Furosemida

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução DCI com Advertência no Dopping DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
Diuréticos e Agentes Mascarantes.

A Furosemida é um medicamento da classe dos diuréticos da ansa, atuante na alça de Henle e intensificador da excreção de urina e sódio pelo organismo.

A sua principal indicação e, consequentemente, uso, é para remoção de edema devido a problemas cardíacos, hepáticos ou renais.

Dopping: Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Usos comuns
Furosemida pertence a um grupo de medicamentos conhecidos como diuréticos de Ansa.

Estes medicamentos ajudam os rins a eliminar a água em excesso do organismo.


Furosemida é utilizada no tratamento de:
edemas (inchaços causados pela retenção de líquidos) associados a doenças do coração, fígado ou rins (incluindo síndrome nefrótico, neste caso o tratamento da doença base tem prioridade)
hipertensão arterial (tensão arterial elevada).
Tipo
pequena molécula
História
Sem informação.
Indicações
Tratamento de edemas de origem cardíaca.


Tratamento de edemas de origem hepática.


Tratamento de edemas de origem renal (em caso de síndrome nefrótico, é essencial o tratamento da situação clínica de base).

Hipertensão arterial.
Classificação CFT
03.04.01.02     Diuréticos da ansa
Mecanismo De Ação
Furosemida é um diurético de ansa potente e de início de ação relativamente rápido cujo princípio ativo é a furosemida.

Do ponto de vista farmacológico a furosemida inibe o sistema de cotransporte (reabsorção) dos eletrólitos Na+, K+ e 2 Cl-, localizado ao nível da membrana da célula luminal do ramo ascendente da ansa de Henle: consequentemente, a eficácia da ação salurética da furosemida, depende do facto de o medicamento alcançar o lúmen tubular através de um mecanismo de transporte aniónico.


A ação diurética resulta da inibição da reabsorção de cloreto de sódio neste segmento da ansa de Henle.

Como resultado, a fração de sódio excretado poderá ascender a 35% da filtração glomerular de sódio.

Os efeitos secundários da excreção aumentada de sódio são aumento da excreção urinária e aumento da secreção distal de potássio ao nível do túbulo distal.

A excreção de iões de cálcio e de magnésio também se encontra aumentada.


A furosemida interrompe o mecanismo de feedback tubulo-glomerular na mácula densa, resultando na não atenuação da atividade salurética.

A furosemida provoca estimulação dose-dependente do sistema renina-angiotensina-aldosterona.


Em caso de insuficiência cardíaca, a furosemida provoca uma redução aguda na pré-carga cardíaca (através do aumento da capacitância dos vasos sanguíneos).

Este efeito vascular precoce parece ser mediado pelas prostaglandinas e pressupõe uma função renal adequada com a ativação do sistema renina-angiotensina e uma síntese de prostaglandinas intacta.

Para além de que, dado o seu efeito natriurético, a furosemida diminui a reatividade vascular às catecolaminas, a qual se encontra aumentada nos doentes hipertensos.


A eficácia antihipertensora da furosemida é atribuível ao aumento da excreção de sódio, redução do volume sanguíneo e da resposta do músculo liso vascular ao estímulo vasoconstritor.
Posologia Orientativa
Nos adultos, a dose diária máxima de furosemida recomendada, tanto para a administração por via oral como para a administração por via intravenosa é de 1500 mg.

Nas crianças, a dose recomendada de furosemida para administração oral é de 2 mg/kg de peso corporal até uma dose diária máxima de 40 mg.
A dose recomendada de furosemida para administração parentérica é de 1 mg/kg de peso corporal até uma dose diária máxima de 20 mg.


Edemas de origem cardíaca
A dose oral inicial recomendada é de 20 mg a 80 mg diariamente.

Edemas de origem renal
A dose oral inicial recomendada é de 40 mg a 80 mg por dia.
Em doentes dialisados, a dose oral usual de manutenção é de 250 mg a 1500 mg diários.

Manutenção da excreção de fluido no caso de insuficiência renal aguda
A dose inicial recomendada é de 40 mg administrada na forma de injeção intravenosa.

Edemas associados à síndrome nefrótica
A dose inicial recomendada é de 40 mg a 80 mg administrados diariamente.

Edemas de origem hepática
A dose oral inicial recomendada é de 20 mg a 80 mg diários.
No caso de o tratamento intravenoso ser absolutamente necessário, a dose unitária inicial é de 20 mg a 40 mg.

Hipertensão arterial
A furosemida pode ser utilizada em monoterapia ou em conjunto com outros agentes anti-hipertensores.
A dose de manutenção habitual é de 20 mg a 40 mg diários.
Em caso de hipertensão associada a insuficiência renal crónica, poderá ser necessária uma dose superior.

Crises hipertensivas
A dose inicial recomendada é de 20 mg a 40 mg administrada em injeção por bólus
intravenoso.

Apoio à diurese forçada no caso de intoxicações
A dose inicial recomendada é de 20 mg a 40 mg administrados por via intravenosa.

Tratamento de edemas associados à insuficiência cardíaca congestiva aguda
A dose inicial recomendada é de 20 a 40 mg administrados por bólus intravenoso.

Tratamento de edemas associados a insuficiência renal crónica
No caso de tratamento intravenoso, a dose de furosemida pode ser determinada começando com uma perfusão intravenosa contínua de 0,1 mg por minuto, aumentando depois gradualmente a taxa a cada meia hora de acordo com a resposta.
Administração
A furosemida é administrada por via intravenosa apenas quando a administração oral não é exequível, ou não é eficaz (por ex., no caso de comprometimento da absorção intestinal) ou no caso de ser necessário um efeito rápido.

Se for utilizada a terapia por via intravenosa, recomenda-se a transferência para a terapia por via oral logo que tal seja possível.



Os comprimidos devem ser engolidos inteiros com líquido e com o estômago vazio.
Contraindicações
Hipersensibilidade à Furosemida.


Os doentes que sejam alérgicos às sulfonamidas (por ex., antibióticos sulfonamídicos ou sulfonilureias) podem apresentar sensibilidade cruzada à furosemida.


Doentes em hipovolemia com ou sem hipotensão ou desidratação.


Insuficiência renal com anúria que não responde à furosemida.


Doentes com hipocaliemia grave.


Doentes com hiponatrémia grave.


Doentes em coma hepático e pré-coma associado a encefalopatia hepática.


Em mulheres a amamentar.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Em situações graves este medicamento pode provocar:
- reações alérgicas graves (caracterizadas por erupções cutâneas, comichão, inchaço da face, olhos, lábios, boca, língua, garganta que pode resultar em dificuldades em respirar e engolir)

- choque anafilático (caracterizado por dificuldades respiratórias, pele fria e muito vermelha ou pele pálida e batimentos muito rápidos do coração)

- inflamação dos rins (caracterizada por alterações na frequência urinária, aparecimento de sangue na urina, febre, sonolência ou inchaço nos tornozelos)

- inflamação dos vasos sanguíneos (caracterizada por erupções cutâneas, febre, dor nos músculos ou articulações)

- formação de coágulos sanguíneos (caracterizados por dor, inchaço ou fraqueza nas pernas)

- eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, PGEA
(Pustulose Generalizada Exantemática Aguda), DRESS (rash medicamentoso associado a eosinofilia e sintomas sistémicos) e dermatite exfoliativa e bulhosa (lesões graves na pele e mucosas (boca, vagina e pénis) caracterizadas pelo aparecimento de bolhas, erupções, vermelhidão, comichão, descamação e úlceras na pele e em casos mais graves pelo descolamento das camadas superiores da pele.

Estes sinais são muitas vezes acompanhados por febre, mal-estar, dor e fraqueza muscular, dor nas articulações e vómitos).


Se tal ocorrer PARE de tomar este medicamento e dirija-se às urgências do hospital mais próximo.


Efeitos secundários muito frequentes (podem ocorrer em mais do que 1 em cada 10
pessoas):
- alteração dos níveis de sais (por ex.

sódio, potássio, cálcio) no sangue
- desidratação e diminuição do volume de sangue, principalmente em doentes idosos
- aumento dos níveis de creatinina ou de triglicéridos no sangue.


Efeitos secundários frequentes (podem ocorrer até 1 em cada 10 pessoas):
- aumento da concentração dos elementos sanguíneos
- diminuição dos níveis de sódio, cloro ou potássio no sangue
- aumento dos níveis de colesterol
- aumento do ácido úrico no sangue, gota
- aumento do volume de urina
- encefalopatia hepática, em doentes com insuficiência hepatocelular.


