Enalapril

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução
O que é
Enalapril é um pró-fármaco que pertence à enzima conversora de angiotensina (ACE), da classe dos inibidores de medicamentos.

Ele é rapidamente metabolizada no fígado em enalaprilato após a administração oral.

Enalaprilat é um potente inibidor, competitivo da ACE, a enzima responsável pela conversão da angiotensina I (ATI) para angiotensina II (ATII).

ATII regula a pressão arterial e é um componente-chave do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA).

Enalapril pode ser usada para tratar a hipertensão essencial ou renovascular e insuficiência cardíaca congestiva sintomática.
Usos comuns
Enalapril está indicado para:
- todos os graus de hipertensão essencial;
- hipertensão renovascular;
- insuficiência cardíaca congestiva.


Adicionalmente, o maleato de enalapril está indicado na redução da mortalidade em doentes com insuficiência cardíaca congestiva grave.
Tipo
pequena molécula
História
A emtricitabina foi descoberto pelo Dr. Dennis C. Liotta, Dr. Raymond F. Schinazi e Dr. Woo-Baeg Choi, da Universidade de Emory e licenciada para Triangle Pharmaceuticals por Emory em 1996.

Triângulo Farmacêutica foi adquirida em 2003 pela Gilead Sciences, que completaram o desenvolvimento e agora comercializar o produto com a marca Emtriva.

Foi aprovado pelo FDA 02 de julho de 2003.

É muito semelhante a lamivudina (3TC) e resistência cruzada entre os dois é quase universal.
Indicações
- Tratamento da Hipertensão
- Tratamento da Insuficiência Cardíaca Sintomática
- Prevenção da Insuficiência Cardíaca Sintomática em doentes com Disfunção Ventricular Esquerda Assintomática (fração de ejeção ≤35 %)
Classificação CFT

3.4.2.1 : Inibidores da enzima de conversão da angiotensina

Mecanismo De Ação
O maleato de enalapril é o sal maleato do enalapril, um derivado de dois aminoácidos, a L-alanina e a L-prolina.

A enzima de conversão da angiotensina (ECA) é uma dipeptidil peptidase que catalisa a conversão da angiotensina I na substância vasopressora angiotensina II.

Após a absorção, o enalapril é hidrolisado em enalaprilato que inibe a ECA.

Como consequência da inibição da ECA, os níveis plasmáticos de angiotensina II diminuem o que, por sua vez, leva a um aumento da atividade da renina plasmática (devido a remoção do feedback negativo da libertação de renina) e a uma diminuição da secreção de aldosterona.


A ECA é semelhante à cininase II.

Consequentemente, Enalapril pode igualmente bloquear a degradação da bradicinina, um poderoso péptido vasodepressor.


No entanto, o papel que isso desempenha nos efeitos terapêuticos de Enalapril permanece por esclarecer.


Embora se considere que o mecanismo através do qual o Enalapril reduz a tensão arterial seja principalmente a supressão do sistema renina/angiotensina/aldosterona, o Enalapril é anti-hipertensor mesmo em doentes com hipertensão de baixa renina.


A administração de Enalapril a doentes com hipertensão tem como consequência uma redução quer da tensão arterial em decúbito dorsal quer da tensão arterial em pé, sem um aumento significativo da frequência cardíaca.


A hipotensão postural sintomática é pouco frequente.

Em alguns doentes, o aparecimento da redução ideal da tensão arterial pode necessitar de várias semanas de tratamento.

A descontinuação abrupta de Enalapril não foi associada a qualquer aumento rápido da tensão arterial.


A inibição efetiva da atividade da ECA ocorre, habitualmente, 2 a 4 horas após a administração oral de uma dose individual de enalapril.

O aparecimento da atividade anti-hipertensora foi, habitualmente, observado após uma hora, com a redução máxima da tensão arterial atingida entre 4 a 6 horas após a administração.

A duração do efeito está relacionada com a dose.

No entanto, para as doses recomendadas, os efeitos anti-hipertensores e hemodinâmicos demonstraram ser mantidos durante pelo menos 24 horas.


Em estudos hemodinâmicos realizados em doentes com hipertensão essencial, a redução da tensão arterial foi acompanhada por uma redução da resistência arterial periférica com um aumento do débito cardíaco e com uma alteração ligeira ou nula na frequência cardíaca.

Após a administração de Enalapril observou-se um aumento do fluxo sanguíneo renal; a taxa de filtração glomerular permaneceu inalterada.

Não houve qualquer indício de retenção de sódio ou de água.

Contudo, em doentes que apresentavam taxas de filtração glomerular reduzidas antes do tratamento, as taxas foram geralmente aumentadas.


Em estudos clínicos de curta duração, em doentes diabéticos e não diabéticos com doença renal, foram observadas diminuições da albuminúria, da excreção urinária da IgG e do total de proteínas na urina, após a administração de enalapril.


Quando administrado juntamente com diuréticos de tipo tiazídico, os efeitos de redução da tensão arterial de Enalapril são, pelo menos, cumulativos.

Enalapril pode reduzir ou impedir o desenvolvimento de hipocaliemia induzida pelas tiazidas.


Em doentes com insuficiência cardíaca submetidos a terapêutica com digitálicos e diuréticos, o tratamento com maleato de enalapril oral ou com enalaprilato injetável foi associado a diminuições da resistência periférica e da tensão arterial.

O débito cardíaco aumentou enquanto a frequência cardíaca (habitualmente elevada em doentes com insuficiência cardíaca) diminuiu.

A pressão capilar pulmonar foi igualmente reduzida.

A tolerância ao exercício e a gravidade da insuficiência cardíaca, avaliados segundo os critérios da New York Heart Association (Associação Cardíaca de Nova Iorque), melhoraram.

Estas ações persistiram durante o tratamento crónico.


Em doentes com insuficiência cardíaca ligeira a moderada, o enalapril retardou a dilatação/hipertrofia cardíaca progressiva e a insuficiência cardíaca progressiva, tal como demonstrado pela redução dos volumes ventriculares esquerdos distólicos e sistólicos finais e pela melhoria da fração de ejeção.
Posologia Orientativa
Adultos com tensão arterial alta (hipertensão)
- A dose inicial é, habitualmente, de 5 a 20 mg por dia A dose habitual de manutenção (a dose que ficará a tomar depois de estabilizado) é de 20 mg por dia.

A dose diária máxima é de 40 mg.



Adultos com insuficiência cardíaca ou lesões do músculo cardíaco
- A dose inicial é, habitualmente, de 2,5 mg por dia
- A dose pode ser aumentada para 20 mg por dia.

A dose máxima diária é de 40 mg, divididos em duas doses de 20 mg.
Administração
Engula os comprimidos com água.

Pode tomá-los com ou sem alimentos.


Tome os seus comprimidos todos os dias sempre à mesma hora.


Tome o seu medicamento até que o seu médico lhe diga para parar.

Mesmo que se sinta melhor, não pare de tomar os comprimidos.

