Griseofulvina
O que é
Griseofulvina é um medicamento antifúngico, utilizada em terapêutica tanto humana como animal, no combate a micoses epiteliais na pele (inclusive no couro cabeludo) e nas unhas.
Usos comuns
Griseofulvina pertence ao grupo de medicamentos chamados antifúngicos.
É usado para tratar infeções por fungos do corpo, pés, virilha e coxas, couro cabeludo, pele, unhas e dos pés.
Griseofulvina pode ser feita isoladamente ou utilizados juntamente com os medicamentos que são aplicadas à pele de infeções por fungos.
Utilização de griseofulvina para a prevenção da infeção por fungos não foi estabelecida.
É usado para tratar infeções por fungos do corpo, pés, virilha e coxas, couro cabeludo, pele, unhas e dos pés.
Griseofulvina pode ser feita isoladamente ou utilizados juntamente com os medicamentos que são aplicadas à pele de infeções por fungos.
Utilização de griseofulvina para a prevenção da infeção por fungos não foi estabelecida.
Tipo
Molécula pequena.
História
A griseofulvina foi descoberta em 1939 a partir do fungo do solo Penicillium griseofulvum.
Está na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial de Saúde.
Está na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial de Saúde.
Indicações
Infecções da pele, couro cabeludo e unhas causadas por Dermatophytes ou Sporotrychum schenckii que não responderam à terapêutica convencional.
Classificação CFT
1.2 : ANTIFÚNGICOS
Mecanismo De Acção
Griseofulvina é fungistática, no entanto, o mecanismo exacto pelo qual ela inibe o crescimento de dermatófitos não é clara.
É pensada para inibir a mitose celular fúngica e síntese de ácidos nuclear.
Também se liga e interfere com a função de eixo e os microtúbulos citoplásmicos por ligação a alfa e beta-tubulina.
Liga-se à queratina nas células humanas, em seguida, uma vez que ela atinja o local de ação de fungos, que se liga aos microtubos fúngicas alterando, assim, o processo de fungos da mitose.
É pensada para inibir a mitose celular fúngica e síntese de ácidos nuclear.
Também se liga e interfere com a função de eixo e os microtúbulos citoplásmicos por ligação a alfa e beta-tubulina.
Liga-se à queratina nas células humanas, em seguida, uma vez que ela atinja o local de ação de fungos, que se liga aos microtubos fúngicas alterando, assim, o processo de fungos da mitose.
Posologia Orientativa
Adultos - Via oral: 500 mg/dia em dose única ou repartida (de 8 em 8 ou de 12 em 12 horas); 1 g/dia nas infeções graves.
Crianças - Via oral: 10 mg/Kg/dia em dose única ou repartida (de 8 em 8 ou de 12 em 12 horas).
Crianças - Via oral: 10 mg/Kg/dia em dose única ou repartida (de 8 em 8 ou de 12 em 12 horas).
Administração
Via oral.
Aumenta a absorção quando usada por via oral com alimentos ricos em lipídeos. Evitar a exposição ao sol (risco de fotossensibilidade) e a utilização de álcool (risco de reação tipo dissulfiram).
Aumenta a absorção quando usada por via oral com alimentos ricos em lipídeos. Evitar a exposição ao sol (risco de fotossensibilidade) e a utilização de álcool (risco de reação tipo dissulfiram).
Contra-Indicações
Hipersensibilidade à Griseofulvina.
Gravidez e aleitamento.
Insuficiência hepática.
Porfíria.
Lupus eritematoso sistémico.
Gravidez e aleitamento.
Insuficiência hepática.
Porfíria.
Lupus eritematoso sistémico.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Náuseas, vómitos e diarreia. Cefaleias. Agranulocitose e leucopenia. Erupções cutâneas e fotossensibilidade.
Advertências

Gravidez:Griseofulvina não deverá ser administrado durante a gravidez.

Condução:Nos casos, raros, em que ocorre sonolência durante o tratamento com Griseofulvina, o doente não deverá conduzir ou utilizar máquinas.

