Digoxina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
A Digoxina é um glicosídeo cardiotónico obtido principalmente a partir de Digitalis lanata, que consiste em três açúcares e a digoxigenina aglícona.

A Digoxina tem atividade positiva cronotrópica e inotrópica negativa.

É utilizada para controlar a frequência ventricular em Pacientes com fibrilhação atrial e no tratamento da insuficiência cardíaca congestiva com fibrilhação atrial.

O seu uso na insuficiência cardíaca congestiva e ritmo sinusal é menos certo.

A margem entre as doses tóxicas e terapêuticas é pequena.
Usos comuns
Usado para a terapia de digitalização e de manutenção.

Usado por IV para digitalização rápida em situações de emergência.

Usado principalmente na gestão profilática e tratamento da ICC e para controlar a frequência ventricular em taquiarritmias supraventriculares (por exemplo, fibrilhação atrial ou flutter).
Tipo
pequena molécula
História
Sem informação.
Indicações
Infusiciência cardíaca, fibrilhação atrial e flutter.
Classificação CFT
03.01.01     Digitálicos
Mecanismo De Ação
A Digoxina inibe a bomba de membrana de Na-K-ATPase, o que resulta num aumento do cálcio intracelular.

O permutador de cálcio e sódio (NCX) por sua vez, tenta fazer a extrusão do sódio e, assim bombeia mais cálcio.

Concentrações intracelulares aumentados de cálcio podem promover a ativação das proteínas contráteis (por exemplo, actina, miosina).

A Digoxina também atua na atividade elétrica do coração, aumentando a inclinação da despolarização da fase 4, encurtando a duração do potencial de ação, e diminuindo o potencial diastólico máximo.
Posologia Orientativa
Via oral - Dose de digitalização: 0,75-1,25 mg;
Dose de manutenção: 0,125-0,5 mg.

As doses referidas aplicam-se a indivíduos adultos.

Na criança, a dose deve ser ajustada em função da idade e da superfície corporal.

Na IR, a dose deve ser reduzida em função da clearance da creatinina (Clcr).
Administração
Via oral.
A presença de alimentos pode retardar, mas não alterar a taxa de absorção da Digoxina.
Contraindicações
Os digitálicos estão contraindicados no síndrome de Wolff-Parkinson-White, na taquicardia ventricular, nos bloqueios auriculoventriculares de 2º e 3º grau, na
cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva e ainda em situações de hipercalcemia e hipocaliémia significativas.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Náuseas, vómitos, anorexia e diarreia. Estes dois últimos efeitos são sintomas precoces num contexto de intoxicação digitálica.

Nevralgias, cefaleias, tonturas, sonolência, desorientação e alucinações.

Ginecomastia e diminuição da síntese de gonadotrofinas.

Diplopia, escotomas, discromatopsia (sugestiva de intoxicação).

Bradicardia sinusal, bloqueios auriculoventriculares, extrassístoles supraventriculares e ventriculares (muitas vezes em bigeminismo).

As extrassístoles ventriculares multifocais são muitas vezes precursoras de formas mais graves de arritmias (ex: taquicardia ventricular).

O bloqueio auriculoventricular pode ser de 1º, 2º e 3º grau, implicando, por vezes, nestas duas últimas situações, o recurso à utilização de pacemaker provisório.

A intoxicação digitálica é uma situação de risco, tanto maior quanto mais comprometido estiver o equilíbrio hidroelectrolítico. Importa pois, corrigir a desidratação e a hipocaliemia que eventualmente ocorram.

Deve evitar-se o recurso a aminas simpaticomiméticas e à administração de cálcio em situações de intoxicação digitálica.

Pode haver necessidade de utilização de fenitoína ou de bloqueadores beta (no tratamento das extrassístoles e taquicardias), da lidocaína (em situações de taquicardia ventricular), da atropina (na ocorrência de bloqueios auriculoventriculares).

É também de grande interesse o recurso aos Fab (fragments antibinding).
Advertências
Gravidez
Gravidez:Não há referências relacionando malformações congénitas com os diferentes digitálicos. Pode ser necessário o ajuste de dose. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Aleitamento
Aleitamento:Presente no leite em quantidades muito pequenas para ser perigoso.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Reduzir dose; alterações electrolíticas aumentam sensibilidade à toxicidade.
Conducao
Conducao:Pode alterar a capacidade de condução.
Precauções Gerais
É muito importante que o seu Médico verifique o seu progresso de perto enquanto estiver a usar Digoxina para ver se ela está a funcionar corretamente e para permitir uma mudança na dose. Podem ser necessários exames de sangue para verificar se há efeitos indesejáveis.

Não pare de tomar Digoxina sem primeiro consultar o seu Médico. Parando de repente pode causar uma séria mudança na função do coração.

Preste atenção aos sinais e sintomas de overdose enquanto estiver a tomar Digoxina. Siga as instruções do seu Médico cuidadosamente. A quantidade de Digoxina necessária para ajudar a maioria das pessoas é muito próxima do montante que poderia causar sérios problemas de overdose.

Alguns sinais de alerta precoce de sobredosagem são confusão, perda de apetite, náuseas, vómitos, diarréia, ou problemas de visão. Outros sinais de sobredosagem são as alterações na taxa ou ritmo do batimento cardíaco (tornando-se irregular ou lento), palpitações (sensação de bater no peito), ou desmaios.

Em lactentes e crianças pequenas, os primeiros sinais de sobredosagem são as alterações na taxa e no ritmo dos batimentos cardíacos. As crianças podem não apresentar outros sintomas, semelhantes aos dos adultos.

O seu Médico pode querer que seja portador de um cartão de identificação médica ou pulseira, informando que está a receber Digoxina.

Não tome outros medicamentos que não tenham sido acordados com o seu Médico, incluindo medicamentos de prescrição ou sem receita (OTC), e ervas ou suplementos vitamínicos.
Cuidados com a Dieta
Evite o abacate.

Evite farelo e alimentos ricos em fibras nas 2 horas após a toma deste medicamento.

Evite o excesso de sal de sódio a menos que instruído de forma diferente pelo seu Médico.

Evite o leite, cálcio, produtos lácteos, ferro, antiácidos, ou sais de alumínio 2 horas antes ou 6 horas após o uso desta medicação.

Evite substitutos do sal contendo potássio.

Limite alho, gengibre, gingko e castanha.
Terapêutica Interrompida
Se falhar uma dose de Digoxina, tome-a assim que possível.
No entanto, se estiver quase na hora da sua próxima dose, salte a dose e volte ao seu esquema posológico regular. Não duplique doses.

Se falhar uma dose de Digoxina, e se lembrar dentro de 12 horas, tome-a assim que se lembrar.
No entanto, se não se lembrar até mais tarde, salte a dose e volte ao seu esquema posológico regular.

Se tiver alguma dúvida ou se perder doses durante 2 ou mais dias seguidos, consulte o seu Médico.
Cuidados no Armazenamento
Guarde o medicamento num recipiente fechado à temperatura ambiente, longe do calor, humidade e luz direta. Evite congelamento.

Manter fora do alcance das crianças.
Não guarde medicamentos desatualizados ou que já não necessários.
Pergunte ao seu Profissional de Saúde como deve dispor de qualquer medicamento que não use.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Gengibre + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Indicações/Ações terapêuticas: profilaxia de náuseas causada por movimento (cinetose) e pós-cirúrgicas. Padronização/marcador: Gingeróis (6-gingerol, 8-gingerol, 10-gingerol, 6-shogaol, capsaicina) [dose diária: crianças acima de 6 anos: 4-16 mg de gingeróis; adulto: 16-32 mg de gingeróis].

Interações medicamentosas: Há evidências de que o gengibre estimula a produção de ácido clorídrico estomacal e, como consequência, em teoria, poderá comprometer a ação de medicamentos contendo sucralfato, ranitidina ou lansoprazol; contrariamente, ao que foi verificado em animais, ou seja, proteção estomacal. Teoricamente o gengibre poderá aumentar o risco de sangramento quando administrado conjuntamente ao ácido acetilsalicílico, varfarina, heparina, clopidogrel, ibuprofeno ou naproxeno ou outros medicamentos que apresentem esta ação; em doses elevadas poderá desencadear sonolência, além de que poderá interferir com medicamentos que alteram a contração cardíaca incluindo os beta-bloqueadores, digoxina e outros medicamentos para o coração. Existe a possibilidade de diminuição dos níveis de açúcar no sangue e, portanto, poderá interferir com medicamentos administrados por via oral para diabéticos ou com a insulina. Estudos sugerem que fitoquímicos presentes em dietas como capsaína, curcumina, [6]-gengerol e resveratrol apresentam efeito inibitório na P-glicoproteína potencializando interações alimentos-medicamentos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Alimentos/Bebidas (Soja, fitinas, fitatos, oxalatos, taninos, pectinas)

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína.

Rufinamida + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Não é de excluir que a rufinamida possa também diminuir a exposição de substâncias metabolizadas por outras enzimas ou transportados por outras proteínas transportadoras tais como a glicoproteína P. Recomenda-se que os doentes tratados com substâncias que são metabolizadas pelo complexo enzimático CYP3A4 sejam cuidadosamente monitorizados durante duas semanas no início ou após o fim do tratamento com rufinamida, ou após qualquer alteração significativa da dose. Pode ser necessário considerar um ajuste na dose do medicamento concomitantemente administrado. Estas recomendações devem também ser consideradas quando a rufinamida é utilizada concomitantemente com substâncias com um intervalo terapêutico estreito como a varfarina e a digoxina. Um estudo específico de interação em indivíduos saudáveis não revelou qualquer influência da rufinamida numa dose de 400 mg b.i.d. na farmacocinética da olanzapina, um substrato da CYP1A2.
 Risco Moderado

Sucralfato + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Estudos em animais mostraram que a administração simultânea de sucralfato com tetraciclina, fenitoína, digoxina, cimetidina, ranitidina, ciprofloxacina, norfloxacina e teofilina originou uma redução estatisticamente significativa na biodisponibilidade destes agentes. O mecanismo destas interações é de natureza não sistémica, resultante da ligação do sucralfato ao fármaco administrado concomitantemente, no tracto gastrointestinal. A biodisponibilidade destes fármacos poderá ser restabelecida fazendo a sua administração duas horas antes da toma de Sucralfato.

Bosutinib + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se precaução no caso de uma administração de bosutinib com medicamentos que sejam substratos da glicoproteína-P (gp-P). Um estudo in vitro sugere que o bosutinib pode aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos que sejam substratos da gp-P, tais como digoxina, colchicina, tacrolimus e quinidina; agentes quimioterapêuticos, tais como etoposido, doxorrubicina e vinblastina; agentes imunossupressores; glucocorticoides como a dexametasona; agentes de terapêutica antiretroviral do HIV-tipo 1 como, por exemplo, inibidores da protease e inibidores não nucleósidos da transcriptase reversa.

Ezetimiba + Digoxina

Observações: Só foram efetuados estudos de interação em adultos. Nos estudos pré-clínicos, demonstrou-se que a ezetimiba não induz as enzimas metabolizadoras de fármacos do citocromo P450. Não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente significativas entre a ezetimiba e os fármacos metabolizados pelos citocromos P450 1A2, 2D6, 2C8, 2C9 e 3A4, ou pela N-acetiltransferase.
Interações: Em estudos de interação clínica, a ezetimiba não teve qualquer efeito na farmacocinética de digoxina, durante a administração concomitante.
 Sem significado Clínico

Cilazapril + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Outros: Não se observaram interações clinicamente significativas quando o cilazapril foi administrado concomitantemente com digoxina, nitratos, anticoagulantes cumarínicos e bloqueadores dos recetores H2.

Enalapril + Lercanidipina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: LERCANIDIPINA: Associações que necessitam de precaução para utilização: Digoxina: A coadministração de 20 mg de lercanidipina em doentes submetidos a tratamento crónico com β -metildigoxina não revelou qualquer evidência de interação farmacocinética. Voluntários saudáveis tratados com digoxina após uma dose de 20 mg de lercanidipina administrada em jejum, apresentaram um aumento médio de 33% na Cmáx da digoxina, enquanto que a AUC e a depuração renal não foram significativamente alteradas. Doentes submetidos a tratamento concomitante com digoxina devem ser cuidadosamente monitorizados do ponto de vista clínico relativamente a sinais de toxicidade pela digoxina.

Metformina + Sitagliptina + Digoxina

Observações: A coadministração de doses múltiplas de sitagliptina (50 mg duas vezes por dia) e metformina (1.000 mg duas vezes por dia) não alterou significativamente o perfil farmacocinético da sitagliptina nem da metformina em doentes com diabetes tipo 2. Embora não tenham sido realizados estudos farmacocinéticos de interação medicamentosa com Metformina/Sitagliptina, foram efetuados estudos com as substâncias ativas individuais, a sitagliptina e a metformina. Existe um risco aumentado de acidose láctica na intoxicação alcoólica aguda (em particular nas situações de jejum, desnutrição ou insuficiência hepática) devido à metformina.
Interações: Efeitos da sitagliptina noutros medicamentos: Digoxina: A sitagliptina exerceu um pequeno efeito nas concentrações plasmáticas de digoxina. Após a administração diária de 0,25 mg de digoxina concomitantemente com 100 mg de sitagliptina durante 10 dias, observou-se um aumento médio de cerca de 11% da AUC plasmática da digoxina e de cerca de 18% da Cmax plasmática. Não se recomenda um ajuste da dose da digoxina. Todavia, os doentes em risco de toxicidade de digoxina devem ser monitorizados quando a sitagliptina e a digoxina são administradas concomitantemente.

Fosinopril + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Outros: A biodisponibilidade do fosinopril não sofre alteração quando é administrado com ácido acetilsalicílico, clortalidona, cimetidina, digoxina, hidroclorotiazida, metoclopramida, nifedipina, propranolol, propantelina ou varfarina.

Pitolisant + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Medicamentos cujo metabolismo pode ser afetado pelo pitolisant: Substratos da CYP3A4 e da CYP2B6: Com base nos dados in vitro, o pitolisant e os seus metabolitos principais podem induzir a CYP3A4 e a CYP2B6 em concentrações terapêuticas, e a CYP2C, UGT e glicoproteína-P por extrapolação. Não existem dados clínicos disponíveis sobre a magnitude desta interação. Por conseguinte, a associação de pitolisant com substratos da CYP3A4 com uma margem terapêutica estreita (por exemplo, imunossupressores, docetaxel, inibidores das quinases, cisaprida, pimozida, halofantrina), deve ser evitada. Medicamentos cujo metabolismo pode ser afetado pelo pitolisant: Com outros substratos da CYP3A4, CYP2B6 (por exemplo, efavirenz, bupropiona), CYP2C (por exemplo, repaglinida, fenitoína, varfarina), glicoproteína-P (por exemplo, dabigatrano, digoxina) e UGT (por exemplo, morfina, paracetamol, irinotecano), é necessária precaução quanto à monitorização clínica da sua eficácia.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Magaldrato + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Uma vez que os antiácidos podem diminuir a absorção de outros fármacos quando administrados concomitantemente (como por exemplo, tetraciclinas, benzodiazepinas, digoxina, dicumarol, indometacina, cimetidina, ácido quenodesoxicólico e ácido ursodesoxicólico), em princípio deve ser mantido um intervalo de 1 - 2 horas entre a ingestão de Magaldrato e dos outros medicamentos. Pode ocorrer uma ligeira diminuição da absorção de digoxina, isoniazida, compostos de ferro e cloropromazina, quando estes fármacos são administrados concomitantemente com os comprimidos de Magaldrato.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Acetilsalicilato de lisina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Aumento da concentração plasmática

Brometo de ipratrópio + Salbutamol + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Da hipocaliémia pode resultar um aumento da susceptibilidade para arritmias em doentes que estão a tomar digoxina. Nestas situações, recomenda-se que os níveis séricos de potássio sejam monitorizados. Pode ocorrer uma redução potencialmente grave do efeito broncodilatador durante a administração concomitante de bloqueadores beta.

Ceritinib + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Agentes que são substratos de transportadores: Com base nos dados in vitro, ceritinib não inibe o transportador de efluxo apical MRP2, transportadores da captação hepática OATP1B1 ou OATP1B3, transportadores da captação renal orgânicos aniónicos OAT1 e OAT3, ou transportadores da captação de catiões orgânicos OCT1 ou OCT2 em concentrações clinicamente relevantes. Assim, é pouco provável que existam interações clínicas farmacológicas resultantes da inibição de substratos mediadas por ceritinib. Com base em dados in vitro, prevê-se que ceritinib iniba a gp-P intestinal e BCRP em concentrações clinicamente relevantes. Assim, ceritinib pode ter o potencial de aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos co administrados, transportados por estas proteínas. Deve ter-se precaução com o uso concomitante de substratos da BCRP (por exemplo, rosuvastatina, topotecano, sulfassalazina) e substratos da gp-P (digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina) e monitorizar cuidadosamente as reações adversas.

Desferrasirox + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Não foi observada interação entre Desferrasirox e digoxina em voluntários adultos saudáveis.

Hipericão + Digoxina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interações: Devido à uma redução da eficácia terapêutica, a utilização de Hipericão é desaconselhada em associação com: - Digoxina, - Teofilina, - Contraceptivos orais (risco de hemorragias intermenstruais com risco de gravidez não desejada). As mulheres não devem interromper a toma de contraceptivos se hemorragias irregulares aparecerem durante a utilização concomitante de Hipericão, - Verapamil (um estudo clínico mostrou a diminuição da bio-disponibilidade deste antihipertensivo).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácidos biliares - resinas sequestradoras + Digoxina

Observações: As resinas podem ligar-se, no tubo digestivo, a fármacos administrados por via oral. Podem também ligar-se a fármacos que sofrem circulação entero-hepática, mesmo se estes fármacos forem administrados por via parentérica
Interações: Fármacos cuja absorção pode ser reduzida: - Digoxina
 Sem significado Clínico

Rosiglitazona + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Não foram observadas interações clinicamente relevantes com a digoxina, com o substrato de CYP2C9 varfarina, nem com os substratos de CYP3A4 nifedipina, etinilestradiol ou noretindrona, após administração concomitante com a rosiglitazona.

Liraglutido + Digoxina

Observações: In vitro, liraglutido apresentou um potencial muito reduzido para envolvimento em interações farmacocinéticas com outras substâncias ativas relacionadas com o citocromo P450 e a ligação às proteínas plasmáticas. O pequeno atraso do esvaziamento gástrico com liraglutido poderá influenciar a absorção de medicamentos administrados concomitantemente por via oral. Os estudos de interação não mostraram qualquer atraso clinicamente relevante da absorção, pelo que não é necessário o ajuste da dose. Alguns doentes tratados com liraglutido comunicaram pelo menos um episódio de diarreia aguda. A diarreia pode afetar a absorção de medicamentos administrados concomitantemente por via oral.
Interações: A administração de uma dose única de 1 mg de digoxina com liraglutido resultou numa redução da AUC da digoxina de 16%; a Cmax diminuiu em 31%. O tmax médio da digoxina foi atrasado de 1 h para 1,5 h. Com base nestes resultados, não é necessário qualquer ajuste da dose de digoxina.
 Sem significado Clínico

Metformina + Vildagliptina + Digoxina

Observações: Não foram efetuados estudos formais de interação com Metformina/Vildagliptina. As informações seguintes refletem a informação disponível com as substâncias ativas em monoterapia.
Interações: Vildagliptina: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez que a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas. Estudos de interação medicamentosa com digoxina (substrato da glicoproteína - P) e varfarina (substrato CYP2C9) em indivíduos saudáveis revelaram não existir interações farmacocinéticas clinicamente relevantes, após coadministração com vildagliptina.

Amlodipina + Atorvastatina + Digoxina

Observações: Os dados de um estudo de interação fármaco-fármaco que envolveu 10 mg de amlodipina e 80 mg de atorvastatina em indivíduos saudáveis indicam que a farmacocinética da amlodipina não é alterada quando os fármacos são coadministrados. Não foi demonstrado nenhum efeito da amlodipina na Cmáx da atorvastatina, mas a AUC da atorvastatina aumentou 18% (IC 90% [109-127%]) na presença de amlodipina. Não foi realizado nenhum estudo de interação medicamentosa com a associação fixa de amlodipina e atorvastatina e outros fármacos, embora tenham sido realizados estudos com os componentes individuais amlodipina e atorvastatina.
Interações: Interações relacionadas com a AMLODIPINA: Em estudos de interação foi também demonstrado que a cimetidina, a atorvastatina, os sais de alumínio/magnésio e a digoxina não afetaram a farmacocinética da amlodipina. Efeito da atorvastatina nos medicamentos coadministrados: Digoxina: Quando se coadministraram tomas múltiplas de digoxina e 10 mg de atorvastatina, as concentrações de digoxina em estado estacionário aumentaram ligeiramente. Os doentes que se encontram a tomar digoxina deverão ser adequadamente monitorizados.

Carfilzomib + Digoxina

Observações: Estudos in vitro indicaram que carfilzomib não induziu o CYP3A4 humano em meio de cultura fresco de hepatócitos humanos. Desconhece-se se carfilzomib é um indutor do CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19 e 2B6 em concentrações terapêuticas. Deve-se ter cuidado quando carfilzomib é combinado com medicamentos que são substratos destas enzimas. Carfilzomib não inibe a CYP1A2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19 e 2D6 in vitro e, portanto, não está previsto que influencie a exposição dos medicamentos que são substratos destas enzimas como resultado da inibição. Carfilzomib é uma P-glicoproteína (P-gp) mas não um substrato da BCRP. No entanto, uma vez que Carfilzomib é administrado por via intravenosa e extensamente metabolizado, é pouco provável que o perfil farmacocinético de carfilzomib seja afetado pelos inibidores ou indutores de P-gp ou da BCRP. Em concentrações in vitro (3 µM) mais baixas do que as esperadas em doses terapêuticas, carfilzomib inibe o transporte de efluxo da digoxina, um substrato da P-gp, em 25%. In vitro, carfilzomib inibe OATP1B1 com um IC50 = 2,01µM, no entanto desconhece-se se carfilzomib pode ou não inibir outros transportadores OATP1B3, OAT1, OAT3, OCT2 e BSEP a nível sistémico. Considerando a eliminação rápida de carfilzomib, um declínio rápido notável na concentração sistémica 5 minutos após o final da perfusão, o risco de interações clinicamente relevantes com substratos destes transportadores é provavelmente baixo. Não está ainda estabelecida a inibição das enzimas UDP glucuronosiltransferase (UGT) pelo carfilzomib.
Interações: Deve-se ter cuidado quando carfilzomib é combinado com substratos da P-gp (por exemplo, digoxina, colchicina).

Azilsartan medoxomil + Clorotalidona + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Azilsartan medoxomilo: Não foram notificadas interações clinicamente significativas em estudos do azilsartan medoxomilo ou do azilsartan administrado com amlodipina, antiácidos, clorotalidona, digoxina, fluconazol, gliburida, cetoconazol, metformina e varfarina. O azilsartan medoxomilo é um profármaco, que é rapidamente hidrolisado na sua fração ativa azilsartan por esterases no trato gastrointestinal e/ou durante a absorção do fármaco. Estudos in vitro indicaram que é improvável a ocorrência de interações baseadas na inibição das estearases.

Moxifloxacina + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Interações com medicamentos: Após a administração repetida a voluntários saudáveis a moxifloxacina aumentou a Cmax da digoxina em aproximadamente 30% sem afetar a AUC ou a concentração mínima no estado estacionário. Não são necessárias precauções ao usar concomitantemente com digoxina.

Rifapentina + Digoxina

Observações: Rifapentina induz o metabolismo por enzimas CYP3A4, CYP2C8 e CYP2C9. Pode ser necessário ajustar a dosagem dos medicamentos metabolizadas por estas enzimas, se forem tomadas com rifapentina.
Interações: Medicamentos que podem ser afectados pela rifapentina incluem varfarina, propranolol, digoxina, inibidores de protease e contracetivos orais.

Tenoxicam + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: No decurso dos ensaios clínicos, não se verificaram interações nos doentes tratados simultaneamente com digitálicos, pelo que o uso simultâneo de tenoxicam e digoxina não parece implicar qualquer risco importante.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Conivaptan + Digoxina

Observações: O Conivaptan é um substrato sensível do CYP3A. Conivaptan é um inibidor com base em mecanismo potente do CYP3A. O efeito de conivaptan na farmacocinética de substratos CYP3A co-administrada foi avaliada com a co-administração de conivaptan com midazolam, simvastatina, e amlodipina.
Interações: A co-administração de uma dose de 0,5 mg de digoxina, um substrato da glicoproteína-P, com conivaptan via oral cloridrato de 40 mg resultou duas vezes por dia numa redução de 30% na depuração e 79% e 43% de aumento nos valores de digoxina C max e AUC, respectivamente.

Nateglinida + Digoxina

Observações: Alguns medicamentos influenciam o metabolismo da glucose e, portanto, devem ser consideradas pelo médico possíveis interações. Quando os medicamentos - que aumentam ou reduzem o efeito hipoglicémico da nateglinida - são administrados ou retirados a doentes medicados com nateglinida, o doente deve ser cuidadosamente vigiado quanto a alterações no controlo da glicemia. Dados disponíveis de estudos in vitro e in vivo indicam que a nateglinida é metabolizada principalmente pela CYP2C9, com envolvimento da CYP3A4 em menor extensão. Não foram realizados estudos de interação in vivo com um inibidor da 3A4. In vivo, a nateglinida não tem efeito clinicamente relevante na farmacocinética de medicamentos metabolizados pela CYP2C9 e CYP3A4. Em estudos in vitro, a nateglinida demonstrou um baixo potencial para deslocar as proteínas.
Interações: A farmacocinética da varfarina (um substrato da CYP3A4 e CYP2C9), diclofenac (um substrato da CYP2C9), e digoxina não foi afetada pela administração concomitante com nateglinida. Inversamente, estes medicamentos não tiveram efeito na farmacocinética da nateglinida. Por conseguinte, não é necessário o ajuste posológico da digoxina, varfarina ou outros fármacos que são substratos da CYP2C9 ou CYP3A4 em consequência da administração concomitante com Nateglinida.

Apixabano + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Efeito do apixabano noutros medicamentos: Estudos in vitro com apixabano não mostraram efeito inibitório na atividade da CYP1A2, CYP2A6, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2D6 ou CYP3A4 (CI50 >45μM) e mostraram um efeito inibitório fraco na atividade da CYP2C19 (CI50 >20 μM) em concentrações que são significativamente maiores do que os picos das concentrações plasmáticas observadas nos doentes. O apixabano não induziu a CYP1A2, CYP2B6, CYP3A4/5 numa concentração até 20 μM. Consequentemente, não se espera que o apixabano altere a depuração metabólica de fármacos coadministrados que sejam metabolizados por estas enzimas. O apixabano não é um inibidor significativo da P-gp. Em estudos efetuados em indivíduos saudáveis, como descrito abaixo, o apixabano não alterou de modo significativo a farmacocinética da digoxina, naproxeno ou atenolol. Digoxina: A coadministração do apixabano (20 mg uma vez por dia) e digoxina (0,25 mg uma vez por dia), um substrato da P-gp, não afetou a AUC ou Cmax da digoxina. Consequentemente, o apixabano não inibe o transporte do substrato mediado pela P-gp.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Neomicina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: A Neomicina diminui a absorção de alguns fármacos, a exemplo da digoxina, metotrexato, Penicilina V.