Efeitos secundários pouco frequentes (podem ocorrer até 1 em cada 100 pessoas):
- diminuição do número de plaquetas
- alteração da tolerância à glucose, diabetes
- alterações da audição
- náuseas
- reações de sensibilidade à luz
- comichão, urticária e púrpura (manchas vermelhas ou roxas na pele).


Efeitos secundários raros (podem ocorrer até 1 em cada 1 000 pessoas):
- diminuição do número de glóbulos brancos (leucócitos e eosinófilos)
- sensação de formigueiro ou dormência
- nefrite tubulointersticial
- vasculite
- vómitos
- diarreia
- febre.


Efeitos secundários muito raros (podem ocorrer até 1 em cada 10 000 pessoas):
- diminuição do número de glóbulos brancos (granulócitos)
- diminuição do número de glóbulos vermelhos (anemia aplástica ou anemia hemolítica)
- zumbidos
- inflamação do pâncreas
- diminuição do fluxo de bílis (colestase)
- aumento das enzimas hepáticas.


Efeitos secundários desconhecidos (a frequência não pode ser calculada a partir dos
dados disponíveis):
- trombose
- diminuição dos níveis de cálcio e magnésio no sangue
- aumento dos níveis de ureia no sangue
- alteração do equ
ilíbrio ácido-base do sangue (alcalose metabólica)
- aumento dos níveis de sódio ou cloro na urina
- retenção urina (em doentes com obstrução parcial do débito urinário)
- insuficiência renal
- formação de pedras nos rins, em bebés prematuros
- síndrome de Bartter
- aumento do risco de persistência de ducto arterioso patente, em bebés prematuros tratados com furosemida nas primeiras semanas de vida.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Ver Diuréticos. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Aleitamento
Aleitamento:Presente no leite em quantidades muito pequenas para ser perigoso.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Ver Diuréticos da ansa (3.4.1.2).
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Podem ser necessárias doses mais elevadas na IR moderada a grave (surdez poderá surgir após administração IV rápida).
Conducao
Conducao:Risco de hipotensão; pode alterar a capacidade de condução.
Dopping
Dopping:Dopping: Diuréticos e Agentes Mascarantes. Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Precauções Gerais
O débito urinário deverá ser assegurado.

No caso de doentes com obstrução parcial do
fluxo urinário (por exemplo doentes com alterações do esvaziamento da bexiga, hiperplasia prostática ou estreitamento da uretra), o aumento da produção de urina poderá provocar ou agravar as queixas.

Consequentemente, estes doentes necessitam de uma monitorização cuidadosa - especialmente durante as fases iniciais do tratamento.


O tratamento com furosemida necessita de supervisão médica regular, sendo necessária uma monitorização particularmente cuidadosa no caso de:
doentes hipotensos
doentes que estejam numa situação de risco particular de ocorrência de uma diminuição pronunciada da pressão sanguínea, por exemplo doentes com estenoses significativas das artérias coronárias ou dos vasos sanguíneos que irrigam o cérebro.

doentes com diabetes mellitus manifesta ou latente doentes com gota
doentes com síndrome hepatorrenal, i.e.

com insuficiência renal funcional associada a doença hepática grave
doentes com hipoproteinemia, associada por exemplo à síndrome nefrótica (o efeito da furosemida poderá ser enfraquecido e a sua ototoxicidade potenciada).

É necessária uma titulação cuidadosa da dose
em prematuros (possível desenvolvimento de nefrocalcinose/nefrolitíase; a função renal tem de ser monitorizada e terá de se proceder a uma ultrassonografia renal).


Na generalidade dos doentes é recomendável efetuar uma monitorização regular do sódio e potássio séricos, bem como da creatinina durante a terapia com furosemida; é necessário efetuar uma monitorização particularmente atenta em doentes com um risco elevado de desenvolver desequilíbrio eletrolítico, ou em casos de perda adicional de líquidos significativa (por exemplo devido a vómitos, diarreia ou sudação intensa).

A hipovolémia ou desidratação, bem como quaisquer alterações eletrolítica e ácido-base significativas terão de ser corrigidas.

Para tal poderá ser necessário descontinuar o tratamento com furosemida.


Utilização concomitante com risperidona
Em ensaios clínicos com risperidona controlados com placebo efetuados em doentes idosos que sofriam de demência, observou-se uma incidência superior de mortalidade nos doentes tratados concomitantemente com furosemida e risperidona (7,3%; mediana das idades: 89 anos, intervalo de idades: 75-97 anos) comparativamente com os doentes tratados com risperidona em monoterapia (3,1%; mediana de idades: 84 anos, intervalo
de idades: 70-96 anos) ou com furosemida em monoterapia (4,1%; mediana de idades: 80 anos, intervalo de idades: 67-90 anos).

A utilização concomitante de risperidona com
outros diuréticos (maioritariamente diuréticos tiazídicos utilizados em doses baixas) não foi associada a ocorrências similares.


Não foi identificado qualquer mecanismo fisiopatológico para explicar esta ocorrência, não tendo sido também observado um padrão consistente para a causa de morte.

No entanto, antes de tomar a decisão de utilizar este medicamento, deve ter-se precaução, levando em consideração os riscos e benefícios desta associação ou tratamento concomitante com outros diuréticos potentes.

Não se verificou um aumento da incidência de mortalidade entre os doentes a tomar outros diuréticos concomitantemente com a risperidona.


Independentemente do tratamento, a desidratação foi um fator de risco global para a mortalidade, devendo por isso ser evitada em doentes com demência (ver secção 4.3).
Cuidados com a Dieta
É recomendável que as formulações orais sejam tomadas com o estômago vazio.


Não tome este medicamento com alimentos.
Terapêutica Interrompida
Não tome uma dose a dobrar para compensar a dose que se esqueceu de tomar.


Se se esqueceu de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar e depois continue a tomar o seu medicamento como habitualmente.

Se, no entanto, estiver quase na hora da próxima dose, não tome a dose esquecida e siga os horários normais a partir daí.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Comprimidos:
O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.

Cápsulas:
Conservar a temperatura inferior a 25 ºC.

Conservar ao abrigo da luz.

Solução injetável:
Conservar a temperatura inferior a 30ºC.

Conservar na embalagem de origem para proteger da luz.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginseng + Furosemida

Observações: Existe evidência limitada para quaisquer interações estabelecidas, com a maioria dos dados derivados de estudos de laboratório e em voluntários saudáveis. Existem poucos relatos de casos. No entanto, usar o ginseng com cautela com os seguintes medicamentos: medicamentos antidiabéticos/insulina, medicamentos antipsicóticos, cafeína e outros estimulantes, furosemida, imatinib, inibidores da monoaminoxidase e nifedipina. Relatos de interações com varfarina e antivirais revelaram-se conflitantes.
Interações: Indicações/Ações terapêuticas: estado de fadiga física e mental, adaptógeno. Padronização/Marcador: ginsenosídeos (dose diária: 5mg a 30 mg de ginsenosídeos totais [Rb1 , Rg1]).

Interações medicamentosas: Estudos em humanos sugerem que o ginseng poderá reduzir a ação anticoagulante da varfarina e aumentar o risco de sangramentos quando utilizado com ácido acetilsalicílico, heparina, clopidogrel além de antiinflamatórios não esteroidais como ibuprofeno e naproxeno. Estudos in vitro mostraram que muitos componentes do P. ginseng inibem a formação do Tromboxano A2 e, consequentemente, a agregação plaquetária.

Poderá diminuir os teores de açúcar no sangue e este efeito poderá ser intenso em diabéticos o que demanda maiores cuidados ao usuário de medicamento hipoglicemiante. O ginseng poderá desencadear efeitos estrogenicos e o seu uso tem sido associado a relatos de sensibilidade de mama, falha de períodos menstruais, sangramentos vaginais pós-menopausa, aumento de mama em homens, dificuldade em conseguir e manter a ereção ou aumento da libido.

