Gentamicina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução
O que é
A Gentamicina é um antibiótico da classe dos aminoglicosídeos, produzido por um actinomiceto, a Micromonospora purpurea.

Foi estudado inicialmente por Welstein em 1963 e purificado por Rosselot em 1964.

É pouco absorvido quando administrado por via oral, e a sua semi-vida é de 1,5 a 4 horas. O seu mecanismo de ação consiste na inibição da síntese proteica.

Cerca de 30% do fármaco liga-se a proteínas plasmáticas. É excretada pelos rins, por meio de filtração glomerular, e encontra-se na urina em forma ativa.
Usos comuns
Injeção
Para o tratamento de infeções graves causadas por estirpes suscetíveis de microorganismos.

Oftálmico
Para o tratamento tópico das infeções bacterianas oculares provocadas por estirpes suscetíveis de microorganismos.

Tópico
Para o tratamento de infeções primárias da pele (impetigo contagioso, foliculite superficial, ectima, furunculose, sicose da barba, pioderma gangrenoso) e no tratamento de infeções secundárias da pele (dermatite eczematóide infeciosa, acne pustulosa, psoríase pustulosa, dermatite seborréica infectada, dermatite de contato infectada, incluindo hera venenosa, escoriações infectadas, superinfeções bacterianas de infeções fúngicas ou virais).

Usos para além das indicações:
A doença inflamatória pélvica, a profilaxia cirúrgica (injeção).
Tipo
pequena molécula
História
Sem informação.
Indicações
Injetável:
São determinadas pela atividade antibacteriana e pelas características farmacocinéticas da Gentamicina.

Estão limitadas às infeções por bacilos gram-negativos, definidos como sensíveis, principalmente nas suas manifestações renais e urológicas.

A associação da Gentamicina com um outro antibiótico poderá ser justificada em certas infeções por germes sensíveis, com base em dados bacteriológicos, particularmente nas suas manifestações:
– renais, urológicos e genitais;
– septicémicas e endocardites;
– meningites (associando-se um tratamento local);
– respiratórias;
– cutâneas (estafilocócica cutânea maligna da face);
– articulares.

Implante:
O implante pode ser usado em infeções causadas por microrganismos sensíveis à Gentamicina, nomeadamente nas seguintes indicações, nos adultos:
– Tratamento adjuvante de infeções ósseas residuais (suspeitas), i.e osteomielite e osteíte.

– Prevenção de infeções locais após extirpação do reto e excisão do quisto pilonidal.

O implante não deve ser utilizado em monoterapia em casos de infeção confirmada ou suspeita; nestes casos, é também recomendado administrar, por via sistémica, os antibióticos apropriados.
Classificação CFT

1.1.7 : Aminoglicosídeos

15.1.1 : Antibacterianos

Mecanismo De Ação
Os aminoglicosídeos como a Gentamicina ligam-se "irreversívelmente" às proteínas 30S das subunidades 16S rRNA específicas.

Especificamente a Gentamicina liga-se a quatro nucleótidos de rRNA 16S e a um único aminoácido da proteína S12.

Isto interfere com o local de descodificação na proximidade do nucleótido 1400 no gene 16S rRNA da subunidade 30S.

Esta região interage com a base de oscilação no anticodão do ARNt, o que leva à interferência com o complexo de iniciação, uma leitura errada do ARNm; assim os aminoácidos incorretos são inseridos no polipéptido que conduz a péptidos não funcionais ou tóxicos, e ao rompimento de polissomas para monosomes não funcionais.
Posologia Orientativa
Injetável:
Adultos:
– 3 mg/kg por dia em 2 ou 3 injeções intramusculares.

Pediatria:
– no recém-nascido de 0 a 10 dias (prematuro ou não): 2 mg/kg em intervalos de 12 horas; se necessário, 3 mg/kg em intervalos de 12 horas com controlo das taxas séricas do antibiótico;
– no lactente: 1,5 mg/kg em intervalos de 8 horas com controlo das taxas séricas do antibiótico;
– nas crianças a partir de 1 ano de idade: 1 mg/kg em intervalos de 8 horas; se necessário 1,5 mg/kg em intervalos de 8 horas com retorno à posologia de 1 mg/kg logo que possível.

