Ginseng

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento
O que é
Ginseng refere-se a uma ou mais espécies de plantas do género Panax usadas como erva medicinal como as espécies Panax ginseng, Panax japonicus etc, consideradas como "ginseng verdadeiro".

Além de P. ginseng, muitas outras plantas também são conhecidos como ou confundidas com a raiz de ginseng.

Os exemplos mais comuns são xiyangshen 西洋参 (Panax. quinquefolius), ginseng japonês 東洋参 (Panax japonicus), 太子參 (Pseudostellaria heterophylla) e ginseng da Sibéria 刺五加 (Eleutherococcus senticosus).

Apesar de todos serem chamados de ginseng, cada planta tem diferentes funções distintas.

Entretanto, as plantas que correspondem ao ginseng verdadeiro pertencem apenas ao género Panax.

O seu nome cientifico é Panax ginseng C.A.Meyer.

O extrato G115 das raízes de Ginseng da planta Panax Ginseng C.A. Meyer é padronizado em relação ao seu teor total de ginsenósidos (uma mistura de saponinas). Isto significa que cada unidade de toma do extrato G115 contém uma quantidade precisa e sempre igual de ginsenósidos.

As ações farmacológicas do extrato padronizado Panax Ginseng G115 são atribuídas não apenas aos ginsenósidos, mas também aos glicons, polissacáridos e, provavelmente, aos poliacetilenos, contidos na raiz da planta Panax Ginseng C.A. Meyer.

Estes incluem uma melhor utilização intracelular de oxigénio, uma influência positiva do metabolismo das diferentes hormonas (adrenalina, insulina, ACTH) bem como nos neurotransmissores (dopamina, serotonina) e uma estimulação do fator do crescimento nervoso (NGF- "nerve growth fator").

É utilizado para aumentar as capacidades físicas e intelectuais em situações de fadiga, fraqueza e exaustão ou durante a convalescença.

O ginseng ajuda o organismo a resistir a situações de stress e reforça as suas defesas contra doenças.

Usos comuns
Ginseng aumenta as capacidades físicas e intelectuais em situações de fadiga, fraqueza e exaustão ou durante a convalescença.

Ginseng ajuda o organismo a resistir a situações de stress e reforça as suas defesas contra doenças.
Tipo
Sem informação.
História
Sem informação.
Indicações
Ginseng aumenta as capacidades físicas e intelectuais em situações de fadiga, fraqueza e exaustão ou durante a convalescença.

Ginseng ajuda o organismo a resistir a situações de stress e reforça as suas defesas contra doenças.
Classificação CFT
02.13.01     Medicamentos utilizados no tratamento sintomático das alterações das funções cognitivas
Mecanismo De Ação
As acções farmacológicas do extracto padronizado Panax Ginseng G115 são atribuídas não apenas aos ginsenósidos, mas também aos glicons, polissacáridos e, provavelmente, aos poliacetilenos contidos na raiz da planta Panax Ginseng C.A. Meyer.

Estes incluem uma melhor utilização intracelular de oxigénio, uma influência positiva do metabolismo das diferentes hormonas (adrenalina, insulina, ACTH) bem como nos neurotransmissores (dopamina, serotonina) e uma estimulação do factor do crescimento nervoso (NGF- "nerve growth factor").



Posologia Orientativa
Adultos
Cápsulas:
A dose diária recomendada é de 2 cápsulas ao pequeno-almoço ou uma ao pequeno-almoço e outra ao almoço.

Em situações de stress grave a dose diária pode ser aumentada até 4 cápsulas durante o período inicial do tratamento.

As cápsulas devem ser tomadas, de preferência, com um líquido.

Solução oral:
A dose diária recomendada é de 1 copo medida = 15 ml (uma colher de sopa cheia) por dia, de preferência ao pequeno-almoço.

Em situações de stress grave a dose diária pode ser aumentada até 30 ml durante o período inicial do tratamento.
Administração
Via oral.

Antes de usar, agitar bem a solução oral de Ginseng: os produtos naturais apresentam normalmente uma ligeira turvação.
Contraindicações
Hipersensibilidade ao Ginseng.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Em casos raros, foram relatadas reacções gastrointestinais ligeiras e passageiras (tais como náusea, dor no estômago, diarreia) e insónia, possivelmente relacionados com o produto.