O uso de ginseng com antidepressivos inibidores da monoaminoxidase poderá desencadear tremores, cefaléias e insónias. Baseado em relatos clínicos o ginseng poderá alterar pressão sanguínea ou a efetividade de medicamentos cardíacos, incluindo bloqueadores de canais de cálcio. Teoricamente, o ginseng poderá interferir no metabolismo de drogas que usam o sistema enzimático hepático P450 e a consequência será a elevação da concentração destas drogas no sangue podendo aumentar o efeito ou intensificar reações adversas sérias; poderá, também, aumentar o efeito estimulante de café, chás, chocolate, cafeína, entre outros. Acrescido a isto, baseado em relatos clínicos o uso de ginseng poderá aumentar ou diminuir a pressão sanguínea; neste aspeto, muita cautela deverá ser empregada na administração com plantas que ou aumentam ou diminuem a pressão sanguínea.

O efeito analgésico de opióides poderá ser inibido se o ginseng for utilizado. Uma interação positiva foi avaliada em voluntários sadios através da utilização de ginseng conjuntamente ao ginkgo, demonstrando ser mais efetiva no aumento da função cognitiva do que cada droga quando administrada individualmente.

O ginseng não é recomendado a mulheres grávidas ou em fase de amamentação; há relato de morte neonatal e o desenvolvimento de características masculinas em bebé do sexo feminino após a mãe ter utilizado ginseng durante a gravidez.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Procaterol + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Corticosteróides (ex,: betametasona, prednisolona e succinato sódico de hidrocortisona) e diuréticos (ex.: furosemida): O uso concomitante de Procaterol com corticosteróides ou diuréticos pode causar uma diminuição nos níveis séricos de potássio, resultando em arritmias. Se algum destes sintomas se observar, a dose deve ser reduzida ou o tratamento interrompido de imediato. Os corticosteróides e diuréticos aumentam a eliminação de potássio a partir dos túbulos renais, podendo resultar numa diminuição excessiva nos níveis séricos de potássio.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácidos biliares - resinas sequestradoras + Furosemida

Observações: As resinas podem ligar-se, no tubo digestivo, a fármacos administrados por via oral. Podem também ligar-se a fármacos que sofrem circulação entero-hepática, mesmo se estes fármacos forem administrados por via parentérica
Interações: Fármacos cuja absorção pode ser reduzida: - Furosemida

Tenoxicam + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Não se verificaram interações entre Tenoxicam e a furosemida, mas Tenoxicam atenua o efeito hipotensor da hidroclorotiazida.

Furosemida + Glicosídeos cardiotónicos (cardíacos)

Observações: N.D.
Interações: No tratamento simultâneo com glicosídos cardíacos deve ter-se em atenção que um défice de potássio aumenta a sensibilidade do miocárdio à digitalis.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Glucocorticoides

Observações: N.D.
Interações: Na associação com glucocorticóides deve considerar-se a hipopotassémia por estas substâncias e o seu agravamento quando do abuso de laxantes.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Antibióticos

Observações: N.D.
Interações: A furosemida pode intensificar o efeito nefrotóxico de certos antibióticos como a cefaloridina, as polimixinas e os aminoglicosídeos; por outro lado, pode ainda reforçar o efeito ototóxico destes últimos (da canamicina, gentamicina e tobramicina, por exemplo). Dadas as alterações da audição poderem ser irreversíveis, a combinação só deve usar-se no caso de indicação vital.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Cefaloridina

Observações: N.D.
Interações: A furosemida pode intensificar o efeito nefrotóxico de certos antibióticos como a cefaloridina, as polimixinas e os aminoglicosídeos; por outro lado, pode ainda reforçar o efeito ototóxico destes últimos (da canamicina, gentamicina e tobramicina, por exemplo). Dadas as alterações da audição poderem ser irreversíveis, a combinação só deve usar-se no caso de indicação vital.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Polimixinas (Antibióticos)

Observações: N.D.
Interações: A furosemida pode intensificar o efeito nefrotóxico de certos antibióticos como a cefaloridina, as polimixinas e os aminoglicosídeos; por outro lado, pode ainda reforçar o efeito ototóxico destes últimos (da canamicina, gentamicina e tobramicina, por exemplo). Dadas as alterações da audição poderem ser irreversíveis, a combinação só deve usar-se no caso de indicação vital.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Aminoglicosídeos

Observações: N.D.
Interações: A furosemida pode intensificar o efeito nefrotóxico de certos antibióticos como a cefaloridina, as polimixinas e os aminoglicosídeos; por outro lado, pode ainda reforçar o efeito ototóxico destes últimos (da canamicina, gentamicina e tobramicina, por exemplo). Dadas as alterações da audição poderem ser irreversíveis, a combinação só deve usar-se no caso de indicação vital.
 Sem significado Clínico

Captopril + Hidroclorotiazida + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: CAPTOPRIL: Diuréticos (tiazídicos ou diuréticos de ansa): O tratamento anterior com doses elevadas de diuréticos pode produzir a depleção de volume e um risco de hipotensão quando se inicia a terapêutica com captopril. Os efeitos hipotensores podem ser reduzidos pela interrupção do diurético, pelo aumento de volume ou ingestão de sal ou pelo início do tratamento com dose baixa de captopril. Contudo, não foram observadas interações medicamentosas clinicamente significativas nos estudos específicos com hidroclorotiazida ou furosemida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Canamicina

Observações: N.D.
Interações: A furosemida pode intensificar o efeito nefrotóxico de certos antibióticos como a cefaloridina, as polimixinas e os aminoglicosídeos; por outro lado, pode ainda reforçar o efeito ototóxico destes últimos (da canamicina, gentamicina e tobramicina, por exemplo). Dadas as alterações da audição poderem ser irreversíveis, a combinação só deve usar-se no caso de indicação vital.

Metoxsaleno + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Deve usar-se de particular cautela quando se tratam doentes que recebem terapêutica concomitante (seja tópica ou sistémica) com agentes fotossensibilizantes conhecidos. Estes agentes incluem fluoroquinolonas, furosemida, ácido nalidíxico, fenotiazinas, retinóides, sulfonamidas, sulfonilureias, tetraciclinas e tiazidas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Gentamicina

Observações: N.D.
Interações: A furosemida pode intensificar o efeito nefrotóxico de certos antibióticos como a cefaloridina, as polimixinas e os aminoglicosídeos; por outro lado, pode ainda reforçar o efeito ototóxico destes últimos (da canamicina, gentamicina e tobramicina, por exemplo). Dadas as alterações da audição poderem ser irreversíveis, a combinação só deve usar-se no caso de indicação vital.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Tobramicina

Observações: N.D.
Interações: A furosemida pode intensificar o efeito nefrotóxico de certos antibióticos como a cefaloridina, as polimixinas e os aminoglicosídeos; por outro lado, pode ainda reforçar o efeito ototóxico destes últimos (da canamicina, gentamicina e tobramicina, por exemplo). Dadas as alterações da audição poderem ser irreversíveis, a combinação só deve usar-se no caso de indicação vital.

Conivaptan + Furosemida

Observações: O Conivaptan é um substrato sensível do CYP3A. Conivaptan é um inibidor com base em mecanismo potente do CYP3A. O efeito de conivaptan na farmacocinética de substratos CYP3A co-administrada foi avaliada com a co-administração de conivaptan com midazolam, simvastatina, e amlodipina.
Interações: A farmacocinética do conivaptan oral (20-40 mg / dia) foram inalterada com a co-administração de captopril 25 mg ou de furosemida até 80 mg / dia.

Furosemida + Lítio

Observações: N.D.
Interações: A excreção do lítio é reduzida pela furosemida, levando a um aumento do efeito cardiotóxico e neurotóxico do lítio.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Antidiabéticos Orais

Observações: N.D.
Interações: A furosemida pode às vezes diminuir a acção de certos medicamentos como os antidiabéticos e as aminas vasopressoras ou intensificar a acção de outros como os miorrelaxantes do tipo curare, os salicilatos, o lítio e a teofilina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Vasopressores

Observações: N.D.
Interações: A furosemida pode às vezes diminuir a acção de certos medicamentos como os antidiabéticos e as aminas vasopressoras ou intensificar a acção de outros como os miorrelaxantes do tipo curare, os salicilatos, o lítio e a teofilina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Relaxantes musculares

Observações: N.D.
Interações: A furosemida pode às vezes diminuir a acção de certos medicamentos como os antidiabéticos e as aminas vasopressoras ou intensificar a acção de outros como os miorrelaxantes do tipo curare, os salicilatos, o lítio e a teofilina.

