Etonogestrel
O que é
O etonogestrel é um medicamento usado como meio anticoncecional para mulheres.
O etonogestrel é eficaz como meio de controle de natalidade dentro de 8 horas após a inserção e dura pelo menos três ou quatro anos, com alguns dados mostrando eficácia por cinco anos. Após a remoção, a fertilidade retorna rapidamente.
O etonogestrel é eficaz como meio de controle de natalidade dentro de 8 horas após a inserção e dura pelo menos três ou quatro anos, com alguns dados mostrando eficácia por cinco anos. Após a remoção, a fertilidade retorna rapidamente.
Usos comuns
Usado como crontraceptivo.
Tipo
Molécula pequena.
História
O etonogestrel foi patenteado em 1972 e introduzido para uso médico em 1998.
Indicações
Para utilização como um contracetivo feminino.
Classificação CFT
8.5.1.2 : Anticoncecionais
Mecanismo De Acção
O etonogestrel é o metabólito biologicamente ativo do desogestrel, um progestagénio muito utilizado nos COs.
Estruturalmente, é derivado da 19-nortestosterona e liga-se com elevada afinidade aos recetores da progesterona nos órgãos-alvo.
O efeito contracetivo do etonogestrel é alcançado primariamente pela inibição da ovulação.
Não foram observadas ovulações nos primeiros dois anos de utilização e apenas raramente no terceiro ano.
Para além da inibição da ovulação, o etonogestrel também provoca alterações no muco cervical, o que dificulta a passagem dos espermatozóides.
Estruturalmente, é derivado da 19-nortestosterona e liga-se com elevada afinidade aos recetores da progesterona nos órgãos-alvo.
O efeito contracetivo do etonogestrel é alcançado primariamente pela inibição da ovulação.
Não foram observadas ovulações nos primeiros dois anos de utilização e apenas raramente no terceiro ano.
Para além da inibição da ovulação, o etonogestrel também provoca alterações no muco cervical, o que dificulta a passagem dos espermatozóides.
Posologia Orientativa
1 implante, que pode ser utilizado durante 3 anos.
Administração
Excluir a possibilidade de gravidez antes de inserir o implante.
O implante deve ser inserido subcutaneamente mesmo por baixo da pele no lado interior da parte superior do braço para evitar os grandes vasos sanguíneos e nervos que se encontram na camada profunda do tecido conjuntivo entre os músculos bíceps e tríceps.
O implante deve ser inserido subcutaneamente mesmo por baixo da pele no lado interior da parte superior do braço para evitar os grandes vasos sanguíneos e nervos que se encontram na camada profunda do tecido conjuntivo entre os músculos bíceps e tríceps.
Contra-Indicações
- Doença tromboembólica venosa ativa.
- Conhecimento ou suspeita de neoplasias malignas sensíveis aos esteróides sexuais.
- Presença ou antecedentes de tumores hepáticos (benignos ou malignos).
- Presença ou antecedentes de doença hepática grave desde que os valores da função hepática não tenham voltado ao normal.
- Hemorragia vaginal não diagnosticada.
- Hipersensibilidade ao Etonogestrel.
- Conhecimento ou suspeita de neoplasias malignas sensíveis aos esteróides sexuais.
- Presença ou antecedentes de tumores hepáticos (benignos ou malignos).
- Presença ou antecedentes de doença hepática grave desde que os valores da função hepática não tenham voltado ao normal.
- Hemorragia vaginal não diagnosticada.
- Hipersensibilidade ao Etonogestrel.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Durante a utilização de Etonogestrel é provável que a mulher tenha alterações no seu padrão hemorrágico menstrual, que são na maioria imprevisíveis.
Estas podem incluir um padrão hemorrágico irregular (ausentes, menos frequentes, mais frequentes ou contínuas) e alterações na intensidade da frequência (diminuída ou aumentada) ou duração da hemorragia.
Foi notificada amenorreia em cerca de 1 em 5 mulheres, enquanto 1 outra em 5 mulheres notificou hemorragia frequente e/ou prolongada.
Ocasionalmente foi notificada hemorragia abundante.
Em ensaios clínicos, as alterações na hemorragia foram a razão mais frequente para a paragem do tratamento (cerca de 11%).
O padrão hemorrágico vivido durante os primeiros três meses é preditivo do padrão hemorrágico futuro em muitas mulheres.
Os efeitos indesejáveis possivelmente relacionados notificados em ensaios clínicos encontram-se listados abaixo.
Infeções e infestações:
Muito frequentes (≥1/10): infeção vaginal
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): faringite, rinite, infeção do tracto urinário .
Doenças do sistema imunitário:
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): hipersensibilidade.
Doenças do metabolismo e da nutrição:
Frequentes (≥1/100, <1/10): apetite aumentado.
Perturbações do foro psiquiátrico:
Frequentes (≥1/100, <1/10): instabilidade emocional, humor deprimido, nervosismo, libido diminuída.
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): ansiedade, insónia.
Doenças do sistema nervoso:
Muito frequentes (≥1/10): cefaleia.
Frequentes (≥1/100, <1/10): tonturas.
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): enxaqueca, sonolência.
Vasculopatias:
Frequentes (≥1/100, <1/10): afrontamento.
Doenças gastrointestinais:
Frequentes (≥1/100, <1/10): dor abdominal, náuseas, flatulência.
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): vómitos, obstipação, diarreia.
Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos:
Muito frequentes (≥1/10): acne.
Frequentes (≥1/100, <1/10): alopécia.
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): hipertricose, erupção cutânea, prurido.
Afeções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos:
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): dorsalgia, artralgia, mialgia, dor musculosquelética.
Doenças renais e urinárias:
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): disúria.
Doenças dos órgãos genitais e da mama:
Muito frequentes (≥1/10): hipersensibilidade dolorosa da mama, dor mamária, menstruação irregular.
