Fluvastatina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
A Fluvastatina é um agente antilipémico, que inibe competitivamente a hidroximetilglutaril-coenzima A (HMG-CoA) redutase.

HMG-CoA redutase catalisa a conversão de HMG-CoA em ácido mevalónico, o passo limitante da velocidade na biossíntese do colesterol.

A Fluvastatina pertence a uma classe de medicamentos conhecidos como estatinas e é utilizada para reduzir os níveis de colesterol no plasma e prevenir doenças cardiovasculares.

Também é o primeiro inibidor de redutase inteiramente sintético da HMG-CoA redutase e é estruturalmente diferente dos derivados de fungos desta classe terapêutica.
Usos comuns
A Fluvastatina é utilizada em conjunto com uma dieta adequada para diminuir o colesterol alto e triglicéridos (gorduras) no sangue.

A Fluvastatina pode ajudar a evitar problemas médicos, tais como a aterosclerose (endurecimento das artérias), que são causadas por gorduras entupimento dos vasos sanguíneos.

Também pode ser usado para prevenir certos tipos de coração e vasos sanguíneos problemas em doentes com factores de risco para os problemas do coração.

A Fluvastatina pertence ao grupo de medicamentos chamados inibidores da HMG-CoA redutase ou estatinas. Funciona bloqueando uma enzima que é necessária para o corpo para fazer o colesterol, o que reduz a quantidade de colesterol no sangue.

A Fluvastatina está disponível apenas sob prescrição médica.
Tipo
pequena molécula
História
Sem informação.
Indicações
A Fluvastatina é usada no tratamento da hipercolesterolemia primária e da hiperlipidemia mista (Tipos IIa e IIb de Fredrickson) como adjuvante da dieta quando a resposta à dieta e a outros tratamentos não farmacológicos é inadequada.

A Fluvastatina também é indicada em doentes com doença cardíaca coronária para a prevenção secundária de eventos coronários (morte cardíaca, enfarte do miocárdio não fatal e revascularização coronária) após intervenção coronária percutânea.
Classificação CFT
03.07     Antidislipidémicos
Mecanismo De Ação
A Fluvastatina, inibe a enzima hepática hidroximetilglutaril-coenzima A (HMG-CoA) redutase, seletiva e competitivamente

HMG-CoA redutase é responsável pela conversão de HMG-CoA em mevalonato, o passo limitante da velocidade na biossíntese do colesterol.
Resulta na inibição nos níveis de colesterol hepático, que estimula a síntese de recetores de LDL e aumenta a absorção hepática de colesterol LDL.

O resultado final é uma diminuição dos níveis de plasma total e do colesterol LDL.
Posologia Orientativa
A dose inicial recomendada é de 20 mg a 40 mg uma vez por dia.

Dose diária máxima recomendada é de 80 mg uma vez por dia.
Administração
Pode administrar-se como uma dose única em qualquer altura do dia com ou sem alimentos e deve ser engolido inteiro com um copo de água.
Contraindicações
Hipersensibilidade à substância activa.

Doentes com doença hepática activa, ou aumentos inexplicados e persistentes das transaminases séricas.

Gravidez e aleitamento.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Obtenha ajuda médica de emergência se tiver algum destes sinais de reação alérgica: urticária, dificuldade em respirar, inchaço do rosto, lábios, língua ou garganta.
Pare de tomar a Fluvastatina e chame seu médico imediatamente se tiver algum destes efeitos secundários graves:
– dor muscular inexplicável, sensibilidade ou fraqueza;
– confusão, problemas de memória;
– febre, cansaço fora do comum, e urina de cor escura;
– dor ou ardor ao urinar;
– inchaço, ganho de peso, urinar menos que o habitual ou não o fazer;
– aumento da sede, aumento da micção, fome, boca seca, odor frutado, sonolência, pele seca, visão turva, perda de peso), ou
– náuseas, dor na parte superior do estômago, comichão, perda de apetite, urina escura, fezes cor de argila, icterícia (amarelecimento da pele ou olhos).
Efeitos secundários menos graves podem incluir:
– dor de cabeça;
– dor muscular leve;
– diarréia;
– náusea leve;
– dor de estômago ou indigestão;
– problemas de sono (insónia), ou
– sintomas de resfriado, como nariz entupido, espirros, dor de garganta.
Esta não é uma lista completa dos efeitos secundários e outros podem ocorrer.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Ver Estatinas; o uso de fluvastatina está contra-indicado durante a gravidez. Nocivo para o feto; o risco ultrapassa o benefício e, portanto, está contra-indicado na gravidez. Trimestre: 1º, 2º e 3º
Aleitamento
Aleitamento:Evitar.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Ver Estatinas.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Evitar na IR grave.
Conducao
Conducao:A Fluvastatina pode causar tonturas e sensação de cansaço que podem afetar a capacidade de condução.
Precauções Gerais
É muito importante que o seu Médico verifique o seu progresso em visitas regulares. Isso permitirá ao Médico para verificar se o medicamento está funcionando corretamente para reduzir níveis de colesterol e triglicéridos e para decidir se deve continuar a tomá-lo. Podem ser necessários exames de sangue para verificar se há efeitos indesejáveis.