Se parar de os tomar, a sua doença pode agravar-se.
Contraindicações
Hipersensibilidade ao enalapril ou a qualquer outro inibidor da ECA.


Antecedentes de angioedema associado a tratamento anterior com um inibidor da ECA.


Angioedema hereditário ou idiopático.

Segundo e terceiro trimestres de gravidez
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Doenças do sangue e do sistema linfático:
Pouco frequentes: anemia (incluindo aplásica e hemolítica)
Raros: neutropenia, diminuição da hemoglobina, diminuição do hematócrito, trombocitopenia, agranulocitose, depressão da medula óssea, pancitopenia, linfadenopatia, doenças autoimunes

Doenças endócrinas:
Desconhecido: síndroma de secreção inadequada da hormona antidiurética (SIHAD)

Doenças do metabolismo e da nutrição:
Pouco frequentes: hipoglicémia

Doenças do sistema nervoso e perturbações do foro psiquiátrico:
Frequentes: cefaleias, depressão
Pouco frequentes: confusão, sonolência, insónia, nervosismo, parestesia, vertigem
Raros: anormalidades oníricas, perturbações do sono

Afeções oculares:
Muito frequentes: visão turva

Cardiopatias e Vasculopatias:
Muito frequentes: tonturas
Frequentes: hipotensão (incluindo hipotensão ortostática), síncope, dores no peito, perturbações do ritmo, angina de peito, taquicardia
Pouco frequentes: hipotensão ortostática, palpitações, enfarte do miocárdio ou acidente vascular cerebral, possivelmente como consequência de hipotensão excessiva em doentes de alto risco
Raros: fenómeno de Raynaud

Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino:
Muito frequentes: tosse
Frequentes: dispneia
Pouco frequentes: rinorreia, garganta inflamada e rouquidão, broncoespasmo/asma
Raros: infiltrados pulmonares, rinite, alveolite alérgica/pneumonia eosinofílica

Doenças gastrointestinais:
Muito frequentes: náuseas
Frequentes: diarreia, dor abdominal, disgeusia
Pouco frequentes: íleo, pancreatite, vómitos, dispepsia, obstipação, anorexia, irritações gástricas, xerostomia, úlcera péptica
Raros: estomatite/ulcerações aftosas, glossite
Muito raros: angioedema intestinal

Afeções hepatobiliares:
Raros: insuficiência hepática, hepatite – quer hepatocelular quer colestática, hepatite incluindo necrose, colestase (incluindo icterícia)

Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos:
Frequentes: exantema, hipersensibilidade/edema angioneurótico: foi notificado edema angioneurótico da face, das extremidades, dos lábios, da língua, da glote e/ou da laringe
Pouco frequentes: diaforese, prurido, urticária, alopécia
Raros: eritema multiforme, síndroma de Stevens-Johnson, dermatite exfoliativa, necrólise epidérmica tóxica, pênfigo, eritrodermia

Foi notificado um complexo sintomático que pode incluir todos ou alguns dos seguintes:
febre, serosite, vasculite, mialgia/miosite, artralgia/artrite, teste positivo para anticorpos antinucleares (AAN), taxa de sedimentação de eritrócitos (TSE) elevada, eosinofilia e leucocitose. Podem ocorrer exantema, fotossensibilidade ou outras manifestações dermatológicas.

Doenças renais e urinárias:
Pouco frequentes: insuficiência renal, falência renal, proteinúria
Raros: oligúria

Doenças dos órgãos genitais e da mama:
Pouco frequentes: impotência
Raros: ginecomastia

Perturbações gerais e alterações no local de administração:
Muito frequentes: astenia
Frequentes: fadiga
Pouco frequentes: cãibras musculares, eritema, tinido, indisposição, febre

Exames complementares de diagnóstico:
Frequentes: hipercaliemia, aumentos da creatinina sérica
Pouco frequentes: aumentos do conteúdo de ureia no sangue, hiponatrémia
Raros: aumentos das enzimas hepáticas, aumentos da bilirrubina sérica
Advertências
Gravidez
Gravidez:É teratogénico, causando oligohidramnios, defeitos renais com anúria, contractura dos membros, deformação craneofacial e hipoplasia pulmonar. Ver Inibidores da enzima de conversão da angiotensina. Evidência fetal em animais, mas a necessidade pode justificar o risco. Trimestre: 1º, 2º e 3º
Aleitamento
Aleitamento:Presente no leite em quantidade tão reduzida que não provoca efeitos.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Ver IECAs.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Ver IECAs.
Condução
Condução:Risco de hipotensão; pode alterar a capacidade de condução.
Precauções Gerais
Hipotensão Sintomática
A hipotensão sintomática raramente é observada em doentes hipertensos sem complicações.

Em doentes hipertensos a tomar Enalapril, a hipotensão sintomática tem maior probabilidade de ocorrer caso o doente esteja desidratado, por exemplo devido a terapêutica diurética, a um regime alimentar com restrição de sal, a diálise, a diarreia ou a vómitos.

Em doentes com insuficiência cardíaca, com ou sem insuficiência renal associada, foi observada hipotensão sintomática.


Esta situação tem maior probabilidade de ocorrer nos doentes com graus mais graves de insuficiência cardíaca, o que se reflete na utilização de doses elevadas de diuréticos da ansa, em hiponatrémia ou em insuficiência renal funcional.

Nestes doentes, a terapêutica deve ser iniciada sob supervisão médica e os doentes devem ser acompanhados de perto sempre que a dose de Enalapril e/ou do diurético seja ajustada.

Apreciações idênticas podem ser aplicada a doentes com isquémia cardíaca ou doença cerebrovascular, nos quais uma diminuição excessiva da tensão arterial pode ter como consequência um enfarte do miocárdio ou um acidente vascular cerebral.


Caso ocorra hipotensão, o doente deve ser colocado em posição de decúbito dorsal e, caso necessário, deve receber uma perfusão intravenosa de solução salina normal.

Uma resposta hipotensiva transitória não constitui uma contraindicação para doses adicionais, que podem ser administradas, habitualmente sem dificuldade, logo que a tensão arterial tenha aumentado após expansão da volémia.


Em alguns doentes com insuficiência cardíaca que apresentam tensão arterial normal ou baixa, pode ocorrer uma redução adicional da tensão arterial sistémica com Enalapril.

Este efeito pode ser previsto e não constitui, habitualmente, razão para descontinuar o tratamento.

Se a hipotensão se tornar sintomática, poderá ser necessária uma redução da dose e/ou a descontinuação do diurético e/ou de Enalapril.



Estenose das Válvulas Aórtica ou Mitral / Cardiomiopatia Hipertrófica
Tal como com todos os vasodilatadores, os inibidores da ECA devem ser administrados com precaução em doentes com obstrução valvular do ventrículo esquerdo ou obstrução da saída do débito aórtico e evitados nos casos de choque cardiogénico e de obstrução hemodinamicamente significativa.