Implante:
No tratamento adjuvante ou suspeita de infeções ósseas residuais (suspeitas), i.e osteomielite e osteíte: Em geral, um implante de 10x10 ou de 5x20 (até um máximo de cinco implantes 10x10 ou 5x20).

Na prevenção de infeções locais após extirpação do recto e excisão do quisto pilonidal: Em geral, um implante 10x10 ou 5x20 (até um máximo de três implantes 10x10 ou 5x20).
Administração
A via intramuscular é a via de eleição.

Deve ser sempre utilizada, desde que seja acessível.
Se for impraticável, pode ser utilizada a via intravenosa em perfusão descontínua

Após a limpeza cirúrgica do foco da infecção o implante é introduzido na cavidade da ferida.
Nos estudos clínicos realizados e, dependendo da situação, o implante foi aplicado numa grande variedade de formas: aplicado direito (como um revestimento); enrolado ou dobrado (e deixado solto) na cavidade da ferida e misturado com fragmentos de osso esponjoso para implantação numa cavidade óssea.
O implante é aplicado durante a intervenção cirúrgica, sendo absorvido (biodegradável).
Contraindicações
Injetável:
– Alergia aos antibióticos da família dos aminoglicósidos;
– Miastenia Gravis.

Implante:
Hipersensibilidade, conhecida ou suspeita, ao colagénio, Gentamicina ou a outros aminoglicosidos.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Nefrotoxicidade: este medicamento pertence à família dos aminosidos para os quais foram referidos casos de insuficiência renal.
Na maior parte dos casos, estes foram relacionados com uma posologia muito elevada ou com tratamentos prolongados, alterações renais anteriores, problemas hemodinâmicos ou associações a produtos nefrotóxicos.

Ototoxicidade: este medicamento pertence à família dos aminósidos para os quais foram detectados casos de lesão cocleo-vestibular.
Estes são favorecidos por posologias muito elevadas, tratamentos prolongados, insuficiência renal pré-existente, principalmente insuficiência renal funcional dos idosos ou associações a produtos ototóxicos.

Foram descritas reações alérgicas menores: rash, urticária.
Estes fenómenos desaparecem com a interrupção do tratamento.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Displasia renal; defeitos no rim fetal; atraso do crescimento renal. Ver Aminoglicosídeos. Evidência fetal em animais, mas a necessidade pode justificar o risco. Trimestre: 1º
Aleitamento
Aleitamento:Evitar; não há informação útil.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Ver Aminoglicosídeos.
Condução
Condução:É aconselhada precaução na condução devido à possibilidade de ocorrência de efeitos indesejáveis tais como tonturas e vertigens.
Precauções Gerais
Nos indivíduos portadores de anomalia vestibular e coclear.
A nefrotoxicidade e a ototoxicidade da Gentamicina, impõem as seguintes precauções de emprego:
– em caso de insuficiência renal, utilizar a Gentamicina só em situações de estrita necessidade e adaptar a posologia em função do clearance de creatinina.
É necessária, portanto, a vigilância médica sobre as funções renal e auditiva.
As taxas séricas do antibióticos deverão ser controladas dentro da medida do possível;
– tendo em conta a farmacocinética do produto e o mecanismo de ototoxicidade e de nefrotoxicidade, evitar os tratamentos iterativos e/ou prolongados, particularmente nos idosos; associação com diuréticos muito activos.

Utilizar com grande precaução em doentes com parkinsonismo e outras situações caracterizadas por fraqueza muscular. Em caso de intervenção cirúrgica, informar o anestesista-reanimador da toma do medicamento.

Implante:
Embora fossem observadas concentrações séricas baixas de Gentamicina quando se utiliza o implante, dever-se-ão ponderar cuidadosamente os benefícios resultantes deste tratamento em doentes com insuficiência renal grave relativamente aos possíveis efeitos adversos na função renal.

Embora em estudos clínicos as concentrações séricas de Gentamicina não tenham atingido geralmente níveis tóxicos durante o tratamento com o implante, é, do mesmo modo, recomendada a determinação dos níveis séricos de Gentamicina e a monitorização da função renal através do doseamento dos níveis séricos de creatinina.

O tratamento concomitante com aminoglicosidos sistémicos deve ser evitado.
No entanto, se o uso destes medicamentos for considerado necessário, este deverá ser feito mediante a monitorização dos níveis séricos de aminoglicosidos e da função renal.