O uso de Fluvastatina durante a gravidez pode prejudicar o feto. Utilize uma forma eficaz de controle de natalidade para não ficar grávida. Se acha que engravidadou durante o uso do medicamento, informe o seu Médico imediatamente.

Chame o seu Médico imediatamente se tem dor muscular inexplicável, sensibilidade ou fraqueza. Estes podem ser sintomas de problemas musculares graves, como a miopatia ou imunomediada miopatia necrotizante (IMNM).

Fale com o seu Médico imediatamente se tem urina de cor escura, diarréia, febre, cãibras ou espasmos musculares, dor muscular ou rigidez, ou se sentir muito cansado ou fraco. Estes podem ser sintomas de uma condição chamada rabdomiólise muscular, o que pode levar a problemas renais graves.

Fale com o seu Médico imediatamente se tem uma dor de cabeça, dor de estômago, vómitos, urina de cor escura, perda de apetite, perda de peso, sensação de cansaço ou fraqueza, fezes de cor clara, dor de estômago superior direito, olhos ou pele amarelados. Estes podem ser sintomas de lesão hepática.

Certifique-se de que qualquer Médico ou Dentista que o trate sabe que está a usar a Fluvastatina. Pode ter de parar a toma de Fluvastatina, se foi sujeito a uma grande cirurgia, um ferimento grave, ou desenvolver outros problemas de saúde graves.

Não tome outros medicamentos que não tenham sido discutidas com o seu Médico. Isso inclui a prescrição de medicamentos com ou sem receita (OTC), e fitoterapêuticos ou suplementos vitamínicos.
Cuidados com a Dieta
Deve evitar beber álcool quando estiver a efectuar tratamento com Fluvastatina.
Terapêutica Interrompida
Caso se tenha esquecido de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar, exceto se tiver quase na altura de tomar a sua dose seguinte. Em seguida proceda como habitualmente. Não tome nunca uma dose a dobrar.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Conservar a temperatura inferior a 30ºC.
Blisteres: Manter os blisteres na embalagem de cartão externa de modo a proteger da luz. Frasco de comprimidos: Manter o recipiente bem fechado de modo a proteger da humidade e da luz.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Sem significado Clínico

Fluvastatina + Alimentos/Bebidas (Soja, fitinas, fitatos, oxalatos, taninos, pectinas)

Observações: n.d
Interações: Interações com alimentos: As AUC e C máx médias foram aumentadas em 49% e 45% respectivamente e o tmáx foi prolongado quando a fluvastatina foi tomada com alimentos, em comparação com a toma em jejum. Contudo, não se prevêem diferenças clinicamente óbvias nos efeitos hipolipemiantes e na segurança quando a fluvastatina é tomada com ou sem alimentos

Saquinavir + Fluvastatina

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Medicamentos que são substrato da glicoproteína-P: Inibidores da HMG-CoA redutase: Pravastatina; Fluvastatina (saquinavir/ritonavir) A interação não foi estudada. O metabolismo da pravastatina e da fluvastatina não depende do CYP3A4. A interação através dos efeitos nas proteínas de transporte não pode ser excluída. Interação desconhecida. Se não existir tratamento alternativo disponível, utilizar com monitorização cuidada.

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Fluvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: INIBIDORES DA HMG CO-A REDUTASE Atorvastatina Fluvastatina Pitavastatina Pravastatina Rosuvastatina Tendo por base considerações teóricas, é expectável que DRV/COBI aumente as concentrações plasmáticas destes inibidores da HMGCo-A redutase. (inibição do CYP3A e/ou do transporte) A utilização concomitante de um inibidor da HMG-CoA redutasee este medicamento pode aumentar as concentrações plasmáticas do agente redutor de lípidos, o que pode conduzir a acontecimentos adversos, tais como miopatia. Quando se pretenda efetuar a administração concomitante do inibidor da HMG-CoA redutase e este medicamento, recomenda-se iniciar com a dose mais baixa e titular até ao efeito clínico desejado, efetuando simultaneamente a monitorização da segurança.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tedizolida + Fluvastatina

Observações: O potencial de interações serotoninérgicas não foi estudado nem em doentes nem em voluntários saudáveis.
Interações: Há um potencial para o fosfato de tedizolida inibir o transportador de aniões orgânicos (OATP1B1) com base nos dados in vitro. Desconhece-se a relevância in vivo. A inibição do OATP1B1 pode resultar num aumento da exposição a medicamentos, como as estatinas (atorvastatina, fluvastatina, pitavastatina e lovastatina), repaglinida, bosentano, valsartan, olmesartan e glibenclamida. Se possível, deve considerar-se a possibilidade de suspender o medicamento administrado concomitantemente durante os seis dias de tratamento com fosfato de tedizolida.