Frequentes (≥1/100, <1/10): dismenorreia, quisto do ovário.
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): corrimento genital, desconforto vulvovaginal, galactorreia, aumento do volume da mama, prurido genital.
Perturbações gerais e alterações no local de administração:
Frequentes (≥1/100, <1/10): dor no local do implante, reação no local do implante, fadiga, sintomas do tipo gripal, dor.
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): pirexia, edema.
Exames complementares de diagnóstico:
Muito frequentes (≥1/10): peso aumentado.
Frequentes (≥1/100, <1/10): peso diminuído.
Durante a vigilância pós-comercialização, foi observado em casos raros um aumento clinicamente relevante da pressão arterial. Foi também referida seborreia.
Poderão ocorrer reações anafilácticas, urticária, angiedema, agravamento de angiedema e/ou agravamento de angiedema hereditário.
A inserção ou remoção do implante pode causar alguma contusão, ligeira irritação local, dor ou comichão.
Pode ocorrer fibrose no local da inserção, formar-se uma cicatriz ou desenvolver-se um abcesso.
Pode ocorrer parestesia ou sintomas do tipo parestesia e poderá ser possível a expulsão ou migracção do implante.
Se as instruções não forem seguidas, poderão ocorrer inserções incorrectas, de difícil localização e remoção do implante.
Durante a remoção do implante, poderá ser necessária uma intervenção cirúrgica.
Têm sido notificadas, em ocasiões raras, gravidezes ectópicas.
Em mulheres a usar contracetivos (orais combinados), foi notificado um número de efeitos indesejáveis (graves).
Estes incluem doenças tromboembólicas venosas, doenças tromboembólicas arteriais, tumores hormono-dependentes (por ex., tumores hepáticos, cancro da mama) e cloasma.
Estas podem incluir um padrão hemorrágico irregular (ausentes, menos frequentes, mais frequentes ou contínuas) e alterações na intensidade da frequência (diminuída ou aumentada) ou duração da hemorragia.
Foi notificada amenorreia em cerca de 1 em 5 mulheres, enquanto 1 outra em 5 mulheres notificou hemorragia frequente e/ou prolongada.
Ocasionalmente foi notificada hemorragia abundante.
Em ensaios clínicos, as alterações na hemorragia foram a razão mais frequente para a paragem do tratamento (cerca de 11%).
O padrão hemorrágico vivido durante os primeiros três meses é preditivo do padrão hemorrágico futuro em muitas mulheres.
Os efeitos indesejáveis possivelmente relacionados notificados em ensaios clínicos encontram-se listados abaixo.
Infeções e infestações:
Muito frequentes (≥1/10): infeção vaginal
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): faringite, rinite, infeção do tracto urinário .
Doenças do sistema imunitário:
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): hipersensibilidade.
Doenças do metabolismo e da nutrição:
Frequentes (≥1/100, <1/10): apetite aumentado.
Perturbações do foro psiquiátrico:
Frequentes (≥1/100, <1/10): instabilidade emocional, humor deprimido, nervosismo, libido diminuída.
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): ansiedade, insónia.
Doenças do sistema nervoso:
Muito frequentes (≥1/10): cefaleia.
Frequentes (≥1/100, <1/10): tonturas.
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): enxaqueca, sonolência.
Vasculopatias:
Frequentes (≥1/100, <1/10): afrontamento.
Doenças gastrointestinais:
Frequentes (≥1/100, <1/10): dor abdominal, náuseas, flatulência.
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): vómitos, obstipação, diarreia.
Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos:
Muito frequentes (≥1/10): acne.
Frequentes (≥1/100, <1/10): alopécia.
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): hipertricose, erupção cutânea, prurido.
Afeções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos:
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): dorsalgia, artralgia, mialgia, dor musculosquelética.
Doenças renais e urinárias:
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): disúria.
Doenças dos órgãos genitais e da mama:
Muito frequentes (≥1/10): hipersensibilidade dolorosa da mama, dor mamária, menstruação irregular.
Frequentes (≥1/100, <1/10): dismenorreia, quisto do ovário.
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): corrimento genital, desconforto vulvovaginal, galactorreia, aumento do volume da mama, prurido genital.
Perturbações gerais e alterações no local de administração:
Frequentes (≥1/100, <1/10): dor no local do implante, reação no local do implante, fadiga, sintomas do tipo gripal, dor.
Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): pirexia, edema.
Exames complementares de diagnóstico:
Muito frequentes (≥1/10): peso aumentado.
Frequentes (≥1/100, <1/10): peso diminuído.
Durante a vigilância pós-comercialização, foi observado em casos raros um aumento clinicamente relevante da pressão arterial. Foi também referida seborreia.
Poderão ocorrer reações anafilácticas, urticária, angiedema, agravamento de angiedema e/ou agravamento de angiedema hereditário.
A inserção ou remoção do implante pode causar alguma contusão, ligeira irritação local, dor ou comichão.
Pode ocorrer fibrose no local da inserção, formar-se uma cicatriz ou desenvolver-se um abcesso.
Pode ocorrer parestesia ou sintomas do tipo parestesia e poderá ser possível a expulsão ou migracção do implante.
Se as instruções não forem seguidas, poderão ocorrer inserções incorrectas, de difícil localização e remoção do implante.
Durante a remoção do implante, poderá ser necessária uma intervenção cirúrgica.
Têm sido notificadas, em ocasiões raras, gravidezes ectópicas.
Em mulheres a usar contracetivos (orais combinados), foi notificado um número de efeitos indesejáveis (graves).
Estes incluem doenças tromboembólicas venosas, doenças tromboembólicas arteriais, tumores hormono-dependentes (por ex., tumores hepáticos, cancro da mama) e cloasma.
Advertências