Os aminoglicosidos devem ser utilizados com precaução em indivíduos com doenças neuromusculares, nomeadamente, miastenia grave ou parkinsonismo, uma vez que estes fármacos podem agravar a fraqueza muscular devido aos potenciais efeitos do tipo curare que exercem sobre a junção neuromuscular.

Existem reacções de hipersensibilidade cruzada entre aminoglicosidos.
Não foi estabelecida a segurança do Implante em doentes pediátricos.
No caso de se utilizarem diversos implantes aconselha-se a inserção de uma drenagem livre.

Não existem dados disponíveis sobre a administração do implante em doentes com doenças imunológicas ou do tecido conjuntivo.

Embora não esteja ainda provado que o uso de colagénio de origem animal leve a exacerbações de doenças imunológicas e do tecido conjuntivo, como por exemplo, o lupus eritematoso, esclerodermia e poliartrite crónica, é aconselhável a administração do implante nestes doentes, apenas, sob vigilância apertada.
Cuidados com a Dieta
Injetável: Os alimentos e bebidas não afetam a eficácia terapêutica do medicamento, dado que este é administrado por via parentérica.

Implante: Não relevante.
Terapêutica Interrompida
Contacte o seu Médico se a dose for omitida.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Injetável: Este medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.

Implante: O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação. Não refrigerar ou congelar.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Bacilos Gram-negativos aeróbios, como Serratia sp., Proteus sp., Pseudomonas sp., Klebsiella sp., Enterobacter sp. e Escherichia coli. É ativa contra Staphylococcus aureus.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Gentamicina

Observações: N.D.
Interações: A furosemida pode intensificar o efeito nefrotóxico de certos antibióticos como a cefaloridina, as polimixinas e os aminoglicosídeos; por outro lado, pode ainda reforçar o efeito ototóxico destes últimos (da canamicina, gentamicina e tobramicina, por exemplo). Dadas as alterações da audição poderem ser irreversíveis, a combinação só deve usar-se no caso de indicação vital.

Vancomicina + Gentamicina

Observações: N.D.
Interações: Outros medicamentos possivelmente nefrotóxicos ou ototóxicos: A utilização simultânea e/ou subsequente, de outros fármacos potencialmente neurotóxicos e/ou nefrotóxicos, como gentamicina, anfotericina B, estreptomicina, neomicina, canamicina, amicacina, tobramicina, viomicina, bacitracina, polimixina B, colistina ou cisplatina, pode potenciar a nefrotoxicidade e/ou ototoxicidade da vancomicina e, consequentemente, requer uma monitorização cuidadosa. Devido à acção sinérgica (por exemplo, com gentamicina) nestes casos a dose máxima de vancomicina tem de ficar restrita a 0,5 g a cada 8 horas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Piperacilina + Tazobactam + Gentamicina

Observações: N.D.
Interações: Não foi observada nenhuma interacção farmacocinética adversa clinicamente relevante com a Tobramicina ou a Vancomicina, em adultos saudáveis com uma função renal normal. A depuração da Tobramicina e da Gentamicina aumentou em doentes com doença renal grave, que utilizavam Piperacilina/Tazobactam. Nestes doentes, a mistura da formulação de Piperacilina/Tazobactam com Tobramicina e Gentamicina foi excluída.

Citarabina + Gentamicina

Observações: N.D.
Interações: Gentamicina: Um estudo de interação in vitro entre a gentamicina e a citarabina demonstrou um antagonismo relacionado com a citarabina relativamente à suscetibilidade às estirpes de Klebsiella pneumoniae. Em doentes a receber citarabina tratados com gentamicina para uma infeção por K. pneumoniae, a ausência de uma resposta terapêutica imediata pode indicar a necessidade de reavaliação da terapêutica antibacteriana.

Agalsidase alfa + Gentamicina

Observações: Como a α-galactosidase é ela própria uma enzima, seria um candidato pouco provável às interações medicamentosas mediadas pelo citocromo P450
Interações: Agalsidase alfa não deve ser coadministrado com cloroquina, amiodarona, benoquina ou gentamicina uma vez que estas substâncias têm o potencial para inibir a atividade intracelular da α-galactosidase.