Ezetimiba + Fluvastatina

Observações: Só foram efetuados estudos de interação em adultos. Nos estudos pré-clínicos, demonstrou-se que a ezetimiba não induz as enzimas metabolizadoras de fármacos do citocromo P450. Não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente significativas entre a ezetimiba e os fármacos metabolizados pelos citocromos P450 1A2, 2D6, 2C8, 2C9 e 3A4, ou pela N-acetiltransferase.
Interações: Não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente significativas quando se administrou concomitantemente ezetimiba com fluvastatina.

Letermovir + Fluvastatina

Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.
Interações: Inibidores da HMG-CoA redutase Fluvastatina, pravastatina: Interação não estudada. Letermovir pode aumentar as concentrações plasmáticas de estatinas. Quando Letermovir é administrado concomitantemente com estas estatinas, pode ser necessário a redução da dose da estatina. Devem ser cuidadosamente monitorizadas as reações adversas associadas a estatinas tais como miopatia. Quando Letermovir é administrado concomitantemente com ciclosporina, pravastatina não é recomendada, enquanto que para fluvastatina pode ser necessária redução da dose. Devem ser cuidadosamente monitorizadas reações adversas associadas com estatinas, tais como miopatia.

Ritonavir + Fluvastatina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não Antirretrovirais Coadministrados: Inibidores da HMG Co-A Reductase: Atorvastatina, Fluvastatina, Lovastatina, Pravastatina, Rosuvastatina, Sinvastatina: Os inibidores da HMG-CoA reductase que são altamente dependentes do metabolismo pela CYP3A, tais como a lovastatina e sinvastatina, podem ter as suas concentrações plasmáticas substancialmente aumentadas quando coadministrados com ritonavir como medicamento antirretroviral ou como potenciador farmacocinético. Dado que as concentrações aumentadas de lovastatina e sinvastatina podem causar miopatias, incluindo rabdomiólise, a associação destes medicamentos com ritonavir é contraindicada. A atorvastatina é menos dependente do metabolismo pela CYP3A. Embora a eliminação da rosuvastatina não seja dependente da CYP3A, foi descrito um aumento na exposição à rosuvastatina com a administração concomitante de ritonavir. O mecanismo desta interação não é claro, mas pode ser o resultado de inibição do transportador. Quando usadas com ritonavir como potenciador farmacocinético ou como medicamento antirretroviral, devem administrar-se as doses mais baixas possíveis de atorvastatina ou rosuvastatina. O metabolismo da pravastatina e fluvastatina não depende da CYP3A e não se esperam interações com ritonavir. Se for recomendado tratamento com um inibidor da HMG-CoA reductase, recomenda-se o uso de pravastatina ou fluvastatina.

Telaprevir + Fluvastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Telaprevir inibe os polipéptidos transportadores de aniões orgânicos (OATPs) OATP1B1 e OATP2B1. A administração concomitante de Telaprevir e fármacos transportados por estes transportadores, como sejam a fluvastatina, pravastatina, rosuvastatina, pitavastatina, bosentano e repaglinida deve ser realizada com precaução. A sinvastatina é contraindicada devido ao aumento previsto e acentuado na exposição provocada por múltiplos mecanismos. Com base em estudos in vitro, telaprevir pode potencialmente aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos cuja excreção é dependente do trasportador de extrusão de múltiplos fármacos e toxinas (MATE)-1 e MATE2-K. INIBIDORES DA HMG-CoA REDUCTASE: Fluvastatina, pitavastatina, pravastatina, rosuvastatina: Deve existir precaução e recomenda-se monitorização clínica.

Sofosbuvir + Velpatasvir + Voxilaprevir + Fluvastatina

Observações: n.d.
Interações: Interações entre Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir e outros medicamentos: INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE Outras estatinas (Inibição do OATP1B) Efeito na atorvastatina, fluvastatina, lovastatina, pitavastatina e sinvastatina não estudado. Não se podem excluir interações com outros inibidores da HMG-CoA redutase. A coadministração com Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir não é recomendada.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Fluvastatina

Observações: N.D.
Interações: Losartan é predominantemente metabolizado pelo citocromo P450 (CYP) 2C9 no metabolito activo ácido-carboxilíco. Num ensaio clínico observou-se que o fluconazol (inibidor do CYP2C9) diminui a exposição ao metabolito activo em, aproximadamente 50%. Observou-se que o tratamento concomitante com losartan e rifampicina (indutor das enzimas metabólicas) resultou numa redução de 40% na concentração plasmática do metabolito activo. Desconhece-se a relevância clínica deste efeito. Não se encontrou diferença na exposição no tratamento concomitante com a fluvastatina (fraco inibidor do CYP2C9).