Gravidez:Não pode usar se estiver grávida ou pensar que pode estar grávida.

Aleitamento:Pode ser utilizado durante a amamentação.
Precauções Gerais
Como não se pode descartar um efeito biológico dos progestágenos sobre o cancro de mama e de fígado, deve efectuar-se uma avaliação individual da relação riscos/benefícios.
Ainda que os progestágenos possam ter efeito sobre a resistência periférica à insulina e a tolerância à glicose, não há provas de que seja necessário modificar o regime terapêutico nas pacientes diabéticas.
Recomenda-se remover o implante em casos de fenómenos tromboembólicos ou imobilidade prolongada.
Deve-se consultar o médico assistente em caso de hipertensão arterial sustentada durante o uso do implante.
Ainda que os progestágenos possam ter efeito sobre a resistência periférica à insulina e a tolerância à glicose, não há provas de que seja necessário modificar o regime terapêutico nas pacientes diabéticas.
Recomenda-se remover o implante em casos de fenómenos tromboembólicos ou imobilidade prolongada.
Deve-se consultar o médico assistente em caso de hipertensão arterial sustentada durante o uso do implante.
Cuidados com a Dieta
Não interfere com alimentos e bebidas.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligar para o Centro de intoxicações.
Sobredosagem: os sintomas podem incluir náuseas, vómitos e sangramento vaginal.
Sobredosagem: os sintomas podem incluir náuseas, vómitos e sangramento vaginal.
Terapêutica Interrompida
Não aplicável.
Cuidados no Armazenamento
Conservar na saqueta dentro da embalagem de origem.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Etonogestrel Fenitoína
Observações: n.d.Interacções: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre Contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com Contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com Contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Fenitoína

Etonogestrel Fenobarbital
Observações: n.d.Interacções: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre Contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com Contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com Contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Fenobarbital

Etonogestrel Primidona
Observações: n.d.Interacções: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre Contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com Contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com Contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Primidona

Etonogestrel Bosentano
Observações: n.d.Interacções: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre Contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com Contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com Contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Bosentano

Etonogestrel Carbamazepina
Observações: n.d.Interacções: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre Contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com Contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com Contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Carbamazepina

Etonogestrel Rifampicina
Observações: n.d.Interacções: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre Contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com Contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com Contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Rifampicina