Insuficiência Renal
Nos casos de insuficiência renal (depuração da creatinina < 80 ml/min), a posologia inicial de enalapril deve ser ajustada de acordo com a depuração de creatinina do doente e, posteriormente, em função da resposta do doente ao tratamento.

A monitorização de rotina do potássio e da creatinina faz parte da prática clínica normal para estes doentes.


Foi notificada insuficiência renal associada à administração de enalapril, que ocorreu principalmente em doentes com insuficiência cardíaca grave ou doença renal subjacente, incluindo estenose da artéria renal.

Se for diagnosticada imediatamente e tratada adequadamente, a insuficiência renal é, habitualmente, reversível quando associada ao tratamento com enalapril.


Alguns doentes hipertensos, sem doença renal preexistente aparente, apresentaram aumentos da uremia e da creatinina, quando o enalapril foi administrado concomitantemente com um diurético.

Pode ser necessária uma redução da dose e/ou a descontinuação do diurético.

Nesta situação, deve ser tida em consideração a possibilidade de existência de estenose da artéria renal subjacente.



Hipertensão renovascular
Existe um aumento do risco para hipotensão e insuficiência renal quando doentes com estenose da artéria renal bilateral ou estenose da artéria do único rim funcional são tratados com inibidores da ECA.

Pode ocorrer perda da função renal apenas com pequenas alterações da creatinina sérica.

Nestes doentes, a terapêutica deve ser iniciada sob supervisão médica criteriosa, com doses baixas, titulação cuidada, e monitorização da função renal.



Transplante Renal
Não existe experiência relativa à administração de Enalapril em doentes recentemente submetidos a transplante renal.

Consequentemente, o tratamento com Enalapril não é recomendado.



Insuficiência hepática
Raramente, os inibidores da ECA foram associados a uma síndroma que se inicia com icterícia colestática e que progride para necrose hepática fulminante e (por vezes) morte.


O mecanismo desta síndroma não é conhecido.

Os doentes que tomam inibidores da ECA e que desenvolvam icterícia ou que apresentem aumentos acentuados das enzimas hepáticas devem descontinuar o inibidor da ECA e receber cuidados médicos adequados.



Neutropenia /Agranulocitose
Têm sido notificadas neutropenia/agranulocitose, trombocitopenia e anemia em doentes a receber inibidores da ECA.

Raramente ocorre neutropenia em doentes com função renal normal e sem quaisquer outros fatores agravantes.

O enalapril deve ser utilizado com extrema precaução em doentes com doença vascular do colagénio, submetidos a terapêutica de imunossupressão, a tratamento com alopurinol ou procainamida, ou com uma combinação destes fatores agravantes, particularmente nos casos de insuficiência renal preexistente.

Alguns destes doentes desenvolveram infeções graves que, em alguns casos, não responderam a terapêutica antibiótica intensiva.

Caso o enalapril seja utilizado nesses doentes, é aconselhada a monitorização periódica da contagem de glóbulos brancos e os doentes devem ser avisados para notificar qualquer sinal de infeção.



Hipersensibilidade/Edema Angioneurótico
Foi notificado edema angioneurótico da face, extremidades, lábios, língua, glote e/ou laringe em doentes tratados com inibidores da enzima de conversão da angiotensina, incluindo Enalapril.

Esta situação pode ocorrer em qualquer momento durante o tratamento.

Nesses casos, Enalapril deve ser imediatamente descontinuado e deve ser iniciada uma monitorização adequada para garantir o total desaparecimento dos sintomas antes de dar alta ao doente.

Mesmo nos casos em que ocorre unicamente edema da língua, sem dificuldade respiratória, os doentes poderão necessitar de observação prolongada, uma vez que o tratamento com anti-histamínicos e corticoesteróides poderá não ser suficiente.


Foram notificados, muito raramente, óbitos devidos a angioedema associado a edema da laringe ou a edema da língua.

Os doentes que apresentam envolvimento da língua, glote ou laringe têm probabilidade de apresentar obstrução das vias aéreas, especialmente os doentes com antecedentes de cirurgia das vias respiratórias.

Quando existe envolvimento da língua, da glote ou da laringe, com probabilidade de provocar obstrução das vias aéreas, deverá ser administrada de imediato terapêutica adequada, que pode incluir a administração subcutânea de uma solução de epinefrina 1:1000 (0,3 ml a 0,5 ml) e/ou medidas que assegurem a manutenção de uma via respiratória desobstruída.


Foi notificada uma maior incidência de angioedema em doentes de raça negra, a tomar inibidores da ECA, comparativamente a doentes de outras raças.


Os doentes com antecedentes de angioedema não relacionado com tratamento com um inibidor da ECA podem ter um risco acrescido para angioedema durante a terapêutica com um inibidor da ECA.

(Ver igualmente a secção 4.3).



Reações Anafilactóides durante Dessensibilização a Himenópteros
Raramente, os doentes a tomar inibidores da ECA durante a dessensibilização com veneno de himenópteros apresentaram reações anafilactóides potencialmente fatais.

Estas reações foram evitadas, suspendendo temporariamente a terapêutica com inibidores da ECA antes da dessensibilização.



Reações Anafilactóides durante a Aférese LDL
Raramente, os doentes a tomar inibidores da ECA, durante a aférese de lipoproteínas de baixa densidade (LDL) com sulfato de dextrano, apresentaram reações anafilactóides potencialmente fatais.

Estas reações foram evitadas pela suspensão temporária da terapêutica com inibidores da ECA antes de cada aférese.



Doentes em Hemodiálise
Foram notificadas reações anafilactóides em doentes dialisados com membranas de débito elevado (por exemplo, AN 69®) e tratados concomitantemente com um inibidor da ECA.

Nestes doentes, deve ser ponderada a hipótese de utilização de um tipo de membrana de diálise diferente ou de uma classe diferente de agentes anti-hipertensores.



Doentes Diabéticos
Em doentes diabéticos tratados com agentes antidiabéticos orais ou insulina, o controlo glicémico deve ser cuidadosamente monitorizado durante o primeiro mês de tratamento com um inibidor da ECA.



Tosse
Foi notificada tosse com a utilização de inibidores da ECA.

Tipicamente, a tosse é não produtiva, persistente e desaparece após a descontinuação do tratamento.

A tosse induzida por inibidores da ECA deve ser considerada como parte do diagnóstico diferencial da tosse.



Cirurgia/Anestesia
Em doentes submetidos a grandes cirurgias ou durante a anestesia com agentes que provocam hipotensão, o enalapril pode bloquear a formação de angiotensina II resultante de uma libertação compensatória de renina.

Caso ocorra hipotensão que seja considerada como devida a este mecanismo, pode ser corrigida por expansão volémica.



Hipercaliemia
Foram observados aumentos do potássio sérico em alguns doentes tratados com inibidores da ECA, incluindo o enalapril.