Dasabuvir + Fluvastatina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Dasabuvir deve ser sempre administrado em conjunto com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Quando coadministrados, exercem efeitos recíprocos um sobre o outro. Por conseguinte, o perfil de interação dos compostos tem de ser considerado como uma associação.
Interações: Interações entre Dasabuvir com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e outros medicamentos: INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE: Fluvastatina: Administrado com: Dasabuvir+ombitasvir/paritaprevir/ritonavir Mecanismo: inibição do OATP1B/BCRP pelo paritaprevir. Não se recomenda a utilização concomitante com fluvastatina e pitavastatina. Durante o tratamento recomenda-se uma suspensão temporária de fluvastatina e pitavastatina. Se for necessário um tratamento com estatinas durante o período de tratamento, é possível uma mudança para uma dose reduzida de pravastatina ou rosuvastatina. Não é necessário ajuste da dose para dasabuvir + ombitasvir/paritaprevir/ritonavir.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Amlodipina + Fluvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com o Losartan / Amlodipina e outros medicamentos. Não foram realizados estudos de interação medicamentosa na população pediátrica.
Interações: Interações relacionadas com o losartan O Losartan é predominantemente metabolizado pelo citocromo P450 (CYP) 2C9 no metabolito ativo ácido-carboxílico. Não se encontrou diferença na exposição no tratamento concomitante com a fluvastatina (fraco inibidor do CYP2C9).

Darunavir + Cobicistate + Fluvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: INIBIDORES DA HMG CO-A REDUCTASE: Atorvastatina, Fluvastatina, Pitavastatina, Pravastatina, Rosuvastatina: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas destes inibidores da HMG Co-A reductase. (inibição do CYP3A e/ou do transporte) A utilização concomitante de um inibidor da HMG-CoA reductase e Darunavir / Cobicistate pode aumentar as concentrações plasmáticas do agente redutor de lípidos, o que pode conduzir a acontecimentos adversos, tais como miopatia. Quando se pretenda efetuar a administração concomitante do inibidor da HMG-CoA reductase e Darunavir / Cobicistate, recomenda-se iniciar com a dose mais baixa e titular até ao efeito clínico desejado, efetuando simultaneamente a monitorização da segurança.

Indinavir + Fluvastatina

Observações: n.d.
Interações: INDINAVIR NÃO POTENCIADO INIBIDORES DA REDUTASE DA HMG-CoA: Pravastatina, fluvastatina: Interação não estudada. O metabolismo da pravastatina e fluvastatina não é dependente do CYP3A4. Não se pode excluir a interação devida a efeitos nas proteínas transportadoras. Interação desconhecida. Se não estiver disponível tratamento alternativo, utilizar com monitorização cuidadosa.

Fluindiona + Fluvastatina

Observações: N.D.
Interações: Associações que requerem precauções de utilização: HMG CoA redutase (atorvastatina, fluvastatina, rosuvastatina, sinvastatina): Efeito aumentado de anticoagulantes orais e risco de hemorragia. Monitorização mais frequente do INR. Ajustar a dose de anticoagulante oral.
 Sem significado Clínico

Eltrombopag + Fluvastatina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do eltrombopag noutros medicamentos: Inibidores da HMG CoA redutase: Estudos in vitro demonstraram que o eltrombopag não é um substrato para o polipéptido transportador aniónico orgânico, OATP1B1, mas é um inibidor deste transportador. Estudos in vitro também demonstraram que o eltrombopag é um substrato e inibidor da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP). A administração de 75 mg de eltrombopag uma vez por dia durante 5 dias, com uma dose única de 10 mg de rosuvastatina, substrato do OATP1B e BCRP, a 39 adultos saudáveis levou ao aumento dos valores plasmáticos de rosuvastatina Cmax 103% (IC90%:82%, 126%) e AUC0- 55% (IC90%:42%, 69%). Prevêem-se também interações com outros inibidores da HMG-CoA redutase, incluindo pravastatina, sinvastatina e lovastatina, contudo, não são esperadas interações clinicamente significativas entre o eltrombopag e a atorvastatina ou fluvastatina. Deverá considerar-se uma redução da dose das estatinas quando administradas concomitantemente com eltrombopag, com cuidadosa monitorização das suas reações adversas.

Fluvastatina + Fibratos

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Derivados do ácido fíbrico (fibratos) e niacina (ácido nicotínico): A administração concomitante de fluvastatina com bezafibrato, gemfibrozil, ciprofibrato ou niacina (ácido nicotínico) não tem nenhum efeito clinicamente relevante na biodisponibilidade da fluvastatina ou do outro agente antidislipidémico.

Fluvastatina + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Derivados do ácido fíbrico (fibratos) e niacina (ácido nicotínico): A administração concomitante de fluvastatina com bezafibrato, gemfibrozil, ciprofibrato ou niacina (ácido nicotínico) não tem nenhum efeito clinicamente relevante na biodisponibilidade da fluvastatina ou do outro agente antidislipidémico.

