Eritromicina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
A eritromicina é um antibiótico macrólido produzido por Streptomyces erythreus.

Inibe a síntese proteica bacteriana através da ligação a 50S bacterianas subunidades ribossomais; ligação inibe peptidil transferase atividade e interfere com a translocação de aminoácidos durante a tradução e montagem de proteínas.

A eritromicina pode ser bacteriostáticos ou bactericidas, dependendo do organismo e a concentração do fármaco.
Usos comuns
Tratamento tópico de acne.


É indicado no tratamento das infecções causadas por estirpes sensíveis dos microrganismos descritos a seguir:

O espectro antimicrobiano da Eritromicina cobre um elevado número de espécies de que destacamos as seguintes: Streptococcus pyogenes, Streptococcus alfa-hemolítico, Staphylococcus aureus, Streptococcus pneumoniae, Mycoplasma pneumoniae, Ureaplasma urealyticum, Campylobacter jejuni, Haemophilus influenzae, Chlamydia trachomatis, Treponema pallidum, Corynebacterium diphteriae, C. minutissimum, Entamoeba histolytica, L. monocytogenes, H. gonorrhoeae, B. pertussis, Legionella pneumophilla.


A Eritromicina está especialmente indicada nas infecções das vias respiratórias e O.R.L.: otite externa, otite média, amigdalite, faringite, laringite, sinusite, bronquite, broncopneumonia, pneumonia por Mycoplasma, "Doença do Legionário" e pneumonia lobar.


A Eritromicina é também recomendada no tratamento de abcessos, acne, furunculose, foliculite, antraz, osteomielite, erisipela, como adjuvante da anti-toxina no tratamento da difteria e em infecções por Chlamydia.


A Eritromicina constitui um tratamento de alternativa na blenorragia e sífilis primária em doentes alérgicos ou com intolerância à penicilina, tetraciclina e doxiciclina.


Profilaxia da febre reumática e da endocardite bacteriana.



Tipo
pequena molécula
História
Dr. Abelardo B. Aguilar, um cientista Filipino, enviou algumas amostras de solo para a sua entidade patronal Eli Lilly na equipa de investigação de 1949.

Eli Lilly, liderado por JM McGuire, conseguiram isolar eritromicina dos produtos metabólicos de uma estirpe de Streptomyces erythreus (designação alterados para "Saccharopolyspora erythraea") encontrado nas amostras.


Lilly entrou com pedido de proteção de patente do composto e patente US 2.653.899 foi concedida em 1953.

O produto foi lançado comercialmente em 1952 sob o nome de marca Ilosone (após a Philippine região de Iloilo , onde foi originalmente coletada).

Eritromicina antigamente era também chamado Ilotycin.


Em 1981, ganhador do Prêmio Nobel (1965 em química) e professor de química na Universidade de Harvard ( Cambridge, MA ) Robert B. Woodward (a título póstumo), juntamente com um grande número de membros de seu grupo de pesquisa, relataram o primeiro estereocontroladas síntese química assimétrica de eritromicina A.


O antibiótico claritromicina foi inventado por cientistas da empresa farmacêutica japonesa Taisho Pharmaceutical na década de 1970, como resultado de seus esforços para superar a instabilidade ácido da eritromicina.


Cientistas da Chugai Pharmaceuticals descobriu um derivado de eritromicina motilin chamado agonista mitemcinal que se acredita ter fortes pró-cinéticos propriedades (semelhantes à eritromicina), mas faltam propriedades antibióticas.

Eritromicina é comumente usado off-label para indicações motilidade gástrica, como gastroparesia.

Se mitemcinal pode ser demonstrado ser uma forma eficaz de um agente pró-cinético, isso representaria um avanço significativo no campo gastrointestinal, como o tratamento com este medicamento não implicaria o risco de selecção não intencional de bactérias resistentes a antibióticos.




Indicações
VIA CUTÂNEA
Tratamento tópico de acne particularmente nas formas inflamatórias e pápulo- pustulosas (nodulocistica).


VIA ORAL
É indicado no tratamento das infecções causadas por estirpes sensíveis dos microrganismos descritos nas doenças mencionadas a seguir:

Infecções do Tracto Respiratório Superior de gravidade ligeira a moderada causadas por Streptococcus pyogenes (estreptococos beta-hemolíticos grupo A), S. pneumoniae e Haemophilus influenzae (nem todas as estirpes são sensíveis à Eritromicina nas concentrações de antibiótico atingidas com as doses terapêuticas habituais).
Para o tratamento oral da faringite estreptocócica e para a profilaxia a longo prazo da febre reumática, a Eritromicina constitui um medicamento alternativo de escolha.

Infecções do Tracto Respiratório Inferior de gravidade ligeira a moderada causadas por S. pyogenes, S. pneumoniae e Mycoplasma pneumoniae.

Infecções da Pele e Tecidos Moles de gravidade ligeira e moderada causadas por S. pyogenes e S. aureus (durante o tratamento poderá emergir resistência).

Sífilis primária causada por Treponema pallidum.

Difteria causada por Corynebacterium diphtheriae como coadjuvante da antitoxina para prevenir possíveis portadores.

Eritrasma causada por C. minutissimum.

Tosse Convulsa causada por Bordetella pertussis. A Eritromicina é eficaz na eliminação do microrganismo da nasofaringe dos indivíduos infectados e pode ser útil na profilaxia da tosse convulsa nos indivíduos sensíveis expostos ao microrganismo.

Doença do Legionário causada por Legionella pneumophila.

Infecções por Chlamydia causada por C. trachomatis no homem adulto (uretrite); conjuntivite e pneumonia nos recém-nascidos e bebés (o tratamento tópico isolado para tratamento da conjuntivite não é adequado);


crianças com menos de 9 anos de idade, grávidas, lactantes, adolescentes e adultos (infecções uretrais, endocervicais ou rectais não complicadas).

Gonorreia causada por Neisseria gonorrhoeae. A Eritromicina é o fármaco de alternativa no tratamento da doença pélvica inflamatória aguda nos doentes com antecedentes de hipersensibilidade à penicilina ou com bacteremia ou arterite.

Amebíase intestinal causada por Entamoeba histolytica. Infecções por Listeria monocytogenes.
Endocardite bacteriana causada por estreptococos alfa-hemolíticos (grupo viridans). A Eritromicina tem sido recomendada na prevenção da endocardite bacteriana nos doentes com doença cardíaca congénita, doença valvular adquirida ou febre reumática que apresentem hipersensibilidade à penicilina, quando submetidos a intervenções dentárias ou intervenções cirúrgicas do tracto respiratório superior.


Classificação CFT
01.01.08     Macrólidos 13.04.02.01     De aplicação tópica
Mecanismo De Ação
A Eritromicina é produzida por uma estirpe de Streptomyces erythraeus e pertence ao grupo dos antibióticos Macrólidos.

É uma substância básica formando de imediato sais com os ácidos.

A Eritromicina exerce a sua acção antibacteriana pela ligação à subunidade 50S dos ribossomas das bactérias sensíveis.

Não afecta a síntese do ácido nucleico.

Foi demonstrado antagonismo in vitro entre Eritromicina e clindamicina, lincomicina e cloranfenicol.


Muitas estirpes de Hemophilus influenzae são resistentes à Eritromicina, mas são sensíveis à associação de Eritromicina com sulfonamidas.


No decurso da terapêutica poderá surgir resistência estafilocócica à Eritromicina.


Tanto in vitro como nas infecções clínicas, a Eritromicina é geralmente activa contra a maioria das estirpes dos seguintes microrganismos:

Microrganismos gram-positivos: Corynebacterium diphtheriae; Corynebacterium minutissimum Listeria monocytogenes
Staphilococcus aureus (poderão surgir microrganismos resistentes durante a terapêutica) Streptococcus pneumoniae
Streptococcus pyogenes

Microrganismos gram-negativos: Bordetella pertussis,
Legionella pneumophila, Neisseria gonorrheae;

Outros microrganismos: Chlamydia trachomatis Entamoeba histolytica Mycoplasma pneumoniae Ureaplasma urealyticum

A Eritromicina revelou ser activa in vitro contra a maioria das estirpes dos seguintes microrganismos; no entanto, a segurança e eficácia da Eritromicina no tratamento de infecções causadas por estes microrganismos, ainda não foi determinada em estudos adequados e bem controlados:

Microrganismos gram-positivos:
Alpha hemolytic streptococci (grupo viridans)

Microrganismos gram-negativos: Moraxella (Branhamella) catarrhalis

Outros microrganismos: Entamoeba histolytica Treponema pallidum
Posologia Orientativa
VIA CUTÂNEA
Aplicar 1 a 2 vezes/dia durante 4 a 6 semanas.


VIA ORAL
Adultos: 1-2 g/dia, administrados em doses repartidas (2xdia, 3xdia ou 4xdia), durante 5 a 14 dias; nos casos de infecções severas, a dose pode ser aumentada para 1 g, de 6 em 6 horas (4 g/dia).

Crianças: a posologia habitual são 30-50 mg/Kg/dia, administrados em doses repartidas, durante 5 a 14 dias; nos casos de infecções mais severas, poderá administrar-se o dobro desta dose.

No tratamento da tosse convulsa - 40-50 mg/Kg/dia, administrados em doses repartidas, durante 5 a 14 dias.

No tratamento da sífilis primária - 48-64 g, administradas em doses repartidas, durante 10-15 dias No tratamento da Doença do Legionário – 1-4g/dia, administrados em doses repartidas.
No tratamento da Amebíase intestinal - Adultos: 1-2 g/dia, 4xdia, durante 10 a 14 dias. Crianças: 30 a 50 mg/Kg/dia administrados em doses repartidas, durante 10 a 14 dias.

No tratamento da uretrite - 500 mg, 4xdia, durante 7 dias.

Na profilaxia da endocardite bacteriana - 1 g (adultos), 20 mg/Kg (crianças), 1,5 - 2 horas antes da intervenção, seguidos de 500 mg (10 mg/Kg, para as crianças), de 6 em 6 horas, para 8 doses.

No tratamento das infecções estreptocócicas - o tratamento deve ser administrado durante pelo menos 10 dias. Na profilaxia contínua contra recorrência das infecções estreptocócicas nos indivíduos com antecedentes de febre reumática, a dose habitual são 500 mg, 2xdia.

VIA INTRAVENOSA
Para o tratamento de infecções graves em adultos e crianças, a dose intravenosa de lactobionato de eritromicina recomendada é de 15 a 20 mg/Kg/dia. Para o tratamento de infecções muito graves podem ser administradas doses mais elevadas até 4 g/dia.
Tratamento da doença do legionário – Apesar das doses óptimas não terem sido determinadas, as doses recomendadas segundo dados clínicos conhecidos, variam de 1 a 4 g/dia, em doses repartidas.
Tratamento da gonorreia, causada pela N. Gonorrhoea – Em mulheres alérgicas à penicilina, administrar 500 mg de lactobionato de eritromicina cada 6 horas durante 3 dias, seguidos de 250 mg de eritromicina pela via oral, cada 6 horas durante 7 dias.

Administração
Via cutânea, oral e intravenosa.


A suspensão oral e os comprimidos podem ser administrada independentemente das horas das refeições e para melhores concentrações sanguíneas recomenda-se fazer as tomas imediatamente antes das refeições.
Contraindicações
Hipersensibilidade à eritromicina.

Nos doentes recebendo tratamento com terfenadina, astemizole, cisaprida ou pimozida
Efeitos Indesejáveis/Adversos
VIA CUTÂNEA:
No início do tratamento com o creme raramente pode ocorrer um ligeiro eritema ou descamação que desaparecem com a continuação do tratamento.


Em alguns casos, os sintomas descritos podem ser a manifestação de uma reacção de hipersensibilidade (eczema de contacto alérgico).


Se este medicamento creme revelar ser demasiado gorduroso, pode ser alternado com a solução, visto que este não é gorduroso.

O creme e a solução também podem ser aplicados alternadamente.

O tratamento prolongado pode resultar no agravamento da doença devido a aumento da resistência e na foliculite gram-negativa.

VIA ORAL:
Cardiopatias: Torsades de pointes ; Taquicardia ventricular

Afecções do ouvido e do labirinto: Surdez* ; Acufenos; Vertigens

Doenças gastrointestinais: Dor Abdominal; Diarreia; Náuseas; Pancreatite; Vómitos

Afecções hepatobiliares: Disfunção hepática; Hepatite

Doenças do sistema imunitário: Anafilaxia

Infecções e infestações: Colite pseudomembranosa**

Exames complementares de diagnóstico: Testes anormais da função hepática; Prolongamento do intervalo QT

Doenças do metabolismo e da nutrição: Anorexia

Doenças do sistema nervoso: Convulsões; Ataques

Perturbações do foro psiquiátrico: Confusão; Alucinações

Doenças renais e urinárias: Nefrite Intersticial

Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneas: Eritema multiforme; Erupções cutâneas ligeiras; Síndrome Stevens-Johnson; Necrólise tóxica epidérmica; Urticária

*Os problemas auditivos reversíveis ocorreram em doentes com insuficiência renal e em doentes tratados com doses elevadas de Eritromicina.
**A colite pseudomembranosa tem sido descrita com quase todos os agentes antibacterianos, e pode variar em gravidade desde ligeira a fatal. Deste modo, é importante considerar este diagnóstico em doentes que apresentem diarreia subsequente à administração de agentes antibacterianos






Advertências
Gravidez
Gravidez:Não se sabe se é perigosa. Ausência de risco fetal, demonstrada em experimentação animal ou em estudos humanos.
Aleitamento
Aleitamento:Pequenas quantidades no leite; seguro na dose usual.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Maior risco de toxicidade idiossincrásica.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Dose máxima – 1,5 g/dia na IR grave; risco de ototoxicidade.
Precauções Gerais
CREME
Evitar que o creme entre em contacto com os olhos, boca, feridas abertas e membranas mucosas.

A eritromicina tópica tem maior eficácia no tratamento do acne quando utilizada em associação com retinóides tópicos ou peróxido de benzoílo.

Nas formas mais graves deve ser utilizada terapêutica antibiótica oral.


SUSPENSÃO ORAL
Disfunção hepática incluindo enzimas hepáticas aumentadas e hepatite hepatocelular e/ou colestática, com ou sem icterícia, foram raramente descritas com Eritromicina.

Tem sido descrita colite pseudomembranosa com praticamente todos os antibacterianos, incluindo Macrólidos, que pode ser de gravidade ligeira até de compromisso vital.

Existem relatórios que sugerem que a Eritromicina não atinge o feto em concentrações adequadas de modo a evitar a sífilis congénita. Os recém-nascidos de mães que durante a gravidez receberam Eritromicina oral para tratamento da sífilis primária devem ser devidamente medicados com penicilina.

Foram descritos casos de rabdomiólise com ou sem disfunção renal em indivíduos gravemente doentes tomando concomitantemente Eritromicina com lovastatina.

Dado que a Eritromicina é excretada principalmente pelo fígado, tal facto deve ser tido em atenção quando se administre o antibiótico em doentes com a função hepática diminuída.

A utilização prolongada ou repetida da Eritromicina pode provocar desenvolvimento excessivo de bactérias ou fungos não-sensíveis. Se se verificar superinfecção, a Eritromicina deve ser suspensa e instituído tratamento adequado.

Quando indicado, as áreas de infecções localizadas podem requerer incisão, drenagem cirúrgica ou outros actos cirúrgicos, adicionalmente ao tratamento com antibiótico.

A Eritromicina interfere com a determinação fluorimétrica das catecolaminas na urina.

Foi descrito que a Eritromicina pode agravar a função muscular dos doentes que sofrem de miastenia gravis.

Foram descritos casos de estenose hipertrófica do piloro em crianças após o tratamento com Eritromicina. Num grupo de 157 recém-nascidos que receberam Eritromicina para profilaxia da tosse convulsa, sete (5%) desenvolveram sintomas de vómitos não biliosos ou irritabilidade ao serem alimentados, tendo sido subsequentemente diagnosticados com estenose hipertrófica do piloro e requerendo piloromiotomia. Dado que a Eritromicina pode ser usada no tratamento de crianças em situações associadas a mortalidade e morbilidade importantes (como a tosse convulsa ou Chlamydia) o benefício do tratamento com Eritromicina deverá ser avaliado relativamente ao potencial risco de desenvolvimento de estenose hipertrófica do piloro. Deverão avisar-se os pais para contactar o médico assistente, caso se verifiquem vómitos ou irritabilidade quando os bebés são alimentados.





Cuidados com a Dieta
Não interfere com alimentos e bebidas.
Terapêutica Interrompida
Não utilize uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de aplicar.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Não conservar acima de 25ºC.


Conservar na embalagem de origem.

Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Ativa contra Mycoplasma sp., Legionella sp., Streptococcus pyogenes, Streptococcus pneumoniae, Staphylococcus aureus suscetíveis à oxacilina, Chlamydia sp., Campylobacter jejuni e Neisseria sp. Age contra alguns bacilos Gram-positivos, Como Clostridium perfringens e Listeria monocytogenes. Tem Atividade contra Pasteurella multocida, Borrelia sp., Bordetella pertussis. Moderada Atividade contra Haemophilus influenzae. Ativa contra algumas micobactérias atípicas, Como Mycobacterium scrofulaceum e Mycobacterium kansasii.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ebastina + Eritromicina

Observações: Quando a ebastina é administrada em simultâneo com alimentos, verifica-se um aumento do principal metabolito ativo da ebastina de 1,5 a 2,0 vezes nos níveis plasmáticos e na AUC. Este aumento não altera o Tmax. A administração concomitante de ebastina com alimentos não altera a sua eficácia clínica.
Interações: Foram observadas interações farmacocinéticas quando a ebastina é administrada concomitantemente com cetoconazol ou itraconazol e eritromicina. Esta interação resultou num aumento das concentrações plasmáticas de ebastina e numa menor extensão de carebastina, que, no entanto, não foram relacionadas com quaisquer efeitos farmacodinâmicos clinicamente significativos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sibutramina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A sibutramina e os seus metabolitos activos são eliminados por metabolismo hepático; a principal enzima envolvida é a CYP3A4 e poderão igualmente contribuir a CYP2C9 e a CYP1A2. Deve ter-se especial cuidado durante a administração concomitante de sibutramina com fármacos que afectam a actividade da enzima CYP3A4. Entre os inibidores da CYP3A4 incluem-se o cetoconazol, itraconazol, eritromicina, claritromicina, troleandomicina e a ciclosporina. Um estudo sobre interacção medicamentosa revelou que a administração concomitante de cetoconazol ou eritromicina com sibutramina induziu um aumento das concentrações plasmáticas (AUC) dos metabolitos activos da sibutramina (23% ou 10% respectivamente). Verificaram-se aumentos médios da frequência cardíaca até 2,5 batimentos por minuto em relação à administração isolada de sibutramina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tiotepa + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A tiotepa parece ser metabolizada através de CYP2B6 e CYP3A4. A administração concomitante com inibidores de CYP2B6 (por exemplo, clopidogrel e ticlopidina) ou de CYP3A4 (por exemplo, antifúngicos de tipo azol, macrólidos como eritromicina, claritromicina, telitromicina e inibidores da protease) pode aumentar as concentrações plasmáticas de tiotepa e potencialmente diminuir as concentrações do metabolito activo TEPA.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Azelastina + Fluticasona + Eritromicina

Observações: Em circunstâncias normais, atingem-se concentrações baixas de fluticasona após aplicação intranasal, devido ao extenso metabolismo de primeira passagem e uma depuração sistémica alta mediada pelo citocromo P450 3A4 no intestino e no fígado. Salienta-se que interações significativas mediadas pelo propionato de fluticasona são improváveis. Não foram realizados estudos específicos de interação com o cloridrato de azelastina spray nasal. Foram realizados estudos de interação com altas doses orais. Contudo, não têm relevância para a azelastina Spray Nasal porque as doses nasais recomendadas promovem uma exposição sistémica muito mais baixa.
Interações: Estudos mostraram que outros inibidores do citocromo P4503A4 promoveram aumentos na exposição sistémica ao propionato de fluticasona negligenciáveis (eritromicina) e mínimos (cetoconazole), sem reduções notáveis nas concentrações séricas de cortisol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Eplerenona + Eritromicina

Observações: Estudos in vitro indicam que a eplerenona não é um inibidor das isoenzimas CYP1A2, CYP2C19, CYP2C9, CYP2D6 ou CYP3A4. A eplerenona não é um substrato nem um inibidor da glicoproteína-P.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da CYP3A4: Inibidores ligeiros a moderados da CYP3A4: A co-administração com eritromicina, saquinavir, amiodarona, diltiazem, verapamil e fluconazol conduziu a interações farmacocinéticas significativas, com aumentos da AUC na ordem de 98% a 187%. Portanto, a dose de eplerenona não deve exceder os 25 mg quando são administrados inibidores ligeiros a moderados da CYP3A4 com a eplerenona.

Cefadroxil + Eritromicina

Observações: A ocorrência de diarreia pode prejudicar a absorção de outros medicamentos ficando assim a sua eficácia comprometida. Uma diurese forçada leva a uma diminuição dos níveis sanguíneos de cefadroxil.
Interações: O cefadroxil não deve ser combinado com antibacterianos bacteriostáticos (ex. tetraciclina, eritromicina, sulfonamidas e cloranfenicol) uma vez que é possível um efeito antagonista.

Buprenorfina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A buprenorfina é metabolizada pelo CYP3A4. Num estudo de interação da buprenorfina com cetoconazol (um potente inibidor da CYP3A4), observou-se um aumento da Cmáx e da AUC da buprenorfina (cerca de 70% e 50% respetivamente) e, em menor extensão, do seu metabolito, norbuprenorfina. A administração concomitante de buprenorfina e de potentes inibidores do CYP3A4 (como por exemplo antifúngicos azóis, tais como cetoconazol ou itraconazol, eritromicina, gestodeno, troleandomicina, inibidores da protease VIH como o ritonavir, indinavir, nelfinavir e saquinavir) podem levar a um aumento acentuado da concentração plasmática de buprenorfina ou de norbuprenorfina. A associação deve ser evitada ou cuidadosamente monitorizada porque uma redução da dose pode ser necessária.

Colquicina + Eritromicina

Observações: Não ultrapassar mais do que alguns dias de tratamento com a colquicina.
Interações: Associações não recomendadas: Macrólidos com exceção da espiramicina (telitromicina, azitromicina, claritromicina, diritromicina, eritromicina, josamicina, midecamicina, roxitromicina, troleandomicina). Podem aumentar significativamente os níveis séricos de colquicina e o risco de toxicidade, podendo esta tornar-se fatal.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dienogest + Eritromicina

Observações: Com base em estudos de inibição in vitro, é pouco provável uma interacção clinicamente relevante do dienogest com o metabolismo mediado pelas enzimas do citocromo P450 de outros medicamentos. Nota: A informação de prescrição da medicação concomitante deverá ser consultada para identificar potenciais interações.
Interações: Inibidores conhecidos da CYP3A4 como os antifúngicos do grupo dos azóis (por ex., cetoconazol, itraconazol, fluconazol), cimetidina, verapamil, macrólidos (por ex., eritromicina, claritromicina e roxitromicina), diltiazem, inibidores das proteases (por ex., ritonavir, saquinavir, indinavir, nelfinavir), antidepressores (por ex., nefazodona, fluvoxamina, fluoxetina) e o sumo de toranja poderão aumentar os níveis plasmáticos de progestagénios e resultar em efeitos indesejáveis. Num estudo que investigou o efeito dos inibidores da CYP3A4 (cetoconazol, eritromicina) sobre a associação de valerato de estradiol/dienogest, os níveis plasmáticos de dienogest no estado estacionário foram aumentados. A administração concomitante com o forte inibidor cetoconazol resultou num aumento de 186% da AUC 0-24 h de dienogest no estado estacionário. Quando co-administrada com o moderado inibidor eritromicina, a AUC 0-24 h de dienogest no estado estacionário foi aumentada em 62%. Desconhece-se qual a relevância clínica destas interações.

Cabozantinib + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos sobre cabozantinib: Inibidores e indutores CYP3A4: Portanto a coadministração de fortes inibidores CYP3A4 (por exemplo, ritonavir, itraconazol, eritromicina, claritromicina, sumo de toranja) com cabozantinib deve ser considerada com cuidado.