Raramente foram relatadas reacções alérgicas.
Advertências
Gravidez
Gravidez:É desaconselhado pela actividade estrogénica e por falta de indicações seguras que justifiquem o seu uso. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Aleitamento
Aleitamento:De acordo com a prática médica geral, o uso destes produtos por mulheres lactantes, deve ser aconselhado pelo seu médico.
Precauções Gerais
O Ginseng não é recomendado para crianças com idade inferior a 12 anos.
Cuidados com a Dieta
Não interfere com alimentos e bebidas.
Terapêutica Interrompida
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Conservar a temperatura inferior a 25º C.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginseng + Cafeína

Observações: Existe evidência limitada para quaisquer interações estabelecidas, com a maioria dos dados derivados de estudos de laboratório e em voluntários saudáveis. Existem poucos relatos de casos. No entanto, usar o ginseng com cautela com os seguintes medicamentos: medicamentos antidiabéticos/insulina, medicamentos antipsicóticos, cafeína e outros estimulantes, furosemida, imatinib, inibidores da monoaminoxidase e nifedipina. Relatos de interações com varfarina e antivirais revelaram-se conflitantes.
Interações: Indicações/Ações terapêuticas: estado de fadiga física e mental, adaptógeno. Padronização/Marcador: ginsenosídeos (dose diária: 5mg a 30 mg de ginsenosídeos totais [Rb1 , Rg1]).

Interações medicamentosas: Estudos em humanos sugerem que o ginseng poderá reduzir a ação anticoagulante da varfarina e aumentar o risco de sangramentos quando utilizado com ácido acetilsalicílico, heparina, clopidogrel além de antiinflamatórios não esteroidais como ibuprofeno e naproxeno. Estudos in vitro mostraram que muitos componentes do P. ginseng inibem a formação do Tromboxano A2 e, consequentemente, a agregação plaquetária.

Poderá diminuir os teores de açúcar no sangue e este efeito poderá ser intenso em diabéticos o que demanda maiores cuidados ao usuário de medicamento hipoglicemiante. O ginseng poderá desencadear efeitos estrogenicos e o seu uso tem sido associado a relatos de sensibilidade de mama, falha de períodos menstruais, sangramentos vaginais pós-menopausa, aumento de mama em homens, dificuldade em conseguir e manter a ereção ou aumento da libido.

O uso de ginseng com antidepressivos inibidores da monoaminoxidase poderá desencadear tremores, cefaléias e insónias. Baseado em relatos clínicos o ginseng poderá alterar pressão sanguínea ou a efetividade de medicamentos cardíacos, incluindo bloqueadores de canais de cálcio. Teoricamente, o ginseng poderá interferir no metabolismo de drogas que usam o sistema enzimático hepático P450 e a consequência será a elevação da concentração destas drogas no sangue podendo aumentar o efeito ou intensificar reações adversas sérias; poderá, também, aumentar o efeito estimulante de café, chás, chocolate, cafeína, entre outros. Acrescido a isto, baseado em relatos clínicos o uso de ginseng poderá aumentar ou diminuir a pressão sanguínea; neste aspeto, muita cautela deverá ser empregada na administração com plantas que ou aumentam ou diminuem a pressão sanguínea.

O efeito analgésico de opióides poderá ser inibido se o ginseng for utilizado. Uma interação positiva foi avaliada em voluntários sadios através da utilização de ginseng conjuntamente ao ginkgo, demonstrando ser mais efetiva no aumento da função cognitiva do que cada droga quando administrada individualmente.

O ginseng não é recomendado a mulheres grávidas ou em fase de amamentação; há relato de morte neonatal e o desenvolvimento de características masculinas em bebé do sexo feminino após a mãe ter utilizado ginseng durante a gravidez.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginseng + Furosemida

Observações: Existe evidência limitada para quaisquer interações estabelecidas, com a maioria dos dados derivados de estudos de laboratório e em voluntários saudáveis. Existem poucos relatos de casos. No entanto, usar o ginseng com cautela com os seguintes medicamentos: medicamentos antidiabéticos/insulina, medicamentos antipsicóticos, cafeína e outros estimulantes, furosemida, imatinib, inibidores da monoaminoxidase e nifedipina. Relatos de interações com varfarina e antivirais revelaram-se conflitantes.
Interações: Indicações/Ações terapêuticas: estado de fadiga física e mental, adaptógeno. Padronização/Marcador: ginsenosídeos (dose diária: 5mg a 30 mg de ginsenosídeos totais [Rb1 , Rg1]).