Fluvastatina + Inibidores da HMG-CoA redutase (Estatinas)

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Foi observado um risco aumentado de miopatia e/ou rabdomiólise em doentes que estavam a receber outros inibidores da HMG-CoA redutase conjuntamente com qualquer destas moléculas, provavelmente porque podem produzir miopatia quando administradas isoladamente. Portanto, o benefício e o risco do tratamento simultâneo deverão ser cuidadosamente ponderados e estas associações só deverão ser utilizadas com precaução.

Fluvastatina + Colquicina (colchicina)

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Colquicinas: Foram notificados casos isolados de miotoxicidade, incluindo dor e fraqueza musculares e rabdomiólise com a administração concomitante de colquicina. O benefício e o risco do tratamento simultâneo deverão ser cuidadosamente ponderados e estas associações só deverão ser utilizadas com precaução.

Fluvastatina + Ciclosporina

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Ciclosporina: Estudos em doentes transplantados renais indicam que a biodisponibilidade da fluvastatina (até 40 mg/dia) não está aumentada num grau clinicamente significativo em doentes sob regimes estáveis de ciclosporina. Os resultados de outro estudo em que foram administrados 80 mg de fluvastatina a doentes transplantados renais que estavam a ser tratados com um regime estável de ciclosporina mostraram que a exposição (AUC) à fluvastatina e a concentração máxima (Cmáx) estavam aumentadas 2 vezes em comparação com dados históricos em indivíduos saudáveis. Embora estes aumentos dos níveis de fluvastatina não fossem clinicamente significativos, esta associação deverá ser utilizada com precaução. O início e a manutenção da terapêutica com fluvastatina deverão ser efectuados numa dose tão baixa quanto possível quando o tratamento for efectuado em associação com ciclosporina. A fluvastatina (40 mg e 80 mg) não teve qualquer efeito na biodisponibilidade da ciclosporina quando co-administrada. Itraconazol e eritromicina: A administração concomitante de fluvastatina com os potentes inibidores do citocromo P450 (CYP) 3A4 itraconazol e eritromicina tem efeitos mínimos na biodisponibilidade da fluvastatina. Dado o envolvimento mínimo desta enzima no metabolismo da fluvastatina, pensa-se que é improvável que outros inibidores do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, ciclosporina) afectem a biodisponibilidade da fluvastatina.

Fluvastatina + Varfarina

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Varfarina e outros derivados cumarínicos: Em voluntários saudáveis, a utilização de fluvastatina e varfarina (dose única) não influenciou adversamente os níveis plasmáticos de varfarina e os tempos de protrombina em comparação com a varfarina isoladamente. Contudo, foram notificados casos isolados de episódios hemorrágicos e/ou tempos de protrombina aumentados muito raramente em doentes sob tratamento com fluvastatina que estavam a receber concomitantemente varfarina ou outros derivados cumarínicos. É recomendada a monitorização dos tempos de protrombina quando o tratamento com fluvastatina é iniciado, descontinuado, ou quando a posologia é alterada em doentes que estão a receber varfarina ou outros derivados cumarínicos.

Fluvastatina + Anticoagulantes orais (Derivados da Cumarina)

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Varfarina e outros derivados cumarínicos: Em voluntários saudáveis, a utilização de fluvastatina e varfarina (dose única) não influenciou adversamente os níveis plasmáticos de varfarina e os tempos de protrombina em comparação com a varfarina isoladamente. Contudo, foram notificados casos isolados de episódios hemorrágicos e/ou tempos de protrombina aumentados muito raramente em doentes sob tratamento com fluvastatina que estavam a receber concomitantemente varfarina ou outros derivados cumarínicos. É recomendada a monitorização dos tempos de protrombina quando o tratamento com fluvastatina é iniciado, descontinuado, ou quando a posologia é alterada em doentes que estão a receber varfarina ou outros derivados cumarínicos.

Fluvastatina + Rifampicina

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Rifampicina (rifampina): A administração de fluvastatina a voluntários saudáveis pré-tratados com rifampicina (rifampina) resultou numa redução da biodisponibilidade da fluvastatina em cerca de 50%. Embora actualmente não exista nenhum indício clínico de que a eficácia da fluvastatina na diminuição dos níveis de lípidos seja alterada, para doentes submetidos a terapêutica de longa duração com rifampicina (p. ex., no tratamento da tuberculose), poderá ser necessário um ajuste adequado da posologia de fluvastatina para garantir uma redução satisfatória dos níveis lipídicos.
 Sem significado Clínico

Fluvastatina + Antidiabéticos Orais

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Agentes antidiabéticos orais: Para os doentes que estão a receber sulfonilureias orais (glibenclamida [glyburide], tolbutamida) para o tratamento da diabetes mellitus não-insulinodependente (tipo 2) (DMNID), a adição de fluvastatina não leva a alterações clinicamente significativas do controlo glicémico. Em doentes com DMNID tratados com glibenclamida (n=32), a administração de fluvastatina (40 mg duas vezes por dia durante 14 dias) aumentou as C máx, AUC e t1/2 médias da glibenclamida em aproximadamente 50%, 69% e 121%, respectivamente. A glibenclamida (5 a 20 mg diários) aumentou as C máx e AUC médias da fluvastatina em 44% e 51%, respectivamente. Neste estudo não se verificaram alterações nos níveis de glucose, insulina e péptido C. Contudo, os doentes sob terapêutica concomitante com glibenclamida (glyburide) e fluvastatina deverão continuar a ser monitorizados adequadamente quando a sua dose de fluvastatina é aumentada para 80 mg por dia.
 Sem significado Clínico

