Etonogestrel

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento
O que é
O etonogestrel é uma molécula usada em contracetivos hormonais, principalmente em implantes subdérmicos.
Usos comuns
Crontracetivo.
Tipo
Molécula pequena.
História
Sem informação.
Indicações
Para utilização como um contracetivo feminino.
Classificação CFT

08.05.01.02 : Anticoncecionais

Mecanismo De Ação
O etonogestrel é o metabolito biologicamente ativo do desogestrel, um progestagénio muito utilizado nos COs.

Estruturalmente, é derivado da 19-nortestosterona e liga-se com elevada afinidade aos recetores da progesterona nos órgãos-alvo.

O efeito contracetivo do etonogestrel é alcançado primariamente pela inibição da ovulação.

Não foram observadas ovulações nos primeiros dois anos de utilização e apenas raramente no terceiro ano.

Para além da inibição da ovulação, o etonogestrel também provoca alterações no muco cervical, o que dificulta a passagem dos espermatozoides.
Posologia Orientativa
1 implante, que pode ser utilizado durante 3 anos.
Administração
Excluir a possibilidade de gravidez antes de inserir o implante.

O implante deve ser inserido subcutaneamente mesmo por baixo da pele no lado interior da parte superior do braço para evitar os grandes vasos sanguíneos e nervos que se encontram na camada profunda do tecido conjuntivo entre os músculos bíceps e tríceps.
Contraindicações
- Doença tromboembólica venosa ativa.

- Conhecimento ou suspeita de neoplasias malignas sensíveis aos esteroides sexuais.

- Presença ou antecedentes de tumores hepáticos (benignos ou malignos).

- Presença ou antecedentes de doença hepática grave desde que os valores da função hepática não tenham voltado ao normal.

- Hemorragia vaginal não diagnosticada.

- Hipersensibilidade ao Etonogestrel.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Durante a utilização de Etonogestrel é provável que a mulher tenha alterações no seu padrão hemorrágico menstrual, que são na maioria imprevisíveis.

Estas podem incluir um padrão hemorrágico irregular (ausentes, menos frequentes, mais frequentes ou contínuas) e alterações na intensidade da frequência (diminuída ou aumentada) ou duração da hemorragia.

Foi notificada amenorreia em cerca de 1 em 5 mulheres, enquanto 1 outra em 5 mulheres notificou hemorragia frequente e/ou prolongada.

Ocasionalmente foi notificada hemorragia abundante.

Em ensaios clínicos, as alterações na hemorragia foram a razão mais frequente para a paragem do tratamento (cerca de 11%).

O padrão hemorrágico vivido durante os primeiros três meses é preditivo do padrão hemorrágico futuro em muitas mulheres.

Os efeitos indesejáveis possivelmente relacionados notificados em ensaios clínicos encontram-se listados abaixo.

Infeções e infestações:
Muito frequentes (≥1/10): infeção vaginal
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): faringite, rinite, infeção do trato urinário .

Doenças do sistema imunitário:
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): hipersensibilidade.

Doenças do metabolismo e da nutrição:
Frequentes (≥1/100, <1/10): apetite aumentado.

Perturbações do foro psiquiátrico:
Frequentes (≥1/100, <1/10): instabilidade emocional, humor deprimido, nervosismo, libido diminuída.
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): ansiedade, insónia.

Doenças do sistema nervoso:
Muito frequentes (≥1/10): cefaleia.
Frequentes (≥1/100, <1/10): tonturas.
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): enxaqueca, sonolência.

Vasculopatias:
Frequentes (≥1/100, <1/10): afrontamento.

Doenças gastrointestinais:
Frequentes (≥1/100, <1/10): dor abdominal, náuseas, flatulência.
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): vómitos, obstipação, diarreia.

Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos:
Muito frequentes (≥1/10): acne.
Frequentes (≥1/100, <1/10): alopécia.
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): hipertricose, erupção cutânea, prurido.

Afeções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos:
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): dorsalgia, artralgia, mialgia, dor musculosquelética.

Doenças renais e urinárias:
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): disúria.