Aleitamento:Desconhece-se se a griseofulvina é excretada no leite humano. Não está estabelecida a segurança no lactente.
Precauções Gerais
É muito importante que o médico acompanhe o tratamento em visitas regulares para certificar-se de que a griseofulvina está a funcionar correctamente e para verificar se há efeitos indesejáveis.
Se os sintomas não melhorarem ou se piorarem, consulte o médico.
Pode precisar de tomar griseofulvina por várias semanas ou meses antes de sua infeção fica melhor.
Usar griseofulvina enquanto estiver grávida pode causar efeitos indesejáveis graves no recém-nascido.
Informe o médico imediatamente se pensa que está grávida ou se planeia engravidar enquanto estiver a tomar griseofulvina.
Reações cutâneas graves pode ocorrer com griseofulvina.
Suspenda o uso de griseofulvina e fale com o médico imediatamente se tiver bolhas, descamação ou pele solta, lesões vermelhas na pele; acne grave ou erupção cutânea; feridas ou úlceras na pele, febre ou arrepios, enquanto estiver a tomar griseofulvina.
Suspenda o uso de griseofulvina e fale com o médico imediatamente se tiver dor ou sensibilidade na parte superior do estômago, fezes claras, urina escura, perda de apetite, náuseas, cansaço ou fraqueza incomum, olhos ou pele amarelada. Estes podem ser sintomas de um problema grave de fígado.
A griseofulvina tem sido demonstrado causar tumores hepáticos e da tiróide em certos animais.
Devem ser discutidos todos os riscos e benefícios de tomar griseofulvina.
As pílulas anticoncepcionais que contêm estrógeno podem não ser tão eficazes quando tomadas em conjunto com a griseofulvina. Podem ocorrer gravidezes não planeadas.
Para não engravidar, use outra forma de controle de natalidade por até mais 1 mês após o seu último tratamento com griseofulvina.
Outras formas de controle de natalidade incluem preservativos, diafragmas, espumas contraceptivas ou geleias.
A griseofulvina pode aumentar os efeitos do álcool.
Se for tomado com álcool também pode causar batimento cardíaco rápido, rubor, aumento da transpiração ou vermelhidão da face.
Se tiver estes sintomas, não beba bebidas alcoólicas enquanto estiver a tomar griseofulvina, a menos que tenha falado primeiro com o médico.
A griseofulvina pode causar tonturas, sonolência ou menos alerta do que o normal, em algumas pessoas.
Certifique-se que sabe como reage a griseofulvina antes de conduzir, utilizar máquinas ou fazer outras coisas que podem ser perigosas caso tenha tonturas ou não esteja em estado de alerta. Se estas reações são especialmente incómodas, verifique com seu médico.
A griseofulvina pode causar pele mais sensível à luz solar do que é normalmente.
A exposição à luz solar, mesmo que por breves períodos de tempo, pode causar uma erupção cutânea, comichão, vermelhidão ou outra descoloração da pele ou uma queimadura grave.
Quando começar a tomar griseofulvina:
– Mantenha-se afastado da luz solar directa, especialmente entre as 10:00 e 15:00 horas, se possível.
– Usar vestuário de protecção, incluindo um chapéu. Além disso, usar óculos de sol.
– Aplicar um produto protetor solar que tem um fator de protecção da pele (FPS) de pelo menos 15. Alguns pacientes podem necessitar de um produto com um número FPS mais elevado, especialmente se tiverem pele clara.
– Aplique um batom com protecção solar de SPF de pelo menos 15 para proteger lábios.
– Não utilize lâmpadas ultravioleta ou solários.
Se tiver uma reação grave ao sol, fale com o médico.
Não tome outros medicamentos que não tenham sido falados com o médico.
Isso inclui medicamentos de prescrição obrigatória, medicamentos de venda livre e suplementos vitamínicos.
Se os sintomas não melhorarem ou se piorarem, consulte o médico.
Pode precisar de tomar griseofulvina por várias semanas ou meses antes de sua infeção fica melhor.
Usar griseofulvina enquanto estiver grávida pode causar efeitos indesejáveis graves no recém-nascido.
Informe o médico imediatamente se pensa que está grávida ou se planeia engravidar enquanto estiver a tomar griseofulvina.
Reações cutâneas graves pode ocorrer com griseofulvina.
Suspenda o uso de griseofulvina e fale com o médico imediatamente se tiver bolhas, descamação ou pele solta, lesões vermelhas na pele; acne grave ou erupção cutânea; feridas ou úlceras na pele, febre ou arrepios, enquanto estiver a tomar griseofulvina.
Suspenda o uso de griseofulvina e fale com o médico imediatamente se tiver dor ou sensibilidade na parte superior do estômago, fezes claras, urina escura, perda de apetite, náuseas, cansaço ou fraqueza incomum, olhos ou pele amarelada. Estes podem ser sintomas de um problema grave de fígado.
A griseofulvina tem sido demonstrado causar tumores hepáticos e da tiróide em certos animais.
Devem ser discutidos todos os riscos e benefícios de tomar griseofulvina.
As pílulas anticoncepcionais que contêm estrógeno podem não ser tão eficazes quando tomadas em conjunto com a griseofulvina. Podem ocorrer gravidezes não planeadas.
Para não engravidar, use outra forma de controle de natalidade por até mais 1 mês após o seu último tratamento com griseofulvina.
Outras formas de controle de natalidade incluem preservativos, diafragmas, espumas contraceptivas ou geleias.
A griseofulvina pode aumentar os efeitos do álcool.
Se for tomado com álcool também pode causar batimento cardíaco rápido, rubor, aumento da transpiração ou vermelhidão da face.
Se tiver estes sintomas, não beba bebidas alcoólicas enquanto estiver a tomar griseofulvina, a menos que tenha falado primeiro com o médico.
A griseofulvina pode causar tonturas, sonolência ou menos alerta do que o normal, em algumas pessoas.
Certifique-se que sabe como reage a griseofulvina antes de conduzir, utilizar máquinas ou fazer outras coisas que podem ser perigosas caso tenha tonturas ou não esteja em estado de alerta. Se estas reações são especialmente incómodas, verifique com seu médico.
A griseofulvina pode causar pele mais sensível à luz solar do que é normalmente.
A exposição à luz solar, mesmo que por breves períodos de tempo, pode causar uma erupção cutânea, comichão, vermelhidão ou outra descoloração da pele ou uma queimadura grave.
Quando começar a tomar griseofulvina:
– Mantenha-se afastado da luz solar directa, especialmente entre as 10:00 e 15:00 horas, se possível.
– Usar vestuário de protecção, incluindo um chapéu. Além disso, usar óculos de sol.
– Aplicar um produto protetor solar que tem um fator de protecção da pele (FPS) de pelo menos 15. Alguns pacientes podem necessitar de um produto com um número FPS mais elevado, especialmente se tiverem pele clara.
– Aplique um batom com protecção solar de SPF de pelo menos 15 para proteger lábios.
– Não utilize lâmpadas ultravioleta ou solários.
Se tiver uma reação grave ao sol, fale com o médico.
Não tome outros medicamentos que não tenham sido falados com o médico.
Isso inclui medicamentos de prescrição obrigatória, medicamentos de venda livre e suplementos vitamínicos.
Cuidados com a Dieta
Evite o álcool.
Tome este medicamento com uma refeição rica em gordura, alimentos gordurosos aumentam a biodisponibilidade.
Tome este medicamento com uma refeição rica em gordura, alimentos gordurosos aumentam a biodisponibilidade.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência ou ligar para o Centro de intoxicações.
Terapêutica Interrompida
Tome a dose assim que se lembrar.
Não tome a dose esquecida se for quase hora da sua próxima dose.
Não tome medicamento extra para compensar a dose esquecida.
Não tome a dose esquecida se for quase hora da sua próxima dose.
Não tome medicamento extra para compensar a dose esquecida.
Cuidados no Armazenamento
Guarde o medicamento num recipiente fechado à temperatura ambiente, longe do calor, humidade e luz directa.
Evite congelamento.
Armazenar entre 2° a 30°C.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Evite congelamento.
Armazenar entre 2° a 30°C.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Dermatófitos como Mycrosporum canis, Mycrosporum audovini, Epidermophyton floccosum, Tricophyton schoenleinii, T. verrucosum, T. rubrum e T. mentagrophytes.