Fluvastatina + Sulfonilureias

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Agentes antidiabéticos orais: Para os doentes que estão a receber sulfonilureias orais (glibenclamida [glyburide], tolbutamida) para o tratamento da diabetes mellitus não-insulinodependente (tipo 2) (DMNID), a adição de fluvastatina não leva a alterações clinicamente significativas do controlo glicémico. Em doentes com DMNID tratados com glibenclamida (n=32), a administração de fluvastatina (40 mg duas vezes por dia durante 14 dias) aumentou as C máx, AUC e t1/2 médias da glibenclamida em aproximadamente 50%, 69% e 121%, respectivamente. A glibenclamida (5 a 20 mg diários) aumentou as C máx e AUC médias da fluvastatina em 44% e 51%, respectivamente. Neste estudo não se verificaram alterações nos níveis de glucose, insulina e péptido C. Contudo, os doentes sob terapêutica concomitante com glibenclamida (glyburide) e fluvastatina deverão continuar a ser monitorizados adequadamente quando a sua dose de fluvastatina é aumentada para 80 mg por dia.

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Fluvastatina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: Interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE: Fluvastatina: Mecanismo: inibição do OATP1B/B CRP pelo paritaprevir. Não se recomenda a utilização concomitante com fluvastatina e pitavastatina. Durante o tratamento com Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir recomenda-se uma suspensão temporária de pitavastatina e fluvastatina. Se for necessário um tratamento com estatinas durante o período de tratamento, é possível uma mudança para uma dose reduzida de pravastatina ou rosuvastatina.
 Sem significado Clínico

Fluvastatina + Glibenclamida

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Agentes antidiabéticos orais: Para os doentes que estão a receber sulfonilureias orais (glibenclamida [glyburide], tolbutamida) para o tratamento da diabetes mellitus não-insulinodependente (tipo 2) (DMNID), a adição de fluvastatina não leva a alterações clinicamente significativas do controlo glicémico. Em doentes com DMNID tratados com glibenclamida (n=32), a administração de fluvastatina (40 mg duas vezes por dia durante 14 dias) aumentou as C máx, AUC e t1/2 médias da glibenclamida em aproximadamente 50%, 69% e 121%, respectivamente. A glibenclamida (5 a 20 mg diários) aumentou as C máx e AUC médias da fluvastatina em 44% e 51%, respectivamente. Neste estudo não se verificaram alterações nos níveis de glucose, insulina e péptido C. Contudo, os doentes sob terapêutica concomitante com glibenclamida (glyburide) e fluvastatina deverão continuar a ser monitorizados adequadamente quando a sua dose de fluvastatina é aumentada para 80 mg por dia.
 Sem significado Clínico

Fluvastatina + Tolbutamida

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Agentes antidiabéticos orais: Para os doentes que estão a receber sulfonilureias orais (glibenclamida [glyburide], tolbutamida) para o tratamento da diabetes mellitus não-insulinodependente (tipo 2) (DMNID), a adição de fluvastatina não leva a alterações clinicamente significativas do controlo glicémico. Em doentes com DMNID tratados com glibenclamida (n=32), a administração de fluvastatina (40 mg duas vezes por dia durante 14 dias) aumentou as C máx, AUC e t1/2 médias da glibenclamida em aproximadamente 50%, 69% e 121%, respectivamente. A glibenclamida (5 a 20 mg diários) aumentou as C máx e AUC médias da fluvastatina em 44% e 51%, respectivamente. Neste estudo não se verificaram alterações nos níveis de glucose, insulina e péptido C. Contudo, os doentes sob terapêutica concomitante com glibenclamida (glyburide) e fluvastatina deverão continuar a ser monitorizados adequadamente quando a sua dose de fluvastatina é aumentada para 80 mg por dia.

Fluvastatina + Ácidos biliares - resinas sequestradoras

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Sequestradores dos ácidos biliares: A fluvastatina deverá ser administrada pelo menos 4 horas após a resina (p. ex., colestiramina) para evitar uma interacção significativa devido à ligação do fármaco à resina.

Fluvastatina + Colestiramina

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Sequestradores dos ácidos biliares: A fluvastatina deverá ser administrada pelo menos 4 horas após a resina (p. ex., colestiramina) para evitar uma interacção significativa devido à ligação do fármaco à resina.

