Hipericão

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento
O que é
O Hipericão ou Hypericum perforatum tem propriedades antidepressivas.
Hypericum é um género botânico pertencente à família Hypericaceae.
A hipericina e a hiperforina, são um dos principais constituintes activos do Hypericum.

Nome em latin: Hyperici herba
Nome comum em inglês: St. John's Wort
Nome botânico: Hypericum perforatum L.
Usos comuns
A depressão é uma doença caracterizada por sintomas tais como apatia, desinteresse, falta de energia, tristeza, sensação de solidão.

Estudos efectuados com o extrato de hipericão mostram que a sua utilização pode ajudar a melhorar vários dos sintomas observados em pessoas com depressão.
Tipo
Biotecnologia.
História
Durante séculos a Hypericum perforatum (Hipericão) foi muito utilizada, inicialmente pela sua capacidade de cicatrizar feridas, úlceras da pele e queimaduras. Considerada capaz de afastar maus espíritos, foi utilizada no tratamento de inúmeras doenças mentais.

Actualmente a planta não é muito usada para estes sintomas, mas sim, largamente testada na actividade antidepressiva contra estados depressivos suaves a moderados, ansiedade, insónia, dores nevrálgicas e, ainda, actividades antiviral, antibacteriana e fotossensibilizadora.
Indicações
Está indicado para o tratamento dos sintomas da doença depressiva ligeira a moderada, especialmente quando não é necessária sedação.
Classificação CFT

2.9.3 : Antidepressores

Mecanismo De Acção
À semelhança do que se verifica com os antidepressivos tricíclicos, a administração do extrato de Hypericum a indivíduos saudáveis está associada a uma diminuição da actividade-alfa e a um aumento da actividade teta e beta no EEG em repouso.

Verificou-se também uma diminuição das latências dos potenciais evocados visuais e acústicos, sugerindo uma melhoria a nível da função cognitiva, à semelhança da que se encontra descrito para a imipramina e a maprotilina.

Os estudos comparativos com maprotilina sugerem que o Hypericum está associado a um efeito primariamente relaxante e não tanto a um efeito sedativo e ainda a uma melhoria na cognição. Foi observado um aumento significativo dos metabólitos urinários dos neurotransmissores após administração de extrato de Hypericum a mulheres com sintomas depressivos.

Os antidepressivos imipramina e maprotilina evidenciam um efeito semelhante.
Em indivíduos saudáveis, a administração subcrónica de extrato de Hypericum esteve associada a um aumento significativo da secreção noturna de melatonina.
Estas observações foram também verificadas com a desipramina e amitritilina quando administradas a doentes depressivos.

Embora se desconheça o mecanismo de acção preciso do efeito antidepressivo do Hypericum, várias das propriedades do extrato poderão ser responsáveis pelo efeito antidepressivo, quer individualmente, quer conjuntamente.

Entre os factores relevantes a considerar pode referir-se: os extractos de Hypericum contêm GABA (ácido gama-aminobutírico); em doses terapêuticas não existe inibição significativa da monoaminoxidase; encontra-se demonstrada inibição da recatação da serotonina e noradrenalina, bem como de um efeito sobre a actividade da catecol-O-metiltransferase e a expressão de citocinas; verifica-se a ocorrência de uma ligação dos extractos de Hypericum aos receptores sigma.
Posologia Orientativa
Adultos:
Um comprimido duas vezes por dia, preferencialmente de manhã e à noite.
O efeito antidepressivo manifesta-se, geralmente, 10 a 14 dias após início do tratamento. Recomenda-se um tratamento de 4 - 6 semanas. A continuação do tratamento dependerá da resposta clínica e do critério do médico.
Administração
Via oral.
Contra-Indicações
– Antecedentes de hipersensibilidade ao Hypericum.
– Está contra-indicado em doentes submetidos a tratamento com inibidores da protease do VIH, inibidores não-nucleosídicos da transcriptase reversa do VIH, varfarina, fenilpropilhidroxicumarina, e ciclosporina, devido ao risco de diminuição das concentrações plasmáticas destes fármacos e consequente diminuição dos respectivos efeitos terapêuticos.
– Face à inexistência de dados clínicos, não deverá ser utilizado em doentes com insuficiência renal grave.
– Face à inexistência de dados clínicos, não deverá ser utilizado em doentes com insuficiência hepática.
– Considerando os dados clínicos limitados em doentes afectados por doença depressiva grave, não se recomenda o seu uso nesta população de doentes.
– O tratamento de crianças não é recomendado uma vez que não existem informações sobre o uso em pediatria.
– Na ausência de dados clínicos, não deve ser utilizado durante a gravidez e o aleitamento.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
A incidência de efeitos indesejáveis durante o tratamento com Hypericum é semelhante à que se observa com placebo.
Os efeitos indesejáveis relatados com uma incidência < 5% são: perturbações gastrointestinais, fadiga e nervosismo.
Em casos isolados, poderá ser activada uma reacção maníaca.
Doses muito elevadas de Hypericum podem potencialmente causar fotossensibilidade.
Não existem contudo referências a fotossensibilidade com a dosagem recomendada.
Foram notificados casos de ideação/comportamento suicida durante o tratamento com Hipericão ou imediatamente após a sua descontinuação.
Advertências
Gravidez
Gravidez
Gravidez:Não deverá ser utilizado durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento
Aleitamento:Não deverá ser utilizado durante o aleitamento.
Precauções Gerais
– Fotossensibilidade

– O uso concomitante de Hipericão e de anticoagulantes orais do tipo da cumarina (varfarina, fenprocumon) e de ciclosporina, pode provocar uma diminuição da eficácia destes fármacos.

– Não se recomenda a utilização do fármaco de forma concomitante com: contraceptivos orais, digoxina, teofilina, carbamazepina, fenobarbitona e fenitoína, devido ao risco de diminuição das concentrações plasmáticas destes fármacos e consequente diminuição dos respectivos efeitos terapêuticos.

– Deverá igualmente ter-se especial atenção à utilização concomitante de Hipericão e Inibidores Selectivos da Recatação da Serotonina, nefazodona, trazodona e tritanos, uma vez que a frequência dos efeitos indesejáveis destes fármacos pode aumentar.

Caso seja administrado simultaneamente com qualquer um destes fármacos, recomenda-se o controlo rigoroso do doente, especialmente no início ou fim do tratamento com Hipericão. Se, durante a administração concomitante com Hipericão, for aumentada a dose de qualquer um dos fármacos administrados simultaneamente, dever-se-á equacionar uma redução destas doses, quando for interrompido o tratamento com Hipericão.

– Suicídio/ideação de suicídio/agravamento da situação clínica
A depressão está associada ao aumento do risco de ideação suicida, autoagressividade e suicídio (pensamentos/comportamentos relacionados com o suicídio). O risco prevalece até que ocorra remissão significativa dos sintomas. Como durante as primeiras semanas ou mais de tratamento pode não se verificar qualquer melhoria, os doentes deverão ter uma vigilância mais rigorosa até que essa melhoria ocorra. De acordo com a prática clínica, em geral o risco de suicídio pode aumentar nas fases iniciais da recuperação.

Os doentes com história de pensamentos/comportamentos relacionados com o suicídio, que apresentem um grau significativo destes sintomas antes do início do tratamento, apresentam também um maior risco de ideação suicida ou de tentativa de suicídio, devendo por este motivo ser cuidadosamente monitorizados durante o tratamento. Uma meta-análise de estudos clínicos controlados com placebo em adultos com distúrbios psiquiátricos demonstrou um aumento do risco de comportamentos relacionados com o suicídio em doentes com menos de 25 anos a tomar antidepressivos comparativamente aos doentes a tomar placebo.

A terapêutica medicamentosa deverá ser acompanhada de uma monitorização rigorosa em particular nos doentes de maior risco especialmente na fase inicial do tratamento ou na sequência de alterações posológicas.
Os doentes, e os prestadores de cuidados de saúde, devem ser alertados para a necessidade de monitorização relativamente a qualquer agravamento da sua situação clínica, pensamentos/comportamentos relacionados com o suicídio e para procurar assistência médica imediatamente caso estes ocorram.
Cuidados com a Dieta
Não interfere com alimentos e bebidas.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de Intoxicações.

No decurso de tratamento experimental antivírico com hipericina sintética, em dosagens elevadas (35 mg i.v.), foi relatada fotossensibilidade em doentes com VIH positivo.
Os sintomas fototóxicos típicos incluíram erupção, prurido e eritema 24 horas após exposição à luz ultravioleta.
O tratamento consiste em evitar a exposição à luz.
Terapêutica Interrompida
Se se esqueceu de tomar uma ou mais doses, não deve aumentar a dose para compensar a dose esquecida. Deverá aguardar até ao momento da próxima toma e continuar normalmente o tratamento.
Cuidados no Armazenamento
Não conservar acima de 25ºC.
Conservar na embalagem de origem para proteger da humidade.

Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.

Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Inibidores da HMG-CoA redutase Hipericão

Observações: Lovastatina, sinvastatina e, em menor extensão, atorvastatina, são susceptíveis aos inibidores do CYP3A4. Risco aumentado de miopatia aditiva com outros fármacos que podem causar miopatia.
Interacções: Aumentam o metabolismo das estatinas: - Hipericão - Hipericão
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Estrogénios Hipericão

Observações: Metabolismo induzível; A circulação entero-hepática do estrogénio pode ser interrompida por alteração da flora intestinal (p.ex: por antibióticos)
Interacções: Fármacos que aumentam o metabolismo dos estrogénios com possível redução da eficácia dos contraceptivos orais: - Hipericão - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbamazepina Hipericão

Observações: Indução das enzimas microssomais hepáticas metabolizadoras de fármacos. Susceptível à inibição do metabolismo, principalmente pelo CYP3A4
Interacções: Fármacos com metabolismo aumentado pela carbamazepina: - Hipericão - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido 5-aminolevulínico Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Dado que a hipericina pode aumentar as reacções fototóxicas induzidas pela TFD, o tratamento com produtos que contenham esta substância (hipericão, Hypericum perforatum) deverá ser interrompido duas semanas antes da TFD com este medicamento. - Hipericão
Usar com precaução

Lansoprazol Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Indutores enzimáticos que afectam o CYP2C19 e o CYP3A4 como a rifampicina e o hipericão (Hypericum perforatum) podem reduzir marcadamente as concentrações plasmáticas do lansoprazol. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Exemestano Hipericão

Observações: Os dados obtidos in vitro demonstraram que o fármaco é metabolizado através do citocromo P450 (CYP) 3A4 e das aldo-ceto redutases e que não inibe qualquer uma das principais isoenzimas do CYP.
Interacções: A co-administração de preparações à base de plantas que contenham hypericum perforatum (Erva de S. João), conhecidos por induzir a CYP 3A4 pode reduzir a eficácia do exemestano. - Hipericão
Contraindicado

Hipericão Imunossupressores

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Imunossupressores
Não recomendado/Evitar

Fesoterodina Hipericão

Observações: Dados in vitro demonstram que o metabolito activo da fesoterodina não inibe o CYP 1A2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, ou induz o CYP 1A2, 2B6, 2C9, 2C19 ou 3A4 em concentrações plasmáticas clinicamente relevantes. Assim, é pouco provável que a fesoterodina altere a depuração dos medicamentos que são metabolizados por estas enzimas. Não são recomendados ajustes de dose na presença de inibidores moderados do CYP3A4 (p.ex.sumo de toranja).
Interacções: Após a administração oral de 8 mg de fesoterodina, seguido da indução do CYP3A4 mediante a co-administração de 600 mg de rifampicina uma vez por dia, a Cmax e a AUC do metabólito activo da fesoterodina diminuíram em aproximadamente 70% e 75%, respectivamente. A indução do CYP3A4 pode conduzir a níveis plasmáticos subterapêuticos. Não é recomendada a utilização concomitante com indutores do CYP3A4 (p.ex., carbamazepina, rifampicina, fenobarbital, fenitoína, hipericão). - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estradiol Hipericão

Observações: Na administração transdérmica, o efeito de primeira passagem no fígado é evitado, sendo o medicamento menos afectado pelos indutores enzimáticos, do que as hormonas orais. Clinicamente, um metabolismo aumentado de estrogénios e progestagénios pode originar um efeito diminuído e alterações no perfil de hemorragia uterina.
Interacções: As preparações ervanárias contendo a Erva de São João (Hypericum perforatum) podem induzir o metabolismo dos estrogénios. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estradiol + Gestodeno Hipericão

Observações: Clinicamente, um aumento do metabolismo dos estrogénios e progestagénios pode conduzir à diminuição dos efeitos terapêuticos e a alterações no perfil de hemorragia uterina.
Interacções: As preparações à base de plantas contendo Erva de São João (Hypericum perforatum) podem induzir o metabolismo do Estradiol/Gestodeno. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estradiol + Noretisterona Hipericão

Observações: Clinicamente, um metabolismo aumentado de estrogénios e progestagénios pode originar um efeito diminuído e alterações no perfil de hemorragia uterina.
Interacções: Produtos à base de plantas contendo Erva de S. João (Hypericum perforatum) podem induzir o metabolismo de estrogénios e progestagénios. - Hipericão
Usar com precaução

Ginkgo biloba Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: O Ginkgo biloba interage com o hipericão. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nateglinida Hipericão

Observações: Alguns medicamentos influenciam o metabolismo da glucose e, portanto, devem ser consideradas pelo médico possíveis interações. Quando os medicamentos - que aumentam ou reduzem o efeito hipoglicémico da nateglinida - são administrados ou retirados a doentes medicados com nateglinida, o doente deve ser cuidadosamente vigiado quanto a alterações no controlo da glicemia. Dados disponíveis de estudos in vitro e in vivo indicam que a nateglinida é metabolizada principalmente pela CYP2C9, com envolvimento da CYP3A4 em menor extensão. Não foram realizados estudos de interacção in vivo com um inibidor da 3A4. In vivo, a nateglinida não tem efeito clinicamente relevante na farmacocinética de medicamentos metabolizados pela CYP2C9 e CYP3A4. Em estudos in vitro, a nateglinida demonstrou um baixo potencial para deslocar as proteínas.
Interacções: Os seguintes agentes podem reduzir o efeito hipoglicémico da nateglinida: Diuréticos, corticosteróides, agonistas beta2, somatropina, análogos da somatostatina (por ex. lanreótido, octreótido), rifampicina, fenitoína e erva de S. João. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Desogestrel Hipericão

Observações: As interacções entre os contraceptivos hormonais e outros medicamentos podem conduzir a hemorragias intracíclicas e/ou falência contracetiva. Os contraceptivos hormonais podem interferir com o metabolismo de outros medicamentos. Por este motivo, as concentrações plasmáticas e tecidulares destes podem estar aumentadas ou diminuídas. Nota: A informação sobre a prescrição da medicação concomitante deve ser consultada de forma a identificar potenciais interacções.
Interacções: Podem ocorrer interacções com medicamentos indutores das enzimas microssomais, o que poderá resultar na depuração aumentada das hormonas sexuais (tais como: hidantoínas (por exemplo, fenitoína), barbitúricos (por exemplo, fenobarbital), primidona, carbamazepina, rifampicina e, possivelmente também com oxcarbazepina, topiramato, rifabutina, felbamato, ritonavir, nelfinavir, griseofulvina e produtos contendo hipericão (Hipericum perforatum)). A indução máxima enzimática não é detetada durante 2 a 3 semanas, mas pode manter-se, pelo menos, durante 4 semanas após a interrupção do tratamento. As mulheres que estejam a ser tratadas com qualquer um destes medicamentos devem, temporariamente, utilizar um método contraceptivo de barreira adicional em conjunto com Desogestrel. Se o medicamento utilizado for indutor das enzimas microssomais hepáticas, o método de barreira deve ser usado durante o tempo de uso concomitante do medicamento e até 28 dias após a sua descontinuação. Para mulheres que façam terapêutica de longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, deve ser considerado um método contraceptivo não hormonal. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estradiol + Nomegestrol Hipericão

Observações: Clinicamente, um metabolismo aumentado de estrogénios e progestagénios pode conduzir a uma diminuição do efeito e alterações no perfil da hemorragia uterina.
Interacções: Os produtos à base de plantas contendo erva de São João ( Hipericum perfuratum ) podem induzir o metabolismo de estrogénios e progestagénios. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciproterona Hipericão

Observações: Com base em estudos de inibição "in vitro", é possível uma inibição das enzimas CYP2C8, 2C9, 2C19, 3A4 e 2D6 do citocromo P450 a doses terapêuticas altas de acetato de ciproterona de 3 vezes 100 mg por dia.
Interacções: Por outro lado, os indutores do CYP3A4 tais como a rifampicina, fenitoína e produtos que contenham erva de S. João podem reduzir os níveis de acetato de ciproterona. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Medroxiprogesterona + Valerato de estradiol Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: As preparações com plantas contendo a erva de S. João (Hypericum perforatum) podem induzir o metabolismo dos estrogénios e progestagénios. Do ponto de vista clínico, o aumento do metabolismo dos estrogénios e dos progestagénios pode levar à diminuição do efeito e a alterações no perfil da hemorragia uterina. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dronabinol + Canabidiol Hipericão

Observações: O delta-9-tetrahidrocanabinol (THC) e o canabidiol (CBD) são metabolizados pelo sistema enzimático do citocromo P 450 . Os efeitos inibidores deste medicamento sobre o sistema do citocromo P 450 observados in vitro e em modelos animais foram observados apenas em exposições significativamente mais elevadas do que a exposição máxima observada em ensaios clínicos. Num estudo in vitro com a substância medicamentosa de origem botânica THC a 1:1% (v/v) e com a substância medicamentosa de origem botânica CBD, não se observou indução relevante das enzimas do citocromo P 450 no que respeita às enzimas humanas CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4 em hepatocitos humanos, em doses até 1 μ M (314 ng/ml). Quando este medicamento foi coadministrado com alimentos, a Cmax e a AUC médias do THC foram 1,6 e 2,8 vezes mais elevadas em comparação com o estado de jejum. Os valores correspondentes do CBD foram de 3,3 e 5,1 vezes.
Interacções: Após tratamento com o indutor da CYP3A4 rifampicina, observaram-se diminuições da Cmax e da AUC do THC (diminuição, respectivamente, de 40% e 20%), do seu metabólito principal (diminuição, respectivamente, de 85% e 87%) e do CBD (diminuição, respectivamente, de 50% e 60%). Por conseguinte, se o tratamento medicamentoso concomitante com indutores enzimáticos potentes (p.ex., rifampicina, carbamazepina, hipericão) for iniciado ou interrompido durante o tratamento com este medicamento, poderá ser necessária uma nova titulação da dose. - Hipericão
Contraindicado

Isavuconazol Hipericão

Observações: O isavuconazol é um substrato do CYP3A4 e do CYP3A5. O isavuconazol é um inibidor moderado do CYP3A4/5. O isavuconazol é um indutor ligeiro do CYP2B6. O isavuconazol é um inibidor ligeiro da P-glicoproteína (P-gp. O isavuconazol é um inibidor in vitro da BCRP. O isavuconazol é um inibidor ligeiro do transportador de catiões orgânicos 2 (OCT2. O isavuconazol é um inibidor ligeiro da UGT.
Interacções: A administração concomitante de Isavuconazol com indutores potentes do CYP3A4/5, como a rifampicina, rifabutina, carbamazepina, barbitúricos de acção prolongada (por ex., fenobarbital), fenitoína e hipericão, ou com indutores moderados do CYP3A4/5, como o efavirenz, nafcilina e etravirina, é contra-indicada, uma vez que estes medicamentos podem reduzir significativamente as concentrações plasmáticas do isavuconazol. - Hipericão
Contraindicado

Elbasvir + Grazoprevir Hipericão

Observações: Grazoprevir é um substrato do OATP1B1/3 transportadores. Elbasvir e grazoprevir são substratos para CYP3A e P-gp, mas o papel da P-gp intestinal na absorção de elbasvir e grazoprevir parece ser mínima.
Interacções: Drogas que são contra-indicados com Elbasvir/ grazoprevir: Erva de São João (Hypericum perforatum): Pode levar à perda de resposta virológica ao Elbasvir/ grazoprevir devido a reduções significativas das concentrações elbasvir e plasma grazoprevir causadas por indução CYP3A forte. - Hipericão
Contraindicado

Osimertinib Hipericão

Observações: Estudos in vitro demonstraram que a Fase I do metabolismo de osimertinib ocorre predominantemente via CYP3A4 e CYP3A5. Com base em estudos in vitro, osimertinib é um inibidor competitivo dos transportadores BCRP.
Interacções: A utilização concomitante de hipericão é contra-indicada. - Hipericão
Consultar informação actualizada

Bazedoxifeno + Estrogénios conjugados Hipericão

Observações: O bazedoxifeno é sujeito a metabolismo pelas enzimas uridina difosfato glucuronil transferase (UGT) no trato intestinal e no fígado. O bazedoxifeno é sujeito a pouco, ou nenhum, metabolismo mediado pelo citocromo P450 (CYP). O bazedoxifeno não induz nem inibe as atividades das principais isoenzimas do CYP e é pouco provável que interaja com medicamentos coadministrados através do metabolismo mediado pelo CYP.
Interacções: Preparações à base de plantas que contenham erva de S. João (Hypericum perforatum) podem induzir o metabolismo de estrogénios. Clinicamente, um metabolismo aumentado de estrogénios pode originar um efeito diminuído e alterações no perfil de hemorragia uterina. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dexlansoprazol Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. Foi demonstrado que o CYP2C19 e o CYP3A4 estão envolvidos no metabolismo do dexlansoprazol. O dexlansoprazol pode interferir com a absorção de medicamentos para os quais o pH gástrico é crítico em termos de biodisponibilidade. Estudos in vitro demonstraram que não é provável que Dexlansoprazol iniba as isoformas do CYP 1A1, 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2D6, 2E1 ou 3A4. Assim sendo, não são de esperar interações clinicamente relevantes com fármacos metabolizados por estas enzimas do CYP. Medicamentos transportados pela glicoproteína P: Observou-se que o lansoprazol inibe a proteína transportadora, P-gp in vitro. Podem esperar-se efeitos semelhantes com o dexlansoprazol. A relevância clínica deste facto é desconhecida.
Interacções: Indutores enzimáticos que afectam o CYP2C19 e o CYP3A4 como a rifampicina e o hipericão (Hypericum perforatum) podem reduzir as concentrações plasmáticas do dexlansoprazol. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sofosbuvir Hipericão

Observações: O sofosbuvir é um pró-fármaco nucleótido. Após a administração oral de Sofosbuvir, o sofosbuvir é rapidamente absorvido e sujeito a extensos metabolismos hepático de primeira passagem e intestinal. A clivagem hidrolítica intracelular do pró-fármaco, catalisada por enzimas incluindo a carboxilesterase 1 e os passos sequenciais de fosforilação catalisados por cinases de nucleótidos, resulta na formação do trifosfato análogo do nucleósido de uridina farmacologicamente ativo. O metabolito inativo circulante predominante GS-331007, que é responsável por mais de 90% da exposição sistémica às substâncias relacionadas com o fármaco é formado por vias sequenciais e paralelas à formação do metabolito ativo. A substância de origem sofosbuvir é responsável por aproximadamente 4% da exposição sistémica às substâncias relacionadas com o fármaco. Em estudos de farmacologia clínica, tanto o sofosbuvir como o GS-331007 foram monitorizados para fins de análises farmacocinéticas. O sofosbuvir é um substrato do transportador de fármacos P-gp e da proteína de resistência ao cancro da mama (breast cancer resistance protein, BCRP), enquanto que o GS-331007 não é. A via de ativação metabólica intracelular do sofosbuvir é mediada por vias de fosforilação de nucleótidos e de hidrolases geralmente de baixa afinidade e alta capacidade, o que é improvável que estas sejam afetadas por medicamentos concomitantes.
Interacções: Os medicamentos que são indutores potentes da P-gp no intestino (p. ex., rifampicina, hipericão, carbamazepina e fenitoína) podem diminuir a concentração plasmática do sofosbuvir, reduzindo o efeito terapêutico de Sofosbuvir e, portanto, não devem ser utilizados com Sofosbuvir. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nintedanib Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. Nintedanib é um substrato da gp-P. Apenas uma pequena parte da biotransformação do nintedanib é feita pelas vias do CYP. Nintedanib e os seus metabolitos, a fração ácido livre BIBF 1202 e o seu glucoronido BIBF 1202-glucoronido, não inibiram ou induziram as enzimas do CYP em estudos pré-clínicos. Assim, a probabilidade de interações medicamentosas com nintedanib com base no metabolismo do CYP é considerada baixa.
Interacções: Os indutores potentes da gp-P (p. ex. rifampicina, carbamazepina, fenitoína e erva de São João (hipericão)) podem diminuir a exposição ao nintedanib. A administração concomitante com nintedanib deve ser cuidadosamente ponderada. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Idelalisib Hipericão

Observações: O idelalisib é metabolizado principalmente através da aldeído oxidase e, numa menor extensão, através da CYP3A e por glucuronidação (UGT1A4). O seu metabolito principal é o GS-563117, que não é farmacologicamente ativo. O idelalisib e o GS-563117 são substratos da P-gp e da BCRP. O metabolito principal de idelalisib, GS-563117, é um inibidor potente da CYP3A.
Interacções: Um estudo clínico de interacção medicamentosa verificou que a co-administração de uma dose única de 150 mg de idelalisib com rifampicina (um indutor potente da CYP3A) resultou numa diminuição de ~75% da AUCinf de idelalisib. A co-administração de deste medicamento com indutores moderados ou potentes da CYP3A como a rifampicina, fenitoína, hipericão ou carbamazepina deve ser evitada, dado que pode resultar numa diminuição da eficácia. - Hipericão
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Esomeprazol Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Fármacos conhecidos por induzir o CYP2C19 ou o CYP3A4 ou ambos (tais como rifampicina e hipericão) podem levar a níveis séricos reduzidos de esomeprazol por aumentarem o metabolismo de esomeprazol. - Hipericão
Contraindicado

Amprenavir Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Os níveis séricos de amprenavir podem ser reduzidos pela utilização concomitante da preparacção medicinal erva de São João (Hypericum perforatum). Este efeito deve-se à indução das enzimas metabolizadoras pela erva de São João. Portanto, as preparações medicinais contendo erva de São João não devem ser associadas a Amprenavir. Caso o doente já esteja a tomar erva de São João, devem verificar-se os níveis de amprenavir e, se possível, os níveis virais, e interromper a administração da erva de São João. Os níveis de amprenavir poderão aumentar quando for interrompida a administração da erva de São João. Poderá ser necessário ajuste da dose de amprenavir. O efeito indutor poderá persistir durante pelo menos 2 semanas após interrupção do tratamento com erva de São João. - Hipericão
Consultar informação actualizada