Estrogénios Griseofulvina
Observações: Metabolismo induzível; A circulação entero-hepática do estrogénio pode ser interrompida por alteração da flora intestinal (p.ex: por antibióticos)Interacções: Griseofulvina: possível inibição da eficácia do contraceptivo oral; mecanismo desconhecido - Griseofulvina - Griseofulvina

Insulina degludec + Liraglutido Griseofulvina
Observações: Não foram realizados estudos de interacção com Insulina degludec/Liraglutido. Os dados in vitro sugerem que o potencial para as interações medicamentosas farmacocinéticas relacionadas com a interacção de CYP e a ligação às proteínas é reduzido para o liraglutido e a insulina degludec. O pequeno atraso do esvaziamento gástrico com liraglutido poderá influenciar a absorção de medicamentos administrados concomitantemente por via oral. Os estudos de interacção não mostraram qualquer atraso clinicamente relevante da absorção.Interacções: O liraglutido não alterou a exposição geral de griseofulvina na sequência da administração de uma dose única de griseofulvina de 500 mg. A Cmax de griseofulvina foi aumentada em 37% enquanto o tmax 7 médio não foi alterado. Não são necessários ajustes de dose de griseofulvina e outros componentes com baixa solubilidade e alta permeabilidade. - Griseofulvina

Levonorgestrel Griseofulvina
Observações: n.d.Interacções: O metabolismo do levonorgestrel é aumentado pela utilização concomitante de enzimas hepáticas: anticonvulsivantes (fenobarbital, fenitoína, primidona, carbamazepina); rifabutina; rifampicina; griseofulvina, ritonavir, Hypericum perforatum (hipericão ou Erva de S. João). A eficácia de Levonorgestrel pode ser reduzida em caso de administração concomitante destas substâncias activas. - Griseofulvina