Fluvastatina + Fluconazol

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Fluconazol: A administração de fluvastatina a voluntários saudáveis pré-tratados com fluconazol (inibidor do CYP 2C9) resultou num aumento da exposição e da concentração máxima da fluvastatina em cerca de 84% e 44%. Embora não tivessem existido indícios clínicos de que o perfil de segurança da fluvastatina fosse alterado em doentes pré-tratados com fluconazol durante 4 dias, deverá ser tomada precaução quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com fluconazol.
 Sem significado Clínico

Fluvastatina + Itraconazol

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Itraconazol e eritromicina: A administração concomitante de fluvastatina com os potentes inibidores do citocromo P450 (CYP) 3A4 itraconazol e eritromicina tem efeitos mínimos na biodisponibilidade da fluvastatina. Dado o envolvimento mínimo desta enzima no metabolismo da fluvastatina, pensa-se que é improvável que outros inibidores do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, ciclosporina) afectem a biodisponibilidade da fluvastatina.
 Sem significado Clínico

Fluvastatina + Cetoconazol

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Itraconazol e eritromicina: A administração concomitante de fluvastatina com os potentes inibidores do citocromo P450 (CYP) 3A4 itraconazol e eritromicina tem efeitos mínimos na biodisponibilidade da fluvastatina. Dado o envolvimento mínimo desta enzima no metabolismo da fluvastatina, pensa-se que é improvável que outros inibidores do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, ciclosporina) afectem a biodisponibilidade da fluvastatina.
 Sem significado Clínico

Fluvastatina + Inibidores do CYP3A4

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Itraconazol e eritromicina: A administração concomitante de fluvastatina com os potentes inibidores do citocromo P450 (CYP) 3A4 itraconazol e eritromicina tem efeitos mínimos na biodisponibilidade da fluvastatina. Dado o envolvimento mínimo desta enzima no metabolismo da fluvastatina, pensa-se que é improvável que outros inibidores do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, ciclosporina) afectem a biodisponibilidade da fluvastatina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fluvastatina + Antagonistas dos Receptores H2 da Histamina

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Antagonistas dos receptores H2 da histamina e inibidores da bomba de protões: A administração concomitante de fluvastatina com cimetidina, ranitidina ou omeprazol resulta num aumento da biodisponibilidade da fluvastatina, que, contudo, não tem relevância clínica.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fluvastatina + Inibidores da Bomba de Protões (IBP)

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Antagonistas dos receptores H2 da histamina e inibidores da bomba de protões: A administração concomitante de fluvastatina com cimetidina, ranitidina ou omeprazol resulta num aumento da biodisponibilidade da fluvastatina, que, contudo, não tem relevância clínica.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fluvastatina + Cimetidina

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Antagonistas dos receptores H2 da histamina e inibidores da bomba de protões: A administração concomitante de fluvastatina com cimetidina, ranitidina ou omeprazol resulta num aumento da biodisponibilidade da fluvastatina, que, contudo, não tem relevância clínica.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fluvastatina + Ranitidina

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Antagonistas dos receptores H2 da histamina e inibidores da bomba de protões: A administração concomitante de fluvastatina com cimetidina, ranitidina ou omeprazol resulta num aumento da biodisponibilidade da fluvastatina, que, contudo, não tem relevância clínica.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fluvastatina + Omeprazol

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Antagonistas dos receptores H2 da histamina e inibidores da bomba de protões: A administração concomitante de fluvastatina com cimetidina, ranitidina ou omeprazol resulta num aumento da biodisponibilidade da fluvastatina, que, contudo, não tem relevância clínica.

Fluvastatina + Fenitoína

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Fenitoína: Num estudo de interacção a administração concomitante de fluvastatina e fenitoína resultou num aumento dos valores médios de AUC e Cmáx da fluvastatina de 40% e 27% respectivamente. Esta associação deverá ser utilizada com precaução devido ao risco aumentado de desenvolvimento de miopatia e/ou rabdomiólise. A co-administração de fluvastatina (40 mg duas vezes por dia durante 5 dias) aumentou a Cmáx média da fenitoína em 5% enquanto a AUC média foi aumentada 22%. Os doentes sob tratamento com fenitoína deverão ser alvo de uma monitorização cuidadosa quando a terapêutica com fluvastatina é iniciada ou quando a dose é aumentada.
 Sem significado Clínico

Fluvastatina + Medicamentos cardiovasculares

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Agentes cardiovasculares: Não ocorrem interações farmacocinéticas clinicamente significativas quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com propranolol, digoxina, losartan, amlodipina ou IECA. Com base nos dados farmacocinéticos, não é necessária monitorização nem ajustes posológicos quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com estes agentes.