Bupropiom (Bupropiona) Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: A experiência clínica com preparações de hipericão (Erva de São João) também é limitada. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Cabazitaxel Hipericão

Observações: Os estudos in vitro mostraram que cabazitaxel é principalmente metabolizado através do CYP3A (80% a 90%).
Interacções: Os doentes devem evitar tomar hipericão. - Hipericão
Usar com precaução

Cilostazol Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Não foram avaliados os efeitos dos indutores da CYP3A4 e da CYP2C19 (como carbamazepina, fenitoína, rifampicina e Erva-de-São-João) na farmacocinética de cilostazol. Teoricamente, o efeito antiplaquetário pode alterar-se, pelo que deve ser feita uma monitorização cuidada quando cilostazol é co-administrado com indutores da CYP3A4 e da CYP2C19. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciproterona + Etinilestradiol Hipericão

Observações: interacções medicamentosas entre combinações estrogénio-progestagénio como o Ciproterona / Etinilestradiol e outros medicamentos podem originar uma hemorragia de disrupção e/ou falha contracetiva.
Interacções: Podem ocorrer interacções com substâncias que induzem as enzimas microssomais o que pode resultar numa depuração aumentada de hormonas sexuais (por ex. fenitoína, barbitúricos, primidona, carbamazepina, rifampicina, e possivelmente também oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofluvina e produtos contendo Erva de São João ou hipericão). - Hipericão
Contraindicado

Desogestrel + Etinilestradiol Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: A preparação herbal Erva de S. João (Hypericum perforatum) não deve ser tomada concomitantemente com este medicamento uma vez que esta preparação pode causar uma perda do efeito contraceptivo. Foram comunicados casos de hemorragia de privação e de gravidez indesejada. Isto deve-se à indução das enzimas que metabolizam os medicamentos por parte da Erva de S. João. O efeito da indução pode persistir durante pelo menos 2 semanas após o final do tratamento com a Erva de S. João. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dienogest Hipericão

Observações: Com base em estudos de inibição in vitro, é pouco provável uma interacção clinicamente relevante do dienogest com o metabolismo mediado pelas enzimas do citocromo P450 de outros medicamentos. Nota: A informação de prescrição da medicação concomitante deverá ser consultada para identificar potenciais interacções.
Interacções: Podem ocorrer interacções com fármacos (por ex., fenitoína, barbitúricos, primidona, carbamazepina, rifampicina e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina, nevirapina e produtos contendo hipericão (Hypericum perforatum)) que induzem enzimas microssómicas (por ex., enzimas do citocromo P450), o que pode resultar numa depuração aumentada de hormonas sexuais. Geralmente, a indução enzimática máxima não é observada durante 2 a 3 semanas, no entanto, poderá depois manter-se durante pelo menos 4 semanas após ter terminado a terapêutica. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Drospirenona + Estradiol Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Os produtos à base de plantas contendo erva de São João (Hypericum perforatum) poderão induzir o metabolismo de estrogénios (e progestagénios). Não é, assim, provável que os inibidores deste sistema enzimático influenciem o metabolismo da drospirenona. Os produtos à base de plantas contendo erva de São João (Hypericum perforatum) poderão induzir o metabolismo de estrogénios (e progestagénios). Clinicamente, um metabolismo aumentado de estrogénios e progestagénios poderá conduzir a um efeito diminuído e a alterações no perfil de hemorragia uterina. Os principais metabólitos de drospirenona são produzidos sem envolvimento do sistema do citocromo P450. Não é, assim, provável que os inibidores deste sistema enzimático influenciem o metabolismo da drospirenona. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Felodipina Hipericão

Observações: A felodipina é um substrato CYP3A4. Fármacos que induzam ou inibam o CYP3A4, terão grande influência na concentração da felodipina.
Interacções: O tratamento concomitante com fármacos como a carbamazepina, fenitoína, barbituratos (p.ex. fenobarbital) e rifampicina reduz os níveis plasmáticos de felodipina por indução enzimática hepática (sistema citocromo P450). Um efeito semelhante é esperado com a erva de S. João. Assim, o aumento da dose de felodipina pode ser necessário. - Hipericão
Usar com precaução

Ivabradina Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Utilização concomitante com precauções: A combinação de ivabradina 10 mg duas vezes por dia com o hipericão demonstrou reduzir a AUC da ivabradina para metade. Os indutores do CYP3A4 (por ex. rifampicina, barbitúricos, fenitoína, Hypericum perforatum [hipericão]) podem diminuir a exposição e a actividade da ivabradina. A utilização concomitante de medicamentos indutores do CYP3A4 pode requerer um ajuste de dose de ivabradina. A ingestão do hipericão deve ser restrita durante o tratamento com ivabradina. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Levonorgestrel Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: O metabolismo do levonorgestrel é aumentado pela utilização concomitante de enzimas hepáticas: anticonvulsivantes (fenobarbital, fenitoína, primidona, carbamazepina); rifabutina; rifampicina; griseofulvina, ritonavir, Hypericum perforatum (hipericão ou Erva de S. João). A eficácia de Levonorgestrel pode ser reduzida em caso de administração concomitante destas substâncias activas. - Hipericão
Contraindicado

Etinilestradiol + Gestodeno Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: As doentes a serem tratadas com Etinilestradiol / Gestodeno não devem utilizar simultaneamente produtos/medicamentos alternativos contendo Hypericum perforatum (hipericão), pois estes podem levar a perda do efeito contraceptivo. Foram reportadas hemorragias de privação e gravidezes indesejáveis. O Hypericum perforatum (hipericão) aumenta a quantidade de enzimas que metabolizam os medicamentos, por indução enzimática. O efeito da indução enzimática pode durar pelo menos 1-2 semanas após o final do tratamento com hipericão. - Hipericão
Usar com precaução

Drospirenona + Etinilestradiol Hipericão

Observações: Os principais metabolitos de drospirenona no plasma humano são criados sem envolvimento do sistema citocromo P450. Desta forma, é pouco provável que os inibidores deste sistema enzimático influenciem o metabolismo da drospirenona.
Interacções: As interacções entre os Contraceptivos orais e outros medicamentos podem conduzir a hemorragia de disrupção e/ou insucesso do contraceptivo. Foram comunicadas as seguintes interacções na literatura. Esta situação foi estabelecida com hidantoínas, barbitúricos, primidona, carbamazepina e rifampicina; suspeita-se também da oxcarbazepina, topiramato, felbamato, ritonavir, griseofulvina e do hipericão ou Erva de S. João (Hypericum perforatum). O mecanismo desta interacção parece basear-se nas propriedades indutoras de enzimas hepáticas destas substâncias activas. A indução enzimática máxima não é, normalmente, observada durante 2-3 semanas, mas pode, depois, ser mantida durante pelo menos 4 semanas após a cessação da terapêutica com o medicamento. As mulheres em tratamento de curto prazo (até uma semana) com qualquer uma das classes de medicamentos ou substâncias activas individuais acima mencionadas devem utilizar, temporariamente, um método de barreira para além dos COC, ou seja, durante o período de administração concomitante dos medicamentos e durante 7 dias após a sua descontinuação. - Hipericão
Contraindicado

Estradiol + Levonorgestrel Hipericão

Observações: Nota: A informação de prescrição de quaisquer medicações concomitantes deve ser sempre consultada para identificar interações potenciais.
Interacções: A preparação herbária de hipericão (Hypericum perforatum) não deve ser tomada concomitantemente com este medicamento, já que poderia potencialmente conduzir a uma perda do efeito contraceptivo. Foram reportadas hemorragias intra-cíclicas e gravidezes não intencionadas. Isto deve-se à indução de enzimas metabolizadoras do fármaco por parte do hipericão. O efeito indutor pode persistir durante pelo menos 2 semanas após a cessação do tratamento com o hipericão. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Perampanel Hipericão

Observações: Perampanel não é considerado um indutor ou inibidor potente das enzimas do citocromo P450 ou da UGT. O perampanel é administrado até obtenção do efeito clínico independentemente de outros antiepiléticos. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. Num estudo farmacocinético populacional dos doentes adolescentes dos estudos clínicos de Fase 3, não se observaram diferenças dignas de nota entre esta população e a população global.
Interacções: Prevê-se que indutores potentes do citocromo P450, como a rifampicina e o hipericão, diminuam as concentrações de perampanel. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Ivacaftor Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. O ivacaftor é um substrato da CYP3A4 e da CYP3A5. É um inibidor fraco das CYP3A e da P-gp e um inibidor potencial da CYP2C9. O ivacaftor é um substrato sensível das CYP3A.
Interacções: A co-administração com indutores potentes das CYP3A, como a rifampicina, rifabutina, fenobarbital, carbamazepina, fenitoína e hipericão (Hypericum perforatum) não é recomendada. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etinilestradiol + Levonorgestrel Hipericão

Observações: interacções medicamentosas entre Contracetivos orais e outros medicamentos podem originar uma hemorragia de disrupção e/ou falha contraceptiva.
Interacções: Metabolismo hepático: Podem ocorrer interacções com substâncias que induzem as enzimas microssomais o que pode resultar numa depuração aumentada de hormonas sexuais (por ex. fenitoína, barbitúricos, primidona, carbamazepina, rifampicina, e possivelmente também oxcarbazepina, topiramato, felbamato, Griseofulvina e produtos contendo Erva de São João ou hipericão). Também a protease VIH (por ex. ritonavir) e inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa (por ex. nevirapina), e combinações dos dois, têm sido reportados como afectando potencialmente o metabolismo hepático. - Hipericão
Contraindicado

Etinilestradiol + Norelgestromina Hipericão

Observações: As interacções entre contracetivos orais e outros medicamentos podem conduzir a hemorragias intra cíclicas e/ou falência do contracetivo.
Interacções: Metabolismo hepático: Podem ocorrer interacções medicamentosas com medicamentos que induzem a actividade das enzimas hepáticas, o que pode resultar num aumento da depuração das hormonas sexuais (por exemplo: fenobarbital, primidona, rifampicina, rifabutina, bosentano, (fos)aprepitant, alguns anti-epileticos (por exemplo: carbamazepina, a cetato de eslicarbazepina, felbamato, oxcarbazepina, fenitoína, rufinamida, topiramato) e alguns medicamentos para a infecção pelo VIH ( nelfinavir, ritonavir, nevirapina, efavirenz e possivelmente também, griseofulvina e preparações à base de plantas contendo hipericão (Hypericum perforatum). A indução enzimática máxima é, geralmente, observada em 10 dias, mas pode ser mantida durante pelo menos 4 semanas após cessação da terapia. As preparações à base de plantas contendo hipericão (Hypericum perforatum) não devem ser utilizadas durante a utilização de Etinilestradiol / Norelgestromina. As mulheres em tratamento de curto prazo com qualquer das classes terapêuticas ou substâncias activas individuais supracitadas que induzem as enzimas hepáticas (exceto a rifampicina), devem utilizar, temporariamente, um método de barreira para além de Etinilestradiol + Norelgestromina, durante o período da administração concomitante e durante 7 dias após a sua descontinuação. No caso das mulheres em terapêutica prolongada com qualquer uma das classes terapêuticas supracitadas, é recomendada a utilização de outro método de contraceção não hormonal fiável. As mulheres em tratamento com antibióticos (exceto a rifampicina) devem utilizar o método de barreira até 7 dias após a descontinuação. Se a administração concomitante de medicamentos se prolongar para além do final do período de utilização correspondente a uma semana, deve aplicar-se o próximo sistema transdérmico, sem o habitual intervalo livre de sistema transdérmico. - Hipericão
Usar com precaução

Etinilestradiol + Norgestimato Hipericão

Observações: Aconselha-se que os médicos consultem a rotulagem dos medicamentos utilizados concomitantemente, para obter mais informações acerca das interações com contraceptivos hormonais e da possível necessidade de ajustar as dosagens.
Interacções: Indutores das enzimas hepáticas: Produtos ou medicamentos à base de plantas que induzem as enzimas, especialmente o CYP3A4, podem diminuir as concentrações plasmáticas das hormonas contracetivas e podem diminuir a sua eficácia e/ ou aumentar a hemorragia intercorrente. Exemplos incluem: barbitúricos bosentano carbamazepina felbamato hidantoínas primidona griseofulvina alguns inibidores da protease VIH (por ex., ritonavir) modafinil alguns inibidores não nucleósidos da transcriptase reversa (por ex., nevirapina) oxcarbazepina fenitoína rifampicina e rifabutina hipericão topiramato Mulheres a utilizar medicamentos indutores das enzimas hepáticas devem utilizar temporariamente um método contraceptivo de barreira para além de Etinilestradiol / Norgestimato durante o tempo da administração do medicamento concomitante e durante 28 dias após a sua descontinuação. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Felodipina + Ramipril Hipericão

Observações: A felodipina é um substrato do CYP3A4. Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos recetores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com ação no SRAA.
Interacções: A felodipina é um substrato do CYP3A4. Medicamentos que induzam ou inibam o CYP3A4 têm uma grande influência nas concentrações de felodipina no plasma. Medicamentos que aumentem o metabolismo da felodipina através da indução do citocromo P450 3A4 incluem a carbamazepina, fenitoína, fenobarbital e rifampicina assim como hipericão (Hypericum perforatum). Durante a administração concomitante de felodipina com carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, a AUC diminuiu 93% e a Cmax 82%. É esperado um efeito semelhante com o hipericão. A associação com indutores do CYP3A4 deve ser evitada. - Hipericão
Contraindicado

Fenobarbital Hipericão

Observações: Para além das interações acima mencionadas, está descrito que muitos outros fármacos podem alterar a resposta aos barbitúricos ou ver a sua própria resposta alterada. Por isso deve haver precaução sempre que se adiciona ou retira um fármaco de um regime terapêutico que contém fenobarbital, tendo sempre em consideração a possibilidade de ser necessário efectuar ajustes de doses.
Interacções: O efeito do fenobarbital pode ser reduzido pela utilização concomitante de produtos à base de plantas contendo Hypericum perforatum L. (hipericão), atribuindo-se este facto à sua propriedade de induzir enzimas envolvidos na metabolização de determinados fármacos. Assim, os produtos à base de plantas contendo Hypericum perforatum L. não devem ser utilizados simultaneamente com Fenobarbital. Caso o doente já se encontre a tomar qualquer tipo de produtos à base de plantas contendo Hypericum perforatum L., os níveis séricos de anticonvulsivante devem ser avaliados e deve ser suspensa a utlização de Hypericum perforatum L. Pode haver um aumento dos níveis séricos de anticonvulsivante após a suspensão de Hypericum perforatum L., pelo que a dose de anticonvulsivante pode necessitar de ser ajustada. O efeito de indução enzimática do Hypericum perforatum L. pode persistir pelo menos durante duas semanas após a suspensão da sua utilização. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Trabectedina Hipericão

Observações: Só foram realizados estudos de interacção em adultos.
Interacções: Por conseguinte, a utilização concomitante da trabectedina com indutores fortes da CYP3A4 ( por exemplo, rifampicina, fenorbarbital, hipericão ) deve, se possível, ser evitada. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Gefitinib Hipericão

Observações: O metabolismo de gefitinib faz-se via citocromo P450 isoenzima CYP3A4 (predominantemente) e via CYP2D6. Substâncias ativas que podem aumentar as concentrações plasmáticas de gefitinib Estudos in vitro demonstraram que gefitinib é um substrato da glicoproteína-p (gpP). Os dados disponíveis não sugerem qualquer consequência clínica em relação a este efeito in vitro. As substâncias que inibem o CYP3A4 podem diminuir a depuração de gefitinib.
Interacções: As substâncias que são indutoras da actividade do CYP3A4 podem aumentar o metabolismo e diminuir as concentrações plasmáticas de gefitinib, e consequentemente, podem reduzir a eficácia de Gefitinib. Os medicamentos concomitantes indutores do CYP3A4 (por exemplo, fenitoína, carbamazepina, rifampicina, barbitúricos ou hipericão (Hypericum perforatum)) devem ser evitados. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Imatinib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Substâncias activas que podem diminuir as concentrações plasmáticas de imatinib: As substâncias que são indutoras da actividade da CYP3A4 (por ex. dexametasona, fenitoína, carbamazepina, rifampicina, fenobarbital, fosfenitoína, primidona ou Hypericum perfuratum, também conhecido como hipericão) podem reduzir significativamente a exposição a imatinib, aumentando potencialmente o risco de falência terapêutica. - Hipericão
Usar com precaução

Lacosamida Hipericão

Observações: Os dados disponíveis sugerem que a lacosamida possui um potencial de interacção baixo. Estudos in vitro indicam que os enzimas CYP1A2, 2B6 e 2C9 não são induzidos e que os CYP1A1, 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2D6 e 2E1 não são inibidos pela lacosamida, nas concentrações plasmáticas observadas durante os ensaio s clínicos. Um estudo in vitro indicou que a lacosamida não é transportada por glicoproteína - P no intestino. Dados in vitro demonstram que o CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4 têm a capacidade de catalizar a formação do metabolito O - desmetil. A lacosamida tem um perfil de ligação às proteínas inferior a 15%, pelo que são consideradas pouco provaveis interações de competição pelo recetor proteico, com outros medicamentos.
Interacções: A exposição sistémica da lacosamida pode ser moderadamente reduzida por indutores enzimáticos fortes, como a rifampicina ou a hipericão ( Hypericum perfuratum ), pelo que o início e fim de tratamento com estes indutores deva ser efetuado com precaução. - Hipericão
Usar com precaução

Lapatinib Hipericão

Observações: O lapatinib é predominantemente metabolizado pelo CYP3A.
Interacções: O lapatinib é um substrato para as proteínas transportadoras da Pgp (glicoproteína P) e BCRP. Os inibidores (cetoconazol, itraconazol, quinidina, verapamil, ciclosporina, eritromicina) e os indutores (rifampicina, Hipericão) destas proteínas podem alterar a exposição e/ou distribuição do lapatinib. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metformina + Rosiglitazona Hipericão

Observações: Não existem estudos formais de interacção para Metformina + Rosiglitazona, no entanto o uso concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos e na sua vasta utilização clínica não originou interações inesperadas.
Interacções: A administração concomitante de rosiglitazona com rifampicina (um indutor do CYP2C8) originou uma diminuição de 66% na concentração plasmática da rosiglitazona. Não se poderá excluir o facto de outros indutores (p.ex: fenitoína, carbamazepina, fenobarbital, Hipericão) poderem também afectar a exposição à rosiglitazona. Poderá ser necessário aumentar a dose de rosiglitazona. Deverá ser considerada a monitorização cuidadosa do controlo glicémico. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Vinflunina Hipericão

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interacções: A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (tais como o ritonavir, o cetoconazol, o itraconazol e sumo de toranja) ou de indutores (tais como a rifampicina e Hypericum perforatum (Hipericão)) com a vinflunina deve ser evitada uma vez que podem aumentar ou diminuir as concentrações de vinflunina e de DVFL. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Omeprazol Hipericão

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interacções: As substâncias activas conhecidas por induzir CYP2C19 ou CYP3A4, ou ambos (como a rifampicina e hipericão) podem levar à diminuição dos níveis séricos de omeprazol por aumentar a taxa de metabolismo do omeprazol. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Ranolazina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Indutores do CYP3A4: A rifampicina (600 mg uma vez ao dia) diminui as concentrações da ranolazina no estado de equilíbrio em cerca de 95%. O início do tratamento com Ranolazina deve ser evitado durante a administração de indutores do CYP3A4 (p.ex., rifampicina, fenitoína, fenobarbital, carbamazepina, hipericão). - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rimonabant Hipericão

Observações: O efeito inibitório in vivo no CYP2C8 não foi estudado. Contudo, in vitro, o rimonabant demonstrou um efeito inibitório ligeiro no CYP2C8. O potencial para inibição do CYP2C8 in vivo é aparentemente baixo.
Interacções: Apesar de não ter sido estudado o efeito do uso concomitante de indutores do CYP3A4 (tais como rifampicina, fenitoína, fenobarbital, carbamazepina, hipericão), espera-se que ocorra diminuição das concentrações plasmáticas de rimonabant, o que poderá resultar na perda de eficácia. - Hipericão
Usar com precaução

Rivaroxabano Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: O uso concomitante de rivaroxabano com outros indutores potentes do CYP3A4 (ex.: fenitoína, carbamazepina, fenobarbital ou hipericão (Hypericum perforatum)) pode originar também a redução das concentrações plasmáticas do rivaroxabano. Os indutores potentes do CYP3A4 devem ser co-administrados com precaução. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Vemurafenib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de indutores potentes de gp-P, glucoronidação e/ou CYP3A4 (por exemplo rifampicina, rifabutina, carbamazepina, fenitoína ou erva de São João [Hypericum perforatum]) pode originar exposição subótima de vemurafenib e deve ser evitada. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Ponatinib Hipericão

Observações: Ponatinib é metabolizado por CYP3A4. Substratos de transporte In vitro, o ponatinib é um inibidor de P-gp e BCRP. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Deve evitar-se a administração concomitante de indutores de CYP3A4 fortes, tais como a carbamazepina, o fenobarbital, a fenitoína, a rifabutina, a rifampicina e a Erva de S. João, com ponatinib, devendo procurar-se alternativas ao indutor de CYP3A4, a menos que o benefício supere o eventual risco de subexposição do ponatinib. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Dabrafenib Hipericão

Observações: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: A co-administração de dabrafenib com indutores potentes do CYP2C8 ou CYP3A4 (por ex., rifampicina, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital, ou Erva de S. João (Hypericum perforatum) deve ser evitada. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dextrometorfano + Quinidina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: A quinidina é metabolizada pela CYP3A4. Os indutores potentes da CYP3A4 (por exemplo, rifampicina, fenitoína, fenobarbital, carbamazepina, hipericão/Hypericum perforatum) poderão acelerar o metabolismo da quinidina, o que resulta em concentrações plasmáticas mais baixas e, por conseguinte, numa inibição diminuída da CYP2D6. Isto pode levar a concentrações plasmáticas mais baixas e potencialmente subterapêuticas do dextrometorfano e a uma eficácia diminuída deste medicamento. - Hipericão
Usar com precaução

Amlodipina + Candesartan Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Não existem dados disponíveis sobre o efeito dos indutores do CYP3A4 sobre a amlodipina. O uso concomitante de indutores de CYP3A4 (i.e. rifampicina, hypericum perforatum) pode diminuir as concentrações plasmáticas de amlodipina. Deve utilizar-se com precaução a associação da amlodipina com indutores de CYP3A4. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalisílico + Atorvastatina + Ramipril Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de atorvastatina com indutores do citocromo P450 3A (p. ex., efavirenz, rifampicina, hipericão) pode causar diminuições variáveis das concentrações plasmáticas de atorvastatina. Devido ao mecanismo de interacção dupla da rifampicina (indução do citocromo P450 3A e inibição do transportador de captação hepática OATP1B1), recomenda-se a co-administração simultânea de atorvastatina com rifampicina dado que a administração ulterior de atorvastatina após a administração de rifampicina foi associada a uma diminuição significativa das concentrações plasmáticas de atorvastatina. O efeito da rifampicina nas concentrações de atorvastatina em hepatócitos é, contudo, desconhecido e se a administração concomitante não puder ser evitada, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quanto à eficácia. - Hipericão
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Teofilina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: A depuração da teofilina poderá ser aumentada e/ou a sua biodisponibilidade e eficácia reduzidas em casos de administração concomitante com as substâncias seguintes: - Barbiturícos, por exemplo fenobarbital, pentobarbital e primidona, - Carbamazepina, - Fenitoína e fosfenitoína, - Rifampicina e rifapentina, - Sulfinpirazona, - Preparações contendo hipericão (medicamentos à base de Erva de São João) Nos fumadores, a depuração da teofilina poderá ser aumentada e/ou a sua biodisponibilidade e eficácia reduzidas. Em alguns casos, poderá ser necessário um aumento da dose de teofilina. - Hipericão
Usar com precaução

Tibolona Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Não foram estudados os efeitos da inibição ou indução do metabolismo da tibolona. Tendo em conta o perfil complexo da substância, incluindo os diversos metabólitos com diferentes efeitos, não é possível prever o efeito da inibição ou indução do metabolismo da tibolona. Todavia, teoricamente, deverão ser tidas em consideração as seguintes potenciais interacções: Os compostos de indução enzimática, tais como os barbitúricos, carbamazepina, hidantoínas e rifampicina, podem aumentar o metabolismo da tibolona e, desse modo, afectar o seu efeito terapêutico. As preparações à base de plantas que contêm hipericão (Hypericum Perforatum) podem induzir o metabolismo de estrogénios e Progestagénios. Em termos clínicos, um metabolismo reforçado de estrogénios e Progestagénios pode levar a um efeito reduzido e a alterações no perfil da hemorragia uterina. - Hipericão
Usar com precaução

Dolutegravir + Abacavir + Lamivudina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: A dose recomendada de dolutegravir é de 50 mg duas vezes por dia quando administrado concomitantemente com erva de S. João. Como Dolutegravir/Abacavir/Lamivudina é um comprimido de dose fixa deve ser administrado um comprimido adicional de 50 mg de dolutegravir, aproximadamente 12 horas depois de Dolutegravir/Abacavir/Lamivudina, durante a administração concomitante com Erva de S. João. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Palbociclib Hipericão

Observações: Palbociclib é metabolizado principalmente pela CYP3A e pela SULT2A1, uma enzima da família das sulfotransferases (SULT). In vivo, palbociclib é um inibidor fraco e dependente do tempo da CYP3A.
Interacções: A utilização concomitante de indutores potentes da CYP3A incluindo, entre outros: carbamazepina, enzalutamida, fenitoína, rifampicina e hipericão deve ser evitada. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Furazolidona Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: A utilização de furazolidona com qualquer um dos seguintes medicamentos não é geralmente recomendada, mas pode ser necessária em alguns casos. - Salbutamol (albuterol) - Altretamina - Anfetamina - Formoterol (Arformoterol) - Abacate - Bambuterol - Laranja amarga - Clenbuterol - Difenoxina - Difenoxilato - Dolasetrona - Droperidol - Efedrina - Etcorvinol - Fenoterol - Fentanilo - Formoterol - Frovatriptano - Granisetron - Guaraná - Hexoprenalina - Hidrocodona - Hidromorfona - Indacaterol - Iobenguano (123I) - Isoetarina - Kava - Levalbuterol - Alcaçuz - Lisdexanfetamina - Lorcaserina - Ma Huang - Meperidina - Metaproterenol - Metaraminol - Morfina - Naratriptano - Norepinefrina - Olodaterol - Oxicodona - Palonossetrom - Fenilefrina - Fenilpropanolamina - Pirbuterol - Procaterol - Reboxetina - Reproterol - Ritodrina - Salmeterol - Erva de São João (Hipericão) - Terbutalina - Tretoquinol - Tulobuterol - Tirosina - Vilanterol - Ziprasidona - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Aminofilina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: As concentrações plasmáticas de teofilina podem ser reduzidas pela utilização concomitante de preparações à base de plantas contendo Erva de São João (Hypericum perforatum), atribuindo-se este facto à sua propriedade de induzir enzimas envolvidos na metabolização de determinados fármacos. Assim, as preparações contendo Hypericum perforatum não devem ser utilizadas simultaneamente com Aminofilina. Caso o doente já se encontre a tomar qualquer tipo de preparação contendo Hypericum perforatum, os níveis plasmáticos de teofilina devem ser avaliados e deve ser suspensa a utilização de Hypericum perforatum. Pode haver um aumento dos níveis plasmáticos de teofilina após a suspensão de Hypericum perforatum, pelo que a dose de teofilina pode necessitar de ser ajustada. O efeito de indução enzimática do Hypericum perforatum pode persistir pelo menos durante duas semanas após a suspensão da sua utilização. - Hipericão
Contraindicado