Tezacaftor + Ivacaftor + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Medicamentos que são afetados pelo tezacaftor e ivacaftor CYP3A, digoxina e outros substratos da gp-P Substratos da CYP3A A coadministração com midazolam (oral), um substrato sensível da CYP3A, não afetou a exposição ao midazolam. Não é necessário qualquer ajuste posológico dos substratos da CYP3A quando coadministrado com Tezacaftor/Ivacaftor em associação com o ivacaftor. Medicamentos que são afetados pelo tezacaftor e ivacaftor Digoxina e outros substratos da gp-P A coadministração com digoxina, um substrato sensível da gp-P, aumentou a exposição à digoxina 1,3 vezes, o que é consistente com a inibição fraca da gp-P pelo ivacaftor. A administração de Tezacaftor/Ivacaftor em associação com o ivacaftor poderá aumentar a exposição sistémica de medicamentos que são substratos sensíveis da gp-P, o que poderá aumentar ou prolongar o seu efeito terapêutico e reações adversas. Deve ter-se precaução e proceder-se a uma monitorização cuidadosa quando utilizados concomitantemente com digoxina ou com outros substratos da gp-P com um índice terapêutico estreito, tais como a ciclosporina, everolímus, sirolímus e tacrolímus.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Epoprostenol (Prostaciclina) + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Os doentes a tomar digoxina podem apresentar elevações nas concentrações da digoxina após o início da terapêutica com epoprostenol. Estas podem ser clinicamente significativas em doentes com tendência para toxicidade com digoxina. Assim, nos doentes tratados com epoprostenol e digoxina, a monitorização dos níveis de digoxina é aconselhável até que os níveis sejam clinicamente estáveis.

Fondaparinux sódico + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Os anticoagulantes orais (varfarina), antiagregantes plaquetários (ácido acetilsalicílico), AINEs (piroxicam) e digoxina não interagem com a farmacocinética de fondaparinux. A dose de fondaparinux (10 mg) nos estudos de interação foi superior à dose recomendada nas presentes indicações. Fondaparinux não influencia o INR da varfarina nem o tempo de hemorragia sob tratamento com ácido acetilsalicílico ou piroxicam, nem a farmacocinética da digoxina no estado de equilíbrio.

Lapatinib + Digoxina

Observações: O lapatinib é predominantemente metabolizado pelo CYP3A.
Interações: O lapatinib inibe in vitro a proteína transportadora da Pgp a concentrações clínicas relevantes. A administração concomitante de lapatinib com digoxina administrada por via oral resultou num aumento de aproximadamente 80% da AUC da digoxina. Recomenda-se precaução quando se administra lapatinib com medicamentos com janelas terapêuticas estreitas que são substratos da Pgp, devendo considerar-se uma redução na dose do substrato da Pgp.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cabozantinib + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Efeito de cabozantinib sobre outros medicamentos: Substratos da glicoproteína-P: Cabozantinib era um inibidor (IC50 = 7,0 μM), mas não um substrato, de atividades de transporte P-gp num sistema de ensaio bidirecional usando células MDCK-MDR1. Portanto, cabozantinib pode ter o potencial de aumentar as concentrações plasmáticas de substratos co-administrados de P-gp. Os participantes devem ser avisados no que se refere ao substrato P-gp (por exemplo, fexofenadina, aliscireno, ambrisentano, etexilato dabigatran, digoxina, colchicina, maraviroc, posaconazol, ranolazina, saxagliptina, sitagliptina, talinolol, tolvaptan) enquanto recebem cabozantinib.

Eprosartan + Digoxina

Observações: Foi demonstrado in vitro que o eprosartan não inibe as isoenzimas CYP1A, 2A6, 2C9/8, 2C19, 2D6, 2E e 3A do citocromo P450 humano.
Interações: Não foram demonstrados efeitos na farmacocinética da digoxina nem na farmacodinâmica da varfarina ou gliburida (glibenclamida) com eprosartan.

Nifedipina + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos da nifedipina sobre outros medicamentos: Digoxina: A administração simultânea de nifedipina e digoxina pode levar a uma reduzida depuração da digoxina e, consequentemente, a um aumento das concentrações plasmáticas de digoxina. Por conseguinte, o doente deve ser submetido a exames preventivos com vista a detetar eventuais sintomas de sobredosagem com digoxina e, se necessário, a dose do glicosido deve ser reduzida.

Acitretina + Digoxina

Observações: O tratamento sistémico com retinóides pode causar um aumento da pressão intracraniana.
Interações: Até à data não se observaram interações de Acitretina com outros medicamentos (p. ex., digoxina, cimetidina, contracetivos orais com estrogénio-progesterona combinados).

Cilazapril + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Interações relacionadas principalmente com o CILAZAPRIL: Outros: Não se observaram interações clinicamente significativas quando o cilazapril foi administrado concomitantemente com digoxina, nitratos, anticoagulantes cumarínicos e bloqueadores dos recetores H2. Interações relacionadas principalmente com a HIDROCLOROTIAZIDA: Digoxina: Uma vez que pode ocorrer hipocaliemia induzida por tiazidas durante a terapêutica com cilazapril / hidroclorotiazida, e que esta pode aumentar o risco de arritmia associado à terapia com digoxina, recomenda-se a monitorização dos níveis plasmáticos de potássio.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Mirabegrom + Digoxina

Observações: Dados in vitro Mirabegrom é transportado e metabolizado por inúmeras vias. Mirabegrom é um substrato do citocromo P450 3A4 (CYP), do CYP 2D6, da butirilcolinesterase, da uridina difosfato glucuronil transferase (UGT), do transportador de efluxo glicoproteína P (P - gp) e dos transportadores de influxo de catiões orgânicos (OCT) OCT1, OCT2 e OCT3. Estudos com Mirabegrom que usaram microssomas hepáticos humanos e enzimas CYP humanas recombinantes mostraram que o Mirabegrom é um inibidor moderado e dependente do tempo do CYP 2D6 e um inibidor fraco do CYP 3A. Em altas concentrações, mirabegrom inibe o transporte de fármacos mediado pela P - gp. O efeito da coadministração de medicamentos sobre a farmacocinética do Mirabegrom e o efeito do Mirabegrom na farmacocinética de outros medicamentos foram estudados em ensaios com dose única e em ensaios com múltiplas doses. A maior parte das interações medicamentosas foram estudadas usando uma dose de 100 mg de Mirabegrom em comprimidos com sistema de absorção oral controlada ( Oral Controlled Absorption System, OCAS).
Interações: O Mirabegrom é um inibidor fraco da P - gp. O mirabegrom aumentou em 29% a Cmax e em 27% a AUC, do substrato da P - gp digoxina, em voluntários saudáveis. Em doentes que estejam a iniciar uma combinação de Mirabegrom e digoxina, deve prescrever-se inicialmente um a dose mais baixa de digoxina. As concentrações séricas de digoxina devem ser monitorizadas e utilizadas para a titulação da digoxina para se obter o efeito clínico desejado. Deve ser considerado o potencial para a inibição da P - gp do Mirabegrom, quando o Mirabegrom é combinado com substratos sensíveis à P - gp, como por exemplo o dabigatrano.

Edoxabano + Digoxina

Observações: O edoxabano é predominantemente absorvido no trato gastrointestinal (GI) superior. Desta forma, os medicamentos ou afeções que aumentam o esvaziamento gástrico e a motilidade intestinal têm o potencial de reduzir a dissolução e absorção do edoxabano.
Interações: Substratos da gp-P: Digoxina: 60 mg de edoxabano uma vez por dia, nos dias 1 a 14, com administração concomitante de doses múltiplas diárias de 0,25 mg de digoxina duas vezes por dia (dias 8 e 9) e 0,25 mg uma vez por dia (dias 10 a 14) aumentou a Cmax do edoxabano em 17%, sem produzir um efeito significativo na AUC ou na depuração renal no estado estacionário. Quando os efeitos do edoxabano na PK da digoxina foram também analisados, verificou-se que a Cmax da digoxina aumentou em aproximadamente 28%, tendo a a AUC aumentado em 7%, o que não foi considerado clinicamente relevante. Não é necessário alterar a dose de do medicamento quando este é administrado concomitantemente com digoxina. Efeito do edoxabano sobre outros medicamentos: Quando administrado concomitantemente com digoxina, o edoxabano aumentou a Cmax desta em 28%; contudo, a AUC não foi afetada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Enalapril + Nitrendipina + Digoxina

Observações: O sumo de toranja inibe o metabolismo oxidativo da nitrendipina. A sua ingestão simultânea com sumo de toranja aumenta a concentração plasmática de nitrendipina, o que pode aumentar o efeito hipotensor do medicamento.
Interações: O enalapril foi administrado com digoxina, sem evidência de interações adversas clinicamente significativas. A administração simultânea de nitrendipina e digoxina pode provocar um incremento dos níveis plasmáticos de digoxina. Assim, os doentes deverão ser observados relativamente a sintomas de toxicidade da digoxina ou, se se justificar, deverão monitorizar-se os níveis plasmáticos de digoxina.

Quinapril + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Outros agentes: Não se registaram interações farmacocinéticas clinicamente importantes quando se administrou quinapril em associação a Propranolol, hidroclorotiazida, digoxina ou cimetidina. O efeito anticoagulante de uma dose única de varfarina (medida pelo tempo de protrombina) não foi significativamente alterado pela administração combinada de quinapril, duas vezes ao dia. Quando administrados em concomitância, as seguintes drogas podem interagir com diuréticos tiazídicos.

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Requer precaução: A concentração plasmática da digoxina é aumentada devido a uma diminuição da excreção renal.
 Sem significado Clínico

Repaglinida + Digoxina

Observações: Não foram efetuados estudos de interação em crianças.
Interações: Repaglinida não teve efeito clínico relevante nas propriedades farmacocinéticas da digoxina, teofilina ou varfarina em estado de equilíbrio, quando administrado regularmente a voluntários saudáveis. Portanto, não parece ser necessário o ajuste da dosagem destes compostos na sua administração concomitante com repaglinida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clozapina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com elevada ligação às proteínas (ex: varfarina e digoxina): A clozapina pode provocar um aumento na concentração plasmática destes fármacos devido à deslocação das proteínas plasmáticas. Os doentes devem ser monitorizados quanto à ocorrência de efeitos indesejáveis associados a estes fármacos, e as doses do fármaco ligado às proteínas devem ser ajustadas, se necessário.
 Sem significado Clínico

Rosuvastatina + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Com base em dados de estudos de interação específicos, não são esperadas interações clinicamente relevantes com digoxina.

Amlodipina + Valsartan + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Amlodipina / Valsartan e outros medicamentos.
Interações: Interações associadas à AMLODIPINA: A ter em consideração aquando da utilização concomitante: Outras: Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina. Interações associadas ao VALSARTAN: Outras: Em monoterapia com valsartan não se verificaram interações clinicamente significativas com as seguintes substâncias: cimetidina, varfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina, glibenclamida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sulfametoxazol + Trimetoprim + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Foram relatadas as seguintes interações: Efeito aumentado (potenciado) dos anticoagulantes orais (reforço do efeito hipoprotrombinémico dos cumarínicos), antidiabéticos orais do grupo das sulfonilureias, difenilhidantoína (fenitoína), metotrexato e barbitúricos de acção curta de administração intravenosa (por ex. tiopental) assim como um aumento dos níveis de digoxina, no caso de doentes mais idosos;

Ertugliflozina + Sitagliptina + Digoxina

Observações: Não foram efetuados estudos de interação medicamentosa farmacocinética com Ertugliflozina + Sitagliptina; contudo, estes tipos de estudo foram efetuados com as substâncias ativas individuais de Ertugliflozina + Sitagliptina.
Interações: Sitagliptina Interações farmacocinéticas Digoxina: A sitagliptina teve um pequeno efeito nas concentrações plasmáticas de digoxina. Após a administração diária de 0,25 mg de digoxina concomitantemente com 100 mg de sitagliptina durante 10 dias, a AUC plasmática da digoxina aumentou, em média, 11% e a Cmax aumentou, em média, 18%. Não é recomendado qualquer ajuste da dose da digoxina. No entanto, os doentes com risco de toxicidade de digoxina devem ser monitorizados quando sitagliptina e digoxina são administradas concomitantemente.

Letermovir + Digoxina

Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.
Interações: Medicamentos cardiovasculares Digoxina (0,5 mg dose única)/ letermovir (240 mg duas vezes por dia): Não é necessário ajuste posológico.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Empagliflozina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da empagliflozina sobre outros medicamentos: Com base nos estudos in vitro, a empagliflozina não inibe, inativa ou induz as isoformas do CYP450. A empagliflozina não inibe a P-gp em doses terapêuticas. Com base em estudos in vitro, considera-se pouco provável que a empagliflozina cause interações com fármacos que sejam substratos da glicoproteína-P. A administração concomitante de digoxina, um substrato da P-gp, com empagliflozina resultou num aumento de 6% da AUC e de 14% da Cmax da digoxina. Estas alterações não foram consideradas clinicamente significativas. Efeitos da empagliflozina sobre outros medicamentos: In vitro, a empagliflozina não inibe transportadores da recaptação humanos, tais como o OAT3, OATP1B1 e OATP1B3, em concentrações plasmáticas clinicamente relevantes e, como tal, consideram-se pouco prováveis as interações medicamentosas com substratos destes transportadores da recaptação. Estudos de interação, realizados com voluntários saudáveis, sugerem que a empagliflozina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da metformina, glimepirida, pioglitazona, sitagliptina, linagliptina, sinvastatina, varfarina, Ramipril, digoxina, diuréticos e contracetivos orais.

Lumacaftor + Ivacaftor + Digoxina

Observações: O lumacaftor é um indutor potente das CYP3A e o ivacaftor é um inibidor fraco das CYP3A, quando administrados em monoterapia. Existe a possibilidade de outros medicamentos afetarem lumacaftor/ivacaftor quando administrados concomitantemente, assim como de lumacaftor/ivacaftor afetar outros medicamentos.
Interações: Substratos da P-gp: Estudos in vitro indicaram que o lumacaftor tem o potencial de inibir e de induzir a P-gp (glicoproteína-P). Além disso, um estudo clínico com ivacaftor em monoterapia demonstrou que o ivacaftor é um inibidor fraco da P-gp. Portanto, a utilização concomitante de lumacaftor/ivacaftor com substratos da P-gp (p. ex., digoxina) pode alterar a exposição destes substratos. Digoxina: A concentração sérica de digoxina deve ser monitorizada e a dose deve ser titulada para obter o efeito clínico desejado. Lumacaftor/ivacaftor pode alterar a exposição da digoxina.
 Sem significado Clínico

Metformina + Alogliptina + Digoxina

Observações: A coadministração de 100 mg de alogliptina uma vez ao dia e 1.000 mg de cloridrato de metformina duas vezes ao dia, durante 6 dias, em indivíduos saudáveis, não teve quaisquer efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da alogliptina ou da metformina. Não foram realizados estudos farmacocinéticos específicos de interação medicamentosa com este medicamento.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre a alogliptina: A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Os resultados dos estudos de interação clínica também demonstraram que não há efeitos clinicamente relevantes do gemfibrozil (um inibidor do CYP2C8/9), fluconazol (um inibidor do CYP2C9), cetoconazol (um inibidor do CYP3A4), ciclosporina (um inibidor da glicoproteína-P), voglibose (um inibidor da alfa-glucosidase), digoxina, metformina, cimetidina, pioglitazona ou atorvastatina na farmacocinética da alogliptina. Efeitos da alogliptina sobre outros medicamentos: Em estudos in vitro, constatou-se que a alogliptina não é um substrato nem um inibidor dos principais transportadores associados à disposição do fármaco no rim: transportador aniónico orgânico 1, transportador aniónico orgânico 3 ou transportador catiónico orgânico 2 (OCT2). Além disso, os dados clínicos não sugerem interação com os inibidores ou substratos da glicoproteína-P. Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contracetivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interação com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2. Em indivíduos saudáveis, a alogliptina não tem qualquer efeito no tempo da protrombina ou Razão Normalizada Internacional (INR) quando administrada concomitantemente com a varfarina.

Ivabradina + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Estudos específicos de interação medicamentosa demonstraram que não existe efeito clinicamente significativo dos seguintes medicamentos na farmacocinética e farmacodinâmica da ivabradina: Inibidores da bomba de protões (omeprazol, lansoprazol), sildenafil, inibidores da redutase HMG CoA (sinvastatina), bloqueadores dos canais de cálcio dihidropiridinicos (amlodipina, lacidipina), digoxina e varfarina. Adicionalmente não houve qualquer efeito clinicamente significativo da ivabradina sobre a farmacocinética da sinvastatina, amlodipina, lacidipina, sobre a farmacocinética e farmacodinâmica da digoxina, varfarina e sobre a farmacodinâmica do Ácido Acetilsalicílico.

Dapagliflozina + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos da dapagliflozina noutros medicamentos: Em estudos de interação realizados em indivíduos saudáveis, utilizando essencialmente um desenho de dose única, a dapagliflozina não alterou a farmacocinética da metformina, pioglitazona, sitagliptina, glimepirida, hidroclorotiazida, bumetanida, valsartan, digoxina (um substrato da P-gp) ou varfarina (S-varfarina, um substrato do CYP2C9), ou os efeitos anticoagulantes da varfarina medidos pelo INR.

Rilpivirina + Digoxina

Observações: A rilpivirina é um inibidor in vitro do transportador MATE-2K com um IC50 < 2,7 nM. As implicações clínicas deste achado são atualmente desconhecidas.
Interações: Medicamentos que são afetados pela utilização de rilpivirina: Não é provável que rilpivirina numa dose de 25 mg, uma vez por dia, tenha um efeito clinicamente relevante na exposição de medicamentos metabolizados pelas enzimas CYP. A rilpivirina inibe a glicoproteína-P in vitro (IC50 é 9,2 μM). Num estudo clínico, a rilpivirina não afetou significativamente a farmacocinética da digoxina. Contudo, não pode ser totalmente excluído o facto de que a rilpivirina pode aumentar a exposição a outros medicamentos transportados pela glicoproteína-P, mais sensíveis à inibição da P-gp intestinal, i.e. dabigatrano etexilato. INTERAÇÕES E RECOMENDAÇÕES POSOLÓGICAS COM OUTROS MEDICAMENTOS ANTIARRÍTMICOS: Digoxina*: Não são necessários ajustes da dose. * A interação entre Rilpivirina e o medicamento foi avaliada num estudo clínico. Todas as outras interações medicamentosas apresentadas são previstas.

Orlistato + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Ausência de interações: Não foram observadas interações com amitriptilina, atorvastatina, biguanidas, digoxina, fibratos, fluoxetina, losartan, fenitoína, fentermina, pravastatina, Sistema Terapêutico Gastrointestinal (GITS) de nifedipina, nifedipina de libertação controlada, sibutramina ou álcool. A ausência destas interações foi demonstrada em estudos específicos de interação fármaco-fármaco.

Sofosbuvir + Velpatasvir + Voxilaprevir + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Interações entre Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir e outros medicamentos: ANTIARRÍTMICOS Digoxina Digoxina (dose única de 0,25 mg)e + velpatasvir (dose única de 100 mg) (Inibição da P-gp) A coadministração de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir com digoxina pode aumentar a concentração de digoxina. É necessária precaução e recomenda-se a monitorização das concentrações terapêuticas de digoxina.

Tiagabina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Tiagabina não tem qualquer efeito clinicamente significativo nas concentrações plasmáticas de fenitoína, carbamazepina, fenobarbital, valproato, varfarina, digoxina, teofilina e das hormonas contidas nos contracetivos orais.

Ácido acetilsalisílico + Atorvastatina + Ramipril + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Os AINEs aumentam os níveis plasmáticos de digoxina. A monitorização dos níveis plasmáticos da digoxina é recomendada durante o tratamento concomitante com Trinomia ou se este for suspenso. Quando foram coadministradas doses múltiplas de digoxina e 10 mg de atorvastatina, as concentrações de digoxina no estado de equilíbrio aumentaram ligeiramente. Os doentes medicados com digoxina devem ser devidamente monitorizados. Atorvastatina 80 mg OD durante 10 dias Digoxina 0,25 mg OD, 20 dias Os doentes medicados com digoxina devem ser devidamente monitorizados.

Pioglitazona + Digoxina

Observações: Os estudos efetuados no ser humano não sugerem indução do citocromo indutível principal P450, 1A, 2C8/9 e 3A4. Os estudos in vitro não demonstraram uma inibição de qualquer subtipo do citocromo P450.
Interações: Os estudos de interação demonstraram que a pioglitazona não possui efeitos relevantes quer sobre a farmacocinética quer sobre a farmacodinâmica da digoxina, varfarina, femprocumom e metformina.

Aliscireno + Digoxina

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interações: A biodisponibilidade da digoxina e de verapamilo pode ser ligeiramente reduzida por Aliscireno. Não se observaram interações relevantes com atenolol, digoxina, amlodipina ou cimetidina.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Bicarbonato de sódio + Carbonato de cálcio + Carbonato de magnésio + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Todos os antiácidos podem aumentar ou diminuir a taxa e/ou extensão da absorção de outros fármacos administrados concomitantemente por via oral, quer por modificação do tempo de trânsito intestinal quer por um efeito quelante dos fármacos. O aumento do pH do meio gástrico induzido pelos antiácidos pode influenciar a desintegração, dissolução, solubilidade ou ionização de fármacos com revestimento resistente ao ácido gástrico e ácidos fracos ou bases. Exemplo de alguns fármacos cuja absorção é prejudicada em presença de antiácidos: Tetraciclinas, sais de ferro, cloropromazina, digoxina, antagonistas H2, indometacina, nitrofurantoína e quinolonas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Propafenona + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Foram reportados aumentos da concentração plasmática ou níveis sanguíneos de propranolol, metoprolol, desipramina, ciclosporina, teofilina e digoxina durante o tratamento com cloridrato de propafenona. Caso se verifiquem sintomas de sobredosagem, devem determinar-se as concentrações plasmáticas e reduzir as doses, se necessário.

Venetoclax + Digoxina

Observações: Venetoclax é metabolizado predominantemente pelo CYP3A.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas por venetoclax: Substratos de gp-P, BCRP e OATP1B1: Venetoclax é um inibidor in vitro de gp-P, BCRP e OATP1B1. Deve ser evitada a coadministração de substratos de gp-P ou BCRP, de janela terapêutica estreita (p. ex. digoxina, dabigatrano, everolimus, sirolimus) com Venetoclax. Se houver necessidade de administrar um substrato de gp-P ou BCRP, de janela terapêutica estreita, este deve ser utilizado com precaução. No caso de um substrato de gp-P ou BCRP administrado oralmente que seja sensível à inibição no tracto gastrointestinal (p. ex. dabigatrano etexilato), a sua administração deve ser separada da administração de venetoclax tanto quanto possível para minimizar uma potencial interação. Se uma estatina (substrato de OATP) for utilizada concomitantemente com venetoclax, recomenda-se que o doente seja cuidadosamente monitorizado em relação a toxicidade relacionada com a estatina.

Abemaciclib + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do abemaciclib na farmacocinética de outros medicamentos Em indivíduos saudáveis, a coadministração de abemaciclib e loperamida, um substrato da P-glicoproteína (P-gp), resultou num aumento de 9% na exposição plasmática da loperamida, com base na AUC0-∞ e de 35% com base na Cmax. Isto não foi considerado clinicamente relevante. Contudo, com base na inibição in vitro da P-gp e da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP), observada com abemaciclib, podem ocorrer interações in vivo do abemaciclib com substratos destes transportadores com índice terapêutico estreito, como a digoxina ou o dabigatrano etexilato.
 Sem significado Clínico

Alogliptina + Digoxina

Observações: A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Estudos in vitro sugerem que a alogliptina não inibe nem induz as isoformas do CYP 450 em concentrações obtidas com a dose recomendada de 25 mg de alogliptina. Por conseguinte, não é esperada nem foi observada interação com substratos das isoformas do CYP 450. Em estudos in vitro, constatou-se que a alogliptina não é um substrato nem um inibidor dos principais transportadores associados à disposição do fármaco no rim: transportador aniónico orgânico 1, transportador aniónico orgânico 3 ou transportador catiónico orgânico 2 (OCT2).
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre a alogliptina: Os resultados dos estudos de interação clínica também demonstraram que não há efeitos clinicamente relevantes do gemfibrozil (um inibidor do CYP2C8/9), fluconazol (um inibidor do CYP2C9), cetoconazol (um inibidor do CYP3A4), ciclosporina (um inibidor da glicoproteína-P), voglibose (um inibidor da alfa-glucosidase), digoxina, metformina, cimetidina, pioglitazona ou atorvastatina na farmacocinética da alogliptina. Efeitos da alogliptina sobre outros medicamentos: Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contracetivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interação com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2.

Fosinopril + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Outros fármacos: a biodisponibilidade do fosinopril não ligado não é alterada pela coadministração com ácido acetilsalicílico, clortolidona, cimetidina, digoxina, metoclopramida, nifedipina, propanolol, propantelina ou varfarina. Fosinopril / Hidroclorotiazida tem sido usado concomitantemente com paracetamol, outros anti-inflamatórios não- esteroides, anti-histamínicos, antilipémicos, estrogénios, sem evidência de eventos adversos clinicamente importantes.

Levossimendano + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Não se observaram quaisquer interações farmacocinéticas numa análise populacional de doentes a receber digoxina e perfusão de Levossimendano

Nebivolol + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: As interações seguintes são as geralmente aplicáveis aos antagonistas beta-adrenérgicos. Associações a ser consideradas: Glicosidos digitálicos: O uso concomitante pode aumentar o tempo da condução aurículo-ventricular. Ensaios clínicos com nebivolol não mostraram evidência clínica de interacção. O nebivolol não influencia a cinética da digoxina.