Os doentes de risco para desenvolvimento de hipercaliemia incluem os que apresentam insuficiência renal, agravamento da função renal, idade (> 70 anos), diabetes mellitus, eventos intercorrentes, em especial desidratação, descompensação cardíaca aguda, acidose metabólica ou utilização concomitantemente de diuréticos poupadores de potássio (por exemplo, espironolactona, eplerenona, triamtereno ou amilorida), suplementos de potássio ou substitutos de sal contendo potássio; ou os doentes que estejam a tomar outros fármacos associados a aumentos do potássio sérico (por exemplo, heparina).

A utilização de suplementos de potássio, diuréticos poupadores de potássio, ou substitutos de sal contendo potássio, especialmente em doentes com insuficiência renal, pode provocar aumentos significativos do potássio sérico.

A hipercaliemia pode causar arritmias graves, por vezes fatais.

Caso se considere adequada a utilização concomitante de enalapril e dos agentes supramencionados, devem ser utilizados com precaução e com monitorização frequente do potássio sérico.



Lítio
A associação de lítio e enalapril não é, geralmente, recomendada.



Utilização Pediátrica
A experiência sobre eficácia e segurança em crianças hipertensas com idade > 6 anos é limitada mas não existe experiência para outras indicações.

Estão disponíveis dados farmacocinéticos reduzidos para crianças com idade superior a 2 meses.

Enalapril não é recomendado em crianças para outras indicações que não a hipertensão.


Enalapril não é recomendado para recém-nascidos nem para doentes pediátricos com uma taxa de filtração glomerular < 30 ml/min/1,73 m2, dado que não existem dados disponíveis.



Gravidez
Os inibidores da ECA não devem ser iniciados durante a gravidez.

A menos que a continuação do tratamento com inibidores da ECA seja considerada essencial, os doentes que estejam a planear engravidar devem passar para tratamentos anti-hipertensores alternativos que possuam um perfil de segurança estabelecido para utilização durante a gravidez.

Quando for diagnosticada uma gravidez, o tratamento com inibidores da ECA deve ser imediatamente interrompido e, se necessário, deve ser iniciada terapêutica alternativa.



Diferenças étnicas
Tal como com outros inibidores da enzima conversora da angiotensina, o enalapril é aparentemente menos eficaz na redução da tensão arterial em indivíduos de raça negra do que em indivíduos de outras raças, possivelmente devido a uma maior prevalência de estados de baixa renina na população hipertensa de raça negra.


Os doentes com problemas hereditários graves de intolerância à galactose, deficiência de lactase de Lapp ou má absorção da glucose galactose não devem tomar este medicamento.
Cuidados com a Dieta
Pode tomar enalapril com ou sem alimentos.


Se beber álcool enquanto tomar enalapril, pode sentir tonturas, enjoo ou desmaiar.

Tenha cuidado com a quantidade de álcool que ingere.
Terapêutica Interrompida
Caso se esquecer de tomar uma dose não se preocupe.

Tome a sua dose normal quando estiver na altura de tomar a seguinte.

Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter o medicamento num local seguro fora do alcance e da vista das crianças.

Não conservar acima de 25 ºC.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cloreto de cálcio + Cloreto de potássio + Cloreto de sódio + Lactato de sódio + Enalapril

Observações: População pediátrica: Não existem características especiais.
Interações: A administração desta associação de acordo com as indicações e contraindicações recomendadas não eleva as concentrações plasmáticas dos eletrólitos que a solução contém. Em caso de aumento da concentração de qualquer eletrólito devido a outras causas as seguintes interações devem ser consideradas. Relacionadas com POTÁSSIO: O suxametónio, diuréticos poupadores de potássio (amilorida, espironolactona, triamterene, isolados ou em combinação), Inibidores da ECA (p.ex. captopril, enalapril), antagonistas dos recetores da Angiotensina II (p.ex. valsartan, losartan), tacrolimus, ciclosporina podem aumentar a concentração de potássio no plasma e conduzir a hipercalemia potencialmente fatal em particular em caso de falência renal que aumenta o efeito hipercalémico.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina humana (isofânica) + Enalapril

Observações: Sabe-se que um número de medicamentos interfere com o metabolismo da glucose, por isso, deve consultar o médico quando utilizar outros medicamentos para além da insulina humana. Por conseguinte, o médico tem que ter em consideração possíveis interações e deve perguntar sempre aos seus doentes sobre quaisquer outros medicamentos que estes tomem.
Interações: As necessidades de insulina podem diminuir na presença de fármacos com atividade hipoglicemiante, tais como hipoglicemiantes orais, salicilatos (p.ex. ácido acetilsalicílico), certos antidepressivos (inibidores da monoaminoxidase), certos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (captopril, enalapril), bloqueadores dos recetores da angiotensina II, beta-bloqueadores não seletivos e álcool.

Perindopril + Indapamida + Enalapril

Observações: n.d.
Interações: Ligadas ao PERINDOPRIL: Uso concomitante que requer cuidados especiais: Agentes antidiabéticos (insulina, sulfonamidas hipoglicémicas): Notificados com captopril e enalapril. O uso de inibidores da enzima de conversão da angiotensina pode aumentar o efeito hipoglicémico em diabéticos a receber tratamento com insulina ou com sulfonamidas hipoglicémicas. O aparecimento de episódios hipoglicémicos é muito raro (melhoria na tolerância à glucose que resulta na redução das necessidades em insulina).

Glibenclamida + Metformina + Enalapril

Observações: N.D.
Interações: Associações que requerem precauções: Relacionadas com todos os agentes antidiabéticos: Inibidores da enzina de conversão da angiotensina (por ex. captopril, enalapril): Os inibidores da ECA podem provocar uma redução nos níveis de glicose no sangue. Se necessário, ajustar a dose de Glibenclamida + Metformina durante o tratamento com os inibidores da ECA e após a sua interrupção.

Oxihidróxido sucroférrico + Enalapril

Observações: N.D.
Interações: Estudos in vitro com as seguintes substâncias ativas não revelaram qualquer interação significativa: cinacalcet, ciprofloxacina, clopidogrel, enalapril, hidroclorotiazida, metformina, metoprolol, nifedipina, pioglitazona e quinidina.