Venetoclax Hipericão

Observações: Venetoclax é metabolizado predominantemente pelo CYP3A.
Interacções: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de venetoclax: Os preparados que contenham erva de São João são contra-indicados durante o tratamento com venetoclax, pois a eficácia pode ser reduzida. - Hipericão
Usar com precaução

Carvedilol + Ivabradina Hipericão

Observações: Não se observaram interações entre o carvedilol e a ivabradina num estudo de interações efetuado em voluntários saudáveis. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Utilização concomitante com precauções de Carvedilol / Ivabradina: Indutores enzimáticos citocromo P450. Ivabradina - Utilização concomitante precauções: Indutores do CYP3A4: os indutores do CYP3A4 (por ex. rifampicina, barbitúricos, fenitoína, Hypericum perforatum [Hipericão - Erva de S. João]) podem diminuir a exposição e a actividade da ivabradina. A utilização concomitante de medicamentos indutores do CYP3A4 pode requerer um ajuste de dose de ivabradina. A combinação de ivabradina 10 mg duas vezes por dia com o hipericão mostrou reduzir a AUC da ivabradina em metade. A ingestão do hipericão deve ser restringida durante o tratamento com ivabradina. Carvedilol - Utilização concomitante com precauções com rifampicina: Num estudo em 12 indivíduos saudáveis, a administração de rifampicina com carvedilol diminuiu as concentrações plasmáticas de carvedilol em cerca de 70%, muito provavelmente ao induzir a glicoproteína-P, o que provocou uma diminuição na absorção intestinal de carvedilol e um efeito anti-hipertensor. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pitolisant Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Medicamentos que afectam o metabolismo do pitolisant: Indutores enzimáticos: A administração concomitante de pitolisant com rifampicina em doses múltiplas diminui significativamente a Cmax média e o rácio da AUC do pitolisant em cerca de 39% e 50%, respectivamente. Por conseguinte, a administração concomitante de pitolisant com indutores potentes da CYP3A4 (por exemplo, rifampicina, fenobarbital, carbamazepina, fenitoína) deve ser feita com precaução. Quando o hipericão (Hypericum Perforatum) é tomado concomitantemente com pitolisant, devem ser tomadas precauções, devido ao seu potente efeito de indução da CYP3A4. Quando ambas as substâncias activas são associadas, deve ser feita uma monitorização clínica e, eventualmente, um ajuste da dosagem durante a associação e uma semana após o tratamento com o indutor. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Didrogesterona + Estradiol Hipericão

Observações: Não foram realizados estudos de interacção.
Interacções: Preparações à base de plantas contendo Erva de S. João (Hypericum perforatum) podem induzir o metabolismo dos estrogénios e progestagénios. Do ponto de vista clínico, o aumento do metabolismo dos estrogénios e dos progestogénios pode conduzir a uma diminuição do efeito e a alterações do perfil da hemorragia uterina. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Fenitoína Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Os níveis séricos de fenitoína podem ser reduzidos pela utilização concomitante de preparações contendo Hypericum perforatum, atribuindo-se este facto à sua propriedade de induzir enzimas envolvidas na metabolização de determinados fármacos. Assim, as preparações contendo Hypericum perforatum não devem ser utilizadas simultaneamente com Fenitoína. Caso o doente já se encontre a tomar qualquer tipo de preparação contendo Hypericum perforatum, os níveis séricos de anticonvulsivante devem ser avaliados e deve ser suspensa a utilização de Hypericum perforatum. Pode haver um aumento dos níveis séricos de anticonvulsivante após a suspensão de Hypericum perforatum, pelo que a dose de anticonvulsivante pode necessitar de ser ajustada. O efeito de indução enzimática do Hypericum perforatum pode persistir pelo menos durante duas semanas após a suspensão da sua utilização. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Didrogesterona Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Dados in vitro indicam que a didrogesterona e o seu metabólito principal 20 α- dihidrodidrogesterona (DHD) podem ser metabolizados pelas isoenzimas 3A4 e 2C19 do citocromo P 450. Como tal, o metabolismo da didrogesterona poderá estar aumentado pela utilização concomitante de substâncias conhecidas por induzir estas isoenzimas, tais como, anticonvulsionantes (por ex. fenobarbital, fenítoina, carbamazepina), anti-infeciosos (por ex. rifampicina, rifambutina, nevirapina, efavirenz) e preparações à base de plantas contendo, por ex., Erva de São João (Hyperium perforatum), raiz de valeriana, salva ou ginkgo biloba. - Hipericão
Usar com precaução

Dienogest + Valerato de estradiol Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Preparações à base de plantas contendo Erva de S. João (Hypericum perforatum) podem induzir o metabolismo dos estrogénios e progestagénios. Do ponto de vista clínico, o aumento do metabolismo do estrogénio e do dienogest pode conduzir a uma redução da eficácia e alterar o perfil das hemorragias uterinas. - Hipericão
Usar com precaução

Frovatriptano Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: TOMAR PRECAUÇÕES NO USO CONCOMITANTE DE: Hypericum perforatum (erva de S. João, hipericão) (via oral): Tal como com os outros triptanos o risco de ocorrência de síndrome serotoninérgica pode estar aumentado. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Irinotecano Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Num pequeno estudo farmacocinético (n=5), no qual se co-administrou irinotecano na dose de 350 mg/m2 com 900 mg de hipericão (Hypericum perforatum), observou-se uma diminuição de 42% nas concentrações plasmáticas do metabólito activo do irinotecano, o SN-38. O hipericão diminui os níveis plasmáticos de SN-38. Consequentemente, não se deverá administrar hipericão com irinotecano. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lasofoxifeno Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: A depuração de lasofoxifeno pode estar aumentada em doentes tratados cronicamente com indutores do CYP3A4 e uridina 5'-difosfato glucuronosiltransferases (UGTs) (por exemplo, fenitoína, carbamazepina, barbitúricos e hipericão), resultando em concentrações reduzidas no estado estacionário e que podem resultar numa eficácia reduzida. - Hipericão
Usar com precaução

Mitotano Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Substâncias metabolizadas através do citocromo P450: O mitotano revelou exercer um efeito indutor sobre as enzimas do citocromo P450. Por isso, as concentrações plasmáticas das substâncias metabolizadas via citocromo P450 podem ser modificadas. Na ausência de informações sobre as iso-6 enzimas P450 específicas envolvidas, dever-se-á atuar com precaução ao prescrever simultaneamente substâncias activas metabolizadas por esta via, tais como, entre outros, anticonvulsivantes, rifabutina, rifampicina, griseofulvina e hipericão ( Hypericum perforatum ). Particularmente, o mitotano tem demonstrado exercer um efeito indutivo sobre o citocromo 3A4. Portanto, as concentrações plasmáticas das substâncias metabolizadas através do citocromo 3A4 podem ser alteradas. A prescrição em simultâneo de substâncias activas metabolizadas por esta via como, por exemplo, entre outras, sunitinib e midazolam, deve ser feita com precaução. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estriol Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Na prática clínica, não foram registados casos de interacção entre o Estriol e outros medicamentos. Embora os dados sejam limitados, podem ocorrer interacções entre Estriol e outros medicamentos. Foram descritas as seguintes interacções com o uso de Contraceptivos orais combinados, que podem ser também relevantes para o Estriol. O metabolismo dos estrogénios pode estar aumentado pelo uso concomitante de indutores das enzimas metabolizadoras de fármacos, especialmente das enzimas do citocromo P450, tais como anticonvulsivantes, (por ex. hidantoínas, barbitúricos, carbamazepina), anti-infecciosos (por ex. griseofulvina, rifamicina, os anti-retrovirais nevirapina e efavirenz) e preparações herbais à base de ervas contendo a erva de S. João (Hypericum perforatum). - Hipericão
Usar com precaução

Fluoxetina Hipericão

Observações: Estudos de interacção só foram efectuados em adultos.
Interacções: Combinações que requerem precauções na utilização: Hipericão: À semelhança dos outros ISRS, podem ocorrer interacções farmacodinâmicas entre a fluoxetina e o produto à base de plantas erva de S. João (Hypericum perforatum), que poderão resultar num aumento de efeitos indesejáveis. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Aprepitant Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Não é recomendada a administração concomitante de aprepitant preparações de plantas medicinais contendo hipericão (Hypericum perforatum). - Hipericão
Usar com precaução

Brivaracetam Hipericão

Observações: Os estudos de interacção formais foram realizados apenas em adultos.
Interacções: Outros indutores enzimáticos: Existem outros potentes indutores enzimáticos (tais como o hipericão (Hypericum perforatum)) podem também reduzir a exposição sistémica ao brivaracetam. Deste modo, o início ou fim do tratamento com hipericão deve ser realizado com precaução. - Hipericão
Contraindicado

Fluindiona Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Associações contra-indicadas: Erva de São João: Diminuição das concentrações plasmáticas de anticoagulantes orais, devido ao seu efeito de indução da enzima com risco de eficiência reduzido ou mesmo cancelado, as consequências podem ser potencialmente graves (evento trombótico). Em caso de associação fortuita, não parar de tomar de repente a erva de São João, mas controlar o INR antes e depois de parar erva de São João. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Lumacaftor + Ivacaftor Hipericão

Observações: O lumacaftor é um indutor potente das CYP3A e o ivacaftor é um inibidor fraco das CYP3A, quando administrados em monoterapia. Existe a possibilidade de outros medicamentos afetarem lumacaftor/ivacaftor quando administrados concomitantemente, assim como de lumacaftor/ivacaftor afetar outros medicamentos.
Interacções: Produtos à base de plantas: Hipericão (Hypericum perforatum): A utilização concomitante de lumacaftor/ivacaftor com hipericão não é recomendada. A exposição de ivacaftor diminuirá, o que pode reduzir a eficácia de lumacaftor/ivacaftor. - Hipericão
Usar com precaução

Rosiglitazona Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Não se poderá excluir o facto de outros indutores (p.ex: fenitoína, carbamazepina, fenobarbital, Erva de São João) poderem também afectar a exposição à rosiglitazona. Poderá ser necessário aumentar a dose de rosiglitazona. Deverá ser considerada a monitorização cuidadosa do controlo glicémico. - Hipericão
Usar com precaução

Ruxolitinib Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. Ruxolitinib é eliminado através de metabolismo catalisado por CYP3A4 e CYP2C9. Assim, os medicamentos que inibem estas enzimas podem dar origem a um aumento da exposição a ruxolitinib.
Interacções: Indutores da CYP3A4 (tais como, mas não limitados a, avasimiba, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifampina (rifampicina), hipericão (Hypericum perforatum)). Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados e a dose ajustada com base na segurança e na eficácia. Em indivíduos saudáveis a quem foi administrado Ruxolitinib (dose única 50 mg) depois do indutor potente da CYP3A4 rifampicina (dose diária de 600 mg durante 10 dias), a AUC de ruxolitinib foi 70% mais baixa, face à administração de Ruxolitinib isoladamente. A exposição de metabólitos ativos de ruxolitinib foi inalterada. Em geral, a actividade farmacodinamica de ruxolitinib foi semelhante, sugerindo que a indução da CYP3A4 resultou num efeito farmacodinâmico mínimo. Contudo, isto pode estar relacionado com a dose alta de ruxolitinib que resultou num efeito farmacodinamico próximo Emax. É possível que no doente, seja necessário um aumento da dose de ruxolitinib quando o tratamento é iniciado com um indutor potente das enzimas. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Brotizolam Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Os medicamentos que podem resultar num aumento (indução de) da actividade enzimática da CYP3A4 podem reduzir o efeito de brotizolam, por ex. carbamazepina, efavirenz, erva de São João, nevirapina, fenobarbital, fenitoína, primidona, rifabutina e rifampicina. - Hipericão
Contraindicado

Cetoprofeno + Omeprazol Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Ligadas ao componente OMEPRAZOL: Contraindicações de utilização concomitante: Erva de São João: Potencial diminuição clinicamente significativa das concentrações plasmáticas de omeprazol. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Tenofovir alafenamida Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. O tenofovir alafenamida é um substrato do OATP1B1 e do OATP1B3 in vitro. A distribuição do tenofovir alafenamida no organismo pode ser afetada pela atividade do OATP1B1 e/ou do OATP1B3. O tenofovir alafenamida não é um inibidor do CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19 ou CYP2D6 in vitro. Não é inibidor do CYP3A in vivo. O tenofovir alafenamida não é um inibidor da uridina difosfato glucuronosiltransferase (UGT) 1A1 humana in vitro. Não se sabe se o tenofovir alafenamida é inibidor de outras enzimas UGT.
Interacções: Medicamentos que podem afectar tenofovir alafenamida O tenofovir alafenamida é transportado pela gpP e pela proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP). Prevê-se que os medicamentos que são indutores da gpP (por ex., rifampicina, rifabutina, carbamazepina, fenobarbital ou hipericão) diminuam as concentrações plasmáticas do tenofovir alafenamida, o que pode levar à perda do efeito terapêutico de Tenofovir alafenamida. A co-administração destes medicamentos com Tenofovir alafenamida não é recomendada. Hipericão (Hypericum perforatum): A co-administração não é recomendada. - Hipericão
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Alectinib Hipericão

Observações: Com base nos dados in vitro, CYP3A4 é a principal enzima que medeia o metabolismo do alectinib e do metabolito principal M4, o CYP3A4 contribui para 40%-50% da totalidade do metabolismo hepático. O M4 mostrou potência e atividade in vitro similar contra o ALK.
Interacções: A administração concomitante de doses múltiplas de 600 mg de rifampicina uma vez ao dia, um indutor potente do CYP3A, com 600 mg de uma dose única oral de alectinib reduziu a Cmáx e e AUCinf: de alectinib em 51% e 73%, respectivamente e aumentou a Cmáx e e AUCinf: de M4 em 2,20 e 1,79 vezes, respectivamente. O efeito na exposição combinada de alectinib e M4 foi mínimo, reduzindo Cmáx: e AUCinf: em 4% e 18%, respectivamente. Com base nos efeitos da exposição combinada a alectinib e M4, não são necessários ajustes de dose quando Alectinib é administrado concomitantemente com indutores CYP3A. Recomenda-se a monitorização adequada em doentes a tomar concomitantemente indutores do CYP3A (incluindo, mas não limitado a, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifampicina e Erva de S.João (hipericão)). - Hipericão
Usar com precaução

Ramipril + Amlodipina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Associadas à amlodipina Efeitos de outros medicamentos sobre a amlodipina Indutores do CYP3A4: Não há dados disponíveis sobre o efeito dos indutores do CYP3A4 sobre a amlodipina. A utilização concomitante de indutores do CYP3A4 (por exemplo, rifampicina, Hypericum perforatum) pode originar uma menor concentração sérica de amlodipina. A amlodipina deve ser utilizada com precaução quando associada a indutores do CYP3A4. - Hipericão
Contraindicado

Rolapitant Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Devido ao seu forte efeito indutor, o hipericão é contra-indicado com rolapitant. - Hipericão
Contraindicado

Ciclosporina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Produtos contendo Hypericum perforatum (hipericão, erva de S. João) não podem ser usados concomitantemente com ciclosporina devido ao risco de diminuição dos níveis sanguíneos da ciclosporina e consequentemente redução do efeito. - Hipericão
Usar com precaução

Citalopram Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Podem ocorrer interacções dinâmicas entre os ISRSs e a preparacção herbal de Erva de São João (Hypericum perfuratum), resultando num aumento dos efeitos secundários. Não foram investigadas interacções farmacocinéticas. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Femprocumona Hipericão

Observações: Femprocumona é metabolizado principalmente pelo CYP450 2C9 e isoenzimas 3A4 Medicamentos comumente prescritos podem potencializar ou antagonizar o efeito dos cumarínicos. Portanto, é importante a monitoração dos parâmetros da coagulação após o início ou retirada de outras drogas em pacientes em uso de anticoagulantes orais.
Interacções: Redução no efeito e concentração do plasma foi relatada durante o tratamento com St. John´s Wort (Erva de São João - extrato Hypericum perforatum). Isto pode ser devido à indução das insoenzimas do citocromo P450. Em pacientes recebendo anticoagulantes orais, o tempo de protrombina deve ser monitorado, rigorosamente, do início ao fim do tratamento com a Erva de São João. - Hipericão
Usar com precaução

Losartan + Amlodipina Hipericão

Observações: Não foram realizados estudos de interacção medicamentosa com o Losartan / Amlodipina e outros medicamentos. Não foram realizados estudos de interacção medicamentosa na população pediátrica.
Interacções: interacções relacionadas com a amlodipina Efeitos de outros medicamentos na Amlodipina: Indutores do CYP3A4: Não existem dados disponíveis sobre o efeito de indutores do CYP3A4 na amlodipina. A utilização concomitante de indutores do CYP3A4 (por exemplo, rifampicina e hipericão) poderá resultar numa baixa concentração plasmática de amlodipina. A amlodipina deve ser utilizada com precaução em associação com indutores do CYP3A4. Não é recomendada a administração de amlodipina com toranja ou sumo de toranja uma vez que, em alguns doentes, a biodisponibilidade pode ser aumentada, resultando num aumento nos efeitos de redução da pressão arterial. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cloromadinona + Etinilestradiol Hipericão

Observações: A interacção do etinilestradiol, com outros medicamentos, pode aumentar ou reduzir as concentrações séricas de etinilestradiol. Em caso de necessidade de tratamento prolongado com essas subtâncias ativas, devem ser utilizados métodos Contraceptivos não hormonais. Concentrações séricas reduzidas de etinilestradiol podem aumentar as hemorragias intracíclicas e as perturbações dos ciclos, e reduzir a eficácia contracetiva de Cloromadinona / Etinilestradiol; concentrações séricas aumentadas de etinilestradiol podem aumentar a frequência e a gravidade dos efeitos indesejáveis.
Interacções: Os seguintes medicamentos/substâncias activas podem resuzir as concentrações séricas de etinilestradiol: Todas as substâncias que aumentem a motilidade gastrointestinal (por exemplo metoclopramida) ou reduzem a absorção (por exemplo carvão activado) Substâncias que indutoras de enzimas microssomais hepáticas, tais como rifampicina, rifabutina, barbitúricos, antiepiléticos (por exemplo carbamazepina, fenitoína e topiramato), griseofulvina, barbexalona, primidona, modafinil, alguns inibidores da protease (por exemplo ritonavir) e erva de São João. Certos antibióticos (por exemplo ampicilina, tetraciclina) em algumas mulheres, provavelmente devido à diminuição da circulação entero-hepática por acção dos estrogénios. No tratamento concomitante destes medicamentos/substâncias activas com Cloromadinona / Etinilestradiol devem ser utilizados métodos Contraceptivos adicionais durante o tratamento e após os primeiros 7 dias. Com substâncias activas que reduzam os níveis séricos de etinilestradiol por indução das enzimas microssomais hepáticas devem ser utilizados métodos Contraceptivos adicionais durante 28 dias após a suspensão da medicação. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Tolvaptano Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética de tolvaptano: Indutores do CYP3A: O uso concomitante de medicamentos que sejam indutores potentes do CYP3A (por exemplo, rifampicina) diminui a exposição e eficácia de tolvaptano. A co-administração de tolvaptano com rifampicina reduz a Cmax e a AUC de tolvaptano em cerca de 85%. Por conseguinte, a administração concomitante de tolvaptano com indutores potentes do CYP3A (por exemplo, rifampicina, rifabutina, rifapentina, fenitoína, carbamazepina e hipericão) deve ser evitada. - Hipericão
Usar com precaução

Paliperidona Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Potencial da interacção de outros medicamentos com Paliperidona: Demora 2-3 semanas a ser alcançada uma indução completa e depois da suspensão do indutor o efeito desaparece após um período de tempo semelhante. Outros medicamentos indutores ou medicamentos indutores à base de plantas, como por exemplo rifampicina e hipericão (Hipericum perforatum) poderão ter efeitos semelhantes sobre a paliperidona. - Hipericão
Usar com precaução

Sevoflurano Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Hipericão: Hipotensão grave e aparecimento retardado de anestesia com anestésicos inalatórios halogenados, foram relatados em doentes tratados a longo prazo com hipericão. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sumatriptano Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Erva de São João (Hypericum perforatum) A utilização concomitante de preparações medicinais com erva de São João e Sumatriptano solução injetável pode aumentar a probabilidade do aparecimento de efeitos secundários. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Sunitinib Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Medicamentos que podem diminuir as concentrações plasmáticas de sunitinib: A administração concomitante de uma dose única de sunitinib com o indutor do CYP3A4, rifampicina, em voluntários saudáveis resultou na redução de, respectivamente, 23% e 46% nos valores de Cmáx e AUC0- da combinação [sunitinib+metabólito principal]. A administração de sunitinib com indutores potentes do CYP3A4 (ex., dexametasona, fenitoína, carbamazepina, rifampicina, fenobarbital ou preparações à base de plantas contendo hipericão/Hypericum perforatum) poderá diminuir as concentrações de sunitinib. Como tal, a administração concomitante com indutores do CYP3A4 deverá ser evitada ou deverá ser considerada a seleção de medicação concomitante alternativa sem ou com potencial mínimo de indução do CYP3A4. Se tal não for possível, poderá ser necessário aumentar a dose de Sunitinib em incrementos de 12,5 mg (até 87,5 mg por diapara GIST e MRCC ou 62,5 mg por dia para pNET), com base na monitorização cuidadosa da tolerabilidade. - Hipericão
Usar com precaução

Tapentadol Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Nos doentes em tratamento com tapentadol recomenda-se precaução quando, concomitantemente, se inicia ou suspende a administração de potentes indutores enzimáticos (como rifampicina, fenobarbital, hipericão (Hypericum perforatum)), uma vez que pode levar a uma diminuição da eficácia ou um risco de efeitos adversos, respectivamente. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Delta-9-tetrahidrocanabinol (THC PFV) + Canabidiol (CBD PFV), Prep de Fármacos Vegetais, ext Cannabis sativa Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Após tratamento com o indutor da CYP3A4 rifampicina, observaram-se diminuições da Cmax e da AUC do THC (diminuição, respectivamente, de 40% e 20%), do seu metabólito principal (diminuição, respectivamente, de 85% e 87%) e do CBD (diminuição, respectivamente, de 50% e 60%). Por conseguinte, se o tratamento medicamentoso concomitante com indutores enzimáticos potentes (p. ex., rifampicina, carbamazepina, hipericão) for iniciado ou interrompido durante o tratamento com este medicamento, poderá ser necessária uma nova titulação da dose. - Hipericão
Usar com precaução

Subcitrato de bismuto potássico + Metronidazol + Tetraciclina Hipericão

Observações: Não foram realizados estudos formais de interacção com esta associação. Antes do tratamento, deve ser verificada a necessidade de outra medicação concomitante em doentes que estejam a tomar este medicamento. Apesar de não ter sido detetada qualquer interacção específica com a associação, os doentes que tomem um grande número de medicamentos concomitantes têm geralmente um risco mais elevado de sofrerem efeitos indesejáveis e, por conseguinte, devem ser tratados com cuidado.
Interacções: interacções com o metronidazol: Fenitoína, fenobarbital: A administração simultânea de fármacos que induzem as enzimas hepáticas microssomais, como a fenitoína ou o fenobarbital, podem acelerar a eliminação do metronidazol, resultando em níveis plasmáticos reduzidos. Também foi notificada a depuração diminuída da fenitoína em tais situações. É desconhecida a importância clínica da exposição sistémica reduzida ao metronidazol, uma vez que a contribuição relativa da actividade antimicrobiana sistémica versus a actividade antimicrobiana local contra o Helicobacter pylori não foi estabelecida. interacções com tetraciclina: Antiácidos, preparações com ferro e produtos lácteos: A absorção da tetraciclina é comprometida pelos antiácidos que contenham alumínio, cálcio ou magnésio, pelas preparações com ferro, zinco ou bicarbonato de sódio, ou por produtos lácteos. Desconhece-se a importância clínica da exposição sistémica reduzida à tetraciclina, uma vez que a contribuição relativa da actividade antimicrobiana sistémica versus a actividade antimicrobiana local contra o Helicobacter pylori não foi estabelecida. Por conseguinte, estes medicamentos não devem ser utilizados concomitantemente com esta associação. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dabigatrano etexilato Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Indutores da gp-P: É previsível que a administração concomitante de um indutor da gp-P (tal como rifampicina, hipericão, carbamazepina ou fenitoína) resulte na diminuição das concentrações de dabigatrano, devendo ser evitada. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Ospemifeno Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos sobre o ospemifeno: A rifampicina, um potente indutor das enzimas CYP3A / CYP2C9, diminuíu a AUC do ospemifeno 58%. Assim, deve prever-se que a administração concomitante de Ospemifeno com indutores potentes das enzimas, como carbamazepina, fenitoína, hipericão e rifabutina, diminua a exposição ao ospemifeno, podendo diminuir o efeito clínico. A administração concomitante de Ospemifeno com inibidores potentes/moderados do CYP3A4 deve ser evitada em doentes que se sabe ou suspeite serem metabolizadoras fracas do CYP2C9, com base em genotipagem ou antecedentes/experiência prévia com outros substratos do CYP2C9. - Hipericão
Usar com precaução