Iloprost + Digoxina

Observações: Embora não tenham sido realizados ensaios clínicos, os estudos in vitro para investigar o potencial inibitório do iloprost na atividade enzimática do citocromo P450 revelaram que não é de esperar uma inibição relevante no metabolismo de fármacos por esta via enzimática pelo iloprost.
Interações: Num estudo com animais, foi descoberto que o iloprost pode resultar numa redução do estado estacionário da concentração plasmática de t-PA (ativador do plasminogénio). Os resultados dos estudos em humanos mostram que as perfusões de iloprost não afetam a farmacocinética de doses múltiplas orais de digoxina em doentes e o iloprost não tem impacto na farmacocinética de t-PA coadministrado.
 Sem significado Clínico

Pantoprazol + Digoxina

Observações: O pantoprazol é metabolizado no fígado pelo sistema enzimático do citocromo P450. Não se pode excluir a interacção com outros fármacos ou compostos que são metabolizados utilizando o mesmo sistema enzimático.
Interações: Não se observaram interações clinicamente significativas em testes específicos com vários fármacos ou compostos, nomeadamente carbamazepina, cafeína, diazepam, diclofenac, digoxina, etanol, glibenclamida, metoprolol, naproxeno, nifedipina, fenitoína, piroxicam, teofilina e um contracetivo oral.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Adrenalina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Cardiotónicos: A administração conjunta de adrenalina com Glicosídeos digitálicos aumenta a possibilidade de desenvolvimento de arritmias ventriculares por soma de acções. Por outro lado, a adrenalina apresenta um efeito hipocaliémico que pode aumentar a susceptibilidade a arritmias cardíacas causadas por digoxina e outros glucósidos cardiotónicos.

Atorvastatina + Perindopril + Amlodipina + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina, perindopril e amlodipina separadamente.
Interações: Utilização concomitante que requer CUIDADOS ESPECIAIS: ATORVASTATINA: Digoxina: Quando foram administradas concomitantemente doses múltiplas de digoxina e 10 mg de atorvastatina, as concentrações plasmáticas de digoxina no estado estacionário aumentaram ligeiramente. Os doentes a tomar digoxina devem ser adequadamente monitorizados. Utilização concomitante que requer ALGUNS CUIDADOS: AMLODIPINA: Digoxina, atorvastatina, varfarina ou ciclosporina: Nos estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Cariprazina + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Potencial da cariprazina para afetar outros medicamentos Substratos da glicoproteína P (gp-P): A cariprazina é um inibidor da gp-P in vitro na sua máxima concentração intestinal teórica. As consequências clínicas deste efeito não são totalmente compreendidas, porém, a utilização de substratos de gp-P que tenham um índice terapêutico estreito, tais como o dabigatrano e a digoxina, poderá exigir uma monitorização e ajuste da dose adicionais.
 Sem significado Clínico

Pioglitazona + Alogliptina + Digoxina

Observações: A coadministração de 25 mg de alogliptina uma vez ao dia e 45 mg de pioglitazona uma vez ao dia, durante 12 dias, em indivíduos saudáveis, não teve quaisquer efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da alogliptina, da pioglitazona ou dos seus metabolitos ativos. Não foram realizados estudos farmacocinéticos específicos de interação medicamentosa com este medicamento. A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Estudos realizados no ser humano não sugerem qualquer indução do principal citocromo induzível, o P450 (1A, 2C8/9 e 3A4). Estudos in vitro não demonstraram qualquer inibição de qualquer subtipo de citocromo P450. Não são esperadas interações com substâncias metabolizadas por estas enzimas p. ex., contracetivos orais, ciclosporina, bloqueadores do canal de cálcio e inibidores da HMGCoA redutase.
Interações: Os resultados dos estudos de interação clínica também demonstraram que não há efeitos clinicamente relevantes do gemfibrozil (um inibidor do CYP2C8/9), fluconazol (um inibidor do CYP2C9), cetoconazol (um inibidor do CYP3A4), ciclosporina (um inibidor da glicoproteína-P), voglibose (um inibidor da alfa-glucosidase), digoxina, metformina, cimetidina, pioglitazona ou atorvastatina na farmacocinética da alogliptina. Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contracetivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interação com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2. Estudos de interação demonstraram que a pioglitazona não tem qualquer efeito relevante na farmacocinética nem na farmacodinâmica da digoxina, varfarina, femprocumom ou metformina.
 Sem significado Clínico

Dasabuvir + Digoxina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Dasabuvir deve ser sempre administrado em conjunto com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Quando coadministrados, exercem efeitos recíprocos um sobre o outro. Por conseguinte, o perfil de interação dos compostos tem de ser considerado como uma associação.
Interações: Interações farmacocinéticas: Potencial para Dasabuvir afetar a farmacocinética de outros medicamentos: Os estudos de interação medicamentosa in vivo avaliaram o efeito global do tratamento de associação, incluindo o ritonavir. Transportadores específicos e as enzimas metabolizadoras que são afetados pelo dasabuvir quando associado a ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Medicamentos transportados pela gp-P no intestino: Embora o dasabuvir seja um inibidor da gp-P in vitro, não foi observada alteração significativa na exposição ao substrato gp-P, digoxina, quando administrada com Dasabuvir com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Não se pode excluir que a exposição sistémica do dabigatrano etexilato seja aumentada pelo dasabuvir devido à inibição da gp-P no intestino. Interações entre Dasabuvir com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e outros medicamentos: ANTIARRÍTMICOS: Digoxina 0,5 mg dose única: Administrado com: Dasabuvir+ombitasvir/paritaprevir/ritonavir Mecanismo: inibição da gp-P pelo dasabuvir, paritaprevir e ritonavir. Embora não seja necessário um ajuste da dose de digoxina, recomenda-se uma monitorização adequada dos níveis séricos da digoxina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Quinina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações plasmáticas podem ser aumentadas pela administração concomitante de quinina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sulfassalazina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Tem sido relatada uma absorção reduzida de digoxina, resultando em níveis séricos não terapêuticos, quando usada concomitantemente com a sulfassalazina oral.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dextrometorfano + Quinidina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Digoxina e outros substratos da glicoproteína P: A quinidina é um inibidor da glicoproteína P. A administração concomitante de quinidina com digoxina, um substrato da glicoproteína P, resulta em níveis séricos da digoxina que poderão chegar a atingir o dobro. As concentrações plasmáticas da digoxina devem ser monitorizadas de perto nos doentes que estiverem a tomar o dextrometorfano/quinidina de forma concomitante e a dose de digoxina deve ser reduzida conforme necessário.

Ranelato de estrôncio + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.

Azilsartan medoxomilo + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Não foram notificadas interações clinicamente significativas em estudos do azilsartan medoxomilo ou do azilsartan administrado com amlodipina, antiácidos, clorotalidona, digoxina, fluconazol, gliburida, cetoconazol, metformina e varfarina. O azilsartan medoxomilo é rapidamente hidrolizado na sua fracção ativa pelas estearases do tracto gastrointestinal e/ou durante a absorção do fármaco. Estudos in vitro indicaram que é improvável a ocorrência de interações baseadas na inibição das estearases.
 Sem significado Clínico

Amlodipina + Candesartan + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Os efeitos de diminuição da pressão arterial da amlodipina aumentam os efeitos redutores da pressão arterial de outros medicamentos com propriedades anti-hipertensoras. Em estudos de interação clínica, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina. A utilização concomitante de diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio, substitutos do sal contendo potássio ou outros medicamentos (por ex., heparina) pode aumentar os níveis de potássio. A monitorização do potássio deve ser realizada quando apropriado. As substâncias ativas investigadas nos estudos de farmacocinética clínica incluem a hidroclorotiazida, varfarina, digoxina, contracetivos orais (i.e., etinilestradiol/levonorgestrel), glibenclamida, nifedipina e enalapril. Não foram identificadas interações farmacocinéticas clinicamente significativas com estes medicamentos.

Oxihidróxido sucroférrico + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Os estudos de interações medicamentosas foram realizados apenas em voluntários saudáveis. Estes foram conduzidos em indivíduos saudáveis do sexo masculino e feminino com losartan, furosemida, digoxina, varfarina e omeprazol. A administração concomitante deste medicamento não afetou a biodisponibilidade desses medicamentos, conforme os resultados da área sob a curva (AUC).
 Sem significado Clínico

Saxagliptina + Digoxina

Observações: Os dados clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interações clinicamente significativas com medicamentos coadministrados.
Interações: Em estudos in vitro, a saxagliptina e o seu principal metabolito não inibiram o CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, nem induziram o CYP1A2, 2B6, 2C9, ou 3A4. Em estudos realizados em indivíduos saudáveis, a farmacocinética da saxagliptina e do seu principal metabolito não foram significativamente alteradas pela metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, omeprazol, antiácidos ou famotidina. Adicionalmente, a saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, dos componentes ativos de um contracetivo oral combinado (etinilestradiol e norgestimato), do diltiazem ou cetoconazol.

Tolvaptano + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Efeito de tolvaptano na farmacocinética de outros medicamentos: Substratos transportadores: Estudos in vitro indicam que tolvaptano é um substrato e inibidor competitivo da P-glicoproteína (P-gp). Estudos in vitro indicam que tolvaptano ou o seu metabolito oxobutírico podem ter o potencial para inibir os transportadores OATP1B1, OATP1B3, OAT3, BCRP e OCT1. As concentrações de digoxina no estado estacionário foram aumentadas (aumento de 1,3 vezes na concentração plasmática máxima observada [C max ] e aumento de 1,2 vezes na área sob a curva da concentração plasmática -tempo ao longo do intervalo de dosagem [AUC τ ]) quando esta foi coadministrada com doses múltiplas de 60 mg de tolvaptano uma vez por dia. Os doentes a tomarem digoxina ou outros substratos terapêuticos estreitos P -gp (por exemplo, dabigatrano) devem, por conseguinte, ser controlados com prudência e avaliados quanto a efeitos excessivos quando tratados com tolvaptano. As estatinas vulgarmente utilizadas no ensaio de referência de fase 3 de tolvaptano (por exemplo, ro suvastatina e pitavastatina) são substratos de OATP1B1 ou OATP1B3, no entanto não foi observada qualquer diferença no perfil de efeitos adversos (EA) durante o ensaio de referência de fase 3 de tolvaptan o na DPRAD. Se substratos de OATP1B1 e OATP1B3 (por exemplo, estatinas como a rosuvastatina e a pitavastatina), substratos de OAT3 (por exemplo, metotrexato, ciprofloxacina), substratos de BCRP (por exemplo, sulfassalazina) ou substratos de OCT1 (por exemplo, metformina) forem coadministrados com tolvaptano, os doentes devem ser controlados com prudência e avaliados quanto aos efeitos excessivos destes medicamentos.

Empagliflozina + Linagliptina + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Empagliflozina / Linagliptinae outros medicamentos; contudo, foram realizados estudos desta natureza com as substâncias ativas individuais. Com base nos resultados dos estudos farmacocinéticos, não é recomendado qualquer ajuste posológico de Empagliflozina / Linagliptinaquando coadministrado com medicamentos habitualmente prescritos, exceto os mencionados à frente.
Interações: Efeitos da empagliflozina sobre outros medicamentos: Estudos de interação, realizados com voluntários saudáveis, sugerem que a empagliflozina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da metformina, glimepirida, pioglitazona, sitagliptina, linagliptina, sinvastatina, varfarina, ramipril, digoxina, diuréticos e contracetivos orais.

Levetiracetam + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Levetiracetam 2.000 mg por dia não influenciou a farmacocinética da digoxina e da varfarina; os tempos de protrombina não sofreram alteração. A coadministração com digoxina, contracetivos orais e varfarina não influenciou a farmacocinética do levetiracetam.

Doxazosina + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos com formulações de doxazosina de libertação prolongada. A maior parte da doxazosina plasmática (98%) está ligada às proteínas.
Interações: Dados obtidos in vitro com o plasma humano indicam que a doxazosina não interfere com a ligação da digoxina, da varfarina, da fenitoína ou da indometacina às proteínas.
 Sem significado Clínico

Retigabina + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Dados de um estudo in vitro mostraram que o metabolito N - acetil da retigabina (NAMR) inibiu o transporte da digoxina, mediado pela glicoproteina P, de uma forma dependente da concentração. Com base num estudo realizado em voluntários saudáveis, as doses terapêuticas de Retigabina (600 - 1.200 mg/dia) resultaram num pequeno aumento (8 - 18%) da AUC da digoxina após uma dose oral única de digoxina. O aumento não pareceu ser dependente da dose de Retigabina e não é considerado clinicamente relevante. Não houve alteração significativa na Cmax da digoxina. Não é necessário ajuste da dose de digoxina.

Dolutegravir + Rilpivirina + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Antiarrítmicos Digoxina/Dolutegravir: Não é necessário ajuste da dose. Digoxina/Rilpivirina: Não é necessário ajuste da dose.

Sulfato de magnésio + Sulfato de potássio + Sulfato de sódio + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: O efeitos terapêuticos dos medicamentos orais tomados de forma regular com janela terapêutica estreita ou semivida curta (por exemplo contracetivos orais, antiepiléticos, antidiabéticos, antibióticos, levotiroxina, digoxina...) podem ser particularmente afetados.

Trandolapril + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Não se observaram interações clínicas em doentes com disfunção ventricular esquerda após enfarte do miocárdio, quando trandolapril foi administrado concomitantemente com trombolíticos, ácido acetilsalicílico, bloqueadores beta, antagonistas dos canais de cálcio, nitratos, anticoagulantes ou digoxina. Não se observaram interações clinicamente significativas entre o trandolaprilato e a cimetidina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Azitromicina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Digoxina: Foi referido que, em alguns doentes, alguns antibióticos do grupo dos macrólidos reduzem o metabolismo microbiano da digoxina no intestino. Deve ser considerada a possibilidade de um aumento dos níveis de digoxina em doentes que recebem tratamento concomitante com a azitromicina, um antibiótico pertencente ao grupo azalido.

Ivacaftor + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. O ivacaftor é um substrato da CYP3A4 e da CYP3A5. É um inibidor fraco das CYP3A e da P-gp e um inibidor potencial da CYP2C9. O ivacaftor é um substrato sensível das CYP3A.
Interações: Com base em estudos in vitro, o ivacaftor e o seu metabolito M1 têm o potencial de inibir as CYP3A e a P-gp. A coadministração com digoxina, um substrato sensível da P - gp, aumentou 1,3 vezes a exposição à digoxina, o que é consistente com uma inibição fraca da P - gp pelo ivacaftor. A administração de ivacaftor pode aumentar a exposição sistémica de medicamentos que são substratos sensíveis das CYP3A e/ou da P - gp, o que pode aumentar ou prolongar o seu efeito terapêutico e as reações adversas. Utilizar com precaução e monitorizar de forma apropriada durante a utilização concomitante com digoxina, ciclosporina ou tacrolímus.

Bleomicina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Digoxina: Existem relatos de casos de um reduzido efeito da digoxina como resultado de uma redução da biodisponibilidade oral quando em combinação com a bleomicina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Ácido cítrico + Bicarbonato de sódio + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: São intensificados os efeitos de: - as concentrações plasmáticas da digoxina, barbitúricos e lítio

Crizotinib + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Com base num estudo in vitro, prevê-se que o crizotinib seja um inibidor da gp-P intestinal. Como tal, a administração de crizotinib com medicamentos que são substratos da gp-P (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina) pode aumentar o seu efeito terapêutico e reações adversas. Recomenda-se uma vigilância clínica rigorosa quando o crizotinib é administrado com estes medicamentos. Foi notificada bradicardia durante os estudos clínicos; portanto, deve utilizar-se crizotinib com precaução devido ao risco de bradicardia excessiva quando utilizado em associação com outros agentes bradicardizantes (por exemplo, bloqueadores dos canais de cálcio não-di-hidropiridina tais como verapamilo e diltiazem, bloqueadores beta, clonidina, guanfacina, digoxina, mefloquina, anticolinesterases, pilocarpina).

Darunavir + Cobicistate + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: ANTIARRÍTMICOS: Digoxina: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas de digoxina. (inibição da glicoproteína-P) Recomenda-se que seja utilizada inicialmente a menor dose possível de digoxina em doentes a receber Darunavir / Cobicistate. A dose de digoxina deve ser cuidadosamente titulada para obter o efeito clínico desejado, avaliando simultaneamente o estado clínico geral do doente.

Diacereína + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: A ingestão de diacereína pode provocar diarreia e hipocaliemia. Há que ter cuidado com a administração concomitante de diuréticos (ramo ascendente da ansa de henle e tiazidas) e/ou glicósidos cardíacos (digitoxina, digoxina), porque aumenta o risco de arritmia.

Galantamina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Devido ao seu mecanismo de ação, a galantamina não deve ser administrada simultaneamente com outros colinomiméticos (tais como ambenónio, donepezilo, neostigmina, piridostigmina, rivastigmina ou pilocarpina, administrada sistemicamente). A galantamina tem o potencial de antagonizar o efeito da medicação anticolinérgica. Caso a terapêutica anticolinergica, como a atropina, seja interrompida abruptamente, existe um potencial risco de exacerbação dos efeitos da galantamina. Tal como acontece com os colinomiméticos, é possível que ocorra uma interação farmacodinâmica com medicamentos que reduzam de modo significativo a frequência cardíaca, como por exemplo a digoxina, bloqueadores beta, alguns bloqueadores dos canais de cálcio e a amiodarona. Deve ter-se especial precaução com os medicamentos que têm potencial para causar torsades de pointes. Nestes casos deve considerar-se a realização de um eletrocardiograma. Efeito da galantamina no metabolismo de outros medicamentos: Doses terapêuticas de galantamina (24 mg/dia) não têm efeito sobre a cinética da digoxina, embora possam ocorrer interações farmacodinâmicas. Doses terapêuticas de galantamina (24 mg/dia) não têm efeito sobre a cinética e o tempo de protrombina da varfarina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Digoxina: Redução da eliminação renal da substância.

Saxagliptina + Dapagliflozina + Digoxina

Observações: Saxagliptina: O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). Dapagliflozina: O metabolismo da dapagliflozina é feito principalmente através de conjugação do glucuronido mediado pela UDP glucuroniltransferase 1A9 (UGT1A9).
Interações: A saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética de dapagliflozina, metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, diltiazem ou sinvastatina. Estes medicamentos não alteraram a farmacocinética da saxagliptina ou do seu metabolito ativo principal. Em estudos realizados em indivíduos saudáveis, nem a farmacocinética de saxagliptina nem do seu metabolito principal foram significativamente alterados pela metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, omeprazol, antiácidos ou famotidina. A saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida (um substrato do CYP2C9), pioglitazona [um substrato do CYP2C8 (major) e CYP3A4 (minor)], digoxina (um substrato da P-gp), sinvastatina (um substrato do CYP3A4), dos componentes ativos de um contracetivo oral combinado (etinilestradiol e norgestimato), diltiazem ou cetoconazol. Em estudos de interação realizados em indivíduos saudáveis, nos quais se utilizou principalmente o esquema de dose única, a dapagliflozina não alterou a farmacocinética da metformina, pioglitazona [um substrato do CYP2C8 (major) e CYP3A4 (minor)], sitagliptina, glimepirida (um substrato do CYP2C9), hidroclorotiazida, bumetanida, valsartan, digoxina (um substrato da P-gp) ou varfarina (S-varfarina, um substrato do CYP2C9), ou os efeitos anticoagulantes da varfarina medidos pela Razão Normalizada Internacional (RNI). A associação de uma dose única de dapagliflozina 20 mg e sinvastatina (um substrato do CYP3A4) resultou num aumento de 19% na AUC de sinvastatina e num aumento de 31% na AUC do ácido de sinvastatina. O aumento da exposição de sinvastatina e do ácido de sinvastatina não foram considerados clinicamente relevantes.

Aliscireno + Amlodipina + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interação de Aliscireno + Amlodipina com outros medicamentos. Apresenta-se a informação conhecida sobre interações com outros medicamentos para as substâncias ativas individualmente. A administração conjunta de aliscireno e amlodipina não provoca alterações significativas na exposição farmacocinética no estado estacionário (AUC) e na concentração máxima (Cmax) de ambos os componentes em voluntários saudáveis.
Interações: A biodisponibilidade da digoxina e de verapamilo pode ser ligeiramente reduzida por aliscireno. Em estudos clínicos de interação a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Silodosina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Digoxina: Os níveis da digoxina no estado estacionário, um substrato da glicoproteína P, não foram significativamente afetados pela administração concomitante com silodosina na dose de 8 mg uma vez por dia. Não são necessários ajustes posológicos.

Canagliflozina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da canagliflozina noutros medicamentos: Digoxina: A combinação de 300 mg de canagliflozina, uma vez ao dia, durante 7 dias com uma dose única de 0,5 mg de digoxina, seguida de 0,25 mg diariamente durante 6 dias, resultou num aumento de 20% na AUC e num aumento de 36% na Cmax da digoxina, provavelmente devido à inibição da gp-P. A inibição da gp-P por parte da canagliflozina foi observada in vitro. Os doentes que estão a tomar digoxina ou outros glicosídeos cardíacos (ex.: digitoxina) devem ser monitorizados de forma apropriada.

Lisinopril + Amlodipina + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Interações relacionadas com a AMLODIPINA: Efeitos da amlodipina sobre outros medicamentos: O efeito de diminuição da tensão arterial da amlodipina contribui para os efeitos de diminuição da tensão arterial de outros medicamentos com propriedades anti-hipertensoras. Em estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antiácidos + Digoxina

Observações: Os antiácidos podem reduzir a absorção por adsorção de fármacos no tubo digestivo ou porque os fármacos requerem pH ácido para a absorção. Tendem a acelerar o esvaziamento gástrico, aumentando a absorção intestinal dos fármacos. Alguns (ex.: hidróxido de alumínio ou de magnésio) alcalinizam a urina, alterando a eliminação de fármacos sensíveis ao pH urinário.
Interações: Absorção reduzida - Digoxina
 Sem significado Clínico

Maraviroc + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Estudos em microssomas hepáticos humanos e sistemas enzimáticos recombinantes demonstraram que maraviroc não inibe nenhuma das principais enzimas do P450, em concentrações clinicamente relevantes (CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4). O maraviroc não teve efeito clinicamente relevante na farmacocinética de midazolam, contracetivos orais de etinilestradiol e levonorgestrel, ou na razão de 6β-hidroxicortisol/cortisol urinário, sugerindo não existir inibição ou indução da CYP3A4 in vivo. Com exposições mais elevadas de maraviroc não se pode excluir a potencial inibição de CYP2D6. O potencial de maraviroc para afetar a farmacocinética de medicamentos administrados concomitantemente é baixa, com base na informação in vitro e clínica. A depuração renal contribui para, aproximadamente, 23% do total da depuração do maraviroc quando este é administrado sem inibidores da CYP3A4. Uma vez que ambos os processos ativo e passivo estão envolvidos, existe potencial para competição para a eliminação com outras substâncias ativas eliminadas por via urinária. No entanto, a coadministração de maraviroc com tenofovir (substrato para eliminação renal) e cotrimoxazol (contém trimetoprim, um inibidor do transporte de catiões ao nível renal), não demonstrou efeito na farmacocinética do maraviroc. Adicionalmente, a administração concomitante de maraviroc com lamivudina/zidovudina demonstrou que o maraviroc não teve efeito na farmacocinética da lamivudina (excretada principalmente por via renal) ou zidovudina (metabolismo não dependente do P450 e depuração renal). In vitro, maraviroc inibe a glicoproteína-P (IC50 é de 183 μM). Contudo, in vivo, maraviroc não afeta significativamente a farmacocinética da digoxina. Não se pode excluir que maraviroc possa aumentar a exposição ao substrato da glicoproteína-P dabigatrano etexilato. ANTIARRÍTMICOS: Digoxina 0,25 mg Dose única (maraviroc 300 mg BID) As concentrações de maraviroc não foram calculadas; não se espera interação. Maraviroc 300 mg duas vezes por dia e digoxina podem ser coadministrados sem ajuste da dose. Não foi estudado o efeito de maraviroc, na dose de 600 mg BID, na digoxina.

Trimetoprim + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Os doentes deverão ser cuidadosamente controlados visto que o trimetoprim poderá aumentar a semi-vida de eliminação da fenitoína e digoxina.

Digoxina + Outros medicamentos

Observações: N.D.
Interações: Estas interações podem ocorrer devido a efeitos na excreção renal, ligação aos tecidos, ligação às proteínas plasmáticas, distribuição no organismo, capacidade de absorção intestinal e sensibilidade à Digoxina. Como precaução, deve considerar-se sempre a possibilidade de uma interacção quando se considera terapêutica concomitante, recomendando-se verificação da concentração sanguínea de digoxina em caso de dúvida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Bloqueadores beta-adrenérgicos

Observações: N.D.
Interações: A associação de Digoxina com fármacos bloqueadores do adrenoceptor beta pode aumentar o tempo de condução auriculo-ventricular.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Diuréticos

Observações: N.D.
Interações: Os fármacos que causam hipocaliemia ou deficiências intracelulares de potássio podem provocar sensibilidade aumentada à Digoxina; estes incluem alguns diuréticos, sais de lítio, corticosteróides e carbenoxolona.

Indapamida + Amlodipina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Ligadas à AMLODIPINA: Efeitos da amlodipina com outros medicamentos: O efeito de diminuição da pressão arterial da amlodipina adiciona-se ao efeito de diminuição da pressão arterial de outros agentes antihipertensores. Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Sacubitril + Valsartan + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Sem interação significativa: Não foi observada nenhuma interação medicamentosa clinicamente significativa quando Sacubitril / Valsartan foi coadministrado com digoxina, varfarina, hidroclorotiazida, amlodipina, omeprazol, carvedilol ou com a associação de levonorgestrel/etinilestradiol.

Solifenacina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Efeito da solifenacina na farmacocinética de outros medicamentos: Digoxina: A ingestão de Solifenacina não mostrou ter efeito na farmacocinética de digoxina.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Acarbose + Digoxina

Observações: Como resultado de um aumento da fermentação de hidratos de carbono no cólon, a sacarose (açúcar de cana) e os alimentos que contêm sacarose provocam, frequentemente, mal-estar abdominal ou mesmo diarreia durante o tratamento com os comprimidos de acarbose. A acarbose exerce um efeito anti-hiperglicemiante, mas não induz, por si só, hipoglicémia. Em casos individuais pode ocorrer choque hipoglicémico. Quando os medicamentos que produzem hiperglicémia são descontinuados nos doentes controlados com acarbose deve-se reavaliar o controlo destes doentes.
Interações: Em casos individuais a acarbose pode afectar a biodisponibilidade da digoxina, podendo ser necessário ajustar a dose de digoxina.

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Interações potenciais relacionadas com o componente olmesartan medoxomilo: Informação adicional: O olmesartan medoxomilo não teve efeito significativo na farmacocinética ou na farmacodinâmica da varfarina nem na farmacocinética da digoxina. Efeitos da amlodipina noutros medicamentos: Em estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Lítio

Observações: N.D.
Interações: Os fármacos que causam hipocaliemia ou deficiências intracelulares de potássio podem provocar sensibilidade aumentada à Digoxina; estes incluem alguns diuréticos, sais de lítio, corticosteróides e carbenoxolona.