Proglumetacina + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: A administração simultânea de furosemida acelera a excreção da Proglumetacina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Salicilatos

Observações: N.D.
Interações: A furosemida pode às vezes diminuir a acção de certos medicamentos como os antidiabéticos e as aminas vasopressoras ou intensificar a acção de outros como os miorrelaxantes do tipo curare, os salicilatos, o lítio e a teofilina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Teofilina

Observações: N.D.
Interações: A furosemida pode às vezes diminuir a acção de certos medicamentos como os antidiabéticos e as aminas vasopressoras ou intensificar a acção de outros como os miorrelaxantes do tipo curare, os salicilatos, o lítio e a teofilina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Antihipertensores

Observações: N.D.
Interações: A acção de outros antihipertensores pode ser potenciada pela furosemida; a associação com inibidores da enzima de conversão da angiotensina pode, em particular, provocar hipotensão acentuada, pelo que, segundo os casos, se torna necessário diminuir a dose ou interromper a furosemida, ou iniciar a administração concomitante de um inibidor da ECA com doses reduzidas.

Furosemida + Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)

Observações: N.D.
Interações: A acção de outros antihipertensores pode ser potenciada pela furosemida; a associação com inibidores da enzima de conversão da angiotensina pode, em particular, provocar hipotensão acentuada, pelo que, segundo os casos, se torna necessário diminuir a dose ou interromper a furosemida, ou iniciar a administração concomitante de um inibidor da ECA com doses reduzidas.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)

Observações: N.D.
Interações: Os anti-inflamatórios não esteróides (por exemplo, a indometacina e o ácido acetilsalicílico) podem diminuir a acção da furosemida, com a consequente redução do seu efeito diurético, natriurético e anti-hipertensor, e provocar insuficiência renal em presença de hipovolémia.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Os anti-inflamatórios não esteróides (por exemplo, a indometacina e o ácido acetilsalicílico) podem diminuir a acção da furosemida, com a consequente redução do seu efeito diurético, natriurético e anti-hipertensor, e provocar insuficiência renal em presença de hipovolémia.

Aliscireno + Furosemida

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interações: A coadministração oral de aliscireno e furosemida não teve efeito na farmacocinética do aliscireno mas reduziu a exposição à furosemida em 20-30% (não foi investigado o efeito do aliscireno na furosemida administrada por via intramuscular ou via intravenosa). Após a coadministração de doses múltiplas de furosemida (60 mg/dia) com aliscireno (300 mg/dia) a doentes com insuficiência cardíaca, a excreção urinária de sódio e o volume de urina foram reduzidos durante as primeiras 4 horas em 31% e 24%, respetivamente, quando comparados a furosemida em monoterapia. O peso médio dos doentes tratados com furosemida e aliscireno 300 mg (84,4 kg) foi superior que o peso médio de doentes tratados apenas com furosemida (83,4 kg). Foram observadas alterações inferiores na farmacocinética e eficácia com aliscireno 150 mg/dia. Em doentes tratados com aliscireno e furosemida oral ou torasemida, é portanto recomendável que os efeitos da furosemida ou torasemida sejam monitorizados quando se inicia ou se ajusta a terapêutica com furosemida, torasemida ou aliscireno, para evitar possíveis alterações no volume de fluído extracelular e possíveis situações de sobrecarga de volume.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Indometacina

Observações: N.D.
Interações: Os anti-inflamatórios não esteróides (por exemplo, a indometacina e o ácido acetilsalicílico) podem diminuir a acção da furosemida, com a consequente redução do seu efeito diurético, natriurético e anti-hipertensor, e provocar insuficiência renal em presença de hipovolémia.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Sucralfato

Observações: N.D.
Interações: A administração simultânea de furosemida e sucralfato reduz a absorção da furosemida e enfraquece portanto o seu efeito.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Probenecida

Observações: N.D.
Interações: O probenecida, o metotrexato e outros medicamentos que, tal como a furosemida sofrem secreção tubular renal significativa podem reduzir o efeito da furosemida.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furosemida + Metotrexato

Observações: N.D.
Interações: O probenecida, o metotrexato e outros medicamentos que, tal como a furosemida sofrem secreção tubular renal significativa podem reduzir o efeito da furosemida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Neomicina + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: A Neomicina potencia a ototoxicidade de alguns fármacos, a exemplo de diuréticos da ansa (ácido etacrínico, furosemida, etc.), outros aminoglicosídeos, glicopeptídeos e cisplatina.

Teicoplanina + Furosemida

Observações: Não foram realizados estudos de interação específicos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: A teicoplanina deve ser utilizada com precaução quando conjugada ou quando utilizada sequencialmente com outros medicamentos conhecidos por terem potencial nefrotóxico ou ototóxico. Estes incluem aminoglicosídeos, colistina, anfotericina B, ciclosporina, cisplatina, furosemida e ácido etacrínico. No entanto, não há evidência de toxicidade sinérgica em combinações com a teicoplanina.

Cefazolina + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Agentes nefrotóxicos: Não pode ser excluído que a nefrotoxicidade de antibióticos (por ex. aminoglicosídeos, colistina e polimixina B), agentes de contraste iodados, organoplasticos, metotrexato usado em elevadas doses, alguns fármacos antivirais, pentamidina, ciclosporina, tacrólimus e diuréticos (por ex. Furosemida) é aumentada. Quando administrados com cefazolina, a função renal deve ser cuidadosamente monitorizada.

Amlodipina + Valsartan + Furosemida

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Amlodipina / Valsartan e outros medicamentos.
Interações: Interações associadas ao VALSARTAN: Outras: Em monoterapia com valsartan não se verificaram interações clinicamente significativas com as seguintes substâncias: cimetidina, varfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina, glibenclamida.

Estreptomicina + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Associação necessitando de precaução no emprego: Diuréticos da ansa (exº. furosemida): associação possível, mas observar o estado de hidratação e das funções renais e cocleovestibulares, porque uma insuficiência renal funcional ligada à desidratação causada pelos diuréticos poderá aumentar os riscos de nefro e ototoxicidades dos aminoglicosídeos.

Oxihidróxido sucroférrico + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Os estudos de interações medicamentosas foram realizados apenas em voluntários saudáveis. Estes foram conduzidos em indivíduos saudáveis do sexo masculino e feminino com losartan, furosemida, digoxina, varfarina e omeprazol. A administração concomitante deste medicamento não afetou a biodisponibilidade desses medicamentos, conforme os resultados da área sob a curva (AUC).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cefeminox + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de alguns diuréticos, como a Furosemida, pode aumentar o risco de perturbações renais. Sendo assim, quando se administrar Cefeminox juntamente com este tipo de fármacos, devem ser tomados cuidados especiais.

Estreptomicina + Neomicina + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Evitar a associação com diuréticos muito potentes, como a furosemida e o ácido etacrínico, uma vez que estes provocam o agravamento da neofrotoxicidade e ototoxicidade.

Aliscireno + Amlodipina + Furosemida

Observações: Não foram realizados estudos de interação de Aliscireno + Amlodipina com outros medicamentos. Apresenta-se a informação conhecida sobre interações com outros medicamentos para as substâncias ativas individualmente. A administração conjunta de aliscireno e amlodipina não provoca alterações significativas na exposição farmacocinética no estado estacionário (AUC) e na concentração máxima (Cmax) de ambos os componentes em voluntários saudáveis.
Interações: A coadministração oral de aliscireno e furosemida não teve efeito na farmacocinética do aliscireno mas reduziu a exposição à furosemida em 20-30% (não foi investigado o efeito do aliscireno na furosemida administrada por via intramuscular ou via intravenosa). Após a coadministração de doses múltiplas de furosemida (60 mg/dia) com aliscireno (300 mg/dia) a doentes com insuficiência cardíaca, a excreção urinária de sódio e o volume de urina foram reduzidos durante as primeiras 4 horas em 31% e 24%, respetivamente, quando comparados a furosemida em monoterapia. O peso médio dos doentes tratados com furosemida e aliscireno 300 mg (84,6 kg) foi superior que o peso médio de doentes tratados apenas com furosemida (83,4 kg). Foram observadas alterações inferiores na farmacocinética e eficácia com aliscireno 150 mg/dia. Os dados clínicos disponíveis não indicam que tenham sido utilizadas doses mais elevadas de torasemida após a coadministração com aliscireno. Em doentes tratados com aliscireno e furosemida oral ou torasemida, é portanto recomendável que os efeitos da furosemida ou torasemida sejam monitorizados quando se inicia ou se ajusta a terapêutica com furosemida, torasemida ou aliscireno, para evitar possíveis alterações no volume de fluído extracelular e possíveis situações de sobrecarga de volume.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Levotiroxina sódica + Furosemida

Observações: n.d.
Interações: Salicilatos, dicoumarol, furosemida, clofibrato, fenitoína: A levotiroxina pode ser deslocada da ligação a proteínas plasmáticas por salicilatos, dicoumarol, doses elevadas (250 mg) de furosemida, clofibrato, fenitoína e outras substâncias. Isto leva a um aumento no nível plasmático de tiroxina livre (fT4 ).

