido com pelo menos 2 horas de intervalo (4 horas para as fluoroquinolonas) a fim de minimizar a ocorrência de interações indesejáveis.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fosfato de alumínio + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Possibilidade de atraso e/ou diminuição da absorção de substâncias como: furosemida, tetraciclinas, digoxina, isoniazida e anticolinérgicos.

Itraconazol + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos que afetam o metabolismo de itraconazol: O itraconazol é metabolizado principalmente pelo CYP3A4. Foram realizados estudos de interação com a rifampicina, rifabutina e fenitoína, que são potentes indutores do CYP3A4. A associação de itraconazol a estes potentes indutores enzimáticos não é recomendada já que a biodisponibilidade do itraconazol e de hidro-itraconazol foi de tal modo reduzida que a eficácia pode estar altamente reduzida. Não estão disponíveis dados de estudos formais para outras enzimas indutoras potentes, tais como a carbamazepina, Hypericum perforatum (erva de S. João), fenobarbital e isoniazida, mas podem-se antecipar efeitos idênticos. Inibidores potentes desta enzima, tais como ritonavir, indinavir, claritromicina e eritromicina, podem aumentar a biodisponibilidade do itraconazol.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina glargina + Lixisenatido + Isoniazida

Observações: Não foram realizados estudos de interação com Insulina glargina + Lixisenatido. A informação fornecida a seguir baseia-se em estudos com os componentes individuais. Algumas substâncias afetam o metabolismo da glicose e podem exigir o ajuste posológico de Insulina glargina + Lixisenatido
Interações: As substâncias que podem diminuir o efeito de redução da glicemia incluem corticosteroides, danazol, diazóxido, diuréticos, glucagon, isoniazida, estrogénios e progestagénios, derivados das fenotiazinas, somatropina, medicamentos simpaticomiméticos (p. ex., epinefrina [adrenalina], salbutamol e terbutalina), hormonas tiroideias, medicamentos antipsicóticos atípicos (p. ex., clozapina e olanzapina) e inibidores da protease.

Rifabutina + Isoniazida

Observações: n.d.
Interações: Dificuldades de absorção. A alteração do pH gástrico devido à progressão da SIDA está relacionada com a má absorção de alguns fármacos utilizados em doentes VIH- positivos (ex. rifampicina, isoniazida). Dados de concentração sérica de rifabutina em doentes com SIDA, com diferentes níveis de gravidade (baseada nas contagens de CD4+) sugerem que a absorção da rifabutina não é afetada pela progressão da doença. ANTI-TB (Tuberculose): Isoniazida: Efeito na rifabutina: ND Efeito no fármaco coadministrado: Farmacocinética não afetada. ND – Não há dados
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Petidina + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: A administração de petidina a pacientes a receber isoniazida pode agravar os efeitos adversos da isoniazida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina zinco protamina + Isoniazida

Observações: A insulina não afeta outros medicamentos. No entanto, é importante estar ciente de que muitos medicamentos podem afetar os níveis de glicose no sangue e pode, portanto, alterar as suas necessidades de insulina. Por esta razão, as pessoas com diabetes devem sempre procurar o conselho de seu médico ou farmacêutico antes de tomar quaisquer novos medicamentos ou interromper as já existentes.
Interações: Os seguintes medicamentos podem aumentar os níveis de glicose no sangue: Isoniazida

Zalcitabina + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Fenilefrina + Guaifenesina + Isoniazida

Observações: n.d.
Interações: PARACETAMOL: O risco de hepatoxicidade do paracetamol pode ser aumentado pelo uso de medicamentos que induzem as enzimas microssomais hepáticas tais como barbitúricos, antidepressivos tricíclicos, antiepiléticos (i.e., fenitoína, fenobarbital e carbamazepina), medicamentos utilizados no tratamento da tuberculose (i.e., rifampicina e isoniazida) e pela ingestão excessiva de álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Alfatocoferol + Piridoxina + Retinol + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Piridoxina aumenta a excreção de certos medicamentos que actuam como antagonistas de piridoxina (por exemplo, cicloserina e isoniazida).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar os níveis séricos de fenitoína incluem: cloranfenicol, sulfonamidas, dicumarol, disulfiram, isoniazida, cimetidina, sultiamo, fenilbutazona, tolbutamida, salicilatos, clordiazepóxido, fenotiazinas, diazepam e alcoolismo agudo.