Doenças dos órgãos genitais e da mama:
Muito frequentes (≥1/10): hipersensibilidade dolorosa da mama, dor mamária, menstruação irregular.
Frequentes (≥1/100, <1/10): dismenorreia, quisto do ovário.
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): corrimento genital, desconforto vulvovaginal, galactorreia, aumento do volume da mama, prurido genital.

Perturbações gerais e alterações no local de administração:
Frequentes (≥1/100, <1/10): dor no local do implante, reação no local do implante, fadiga, sintomas do tipo gripal, dor.
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): pirexia, edema.

Exames complementares de diagnóstico:
Muito frequentes (≥1/10): peso aumentado.
Frequentes (≥1/100, <1/10): peso diminuído.

Durante a vigilância pós-comercialização, foi observado em casos raros um aumento clinicamente relevante da pressão arterial. Foi também referida seborreia.

Poderão ocorrer reações anafiláticas, urticária, angiedema, agravamento de angiedema e/ou agravamento de angiedema hereditário.

A inserção ou remoção do implante pode causar alguma contusão, ligeira irritação local, dor ou comichão.

Pode ocorrer fibrose no local da inserção, formar-se uma cicatriz ou desenvolver-se um abcesso.

Pode ocorrer parestesia ou sintomas do tipo parestesia e poderá ser possível a expulsão ou migração do implante.

Se as instruções não forem seguidas, poderão ocorrer inserções incorretas, de difícil localização e remoção do implante.

Durante a remoção do implante, poderá ser necessária uma intervenção cirúrgica.

Têm sido notificadas, em ocasiões raras, gravidezes ectópicas.

Em mulheres a usar contracetivos (orais combinados), foi notificado um número de efeitos indesejáveis (graves).

Estes incluem doenças tromboembólicas venosas, doenças tromboembólicas arteriais, tumores hormono-dependentes (por ex., tumores hepáticos, cancro da mama) e cloasma.
Advertências

Sem informação.

Precauções Gerais
Se alguma das situações/fatores de risco abaixo mencionados estiver presente, devem ser ponderados os benefícios da utilização de progestagénio em relação aos possíveis riscos para cada mulher individualmente e discutidos com a mulher antes dela decidir iniciar Etonogestrel.

Em caso de agravamento, exacerbação ou aparecimento pela primeira vez de qualquer uma destas situações, a mulher deve contactar o Profissional de Saúde.

O Profissional de Saúde deve decidir, então, se a utilização de Etonogestrel deve ser suspensa.

Cancro da mama:
De um modo geral, o risco de cancro da mama aumenta com o avançar da idade.

Durante a utilização de contracetivos orais (COs) (combinados), o risco de ter cancro da mama diagnosticado está ligeiramente aumentado.

Este risco acrescido desaparece gradualmente nos 10 anos após a suspensão do CO e não está relacionado com a duração de utilização, mas com a idade da mulher enquanto utiliza o CO.

O número esperado de casos diagnosticados por 10.000 mulheres que utilizam COs combinados (até 10 anos após a suspensão) relativamente às que nunca utilizaram durante o mesmo período, foi calculado para os respetivos grupos etários como sendo: 4,5/4 (16-19 anos), 17,5/16 (20-24 anos), 48,7/44 (25-29 anos), 110/100 (30-34 anos), 180-160 (35-39 anos) e 260/230 (40-44 anos).

O risco nas utilizadoras de métodos contracetivos que contenham apenas progestagénio, é possivelmente da mesma grandeza ao associado aos COs combinados. Contudo, para estes métodos, a evidência é menos conclusiva.

Comparativamente ao risco de ter cancro da mama alguma vez na vida, o risco acrescido associado aos COs é baixo.

Os casos de cancro da mama diagnosticados em utilizadoras de COs tendem a estar num estado menos avançado do que os de mulheres que não utilizaram COs.

O risco acrescido observado em utilizadoras de COs poderá dever-se a um diagnóstico mais precoce, aos efeitos biológicos do CO ou a uma combinação de ambos.

Doença hepática:
Quando ocorrerem alterações agudas ou crónicas da função hepática, a mulher deve ser encaminhada para um especialista para diagnóstico e aconselhamento.