Etinilestradiol + Gestodeno Griseofulvina
Observações: n.d.Interacções: As interações medicamentosas que resultam num aumento da depuração das hormonas sexuais podem provocar hemorragias de privação e insucesso contraceptivo. Isto foi estabelecido com as hidantoínas, os barbitúricos, a primidona, a carbamazepina e a rifampicina; também se suspeita da oxcarbazepina, do topiramato, da griseofulvina, do felbamato e do ritonavir. O mecanismo responsável por esta interação parece ter por base as propriedades indutoras das enzimas hepáticas destes medicamentos. Geralmente só se observa indução máxima das enzimas 2-3 semanas após o início do tratamento, mas pode persistir durante pelo menos 4 semanas após o fim do tratamento. O mecanismo desta ação ainda não foi elucidado. As mulheres a fazerem um tratamento a curto prazo com qualquer um dos grupos acima mencionados ou com medicamentos individuais, devem utilizar temporariamente um método de barreira juntamente com as pílulas contraceptivas, ou seja, durante o período de tempo em que tanto o medicamento em causa como as pílulas contraceptivas são tomadas, bem como durante 7 dias após a descontinuação do mesmo. Se a toma concomitante de outro medicamento se prolongar para além do número de comprimidos na embalagem de pílulas contraceptivas, a mulher deve iniciar a embalagem seguinte sem fazer o período habitual sem comprimidos. As utentes a longo prazo destes medicamentos que induzem as enzimas hepáticas devem ser aconselhadas a utilizarem outras medidas contraceptivas. - Griseofulvina

Drospirenona + Etinilestradiol Griseofulvina
Observações: Os principais metabolitos de drospirenona no plasma humano são criados sem envolvimento do sistema citocromo P450. Desta forma, é pouco provável que os inibidores deste sistema enzimático influenciem o metabolismo da drospirenona.Interacções: As interações entre os Contracetivos orais e outros medicamentos podem conduzir a hemorragia de disrupção e/ou insucesso do contracetivo. Foram comunicadas as seguintes interações na literatura. Esta situação foi estabelecida com hidantoínas, barbitúricos, primidona, carbamazepina e rifampicina; suspeita-se também da oxcarbazepina, topiramato, felbamato, ritonavir, griseofulvina e do hipericão ou Erva de S. João (Hypericum perforatum). O mecanismo desta interação parece basear-se nas propriedades indutoras de enzimas hepáticas destas substâncias activas. A indução enzimática máxima não é, normalmente, observada durante 2-3 semanas, mas pode, depois, ser mantida durante pelo menos 4 semanas após a cessação da terapêutica com o medicamento. As mulheres em tratamento de curto prazo (até uma semana) com qualquer uma das classes de medicamentos ou substâncias ativas individuais acima mencionadas devem utilizar, temporariamente, um método de barreira para além dos COC, ou seja, durante o período de administração concomitante dos medicamentos e durante 7 dias após a sua descontinuação. - Griseofulvina

Estradiol + Levonorgestrel Griseofulvina
Observações: Nota: A informação de prescrição de quaisquer medicações concomitantes deve ser sempre consultada para identificar interações potenciais.Interacções: Outras substâncias ativas que se suspeita serem capazes de reduzir a eficácia dos COCs incluem a oxcarbazepina, o topiramato, a griseofulvina e o ritonavir. O mecanismo de ação parece ter por base as propriedades indutoras das enzimas hepáticas destas substâncias activas. Geralmente só se observa indução máxima das enzimas 2-3 semanas após o início do tratamento, mas pode então persistir durante pelo menos 4 semanas após a cessação do tratamento. - Griseofulvina

Liraglutido Griseofulvina
Observações: In vitro, liraglutido apresentou um potencial muito reduzido para envolvimento em interações farmacocinéticas com outras substâncias ativas relacionadas com o citocromo P450 e a ligação às proteínas plasmáticas. O pequeno atraso do esvaziamento gástrico com liraglutido poderá influenciar a absorção de medicamentos administrados concomitantemente por via oral. Os estudos de interacção não mostraram qualquer atraso clinicamente relevante da absorção, pelo que não é necessário o ajuste da dose. Alguns doentes tratados com liraglutido comunicaram pelo menos um episódio de diarreia aguda. A diarreia pode afetar a absorção de medicamentos administrados concomitantemente por via oral.Interacções: O liraglutido não alterou a exposição geral de griseofulvina na sequência da administração de uma dose única de griseofulvina 500 mg. A Cmax de griseofulvina foi aumentada em 37% enquanto o tmax médio não foi alterado. Não são necessários ajustes de dose de griseofulvina e outros componentes com baixa solubilidade e alta permeabilidade. - Griseofulvina

Etinilestradiol + Levonorgestrel Griseofulvina
Observações: interações medicamentosas entre Contracetivos orais e outros medicamentos podem originar uma hemorragia de disrupção e/ou falha contraceptiva.Interacções: Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com substâncias que induzem as enzimas microssomais o que pode resultar numa depuração aumentada de hormonas sexuais (por ex. fenitoína, barbitúricos, primidona, carbamazepina, rifampicina, e possivelmente também oxcarbazepina, topiramato, felbamato, Griseofulvina e produtos contendo Erva de São João ou hipericão). Também a protease VIH (por ex. ritonavir) e inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa (por ex. nevirapina), e combinações dos dois, têm sido reportados como afectando potencialmente o metabolismo hepático. - Griseofulvina