Interações medicamentosas: Estudos em humanos sugerem que o ginseng poderá reduzir a ação anticoagulante da varfarina e aumentar o risco de sangramentos quando utilizado com ácido acetilsalicílico, heparina, clopidogrel além de antiinflamatórios não esteroidais como ibuprofeno e naproxeno. Estudos in vitro mostraram que muitos componentes do P. ginseng inibem a formação do Tromboxano A2 e, consequentemente, a agregação plaquetária.

Poderá diminuir os teores de açúcar no sangue e este efeito poderá ser intenso em diabéticos o que demanda maiores cuidados ao usuário de medicamento hipoglicemiante. O ginseng poderá desencadear efeitos estrogenicos e o seu uso tem sido associado a relatos de sensibilidade de mama, falha de períodos menstruais, sangramentos vaginais pós-menopausa, aumento de mama em homens, dificuldade em conseguir e manter a ereção ou aumento da libido.

O uso de ginseng com antidepressivos inibidores da monoaminoxidase poderá desencadear tremores, cefaléias e insónias. Baseado em relatos clínicos o ginseng poderá alterar pressão sanguínea ou a efetividade de medicamentos cardíacos, incluindo bloqueadores de canais de cálcio. Teoricamente, o ginseng poderá interferir no metabolismo de drogas que usam o sistema enzimático hepático P450 e a consequência será a elevação da concentração destas drogas no sangue podendo aumentar o efeito ou intensificar reações adversas sérias; poderá, também, aumentar o efeito estimulante de café, chás, chocolate, cafeína, entre outros. Acrescido a isto, baseado em relatos clínicos o uso de ginseng poderá aumentar ou diminuir a pressão sanguínea; neste aspeto, muita cautela deverá ser empregada na administração com plantas que ou aumentam ou diminuem a pressão sanguínea.

O efeito analgésico de opióides poderá ser inibido se o ginseng for utilizado. Uma interação positiva foi avaliada em voluntários sadios através da utilização de ginseng conjuntamente ao ginkgo, demonstrando ser mais efetiva no aumento da função cognitiva do que cada droga quando administrada individualmente.

O ginseng não é recomendado a mulheres grávidas ou em fase de amamentação; há relato de morte neonatal e o desenvolvimento de características masculinas em bebé do sexo feminino após a mãe ter utilizado ginseng durante a gravidez.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginseng + Imatinib

Observações: Existe evidência limitada para quaisquer interações estabelecidas, com a maioria dos dados derivados de estudos de laboratório e em voluntários saudáveis. Existem poucos relatos de casos. No entanto, usar o ginseng com cautela com os seguintes medicamentos: medicamentos antidiabéticos/insulina, medicamentos antipsicóticos, cafeína e outros estimulantes, furosemida, imatinib, inibidores da monoaminoxidase e nifedipina. Relatos de interações com varfarina e antivirais revelaram-se conflitantes.
Interações: Indicações/Ações terapêuticas: estado de fadiga física e mental, adaptógeno. Padronização/Marcador: ginsenosídeos (dose diária: 5mg a 30 mg de ginsenosídeos totais [Rb1 , Rg1]).

Interações medicamentosas: Estudos em humanos sugerem que o ginseng poderá reduzir a ação anticoagulante da varfarina e aumentar o risco de sangramentos quando utilizado com ácido acetilsalicílico, heparina, clopidogrel além de antiinflamatórios não esteroidais como ibuprofeno e naproxeno. Estudos in vitro mostraram que muitos componentes do P. ginseng inibem a formação do Tromboxano A2 e, consequentemente, a agregação plaquetária.