Edoxabano Hipericão

Observações: O edoxabano é predominantemente absorvido no trato gastrointestinal (GI) superior. Desta forma, os medicamentos ou afeções que aumentam o esvaziamento gástrico e a motilidade intestinal têm o potencial de reduzir a dissolução e absorção do edoxabano.
Interacções: Indutores da gp-P: A co-administração de edoxabano com o indutor da gp-P, rifampicina, originou uma redução na média da AUC do edoxabano e a uma semi-vida mais curta, com possíveis reduções dos seus efeitos farmacodinâmicos. A utilização concomitante de edoxabano com outros indutores da gp-P (por exemplo, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital ou hipericão) pode originar redução das concentrações plasmáticas de edoxabano. O edoxabano deve ser utilizado com precaução quando co-administrado com indutores da gp-P. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vismodegib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos de medicamentos concomitantes no vismodegib: Os estudos in vitro indicam que o vismodegib é um substrato do transportador de efluxo da glicoproteína-P (gp-P) e das enzimas metabolizadoras de fármacos CYP2C9 e CYP3A4. A exposição de vismodegib pode ser menor quando o vismodegib é administrado com indutores CYP (rifampicina, carbamazepina, fenitoína ou erva de S. João). - Hipericão
Contraindicado

Elvitegravir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Utilização concomitante contra-indicada: A co-administração de Elvitegravir / Cobicistate / Emtricitabina / Tenofovir e de alguns medicamentos que induzem o CYP3A como, por exemplo, o hipericão (Hypericum perforatum), rifampicina, carbamazepina, fenobarbital e fenitoína pode resultar na diminuição significativa das concentrações plasmáticas de cobicistate e elvitegravir, o que pode causar perda do efeito terapêutico e desenvolvimento de resistência. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Cobimetinib Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. Efeitos do cobimetinib nos sistemas transportadores de fármacos: Estudos in vitro demonstraram que o cobimetinib não é um substrato dos transportadores de captação hepáticos OATP1B1, OATP1B3 e OCT1, sendo, contudo, um inibidor fraco destes transportadores. A relevância clínica festes resultados não foi investigada.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos em cobimetinib: Indutores CYP3A: A co-administração de cobimetinib com um indutor potente do CYP3A não foi avaliada num estudo clínico, contudo, é provável a redução da exposição ao cobimetinib. Portanto, o uso concomitante de indutores moderados e potentes do CYP3A (e.g. carbamazepina, rifampicina, fenitoína e hipericão) deve ser evitado. Devem ser consideradas alternativas terapêuticas com nenhuma, ou mínima, indução do CYP3A. Dado que é provável que as concentrações de cobimetinib sejam significativamente reduzidas quando co-administrado com indutores moderados ou potentes do CYP3A, a eficácia para o doente pode ser comprometida. - Hipericão
Usar com precaução

Atorvastatina + Perindopril + Amlodipina Hipericão

Observações: Não foram realizados estudos de interacção medicamentosa com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina, perindopril e amlodipina separadamente.
Interacções: Utilização concomitante que requer CUIDADOS ESPECIAIS: ATORVASTATINA: Indutores do CYP3A4: A administração concomitante de atorvastatina com indutores do citocromo P450 3A (por exemplo, efavirenz, rifampicina, hipericão) pode originar reduções variáveis nas concentrações plasmáticas de atorvastatina. Devido ao duplo mecanismo de interacção da rifampicina (indução do citocromo P450 3A e inibição do transportador de captação hepático OATP1B1), é recomendada a toma simultânea de Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina com rifampicina, na medida em que a toma de atorvastatina com atraso após a toma da rifampicina tem sido associada a uma redução significativa nas concentrações plasmáticas de atorvastatina. O efeito da rifampicina nas concentrações de atorvastatina nos hepatócitos é no entanto desconhecido e caso a administração concomitante não possa ser evitada, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados, para controlo da eficácia. Utilização concomitante que requer CUIDADOS ESPECIAIS: AMLODIPINA: Indutores do CYP3A4: Não existem dados disponíveis sobre o efeito dos indutores da CYP3A4 na amlodipina. O uso concomitante de indutores da CYP3A4 (por exemplo, rifampicina e hipericão) podem originar concentrações plasmáticas mais baixas de amlodipina. Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina deve ser utilizado com precaução quando administrado simultaneamente com indutores CYP3A4. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Panobinostate Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Agentes que com probabilidade de diminuirem as concentrações de panobinostate: A fração de panobinostate metabolizada pela CYP3A4 é aproximadamente 40%. Em estudos clínicos no mieloma múltiplo, a exposição a panobinostate diminui em aproximadamente 20% devido ao uso concomitante de dexametasona, que é um indutor dependente da dose, ligeiro a moderado da CYP3A4. Espera-se que indutores potentes tenham efeitos maiores e possam reduzir a eficácia de panobinostate, assim deve ser evitado o uso concomitante de indutores potentes da CYP3A4 incluindo, mas não limitado a, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifampicina e hipericão (Hypericum perforatum). - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Sonidegib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Agentes que podem diminuir a concentração plasmática de sonidegib: Em indivíduos saudáveis, a co-administração de uma dose única de 800 mg de sonidegib com rifampicina (600 mg por dia durante 14 dias), um indutor potente da CYP3A, resultou em diminuições de 72% e 54% na AUC e Cmax de sonidegib, respectivamente, comparativamente com quando o sonidegib foi administrado isoladamente. A co-administração de sonidegib com indutores potentes da CYP3A diminui a concentração plasmática do sonidegib. A utilização concomitante de indutores potentes da CYP3A deve ser evitada; isto inclui, mas não é limitado a, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifampicina e hipericão (Hypericum perforatum). Se um indutor potente da CYP3A4 tiver de ser usado concomitantemente com sonidegib, deve considerar-se o aumento da dose diária de sonidegib para 400-800 mg. Prevê-se que esta seja a dose de sonidegib que ajuste a AUC para o intervalo observado sem indutores, com base em dados farmacocinéticos quando o tratamento concomitante com o indutor não dura mais que 14 dias. Não é recomendado o tratamento concomitante de duração mais prolongada com indutores, uma vez que a exposição ao sonidegib será reduzida e isto pode comprometer a eficácia. A dose de sonidegib usada antes de se iniciar o indutor forte deve ser retomada quando o indutor forte for descontinuado. - Hipericão
Contraindicado

Atazanavir + Cobicistate Hipericão

Observações: Ensaios de interações de fármacos não foram realizados para o Atazanavir / Cobicistate. Os mecanismos complexos ou não conhecidos de interações de fármacos opõem-se à extrapolação de interações medicamentosas com ritonavir a certas interações medicametosas com o cobicistate. As recomendações dadas mediante o uso concomitante de atazanavir e de outros medicamentos podem diferir consoante o atazanavir é potenciado com o ritonavir ou com o cobicistate. Em particular, o atazanavir potenciado com o cobicistate é mais sensível na indução da CYP3A. É também necessária precaução durante a primeira vez em que é efetuado o tratamento se for alternado o potenciador farmacológico do ritonavir para o cobicistate.
Interacções: Medicamentos que afectam a exposição ao atazanavir/cobicistate: O atazanavir é metabolizado no fígado através da CYP3A4. O cobicistate é um substrato da CYP3A e é metabolizado com menor extensão pela CYP2D6. Uso concomitante contra-indicado: A co-administração do Atazanavir / Cobicistate com medicamentos que são indutores fortes da CYP3A (tais como a carbamazepina, o fenobarbital, a fenitoína, a rifampicina, e o hipericão ou a Erva de São João [Hypericum perforatum]) pode resultar numa diminuição das concentrações plasmáticas do atazanavir e/ou do cobicistate, levando a perda do efeito terapêutico e possível desenvolvimento de resistência ao atazanavir. - Hipericão
Contraindicado

Darunavir Hipericão

Observações: O perfil de interacção do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores.
Interacções: É expectável que os medicamentos que induzem a actividade do CYP3A aumentem a depuração do darunavir e do ritonavir, o que resulta na diminuição das concentrações plasmáticas destes compostos, e consequentemente de darunavir, levando à perda de efeito terapêutico e ao desenvolvimento de possíveis resistências. Entre os indutores do CYP3A que estão contra-indicados incluem-se a rifampicina, a erva de S. João e o lopinavir. O darunavir potenciado com cobicistate é mais sensível à indução do CYP3A, do que darunavir potenciado com ritonavir: A utilização concomitante de darunavir/cobicistate com medicamentos que sejam indutores fortes do CYP3A ( ex.: erva de S. João, rifampicina, carbamazepina, fenobarbital e fenitoína) está contra-indicada. Erva de S. João (Hypericum perforatum): É de esperar que a erva de S. João diminua as concentrações plasmáticas de darunavir ou o seu fármaco potenciador. Darunavir potenciado não deve ser utilizado concomitantemente com produtos que contenham Erva de S. João (Hypericum perforatum). Se um doente já estiver a tomar erva de S. João, interrompa a administração de hipericão e se possível, verifique a carga viral. A exposição ao darunavir (e também a exposição a ritonavir) pode aumentar ao interromper a administração da erva de S. João. O efeito indutor pode persistir durante pelo menos 2 semanas após a interrupção do tratamento com a erva de S. João. - Hipericão
Contraindicado

Cobicistate Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Utilização concomitante contra-indicada: Os medicamentos que são extensivamente metabolizados pelo CYP3A e que apresentam um elevado metabolismo de primeira passagem parecem ser os mais susceptíveis a grandes aumentos da exposição quando co-administrados com cobicistate. A co-administração de Cobicistate com medicamentos que são indutores fortes do CYP3A (como, por exemplo, o hipericão (Hypericum perforatum), rifampicina, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína), pode resultar na diminuição das concentrações plasmáticas de cobicistate e, consequentemente, da potenciação de atazanavir ou darunavir, levando à perda do efeito terapêutico e ao possível desenvolvimento de resistência. - Hipericão
Contraindicado

Darunavir + Cobicistate Hipericão

Observações: Não foram realizados estudos de interacção farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interacção com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interacções: Medicamentos que afectam a exposição a darunavir/cobicistate: O darunavir e o cobicistate são metabolizados pelo CYP3A. É expectável que os medicamentos que induzem a actividade do CYP3A aumentem a depuração do darunavir e do cobicistate, o que resulta na diminuição das concentrações plasmáticas de darunavir e cobicistate (ex.: efavirenz, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, rifampicina, rifapentina, rifabutina, hipericão). ANTIDEPRESSIVOS: Suplementos contendo Erva de S. João: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que a Erva de S. João diminua as concentrações plasmáticas de darunavir e/ou cobicistate. (indução do CYP3A). A administração concomitante de Darunavir / Cobicistate com Erva de S. João é contra-indicada. - Hipericão
Contraindicado

Dasabuvir Hipericão

Observações: Os estudos de interacção medicamentosa só foram realizados em adultos. Dasabuvir deve ser sempre administrado em conjunto com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Quando coadministrados, exercem efeitos recíprocos um sobre o outro. Por conseguinte, o perfil de interacção dos compostos tem de ser considerado como uma associação.
Interacções: interacções entre Dasabuvir com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e outros medicamentos: PREPARAÇÕES DE PLANTAS MEDICINAIS: Hipericão (hypericum perforatum ): Administrado com: Dasabuvir+ombitasvir/paritaprevir/ritonavir Mecanismo: indução do CYP3A4 pelo hipericão. A utilização concomitante está contra-indicada. - Hipericão
Contraindicado

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir Hipericão

Observações: Os estudos de interacção medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interacção medicamentosa, com exceção dos estudos de interacção medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interacções: interacções entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos PREPARAÇÕES DE PLANTAS MEDICINAIS: Hipericão (hypericum perforatum): Mecanismo: indução do CYP3A4 pelo hipericão. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir Não estudado. A utilização concomitante está contra-indicada. - Hipericão
Contraindicado

Dapoxetina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Medicamentos/produtos à base de plantas com efeitos serotoninérgicos: Tal como com outros ISRS, a administração concomitante com medicamentos/produtos à base de plantas serotoninérgicos [incluindo IMAO, L-triptofano, triptanos, tramadol, linezolida, ISRS, IRSN, lítio e preparações de Erva de São João (Hypericum perforatum)] poderá levar a uma incidência de efeitos associados com a serotonina. Dapoxetina não deverá ser utilizado em associação com outros ISRS, IMAO ou outros medicamentos/produtos à base de plantas serotoninérgicos nem nos 14 dias após suspender o tratamento com estes medicamentos/produtos à base de plantas. De um modo semelhante, estes medicamentos/produtos à base de plantas não deverão ser administrados nos 7 dias após Dapoxetina ter sido suspenso. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Eliglustato Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Agentes que podem diminuir a exposição ao eliglustato Indutores potentes da CYP3A: Após doses repetidas de 127 mg de eliglustato duas vezes por dia em doentes não-MF, a administração concomitante de doses repetidas de 600 mg de rifampicina (um indutor potente da CYP3A bem como do transportador de efluxo gp-P) uma vez por dia resultou numa diminuição de aproximadamente 85% da exposição ao eliglustato. Após doses repetidas de 84 mg de eliglustato duas vezes por dia em doentes MF, a administração concomitante de doses repetidas de 600 mg de rifampicina uma vez por dia resultou numa diminuição de aproximadamente 95% da exposição ao eliglustato. Em MI, ME e MF, não se recomenda a utilização de um indutor potente da CYP3A (p.ex., rifampicina, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina e hipericão) com o eliglustato. - Hipericão
Usar com precaução

Cabozantinib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeito de outros medicamentos sobre cabozantinib: Inibidores e indutores CYP3A4: Deve portanto evitar-se a co-administração crónica de fortes indutores CYP3A4 (por exemplo, fenitoína, carbamazepina, rifampicina, fenobarbital ou preparações de plantas contendo erva de S. João [Hypericum perforatum]) com cabozantinib. - Hipericão
Usar com precaução

Olaparib Hipericão

Observações: Não foram realizados estudos de interacção farmacológica formais.
Interacções: interacções farmacocinéticas: Efeito de outros fármacos sobre olaparib: Os CYP3A4/5 são as isoenzimas predominantemente responsáveis pela eliminação metabólica de olaparib. Não foram realizados estudos clínicos para avaliar o impacto dos inibidores e indutores do CYP3A conhecidos e portanto recomenda-se evitar a utilização dos inibidores potentes conhecidos (p.ex., itraconazol, telitromicina, claritromicina, inibidores da protease potenciados, indinavir, saquinavir, nelfinavir, boceprevir, telaprevir) ou indutores (p.ex., fenobarbital, fenitoína, rifampicina, rifabutina, rifapentina, carbamazepina, nevirapina e hipericão) destas isoenzimas com olaparib. O olaparib in vitro é um substrato para o transportador de efluxo P-gp. Não foram realizados estudos clínicos para avaliar o impacto dos inibidores e indutores conhecidos do P-gp. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Ceritinib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Agentes que podem reduzir as concentrações plasmáticas de ceritinib: Em indivíduos saudáveis, a co-administração de uma dose única de 750 mg de ceritinib com rifampicina (600 mg por dia durante 14 dias), um indutor potente da CYP3A /gp-P, resultou em reduções de 70% e 44% na AUC inf e Cmax de ceritinib, respectivamente, comparativamente com ceritinib administrado isoladamente. A co-administração de ceritinib com indutores potentes da CYP3A/gp-P reduz as concentrações plasmáticas de ceritinib. A utilização concomitante de indutores potentes da CYP3A deve ser evitada; incluindo, mas não limitado a, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifampicina e Erva de S. João ( Hypericum perforatum ). - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Reboxetina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Foram notificados níveis séricos baixos de reboxetina com a administração concomitante de indutores da CYP3A4 como o fenobarbital e a carbamazepina. Exemplos de outros indutores CYP3A4 que podem reduzir os níveis séricos de reboxetina incluem, mas não são limitados a, fenitoína, rifampicina e Erva de S. João (Hypericum perforatum). - Hipericão
Contraindicado

Rasagilina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Existe um número de interacções conhecidas entre os inibidores da MAO não seletivos e outros medicamentos. A rasagilina não pode ser administrada com outros inibidores da MAO (incluindo medicamentos ou produtos naturais sem prescrição, por ex. hipericão) pois pode haver risco de inibição da MAO não seletiva o que pode levar a crises hipertensivas. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Primidona Hipericão

Observações: Tanto a primidona como o seu principal metabolito, o fenobarbital, induzem a actividade enzimática hepática, principalmente o sistema enzimático CYP4503A4. Isto pode provocar alterações na farmacocinética de fármacos administrados simultaneamente.
Interacções: A erva de São João (hipericão, Hypericum perforatum) induz o sistema enzimático e pode diminuir a concentração plasmática da primidona e do seu metabólito fenobarbital, e assim, reduzir o efeito terapêutico. - Hipericão
Usar com precaução

Atorvastatina + Ezetimiba Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos: ATORVASTATINA: Indutores do citocromo P450 3A4: A administração concomitante de atorvastatina com indutores do citocromo P450 3A4 (p. ex., efavirenze, rifampicina, erva de São João) pode originar reduções variáveis nas concentrações plasmáticas de atorvastatina. Devido ao duplo mecanismo de interacção da rifampicina, (indução do citocromo P450 3A4 e inibição do transportador de captação hepático OATP1B1), é recomendada a administração concomitante deste medicamento com rifampicina, na medida em que a administração de atorvastatina com atraso após a administração da rifampicina tem sido associada a uma redução significativa nas concentrações plasmáticas de atorvastatina. O efeito da rifampicina nas concentrações de atorvastatina nos hepatócitos é, no entanto, desconhecida e caso a administração concomitante não possa ser evitada, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados, para controlo da eficácia. - Hipericão
Contraindicado

Ledipasvir + Sofosbuvir Hipericão

Observações: Quaisquer interacções que tenham sido identificadas com cada uma destas substâncias ativas individualmente podem ocorrer com a associação de Ledipasvir/Sofosbuvir.
Interacções: Potencial de outros medicamentos para afectar Ledipasvir/sofosbuvir: O ledipasvir e o sofosbuvir são substratos do transportador de fármacos P-gp e da BCRP, enquanto o GS-331007 não é. Os medicamentos que são indutores potentes da P-gp (rifampicina, rifabutina, hipericão, carbamazepina, fenobarbital e fenitoína) podem diminuir significativamente as concentrações plasmáticas de ledipasvir e de sofosbuvir, reduzindo o efeito terapêutico de ledipasvir/sofosbuvir e, portanto, são contra-indicados com Ledipasvir/sofosbuvir. interacções entre Ledipasvir/sofosbuvir e outros medicamentos SUPLEMENTOS À BASE DE PLANTAS Hipericão Ledipasvir/sofosbuvir é contra-indicado com hipericão, um indutor potente da P-gp no intestino. - Hipericão
Contraindicado

Ibrutinib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de ibrutinib: As preparações contendo Erva de S. João estão contra-indicadas durante o tratamento com Ibrutinib pois a eficácia pode ser reduzida. - Hipericão
Contraindicado

Lurasidona Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: interacções farmacocinéticas: Outros potenciais medicamentos que podem afectar a lurasidona: Tanto a lurasidona como o seu metabólito activo ID-14283 contribuem para o efeito farmacodinâmico nos receptores dopaminérgicos e serotoninérgicos. A lurasidona e seu metabólitoativo ID-14283 são principalmente metabolizados pelo CYP3A4. Indutores do CYP3A4: A lurasidona é contra-indicada em concomitância com indutores fortes do CYP3A4 (por exemplo, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifampicina, hipericão (Hypericum perforatum)). A administração concomitante de lurasidona como indutor forte do CYP3A4 rifampicina resultou numa redução de 6 vezes na exposição da lurasidona. É esperado que a administração concomitante de lurasidona com indutores fracos (por exemplo, armodafinil, amprenavir, aprepitante, prednisona, rufinamida) ou moderados (por exemplo, bosentano, efavirenz, etravirina, modafinil, nafcilina) do CYP3A4 origine uma redução <2 vezes na exposição da lurasidona durante a administração concomitante e até 2 semanas após a interrupção de indutores fracos ou moderados do CYP3A4. Quando a lurasidona é coadministrada com indutores fracos ou moderados do CYP3A4, a eficácia da lurasidona deve ser cuidadosamente monitorizada e pode ser necessário um ajuste da dose. - Hipericão
Usar com precaução

Perindopril + Indapamida + Amlodipina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Uso concomitante que requer cuidados especiais: AMLODIPINA: Indutores CYP3A4: Não existem dados disponíveis sobre o efeito dos indutores CYP3A4 na amlodipina. O uso concomitante de indutores CYP3A4 (p. ex., rifampicina, hipericão) podem originar concentrações plasmáticas mais baixas de amlodipina. A amlodipina deve ser utilizada com precaução quando administrada simultaneamente com indutores da CYP3A4. - Hipericão
Usar com precaução

Metformina + Canagliflozina Hipericão

Observações: A canagliflozina é transportada pela glicoproteína-P (gp-P) e pela proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP).
Interacções: Os indutores enzimáticos (tais como a erva de São João [Hypericum perforatum], rifampicina, barbitúricos, fenitoína, carbamazepina, ritonavir, efavirenz) podem dar origem a uma diminuição da exposição da canagliflozina. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Riociguat Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos sobre o riociguat: O riociguat é eliminado principalmente através de metabolismo oxidativo mediado pelo citocromo P450 (CYP1A1, CYP3A4, CYP2C8, CYP2J2), por excreção directa biliar/fecal do riociguat inalterado e por excreção renal do riociguat inalterado através de filtração glomerular. O bosentano, citado como um indutor moderado da CYP3A4, causou uma diminuição de 27% das concentrações plasmáticas de riociguat no estado de equilíbrio estacionário em doentes com HAP. A utilização concomitante de riociguat com indutores potentes da CYP3A4 (p.ex., fenitoína, carbamazepina, fenobarbitona ou hipericão) pode causar também uma diminuição da concentração plasmática de riociguat. - Hipericão
Usar com precaução

Indapamida + Amlodipina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Ligadas à AMLODIPINA: Indutores CYP3A4: Não existem dados disponíveis sobre o efeito dos indutores da CYP3A4 na amlodipina. O uso concomitante de indutores da CYP3A4 (por exemplo, rifampicina e hipericão) pode originar concentrações plasmáticas mais baixas de amlodipina. A amlodipina deve ser utilizada com precaução quando administrada simultaneamente com indutores da CYP3A4. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Bedaquilina Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Indutores do CYP3A4: A exposição da bedaquilina pode ser reduzida durante a administração concomitante com indutores do CYP3A4. Num estudo de interacção de dose única de bedaquilina e rifampicina uma vez por dia (potente indutor) em indivíduos saudáveis, a exposição (AUC) à bedaquilina foi reduzida em 52% [IC90% (-57;-46)]. Devido à possibilidade de redução do efeito terapêutico da bedaquilina resultante da diminuição da exposição sistémica, a administração concomitante de bedaquilina e indutores potentes ou moderados do CYP3A4 (ex. efavirenz, etravirina, rifamicinas incluindo rifampicina, rifapentina e rifabutina, carbamazepina, fenitoína, hipericão (Hypericum perforatum)) utilizados sistemicamente deve ser evitada. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vortioxetina Hipericão

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interacções: Potencial de outros medicamentos para afectar a vortioxetina: Erva de S. João: A utilização concomitante de antidepressivos com efeito serotoninérgico e medicamentos à base de plantas contendo erva de S. João (Hypericum perforatum) pode resultar num aumento da incidência de reacções adversas, incluindo Síndrome Serotoninérgica. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Canagliflozina Hipericão

Observações: O metabolismo da canagliflozina é principalmente efetuado via conjugação com glucuronido mediado pela enzima UDP glucuronil transferase 1A9 (UGT1A9) e 2B4 (UGT2B4). A canagliflozina é transportada pela glicoproteína-P (gp-P) e pela proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP).
Interacções: Os indutores enzimáticos (tais como a erva de São João [Hypericum perforatum], rifampicina, barbitúricos, fenitoína, carbamazepina, ritonavir, efavirenz) podem dar origem a uma diminuição da exposição da canagliflozina. Estas diminuições na exposição à canagliflozina podem diminuir a eficácia. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Regorafenib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Inibidores do CYP3A4 e UGT1A9/indutores do CYP3A4: Dados in vitro indicam que o regorafenib é metabolizado pelo citocromo CYP3A4 e pela uridina difosfato glucuronosil transferase UGT1A9. A administração de cetoconazol (400 mg durante 18 dias), um inibidor potente do CYP3A4, com uma dose única de regorafenib (160 mg no dia 5) resultou num aumento da exposição média do regorafenib (AUC) de aproximadamente 33% e numa diminuição da exposição média dos metabólitos ativos, M-2 (N-óxido) e M-5 (N-óxido e N-desmetil), de aproximadamente 90%. Recomenda-se evitar a utilização concomitante de inibidores potentes da actividade do CYP3A4 (ex.: claritromicina, sumo de toranja, itraconazol, cetoconazol, posaconazol, telitromicina e voriconazol) uma vez que a sua influência na exposição do regorafenib no estado estacionário e os seus metabólitos não foram estudados. Durante o tratamento com regorafenib deve ser evitada a co-administração de um inibidor potente da UGT1A9 (ex.: ácido mefenâmico, diflunisal e ácido niflúmico), uma vez que a sua influência na exposição do regorafenib no estado estacionário e os seus metabólitos não foram estudados. A administração de rifampicina (600mg durante 9 dias), um indutor potente do CYP3A4, com uma dose única de regorafenib (160 mg no dia 7) resultou numa diminuição da exposição média do regorafenib (AUC) de aproximadamente 50%, num aumento de 3 a 4 vezes da exposição média do metabólito activo M-5 e em nenhuma alteração da exposição do metabólito activo M-2. Outros indutores potentes da actividade do CYP3A4 (ex.: fenitoína, carbamazepina, fenobarbital, hipericão) também podem aumentar o metabolismo do regorafenib. Devem evitar-se os indutores potentes do CYP3A4 ou considerar-se a seleção de um medicamento alternativo concomitante sem potencial ou com um potencial mínimo de indução do CYP3A4. - Hipericão
Usar com precaução

Teriflunomida Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: interacções farmacocinéticas de outras substâncias sobre a teriflunomida: A hidrólise é a via de biotransformação principal da teriflunomida, podendo também sofrer oxidação numa via secundária. Indutores potentes do citocromo P450 (CYP) e de proteínas de transporte: A co-administração de doses repetidas (600 mg uma vez por dia durante 22 dias) de rifampicina (um indutor de CYP2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 3A), assim como de um indutor da bomba de efluxo glicoproteína- P [P -gp] e da proteína resistente do cancro da mama [BCRP] com teriflunomida (dose única de 70 mg), resultou numa redução de aproximadamente 40% na exposição à teriflunomida. A rifampicina e outros indutores potentes conhecidos do CYP e das proteínas transportadores, como a carbamazepina, fenobarbital, fenitoína e hipericão (erva de S. João), devem ser utilizados com precaução durante o tratamento com teriflunomida. - Hipericão
Usar com precaução