Metformina + Canagliflozina + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica farmacocinética com este medicamento. Contudo, tais estudos foram realizados com as substâncias ativas individuais (canagliflozina e metformina). A administração concomitante de canagliflozina (300 mg uma vez por dia) e metformina (2000 mg uma vez por dia) não teve um efeito clínico relevante sobre a farmacocinética quer da canagliflozina, quer da metformina.
Interações: CANAGLIFLOZINA Efeitos da canagliflozina noutros medicamentos: Digoxina: A combinação de 300mg de canagliflozina, uma vez por dia, durante 7dias com uma dose única de 0,5mg de digoxina, seguida de 0,25mg diariamente durante 6 dias, resultou num aumento de 20% na AUC e num aumento de 36% na Cmax da digoxina, provavelmente devido à inibição da gp-P. A inibição da gp-P por parte da canagliflozina foi observada in vitro. Os doentes que estão a tomar digoxina ou outros glicosídeos cardíacos (ex.: digitoxina) devem ser monitorizados de forma apropriada.

Citalopram + Digoxina

Observações: Interações farmacocinéticas: A biotransformação do citalopram para desmetilcitalopram é mediada pelas isoenzimas do sistema citocromo P450 CYP2C19 (aproximadamente 38%), CYP3A4 (aproximadamente 31%) e CYP2D6 (aproximadamente 31%). O facto do citalopram ser metabolizado por mais de um CYP significa que a inibição da sua biotransformação é menos provável, uma vez que a inibição de uma enzima pode ser compensada por outra. Consequentemente, a administração concomitante de citalopram com outros medicamentos na prática clínica tem uma probabilidade muito baixa de originar interações farmacocinéticas medicamentosas.
Interações: Influência do citalopram na farmacocinética de outros medicamentos: Levomepromazina, digoxina: Não foi observada nenhuma interação farmacocinética entre o citalopram e levomepromazina, ou digoxina (o que indica que o citalopram não induz nem inibe a glicoproteína P).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Corticosteroides

Observações: N.D.
Interações: Os fármacos que causam hipocaliemia ou deficiências intracelulares de potássio podem provocar sensibilidade aumentada à Digoxina; estes incluem alguns diuréticos, sais de lítio, corticosteróides e carbenoxolona.

Ledipasvir + Sofosbuvir + Digoxina

Observações: Quaisquer interações que tenham sido identificadas com cada uma destas substâncias ativas individualmente podem ocorrer com a associação de Ledipasvir/Sofosbuvir.
Interações: Interações entre Ledipasvir/sofosbuvir e outros medicamentos ANTIARRÍTMICOS Digoxina A coadministração de Ledipasvir/sofosbuvir com digoxina pode aumentar a concentração de digoxina. É necessária precaução e recomenda-se a monitorização das concentrações terapêuticas de digoxina quando esta é coadministrada com Ledipasvir/sofosbuvir.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Carbenoxolona

Observações: N.D.
Interações: Os fármacos que causam hipocaliemia ou deficiências intracelulares de potássio podem provocar sensibilidade aumentada à Digoxina; estes incluem alguns diuréticos, sais de lítio, corticosteróides e carbenoxolona.

Topiramato + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Outras interações medicamentosas: Digoxina: A AUC de uma dose única de digoxina diminui em 12% com a administração concomitante de topiramato. Os níveis séricos de digoxina devem ser cuidadosamente monitorizados quando os doentes são tratados simultaneamente com digoxina e topiramato. A digoxina sérica também deve ser cuidadosamente monitorizada após a interrupção de topiramato.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Cloreto de suxametónio

Observações: N.D.
Interações: Os doentes em tratamento com Digoxina estão mais susceptíveis aos efeitos do suxametónio – hipercaliemia exacerbada.

Raloxifeno + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: O raloxifeno não afeta a AUC no estado estacionário da digoxina. A Cmax da digoxina aumenta menos de 5%.

Vandetanib + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Efeitos de vandetanib sobre outros medicamentos: Em indivíduos saudáveis, a AUC (0-t) e a Cmax para a digoxina (substrato P-gp) aumentaram em 23% e 29% respetivamente, quando administrada em conjunto devido à inibição P-gp pelo vandetanib. Igualmente, o efeito bradicárdico de digoxina pode aumentar o risco de prolongamento do intervalo QTc de vandetanib e Torsade de Pointes. Assim, recomenda-se monitorização clínica (p.ex. ECG) e/ou laboratorial apropriadas para doentes a receber concomitantemente digoxina e vandetanib, e esses doentes podem necessitar uma dose mais baixa de digoxina.

Candesartan + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Os compostos investigados nos estudos de farmacocinética clínica incluem a hidroclorotiazida, varfarina, digoxina, contracetivos orais (nomeadamente, etinilestradiol/levonorgestrel), glibenclamida, nifedipina e enalapril. Não foram identificadas quaisquer interações farmacocinéticas clinicamente significativas com estes medicamentos.

Cetoconazol + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Estão igualmente descritas interações com outros fármacos nomeadamente rifabutina, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, inibidores das proteases, tacrolimus, sirolimus, digoxina, buspirona, alfentanil, sildenafil, metilprednisolona, dihidropiridinas e eventualmente o verapamil e alguns antineoplásicos.

Digoxina + Cálcio

Observações: N.D.
Interações: O cálcio, em particular se administrado rapidamente por via intravenosa, pode produzir arritmias sérias em doentes a tomar digitálicos.

Ibrutinib + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Agentes que podem apresentar alteração da concentração plasmática devida a ibrutinib: In vitro, o ibrutinib é um inibidor da P-gp da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP). Como não estão disponíveis dados clínicos sobre esta interação, não se pode excluir o facto de o ibrutinib poder inibir a P-gp intestinal e a BCRP após uma dose terapêutica. De forma a minimizar o potencial de uma interação no trato gastrointestinal, os substratos da P-pg ou BCRP com uma janela terapêutica oral estreita, tais como a digoxina ou metotrexato devem ser tomados, pelo menos, 6 horas antes ou depois de Ibrutinib. O ibrutinib pode também inibir a BCRP no fígado e aumentar a exposição dos medicamentos que são submetidos a um efluxo hepático mediado pela BCRP, tal como a rosuvastatina.

Nebivolol + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: NEBIVOLOL: As seguintes interações são as geralmente aplicáveis aos antagonistas beta-adrenérgicos. Associações a serem tidas em consideração: Glicosidos digitálicos: O uso concomitante pode aumentar o tempo da condução auriculoventricular. Os ensaios clínicos com nebivolol não mostraram evidência clínica de interação. O nebivolol não influencia a cinética da digoxina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Citarabina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Digoxina: Observaram-se diminuições reversíveis nas concentrações plasmáticas de digoxina no estado estacionário e na excreção renal de glicósidos em doentes a receber beta-acetildigoxina e regimes quimioterapêuticos contendo ciclofosfamida, vincristina e prednisona com ou sem citarabina ou procarbazina. As concentrações plasmáticas de digitoxina no estado estacionário não parecem alterar-se. Deste modo, pode estar indicada a monitorização dos níveis plasmáticos de digoxina em doentes submetidos a regimes quimioterapêuticos com associações semelhantes. Pode considerar-se como alternativa a utilização de digitoxina nestes doentes.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Amiodarona

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Flecainida

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Prazosina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Propafenona

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Felodipina + Digoxina

Observações: A felodipina é um substrato CYP3A4. Fármacos que induzam ou inibam o CYP3A4, terão grande influência na concentração da felodipina.
Interações: Os níveis séricos de digoxina aumentam durante a administração concomitante com felodipina. Deste modo, uma redução da dosagem de digoxina deve ser considerada quando os dois medicamentos são administrados concomitantemente.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Quinidina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Hidroxicloroquina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: A terapêutica concomitante de hidroxicloroquina e digoxina pode ocasionar elevação dos níveis de digoxina; os níveis plasmáticos de digoxina devem ser rigorosamente monitorizados em doentes com terapêutica concomitante.

Lacidipina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de lacidipina com outros fármacos antihipertensores, como por ex. diuréticos, bloqueadores beta ou IECAs pode resultar em adição dos efeitos hipotensivos. No entanto, em estudos efetuados com fármacos antihipertensores vulgarmente utilizados, por ex.beta-bloqueadores e diuréticos, ou com digoxina, tolbutamida ou varfarina, não foram identificadas interações específicas.

Telaprevir + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: ANTIARRÍTMICOS: Digoxina: Inicialmente, deve prescrever-se a dose mais baixa de digoxina. As concentrações séricas de digoxina devem ser monitorizadas e usadas para a titulação da dose de digoxina, de modo a obter o efeito clínico desejado.

Trandolapril + Verapamilo + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Associações com precauções de utilização: Digoxina: Existem relatos de que a administração simultânea de digoxina e verapamilo originou concentrações plasmáticas de digoxina 50-75% mais elevadas, obrigando à redução da dose de digoxina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Espironolactona

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.

Gluconato de cálcio + Digoxina

Observações: São exemplos de agentes oxidantes os peróxidos, nitratos, bromatos, cromatos, cloratos, dicromatos, percloratos e permanganatos.
Interações: Os efeitos da digoxina e de outros glicósidos cardíacos podem ser potenciados pelo cálcio, o que pode conduzir a toxicidade grave. Assim, está contraindicada a administração intravenosa de preparações de cálcio a doentes sob terapia com glicósidos cardíacos. A única exceção admissível é a administração mandatória de cálcio por via intravenosa para o tratamento de manifestações de hipocalcémia grave com risco imediato de vida para o doente, apenas se não existirem alternativas terapêuticas mais seguras disponíveis e se não for possível a administração de cálcio por via oral.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Solifenacina + Tansulosina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: SOLIFENACINA: A solifenacina pode reduzir o efeito dos medicamentos que estimulam a motilidade gastrointestinal, como a metoclopramida e a cisaprida. Estudos in vitro com a solifenacina demonstraram que, em concentrações terapêuticas, a solifenacina não inibe os CYP1A1/2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A4. Assim, é improvável a ocorrência de interações da solifenacina com fármacos metabolizados por estas enzimas CYP. A administração da solifenacina não alterou a farmacocinética da R-varfarina ou da S-varfarina ou o seu efeito sobre o tempo de protrombina. A administração de solifenacina não mostrou qualquer efeito sobre a farmacocinética da digoxina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Macrólidos

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Claritromicina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Tetraciclina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Gentamicina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.

Empagliflozina + Metformina + Digoxina

Observações: A administração concomitante de doses múltiplas de empagliflozina e metformina não altera significativamente a farmacocinética da empagliflozina ou da metformina em indivíduos saudáveis. Não foram realizados estudos de interação com Empagliflozina/Metformina.
Interações: EMPAGLIFLOZINA: Interações farmacocinéticas: Efeitos da empagliflozina sobre outros medicamentos: Com base nos estudos in vitro, a empagliflozina não inibe, inativa ou induz as isoformas do CYP450. A empagliflozina não inibe as isoformas UGT1A1, UGT1A3, UGT1A8, UGT1A9, ou UGT2B7. Por conseguinte, são consideradas pouco prováveis interações medicamentosas envolvendo as principais isoformas do CYP450 e da UGT com a empagliflozina e substratos destas enzimas administrados concomitantemente. A empagliflozina não inibe a P-gp em doses terapêuticas. Com base em estudos in vitro, considera-se pouco provável que a empagliflozina cause interações com medicamentos que sejam substratos da glicoproteína-P. A administração concomitante de digoxina, um substrato da P-gp, com empagliflozina resultou num aumento de 6% da AUC e de 14% da Cmax da digoxina. Estas alterações não foram consideradas clinicamente significativas. In vitro, a empagliflozina não inibe transportadores da recaptação humanos, tais como o OAT3, OATP1B1 e OATP1B3, em concentrações plasmáticas clinicamente relevantes e, como tal, consideram-se pouco prováveis as interações medicamentosas com substratos destes transportadores da recaptação. Estudos de interação, realizados com voluntários saudáveis, sugerem que a empagliflozina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da metformina, glimepirida, pioglitazona, sitagliptina, linagliptina, sinvastatina, varfarina, ramipril, digoxina, diuréticos e contracetivos orais.

Neratinib + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do neratinib sobre outras substâncias Transportadores da glicoproteína-P Em estudos in vitro, o neratinib é um inibidor dos substratos da glicoproteína-P (P-gp). Em indivíduos saudáveis, a digoxina aumentou a Cmáx em 54% e a AUC aumentou em 32% quando coadministrada com doses orais múltiplas de 240 mg de neratinib, em comparação com as exposições à digoxina em monoterapia. Os valores de depuração da digoxina foram equivalentes após administração de digoxina e de digoxina associada a neratinib. Aparentemente, o neratinib teve um efeito inibitório principalmente na atividade da P-gp no trato gastrointestinal como resultado da inibição pré-sistémica. Esta interação pré-sistémica do neratinib com a digoxina pode ser clinicamente relevante para os substratos da P-gp com uma janela terapêutica estreita (por ex., dabigatrano, digoxina e fexofenadina). Os doentes que são tratados concomitantemente com agentes terapêuticos cujo metabolismo envolve substratos da P-gp no trato gastrointestinal devem ser monitorizados atentamente.

Ticagrelor + Digoxina

Observações: Ticagrelor é principalmente um substrato do CYP3A4 e um inibidor ligeiro do CYP3A4. O ticagrelor é igualmente um substrato da glicoproteína-P ( P-gp) e um inibidor fraco da P-gp e pode aumentar a exposição de substratos P-gp.
Interações: Substratos da glicoproteína-P (P-gp) (incluindo digoxina, ciclosporina ): A administração concomitante de ticagrelor aumentou a Cmax da digoxina em 75% e a AUC em 28%. A média entre os níveis de digoxina aumentou em aproximadamente 30% com a administração conjunta de ticagrelor com alguns aumentos máximos individuais cerca de 2 vezes. Na presença de digoxina, a Cmax e a AUC de ticagrelor e do seu metabolito ativo não foram afetadas. Consequentemente recomenda-se uma monitorização clínica e/ou laboratorial adequada quando são administrados medicamentos de estreito índice terapêutico P-gp dependente como a digoxina, concomitantemente com ticagrelor. Não houve efeito de ticagrelor nos níveis séricos da ciclosporina. O efeito de ticagrelor noutros substratos da P-gp não foi estudado. Medicamentos conhecidos por induzir bradicardia: Devido à observação de pausas ventriculares sobretudo assintomáticas e bradicardia, recomenda-se precaução quando se administra concomitantemente Ticagrelor com medicamentos conhecidos por induzir bradicardia. Contudo, nenhuma evidência de reações adversas clinicamente significativas foi observada no estudo PLATO após administração concomitante com um ou mais medicamentos conhecidos por induzir bradicardia (p.ex. 96% bloqueadores beta, 33% bloqueadores dos canais de cálcio, diltiazem e verapamilo, e 4% digoxina).

Tipranavir + Digoxina

Observações: Os estudos de interação apenas foram realizados em adultos.
Interações: Digoxina 0.25 mg QD iv Digoxina 0.25 mg QD po Recomenda-se a monitorização das concentrações séricas da digoxina até ser atingido o estado estacionário.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Itraconazol

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Quinina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Trimetoprim

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Digoxina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: Interações farmacocinéticas: Potencial para Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir afetar a farmacocinética de outros medicamentos: Os estudos de interação medicamentosa in vivo avaliaram o efeito global do tratamento de associação, incluindo o ritonavir. Medicamentos transportados pela gp-P no intestino: Embora o paritaprevir, o ritonavir e o dasabuvir sejam inibidores da gp-P in vitro, não foi observada alteração significativa na exposição à digoxina substrato gp-P quando administrada com Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir e dasabuvir. No entanto, a coadministração de digoxina com Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir sem dasabuvir pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir pode aumentar a exposição plasmática de medicamentos que são sensíveis à atividade alterada da gp-P intestinal (como o dabigatrano etexilato). Interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos ANTIARRÍTMICOS: Digoxina 0,5 mg dose única: Mecanismo: Inibição da gp-P pelo paritaprevir, ritonavir e dasabuvir. Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir + dasabuvir. Embora não seja necessário um ajuste da dose de digoxina, recomenda-se uma monitorização adequada dos níveis séricos da digoxina. Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir sem dasabuvir. Redução da dose de digoxina em 30-50%. Recomenda-se uma monitorização adequada dos níveis séricos da digoxina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Alprazolam

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Codeína + Cafeína + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Os seguintes efeitos são intensificados pelo componente ácido acetilsalicílcio: - as concentrações plasmáticas de digoxina
 Sem significado Clínico

Candesartan + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Os compostos investigados nos estudos de farmacocinética clínica incluem varfarina, digoxina, contracetivos orais (isto é, etinilestradiol/levonorgestrel), glibenclamida e nifedipina. Não foram identificadas interações farmacocinéticas clinicamente significativas nestes estudos.

Carvedilol + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Um aumento de cerca de 16% dos níveis de digoxina no estado estacionário, e de digitoxina em cerca de 13%, foi observado em doentes hipertensos em conexão com o uso concomitante de carvedilol e digoxina. A monitorização das concentrações plasmáticas de digoxina é recomendada quando se inicia, interrompe ou ajusta o tratamento com carvedilol.

Cloreto de potássio + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Usar com precaução em doentes que estão medicados com: Digoxina: Elevado perigo em hipocaliémia.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Indometacina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Brometo de propantelina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Nefazodona

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Aceclofenac + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Tal como outros AINEs, o aceclofenac pode aumentar as concentrações plasmáticas de lítio e de digoxina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.

Esmolol + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Quando a digoxina e Esmolol foram administrados concomitantemente por via intravenosa a voluntários normais, houve um aumento de 10-20% de concentração de digoxina no sangue em determinados momentos. A associação de glicósidos digitálicos e Esmolol pode aumentar o tempo de condução AV. A digoxina não afetou a farmacocinética do Esmolol. O efeito de Esmolol na duração do bloqueio neuromuscular devido ao cloreto de suxametónio, foi estudado em doentes submetidos a cirurgia. O início do bloqueio neuromuscular devido ao cloreto de suxametónio não foi afetado pelo Esmolol, mas a duração do bloqueio neuromuscular foi prolongada de 5 para 8 minutos. Ainda que as interações observadas em estudos com varfarina, digoxina, morfina ou cloreto de suxametónio não sejam de importância clínica relevante, o Esmolol deve ser titulado com cuidado em doentes a receber tratamento simultâneo com varfarina, digoxina, morfina ou cloreto de suxametónio.

Etanercept + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Não foram observadas interações medicamentosas farmacocinéticas clinicamente significativas em estudos com metotrexato, digoxina ou varfarina.

Ponatinib + Digoxina

Observações: Ponatinib é metabolizado por CYP3A4. Substratos de transporte In vitro, o ponatinib é um inibidor de P-gp e BCRP. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Substratos de transporte In vitro, o ponatinib é um inibidor de P-gp e BCRP. Por esse motivo, o ponatinib poderá ter o potencial de aumentar as concentrações plasmáticas dos substratos coadministrados da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colquicina, pravastatina) ou da BCRP (por exemplo, metotrexato, rosuvastatina, sulfassalazina) e poderá aumentar o seu efeito terapêutico e reações adversas. Recomenda-se uma vigilância clínica apertada quando o ponatinib é administrado com estes medicamentos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.

Lumiracoxib + Digoxina

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. Com base nos estudos in vitro, não é expectável que as interações envolvendo ligação às proteínas plasmáticas tenham efeitos clinicamente relevantes no que concerne o lumiracoxib ou fármacos administrados concomitantemente.
Interações: Os AINEs podem reduzir a depuração renal da digoxina. Quando se inicia ou termina o tratamento com AINEs em doentes tratados com digoxina, aconselha-se a monitorização das concentrações plasmáticas da digoxina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Epoprostenol (Prostaciclina)

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Carvedilol

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Antiácidos

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína.

Gluconato de cálcio + Gluco-heptonato de cálcio + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Os efeitos da digoxina e outros glicosidos cardíacos podem ser potencializados pelo cálcio, o que pode resultar numa toxicidade grave.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Laxantes

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína.

Isoprenalina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Deverão ser tomadas precauções aquando da administração concomitante de isoprenalina com digoxina, digitoxina ou outros glicosídeos cardíacos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Caulino

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína.

Talidomida + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Digoxina: A talidomida não interage com a digoxina. Em 18 voluntários saudáveis do sexo masculino, uma administração com dose múltipla de 200 mg de talidomida não teve aparentemente qualquer efeito sobre a farmacocinética numa dose única de digoxina. Além disso, a administração de uma dose única de 0,5 mg de digoxina não teve aparentemente qualquer efeito sobre a farmacocinética da talidomida. Desconhece-se se o efeito será diferente em doentes com mieloma múltiplo.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Acarbose

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Neomicina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Penicilamina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína.

Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Os antiácidos contendo alumínio podem impedir a absorção adequada de outros medicamentos: antagonistas H-2, atenolol, bifosfonatos, cloroquina, cetoconazol, ciclinas, diflunisal, digoxina, etambutol, fluoroquinolonas, fluoreto de sódio, glucocorticóides, indometacina, isoniazida, lincosamidas, metoprolol, neurolépticos, fenotiazinas, penicilamina, propranolol, sais de ferro. Recomenda-se alternar a administração destes medicamentos e do Hidróxido de alumínio/Hidróxido de magnésio com pelo menos 2 horas de intervalo (4 horas para as fluoroquinolonas) a fim de minimizar a ocorrência de interações indesejáveis. Os sais de citrato e o ácido ascórbico poderão aumentar a absorção de alumínio.
 Sem significado Clínico

Torasemida + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Efeito da torasemida sobre outros medicamentos: A torasemida não afecta a ligação proteica da glibenclamida nem a da varfarina nem o efeito anticoagulante da fenprocumona (derivado cumarínico próximo), nem a farmacocinética da digoxina ou do carvedilol (vasodilatador / bloqueador beta). Nos indivíduos saudáveis, a coadministração de torasemida foi associada a uma redução significativa na excreção renal de espironolactona, com aumentos correspondentes na área sob curva (AUC). No entanto, a experiência clínica sugere que não será necessário o ajuste posológico de qualquer destes fármacos. Efeito de outros medicamentos sobre a torasemida: Digoxina: Observa-se que a coadministração de digoxina aumenta a área sob curva de torasemida em 50%, não sendo necessário todavia fazer um ajuste de dose.

Cloreto de potássio + Cloreto de sódio + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: O efeito farmacológico dos glicósidos digitálicos (digoxina e metildigoxina) e dos medicamentos antiarrítmicos (tais como a quinidina, hidroquinidina e procaínamida) pode ser alterado em função das concentrações de potássio no sangue.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Rifampicina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Citotóxicos

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Metoclopramida

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína.

Esomeprazol + Digoxina

Observações: Os estudos de interação foram realizados apenas em adultos.
Interações: Efeitos de esomeprazol sobre a farmacocinética de outros medicamentos Medicamentos com absorção dependente do pH A supressão ácida gástrica durante o tratamento com esomeprazol e outros IBPs poderá diminuir ou aumentar a absorção de medicamentos com uma absorção dependente do pH. Como com outros medicamentos que diminuem a acidez intragástrica, a absorção de medicamentos como cetoconazol, itraconazol e erlotinib pode diminuir e a absorção de digoxina pode aumentar durante o tratamento com esomeprazol. O tratamento concomitante com omeprazol (20 mg diários) e digoxina em indivíduos saudáveis aumentou a biodisponibilidade da digoxina em 10% (até 30% em dois de dez indivíduos). A toxicidade da digoxina tem sido raramente notificada. No entanto, recomenda-se precaução quando o esomeprazol é administrado em doses elevadas a doentes idosos. A monitorização terapêutica da digoxina deve então ser reforçada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Flurbiprofeno + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Os AINE podem aumentar os níveis plasmáticos de digoxina.
 Sem significado Clínico

Rivaroxabano + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Não foram observadas interações farmacocinéticas ou farmacodinâmicas clinicamente relevantes quando o rivaroxabano foi coadministrado com midazolam (substrato do CYP3A4), digoxina (substrato da gp-P), atorvastatina (substrato do CYP3A4 e da gp-P) ou omeprazol (inibidor da bomba de protões). O rivaroxabano não inibe nem induz nenhuma isoforma importante do CYP, como o CYP3A4.
 Sem significado Clínico

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Interações potenciais relacionadas com OLMESARTAN MEDOXOMILO: Informação adicional: O olmesartan medoxomilo não teve efeito significativo na farmacocinética ou na farmacodinâmica da varfarina nem na farmacocinética da digoxina. Interações potenciais relacionadas com AMLODIPINA: Uso concomitante que requer precaução: Efeitos da amlodipina noutros medicamentos: O efeito de diminuição da tensão arterial da amlodipina adiciona-se aos efeitos de diminuição da tensão arterial de outros agentes antihipertensores. Em estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio) + Digoxina

Observações: Verapamilo, diltiazem e talvez a nicardipina (mas não a nifedipina) inibem as enzimas hepáticas metabolizadoras de fármacos. O metabolismo do diltiazem, nifedipina, verapamilo e provavelmente outros bloqueadores da entrada de cálcio estão sujeitos a indução e inibição.
Interações: Ver também: Digoxina - Digoxina
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Sulfassalazina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Adrenalina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína.

Metformina + dapagliflozina + Digoxina

Observações: A administração concomitante de doses múltiplas de dapagliflozina e metformina não alterou significativamente o perfil farmacocinético quer da dapagliflozina ou da metformina em indivíduos saudáveis. Não foram realizados estudos de interação para Metformina / dapagliflozina. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: DAPAGLIFLOZINA: Interações farmacocinéticas: O metabolismo da dapagliflozina é principalmente via conjugação do glicuronídeo mediado pela UDP-glicuronosiltransferase 1A9 (UGT1A9). Em estudos in vitro, a dapagliflozina não inibiu o citocromo P450 (CYP) 1A2, CYP2A6, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6, CYP3A4, nem induziu o CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4. Assim, não é esperado que este medicamento altere a depuração metabólica de medicamentos administrados concomitantemente e que são metabolizados por estas enzimas. Efeitos da dapagliflozina noutros medicamentos: Em estudos de interação realizados em indivíduos saudáveis, utilizando essencialmente um desenho de dose única, a dapagliflozina não alterou a farmacocinética da pioglitazona, sitagliptina, glimepirida, hidroclorotiazida, bumetanida, valsartan, digoxina (um substrato da P-gp) ou varfarina (S-varfarina, um substrato do CYP2C9), ou os efeitos anticoagulantes da varfarina medidos pelo INR (Razão Internacional Normalizada).
 Sem significado Clínico

Ticlopidina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Digoxina: A co-administração de digoxina e de Ticlopidina leva a uma ligeira descida (cerca de 15%) das taxas plasmáticas de digoxina. Não devem daqui resultar alterações na eficácia terapêutica da digoxina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbonato de cálcio + Carbonato de magnésio + Digoxina

Observações: Assim é conveniente tomar Carbonato de cálcio / Carbonato de magnésio separadamente de outro medicamento, fazendo um intervalo de 1-2 horas entre eles.
Interações: A alteração da acidez gástrica causada, por exemplo, pela ingestão de antiácidos pode afetar a absorção de alguns medicamentos se usados simultaneamente. Foi demonstrado que antiácidos contendo cálcio e magnésio podem formar complexos com certas substâncias, como, por exemplo, antibióticos (tetraciclinas, quinolonas), glicosídeos cardíacos, como, por exemplo, a digoxina e levotiroxina, e eltrombopag, resultando numa diminuição da absorção. Tal deve ser tido em conta quando é considerada a administração concomitante.
 Potencialmente Grave

Diclofenac + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: As interações potencialmente perigosas ocorrem com: Digoxina: Se utilizado concomitantemente, o diclofenac pode aumentar as concentrações plasmáticas de digoxina. Recomenda-se a monitorização dos níveis séricos de digoxina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Salbutamol

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Acemetacina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Podem aumentar as concentrações plasmáticas de lítio, da digoxina e do metotrexato.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Colestiramina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína.