Nifedipina + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. A administração concomitante de inibidores moderados do CYP3A4 (fluconazol, eritromicina, diltiazem, verapamil, aprepitant) deve ser feita com precaução. Antibióticos macrólidos (por exemplo, eritromicina) Não foram realizados estudos de interação entre a nifedipina e antibióticos macrólidos. Certos antibióticos macrólidos são conhecidos por inibirem o metabolismo de outros medicamentos mediados pelo sistema do citocromo P450 3A4. Por conseguinte, não pode ser excluída a possibilidade de um aumento das concentrações plasmáticas de nifedipina com a administração concomitante dos dois medicamentos. A azitromicina, apesar de estruturalmente relacionada com a classe de antibióticos macrólidos, não inibe o CYP 3A4. Antibióticos macrólidos (por exemplo, eritromicina) Não foram realizados estudos de interação entre a nifedipina e antibióticos macrólidos. Certos antibióticos macrólidos são conhecidos por inibirem o metabolismo de outros medicamentos mediados pelo sistema do citocromo P450 3A4. Por conseguinte, não pode ser excluída a possibilidade de um aumento das concentrações plasmáticas de nifedipina com a administração concomitante dos dois medicamentos. A azitromicina, apesar de estruturalmente relacionada com a classe de antibióticos macrólidos, não inibe o CYP 3A4.

Fluconazol + Eritromicina

Observações: O fluconazol é um potente inibidor do citocromo P450 (CYP) isoenzima 2C9 e um inibidor moderado do CYP3A4. O fluconazol é também um inibidor da isoenzima CYP2C19. Adicionalmente às interações observadas/documentadas abaixo indicadas, existe um risco de aumento da concentração plasmática de outros compostos metabolizados pelo CYP2C9 e CYP3A4 coadministrados com fluconazol. Deste modo, deve-se ter precaução quando se utilizam estas associações e os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados. O efeito inibidor da enzima pelo fluconazol persiste 4-5 dias após a descontinuação do tratamento com fluconazol devido à sua longa semivida.
Interações: É contraindicada a utilização concomitante com os seguintes fármacos: Eritromicina: A utilização concomitante de fluconazol e eritromicina potencia o aumento do risco de cardiotoxicidade (prolongamento do intervalo QT, torsade de pointes) e consequentemente o de morte cardíaca súbita. A coadministração de fluconazol e eritromicina está contraindicada.

Triamcinolona + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: É necessária extrema precaução nos casos de administração concomitante com fenotiazinas, antidepressivos tricíclicos, terfenadina e astemizol, vincamina, eritromicina i.v., halofantrina, pentamidina e sultoprida.

Ivabradina + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Utilização concomitante não recomendada: Medicamentos não cardiovasculares que prolongam o intervalo QT (por ex. pimozida, ziprasidona, sertindol, mefloquina, halofantrina, pentamidina e cisaprida, eritromicina intravenosa). A utilização concomitante de ivabradina com medicamentos cardiovasculares e não cardiovasculares que prolongam o intervalo QT deve ser evitada porque o prolongamento do intervalo QT pode ser exacerbado pela redução da frequência cardíaca. Se a combinação for necessária, impõe-se cuidadosa monitorização cardíaca. Utilização concomitante contraindicada: A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 tais como os antifúngicos azol (cetoconazol, itraconazol), antibióticos macrólidos (claritromicina, eritromicina oral, josamicina, telitromicina), inibidores da protease do VIH (nelfinavir, ritonavir) e nefazodona está contraindicada. Os inibidores potentes do CYP3A4, cetoconazol (200 mg uma vez por dia) e josamicina (1 g duas vezes por dia), aumentaram a exposição plasmática média da ivabradina em 7 a 8 vezes.

Lapatinib + Eritromicina

Observações: O lapatinib é predominantemente metabolizado pelo CYP3A.
Interações: O lapatinib é um substrato para as proteínas transportadoras da Pgp (glicoproteína P) e BCRP. Os inibidores (cetoconazol, itraconazol, quinidina, verapamil, ciclosporina, eritromicina) e os indutores (rifampicina, Hipericão) destas proteínas podem alterar a exposição e/ou distribuição do lapatinib.

Rupatadina + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos e adolescentes (com mais de 12 anos) com rupatadina 10 mg comprimidos.
Interações: A administração concomitante com inibidores potentes do CYP3A4 (ex. itraconazol, cetoconazol, voriconazol, posaconazol, inibidores da protease do VIH, claritromicina, nefazodona) deve ser evitada e a administração concomitante com inibidores moderados do CYP3A4 (eritromicina, fluconazol, diltiazem) deve ser realizada com precaução. A administração concomitante de 20 mg de rupatadina e cetoconazol ou eritromicina aumenta a exposição sistémica à rupatadina 10 e 2-3 vezes respetivamente. Estas modificações não foram associadas a um efeito no intervalo QT ou a um aumento das reações adversas em comparação com a administração separada dos fármacos.

Sufentanilo + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: O Sufentanilo é metabolizado principalmente pela enzima 3A4 do citocromo P450. No entanto, não se observou inibição in vivo pela eritromicina (um inibidor conhecido da enzima 3A4 do citocromo P450). Embora não existam dados clínicos, os dados in vitro sugerem que outros inibidores potentes da enzima 3A4 do citocromo P450 (ex: cetoconazol, itraconazol, ritonavir), podem inibir o metabolismo de Sufentanilo. Esta inibição pode aumentar o risco de depressão respiratória pronlongada ou tardia. O uso simultâneo dos fármacos referidos exige cuidados especiais e observação do doente; em particular, pode ser necessário diminuir a dose de Sufentanilo.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clozapina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de fármacos que se sabe inibirem a actividade de algumas isoenzimas do citocromo P450 pode aumentar os níveis de clozapina e a dose de clozapina pode ter de ser reduzida para evitar efeitos indesejáveis. Da mesma forma, são improváveis interações farmacocinéticas com inibidores de CYP3A4 tais como um antifúngicos azóis, cimetidina, eritromicina e inibidores de protease, apesar de algumas terem sido relatadas.

Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Interações potenciais relacionadas com HIDROCLOROTIAZIDA: Uso concomitante com precaução: Medicamentos afetados pelos desequilíbrios do potássio sérico: É recomendada uma monitorização periódica do potássio sérico e a realização de ECG quando o Olmesartan / Hidroclorotiazida é administrado com medicamentos afetados pelos desequilíbrios do potássio sérico (por exemplo, glicósidos digitálicos e antiarrítmicos) e com os seguintes medicamentos indutores de “torsades de pointes” (taquicardia ventricular) (incluindo alguns antiarrítmicos), sendo a hipocaliemia um fator de predisposição para “torsades de pointes” (taquicardia ventricular): Antiarrítmicos Classe Ia (por exemplo, quinidina, hidroquinidina, disopiramida). Antiarrítmicos Classe III (por exemplo, amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida). Alguns antipsicóticos (por exemplo, tioridazina, cloropromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol) Outros (por exemplo, bepridilo, cisaprida, difemanil, eritromicina I.V., halofantrina, mizolastina, pentamidina, esparfloxacina, terfenadina, vincamina I.V.).

Tezacaftor + Ivacaftor + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Medicamentos que afetam a farmacocinética de tezacaftor e de ivacaftor Inibidores da CYP3A A coadministração com o itraconazol, um inibidor forte da CYP3A, aumentou a exposição ao tezacaftor (medida pela AUC) 4,0 vezes e aumentou a AUC do ivacaftor 15,6 vezes. A dose de Tezacaftor/Ivacaftor deve ser ajustada quando coadministrada com inibidores fortes da CYP3A. Exemplos de inibidores fortes da CYP3A incluem: • cetoconazol, itraconazol, posaconazol e voriconazol • telitromicina e claritromicina O modelo farmacocinético fisiológico sugeriu que a coadministração com fluconazol, um inibidor moderado da CYP3A, poderá aumentar a exposição (AUC) do tezacaftor em, aproximadamente, 2 vezes. A coadministração com fluconazol aumentou a AUC do ivacaftor 3 vezes. A dose de Tezacaftor/Ivacaftor e de ivacaftor deve ser ajustada quando coadministrada com inibidores moderados da CYP3A. Exemplos de inibidores moderados da CYP3A incluem: • fluconazol • eritromicina

Tolterrodina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de medicação sistémica com potentes inibidores da CYP3A4, tais como antibióticos macrólidos (por exemplo, eritromicina e claritromicina), agentes antifúngicos (por exemplo, cetoconazol e itraconazol) e antiproteases, não é recomendada devido ao aumento das concentrações séricas de tolterrodina em metabolizadores fracos do CYP2D6 com risco (subsequente) de sobredosagem.

Docetaxel + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Estudos in vitro mostraram que o metabolismo do docetaxel pode ser modificado pela administração concomitante de compostos que induzam, inibam ou sejam metabolizados pela citocromo P4503A (e assim possam inibir a enzima competitivamente), tais como ciclosporina, cetoconazol e eritromicina. Por conseguinte, deverão tomar-se precauções no tratamento de doentes com esta terapêutica concomitante, visto haver um potencial para uma interacção significativa. O docetaxel tem uma elevada ligação às proteínas (>95%). Embora a possível interacção in vivo do docetaxel com outros medicamentos administrados concomitantemente não tenha sido investigada formalmente, as interações in vitro com agentes fortemente ligados às proteínas tais como eritromicina, difenidramina, propranolol, propafenona, fenitoína, salicilato, sulfametoxazol e valproato de sódio não afectou a ligação às proteínas do docetaxel.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pravastatina + Ácido acetilsalicílico + Eritromicina

Observações: Não há evidência de interações farmacocinéticas clinicamente significativas na co-administração da pravastatina com o ácido acetilsalicílico.
Interações: Num de dois estudos de interacção com pravastatina e eritromicina foi observado um aumento estatisticamente significativo na AUC (70%) e na Cmax (121%) da pravastatina. Apesar destas alterações serem minor, deverá ter-se precaução na associação de pravastatina com eritromicina ou claritromicina.

Ciamemazina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Associações contraindicadas: Risco de torsade de pointes: - alguns neurolépticos (tioridazina, cloropromazina, levomepromazina, trifluoperazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol) e outros fármacos como: bepridilo, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, mizolastina, vincamina IV.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Edoxabano + Eritromicina

Observações: O edoxabano é predominantemente absorvido no trato gastrointestinal (GI) superior. Desta forma, os medicamentos ou afeções que aumentam o esvaziamento gástrico e a motilidade intestinal têm o potencial de reduzir a dissolução e absorção do edoxabano.
Interações: Inibidores da gp-P: O edoxabano é um substrato para o transportador de efluxo gp-P. Em estudos de farmacocinética (PK), a administração concomitante de edoxabano com inibidores da gp-P: Ciclosporina, dronedarona, eritromicina, cetoconazol, quinidina ou verapamil resultou num aumento das concentrações plasmáticas do edoxabano. A utilização concomitante de edoxabano com ciclosporina, dronedarona, eritromicina ou cetoconazol requer uma redução da dose para 30 mg uma vez por dia. Com base em dados clínicos, verifica-se que a utilização concomitante de edoxabano com quinidina, verapamil ou amiodarona não requer redução da dose. A utilização de edoxabano com outros inibidores da gp-P, incluindo inibidores da protease do VIH, não foi estudada. Administrar 30 mg uma vez por dia durante a utilização concomitante com os seguintes inibidores da gp-P: Eritromicina: 500 mg de eritromicina quatro vezes por dia, durante 8 dias, com uma dose única concomitante de 60 mg de edoxabano, no dia 7, aumentou a AUC e a Cmax do edoxabano em 85% e 68%, respetivamente.

Amlodipina + Valsartan + Eritromicina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Amlodipina / Valsartan e outros medicamentos.
Interações: Interações associadas à AMLODIPINA: Precaução requerida com a utilização concomitante de Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamil e diltiazem) podem conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Desloratadina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Em ensaios clínicos efetuados com desloratadina comprimidos nos quais foram coadministrados eritromicina ou cetoconazol não se observaram quaisquer interações clinicamente relevantes.

Venetoclax + Eritromicina

Observações: Venetoclax é metabolizado predominantemente pelo CYP3A.
Interações: Agentes que podem aumentar as concentrações plasmáticas de venetoclax: Inibidores do CYP3A: No início e durante a fase de titulação da dose, deve ser evitada a utilização concomitante de venetoclax com inibidores moderados do CYP3A (p. ex. eritromicina, ciprofloxacina, diltiazem, fluconazol, verapamilo). Devem considerar-se tratamentos alternativos. Caso um inibidor moderado do CYP3A tenha que ser utilizado, as doses inicial e de titulação de venetoclax devem ser reduzidas em pelo menos 50%. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados em relação a sinais e sintomas de SLT. Nos doentes que completaram a fase de titulação da dose e estão a receber uma dose diária estável de venetoclax, a dose de venetoclax deve ser reduzida em 50% quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A e em 75% quando utilizada concomitantemente com inibidores fortes do CYP3A. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados em relação a sinais de toxicidade e a dose poderá ter de ser ainda mais ajustada. A dose de venetoclax utilizada antes do início do inibidor do CYP3A deve ser retomada 2 a 3 dias após a descontinuação do inibidor.

Triazolam + Eritromicina

Observações: Podem ocorrer interações farmacocinéticas quando o triazolam é administrado com fármacos que interferem com o seu metabolismo. Compostos inibidores de determinadas enzimas hepáticas (particularmente o citocromo P4503A4) podem aumentar a concentração de triazolam e provocar um aumento da sua atividade. Dados de estudos clínicos com triazolam, estudos in vitro com triazolam e estudos clínicos com fármacos metabolizados de modo semelhante ao triazolam fornecem provas de vários graus de interação e várias interações possíveis entre o triazolam e outros fármacos.
Interações: Recomenda-se precaução e deve ter-se em consideração a hipótese de diminuir a dose, nos casos em que o triazolam é coadministrado com cimetidina ou antibióticos macrólidos, tais como a eritromicina, claritromicina e troleandomicina.

Dextrometorfano + Quinidina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A quinidina é metabolizada pela CYP3A4. É de esperar que a administração concomitante de medicamentos que inibem a CYP3A4 aumente os níveis plasmáticos da quinidina, o que pode aumentar o risco relativamente ao prolongamento do intervalo QTc. Durante o tratamento com o este medicamento, os inibidores fortes e moderados da CYP3A4 devem ser evitados. Estes incluem, entre outros, atazanavir, claritromicina, indinavir, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, telitromicina, amprenavir, aprepitante, diltiazem, eritromicina, fluconazol, fosamprenavir, sumo de toranja e verapamilo. Caso se considere necessário o tratamento concomitante com inibidores fortes ou moderados da CYP3A4, recomenda-se que seja realizada uma avaliação eletrocardiográfica (ECG) do intervalo QT antes da administração do Dextrometorfano + Quinidina e, subsequentemente, num(em) ponto(s) temporal(is) adequado(s).

Aliscireno + Eritromicina

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interações: Deve ter-se precaução ao administrar aliscireno com cetoconazol, verapamilo ou outros inibidores moderados da gp-P (claritromicina, telitromicina, eritromicina, amiodarona).

Sildenafil + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: A análise farmacocinética populacional de dados dos ensaios clínicos indicaram uma diminuição da depuração do sildenafil quando co-administrado com inibidores da CYP3A4 (como, por exemplo, o cetoconazol, a eritromicina, a cimetidina). Embora não se tenha observado um aumento da incidência de acontecimentos adversos nestes doentes quando o sildenafil foi administrado em concomitância com inibidores da CYP3A4, deve considerar-se a utilização de uma dose inicial de 25 mg. Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Quando se administrou uma dose única de sildenafil com eritromicina, um inibidor específico da CYP3A4, no estado de equilíbrio (500 mg duas vezes por dia, durante 5 dias), observou-se um aumento de 182% da exposição sistémica do sildenafil (AUC).

Cefazolina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Antibióticos: O potencial efeito antagonista que tem sido observado in vitro com antibióticos com ação bacteriostática (por ex. tetraciclinas, sulfonamidas, eritromicina, cloranfenicol), deve ser considerado quando estes antibióticos estão a ser coadministrados com cefazolina.
 Sem significado Clínico

Loratadina + Pseudoefedrina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Foi demonstrado que os inibidores do CYP3A4 e CYP2D6 aumentam a exposição da loratadina e desloratadina. No entanto, dado o largo índice terapêutico da loratadina, não são expectáveis interações clinicamente relevantes e não foram observadas com a administração concomitante de eritromicina, cetoconazole e cimetidina nos ensaios clínicos realizados.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vismodegib + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de medicamentos concomitantes no vismodegib: Os estudos in vitro indicam que o vismodegib é um substrato do transportador de efluxo da glicoproteína-P (gp-P) e das enzimas metabolizadoras de fármacos CYP2C9 e CYP3A4. A exposição sistémica de vismodegib e a incidência de reações adversas com vismodegib podem ser maiores quando vismodegib é coadministrado com medicamentos que inibem a gp-P (por exemplo, claritromicina, eritromicina, azitromicina, verapamil, ciclosporina), CYP2C9 (amiodarona, fluconazol ou miconazol), ou CYP3A4 (bocepravir, claritromicina, conivaptan, indinavir, itraconazol, cetoconazol, lopinavir/ritonavir, nelfinavir, posaconazol, ritonavir, saquinavir, telaprevir, telitromicina ou voriconazol).

Adapaleno + Eritromicina

Observações: O Adapaleno creme possui um potencial de irritação local ligeiro e, por este motivo, é possível que o uso simultâneo de agentes de descamação, produtos de limpeza abrasivos, agentes secantes, adstringentes ou rodutos irritantes (agentes aromáticos e alcoólicos) possa causar efeitos aditivos de irritação.
Interações: Os tratamentos tópicos antiacne, como por exemplo as soluções de eritromicina (até 4%) ou fosfato de clindamicina (1% como base) ou géis aquosos de peróxido de benzoílo até 10%, podem ser aplicados de manhã, sendo o adapaleno creme aplicado à noite, dado que não há degradação mútua ou irritação cumulativa.
 Sem significado Clínico

Desloratadina + Pseudoefedrina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: DESLORATADINA: Nos ensaios clínicos com desloratadina não foram observadas interações ou alterações clinicamente relevantes nas concentrações plasmáticas deste fármaco quando a eritromicina ou o cetoconazol foram administrados concomitantemente. A enzima responsável pelo metabolismo da desloratadina ainda não foi identificada e, deste modo, não se podem excluir completamente algumas interações com outros medicamentos. A desloratadina não inibe o CYP3A4 in vivo, e os estudos in vitro demonstraram que o medicamento não inibe o CYP2D6, não é nem substrato nem inibidor da glicoproteína P.

Droperidol + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Utilização concomitante contraindicada: Os medicamentos que se sabe causarem Torsades de Pointes através do prolongamento do intervalo QT não deverão ser administrados concomitantemente com o droperidol. Os exemplos incluem: - Antiarrítmicos de Classe IA, como por exemplo, quinidina, disopiramida, procainamida - Antiarrítmicos de Classe III, como por exemplo, amiodarona, sotalol - antibióticos do grupo dos macrólidos, como por exemplo, eritromicina, claritromicina - antibióticos do grupo das fluoroquinolonas, como por exemplo, esparfloxacina - antihistamínicos, como por exemplo, astemizol, terfenadina - certos antipsicóticos, como por exemplo, clorpromazina, haloperidol, pimozida, tioridazina - agentes antimaláricos, como por exemplo, cloroquina, halofantrina - cisaprida, domperidona, metadona, pentamidina. As substâncias inibidoras da atividade das isoenzimas do citocromo P450 (CYP) CYP1A2, CYP3A4 ou ambas, podem diminuir a taxa de metabolização do droperidol e prolongar a sua ação farmacológica. Por conseguinte, é aconselhada precaução se o droperidol for administrado concomitantemente com inibidores do CYP1A2 (como por exemplo, ciprofloxacina, ticlopidina), inibidores do CYP3A4 (por exemplo, diltiazem, eritromicina, fluconazol, indinavir, itraconazol, quetoconazol, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, verapamil) ou de ambos (como por exemplo, cimetidina, mibefradil).

Tramadol + Paracetamol + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Outros medicamentos conhecidos por inibirem a CYP3A4, tais como cetoconazol e eritromicina, podem inibir o metabolismo do tramadol (N-desmetilação) e, provavelmente, o metabolismo do metabolito activo O-desmetilado. Ainda não foi estudada a importância clínica desta interação.

Rosuvastatina + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Eritromicina: O uso concomitante de rosuvastatina e eritromicina resultou num decréscimo de 20% da AUC (0-t) e numa diminuição de 30% da Cmáx da rosuvastatina. Esta interação pode ser provocada pelo aumento da motilidade intestinal causado pela eritromicina.

Valsartan + Hidroclorotiazida + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Interações relacionadas com HIDROCLOROTIAZIDA: Utilização concomitante com precaução: Medicamentos que podem induzir “Torsade de pointes”: Antiarritmícos classe Ia (ex. quinidina, hidroquinidina, disopiramida) Antiarritmícos classe III (e.g. amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) Alguns antipsicóticos: (ex. tioridazina, clorpromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol) Outros: (ex. bepridilo, cisaprida, difemanila, eritromicina i.v., halofantrina, cetanserina, mizolastina, pentamidina, esparfloxacina, terfenadina, vincamina i.v.). Devido ao risco de hipocaliemia, a hidroclorotiazida deve ser administrada com precaução quando associada a medicamentos indutores de “torsade de pointes”.

Fenofibrato + Sinvastatina + Eritromicina

Observações: Não foram realizados estudos de interação com Fenofibrato / Sinvastatina. Interações relevantes para monoterapias. A sinvastatina é um substrato do citocromo P4503A4. O fenofibrato e a sinvastatina não são inibidores nem indutores do CYP3A4. Deste modo, não se espera que Fenofibrato / Sinvastatina afete as concentrações plasmáticas de substâncias metabolizadas pelo CYP3A4. O fenofibrato e a sinvastatina não são inibidores do CYP2D6, do CYP2E1 nem do CYP1A2. O fenofibrato é um inibidor ligeiro a moderado do CYP2C9 e um inibidor fraco do CYP2C19 e do CYP2A6. Devem monitorizar-se atentamente os doentes a quem são administrados concomitantemente Fenofibrato / Sinvastatina e fármacos metabolizados pelo CYP2C19, pelo CYP2A6 ou, sobretudo, pelo CYP2C9 com um índice terapêutico estreito e, se necessário, recomenda-se um ajuste da dose destes fármacos.
Interações: Os inibidores potentes do citocromo P4503A4 aumentam o risco de miopatia e de rabdomiólise através de uma maior concentração da atividade inibitória de HMG-CoA redutase no plasma durante a terapêutica com sinvastatina. Estes inibidores incluem itraconazol, cetoconazol, posaconazol, eritromicina, claritromicina, telitromicina, inibidores da protease do VIH (ex.: nelfinavir) e nefazodona. A combinação com itraconazol, cetoconazol, posaconazol, inibidores da protease do VIH (ex.: nelfinavir), eritromicina, claritromicina, telitromicina e nefazodona é contraindicada. Se o tratamento com itraconazol, cetoconazol, posaconazol, eritromicina, claritromicina ou telitromicina for inevitável, a terapêutica com Fenofibrato / Sinvastatina tem de ser suspensa durante o período de tratamento. Deve ter-se cuidado ao combinar Fenofibrato / Sinvastatina com alguns outros inibidores menos potentes do CYP3A4: fluconazol, verapamil ou diltiazem.