Eventos trombóticos e outros acontecimentos vasculares:
Estudos epidemiológicos associaram a utilização de COs combinados (estrogénios + progesterona) a uma incidência aumentada de tromboembolismo venoso (TEV, trombose venosa profunda e embolia pulmonar) e tromboembolismo arterial (TEA, enfarte do miocárdio e AVC isquémico).

A relevância clínica destes resultados para o etonogestrel (o metabolito biologicamente ativo do desogestrel), utilizado como contracetivo apenas com progestagénio na ausência de um componente estrogénico é desconhecida.

Os dados epidemiológicos limitados existentes não sugerem um risco aumentado de TEV ou TEA em mulheres a usar o implante; no entanto, têm existido notificações pós-comercialização de TEV e TEA em mulheres a utilizar implantes com etonogestrel.

Recomenda-se avaliar os fatores de risco, que são conhecidos como sendo fatores de aumento do risco de TEV e TEA.

As mulheres com história de distúrbios tromboembólicos devem ser alertadas para a possibilidade de uma recorrência.

O implante deve ser removido no caso de ocorrer uma trombose.

A remoção do implante deve ser também considerada no caso de imobilização prolongada devido a cirurgia ou doença.

Pressão arterial elevada:
Se se desenvolver uma hipertensão mantida durante a utilização de Etonogestrel, ou se um aumento significativo da pressão arterial não responder adequadamente à terapêutica anti-hipertensora, a utilização de Etonogestrel deve ser suspensa.

Efeito no metabolismo dos Hidratos de Carbono:
A utilização de contracetivos contendo progestagénio pode ter um efeito sobre a resistência periférica à insulina e a tolerância à glucose. Consequentemente, as mulheres diabéticas devem ser cuidadosamente monitorizadas durante os primeiros meses em que utilizam Etonogestrel.

Cloasma:
Ocasionalmente pode surgir cloasma, especialmente em mulheres com antecedentes de cloasma gravídico.

As mulheres com tendência para cloasma devem evitar a exposição ao sol ou à radiação UV durante a utilização de Etonogestrel.

Peso corporal:
O efeito contracetivo de Etonogestrel está relacionado com os valores plasmáticos de etonogestrel, os quais estão inversamente relacionados com o peso corporal e diminuem com o tempo após a inserção.

A experiência clínica em mulheres com excesso de peso no terceiro ano de utilização é limitada.

Consequentemente, não pode ser excluído que o efeito contracetivo nestas mulheres durante o terceiro ano de utilização pode ser menor do que em mulheres com peso normal.

Os Profissionais de Saúde podem, portanto, considerar a substituição antecipada do implante em mulheres com excesso de peso.

Complicações da inserção:
Em casos raros, maioritariamente relacionados com uma inserção inicial demasiado profunda e/ou com fatores externos (por exemplo, manipulação do implante ou desportos de contacto), o implante poderá migrar do local de inserção.

Nestes casos, a localização do implante pode ser mais difícil e a remoção pode requerer uma incisão mais extensa.

Se o implante não for removido, a contraceção e o risco de efeitos indesejáveis relacionados com o progestagénio poderão prolongar-se para além do tempo desejado pela mulher.

Pode ocorrer expulsão, especialmente se o implante não for inserido de acordo com as instruções em “Como inserir Etonogestrel” ou como consequência de uma inflamação local.

Quistos no ovário:
Com todos os contracetivos hormonais de baixa dosagem, ocorre desenvolvimento folicular e ocasionalmente o folículo pode continuar a crescer para além do tamanho que atingiria num ciclo normal.

Em geral, estes folículos aumentados desaparecem espontaneamente. Frequentemente, são assintomáticos. Em alguns casos, estão associados a dor abdominal ligeira. Raramente necessitam de uma intervenção cirúrgica.

Gravidez Ectópica:
- A proteção com os contracetivos tradicionais contendo apenas progestagénio contra as gravidezes ectópicas não é tão boa como com os COs combinados, o que foi associado à ocorrência frequente de ovulações durante a utilização destes métodos.