Tadalafil + Enalapril

Observações: Estudos de interação foram efetuados com 10 e/ou 20 mg de tadalafil, tal como abaixo indicado. No que respeita aqueles estudos de interação onde apenas foi utilizada a dose de 10 mg de tadalafil, não se podem ignorar completamente possíveis interações clínicas relevantes com doses mais altas.
Interações: Efeitos do tadalafil sobre outros medicamentos: Antihipertensores (incluindo bloqueadores dos canais de cálcio): A administração concomitante de doxazosina (4 e 8 mg por dia) e tadalafil (5 mg por dia e 20 mg como dose única) aumenta de um modo significativo o efeito hipotensor deste bloqueador alfa. Este efeito dura, pelo menos, doze horas e pode ser sintomático, incluindo síncope. Assim, não se recomenda esta associação. Em estudos de interação efetuados num número limitado de voluntários saudáveis, estes efeitos não foram notificados com alfusozina ou tansulosina. Contudo deve haver precaução quando se utilizar tadalafil em doentes tratados com qualquer bloqueador alfa, especialmente nos idosos. O tratamento deve ser iniciado com a dose mínima e progressivamente ajustado. Em estudos de farmacologia clínica, foi examinado o potencial do tadalafil para aumentar os efeitos hipotensivos dos medicamentos antihipertensores. Foram estudadas as classes major dos medicamentos antihipertensores, incluindo os bloqueadores dos canais de cálcio (amlodipina), inibidores das enzimas de conversão da angiotensina (ECA), (enalapril), bloqueadores dos recetores beta-adrenérgicos (metoprolol), diuréticos tiazídicos (bendrofluazida) e bloqueadores dos recetores da angiotensina II (vários tipos e doses, isoladamente ou em combinação com tiazidas, bloqueadores dos canais de cálcio, beta-bloqueadores e/ou alfa-bloqueadores). Tadalafil (10 mg, excepto nos estudos com recetores dos bloqueadores da angiotensina II e amlodipina, nos quais se utilizou uma dose de 20 mg), não teve interação clinicamente significativa com nenhuma destas classes. Noutro ensaio de farmacologia clínica, estudou-se tadalafil (20 mg) em combinação com 4 classes de antihipertensores. Em indivíduos a tomar múltiplos antihipertensores, as alterações da pressão arterial em ambulatório pareciam estar relacionadas com o grau de controlo da pressão arterial. Assim, nos indivíduos do estudo com a pressão arterial bem controlada, a redução foi mínima e semelhante à observada em indivíduos saudáveis. Nos indivíduos em estudo cuja pressão arterial não estava controlada, a redução foi superior embora não fosse associada aos sintomas hipotensivos na grande maioria dos indivíduos. Em doentes a receberem medicamentos antihipertensores concomitantes, tadalafil 20 mg pode induzir uma diminuição da pressão arterial a qual (com exceção dos bloqueadores alfa – ver acima) é, geralmente, menos pronunciado e provávelmente clinicamente pouco relevante. A análise dos ensaios clínicos de fase 3, não mostraram diferença nos efeitos adversos em doentes a tomar tadalafil com ou sem medicamentos antihipertensores. No entanto, deverá fornecido aos doentes aconselhamento clínico adequado, relativamente a uma possível diminuição na pressão arterial quando são tratados com medicamentos antihipertensores.

Iodeto de potássio + Enalapril

Observações: N.D.
Interações: Diversos fármacos, tais como o captopril e o enalapril, podem causar hipercaliemia, e este efeito pode ser potenciado se também for administrado iodeto de potássio.

Gliclazida + Enalapril

Observações: N.D.
Interações: Os seguintes medicamentos são suscetíveis de aumentar o risco de hipoglicémia: Associações que requerem precauções de utilização: Potencialização do efeito hipoglicemiante podendo nalguns casos ocorrer hipoglicémia se forem administradas uma das seguintes substâncias: Outros antidiabéticos (insulina, acarbose, metformina, tiazolidinedionas, inibidores do dipeptidil peptidase-4, agonistas do recetor GLP-1), beta-bloqueantes, fluconazol, inibidores do enzima de conversão da angiotensina (captopril, enalapril), antagonistas dos recetores H2, IMAOs, sulfonamidas, claritromicina e anti-inflamatórios não esteroides.
 Sem significado Clínico

Amlodipina + Candesartan + Enalapril

Observações: N.D.
Interações: A utilização concomitante de diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio, substitutos do sal contendo potássio ou outros medicamentos (por ex., heparina) pode aumentar os níveis de potássio. A monitorização do potássio deve ser realizada quando apropriado. As substâncias ativas investigadas nos estudos de farmacocinética clínica incluem a hidroclorotiazida, varfarina, digoxina, contracetivos orais (i.e., etinilestradiol/levonorgestrel), glibenclamida, nifedipina e enalapril. Não foram identificadas interações farmacocinéticas clinicamente significativas com estes medicamentos.

Candesartan + Enalapril

Observações: N.D.
Interações: Os compostos investigados nos estudos de farmacocinética clínica incluem a hidroclorotiazida, varfarina, digoxina, contracetivos orais (nomeadamente, etinilestradiol/levonorgestrel), glibenclamida, nifedipina e enalapril. Não foram identificadas quaisquer interações farmacocinéticas clinicamente significativas com estes medicamentos.

Solifenacina + Tansulosina + Enalapril

Observações: N.D.
Interações: TANSULOSINA: Não foram observadas interações quando se administrou a tansulosina concomitantemente com atenolol, enalapril, ou teofilina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina lispro (protamina) + Enalapril

Observações: O médico deve ser informado da utilização de outros medicamentos em simultâneo com a Insulina lispro (protamina).
Interações: As necessidades de insulina podem diminuir na presença de medicamentos com actividade hipoglicemiante, tais como hipoglicemiantes orais, salicilatos (por exemplo, ácido acetilsalicílico), antibióticos do grupo das sulfonamidas, certos antidepressivos (inibidores da Monoaminoxidase, inibidores selectivos da recaptação da serotonina ), certos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (captopril, enalapril), bloqueadores dos receptores da angiotensina II, beta - bloqueantes, octreotido ou álcool.

Tansulosina + Enalapril

Observações: N.D.
Interações: Não foram observadas interações quando a tansulosina foi administrada concomitantemente com atenolol, enalapril, nifedipina ou teofilina.
 Potencialmente Fatal

Cloreto de potássio + Cloreto de sódio + Glucose + Enalapril

Observações: N.D.
Interações: Interações relacionadas com a presença de potássio: A administração concomitante da solução com um dos seguintes medicamentos pode originar uma hipercalémia fatal, particularmente em doentes com insuficiência renal (adição de efeitos de hipercalémia): - Diuréticos poupadores de potássio (só ou em combinação) (amilorida, triamtereno, espironolactona, eplerenona) - Inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECA) (tais como captopril, enalapril, lisinopril) - Bloqueadores dos recetores da Angiotensina II (Candesartan, telmisartan, eprosartan, irbesartan, losartan, valsartan) - Medicamentos com potássio tais como sais potássicos de penicilina - Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) (diclofenac, indometacina, piroxicam, ácido mefenâmico, celecoxib) - Heparina (inibidor da síntese de aldosterona) - Pentamidina, trimetoprim (bloqueadores dos canais de sódio) - Ciclosporina, tacrolimus (inibidores da calcineurina) - Bloqueadores β-adrenérgicos (propranolol, nadolol, atenolol) - Succinilcolina (suxametonium) (relaxante muscular)
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina lispro (solúvel + protamina) + Enalapril

Observações: O médico deve ser informado da utilização de outros medicamentos em simultâneo com a Insulina lispro (solúvel + protamina).
Interações: As necessidades de insulina podem diminuir na presença de medicamentos com actividade hipoglicemiante, tais como hipoglicemiantes orais, salicilatos (por exemplo, ácido acetilsalicílico), antibióticos do grupo das sulfonamidas, certos antidepressivos (inibidores da Monoaminoxidase, inibidores selectivos da recaptação da serotonina ), certos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (captopril, enalapril), bloqueadores dos receptores da angiotensina II, beta - bloqueantes, octreotido ou álcool.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Avanafil + Enalapril