Tadalafil + Eritromicina

Observações: Estudos de interação foram efetuados com 10 e/ou 20 mg de tadalafil, tal como abaixo indicado. No que respeita aqueles estudos de interação onde apenas foi utilizada a dose de 10 mg de tadalafil, não se podem ignorar completamente possíveis interações clínicas relevantes com doses mais altas.
Interações: Efeitos de outras substâncias sobre tadalafil: Inibidores do citocromo P450: O tadalafil é principalmente metabolizado pelo CYP3A4. Um inibidor seletivo do CYP3A4, o cetoconazol (200 mg/dia), aumentou 2 vezes a exposição (AUC) ao tadalafil (10 mg) e a Cmax em cerca de 15%, relativamente aos valores da AUC e Cmax para tadalafil isoladamente. O cetoconazol (400 mg/dia) aumentou 4 vezes a exposição (AUC) ao tadalafil (20 mg) e a Cmax em cerca de 22%. O ritonavir, um inibidor da protease (200 mg duas vezes por dia), o qual é um inibidor do CYP3A4, CYP2C9, CYP2C19 e CYP2D6, aumentou 2 vezes a exposição (AUC) ao tadalafil (20 mg), sem alterações na Cmax. Embora não tenham sido estudadas interações específicas, outros inibidores da protease tais como o saquinavir e outros inibidores do CYP3A4, tais como a eritromicina, claritromicina, itraconazol e o sumo de uva deverão ser coadministrados com precaução, pois poderá esperar-se um aumento das concentrações plasmáticas do tadalafil. Consequentemente, a incidência das reações adversas poderá aumentar.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Formoterol + Eritromicina

Observações: Não foram realizados estudos de interação específicos com formoterol.
Interações: Existe o risco teórico que o tratamento concomitante com outros medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc possam originar uma interação farmcodinâmica com formoterol e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Os exemplos destes medicamentos incluem alguns anti-histamínicos (p. ex., terfenadina, astemizol, mizolastina), alguns antiarrítmicos (p. ex., quinidina, disopiramida, procainamida), eritromicina e antidepressivos tricíclicos.

Cariprazina + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a cariprazina: O metabolismo da cariprazina e dos seus principais metabolitos ativos, a desmetil cariprazina (DCAR) e a didesmetil cariprazina (DDCAR), é maioritariamente mediado pela CYP3A4 com um contributo menor da CYP2D6. Inibidores da CYP3A4: O cetoconazol, um forte inibidor da CYP3A4, provocou um aumento duas vezes superior na exposição plasmática à cariprazina total (soma da cariprazina e dos seus metabolitos ativos) durante uma coadministração de curta duração (4 dias), considerando-se tanto as frações não ligadas ou não ligadas+ligadas. Devido à longa semivida das frações ativas da cariprazina, pode esperar-se um aumento adicional da exposição plasmática à cariprazina total durante uma coadministração mais longa. Assim, a coadministração de cariprazina com inibidores fortes ou moderados da CYP3A4 (p. ex., boceprevir, claritromicina, cobicistate, indinavir, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, nelfinavir, posaconazol, ritonavir, saquinavir, telaprevir, telitromicina, voriconazol, diltiazem, eritromicina, fluconazol, verapamilo) é contraindicada. O consumo de sumo de toranja deve ser evitado.

Ritonavir + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não Antirretrovirais Coadministrados: Anti-infeciosos: Eritromicina, itraconazol: Ritonavir administrado como potenciador farmacocinético ou como medicamento antirretroviral inibe a CYP3A4, pelo que se prevê aumento nas concentrações plasmáticas da eritromicina e itraconazol. Recomenda-se monitorização cuidadosa dos efeitos terapêuticos e efeitos adversos quando a eritromicina ou itraconazol são administrados concomitantemente com ritonavir.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Aminofilina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A degradação retardada e/ou o aumento dos níveis plasmáticos de Aminofilina (Teofilina Etilenodiamina), acompanhados de um risco aumentado de sobredosagem ou de uma incidência aumentada de efeitos secundários, pode ser provocada por medicação concomitante com contracetivos orais, antibióticos macrólidos (ex. eritromicina, iosamicina e lincomicina), bloqueadores dos canais de cálcio (ex. diltiazem, verapamil), inibidores da girase, cimetidina, ranitidina, ácido isonicótico hidrazida, alopurinol, propranolol, e interferão. Em tais casos, pode-se tornar necessária uma redução da dose.

Citalopram + Eritromicina

Observações: Interações farmacocinéticas: A biotransformação do citalopram para desmetilcitalopram é mediada pelas isoenzimas do sistema citocromo P450 CYP2C19 (aproximadamente 38%), CYP3A4 (aproximadamente 31%) e CYP2D6 (aproximadamente 31%). O facto do citalopram ser metabolizado por mais de um CYP significa que a inibição da sua biotransformação é menos provável, uma vez que a inibição de uma enzima pode ser compensada por outra. Consequentemente, a administração concomitante de citalopram com outros medicamentos na prática clínica tem uma probabilidade muito baixa de originar interações farmacocinéticas medicamentosas.
Interações: Associações contraindicadas: Prolongamento do intervalo QT: Não foram efetuados estudos de interação farmacocinéticos ou farmacodinâmicos entre o citalopram e outros medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QT, mas não pode ser excluído um efeito aditivo. Deste modo, a administração concomitante de citalopram e medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QT, como antiarrítmicos das classes IA e III, antipsicóticos (p.ex. derivados das fenotiazinas, pimozida, haloperidol), antidepressivos tricíclicos, alguns agentes antimicrobianos (p.ex. esparfloxacina, moxifloxacina, eritromicina IV, pentamidina, antimaláricos particularmente a halofantrina), alguns anti-histamínicos (astemizol, mizolastina), entre outros, está contraindicada.

Tolvaptano + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética de tolvaptano: Inibidores do CYP3A: O uso concomitante de medicamentos que são inibidores moderados (por exemplo, amprenavir, aprepitante, atazanavir, ciprofloxacina, crizotinib, darunavir/ritonavir, diltiazem, eritromicina, fluconazol, fosamprenavir, imatinib, verapamil) ou fortes (por exemplo, itraconazol, cetoconazol, ritonavir, claritromicina) do CYP3A aumenta a exposição a tolvaptano. A coadministração de tolvaptano e cetoconazol resultou num aumento de 440% da área sob a curva da concentração-tempo (AUC) e num aumento de 248% da concentração plasmática máxima observada (C max ) para o tolvaptano. A coadministração de tolvaptano com sumo de toranja, um inibidor moderado a forte do CYP3A, produziu uma duplicação das concentrações máximas de tolvaptano (Cmax ). A redução da dose de tolvaptano é recomendada para os doentes enquanto estiverem a tomar inibidores moderados ou fortes do CYP3A. Os doentes a tomar inibidores moderados ou fortes do CYP3A têm de ser controlados com prudência, em particular se os inibidores forem tomados com frequência superior a uma vez por dia.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Halazepam + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: As substâncias que inibem certos enzimas hepáticos (particularmente o citocromo P450), como a cimetidina, eritromicina e cetoconazol, podem intensificar a actividade das benzodiazepinas. Este efeito também se aplica às benzodiazepinas que são metabolizadas apenas por conjugação, ainda que em menor grau. Existem referências a interações farmacocinéticas com as benzodiazepinas.

Ruxolitinib + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Ruxolitinib é eliminado através de metabolismo catalisado por CYP3A4 e CYP2C9. Assim, os medicamentos que inibem estas enzimas podem dar origem a um aumento da exposição a ruxolitinib.
Interações: Inibidores fracos a moderados da CYP3A4 (tais como, mas não limitados a, ciprofloxacina, eritromicina, Amprenavir, atazanavir, diltiazem, cimetidina). Em indivíduos saudáveis a administração concomitante de ruxolitinib (dose única 10 mg) com eritromicina 500 mg duas vezes por dia, durante quatro dias, resultou em Cmax e AUC de ruxolitinib superiores em 8% e 27%, respetivamente, face a ruxolitinib isoladamente. Não se recomenda ajuste posológico quando ruxolitinib é coadministrado com inibidores fracos a moderados da CYP3A4 (p. ex.eritromicina). Contudo, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para identificação de citopenias aquando do início da terapêutica com um inibidor moderado da CYP3A4.

Metilergometrina + Eritromicina

Observações: Os alcaloides da cravagem do centeio são substratos do CYP3A4.
Interações: Interações que levam a que a utilização concomitante não seja recomendada: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de Metilergometrina com inibidores potentes do CYP3A4, como os antibióticos da classe dos macrólidos (p.ex. troleandomicina, eritromicina, claritromicina), inibidores da transcriptase reversa ou da protease do VIH (p.ex. ritonavir, indinavir, nelfinavir, delavirdine) ou antifúngicos da classe dos azóis (p.ex. cetoconazol, itraconazol, voriconazol), deve ser evitada, pois esta pode levar a uma elevada exposição à metilergometrina e a toxicidade da cravagem do centeio (vasoespasmo ou isquémia das extremidades ou outros tecidos).

Atorvastatina + Perindopril + Amlodipina + Eritromicina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina, perindopril e amlodipina separadamente.
Interações: Utilização concomitante que requer CUIDADOS ESPECIAIS: ATORVASTATINA: Inibidores moderados do CYP3A4: Os inibidores moderados do CYP3A4 (por exemplo, eritromicina, diltiazem, verapamilo e fluconazol) podem aumentar a concentração plasmática de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em combinação com estatinas. Não foram efetuados estudos de interação para avaliar os efeitos da amiodarona ou do verapamilo na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamilo são conhecidos por inibirem a atividade do CYP3A4 e a administração concomitante com atorvastatina pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa de atorvastatina e recomenda-se a monitorização clínica do doente quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar o tratamento ou após o ajuste de dose do inibidor. Utilização concomitante que requer CUIDADOS ESPECIAIS: AMLODIPINA: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores potentes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamil ou diltiazem) pode conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Poderão assim, ser necessários monitorização clínica e ajuste da dose de Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Teofilina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A depuração da teofilina poderá ser retardada e/ou a sua concentração plasmática poderá ser aumentada – com risco acrescido de sobredosagem e efeitos adversos – em casos de administração simultânea das substâncias seguintes: - Contracetivos orais, - Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e troleandomicina), - Quinolonas (inibidores da girase, especialmente ciprofloxacina, enoxacina e pefloxacina - Imipenem, especialmente efeitos secundários do SNC, tal como convulsões. - Isoniazida, - Tiabendazol, - Bloqueadores dos canais de cálcio (ex. verapamil ou diltiazem), - Propranolol, - Metilxantina, - Propafenona, - Ticlopidina, - Cimetidina, ranitidina, - Alopurinol, febuxostate, - Fluvoxamina, - Alfa-interferão e peginterferão alfa-2, - Zafirlucaste, - Vacinas da gripe, - Etintidina, - Idrocilamida e - Zileuton Nestes casos poderá ser necessária uma redução da dose. Quando a teofilina é administrada simultaneamente com a ciprofloxacina e com a enoxacina, a dose de teofilina deve ser reduzida para no máximo 60% e 30% da dose recomendada, respetivamente. Outras quinolonas (ex: peploxacina ou ácido pipemidico) podem também potenciar a ação de medicamentos contendo teofilina. Consequentemente, recomenda-se fortemente o controlo frequente das concentrações de teofilina durante a terapêutica concomitante com quinolonas.

Indapamida + Amlodipina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Associações que necessitam de precauções de utilização: Medicamentos que induzem « torsades de pointes »: - antiarrítmicos classe Ia (quinidina, hidroquinidina, disopiramida), - antiarrítmicos classe III (amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), - alguns antipsicóticos: fenotiazinas (clorpromazina, ciamemazina, levomepromazina, tioridazina, trifluoperazina), benzamidas (amissulprida, sulpirida, sultoprida, tiaprida), butirofenonas (droperidol, haloperidol), outros: bepridilo, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, pentamidina, esparfloxacina, moxifloxacina, vincamina IV. Risco aumentado de arritmias ventriculares, particularmente torsades de pointes (a hipocaliemia é um factor de risco). Vigilância e, se necessário, correcção da hipocaliemia antes da introdução desta associação. Monitorização clínica, dos electrólitos e do ECG. Utilizar substâncias que não provoquem « torsades de pointes » em presença de hipocaliemia. Ligadas à AMLODIPINA: Inibidores CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamil e diltiazem) podem conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Candesartan + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados da CYP3A4 (inibidores da protease, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamil ou diltiazem) podem originar a um aumento significativo na exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Como tal, pode ser necessária monitorização clínica e ajustes de dose.

Benzilpenicilina benzatínica (benzilpenicilina benzatina) + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Os antibióticos bacteriostáticos, como a tetraciclina, eritromicina ou cloranfenicol, podem antagonizar o efeito bactericida da benzilpenicilina, pois interferem com o crescimento bacteriano ativo necessário ao efeito da benzilpenicilina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Hidrocortisona + Eritromicina

Observações: População pediátrica: Não foram realizados estudos de interação.
Interações: Medicamentos como a cimetidina, eritromicina e o cetoconazol podem inibir o metabolismo dos corticosteróides e assim diminuir a sua clearance.

Cetirizina + Eritromicina

Observações: Dados os perfis farmacocinéticos, farmacodinâmicos e de tolerância da cetirizina, não são esperadas interações com este anti-histamínico. A extensão da absorção da cetirizina não é reduzida pela administração de alimentos, apesar da velocidade de absorção diminuir.
Interações: Estudos de cetirizina com eritromicina não revelaram evidência de interações clinicamente adversas.

Pravastatina + Fenofibrato + Eritromicina

Observações: Não foram realizados estudos formais de interacção para Pravastatina/Fenofibrato; contudo, a utilização concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos não resultou em quaisquer interações inesperadas.
Interações: Interações relevantes para a pravastatina: Medicamentos metabolizados pelo citocromo P450: Num de dois estudos de interacção com pravastatina e eritromicina foi observado um aumento estatisticamente significativo da área debaixo da curva (AUC) (70%) e da C máx (121%) da pravastatina. Num estudo semelhante com claritromicina foi observado um aumento estatisticamente significativo da AUC (110%) e da Cmáx (127%). Apesar de estas alterações serem menores, é aconselhada precaução na associação de pravastatina com eritromicina ou claritromicina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Propafenona + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que inibem o CYP2D6, CYP1A2 e CYP3A4, por ex. cetoconazol, cimetidina, quinidina, eritromicina e o sumo de toranja, podem conduzir a um aumento dos níveis de cloridrato de propafenona. Quando o cloridrato de propafenona é administrado com inibidores destas enzimas, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados e a dose ajustada convenientemente.

Lumacaftor + Ivacaftor + Eritromicina

Observações: O lumacaftor é um indutor potente das CYP3A e o ivacaftor é um inibidor fraco das CYP3A, quando administrados em monoterapia. Existe a possibilidade de outros medicamentos afetarem lumacaftor/ivacaftor quando administrados concomitantemente, assim como de lumacaftor/ivacaftor afetar outros medicamentos.
Interações: Eritromicina: Não se recomendam ajustes posológicos de lumacaftor/ivacaftor quando coadministrado com eritromicina. Deve considerar-se uma alternativa à eritromicina, como a azitromicina. Lumacaftor/ivacaftor pode diminuir a exposição da eritromicina, o que pode reduzir a sua eficácia.

Benzilpenicilina benzatínica + Benzilpenicilina potássica + Benzilpenicilina procaínica + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Os antibióticos bacteriostáticos, como a tetraciclina, eritromicina ou cloranfenicol, podem antagonizar o efeito bactericida da benzilpenicilina, pois interferem com o crescimento bacteriano ativo necessário ao efeito da benzilpenicilina.

Encorafenib + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos no encorafenib Encorafenib é essencialmente metabolizado pelo CYP3A4. Os inibidores moderados do CYP3A4 devem ser administrados concomitantemente com precaução. Os exemplos de inibidores moderados do CYP3A4 incluem, entre outros, amiodarona, eritromicina, fluconazol, diltiazem, amprenavir e imatinib. Quando encorafenib é administrado concomitantemente com um inibidor moderado do CYP3A, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados em relação à segurança.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rosuvastatina + Ezetimiba + Eritromicina

Observações: Se for a um hospital ou receber tratamento para outra condição, informe a equipa médica que está a tomar Rosuvastatina / Ezetimiba.
Interações: Eritromicina (um antibiótico). O efeito da rosuvastatina é diminuído com a utilização concomitante.

Telmisartan + Hidroclorotiazida + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Medicamentos influenciados pelos distúrbios de potássio sérico: Recomenda-se a monitorização periódica dos níveis séricos de potássio e ECG quando se procede à administração de Telmisartan / Hidroclorotiazida com estes medicamentos influenciados por distúrbios do potássio sérico (por exemplo, glicósidos digitálicos, antiarrítmicos) e os seguintes medicamentos indutores de torsades de pointes (que incluem alguns antiarrítmicos), quando a hipocaliemia é um fator predisponente a torsades de pointes: Antiarrítmicos classe Ia (por exemplo, quinidina, hidroquinidina, disopiramida) Antiarrítmicos classe III (por exemplo, amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) Alguns antipsicóticos (por exemplo, tioridazina, cloropromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol). Outros: (por exemplo, bepridil, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, pentamidina, esparfloxacina, terfenadina, vincamina IV.)

Bedaquilina + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Inibidores do CYP3A4: A exposição da bedaquilina pode ser aumentada durante a administração concomitante com inibidores do CYP3A4. A administração concomitante a curto prazo de bedaquilina e cetoconazol (potente inibidor do CYP3A) em indivíduos saudáveis aumentou a exposição (AUC) da bedaquilina em 22% [IC90% (12; 32)]. Pode ser observado um efeito mais acentuado da bedaquilina durante a administração concomitante prolongada com cetoconazol ou outros inibidores do CYP3A. Não existem dados de segurança provenientes de ensaios de dose múltipla com bedaquilina em que se tenha utilizado uma dose mais elevada do que a dose recomendada. Devido ao potencial risco de reações adversas causadas pelo aumento da exposição sistémica, deve-se evitar a administração concomitante prolongada da bedaquilina com inibidores potentes ou moderados do CYP3A4 (ex. ciprofloxacina, eritromicina, fluconazol, claritromicina, cetoconazol, ritonavir) utilizados sistemicamente durante mais de 14 dias consecutivos. Se esta administração concomitante for necessária, recomenda-se a monitorização mais frequente através do eletrocardiograma e monitorização das transaminases.

Cetirizina + Pseudoefedrina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: CETIRIZINA: Foram realizados estudos de interacção farmacocinética de cetirizina com cimetidina, cetoconazol, eritromicina, azitromicina e pseudoefedrina; não se verificaram interações farmacocinéticas. Estudos de cetirizina com azitromicina, eritromicina, cetoconazol, teofilina e pseudoefedrina não revelaram evidência de interações clínicas adversas.

Ácido gadoxético + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Um estudo de interacção em indivíduos saudáveis demonstrou que a co-administração de eritromicina não influenciou a eficácia e a farmacocinética do Ácido gadoxético. Não foram realizados outros estudos adicionais de interacção clínica com outros medicamentos.

Benzilpenicilina potássica + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Antibióticos bacteriostáticos (cloranfenicol, eritromicina, sulfonamidas ou tetraciclinas) podem antagonizar o efeito bactericida da penicilina. Esta interacção foi documentada em estudos in vitro mas a sua relevância clínica não está bem estabelecida.

Mirtazapina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de cetoconazol, um potente inibidor do CYP3A4, aumentou os picos das concentrações plasmáticas e a AUC da mirtazapina em cerca de 40% e 50%, respetivamente. Devem ser tomadas medidas de precaução quando se administra concomitantemente a mirtazapina e inibidores potentes do CYP3A4, inibidores da protease do VIH, antifúngicos do grupo azol, eritromicina ou nefazodona. Quando é administrada a cimetidina (um inibidor fraco do CYP1A2, CYP2D6 e CYP3A4) com a mirtazapina, a concentração plasmática média da mirtazapina pode aumentar mais de 50%. Devem ser tomadas medidas de precaução e a dose pode ser diminuída quando se administra concomitantemente a mirtazapina com inibidores potentes do CYP3A4, inibidores da protease do VIH, antifúngicos azóis, eritromicina, cimetidina e nefazodona.

Aliscireno + Amlodipina + Eritromicina

Observações: Não foram realizados estudos de interação de Aliscireno + Amlodipina com outros medicamentos. Apresenta-se a informação conhecida sobre interações com outros medicamentos para as substâncias ativas individualmente. A administração conjunta de aliscireno e amlodipina não provoca alterações significativas na exposição farmacocinética no estado estacionário (AUC) e na concentração máxima (Cmax) de ambos os componentes em voluntários saudáveis.
Interações: Deve ter-se precaução ao administrar aliscireno com cetoconazol, verapamilo ou outros inibidores moderados da gp-P (claritromicina, telitromicina, eritromicina, amiodarona).

Fentanilo + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: O fentanilo é metabolizado pela isoenzima CYP3A4 nas mucosas hepática e intestinal. Inibidores potentes do CYP3A4 tais como os antibióticos macrólidos (e.g. eritromicina), antifúngicos azóis (e.g. cetoconazol, itraconazol e fluconazol) e alguns inibidores da protease (e.g. ritonavir), podem aumentar a biodisponibilidade do fentanilo ingerido e podem também diminuir a sua depuração sistémica, a qual pode resultar num efeito opiáceo aumentado ou prolongado. Efeitos semelhantes podem ser observados após a ingestão concomitante de sumo de toranja, que se sabe inibir o citocromo CYP3A4. Assim aconselha-se precaução na administração concomitante de fentanilo com inibidores do CYP3A4.

Ivacaftor + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. O ivacaftor é um substrato da CYP3A4 e da CYP3A5. É um inibidor fraco das CYP3A e da P-gp e um inibidor potencial da CYP2C9. O ivacaftor é um substrato sensível das CYP3A.
Interações: Recomenda-se uma diminuição da dose de Ivacaftor para 150 mg uma vez por dia em doentes medicados concomitantemente com inibidores moderados das CYP3A, como o fluconazol e a eritromicina.

Amiodarona + Eritromicina

Observações: Devido à semi-vida de eliminação longa e variável da amiodarona, podem ocorrer interações não só quando se administram outros fármacos concomitantemente, mas também com fármacos administrados após interrupção do tratamento com amiodarona.
Interações: A terapêutica associada a fármacos que possam induzir "Torsade de Pointes" está contra-indicada. Outros agentes, não Antiarrítmicos tais como vincamina, alguns agentes neurolépticos, cisaprida, eritromicina IV, pentamidina (quando administrada por via parentérica), visto existir um risco acrescido de "Torsade de Pointes" potencialmente letais.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbamazepina + Eritromicina

Observações: Indução das enzimas microssomais hepáticas metabolizadoras de fármacos. Susceptível à inibição do metabolismo, principalmente pelo CYP3A4
Interações: Fármacos que reduzem o metabolismo da carbamazepina: - Eritromicina
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Imatinib + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Substâncias ativas que podem aumentar as concentrações plasmáticas de imatinib: As substâncias que inibem a atividade da isoenzima CYP3A4 do citocromo P450 (por ex. inibidores da protease tais como indinavir, lopinavir/ritonavir, ritonavir, saquinavir, telaprevir, nelfinavir, boceprevir; antifúngicos azois incluindo cetoconazol, itraconazol, posaconazol, voriconazol; alguns macrólidos tais como eritromicina, claritromicina e telitromicina ) podem diminuir o metabolismo e aumentar as concentrações de imatinib. Houve um aumento significativo na exposição ao imatinib (a Cmax e a AUC médias do imatinib aumentaram em 26% e 40%, respetivamente) em indivíduos saudáveis quando ele foi coadministrado com uma dose única de cetoconazole (um inibidor da CYP3A4). Devem ser tomadas precauções quando se administra imatinib com inibidores da família da CYP3A4.

Perindopril + Indapamida + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Ligadas à INDAPAMIDA: Uso concomitante que requer cuidados especiais: Medicamentos que induzem “Torsades de pointes”: Devido ao risco de hipocaliemia, a indapamida deve ser administrada com precaução quando associada a medicamentos que induzem “torsades de pointes” tais como agentes antiarrítmicos classe IA (quinidina, hidroquinidina, disopiramida); fármacos antiarrítmicos classe III (amiodarona, dofetilida, ibutilida, bretilio, sotalol); certos neurolépticos (cloropromazina, ciamemazina, levomepromazina, tioridazina, trifluoperazina), benzamidas (amissulprida, sulpirida, sultoprida, tiaprida), butirofenonas (droperidol, haloperidol) outros neurolépticos (pimozida); outras substâncias tais como bepridilo, cisaprida, difemanilo, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, moxifloxacina, pentamidina, esparfloxacina, vincamina IV, metadona, astemizol, terfenadina.

Flupentixol + Eritromicina

Observações: Fármacos conhecidos por causarem distúrbios eletrolíticos como as tiazidas (hipocalemia) e fármacos conhecidos por aumentarem a concentração plasmática de decanoato de flupentixol devem ser também utilizados com precaução dado que podem aumentar o risco de prolongamento QT e arritmias malignas.
Interações: A coadministração deve ser evitada com alguns macrólidos (ex. eritromicina).
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Estreptomicina + Neomicina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Antagonismo com o cloranfenicol ou eritromicina.