Eribulina Hipericão

Observações: A eribulina é excretada principalmente (até 70%) por excreção biliar. Desconhece-se qual a proteína de transporte envolvida neste processo. A inibição completa do transporte poderá, em teoria, dar origem a um aumento três vezes superior das concentrações plasmáticas.
Interacções: Não se pode excluir que o tratamento concomitante com substâncias indutoras como a carbamazepina, fenitoína, hipericão (Hypericum perforatum) possa causar a diminuição das concentrações plasmáticas de eribulina, e a co-administração com indutores deve ser efetuada com precaução tendo em consideração um potencial risco de diminuição da eficácia do medicamento. - Hipericão
Usar com precaução

Esomeprazol Hipericão

Observações: Os estudos de interacção foram realizados apenas em adultos.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos sobre a farmacocinética de esomeprazol Medicamentos que induzem o CYP2C19 e/ou o CYP3A4 Os medicamentos conhecidos por induzir o CYP2C19 ou CYP3A4 ou ambos (tais como a rifampicina e Hipericão) podem levar à redução dos níveis séricos de esomeprazol, através do aumento do metabolismo de esomeprazol. - Hipericão
Usar com precaução

Etinilestradiol + Etonogestrel Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: interacções com outros medicamentos As interacções entre Contraceptivos hormonais e outros medicamentos podem originar hemorragias intracíclicas e/ou falência contracetiva. Foram descritas na literatura as seguintes interacções: Metabolismo hepático: Podem ocorrer interacções com medicamentos indutores das enzimas microssomais, o que pode resultar numa depuração aumentada das hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, carbamazepina, rifampicina e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, ritonavir, griseofulvina e produtos contendo hipericão [Hypericum perforatum]). As mulheres que estejam a fazer tratamento com qualquer um destes fármacos deverão usar, temporariamente, um método de barreira. Durante o tempo de uso concomitante com fármacos indutores das enzimas microssomais hepáticas e 28 dias após a sua suspensão, deverá ser usado um método de barreira. - Hipericão
Usar com precaução

Etonogestrel Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interacções entre Contraceptivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interacções têm sido referidas na literatura (principalmente com Contraceptivos combinados, mas também ocasionalmente com Contraceptivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interacções com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contraceptivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contraceptivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contraceptivo que não seja afectado por esta interacção medicamentosa. - Hipericão
Contraindicado

Hipericão Ciclosporina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Ciclosporina
Contraindicado

Hipericão Tacrolímus

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Tacrolímus
Contraindicado

Hipericão Anticoagulantes orais

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Anticoagulantes orais
Contraindicado

Hipericão Varfarina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Varfarina
Contraindicado

Hipericão Acenocumarol

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Acenocumarol
Contraindicado

Hipericão Antivíricos

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Antivíricos
Contraindicado

Hipericão Inibidores da Protease (IP)

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Inibidores da Protease (IP)
Contraindicado

Hipericão Indinavir

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Indinavir
Contraindicado

Hipericão Nelfinavir

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Nelfinavir
Contraindicado

Hipericão Ritonavir

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Ritonavir
Contraindicado

Hipericão Saquinavir

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Saquinavir
Contraindicado

Hipericão Inibidores nucleosídeos da transcriptase inversa (reversa) (NRTIs)

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Inibidores nucleosídeos da transcriptase inversa (reversa) (NRTIs)
Contraindicado

Hipericão Efavirenz

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Efavirenz
Contraindicado

Hipericão Nevirapina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Nevirapina
Contraindicado

Hipericão Irinotecano

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Irinotecano
Contraindicado

Hipericão Imatinib

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Imatinib
Contraindicado

Hipericão Citotóxicos (citostáticos)

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Citotóxicos (citostáticos)
Contraindicado

Hipericão Anticonvulsivantes

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Anticonvulsivantes
Contraindicado

Hipericão Gabapentina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Gabapentina
Contraindicado

Hipericão Vigabatrina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Vigabatrina
Contraindicado

Hipericão Carbamazepina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Carbamazepina
Contraindicado

Hipericão Etossuximida

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Etossuximida
Contraindicado

Hipericão Felbamato

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Felbamato
Contraindicado

Hipericão Fosfenitoína

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Fosfenitoína
Contraindicado

Hipericão Lamotrigina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Lamotrigina
Contraindicado

Hipericão Fenobarbital

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Fenobarbital
Contraindicado

Hipericão Fenitoína

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Fenitoína
Contraindicado

Hipericão Primidona

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Primidona
Contraindicado

Hipericão Tiagabina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Tiagabina
Contraindicado

Hipericão Topiramato

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Topiramato
Contraindicado

Hipericão Ácido Valpróico (Valproato de sódio)

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Ácido Valpróico (Valproato de sódio)
Contraindicado

Hipericão Valpromida

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico). - Valpromida
Não recomendado/Evitar

Hipericão Digoxina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido à uma redução da eficácia terapêutica, a utilização de Hipericão é desaconselhada em associação com: - Digoxina, - Teofilina, - Contraceptivos orais (risco de hemorragias intermenstruais com risco de gravidez não desejada). As mulheres não devem interromper a toma de contraceptivos se hemorragias irregulares aparecerem durante a utilização concomitante de Hipericão, - Verapamil (um estudo clínico mostrou a diminuição da bio-disponibilidade deste antihipertensivo). - Digoxina
Não recomendado/Evitar

Hipericão Teofilina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido à uma redução da eficácia terapêutica, a utilização de Hipericão é desaconselhada em associação com: - Digoxina, - Teofilina, - Contraceptivos orais (risco de hemorragias intermenstruais com risco de gravidez não desejada). As mulheres não devem interromper a toma de contraceptivos se hemorragias irregulares aparecerem durante a utilização concomitante de Hipericão, - Verapamil (um estudo clínico mostrou a diminuição da bio-disponibilidade deste antihipertensivo). - Teofilina
Não recomendado/Evitar

Hipericão Contraceptivos orais

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido à uma redução da eficácia terapêutica, a utilização de Hipericão é desaconselhada em associação com: - Digoxina, - Teofilina, - Contraceptivos orais (risco de hemorragias intermenstruais com risco de gravidez não desejada). As mulheres não devem interromper a toma de contraceptivos se hemorragias irregulares aparecerem durante a utilização concomitante de Hipericão, - Verapamil (um estudo clínico mostrou a diminuição da bio-disponibilidade deste antihipertensivo). - Contraceptivos orais
Não recomendado/Evitar

Hipericão Verapamilo

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido à uma redução da eficácia terapêutica, a utilização de Hipericão é desaconselhada em associação com: - Digoxina, - Teofilina, - Contraceptivos orais (risco de hemorragias intermenstruais com risco de gravidez não desejada). As mulheres não devem interromper a toma de contraceptivos se hemorragias irregulares aparecerem durante a utilização concomitante de Hipericão, - Verapamil (um estudo clínico mostrou a diminuição da bio-disponibilidade deste antihipertensivo). - Verapamilo
Usar com precaução

Hipericão Inibidores da HMG-CoA redutase

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão deve igualmente ser utilizado com precaução (redução dos níveis plasmáticos) em associação com: - Os inibidores da HMG-CoA redutase, sinvastatina e atorvastatina (porém não com a pravastatina) - O omeprazole (inibidor da bomba de protões) - A metadona (risco de síndrome de abstinência) - As benzodiazepinas, quazepam e midazolam - Inibidores da HMG-CoA redutase
Usar com precaução

Hipericão Atorvastatina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão deve igualmente ser utilizado com precaução (redução dos níveis plasmáticos) em associação com: - Os inibidores da HMG-CoA redutase, sinvastatina e atorvastatina (porém não com a pravastatina) - O omeprazole (inibidor da bomba de protões) - A metadona (risco de síndrome de abstinência) - As benzodiazepinas, quazepam e midazolam - Atorvastatina
Usar com precaução

Hipericão Sinvastatina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão deve igualmente ser utilizado com precaução (redução dos níveis plasmáticos) em associação com: - Os inibidores da HMG-CoA redutase, sinvastatina e atorvastatina (porém não com a pravastatina) - O omeprazole (inibidor da bomba de protões) - A metadona (risco de síndrome de abstinência) - As benzodiazepinas, quazepam e midazolam - Sinvastatina
Usar com precaução

Hipericão Omeprazol

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão deve igualmente ser utilizado com precaução (redução dos níveis plasmáticos) em associação com: - Os inibidores da HMG-CoA redutase, sinvastatina e atorvastatina (porém não com a pravastatina) - O omeprazole (inibidor da bomba de protões) - A metadona (risco de síndrome de abstinência) - As benzodiazepinas, quazepam e midazolam - Omeprazol
Usar com precaução

Hipericão Metadona

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão deve igualmente ser utilizado com precaução (redução dos níveis plasmáticos) em associação com: - Os inibidores da HMG-CoA redutase, sinvastatina e atorvastatina (porém não com a pravastatina) - O omeprazole (inibidor da bomba de protões) - A metadona (risco de síndrome de abstinência) - As benzodiazepinas, quazepam e midazolam - Metadona
Usar com precaução

Hipericão Benzodiazepinas

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão deve igualmente ser utilizado com precaução (redução dos níveis plasmáticos) em associação com: - Os inibidores da HMG-CoA redutase, sinvastatina e atorvastatina (porém não com a pravastatina) - O omeprazole (inibidor da bomba de protões) - A metadona (risco de síndrome de abstinência) - As benzodiazepinas, quazepam e midazolam - Benzodiazepinas
Usar com precaução

Hipericão Quazepam

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão deve igualmente ser utilizado com precaução (redução dos níveis plasmáticos) em associação com: - Os inibidores da HMG-CoA redutase, sinvastatina e atorvastatina (porém não com a pravastatina) - O omeprazole (inibidor da bomba de protões) - A metadona (risco de síndrome de abstinência) - As benzodiazepinas, quazepam e midazolam - Quazepam
Usar com precaução

Hipericão Midazolam

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Hipericão deve igualmente ser utilizado com precaução (redução dos níveis plasmáticos) em associação com: - Os inibidores da HMG-CoA redutase, sinvastatina e atorvastatina (porém não com a pravastatina) - O omeprazole (inibidor da bomba de protões) - A metadona (risco de síndrome de abstinência) - As benzodiazepinas, quazepam e midazolam - Midazolam
Não recomendado/Evitar

Hipericão Psicotrópicos (psicofármacos)

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido ao possível risco de efeitos indesejáveis do tipo síndrome serotoninérgico (interacções farmacodinâmicas), o uso de Hipericão não é aconselhado em associação com: - Os psicotrópicos, em particular os medicamentos serotoninérgicos, IERS (inibidores específicos da recaptação da serotonina), citalopram, fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina e sertralina e os antidepressivos tricíclicos. - Os triptanos (sumatriptano, naratriptano, rizatriptano e zolmitriptano). - Psicotrópicos (psicofármacos)
Não recomendado/Evitar

Hipericão Medicamentos serotoninérgicos

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido ao possível risco de efeitos indesejáveis do tipo síndrome serotoninérgico (interacções farmacodinâmicas), o uso de Hipericão não é aconselhado em associação com: - Os psicotrópicos, em particular os medicamentos serotoninérgicos, IERS (inibidores específicos da recaptação da serotonina), citalopram, fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina e sertralina e os antidepressivos tricíclicos. - Os triptanos (sumatriptano, naratriptano, rizatriptano e zolmitriptano). - Medicamentos serotoninérgicos
Não recomendado/Evitar

Hipericão Inibidores selectivos da recaptação da serotonina (ISRS) (SSRIs)

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido ao possível risco de efeitos indesejáveis do tipo síndrome serotoninérgico (interacções farmacodinâmicas), o uso de Hipericão não é aconselhado em associação com: - Os psicotrópicos, em particular os medicamentos serotoninérgicos, IERS (inibidores específicos da recaptação da serotonina), citalopram, fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina e sertralina e os antidepressivos tricíclicos. - Os triptanos (sumatriptano, naratriptano, rizatriptano e zolmitriptano). - Inibidores selectivos da recaptação da serotonina (ISRS) (SSRIs)
Não recomendado/Evitar

Hipericão Citalopram

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido ao possível risco de efeitos indesejáveis do tipo síndrome serotoninérgico (interacções farmacodinâmicas), o uso de Hipericão não é aconselhado em associação com: - Os psicotrópicos, em particular os medicamentos serotoninérgicos, IERS (inibidores específicos da recaptação da serotonina), citalopram, fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina e sertralina e os antidepressivos tricíclicos. - Os triptanos (sumatriptano, naratriptano, rizatriptano e zolmitriptano). - Citalopram
Não recomendado/Evitar

Hipericão Fluoxetina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido ao possível risco de efeitos indesejáveis do tipo síndrome serotoninérgico (interacções farmacodinâmicas), o uso de Hipericão não é aconselhado em associação com: - Os psicotrópicos, em particular os medicamentos serotoninérgicos, IERS (inibidores específicos da recaptação da serotonina), citalopram, fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina e sertralina e os antidepressivos tricíclicos. - Os triptanos (sumatriptano, naratriptano, rizatriptano e zolmitriptano). - Fluoxetina
Não recomendado/Evitar

Hipericão Fluvoxamina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido ao possível risco de efeitos indesejáveis do tipo síndrome serotoninérgico (interacções farmacodinâmicas), o uso de Hipericão não é aconselhado em associação com: - Os psicotrópicos, em particular os medicamentos serotoninérgicos, IERS (inibidores específicos da recaptação da serotonina), citalopram, fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina e sertralina e os antidepressivos tricíclicos. - Os triptanos (sumatriptano, naratriptano, rizatriptano e zolmitriptano). - Fluvoxamina
Não recomendado/Evitar

Hipericão Paroxetina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido ao possível risco de efeitos indesejáveis do tipo síndrome serotoninérgico (interacções farmacodinâmicas), o uso de Hipericão não é aconselhado em associação com: - Os psicotrópicos, em particular os medicamentos serotoninérgicos, IERS (inibidores específicos da recaptação da serotonina), citalopram, fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina e sertralina e os antidepressivos tricíclicos. - Os triptanos (sumatriptano, naratriptano, rizatriptano e zolmitriptano). - Paroxetina
Não recomendado/Evitar

Hipericão Sertralina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido ao possível risco de efeitos indesejáveis do tipo síndrome serotoninérgico (interacções farmacodinâmicas), o uso de Hipericão não é aconselhado em associação com: - Os psicotrópicos, em particular os medicamentos serotoninérgicos, IERS (inibidores específicos da recaptação da serotonina), citalopram, fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina e sertralina e os antidepressivos tricíclicos. - Os triptanos (sumatriptano, naratriptano, rizatriptano e zolmitriptano). - Sertralina
Não recomendado/Evitar

Hipericão Antidepressores (Tricíclicos)

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido ao possível risco de efeitos indesejáveis do tipo síndrome serotoninérgico (interacções farmacodinâmicas), o uso de Hipericão não é aconselhado em associação com: - Os psicotrópicos, em particular os medicamentos serotoninérgicos, IERS (inibidores específicos da recaptação da serotonina), citalopram, fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina e sertralina e os antidepressivos tricíclicos. - Os triptanos (sumatriptano, naratriptano, rizatriptano e zolmitriptano). - Antidepressores (Tricíclicos)
Não recomendado/Evitar

Hipericão Triptanos

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido ao possível risco de efeitos indesejáveis do tipo síndrome serotoninérgico (interacções farmacodinâmicas), o uso de Hipericão não é aconselhado em associação com: - Os psicotrópicos, em particular os medicamentos serotoninérgicos, IERS (inibidores específicos da recaptação da serotonina), citalopram, fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina e sertralina e os antidepressivos tricíclicos. - Os triptanos (sumatriptano, naratriptano, rizatriptano e zolmitriptano). - Triptanos
Não recomendado/Evitar

Hipericão Sumatriptano

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido ao possível risco de efeitos indesejáveis do tipo síndrome serotoninérgico (interacções farmacodinâmicas), o uso de Hipericão não é aconselhado em associação com: - Os psicotrópicos, em particular os medicamentos serotoninérgicos, IERS (inibidores específicos da recaptação da serotonina), citalopram, fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina e sertralina e os antidepressivos tricíclicos. - Os triptanos (sumatriptano, naratriptano, rizatriptano e zolmitriptano). - Sumatriptano
Não recomendado/Evitar

Hipericão Naratriptano

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido ao possível risco de efeitos indesejáveis do tipo síndrome serotoninérgico (interacções farmacodinâmicas), o uso de Hipericão não é aconselhado em associação com: - Os psicotrópicos, em particular os medicamentos serotoninérgicos, IERS (inibidores específicos da recaptação da serotonina), citalopram, fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina e sertralina e os antidepressivos tricíclicos. - Os triptanos (sumatriptano, naratriptano, rizatriptano e zolmitriptano). - Naratriptano
Não recomendado/Evitar

Hipericão Rizatriptano

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido ao possível risco de efeitos indesejáveis do tipo síndrome serotoninérgico (interacções farmacodinâmicas), o uso de Hipericão não é aconselhado em associação com: - Os psicotrópicos, em particular os medicamentos serotoninérgicos, IERS (inibidores específicos da recaptação da serotonina), citalopram, fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina e sertralina e os antidepressivos tricíclicos. - Os triptanos (sumatriptano, naratriptano, rizatriptano e zolmitriptano). - Rizatriptano
Não recomendado/Evitar

Hipericão Zolmitriptano

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido ao possível risco de efeitos indesejáveis do tipo síndrome serotoninérgico (interacções farmacodinâmicas), o uso de Hipericão não é aconselhado em associação com: - Os psicotrópicos, em particular os medicamentos serotoninérgicos, IERS (inibidores específicos da recaptação da serotonina), citalopram, fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina e sertralina e os antidepressivos tricíclicos. - Os triptanos (sumatriptano, naratriptano, rizatriptano e zolmitriptano). - Zolmitriptano
Usar com precaução

Hipericão Tolbutamida

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido à possibilidade de interacção farmacodinâmica, Hipericão deve igualmente ser utilizado com precaução associado ao hipoglicemiante tolbutamida (aumento do risco de hipoglicemia). - Tolbutamida
Contraindicado

Lopinavir + Ritonavir Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Os medicamentos que estão especificamente contra-indicados, por se esperar interacção importante e potencial para acontecimentos adversos graves: Hipericão: Preparações de plantas medicinais contendo Hipericão (Hypericum perforatum) devido ao risco de concentrações plasmáticas diminuídas e de efeitos clínicos diminuídos de lopinavir e ritonavir. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Darifenacina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos sobre a darifenacina: O metabolismo da darifenacina é primariamente mediado pelas enzimas CYP2D6 e CYP3A4 do citocromo P450. Assim, os inibidores destas enzimas podem aumentar a exposição à darifenacina. Indutores enzimáticos: É provável que substâncias indutoras da CYP3A4 tais como rifampicina, carbamazepina, barbitúricos e hipericão (Hypericum perforatum) diminuam as concentrações plasmáticas de darifenacina. - Hipericão
Usar com precaução

Mirtazapina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: interacções farmacodinâmicas: Adicionalmente, tal como com os ISRS, a administração concomitante de outras substâncias activas serotoninérgicas (L-triptofano, triptanos, tramadol, linezolida, ISRS, venlafaxina, lítio e preparações à base de hipericão - Hypericum perforatum (pode levar a uma incidência de efeitos associados à serotonina (síndrome serotoninérgica). Deverá ser aconselhada precaução e é necessária uma monitorização clínica apertada quando estas substâncias activas são administradas em combinação com a mirtazapina. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Dasatinib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Substâncias activas que podem diminuir as concentrações plasmáticas de dasatinib: Quando dasatinib foi administrado após 8 tomas diárias, à noite, de 600 mg de rifampicina, um potente indutor da CYP3A4, a AUC do dasatinib diminuíu cerca de 82%. Outros medicamentos que induzem a actividade da CYP3A4 (ex. dexametasona, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital ou preparações à base de plantas contendo Hypericum perforatum, também conhecido por Hipericão) podem aumentar também o metabolismo e diminuir as concentrações plasmáticas do dasatinib. Consequentemente, não é recomendado o uso concomitante de indutores potentes da CYP3A4 com dasatinib. Nos doentes a quem a rifampicina ou outros indutores da CYP3A4 estejam indicados devem ser utilizados medicamentos alternativos com menor potencial de indução enzimática. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dienogest + Etinilestradiol Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. As interações do etinilestradiol e o dienogest, com outros medicamentos podem aumentar ou diminuir ou ambas, as concentrações séricas das hormonas esteroides. A redução das concentrações séricas de etinilestradiol/dienogest pode levar a um aumento das hemorragias intercorrentes e dos distúrbios menstruais e reduzir a eficácia do contraceptivo do Dienogest / Etinilestradiol; o aumento de etinilestradiol/dienogest nos níveis séricos pode levar a um aumento de incidência e aumento da expressão de efeitos secundários.
Interacções: Os seguintes medicamentos podem diminuir as concentrações séricas das hormonas esteróides contidas no Dienogest / Etinilestradiol: - todos os agentes que aumentam o risco de motilidade gastrointestinal, tais como a metoclopramida, - Medicamentos indutores, as enzimas microssomais hepáticas, tais como a rifampicina, rifabutina, barbitúricos, anticonvulsivantes (como barbexaclona, carbamazepina, oxcarbazepina, fenitoína, primidona, topiramato e felbamato), griseofulvina, modafinil, Erva de São João (Hypericum perforatum). Foi notificado que tanto os inibidores da protease do VIH (por exemplo, ritonavir) como os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa (por exemplo, nevirapina), bem como a combinação de ambos, podem influenciar o metabolismo hepático. - Certos antibióticos (por exemplo, ampicilina, tetraciclina) em algumas mulheres, possivelmente através de uma redução da circulação entero-hepática dos estrogénios. Deve ser utilizado um método não hormonal contraceptivo adicional quando existir terapia concomitante com estes medicamentos e a toma de Dienogest / Etinilestradiol, durante o tratamento e nos primeiros 7 dias. As mulheres a fazerem um tratamento a curto prazo (até uma semana) com um medicamento dos grupos acima referidos, ou com qualquer uma das substâncias activas para além da rifampicina devem utilizar temporariamente um método de barreira juntamente com as COCs, ou seja, durante o período de tempo de administração concomitante, bem como durante 14 dias após a descontinuação do mesmo. As mulheres tratadas com rifampicina devem utilizar para além do COC um método de barreira adicional durante o período de tempo de administração da rifampicina, assim como durante 28 dias após a sua descontinuação. Em mulheres com tratamento crónico com fármacos indutores das enzimas hepáticas, recomenda-se a utilização de outro método contraceptivo não hormonal fiável. Se existir utilização concomitante de medicamentos com essas substâncias durante o último comprimido da embalagem deve iniciar-se imediatamente o novo blister após o último comprimido do primeiro blister sem fazer o habitual intervalo sem toma de comprimidos. Se for necessário um tratamento a longo prazo com estes medicamentos, deve-se utilizar de preferência métodos Contraceptivos não hormonais. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Topiramato Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Outras interacções medicamentosas: Hipericão (Hypericum perforatum): Poderá observar-se um risco de diminuição das concentrações plasmáticas resultando numa perda de eficácia com a co-administração de topiramato e hipericão. Não foram realizados estudos clínicos para avaliação desta interacção potencial. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Ulipristal (Acetato de ulipristal) Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos potenciais de outros medicamentos sobre o acetato de ulipristal: O acetato de ulipristal é metabolizado in vitro pelo CYP3A4. Indutores do CYP3A4: Os resultados in vivo revelam que a administração do acetato de ulipristal com um forte indutor do CYP3A4 como a rifampicina diminui marcadamente a Cmax e a AUC do acetato de ulipristal em 90% ou mais e diminuia semi-vida do acetato de ulipristal em 2,2 vezes correspondendo a uma diminuição em aproximadamente 10 vezes da exposição ao acetato de ulipristal. A utilização concomitante de Ulipristal com indutores do CYP3A4 (por ex., rifampicina, fenitoína, fenobarbital, carbamazepina, efavirenz, fosfenitoína, nevirapina, oxcarbazepina, primidona, rifabutina, hipericão/Hypericum perforatum) reduz, assim, as concentrações de plasma do acetado de ulipristal e pode resultar numa diminuição da eficácia de Ulipristal, logo não é recomendada. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Digoxina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Os níveis séricos de digoxina podem encontrar-se reduzidos pela utilização concomitante de preparações contendo Hypericum perforatum, atribuindo-se este facto à sua propriedade de induzir enzimas envolvidos na metabolização de determinados fármacos e/ou da glicoproteína-P transportadora. Assim, as preparações contendo Hypericum perforatum não devem ser utilizadas simultaneamente com digoxina. Caso o doente já se encontre a tomar qualquer tipo de produto contendo Hypericum perforatum, os níveis séricos de digoxina devem ser avaliados e deve ser suspensa a utilização de Hypericum perforatum. Pode haver um aumento dos níveis séricos de digoxina após a suspensão de Hypericum perforatum, pelo que a dose de digoxina pode necessitar de ser ajustada. O efeito de indução enzimática do Hypericum perforatum pode persistir pelo menos durante duas semanas após a suspensão da sua utilização. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Dronedarona Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeito de outros medicamentos na Dronedarona: Indutores do CYP3A4: A administração de rifampicina (600 mg uma vez por dia) diminuiu a exposição à dronedarona em 80% sem qualquer alteração significativa na exposição do seu metabólito ativo. Consequentemente, a co-administração de rifampicina e outros indutores potentes do CYP3A4, tais como o fenobarbital, carbamazepina, fenitoína, ou Hipericão não são recomendáveis, uma vez que provocam uma diminuição da exposição à dronedarona. - Hipericão
Usar com precaução

Duloxetina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Agentes serotoninérgicos: Em casos raros foi notificado a síndrome da serotonina em doentes a tomar ISRS/ISRN concomitantemente com agentes serotoninérgicos. Recomenda-se precaução ao utilizar concomitantemente Duloxetina com agentes serotoninérgicos tais como os ISRS, ISRN antidepressivos tricíclicos tais como a clomipramina ou a amitriptilina, IMAO, tais como a moclobemida ou linezolida, hipericão (Hypericum perforatum), ou triptanos, tramadol, petidina e triptofano. - Hipericão
Contraindicado

Efavirenz Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Os compostos ou preparações à base de plantas (por exemplo extratos de Ginkgo biloba e hipericão (Hypericum perforatum)) que induzem estas enzimas podem originar concentrações diminuídas de efavirenz. A utilização concomitante de hipericão (Hypericum perforatum) é contra-indicada. Não é recomendada a utilização concomitante de extratos de Ginkgo biloba. Contraindicações da utilização concomitante Hipericão (Hypericum perforatum) A administração concomitante de efavirenz com hipericão ou preparações à base de plantas contendo hipericão é contra-indicada. Os níveis plasmáticos de efavirenz podem ser reduzidos pela utilização concomitante de hipericão devido à indução pelo hipericão de enzimas metabolizadoras e/ou de proteínas de transporte do fármaco. Se um doente já estiver a tomar hipericão, deve interromper a administração de hipericão, verificar os níveis virais e, se possível, os níveis de efavirenz. Os níveis de efavirenz podem aumentar quando a administração de hipericão é interrompida, e a dose de efavirenz pode necessitar de ajuste. O efeito indutor do hipericão pode persistir até 2 semanas após a paragem do tratamento. - Hipericão
Contraindicado