Etinilestradiol + Norelgestromina Griseofulvina
Observações: As interações entre contracetivos orais e outros medicamentos podem conduzir a hemorragias intra cíclicas e/ou falência do contracetivo.Interacções: Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações medicamentosas com medicamentos que induzem a atividade das enzimas hepáticas, o que pode resultar num aumento da depuração das hormonas sexuais (por exemplo: fenobarbital, primidona, rifampicina, rifabutina, bosentano, (fos)aprepitant, alguns anti-epileticos (por exemplo: carbamazepina, a cetato de eslicarbazepina, felbamato, oxcarbazepina, fenitoína, rufinamida, topiramato) e alguns medicamentos para a infecção pelo VIH (nelfinavir, ritonavir, nevirapina, efavirenz e possivelmente também, griseofulvina e preparações à base de plantas contendo hipericão (Hypericum perforatum). A indução enzimática máxima é, geralmente, observada em 10 dias, mas pode ser mantida durante pelo menos 4 semanas após cessação da terapia. As mulheres em tratamento de curto prazo com qualquer das classes terapêuticas ou substâncias ativas individuais supracitadas que induzem as enzimas hepáticas (exceto a rifampicina), devem utilizar, temporariamente, um método de barreira para além de Etinilestradiol + Norelgestromina, durante o período da administração concomitante e durante 7 dias após a sua descontinuação. No caso das mulheres em terapêutica prolongada com qualquer uma das classes terapêuticas supracitadas, é recomendada a utilização de outro método de contraceção não hormonal fiável. As mulheres em tratamento com antibióticos (exceto a rifampicina) devem utilizar o método de barreira até 7 dias após a descontinuação. Se a administração concomitante de medicamentos se prolongar para além do final do período de utilização correspondente a uma semana, deve aplicar-se o próximo sistema transdérmico, sem o habitual intervalo livre de sistema transdérmico. - Griseofulvina

Etinilestradiol + Norgestimato Griseofulvina
Observações: Aconselha-se que os médicos consultem a rotulagem dos medicamentos utilizados concomitantemente, para obter mais informações acerca das interações com contraceptivos hormonais e da possível necessidade de ajustar as dosagens.Interacções: Indutores das enzimas hepáticas: Produtos ou medicamentos à base de plantas que induzem as enzimas, especialmente o CYP3A4, podem diminuir as concentrações plasmáticas das hormonas contracetivas e podem diminuir a sua eficácia e/ ou aumentar a hemorragia intercorrente. Exemplos incluem: barbitúricos bosentano carbamazepina felbamato hidantoínas primidona griseofulvina alguns inibidores da protease VIH (por ex., ritonavir) modafinil alguns inibidores não nucleósidos da transcriptase reversa (por ex., nevirapina) oxcarbazepina fenitoína rifampicina e rifabutina hipericão topiramato Mulheres a utilizar medicamentos indutores das enzimas hepáticas devem utilizar temporariamente um método contraceptivo de barreira para além de Etinilestradiol / Norgestimato durante o tempo da administração do medicamento concomitante e durante 28 dias após a sua descontinuação. - Griseofulvina

Fenobarbital Griseofulvina
Observações: Para além das interações acima mencionadas, está descrito que muitos outros fármacos podem alterar a resposta aos barbitúricos ou ver a sua própria resposta alterada. Por isso deve haver precaução sempre que se adiciona ou retira um fármaco de um regime terapêutico que contém fenobarbital, tendo sempre em consideração a possibilidade de ser necessário efectuar ajustes de doses.Interacções: O fenobarbital pode diminuir as concentrações de griseofulvina, provavelmente por alterar a sua absorção. Se for necessária a terapêutica concomitante, parece que a administração da griseofulvina dividida em 3 doses pode melhorar a sua absorção. - Griseofulvina

Mitotano Griseofulvina
Observações: n.d.Interacções: Substâncias metabolizadas através do citocromo P450: O mitotano revelou exercer um efeito indutor sobre as enzimas do citocromo P450. Por isso, as concentrações plasmáticas das substâncias metabolizadas via citocromo P450 podem ser modificadas. Na ausência de informações sobre as iso-6 enzimas P450 específicas envolvidas, dever-se-á atuar com precaução ao prescrever simultaneamente substâncias ativas metabolizadas por esta via, tais como, entre outros, anticonvulsivantes, rifabutina, rifampicina, griseofulvina e hipericão ( Hypericum perforatum ). Particularmente, o mitotano tem demonstrado exercer um efeito indutivo sobre o citocromo 3A4. Portanto, as concentrações plasmáticas das substâncias metabolizadas através do citocromo 3A4 podem ser alteradas. A prescrição em simultâneo de substâncias ativas metabolizadas por esta via como, por exemplo, entre outras, sunitinib e midazolam, deve ser feita com precaução. - Griseofulvina