Nimesulida + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Foram também estudadas in vivo as potenciais interações farmacocinéticas com a glibenclamida, teofilina, varfarina, digoxina, cimetidina e um antiácido (i.e. uma associação de hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio). Não foram observadas interações clinicamente significativas.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Verapamilo + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Possíveis interacções medicamentosas associadas com o verapamilo, devido a razões de farmacocinética: Glicosídeos cardíacos Digitoxina - Diminuição da depuração total do organismo ( 27%) e da depuração extra renal da digitoxina ( 29%), Digoxina - Indivíduos saudáveis: aumento da Cmax em 45-53%, aumento da Css em 42% e aumento da AUC em 52% da digoxina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína.

Digoxina + Hipericão

Observações: N.D.
Interações: Os níveis séricos de digoxina podem encontrar-se reduzidos pela utilização concomitante de preparações contendo Hypericum perforatum, atribuindo-se este facto à sua propriedade de induzir enzimas envolvidos na metabolização de determinados fármacos e/ou da glicoproteína-P transportadora. Assim, as preparações contendo Hypericum perforatum não devem ser utilizadas simultaneamente com digoxina. Caso o doente já se encontre a tomar qualquer tipo de produto contendo Hypericum perforatum, os níveis séricos de digoxina devem ser avaliados e deve ser suspensa a utilização de Hypericum perforatum. Pode haver um aumento dos níveis séricos de digoxina após a suspensão de Hypericum perforatum, pelo que a dose de digoxina pode necessitar de ser ajustada. O efeito de indução enzimática do Hypericum perforatum pode persistir pelo menos durante duas semanas após a suspensão da sua utilização.

Insulina degludec + Liraglutido + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interação com Insulina degludec/Liraglutido. Os dados in vitro sugerem que o potencial para as interações medicamentosas farmacocinéticas relacionadas com a interação de CYP e a ligação às proteínas é reduzido para o liraglutido e a insulina degludec. O pequeno atraso do esvaziamento gástrico com liraglutido poderá influenciar a absorção de medicamentos administrados concomitantemente por via oral. Os estudos de interação não mostraram qualquer atraso clinicamente relevante da absorção.
Interações: A administração de uma dose única de 1 mg de digoxina com liraglutido resultou numa redução da AUC da digoxina de 16%; a Cmax diminuiu em 31%. O tempo médio para a concentração máxima (tmax ) da digoxina foi atrasado de 1 h para 1,5 h. Com base nestes resultados, não é necessário qualquer ajuste da dose de digoxina.
 Potencialmente Grave

Metilprednisolona + Lidocaína + Digoxina

Observações: As interações medicamentosas do Metilprednisolona/Lidocaína são comuns aos outros corticosteróides. Contudo, devido ao padrão particular de absorção do Metilprednisolona/Lidocaína, o aspecto clínico pode ser alterado.
Interações: Interações FARMACOLÓGICAS DOS CORTICOSTERÓIDES: Digoxina: Perturbações electrolíticas com expoliação de potássio e potencial cardiotoxicidade.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Registou-se um aumento médio de 1,5 vezes das concentrações plasmáticas de digoxina quando esta e Ranolazina são coadministrados. Por conseguinte, deve monitorizar-se os valores de digoxina após o início e o fim da terapêutica com Ranolazina.

Rivastigmina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Não se observou qualquer interação farmacocinética da rivastigmina com digoxina, varfarina, diazepam ou fluoxetina nos estudosem voluntários saudáveis. O aumento do tempo de protrombina induzido pela varfarina não é afetado pela administração de rivastigmina. Não se observaram quaisquer efeitos indesejáveis sobre a condução cardíaca após a administração concomitante de digoxina e rivastigmina.
 Sem significado Clínico

Albiglutido + Digoxina

Observações: Albiglutido retarda o esvaziamento gástrico e poderá ter impacto na absorção de medicamentos orais administrados concomitantemente. Quando foi administrado como uma dose única de 100 mg em indivíduos saudáveis, albiglutido retardou o esvaziamento gástrico, comparativamente com o placebo, tanto de sólidos como de líquidos. Recomenda-se precaução nos doentes a administrar medicamentos com um índice terapêutico estreito ou medicamentos que necessitem de monitorização clínica cuidadosa.
Interações: Albiglutido não alterou significativamente a farmacocinética de uma dose única de digoxina (0,5 mg) quando administrada concomitantemente no estado estacionário de albiglutido (50 mg semanalmente).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio)

Observações: N.D.
Interações: Os bloqueadores dos canais de cálcio podem aumentar ou manter as concentrações séricas da digoxina.

Lenalidomida + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante com lenalidomida 10 mg/dia aumentou a exposição plasmática da digoxina (0,5 mg, dose única) em 14% com um IC (intervalo de confiança) de 90% [0,52% - 28,2%]. Desconhece-se se o efeito será diferente na situação terapêutica (doses mais altas de lenalidomida e tratamento concomitante com dexametasona). Assim, a monitorização da concentração da digoxina é aconselhável durante o tratamento com lenalidomida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Boceprevir + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Um estudo clínico de interação medicamentosa com digoxina demonstrou que o boceprevir é um inibidor in vivo ligeiro da P-gp, aumentando a exposição à digoxina em 19%. Deve antecipar-se um aumento nas concentrações plasmáticas dos substratos do transportador de efluxo da P-gp, tais como a digoxina ou o dabigatran.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Verapamilo

Observações: N.D.
Interações: Verapamil, felodipina e tiapamil aumentam as concentrações séricas da digoxina.
 Sem significado Clínico

Vardenafil + Digoxina

Observações: Estudos in vitro Vardenafil é metabolizado predominantemente por enzimas hepáticas através da isoforma 3A4 do citocromo P450 (CYP), com alguma contribuição das isoformas CYP3A5 e CYP2C. Assim, os inibidores destas isoenzimas podem reduzir a taxa de depuração do vardenafil.
Interações: A farmacocinética do vardenafil (20 mg) não foi afetada pela administração concomitante do antagonista-H2 ranitidina (150 mg duas vezes ao dia), digoxina, varfarina, glibenclamida, álcool (nível sanguíneo máximo médio de álcool de 73 mg/dl) ou doses únicas de antiácido (hidróxido de magnésio/hidróxido de alumínio). Não foram demonstradas interações significativas quando foi concomitantemente administrada varfarina (25 mg), a qual é metabolizada pelo CYP2C9, ou digoxina (0,375 mg) com vardenafil (20 mg).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Felodipina

Observações: N.D.
Interações: Verapamil, felodipina e tiapamil aumentam as concentrações séricas da digoxina.

Lacosamida + Digoxina

Observações: Os dados disponíveis sugerem que a lacosamida possui um potencial de interação baixo. Estudos in vitro indicam que os enzimas CYP1A2, 2B6 e 2C9 não são induzidos e que os CYP1A1, 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2D6 e 2E1 não são inibidos pela lacosamida, nas concentrações plasmáticas observadas durante os ensaio s clínicos. Um estudo in vitro indicou que a lacosamida não é transportada por glicoproteína - P no intestino. Dados in vitro demonstram que o CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4 têm a capacidade de catalizar a formação do metabolito O - desmetil. A lacosamida tem um perfil de ligação às proteínas inferior a 15%, pelo que são consideradas pouco provaveis interações de competição pelo recetor proteico, com outros medicamentos.
Interações: Estudos de interação demonstraram que a lacosamida não interfere com a farmacocinética da digoxina.

Mesilato de di-hidroergocriptina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Os resultados de estudos farmacocinéticos de dose única em voluntários sãos demonstraram que não é necessário ajustar a dose da digoxina quando é administrada conjuntamente com a alfa- di-hidroergocriptina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Tiapamil (Dimeditiapramine)

Observações: N.D.
Interações: Verapamil, felodipina e tiapamil aumentam as concentrações séricas da digoxina.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Digoxina + Nifedipina

Observações: N.D.
Interações: A nifedipina e diltiazem podem aumentar ou não provocar nenhum efeito sobre as concentrações séricas e a isradipina não causa alterações nas concentrações séricas da digoxina.

Rimonabant + Digoxina

Observações: O efeito inibitório in vivo no CYP2C8 não foi estudado. Contudo, in vitro, o rimonabant demonstrou um efeito inibitório ligeiro no CYP2C8. O potencial para inibição do CYP2C8 in vivo é aparentemente baixo.
Interações: Rimonabant não inibe ou induz outras enzimas do CYP ou P-glicoproteína (P-gp) in vitro. Isto foi confirmado clinicamente com estudos de sonda específica utilizando midazolam (substrato CYP3A4), varfarina (substrato CYP2C9) e digoxina (substrato P-gp).

Tigeciclina + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A tigeciclina não é extensamente metabolizada. Assim, não é previsível que a depuração da tigeciclina seja afetada por substâncias inibidoras ou indutoras da atividade das isoformas do CYP450. In vitro, a tigeciclina não é um inibidor competitivo nem um inibidor irreversível das enzimas do CYP450.
Interações: Quando administrada em adultos saudáveis nas doses recomendadas, a tigeciclina não afetou a taxa ou o grau de absorção, nem a depuração da digoxina (0,5 mg seguido de 0,25 mg diariamente). A digoxina não afetou o perfil farmacocinético da tigeciclina. Assim, não é necessário ajuste posológico quando a tigeciclina é administrada com a digoxina.

Aliscireno + Amlodipina + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: A análise farmacocinética populacional de doentes com hipertensão não revelou quaisquer alterações clinicamente relevantes durante a exposição no estado de equilíbrio (AUC) e Cmax de aliscireno, amlodipina e hidroclorotiazida comparativamente com as terapêuticas duplas correspondentes.
Interações: A biodisponibilidade da digoxina e de verapamilo pode ser ligeiramente reduzida por aliscireno. Substratos da gp-P ou inibidores fracos: Não se observaram interações clinicamente relevantes com atenolol, digoxina ou cimetidina. Em estudos clínicos de interação a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina. Precauções com utilização concomitante: Digoxina ou outros glicosidos digitálicos: A hipocaliemia ou a hipomagnesemia induzidas pelas tiazidas favorecem o aparecimento de arritmias cardíacas induzidas pelos digitálicos.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Digoxina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: A nifedipina e diltiazem podem aumentar ou não provocar nenhum efeito sobre as concentrações séricas e a isradipina não causa alterações nas concentrações séricas da digoxina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio + Carbonato de magnésio + Simeticone + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Os antiácidos que associam alumínio e magnésio, podem diminuir a biodisponibilidade da digoxina.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Digoxina + Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)

Observações: N.D.
Interações: Os inibidores da enzima de conversão da angiotensina podem aumentar ou não ter nenhum efeito sobre as concentrações séricas da digoxina.

Cetoprofeno + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Uso não recomendado. Risco de elevação dos níveis plasmáticos, podendo chegar a níveis tóxicos.

Digoxina + Milrinona

Observações: N.D.
Interações: A milrinona não altera as concentrações séricas da digoxina no estado de equilíbrio.

Irbesartan + Digoxina

Observações: O irbesartan é principalmente metabolizado pelo CYP2C9 e em menor extensão pela glucuronidação.
Interações: A farmacocinética da digoxina não foi alterada pela administração concomitante do irbesartan.

Digoxina + Inibidores da glicoproteína-P (Gp-P)

Observações: N.D.
Interações: A digoxina é um substrato da glicoproteína-P. Deste modo, os inibidores da glicoproteína-P podem aumentar as concentrações sanguíneas da digoxina por aumento da sua absorção e/ou pela redução da sua depuração renal.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Eliglustato + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Agentes cuja exposição pode ser aumentada pelo eliglustato Substratos da gp-P: Após uma dose única de 0,25 mg de digoxina, um substrato da gp-P, a administração concomitante de doses de 127 mg de eliglustato duas vezes por dia resultou num aumento de 1,7 e 1,5 vezes da Cmax e da AUClast da digoxina, respetivamente. Podem ser necessárias doses inferiores de substâncias que são substratos da gp-P (p.ex., digoxina, colquicina, dabigatrano, fenitoína, pravastatina).

Alprazolam + Digoxina

Observações: As interações farmacocinéticas podem ocorrer quando o alprazolam é administrado concomitantemente com compostos que inibem a enzima hepática CYP3A4, aumentando os níveis plasmáticos de alprazolam.
Interações: Tem sido notificado um aumento dos níveis de digoxina no plasma com o uso concomitante de 1 mg de alprazolam por dia, particularmente nos idosos. Assim, os doentes a tomar concomitantemente alprazolam e digoxina devem ser cuidadosamente monitorizados para sinais e sintomas de toxicidade da digoxina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbonato de cálcio + Hidróxido de alumínio + Digoxina

Observações: O aumento do pH urinário aumenta a excreção urinária e diminui a concentração sanguínea dos salicilatos.
Interações: Carbonato de cálcio/ Hidróxido de alumínio pode diminuir a absorção de tetraciclinas, digoxina, indometacina, naproxen, sais de ferro e isoniazida. Devem portanto estes medicamentos ser tomados longe do Carbonato de cálcio/ Hidróxido de alumínio (1 a 2 horas antes).

Dulaglutido + Digoxina

Observações: O dulaglutido torna o esvaziamento gástrico mais lento e, por isso, pode afetar a taxa de absorção de outros medicamentos orais administrados concomitantemente. O dulaglutido deve ser utilizado com precaução em doentes tratados com medicamentos orais que careçam de uma rápida absorção gastrointestinal. Em algumas formulações de libertação prolongada, o aumento da libertação devido a um período maior de estase gástrica pode aumentar ligeiramente a exposição ao fármaco.
Interações: Após a administração concomitante de digoxina em estado estacionário com 2 doses consecutivas de dulaglutido, a exposição total (AUCτ) e tmax da digoxina mantiveram-se inalteradas; a Cmax diminuiu até 22%. Não é expectável que esta alteração tenha consequências clínicas. Não é necessário ajustar a dose de digoxina, quando administrada concomitantemente com dulaglutido.

Emtricitabina + Rilpivirina + Tenofovir + Digoxina

Observações: Não foram efetuados estudos de interação medicamentosa com Emtricitabina / Rilpivirina / Tenofovir. As interações que foram identificadas com estes agentes individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes agentes só foram realizados em adultos. A rilpivirina é metabolizada principalmente pelo citocromo P450 (CYP)3A. Medicamentos que induzem ou inibem a CYP3A podem portanto afetar a depuração de rilpivirina.
Interações: Utilização concomitante nos casos em que é recomendada precaução: Substratos da glicoproteína P: A rilpivirina inibe a glicoproteína P in vitro (CI50 de 9,2 μM). Num estudo clínico, a rilpivirina não afetou a farmacocinética da digoxina de forma significativa. Contudo, não se pode excluir por completo que a rilpivirina pode aumentar a exposição a outros fármacos transportados pela glicoproteína P que sejam mais sensíveis à inibição da glicoproteína P intestinal (por ex., etexilato de dabigatran). A rilpivirina é um inibidor in vitro do transportador da MATE-2K com uma CI50 de < 2,7 nM. Desconhecem-se atualmente as implicações clínicas deste resultado.

Etoricoxib + Digoxina

Observações: Com base em estudos in vitro, não é de se esperar que o etoricoxib iniba os citocromos P450 (CYP) 1A2, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A4. Num estudo com indivíduos saudáveis, a administração diária de etoricoxib 120 mg não alterou a atividade hepática da CYP3A4, conforme avaliado pelo teste respiratório da eritromicina. A via principal do metabolismo do etoricoxib depende das enzimas CYP. A CYP3A4 parece contribuir para o metabolismo do etoricoxib in vivo. Estudos in vitro indicam que a CYP2D6, CYP2C9, CYP1A2 e CYP2C19 também conseguem catalisar a via metabólica principal, mas os seus papéis quantitativos não foram estudados in vivo.
Interações: Etoricoxib 120 mg administrado uma vez por dia durante 10 dias a voluntários saudáveis não alterou a AUC 0-24hr plasmática, no estado de equilíbrio, nem a e liminação renal da digoxina. Houve um aumento (aproximadamente 33%) da Cmax da digoxina. Este aumento não é geralmente importante para a maioria dos doentes. Contudo, os doentes com um risco elevado de toxicidade devido à digoxina devem ser monitorizados ao administrar-se etoricoxib e digoxina concomitantemente.
 Sem significado Clínico

Glimepirida + Pioglitazona + Digoxina

Observações: Não existem estudos formais de interação para o Glimepirida / Pioglitazona, contudo, a utilização concomitante das substâncias ativas em doentes em utilização clínica não teve como resultado interações inesperadas. As informações disponíveis são sobre as substâncias ativas individualmente (pioglitazona e glimepirida).
Interações: PIOGLITAZONA: Os estudos de interação demonstraram que a pioglitazona não exerce efeitos relevantes quer sobre a farmacocinética quer sobre a farmacodinâmica da digoxina, varfarina, femprocumom e metformina.

Semaglutido + Digoxina

Observações:
Interações: Digoxina O semaglutido não alterou a exposição geral ou a Cmax de digoxina na sequência de uma dose única de digoxina (0,5 mg).

Atorvastatina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Digoxina: Quando foram administradas concomitantemente doses múltiplas de digoxina e 10 mg de atorvastatina, as concentrações plasmáticas de digoxina no estado estacionário aumentaram ligeiramente. Doentes a tomar digoxina devem ser adequadamente monitorizados.

Clopidogrel + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Foram efectuados outros estudos clínicos com o clopidogrel e outras terapêuticas concomitantes, para investigar potenciais interações farmacocinéticas e farmacodinâmicas. As farmacocinéticas da digoxina ou da teofilina não foram alteradas pela administração concomitante do clopidogrel.

Metformina + Linagliptina + Digoxina

Observações: Embora não tenham sido realizados estudos farmacocinéticos de interação medicamentosa com Metformina/Linagliptina, estes estudos foram efetuados com as substâncias ativas individuais, i.e.linagliptin a e metformina. A administração concomitante de doses múltiplas de linagliptina e metformina não alterou significativamente o perfil farmacocinético da linagliptina nem da metformina em voluntários saudáveis e doentes.
Interações: LINAGLIPTINA: Efeitos da linagliptina sobre outros medicamentos: Em estudos clínicos, conforme adiante se descreve, a linagliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da metformina, da gliburida, da sinvastatina, da varfarina, da digoxina ou dos contracetivos orais, fornecendo evidências in vivo de uma baixa tendência para causar interações medicamentosas com substratos da CYP3A4, CYP2C9, CYP2C8, da glicoproteína-P e do transportador catiónico orgânico (OCT). Digoxina: A administração concomitante de múltiplas doses diárias de 5 mg de linagliptina com múltiplas doses de 0,25 mg de digoxina não teve qualquer efeito sobre a farmacocinética da digoxina em voluntários saudáveis. Por isso, a linagliptina não é um inibidor in vivo do transporte mediado pela glicoproteína-P.

Losartan + Amlodipina + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com o Losartan / Amlodipina e outros medicamentos. Não foram realizados estudos de interação medicamentosa na população pediátrica.
Interações: Interações relacionadas com a amlodipina Efeitos da amlodipina em outros medicamentos: Os efeitos de redução da pressão arterial da amlodipina somam-se aos efeitos de redução da pressão arterial de outros medicamentos com efeito anti-hipertensor. Em estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética de atorvastatina, digoxina e varfarina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antiarrítmicos + Digoxina

Observações: Aumentam a depressão do miocárdio quando são administrados com outros AA. Aumentam o risco de arritmias ventriculares quando são dados com AA que prolongam o intervalo QT
Interações: Propafenona: Aumenta o efeito da: - Digoxina

Diltiazem + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Amiodarona, digoxina: Risco acrescido de bradicardia; é necessária precaução quando estas substâncias são combinadas com o diltiazem, em particular em doentes idosos e quando são utilizadas posologias elevadas.

Nimodipina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Interações que se comprovou não existirem: A administração concomitante de nimodipina oral e diazepam, digoxina, glibenclamida, indometacina, ranitidina e varfarina não revelou qualquer potencial para interação mútua.

Ribociclib + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Substâncias que são substratos de transportadores: Avaliações in vitro indicaram que ribociclib tem potencial para inibir as atividades dos transportadores Pgp, BCRP, OATP1B1/1B3, OCT1 OCT2, MATE1 e BSEP. Recomenda-se precaução e monitorização da toxicidade durante o tratamento concomitante com substratos sensíveis destes transportadores que exibem uma margem terapêutica estreita, incluindo mas não limitado a digoxina, pitavastatina, pravastatina, rosuvastatina e metformina.

Rosuvastatina + Perindopril + Indapamida + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Relacionados com rosuvastatina Digoxina: Com base em dados de estudos de interação específicos, não são esperadas interações clinicamente relevantes com digoxina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Darifenacina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da darifenacina sobre outros medicamentos: Digoxina: A monitorização terapêutica da digoxina deve ser feita quando se inicia ou termina o tratamento com darifenacina, bem como quando se altera a dose de darifenacina. A administração concomitante de 30 mg de darifenacina uma vez por dia (duas vezes a dose diária recomendada) com digoxina no estado estacionário resultou num pequeno aumento na exposição à digoxina (AUC: 16% e Cmax: 20%). O aumento na exposição à digoxina poderá ser causado pela competição entre a darifenacina e a digoxina para a glicoproteína P.

Vareniclina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Digoxina: A vareniclina não alterou a farmacocinética em estado de equilíbrio da digoxina.
 Sem significado Clínico

Ácido nicotínico + Laropiprant + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Nos estudos de interação, o laropiprant não exerceu efeitos clinicamente significativos na farmacocinética dos seguintes medicamentos: sinvastatina, varfarina, contracetivos orais, rosiglitazona e digoxina. Com base nestes dados, não se espera que o laropiprant provoque interações medicamentosas com substratos das isoenzimas do CYP 3A4, 2C9, 2C8 e com a glicoproteína -P (gp-P) humana. Nos estudos in vitro, o laropiprant não inibiu as reações mediadas pelo CYP1A2, CYP2B6, CYP2C19, CYP2D6 ou CYP2E1.

Ciclofosfamida + Digoxina

Observações: A coadministração planeada ou a administração sequencial de outras substâncias ou tratamentos que podem aumentar os efeitos semelhantes ou a gravidade da toxicidade (através de interações farmacodinâmicas ou farmacocinéticas) exigem uma avaliação individual cuidada dos benefícios e dos riscos esperados. Os doentes que recebem tais combinações devem ser monitorizados cuidadosamente quanto a sinais de toxicidade para permitir uma intervenção atempada. Os doentes em tratamento com ciclofosfamida e agentes que reduzem a sua ativação devem ser monitorizados quanto a uma possível redução da eficácia terapêutica e a necessidade de um ajuste de dose.
Interações: Interações que afetam a farmacocinética e/ou ações de outros medicamentos: Digoxina, β-acetildigoxina Foi notificado que o tratamento citotóxico prejudica a absorção intestinal dos comprimidos de digoxina e β-acetildigoxina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Eritromicina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Com a administração de Eritromicina e digoxina foram descritas concentrações séricas elevadas de digoxina.

Tizanidina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Deve ser tida também precaução quando a tizanidina é usada em concorrência com substâncias que bloqueiam os adrenoreceptores-β ou digoxina pois a combinação pode potenciar hipotensão ou bradicardia. Em alguns doentes foram observadas hipertensão rebound e taquicardia após abrupta descontinuação da tizanidina quando usada concomitantemente com fármacos anti-hipertensivos. Em casos extremos, a hipertensão rebound pode levar a acidente cerebrovascular.
 Sem significado Clínico

Vernacalant + Digoxina

Observações: Não se realizaram estudos formais de in teração com vernacalant injetável.
Interações: Não é previsível que vernacalant, administrado por perfusão, produza interações medicamentosas significativas devido a uma rápida distribuição e exposição transitória, reduzida ligação às proteínas, ausência de inibição de outras enzimas do CYP P450 testadas (CYP3A4, 1A2, 2C9, 2C19 ou 2E1) e ausência de inibição da glicoproteína-P num ensaio de transporte da digoxina.

Irbesartan + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Informações adicionais sobre as interações do IRBESARTAN: A farmacocinética da digoxina não foi alterada pela co-administração do irbesartan.

Teriparatida + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Num estudo com 15 indivíduos saudáveis aos quais se administrou digoxina diariamente até ao estado estacionário, uma dose única de Teriparatida não alterou o efeito cardíaco da digoxina.

Carvedilol + Ivabradina + Digoxina

Observações: Não se observaram interações entre o carvedilol e a ivabradina num estudo de interações efetuado em voluntários saudáveis. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Utilização concomitante com precauções de Carvedilol / Ivabradina: Glicosídeos cardíacos (digoxina, digitoxina). Carvedilol - Utilização concomitante com precauções: As concentrações de digoxina e digitoxina aumentam quando a digoxina e o carvedilol são administrados concomitantemente. Tanto a digoxina, como a digitoxina e o carvedilol prolongam o tempo de condução AV e, portanto, recomenda-se maior monitorização dos níveis de digoxina ao iniciar, ajustar ou descontinuar o tratamento com Carvedilol / Ivabradina. Estudos específicos de interação medicamentosa demonstraram que não existe efeito clinicamente significativo dos seguintes medicamentos na farmacocinética e farmacodinâmica da ivabradina: Inibidores da bomba de protões (omeprazol, lansoprazol), sildenafil, inibidores da redutase HMG CoA (sinvastatina), bloqueadores dos canais de cálcio dihidropiridinicos (amlodipina,lacidipina), digoxina e varfarina. Adicionalmente não houve qualquer efeito clinicamente significativo da ivabradina sobre a farmacocinética da sinvastatina, amlodipina, lacidipina, sobre a farmacocinética e farmacodinâmica da digoxina e da varfarina e sobre a farmacodinâmica do ácido acetilsalicílico.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Diclofenac + Misoprostol + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Os níveis plasmáticos da digoxina e do lítio em estado estacionário podem estar aumentados e os níveis de cetoconazol podem estar diminuídos.