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir Hipericão

Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interacção com estes medicamentos só foram realizados em adultos.
Interacções: Os compostos ou preparações de plantas medicinais (por exemplo extratos de Ginkgo biloba e hipericão) que induzem estas enzimas podem dar origem a uma diminuição das concentrações plasmáticas do efavirenz. A utilização concomitante de hipericão está contra-indicada. Não se recomenda a utilização concomitante de extratos de Ginkgo biloba. Hipericão (Hypericum perforatum): A co-administração de Efavirenz / Emtricitabina / Tenofovir e de hipericão ou de preparações de plantas medicinais contendo hipericão está contra-indicada. Os níveis plasmáticos de efavirenz podem ser diminuídos pelo uso concomitante de hipericão devido à indução das enzimas metabolizadoras e/ou proteínas de transporte do fármaco pelo hipericão. Se um doente estiver já a tomar hipericão, deve interromper a toma de hipericão, confirmar os níveis virais e, se possível, os níveis de efavirenz. Os níveis de efavirenz podem aumentar quando a toma de hipericão é interrompida. O efeito indutor do hipericão pode persistir até pelo menos 2 semanas após a interrupção do tratamento. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Itraconazol Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Medicamentos que afectam o metabolismo de itraconazol: O itraconazol é metabolizado principalmente pelo CYP3A4. Foram realizados estudos de interacção com a rifampicina, rifabutina e fenitoína, que são potentes indutores do CYP3A4. A associação de itraconazol a estes potentes indutores enzimáticos não é recomendada já que a biodisponibilidade do itraconazol e de hidro-itraconazol foi de tal modo reduzida que a eficácia pode estar altamente reduzida. Não estão disponíveis dados de estudos formais para outras enzimas indutoras potentes, tais como a carbamazepina, Hypericum perforatum (erva de S. João), fenobarbital e isoniazida, mas podem-se antecipar efeitos idênticos. Inibidores potentes desta enzima, tais como ritonavir, indinavir, claritromicina e eritromicina, podem aumentar a biodisponibilidade do itraconazol. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Eplerenona Hipericão

Observações: Estudos in vitro indicam que a eplerenona não é um inibidor das isoenzimas CYP1A2, CYP2C19, CYP2C9, CYP2D6 ou CYP3A4. A eplerenona não é um substrato nem um inibidor da glicoproteína-P.
Interacções: interacções farmacocinéticas: Indutores da CYP3A4: A co-administração de hipericão ou Erva de São João (um potente indutor da CYP3A4) com a eplerenona provocou um decréscimo de 30% na AUC da eplerenona. Pode ocorrer um decréscimo mais acentuado na AUC da eplerenona com indutores mais potentes da CYP3A4, tais como a rifampicina. Devido ao risco de redução da eficácia da eplerenona, não é recomendada a utilização concomitante de indutores potentes da CYP3A4 (rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital e Erva de São João) com a eplerenona. - Hipericão
Usar com precaução

Erlotinib Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Os indutores potentes da actividade do CYP3A4 aumentam o metabolismo do erlotinib e diminuem significativamente a sua concentração plasmática. Num ensaio clínico, a utilização concomitante de erlotinib e de rifampicina (600 mg por via oral, uma vez por dia durante 7 dias), um indutor potente do CYP3A4, resultou numa diminuição de 69% na mediana da AUC do erlotinib. A administração concomitante de rifampicina com uma dose única de 450 mg de Erlotinib originou uma exposição média (AUC) ao erlotinib de 57,5%, em relação à obtida após a administração de uma dose única de 150 mg de Erlotinib, na ausência de tratamento com rifampicina. Desta forma, deve evitar-se a administração concomitante de Erlotinib com indutores do CYP3A4. Em doentes que necessitem de tratamento concomitante com Erlotinib e um potente indutor do CYP3A4, como a rifampicina, deve considerar-se um aumento da dose para 300 mg e estes devem ser monitorizados cuidadosamente relativamente à sua segurança (incluindo funções renal e hepática e eletrólitos séricos). Caso tolerem bem a medicação ao longo de mais de 2 semanas, pode considerar-se o aumento da dose para 450 mg, mantendo uma monitorização de segurança cuidadosa. Pode ainda ocorrer diminuição da exposição com outros indutores ex. fenitoína, carbamazepina, barbitúricos ou hipericão (Hypericum perforatum). Deve ter-se cuidado ao usar estas substâncias a tivas em associação com o erlotinib. Sempre que possível, devem ser considerados tratamentos alternativos, que não tenham uma forte actividade indutora do CYP3A4. - Hipericão
Usar com precaução

Escitalopram Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: interacções farmacodinâmicas: Associações que exigem precauções de utilização: Hipericão: A utilização concomitante de ISRS e de produtos à base de plantas contendo hipericão (Hypericum perforatum) pode resultar num aumento da incidência de reacções adversas. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Everolímus Hipericão

Observações: O everolímus é um substrato da CYP3A4, e também é um substrato e inibidor modera do da gp-P. Por esta razão, a absorção e eliminação subsequente do everolímus pode ser influenciada por produtos que afetem a CYP3A4 e/ou a gp - P. In vitro, o everolímus é um inibidor competitivo da CYP3A4 e um inibidor misto da CYP2D6.
Interacções: Indutores potentes e moderados da CYP3A4: Hipericão (erva de S. João) (Hypericum Perforatum): Não estudada. É esperada grande diminuição na exposição. As preparações contendo hipericão não devem ser utilizadas durante o tratamento com everolímus. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Fosamprenavir Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Hipericão (Hypericum perforatum): Preparações à base de plantas contendo hipericão não devem ser combinadas com Fosamprenavir. Se um doente já estiver a tomar hipericão, verifique níveis de amprenavir, ritonavir, ARN VIH e interrompa o hipericão. Os níveis de amprenavir e ritonavir podem aumentar aquando da interrupção de hipericão. O efeito indutor persiste pelo menos durante 2 semanas após a interrupção do tratamento com hipericão. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Fosaprepitant Hipericão

Observações: Quando administrado por via intravenosa o fosaprepitant é rapidamente convertido em aprepitant. As interações medicamentosas decorrentes da administração de intravenosa de fosaprepitant são passíveis de ocorrer com substâncias ativas que interagem com o aprepitant administrado por via oral. A informação seguinte resultou de dados obtidos com o aprepitant por via oral e de estudos realizados com fosaprepitant por via intravenosa coadministrados com dexametasona, midazolam ou diltiazem. O fosaprepitant 150 mg, em dose única, é um inibidor fraco do CYP3A4. O fosaprepitant não parece interagir com a glicoproteína-P transportadora, tal como demonstrado pela ausência de interacção entre o aprepitant por via oral com a digoxina. Antevê-se que, quando comparado com a administração de aprepitant oral, o fosaprepitant provoque indução menor ou não superior do CYP2C9, do CYP3A4 e da glucuronidação. Não há dados sobre os efeitos no CYP2C8 e CYP2C19.
Interacções: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética do aprepitant, decorrentes da administração de fosaprepitant 150 mg: Não é recomendada a administração concomitante de fosaprepitant e preparações à base de plantas medicinais contendo hipericão (Hypericum perforatum). - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glimepirida + Rosiglitazona Hipericão

Observações: Não existem estudos formais de interacção para este medicamento, no entanto o uso concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos e na sua vasta utilização clínica não originou interações inesperadas. Anformação disponível é acerca das substâncias activas individualmente (rosiglitazona e glimepirida).
Interacções: ROSIGLITAZONA: A administração concomitante de rosiglitazona com rifampicina (um indutor do CYP2C8) originou uma diminuição de 66% na concentração plasmática da rosiglitazona. Não se poderá excluir o facto de outros indutores (p.ex: fenitoína, carbamazepina, fenobarbital, Hypericum perforatum) poderem também afectar a exposição à rosiglitazona. Poderá ser necessário aumentar a dose de rosiglitazona. Deverá ser considerada a monitorização cuidadosa do controlo glicémico. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Guanfacina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Indutores da CYP3A4: Quando os doentes estão a tomar Guanfacina concomitantemente com um indutor da CYP3A4, propõe-se um aumento da dose de Guanfacina no intervalo de doses recomendado. Verificou-se uma diminuição considerável da taxa e da extensão de exposição da guanfacina quando coadministrada com rifampicina, um indutor da CYP3A4. As concentrações plasmáticas máximas (Cmax) e a exposição (AUC) da guanfacina diminuíram respectivamente em 54% e 70%. Outros indutores da CYP3A4 podem ter um efeito comparável. Indutores da CYP3A4: Bosentano, Carbamazepina, Efavirenz, Etravirina, Modafinil, Nevirapina, Oxcarbazepina, Fenobarbital, Fenitoína, Primidona, Rifabutina, Rifampicina, Hipericão. - Hipericão
Contraindicado

Glecaprevir + Pibrentasvir Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Potencial de outros medicamentos para afectar Glecaprevir / Pibrentasvir Utilização com indutores potentes de P-gp e CYP3A Os medicamentos que são potentes indutores de P-gp e CYP3A (por exemplo rifampicina, carbamazepina, hipericão (Hypericum perforatum), fenobarbital, fenitoína e primidona) podem reduzir significativamente as concentrações plasmáticas de glecaprevir e pibrentasvir e podem reduzir o efeito terapêutico de Glecaprevir / Pibrentasvir ou perda de resposta virológica. A co-administração de tais medicamentos com Glecaprevir / Pibrentasvir está contra-indicada. PREPARAÇÕES DE PLANTAS MEDICINAIS Hipericão (Hypericum perforatum) (Indução da gp- P/CYP3A) A co-administração pode levar a efeito terapêutico reduzido de Glecaprevir / Pibrentasvir e é contra-indicada - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ifosfamida Hipericão

Observações: A administração sequencial ou a coadministração planeada de outras substâncias ou tratamentos que possam aumentar a probabilidade ou a gravidade dos efeitos tóxicos (por meio de interações farmacodinâmicas ou farmacocinéticas) requer uma avaliação individual cuidadosa do benefício esperado e dos riscos. Os doentes que recebem tais combinações devem ser cuidadosamente monitorizados para sinais de toxicidade de forma a permitir a intervenção atempada. Doentes tratados com ifosfamida e agentes que reduzem a sua ativação devem ser monitorizados para uma potencial redução de eficácia terapêutica e da necessidade de ajuste de dose.
Interacções: Indutores das enzimas microssomais extra-hepáticas e hepáticas humanas (por exemplo, enzimas do citocromo P450): O potencial de aumento da formação de metabólitos responsáveis pela citotoxicidade e outras toxicidades (dependendo das enzimas induzidas) deve ser considerado no caso de tratamento anterior ou concomitante com, por exemplo: Carbamazepina Corticosteróides Rifampicina Fenobarbital Fenitoína Erva de São João - Hipericão
Contraindicado

Indinavir Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: A utilização concomitante de indinavir com rifampicina ou preparações de plantas medicinais contendo hipericão (Hypericum perforatum) é contra-indicada. INDINAVIR NÃO POTENCIADO PREPARAÇÕES DE PLANTAS MEDICINAS: Hipericão (Hypericum perforatum) 300 mg TID (Indinavir 800 mg TID) Redução nas concentrações de indinavir devido à indução da metabolização do medicamento e/ou das proteínas transportadoras pelo hipericão. As preparações de plantas medicinais com hipericão são contra-indicadas com indinavir. Se um doente já estiver a tomar hipericão, deve interromper a administração de hipericão, verificar os níveis virais e se possível os níveis de indinavir. Os níveis de indinavir podem aumentar quando a administração de hipericão é interrompida e a dose de indinavir pode necessitar de ajuste. O efeito indutor pode persistir até 2 semanas após a paragem do tratamento com hipericão. - Hipericão
Usar com precaução

Lisinopril + Amlodipina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: interacções relacionadas com a AMLODIPINA: Efeitos de outros medicamentos sobre a amlodipina: Indutores da CYP3A4: Não existem informações disponíveis sobre o efeito dos indutores da CYP3A4 na amlodipina. A utilização concomitante de indutores da CYP3A4 [p. ex., rifampicina, hipericão (Hypericum perforatum)] pode originar uma concentração plasmática mais baixa de amlodipina. A amlodipina deve ser utilizada com precaução juntamente com indutores da CYP3A4. Não se recomenda a administração de amlodipina com toranja ou sumo de toranja porque a biodisponibilidade pode aumentar em alguns doentes, resultando num aumento dos efeitos de diminuição da tensão arterial. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Maraviroc Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: PRODUTOS À BASE DE ERVAS: Erva de S. João (Hypericum Perforatum): É esperado que a co-administração de maraviroc com Erva de S. João diminua substancialmente as concentrações de maraviroc e pode originar níveis inferiores aos adequados de maraviroc levando a perda de resposta virológica e possível resistência ao maraviroc. Não se recomenda o uso concomitante de maraviroc e Erva de S. João ou produtos contendo Erva de S. João. - Hipericão
Contraindicado

Voriconazol Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Hipericão [indutor do CYP450; indutor P-gp] 300 mg TID (co-administrado com uma dose única de 400 mg de voriconazol) contra-indicado. - Hipericão
Usar com precaução

Metadona Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: interacções farmacocinéticas: Indutores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por indução do CYP3A4, a depuração plasmática da metadona vai aumentar e os níveis plasmáticos vão diminuir. Os indutores dessa enzima (barbitúricos, carbamazepina, fenitoína, nevirapina, rifampicina, efavirenz, amprenavir, espironolactona, dexametasona, Hypericum perforatum (erva de São João), podem induzir o metabolismo hepático. Por exemplo, depois de três semanas de tratamento com 600 mg de efavirenz por dia, a média da concentração máxima no plasma e a ASC diminuíram em 48% e 57%, respectivamente, em doentes tratados com metadona (35-100 mg por dia). As consequências da indução enzimática são mais acentuadas se o indutor for administrado após o tratamento com a metadona já ter começado. Foram notificados sintomas de abstinência após estas interacções e, portanto, pode ser necessário aumentar a dose de metadona. Se o tratamento com um indutor de CYP3A4 for interrompido, a dose de metadona deve ser reduzida. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam Hipericão

Observações: O midazolam é metabolizado pelo CYP3A4.
Interacções: O hipericão produziu uma redução de cerca de 20-40% das concentrações plasmáticas de midazolam associada a redução da semi-vida terminal de 15-17%. Dependendo do extrato de hipericão específico, o efeito indutor do CYP3A4 pode variar. - Hipericão
Usar com precaução

Naproxeno + Esomeprazol Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: O seguinte foi também observado relativamente às mesmas enzimas: A administração concomitante de 30 mg de esomeprazol resulta numa diminuição de 45% na depuração do diazepam substrato CYP2C19. Não é provável que esta interacção tenha relevância clínica. A administração concomitante de 40 mg de esomeprazol resulta num aumento de 13% nos níveis plasmáticos de fenitoína em doentes epiléticos. A administração concomitante de esomeprazol e um inibidor combinado do CYP2C19 e CYP3A4, tal como voriconazol, pode originar mais do que o dobro da exposição ao esomeprazol. A administração concomitante de esomeprazol e um inibidor CYP3A4, claritromicina (500 mg duas vezes ao dia), pode originar mais do que o dobro da exposição (AUC) ao esomeprazol. Não são necessários ajustes posológicos de esomeprazol em qualquer destes casos. Os fármacos conhecidos por induzir o CYP2C19 ou CYP3A4 ou ambos (tais como a rifampicina e o hipericão) podem levar à redução dos níveis séricos de esomeprazol, através do aumento do metabolismo de esomeprazol. O omeprazol, assim como o esomeprazol atuam como inibidores do CYP2C19. O omeprazol, administrado em doses de 40 mg em indivíduos saudáveis num estudo cruzado, aumentou a Cmax e a AUC para o cilostazol em 18% e 26% respectivamente, e um dos seus metabólitos ativos em 29% e 69% respectivamente. Dados em animais indicam que os AINEs podem aumentar o risco de convulsões associadas aos antibióticos do grupo das quinolonas. Doentes a tomar quinolonas podem ter um risco aumentado de desenvolvimento de convulsões. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Nelfinavir Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Produtos à base de plantas: Hipericão: Os níveis plasmáticos do nelfinavir podem ser reduzidos pela utilização concomitante de preparações de plantas medicinais com hipericão (Hypericum perforatum). Isto deve-se à indução das enzimas que metabolizam os fármacos e/ou das proteínas de transporte por parte do hipericão. As preparações de plantas medicinais contendo hipericão não devem ser usadas concomitantemente com o nelfinavir. Se o doente estiver a tomar hipericão, deve parar-se a sua administração e verificar os níveis da carga viral e, se possível, os níveis de nelfinavir. Os níveis de nelfinavir podem aumentar depois da retirada do hipericão, podendo ser necessário o ajuste da dose do nelfinavir. O efeito indutor do hipericão pode persistir até, pelo menos, 2 semanas após a suspensão do tratamento. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Nevirapina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: PRODUTOS FITOTERAPÊUTICOS: Hipericão: Os níveis plasmáticos da Nevirapina podem ser reduzidos pela administração concomitante de produtos contendo hipericão (Hypericum perforatum). Tal deve-se à indução de enzimas de metabolização de medicamentos e/ou de proteínas de transporte pelo hipericão. Preparações à base de plantas contendo hipericão e Nevirapina não devem ser co-administrados. Se o doente já se encontrar a tomar hipericão, verificar os níveis de nevirapina e, se possível, os níveis virais, e suspender a administração de hipericão. Os níveis de nevirapina poderão aumentar depois da suspensão de hipericão. A posologia de nevirapina poderá necessitar de ser ajustada. O efeito indutor poderá manter-se durante um mínimo de 2 semanas após suspensão da terapêutica com hipericão. - Hipericão
Usar com precaução

Nifedipina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: A extensão e duração das interacções devem ser tidas em consideração quando se administrar nifedipina juntamente com os seguintes medicamentos: Indutores do CYP3A4: Rifampicina: A rifampicina induz fortemente o sistema do citocromo P450 3A4. Com a administração concomitante de rifampicina, a exposição da nifedipina foi reduzida em cerca de 97%. Por conseguinte, a utilização de nifedipina em associação com rifampicina é contra-indicada. Com a administração concomitante de indutores do CYP 3A4, como a fenitoína, carbamazepina, fenobarbital ou Erva de S. João (hipericão), a resposta clínica à nifedipina deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerado um aumento na dose de nifedipina. Se a dose de nifedipina for aumentada durante a administração concomitante de ambos os medicamentos, deve considerar-se a redução da dose de nifedipina quando o tratamento for descontinuado. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Nilotinib Hipericão

Observações: O nilotinib é principalmente metabolizado no fígado e é também substrato para a bomba de efluxo multifármacos, glicoproteína-P (gp-P). Assim, a absorção e subsequente eliminação do nilotinib absorvido sistemicamente podem ser influenciadas por substâncias que afetem a CYP3A4 e/ou a gp-P.
Interacções: Substâncias que podem diminuir as concentrações séricas do nilotinib: A rifampicina, um indutor potente do CYP3A4, diminui a Cmax de nilotinib em 64% e reduz a AUC de nilotinib em 80%. A rifampicina e o nilotinib não devem ser utilizados concomitantemente. A administração concomitante de outros fármacos que induzam a CYP3A4 (por ex.: fenitoína, rifampicina, carbamazepina, fenobarbital e hipericão) poderá, da mesma forma, reduzir a exposição ao nilotinib de uma forma clinicamente relevante. Em doentes nos quais estejam indicados indutores da CYP3A4 deverão ser selectionados agentes alternativos com menor potencial de indução enzimático. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Rilpivirina Hipericão

Observações: A rilpivirina é um inibidor in vitro do transportador MATE-2K com um IC50 < 2,7 nM. As implicações clínicas deste achado são atualmente desconhecidas.
Interacções: interacções E RECOMENDAÇÕES POSOLÓGICAS COM OUTROS MEDICAMENTOS PRODUTOS À BASE DE PLANTAS: Hipericão (Hypericum perforatum): Não foi estudado. São esperadas reduções significativas nas concentrações plasmáticas de rilpivirina. (indução das enzimas CYP3A) Rilpivirina não deve ser utilizado em associação com produtos que contenham Hipericão, uma vez que a administração concomitante pode resultar na perda do efeito terapêutico de Rilpivirina. - Hipericão
Usar com precaução

Paroxetina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Fármacos serotoninérgicos: Tal como com outros ISRS, a administração concomitante com fármacos serotoninérgicos (incluindo IMAOs, L-triptofano, triptanos, tramadol, linezolida, ISRS, lítio e preparações de Erva de São João – Hypericum perfuratum) pode levar à incidência de efeitos associados à 5-hidroxitriptamina (síndrome serotoninérgico). Quando estes fármacos são utilizados em combinação com paroxetina deverão ser tomadas precauções, sendo requerida uma monitorização clínica rigorosa. - Hipericão
Usar com precaução

Raltegravir Hipericão

Observações: Todos os ensaios de interacção foram realizados em adultos.
Interacções: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética do raltegravir: Uma vez que o raltegravir é principalmente metabolizado pela UGT1A1, deve ter-se precaução quando se administra concomitantemente Raltegravir com indutores potentes da UGT1A1 (por ex., rifampicina). A rifampicina reduz os níveis plasmáticos de raltegravir; desconhece-se o impacto na eficácia do raltegravir. No entanto, se a administração concomitante com rifampicina não puder ser evitada, pode considerar-se uma duplicação da dose de Raltegravir em adultos. Não existem dados para orientar a administração concomitante de Raltegravir com rifampicina em doentes com idade inferior a 18 anos. Desconhece-se o impacto de outros indutores potentes de enzimas que metabolizam os fármacos, como a fenitoína e o fenobarbital na UGT1A1. Indutores menos potentes (por ex., efavirenz, nevirapina, etravirina, rifabutina, glucocorticoides, hipericão, pioglitazona) podem ser utilizados com a dose recomendada de Raltegravir. A administração concomitante de Raltegravir com medicamentos que sejam inibidores potentes da UGT1A1 (por exemplo, atazanavir) pode aumentar os níveis plasmáticos do raltegravir. Os inibidores menos potentes da UGT1A1 (por ex., indinavir, saquinavir) podem também aumentar os níveis plasmáticos do raltegravir, mas em menor extensão quando comparados com o atazanavir. - Hipericão
Usar com precaução

Repaglinida Hipericão

Observações: Não foram efetuados estudos de interacção em crianças.
Interacções: A rifampicina, um potente indutor de CYP3A4 e também de CYP2C8, age simultaneamente como indutor e como inibidor do metabolismo de repaglinida. Um tratamento inicial de sete dias com rifampicina (600 mg), seguido de uma administração concomitante de repaglinida (uma dose única de 4 mg) no sétimo dia de tratamento, resultou numa AUC 50% mais baixa (efeito combinado de uma indução e uma inibição). Quando a repaglinida foi administrada 24 horas após a última dose de rifampicina, observou-se uma redução de 80% da AUC de repaglinida (efeito de indução apenas). A utilização concomitante de rifampicina e repaglinida pode, assim, induzir a necessidade de ajustamento da dose de repaglinida, a qual deverá basear-se na monitorização cuidadosa das concentrações de glucose sanguínea no início do tratamento com rifampicina (inibição aguda), na dose seguinte (efeito misto de inibição e indução), na suspensão (só indução) e até aproximadamente duas semanas após a suspensão da rifampicina, quando já não se verifica o seu efeito indutor. Não pode ser excluída a hipótese de outros indutores, como por exemplo a fenitoína, carbamazepina, fenobarbital e Erva de S. João, poderem ter um efeito semelhante. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Ribociclib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Substâncias que podem reduzir as concentrações plasmáticas de ribociclib: A utilização concomitante de indutores potentes da CYP3A4 pode portanto levar a uma diminuição da exposição e consequentemente a um risco de falta de eficácia. Deve ser evitada a utilização concomitante de indutores potentes da CYP3A4 incluindo, mas não limitado a, fenitoína, rifampicina, carbamazepina e hipericão (Hypericum perforatum). Em alternativa deve ser considerado um medicamento concomitante sem potencial indutor ou com potencial mínimo indutor da CYP3A4. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Ritonavir Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Medicamentos que afectam os níveis de ritonavir: Os níveis séricos de ritonavir podem ser reduzidos pelo uso concomitante de preparações de plantas medicinais contendo hipericão (Hypericum perforatum). Isto deve-se à indução das enzimas que metabolizam os medicamentos pelo hipericão. As preparações de plantas medicinais que contenham hipericão não devem ser usadas em associação com ritonavir. Se um doente estiver já a tomar hipericão, suspender a sua administração e, se possível, verificar os níveis virais. Os níveis de ritonavir podem aumentar quando a administração de hipericão é interrompida. A dose de ritonavir pode necessitar de ajuste. O efeito indutor pode persistir durante pelo menos 2 semanas após a suspensão do tratamento com hipericão. - Hipericão
Usar com precaução

Trazodona Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos indesejáveis podem ser mais frequentes quando trazodona é administrada juntamente com preparações que contêm Hypericum perforatum. - Hipericão
Usar com precaução

Venlafaxina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Síndrome serotoninérgica: Tal como com outros agentes serotoninérgicos, durante o tratamento com a venlafaxina pode ocorrer uma síndrome serotoninérgica, especialmente com a administração concomitante de outros fármacos que possam afectar o sistema neurotransmissor serotoninérgico (incluindo triptanos, ISRSs, IRSNs, lítio, sibutramina, tramadol ou hipericão [Hypericum perforatum]), com fármacos que possam diminuir o metabolismo da serotonina (incluindo IMAOs), ou com precursores da serotonina (tal como suplementos de triptofano). Se a administração concomitante de venlafaxina com um ISRS, um IRSN ou com receptores agonistas da serotonina (triptano) estiver indicada, aconselha-se a observação cuidadosa do doente, especialmente durante o início do tratamento e durante os aumentos da dose. A administração concomitante de venlafaxina com precursores da serotonina (tal como suplementos de triptofano) não é recomendada. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Os indutores da CYP3A4 podem aumentar o metabolismo do sirolímus e reduzir os seus níveis sanguíneos (e.g. chá de hipericão (Hypericum perforatum), anticonvulsivantes: carbamazepina, fenobarbital e fenitoína). - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sorafenib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Outros indutores da actividade do CYP3A4 e/ou glucoronidação (ex.: hipericão também conhecido co mo erva S. João, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital e dexametasona) podem também aumentar o metabolismo do sorafenib e assim diminuir as concentrações de sorafenib. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Temsirolímus Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Agentes indutores do metabolismo CYP3A: A administração concomitante de temsirolímus com rifampicina, um potente indutor do CYP3A4/5, não teve efeito significativo na concentração máxima (Cmax ) do temsirolímus e área sob a curva concentração vs. tempo (AUC ) após administração intravenosa, mas diminuiu a Cmax do sirolímus em 65% e a AUC em 56%, comparativamente com o tratamento com temsirolímus em monoterapia. Por isso, deve evitar-se o tratamento concomitante com agentes com potencial de indução do CYP3A4/5 [p.ex., carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifampicina e Hipericão (Erva de S. João)]. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Saquinavir Hipericão