Estriol Griseofulvina
Observações: n.d.Interacções: Na prática clínica, não foram registados casos de interação entre o Estriol e outros medicamentos. Embora os dados sejam limitados, podem ocorrer interações entre Estriol e outros medicamentos. Foram descritas as seguintes interações com o uso de Contracetivos orais combinados, que podem ser também relevantes para o Estriol. O metabolismo dos estrogénios pode estar aumentado pelo uso concomitante de indutores das enzimas metabolizadoras de fármacos, especialmente das enzimas do citocromo P450, tais como anticonvulsivantes, (por ex. hidantoínas, barbitúricos, carbamazepina), anti-infecciosos (por ex. griseofulvina, rifamicina, os anti-retrovirais neviparina e efavirenz) e preparações herbais à base de ervas contendo a erva de S. João (Hypericum perforatum). - Griseofulvina

Fluindiona Griseofulvina
Observações: n.d.Interacções: Associações que requerem precauções de utilização: Griseofulvina: Diminuir o efeito do anticoagulante oral, aumentando o seu metabolismo hepático pela griseofulvina. Monitorização mais frequente do INR. Ajustar a dosagem de anticoagulante oral durante o tratamento com griseofulvina e 8 dias depois de sua interrupção. - Griseofulvina

Norgestrel + Valerato de estradiol Griseofulvina
Observações: A contracepção hormonal deve ser interrompida quando a THS é iniciada e a doente deve ser aconselhada a tomar medidas contraceptivas não-hormonais, se necessário.Interacções: interações medicamentosas: Tratamento prolongado com fármacos indutores das enzimas hepáticas (por ex. diversos anticonvulsivantes e antimicrobianos) pode aumentar a depuração das hormonas sexuais e pode reduzir a eficácia clínica. Estas propriedades indutoras das enzimas hepáticas têm sido atribuídas às hidantoínas, barbituratos, primidona, carbamazepina e rifampicina, sendo também suspeitas para a oxcarbazepina, topiramato, felbamato e griseofulvina. A indução enzimática máxima geralmente não se verifica antes das 2-3 semanas, mas poderá permanecer durante, pelo menos, 4 semanas após a interrupção da terapêutica farmacológica. - Griseofulvina

Porfímero sódico Griseofulvina
Observações: Não foram realizados estudos formais com o Porfímero sódico e outros fármacos.Interacções: No entanto, é possível que a utilização concomitante de outros agentes fotossensibilizadores (p.ex. tetraciclinas, sulfonamidas, fenotiazinas, agentes hipoglicemiantes de sulfonilureia, diuréticos tiazídicos e griseofulvina) possa aumentar a reação de fotossensibilidade. - Griseofulvina

Etinilestradiol + Etonogestrel Griseofulvina
Observações: n.d.Interacções: interações com outros medicamentos As interações entre Contracetivos hormonais e outros medicamentos podem originar hemorragias intracíclicas e/ou falência contracetiva. Foram descritas na literatura as seguintes interações: Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas microssomais, o que pode resultar numa depuração aumentada das hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, carbamazepina, rifampicina e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, ritonavir, griseofulvina e produtos contendo hipericão [Hypericum perforatum]). As mulheres que estejam a fazer tratamento com qualquer um destes fármacos deverão usar, temporariamente, um método de barreira. Durante o tempo de uso concomitante com fármacos indutores das enzimas microssomais hepáticas e 28 dias após a sua suspensão, deverá ser usado um método de barreira. - Griseofulvina

Etonogestrel Griseofulvina
Observações: n.d.Interacções: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre Contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com Contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com Contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Griseofulvina

Barbexaclona Griseofulvina
Observações: n.d.Interacções: Pode ocorrer uma redução do efeito dos medicamentos administrados simultaneamente, principalmente derivados cumarínicos, griseofulvina, contracetivos orais, guanetidina e glicocorticóides. - Griseofulvina

Verteporfina Griseofulvina
Observações: Não foram realizados estudos de interacção em seres humanos.Interacções: Outros agentes fotossensibilizantes: A utilização concomitante de outros medicamentos fotossensibilizantes (por exemplo, tetraciclinas, sulfonamidas, fenotiazinas, sulfonilureia, medicamentos hipoglicemiantes, diuréticos tiazídicos e griseofulvina) pode aumentar o risco de reações de fotossensibilização. Deve, portanto, ter-se precaução quando se utiliza Verteporfina concomitantemente com outros medicamentos fotosensibilizantes. - Griseofulvina

Varfarina Griseofulvina
Observações: n.d.Interacções: Os compostos que reconhecidamente diminuem os efeitos da varfarina ou que habitualmente são referidos como exercendo esse efeito são: Acetomenaftona, álcool (ingestão crónica), aminoglutetimida, azatioprina, barbitúricos, carbamazepina, Contracetivos orais, dicloroalfenazona, espironolactona, etclorvinol, fitomenadiona (vitamina K1), glutetimida, griseofulvina, mercaptopurina, primidona, rifampicina. - Griseofulvina