Aztreonam + Gentamicina

Observações: N.D.
Interações: Os estudos farmacocinéticos de dose única não mostraram qualquer interação significativa entre o aztreonam e gentamicina, nafcilina sódica, cefradina, clindamicina ou metronidazol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Gentamicina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Agalsidase beta + Gentamicina

Observações: Não foram realizados estudos de interação nem quaisquer estudos de metabolismo in vitro. Com base no seu metabolismo é pouco provável que agalsidase beta seja um candidato a interações medicamentosas mediadas pelo citocromo P450.
Interações: Agalsidase beta não deve ser administrada com cloroquina, amiodarona, benoquin ou gentamicina devido ao risco teórico de inibição da atividade da α-galactosidase intracelular.

Bacilo Calmette-Guérin + Gentamicina

Observações: N.D.
Interações: Deve ser evitada a administração em simultâneo de agentes antituberculosos e antibióticos, como fluoroquinolonas, doxiciclina ou gentamicina, durante a terapêutica por instilação intravesical de BCG, devido à sensibilidade do BCG a esses fármacos.

Gentamicina + Relaxantes musculares

Observações: N.D.
Interações: Relaxantes musculares e éter: A atividade bloqueadora neuromuscular dos aminoglicosídeos é potenciada pelo éter e por relaxantes musculares. Se a gentamicina for administrada durante ou imediatamente após cirurgia, o bloqueio neuromuscular pode ser potenciado e prolongado se forem utilizados relaxantes musculares não-despolarizantes. Estas interações podem causar bloqueio neuromuscular e paralisia respiratória. Devido ao risco aumentado, estes doentes devem ser monitorizados com especial precaução. A injeção de cloreto de cálcio pode reverter o bloqueio neuromuscular provocado pelos aminoglicosídeos.

Gentamicina + Anestésicos halogenados

Observações: N.D.
Interações: Relaxantes musculares e éter: A atividade bloqueadora neuromuscular dos aminoglicosídeos é potenciada pelo éter e por relaxantes musculares. Se a gentamicina for administrada durante ou imediatamente após cirurgia, o bloqueio neuromuscular pode ser potenciado e prolongado se forem utilizados relaxantes musculares não-despolarizantes. Estas interações podem causar bloqueio neuromuscular e paralisia respiratória. Devido ao risco aumentado, estes doentes devem ser monitorizados com especial precaução. A injeção de cloreto de cálcio pode reverter o bloqueio neuromuscular provocado pelos aminoglicosídeos.
 Potencialmente Grave

Gentamicina + Metoxiflurano

Observações: N.D.
Interações: Os aminoglicosídeos podem potenciar o efeito de lesão renal do metoxifluorano. Quando utilizados concorrentemente, é possível o aparecimento de nefropatias extremamente graves. O anestesista deve ter conhecimento da utilização de aminoglicosídeos antes do procedimento cirúrgico.

Netilmicina + Gentamicina

Observações: N.D.
Interações: Deve ser evitado o uso concomitante e/ou sequencial, sistémico ou tópico, de outros fármacos potencialmente neurotóxicos e/ou nefrotóxicos, tais como a cisplatina, bacitracina, polimixina B, colistina, cefaloridina, anfotericina B, canamicina, aciclovir, gentamicina, amicacina, sisomicina, tobramicina, neomicina, estreptomicina, paromomicina, viomicina e vancomicina.

Gentamicina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Devido ao aumento do risco de aparecimento de efeitos indesejáveis, é necessário uma monitorização cuidadosa dos doentes tratados concorrentemente ou sequencialmente com fármacos potencialmente nefrotóxicos ou ototóxicos como por exemplo: Anfotericina B, colistina, ciclosporina, cisplatina, vancomicina, estreptomicina, viomicina, aminoglicosídeos, algumas cefalosporinas e diuréticos da ansa tais como o ácido etacrínico e furosemida.

Gentamicina + Colistina (Polimixina E)

Observações: N.D.
Interações: Devido ao aumento do risco de aparecimento de efeitos indesejáveis, é necessário uma monitorização cuidadosa dos doentes tratados concorrentemente ou sequencialmente com fármacos potencialmente nefrotóxicos ou ototóxicos como por exemplo: Anfotericina B, colistina, ciclosporina, cisplatina, vancomicina, estreptomicina, viomicina, aminoglicosídeos, algumas cefalosporinas e diuréticos da ansa tais como o ácido etacrínico e furosemida.