Observações: A maioria dos estudos de interacção medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interacção medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interacções: Medicamentos que são substrato da glicoproteína-P: Outros: Hipericão (saquinavir/ritonavir) Hipericão (saquinavir não potenciado) A interacção com saquinavir/ ritonavir não foi estudada. Os níveis plasmáticos do saquinavir podem ser reduzidos pela administração concomitante de preparações contendo hipericão (Hypericum perforatum). Isto deve-se à indução das enzimas metabolizantes do fármaco e/ou das proteínas transportadoras por parte do hipericão. As preparações contendo hipericão não devem ser administradas concomitantemente com saquinavir. Se o doente estiver a tomar hipericão, deve-se parar a sua administração e verificar os níveis da carga viral e, se possível, os níveis do saquinavir. Os níveis do saquinavir podem aumentar depois da retirada do hipericão, podendo ser necessário o ajuste da dose do saquinavir. O efeito indutor do hipericão pode persistir durante pelo menos 2 semanas após a suspensão do tratamento com o mesmo. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tacrolímus Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Indutores do metabolismo: As substâncias a seguir indicadas demonstraram diminuir clinicamente os níveis sanguíneos de tacrolímus: Fortes interacções foram observadas com rifampicina, fenitoína ou hipericão (Hypericum perforatum) o que pode requerer o aumento das doses de tacrolímus em praticamente todos os doentes. Foram reportadas interacções clínicas relevantes com o fenobarbital. As doses de manutenção com corticosteróides demonstraram poder reduzir os níveis sanguíneos de tacrolímus. Doses elevadas de prednisolona ou metilprednisolona, administradas para o tratamento da rejeição aguda, têm o potencial de aumentar ou diminuir os níveis sanguíneos de tacrolímus. A carbamazepina, metamizol e isoniazida têm potencial para diminuir as concentrações de tacrolímus. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Verapamilo Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Possíveis interacções medicamentosas associadas com o verapamilo, devido a razões de farmacocinética: Outros Sumo de toranja - Aumento da AUC do R-verapamilo (49%) e S-verapamilo ( 37%); aumento da Cmax do R-verapamilo (75%) e S-verapamilo (51%); Hipericão - Diminuição da AUC do R-verapamilo (78%) e S-verapamilo ( 80%) com correspondentes reduções na Cmax. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Telaprevir Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Hipericão (Hypericum perforatum): As concentrações plasmáticas de telaprevir podem ser reduzidas pelo uso concomitante de formulações com Erva de São João (Hypericum perforatum). Assim, as preparações que contêm Erva de São João não devem ser utilizadas em associação com Telaprevir. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Telitromicina Hipericão

Observações: Os estudos de interacção foram apenas realizados em adultos.
Interacções: Efeito de outros medicamentos com o Telitromicina: Durante a administração concomitante da rifampicina e telitromicina em doses repetidas, a Cmax e AUC da telitromicina diminuíram em média de 79% e 86%, respectivamente. Portanto, a administração concomitante de indutores de CYP3A4 (tais como a rifampicina, fenitoína, carbamazepina, hipericão) pode resultar em níveis subterapêuticos da telitromicina e perda de efeito. A indução diminui gradualmente durante duas semanas após a suspensão do tratamento com indutores do CYP3A4. O Telitromicina não deve ser usado durante e após duas semanas de tratamento com indutores de CYP3A4. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Tipranavir Hipericão

Observações: Os estudos de interacção apenas foram realizados em adultos.
Interacções: PRODUTOS FITOTERAPÊUTICOS: Hipericão (Hypericum perforatum) Não foi realizado qualquer estudo de interacção. A utilização concomitante de hipericão (Hypericum perforatum) pode reduzir as concentrações plasmáticas de tipranavir. Tal deve-se à indução das enzimas de metabolização farmacológica pelo hipericão. Preparações à base de plantas contendo hipericão e Tipranavir, co-administrado com ritonavir em dose baixa, não devem ser co-administrados. É esperado que a co-administração de Tipranavir com ritonavir e hipericão diminua substancialmente as concentrações de tipranavir e ritonavir, podendo resultar em níveis subótimos de tipranavir e conduzir à perda de resposta virológica e possível resistência a tipranavir. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fluvoxamina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: interacções farmacodinâmicas: Os efeitos serotoninérgicos da fluvoxamina podem ser potenciados quando usada em combinação com outros serotoninérgicos (incluindo triptanos, ISRS’s e preparações à base de erva de S. João ou Hipericão). - Hipericão
Contraindicado

Cariprazina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Potencial de outros medicamentos para afectar a cariprazina: O metabolismo da cariprazina e dos seus principais metabólitos ativos, a desmetil cariprazina (DCAR) e a didesmetil cariprazina (DDCAR), é maioritariamente mediado pela CYP3A4 com um contributo menor da CYP2D6. Indutores da CYP3A4: A co-administração de cariprazina com indutores fortes e moderados da CYP3A4 pode resultar numa redução significativa na exposição à cariprazina total, pelo que a co-administração de cariprazina e indutores fortes ou moderados da CYP3A4 (p. ex. carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifampicina, hipericão (Hypericum perforatum), bosentano, efavirenz, etravirina, modafinil, nafcilina) é contra-indicada. - Hipericão
Contraindicado

Sofosbuvir + Velpatasvir + Voxilaprevir Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: interacções farmacocinéticas Medicamentos que podem diminuir a exposição plasmática de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir: Medicamentos que são indutores fortes da P-gp ou indutores fortes do CYP2B6, CYP2C8 ou CYP3A4 (por ex., rifampicina, rifabutina, hipericão, carbamazepina, fenobarbital e fenitoína) podem diminuir as concentrações plasmáticas de sofosbuvir, velpatasvir e/ou voxilaprevir, levando à redução do efeito terapêutico de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir. A utilização destes medicamentos com Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir é contra-indicada. interacções farmacocinéticas: Medicamentos que podem diminuir a exposição plasmática de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir: Medicamentos que são indutores fortes da P-gp ou indutores fortes do CYP2B6, CYP2C8 ou CYP3A4 (por ex., rifampicina, rifabutina, hipericão, carbamazepina, fenobarbital e fenitoína) podem diminuir as concentrações plasmáticas de sofosbuvir, velpatasvir e/ou voxilaprevir, levando à redução do efeito terapêutico de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir. A utilização destes medicamentos com Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir é contra-indicada. interacções entre Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir e outros medicamentos: SUPLEMENTOS À BASE DE PLANTAS Hipericão (Indução da P-gp e CYPs) interacção não estudada. Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir é contra-indicado com hipericão. - Hipericão
Contraindicado

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida Hipericão

Observações: Não foram realizados estudos de interacção farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interacção com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interacções: O darunavir e o cobicistate são metabolizados pelo CYP3A. É expectável que os medicamentos que induzem a actividade do CYP3A aumentem a depuração do darunavir e do cobicistate, o que resulta na diminuição das concentrações plasmáticas de darunavir e cobicistate (ex.: efavirenz, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, rifampicina, rifapentina, rifabutina, erva de São João). ANTIDEPRESSIVOS Suplementos contendo Erva de S. João Tendo por base considerações teóricas, é expectável que a Erva de S. João diminua as concentrações plasmáticas de darunavir e/ou cobicistate e/ou tenofovir alafenamida. (indução do CYP3A e/ou da glicoproteína-P) A administração concomitante de este medicamento com Erva de S. João é contra-indicada. Produtos à base de plantas Erva de S. João (Hypericum perforatum) Tendo por base considerações teóricas, a erva de S. João pode diminuir substancialmente a exposição a DRV/COBI (indução do CYP3A4) e a TAF (indução da glicoproteína-P). A utilização concomitante de este medicamento com estes produtos é contra-indicada. - Hipericão
Contraindicado

Midostaurina Hipericão

Observações: A midostaurina sofre uma extensa metabolização hepática principalmente através das enzimas CYP3A4 que são induzidas ou inibidas por alguns medicamentos concomitantes.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos sobre Midostaurina Medicamentos ou substâncias que se sabe afetarem a actividade da CYP3A4 podem afectar as concentrações plasmáticas de midostaurina e consequentemente a segurança e/ou a eficácia de Midostaurina. Indutores potentes da CYP3A4 A utilização concomitante de Midostaurina com indutores potentes da CYP3A4 (p. ex. carbamazepina, rifampicina, enzalutamida, fenitoína, hipericão [Hypericum perforatum]) é contra-indicada. Os indutores potentes da CYP3A4 reduzem a exposição da midostaurina e dos seus metabólitos ativos (CGP52421 e CGP62221). Num estudo em indivíduos saudáveis, a co-administração do indutor potente da CYP3A4 rifampicina (600 mg por dia) até ao estado de equilíbrio com uma dose única de 50 mg de midostaurina reduziu em média a Cmax de midostaurina em 73% e a AUCinf em 96%, respectivamente. A CGP62221 revelou um padrão similar. A média de AUClast de CGP52421 reduziu 60%. - Hipericão
Contraindicado

Tivozanib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Contraindicações relativas a utilização concomitante: As preparações à base de plantas contendo hipericão (Hypericum perforatum) estão contra-indicadas. Se um doente já está a tomar hipericão, esta toma deve ser interrompida antes de iniciar o tratamento com o tivozanib. O efeito indutor do hipericão pode persistir pelo menos 2 semanas após a cessação do tratamento com hipericão. - Hipericão
Usar com precaução

Atorvastatina + Perindopril Hipericão

Observações: Não foram realizados estudos de interacção medicamentosa com este medicamento e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina e perindopril separadamente. Os dados de estudos clínicos demonstram que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através da utilização combinada de IECAs, antagonistas dos recetores da angiotensina II ou aliscireno está associado ao aumento da frequência de eventos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia, diminuição da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) comparativamente com a utilização de um único medicamento que atua no SRAA.
Interacções: Utilização concomitante que requer cuidados especiais: Atorvastatina Indutores do CYP3A4 A administração concomitante de atorvastatina com indutores do citocromo P450 3A (por exemplo, efavirenz, rifampicina, hipericão) pode originar reduções variáveis nas concentrações plasmáticas de atorvastatina. Devido ao duplo mecanismo de interacção da rifampicina (indução do citocromo P450 3A e inibição do transportador de captação hepático OATP1B1), é recomendada a toma simultânea de Atorvastatina + Perindopril com rifampicina, na medida em que a toma de atorvastatina com atraso após a toma da rifampicina tem sido associada a uma redução significativa nas concentrações plasmáticas de atorvastatina. O efeito da rifampicina nas concentrações de atorvastatina nos hepatócitos é no entanto desconhecido e caso a administração concomitante não possa ser evitada, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados, para controlo da eficácia. - Hipericão
Contraindicado

Dolutegravir + Rilpivirina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante pode causar reduções significativas nas concentrações plasmáticas de rilpivirina. Tal pode resultar na perda do efeito terapêutico de dolutegravir/rilpivirina. A administração concomitante de dolutegravir/rilpivirina com Erva de S. João é contra-indicada. - Hipericão
Contraindicado

Bictegravir + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Bictegravir O bictegravir é um substrato do CYP3A e da UGT1A1. A co-administração de bictegravir e medicamentos que podem potencialmente induzir o CYP3A e a UGT1A1, tais como a rifampicina ou o hipericão, pode diminuir significativamente as concentrações plasmáticas de bictegravir, o que pode resultar numa perda do efeito terapêutico deste medicamento e no desenvolvimento de resistência e, por conseguinte, a co-administração é contra-indicada. A co-administração de bictegravir com medicamentos que podem potencialmente inibir o CYP3A e a UGT1A1, tais como o atazanavir, pode aumentar significativamente as concentrações plasmáticas de bictegravir e, por conseguinte, a co-administração não é recomendada. O bictegravir é um substrato da gp-P e da BCRP. A relevância clínica desta característica não está estabelecida. Por conseguinte, recomenda-se precaução quando bictegravir é associado com medicamentos conhecidos por inibirem a gp-P e/ou a BCRP (p. ex., macrólidos, ciclosporina, verapamilo, dronedarona, glecaprevir/pibrentasvir). O bictegravir inibe o transportador de catiões orgânicos 2 (OCT2) e o transportador de extrusão de múltiplos fármacos e toxinas 1 (MATE1) in vitro. A co-administração deste medicamento com a metformina, um substrato do OCT2 e do MATE1, não resultou num aumento clinicamente significativo da exposição à metformina. Este medicamento pode ser co-administrado com substratos do OCT2 e do MATE1. O bictegravir não é inibidor ou indutor do CYP in vivo. Hipericão (Hypericum perforatum) (Indução de CYP3A, UGT1A1 e gp-P) interacção não estudada com nenhum dos componentes deste medicamento. A co-administração pode reduzir as concentrações plasmáticas do bictegravir e do tenofovir alafenamida. A co-administração com hipericão é contra-indicada, devido ao efeito do hipericão no componente bictegravir. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Binimetinib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos no binimetinib Os indutores das enzimas CYP1A2 (tais como carbamazepina e rifampicina) e indutores do transporte da gp-P (como hipericão ou fenitoína) podem diminuir a exposição ao binimetinib, o que poderia resultar numa diminuição da eficácia. - Hipericão
Usar com precaução

Encorafenib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos no encorafenib Encorafenib é essencialmente metabolizado pelo CYP3A4. Indutores do CYP3A4 A administração concomitante de encorafenib com um indutor do CYP3A4 não foi avaliada em estudos clínicos; no entanto, é provável uma redução da exposição ao encorafenib e poderá comprometer a eficácia. Os exemplos de indutores potentes e moderados do CYP3A4 incluem, entre outros, carbamazepina, rifampicina, fenitoína e hipericão. Deverão ser considerados agentes alternativos sem indução ou com uma indução mínima do CYP3A. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Neratinib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos de outras substâncias sobre o neratinib Indutores da CYP3A4/Pgp Após a administração concomitante com doses repetidas de 600 mg de rifampina, um potente indutor da CYP3A4/Pgp, as exposições ao neratinib diminuíram significativamente com valores médios de 24% e 13% dos valores de referência (neratinib administrado em monoterapia) para a Cmáx e a AUC, respectivamente. Deve evitar-se a utilização concomitante de neratinib com indutores potentes da CYP3A4/Pgp (por ex., fenitoína, carbamazepina, rifampina, fenobarbital ou com preparações à base de plantas contendo erva de S. João/Hypericum perforatum). - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Abemaciclib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos na farmacocinética do abemaciclib O abemaciclib é principalmente metabolizado pela CYP3A4. Indutores da CYP3A4 A co-administração de abemaciclib com o indutor forte da CYP3A4 rifampicina diminuiu a concentração plasmática de abemaciclib em 95% e a concentração plasmática de abemaciclib livre ajustada à potência mais dos seus metabólitos ativos em 77% com base na AUC0-∞. A utilização concomitante de indutores fortes da CYP3A4 (incluem, mas não se limitam: carbamazepina, fenitoína, rifampicina e hipericão) deve ser evitada, devido ao risco de eficácia reduzida do abemaciclib. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Tezacaftor + Ivacaftor Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Medicamentos que afectam a farmacocinética de tezacaftor e de ivacaftor Indutores da CYP3A O tezacaftor e o ivacaftor são substratos da CYP3A (o ivacaftor é um substrato sensível da CYP3A). A utilização concomitante de indutores da CYP3A poderá resultar em exposições reduzidas e, por conseguinte, numa redução da eficácia de Tezacaftor/Ivacaftor e do ivacaftor. A co-administração do ivacaftor com rifampicina, um indutor forte da CYP3A, diminuiu significativamente a exposição ao ivacaftor (área sob a curva [AUC]) em 89%. É também de esperar que as exposições do tezacaftor possam diminuir de forma significativa durante a co-administração com indutores fortes da CYP3A; por conseguinte, não se recomenda a co-administração com indutores fortes da CYP3A. Exemplos de indutores fortes da CYP3A incluem: • rifampicina, rifabutina, fenobarbital, carbamazepina, fenitoína e hipericão (Hypericum perforatum) - Hipericão
Contraindicado

Doravirina + Lamivudina + Tenofovir Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Medicamentos à Base de Plantas Hipericão (Hypericum perforatum): A administração concomitante é contra-indicada. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Brigatinib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de brigatinib Indutores do CYP3A Em indivíduos saudáveis, a co-administração de múltiplas doses de 600 mg diárias de rifampicina, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 180 mg de brigatinib diminuiu a Cmáx em 60%, AUC0-INF em 80% (5 vezes) e a AUC0-120 em 80% (5 vezes) de brigatinib, relativamente a uma dose de 180 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de indutores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a rifampicina, carbamazepina, fenitoína, rifabutina, fenobarbital e Erva de São João, deve ser evitada. - Hipericão
Contraindicado

Lorlatinib Hipericão

Observações: Dados in vitro indicam que lorlatinib é principalmente metabolizado pelo CYP3A4 e pela uridina difosfato-glucuronosiltransferase (UGT)1A4, com pequenas contribuições do CYP2C8, CYP2C19, CYP3A5 e UGT1A3.
Interacções: Indutores do CYP3A4/5 A rifampicina, um indutor potente do CYP3A4/5, administrada em doses orais de 600 mg uma vez por dia durante 12 dias, reduziu a área sob a curva (AUC) média de lorlatinib em 85% e a Cmax em 76% de uma dose única oral de 100 mg de lorlatinib em voluntários saudáveis; foram também observados aumentos da AST e ALT. A administração concomitante de lorlatinib com indutores potentes do CYP3A4/5 (p. ex., rifampicina, carbamazepina, enzalutamida, mitotano, fenitoína e Erva de São João) pode diminuir as concentrações plasmáticas de lorlatinib. A utilização de um indutor potente do CYP3A4/5 com lorlatinib é contra-indicada. Se possível, a utilização concomitante com indutores moderados do CYP3A4/5 deve ser evitada, pois também estes podem reduzir as concentrações plasmáticas de lorlatinib. - Hipericão
Sem efeito descrito

Talazoparib Hipericão

Observações: Talazoparib é um substrato da P-gp e da proteína resistente ao cancro da mama (BCRP), que são transportadoras de fármacos, e é eliminado principalmente por depuração renal sob a forma de composto inalterado.
Interacções: Agentes que podem afectar as concentrações plasmáticas de talazoparib Indutores da P-gp Os dados de um estudo de interacção medicamentosa em doentes com tumores sólidos avançados indicaram que a administração concomitante de uma dose única de 1 mg de talazoparib com doses múltiplas diárias de um indutor da P-gp, rifampicina 600 mg, com rifampicina administrada concomitante 30 minutos antes de talazoparib no dia da dosagem de talazoparib, aumentou a Cmax de talazoparib em aproximadamente 37%, ao passo que a AUCinf não foi afectada em relação a uma dose única de 1 mg de talazoparib administrada em monoterapia. Este é provavelmente o efeito concreto da indução e inibição da P-gp pela rifampicina nas condições testadas no estudo de interacção medicamentosa. Não são necessários ajustes posológicos de talazoparib quando administrado concomitantemente com rifampicina. No entanto, o efeito de outros indutores da P-gp na exposição ao talazoparib não foi estudado. Outros indutores da P-gp (incluindo, mas não limitados a carbamazepina, fenitoína e hipericão) podem diminuir a exposição a talazoparib. - Hipericão
Usar com precaução

Lamivudina + Dolutegravir Hipericão

Observações: Não foram realizados estudos de interações medicamentosas com a associação Lamivudina / Dolutegravir. As interações são identificadas individualmente para a Lamivudina e o Dolutegravir. Não se esperam interações medicamentosas clinicamente significativas entre dolutegravir e lamivudina.
Interacções: Medicamentos à base de plantas Erva de S. João/Dolutegravir: A dose recomendada de dolutegravir é de 50 mg duas vezes por dia quando administrado concomitantemente com erva de S. João. Uma vez que Lamivudina + Dolutegravir é um comprimido de dose fixa, deve ser administrado um comprimido adicional de 50 mg de dolutegravir, aproximadamente 12 horas depois de Lamivudina + Dolutegravir, durante a administração concomitante com erva de S. João (está disponível uma formulação separada de dolutegravir para este ajuste de dose. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Lamivudina + Nevirapina + Zidovudina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Erva de São João: Pode diminuir a concentração sérica de inibidores da transcriptase reversa (não nucleossídeo). Especificamente, o St. Johns Wort pode aumentar o metabolismo de Inibidores da Transcriptase Reversa (Não Nucleosídeo). Evitar combinação - Hipericão
Usar com precaução

Larotrectinib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos de outros agentes sobre o larotrectinib Efeito dos indutores do CYP3A e da P-gp sobre o larotrectinib A co-administração de Larotrectinib com indutores potentes ou moderados do CYP3A e da P-gp (p. ex., carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifampicina ou hipericão) pode diminuir as concentrações plasmáticas do larotrectinib e deve ser evitada. Os dados clínicos obtidos em indivíduos adultos saudáveis indicam que a co-administração de uma dose única de 100 mg de Larotrectinib com 600 mg de rifampicina (um indutor potente do CYP3A e da P-gp), duas vezes por dia durante 11 dias, diminuiu a Cmax e a AUC do larotrectinib, respectivamente, em 71% e 81%. Não existem dados clínicos disponíveis sobre o efeito de um indutor moderado, mas espera-se uma diminuição na exposição ao larotrectinib. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Gilteritinib Hipericão

Observações: Gilteritinib é principalmente metabolizado pelas enzimas do CYP3A, que podem ser induzidas ou inibidas por diversos medicamentos concomitantes.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos no Gilteritinib Indutores do CYP3A/gp-P A utilização concomitante de Gilteritinib e indutores fortes do CYP3A/gp-P (por ex., fenitoína, rifampicina e hipericão) deve ser evitada uma vez que estes podem diminuir as concentrações plasmáticas de gilteritinib. Em indivíduos saudáveis, a administração concomitante de rifampicina (600 mg), um indutor forte do CYP3A/gp-P, para o estado estacionário com uma dose única de 20 mg de gilteritinib, diminuiu a Cmax média de gilteritinib em 27% e a AUCinf média em 70%, respectivamente, em comparação com os indivíduos a quem foi administrada uma única dose de gilteritinib isolado. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Canabidiol Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Indutores de CYP3A4 ou CYP2C19 Indutores fortes de CYP3A4, como carbamazepina, enzalutamina, mitotano, hipericão e/ou indutores fortes de CYP2C19, como rifampina, administrados concomitantemente com canabidiol, podem diminuir as concentrações plasmáticas de canabidiol e diminuir a eficácia de canabidiol. Pode ser necessário o ajuste da dose. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Polatuzumab vedotina Hipericão

Observações: Não foram realizados estudos formais de interacção farmacológica com polatuzumab vedotina em humanos.
Interacções: Indutores potentes do CYP3A4 (ex. rifampicina, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, hipericão [Hypericum perforatum]) podem diminuir a exposição a MMAE não conjugado. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nateglinida + Cloridrato de Metformina Hipericão

Observações: Dados disponíveis de estudos in vitro e in vivo indicam que a nateglinida é metabolizada principalmente pela enzima CYP 2C9 do citocromo P450 (70%) e, em menor extensão, pela CYP 3A4 (30%). A nateglinida é um potencial inibidor da CYP 2C9 in vivo, uma vez que inibe o metabolismo da tolbutamida, um substrato da CYP 2C9 in vitro. Com base nas experiências in vitro, nenhuma inibição das reações metabólicas da CYP 3A4 é observada. De uma forma geral, estes resultados sugerem um baixo potencial para interacções medicamentosas farmacocinéticas clinicamente significativas.
Interacções: Nateglinida interacções previstas a serem consideradas A acção hipoglicemiante dos agentes antidiabéticos orais pode ser reduzida por certos medicamentos, incluindo tiazidas, corticosteróides, medicamentos para a tireoide, simpatomiméticos, somatropina, análogos da somatostatina (por exemplo, lanreotida, octreotida) rifampicina, fenitoína e erva de São João. Quando estes fármacos são administrados à pacientes ou retirados de pacientes medicados com nateglinida, o paciente deve ser cuidadosamente observado quanto à alterações no controle da glicemia. - Hipericão
Usar com precaução

Clormezanona + Diazepam Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Devido ao diazepam: A eficácia diminuiu em: H. perforatum. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Darolutamida Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos na darolutamida Indutores do CYP3A4 e da gp-P A darolutamida é um substrato do CYP3A4 e da glicoproteína-P (gp-P). A utilização de indutores fortes e moderados do CYP3A4 e indutores da gp-P (por exemplo, carbamazepina, fenobarbital, hipericão, fenitoína e rifampicina) durante o tratamento com darolutamida não é recomendada, a menos que não haja alternativa terapêutica. Deve considerar-se a escolha de um medicamento concomitante alternativo com pouco ou nenhum potencial para induzir o CYP3A4 ou a gp-P. A administração repetida de rifampicina (600 mg), um forte indutor do CYP3A4 e da gp-P, com uma dose única de darolutamida (600 mg) tomada com alimentos, resultou numa diminuição de 72% na exposição média (AUC0-72) e numa diminuição de 52% na Cmáx da darolutamida. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Clormadinona + Mestranol Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Evite a erva de São João. - Hipericão
Usar com precaução

Drospirenona + Estetrol Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Interacções farmacocinéticas Efeitos de outros medicamentos em Drospirenona + Estetrol Podem ocorrer interacções com medicamentos que induzam as enzimas microssomais, o que pode resultar num aumento da depuração das hormonas sexuais, podendo conduzir a hemorragia intercorrente e/ou falha contraceptiva. Medicamentos que aumentam a depuração dos CHCs (indução enzimática), p. ex.: barbitúricos, bosentano, carbamazepina, fenitoína, primidona, rifampicina e medicamentos para o VIH (por ex., ritonavir, nevirapina e efavirenz), e possivelmente também felbamato, griseofulvina, oxcarbazepina, topiramato e produtos contendo hipericão (Hypericum perforatum). - Hipericão
Usar com precaução