Nebivolol + Furosemida

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: A coadministração de álcool, furosemida ou hidroclorotiazida não afectou a farmacocinética do nebivolol.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) + Furosemida

Observações: A inibição das prostaglandinas pode conduzir à redução da excreção renal de sódio, diminuição da resistência aos estímulos hipertensivos e redução da excreção renal de lítio. A maior parte dos AINEs inibe a função plaquetar, pode aumentar a probabilidade de hemorragia produzida por outros fármacos que impedem a hemostase. A maior parte dos AINEs liga-se às proteínas plasmáticas.
Interações: Furosemida: diminuição da resposta diurética natriurética e anti-hipertensora à furosemida - Furosemida
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cloreto de mivacúrio + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Tal como todos os outros bloqueadores neuromusculares não-despolarizantes, a extensão e/ou duração de um bloqueio neuromuscular não-despolarizante pode ser aumentada e as necessidades de perfusão podem ser reduzidas por interação com: Diuréticos: furosemida e possivelmente tiazidas, manitol e acetazolamida

Encorafenib + Furosemida

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de encorafenib noutros medicamentos Substratos do transportador Encorafenib inibe potencialmente uma série de transportadores. Os agentes que são substratos dos transportadores renais OAT1, OAT3, OCT2 (como furosemida, penicilina) ou agentes que são substratos dos transportadores hepáticos OATP1B1, OATP1B3, OCT1 (como atorvastatina, bosentano) ou substratos do BCRP (como metotrexato, rosuvastatina) ou substratos da gp-P (por ex. posaconazol) poderão ter uma exposição aumentada e deverão ser, consequentemente, administrados concomitantemente com precaução.

Doxazosina + Furosemida

Observações: Não foram realizados estudos com formulações de doxazosina de libertação prolongada. A maior parte da doxazosina plasmática (98%) está ligada às proteínas.
Interações: A doxazosina tem sido administrada na prática clínica sem qualquer interação medicamentosa adversa com as tiazidas, a furosemida, os bloqueadores beta, os anti-inflamatórios não esteroides, os antibióticos, os hipoglicemiantes orais, os agentes uricosúricos ou os anticoagulantes. No entanto, não foram apresentados estudos formais sobre estas interações medicamentosas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Teofilina + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Quando a teofilina é administrada simultaneamente potencia a ação e os efeitos dos seguintes medicamentos: - Diuréticos, ex. furosemida. Os efeitos de redução do potássio da teofilina e da furosemida são aditivos.

Sacubitril + Valsartan + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Interações que requerem precauções: Furosemida: A coadministração de furosemida e Sacubitril / Valsartan não teve efeito sobre a farmacocinética de Sacubitril / Valsartan mas reduziu a Cmax e AUC de furosemida em 50% e 28%, respetivamente. Embora não houvesse nenhuma mudança relevante no volume de urina, a excreção urinária de sódio foi reduzida às 4 horas e 24 horas após a coadministração. A dose média diária de furosemida não variou a partir dos valores iniciais até ao final do estudo PARADIGM-HF em doentes tratados com Sacubitril / Valsartan.

Tafamidis + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Num ensaio clínico em voluntários saudáveis, tafamidis não induziu ou inibiu a enzima CYP3A4 do citocromo P450. Os dados in vitro também indicaram que o tafamidis não inibe significativamente as enzimas CYP1A2, CYP3A4, CYP3A5, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e CYP2D6 do citocromo P450. Estudos in vitro com tafamidis sugerem que é improvável que o mesmo cause interações medicamentosas em concentrações clinicamente relevantes com substratos da UDP - glucuronosiltransferase (UGT ), transportadores da P - gp ou transportadores de polipeptídeos de transporte de aniões orgânicos ( OATP1B1 e 1 B3). No entanto, tafamidis in vitro inibe o transportador de efluxo BCRP (proteína resistente ao cancro da mama) com um a IC50=1, 16 μM e pode causar interações fármaco - fármaco em concentrações clinicamente relevantes com substratos deste transportador (p.ex. metotrexato, rosuvastatina e imatinib). Da mesma forma, tafamidis inibe os transportadores de captação OAT1 e OAT3 (transportadores de aniões orgânicos) com um a IC50=2, 9 μM e IC50=2, 36 μM, respetivamente, e pode causar interações fármaco - fármaco em concentrações clinicamente relevantes com substratos destes transportadores ( p.ex., medicamentos anti-inflamatórios não esteroides, bumetanida, furosemida, lamivudina, metotrexato, oseltamivir, tenofovir, ganciclovir, adefovir, cidofovir, zidovudina, zalcitabina ). Não foram realizados estudos de interação para avaliar o efeito de outros medicamentos no tafamidis.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vancomicina + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Diuréticos: Diuréticos tais como ácido etacrínico e furosemida podem agravar a ototoxicidade.

Cefodizima sódica + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Em doentes tratados com diuréticos potentes, como a furosemida, tratamentos com doses elevadas de Cefodizima sódica podem levar a perturbação da função renal: este facto é improvável com as doses recomendadas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ofloxacina + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Probenecide, cimetidina, furosemida, ou metotrexato: Particularmente em casos de terapêutica com doses elevadas, deve tomar-se em consideração uma perturbação mútua da excreção e um aumento dos níveis séricos quando as quinolonas são administradas concomitantemente com outros medicamentos que sofrem também secreção tubular (tais como probenecide, cimetidina, furosemida ou metotrexato).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Aztreonam + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de probenecide ou furosemida com aztreonam provoca aumentos clinicamente insignificantes nos níveis séricos de aztreonam.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cianocobalamina + Piridoxina + Tiamina + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Devido à reduzida reabsorção tubular na terapêutica de longa duração, a eliminação da tiamina pode estar acelerada e, consequentemente, os níveis sanguíneos de tiamina podem estar reduzidos.

Dasabuvir + Furosemida

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Dasabuvir deve ser sempre administrado em conjunto com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Quando coadministrados, exercem efeitos recíprocos um sobre o outro. Por conseguinte, o perfil de interação dos compostos tem de ser considerado como uma associação.
Interações: Interações entre Dasabuvir com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e outros medicamentos: DIURÉTICOS: Furosemida 20 mg dose única: Administrado com: Dasabuvir+ombitasvir/paritaprevir/ritonavir Mecanismo: Possivelmente devido à inibição de UGT1A1 pelo paritaprevir, ombitasvir e dasabuvir. Monitorizar os doentes relativamente a efeitos clínicos; pode ser considerada uma redução da dose de furosemida até 50%. Não é necessário ajuste da dose para Dasabuvir + ombitasvir/paritaprevir/ritonavir.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Besilato de atracúrio + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Do mesmo modo que outros agentes de bloqueio neuromuscular não despolarizantes, a magnitude e/ou duração do bloqueio neuromuscular despolarizante do Besilato de Atracúrio pode aumentar como resultado da interacção com: Diuréticos: Furosemida e possivelmente manitol, diuréticos tiazídicos e acetazolamida.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pirbuterol + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Diuréticos (por exemplo, furosemida, hidroclorotiazida) porque o risco de níveis baixos de potássio no sangue pode ser aumentado.

Solifenacina + Tansulosina + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: TANSULOSINA: A coadministração com furosemida resulta numa diminuição dos níveis plasmáticos de tansulosina, mas como os níveis plasmáticos se mantêm dentro do intervalo normal, o uso concomitante é aceitável. Estudos in vitro com a tansulosina demonstraram que, em concentrações terapêuticas, a tansulosina não inibe CYP1A2, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A4. Assim, é improvável a ocorrência de interações da tansulosina com fármacos metabolizados por estas enzimas CYP.