Observações: N.D.
Interações: Potencial de interações farmacodinâmicas com o avanafil: Antihipertensores diferentes dos bloqueadores alfa: Realizou-se um estudo clínico para avaliar o efeito do avanafil na potenciação dos efeitos de redução da tensão arterial de medicamentos antihipertensores selecionados (amlodipina e enalapril). Os resultados mostraram uma diminuição máxima média da tensão arterial em posição supina de 2/3 mmHg em comparação com o placebo com enalapril e de 1/-1 mmHg com amlodipina, quando o avanafil foi administrado de forma concomitante. Apenas com o enalapril o avanafil se observou uma diferença estatisticamente significativa a nível da diminuição máxima da tensão arterial diastólica em posição supina relativamente ao nível inicial, a qual regressou ao nível inicial 4horas após a dose do avanafil. Em ambas as coortes, um indivíduo apresentou uma diminuição da tensão arterial sem sintomas de hipotensão, a qual desapareceu uma hora após se ter iniciado. O avanafil não teve qualquer efeito na farmacocinética da amlodipina, mas a amlodipina aumentou a exposição máxima e total do avanafil em 28% e 60%, respetivamente.

Enalapril + Diuréticos poupadores de potássio

Observações: N.D.
Interações: Diuréticos poupadores de potássio ou suplementos de potássio: Os inibidores da ECA atenuam a perda de potássio induzida por diuréticos. Diuréticos poupadores de potássio (por exemplo espironolactona, eplerenona, triamtereno ou amilorida), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio podem levar a aumentos significativos no potássio sérico. Se for indicada a sua utilização concomitante devido a hipocaliemia demonstrada, devem ser utilizados com precaução e com monitorização frequente do potássio sérico.

Enalapril + Suplementos de potássio

Observações: N.D.
Interações: Diuréticos poupadores de potássio ou suplementos de potássio: Os inibidores da ECA atenuam a perda de potássio induzida por diuréticos. Diuréticos poupadores de potássio (por exemplo espironolactona, eplerenona, triamtereno ou amilorida), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio podem levar a aumentos significativos no potássio sérico. Se for indicada a sua utilização concomitante devido a hipocaliemia demonstrada, devem ser utilizados com precaução e com monitorização frequente do potássio sérico.

Enalapril + Espironolactona

Observações: N.D.
Interações: Diuréticos poupadores de potássio ou suplementos de potássio: Os inibidores da ECA atenuam a perda de potássio induzida por diuréticos. Diuréticos poupadores de potássio (por exemplo espironolactona, eplerenona, triamtereno ou amilorida), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio podem levar a aumentos significativos no potássio sérico. Se for indicada a sua utilização concomitante devido a hipocaliemia demonstrada, devem ser utilizados com precaução e com monitorização frequente do potássio sérico.

Enalapril + Eplerenona

Observações: N.D.
Interações: Diuréticos poupadores de potássio ou suplementos de potássio: Os inibidores da ECA atenuam a perda de potássio induzida por diuréticos. Diuréticos poupadores de potássio (por exemplo espironolactona, eplerenona, triamtereno ou amilorida), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio podem levar a aumentos significativos no potássio sérico. Se for indicada a sua utilização concomitante devido a hipocaliemia demonstrada, devem ser utilizados com precaução e com monitorização frequente do potássio sérico.

Enalapril + Triamtereno

Observações: N.D.
Interações: Diuréticos poupadores de potássio ou suplementos de potássio: Os inibidores da ECA atenuam a perda de potássio induzida por diuréticos. Diuréticos poupadores de potássio (por exemplo espironolactona, eplerenona, triamtereno ou amilorida), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio podem levar a aumentos significativos no potássio sérico. Se for indicada a sua utilização concomitante devido a hipocaliemia demonstrada, devem ser utilizados com precaução e com monitorização frequente do potássio sérico.

Enalapril + Amilorida

Observações: N.D.
Interações: Diuréticos poupadores de potássio ou suplementos de potássio: Os inibidores da ECA atenuam a perda de potássio induzida por diuréticos. Diuréticos poupadores de potássio (por exemplo espironolactona, eplerenona, triamtereno ou amilorida), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio podem levar a aumentos significativos no potássio sérico. Se for indicada a sua utilização concomitante devido a hipocaliemia demonstrada, devem ser utilizados com precaução e com monitorização frequente do potássio sérico.

Enalapril + Potássio

Observações: N.D.
Interações: Diuréticos poupadores de potássio ou suplementos de potássio: Os inibidores da ECA atenuam a perda de potássio induzida por diuréticos. Diuréticos poupadores de potássio (por exemplo espironolactona, eplerenona, triamtereno ou amilorida), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio podem levar a aumentos significativos no potássio sérico. Se for indicada a sua utilização concomitante devido a hipocaliemia demonstrada, devem ser utilizados com precaução e com monitorização frequente do potássio sérico.

Enalapril + Diuréticos tiazídicos (Tiazidas)

Observações: N.D.
Interações: Diuréticos (tiazídicos ou diuréticos da ansa): Tratamento prévio com doses elevadas de diuréticos pode causar depleção de volume e risco de hipotensão quando se inicia a terapêutica com enalapril. Os efeitos hipotensores podem ser reduzidos pela suspensão do diurético, pelo aumento do volume ou ingestão de sal ou pelo início de uma terapêutica com uma dose baixa de enalapril.

Enalapril + Diuréticos da ansa

Observações: N.D.
Interações: Diuréticos (tiazídicos ou diuréticos da ansa): Tratamento prévio com doses elevadas de diuréticos pode causar depleção de volume e risco de hipotensão quando se inicia a terapêutica com enalapril. Os efeitos hipotensores podem ser reduzidos pela suspensão do diurético, pelo aumento do volume ou ingestão de sal ou pelo início de uma terapêutica com uma dose baixa de enalapril.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Enalapril + Antihipertensores

Observações: N.D.
Interações: Outros fármacos antihipertensores: A utilização concomitante destes fármacos pode aumentar os efeitos hipotensores do enalapril. A utilização concomitante da nitroglicerina e outros nitratos ou outros vasodilatadores pode provocar uma redução adicional da pressão arterial.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Enalapril + Nitroglicerina

Observações: N.D.
Interações: Outros fármacos antihipertensores: A utilização concomitante destes fármacos pode aumentar os efeitos hipotensores do enalapril. A utilização concomitante da nitroglicerina e outros nitratos ou outros vasodilatadores pode provocar uma redução adicional da pressão arterial.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina lispro (solúvel) + Enalapril