Apesar de Etonogestrel inibir a ovulação, deve ser considerada a possibilidade de gravidez ectópica no diagnóstico diferencial se a mulher tiver amenorreia ou dor abdominal.

Outras doenças:
Foram notificadas as seguintes situações, quer durante a gravidez quer durante a utilização de esteroides sexuais, mas não foi estabelecida uma associação com a utilização de progestagénios: icterícia e/ou prurido relacionado com colestase; litíase biliar; porfiria; lúpus eritematoso sistémico; síndrome urémica hemolítica; coreia de Sydenham; herpes gestacional; perda de audição relacionada com otosclerose e angiedema (hereditário).

Exame médico/consulta:
Antes de iniciar ou voltar a utilizar Etonogestrel, deve ser feita uma história clínica completa (incluindo antecedentes familiares) e excluir a hipótese de gravidez.

Deve ser medida a pressão arterial e realizado um exame físico orientado pelas contraindicações e advertências.

Recomenda-se que a mulher volte a fazer um exame médico, três meses após a inserção de Etonogestrel. Durante este exame, deve ser medida a pressão arterial e deve ser perguntado à mulher se tem alguma questão, queixas ou se sofreu qualquer efeito indesejável.

A frequência e natureza de exames periódicos adicionais devem ser adaptados a cada mulher e orientados pela avaliação clínica.

As mulheres devem ser informadas que o Etonogestrel não protege contra as infeções por VIH (SIDA) ou outras doenças sexualmente transmissíveis.

Eficácia reduzida:
A eficácia de Etonogestrel pode estar reduzida quando é utilizada medicação concomitante.

Alterações no padrão hemorrágico menstrual:
Durante a utilização de Etonogestrel é provável que as mulheres tenham alterações no seu padrão hemorrágico menstrual que são difíceis de prever.

Estas podem incluir um padrão hemorrágico irregular (ausentes, menos frequentes, mais frequentes ou contínuas) e alterações na intensidade da frequência (diminuída ou aumentada) ou duração da hemorragia.

Foi notificada amenorreia em cerca de 1 em 5 mulheres, enquanto 1 outra em 5 mulheres notificou hemorragia frequente e/ou prolongada.

O padrão hemorrágico observado durante os primeiros três meses é preditivo do padrão hemorrágico futuro para muitas mulheres.

A informação, aconselhamento e utilização de um diário de hemorragias pode melhorar a aceitação dos diferentes padrões hemorrágicos por parte da mulher.

A avaliação da hemorragia vaginal deve ser feita ad hoc e pode incluir um exame para excluir patologia ginecológica ou gravidez.

Implante partido ou dobrado in situ:
Têm sido notificados casos de implantes partidos ou dobrados enquanto estão inseridos no braço da mulher. Com base nos dados in vitro, quando o implante se parte ou se dobra, a taxa de libertação de etonogestrel pode aumentar ligeiramente. Não é expectável que esta alteração tenha efeitos clinicamente significativos.

Quando um implante é removido, é importante remove-lo na sua totalidade.
Cuidados com a Dieta
Não interfere com alimentos e bebidas.
Terapêutica Interrompida
Não aplicável.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Conservar na saqueta dentro da embalagem de origem.
Espectro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Usar com precaução

Etonogestrel + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Fenitoína
Usar com precaução

Etonogestrel + Fenobarbital

Observações: N.D.
Interações: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Fenobarbital
Usar com precaução

Etonogestrel + Primidona

Observações: N.D.
Interações: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Primidona
Usar com precaução

Etonogestrel + Bosentano

Observações: N.D.
Interações: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Bosentano
Usar com precaução

Etonogestrel + Carbamazepina

Observações: N.D.
Interações: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Carbamazepina
Usar com precaução

Etonogestrel + Rifampicina

Observações: N.D.
Interações: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Rifampicina
Usar com precaução

Etonogestrel + Ritonavir

Observações: N.D.
Interações: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Ritonavir
Usar com precaução

Etonogestrel + Nelfinavir

Observações: N.D.
Interações: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Nelfinavir
Usar com precaução