Aliscireno + Amlodipina + Hidroclorotiazida + Furosemida

Observações: A análise farmacocinética populacional de doentes com hipertensão não revelou quaisquer alterações clinicamente relevantes durante a exposição no estado de equilíbrio (AUC) e Cmax de aliscireno, amlodipina e hidroclorotiazida comparativamente com as terapêuticas duplas correspondentes.
Interações: Precaução necessária com uso concomitante: Furosemida e torasemida: A coadministração oral de aliscireno e furosemida não teve efeito na farmacocinética do aliscireno mas reduziu a exposição à furosemida em 20-30% (não foi investigado o efeito do aliscireno na furosemida administrada por via intramuscular ou via intravenosa). Após a coadministração de doses múltiplas de furosemida (60 mg/dia) com aliscireno (300 mg/dia) a doentes com insuficiência cardíaca, a excreção urinária de sódio e o volume de urina foram reduzidos durante as primeiras 4 horas em 31% e 24%, respetivamente, quando comparados a furosemida em monoterapia. O peso médio dos doentes tratados com furosemida e aliscireno 300 mg (84,6 kg) foi superior que o peso médio de doentes tratados apenas com furosemida (83,4 kg). Foram observadas alterações inferiores na farmacocinética e eficácia com aliscireno 150 mg/dia. Os dados clínicos disponíveis não indicam que tenham sido utilizadas doses mais elevadas de torasemida após a coadministração com aliscireno. A excreção renal de torasemida é conhecida por ser mediada por transportadores de aniões orgânicos (TAO). Aliscireno é excretado minimamente por via renal, e apenas 0,6% da dose de aliscireno é recuperada na urina após administração oral. No entanto, uma vez que foi demonstrado que aliscireno é um substrato para o polipéptido transportador de aniões orgânicos 1A2 (PTAO1A2) (ver interação com inibidores do polipéptido transportador de aniões orgânicos (PTAO)), existe um potencial para aliscireno reduzir a exposição plasmática de torasemida por uma interferência com o processo de absorção. Em doentes tratados com aliscireno e furosemida oral ou torasemida, é portanto recomendável que os efeitos da furosemida ou torasemida sejam monitorizados quando se inicia ou se ajusta a terapêutica com furosemida, torasemida ou aliscireno, para evitar possíveis alterações no volume de fluído extracelular e possíveis situações de sobrecarga de volume.

Ceftazidima + Avibactam + Furosemida

Observações: N.d.
Interações: O tratamento concomitante com doses elevadas de cefalosporinas e medicamentos nefrotóxicos como os aminoglicosídeos ou diuréticos potentes (p.ex. furosemida) pode afetar de forma adversa a função renal.

Nimesulida + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Em indivíduos saudáveis, a nimesulida diminui temporariamente o efeito da furosemida na excreção do sódio e, em menor grau, na excreção do potássio, e reduz a resposta diurética. A coadministração de nimesulida e furosemida resulta numa diminuição (de cerca de 20%) da AUC e da excreção cumulativa da furosemida, sem afetar a sua depuração renal. O uso concomitante de furosemida e Nimesulida requer precaução em doentes com comprometimento renal ou cardíaco.

Torasemida + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos sobre a torasemida: Salicilatos: Dado que a torasemida e os salicilatos competem pela secreção nos túbulos renais, os doentes tratados com altas doses de salicilatos podem manifestar a sua toxicidade quando a torasemida é administrada concomitantemente. Além disso, e mesmo quando as possíveis interações da torasemida com fármacos antiinflamatórios não esteróides (incluindo Ácido Acetilsalicílico) não foram estudadas, a coadministração desses agentes com outro diurético da ansa de Henle (furosemida) tem sido por vezes associada com disfunção renal.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tansulosina + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de cimetidina aumenta, e a de furosemida diminui as concentrações plasmáticas da tansulosina, mas uma vez que a concentração de tansulosina permanece dentro do intervalo normal, não é necessário alterar a posologia.

Netilmicina + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante da netilmicina com diuréticos potentes, como o ácido etacrinico ou furosemida, deve ser evitado, dado que estes diuréticos podem, por si próprios, causar otoxicidade. Além disso, quando administrados intravenosamente, os diuréticos podem acentuar a toxicidade dos aminoglicosídeos ao alterarem a concentração do antibiótico no soro e tecidos.
 Sem significado Clínico

Ceftolozano + Tazobactam + Furosemida

Observações: Os estudos in vitro demonstraram que o ceftolozano, o tazobactam e o metabolito M1 de tazobactam não inibiram a CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 ou CYP3A4, e não induziram as CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 em concentrações plasmáticas terapêuticas. Em concentrações plasmáticas terapêuticas in vitro, o ceftolozano e o tazobactam não foram substratos para a P-gp ou para a BCRP, e o tazobactam não foi um substrato para a OCT2. Os dados in vitro indicam que o ceftolozano não inibiu a P-gp, BCRP, OATP1B1, OATP1B3, OCT1, OCT2, MRP, BSEP, OAT1, OAT3, MATE1 ou MATE2-K em concentrações plasmáticas terapêuticas. Os dados in vitro indicam que nem o tazobactam nem o metabolito M1 do tazobactam inibiram a P-gp, os transportadores BCRP, OATP1B1, OATP1B3, OCT1, OCT2 ou BSEP em concentrações plasmáticas terapêuticas. Tazobactam é um substrato para OAT1 e OAT3. Tazobactam inibiu os transportadores OAT1 e OAT3 humanos in vitro, com valores de IC50 de 118 e 147 mcg/ml, respetivamente.
Interações: Num estudo clínico, a administração concomitante de ceftolozano/tazobactam com furosemida, um substrato para a OAT1 e OAT3, não aumentou significativamente as exposições plasmáticas à furosemida (razões das médias geométricas de 0,83 e 0,87 para Cmax e AUC, respetivamente).

Gentamicina + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Devido ao aumento do risco de aparecimento de efeitos indesejáveis, é necessário uma monitorização cuidadosa dos doentes tratados concorrentemente ou sequencialmente com fármacos potencialmente nefrotóxicos ou ototóxicos como por exemplo: Anfotericina B, colistina, ciclosporina, cisplatina, vancomicina, estreptomicina, viomicina, aminoglicosídeos, algumas cefalosporinas e diuréticos da ansa tais como o ácido etacrínico e furosemida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Besilato de cisatracúrio + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Efeito aumentado: Por anestésicos, tais como enflurano, isoflurano, halotano e cetamina, por outros bloqueadores neuromusculares não despolarizantes ou por outros medicamentos como antibióticos (incluindo aminoglicosidos, polimixinas, espectinomicina, tetraciclinas, lincomicina e clindamicina), por antiarrítmicos (incluindo propranolol, bloqueadores do canal do cálcio, lignocaína, procainamida e quinidina), por diuréticos (incluindo furosemida e possivelmente tiazidas, manitol e acetazolamida), por sais de magnésio e lítio e por bloqueadores ganglionares (trimetafano, hexametónio).

Ceftriaxona + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Até ao presente, não se observou a diminuição da função renal pela administr ação simultânea de doses elevadas de Ceftriaxona e diuréticos muito potentes (ex. furosemida).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Doxilamina + Piridoxina + Furosemida

Observações: Não foram efetuados estudos de interação com Doxilamina + Piridoxina.
Interações: Conhecem-se interações entre os anti-histamínicos da classe da etanolamina e os seguintes medicamentos: - Medicamentos fotossensibilizantes: A utilização concomitante de anti-histamínicos e outros medicamentos fotossensibilizantes como a amiodarona, quinidina, imipramina, doxepina, amitriptilina, griseofulvina, clorfeniramina, piroxicam, furosemida, captopril, entre outros, pode causar efeitos fotossensibilizantes aditivos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Xipamida + Furosemida

Observações: n.d.
Interações: As seguintes associações podem causar interações: Diuréticos caliuréticos (ex: furosemida), glucocorticoides, ACTH, carbenoxolone, penicilina G, anfotericina B ou laxantes: A utilização concomitante de xipamida pode conduzir a um aumento da perda de potássio.

Tobramicina + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Alguns diuréticos podem potenciar a toxicidade dos aminoglicosidos, ao alterar as concentrações dos antibióticos no sangue e tecidos. Tobramicina não deve ser administrado concomitantemente com furosemida, ureia ou manitol.

Nebivolol + Hidroclorotiazida + Furosemida

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: NEBIVOLOL: A administração concomitante de álcool, furosemida ou hidroclorotiazida não afetou a farmacocinética do nebivolol.