Poderá diminuir os teores de açúcar no sangue e este efeito poderá ser intenso em diabéticos o que demanda maiores cuidados ao usuário de medicamento hipoglicemiante. O ginseng poderá desencadear efeitos estrogenicos e o seu uso tem sido associado a relatos de sensibilidade de mama, falha de períodos menstruais, sangramentos vaginais pós-menopausa, aumento de mama em homens, dificuldade em conseguir e manter a ereção ou aumento da libido.

O uso de ginseng com antidepressivos inibidores da monoaminoxidase poderá desencadear tremores, cefaléias e insónias. Baseado em relatos clínicos o ginseng poderá alterar pressão sanguínea ou a efetividade de medicamentos cardíacos, incluindo bloqueadores de canais de cálcio. Teoricamente, o ginseng poderá interferir no metabolismo de drogas que usam o sistema enzimático hepático P450 e a consequência será a elevação da concentração destas drogas no sangue podendo aumentar o efeito ou intensificar reações adversas sérias; poderá, também, aumentar o efeito estimulante de café, chás, chocolate, cafeína, entre outros. Acrescido a isto, baseado em relatos clínicos o uso de ginseng poderá aumentar ou diminuir a pressão sanguínea; neste aspeto, muita cautela deverá ser empregada na administração com plantas que ou aumentam ou diminuem a pressão sanguínea.

O efeito analgésico de opióides poderá ser inibido se o ginseng for utilizado. Uma interação positiva foi avaliada em voluntários sadios através da utilização de ginseng conjuntamente ao ginkgo, demonstrando ser mais efetiva no aumento da função cognitiva do que cada droga quando administrada individualmente.

O ginseng não é recomendado a mulheres grávidas ou em fase de amamentação; há relato de morte neonatal e o desenvolvimento de características masculinas em bebé do sexo feminino após a mãe ter utilizado ginseng durante a gravidez.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginseng + Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)

Observações: Existe evidência limitada para quaisquer interações estabelecidas, com a maioria dos dados derivados de estudos de laboratório e em voluntários saudáveis. Existem poucos relatos de casos. No entanto, usar o ginseng com cautela com os seguintes medicamentos: medicamentos antidiabéticos/insulina, medicamentos antipsicóticos, cafeína e outros estimulantes, furosemida, imatinib, inibidores da monoaminoxidase e nifedipina. Relatos de interações com varfarina e antivirais revelaram-se conflitantes.
Interações: Indicações/Ações terapêuticas: estado de fadiga física e mental, adaptógeno. Padronização/Marcador: ginsenosídeos (dose diária: 5mg a 30 mg de ginsenosídeos totais [Rb1 , Rg1]).

Interações medicamentosas: Estudos em humanos sugerem que o ginseng poderá reduzir a ação anticoagulante da varfarina e aumentar o risco de sangramentos quando utilizado com ácido acetilsalicílico, heparina, clopidogrel além de antiinflamatórios não esteroidais como ibuprofeno e naproxeno. Estudos in vitro mostraram que muitos componentes do P. ginseng inibem a formação do Tromboxano A2 e, consequentemente, a agregação plaquetária.

Poderá diminuir os teores de açúcar no sangue e este efeito poderá ser intenso em diabéticos o que demanda maiores cuidados ao usuário de medicamento hipoglicemiante. O ginseng poderá desencadear efeitos estrogenicos e o seu uso tem sido associado a relatos de sensibilidade de mama, falha de períodos menstruais, sangramentos vaginais pós-menopausa, aumento de mama em homens, dificuldade em conseguir e manter a ereção ou aumento da libido.

O uso de ginseng com antidepressivos inibidores da monoaminoxidase poderá desencadear tremores, cefaléias e insónias. Baseado em relatos clínicos o ginseng poderá alterar pressão sanguínea ou a efetividade de medicamentos cardíacos, incluindo bloqueadores de canais de cálcio. Teoricamente, o ginseng poderá interferir no metabolismo de drogas que usam o sistema enzimático hepático P450 e a consequência será a elevação da concentração destas drogas no sangue podendo aumentar o efeito ou intensificar reações adversas sérias; poderá, também, aumentar o efeito estimulante de café, chás, chocolate, cafeína, entre outros. Acrescido a isto, baseado em relatos clínicos o uso de ginseng poderá aumentar ou diminuir a pressão sanguínea; neste aspeto, muita cautela deverá ser empregada na administração com plantas que ou aumentam ou diminuem a pressão sanguínea.