Padeliporfina Griseofulvina
Observações: n.d.Interacções: Fotossensibilizadores Os medicamentos que têm potenciais efeitos fotossensibilizadores [tais como tetraciclinas, sulfonamidas, quinolonas, fenotiazinas, agentes hipoglicemiantes (sulfonilureias), diuréticos tiazídicos, griseofulvina ou amiodarona] devem ser interrompidos pelo menos 10 dias antes do procedimento com Padeliporfina e durante pelo menos 3 dias após o procedimento, ou substituídos por outros tratamentos sem propriedades fotossensibilizadoras. Se não for possível interromper um medicamento fotossensibilizador (como a amiodarona), o doente deve ser informado de que poderá ocorrer sensibilidade aumentada à luz solar e de que poderá ser necessário proteger-se da exposição à luz solar directa durante um período mais prolongado. - Griseofulvina

Doxilamina + Piridoxina Griseofulvina
Observações: Não foram efetuados estudos de interacção com Doxilamina + Piridoxina.Interacções: Conhecem-se interações entre os antihistamínicos da classe da etanolamina e os seguintes medicamentos: - Medicamentos fotossensibilizantes: A utilização concomitante de antihistamínicos e outros medicamentos fotossensibilizantes como a amiodarona, quinidina, imipramina, doxepina, amitriptilina, griseofulvina, clorfeniramina, piroxicam, furosemida, captopril, entre outros, pode causar efeitos fotossensibilizantes aditivos. - Griseofulvina

Prednisolona + Clorfenamina Griseofulvina
Observações: n.d.Interacções: Clorfenamina com: Difenil-hidantoína e Griseofulvina: Diminuição da ação da Difenil-hidantoína e Griseofulvina. - Griseofulvina

Drospirenona + Estetrol Griseofulvina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Interações farmacocinéticas Efeitos de outros medicamentos em Drospirenona + Estetrol Podem ocorrer interações com medicamentos que induzam as enzimas microssomais, o que pode resultar num aumento da depuração das hormonas sexuais, podendo conduzir a hemorragia intercorrente e/ou falha contraceptiva. Medicamentos que aumentam a depuração dos CHCs (indução enzimática), p. ex.: barbitúricos, bosentano, carbamazepina, fenitoína, primidona, rifampicina e medicamentos para o VIH (por ex., ritonavir, nevirapina e efavirenz), e possivelmente também felbamato, griseofulvina, oxcarbazepina, topiramato e produtos contendo hipericão (Hypericum perforatum). - Griseofulvina

Griseofulvina Citocromo P450
Observações: n.d.Interacções: A griseofulvina pode diminuir a concentração sérica e consequentemente a eficácia de certos fármacos metabolizados pelo citocromo P450 3A4, como os contracetivos orais, anticoagulantes cumarínicos e ciclosporina. Deve proceder-se a uma monitorização adequada e ajuste da dose. Deverão ser tomadas precauções contraceptivas adicionais durante o período de tratamento com este medicamento e no mês seguinte ao seu término. - Citocromo P450

Griseofulvina Contracetivos orais
Observações: n.d.Interacções: A griseofulvina pode diminuir a concentração sérica e consequentemente a eficácia de certos fármacos metabolizados pelo citocromo P450 3A4, como os contracetivos orais, anticoagulantes cumarínicos e ciclosporina. Deve proceder-se a uma monitorização adequada e ajuste da dose. Deverão ser tomadas precauções contraceptivas adicionais durante o período de tratamento com este medicamento e no mês seguinte ao seu término. - Contracetivos orais

Griseofulvina Anticoagulantes cumarínicos
Observações: n.d.Interacções: A griseofulvina pode diminuir a concentração sérica e consequentemente a eficácia de certos fármacos metabolizados pelo citocromo P450 3A4, como os contracetivos orais, anticoagulantes cumarínicos e ciclosporina. Deve proceder-se a uma monitorização adequada e ajuste da dose. Deverão ser tomadas precauções contraceptivas adicionais durante o período de tratamento com este medicamento e no mês seguinte ao seu término. - Anticoagulantes cumarínicos

Griseofulvina Ciclosporina
Observações: n.d.Interacções: A griseofulvina pode diminuir a concentração sérica e consequentemente a eficácia de certos fármacos metabolizados pelo citocromo P450 3A4, como os contracetivos orais, anticoagulantes cumarínicos e ciclosporina. Deve proceder-se a uma monitorização adequada e ajuste da dose. Deverão ser tomadas precauções contraceptivas adicionais durante o período de tratamento com este medicamento e no mês seguinte ao seu término. - Ciclosporina

Griseofulvina Fenobarbital
Observações: n.d.Interacções: O fenobarbital inibe a absorção da griseofulvina quando administrado concomitantemente. - Fenobarbital

Griseofulvina Fenilbutazona
Observações: n.d.Interacções: Os níveis sanguíneos e, por consequência, a eficácia da griseofulvina poderão ser reduzidos pela administração concomitante de indutores enzimáticos como a fenilbutazona, sedativos e hipnóticos. - Fenilbutazona