Ibrutinib + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores moderados do CYP3A4: Simulações que utilizam condições de jejum sugerem que inibidores moderados do CYP3A4, tais como o diltiazem, a eritromicina e o voriconazol, podem aumentar a AUC de ibrutinib num fator de 5-9. Os inibidores moderados do CYP3A4 (ex. voriconazol, eritromicina, amprenavir, aprepitant, atazanavir, ciprofloxacina, crizotinib, darunavir/ritonavir, diltiazem, fluconazol, fosamprenavir, imatinib, verapamilo, amiodarona, dronedarona) devem ser evitados. Se for necessário utilizar um inibidor moderado do CYP3A4, a dose de Ibrutinib deve ser reduzida para 140 mg (uma cápsula) ao longo da duração do tratamento com o inibidor. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quanto a toxicidade e as orientações para modificação da dose devem ser seguidas, conforme necessário.

Efavirenz + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Outros antibióticos macrólidos (ex. eritromicina)/Efavirenz: Interacção não estudada. Não há informação disponível que permita fazer uma recomendação sobre a dose.

Amlodipina + Valsartan + Hidroclorotiazida + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Requerida PRECAUÇÃO com a utilização concomitante: AMLODIPINA: Inibidores do CYP3A4 (i.e. cetoconazol, itraconazol, ritonavir): A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamil e diltiazem) podem conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lisinopril + Amlodipina + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Interações relacionadas com a AMLODIPINA: Efeitos de outros medicamentos sobre a amlodipina: Inibidores da CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores potentes ou moderados da CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamilo e diltiazem) podem dar origem a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. A monitorização clínica e o ajuste posológico poderão, portanto, ser necessários.

Eletriptano + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros fármacos sobre o eletriptano: Esta exposição aumentada foi associada a um aumento no t1/2 do eletriptano de 4,6 para 7,1 horas para a eritromicina e de 4,8 para 8,3 horas para o cetoconazol. Deste modo, Eletriptano não deve ser utilizado concomitantemente com inibidores potentes da CYP3A4, por exemplo, cetoconazol, itraconazol, eritromicina, claritromicina, josamicina e inibidores da protease (ritonavir, indinavir e nelfinavir).

Benzilpenicilina sódica + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Antibióticos bacteriostáticos (cloranfenicol, eritromicina, sulfonamidas ou tetraciclinas) podem antagonizar o efeito bactericida da penicilina. Esta interacção foi documentada em estudos in vitro mas a sua relevância clínica não está bem estabelecida.

Halofantrina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos que possam provocar torsades de pointes: Antiarrítmicos de classe IA (por exemplo quinidina, hidroquinidina, disopiramida), antiarrítmicos de classe III (por exemplo amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), alguns neurolépticos (por exemplo tioridazina, cloropromazina, levomepormazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, amisilprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol, sultoprida), antiparasíticos (lumefantrina, pentamidina), bepridil, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, metadona, mizolastina, veraliprida, vincamicina IV. A interacção com a mefloquina demonstrou prolongar ainda mais o intervalo QTc. Risco aumentado de disrritmias ventriculares, especialmente torsades de pointes. Medicamentos passíveis de provocar torsade de pointes não anti-infecciosos devem ser interrompidos, mas se tal não for possível, o intervalo QTc deve ser controlado antes do início do tratamento e o ECG deve ser monitorizado durante o tratamento. Inibidores da protease (amprenavir, atazanavir, fosamprenavir, indinavir, lopinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, tipranavir): risco aumentado de disrritmias ventrículares, especialmente torsades de pointes. Eritromicina, claritromicina, josamicina: Risco aumentado de disrritmias ventrículares, especialmente torsades de pointes. Macrólidos devem ser interrompidos, mas se tal não for possível, o intervalo QTc deve ser controlado antes do início do tratamento e o ECG deve ser monitorizado durante o tratamento.

Dapoxetina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores moderados do CYP3A4: O tratamento concomitante com inibidores moderados do CYP3A4 (por ex. eritromicina, claritromicina, fluconazol, amprenavir, fosamprenavir, aprepitante, verapamilo, diltiazem) pode também provocar um aumento significativo da exposição da dapoxetina e desmetildapoxetina, especialmente em metabolizadores fracos do CYP2D6. Se a dapoxetina for associada a um destes medicamentos, a dose máxima da dapoxetina deve ser 30 mg. Estas duas medidas aplicam-se a todos os doentes exceto aqueles que sejam metabolizadores extensos por geno- ou fenotipagem. Nos doentes que sejam metabolizadores extensos do CYP2D6 e em que a dapoxetina seja associada a um inibidor potente do CYP3A4, é aconselhada uma dose máxima de 30 mg e é necessária precaução se for administrada 60 mg de dapoxetina concomitantemente com um inibidor moderado do CYP3A4.

Afatinib + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Recomenda-se que na administração de fortes inibidores da gp-P (incluindo, mas não limitados a, ritonavir, ciclosporina A, cetoconazol, itraconazol, eritromicina, verapamilo, quinidina, tacrolimus, nelfinavir, saquinavir e amiodarona) sejam usadas doses escalonadas, preferencialmente, 6 a 12 horas afastadas da toma do afatinib.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cilostazol + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Cilostazol é extensivamente metabolizado pelas enzimas do CYP (em particular pela CYP3A4 e CYP2C19 e, em menor extensão, pela CYP1A2). O metabolito desidro que tem 4-7 vezes a potência de cilostazol na inibição da agregação plaquetária, parece ser formado principalmente através da CYP3A4. O metabolito 4´-trans-hidroxi, com um quinto da potência de cilostazol, parece ser formado principalmente através da CYP2C19. A administração de cilostazol com eritromicina (um inibidor da CYP3A4) resultou num aumento de 72% na AUC de cilostazol, acompanhado por um aumento de 6% na AUC do metabolito desidro e um aumento de 119% na AUC do metabolito 4´-trans-hidroxi. Com base na AUC, a atividade farmacológica global de cilostazol aumenta 34% quando coadministrado com eritromicina. Com base nestes dados, a dose recomendada de cilostazol é de 50 mg duas vezes por dia na presença de eritromicina e medicamentos semelhantes (por ex. claritromicina).

Rilpivirina + Eritromicina

Observações: A rilpivirina é um inibidor in vitro do transportador MATE-2K com um IC50 < 2,7 nM. As implicações clínicas deste achado são atualmente desconhecidas.
Interações: INTERAÇÕES E RECOMENDAÇÕES POSOLÓGICAS COM OUTROS MEDICAMENTOS ANTIBIÓTICOS MACRÓLIDOS: Claritromicina, Eritromicina: Não foi estudado. (inibição das enzimas CYP3A) É esperado um aumento da exposição à rilpivirina. Se possível, devem ser consideradas alternativas, tais como a azitromicina.

Ximelagatrano + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Um estudo de interacção medicamentosa revelou um aumento da AUC (82%) e da Cmax (74%) de melagatran após a administração oral de ximelagatran e eritromicina pelo que é possível que se verifique um aumento do risco de hemorragia em caso de utilização concomitante destes fármacos. O mecanismo desta interacção pode envolver a inibição de proteínas de transporte, possivelmente a glicoproteína P (P-gp). Por conseguinte, existe um potencial para interações farmacocinéticas com inibidores da P-gp (ex.: eritromicina, azitromicina, claritromicina, ciclosporina) que eventualmente conduzam a um aumento da exposição ao melagatran, e indutores da P-gp (ex.: rifampicina) que eventualmente conduzam a uma diminuição da exposição ao melagatran. Recomenda-se monitorização clínica cuidadosa (despiste de sinais de hemorragia e/ou anemia) quando estes fármacos são co-administrados com ximelagatran. A utilização concomitante de Ximelagatrano com antagonistas da vitamina K, heparinas não fraccionadas e HBPM não foi avaliada.

Ácido acetilsalisílico + Atorvastatina + Ramipril + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Os inibidores moderados da CYP3A4 (p. ex., eritromicina, diltiazem, verapamil e fluconazol) podem aumentar as concentrações plasmáticas de atorvastatina. Observou-se um maior risco de miopatia com a utilização de eritromicina em associação com estatinas. Por conseguinte, recomenda-se a monitorização clínica apropriada do doente quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados da CYP3A4. Recomenda-se a monitorização clínica apropriada após o início ou após ajustes posológicos do inibidor. Eritromicina 500 mg QID, 7 dias Atorvastatina 10 mg, SD Recomenda-se a monitorização clínica apropriada destes doentes.

Ticagrelor + Eritromicina

Observações: Ticagrelor é principalmente um substrato do CYP3A4 e um inibidor ligeiro do CYP3A4. O ticagrelor é igualmente um substrato da glicoproteína-P ( P-gp) e um inibidor fraco da P-gp e pode aumentar a exposição de substratos P-gp.
Interações: Inibidores moderados do CYP3A4: A administração concomitante de diltiazem com ticagrelor aumentou a Cmax de ticagrelor em 69% e a AUC em cerca de 2,7 vezes e diminuiu a Cmax do metabolito ativo em 38% e a AUC manteve-se inalterada. Não se observou efeito de ticagrelor nos níveis plasmáticos de diltiazem. É esperado que outros inibidores moderados do CYP3A4 (p.ex. amprenavir, aprepitant, eritromicina e fluconazol) tenham um efeito similar e possam também ser administrados conjuntamente com Ticagrelor.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Prednisolona + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Recomenda-se, pelo contrário, reduzir as doses de prednisolona quando se administram ao mesmo tempo os fármacos seguintes: estrogénios (ou formulações com estrogénios) e alguns antibióticos (eritromicina e outros macrólidos).

Fosamprenavir + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Eritromicina: Utilizar com precaução.

Atomoxetina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Galantamina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Outros medicamentos que afetam o metabolismo da galantamina: Estudos de interação com fármacos mostraram um aumento na biodisponibilidade da galantamina de cerca de 40% durante a coadministração de paroxetina (um potente inibidor do CYP2D6) e de 30% e 12% durante o cotratamento com cetoconazol e eritromicina (ambos inibidores do CYP3A4). Portanto, durante o início do tratamento com inibidores potentes do CYP2D6 (p.ex.: quinidina, paroxetina ou fluoxetina) ou do CYP3A4 (p.ex.: cetoconazol ou ritonavir), os doentes podem apresentar um aumento na incidência de reações adversas colinérgicas, predominantemente, náuseas e vómitos. Nestas circunstâncias, com base na tolerabilidade, pode considerar-se uma redução na dose de manutenção da galantamina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Felodipina + Eritromicina

Observações: A felodipina é um substrato CYP3A4. Fármacos que induzam ou inibam o CYP3A4, terão grande influência na concentração da felodipina.
Interações: A administração concomitante de felodipina com fármacos inibidores da isoenzima 3A4 do citocromo P450 hepático (p. ex., cimetidina, antifúngicos azol (itraconazol ou cetoconazol), antibióticos macrólidos (eritromicina, claritromicina e telitromicina) ou inibidores das proteases do VIH) conduzem ao aumento dos níveis plasmáticos de felodipina.

Paclitaxel + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo do paclitaxel é catalisado, em parte, pelas isoenzimas CYP2C8 e CYP3A4 do citocromo P450. Estudos clínicos demonstraram que o metabolismo do paclitaxel mediado pela CYP2C8 em 6-hidroxipaclitaxel é a principal via metabólica no ser humano. A administração concomitante de cetoconazol, um inibidor potente conhecido da CYP3A4, não inibe a eliminação de paclitaxel em doentes; pelo que ambos os medicamentos podem ser administrados simultaneamente sem qualquer ajuste posológico. Dados adicionais sobre o potencial de interações medicamentosas entre o paclitaxel e outros substratos/inibidores da CYP3A4 são limitados. Portanto, devem tomar-se precauções quando se administra paclitaxel em concomitância com medicamentos conhecidos por inibirem (por exemplo, eritromicina, fluoxetina, gemfibrozil) ou induzirem (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, efavirenze, nevirapina) a CYP2C8 ou a CYP3A4.

Carvedilol + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Os doentes a tomar medicamentos que inibem (por exemplo, cimetidina, cetoconazol, fluoxetina, haloperidol, verapamil, eritromicina) o citocromo P450 têm que ser cuidadosamente monitorizados durante o tratamento concomitante com carvedilol uma vez que as concentrações séricas de carvedilol podem ser reduzidas pelos primeiros agentes e aumentados pelos inibidores da enzima.

Eprosartan + Hidroclorotiazida + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Interações potenciais relacionadas com a HIDROCLOROTIAZIDA: Administração concomitante requerendo precaução: Medicamentos afetados por alterações no potássio sérico: Recomenda-se monitorização periódica dos níveis de potássio sérico e ECG quando o Eprosartan / Hidroclorotiazida é administrado com medicamentos que são afetados por alterações no potássio sérico (por ex. glicosídeos digitálicos e antiarrítmicos) e com as seguintes “torsades de pointes” (taquicardia ventricular) induzidas por alguns medicamentos (incluindo alguns antiarrítmicos), sendo a hipocaliemia um fator predisponente ao aparecimento de “torsades de pointes” (taquicardia ventricular): - Antiarrítmicos de Classe Ia (por ex. quinidina, hidroquinidina, disopiramida). - Antiarrítmicos de Classe III (por ex. amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) - Alguns antipsicóticos (por ex. tioridazina, clorpromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol) - Outros (por ex. bepridil, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, pentamidina, terfenadina, vincamina IV).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Interações potenciais relacionadas com o componente amlodipina: Efeitos de outros medicamentos na amlodipina: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante da amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamilo ou diltiazem) pode conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas alterações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim ser necessários.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antiarrítmicos + Eritromicina

Observações: Aumentam a depressão do miocárdio quando são administrados com outros AA. Aumentam o risco de arritmias ventriculares quando são dados com AA que prolongam o intervalo QT
Interações: Aumentam o risco de arritmias ventriculares quando são dados com AA que prolongam o intervalo QT: - Eritromicina

Mizolastina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Embora a biodisponibilidade da mizolastina seja elevada e o fármaco seja principalmente metabolizado por glucoronidação, o cetoconazol e a eritromicina administrados por via sistémica aumentam, de forma moderada, a concentração plasmática da mizolastina pelo que o seu uso concomitante está contra-indicado.

Cobimetinib + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Efeitos do cobimetinib nos sistemas transportadores de fármacos: Estudos in vitro demonstraram que o cobimetinib não é um substrato dos transportadores de captação hepáticos OATP1B1, OATP1B3 e OCT1, sendo, contudo, um inibidor fraco destes transportadores. A relevância clínica festes resultados não foi investigada.
Interações: Efeitos de outros medicamentos em cobimetinib: Inibidores moderados do CYP3A: Deve ter-se precaução caso o cobimetinib seja coadministrado com inibidores moderados do CYP3A4. Os inibidores moderados do CYP3A4 incluem, mas não se limitam a, amiodarona, eritromicina, fluconazol, miconazol, diltiazem, verapamilo, delavirdina, amprenavir, fosamprenavir, imatinib. Quando o cobimetinib é coadministrado com um inibidor moderado do CYP3A, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quanto à segurança.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metilprednisolona + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos que inibem o sistema enzimático do citocromo P450 (particularmente CYP3A4), tais como a eritromicina e o cetoconazol podem inibir o metabolismo dos corticosteroides e, portanto, reduzir a sua depuração. Portanto, a dose de metilprednisolona deve ser titulada para evitar toxicidade esteroide.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Os inibidores potentes do CYP3A4 (a seguir indicados) aumentam o risco de miopatia por reduzirem a eliminação de sinvastatina: Mibefradil Itraconazol Cetoconazol Eritromicina Claritromicina Inibidores da protease do VIH Nefazodona Ciclosporina

Telaprevir + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: ANTIBACTERIANOS: Claritromicina, eritromicina, telitromicina, troleandomicina: Deve existir precaução e recomenda-se a monitorização clínica aquando da administração concomitante com Telaprevir. Foram notificados prolongamento do intervalo QT e Torsade de Pointes com claritromicina e eritromicina. O prolongamento do intervalo QT foi notificado com telitromicina.

Amissulprida + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Associações contraindicadas: Medicamentos que podem induzir o prolongamento QT e torsades de pointes: - Agentes Antiarrítmicos da classe Ia tais como quinidina, disopiramida, procainamida. - Agentes Antiarrítmicos da classe III tais como amiodarona, sotalol. - Outros medicamentos tais como bepridil, cisaprida, sultoprida, tioridazina, eritromicina IV, vincamina IV, halofantrina, pentamidina, sparfloxacina. Levodopa: antagonismo recíproco dos efeitos entre levodopa e neurolépticos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bilastina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de bilastina e cetoconazol ou eritromicina aumentou a AUC da bilastina em 2 vezes e a Cmax em 2 a 3 vezes. Estas alterações podem ser explicadas pela interação com os transportadores de efluxo intestinais, uma vez que a bilastina é um substrato da glicoproteína P e não é metabolizada. Estas alterações não parecem afetar o perfil de segurança da bilastina e do cetoconazol ou da eritromicina, respetivamente. Outros medicamentos que atuam como substratos ou inibidores da glicoproteína P, tais como a ciclosporina, podem igualmente ter o potencial de aumentar as concentrações plasmáticas da bilastina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Propiverina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: É possível a ocorrência de interações farmacocinéticas com outros fármacos metabolizados pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4). Contudo, não se espera um aumento muito acentuado das concentrações para estes fármacos, dado que, os efeitos da propiverina são pequenos comparado com os efeitos dos inibidores enzimáticos clássicos (ex: cetoconazol ou sumo de toranja). A propiverina pode ser considerada um fraco inibidor do citocromo P450 3A4. Não foram realizados estudos farmacocinéticos com doentes que recebiam concomitantemente inibidores potentes do CYP3A4, tais como os antifúngicos da classe dos azóis (ex: cetoconazol, itraconazol), ou antibióticos macrólidos (ex: eritromicina, claritromicina).

Ranolazina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: O diltiazem (180 a 360 mg uma vez ao dia), um inibidor do CYP3A4 moderadamente potente, causa um aumento dependente da dose das concentrações médias em estado estacionário da ranolazina de 1,5 a 2,4 vezes. Recomenda-se o ajustamento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com diltiazem e outros inibidores do CYP3A4 de potência moderada (p.ex. eritromicina, fluconazol). Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. Existe um risco teórico de o tratamento concomitante com ranolazina e outros fármacos que se saiba prolongarem o intervalo QTc poder originar uma interação farmacodinâmica e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Como exemplos de tais fármacos, podemos referir certos antihistamínicos (p.ex. terfenadina, astemizol, mizolastina), certos antiarrítmicos (p.ex. quinidina, disopiramida, procainamida), a eritromicina e os antidepressivos tricíclicos (p.ex. imipramina, doxepina, amitriptilina).

Vandetanib + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Combinações contraindicadas: Cisaprida, eritromicina intravenosa (IV), toremifeno, mizolastina, moxifloxacina, arsénico, antiarrítmicos de Classe IA e III.

Pentamidina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Associações desaconselhadas: Medicamentos que podem induzir torsade de pointes: Antiarrítmicos de classe Ia (quinidina, hidroquinidina, disopiramida) Antiarrítmicos de classe III (amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) Alguns neurolépticos (tioridazina, clorpromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, haloperidol, droperidol) Outros medicamentos como bepridil, cisaprida, eritromicina iv, halofantrina, mizolastina. Dado o risco aumentado de perturbações do ritmo ventricular, nomeadamente de torsade de pointes, a associação destes medicamentos com a administração de pentamidina deve ser evitada. Caso seja absolutamente necessária, deve controlar-se previamente o intervalo QT e fazer monitorização cuidadosa do ECG.

Dolutegravir + Rilpivirina + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Antibióticos macrólidos Claritromicina Eritromicina/Dolutegravir: Se possível, devem ser consideradas alternativas, tais como a azitromicina. Claritromicina Eritromicina/Rilpivirina: Se possível, devem ser consideradas alternativas, tais como a azitromicina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Armodafinil + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Eritromicina ou cetoconazol porque podem aumentar o risco de efeitos secundários do armodafinil.

Eliglustato + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da CYP3A: Em metabolizadores intermédios (MI) e extensivos (ME): Após doses repetidas de 84 mg de eliglustato duas vezes por dia em doentes não-MF, a administração concomitante de doses repetidas de 400 mg de cetoconazol, um inibidor potente da CYP3A, uma vez por dia, resultou num aumento da Cmax e da AUC0-12 do eliglustato, de 3,8 e 4,3 vezes, respetivamente; Serão de esperar efeitos semelhantes com outros inibidores potentes da CYP3A (p.ex., claritromicina, cetoconazol, itraconazol, cobicistat, indinavir, lopinavir, ritonavir, saquinavir, telaprevir, tipranavir, posaconazol, voriconazol, telitromicina, conivaptan, boceprevir). Em MI e ME, deve proceder-se com cuidado relativamente aos inibidores potentes da CYP3A. Para uma dosagem de 84 mg duas vezes por dia com eliglustato em doentes não-MFs, é de prever que a utilização concomitante de inibidores moderados da CYP3A (p.ex., eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, diltiazem, verapamilo, aprepitant, atazanavir, darunavir, fosamprenavir, imatinib, cimetidina) iria aumentar aproximadamente até 3 vezes a exposição ao eliglustato. Em MIs e MEs, deve proceder-se com cuidado relativamente aos inibidores moderados da CYP3A. Para uma dosagem de 84 mg uma vez por dia com eliglustato em MF, é de prever que a utilização concomitante de inibidores moderados da CYP3A (p.ex., eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, diltiazem, verapamilo, aprepitant, atazanavir, darunavir, fosamprenavir, imatinib, cimetidina) iria aumentar a Cmax e a AUC0-24 do eliglustato em 2,4 e 3,0 vezes, respetivamente. É contraindicada a utilização de inibidores moderados da CYP3A em MF.

Felodipina + Ramipril + Eritromicina

Observações: A felodipina é um substrato do CYP3A4. Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos recetores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com ação no SRAA.
Interações: A felodipina é um substrato do CYP3A4. Medicamentos que induzam ou inibam o CYP3A4 têm uma grande influência nas concentrações de felodipina no plasma. Inibidores potentes do citocromo P450 3A4 incluem os antifúngicos azóis, antibióticos macrólidos, telitromicina e inibidores da protease VIH. Durante a administração concomitante da felodipina com a eritromicina, a Cmax e AUC aumentaram aproximadamente 2,5 vezes. Deve ser evitada a associação com inibidores potentes do CYP3A4.

Oxaliplatina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: In vitro, não se observou uma deslocação significativa da ligação da oxaliplatina às proteínas plasmáticas com os seguintes fármacos: eritromicina, salicilatos, Granissetrom, paclitaxel e valproato sódico.

Levocetirizina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Não foram efectuados estudos de interacção com a levocetirizina (incluindo estudos com indutores da CYP3A4); estudos efectuados com o composto racemato cetirizina demonstraram não existir interações adversas clinicamente relevantes (com pseudoefedrina, cimetidina, cetoconazol, eritromicina, azitromicina, glipizida e diazepam).

Rosuvastatina + Perindopril + Indapamida + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Relacionados com indapamida Uso concomitante que requer cuidados especiais: Medicamentos que induzem “torsades de pointes”: devido ao risco de hipocaliemia, a indapamida deve ser administrada com precaução quando associada a medicamentos que induzem “torsades de pointes” tais como agentes antiarrítmicos classe IA (quinidina, hidroquinidina, disopiramida); agentes antiarrítmicos classe III (amiodarona, dofetilida, ibutilida, bretilio, sotalol); certos neurolépticos (cloropromazina, ciamemazina, levomepromazina, tioridazina, trifluoperazina), benzamidas (amissulprida, sulpirida, sultoprida, tiaprida), butirofenonas (droperidol, haloperidol) outros neurolépticos (pimozida); outras substâncias tais como bepridilo, cisaprida, difemanilo, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, moxifloxacina, pentamidina, esparfloxacina, vincamina IV, metadona, astemizol, terfenadina. Prevenção da descida dos níveis de potássio e correção se necessário: monitorização do intervalo QT. Relacionados com rosuvastatina Efeito da administração concomitante de medicamentos na rosuvastatina Eritromicina: O uso concomitante de rosuvastatina e eritromicina resultou num decréscimo de 20% na AUC e um decréscimo de 30% na Cmax de rosuvastatina. Esta interação pode ser provocada pelo aumento da motilidade intestinal causada pela eritromicina.