O efeito analgésico de opióides poderá ser inibido se o ginseng for utilizado. Uma interação positiva foi avaliada em voluntários sadios através da utilização de ginseng conjuntamente ao ginkgo, demonstrando ser mais efetiva no aumento da função cognitiva do que cada droga quando administrada individualmente.

O ginseng não é recomendado a mulheres grávidas ou em fase de amamentação; há relato de morte neonatal e o desenvolvimento de características masculinas em bebé do sexo feminino após a mãe ter utilizado ginseng durante a gravidez.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginseng + Nifedipina

Observações: Existe evidência limitada para quaisquer interações estabelecidas, com a maioria dos dados derivados de estudos de laboratório e em voluntários saudáveis. Existem poucos relatos de casos. No entanto, usar o ginseng com cautela com os seguintes medicamentos: medicamentos antidiabéticos/insulina, medicamentos antipsicóticos, cafeína e outros estimulantes, furosemida, imatinib, inibidores da monoaminoxidase e nifedipina. Relatos de interações com varfarina e antivirais revelaram-se conflitantes.
Interações: Indicações/Ações terapêuticas: estado de fadiga física e mental, adaptógeno. Padronização/Marcador: ginsenosídeos (dose diária: 5mg a 30 mg de ginsenosídeos totais [Rb1 , Rg1]).

Interações medicamentosas: Estudos em humanos sugerem que o ginseng poderá reduzir a ação anticoagulante da varfarina e aumentar o risco de sangramentos quando utilizado com ácido acetilsalicílico, heparina, clopidogrel além de antiinflamatórios não esteroidais como ibuprofeno e naproxeno. Estudos in vitro mostraram que muitos componentes do P. ginseng inibem a formação do Tromboxano A2 e, consequentemente, a agregação plaquetária.

Poderá diminuir os teores de açúcar no sangue e este efeito poderá ser intenso em diabéticos o que demanda maiores cuidados ao usuário de medicamento hipoglicemiante. O ginseng poderá desencadear efeitos estrogenicos e o seu uso tem sido associado a relatos de sensibilidade de mama, falha de períodos menstruais, sangramentos vaginais pós-menopausa, aumento de mama em homens, dificuldade em conseguir e manter a ereção ou aumento da libido.

O uso de ginseng com antidepressivos inibidores da monoaminoxidase poderá desencadear tremores, cefaléias e insónias. Baseado em relatos clínicos o ginseng poderá alterar pressão sanguínea ou a efetividade de medicamentos cardíacos, incluindo bloqueadores de canais de cálcio. Teoricamente, o ginseng poderá interferir no metabolismo de drogas que usam o sistema enzimático hepático P450 e a consequência será a elevação da concentração destas drogas no sangue podendo aumentar o efeito ou intensificar reações adversas sérias; poderá, também, aumentar o efeito estimulante de café, chás, chocolate, cafeína, entre outros. Acrescido a isto, baseado em relatos clínicos o uso de ginseng poderá aumentar ou diminuir a pressão sanguínea; neste aspeto, muita cautela deverá ser empregada na administração com plantas que ou aumentam ou diminuem a pressão sanguínea.

O efeito analgésico de opióides poderá ser inibido se o ginseng for utilizado. Uma interação positiva foi avaliada em voluntários sadios através da utilização de ginseng conjuntamente ao ginkgo, demonstrando ser mais efetiva no aumento da função cognitiva do que cada droga quando administrada individualmente.

O ginseng não é recomendado a mulheres grávidas ou em fase de amamentação; há relato de morte neonatal e o desenvolvimento de características masculinas em bebé do sexo feminino após a mãe ter utilizado ginseng durante a gravidez.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginseng + Varfarina

Observações: Existe evidência limitada para quaisquer interações estabelecidas, com a maioria dos dados derivados de estudos de laboratório e em voluntários saudáveis. Existem poucos relatos de casos. No entanto, usar o ginseng com cautela com os seguintes medicamentos: medicamentos antidiabéticos/insulina, medicamentos antipsicóticos, cafeína e outros estimulantes, furosemida, imatinib, inibidores da monoaminoxidase e nifedipina. Relatos de interações com varfarina e antivirais revelaram-se conflitantes.
Interações: Indicações/Ações terapêuticas: estado de fadiga física e mental, adaptógeno. Padronização/Marcador: ginsenosídeos (dose diária: 5mg a 30 mg de ginsenosídeos totais [Rb1 , Rg1]).