Irbesartan + Amlodipina Hipericão

Observações: Tendo por base um estudo farmacocinético onde o irbesartan e a amlodipina foram administrados isoladamente ou em combinação, não existe nenhuma interacção farmacocinética entre o irbesartan e a amlodipina. Não foram realizados estudos de interacção medicamentosa com Irbesartan / Amlodipina e outros medicamentos.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos na amlodipina Indutores da CYP3A4 Após a co-administração de indutores conhecidos da CYP3A4, a concentração plasmática de amlodipina poderá variar. Deste modo, a pressão arterial deverá ser monitorizada e o ajuste da dose considerado durante e após a medicação concomitante, particularmente com indutores fortes da CYP3A4 (por ex., rifampicina, hypericum perforatum). - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Avapritinib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Substâncias activas que podem ter um efeito sobre Avapritinib Indutores de CYP3A fortes e moderados A administração concomitante de Avapritinib com um indutor do CYP3A forte diminuiu as concentrações plasmáticas de avapritinib e pode resultar numa diminuição da eficácia de avapritinib. A administração concomitante de rifampina (600 mg uma vez por dia durante 18 dias) com uma dose única de 400 mg de avapritinib no Dia 9 em participantes saudáveis diminuiu a Cmax do avapritinib em 74% e a AUC0-inf em 92%, relativamente a uma dose de 400 mg de avapritinib administrada isoladamente. Deve ser evitada a administração concomitante de Avapritinib com indutores de CYP3A fortes e moderados (por exemplo, dexametasona, fenitoína, carbamazepina, rifampicina, fenobarbital, fosfenitoína, primidona, bosentan, efavirenz, etravirina, modafinilo, dabrafenib, nafcilina ou Hypericum perforatum, também conhecido como hipericão). - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Duvelisib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética do duvelisib Indutores potentes e moderados do CYP3A4 A co-administração de 600 mg de rifampicina uma vez por dia, um indutor potente do CYP3A, durante 7 dias com uma dose oral única de 25 mg de duvelisib em adultos saudáveis (N = 13) diminuiu a Cmáx do duvelisib em 66% e a AUC em 82%. A co-administração com um indutor potente do CYP3A diminui a área sob a curva (AUC) do duvelisib, o que pode reduzir a eficácia do duvelisib. Deve evitar-se a co-administração de duvelisib com indutores potentes do CYP3A4 (por ex., apalutamida, carbamazepina, enzalutamida, mitotano, fenitoína, rifampicina, hipericão). A co-administração de 200 mg de etravirina duas vezes por dia, um indutor moderado do CYP3A, durante 10 dias com uma dose oral única de 25 mg de duvelisib em adultos saudáveis (N = 20) diminuiu a Cmáx do duvelisib em 16% e a AUC em 35%. A co-administração de duvelisib com indutores moderados do CYP3A diminui a AUC do duvelisib para menos de 1,5 vezes e a redução da dose não é recomendada. Exemplos de indutores moderados do CYP3A4 são bosentano, efavirenz, etravirina, fenobarbital, primidona. Se tiver de ser utilizado um indutor moderado do CYP3A4, o doente deve ser monitorizado atentamente quanto a potencial falta de eficácia. Exemplos: bosentano, efavirenz, etravirina, fenobarbital, primidona. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Glasdegib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos na farmacocinética de glasdegib Substâncias que podem diminuir a concentração plasmática de glasdegib Indutores do CYP3A4 A rifampicina, um indutor potente do CYP3A4, administrada numa dose de 600 mg uma vez por dia durante 11 dias, diminuiu a média da área sob a curva (AUCinf) em 70% e a Cmax em 35% de uma dose única de 100 mg de glasdegib em indivíduos saudáveis. A utilização concomitante com indutores potentes do CYP3A4 (por ex., rifampicina, carbamazepina, enzalutamida, mitotano, fenitoína e hipericão) deve ser evitada, uma vez que é provável que diminua as concentrações plasmáticas deglasdegib. As simulações realizadas utilizando modelos farmacocinéticos de base fisiológica sugeriram que a co-administração de efavirenz (um indutor moderado do CYP3A4) com glasdegib diminuía a AUCinf de glasdegib em 55% e a Cmax em 25%. A utilização concomitante de indutores moderados do CYP3A4 (por ex., bosentano, efavirenz, etravirina, modafinil, nafcilina) deve ser evitada, uma vez que estes também podem diminuir as concentrações plasmáticas de glasdegib. Se não for possível evitar a utilização concomitante de indutores moderados do CYP3A4, a dose de Glasdegib deve ser aumentada. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Acalabrutinib Hipericão

Observações: Acalabrutinib e o seu metabolito activo são metabolizados principalmente pela enzima 3A4 do citocromo P450 (CYP3A4), e ambas as substâncias são substratos para a P-gp e a proteína de resistência do cancro da mama (BCRP).
Interacções: Substâncias activas que podem diminuir as concentrações plasmáticas de acalabrutinib Indutores da CYP3A A administração concomitante com um indutor forte da CYP3A (600 mg de rifampicina uma vez ao dia durante 9 dias) diminuiu a Cmax e AUC de acalabrutinib em 68% e 77% em indivíduos saudáveis (N=24), respectivamente. A utilização concomitante com indutores fortes da actividade da CYP3A (e.g., fenitoína, rifampicina, carbamazepina) deve ser evitada. O tratamento concomitante com hipericão (Hypericum perforatum), que pode diminuir as concentrações plasmáticas de acalabrutinib de forma imprevisível, deve ser evitado. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Entrectinib Hipericão

Observações: Com base nos dados in vitro, o CYP3A4 é a principal enzima que medeia o metabolismo de entrectinib e a formação do seu principal metabolito activo M5.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos no entrectinib Efeito dos indutores do CYP3A ou da gp-P no entrectinib A co-administração de múltiplas doses orais de rifampicina, um indutor potente do CYP3A, com uma dose única oral de entrectinib reduziu a AUCinf de entrectinib em 77% e a Cmax em 56%. A co-administração de entrectinib com indutores do CYP3A/gp-P (incluindo, mas não se limitando a, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifampicina, erva de S. João - Hypericum perforatum, apalutamida, ritonavir) deve ser evitada. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Berotralstate Hipericão

Observações: O berotralstate é um substrato da glicoproteína-P (gp-P) e da proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP).
Interacções: Efeitos de outros medicamentos no berotralstate Indutores da gp-P e da BCRP O berotralstate é um substrato da gp-P e da BCRP. Os indutores da gp-P e da BCRP (por ex., rifampicina, hipericão) podem diminuir a concentração plasmática do berotralstate, levando a uma redução da eficácia do berotralstate. Não se recomenda a utilização de indutores da gp-P com o berotralstate. - Hipericão
Usar com precaução

Eravaciclina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Potencial de outros medicamentos para afectarem a farmacocinética da eravaciclina A administração concomitante do indutor potente do CYP 3A4/3A5, rifampicina, alterou a farmacocinética da eravaciclina, diminuindo a exposição em aproximadamente 32% e aumentando a depuração em aproximadamente 54%. A dose de eravaciclina deve ser aumentada em aproximadamente 50% (1,5 mg/kg IV q12h) quando co-administrada com rifampicina ou outros indutores potentes do CYP3A, tais como o fenobarbital, a carbamazepina, a fenitoína e erva de S. João. - Hipericão
Contraindicado

Lefamulina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos na lefamulina Utilização com indutores moderados e fortes do CYP3A/da gp-P Os medicamentos que são indutores moderados ou fortes do CYP3A (por exemplo, rifampicina, hipericão [Hypericum perforatum], carbamazepina, fenitoína, bosentano, efavirenz, primidona) podem reduzir significativamente a concentração plasmática de lefamulina e levar a um efeito terapêutico reduzido da lefamulina. A administração concomitante desses medicamentos com lefamulina é contra-indicada. - Hipericão
Usar com precaução

Delta-9-tetrahidrocanabinol (THC) + Canabidiol (CBD), flor de Cannabis sativa Hipericão

Observações: Ainda não há evidências suficientes sobre a interacção com outros medicamentos e efeitos consequentes.
Interacções: Uma interacção farmacocinética pode ocorrer com medicamentos metabolizados pelo citocromo P450, especialmente com medicamentos substratos, indutores ou inibidores das isoenzimas 2A9 e 3A4, tais como macrólidos (como claritromicina e eritromicina), antimicóticos (como itraconazol, fluconazol, cetoconazol e miconazol), amiodarona, primidona, isoniazida, carbamazepina, fenitoina, inibidores da proteinase do VIH (como Ritonavir), antagonistas dos canais de cálcio (como diltiazem e verapamil), fenobarbital, primidona, rifabutina, troglitazona ou hipericão. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Selpercatinib Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos na farmacocinética de selpercatinib Agentes que podem diminuir as concentrações séricas de selpercatinib A co-administração de rifampicina, um indutor forte do CYP3A4, resultou num decréscimo de aproximadamente 87% e 70% da AUC e Cmax de selpercatinib, respectivamente, em comparação com a administração de apenas selpercatinib, pelo que deve ser evitada a utilização concomitante de indutores fortes do CYP3A4, incuindo, entre outros, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifampicina e hipericão (Hypericum perforatum). - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Selumetinib Hipericão

Observações: Apenas foram realizados estudos de interacção em adultos saudáveis (idade ≥18 anos).
Interacções: Deve-se evitar a utilização concomitante de indutores potentes da CYP3A4 (p.ex. fenitoína, rifampicina, carbamazepina, Erva de São João) ou indutores moderados da CYP3A4 com Selumetinib. - Hipericão
Usar com precaução

Rosuvastatina + Amlodipina + Perindopril Hipericão

Observações: A extensão das interacções na população pediátrica não é conhecida.
Interacções: Relacionados com amlodipina Efeitos de outros medicamentos sobre a amlodipina Indutores do CYP3A4: Com a administração concomitante de indutores conhecidos do CYP3A4, a concentração plasmática da amlodipina pode variar. Assim, a tensão arterial deve ser monitorizada e deve ser considerada a adequação da dose durante e após a medicação concomitante, em particular, com indutores fortes do CYP3A4 (p. ex. rifampicina, hypericum perforatum). - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Tucatinib Hipericão

Observações: O tucatinib é metabolizado principalmente pela CYP2C8. O tucatinib é um inactivador baseado no metabolismo da CYP3A e inibe os transportadores renais da metformina e da creatinina. O tucatinib é um substrato da gp-P.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos no tucatinib Indutores da CYP3A/CYP2C8 Um estudo clínico de interacção medicamentosa constatou que a co-administração de uma dose única de 300 mg de tucatinib com rifampicina (um indutor potente da CYP3A e moderado da CYP2C8) resultou numa redução das concentrações do tucatinib (0,6 vezes para a Cmax [IC 90%: 0,5; 0,8] e de 0,5 vezes para a AUC [IC 90%: 0,4; 0,6]). A co-administração de tucatinib com indutores potentes da CYP3A ou moderados da CYP2C8, tais como a rifampicina, fenitoína, hipericão ou carbamazepina deve ser evitada, uma vez que poderá resultar num decréscimo da actividade do tucatinib. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Relugolix + Estradiol + Noretisterona Hipericão

Observações: As recomendações relativas a interacções com este medicamento baseiam-se nas avaliações de interacções para os componentes individuais.
Interacções: Relugolix Indutores fortes do citocromo P450 3A4 (CYP3A4) e/ou da gp-P: A co-administração de este medicamento com indutores fortes do CYP3A4 e/ou da gp-P não é recomendada. Num estudo de interacção clínica com rifampicina, um indutor forte do CYP3A4 e da gp-P, a Cmax e a AUC de relugolix foram reduzidas em 23% e 55%, respectivamente. Medicamentos que causem uma indução forte do CYP3A4 e/ou da gp-P, como anticonvulsivantes (por ex., carbamazepina, topiramato, fenitoína, fenobarbital, primidona, oxcarbazepina, felbamato), medicamentos anti-infecciosos (por ex., rifampicina, rifabutina, griseofulvina); hipericão (Hypericum perforatum); bosentano e inibidores da protease do VIH ou do VHC (por ex., ritonavir, boceprevir, telaprevir) e inibidores não nucleosídeos da transcriptase reversa (por ex., efavirenz), podem reduzir as concentrações plasmáticas de relugolix e podem resultar numa diminuição dos efeitos terapêuticos. Estradiol e acetato de noretisterona Indutores da enzima do CYP: O metabolismo de estrogénios e progestagénios pode ser aumentado pela utilização concomitante de substâncias que se sabe induzirem as enzimas metabolizadoras de fármacos, especificamente as enzimas do citocromo P450, tais como anticonvulsivantes (por ex., fenobarbital, fenitoína, carbamazepina) e medicamentos anti-infecciosos (por ex., rifampicina, rifabutina, neviparina, efavirenz). Ritonavir, telaprevir e nelfinavir, embora sejam conhecidos como inibidores fortes, são também indutores e podem diminuir a exposição de estrogénios e progestagénios. Preparações à base de plantas contendo hipericão (Hypericum perforatum) podem induzir o metabolismo de estrogénios e progestagénios. Clinicamente, um aumento do metabolismo do estrogénio pode levar a redução da eficácia no que diz respeito à protecção da perda óssea. Assim, não é recomendada a utilização concomitante prolongada de indutores de enzimas hepáticas com este medicamento. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Ripretinib Hipericão

Observações: Tanto o ripretinib como o seu metabólito activo DP-5439 são principalmente eliminados pelo CYP3A4/5 e são substratos da gp-P e da proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP).
Interacções: Efeito de outros medicamentos no ripretinib Efeito dos indutores do CYP3A A co-administração de Ripretinib com rifampicina, um indutor potente do CYP3A, diminuiu a Cmáx do ripretinib em 18% e a AUC0-∞ em 61%, diminuiu a AUC0-∞ do DP-5439 em 57% e aumentou a Cmáx do DP-5439 em 37%. A utilização concomitante de Ripretinib com indutores potentes do CYP3A (por exemplo, carbamazepina, fenitoína, rifampicina, fenobarbital e hipericão) e indutores moderados do CYP3A (por exemplo, efavirenz e etravirina) deve, por conseguinte, ser evitada. Se for necessário co-administrar um indutor potente ou moderado do CYP3A, a frequência de administração de Ripretinib pode ser aumentada durante o período de co-administração. Para os indutores potentes, a dose pode ser aumentada de 150 mg uma vez por dia para 150 mg duas vezes por dia. No caso de doentes a tomar Ripretinib duas vezes por dia, se o doente falhar uma dose no prazo de 4 horas após a hora habitual de toma, o doente deve ser instruído a tomar a dose em falta o mais rapidamente possível e, em seguida, a dose seguinte na hora marcada regularmente. Se um doente falhar uma dose por mais de 4 horas após o tempo habitual de toma, deve ser instruído a não tomar a dose em falta e simplesmente retomar o esquema posológico habitual. Monitorizar a resposta clínica e a tolerabilidade. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Elexacaftor + Ivacaftor + Tezacaftor Hipericão

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Medicamentos que afectam a farmacocinética do ELX, TEZ e/ou IVA Indutores da CYP3A O ELX, TEZ e IVA são substratos da CYP3A (o IVA é um substrato sensível da CYP3A). A utilização concomitante de indutores fortes da CYP3A poderá resultar em exposições reduzidas e, por conseguinte, numa redução da eficácia de IVA/TEZ/ELX. A co-administração do IVA com a rifampicina, um indutor forte da CYP3A, diminuiu significativamente a área sob a curva (AUC) do IVA em 89%. É também de esperar que as exposições ao ELX e ao TEZ possam diminuir durante a co-administração com indutores fortes da CYP3A; por conseguinte, não se recomenda a co-administração com indutores fortes da CYP3A. Exemplos de indutores fortes da CYP3A incluem: - rifampicina, rifabutina, fenobarbital, carbamazepina, fenitoína e hipericão (Hypericum perforatum) - Hipericão
Usar com precaução

Noretisterona Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: As interacções medicamentosas, que resultam numa depuração aumentada de hormonas sexuais, podem originar diminuição da eficácia terapêutica. Este facto tem sido aplicado a muitas substâncias indutoras de enzimas hepáticas (incluindo fenitoína, barbitúricos, primidona, carbamazepina, rifampicina, oxcarbazepina, erva de S. João ou hipericão, e rifabutina); a griseofulvina também é suspeita. Os progestagénios podem interferir com o metabolismo de outras substâncias. Deste modo, as concentrações no plasma e nos tecidos pode ser afectada (por ex., ciclosporina). Nota: A informação de prescrição relativa a medicação concomitante deve ser consultada para identificar potenciais interacções. - Hipericão
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Drospirenona Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Foram descritas na literatura as seguintes interacções (principalmente com contraceptivos combinados, mas ocasionalmente também com pílulas só com progestagénio). Substâncias que aumentam a depuração das hormonas contraceptivas (eficácia contraceptiva reduzida por indução enzimática, por exemplo: Barbitúricos, bosentano, carbamazepina, fenitoína, primidona, rifampicina e os medicamentos para o VIH ritonavir, nevirapina, efavirenz e, possivelmente também felbamato, griseofulvina, oxcarbazepina, topiramato e produtos contendo Hipericão (Hypericum perforatum). - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Pretomanida Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos sobre o pretomanid Indutores CYP3A4 Pretomanid é metabolizado em parte pelo CYP3A4. Em consequência, a exposição ao pretomanid pode ser reduzida durante a co-administração com indutores de CYP3A4. Nos estudos de interacção de doses múltiplas de pretomanid com múltiplas doses de rifampicina ou efavirenz, a AUC0-24h de pretomanid foi reduzida em 66% ou 35%, respectivamente. Devido à possibilidade de uma redução do efeito terapêutico do pretomanid como consequência de uma diminuição da exposição sistémica, deve ser evitada a co-administração de pretomanid e indutores de CYP3A4 moderados ou fortes (p. ex., efavirenz, etravirina, rifamicinas incluindo rifampicina, rifapentina e rifabutina, carbamazepina, fenitoína, hipericão de São João (Hypericum perforatum)) usados sistemicamente. Num estudo de interacção de doses múltiplas de pretomanid com doses múltiplas de lopinavir impulsionado pelo ritonavir, a AUC0-24h de pretomanid foi reduzida em 17%. - Hipericão
Sem efeito descrito

Lamivudina + Raltegravir Hipericão

Observações: Uma vez que este medicamento contém lamivudina e raltegravir, qualquer interacção que tenha sido identificada com estes agentes isolados pode ocorrer com Lamivudina / Raltegravir. Estudos de interacção com estes agentes só foram realizados em adultos.
Interacções: Uma vez que o raltegravir é principalmente metabolizado pela UGT1A1, deve ter-se precaução quando se administra concomitantemente Lamivudina / Raltegravir com indutores potentes da UGT1A1. Desconhece-se o impacto de outros indutores potentes de enzimas que metabolizam os fármacos, como a fenitoína e o fenobarbital, na UGT1A1. Indutores menos potentes (por ex., efavirenz, nevirapina, etravirina, rifabutina, glucocorticóides, hipericão, pioglitazona) podem ser utilizados com Lamivudina / Raltegravir. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Pralsetinib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Indutores fortes do CYP3A4 A co-administração de pralsetinib com indutores forte do CYP3A4 pode diminuir as concentrações plasmáticas de pralsetinib, o que pode diminuir a eficácia do pralsetinib. A co-administração de 400 mg de pralsetinib em dose única com rifampicina 600 mg uma vez ao dia (um forte indutor do CYP3A4) diminuiu a Cmáx do pralsetinib em 30% e a AUC0-∞ em 68%. Com base numa análise farmacocinética populacional, os indutores fracos do CYP3A4 diminuíram as exposições ao pralsetinib, mas não foram clinicamente significativas em doentes com CPNPC. Por este motivo, a co-administração de pralsetinib com indutores fortes do CYP3A4 (incluindo, mas não limitado a, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifampicina e erva de São João [Hypericum perforatum]) deve ser evitada. Se não for possível evitar a co-administração, deve aumentar-se a dose de pralsetinib. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Zanubrutinib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de zanubrutinib Indutores do CYP3A A co-administração de múltiplas doses de rifampicina (indutor forte do CYP3A) diminuiu a Cmax do zanubrutinib em 92% e a AUC em 93% em indivíduos saudáveis. A utilização concomitante com indutores fortes do CYP3A (p. ex., carbamazepina, fenitoína, rifampicina, hipericão) e indutores moderados do CYP3A (p. ex., bosentano, efavirenz, etravirina, modafinil, nafcilina) deve ser evitada. A co-administração de múltiplas doses de rifabutina (indutor moderado do CYP3A) diminuiu a Cmax do zanubrutinib em 48% e a AUC em 44% em indivíduos saudáveis. Os indutores moderados do CYP3A devem ser utilizados com precaução durante o tratamento com Zanubrutinib. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Avacopano Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeito dos indutores potentes de CYP3A4 sobre o avacopan: A co-administração do avacopan com a rifampicina, um indutor enzimático potente de CYP3A4, resultou numa diminuição da área sob a curva de concentração-tempo (AUC) e a concentração plasmática máxima (Cmax) de avacopan em aproximadamente 93% e 79%, respectivamente. Uma vez que esta interacção pode resultar na redução da eficácia do avacopan, o uso de indutores enzimáticos potentes de CYP3A4 (por exemplo, carbamazepina, enzalutamida, mitotano, fenobarbital, fenitoína, rifampicina e hipericão) com avacopan deve ser evitado. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Desvenlafaxina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Síndrome serotoninérgica: Tal como com outros medicamentos serotoninérgicos, esta síndrome, uma condição potencialmente fatal, pode ocorrer durante o tratamento com desvenlafaxina, especialmente durante a utilização concomitante com outros medicamentos que podem afectar o sistema neurotransmissor serotoninérgico (incluindo triptanos, ISRSs, outros IRSNs, lítio, sibutramina, fentanilo e seus análogos, tramadol, dextrometorfano, tapentadol, meperidina, metadona, pentazocina e hipericão [Hypericum perforatum]), com medicamentos que afectam o metabolismo da serotonina (tais como IMAOs, incluindo linezolida (um antibiótico que é um IMAO reversível não selectivo) e azul de metileno, ou com percussores da serotonina (tal como suplementos de triptofano). Se o tratamento concomitante com desvenlafaxina e um ISRS, um IRSN ou um agonista do receptor da 5-hidroxitriptamina (triptano) for clinicamente justificado, é recomendável monitorizar o doente muito atentamente, especialmente quando inicia o tratamento ou quando a dose é aumentada. A utilização concomitante de desvenlafaxina e percursores da serotonina (tais como suplementos de triptofano) não é recomendada. - Hipericão
Usar com precaução

Tadalafil + Dapoxetina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Não tome a planta de erva de São João (um remédio natural para tratar a depressão). - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Elexacaftor Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Evite a erva de São João. Esta erva induz o metabolismo do CYP3A e pode reduzir os níveis séricos de elexacaftor. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Algestona + Estradiol Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Alguns outros medicamentos ou fitoterápicos que podem reduzir a eficácia de contraceptivos hormonais incluem bosentano e produtos contendo erva de São João. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Acebrofilina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: O uso de Acebrofilina e produtos à base de Hypericum perforatum pode ocasionar uma redução na eficácia da teofilina. - Hipericão
Contraindicado

Ivosidenib Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Efeito de outros medicamentos sobre ivosidenib: Indutores potentes do CYP3A4: Ivosidenib é um substrato do CYP3A4. É expectável que a administração concomitante com indutores potentes do CYP3A4 (por exemplo, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifampicina, hipericão (Hypericum perforatum)) diminua as concentrações plasmáticas de ivosidenib e está contra-indicada durante o tratamento com ivosidenib. Não foram realizados estudos clínicos de avaliação da farmacocinética de ivosidenib, na presença de um indutor do CYP3A4. - Hipericão
Não recomendado/Evitar

Emtricitabina + Tenofovir alafenamida Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Não se recomenda a co-administração de Emtricitabina + Tenofovir alafenamida com hipericão. - Hipericão
Usar com precaução

Piper Methysticum Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: O uso deste medicamento também pode interagir com outros obtidos de plantas medicinais como Hipericão (Hypericum perforatum). - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Acetato de Medroxiprogesterona + Cipionato de estradiol Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: O uso concomitante de Acetato de Medroxiprogesterona + Cipionato de Estradiol com o Hipericão pode diminuir a sua eficácia ou provocar mudanças no padrão de sangramento. - Hipericão
Usar com precaução

Tiratricol Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Medicamentos com efeito de indução enzimática, incluindo antiepilépticos: Os medicamentos que podem induzir o sistema enzimático no fígado, tais como barbitúricos, fenitoína, carbamazepina, rifabutina, rifampicina ou medicamentos que contêm erva de S. João (Hypericum perforatum) podem aumentar a depuração hepática do tiratricol. As concentrações séricas de T3 devem ser monitorizadas e o ajuste da dose de tiratricol deve ser considerado ao iniciar, alterar ou interromper um regime de tratamento com antiepiléticos ou outros agentes de indução enzimática. - Hipericão
Usar com precaução

Estradiol + Progesterona Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: As preparações à base de plantas contendo erva de São João (Hypericum perforatum) podem induzir o metabolismo dos estrogénios e progestagénios. - Hipericão
Usar com precaução

Fentermina + Topiramato Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Hipericão (Hypericum perforatum): Existe um risco de diminuição das concentrações plasmáticas de topiramato, resultando numa perda de eficácia quando co-administrado com Fentermina/Topiramato e hipericão. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clomipramina Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de Clomipramina e erva de São João durante o tratamento pode diminuir as concentrações plasmáticas de clomipramina. - Hipericão
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Acenocumarol Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: A erva de S. João/Hypericum Perforatum (esta interacção foi descrita com a varfarina e feprocumon e não pode ser excluída para o acenocumarol) pode reduzir o efeito anticoagulante do acenocumarol. - Hipericão
Contraindicado

Nirmatrelvir + Ritonavir Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Devido ao risco de diminuição das concentrações plasmáticas e da redução dos efeitos clínicos do nirmatrelvir e ritonavir, a utilização de Nirmatrelvir/Ritonavir e preparações à base de plantas que contêm hipericão (Hypericum perforatum) é, assim, contra-indicada. - Hipericão
Contraindicado

Atazanavir Hipericão

Observações: n.d.
Interacções: Da utilização concomitante de hipericão com atazanavir pode esperar-se que resulte uma redução significativa dos valores plasmáticos de atazanavir. Este efeito pode ser devido à indução da CYP3A4. Há um risco de perda de efeito terapêutico e de desenvolvimento de resistência. Está contra-indicada a co-administração de atazanavir com produtos contendo hipericão. - Hipericão
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interacções do Hipericão
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.

Não deverá ser utilizado durante a gravidez e o aleitamento.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 23 de Setembro de 2024