Aliscireno + Amlodipina + Hidroclorotiazida + Eritromicina

Observações: A análise farmacocinética populacional de doentes com hipertensão não revelou quaisquer alterações clinicamente relevantes durante a exposição no estado de equilíbrio (AUC) e Cmax de aliscireno, amlodipina e hidroclorotiazida comparativamente com as terapêuticas duplas correspondentes.
Interações: Precaução necessária com uso concomitante: Inibidores moderados da gp-P: A coadministração de cetoconazol (200 mg) ou verapamilo (240 mg) com aliscireno (300 mg) resultou no aumento de 76% ou 97% na AUC de aliscireno, respetivamente. Espera-se que a variação dos níveis plasmáticos de aliscireno na presença de cetoconazol ou verapamilo se encontre dentro dos limites que seriam atingidos se a dose de aliscireno fosse duplicada; doses de aliscireno até 600 mg, ou duas vezes a dose terapêutica máxima recomendada, foram bem toleradas em ensaios clínicos controlados. Os estudos pré-clínicos indicam que a coadministração de aliscireno e cetoconazol aumenta a absorção gastrointestinal do aliscireno e reduz a excreção biliar. Assim, deve ter-se precaução ao administrar aliscireno com cetoconazol, verapamilo ou outros inibidores moderados da gp-P (claritromicina, telitromicina, eritromicina, amiodarona). Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamil e diltiazem) podem conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ribociclib + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Substâncias que podem aumentar as concentrações plasmáticas de ribociclib: Simulações farmacocinéticas de base fisiológica sugeriram que numa dose de 600 mg de ribociclib, um inibidor moderado da CYP3A4 (eritromicina) pode aumentar a Cmax de ribociclib em estado estacionário e a AUC 1,2 vezes e 1,3 vezes, respetivamente. Para doentes que tenham tido a dose de ribociclib reduzida para 400 mg uma vez por dia, o aumento do estado estacionário Cmax e AUC calculou-se ser 1,4 e 2,1 vezes, respetivamente. O efeito de uma dose diária de 200 mg foi um aumento previsto de 1,7 e 2,8 vezes, respetivamente. Não são necessários ajustes de dose de ribociclib no início do tratamento com com inibidores fracos ou moderados da CYP3A4. Contudo, recomenda-se a monitorização de RA relacionadas com ribociclib.

Cloropromazina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que prolongam o intervalo QT: Antiarrítmicos (ex.: quinidina, disopiramida, amiodarona, sotalol, etc.), neurolépticos (ex.: fenotiazinas, sulpirida, amissulprida, haloperidol), antidepressivos tricíclicos, medicamentos tais como cisaprida, eritromicina, moxifloxacina, entre outros. Quando a associação com medicamentos que prolongam o intervalo QT não puder ser evitada é necessário o controlo prévio do intervalo QT e a vigilância monitorizada do ECG devido ao risco de arritmias graves nomeadamente do tipo torsade de pointes.

Sinvastatina + Ezetimiba + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Interações farmacocinéticas: Interações Medicamentosas Associadas com o Risco Aumentado de Miopatia/Rabdomiólise: Inibidores potentes do CYP3A4 por ex. Itraconazol, Cetoconazol, Posaconazol, Voriconazol, Eritromicina, Claritromicina, Telitromicina, Inibidores da protease do VIH (ex: nelfinavir), Boceprevir, Telaprevir, Nefazodona, Cobicistato, Ciclosporina, Danazol, Gemfibrozil: Contraindicados com Sinvastatina / Ezetimiba. SINVASTATINA: A sinvastatina é um substrato do citocromo P450 3A4. Os inibidores potentes do citocromo P450 3A4 aumentam o risco de miopatia e de rabdomiólise através do aumento da concentração de atividade inibidora da redutase da HMG-CoA no plasma durante a terapêutica com sinvastatina. Estes inibidores incluem: Itraconazol, cetoconazol, posaconazol, voriconazol, eritromicina, claritromicina, telitromicina, inibidores da protease do VIH (p. ex: nelfinavir), boceprevir, telaprevir, nefazodona e medicamentos contendo cobicistato. A administração concomitante de itraconazol resultou num aumento de mais de 10 vezes na exposição ao ácido da sinvastatina (o metabolito betahidroxiácido ativo). A telitromicina causou um aumento de 11 vezes na exposição ao ácido da sinvastatina. Está contraindicada a utilização concomitante de sinvastatina com itraconazol, cetoconazol, posaconazol, voriconazol, inibidores da protease do VIH (p. ex: nelfinavir), boceprevir, telaprevir, eritromicina, claritromicina, telitromicina, nefazodona e medicamentos contendo cobicistato, assim como com gemfibrozil, ciclosporina e danazol. Se o tratamento com inibidores potentes do CYP3A4 (fármacos que aumentam a AUC em aproximadamente 5 vezes ou mais) for inevitável, a terapêutica com Sinvastatina / Ezetimiba deverá ser interrompida (e considerada a utilização de uma estatina alternativa) durante o tratamento.

Dasatinib + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Substâncias ativas que podem aumentar as concentrações plasmáticas de dasatinib: Estudos in vitro indicam que o dasatinib é um substrato da CYP3A4. A utilização concomitante do dasatinib com medicamentos ou substâncias que inibem potentemente a CYP3A4 (ex. cetoconazol, itraconazol, eritromicina, claritromicina, ritonavir, telitromicina, sumo de toranja) pode aumentar a exposição ao dasatinib. Consequentemente, não é recomendada a administração sistémica de inibidores potentes da CYP3A4 em doentes a receber dasatinib. Com base em experiências in vitro, com concentrações clinicamente relevantes, a ligação do dasatinib às proteínas plasmáticas é de aproximadamente 96%. Não foram realizados estudos para avaliar a interação do dasatinib com outros medicamentos que se ligam às proteínas. Desconhece-se o potencial para deslocamento e a sua relevância clínica.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fesoterodina + Eritromicina

Observações: Dados in vitro demonstram que o metabolito ativo da fesoterodina não inibe o CYP 1A2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, ou induz o CYP 1A2, 2B6, 2C9, 2C19 ou 3A4 em concentrações plasmáticas clinicamente relevantes. Assim, é pouco provável que a fesoterodina altere a depuração dos medicamentos que são metabolizados por estas enzimas. Não são recomendados ajustes de dose na presença de inibidores moderados do CYP3A4 (p.ex.sumo de toranja).
Interações: Após o bloqueio do CYP3A4 pela coadministração de 200mg de fluconazol, um inibidor moderado do CYP3A4, duas vezes por dia durante 2 dias, a Cmax e a AUC do metabolito ativo da fesoteroduina aumentaram aproximadamente 19% e 27%, respetivamente. Não são recomendados ajustes de dose na presença de inibidores moderados do CYP3A4 (p.ex., eritromicina, fluconazol, diltiazem, verapamilo e sumo de toranja).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vardenafil + Eritromicina

Observações: Estudos in vitro Vardenafil é metabolizado predominantemente por enzimas hepáticas através da isoforma 3A4 do citocromo P450 (CYP), com alguma contribuição das isoformas CYP3A5 e CYP2C. Assim, os inibidores destas isoenzimas podem reduzir a taxa de depuração do vardenafil.
Interações: A administração concomitante de eritromicina (500 mg três vezes ao dia), um inibidor do CYP3A4, com vardenafil (5 mg) resultou num aumento de 4 vezes da AUC do vardenafil e de 3 vezes da Cmax. Pode ser necessário ajustar a posologia de vardenafil quando usado em associação com um inibidor moderado do CYP3A4, tal como a eritromicina ou a claritromicina.

Xipamida + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Precauções particulares têm de ser tomadas com as seguintes associações: Substâncias que induzem a “torsade de pointes” (excluindo sultopride) Antiarrítmicos da classe Ia (ex: quinidina, hidroquinidina, disopiramide), Antiarrítmicos da classe III (ex: amidarona, sotalol, dofetilide, ibutilide), Antipsicóticos específicos: fenotiazina (ex: clorpromazina, ciamemazina, levomepromazina, tioridazina, trifluoperazina), benzamida (ex: amisulpride, sulpiride, tiapride), butirofenones (ex: droperidol, haloperidol), Outros: bepridil, cisapride, difemanil, eritromicina I.V., halofantrina, mizolastina, pentamidina, sparfloxacina, mixofloxacina, vincamina I.V. Risco aumentado de arritmias ventriculares, em particular “torsade de pointes” (promovida por hipocalémia). Antes de iniciar o tratamento com esta combinação, verificar a hipocalémia e se necessário, corrigir. Fazer o controlo clínico, controlo plasmático dos eletrólitos e monitorizar o ECG. Devem ser preferidas substâncias que não causem “torsade de pointes” no caso de hipocalémia concomitante.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bromocriptina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante de antibióticos macrólidos tais como eritromicina ou josamimicina mostrou aumentar os níveis plasmáticos de bromocriptina.

Alprazolam + Eritromicina

Observações: As interações farmacocinéticas podem ocorrer quando o alprazolam é administrado concomitantemente com compostos que inibem a enzima hepática CYP3A4, aumentando os níveis plasmáticos de alprazolam.
Interações: Inibidores da CYP3A4: Antimicóticos: Deve ter-se um cuidado particular e uma redução substancial da dose no caso de utilização simultânea de inibidores de CYP3A4 tais como os inibidores da protease do VIH, fluoxetina, dextropropoxifeno, contracetivos orais, sertralina, diltiazem ou antibióticos macrólidos, tais como eritromicina, claritromicina, telitromicina e troleandomicina.

Carvedilol + Ivabradina + Eritromicina

Observações: Não se observaram interações entre o carvedilol e a ivabradina num estudo de interações efetuado em voluntários saudáveis. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Utilização concomitante contraindicada do Carvedilol / Ivabradina: Inibidores potentes do CYP3A4 (antifúngicos azois (cetoconazol, itraconazol), antibióticos macrólidos (claritromicina, eritromicina oral, josamicina, telitromicina), inibidores da protease do VIH (nelfinavir, ritonavir) e nefazodona. Ivabradina - Utilização concomitante contraindicada: Interação farmacocinética: A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 é contraindicada. Os inibidores potentes do CYP3A4, tais como o cetoconazol (200 mg uma vez por dia) e a josamicina (1 g duas vezes por dia) aumentaram a exposição plasmática média à ivabradina em 7 a 8 vezes. Carvedilol - Utilização concomitante com precauções: Os doentes medicados com inibidores enzimáticos do citocromo P450 (p.ex. cimetidina, fluoxetina, verapamilo, cetoconazol, haloperidol, eritromicina) devem ser cuidadosamente monitorizados durante o tratamento concomitante com carvedilol. Utilização concomitante não recomendada do Carvedilol / Ivabradina: Medicamentos cardiovasculares que prolongam o intervalo QT (por ex. quinidina, disopiramida, bepridilo, sotalol, ibutilida, amiodarona). Medicamentos não cardiovasculares que prolongam o intervalo QT (por ex. pimozida, ziprasidona, sertindol, mefloquina, halofantrina, pentamidina, cisaprida e eritromicina intravenosa). Ivabradina - Utilização concomitante não recomendada: A utilização concomitante de medicamentos cardiovasculares e não cardiovasculares que prolongam o intervalo QT e de ivabradina deve ser evitada, uma vez que o prolongamento do QT pode ser exacerbado pela diminuição da frequência cardíaca. Se a combinação for necessária, impõe-se cuidadosa monitorização cardíaca. Carvedilol - Utilização concomitante com precauções com a amiodarona: Em doentes com insuficiência cardíaca a amiodarona diminuiu a depuração do S-carvedilol, muito provavelmente através da inibição do CYP2C9. A concentração plasmática média de R-carvedilol permaneceu inalterada. Consequentemente, existe um risco potencial de aumento do bloqueio- beta provocado por um aumento da concentração plasmática de S- carvedilol. Foram observados casos isolados de perturbações da condução (raramente com implicação hemodinâmica) quando o carvedilol foi administrado com amioradona. A coadministração de carvedilol e amiodarona (oral) deve ser cuidadosamente monitorizada dado já terem sido notificados casos de bradicardia, paragem cardíaca e fibrilhação ventricular pouco tempo após o início do tratamento concomitante.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Mesilato de di-hidroergocriptina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A alfa- di-hidroergocriptina é metabolizada por efeito de primeira passagem através da isoenzima CYP3A4 do citocromo P450. Um estudo farmacocinético em doentes saudáveis demonstrou que com a toma concomitante de eritromicina, os níveis séricos de alfa- di- hidroergocriptina e seus metabolitos estão definitivamente aumentados. Devido a este facto há um risco potencialmente aumentado de efeitos adversos. Por isso, durante a administração de fármacos que inibem o CYP3A4, a dose de alfa- di-hidroergocriptina deve ser ajustada. Os macrólidos (por exemplo eritromicina) não devem ser administrados conjuntamente com a alfa- di-hidroergocriptina devido ao aumento do efeito desta última.

Atorvastatina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Os inibidores moderados do CYP3A4 (por exemplo, eritromicina, diltiazem, verapamilo e fluconazol) podem aumentar a concentração plasmática de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em combinação com estatinas. Não foram efetuados estudos de interação para avaliar os efeitos da amiodarona ou do verapamilo na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamilo são conhecidos por inibirem a atividade do CYP3A4 e a administração concomitante com atorvastatina pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa de atorvastatina e recomenda-se a monitorização clínica do doente quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar ou após o ajuste de dose do inibidor.

Pasireotido + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas previstas: Medicamentos que prolongam o intervalo QT: O pasireotido deve ser utilizado com precaução em doentes que estão a tomar concomitantemente medicamentos que prolongam o intervalo QT, tais como antiarrítmicos de classe Ia (por exemplo, quinidina, procainamida, disopiramida), antiarrítmicos de classe III (por exemplo amiodarona, dronedarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), determinados antibacterianos ( eritromicina endovenosa, injeção de pentamidina, claritromicina, moxifloxacina), determinados antipsicóticos (por exemplo cloropromazina, tioridazina, flufenazina, pimozida, haloperidol, tiaprida, amissulprida, sertindol, metadona ), determinados antihistamínicos (por exemplo, terfenadina, astemizol, mizolastina), antimaláricos (por exemplo, cloroquina, halofantrina, lumefantrina) determinados antifúngicos (cetoconazol, exceto no champô).

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Interações potenciais relacionadas com AMLODIPINA: Uso concomitante que requer precaução: Efeitos de outros medicamentos na amlodipina: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante da amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamilo ou diltiazem) pode conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Poderão assim ser necessários monitorização clínica e ajuste de dose. Interações potenciais relacionadas com HIDROCLOROTIAZIDA: Uso concomitante que requer precaução: Medicamentos afetados pelos desequilíbrios do potássio sérico: É recomendada uma monitorização periódica do potássio sérico e a realização de ECG quando Amlodipina / Olmesartan medoxomilo / Hidroclorotiazida é administrada com medicamentos afetados pelos desequilíbrios do potássio sérico (por exemplo, glicosidos digitálicos e antiarrítmicos) e com os seguintes medicamentos indutores de “torsades de pointes” (taquicardia ventricular) (incluindo alguns antiarrítmicos), sendo a hipocaliemia um fator de predisposição para “torsades de pointes” (taquicardia ventricular): - Antiarrítmicos Classe Ia (por exemplo, quinidina, hidroquinidina, disopiramida). - Antiarrítmicos Classe III (por exemplo, amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida). - Alguns antipsicóticos (por exemplo, tioridazina, cloropromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol). - Outros (por exemplo, bepridilo, cisaprida, difemanil, eritromicina I.V., halofantrina, mizolastina, pentamidina, esparfloxacina, terfenadina, vincamina I.V.).

Darifenacina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre a darifenacina: O metabolismo da darifenacina é primariamente mediado pelas enzimas CYP2D6 e CYP3A4 do citocromo P450. Assim, os inibidores destas enzimas podem aumentar a exposição à darifenacina. Inibidores da CYP3A4: A darifenacina não deve ser usada concomitantemente com inibidores potentes da CYP3A4 tais como inibidores da protease (ex: ritonavir), cetoconazol e itraconazol. Inibidores potentes da glicoproteína P, tais como ciclosporina e verapamilo devem também ser evitados. A co-administração de 7,5 mg de darifenacina com 400 mg do inibidor potente da CYP3A4 cetoconazol resultou num aumento em 5 vezes da AUC da darifenacina no estado estacionário. Em indivíduos que sejam metabolizadores fracos, a exposição à darifenacina aumentou em aproximadamente 10 vezes. Devido a uma maior contribuição da CYP3A4 após doses elevadas de darifenacina, é expectável que a magnitude do efeito seja ainda mais pronunciada quando se associar cetoconazol com 15 mg de darifenacina. Quando co-administrada com inibidores moderados da CYP3A4 tais como eritromicina, claritromicina, telitromicina, fluconazol e sumo de toranja, a dose inicial recomendada deve ser de 7,5 mg por dia. A dose pode ser ajustada para 15 mg por dia para obter uma melhoria da resposta clínica desde que a dose seja bem tolerada. Os valores de AUC 24 e Cmax para doses de 30 mg uma vez por dia de darifenacina oral, em doentes que eram metabolizadores extensivos, foram 95% e 128% superiores quando foi co-administrada eritromicina (inibidor moderado da CYP3A4) com darifenacina do que quando a darifenacina foi administrada isoladamente.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Fármacos inibidores do CYP3A: Antibióticos macrólidos: A eritromicina produziu concentrações plasmáticas do midazolam intravenoso aumentadas cerca de 1,6-2 vezes, associadas a aumentos da semivida terminal do midazolam de cerca de 1,5-1,8 vezes. A claritromicina produziu concentrações plasmáticas de midazolam aumentadas até 2,5 vezes, associadas ao aumento da semivida terminal de 1,5 – 2 vezes.

Perindopril + Indapamida + Amlodipina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Uso concomitante que requer cuidados especiais: INDAPAMIDA: Medicamentos que induzem “Torsades de pointes”: Devido ao risco de hipocaliemia, a indapamida deve ser administrada com precaução quando associada a outros medicamentos que induzem “torsades de pointes” como: - fármacos Antiarrítmicos classe IA (quinidina, hidroquinidina, disopiramida); - fármacos Antiarrítmicos classe III (amiodarona, dofetilida, ibutilida, bretilio, sotalol); - alguns neurolépticos (clorpromazina, ciamemazina, levomepromazina, tioridazina, trifluoperazina), benzamidas (amissulprida, sulpirida, sultoprida, tiaprida), butirofenonas (droperidol, haloperidol), outros neurolépticos (pimozida); - outras substâncias tais como bepridilo, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, moxifloxacina, pentamidina, esparfloxacina, IV vincamina, metadona, astemizol, terfenadina. Prevenção de baixos níveis de potássio e correção se necessário: monitorização do intervalo QT. Uso concomitante que requer cuidados especiais: AMLODIPINA: Inibidores CYP3A4: O uso concomitante da amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores da protease, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamil ou diltiazem) podem conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Amlodipina + Eritromicina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com o Losartan / Amlodipina e outros medicamentos. Não foram realizados estudos de interação medicamentosa na população pediátrica.
Interações: Interações relacionadas com a amlodipina Efeitos de outros medicamentos na Amlodipina: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores de CYP3A4 fortes ou moderados (inibidores da protéase, antifúngicos azólicos, macrolídeos, como eritromicina, claritromicina, verapamilo ou diltiazem) pode dar origem a um aumento significativo na exposição à amlodipina, resultando num aumento do risco de hipotensão. A tradução clínica destas alterações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Poderão assim ser necessárias monitorização clínica e ajuste posológico.

Mesilato de di-hidroergotamina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante de inibidores do citocromo P450 3A(CYP3A) tais como, antibióticos macrólidos (por exemplo, eritromicina, troleandomicina, claritromicina), inibidores da protease na terapêutica do VIH e da transcriptase reversa (por exemplo, ritonavir, indinafir, nelfinavir, delavirdine) ou antifúngicos azóis (por exemplo, cetoconazole, itraconazol, voriconazole) com Mesilato de di-hidroergotamina tem de ser evitado, pois pode resultar numa exposição elevada à dihidroergotamina e a toxicidade causada pela ergotamina (vasoespasmo e isquémia das extremidades e de outros tecidos).

Nebivolol + Hidroclorotiazida + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: HIDROCLOROTIAZIDA: Potenciais interações relacionadas com a hidroclorotiazida: Precauções necessárias em caso de uso concomitante com: Medicamentos afetados pelos distúrbios do potássio sérico: Recomenda-se uma monitorização periódica dos níveis séricos do potássio e a realização de ECG quando se administra Nevivolol / Hidroclorotiazida com medicamentos afetados pelos distúrbios do potássio sérico (por exemplo, glicosidos digitálicos e antiarrítmicos) e com os seguintes medicamentos indutores de “torsades de pointes” (taquicardia ventricular) (incluindo alguns antiarrítmicos), sendo que a hipocaliemia é um fator de predisposição para “torsades de pointes” (taquicardia ventricular): Antiarrítmicos Classe IA (por exemplo, quinidina, hidroquinidina, disopiramida). Antiarrítmicos Classe III (por exemplo, amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida). Alguns antipsicóticos (por exemplo, tioridazina, cloropromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol). Outros (por exemplo, bepridilo, cisaprida, difemanil, eritromicina I.V., halofantrina, mizolastina, pentamidina, esparfloxacina, terfenadina, vincamina I.V.).

Domperidona + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A utilização concomitante das seguintes substâncias é contraindicada: Medicamentos que prolonguem o intervalo QTc: - antiarrítmicos de classe IA (por exemplo, disopiramida, hidroquinidina e quinidina) - antiarrítmicos de classe III (por exemplo, amiodarona, dofetilida, dronedarona, ibutilida e sotalol) - determinados antipsicóticos (por exemplo, haloperidol, pimozida e sertindol) - determinados antidepressivos (por exemplo, citalopram e escitalopram) - determinados antibióticos (por exemplo, eritromicina, levofloxacina, moxifloxacina e espiramicina) - determinados agentes antifúngicos (por exemplo, pentamidina) - determinados agentes antimaláricos (sobretudo halofantrina e lumefantrina) - determinados medicamentos gastrointestinais (por exemplo, cisaprida, dolasetron e prucaloprida) - determinados antihistamínicos (por exemplo, mequitazina e mizolastina) - determinados medicamentos utilizados no cancro (por exemplo, toremifeno, vandetanib e vincamina) - alguns outros medicamentos (por exemplo, bepridilo, difemanil e metadona). Inibidores potentes do CYP3A4 (independentemente dos efeitos de prolongamento do intervalo QT), ou seja: - inibidores da protease. - antifúngicos azólicos sistémicos. - alguns macrólidos (eritromicina, claritromicina e telitromicina).
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Posaconazol + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre posaconazol: Posaconazol é metabolizado por glucuronidação do UDP (enzimas de fase 2) e é um substrato, in vitro, para o efluxo da p-glicoproteína (P-gp). Assim, os inibidores (por exemplo, verapamilo, ciclosporina, quinidina, claritromicina, eritromicina, etc.) ou indutores (por exemplo, rifampicina, rifabutina, determinados anticonvulsivantes, etc.) destas vias de depuração poderão respetivamente aumentar ou diminuir as concentrações plasmáticas de posaconazol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fexofenadina + Eritromicina

Observações: A fexofenadina não sofre biotransformação hepática, não havendo assim interação com outros medicamentos através de mecanismos hepáticos.
Interações: A coadministração de cloridrato de fexofenadina com eritromicina ou cetoconazol mostrou resultar num aumento do nível plasmático de fexofenadina de 2 a 3 vezes. As alterações não foram acompanhadas de qualquer efeito no intervalo QT e não foram associadas com qualquer aumento de efeitos adversos em comparação com os medicamentos dados isoladamente. Estudos em animais mostraram que o aumento de níveis plasmáticos de fexofenadina observado após coadministração de eritromicina ou cetoconazol parece ser devido a um aumento de absorção gastrointestinal e a uma redução quer da excreção biliar quer da secreção gastrointestinal, respetivamente.