Espironolactona + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: A espironolactona pode interferir com métodos de determinação da concentração plasmática de digoxina. Tem sido demonstrado que a espironolactona aumenta o tempo de semi-vida da digoxina, podendo portanto provocar uma subida dos níveis da digoxina e, consequentemente, intensificar o risco de toxicidade por digitálicos. Assim será necessário reduzir a posologia e dose de manutenção de digitálicos quando o seu uso for concomitante com o da espironolactona, devendo os doentes ser cuidadosamente vigiados a fim de se evitar uma sobre ou sub-concentração de digitálicos.

Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio + Simeticone + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Os antiácidos contendo alumínio podem impedir a absorção adequada de outros medicamentos tais como antagonistas H2, atenolol, cefedinir, cefpodoxima, bifosfonatos, cloroquina, cetoconazol, ciclinas, diflunisal, digoxina, etambutol, fluoroquinolonas, fluoreto de sódio, glucocorticoides, indometacina, isoniazida, polistireno sulfonato de sódio (kayexalate), levotiroxina, lincosamidas, metoprolol, neurolépticos, fenotiazinas, penicilamina, propranolol, rosuvastatina, sais de ferro. Recomenda-se alternar a administração destes medicamentos e do antiácido com pelo menos 2 horas de intervalo (4 horas para as fluoroquinolonas) a fim de minimizar a ocorrência de interações indesejáveis.

Metoclopramida + Digoxina

Observações: Devido ao efeito procinético da metoclopramida, a absorção de alguns medicamentos pode ser alterada.
Interações: Combinação a ter em consideração: Devido ao efeito procinético da metoclopramida, a absorção de alguns medicamentos pode ser alterada. Digoxina: A metoclopramida pode diminuir a biodisponibilidade da digoxina. É necessário monitorizar cuidadosamente a concentração plasmática da digoxina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vorapaxar + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de vorapaxar noutros medicamentos: Digoxina: Vorapaxar é um inibidor fraco da glicoproteína P intestinal (gp-P) transportadora. A administração concomitante de vorapaxar (40 mg) e digoxina (0,5 mg dose única) aumentou a Cmax e a AUC de digoxina em 54% e 5%, respetivamente. Não é recomendado um ajuste posológico da digoxina ou Vorapaxar. Os doentes a receber digoxina devem ser monitorizados como indicado clinicamente.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Esomeprazol + Digoxina

Observações: A supressão do ácido gástrico durante o tratamento com esomeprazol e outros IBPs poderá reduzir ou aumentar a absorção de medicamentos com uma absorção gástrica pH-dependente. O esomeprazol inibe o CYP2C19, a principal enzima metabolizadora do esomeprazol. O omeprazol tal como o esomeprazol atuam como inibidores do CYP2C19. O esomeprazol é metabolizado pelo CYP2C19 e CYP3A4.
Interações: Efeitos de esomeprazol sobre a farmacocinética de outros medicamentos: O tratamento concomitante com omeprazol (20 mg diários) e digoxina em indivíduos saudáveis aumentou a biodisponibilidade da digoxina em 10% (até 30% em dois de dez indivíduos).

Indinavir + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: INDINAVIR POTENCIADO COM RITONAVIR. ANTIARRÍTMICOS: Digoxina 0,4 mg SD Ritonavir 200 mg BID O ritonavir pode aumentar os níveis de digoxina devido à modificação do efluxo da digoxina mediado pela glicoproteína-P. É recomendada uma monitorização cuidadosa dos níveis de digoxina quando a digoxina é administrada concomitantemente com indinavir/ritonavir.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio + Digoxina

Observações: O uso concomitante de carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio com outros medicamentos pode alterar a absorção destes últimos. O uso concomitante de antiácidos contendo alumínio e o ácido contido em algumas bebidas (sumo de fruta, vinho, etc) pode aumentar a absorção intestinal de alumínio. Devido à grande variedade de interações medicamentosas é recomendado, exceto indicação contrária do médico, um intervalo de 2 horas entre a administração do antiácido e outros medicamentos.
Interações: Foram encontradas pequenas diminuições na absorção de digoxina, captopril, cimetidina, ranitidina, famotidina, teofilina, propranolol, atenolol, sulfato de ferro e clorpromazina. Estas diminuições não são clinicamente relevantes.

Olaparib + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica formais.
Interações: Interações farmacocinéticas: Efeito de olaparib sobre outros fármacos: Desconhece-se o potencial de olaparib para induzir o CYP3A, CYP1A2, CYP2B6, CYP2C9, CYP2C19 e o P-gp e não se pode excluir que o olaparib após administração concomitante possa reduzir a exposição aos substratos destas enzimas metabólicas e proteína transportadora. A eficácia dos contracetivos hormonais pode estar reduzida se forem administrados concomitantemente com olaparib. O olaparib in vitro pode ser um inibidor do P-gp e é um inibidor do BRCP, OATP1B1, OCT1 e OCT2. Não se pode excluir que olaparib possa aumentar a exposição aos substratos do P-gp (p.ex., estatinas, digoxina, dabigatrano, colquicina), BRCP (p.ex., metotrexato, rosuvastatina e sulfassalazina), OATP1B1 (p.ex., bosentano, glibenclamida, repaglinida, estatinas e valsartan), OCT1 (p.ex., metformina) e OCT2 (p.ex., creatinina sérica). Em particular, recomenda-se precaução se olaparib for administrado em associação com qualquer estatina.

Temsirolímus + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Interações com medicamentos que são substratos da glicoproteína-P: Num estudo in vitro, o temsirolímus inibiu o transporte dos substratos da glicoproteína-P ( gp -P ) com um valor de IC 50 de 2 M. O efeito da inibição da gp-P não foi investigada in vivo num estudo clínico de interação fármaco-fármaco, no entanto, os dados preliminares recentes de um estudo de Fase 1 sobre a associação lenalidomida (dose de 25 mg) e temsirolímus (dose de 20 mg) parecem suportar as observações in vitro e sugerir um maior risco de acontecimentos adversos. Desta forma, quando o temsirolímus é coadministrado com medicamentos que sejam substratos da gp-P (ex.: digoxina, vincristina, colchicina, dabigatrano, lenalidomida e paclitaxel) deve ser efetuada uma monitorização rigorosa dos acontecimentos adversos relacionados com a coadministração destes medicamentos.

Donepezilo + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: O cloridrato de donepezilo e/ou qualquer dos seus metabolitos não inibem o metabolismo da teofilina, varfarina, cimetidina ou digoxina no ser humano. O metabolismo do cloridrato de donepezilo não é afetado pela administração simultânea de digoxina ou cimetidina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Gonadorelina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Anticoncepcionais orais e digoxina podem suprimir a concentração da gonadorelina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Palbociclib + Digoxina

Observações: Palbociclib é metabolizado principalmente pela CYP3A e pela SULT2A1, uma enzima da família das sulfotransferases (SULT). In vivo, palbociclib é um inibidor fraco e dependente do tempo da CYP3A.
Interações: Baseado em dados in vitro, é de esperar que palbociclib iniba o transporte mediado pela glicoproteína P (P-gp) intestinal e pela proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP). Por conseguinte, a administração de palbociclib com medicamentos que são substratos da P-gp (por ex., digoxina, dabigatrano, colquicina, pravastatina) ou da BCRP (por ex., rosuvastatina, sulfassalazina) poderá aumentar o seu efeito terapêutico e as reações adversas.
 Potencialmente Fatal

Altizida + Espironolactona + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: A espironolactona aumenta o tempo de semivida da digoxina. A espironolactona pode interferir com os ensaios para determinar os níveis da digoxina sérica. As alterações eletrolíticas induzidas por tiazidas, como a hipocaliemia e hipomagnesemia, aumentam o risco de toxicidade da digoxina, que pode resultar em acontecimentos arrítmicos fatais.

Isradipina + Digoxina

Observações: A isradipina não parece inibir as enzimas do citocromo P450, em particular CYP3A4, numa extensão clínica significativa. A ingestão concomitante de sumo de toranja pode aumentar a biodisponibilidade da isradipina.
Interações: A farmacocinética da isradipina não é modificada pela administração concomitante de digoxina, propranolol, varfarina, hidroclorotiazida ou ciclosporina. A isradipina não afeta a farmacocinética da digoxina, varfarina, hidroclorotiazida, diclofenac, teofilina, triazolam ou ciclosporina.

Roflumilaste + Digoxina

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Não foram observadas interações com salbutamol inalado, formoterol, budesonida, montelucaste oral, digoxina, varfarina, sildenafil e midazolam.

Rosuvastatina + Valsartan + Digoxina

Observações: Não foram efetuados estudos de interação com Rosuvastatina / Valsartan e outros medicamentos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Precaução recomendada no uso concomitante: Nos estudos de interações medicamentosas com valsartan, não foram observadas quaisquer interações clinicamente significativas com valsartan ou com qualquer um dos fármacos seguintes: cimetidina, varfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina, glibenclamida. Digoxina: Com base em dados de estudos de interação específicos, não são esperadas interações clinicamente relevantes com digoxina.

Lurasidona + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Potencial da lurasidona para afetar outros medicamentos: A administração concomitante de lurasidona com digoxina (um substrato de P-gp) não aumentou a exposição da digoxina e apenas aumentou ligeiramente a Cmax (1,3 vezes) e, portanto, considera-se que a lurasidona pode ser coadministrada com digoxina. A lurasidona é um inibidor in vitro do transportador de efluxo P-gp e a relevância clínica da inibição do P-gp intestinal não pode ser excluída. A administração concomitante do substrato P-gp etexilato de dabigatrano pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas de dabigatrano.

Telitromicina + Digoxina

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Efeito do Telitromicina nos outros medicamentos: A telitromicina é um inibidor da glicoproteína-P. A administração concomitante de Telitromicina com outros medicamentos que sejam substratos de glicoproteína-P pode resultar num aumento da exposição aos subtratos da glicoproteína-P tais como digoxina e dabigatrano etexilato. Se a telitromicina for coadministrada com dabigatrano etexilato deverá ser instituída uma monitorização clínica rigorosa (procurando sinais de hemorragia ou anemia). Efeito do Telitromicina nos outros medicamentos: Digoxina: Demonstrou-se que o Telitromicina aumenta as concentrações plasmáticas de digoxina, um substrato da glicoproteína-P. Os níveis plasmáticos, Cmax, AUC e a depuração renal aumentaram 20%, 73%, 37% e 27% respetivamente em voluntários saudáveis. Não se observaram alterações significativas nos parâmetros do ECG, e não foram observados sinais de toxicidade pela digoxina. No entanto, a monitorização dos níveis séricos de digoxina deve ser considerada durante a administração concomitante de digoxina e Telitromicina.

Zonisamida + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potencial de Zonisamida para afetar outros medicamentos: Substratos da glicoproteína-P (P-gp): Um estudo in vitro demonstrou que a zonisamida é um inibidor fraco da P-gp (MDR1) com um IC50 de 267 μmol/l e que existe teoricamente a possibilidade de a zonisamida afetar a farmacocinética de substâncias que sejam substratos da P-gp. Aconselha-se cuidado no início e na descontinuação da terapêutica com zonisamida bem como na alteração da sua dose em doentes que estejam também a ser tratados com medicamentos que sejam substratos da P-gp (por ex., digoxina, quinidina).

Prucaloprida + Digoxina

Observações: A prucaloprida tem um baixo potencial de interação farmacocinética. É extensivamente excretada inalterada na urina (aproximadamente 60% da dose) e o metabolismo in vitro é muito lento. A prucaloprida não demonstrou inibir atividades específicas do CYP450 em estudos in vitro em microssomas de fígado humano em concentrações terapeuticamente relevantes. Embora a prucaloprida possa ser um fraco substrato para a glicoproteína - P (P - gp), não é um inibidor da P - gp em concentrações clinicamente relevantes.
Interações: A prucaloprida não teve efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da varfarina, digoxina, álcool, paroxetina ou contracetivos orais.

Finasterida + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Não foram identificadas interações medicamentosas clinicamente significativas. A finasterida parece não afetar de forma significativa o sistema enzimático metabolizador de medicamentos associado ao citocromo P450. Embora se estime que o risco da finasterida afetar a farmacocinética de outros medicamentos seja baixo, é provável que os inibidores e indutores do citocromo P450 3A4 afetem a concentração plasmática da finasterida. No entanto, com base nas margens de segurança estabelecidas, qualquer aumento devido à utilização concomitante de tais inibidores é pouco provável que tenha significância clínica. Os seguintes medicamentos foram investigados no homem não tendo sido detetadas interações clinicamente significativas: propranolol, digoxina, glibenclamida, varfarina, teofilina, fenazona e antipirina, não tendo sido encontradas quaisquer interações significativas do ponto de vista clínico.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fosfato de alumínio + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Possibilidade de atraso e/ou diminuição da absorção de substâncias como: furosemida, tetraciclinas, digoxina, isoniazida e anticolinérgicos.

Metformina + Pioglitazona + Digoxina

Observações: Não existem estudos formais de interação para Metformina/Pioglitazona. Os parágrafos seguintes refletem a informação disponível acerca das substâncias ativas individualmente (pioglitazona e metformina).
Interações: PIOGLITAZONA: Os estudos de interação demonstraram que a pioglitazona não possui efeitos relevantes quer sobre a farmacocinética quer sobre a farmacodinâmica da digoxina, varfarina, femprocumom e metformina.

Alectinib + Digoxina

Observações: Com base nos dados in vitro, CYP3A4 é a principal enzima que medeia o metabolismo do alectinib e do metabolito principal M4, o CYP3A4 contribui para 40%-50% da totalidade do metabolismo hepático. O M4 mostrou potência e atividade in vitro similar contra o ALK.
Interações: Quando Alectinib é administrado concomitantemente com substratos da gp-P (por exemplo, digoxina, etexilato de dabigatrano, topotecano, siromilus, everomilus, nilotinib e lapatinib) recomenda-se monitorização apropriada.

Baricitinib + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Transportadores In vitro, baricitinib inibiu o OAT1, OAT3, o transportador aniónico orgânico (OCT) 1, OCT2, OATP1B3, BCRP e MATE1 e MATE2-K. É improvável a existência de alterações clinicamente significativas da PK de medicamentos que sejam substratos destes transportadores, com exceção dos substratos do OCT1. Não se pode descartar a possibilidade de baricitinib ser um inibidor clinicamente relevante do OCT1. No entanto, não existem atualmente substratos do OCT1 seletivos conhecidos, em relação aos quais possam prever-se interações clinicamente significativas. Em estudos de farmacologia clínica, não houve quaisquer efeitos clinicamente significativos na exposição ao baricitinib, quando baricitinib foi co-administrado com digoxina (substrato Pgp) ou metotrexato (substrato de vários transportadores).

Netupitant + Palonossetrom + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Interações adicionais É improvável que o Netupitant / Palonossetrom interaja com medicamentos que sejam substratos da gp-P. O netupitant não é um substrato da gp-P. Não se observaram alterações na farmacocinética da digoxina quando se administrou netupitant no Dia 8 de um regime de 12 dias com digoxina. É improvável que haja inibição da proteína transportadora de efluxo BCRP e da isoenzima UGT2B7 da glucuronidação pelo netupitant e pelos seus metabolitos e, caso ocorra, a mesma apresenta uma relevância clínica mínima. Os dados in vitro mostram que o netupitant inibe a UGT2B7, não estando estabelecida a amplitude de um tal efeito no enquadramento clínico. Recomenda-se precaução ao associar-se o netupitant a um substrato oral desta enzima (p. ex., zidovudina, ácido valproico, morfina). Os dados in vitro sugerem que o netupitant inibe a proteína transportadora de efluxo BCRP. A relevância clínica deste efeito não está estabelecida. Os dados in vitro mostram que o netupitant é um inibidor da gp-P. Num estudo efetuado em voluntários saudáveis, o netupitant não afetou a exposição da digoxina, um substrato da gp-P, que aumentou a sua Cmáx 1,09 vezes [IC de 90% 0,9-1,31]. Não se exclui que este efeito possa ser mais acentuado, e nesse caso clinicamente relevante, em doentes oncológicos, especialmente naqueles com função renal anormal. Por conseguinte, recomenda-se precaução quando o netupitant é associado à digoxina ou a outros substratos da gp-P, tais como, o dabigatrano ou a colquicina.

Montelucaste + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Em estudos de interações medicamentosas, a posologia clínica recomendada de montelucaste, não teve efeitos clinicamente importantes na farmacocinética dos seguintes medicamentos: teofilina, prednisona, prednisolona, contracetivos orais (etinilestradiol/noretindrona 35/1), terfenadina, digoxina e varfarina.

Cetoprofeno + Omeprazol + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Ligadas ao componente OMEPRAZOL: Combinações que podem ser administradas com precaução: Digoxina: O tratamento simultâneo com omeprazol e digoxina em indivíduos sãos levou a um aumento de 10% na biodisponibilidade da digoxina como resultado do aumento do pH gástrico.

Cloreto de potássio + Cloreto de sódio + Glucose + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Interações relacionadas com a presença de potássio: O efeito farmacológico dos digitálicos glicosídeos (digoxina e metildigoxina) e agentes antiarrítmicos (tais como a quinidina, hidroquinidina, procainamida) podem ser alterados como consequência dos níveis de potássio no sangue: Digitálicos: A hipercalémia reduz a ação terapêutica destes fármacos enquanto a hipocalémia pode causar toxicidade por digitálicos. Agentes antiarrítmicos: A hipercalémia aumenta os seus efeitos antiarrítmicos e a hipocalémia reduz a sua eficácia.

Sorafenib + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Substratos-gp-P: In vitro, o sorafenib demonstrou inibir a proteína de transporte glicoproteína-p (gp-P). Durante o tratamento concomitante com sorafenib, não podem excluir-se concentrações de plasma aumentadas de substratos gp-P, tais como a digoxina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Trazodona + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: O uso concomitante de trazodona com digoxina ou fenitoína pode resultar em níveis séricos elevados destas substâncias. A monitorização dos níveis séricos deve ser considerada nesses doentes.

Lercanidipina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Interações metabólicas: Sabe-se que a lercanidipina é metabolizada pela enzima CYP3A4 e, portanto, os inibidores e os indutores da CYP3A4 administrados concomitantemente poderão interferir com o metabolismo e a eliminação da lercanidipina. Substratos da CYP3A4: A co-administração de 20 mg de lercanidipina em doentes cronicamente tratados com β-metildigoxina não revelou indícios de interacção farmacocinética. Os voluntários saudáveis tratados com digoxina após a toma de 20 mg de lercanidipina administrada em jejum apresentaram um aumento médio de 33% da C máx. da digoxina, enquanto a AUC e a depuração renal não foram significativamente modificadas. Os doentes sob tratamento concomitante com digoxina deverão ser alvo de uma monitorização clínica apertada relativamente a sinais de toxicidade da digoxina.

Enzalutamida + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Potencial da enzalutamida para afetar a exposição a outros medicamentos: Indução enzimática: A enzalutamida é um potente inibidor enzimático levando ao aumento da síntese de muitas enzimas e transportadores; portanto é esperada a interação com muitos medicamentos comuns que são substratos destas enzimas ou transportadores. A redução das concentrações plasmáticas podem ser substanciais, e levar a perda ou reduzir o efeito clínico. Existe também um risco aumentado da formação de metabolitos ativos. As enzimas que podem ser induzidas são o CYP3A no fígado e intestino, o CYP2C9, o CYP2C19, o CYP1A2 e auridina 5’ difosfato-glucuronosiltransferases (conjugação das enzimas UGTs-glucuronida). A proteína de transporte de P-gp pode também ser induzida, e provavelmente outros transportadores, como por exemplo, a proteína de resistência múltipla 2 (MRP2), proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e do polipéptido transportador aniónico orgânico 1B1, (OATP1B1). Estudos in vivo demonstraram que a enzalutamida é um indutor potente do CYP3A4 e um indutor moderado do CYP2C9 e do CYP2C19. A coadministração da enzalutamida (160 mg uma vez por dia) com doses únicas orais de substratos sensíveis ao CYP em doentes com cancro da próstata, resultou numa diminuição de 86% da AUC do midazolam (substrato do CYP3A4), numa diminuição de 56% na AUC da S-varfarina (substrato do CYP2C9) e numa diminuição de 70% na AUC do omeprazol (substrato do CYP2C19). A UGT1A1 pode também ter sido induzida. São esperadas interações com alguns medicamentos que são eliminados através do metabolismo ou por transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico é de grande importância para o doente, e se os ajustes de dose não são facilmente realizados com base na monitorização de eficácia ou da concentração plasmática, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. O risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é suspeito ser maior em doentes tratados concomitantemente com indutores de enzima. Grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não se limitam a: Analgésicos (ex. fentanilo, tramadol) Antibióticos (ex. claritromicina, doxiciclina) Agentes antineoplásicos (ex. cabazitaxel) Anticoagulantes (ex. acenocumarol, varfarina) Antiepiléticos (ex. carbamazepina, clonazepam, fenitoína, primidona, ácido valpróico) Antipsicóticos (ex. haloperidol) Bloqueadores beta (ex. bisoprolol, propranolol) Bloqueadores da entrada do cálcio (ex. diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) Cardiotónicos digitálicos (ex. digoxina) Corticosteroides (ex. dexametasona, prednisolona) Antirretrovirais VIH (ex. indinavir, ritonavir) Hipnóticos (ex. diazepam, midazolam, zolpidem) Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (ex. atorvastatina, sinvastatina) Grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não se limitam a: Substratos da P-gp: Dados in vitro indicam que a enzalutamida pode ser um inibidor do transportador de efluxo P-gp (glicoproteína P). O efeito da enzalutamida em substratos da P-gp não foi avaliado in vivo; contudo, em situações de utilização clínica, a enzalutamida pode ser um indutor da P-gp através da ativação do recetor nuclear de pregnano (PXR). Os medicamentos que têm uma margem terapêutica estreita e que são substratos da P-gp (ex. colquicina, dabigatrano etexilato, digoxina) devem ser usados com precaução quando administrados concomitantemente com Enzalutamida e podem ser necessários ajustes de dose para manter as concentrações plasmáticas ótimas.

Glecaprevir + Pibrentasvir + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Potencial de Glecaprevir / Pibrentasvir para afetar outros medicamentos Glecaprevir e pibrentasvir são inibidores da glicoproteína-P (gp-P), da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e polipeptídeo transportador do anião orgânico (OATP) 1B1/3. A coadministração com Glecaprevir / Pibrentasvir pode aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos que são substratos da gp-P (por exemplo, dabigatrano etexilato, digoxina), BCRP (por exemplo, rosuvastatina), ou OATP1B1/3 (por exemplo, atorvastatina, lovastatina, pravastatina, rosuvastatina, sinvastatina). Outros substratos P-gp, BCRP, ou OATP1B1/3, pode ser necessário ajuste de dose. Glecaprevir e pibrentasvir são inibidores fracos in vivo do citocromo P450 (CYP) 3A e uridina glucuronosiltransferase (UGT) 1A1. Não são esperados aumentos clinicamente significativos quando Glecaprevir / Pibrentasvir é coadministrado com substratos sensíveis do CYP3A (midazolam, felodipina) ou UGT1A1 (raltegravir). Quer glecaprevir quer pibrentasvir inibem in vitro a bomba de exportação de sais biliares (BSEP). Não é expectável inibição significativa do CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6, UGT1A6, UGT1A9, UGT1A4, UGT2B7, OCT1, OCT2, OAT1, OAT3, MATE1 ou MATE2K. ANTIARRÍTMICOS Digoxina 0,5 mg dose única (Inibição da gp-P) Recomenda-se precaução e monitorização da concentração terapêutica de digoxina.

Lixisenatido + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Após administração concomitante de 20 mcg de lixisenatido e 0,25 mg de digoxina no equilíbrio, a AUC da digoxina não foi afetada. O tmax da digoxina sofreu um atraso de 1,5 hora e a Cmax diminuiu 26%. Em função destes resultados, não é necessário um ajuste de dose da digoxina quando administrada concomitantemente com lixisenatido.

Posaconazol + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de posaconazol sobre outros medicamentos: Digoxina: A administração de outros azóis tem sido associada a aumentos dos níveis de digoxina. Consequentemente, posaconazol pode aumentar a concentração plasmática de digoxina e os níveis de digoxina deverão ser monitorizados quando se inicia ou interrompe o tratamento com posaconazol.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Acetato de cálcio + Carbonato de magnésio + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Os sais de magnésio podem adsorver a digoxina no trato gastrointestinal, diminuindo a sua biodisponibilidade.

Avanafil + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do avanafil noutros medicamentos: Transportadores: Resultados in vitro revelaram que o avanafil tem um potencial reduzido para atuar como um substrato da glicoproteína P e como um inibidor da glicoproteína P, com a digoxina como substrato, em concentrações inferiores à concentração intestinal calculada. Desconhece-se o potencial do avanafil para interferir com o transporte de outros medicamentos mediados pela glicoproteína P. Desconhece-se o impacto do avanafil noutros transportadores.

Dexibuprofeno + Digoxina

Observações: A informação desta secção é baseada na experiência já existente com o ibuprofeno racémico e com outros AINEs. Em geral, os AINEs devem ser usados com precaução, quando são administrados simultaneamente com outros fármacos que podem aumentar o risco de ulceração gastrointestinal, ou de hemorragia gastrointestinal, ou de insuficiência renal.
Interações: Precauções: Digoxina: Os AINEs podem aumentar os níveis plasmáticos de digoxina e aumentar o risco de toxicidade da digoxina.