Etonogestrel Ritonavir
Observações: n.d.Interacções: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre Contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com Contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com Contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Ritonavir

Etonogestrel Nelfinavir
Observações: n.d.Interacções: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre Contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com Contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com Contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Nelfinavir

Etonogestrel Nevirapina
Observações: n.d.Interacções: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre Contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com Contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com Contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Nevirapina

Etonogestrel Efavirenz
Observações: n.d.Interacções: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre Contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com Contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com Contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Efavirenz

Etonogestrel Oxcarbazepina
Observações: n.d.Interacções: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre Contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com Contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com Contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Oxcarbazepina

Etonogestrel Topiramato
Observações: n.d.Interacções: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre Contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com Contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com Contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Topiramato

Etonogestrel Felbamato
Observações: n.d.Interacções: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre Contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com Contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com Contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Felbamato

Etonogestrel Griseofulvina
Observações: n.d.Interacções: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre Contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com Contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com Contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Griseofulvina

Etonogestrel Hipericão
Observações: n.d.Interacções: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre Contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com Contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com Contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa. - Hipericão

Etonogestrel Cetoconazol
Observações: n.d.Interacções: Aumento dos níveis hormonais no plasma associado a medicamentos administrados concomitantemente: Os medicamentos (por exemplo, cetoconazol) que inibem as enzimas hepáticas, como o CYP3A2, podem aumentar os níveis hormonais no plasma. - Cetoconazol

Etonogestrel Ciclosporina
Observações: n.d.Interacções: Influência de Etonogestrel sobre outros medicamentos: Os Contracetivos hormonais podem interferir com o metabolismo de outros medicamentos. Consequentemente, as concentrações plasmáticas e tecidulares tanto podem estar aumentadas (por exemplo, ciclosporina) como diminuídas (por exemplo, lamotrigina). - Ciclosporina

Etonogestrel Lamotrigina
Observações: n.d.Interacções: Influência de Etonogestrel sobre outros medicamentos: Os Contracetivos hormonais podem interferir com o metabolismo de outros medicamentos. Consequentemente, as concentrações plasmáticas e tecidulares tanto podem estar aumentadas (por exemplo, ciclosporina) como diminuídas (por exemplo, lamotrigina). - Lamotrigina

Etonogestrel Testes Laboratoriais/Diagnóstico/Teste ergométrico
Observações: n.d.Interacções: Análises laboratoriais: Dados obtidos com COs combinados têm revelado que os esteroides Contracetivos podem influenciar os resultados de certas análises laboratoriais, incluindo parâmetros bioquímicos das funções hepática, tiróideia, suprarrenal e renal, valores das proteínas plasmáticas (de transporte), por ex., globulinas de ligação aos corticosteroides e frações lipídicas/lipoproteícas, parâmetros do metabolismo dos hidratos de carbono e parâmetros de coagulação e fibrinólise. Em geral, as alterações mantêm-se dentro dos valores laboratoriais normais. Desconhece-se em que medida isto se aplica também aos Contracetivos apenas com progestagénios. - Testes Laboratoriais/Diagnóstico/Teste ergométrico

Efavirenz Etonogestrel
Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.Interacções: contracetivoS HORMONAIS: Implante: Etonogestrel/Efavirenz: interação não estudada. Pode existir redução da exposição ao etonogestrel (indução do CYP3A4). Existem notificações ocasionais pós-comercialização de falência do contracetivo com etonogestrel em doentes expostos a efavirenz. Terá de ser utilizado um método fiável de contraceção de barreira além dos contraconceptivos hormonais. - Etonogestrel

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir Etonogestrel
Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes medicamentos só foram realizados em adultos.Interacções: contracetivoS HORMONAIS: Implantes: Etonogestrel/Efavirenz: interação não estudada. Pode ser esperada uma diminuição da exposição ao etonogestrel (indução do CYP3A4). Ocorreram ocasionalmente notificações pós-comercialização de falência do contracetivo com etonogestrel em doentes expostos ao efavirenz. Etonogestrel/Tenofovir disoproxil fumarato: interação não estudada. Etonogestrel/Emtricitabina: interação não estudada. Terá que ser utilizado um método de contraceção de barreira fiável para além dos Contracetivos hormonais. - Etonogestrel

Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.
Não pode usar se estiver grávida ou pensar que pode estar grávida.
Pode ser utilizado durante a amamentação.
Se estiver a amamentar consulte o médico antes de utilizar este medicamento.
Não pode usar se estiver grávida ou pensar que pode estar grávida.
Pode ser utilizado durante a amamentação.
Se estiver a amamentar consulte o médico antes de utilizar este medicamento.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 24 de Março de 2026