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: Interações farmacocinéticas: Potencial de outros medicamentos para afetar a farmacocinética de ombitasvir, paritaprevir, e dasabuvir: Os medicamentos que inibem o CYP3A4 e proteínas de transporte: O paritaprevir é eliminado através do metabolismo mediado pelo CYP3A4 e excreção biliar (substrato dos transportadores hepáticos OATP1B1, gp-P e BCRP). Recomenda-se precaução se Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir for coadministrado com medicamentos que são ambos inibidores moderados do CYP3A4 e inibidores de transportadores múltiplos (gp-P, BCRP e/ou OATP1B1/OATP1B3). Estes medicamentos podem apresentar aumentos clinicamente relevantes na exposição ao paritaprevir (por exemplo, ritonavir com atazanavir, eritromicina, diltiazem ou verapamilo). Interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos ANTIBIÓTICOS (ADMINISTRAÇÃO SISTÉMICA): Eritromicina: Mecanismo: Inibição de CYP3A4/gp-P por eritromicina, paritaprevir, ritonavir e dasabuvir. Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir. Não estudado. A administração de Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir com eritromicina pode resultar no aumento das concentrações de eritromicina e paritaprevir. Recomenda-se precaução.

Sulpirida + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Associações não recomendadas: Medicamentos indutores de hipocaliémia: Diuréticos espoliadores de potássio, laxantes estimulantes, anfotericina B IV, glucocorticoides, tetracosactidos. Deverá corrigir-se a hipocaliémia. Fármacos antiarrítmicos da classe Ia tais como quinidina, disopiramida. Fármacos antiarrítmicos da classe III tais como amiodarona, sotalol. Outros medicamentos tais como pimozide, sultopride, haloperidol; antidepressivos imipramínicos; lítio, bepridil, cisapride, tioridazina, metadona, eritromicina IV, vincamina IV, halofantrina, pentamidina, sparfloxacina.

Lurasidona + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Outros potenciais medicamentos que podem afetar a lurasidona: Tanto a lurasidona como o seu metabolito ativo ID-14283 contribuem para o efeito farmacodinâmico nos recetores dopaminérgicos e serotoninérgicos. A lurasidona e seu metabolitoativo ID-14283 são principalmente metabolizados pelo CYP3A4. Inibidores do CYP3A4: A lurasidona é contraindicada em concomitância com inibidores fortes do CYP3A4 (por exemplo, boceprevir, claritromicina, cobicistate, indinavir, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, nelfinavir, posaconazol, ritonavir, saquinavir, telaprevir, telitromicina, voriconazol). A administração concomitante de lurasidona com o inibidor forte do CYP3A4 cetoconazol resultou num aumento de 9 e 6 vezes na exposição da lurasidona e do seu metabolito ativo ID-14283, respetivamente. A administração concomitante de lurasidona com medicamentos que inibem moderadamente o CYP3A4 (por exemplo, diltiazem, eritromicina, fluconazol, verapamil) pode aumentar a exposição à lurasidona. Estima-se que os inibidores moderados do CYP3A4 resultam num aumento de 2-5 vezes na exposição dos substratos do CYP3A4. A administração concomitante de lurasidona com diltiazem (formulação de libertação lenta), um inibidor moderado do CYP3A4, resultou num aumento de 2,2 e 2,4 vezes na exposição da lurasidona e do ID-14283, respetivamente. A utilização de uma formulação de libertação imediata do diltiazem pode resultar num maior aumento da exposição à lurasidona.

Candesartan + Hidroclorotiazida + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A hipocaliemia e hipomagnesemia induzidas pelos diuréticos predispõem a ocorrência de efeitos cardiotóxicos dos glicosidos digitálicos e antiarrítmicos. Recomenda-se a monitorização periódica dos níveis de potássio sérico quando Candesartan / Hidroclorotiazida é administrado com estes medicamentos e com os seguintes medicamentos que possam induzir torsades de pointes: Outros (exemplo, bepridil, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, halofantrina, cetanserina, mizolastina, pentamidina, sparfloxacina, terfenadina, vincamina IV).

Toremifeno + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Não pode ser excluído um efeito aditivo sobre o prolongamento do intervalo QT entre o Toremifeno e os seguintes medicamentos, e outros medicamentos que possam prolongar o intervalo QTc. Isto pode levar a um aumento do risco de arritmias ventriculares, incluindo Torsades de pointes. Assim sendo, a co-administração do Toremifeno com qualquer um dos medicamentos seguintes está contraindicada: Antiarrítmicos classe IA (p.ex. quinidina, hidroquinidina, disopiramida) ou Antiarrítmicos classe III (p.ex. amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), Neurolépticos (p.ex. fenotiazidas, pimozida, sertindol, haloperidol, sultoprida), Determinados agentes antimicrobianos (moxifloxacina, eritromicina IV, pentamidina, antimaláricos particularmente halofantrina), Determinados antihistamínicos (terfenadina, astemizol, mizolastina), Outros (cisaprida, vincamina IV, bepridilo, difemanilo). Teoricamente, o metabolismo do toremifeno é inibido por fármacos que inibem o sistema enzimático CYP3A, reconhecidamente responsável pelas principais vias metabólicas do toremifeno. São exemplos deste tipo de fármacos os imidazóis antifúngicos (cetoconazol); outros agentes antifúngicos (itraconazol, voriconazol, posaconazol); inibidores da protease (ritonavir, nelfinavir), Macrólidos (claritromicina, eritromicina e telitromicina). O uso concomitante destes fármacos com toremifeno deve ser ponderado cuidadosamente.

Codergocrina + Eritromicina

Observações: Os componentes do mesilato de codergocrina são substratos e inibidores da CYP3A4.
Interações: É necessária prudência quando se utilizar mesilato de codergocrina simultaneamente com inibidores potentes da CYP3A4 tais como antibióticos macrólidos (ex:. troleandomicina, eritromicina, claritromicina).
 Sem significado Clínico

Netupitant + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Espera-se que os níveis de plasma sanguíneo do netupitant aumentem quando combinados com inibidores da enzima hepática CYP3A4 e baixem quando combinados com indutores desta enzima. O netupitant é um inibidor da CYP3A4, também pode aumentar os níveis plasmáticos de fármacos que são metabolizados pelo CYP3A4. Este efeito foi observado com a dexametasona, fármacos anticancerígenos, docetaxel e o etoposido, e numa extensão menor (não clinicamente significativa) com levonorgestrel, eritromicina e midazolam.

Benazepril + Hidroclorotiazida + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos influenciados por desequilíbrios nos níveis séricos de potássio: Recomenda-se a vigilância rigorosa dos níveis séricos de potássio e do ECG se Benazepril / Hidroclorotiazida 10 mg/12,5 mg for utilizado em simultâneo com medicamentos cuja farmacocinética e farmacodinâmica são influenciadas por desequilíbrios nos níveis séricos de potássio (como glicósidos digitálicos, agentes antiarrítmicos) ou com outros medicamentos, como os apresentados na seguinte lista (incluindo alguns agentes antiarrítmicos), que induzem torsades de pointes, em que a hipocaliemia é um factor predisponente. Agentes antiarrítmicos da classe Ia (como quinidina, hidroquinidina, disopiramida). Agentes antiarrítmicos da classe III (como amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida). Alguns agentes antipsicóticos (como tioridazina, clorpromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, doperidol). Outros (como bepridil, cisaprida, difemanil, eritromicina intravenosa, halofantrina, cetanserina, mizolastina, pentamidina, esparfloxacina, terfenadina, vincamina intravenosa).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Femprocumona + Eritromicina

Observações: Femprocumona é metabolizado principalmente pelo CYP450 2C9 e isoenzimas 3A4 Medicamentos comumente prescritos podem potencializar ou antagonizar o efeito dos cumarínicos. Portanto, é importante a monitoração dos parâmetros da coagulação após o início ou retirada de outras drogas em pacientes em uso de anticoagulantes orais.
Interações: Substâncias que podem intensificar o efeito dos anticoagulantes orais: Alopurinol, amiodarona, esteróides anabólicos, fibratos, dissulfiram, drogas anti-inflamatórias (salicilatos e alguns anti-inflamatórios não hormonais, incluindo inibidores da COX-2), tamoxifeno, drogas tireoideanas, antidepressivos tricíclicos, e alguns antimicrobianos (várias cefalosporinas, cloranfenicol, cloxacilina, sulfonamidas, derivados da eritromicina e derivados triazólicos e imidazólicos).

Trazodona + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Inibidores de CYP3A4: Estudos in vitro sobre o metabolismo de trazodona sugerem um potencial risco de interação quando a trazodona é administrada com inibidores do CYP3A4, como a eritromicina, cetoconazol, itraconazol, ritonavir, indinavir e nefazodona. Os inibidores do CYP3A4 podem provocar um substancial aumento nas concentrações plasmáticas da trazodona. Confirmou-se através de estudos in vivo realizados em voluntários saudáveis que uma dose de 200 mg de ritonavir 2 vezes/dia aumentou os níveis plasmáticos da trazodona para mais do dobro, provocando náuseas, síncope e hipotensão. Se se administrar a trazodona com um potente inibidor do CYP3A4, deve-se considerar uma dose mais baixa da primeira. No entanto, deve-se evitar a administração concomitante da trazodona com um potente inibidor do CYP3A4.

Eritromicina + Teofilina

Observações: N.D.
Interações: Poderá ser necessário diminuir as doses de teofilina, quando esta é administrada concomitantemente com Eritromicina uma vez que pode verificar-se um aumento nos níveis séricos da teofilina e uma potencial toxicidade desta. Foram descritos casos de diminuição nas concentrações de Eritromicina quando esta foi administrada simultaneamente com teofilina. Esta diminuição pode resultar em concentrações subterapêuticas de Eritromicina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Eritromicina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Com a administração de Eritromicina e digoxina foram descritas concentrações séricas elevadas de digoxina.

Fidaxomicina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Efeito do inibidor da gp-P na fidaxomicina: A fidaxomicina é um substrato da gp-P. A co-administração de doses únicas do inibidor da gp-P ciclosporina A e Fidaxomicina em voluntários saudáveis resultou num aumento de 4 e 2 vezes na Cmax e na AUC da fidaxomicina, respetivamente, e num aumento de 9,5 e 4 vezes na Cmax e na AUC, respetivamente, do metabolito ativo principal OP - 1118. Como a relevância clínica deste aumento da exposição não é clara, não é recomendada a administração concomitante de inibidores potentes da gp-P, tais como a ciclosporina, cetoconazol, eritromicina, claritromicina, verapamilo, dronedarona e amiodarona.

Isradipina + Eritromicina

Observações: A isradipina não parece inibir as enzimas do citocromo P450, em particular CYP3A4, numa extensão clínica significativa. A ingestão concomitante de sumo de toranja pode aumentar a biodisponibilidade da isradipina.
Interações: A coadministração de Isradipina com inibidores fortes da CYP3A, tais como, antibióticos macrólidos (por exemplo, eritromicina, claritromicina, troleandomicina) deve ser feita com precaução.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Eritromicina + Anticoagulantes orais

Observações: N.D.
Interações: Foram descritos casos de aumento do efeito anticoagulante quando Eritromicina e anticoagulantes orais são administrados concomitantemente.
 Potencialmente Grave

Eritromicina + Ergotamina

Observações: N.D.
Interações: A co-administração de Eritromicina e ergotamina ou dihidroergotamina tem sido associada em alguns doentes a toxicidade aguda da cravagem do centeio, caracterizada por vasospasmo periférico grave e disestesia.

Temsirolímus + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Agentes inibidores do metabolismo CYP3A: A administração concomitante de temsirolímus 5 mg com cetoconazol, um potente inibidor do CYP3A4, não teve efeito significativo na Cmax do temsirolímus ou AUC; no entanto, a AUC do sirolímus aumentou 3,1 vezes, e a AUC som a (temsirolímus + sirolímus) aumentou 2,3 vezes comparativamente ao temsirolímus em monoterapia. O efeito nas concentrações de sirolímus não ligado não foi determinado, mas espera-se que seja maior do que o efeito nas concentrações no sangue total devido a uma saturação da ligação aos glóbulos vermelhos. O efeito pode também ser mais pronunciado numa dose de 25 mg. Assim, as substâncias que sejam inibidores potentes da atividade do CYP3A4 (p.ex., nelfinavir, ritonavir, itraconazol, cetoconazol, voriconazol, nefazodona) aumentam as concentrações sanguíneas de sirolímus. Deve evitar-se o tratamento concomitante de temsirolímus com agentes que tenham forte potencial inibidor do CYP3A4. O tratamento concomitante com inibidores moderados do CYP3A4 (p.ex., diltiazem, verapamil, claritromicina, eritromicina, aprepitante, amiodarona) deve apenas ser administrado com precaução nos doentes a receber 25 mg e deve evitar-se nos doentes a receber doses de temsirolímus mais elevadas do que 25 mg.
 Potencialmente Grave

Eritromicina + Mesilato de di-hidroergotamina

Observações: N.D.
Interações: A co-administração de Eritromicina e ergotamina ou dihidroergotamina tem sido associada em alguns doentes a toxicidade aguda da cravagem do centeio, caracterizada por vasospasmo periférico grave e disestesia.

Eritromicina + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Triazolobenzodiazepinas (como midazolam e alprazolam) e benzodiazepinas relacionadas: A Eritromicina revelou diminuir a depuração de triazolam, midazolam e benzodiazepinas relacionadas, e deste modo poder aumentar o efeito farmacológico destas benzodiazepinas.

Roflumilaste + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Estudos clínicos de interação com inibidores de CYP3A4 eritromicina e cetoconazol demonstraram aumentos de 9% na atividade inibitória de PDE4 total. A administração conjunta de teofilina provocou um aumento de 8% na atividade inibitória de PDE4 total. Num estudo de interação com um contracetivo oral contendo gestodeno e etinilestradiol, a atividade inibitória de PDE4 total aumentou 17%. Não é necessário o ajuste da dose em doentes a receber estas substâncias ativas.
 Sem significado Clínico

Salmeterol + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores moderados do CYP3A4: A administração concomitante de eritromicina (500 mg via oral três vezes por dia) e de salmeterol (50 microgramas inalado duas vezes por dia) em 15 indivíduos saudáveis durante 6 dias, resultou num pequeno, mas não estatisticamente significativo, aumento da exposição ao salmeterol (1,4 vezes Cmax). A administração concomitante de eritromicina não foi associada a nenhum efeito adverso grave.

Eritromicina + Alprazolam

Observações: N.D.
Interações: Triazolobenzodiazepinas (como midazolam e alprazolam) e benzodiazepinas relacionadas: A Eritromicina revelou diminuir a depuração de triazolam, midazolam e benzodiazepinas relacionadas, e deste modo poder aumentar o efeito farmacológico destas benzodiazepinas.

Eritromicina + Triazolobenzodiazepinas

Observações: N.D.
Interações: Triazolobenzodiazepinas (como midazolam e alprazolam) e benzodiazepinas relacionadas: A Eritromicina revelou diminuir a depuração de triazolam, midazolam e benzodiazepinas relacionadas, e deste modo poder aumentar o efeito farmacológico destas benzodiazepinas.

Indinavir + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: INDINAVIR POTENCIADO COM RITONAVIR. Outros Anti-infecciosos: Eritromicina, itraconazol: Interação com indinavir/ritonavir não estudada. O indinavir e ritonavir inibem o CYP3A4, logo espera-se um aumento das concentrações plasmáticas de eritromicina e itraconazol. É recomendada monitorização cuidadosa da terapêutica e dos efeitos adversos, quando a eritromicina ou o itraconazol são administrados concomitantemente com indinavir/ritonavir.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nintedanib + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Nintedanib é um substrato da gp-P. Apenas uma pequena parte da biotransformação do nintedanib é feita pelas vias do CYP. Nintedanib e os seus metabolitos, a fração ácido livre BIBF 1202 e o seu glucoronido BIBF 1202-glucoronido, não inibiram ou induziram as enzimas do CYP em estudos pré-clínicos. Assim, a probabilidade de interações medicamentosas com nintedanib com base no metabolismo do CYP é considerada baixa.
Interações: Se administrados concomitantemente com nintedanib, os inibidores potentes da gp-P (p. ex., cetoconazol ou eritromicina) podem aumentar a exposição ao nintedanib. Nestes casos, os doentes devem ser rigorosamente monitorizados para verificar a tolerabilidade ao nintedanib. O controlo de efeitos secundários pode requerer a interrupção, redução da dose ou descontinuação da terapêutica com Nintedanib.

Eritromicina + Citocromo P450

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina.

Sirolímus + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Eritromicina (inibidor da CYP3A4): A administração de doses múltiplas de eritromicina e solução oral de sirolímus aumentou significativamente a taxa e extensão da absorção de ambos os medicamentos. A Cmax, a tmax e a AUC do sirolímus no sangue total aumentaram 4,4 vezes, 1,4 vezes e 4,2 vezes, respetivamente. A Cmax, a tmax e a AUC da eritromicina base no plasma aumentaram 1,6 ve zes, 1,3 vezes e 1,7 vezes, respetivamente. Os níveis de sirolímus devem ser monitorizados e devem considerar-se as reduções adequadas das doses de ambos os medicamentos.

Avanafil + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outras substâncias no avanafil: O avanafil é um substrato da CYP3A4 e é predominantemente metabolizado por esta enzima. Alguns estudos demonstraram que os medicamentos que inibem a CYP3A4 podem aumentar a exposição ao avanafil. Inibidores da CYP3A4: O cetoconazol (400mg por dia), um inibidor seletivo e altamente potente da CYP3A4, aumentou a Cmax e a exposição (AUC) do avanafil 50 mg em dose única em 3 vezes e 14 vezes, respetivamente, e prolongou a semivida do avanafil para cerca de 9horas. O ritonavir (600 mg duas vezes por dia), um inibidor altamente potente da CYP3A4, que também inibe a CYP2C9, aumentou a Cmax e a AUC do avanafil 50 mg em dose única em cerca de 2 vezes e 13 vezes, e prolongou a semivida do avanafil para cerca de 9horas. Será de esperar que outros inibidores fortes da CYP3A4 (por exemplo, itraconazol, voriconazol, claritromicina, nefazodona, saquinavir, nelfinavir, indinavir, atazanavir e telitromicina) tenham efeitos semelhantes. Consequentemente, a administração concomitante do avanafil com inibidores potentes da CYP3A4 é contraindicada. A eritromicina (500 mg duas vezes por dia), um inibidor moderado da CYP3A4, aumentou a Cmax e a AUC do avanafil 200 mg em dose única em cerca de 2 vezes e 3 vezes, respetivamente, e prolongou a semivida do avanafil para cerca de 8 horas. Será de esperar que outros inibidores moderados da CYP3A4 (por exemplo, amprenavir, aprepitante, diltiazem, fluconazol, fosamprenavir e verapamilo) tenham efeitos semelhantes. Consequentemente, nos doentes a tomar simultaneamente inibidores moderados da CYP3A4, a dose máxima recomendada do avanafil é de 100 mg, uma vez a cada 48 horas, no máximo. Apesar de não terem sido estudadas interações específicas, outros inibidores da CYP3A4, incluindo sumo de toranja, aumentarão provavelmente a exposição ao avanafil. Os doentes devem ser informados de que é necessário evitar a ingestão de sumo de toranja nas 24 horas que antecedem a toma do avanafil.

Eritromicina + Claritromicina

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. Nos doentes tratados simultaneamente com Eritromicina e cisaprida foram descritos níveis elevados de cisaprida que podem resultar em prolongamento do intervalo QT e arritmias cardíacas incluindo taquicardia ventricular, fibrilhação ventricular e “torsades de pointes”. Efeitos semelhantes foram observados em doentes recebendo pimozida e claritromicina, outro antibiótico Macrólido.
 Sem significado Clínico

Netupitant + Palonossetrom + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Eritromicina e midazolam: A exposição à eritromicina e ao midazolam aumentou aproximadamente 1,3 e 2,4 vezes, respetivamente, quando cada um foi coadministrado com o netupitant. Estes efeitos não foram considerados clinicamente importantes. O perfil farmacocinético do netupitant não foi afetado pela administração concomitante de midazolam ou de eritromicina. Deve ter-se em consideração os efeitos potenciais do aumento das concentrações plasmáticas do midazolam ou de outras benzodiazepinas metabolizadas através do CYP3A4 (alprazolam, triazolam) ao coadministrarem-se estas substâncias ativas com este medicamento.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Brotizolam + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Brotizolam é metabolizado principalmente pela isoenzima CYP3A4 do citocromo P450. Os medicamentos que competem como substrato do CYP3A4 (inibição competitiva) e medicamentos que inibem a CYP3A4 podem, deste modo, aumentar o efeito de brotizolam. Os substratos conhecidos da CYP3A4 são astemizol, antimicóticos azóis (ex. itraconazol e cetoconazol), imunossupressores (ex. ciclosporina A, sirolimus e tacrolimus), antagonistas do cálcio, antibióticos macrólidos (ex. claritromicina e eritromicina), antimaláricos (ex. halofantrine e mefloquina), midazolam, pimozida, inibidores da protease (indinavir, nelfinavir e ritonavir), sildenafil, estatinas (ex. atorvastatina, lovastatina e sinvastatina), esteroides (ex. etinilestradiol), tamoxifeno e terfenadina.

Eritromicina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina.

Eritromicina + Hexobarbital

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina.

Everolímus + Eritromicina

Observações: O everolímus é um substrato da CYP3A4, e também é um substrato e inibidor modera do da gp-P. Por esta razão, a absorção e eliminação subsequente do everolímus pode ser influenciada por produtos que afetem a CYP3A4 e/ou a gp - P. In vitro, o everolímus é um inibidor competitivo da CYP3A4 e um inibidor misto da CYP2D6.
Interações: Inibidores moderados da CYP3A4/gp-P: Eritromicina, Imatinib, Verapamilo, Ciclosporina oral: Seja prudente quando a co-administração de inibidores moderados da CYP3A4 ou da gp-P não puder ser evitada. Se for necessário co-administrar um inibidor moderado da CYP3A4 ou da gp-P, pode ser considerada uma redução de dose para 5 mg por dia ou 2, 5 mg por dia. No entanto, não existem dados clínicos com este ajuste de dose. Devido à variabilidade entre sujeitos os ajustes de dose recomendados podem não ser ótimos para todos os indivíduos, pelo que é recomendada a monitorização atenta dos efeitos secundários. Se o inibidor moderado for interrompido, considerar um período de lavagem de pelo menos 2 a 3 dias (tempo de eliminação médio para os inibidores moderados usados mais frequentemente) antes de retomar a dose de na dose utilizada antes do início da co-administração.

Fluindiona + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Associações que requerem precauções de utilização: Macrólidos (azitromicina, claritromicina, diritromicina, eritromicina, josamicina, midecamycin, roxitromicina, telitromicina, troleandomicina): Aumento do efeito anticoagulante oral e risco de hemorragia. Monitorização mais frequente do INR. Ajustar a dosagem de anticoagulante oral durante o tratamento com macrolídeos e após a sua retirada.

Eritromicina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina.

Eritromicina + Alfentanilo

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina.

Lercanidipina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Interações metabólicas: Sabe-se que a lercanidipina é metabolizada pela enzima CYP3A4 e, portanto, os inibidores e os indutores da CYP3A4 administrados concomitantemente poderão interferir com o metabolismo e a eliminação da lercanidipina. Inibidores da CYP3A4: A co-administração de lercanidipina com inibidores da CYP3A4 (p. ex. cetoconazol, itraconazol, ritonavir, eritromicina, troleandomicina) deverá ser evitada.

Lítio + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Outros: Recomenda-se precaução na administração concomitante de lítio com outros medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT, por ex., Antiarrítmicos das classes IA (ex. quinidina, disopiramida) ou III (ex. amiodarona), cisaprida, antibióticos tais como a eritromicina, antipsicóticos como a tioridazina ou amissulprida.