Perindopril + Indapamida + Amlodipina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Uso concomitante a considerar: AMLODIPINA: Atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina: Nos estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Dabrafenib + Digoxina

Observações: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de dabrafenib noutros medicamentos: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Num estudo clínico de interação medicamentosa, a Cmax e AUC do midazolam oral (um substrato do CYP3A4) diminuiu 61% e 74% respetivamente com a coadministração de doses repetidas de dabrafenib utilizando uma formulação com uma biodisponibilidade mais baixa do que a formulação de dabrafenib. A administração de 150 mg de dabrafenib duas vezes por dia e varfarina resultou numa diminuição da AUC de S-e R-varfarina em 37% e 33% em comparação com a administração de varfarina em monoterapia. A Cmax de S-e R-varfarina aumentou 18% e 19%. São esperadas interações com muitos medicamentos eliminados através do metabolismo ou transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico for de grande importância para o doente, e os ajustes posológicos não forem facilmente realizáveis com base na monitorização da eficácia ou concentrações plasmáticas, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. Suspeita-se que o risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é superior nos doentes tratados concomitantemente com indutores enzimáticos. Espera-se que o número de medicamentos afetados seja grande; embora a magnitude da interação possa variar. Os grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não estão limitados a: - Analgésicos (por ex. fentanilo, metadona) - Antibióticos (por ex., claritromicina, doxiciclina) - Agentes anticancerígenos (por ex., cabazitaxel) - Anticoagulantes (por ex. acenocumarol, varfarina) - Antiepiléticos (por ex., carbamazepina, fenitoína, primidona, ácido valpróico) - Antipsicóticos (por ex., haloperidol) - Bloqueadores dos canais de cálcio (por ex., diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) - Glicosidos cardíacos (por ex., digoxina) - Corticosteroides (por ex., dexametasona, metilprednisolona) - Antivíricos para o VIH (por ex., amprenavir, atazanavir, darunavir, delavirdina, efavirenz, fosamprenavir, indinavir, lopinavir, nelfinavir, saquinavir, tipranavir) - Contracetivos hormonais - Hipnóticos (por ex., diazepam, midazolam, zolpidem) - Imunossupressores (por ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolímus) - Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (por ex., atorvastatina, sinvastatina) É provável que o início da indução ocorra após 3 dias de administração repetida com dabrafenib. Aquando da descontinuação de dabrafenib, o equilibro da indução é gradual, as concentrações dos CYP3A4, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9 e CYP2C19, UDP-glucuronosil transferases (UGT) e substratos transportadores podem aumentar e os doentes devem ser monitorizados para toxicidade e a posologia destes agentes pode necessitar de ser ajustada. In vitro, o dabrafenib é um inibidor do mecanismo do CYP3A4. Como tal, a inibição transitória do CYP3A4 pode ser vista durante os primeiros dias do tratamento.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio + Dimeticone + Digoxina

Observações: Carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio/ Dimeticone pode interferir com a biodisponibilidade oral de vários fármacos. O uso concomitante de antiácidos contendo alumínio com outros fármacos pode alterar a absorção destes últimos. O uso concomitante de antiácidos contendo alumínio e o ácido contido em algumas bebidas (sumo de fruta, vinho, etc) pode aumentar a absorção intestinal de alumínio.
Interações: Foram encontradas pequenas diminuições na absorção de digoxina, captopril, cimetidina, ranitidina, famotidina, teofilina, propranolol, atenolol, sulfato de ferro e clorpromazina. Estas diminuições não são clinicamente relevantes. Tendo em conta uma possível diminuição da absorção, deve considerar-se um intervalo de uma a duas horas entre a administração de antiácidos e de outros fármacos.

Darunavir + Digoxina

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: Medicamentos que podem ser afetados por darunavir potenciado com ritonavir: O darunavir e o ritonavir são inibidores do CYP3A, do CYP2D6 e da gp-P. A coadministração de darunavir/ritonavir com fármacos que são principalmente metabolizados pelo CYP3A e/ou CYP2D6 ou transportados pela gp-P poderá induzir o aumento da exposição sistémica aos referidos fármacos, o que poderá potenciar ou prolongar os respetivos efeitos terapêuticos e reações adversas. O darunavir, coadministrado com uma dose baixa de ritonavir não deve ser associado com medicamentos cuja depuração seja altamente dependente do CYP3A e para os quais a elevação das concentrações plasmáticas está associada a acontecimentos graves e/ou potencialmente fatais (margem terapêutica estreita). O efeito global da potenciação farmacocinética pelo ritonavir foi de aproximadamente 14 vezes na exposição sistémica de darunavir quando foi administrada, por via oral, uma dose única de 600 mg de darunavir em associação com 100 mg de ritonavir duas vezes por dia. Portanto, darunavir só pode ser administrado em associação com um potenciador farmacocinético. Um estudo clínico que utilizou vários medicamentos metabolizados pelos citocromos CYP2C9, CYP2C19 e CYP2D6 demonstrou um aumento na atividade dos CYP2C9 e CYP2C19 e inibição da atividade do CYP2D6 na presença de darunavir/ritonavir, o que pode ser atribuído à presença de dose baixa de ritonavir. O ritonavir inibe os transportadores glicoproteína-P, OATP1B1 e OATP1B3 e a coadministração com substratos destes transportadores pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas destes compostos (ex.: dabigatrano etexilato, digoxina, estatinas e bosentano. ANTIANGINOSOS/ANTIARRÍTMICOS: Digoxina 0.4 mg dose única: Como a digoxina tem uma margem terapêutica estreita, recomenda-se prescrever inicialmente a dose mais baixa no caso da digoxina ser administrada a doentes sob terapêutica com Darunavir potenciado. A dose de digoxina deve ser cuidadosamente titulada, a fim de se obter o efeito clínico desejado, enquanto se avalia o estado clínico global do indivíduo.

Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Digoxina ou outros glicosidos digitálicos: Podem ocorrer, como efeitos indesejáveis, hipocaliemia ou hipomagnesemia induzidas pelas tiazidas, favorecendo o aparecimento de arritmias cardíacas induzidas pelos digitálicos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Atorvastatina + Ezetimiba + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos desta associação na farmacocinética de outros medicamentos: ATORVASTATINA: Digoxina: Quando foram administradas concomitantemente doses múltiplas de digoxina e 10 mg de atorvastatina, as concentrações plasmáticas de digoxina no estado estacionário aumentaram ligeiramente. Doentes a tomar digoxina devem ser adequadamente monitorizados.

Sertralina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Outras interações medicamentosas, digoxina, atenolol, cimetidina: Não se observaram interações da sertralina, na dose diária de 200 mg, com a digoxina.

Vildagliptina + Digoxina

Observações: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez qu e a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP 450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas.
Interações: Digoxina (substrato da glicoproteína P), varfarina (substrato CYP2C9): Os ensaios clínicos efetuados em indivíduos saudáveis revelaram não existir interações farmacocinéticas clinicamente relevantes, no entanto, estas não foram determinadas na população - alvo.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido para-aminosalicílico + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: O ácido para-aminosalicílico pode diminuir a absorção gastrointestinal da digoxina, aparentemente por inibir a função de absorção das células intestinais. Doentes sob esta terapia concomitante devem ser sujeitos a monitorização dos valores séricos de digoxina.

Clopidogrel + Ácido acetilsalicílico + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Outros medicamentos: As farmacocinéticas da digoxina ou da teofilina não foram alteradas pela adminstração concomitante do clopidogrel.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rifabutina + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: As doses múltiplas de rifabutina têm vindo a ser associadas à indução das enzimas metabólicas hepáticas da subfamília CYP450 IIIA. O principal metabolito da rifabutina (25-desacetil rifabutina; LM 565) também pode contribuir para este efeito. A indução metabólica provocada pela rifabutina vai produzir provavelmente uma diminuição dos níveis circulantes dos fármacos administrados concomitantemente (em particular os metabolizados pela via do CYP450 IIIA). Dados cinéticos sugerem que a indução enzimática originada pela rifabutina é completa ao fim de 5 dias e é independente da dose no intervalo de dose 300 a 600 mg. Do mesmo modo, fármacos administrados concomitantemente que inibam competitivamente a atividade do CYP450 IIIA podem aumentar os níveis circulantes de rifabutina. De modo similar, a Rifabutina pode reduzir a atividade de analgésicos, anticoagulantes, corticosteroides, ciclosporina, digitálicos (embora não a digoxina), dapsona, hipoglicemiantes orais, analgésicos narcóticos, fenitoina e quinidina. Com base nas considerações metabólicas acima referidas não são esperadas interações significativas com o etambutol, teofilina, sulfonamidas, pirazinamida e zalcitabina (DDC).

Cloreto de potássio + Glucose + Digoxina

Observações: Não são conhecidas outras interações medicamentosas farmacológicas clinicamente relevantes.
Interações: Em doentes tratados com digoxina, a hipocaliémia pode resultar em toxicidade da digoxina. A administração de potássio deve ser descontinuada com muito cuidado nestes doentes.

Fingolimod + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: O tratamento com fingolimod não deve ser iniciado em doentes tratados com beta-bloqueadores, ou outras substâncias que podem diminuir a frequência cardíaca, tais como antiarrítmicos de classe Ia e III, bloqueadores dos canais de cálcio (tais como ivabradina, verapamilo ou diltiazem), digoxina, agentes anticolinesterásicos ou pilocarpina devido aos potenciais efeitos aditivos na frequência cardíaca. Se o tratamento com fingolimod for considerado em tais doentes, deverá ser solicitado aconselhamento de um cardiologista acerca da substituição para medicamentos que não diminuam a frequência cardíaca ou monitorização mais apropriada para o início do tratamento. É recomendado, pelo menos, monitorização durante a noite caso o tratamento com medicamentos que diminuem a frequência cardíaca não possa ser suspenso.

Patirómero + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Os estudos in vitro demonstraram não haver potencial interação de Patirómero com as seguintes substâncias ativas: alopurinol, amoxicilina, apixabano, ácido acetilsalicílico, atorvastatina, cefalexina, digoxina, glipizida, lisinopril, fenitoína, riboflavina, rivaroxabano, espironolactona e valsartan.

Sirolímus + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Não foi detetada nenhuma interação farmacocinética com significado clínico entre o sirolímus e os seguintes fármacos: aciclovir, atorvastatina, digoxina, glibenclamida, metilprednisolona, nifedipina, prednisolona e trimetoprim/sulfametoxazol.

Rolapitant + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Substratos da P-gp: Rolapitant é um inibidor da glicoproteína-p (P-gp). Foi observado um aumento de 70% na Cmax e de 30% na AUC de digoxina, um substrato de P-gp, quando administrado com uma dose única de 180 mg de rolapitant. Portanto, recomenda-se a monitorização clínica das reações adversas e, se possível, a monitorização biológica quando rolapitant é combinado com digoxina ou com outros substratos de P-gp (por exemplo, dabigatran ou colchicina) e, em particular, em doentes com compromisso renal.

Colessevelam + Digoxina

Observações: O Colessevelam pode afetar a biodisponibilidade de outros medicamentos. Por conseguinte, quando não é possível excluir a ocorrência de uma interação medicamentosa com um medicamento administrado concomitantemente para o qual seriam clinicam ente importantes pequenas variações no nível terapêutico, Colessevelam deve ser administrado pelo menos quatro horas antes ou pelo menos quatro horas após a administração da medicação concomitante para minimizar o risco de redução da absorção dessa medicação. Para medicamentos concomitantes que exijam administração através de doses divididas, deve referir-se que a dose necessária de Colessevelam pode ser tomada uma vez por dia. Quando são administrados medicamentos nos quais as alterações nos níveis sanguíneos podem ter um impacto clinicamente significativo na segurança ou na eficácia, os médicos devem considerar a monitorização dos respetivos níveis séricos ou dos efeitos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Em estudos de interação efetuados em voluntários saudáveis, verificou-se que Colessevelam não teve efeito sobre a biodisponibilidade da digoxina, do metoprolol, da quinidina, do ácido valpróico e da varfarina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ibuprofeno + Pseudoefedrina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Digoxina: A administração concomitante de Ibuprofeno / Pseudoefedrina com formulações contendo digoxina pode aumentar o nível sérico destes medicamentos. A verificação do nível sérico da digoxina não é normalmente necessária em caso de administração correta (no máximo durante 5 dias).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Claritromicina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Digoxina: Pensa-se que a digoxina seja um substrato para o transportador de efluxo, P- glicoproteína (Pgp). A claritromicina é conhecida por inibir a Pgp. Quando a claritromicina e a digoxina são administradas conjuntamente, a inibição da Pgp pela claritromicina pode levar a uma exposição aumentada à digoxina. Também foram relatadas concentrações séricas de digoxina elevadas em doentes que receberam claritromicina e digoxina concomitantemente, na vigilância pós-comercialização. Alguns doentes têm apresentado sinais clínicos consistentes com a toxicidade por digoxina, incluindo arritmias potencialmente fatais. As concentrações séricas de digoxina devem ser cuidadosamente monitorizadas enquanto os doentes estiverem a receber digoxina e claritromicina simultaneamente.

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: ANTIANGINOSOS/ANTIARRÍTMICOS Digoxina Tendo por base considerações teóricas, é expectável que DRV/COBI aumente as concentrações plasmáticas de digoxina. (inibição da glicoproteína-P) Recomenda-se que seja utilizada inicialmente a menor dose possível de digoxina em doentes a receber este medicamento. A dose de digoxina deve ser cuidadosamente titulada, para obter o efeito clínico desejado, avaliando simultaneamente o estado clínico geral do doente.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Doxorrubicina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: A doxorrubicina pode diminuir a biodisponibilidade oral da digoxina.

Metformina + Rosiglitazona + Digoxina

Observações: Não existem estudos formais de interacção para Metformina + Rosiglitazona, no entanto o uso concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos e na sua vasta utilização clínica não originou interações inesperadas.
Interações: Não foram observadas interações clinicamente relevantes com a digoxina, com o substrato de CYP2C9 varfarina, com os substratos de CYP3A4 nifedipina, etinilestradiol ou noretindrona, após administração concomitante com a rosiglitazona.

Acetato de potássio + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Risco de hipercalemia. Não é recomendado o uso de Digoxina digitálicos com suplementos de potássio em pacientes digitalizados com bloqueio cardíaco grave ou completo.

Barnidipina + Digoxina

Observações: O perfil de interacção farmacocinética da barnidipina não foi estudado na totalidade. Estudos in vitro mostram que a barnidipina é metabolizada pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4). Não foram efectuados estudos complexos de interacção in vivo sobre o efeito de fármacos inibidores ou indutores da enzima CYP3A4 na farmacocinética da barnidipina.
Interações: Um estudo de interacção in vivo mostrou que a barnidipina não influencia a farmacocinética da digoxina.

Midostaurina + Digoxina

Observações: A midostaurina sofre uma extensa metabolização hepática principalmente através das enzimas CYP3A4 que são induzidas ou inibidas por alguns medicamentos concomitantes.
Interações: Efeito de Midostaurina sobre outros medicamentos Midostaurina não é um inibidor da CYP3A4 in vivo. A farmacocinética de midazolam (sonda CYP3A4 sensíveis) não foi afetada após três dias de administração de midostaurina a indivíduos saudáveis. Com base em dados in vitro, a midostaurina e/ou os seus metabolitos têm o potencial de inibir as enzimas CYP1A2, CYP2D6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2E1 e CYP3A4/5. Com base em dados in vitro, a midostaurina e/ou os seus metabolitos têm o potencial de induzir as enzimas CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4. A midostaurina inibiu OATP1B1, BCRP e glicoproteína-p (P-gp) in vitro. A combinação dos dados de auto indução de midostaurina in vivo após administração repetida e o aumento dos níveis de colesterol 4β-OH no plasma sugerem que a midostaurina pode ser pelo menos um indutor moderado da CYP3A4 in vivo. Não foram realizados estudo in vivo para investigar a indução e inibição de enzimas e transportadores pela midostaurina e pelos metabolitos ativos. Os medicamentos com uma margem terapêutica estreita que são substratos da CYP1A2 (p.ex. tizanidina), CYP2D6 (p. ex. codeína) CYP2C8 (p.ex. paclitaxel), CYP2C9 (p.ex. varfarina), CYP2C19 (e.g. omeprazol), CYP2E1 (p.ex. clorzoxazona), CYP3A4/5 (p.ex. tacrolímus), CYP2B6 (p.ex. efavirenz), Gp-p (p.ex. paclitaxel), BCRP (p.ex. atorvastatina) ou OATP1B1 (p. ex. digoxina) devem ser utilizados com precaução quando administrados concomitantemente com midostaurina, e podem necessitar de ajuste de dose para manter uma exposição ótima. Atualmente desconhece-se se a midostaurina pode reduzir a eficácia de contracetivos hormonais e portanto as mulheres a utilizar contracetivos hormonais devem também utilizar um método anticoncecional de barreira.

Olmesartan medoxomilo + Digoxina

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Efeitos do olmesartan medoxomilo noutros fármacos: Outros compostos: Substâncias que foram investigadas em estudos clínicos específicos em voluntários saudáveis incluem a varfarina, a digoxina, um antiácido (hidróxido de alumínio e magnésio), a hidroclorotiazida e a pravastatina. Não foram observadas interações clinicamente relevantes e, em particular, o olmesartan medoxomilo não teve efeito significativo na farmacocinética ou na farmacodinâmica da varfarina nem na farmacocinética da digoxina.

Piroxicam + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de digoxina ou digitoxina, não afecta os níveis plasmáticos de piroxicam ou de qualquer um destes fármacos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bosentano + Digoxina

Observações: Bosentano é um indutor dos isoenzimas do citocromo P450 (CYP), CYP2C9 e CYP3A4. Dados in vitro sugerem também a indução de CYP2C19. Consequentemente, as concentrações plasmáticas das substâncias metabolizadas por estes isoenzimas estarão diminuídas com a administração concomitante de Bosentano. Deve ser considerada a possibilidade de uma alteração na eficácia dos medicamentos metabolizados por estes isoenzimas. A posologia destes produtos poderá ter de ser ajustada após o início do tratamento, uma alteração da dose de Bosentano ou interrupção do tratamento concomitante de Bosentano. Bosentano é metabolizado por CYP2C9 e CYP3A4. A inibição destes isoenzimas pode aumentar a concentração plasmática de bosentano.
Interações: A administração concomitante, durante 7 dias, de bosentano 500 mg duas vezes ao dia com digoxina diminuiu a AUC, a Cmax e a Cmin da digoxina em 12%, 9% e 23% respetivamente. O mecanismo desta interação poderá ser a indução da Glicoproteína P. É pouco provável que esta interação tenha alguma importância clínica.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Oxibutinina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Como os antimuscarínicos, a oxibutinina pode aumentar o grau de absorção de medicamentos que se dissolvem lentamente no tubo digestivo (digoxina, por exemplo).
 Sem significado Clínico

Carbonato de lantânio + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Estudos efetuados em voluntários humanos saudáveis mostraram que a administração concomitante de Carbonato de lantânio com digoxina, varfarina ou metoprolol, não produz alterações clinicamente significativas nos perfis farmacocinéticos destes fármacos. Num modelo de simulação do suco gástrico, o carbonato de lantânio hidratado não formou complexos insolúveis com a varfarina, digoxina, furosemida, fenitoína, metoprolol ou enalapril, o que sugere que o seu potencial para afetar a absorção destes fármacos é reduzido.

Prasugrel + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Prasugrel pode também ser administrado concomitantemente com AAS, heparina, digoxina e medicamentos que aumentam o pH gástrico, incluindo inibidores da bomba de protões e bloqueadores H2. Embora não tenha sido avaliado em estudos específicos de interação, no estudo clínico de fase 3, Prasugrel foi coadministrado com heparina de baixo peso molecular, bivalirudina e inibidores da GP IIb/IIIa (não há informação disponível sobre o tipo de inibidores GP IIb/IIIa utilizados) sem evidência de interações adversas de relevância clínica. Efeitos do Prasugrel sobre outros medicamentos: Digoxina: O prasugrel não tem efeito clinicamente significativo na farmacocinética da digoxina.

Risperidona + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Potencial para Risperidona afetar outros medicamentos: Risperidona não demonstrou possuir um efeito clinicamente relevante na farmacocinética do lítio, valproato, digoxina ou topiramato.

Naproxeno + Esomeprazol + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Utilização concomitante com precaução: Digoxina: Os AINEs podem aumentar os níveis de glicosídeos cardíacos no plasma quando administrados concomitantemente com glicosídeos cardíacos tais como digoxina. Utilização concomitante com precaução: Medicamentos com absorção dependente do pH gástrico: A supressão do ácido gástrico durante o tratamento com esomeprazol e outros IBPs, pode reduzir ou aumentar a absorção de medicamentos com absorção dependente do pH. Como com outros medicamentos que diminuem a acidez intragástrica, a absorção de medicamentos tais como cetoconazol, itraconazol, posaconazol e erlotinib pode diminuir enquanto a absorção de medicamentos tais como digoxina pode aumentar durante o tratamento com esomeprazol. O uso concomitante de posaconazol e erlotinib deve ser evitado. O tratamento concomitante com omeprazol (20 mg diários) e digoxina em indivíduos saudáveis aumentou a biodisponibilidade da digoxina em 10% (até 30% em dois de dez indivíduos).

Omeprazol + Digoxina

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: O tratamento concomitante com omeprazol (20 mg por dia) e digoxina em indivíduos saudáveis aumentou a biodisponibilidade da digoxina em 10%. A toxicidade da digoxina tem sido raramente notificada. No entanto, recomenda-se precaução quando o omeprazol é administrado em altas doses em doentes idosos. A monitorização terapêutica da digoxina deve ser reforçada.

Sitagliptina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da sitagliptina noutros medicamentos: Digoxina: A sitagliptina teve um pequeno efeito nas concentrações plasmáticas de digoxina. Após a administração diária de 0,25 mg de digoxina concomitantemente com 100 mg de sitagliptina durante 10 dias, a AUC plasmática da digoxina foi aumentada, em média, em cerca de 11% e a Cmax plasmática, em média, em cerca de 18%. Não é recomendado qualquer ajuste da dose da digoxina. No entanto, os doentes com risco de toxicidade de digoxina devem ser monitorizados quando sitagliptina e digoxina são administradas concomitantemente.

Ambrisentano + Digoxina

Observações: O ambrisentano não inibe ou induz as enzimas metabolizadoras de fármacos de fase I ou II em concentrações clinicamente relevantes nos estudos não clínicos in vitro e in vivo, sugerindo um baixo potencial do ambrisentano para alterar o perfil dos fármacos metabolizados por estas vias. O potencial do ambrisentano para induzir a atividade CYP3A4 foi explorado em voluntários saudáveis com resultados que sugerem uma ausência de efeito indutor do ambrisentano na isoenzima CYP3A4.
Interações: Efeito do ambrisentano nos transportadores de xenobióticos: In vitro, o ambrisentano não tem efeito inibitório no efluxo da digoxina mediado pela Glicoproteína P (Pgp) e é um substrato fraco para o efluxo mediado pela Pgp. Estudos adicionais in vitro no rato e em hepatócitos humanos demonstraram que o ambrisentano não inibiu o cotransportador sódio-taurocolato (NTCP), OATP, a bomba exportadora de sais de bílis (BSEP) e a proteína isoforma-2 multirresistente (MRP2). Estudos in vitro no hepatócito do rato também demonstraram que o ambrisentano não tem efeitos indutivos na Pgp, BSEP ou MRP2. A administração de ambrisentano no estado estacionário em voluntários saudáveis não teve efeitos clínicos relevantes na farmacocinética de dose-única da digoxina, um substrato para a Pgp.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cleboprida + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: A presença de cleboprida diminui os efeitos da digoxina e da cimetidina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido tiaprofénico + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Podem aumentar as concentrações plasmáticas de lítio, da digoxina e do metotrexato.

Aliscireno + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Substâncias que foram investigadas em estudos clínicos de farmacocinética com aliscireno incluíram acenocumarol, atenolol, celecoxib, fenofibrato, pioglitazona, alopurinol, mononitrato-5-isossorbido, digoxina, metformina, amlodipina, atorvastatina, cimetidina e hidroclorotiazida. Não foram identificadas interações clinicamente relevantes. Consequentemente não é necessário ajuste posológico do aliscireno ou destes medicamentos administrados concomitantemente. Substratos da gp-P ou inibidores fracos: Não se observaram interações relevantes com atenolol, digoxina, amlodipina ou cimetidina. Quando administrado com atorvastatina (80 mg), a AUC e Cmax na fase estacionária de aliscireno (300 mg) aumentaram em 50%. Digoxina ou outros glicosidos digitálicos: Podem ocorrer, como efeitos indesejáveis, hipocaliemia ou hipomagnesemia induzidas pelas tiazidas, favorecendo o aparecimento de arritmias cardíacas induzidas pelos digitálicos.

Dronabinol + Canabidiol + Digoxina

Observações: O delta-9-tetrahidrocanabinol (THC) e o canabidiol (CBD) são metabolizados pelo sistema enzimático do citocromo P 450 . Os efeitos inibidores deste medicamento sobre o sistema do citocromo P 450 observados in vitro e em modelos animais foram observados apenas em exposições significativamente mais elevadas do que a exposição máxima observada em ensaios clínicos. Num estudo in vitro com a substância medicamentosa de origem botânica THC a 1:1% (v/v) e com a substância medicamentosa de origem botânica CBD, não se observou indução relevante das enzimas do citocromo P 450 no que respeita às enzimas humanas CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4 em hepatocitos humanos, em doses até 1 μ M (314 ng/ml). Quando este medicamento foi coadministrado com alimentos, a Cmax e a AUC médias do THC foram 1,6 e 2,8 vezes mais elevadas em comparação com o estado de jejum. Os valores correspondentes do CBD foram de 3,3 e 5,1 vezes.
Interações: Com base em dados in vitro não se pode excluir uma inibição pelo CBD da glicoproteína p a nível intestinal. Portanto, recomenda-se que sejam tomadas precauções com o tratamento concomitante com digoxina e outros medicamentos que sejam substratos da glicoproteína p.
 Sem significado Clínico

Fluvastatina + Digoxina

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Agentes cardiovasculares: Não ocorrem interações farmacocinéticas clinicamente significativas quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com propranolol, digoxina, losartan, amlodipina ou IECA. Com base nos dados farmacocinéticos, não é necessária monitorização nem ajustes posológicos quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com estes agentes.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Inibidores da bomba de protões (IBP) + Digoxina

Observações: A redução da acidez gástrica pode alterar a absorção de fármacos para os quais a acidez gástrica afecta a biodisponibilidade; Todos são metabolizados pelo cit. P450, incluindo o CYP2C19 e o CYP3A4; São raras as interacções clinicamente significativas.
Interações: Os IBP reduzem a absorção de: - Digoxina
 Sem significado Clínico

Metformina + Saxagliptina + Digoxina

Observações: A administração concomitante de doses múltiplas de saxagliptina (2,5 mg duas vezes por dia) e metformina (1.000 mg duas vezes por dia) não alterou significativamente o perfil farmacocinético da saxagliptina nem da metformina em doentes com diabetes tipo 2. Não foram realizados estudos formais de interação com Metformina/Saxagliptina.
Interações: SAXAGLIPTINA: Os dados clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interações clinicamente significativas com outros medicamentos administrados concomitantemente. O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). Em estudos in vitro, a saxagliptina e o seu principal metabolito não inibiram o CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, nem induziram o CYP1A2, 2B6, 2C9, ou 3A4. Em estudos realizados em indivíduos saudáveis, a farmacocinética da saxagliptina e do seu principal metabolito não foram significativamente alteradas pela metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, omeprazol, antiácidos ou famotidina. Adicionalmente, a saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, os componentes ativos dos contracetivos orais combinados (etinilestradiol e norgestimato), diltiazem ou cetoconazol. A administração concomitante de saxagliptina com o diltiazem, um inibidor moderado do CYP3A4/5, aumentou a Cmax e a AUC da saxagliptina em cerca de 63% e 2,1 vezes, respetivamente, e os valores correspondentes para o metabolito ativo diminuíram em cerca de 44% e 34%, respetivamente. A administração concomitante de saxagliptina com o cetoconazol, um inibidor potente do CYP3A4/5, aumentou a Cmax e a AUC da saxagliptina em cerca de 62% e 2,5 vezes, respetivamente, e os valores correspondentes para o metabolito ativo diminuíram em cerca de 95% e 88%, respetivamente.