Observações: O médico deve ser informado da utilização de outros medicamentos em simultâneo com a Insulina lispro (solúvel).
Interações: As necessidades de insulina podem diminuir na presença de medicamentos com actividade hipoglicemiante, tais como hipoglicemiantes orais, salicilatos (por exemplo, ácido acetilsalicílico), antibióticos do grupo das sulfonamidas, certos antidepressivos (inibidores da Monoaminoxidase, inibidores selectivos da recaptação da serotonina ), certos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (captopril, enalapril), bloqueadores dos receptores da angiotensina II, beta - bloqueantes, octreotido ou álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Enalapril + Nitratos

Observações: N.D.
Interações: Outros fármacos antihipertensores: A utilização concomitante destes fármacos pode aumentar os efeitos hipotensores do enalapril. A utilização concomitante da nitroglicerina e outros nitratos ou outros vasodilatadores pode provocar uma redução adicional da pressão arterial.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Enalapril + Vasodilatadores

Observações: N.D.
Interações: Outros fármacos antihipertensores: A utilização concomitante destes fármacos pode aumentar os efeitos hipotensores do enalapril. A utilização concomitante da nitroglicerina e outros nitratos ou outros vasodilatadores pode provocar uma redução adicional da pressão arterial.

Enalapril + Lítio

Observações: N.D.
Interações: Lítio: Foram registados aumentos reversíveis nas concentrações séricas de lítio e toxicidade durante a administração concomitante de lítio e inibidores da ECA. A utilização simultânea de diuréticos tiazídicos com os inibidores da ECA pode levar a aumento adicional dos valores de lítio e potenciar o risco de toxicidade do lítio. Não é recomendada a utilização de enalapril com lítio, mas se a sua associação for considerada necessária, deve realizar-se uma monitorização cuidadosa dos valores séricos de lítio.

Enalapril + Antidepressores (Tricíclicos)

Observações: N.D.
Interações: Antidepressivos tricíclicos/Antipsicóticos/Anestésicos/Narcóticos: A utilização concomitante de alguns medicamentos anestésicos, antidepressivos tricíclicos e antipsicóticos com inibidores da ECA pode provocar uma redução adicional da pressão arterial.

Enalapril + Antipsicóticos

Observações: N.D.
Interações: Antidepressivos tricíclicos/Antipsicóticos/Anestésicos/Narcóticos: A utilização concomitante de alguns medicamentos anestésicos, antidepressivos tricíclicos e antipsicóticos com inibidores da ECA pode provocar uma redução adicional da pressão arterial.

Enalapril + Anestésicos

Observações: N.D.
Interações: Antidepressivos tricíclicos/Antipsicóticos/Anestésicos/Narcóticos: A utilização concomitante de alguns medicamentos anestésicos, antidepressivos tricíclicos e antipsicóticos com inibidores da ECA pode provocar uma redução adicional da pressão arterial.

Enalapril + Narcóticos

Observações: N.D.
Interações: Antidepressivos tricíclicos/Antipsicóticos/Anestésicos/Narcóticos: A utilização concomitante de alguns medicamentos anestésicos, antidepressivos tricíclicos e antipsicóticos com inibidores da ECA pode provocar uma redução adicional da pressão arterial.

Enalapril + Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs): A administração crónica de AINEs pode reduzir o efeito anti-hipertensor de um inibidor ECA. Os AINEs (incluindo os inibidores da COX-2) e os inibidores da ECA exercem um efeito aditivo no aumento do potássio sérico e podem provocar uma deterioração da função renal. Estes efeitos são normalmente reversíveis. Pode ocorrer raramente insuficiência renal aguda, especialmente em doentes com a função renal deteriorada (tais como os doentes idosos ou desidratados, incluindo os que fazem terapêutica antidiurética). Os doentes devem ser devidamente hidratados e deve ser feita monitorização da função renal, depois de ser iniciada a terapêutica concomitante e periodicamente a partir daí.

Enalapril + Inibidores da cicloxigenase (COX)

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs): A administração crónica de AINEs pode reduzir o efeito anti-hipertensor de um inibidor ECA. Os AINEs (incluindo os inibidores da COX-2) e os inibidores da ECA exercem um efeito aditivo no aumento do potássio sérico e podem provocar uma deterioração da função renal. Estes efeitos são normalmente reversíveis. Pode ocorrer raramente insuficiência renal aguda, especialmente em doentes com a função renal deteriorada (tais como os doentes idosos ou desidratados, incluindo os que fazem terapêutica antidiurética). Os doentes devem ser devidamente hidratados e deve ser feita monitorização da função renal, depois de ser iniciada a terapêutica concomitante e periodicamente a partir daí.

Enalapril + Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs): A administração crónica de AINEs pode reduzir o efeito anti-hipertensor de um inibidor ECA. Os AINEs (incluindo os inibidores da COX-2) e os inibidores da ECA exercem um efeito aditivo no aumento do potássio sérico e podem provocar uma deterioração da função renal. Estes efeitos são normalmente reversíveis. Pode ocorrer raramente insuficiência renal aguda, especialmente em doentes com a função renal deteriorada (tais como os doentes idosos ou desidratados, incluindo os que fazem terapêutica antidiurética). Os doentes devem ser devidamente hidratados e deve ser feita monitorização da função renal, depois de ser iniciada a terapêutica concomitante e periodicamente a partir daí.

Enalapril + Aurotiomalato de sódio

Observações: N.D.
Interações: Ouro: Foram notificadas raramente reações nitróides (os sintomas incluem vermelhidão facial, náuseas, vómitos e hipotensão) em doentes em tratamento com ouro injetável (aurotiomalato de sódio) e tratamento concomitante com um inibidor ECA, incluindo o enalapril.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Enalapril + Simpaticomiméticos

Observações: N.D.
Interações: Simpaticomiméticos: Os simpaticomiméticos podem reduzir o efeito anti-hipertensor dos inibidores da ECA.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Enalapril + Antidiabéticos Orais

Observações: N.D.
Interações: Antidiabéticos: Estudos epidemiológicos sugerem que a administração concomitante de inibidores da ECA e medicamentos antidiabéticos (insulina, fármacos antidiabéticos orais) podem potenciar a diminuição da glicemia com risco de hipoglicemia. É mais provável que este efeito ocorra durante as primeiras semanas de tratamento combinado e em doentes com insuficiência renal.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Enalapril + Insulinas

Observações: N.D.
Interações: Antidiabéticos: Estudos epidemiológicos sugerem que a administração concomitante de inibidores da ECA e medicamentos antidiabéticos (insulina, fármacos antidiabéticos orais) podem potenciar a diminuição da glicemia com risco de hipoglicemia. É mais provável que este efeito ocorra durante as primeiras semanas de tratamento combinado e em doentes com insuficiência renal.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Enalapril + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Álcool: O álcool potencia o efeito hipotensor dos inibidores da ECA.

Enalapril + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Ácido acetilsalicílico, trombolíticos e bloqueadores beta: O enalapril pode ser administrado de forma segura concomitantemente com o ácido acetilsalicílico (em doses cardiológicas), trombolíticos e bloqueadores beta.