Vincristina + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Sulfato de Vincristina/Asparaginase/Isoniazida e outros medicamentos neurotóxicos: Tem de ser considerada a possibilidade de aparecimento de neuropatias periféricas graves e prolongadas pela administração de medicamentos neurotóxicos a doentes tratados com Vincristina. Nestes doentes, a administração destes medicamentos deverá fazer-se com precaução e sob constante supervisão neurológica.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tolazamida + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Os bloqueadores dos canais de cálcio (por exemplo, diltiazem), corticosteróides (por exemplo, prednisona), descongestionantes (por exemplo, pseudoefedrina), diazóxido, diuréticos (por exemplo, furosemida, hidroclorotiazida), estrogénios, contraceptivos hormonais (por exemplo, comprimidos anticoncepcionais), isoniazida, niacina, Fenotiazinas (por exemplo, prometazina), fenitoína, rifamicinas (por exemplo, rifampicina), simpaticomiméticos (por exemplo, albuterol, epinefrina, terbutalina) ou suplementos de tireóide (por exemplo, levotiroxina), porque podem diminuir a eficácia da tolazamida, resultando em níveis elevados de açúcar no sangue.

Isoflurano + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Associações que requerem precauções de utilização: Indutores da CYP2E1: Os medicamentos e produtos que aumentam a atividade da isoenzima CYP2E1 do citocromo P450, como a isoniazida e o álcool, podem aumentar o metabolismo do isoflurano e conduzir a aumentos significativos nas concentrações plasmáticas de fluoreto. O uso concomitante de Isoflurano e isoniazida pode aumentar o risco de potenciação dos efeitos hepatotóxicos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sevoflurano + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Indutores da CYP2E1: Os medicamentos e compostos que aumentam a atividade da isoenzima CYP2E1 do citocromo P450, como a isoniazida e o álcool, podem aumentar o metabolismo do sevoflurano e levar a aumentos significativos nas concentrações plasmáticas de flúor. O uso concomitante do sevoflurano e isoniazida pode potenciar os efeitos hepatotóxicos da isoniazida.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina glulisina + Isoniazida

Observações: Não foram realizados estudos sobre interações farmacocinéticas. Baseado num conhecimento empírico de medicamentos semelhantes, as interações farmacocinéticas clinicamente relevantes são improváveis. Um número variado de substâncias afetam o metabolismo da glucose e pode haver necessidade de um ajuste da posologia da insulina glulisina e em particular de uma monitorização apertada.
Interações: Entre as substâncias que podem reduzir o efeito hipoglicemiante incluem-se os corticosteroides, danazol, diazóxido, diuréticos, glucagon, isoniazida, derivados das fenotiazinas, somatropina, medicamentos simpaticomiméticos (p.ex., epinefrina [adrenalina], salbutamol, terbutalina), hormonas da tiroide, estrogénios, progesteronas (p.ex., na pílula contracetiva), inibidores das proteases e fármacos antipsicóticos atípicos (p.ex., olanzapina e clozapina).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Carbamazepina

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: Aumento das concentrações séricas do anticonvulsivante e sintomas de toxicidade da carbamazepina, incluindo ataxia, cefaleias, vómitos, visão turva, tonturas e confusão.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Fenitoína

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: A isoniazida inibe o metabolismo hepático da fenitoína, resultando num aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína e consequentemente, toxicidade em alguns doentes.

Isoniazida + Cicloserina (Terizidona)

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: Existem evidências de efeitos adversos a nível do sistema nervoso.

Isoniazida + Vacina contra a tuberculose (BCG)

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: A isoniazida inibe a multiplicação de BCG, deste modo a vacina BCG pode não ser eficaz se administrada concomitantemente com isoniazida.
Avisar os pacientes de que a baixa adesão aos regimes de antituberculose podem resultar em falha do tratamento e desenvolvimento de tuberculose resistente aos medicamentos, o que pode ser fatal e levar a outros riscos graves para a saúde.

A importância de concluir o tramento completo; e de não perder nenhuma dose.

Aconselhar os pacientes a tomar isoniazida em jejum.

A importância de informar os médicos se ocorrerem sinais ou sintomas de lesão hepática ou outros efeitos adversos, incluindo perda de apetite, mal-estar, fadiga persistente, náuseas, vómitos, urina escura, icterícia, prurido, parestesias persistentes das mãos e pés, fraqueza ou febre duradoura > 3 dias, e/ou sensibilidade abdominal (especialmente desconforto no quadrante superior direito).

Aconselhar o paciente a evitar alimentos que contenham histamina (por exemplo, gaiado, atum, peixes tropicais) e alimentos que contenham tiramina e bebidas (por exemplo, queijo, vinho tinto) durante o tratamento com isoniazida.

Importância de informar os médicos de terapia existente ou prevista, incluindo de medicamentos com e sem prescrição (OTC), bem como de todas as doenças concomitantes.

Importância de as mulheres informarem os médicos se estão, ou se planeiam engravidar ou amamentar.

É importante informar os pacientes de outras informações de precauções importantes.

(Ver Precauções).
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017