Sertindol + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: CYP3A: Foram verificados pequenos aumentos (<25%) nas concentrações plasmáticas de sertindol quando co-administrados com antibióticos da classe dos macrólidos (por ex. eritromicina, um inibidor CYP3A) e antagonistas dos canais de cálcio (diltiazem, verapamil). Contudo, as consequências poderiam ser maiores nos metabolizadores fracos CYP2D6 (dado que a eliminação de sertindol pelas CYP2D6 e CYP3A seria afectada). Por conseguinte, uma vez que não é possível identificar por rotina os doentes metabolizadores fracos CYP2D6, é contraindicada a administração concomitante de inibidores de CYP3A e sertindol, pois pode conduzir a um aumento significativo dos níveis de sertindol. O metabolismo de sertindol pode ser aumentado de forma significativa por agentes conhecidos por induzirem as isoenzimas CYP, especialmente a rifampicina, carbamazepina, fenitoína, e fenobarbital as quais podem diminuir as concentrações plasmáticas de sertindol por um factor de 2 a 3. A reduzida eficácia antipsicótica em doentes a receber estes fármacos ou outros agentes indutores, pode requerer um ajustamento na dose de sertindol para o limite superior de intervalo posológico.
 Potencialmente Grave

Terlipressina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: O tratamento concomitante com medicamentos que se sabe que induzem a bradicardia (por ex., propofol, sufentanil) pode provocar bradicardia grave. A terlipressina pode despoletar arritmias ventriculares, incluindo "Torsade de pointes". Isto significa que devem ser exercidos os máximos cuidados no uso da terlipressina em doentes a tomar medicamentos concomitantes que possam prolongar o intervalo do QT, como antiarrítmicos de classe IA e III, eritromicina, determinados antihistamínicos e antidepressivos tricíclicos ou medicamentos que possam provocar hipocalaemia ou hipomagnesemia (por ex., alguns diuréticos).

Eritromicina + Disopiramida

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina.

Eritromicina + Bromocriptina

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina.

Atorvastatina + Ezetimiba + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros medicamentos: ATORVASTATINA: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado das concentrações de atorvastatina. Deve ser evitada, se possível, a administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (p. ex., ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores da protease do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc). Nos casos em que a administração concomitante destes medicamentos com este medicamento não pode ser evitada, dever-se-á considerar uma dose inicial e máxima mais baixa deste medicamento e é recomendada uma monitorização clínica adequada destes doentes. Inibidores moderados do CYP3A4 (p. ex., eritromicina, diltiazem, verapamil e fluconazol) podem aumentar as concentrações plasmáticas de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em associação com estatinas. Não foram efetuados estudos de interação para avaliar os efeitos de amiodarona ou verapamil na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamil são conhecidos por inibirem a atividade do CYP3A4 e a administração concomitante com este medicamento pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa deste medicamento e recomenda-se a monitorização clínica adequada do doente quando é utilizado concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar ou após o ajuste de dose do inibidor.

Eritromicina + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Prucaloprida + Eritromicina

Observações: A prucaloprida tem um baixo potencial de interação farmacocinética. É extensivamente excretada inalterada na urina (aproximadamente 60% da dose) e o metabolismo in vitro é muito lento. A prucaloprida não demonstrou inibir atividades específicas do CYP450 em estudos in vitro em microssomas de fígado humano em concentrações terapeuticamente relevantes. Embora a prucaloprida possa ser um fraco substrato para a glicoproteína - P (P - gp), não é um inibidor da P - gp em concentrações clinicamente relevantes.
Interações: Observou-e um aumento de 30% na concentração plasmática da eritromicina durante a administração concomitante de prucaloprida. O mecanismo desta interação não é claro. Doses terapêuticas de probenecida, cimetidina, eritromicina e paroxetina não afetaram a farmacocinética da prucaloprida.

Diltiazem + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Produtos médicos indutores de torsades de pointes: Produtos médicos indutores de torsades de pointes, como as fenotiazinas, o bepridil, determinados macrolídeos orais (como a eritromicina), a terfenadina e os antiarrítmicos de classe I e III, a metadona etc. Risco acrescido de arritmia ventricular, nomeadamente de torsades de pointes. Esta combinação deve ser usada sob monitorização clínica próxima e por ECG.

Eritromicina + Tacrolímus

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina.

Donepezilo + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Estudos in vitro permitiram demonstrar que as isoenzimas do citocromo P450 3A4 e, numa menor proporção, a 2D6 estão envolvidas no metabolismo do donepezilo. Os estudos de interação medicamentosa realizados in vitro demonstram que o cetoconazol e a quinidina, inibidores respetivamente da CYP3A4 e 2D6, inibem o metabolismo do donepezilo. Por conseguinte, estes e outros inibidores da CYP3A4, como o itraconazol e a eritromicina, e os inibidores da CYP2D6, como a fluoxetina, podem inibir o metabolismo do donepezilo. Num estudo em voluntários saudáveis, o cetoconazol aumentou as concentrações médias de donepezilo em cerca de 30%.

Eritromicina + Quinidina

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina.

Eritromicina + Metilprednisolona

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina.

Eritromicina + Cilostazol

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Anticoagulantes orais + Eritromicina

Observações: Intensamente ligados às proteínas plasmáticas. O metabolismo pode ser induzido. Susceptível à inibição do metabolismo pelo CYP2C9. A resposta anticoagulante pode ser alterada por fármacos que afectam a síntese ou o catabolismo de factores da coagulação.
Interações: Rivaroxabano: Podem reduzir o metabolismo do rivaroxabano e aumentar o risco de hemorragia: (Eritromicina devendo evitar-se o uso concomitante) - Eritromicina

Eritromicina + Vinblastina

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina.

Eritromicina + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina.

Reboxetina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Estudos in vitro de metabolismo indicaram que a reboxetina é principalmente metabolizada pela isoenzima CYP3A4 do citocromo P450; a reboxetina não é metabolizada pela CYP2D6. Por conseguinte, espera-se que inibidores potentes da CYP3A4 (cetoconazol, nefazodona, eritromicina e fluvoxamina) aumentem a concentração plasmática de reboxetina. Num estudo realizado em voluntários saudáveis, o cetoconazol, um potente inibidor da CYP3A4, aumentou a concentração plasmática dos enantiómeros da reboxetina, em aproximadamente 50%. A inibição da eliminação é uma importante preocupação devido à margem terapêutica estreita da reboxetina. Por conseguinte, a reboxetina não deve ser administrada em conjunto com medicamentos que inibam a CYP3A4, tais como fármacos antifúngicos do grupo azol, antibióticos macrólidos, como a eritromicina ou a fluvoxamina.

Vidarabina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Os seguintes antibióticos tópicos podem ser combinados com vidarabina sem que sejam registradas reações adversas: gentamicina, eritromicina, cloranfenicol.
 Potencialmente Grave

Eritromicina + Terfenadina

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. A Eritromicina altera significativamente o metabolismo da terfenadina quando administrada concomitantemente. Observaram-se raros casos de efeitos cardiovasculares graves incluindo morte, paragem cardíaca, “torsades de pointes” e outras arritmias ventriculares.
 Potencialmente Grave

Eritromicina + Astemizol

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. A Eritromicina altera significativamente o metabolismo do astemizole quando administrada concomitantemente. Observam-se raros casos de efeitos cardiovasculares graves incluindo paragem cardíaca, “torsades de pointes” e outras arritmias ventriculares.

Eritromicina + Rifabutina

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Eritromicina + Inibidores da HMG-CoA redutase (Estatinas)

Observações: N.D.
Interações: Nos doentes tratados com Eritromicina e inibidores da HMG-CoA reductase (como por ex. lovastatina e sinvastatina) verificou-se aumento nas concentrações séricas dos inibidores HMG-CoA reductase. Foram descritos raros casos de rabdomiólise com a co-administração destes fármacos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Eritromicina + Lovastatina

Observações: N.D.
Interações: Nos doentes tratados com Eritromicina e inibidores da HMG-CoA reductase (como por ex. lovastatina e sinvastatina) verificou-se aumento nas concentrações séricas dos inibidores HMG-CoA reductase. Foram descritos raros casos de rabdomiólise com a co-administração destes fármacos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Eritromicina + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Nos doentes tratados com Eritromicina e inibidores da HMG-CoA reductase (como por ex. lovastatina e sinvastatina) verificou-se aumento nas concentrações séricas dos inibidores HMG-CoA reductase. Foram descritos raros casos de rabdomiólise com a co-administração destes fármacos.

Melagatrano + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Um estudo de interacção medicamentosa revelou um aumento da AUC (82%) e da Cmax (74%) de Melagatrano após a administração oral de ximelagatran (profármaco de melagatrano) e eritromicina pelo que é possível que se verifique um aumento do risco de hemorragia em caso de utilização concomitante destes fármacos. O mecanismo desta interacção pode envolver a inibição de proteínas de transporte, possivelmente a glicoproteína P (P-gp). Por conseguinte, existe um potencial para interações farmacocinéticas com inibidores da P-gp (ex.: eritromicina, azitromicina, claritromicina, ciclosporina) que eventualmente conduzam a um aumento da exposição ao melagatran, e indutores da P-gp (ex.: rifampicina) que eventualmente conduzam a uma diminuição da exposição ao melagatrano. Recomenda-se monitorização clínica cuidadosa (despiste de sinais de hemorragia e/ou anemia) quando estes fármacos são co-administrados com ximelagatran. A utilização concomitante de melagatrano com antagonistas da vitamina K, heparinas não fraccionadas e HBPM não foi avaliada.

Sunitinib + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Medicamentos que podem aumentar as concentrações plasmáticas de sunitinib: A administração concomitante de uma dose única de sunitinib com o inibidor potente do CYP3A4, cetoconazol, em voluntários saudáveis resultou num aumento de, respetivamente, 49% e 51% nos valores de Cmáx e AUC0- da combinação [sunitinib+metabolito principal]. A administração de sunitinib com inibidores potentes do CYP3A4 (ex., ritonavir, itraconazol, eritromicina, claritromicina e sumo de toranja) poderá aumentar as concentrações de sunitinib. Assim, deverá ser evitada a administração de Sunitinib com os inibidores do CYP3A4 ou deverá ser considerada a escolha de medicação concomitante alternativa sem ou com potencial mínimo de inibição do CYP3A4. Se tal não for possível, poderá ser necessário reduzir a dose de Sunitinib até um mínimo de 37,5 mg diários para GIST e MRCC ou 25 mg diários para pNET, com base na monitorização cuidadosa da tolerabilidade.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Deflazacorte + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Se o doente em corticoterapia for medicado ao mesmo tempo com certos antibióticos (eritromicina, troleandomicina), estrogénios ou preparações com estrogénios, recomenda-se reduzir a dose de glicocorticóide.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Eritromicina + Cisaprida

Observações: N.D.
Interações: Nos doentes tratados simultaneamente com Eritromicina e cisaprida foram descritos níveis elevados de cisaprida que podem resultar em prolongamento do intervalo QT e arritmias cardíacas incluindo taquicardia ventricular, fibrilhação ventricular e “torsades de pointes”. Efeitos semelhantes foram observados em doentes recebendo pimozida e claritromicina, outro antibiótico Macrólido.
 Sem significado Clínico

Fluticasona + Salmeterol + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de eritromicina (500 mg via oral três vezes por dia) e de salmeterol (50 microgramas inalado duas vezes por dia), em 15 indivíduos saudáveis durante 6 dias, resultou num pequeno, mas não estatisticamente significativo, aumento da exposição ao salmeterol (1,4 vezes Cmax e 1,2 vezes AUC). A administração concomitante de eritromicina não foi associada a nenhum efeito adverso grave.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Eritromicina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Eritromicina + Pimozida

Observações: N.D.
Interações: Nos doentes tratados simultaneamente com Eritromicina e cisaprida foram descritos níveis elevados de cisaprida que podem resultar em prolongamento do intervalo QT e arritmias cardíacas incluindo taquicardia ventricular, fibrilhação ventricular e “torsades de pointes”. Efeitos semelhantes foram observados em doentes recebendo pimozida e claritromicina, outro antibiótico Macrólido.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Zafirlucaste + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A co-administração com eritromicina resultará numa diminuição dos níveis plasmáticos de Zafirlucaste em aproximadamente 40%.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Eritromicina + Zopiclona

Observações: N.D.
Interações: A Eritromicina revelou diminuir a depuração de zopiclona e por conseguinte, pode aumentar os efeitos farmacodinâmicos deste fármaco.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Varfarina + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Os compostos que reconhecidamente potenciam a acção da varfarina ou que habitualmente são referidos como exercendo esse efeito são: Ácido etacrínico, ácido mefenâmico, ácido tielínico, álcool (ingestão aguda), alopurinol, amiodarona, Ácido Acetilsalicílico, azapropazona, cefamandol, ciprofloxacina, claritromicina, cloranfenicol, cimetidina, clofibrato, cotrimoxazol, danazol, dextropropoxifeno, dipiramidol, dissulfiram, eritromicina, estanozolol, etiloestrenol, fenilbutazona, fibratos, fluconazol, glucagão, halofenato, hormonas tiroideias, cetoconazol, latamofex, meclofenamato de sódio, metronidazol, miconazol, noretandrolona, omeprazol, oxifenbutazona, oximetolona, paracetamol, piroxicam, propafenona, quetoquenazol, quinidina, quinina, sinvastatina, ISRS antidepressivos, sulfinpirazona, sulfonamidas, sulindac, tetraciclina, valproato, vitamina E.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rosuvastatina + Valsartan + Eritromicina

Observações: Não foram efetuados estudos de interação com Rosuvastatina / Valsartan e outros medicamentos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Eritromicina: O uso concomitante de rosuvastatina e eritromicina resultou num decréscimo de 20% na AUC e um decréscimo de 30% na Cmax de rosuvastatina. Esta interação pode ser provocada pelo aumento da motilidade intestinal causada pela eritromicina.

Barnidipina + Eritromicina

Observações: O perfil de interacção farmacocinética da barnidipina não foi estudado na totalidade. Estudos in vitro mostram que a barnidipina é metabolizada pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4). Não foram efectuados estudos complexos de interacção in vivo sobre o efeito de fármacos inibidores ou indutores da enzima CYP3A4 na farmacocinética da barnidipina.
Interações: Enquanto a informação in vivo não estiver disponível, a barnidipina não deve ser prescrita concomitantemente com inibidores fortes da CYP3A4, como as antiproteases, cetoconazol, itraconazol, eritromicina e claritromicina. Deve tomar-se precaução com o uso concomitante com inibidores ou indutores ligeiros da CYP3A4. No caso do uso concomitante com inibidores da CYP3A4 desaconselha-se o aumento da posologia da barnidipina para 20 mg.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por inibição de CYP3A4 a depuração da metadona é reduzida. A administração concomitante de inibidores do CYP3A4 (por exemplo, canabinóides, claritromicina, delavirdina, eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, sumo de toranja, cimetidina, itraconazol, cetoconazol, fluoxetina, fluvoxamina, nefazodona e telitromicina) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da metadona. Verificou-se um aumento de 40-100% da relação entre os níveis séricos e a dose de metadona com o tratamento concomitante com fluvoxamina. Se estes medicamentos forem prescritos a doentes em tratamento de manutenção com metadona, deve-se estar consciente do risco de sobredosagem. Interações farmacodinâmicas: Prolongamento do intervalo QT: A metadona não deve ser associada a medicamentos que podem prolongar o intervalo QT, tais como antiarrítmicos (sotalol, amiodarona e flecainida), antipsicóticos (tioridazina, haloperidol, sertindol e fenotiazinas), antidepressivos (paroxetina, sertralina) ou antibióticos (eritromicina, claritromicina).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amprenavir + Eritromicina

Observações: Foram realizados estudos de interacção com amprenavir como único inibidor da protease.
Interações: Não foram efectuados ensaios clínicos farmacocinéticos com Amprenavir em associação com eritromicina, no entanto, os níveis plasmáticos de ambos os fármacos poderão estar aumentados em caso de administração concomitante.

Axitinib + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Dados in vitro indicam que o axitinib é metabolizado principalmente pelo CYP3A4/5 e, em menor grau, pelo CYP1A2, CYP2C19 e pela uridina difosfato glucuronosiltransferase (UGT) 1A1. Inibidores do CYP3A4/5: A administração de cetoconazol, um inibidor potente do CYP3A4/5, numa dose de 400 mg uma vez por dia durante 7 dias, aumentou a área sob a curva (AUC) média 2 vezes e a Cmax 1,5 vezes de uma dose oral única de 5 mg de axitinib em voluntários saudáveis. A coadministração de axitinib com inibidores potentes do CYP3A4/5 (por exemplo, cetoconazol, itraconazol, claritromicina, eritromicina, atazanavir, indinavir, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir e telitromicina) pode aumentar as concentrações plasmáticas de axitinib. O sumo de toranja também pode aumentar as concentrações plasmáticas do axitinib. Recomenda-se a seleção de medicamentos concomitantes sem ou com um potencial inibidor do CYP3A4/5 mínimo. Se for necessária a coadministração de um inibidor potente do CYP3A4/5, recomenda-se um ajuste posológico do axitinib.

Erlotinib + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e outros substratos do CYP: O erlotinib, in vitro, é um inibidor potente do CYP1A1, e um inibidor moderado do CYP3A4 e do CYP2C8, bem como um forte inibidor da glucuronidação por UGT1A1. Desconhece-se a relevância fisiológica da forte inibição do CYP1A1 devido à muito limitada expressão do CYP1A1 nos tecidos humanos. Quando o erlotinib foi administrado em simultâneo com ciprofloxacina, um inibidor moderado do CYP1A2, a exposição ao erlotinib [AUC] aumentou significativamente em 39% enquanto que não houve alteração estatisticamente significativa da concentração máxima (Cmax). Da mesma forma, a exposição ao metabolito ativo aumentou em cerca de 60% e 48% para a AUC e Cmax, respetivamente. A relevância clínica deste aumento não foi estabelecida. Quando a ciprofloxacina ou inibidores potentes do CYP1A2 (por ex. fluvoxamina) são associados com erlotinib, deve ter-se precaução. Caso se observem reações adversas relacionadas com erlotinib, a dose de erlotinib pode ser reduzida. O pré-tratamento ou a coadministração de Erlotinib não alterou a clearance de substratos prototípicos do CYP3A4, midazolam e eritromicina, mas parece ter originado uma diminuição da biodisponibilidade oral do midazolam até 24%. Noutro ensaio clínico, o erlotinib revelou não afetar os parâmetros farmacocinéticos do paclitaxel, substrato do CYP3A4/2C8, administrado concomitantemente. Desta forma, são improváveis interações significativas na clearance de outros substratos do CYP3A4. Os inibidores potentes da atividade do CYP3A4 diminuem o metabolismo do erlotinib e aumentam a sua concentração plasmática. Num ensaio clínico, a utilização concomitante do erlotinib com o cetoconazol (200 mg por via oral, duas vezes por dia, durante 5 dias), um inibidor potente do CYP3A4, resultou num aumento da exposição ao erlotinib (86% na AUC e 69% na Cmax). Assim, deve ter-se cuidado ao associar o erlotinib com um inibidor potente do CYP3A4, como por exemplo antifúngicos do grupo dos azóis (i.e. cetoconazol, itraconazol, voriconazol), inibidores da protease, eritromicina ou claritromicina. Se necessário, a dose de erlotinib deve ser diminuída, especialmente se for observada toxicidade.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Itraconazol + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos que afetam o metabolismo de itraconazol: O itraconazol é metabolizado principalmente pelo CYP3A4. Foram realizados estudos de interação com a rifampicina, rifabutina e fenitoína, que são potentes indutores do CYP3A4. A associação de itraconazol a estes potentes indutores enzimáticos não é recomendada já que a biodisponibilidade do itraconazol e de hidro-itraconazol foi de tal modo reduzida que a eficácia pode estar altamente reduzida. Não estão disponíveis dados de estudos formais para outras enzimas indutoras potentes, tais como a carbamazepina, Hypericum perforatum (erva de S. João), fenobarbital e isoniazida, mas podem-se antecipar efeitos idênticos. Inibidores potentes desta enzima, tais como ritonavir, indinavir, claritromicina e eritromicina, podem aumentar a biodisponibilidade do itraconazol.

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir + Eritromicina

Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes medicamentos só foram realizados em adultos.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antibióticos: Claritromicina/Efavirenz: (500 mg b.i.d./400 mg q.d.). Desenvolveu-se erupção cutânea em 46% de voluntários não infetados que receberam efavirenz e claritromicina. Claritromicina/Emtricitabina: Interação não estudada. Claritromicina/Tenofovir disoproxil fumarato: Interação não estudada. Desconhece-se o significado clínico destas alterações nos níveis plasmáticos de claritromicina. Podem considerar-se alternativas à claritromicina (p.ex. azitromicina). Outros antibióticos macrólidos, como a eritromicina, não foram estudados em associação com Efavirenz / Emtricitabina / Tenofovir.

Tretinoína (ou Ácido retinóico) + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Uma vez que a tretinoína é metabolizada pelo sistema P450 hepático, existe a possibilidade de alteração dos parâmetros farmacocinéticos nos doentes a receber concomitantemente medicamentos indutores ou inibidores deste sistema. Os medicamentos que habitualmente induzem as enzimas P450 hepáticas são rifampicina, glucocorticoides, fenobarbital e pentobarbital. Os medicamentos que habitualmente inibem as enzimas P450 hepáticas são cetoconazol, cimetidina, eritromicina, verapamil, diltiazem e ciclosporina. Não existem dados que sugiram que a utilização concomitante destes medicamentos aumente ou diminua quer a eficácia quer a toxicidade da tretinoína.

Suvorexanto + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Se suvorexanto for usado com medicamentos que inibam moderadamente a CYP3A enzima do fígado, como verapamil, eritromicina, diltiazem, ou dronedarona, recomenda-se que a dose de suvorexanto seja ajustado.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sotalol + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A administração simultânea de cloridrato de sotalol e de substâncias que podem prolongar o intervalo QT, tais como antidepressivos tricíclicos ou tetracíclicos (imipramina, maprotilina), anti-histamínicos (astemizol e terfenadina), antibióticos macrólidos (eritromicina), probucol, haloperidol, halofrantina ou terodilina, está associada ao aumento do risco de efeitos pró-arrítmicos (Torsade de pointes).

Pitavastatina + Eritromicina

Observações: A pitavastatina é activamente transportada para os hepatócitos humanos por diversos transportadores hepáticos (incluindo transportadores orgânicos aniónicos polipeptídicos (OATP)), os quais podem estar envolvidos nas seguintes interações. Estudos de interacção com o sumo de toranja, inibidor conhecido do CYP3A4, não tive qualquer efeito clinicamente significativo nas concentrações plasmáticas de pitavastatina.
Interações: A administração concomitante de eritromicina com pitavastatina resultou num aumento de 2,8 vezes da AUC da pitavastatina. Recomenda-se uma suspensão temporária de pitavastatina durante o tratamento com eritromicina ou outros antibióticos macrólidos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Valpromida + Eritromicina

Observações: Porque o principal metabolito da valpromida é o valproato, produzem-se as mesmas interações que com o valproato.
Interações: Os níveis plasmáticos do ácido valproico podem aumentar (a consequência de um metabolismo hepático reduzido) quando se utiliza em conjunto com a cimetidina, fluoxetina e a eritromicina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamilo e diltiazem) pode conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ambroxol + Eritromicina

Observações: Não foi reportada nenhuma interacção clinicamente desfavorável com outros medicamentos.
Interações: Após a administração de ambroxol, há um aumento das concentrações de antibióticos (amoxicilina, cefuroxima, eritromicina) nas secreções broncopulmonares e na expectoração.

Eluxadolina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Substratos do CYP3A: A eluxadolina pode aumentar a exposição de medicamentos coadministrados metabolizados pelo citocromo CYP3A4. Deve ter-se precaução quando se administrar tais fármacos (por exemplo, midazolam, eritromicina, nifedipina), especialmente para aqueles com índice terapêutico estreito (por exemplo, alfentanilo, di-hidroergotamina, ergotamina, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolimus, tacrolimus). A concentração destes medicamentos com índice terapêutico estreito coadministrados ou dos seus outros marcadores farmacodinâmicos deve de ser monitorizada, quando o uso concomitante de eluxadolina for iniciado ou descontinuado.