Enalapril + Trombolíticos

Observações: N.D.
Interações: Ácido acetilsalicílico, trombolíticos e bloqueadores beta: O enalapril pode ser administrado de forma segura concomitantemente com o ácido acetilsalicílico (em doses cardiológicas), trombolíticos e bloqueadores beta.

Enalapril + Bloqueadores beta-adrenérgicos

Observações: N.D.
Interações: Ácido acetilsalicílico, trombolíticos e bloqueadores beta: O enalapril pode ser administrado de forma segura concomitantemente com o ácido acetilsalicílico (em doses cardiológicas), trombolíticos e bloqueadores beta.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tolazamida + Enalapril

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da enzima conversora da angiotensina (por exemplo, enalapril), anticoagulantes (por exemplo, varfarina), antifúngicos azóis (por exemplo, miconazol, cetoconazol), cloranfenicol, clofibrato, fenfluramina, insulina, inibidores da monoamina oxidase (por exemplo, fenelzina) (Por exemplo, ibuprofeno), fenilbutazona, probenecida, antibióticos quinolona (por exemplo, ciprofloxacina), salicilatos (por exemplo, aspirina) ou sulfonamidas (por exemplo, sulfametoxazol) porque o risco de baixo nível de açúcar no sangue pode ser aumentado.

Bisoprolol + Hidroclorotiazida + Enalapril

Observações: N.D.
Interações: Associações a UTILIZAR COM CUIDADO: Inibidores da enzima de conversão da angiotensina (ex. captopril, enalapril), antagonistas da angiotensina II: Risco de diminuição significativa da tensão arterial e/ou insuficiência renal aguda, no início do tratamento em doentes com depleção de sódio pré-existente (em particular doentes com estenose arterial renal). Se uma terapia diurética anterior levou a uma depleção de sódio, deve-se interromper o diurético 3 dias antes de se iniciar o tratamento com inibidores da enzima de conversão da angiotensina, ou iniciar o tratamento com inibidores da enzima de conversão da angiotensina em dose baixa.
 Sem significado Clínico

Carbonato de lantânio + Enalapril

Observações: N.D.
Interações: Num modelo de simulação do suco gástrico, o carbonato de lantânio hidratado não formou complexos insolúveis com a varfarina, digoxina, furosemida, fenitoína, metoprolol ou enalapril, o que sugere que o seu potencial para afetar a absorção destes fármacos é reduzido.

Sevelâmero + Enalapril

Observações: Diálise: Não foram realizados estudos de interação em doentes submetidos a diálise.
Interações: Digoxina, varfarina, enalapril ou metoprolol: Em estudos de interação em voluntários saudáveis, o Sevelâmero não teve qualquer efeito sobre a biodisponibilidade da digoxina, varfarina, enalapril ou metoprolol.

Colestilano + Enalapril

Observações: Os estudos de interação for am realizados em voluntários saudáveis. Não foram realizados estudos de interação a doses diárias >9 g, não sendo por isso possível excluir a ocorrência de efeitos de interação mais significativos a doses mais elevadas de Colestilano.
Interações: Estudos de interação de uma única dose demonstraram que a biodisponibilidade de ciprofloxacina, varfarina e enalapril não foi afectada quando coadministrados com Colestilano (6-9 g/dia). Colestilano reduziu a biodisponibilidade de digoxina em 16%, a Cmáx em 17% e a Cmáx de enalapril em 27%.

Dutasterida + Tansulosina + Enalapril

Observações: Não foram realizados estudos de interação fármaco-fármaco com Dutasterida / Tansulosina.
Interações: TANSULOSINA: A administração concomitante do cloridrato de tansulosina com fármacos que possam reduzir a pressão arterial, incluindo anestésicos, inibidores PDE5 e outros bloqueadores adrenérgicos alfa-1, poderá levar à potenciação dos efeitos hipotensores. Dutasterida-tansulosina não deverá ser utilizada em associação com outros bloqueadores adrenérgicos alfa-1. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina e cetoconazol (um inibidor forte do CYP3A4) resultou num aumento da Cmáx e AUC do cloridrato de tansulosina num fator de 2,2 e 2,8 respetivamente. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina e paroxetina (um inibidor forte do CYP2D6) resultou num aumento da Cmáx e AUC do cloridrato de tansulosina num fator de 1,3 e 1,6 respetivamente. Quando administrado concomitantemente com um inibidor forte do CYP3A4, é esperado um aumento semelhante na exposição dos metabolizadores fracos do CYP2D6 quando comparados com os metabolisadores extensos. Os efeitos da administração concomitante de inibidores do CYP3A4 e CYP2D6 com cloridrato de tansulosina não foram avaliados clinicamente, contudo existe um potencial para aumento significativo da exposição à tansulosina. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina (0,4 mg) e cimetidina (400 mg de seis em seis horas durante seis dias) resultou na diminuição da depuração (26%) e no aumento na AUC (44%) do cloridrato de tansulosina. Deverá ser tida precaução na utilização de dutasterida-tansulosina em associação com cimetidina. Não foi realizado um estudo de interação de fármacos entre o cloridrato de tansulosina e a varfarina. Os resultados de estudos limitados in vitro e in vivo são inconclusivos. Deverá ser tida precaução na administração concomitante de varfarina e cloridrato de tansulosina. Não foram observadas interações quando o cloridrato de tansulosina foi administrado concomitantemente com atenolol, enalapril, nifedipina ou teofilina. A administração concomitante de furosemida origina a diminuição dos níveis plasmáticos da tansulosina, no entanto não são necessários ajustes posológicos uma vez que os níveis permanecem dentro do intervalo normal. In vitro, nem o diazepam ou propanolol, triclorometiazida, clormadinona, amitriptilina, diclofenac, glibenclamida e sinvastatina alteram a fração livre da tansulosina no plasma humano. A tansulosina também não altera as frações livres de diazepam, propanolol, triclormetiazida e clormadinona. Não foram observadas interações ao nível do metabolismo hepático durante os estudos in vitro com frações microssomais de fígado (representativas do sistema metabolizador enzimático de fármacos associado ao citocromo P450), envolvendo amitriptilina, salbutamol e glibenclamida. No entanto, o diclofenac pode aumentar a taxa de eliminação da tansulosina.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Enalapril não é recomendado nas fases iniciais da gravidez e não deve ser tomado se estiver grávida há mais de 3 meses, dado que pode prejudicar gravemente o
seu bebé se for utilizado após o terceiro mês de gravidez.

Não é recomendado amamentar bebés recém-nascidos (primeiras semanas após o nascimento) e, especialmente, bebés prematuros, enquanto tomar Enalapril.

No caso de um bebé mais velho, o seu médico deve aconselhá-la sobre os riscos e os benefícios de tomar Enalapril durante o aleitamento, comparativamente a outros tratamentos.

O enalapril pode fazê-lo sentir-se cansado ou tonto.

Se isso lhe acontecer, não conduza nem utilize quaisquer máquinas ou ferramentas.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 31 de Outubro de 2019