Gentamicina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Devido ao aumento do risco de aparecimento de efeitos indesejáveis, é necessário uma monitorização cuidadosa dos doentes tratados concorrentemente ou sequencialmente com fármacos potencialmente nefrotóxicos ou ototóxicos como por exemplo: Anfotericina B, colistina, ciclosporina, cisplatina, vancomicina, estreptomicina, viomicina, aminoglicosídeos, algumas cefalosporinas e diuréticos da ansa tais como o ácido etacrínico e furosemida.

Gentamicina + Cisplatina

Observações: N.D.
Interações: Devido ao aumento do risco de aparecimento de efeitos indesejáveis, é necessário uma monitorização cuidadosa dos doentes tratados concorrentemente ou sequencialmente com fármacos potencialmente nefrotóxicos ou ototóxicos como por exemplo: Anfotericina B, colistina, ciclosporina, cisplatina, vancomicina, estreptomicina, viomicina, aminoglicosídeos, algumas cefalosporinas e diuréticos da ansa tais como o ácido etacrínico e furosemida. No caso de fármacos contendo cisplatina, deve ter-se em consideração que a nefrotoxicidade da gentamicina pode ser aumentada até 3 a 4 vezes após administração destas substâncias

Gentamicina + Vancomicina

Observações: N.D.
Interações: Devido ao aumento do risco de aparecimento de efeitos indesejáveis, é necessário uma monitorização cuidadosa dos doentes tratados concorrentemente ou sequencialmente com fármacos potencialmente nefrotóxicos ou ototóxicos como por exemplo: Anfotericina B, colistina, ciclosporina, cisplatina, vancomicina, estreptomicina, viomicina, aminoglicosídeos, algumas cefalosporinas e diuréticos da ansa tais como o ácido etacrínico e furosemida.

Gentamicina + Estreptomicina

Observações: N.D.
Interações: Devido ao aumento do risco de aparecimento de efeitos indesejáveis, é necessário uma monitorização cuidadosa dos doentes tratados concorrentemente ou sequencialmente com fármacos potencialmente nefrotóxicos ou ototóxicos como por exemplo: Anfotericina B, colistina, ciclosporina, cisplatina, vancomicina, estreptomicina, viomicina, aminoglicosídeos, algumas cefalosporinas e diuréticos da ansa tais como o ácido etacrínico e furosemida.

Gentamicina + Viomicina

Observações: N.D.
Interações: Devido ao aumento do risco de aparecimento de efeitos indesejáveis, é necessário uma monitorização cuidadosa dos doentes tratados concorrentemente ou sequencialmente com fármacos potencialmente nefrotóxicos ou ototóxicos como por exemplo: Anfotericina B, colistina, ciclosporina, cisplatina, vancomicina, estreptomicina, viomicina, aminoglicosídeos, algumas cefalosporinas e diuréticos da ansa tais como o ácido etacrínico e furosemida.

Gentamicina + Aminoglicosídeos

Observações: N.D.
Interações: Devido ao aumento do risco de aparecimento de efeitos indesejáveis, é necessário uma monitorização cuidadosa dos doentes tratados concorrentemente ou sequencialmente com fármacos potencialmente nefrotóxicos ou ototóxicos como por exemplo: Anfotericina B, colistina, ciclosporina, cisplatina, vancomicina, estreptomicina, viomicina, aminoglicosídeos, algumas cefalosporinas e diuréticos da ansa tais como o ácido etacrínico e furosemida.

Gentamicina + Cefalosporinas

Observações: N.D.
Interações: Devido ao aumento do risco de aparecimento de efeitos indesejáveis, é necessário uma monitorização cuidadosa dos doentes tratados concorrentemente ou sequencialmente com fármacos potencialmente nefrotóxicos ou ototóxicos como por exemplo: Anfotericina B, colistina, ciclosporina, cisplatina, vancomicina, estreptomicina, viomicina, aminoglicosídeos, algumas cefalosporinas e diuréticos da ansa tais como o ácido etacrínico e furosemida. Foi reportada uma redução do tempo de semivida sérico da gentamicina em doentes com insuficiência renal grave que receberam carbenicilina concomitantemente com gentamicina.

Gentamicina + Diuréticos da ansa

Observações: N.D.
Interações: Devido ao aumento do risco de aparecimento de efeitos indesejáveis, é necessário uma monitorização cuidadosa dos doentes tratados concorrentemente ou sequencialmente com fármacos potencialmente nefrotóxicos ou ototóxicos como por exemplo: Anfotericina B, colistina, ciclosporina, cisplatina, vancomicina, estreptomicina, viomicina, aminoglicosídeos, algumas cefalosporinas e diuréticos da ansa tais como o ácido etacrínico e furosemida.