Griseofulvina Sedativos
Observações: n.d.Interacções: Os níveis sanguíneos e, por consequência, a eficácia da griseofulvina poderão ser reduzidos pela administração concomitante de indutores enzimáticos como a fenilbutazona, sedativos e hipnóticos. - Sedativos

Griseofulvina Hipnóticos
Observações: n.d.Interacções: Os níveis sanguíneos e, por consequência, a eficácia da griseofulvina poderão ser reduzidos pela administração concomitante de indutores enzimáticos como a fenilbutazona, sedativos e hipnóticos. - Hipnóticos

Griseofulvina Álcool
Observações: n.d.Interacções: O doente deve ser advertido para o facto de ter sido relatada intensificação dos efeitos do álcool pela griseofulvina. - Álcool

Noretisterona Griseofulvina
Observações: n.d.Interacções: As interações medicamentosas, que resultam numa depuração aumentada de hormonas sexuais, podem originar diminuição da eficácia terapêutica. Este facto tem sido aplicado a muitas substâncias indutoras de enzimas hepáticas (incluindo fenitoína, barbitúricos, primidona, carbamazepina, rifampicina, oxcarbazepina, erva de S. João ou hipericão, e rifabutina); a griseofulvina também é suspeita. Os progestagénios podem interferir com o metabolismo de outras substâncias. Deste modo, as concentrações no plasma e nos tecidos pode ser afetada (por ex., ciclosporina). Nota: A informação de prescrição relativa a medicação concomitante deve ser consultada para identificar potenciais interações. - Griseofulvina

Drospirenona Griseofulvina
Observações: n.d.Interacções: Foram descritas na literatura as seguintes interações (principalmente com contracetivos combinados, mas ocasionalmente também com pílulas só com progestagénio). Substâncias que aumentam a depuração das hormonas contraceptivas (eficácia contraceptiva reduzida por indução enzimática, por exemplo: Barbitúricos, bosentano, carbamazepina, fenitoína, primidona, rifampicina e os medicamentos para o VIH ritonavir, nevirapina, efavirenz e, possivelmente também felbamato, griseofulvina, oxcarbazepina, topiramato e produtos contendo Hipericão (Hypericum perforatum). - Griseofulvina

Algestona + Estradiol Griseofulvina
Observações: n.d.Interacções: Tal como sucede com os anticoncepcionais hormonais em geral, o uso concomitante de Algestona + Estradiol com rifampicina, rifabutina, griseofulvina e ritonavir (inibidores de protease potencializados) pode reduzir a eficácia contraceptiva do produto ou provocar irregularidades menstruais. - Griseofulvina

Estradiol + Progesterona Griseofulvina
Observações: n.d.Interacções: O metabolismo dos estrogénios e dos progestagénios pode ser aumentado pelo uso concomitante de substâncias conhecidas por induzir enzimas metabolizadoras de medicamentos, especificamente enzimas do citocromo P450, tais como griseofulvina. - Griseofulvina

Acenocumarol Griseofulvina
Observações: n.d.Interacções: A griseofulvina pode reduzir o efeito anticoagulante do acenocumarol. - Griseofulvina

Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.
Não foi estabelecida a segurança da utilização de Griseofulvina na gravidez humana.
Uma vez que a griseofulvina poderá induzir aneuploidia (segregação anómala dos cromossomas após divisão celular) em células de mamíferos expostas ao composto in vitro e in vivo, Griseofulvina não deverá ser administrado durante a gravidez.
Pelo mesmo motivo, as doentes do sexo feminino devem evitar engravidar no mês seguinte ao término do tratamento.
Os doentes do sexo masculino não devem procriar nos 6 meses seguintes ao tratamento.
Desconhece-se se a griseofulvina é excretada no leite humano. Não está estabelecida a segurança no lactente.
Nos casos, raros, em que ocorre sonolência durante o tratamento com Griseofulvina, o doente não deverá conduzir ou utilizar máquinas.
Deve evitar a exposição à luz solar e usar protetor solar ou usar roupas de protecção para evitar reações de fotossensibilidade.
Não foi estabelecida a segurança da utilização de Griseofulvina na gravidez humana.
Uma vez que a griseofulvina poderá induzir aneuploidia (segregação anómala dos cromossomas após divisão celular) em células de mamíferos expostas ao composto in vitro e in vivo, Griseofulvina não deverá ser administrado durante a gravidez.
Pelo mesmo motivo, as doentes do sexo feminino devem evitar engravidar no mês seguinte ao término do tratamento.
Os doentes do sexo masculino não devem procriar nos 6 meses seguintes ao tratamento.
Desconhece-se se a griseofulvina é excretada no leite humano. Não está estabelecida a segurança no lactente.
Nos casos, raros, em que ocorre sonolência durante o tratamento com Griseofulvina, o doente não deverá conduzir ou utilizar máquinas.
Deve evitar a exposição à luz solar e usar protetor solar ou usar roupas de protecção para evitar reações de fotossensibilidade.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 24 de Março de 2026