Etonogestrel + Nevirapina

Observações: N.D.
Interações: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Nevirapina
Usar com precaução

Etonogestrel + Efavirenz

Observações: N.D.
Interações: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Efavirenz
Usar com precaução

Etonogestrel + Oxcarbazepina

Observações: N.D.
Interações: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Oxcarbazepina
Usar com precaução

Etonogestrel + Topiramato

Observações: N.D.
Interações: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Topiramato
Usar com precaução

Etonogestrel + Felbamato

Observações: N.D.
Interações: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Felbamato
Usar com precaução

Etonogestrel + Griseofulvina

Observações: N.D.
Interações: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Griseofulvina
Usar com precaução

Etonogestrel + Hipericão (Erva de S. João)

Observações: N.D.
Interações: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Hipericão (Erva de S. João)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etonogestrel + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Aumento dos níveis hormonais no plasma associado a medicamentos administrados concomitantemente: Os medicamentos (por exemplo, cetoconazol) que inibem as enzimas hepáticas, como o CYP3A2, podem aumentar os níveis hormonais no plasma. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etonogestrel + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Influência de Etonogestrel sobre outros medicamentos: Os contracetivos hormonais podem interferir com o metabolismo de outros medicamentos. Consequentemente, as concentrações plasmáticas e tecidulares tanto podem estar aumentadas (por exemplo, ciclosporina) como diminuídas (por exemplo, lamotrigina). - Ciclosporina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etonogestrel + Lamotrigina

Observações: N.D.
Interações: Influência de Etonogestrel sobre outros medicamentos: Os contracetivos hormonais podem interferir com o metabolismo de outros medicamentos. Consequentemente, as concentrações plasmáticas e tecidulares tanto podem estar aumentadas (por exemplo, ciclosporina) como diminuídas (por exemplo, lamotrigina). - Lamotrigina
Usar com precaução

Etonogestrel + Testes Laboratoriais/Diagnóstico

Observações: N.D.
Interações: Análises laboratoriais: Dados obtidos com COs combinados têm revelado que os esteroides contracetivos podem influenciar os resultados de certas análises laboratoriais, incluindo parâmetros bioquímicos das funções hepática, tiroideia, suprarrenal e renal, valores das proteínas plasmáticas (de transporte), por ex., globulinas de ligação aos corticosteroides e frações lipídicas/lipoproteícas, parâmetros do metabolismo dos hidratos de carbono e parâmetros de coagulação e fibrinólise. Em geral, as alterações mantêm-se dentro dos valores laboratoriais normais. Desconhece-se em que medida isto se aplica também aos contracetivos apenas com progestagénios. - Testes Laboratoriais/Diagnóstico
Não recomendado/Evitar

Efavirenz + Etonogestrel

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: CONTRACETIVOS HORMONAIS: Implante: Etonogestrel/Efavirenz: Interação não estudada. Pode existir redução da exposição ao etonogestrel (indução do CYP3A4). Existem notificações ocasionais pós-comercialização de falência do contracetivo com etonogestrel em doentes expostos a efavirenz. Terá de ser utilizado um método fiável de contraceção de barreira além dos contraconceptivos hormonais. - Etonogestrel
Usar com precaução

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir + Etonogestrel

Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes medicamentos só foram realizados em adultos.
Interações: CONTRACETIVOS HORMONAIS: Implantes: Etonogestrel/Efavirenz: Interação não estudada. Pode ser esperada uma diminuição da exposição ao etonogestrel (indução do CYP3A4). Ocorreram ocasionalmente notificações pós-comercialização de falência do contracetivo com etonogestrel em doentes expostos ao efavirenz. Etonogestrel/Tenofovir disoproxil fumarato: Interação não estudada. Etonogestrel/Emtricitabina: Interação não estudada. Terá que ser utilizado um método de contraceção de barreira fiável para além dos contracetivos hormonais. - Etonogestrel
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interações do Etonogestrel
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.

Não pode usar se estiver grávida ou pensar que pode estar grávida.

Pode ser utilizado durante a amamentação.

Se estiver a amamentar consulte o médico antes de utilizar este medicamento.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 18 de Setembro de 2020