Interações medicamentosas: Estudos em humanos sugerem que o ginseng poderá reduzir a ação anticoagulante da varfarina e aumentar o risco de sangramentos quando utilizado com ácido acetilsalicílico, heparina, clopidogrel além de antiinflamatórios não esteroidais como ibuprofeno e naproxeno. Estudos in vitro mostraram que muitos componentes do P. ginseng inibem a formação do Tromboxano A2 e, consequentemente, a agregação plaquetária.

Poderá diminuir os teores de açúcar no sangue e este efeito poderá ser intenso em diabéticos o que demanda maiores cuidados ao usuário de medicamento hipoglicemiante. O ginseng poderá desencadear efeitos estrogenicos e o seu uso tem sido associado a relatos de sensibilidade de mama, falha de períodos menstruais, sangramentos vaginais pós-menopausa, aumento de mama em homens, dificuldade em conseguir e manter a ereção ou aumento da libido.

O uso de ginseng com antidepressivos inibidores da monoaminoxidase poderá desencadear tremores, cefaléias e insónias. Baseado em relatos clínicos o ginseng poderá alterar pressão sanguínea ou a efetividade de medicamentos cardíacos, incluindo bloqueadores de canais de cálcio. Teoricamente, o ginseng poderá interferir no metabolismo de drogas que usam o sistema enzimático hepático P450 e a consequência será a elevação da concentração destas drogas no sangue podendo aumentar o efeito ou intensificar reações adversas sérias; poderá, também, aumentar o efeito estimulante de café, chás, chocolate, cafeína, entre outros. Acrescido a isto, baseado em relatos clínicos o uso de ginseng poderá aumentar ou diminuir a pressão sanguínea; neste aspeto, muita cautela deverá ser empregada na administração com plantas que ou aumentam ou diminuem a pressão sanguínea.

O efeito analgésico de opióides poderá ser inibido se o ginseng for utilizado. Uma interação positiva foi avaliada em voluntários sadios através da utilização de ginseng conjuntamente ao ginkgo, demonstrando ser mais efetiva no aumento da função cognitiva do que cada droga quando administrada individualmente.

O ginseng não é recomendado a mulheres grávidas ou em fase de amamentação; há relato de morte neonatal e o desenvolvimento de características masculinas em bebé do sexo feminino após a mãe ter utilizado ginseng durante a gravidez.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ginseng + Anticoagulantes orais

Observações: N.D.
Interações: Num estudo de Ginseng americano, o Ginseng demonstrou reduzir o efeito dos anticoagulantes. Antes de começar a tomar este medicamento, consulte o médico se está a tomar ou a pensar tomar um anticoagulante (produtos que fluidificam o sangue).

Furazolidona + Ginseng

Observações: N.D.
Interações: O uso de furazolidona com qualquer um dos seguintes medicamentos pode causar um aumento do risco de alguns efeitos secundários. - Acarbose - Albiglutido - Alogliptina - Bromocriptina - Canagliflozina - Clorpropamida - Dapagliflozina - Dulaglutido - Empagliflozina - Exenatido - Ginseng - Glimepirida - Glipizida - Gliburida - Insulina - Insulina Aspart, Recombinante - Insulina Bovina - Insulina Degludec - Insulina Detemir - Insulina Glulisine - Insulina Lispro, Recombinante - Linagliptina - Liraglutido - Lixisenatido - Metformina - Miglitol - Nateglinida - Pioglitazona - Pramlintida - Repaglinida - Rosiglitazona - Saxagliptina - Sitagliptina - Tolazamida - Tolbutamida - Vildagliptina
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.

De acordo com a prática médica geral, o uso destes produtos por mulheres grávidas ou lactantes, deve ser aconselhado pelo seu médico.

Deve ser realizada uma avaliação do risco/benefício antes da administração de
Ginseng durante este período.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 10 de Março de 2016