Telitromicina + Fluvastatina

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Efeito do Telitromicina nos outros medicamentos: Estatinas: Quando a sinvastatina foi coadministrada com Telitromicina, houve um aumento de 5.3 vezes na C max da sinvastatina e um aumento de 8.9 vezes na AUC da sinvastatina, um aumento de 15 vezes na Cmax. da sinvastatina ácida e um aumento de 11 vezes na AUC da sinvastatina ácida. O Telitromicina pode originar uma interação semelhante com a lovastatina e atorvastatina que também são metabolizados sobretudo pelo CYP3A4, e, como tal, o Telitromicina não deverá ser usado concomitantemente com a sinvastatina, atorvastatina ou lovastatina. O tratamento com estes agentes deve ser interrompido durante o tratamento com Telitromicina. A exposição da pravastatina, rosuvastatina e em menor grau da fluvastatina pode estar aumentada devido ao possível envolvimento dos transportadores de proteínas, mas espera-se que este aumento seja menor do que as interações envolvendo a inibição do CYP3A4. Contudo, os doentes devem ser monitorizados cuidadosamente em termos de sinais e sintomas de miopatia e rabdomiólise quando tratados em simultâneo com pravastatina, rosuvastatina e fluvastatina.
 Sem significado Clínico

Fluvastatina + Propranolol

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Agentes cardiovasculares: Não ocorrem interações farmacocinéticas clinicamente significativas quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com propranolol, digoxina, losartan, amlodipina ou IECA. Com base nos dados farmacocinéticos, não é necessária monitorização nem ajustes posológicos quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com estes agentes.
 Sem significado Clínico

Fluvastatina + Digoxina

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Agentes cardiovasculares: Não ocorrem interações farmacocinéticas clinicamente significativas quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com propranolol, digoxina, losartan, amlodipina ou IECA. Com base nos dados farmacocinéticos, não é necessária monitorização nem ajustes posológicos quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com estes agentes.
 Sem significado Clínico

Fluvastatina + Losartan

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Agentes cardiovasculares: Não ocorrem interações farmacocinéticas clinicamente significativas quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com propranolol, digoxina, losartan, amlodipina ou IECA. Com base nos dados farmacocinéticos, não é necessária monitorização nem ajustes posológicos quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com estes agentes.
 Sem significado Clínico

Fluvastatina + Amlodipina

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Agentes cardiovasculares: Não ocorrem interações farmacocinéticas clinicamente significativas quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com propranolol, digoxina, losartan, amlodipina ou IECA. Com base nos dados farmacocinéticos, não é necessária monitorização nem ajustes posológicos quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com estes agentes.
 Sem significado Clínico

Fluvastatina + Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Agentes cardiovasculares: Não ocorrem interações farmacocinéticas clinicamente significativas quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com propranolol, digoxina, losartan, amlodipina ou IECA. Com base nos dados farmacocinéticos, não é necessária monitorização nem ajustes posológicos quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com estes agentes.

Glecaprevir + Pibrentasvir + Fluvastatina

Observações: N.D.
Interações: INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE Fluvastatina, Pitavastatina As interações com fluvastatina e pitavastatina são prováveis pelo que se recomenda precaução, durante a combinação. Recomenda-se uma dose baixa da estatina no início do tratamento com AAD (antivirais de ação direta).

Itraconazol + Fluvastatina

Observações: N.D.
Interações: Não se observou nenhuma interação com AZT (zidovudina) e fluvastatina.

Pazopanib + Fluvastatina

Observações: n.d.
Interações: Efeito da administração concomitante de pazopanib e sinvastatina: A administração concomitante de pazopanib e sinvastatina aumenta a incidência de elevações da ALT. Resultados de uma meta-análise que utilizou dados obtidos de estudos clínicos com pazopanib mostraram que foram notificados valores de ALT > 3x o LSN em 126/895 (14%) dos doentes que não tomaram estatinas, comparativamente a 11/41 (27%) dos doentes que tomaram sinvastatina em concomitância (p=0,038). Se um doente a tomar concomitantemente sinvastatina desenvolver elevação da ALT, devem-se seguir as orientações posológicas de pazopanib e interromper a sinvastatina. Adicionalmente, a administração concomitante de pazopanib e outras estatinas deve ser feita com precaução uma vez que os dados existentes são insuficientes para avaliar o impacto nos níveis de ALT. Não se pode excluir que o pazopanib afete a farmacocinética de outras estatinas (p.e. atorvastatina, fluvastatina, pravastatina, rosuvastatina).

Nelfinavir + Fluvastatina

Observações: n.d.
Interações: Inibidores da HMG-CoA redutase (Estatinas): Pravastatina, fluvastatina, rosuvastatina: O metabolismo da pravastatina e fluvastatina não é dependente da CYP3A4, não se esperando interações com nelfinavir. Caso o tratamento com inibidores da HMG-CoA redutase em associação com nelfinavir esteja indicado, a pravastatina e a fluvastatina são recomendadas. Também se pode administrar rosuvastatina com nelfinavir, mas os doentes devem ser monitorizados.
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

A Fluvastatina pode causar tonturas e sensação de cansaço que podem afetar a capacidade de condução e utilização de máquinas.

Não tome Fluvastatina se estiver a amamentar.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017