Rosuvastatina + Valsartan + Furosemida

Observações: Não foram efetuados estudos de interação com Rosuvastatina / Valsartan e outros medicamentos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Precaução recomendada no uso concomitante: Nos estudos de interações medicamentosas com valsartan, não foram observadas quaisquer interações clinicamente significativas com valsartan ou com qualquer um dos fármacos seguintes: cimetidina, varfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina, glibenclamida.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fosfato de alumínio + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Possibilidade de atraso e/ou diminuição da absorção de substâncias como: furosemida, tetraciclinas, digoxina, isoniazida e anticolinérgicos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Benazepril + Hidroclorotiazida + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Diuréticos não poupadores de potássio (como a furosemida), glucocorticóides, ACTH, carbenoxolona, anfotericina B, penicilina G, salicilatos ou abuso de laxantes: Aumento das perdas de potássio e/ou de magnésio pela hidroclorotiazida.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Furosemida

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: Interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos DIURÉTICOS: Furosemida 20 mg dose única: Mecanismo: possivelmente devido à inibição de UGT1A1 Pelo paritaprevir, ombitasvir e dasabuvir. Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir + dasabuvir Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir sem dasabuvir: Não estudado. Efeito esperado semelhante ao observado com Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir + dasabuvir. Os doentes devem ser monitorizados relativamente a efeitos clínicos; pode ser considerada uma redução da dose de furosemida até 50% . Não é necessário ajuste da dose para Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir.

Patirómero + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de Patirómero não afetou, porém, a biodisponibilidade, conforme medida pela área sob a curva (AUC), de amlodipina, cinacalcet, clopidogrel, furosemida, lítio, metoprolol, trimetoprim, verapamilo e varfarina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Naproxeno + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: À semelhança do que acontece com outros AINE, o naproxeno pode inibir o efeito natriurético da furosemida.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Treprostinilo + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: A depuração plasmática do treprostinilo pode sofrer uma ligeira redução em doentes tratados com furosemida. Esta interação deve-se provavelmente a certas funções metabólicas comuns, compartilhadas por ambos os compostos (glucuroconjugação do grupo de carboxilatos).
 Sem significado Clínico

Carbonato de lantânio + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Num modelo de simulação do suco gástrico, o carbonato de lantânio hidratado não formou complexos insolúveis com a varfarina, digoxina, furosemida, fenitoína, metoprolol ou enalapril, o que sugere que o seu potencial para afetar a absorção destes fármacos é reduzido.

Indapamida + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Associações que não são recomendadas: Diuréticos: A co-administração de indapamida com diuréticos que podem causar hipocaliemia (bumetanida, furosemida, piretanida, tiazidas e xipamida) não é recomendada.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Fosfato tricálcico + Colecalciferol + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Alguns diuréticos (furosemida, ácido etacrínico), os antiácidos contendo sais de alumínio e as hormonas da tiroideia podem inibir a absorção do cálcio e aumentar a excreção fecal e renal.

Atalureno + Furosemida

Observações: Com base em estudos in vitro, o atalureno é um substrato da UGT1A9 e da proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP). Com base em estudos in vitro, o atalureno é um inibidor da UGT1A9, do transportador de aniões orgânicos 1 (OAT1), do transportador de aniões orgânicos 3 (OAT3) e do polipéptido transportador de aniões orgânicos 1B3 (OATP1B3). Com base nos estudos in vitro, não se prevê que o atalureno seja um inibidor do transporte mediado pela glicoproteína P nem do metabolismo mediado pelo citocromo P450. De forma semelhante, não se prevê que, in vivo, o atalureno seja um indutor das isoenzimas do citocromo P450. Medicamentos que afetam a glicoproteína-P transportadora In vitro, o atalureno não é um substrato da glicoproteína-P transportadora. É improvável que a farmacocinética do atalureno seja afetada por medicamentos que inibem a glicoproteína-P transportadora. Desconhece-se qual é o efeito da administração concomitante do atalureno com outros medicamentos nefrotóxicos. Em alguns destes casos, a desidratação pode ser um fator contribuinte. Os doentes devem manter uma hidratação adequada durante a toma do atalureno.
Interações: É necessário ter cuidado quando o atalureno for administrado de forma concomitante com medicamentos que são substratos da UGT1A9, OAT1, OAT3 ou OATP1B3 devido ao risco de aumento da concentração destes medicamentos (por exemplo, oseltamivir, aciclovir, ciprofloxacina, captopril, furosemida, bumetanida, valsartan, pravastatina, rosuvastatina, atorvastatina e pitavastatina).

Cetorolac + Furosemida

Observações: O cetorolac tem uma elevada ligação às proteínas plasmáticas humanas (média de 99,2%) e a ligação não depende da concentração. Não existe evidência em estudos humanos ou animais que cetorolac induza ou iniba as enzimas hepáticas capazes de o metabolizar a ele ou a outros fármacos. Como tal, não se espera que Cetorolac altere a farmacocinética de outros fármacos devido a mecanismos de indução ou inibição enzimática.
Interações: Cetorolac diminuiu em cerca de 20% a resposta diurética à furosemida em indivíduos saudáveis normovolémicos, pelo que se recomenda precaução especial nos doentes com descompensação cardíaca.

Valsartan + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Outros: Nos estudos de interações medicamentosas com valsartan, não foram observadas quaisquer interações clinicamente significativas com valsartan ou com qualquer um dos fármacos seguintes: cimetidina, varfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina, glibenclamida.

Risperidona + Furosemida

Observações: n.d.
Interações: Potencial para outros medicamentos afetarem Risperidona: Uso concomitante com Furosemida Nos estudos clínicos controlados com placebo, realizados em doentes idosos com demência, foi observada uma incidência superior da mortalidade em doentes tratados concomitantemente com furosemida e risperidona (7,3%; média de idades 89 anos, limites: 75-97), quando comparados com doentes tratados com risperidona em monoterapia (3,1%; média de idades 84 anos, limites: 70-96) ou apenas com furosemida (4,1%; média de idades 80 anos, limites: 67-90). O aumento da mortalidade em doentes tratados concomitantemente com furosemida e risperidona foi observado em dois dos quatro estudos clínicos. A utilização concomitante de risperidona e outros diuréticos (principalmente diuréticos tiazídicos, em baixas doses) não foi associada a efeitos semelhantes. Não foi identificado nenhum mecanismo fisiopatológico que explique estes acontecimentos nem foi observado qualquer padrão consistente de causa de morte. No entanto, devem ser tomadas precauções especiais e o risco/benefício desta combinação ou cotratamento com outros diuréticos potentes deve ser considerado antes de se decidir utilizá-la. Não houve aumento da incidência da mortalidade doentes tratados com outros diuréticos concomitantemente com risperidona. Independentemente da terapêutica, a desidratação foi um fator de risco para a mortalidade e deve ser cuidadosamente evitada, em doentes idosos com demência.
 Sem significado Clínico

Ciclossilicato de zircónio sódico + Furosemida

Observações: n.d.
Interações: Num estudo clínico de interação fármaco-fármaco realizado em indivíduos saudáveis com administração concomitante de amlodipina, clopidogrel, atorvastatina, furosemida, glipizida, varfarina, losartan ou levotiroxina não resultaram em interações fármaco-fármaco clinicamente significativas e não foram necessários ajustes de dose.

Aliscireno + Hidroclorotiazida + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Furosemida: Quando o aliscireno foi administrado com furosemida, a AUC e Cmax da furosemida foram reduzidas em 28% e 49%, respectivamente. É portanto recomendável que os efeitos sejam monitorizados quando se inicia ou se ajusta a terapêutica com furosemida, para evitar a possível subutilização em situações clínicas de sobrecarga de volume.