Gentamicina + Ácido Etacrínico

Observações: N.D.
Interações: Devido ao aumento do risco de aparecimento de efeitos indesejáveis, é necessário uma monitorização cuidadosa dos doentes tratados concorrentemente ou sequencialmente com fármacos potencialmente nefrotóxicos ou ototóxicos como por exemplo: Anfotericina B, colistina, ciclosporina, cisplatina, vancomicina, estreptomicina, viomicina, aminoglicosídeos, algumas cefalosporinas e diuréticos da ansa tais como o ácido etacrínico e furosemida.

Gentamicina + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Devido ao aumento do risco de aparecimento de efeitos indesejáveis, é necessário uma monitorização cuidadosa dos doentes tratados concorrentemente ou sequencialmente com fármacos potencialmente nefrotóxicos ou ototóxicos como por exemplo: Anfotericina B, colistina, ciclosporina, cisplatina, vancomicina, estreptomicina, viomicina, aminoglicosídeos, algumas cefalosporinas e diuréticos da ansa tais como o ácido etacrínico e furosemida.

Vidarabina + Gentamicina

Observações: N.D.
Interações: Os seguintes antibióticos tópicos podem ser combinados com vidarabina sem que sejam registradas reações adversas: gentamicina, eritromicina, cloranfenicol.

Ciclosporina + Gentamicina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Outras interações medicamentosas relevantes: Deve ser tomada precaução quando se utiliza ciclosporina juntamente com outros fármacos que exibem sinergia nefrotóxica, amiglicosídeos (incluindo gentamicina, tobramicina), anfotericina B, ciprofloxacina, vancomicina, trimetoprim (+sulfametaxazol), anti-inflamatórios não esteróides (incluindo diclofenac, naproxeno, sulindac), melfalam.

Amicacina + Gentamicina

Observações: N.D.
Interações: Produtos neurotóxicos ou nefrotóxicos: Deve-se evitar o uso simultâneo ou sequencial, por via sistémica, oral ou tópica, em particular de bacitracina, cisplatina, anfotericina B, gentamicina, tobramicina, kanamicina, neomicina, estreptomicina, cefaloridina, paramomicina, viomicina, polimixina B, colistina, vancomicina ou outros aminoglicosídeos, cidofovir e cefalosporinas; a indometacina provoca aumento da toxicidade sobretudo no período neonatal; em doentes com função renal diminuída pode haver redução da actividade dos aminoglicosídeos com o uso concomitante de penicilinas.

Doravirina + Lamivudina + Tenofovir + Gentamicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre a doravirina, lamivudina e tenofovir disoproxil Tenofovir disoproxil Como o tenofovir é eliminado principalmente pelos rins através de uma combinação de filtração glomerular e secreção tubular ativa, a administração concomitante de doravirina/lamivudina/tenofovir disoproxil com medicamentos que reduzem a função renal ou que competem por secreção tubular ativa através de OAT1, OAT3 ou MRP4 pode aumentar as concentrações séricas de tenofovir. Devido ao componente tenofovir disoproxil da doravirina/lamivudina/tenofovir disoproxil, a utilização do medicamento deve ser evitada com a utilização concomitante ou recente de medicamentos nefrotóxicos. Alguns exemplos incluem, mas não estão limitados a, aciclovir, cidofovir, ganciclovir, valaciclovir, valganciclovir, aminoglicosidos (por exemplo, gentamicina) e AINEs de dose elevada ou múltiplos.

Colistimetato de sódio + Gentamicina

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante de colistimetato de sódio com outros medicamentos com potencial neurotóxico e nefrotóxico deve ser evitado, nomeadamente com antibióticos aminoglicosídeos, tais como a gentamicina, amicacina, netilmicina e tobramicina.
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Este medicamento não deve ser administrado durante a gravidez exceto se absolutamente necessário.

O seu Médico irá considerar cuidadosamente se o aleitamento ou a terapêutica com gentamicina devem ser descontinuados.

É aconselhada precaução na condução ou na utilização de máquinas devido à possibilidade de ocorrência de efeitos indesejáveis tais como tonturas e vertigens.


Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 31 de Outubro de 2019