Zuclopentixol + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: O aumento do intervalo QT relacionado com o tratamento com antipsicóticos pode ser exacerbado pela coadministração de outros fármacos conhecidos por prolongarem significativamente o intervalo QT. A coadministração de tais fármacos deve ser evitada. As classes relevantes incluem: - antiarrítmicos de classe Ia e III (ex. quinidina, amiodarona, sotalol, dofetilida) - alguns antipsicóticos (ex. tioridazina) - alguns macrólidos (ex. eritromicina) - alguns anti-histamínicos (ex. terfenadina, astemizole) - alguns antibióticos do grupo das quinolonas (ex. gatifloxacina, moxifloxacina) A lista acima discriminada não é exaustiva, devendo ser evitados outros fármacos conhecidos por aumentarem significativamente o intervalo QT (ex.: cisaprida, lítio).

Cascara + Sene e outras associações + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Associações desaconselhadas: Não-antiarritmicos: Astemizol, bepridil, eritromicina i.v., halofantina, pentamidina, sulfopride, terfenadina, vincamina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ambroxol + Clenbuterol + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de ambroxol com antibióticos (amoxicilina, cefuroxima, eritromicina, doxiciclina) conduz a uma maior concentração de antibiótico no tecido pulmonar.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Mifepristona + Eritromicina

Observações: Não foram realizados estudos de interacção. Com base no metabolismo deste fármaco por CYP3A4, é possível o sumo de toranja iniba o seu metabolismo (aumentando os níveis séricos da mifepristona).
Interações: Com base no metabolismo deste fármaco por CYP3A4, é possível que o cetoconazol, o itraconazol, a eritromicina e o sumo de toranja inibam o seu metabolismo (aumentando os níveis séricos da mifepristona).

Saquinavir + Eritromicina

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Antibióticos: Eritromicina (saquinavir/ritonavir) A interação com saquinavir/ ritonavir não foi estudada. Eritromicina 250 mg qid (saquinavir não potenciado 1200 mg tid) A interação com saquinavir/ritonavir não foi estudada. A eritromicina é um substrato do CYP3A4 e está associada ao prolongamento QT. Contraindicada em combinação com saquinavir/ritonavir devido ao risco de arritmia cardíaca potencialmente fatal.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tacrolímus + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do metabolismo: Foi demonstrado clinicamente que as seguintes substâncias aumentam os níveis sanguíneos de tacrolímus: Foram observadas interações fortes com os antifúngicos cetoconazol, fluconazol, itraconazol e voriconazol, com o antibiótico macrólido eritromicina ou inibidores da protease VIH (por exemplo, ritonavir). O uso concomitante destas substâncias pode requerer a diminuição das doses de tacrolímus em praticamente todos os doentes. Interações mais fracas foram observadas com clotrimazol, claritromicina, josamicina, nifedipina, nicardipina, diltiazem, verapamilo, danazol, etinilestradiol, omeprazol e nefazodona.

Hidroxizina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Associações contraindicadas: A coadministração de hidroxizina com fármacos conhecidos por prolongarem o intervalo QT e/ou induzirem Torsade de Pointes, p.e. fármacos antiarrítmicos da classe IA (p.e. quinidina, disopiramida) e da classe III (p.e. amiodarona, sotalol), alguns antihistamínicos, alguns antipsicóticos (p.e. haloperidol), alguns antidepressivos (p.e. citalopram, escitalopram), alguns antimaláricos (p.e. mefloquina), alguns antibióticos (p.e. eritromicina, levofloxacina, moxifloxacina), alguns fármacos antifúngicos (p.e. pentamidina), alguns medicamentos gastrointestinais (p.e. prucaloprida), alguns medicamentos utilizados no tratamento do cancro (p.e. toremifeno, vandetanib), metadona, aumentam o risco de arritmia cardíaca. Deste modo, a combinação é contraindicada.

Nevirapina + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Metabolitos da nevirapina: Estudos utilizando microssomas hepáticos humanos indicaram que a formação dos metabolitos hidroxilados da nevirapina não era afetada pela presença de dapsona, rifabutina, rifampicina e trimetoprim/sulfametoxazol. O cetoconazol e a eritromicina inibiram significativamente a formação de metabolitos hidroxilados da nevirapina.

Tramadol + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores CYP3A4: Outros fármacos dotados de conhecida ação inibitória sobre a CYP3A4, como cetoconazol e eritromicina, podem inibir o metabolismo do tramadol (N- desmetilação) e, provavelmente, também o metabolito ativo O-desmetilado. O impacto clínico de uma interação deste género não foi ainda investigado.

Risperidona + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Potencial para outros medicamentos afetarem Risperidona: A eritromicina, um inibidor da CYP3A4, não altera a farmacocinética da risperidona, nem a da fração antipsicótica ativa.

Losartan + Hidroclorotiazida + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: HIDROCLOROTIAZIDA: Quando administrados concomitantemente, os seguintes fármacos podem interferir com os medicamentos diuréticos tiazídicos. Medicamentos afectados pelos distúrbios no potássio sérico: É recomendada a monitorização periódica do potássio sérico e ECG quando losartan/hidroclorotiazida é administrado com medicamentos afectados pelos distúrbios no potássio sérico (ex., glicosídeos digitálicos e antiarrítmicos) e com os seguintes medicamentos (incluindo alguns antiarrítmicos) indutores de torsades de pointes (taquicardia ventricular), sendo que a hipocaliémia constitui um factor predisponente para torsades de pointes (taquicardia ventricular): • Antiarrítmicos da classe Ia (ex., quinidina, hidroquinidina, disopiramida) • Antiarrítmicos da classe III (ex., amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) • Alguns antipsicóticos (ex., tioridazina, clorpromazina, levomepromazina, trifluoroperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol) • Outros (ex. bepridilo, cisaprida, difemanilo, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, pentamidina, terfenatida, vincamida IV).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bexaroteno + Eritromicina

Observações: Não se efectuaram quaisquer estudos formais para avaliar as interações medicamentosas com bexaroteno.
Interações: Tendo em conta o metabolismo oxidativo de bexatoreno por via do citocromo P450 3A4 (CYP3A4), a co-administração com outros substratos de CYP3A4, como cetoconazol, itraconazol, inibidores da protease, claritromicina e eritromicina, pode, teoricamente, conduzir a um aumento das concentrações plasmáticas de bexaroteno.

Clindamicina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Foi demonstrado haver antagonismo in vitro entre a clindamicina e a eritromicina; considerando a possibilidade de este facto apresentar significado clínico, não se devem administrar os dois fármacos concomitantemente.

Aliscireno + Hidroclorotiazida + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores moderados da gp-P: A co-administração de cetoconazol (200 mg) ou verapamilo (240mg) com aliscireno (300 mg) resultou no aumento de 76% ou 97% na AUC de aliscireno, respectivamente. Espera-se que a variação dos níveis plasmáticos de aliscireno na presença de cetoconazol ou verapamilo se encontre dentro dos limites que seriam atingidos se a dose de aliscireno fosse duplicada; doses de aliscireno até 600 mg, ou duas vezes a dose terapêutica máxima recomendada, foram bem toleradas em ensaios clínicos controlados. Os estudos pré-clínicos indicam que a co-administração de aliscireno e cetoconazol aumenta a absorção gastrointestinal do aliscireno e reduz a excreção biliar. Assim, deve ter-se precaução ao administrar aliscireno com cetoconazol, verapamilo ou outros inibidores moderados da gp-P (claritromicina, telitromicina, eritromicina, amiodarona).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vinblastina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A eritromicina pode aumentar a toxicidade da vinblastina.

Acetilcisteína + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A Acetilcisteína não interactua com antibióticos tais como a amoxicilina, eritromicina, doxiciclina ou bacampicilina, assim como a associação amoxicilina + ácido clavulânico.

Dronedarona + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos indutores de torsades de pointes: Devido ao potencial risco arritmogénico, são contraindicados os medicamentos indutores de torsades de pointes, como é o caso das fenotiazinas, cisaprida, bepridil, antidepressivos tricíclicos, alguns macrólidos orais (tais como a eritromicina), terfenadina. Deve também ter-se precaução relativamente à administração conjunta com bloqueadores beta ou digoxina. Efeito de outros medicamentos na Dronedarona: Inibidores fracos/moderados do CYP3A4: Eritromicina: A eritromicina, um macrólido oral, pode induzir torsades de pointes e, como tal, é contraindicada. Doses repetidas de eritromicina (500 mg três vezes por dia durante 10 dias) resultaram num aumento no estado estacionário da exposição à dronedarona de 3,8-vezes.

Alfentanilo + Eritromicina

Observações: O alfentanilo é metabolizado principalmente por via da enzima 3A4 do citocromo P450.
Interações: Os dados de farmacocinética humana indicam que o metabolismo do alfentanilo pode ser inibido pelo fluconazol, voriconazol, eritromicina, diltiazem e cimetidina (conhecidos inibidores da enzima 3A4 do citocromo P450). Isto pode aumentar o risco de depressão respiratória prolongada ou tardia. A administração simultânea de tais fármacos exige cuidado e observação especial do doente; em particular pode ser necessário reduzir a dose de Alfentanilo. Geralmente, recomenda-se a interrupção da administração de inibidores da monoaminoxidase duas semanas antes de qualquer intervenção cirúrgica ou anestésica.

Atorvastatina + Perindopril + Eritromicina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com este medicamento e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina e perindopril separadamente. Os dados de estudos clínicos demonstram que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através da utilização combinada de IECAs, antagonistas dos recetores da angiotensina II ou aliscireno está associado ao aumento da frequência de eventos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia, diminuição da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) comparativamente com a utilização de um único medicamento que atua no SRAA.
Interações: Utilização concomitante que requer cuidados especiais: Atorvastatina Inibidores moderados do CYP3A4: Os inibidores moderados do CYP3A4 (por exemplo, eritromicina, diltiazem, verapamilo e fluconazol) podem aumentar a concentração plasmática de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em combinação com estatinas. Não foram efetuados estudos de interação para avaliar os efeitos da amiodarona ou do verapamilo na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamilo são conhecidos por inibirem a atividade do CYP3A4 e a administração concomitante com atorvastatina pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa de atorvastatina e recomenda-se a monitorização clínica do doente quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar o tratamento ou após o ajuste de dose do inibidor.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ramipril + Amlodipina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Associadas à amlodipina Efeitos de outros medicamentos sobre a amlodipina Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores moderados ou fortes do CYP3A4 (inibidores da protease, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina, verapamil ou diltiazem), podem levar a um aumento significante da exposição à amlodipina. O significado clínico destas alterações farmacocinéticas pode ser mais pronunciado em idosos. A monitorização clínica e o ajuste de dose podem ser necessários.

Bosutinib + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da CYP3A: A utilização concomitante de bosutinib com inibidores potentes (por exemplo, ritonavir, indinavir, nelfinavir, saquinavir, cetoconazol, itraconazol, voriconazol, posaconazol, troleandomicina, claritromicina, telitromicina, boceprevir, telaprevir, mibefradil, nefazodona, conivaptan, produtos à base de toranja incluindo sumo de toranja) ou moderados (por exemplo, fluconazol, darunavir, eritromicina, diltiazem, dronedarona, atazanavir, aprepitant, amprenavir, fosamprenavir, imatinib, verapamil, tofisopam, ciprofloxacina) da CYP3A deve ser evitada, devido à ocorrência de um aumento na concentração plasmática do bosutinib. Deve-se ter cuidado no caso de uma utilização concomitante de inibidores ligeiros da CYP3A com bosutinib. Se possível, recomenda-se um medicamento concomitante alternativo sem ou com um mínimo de potencial de inibição da enzima CYP3A. Se for necessário administrar um inibidor potente ou moderado da CYP3A durante o tratamento com Bosutinib, deve-se considerar a interrupção da terapêutica com Bosutinib ou uma redução da dose de Bosutinib. Num estudo realizado com 24 indivíduos saudáveis a quem foram administradas cinco doses diárias de 400 mg de cetoconazol concomitantemente com uma única dose de 100 mg de bosutinib em jejum, o cetoconazol aumentou a Cmax do bosutinib em 5,2 vezes e a AUC do bosutinib no plasma em 8,6 vezes, em comparação com a administração isolada de bosutinib.

Clindamicina + Peróxido de benzoílo + Eritromicina

Observações: Não foram realizados estudos formais de interação fármaco-fármaco com Clindamicina/Peróxido de benzoílo.
Interações: Devido ao possível antagonismo com o componente clindamicina, não deve ser usado em combinação com medicamentos contendo eritromicina. A clindamicina demonstrou ter propriedades de bloqueio neuromuscular que podem potenciar a ação de outros fármacos bloqueadores neuromusculares. Assim, deve ser tida precaução na utilização concomitante.

Letermovir + Eritromicina

Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.
Interações: Inibidores da gp-P/BCRP Resultados in vitro indicam que letermovir é um substrato da gp-P/BCRP. Não se antecipa que a alteração da concentração plasmática de letermovir, devido à inibição da gp-P/BCRP, seja clinicamente relevante. Contudo, aconselha-se precaução se forem adicionados inibidores gp-P/BCRP à associação de letermovir com ciclosporina. - Exemplos de inibidores da gp-P/BCRP incluem claritromicina, eritromicina, azitromicina, itraconazol, cetoconazol, verapamilo, quinidina, fluvoxamina, ranolazina e alguns dos inibidores da protease do VIH.

Guanfacina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores das CYP3A4 e CYP3A5: Devem tomar-se precauções quando Guanfacina é administrado a doentes que estão a tomar cetoconazol e outros inibidores moderados e potentes das CYP3A4/5, sendo proposta uma diminuição da dose de Guanfacina no intervalo de doses recomendado. A coadministração de Guanfacina com inibidores moderados e potentes das CYP3A4/5 eleva as concentrações plasmáticas de guanfacina e aumenta o risco de reações adversas como hipotensão, bradicardia e sedação. Verificou-se um aumento considerável da taxa e extensão da exposição da guanfacina quando administrada com cetoconazol; as concentrações plasmáticas máximas (Cmax) e a exposição (AUC) da guanfacina aumentaram respetivamente 2 e 3 vezes. Outros inibidores das CYP3A4/5 podem ter um efeito comparável; ver a seguir para uma lista de exemplos de inibidores moderados e potentes das CYP3A4/5, embora esta lista não seja definitiva. Inibidores moderados das CYP3A4/5: Aprepitant, Atazanavir, Ciprofloxacina, Crizotinib, Diltiazem, Eritromicina, Fluconazol, Fosamprenavir, Imatinib, Verapamil, Sumo de toranja. Inibidores potentes das CYP3A4/5: Boceprevir, Cloranfenicol, Claritromicina, Indinavir, Itraconazol, Cetoconazol, Posaconazol, Ritonavir, Saquinavir, Telaprevir, Telitromicina.

Lincomicina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Foi demonstrado haver antagonismo in vitro entre a lincomicina e a eritromicina; considerando a possibilidade de este facto apresentar significado clínico, não se devem administrar os dois fármacos concomitantemente.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisaprida + Eritromicina

Observações: Susceptível à inibição do metabolismo por inibidores do CYP3A4. Concentrações séricas elevadas de cisaprida podem ser causa de arritmias ventriculares
Interações: Fármacos que reduzem o metabolismo da cisaprida, com possível arritmia ventricular: - Eritromicina
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Zaleplom + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A co-administração de Zaleplom com uma dose única de 800 mg de eritromicina, um inibidor potente e selectivo da CYP3A4, provocou um aumento de 34% nas concentrações plasmáticas do zaleplon. Não se considera necessário efectuar, por rotina, ajustes posológicos do Zaleplom, mas os doentes devem ser alertados que os efeitos sedativos podem ser potenciados.

Alfuzosina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas - Inibidores CYP3A4 potentes (cetoconazol, itraconazol, ritonavir, claritromicina, eritromicina). Aumento da concentração plasmática de alfuzosina e aumenta do risco de efeitos indesejáveis.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Inibidores da HMG-CoA redutase (Estatinas) + Eritromicina

Observações: Lovastatina, sinvastatina e, em menor extensão, atorvastatina, são susceptíveis aos inibidores do CYP3A4. Risco aumentado de miopatia aditiva com outros fármacos que podem causar miopatia.
Interações: Fármacos que diminuem o metabolismo das estatinas: - Eritromicina

Voriconazol + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Antibióticos macrólidos: Eritromicina (1 g BID) [inibidor do CYP3A4] Não necessário ajuste de dose

Amlodipina + Atorvastatina + Eritromicina

Observações: Os dados de um estudo de interação fármaco-fármaco que envolveu 10 mg de amlodipina e 80 mg de atorvastatina em indivíduos saudáveis indicam que a farmacocinética da amlodipina não é alterada quando os fármacos são coadministrados. Não foi demonstrado nenhum efeito da amlodipina na Cmáx da atorvastatina, mas a AUC da atorvastatina aumentou 18% (IC 90% [109-127%]) na presença de amlodipina. Não foi realizado nenhum estudo de interação medicamentosa com a associação fixa de amlodipina e atorvastatina e outros fármacos, embora tenham sido realizados estudos com os componentes individuais amlodipina e atorvastatina.
Interações: Interações relacionadas com a AMLODIPINA: Precaução especial com o uso concomitante: Inibidores da CYP3A4: O uso concomitante de amlodipina com inibidores potentes ou moderados da CYP3A4 (inibidores da protease, antifúngicos azois, macrólidos como eritromicina ou claritromicina, verapamilo ou diltiazem) podem originar um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações da FC poderá ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste da dose poderão, por conseguinte, ser necessários. Interações relacionadas com a ATORVASTATINA: Inibidores da CYP3A4: Os inibidores moderados da CYP3A4 (p.ex. eritromicina, diltiazem, verapamilo, nefazodona e fluconazol) poderão aumentar as concentrações plasmáticas de atorvastatina. Foi observado um risco aumentado de miopatia com o uso de eritromicina em associação com estatinas. Não foram realizados estudos de interação para avaliação dos efeitos de amiodarona ou verapamilo na atorvastatina. Sabe-se que tanto a amiodarona como o verapamilo inibem a atividade da CYP3A4 e a coadministração com atorvastatina poderá resultar em exposição aumentada à atorvastatina. Por conseguinte, deverá considerar-se uma menor dose máxima de atorvastatina e é recomendada uma monitorização clínica apropriada do doente quando é utilizada concomitantemente com inibidores moderados da CYP3A4. É recomendada uma monitorização clínica apropriada após o início ou após ajustes da dose do inibidor.

Lovastatina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores potentes do citocromo P450 3A4: Podem aumentar o risco de miopatia e rabdomiólise ao aumentarem a atividade inibitória da HMG-CoA redutase no plasma, durante o tratamento com lovastatina. Tais inibidores incluem, por exemplo, itraconazol, cetoconazol, eritromicina, claritromicina, telitromicina, inibidores da protease do VIH e nefazodona. A combinação destes inibidores potentes do CYP3A4 está portanto contraindicada. Caso o tratamento com itraconazol, cetoconazol, eritromicina, claritromicina, telitromicina, inibidores da protease do VIH e nefazodona não possa ser evitado, o tratamento com lovastatina deve ser interrompido durante o período de tratamento.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bazedoxifeno + Estrogénios conjugados + Eritromicina

Observações: O bazedoxifeno é sujeito a metabolismo pelas enzimas uridina difosfato glucuronil transferase (UGT) no trato intestinal e no fígado. O bazedoxifeno é sujeito a pouco, ou nenhum, metabolismo mediado pelo citocromo P450 (CYP). O bazedoxifeno não induz nem inibe as atividades das principais isoenzimas do CYP e é pouco provável que interaja com medicamentos coadministrados através do metabolismo mediado pelo CYP.
Interações: Os inibidores do CYP3A4, como a eritromicina, a claritromicina, o cetoconazol, o itraconazol, o ritonavir e o sumo de toranja, podem aumentar as concentrações plasmáticas de estrogénios e resultar em reações adversas.

Clindamicina + Tretinoína + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Os estudos in vitro têm demonstrado antagonismo entre eritromicina e clindamicina.

Indapamida + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Associações que exigem precauções de utilização: Outros: Bepridilo, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, pentamidina, sparfloxacina, moxifloxacina, vincamina IV. Risco aumentado de arritmias ventriculares, particularmente torsades de pointes (a hipocaliemia é um factor de risco). Efectuar monitorização relativamente à hipocaliemia e, se necessário, efectuar a sua correcção antes de introduzir esta associação. Monitorização clínica, dos electrólitos plasmáticos e do ECG. Utilize substâncias que não têm a desvantagem de causar torsades de pointes na presença de hipocaliemia.

Pravastatina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Observou-se, num dos dois estudos de interação com pravastatina e eritromicina, um aumento estatisticamente significativo da AUC (70%) e da Cmax (121%) da pravastatina. Num estudo semelhante com claritromicina, observou-se um aumento estatisticamente significativo da AUC (110%) e da Cmax (127%). Apesar destas alterações serem de menor importância, devem tomar-se precauções ao associar-se pravastatina com eritromicina ou com claritromicina.

Carbonato de lítio + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Recomenda-se precaução na administração concomitante de lítio com outros medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT, por ex., eritromicina.

Enalapril + Lercanidipina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: LERCANIDIPINA: Associações contraindicadas: Inibidores CYP3A4: A lercanidipina é conhecida com sendo metabolizada pelo enzima CYP3A4 e, por isso, os inibidores e indutores do CYP3A4 administrados concomitantemente podem interagir com o metabolismo e eliminação da lercanidipina. Está contraindicada a coadministração de lercanidipina com os inibidores potentes do CYP3A4 (p. ex.: cetoconazol, itraconazol, ritonavir, eritromicina, troleandomicina). Um estudo de interação com um forte inibidor do CYP3A4, o cetoconazol, mostrou um aumento considerável dos níveis plasmáticos da lercanidipina (um aumento de 15 vezes da AUC e um aumento de 8 vezes da Cmáx do eutómero S-lercanidipina).

Melperona + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Recomenda-se precaução no caso de tratamento concomitante com outros fármacos que possam prolongar o intervalo QT, tais como os antipsicóticos atípicos, antiarrítmicos das Classes 1A e III, moxifloxacina, eritromicina, metadona, mefloquina, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida.

Moxifloxacina + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Interações com medicamentos: Não pode ser excluído um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QT da moxifloxacina e outros medicamentos que podem prolongar o intervalo QTc. Este facto pode levar a um risco aumentado de arritmias ventriculares, incluindo torsades de pointes. Deste modo, a coadministração de moxifloxacina com qualquer um dos seguintes medicamentos está contraindicada: - antiarrítmicos de classe IA (ex. quinidina, hidroquinidina, disopiramida) - antiarrítmicos de classe III (ex. amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) - neurolépticos (ex. fenotiazidas, pimozida, sertindole, haloperidol, sultoprida) - agentes antidepressivos tricíclicos - alguns agentes antimicrobianos (saquinavir, esparfloxacina, eritromicina IV, pentamidina, antimaláricos com especial atenção para a halofantrina) - alguns anti-histamínicos (terfenadina, astemizol, mizalostina) - outros (cisaprida, vincamina IV, bepridilo, difemanil).

Bisoprolol + Hidroclorotiazida + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Associações a UTILIZAR COM CUIDADO: Fármacos não antiarrítmicos que podem induzir torsades de pointes (astemizol, eritromicina i.v., halofantrina, pentamidina, sparfloxacina, terfenadina, vincamina): A hipocaliémia pode facilitar a ocorrência de torsades de pointes.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido valpróico (Valproato de sódio) + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de cimetidina ou de eritromicina pode aumentar as taxas séricas de valproato (pela diminuição do seu metabolismo hepático).

Cabergolina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Por analogia com outros derivados dos alcalóides da cravagem do centeio, Cabergolina não deve ser utilizado com antibióticos macrólidos (por exemplo, eritromicina) uma vez que aumenta a biodisponibilidade sistémica da cabergolina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Telmisartan + Eritromicina

Observações: Os efeitos hipotensores da amlodipina são aditivos a efeitos de outros medicamentos com propriedades hipotensoras
Interações: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores moderados ou fortes do CYP3A4 (inibidores da protease, antifúngicos azóis, macrólidos com a eritromicina e a claritromicina, verapamil ou diltiazem), podem levar a um aumento significante da exposição à amlodipina, resultando num risco aumentado de hipotensão. O significado clínico destas alterações farmacocinéticas pode ser mais pronunciado em idosos. A monitorização clínica e o ajuste de dose podem ser necessários.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Eritromicina apenas deve ser administrada durante a gravidez se absolutamente necessário.

Deve ter-se precaução aquando da administração de Eritromicina a mulheres a amamentar.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017