Ondansetrom + Furosemida

Observações: O ondansetrom é metabolizado por várias enzimas hepáticas do citocromo P-450: CYP3A4, CYP2D6 e CYP1A2. Devido à multiplicidade de enzimas metabólicas capazes de metabolizar o ondansetrom, a inibição enzimática ou a diminuição da actividade de uma enzima (ex., deficiência genética de CYP2D6) é normalmente compensada por outras enzimas e não deve produzir alterações significativas ou apenas uma alteração mínima da depuração total ou das necessidades posológicas de ondansetrom. A utilização de ondansetrom com medicamentos que prolongam o intervalo QT pode causar um prolongamento adicional de QT.
Interações: Não há evidência de que o ondansetrom induza ou iniba o metabolismo de outros medicamentos frequentemente co-administrados com ele. Estudos específicos demonstraram que não existem interações farmacocinéticas quando o ondansetrom é administrado com álcool, temazepam, furosemida, propofol, alfentanil ou tiopental.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tolazamida + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Os bloqueadores dos canais de cálcio (por exemplo, diltiazem), corticosteróides (por exemplo, prednisona), descongestionantes (por exemplo, pseudoefedrina), diazóxido, diuréticos (por exemplo, furosemida, hidroclorotiazida), estrogénios, contraceptivos hormonais (por exemplo, comprimidos anticoncepcionais), isoniazida, niacina, Fenotiazinas (por exemplo, prometazina), fenitoína, rifamicinas (por exemplo, rifampicina), simpaticomiméticos (por exemplo, albuterol, epinefrina, terbutalina) ou suplementos de tireóide (por exemplo, levotiroxina), porque podem diminuir a eficácia da tolazamida, resultando em níveis elevados de açúcar no sangue.

Amlodipina + Telmisartan + Furosemida

Observações: Os efeitos hipotensores da amlodipina são aditivos a efeitos de outros medicamentos com propriedades hipotensoras
Interações: Utilizações concomitantes que requerem precaução: O tratamento anterior com doses elevadas de diuréticos como a furosemida (diurético da ansa) e a hidroclorotiazida (diurético tiazídico) pode resultar em depleção do volume, e em risco de hipotensão quando iniciada a terapia com telmisartan.

Bisoprolol + Hidroclorotiazida + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Associações a UTILIZAR COM CUIDADO: Fármacos simpaticomiméticos que ativam os alfa- e beta-adrenorecetores (por exemplo: norepinefrina e epinefrina): A associação com o bisoprolol pode desmascarar os efeitos vasoconstritores destes medicamentos, mediados pelo alfa-adrenorecetor, conduzindo a um aumento da tensão arterial e a uma exacerbação da claudicação intermitente. Considera-se que estas interações acontecem mais frequentemente com os bloqueadores dos recetores adrenérgicos beta não seletivos. O efeito de agentes que diminuem o ácido pode ser atenuado pela administração concomitante com o Bisoprolol / Hidroclorotiazida. O uso simultâneo de Bisoprolol / Hidroclorotiazida com medicamentos depletores de potássio (por exemplo, corticosteroides, corticotrofina (ACTH), carbenoxolona, anfotericina B, furosemida ou laxantes) pode aumentar as perdas de potássio.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Paracetamol + Cafeína + Furosemida

Observações: Não existem interações de segurança relevantes entre o ácido acetilsalicílico e o paracetamol.
Interações: Ácido acetilsalicílico e Diuréticos de ansa (ex: furosemida): O ASA pode reduzir a sua actividade devido à competição e inibição das prostaglandinas urinárias. Os AINEs podem provocar insuficiência renal aguda, especialmente em doentes desidratados. Se um diurético for administrado simultaneamente ao ASA, é necessário assegurar uma hidratação adequada do doente e monitorizar a função renal e pressão arterial, particularmente no início do tratamento com o diuréitco.

Dutasterida + Tansulosina + Furosemida

Observações: Não foram realizados estudos de interação fármaco-fármaco com Dutasterida / Tansulosina.
Interações: TANSULOSINA: A administração concomitante do cloridrato de tansulosina com fármacos que possam reduzir a pressão arterial, incluindo anestésicos, inibidores PDE5 e outros bloqueadores adrenérgicos alfa-1, poderá levar à potenciação dos efeitos hipotensores. Dutasterida-tansulosina não deverá ser utilizada em associação com outros bloqueadores adrenérgicos alfa-1. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina e cetoconazol (um inibidor forte do CYP3A4) resultou num aumento da Cmáx e AUC do cloridrato de tansulosina num fator de 2,2 e 2,8 respetivamente. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina e paroxetina (um inibidor forte do CYP2D6) resultou num aumento da Cmáx e AUC do cloridrato de tansulosina num fator de 1,3 e 1,6 respetivamente. Quando administrado concomitantemente com um inibidor forte do CYP3A4, é esperado um aumento semelhante na exposição dos metabolizadores fracos do CYP2D6 quando comparados com os metabolisadores extensos. Os efeitos da administração concomitante de inibidores do CYP3A4 e CYP2D6 com cloridrato de tansulosina não foram avaliados clinicamente, contudo existe um potencial para aumento significativo da exposição à tansulosina. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina (0,4 mg) e cimetidina (400 mg de seis em seis horas durante seis dias) resultou na diminuição da depuração (26%) e no aumento na AUC (44%) do cloridrato de tansulosina. Deverá ser tida precaução na utilização de dutasterida-tansulosina em associação com cimetidina. Não foi realizado um estudo de interação de fármacos entre o cloridrato de tansulosina e a varfarina. Os resultados de estudos limitados in vitro e in vivo são inconclusivos. Deverá ser tida precaução na administração concomitante de varfarina e cloridrato de tansulosina. Não foram observadas interações quando o cloridrato de tansulosina foi administrado concomitantemente com atenolol, enalapril, nifedipina ou teofilina. A administração concomitante de furosemida origina a diminuição dos níveis plasmáticos da tansulosina, no entanto não são necessários ajustes posológicos uma vez que os níveis permanecem dentro do intervalo normal. In vitro, nem o diazepam ou propanolol, triclorometiazida, clormadinona, amitriptilina, diclofenac, glibenclamida e sinvastatina alteram a fração livre da tansulosina no plasma humano. A tansulosina também não altera as frações livres de diazepam, propanolol, triclormetiazida e clormadinona. Não foram observadas interações ao nível do metabolismo hepático durante os estudos in vitro com frações microssomais de fígado (representativas do sistema metabolizador enzimático de fármacos associado ao citocromo P450), envolvendo amitriptilina, salbutamol e glibenclamida. No entanto, o diclofenac pode aumentar a taxa de eliminação da tansulosina.

Amicacina + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Diuréticos potentes: evitar o uso simultâneo com diuréticos potentes (ácido etacrínico ou furosemida) por possível ototoxicidade. Os diuréticos quando são administrados por via intravenosa podem aumentar a toxicidade dos aminoglicosídeos ao alterarem as concentrações do antibiótico no sangue e tecidos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: A ocorrência de nefrotoxicidade causada pela cisplatina pode ser intensificada pelo tratamento concomitante com antihipertensores contendo furosemida, hidralazina, diazóxido e propranolol.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Azatioprina + Furosemida

Observações: Os doentes devem ser aconselhados no sentido de informar o seu anestesiologista do tratamento com Azatioprina antes de uma cirurgia.
Interações: Observou-se que furosemida reduziu o metabolismo de azatioprina pelo tecido hepático humano in vitro. Desconhece-se qual será a relevância clínica.

Valsartan + Hidroclorotiazida + Furosemida

Observações: n.d.
Interações: Interações relacionadas com VALSARTAN: Sem interações: Nos estudos de interações medicamentosas com valsartan, não foram observadas quaisquer interações clinicamente significativas com valsartan ou com qualquer um dos fármacos seguintes: cimetidina, varfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina, glibenclamida. Digoxina e indometacina podem interagir com a hidroclorotiazida.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Fármacos cuja eficácia é reduzida pela fenitoína incluem: corticosteróides, dicumarol, doxiciclina, contracetivos orais, quinidina, vitamina D, digoxina, rifampicina, estrogénios e furosemida.

Milrinona + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Quando se administra furosemida na mesma linha de perfusão da milrinona, forma-se um precipitado. Por isso, não se deve administrar furosemida ou bumetanida nas linhas de perfusão que contenham milrinona.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Durante a gravidez, Furosemida só deve ser utilizado quando absolutamente indicado do ponto de vista clínico.

O tratamento com Furosemida durante a gravidez requer a monitorização do crescimento fetal.

As mulheres não devem amamentar se estiverem a ser tratadas com furosemida.

Alguns efeitos adversos (por ex., uma diminuição pronunciada e indesejável da pressão sanguínea) poderão afetar a capacidade de concentração e de reação do doente e, consequentemente constituir um risco em situações em que estas capacidades se revestem de especial importância (por ex., quando conduzem um veículo ou utilizam maquinaria).

Dopping: Diuréticos e Agentes Mascarantes. Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017