Cetorolac + Digoxina

Observações: O cetorolac tem uma elevada ligação às proteínas plasmáticas humanas (média de 99,2%) e a ligação não depende da concentração. Não existe evidência em estudos humanos ou animais que cetorolac induza ou iniba as enzimas hepáticas capazes de o metabolizar a ele ou a outros fármacos. Como tal, não se espera que Cetorolac altere a farmacocinética de outros fármacos devido a mecanismos de indução ou inibição enzimática.
Interações: Cetorolac não altera a ligação da digoxina às proteínas. Em concentrações terapêuticas, a digoxina, varfarina, ibuprofeno, naproxeno, piroxicam, acetaminofeno, fenitoína e tolbutamida não alteraram a ligação de cetorolac às proteínas.

Dutasterida + Digoxina

Observações: In vitro, a dutasterida não é metabolizada pelas isoenzimas do citocromo humano P450: CYP1A2, CYP2A6, CYP2E1, CYP2C8, CY P2C9, CYP2C19, CYP2B6 e CYP2D6.
Interações: A dutasterida não tem qualquer efeito sobre a farmacocinética da varfarina ou da digoxina. Isto indica que a dutasterida não inibe/induz o CYP2C9 ou a proteína de transporte glicoproteína-P. Os estudos de interação in vitro indicam que a dutasterida não inibe as enzimas CYP1A2, CYP2A6, CYP2E1, CYP2C8, CYP2D6, CYP2C9, CYP2C19, CYP2B6 ou CYP3A4.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lomitapida + Digoxina

Observações: Avaliação in vitro das interações medicamentosas: A lomitapida inibe o CYP3A4. A lomitapida não induz os CYP 1A2, 3A4 ou 2B6, e também não inibe os CYP 1A2, 2B6, 2C9, 2C19, 2D6 ou 2E1. A lomitapida não é um substrato da glicoproteína P, mas inibe a glicoproteína P. A lomitapida não inibe a proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP).
Interações: Efeitos da lomitapida noutros medicamentos: Substratos da glicoproteína P: A lomitapida inibe a glicoproteína P in vitro e pode aumentar a absorção dos substratos da glicoproteína P. A administração concomitante do Lomitapida com substratos da glicoproteína P (como aliscireno, ambrisentan, colquicina, dabigatrano-etexilato, digoxina, everolímus, fexofenadina, imatinib, lapatinib, maraviroc, nilotinib, posaconazol, ranolazina, saxagliptina, sirolímus, sitagliptina, talinolol, tolvaptan, topotecano) pode aumentar a absorção dos substratos da glicoproteína P. Deve ser ponderada a redução da dose do substrato da glicoproteína P quando utilizado de forma concomitante com o Lomitapida.

Amlodipina + Telmisartan + Digoxina

Observações: Os efeitos hipotensores da amlodipina são aditivos a efeitos de outros medicamentos com propriedades hipotensoras
Interações: Quando o telmisartan foi coadministrado com digoxina, foram observados aumentos médios no pico de concentração plasmática (49%) e na concentração mínima (20%) de digoxina. Ao iniciar, ajustar e suspender o telmisartan, devem ser monitorizados os níveis dentro da janela terapêutica.

Pitavastatina + Digoxina

Observações: A pitavastatina é activamente transportada para os hepatócitos humanos por diversos transportadores hepáticos (incluindo transportadores orgânicos aniónicos polipeptídicos (OATP)), os quais podem estar envolvidos nas seguintes interações. Estudos de interacção com o sumo de toranja, inibidor conhecido do CYP3A4, não tive qualquer efeito clinicamente significativo nas concentrações plasmáticas de pitavastatina.
Interações: A Digoxina, um substrato conhecido da P-gp, não demonstrou interagir com a pitavastatina. Durante a administração concomitante não ocorreu qualquer alteração significativa nas concentrações de pitavastatina ou digoxina.

Axitinib + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Dados in vitro indicam que o axitinib é metabolizado principalmente pelo CYP3A4/5 e, em menor grau, pelo CYP1A2, CYP2C19 e pela uridina difosfato glucuronosiltransferase (UGT) 1A1. Estudos in vitro com glicoproteína P: Estudos in vitro indicaram que o axitinib inibe a glicoproteína P. Contudo, não se espera que o axitinib iniba a glicoproteína P em concentrações plasmáticas terapêuticas. Como tal, não se espera que a coadministração de axitinib aumente as concentrações plasmáticas da digoxina, ou de outros substratos da glicoproteína P, in vivo.

Ciclosporina + Digoxina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: A ciclosporina pode igualmente reduzir a depuração da digoxina, colchicina, lovastatina, pravastatina, sinvastatina e prednisolona, causando por isso toxicidade da digoxina ou aumentando o potencial da colchicina, lovastatina, pravastatina e sinvastatina para induzir toxicidade muscular, incluindo dor e fraqueza muscular, miosite e ocasionalmente rabdomiólise. Se forem usadas digoxina, colchicina, lovastatina, pravastatina ou sinvastatina concomitantemente com a ciclosporina, é necessária uma cuidadosa observação clínica de modo a permitir a detecção precoce de manifestações tóxicas do fármaco, seguida pela redução da sua dose ou descontinuação.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dexlansoprazol + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Foi demonstrado que o CYP2C19 e o CYP3A4 estão envolvidos no metabolismo do dexlansoprazol. O dexlansoprazol pode interferir com a absorção de medicamentos para os quais o pH gástrico é crítico em termos de biodisponibilidade. Estudos in vitro demonstraram que não é provável que Dexlansoprazol iniba as isoformas do CYP 1A1, 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2D6, 2E1 ou 3A4. Assim sendo, não são de esperar interações clinicamente relevantes com fármacos metabolizados por estas enzimas do CYP. Medicamentos transportados pela glicoproteína P: Observou-se que o lansoprazol inibe a proteína transportadora, P-gp in vitro. Podem esperar-se efeitos semelhantes com o dexlansoprazol. A relevância clínica deste facto é desconhecida.
Interações: A administração concomitante de dexlansoprazol e digoxina pode levar a um aumento dos níveis plasmáticos da digoxina. Os níveis plasmáticos da digoxina devem assim ser monitorizados e a dose de digoxina ajustada se necessário, quando o tratamento com dexlansoprazol é iniciado ou terminado.

Itraconazol + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Efeito do itraconazol no metabolismo de outros medicamentos: Os seguintes medicamentos devem ser utilizados com precaução e as suas concentrações plasmáticas, efeitos e efeitos secundários monitorizados. As suas posologias, se coadministrado com itraconazol, deverão ser reduzidas: Digoxina, ciclosporina A, metilprednisolona sistémica, alcaloides da vinca e possivelmente o Tacrolímus.

Sevelâmero + Digoxina

Observações: Diálise: Não foram realizados estudos de interação em doentes submetidos a diálise.
Interações: Digoxina, varfarina, enalapril ou metoprolol: Em estudos de interação em voluntários saudáveis, o Sevelâmero não teve qualquer efeito sobre a biodisponibilidade da digoxina, varfarina, enalapril ou metoprolol.

Amlodipina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: O efeito de diminuição da pressão arterial da amlodipina adiciona-se ao efeito de diminuição da pressão arterial de outros agentes antihipertensores. Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.
 Sem significado Clínico

Glimepirida + Rosiglitazona + Digoxina

Observações: Não existem estudos formais de interacção para este medicamento, no entanto o uso concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos e na sua vasta utilização clínica não originou interações inesperadas. Anformação disponível é acerca das substâncias activas individualmente (rosiglitazona e glimepirida).
Interações: ROSIGLITAZONA: Não foram observadas interações clinicamente relevantes com a digoxina, com o substrato de CYP2C9 varfarina, com os substratos de CYP3A4 nifedipina, etinilestradiol ou noretindrona, após administração concomitante com a rosiglitazona.

Levofloxacina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Outras informações relevantes: Estudos de farmacologia clínica demonstraram que a farmacocinética da levofloxacina não foi afectada de forma clinicamente relevante quando esta foi administrada juntamente com os seguintes medicamentos: Carbonato de cálcio. Digoxina. Glibenclamida. Ranitidina.

Bazedoxifeno + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Com base nas características da ligação do bazedoxifeno às proteínas plasmáticas in vitro, não são prováveis as interações medicamentosas com varfarina, digoxina e diazepam.

Delta-9-tetrahidrocanabinol (THC PFV) + Canabidiol (CBD PFV), Prep de Fármacos Vegetais, ext Cannabis sativa + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: O tratamento concomitante com o inibidor da CYP2C19 omeprazol não causou alteração significativa dos parâmetros farmacocinéticos. Com base em dados in vitro não se pode excluir uma inibição pelo CBD da glicoproteína p a nível intestinal. Portanto, recomenda-se que sejam tomadas precauções com o tratamento concomitante com digoxina e outros medicamentos que sejam substratos da glicoproteína p.

Linagliptina + Digoxina

Observações: A linagliptina é um inibidor competitivo fraco da CYP3A4 e um inibidor fraco a moderado do mecanismo desta isoenzima, mas não inibe outras isoenzimas do CYP. Não é um indutor de isoenzimas do CYP. A linagliptina é um substrato da glicoproteína-P e inibe com baixa potência o transporte de digoxina mediado pela glicoproteína-P. Com base nestes resultados e nos estudos de interações in vivo, considera-se pouco provável que a linagliptina cause interações com outros substratos da glicoproteína-P.
Interações: Em estudos clínicos, conforme adiante se descreve, a linagliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da metformina, da gliburida, da sinvastatina, da varfarina, da digoxina ou dos contracetivos orais, fornecendo evidências in vivo de uma baixa tendência para causar interações medicamentosas com substratos da CYP3A4, CYP2C9, CYP2C8, da glicoproteína-P e do transportador catiónico orgânico (OCT). A linagliptina não é um inibidor do transporte mediado pelo OCT. A administração concomitante de doses múltiplas de 5 mg de linagliptina com doses múltiplas de 0,25 mg de digoxina não teve qualquer efeito sobre a farmacocinética da digoxina em voluntários saudáveis. Por isso, a linagliptina não é um inibidor in vivo do transporte mediado pela glicoproteína-P.

Valsartan + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Outros: Nos estudos de interações medicamentosas com valsartan, não foram observadas quaisquer interações clinicamente significativas com valsartan ou com qualquer um dos fármacos seguintes: cimetidina, varfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina, glibenclamida.

Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Interações potenciais relacionadas com OLMESARTAN MEDOXOMILO: Informação adicional: O olmesartan medoxomilo não teve efeito significativo na farmacocinética ou na farmacodinamia da varfarina nem na farmacocinética da digoxina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Fenilefrina + Guaifenesina + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: FENILEFRINA: O uso concomitante de fenilefrina com digoxina e glicósidos cardíacos pode aumentar o risco de batimentos cardíacos irregulares ou ataque cardíaco.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Colestilano + Digoxina

Observações: Os estudos de interação for am realizados em voluntários saudáveis. Não foram realizados estudos de interação a doses diárias >9 g, não sendo por isso possível excluir a ocorrência de efeitos de interação mais significativos a doses mais elevadas de Colestilano.
Interações: Colestilano reduziu a biodisponibilidade de digoxina em 16%, a Cmáx em 17% e a Cmáx de enalapril em 27%.

Roxitromicina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Digoxina e outros glicosídeos cardíacos: a roxitromicina pode aumentar a absorção da digoxina. Um efeito semelhante foi descrito para outros macrólidos. Os doentes tratados com roxitromicina e digoxina ou qualquer outro glicosídeo cardíaco deverão, portanto, ser monitorizados por ECG e o nível sérico do glicosídeo cardíaco deverá ser monitorizado.

Ritonavir + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Ritonavir administrado como potenciador farmacocinético ou como medicamento antirretroviral: O ritonavir possui elevada afinidade para várias isoformas do citocromo P450 (CYP) e pode inibir a oxidação pela seguinte ordem de grandeza: CYP3A >CYP2D6. A administração concomitante de Ritonavir e produtos medicinais metabolizados essencialmente pela CYP3A pode resultar em concentrações plasmáticas aumentadas dos outros medicamentos, o que pode aumentar ou prolongar os seus efeitos terapêuticos e os seus efeitos adversos. Para determinados medicamentos (por ex. alprazolam) os efeitos inibitórios de ritonavir na CYP3A4 podem diminuir ao longo do tempo. Ritonavir possui também elevada afinidade para a glicoproteina P e pode inibir este transportador. O efeito inibitório do ritonavir (com ou sem outros inibidores da protease) na atividade gp-P pode diminuir ao longo do tempo (por ex. digoxina e fexofenadina). Ritonavir pode induzir glucuronidação e oxidação pelas CYP1A2, CYP2C8, CYP2C9 e CYP2C19, aumentando desse modo a biotransformação de alguns medicamentos metabolizados por estas vias e pode resultar numa exposição sistémica diminuída a esses medicamentos, a qual pode diminuir ou reduzir o seu efeito terapêutico. O Resumo das Características do Medicamento do inibidor da protease coadministrado também inclui informação importante sobre interações medicamentosas quando o ritonavir é usado como potenciador farmacocinético. Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não Antirretrovirais Coadministrados: Antiarrítmicos: Digoxina: Esta interação pode dever-se à modificação da glicoproteina P, do efluxo da digoxina mediado pelo ritonavir administrado como medicamento antirretroviral ou como potenciador farmacocinético. Os níveis aumentados de digoxina observados nos doentes tratados com ritonavir podem diminuir ao longo do tempo.
 Sem significado Clínico

Insulina glargina + Lixisenatido + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interação com Insulina glargina + Lixisenatido. A informação fornecida a seguir baseia-se em estudos com os componentes individuais. Algumas substâncias afetam o metabolismo da glicose e podem exigir o ajuste posológico de Insulina glargina + Lixisenatido
Interações: Digoxina Após a administração concomitante de 20 µg de lixisenatido e 0,25 mg de digoxina no estado estacionário, a AUC da digoxina não foi afetada. O tmáx. da digoxina sofreu um atraso de 1,5 horas e a Cmáx. diminuiu em 26%. Com base nestes resultados, não é necessário um ajuste posológico da digoxina quando coadministrada com lixisenatido.
 Sem significado Clínico

Exenatido + Digoxina

Observações: Os estudos de interação com exenatido só foram realizados em adultos.
Interações: Em estudos de interação relacionados com o efeito do exenatido de libertação imediata na digoxina e no lisinopril, não se observaram efeitos clínicos relevantes na Cmax ou na AUC, no entanto, observou-se um atraso na tmax de cerca de 2 horas.

Dronedarona + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos indutores de torsades de pointes: Devido ao potencial risco arritmogénico, são contraindicados os medicamentos indutores de torsades de pointes, como é o caso das fenotiazinas, cisaprida, bepridil, antidepressivos tricíclicos, alguns macrólidos orais (tais como a eritromicina), terfenadina. Deve também ter-se precaução relativamente à administração conjunta com bloqueadores beta ou digoxina. Efeito da dronedarona nos outros medicamentos: Interação do substrato da gp-P: Digoxina: A administração de dronedarona (400 mg duas vezes ao dia) aumentou em 2,5-vezes a exposição à digoxina, através da inibição do transportador da gp-P. Adicionalmente, os digitálicos apresentam um potencial de interação com a dronedarona do ponto de vista farmacodinâmico. É possível que ocorra um efeito sinérgico na frequência cardíaca e na condução aurículo-ventricular. Nos estudos clínicos, quando a dronedorana foi administrada concomitantemente com digitálicos, observou-se a ocorrência de um aumento do níveis dos digitálicos e/ou de distúrbios gastrointestinais, indiciadores de toxicidade por digitálicos. A dose de digoxina deve ser reduzida em aproximadamente 50%, os níveis plasmáticos de digoxina devem ser rigorosamente monitorizados, sendo recomendável efetuar a monitorização clínica e monitorização por ECG.

Dutasterida + Tansulosina + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interação fármaco-fármaco com Dutasterida / Tansulosina.
Interações: DUTASTERIDA: Efeitos da dutasterida na farmacocinética de outros fármacos: Num pequeno estudo (N=24) de duas semanas de duração em indivíduos saudáveis, a dutasterida (0,5 mg diários) não teve qualquer efeito sobre a farmacocinética da tansulosina ou terazosina. Não houve também qualquer indicação de interação farmacodinâmica neste estudo. A dutasterida não tem efeito na farmacocinética da varfarina ou digoxina. Isto indica que a dutasterida não inibe nem induz o CYP2C9 ou o transportador glicoproteína P. Estudos de interação in vitro indicam que a dutasterida não inibe as enzimas CYP1A2, CYP2D6, CYP2C9, CYP2C19 ou CYP3A4.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Macrólidos + Digoxina

Observações: Podem interferir com a absorção de outros fármacos, inibir as enzimas metabolizadoras com aumento da toxicidade de alguns fármacos e, com menos frequência, reduzir a concentração plasmática de outros, por aceleração do metabolismo. Os macrólidos envolvidos com mais frequência são a eritromicina (em particular por via parentérica) e a claritromicina. A eritromicina em aplicação tópica não origina interacções.
Interações: Por inibição enzimática, com aumento da concentração plasmática e da toxicidade respectiva interferem com - Digoxina
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Miglitol + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de miglitol e digoxina em voluntários saudáveis resultou numa redução das concentrações plasmáticas de digoxina. Contudo, este efeito não foi observado em doentes com diabetes tipo 2 pré-tratados com digoxina durante pelo menos quatro semanas. Esta interacção farmacocinética poderá assim ser desprovida de relevância clínica.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antifúngicos (Azol) + Digoxina

Observações: Inibição do CYP3A4 (itraconazol = cetoconazol > fluconazol, voriconazol). Inibição do CYP269 (fluconazol, voriconazol). Susceptibilidade a indutores enzimáticos (itraconazol, cetoconazol, voriconazol). Absorção gastrintestinal dependente do pH (itraconazol, cetoconazol). Inibição da glicoproteína-P (itraconazol, cetoconazol).
Interações: Digoxina: aumento das concentrações plasmáticas de digoxina com cetoconazol e itraconazol - Digoxina

Meloxicam + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Interações Farmacocinéticas: (Efeito de outros fármacos na farmacocinética do meloxicam) Não foram detectadas interações farmacocinéticas fármaco-fármaco com relevância clínica, relativamente à administração concomitante de antiácidos, cimetidina e digoxina.

Voriconazol + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Digoxina (0,25 mg OD) [substrato P-gp] Não necessário ajuste de dose

Atorvastatina + Perindopril + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com este medicamento e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina e perindopril separadamente. Os dados de estudos clínicos demonstram que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através da utilização combinada de IECAs, antagonistas dos recetores da angiotensina II ou aliscireno está associado ao aumento da frequência de eventos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia, diminuição da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) comparativamente com a utilização de um único medicamento que atua no SRAA.
Interações: Utilização concomitante que requer cuidados especiais: Atorvastatina Digoxina Quando foram administradas concomitantemente doses múltiplas de digoxina e 10 mg de atorvastatina, as concentrações plasmáticas de digoxina no estado estacionário aumentaram ligeiramente. Os doentes a tomar digoxina devem ser adequadamente monitorizados.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dalbavancina + Digoxina

Observações: Os resultados de um estudo de controlo de recetor in vitro não indicam tendência para existência de interação com outros alvos terapêuticos nem potencial para interações farmacodinâmicas clinicamente relevantes. Não foram realizados estudos clínicos de interação medicamentosa com dalbavancina. Potencial para outros medicamentos afetarem a farmacocinética de dalbavancina. A dalbavancina não é metabolizada por enzimas CYP in vitro, portanto, os indutores ou inibidores de CYP coadministrados não tendem a influenciar a farmacocinética de dalbavancina. Desconhece-se se dalbavancina é um substrato dos transportadores de captação e efluxo hepáticos. Potencial para dalbavancina afetar a farmacocinética de outros medicamentos. Prevê-se que o potencial de interação de dalbavancina em medicamentos metabolizados por enzimas CYP seja baixo, uma vez que não é um inibidor nem um indutor de enzimas CYP in vitro. Não existem dados sobre dalbavancina enquanto inibidor de CYP2C8. Desconhece-se se a dalbavancina é um inibidor de transportadores.
Interações: Não pode ser excluída a possibilidade de aumento da exposição a substratos de transportadores sensíveis à atividade de transportadores inibidos como, por exemplo, estatinas e digoxina, se forem combinados com dalbavancina.

Sitaxentano + Digoxina

Observações: O sitaxentano sódico é metabolizado no fígado pelas isoenzimas CYP2C9 e CYP3A4/5 do citocromo P450. O sitaxentano sódico é um inibidor da CYP2C9 e, em menor grau, CYP2C19, CYP3A4/5 e CYP 2C8. As concentrações plasmáticas dos fármacos metabolizados pela CYP2C9, podem aumentar durante a co-administração de sitaxentano sódico. Não se espera que a co-administração com fármacos metabolizados pela CYP2C19 ou CYP3A4/5 resulte em interações medicamentosas clinicamente significativas. O Sitaxentano sódico não afecta o transportador de p-glicoproteína, mas está estabelecido que o sitaxentano sódico é um substrato das proteínas transportadoras PTAO.
Interações: Efeitos do sitaxentano sódico noutros medicamentos: Digoxina (substrato da p-glicoproteína): A administração concomitante de sitaxentano sódico não alterou a farmacocinética da digoxina indicando que não houve efeito no transportador da p-glicoproteína.
 Risco Moderado

Diuréticos poupadores de potássio + Digoxina

Observações: Efeitos adversos com outros agentes que aumentam a concentração sérica de potássio; Podem aumentar a excreção renal de outras substâncias, além do potássio (digoxina, iões hidrogénio).
Interações: Ver também: - Digoxina

Eplerenona + Digoxina

Observações: Estudos in vitro indicam que a eplerenona não é um inibidor das isoenzimas CYP1A2, CYP2C19, CYP2C9, CYP2D6 ou CYP3A4. A eplerenona não é um substrato nem um inibidor da glicoproteína-P.
Interações: Interações farmacocinéticas: Digoxina: A exposição sistémica (AUC) à digoxina aumenta em 16% (90% IC: 4%-30%) quando co-administrada com eplerenona. É necessária precaução quando a digoxina é administrada em doses que se aproximam do limite superior da janela terapêutica.

Flecainida + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Glicosidos cardíacos: a flecainida pode causar aumento dos níveis plasmáticos da digoxina em cerca de 15%, o que é improvável ter significado clínico em doentes com níveis plasmáticos dentro do intervalo terapêutico. Recomenda-se que os níveis plasmáticos de digoxina sejam determinados em doentes a fazer digitálicos após não menos de seis horas após a dose de digoxina, antes ou após a administração de flecainida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Regorafenib + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Substratos da Proteína de Resistência do Cancro da Mama (Breast Cancer Resistance Protein-BCRP) e da glicoproteína-P: Dados in vitro indicam que o regorafenib é um inibidor da BCRP (valores de IC 50 de 40-70 nanomolar) e da glicoproteína-P (valores de IC50 de cerca de 2 micromolares). A coadministração de regorafenib pode aumentar as concentrações plasmáticas de substratos concomitantes da BCRP, tais como o metotrexato, ou os substratos da glicoproteína-P, como a digoxina.

Telmisartan + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Digoxina: Quando o telmisartan foi coadministrado com digoxina, foram observados aumentos médios no pico de concentração plasmática (49%) e na concentração mínima (20%) de digoxina. Ao iniciar, ajustar e suspender o telmisartan, devem ser monitorizados os níveis de digoxina de modo a manter os níveis dentro da janela terapêutica. Tal como com outros medicamentos que atuam no sistema renina-angiotensina-aldosterona, o telmisartan pode induzir hipercaliemia. O risco pode aumentar em caso de associação com outros fármacos que possam também induzir hipercaliemia (substitutos do sal contendo potássio, diuréticos poupadores de potássio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECAs), antagonistas do recetor da angiotensina II, fármacos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs, incluindo os inibidores seletivos da COX-2), heparina, imunossupressores (ciclosporina ou tacrolimus) e trimetropim). A ocorrência de hipercaliemia vai depender dos fatores de risco associados. O risco encontra-se aumentado no caso das associações terapêuticas acima mencionadas. O risco é particularmente elevado na associação com diuréticos poupadores de potássio e quando associado com substitutos do sal contendo potássio. Uma associação com inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECAs) ou fármacos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), por exemplo, acarreta um risco menor, desde que as precauções de uso sejam rigorosamente seguidas.

Vemurafenib + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Os estudos in vitro demonstraram que o vemurafenib é um inibidor dos transportadores de efluxo gp-P e BCRP. A relevância clínica desta observação é desconhecida. Não pode ser excluído que vemurafenib possa aumentar a exposição de outros medicamentos transportados por gp-P (por exemplo, aliscireno, colquicina, digoxina, everolímus, fexofenadina) ou BCRP (por exemplo, metotrexato, mitoxantrona, rosuvastatina). Muitos medicamentos antineoplásicos são substratos de gp-P e/ou BCRP. Por conseguinte, existe um risco teórico de interação com vemurafenib. O possível efeito de vemurafenib noutros transportadores é atualmente desconhecido.

Zaleplom + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: O Zaleplom não afecta os perfis farmacocinético e farmacodinâmico da digoxina e varfarina, duas substâncias com uma estreita margem de segurança.

Milnaciprano + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Associações Contraindicadas: Com digitálicos (digoxina...): Risco de potenciação dos efeitos hemodinâmicos, em particular pela via parentérica.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lansoprazol + Digoxina

Observações: O lansoprazol pode interferir com a absorção de medicamentos para os quais o pH gástrico é crítico em termos de biodisponibilidade. O lansoprazol pode aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos metabolizados através do CYP3A4. Aconselha-se cuidado ao combinar o lansoprazol com fármacos metabolizados por esta enzima e que tenham uma janela terapêutica estreita. Observou-se que o lansoprazol inibe a proteína de transporte, glicoproteína P (P-gp) in vitro. A relevância clínica deste facto é desconhecida.
Interações: A coadministração de lansoprazol e digoxina pode levar a um aumento dos níveis plasmáticos da digoxina. Os níveis plasmáticos da digoxina devem assim ser monitorizados e a dose de digoxina ajustada se necessário, quando o tratamento com lansoprazol é iniciado ou terminado.

Perindopril + Amlodipina + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Ligadas à AMLODIPINA: Uso concomitante a considerar: Outras combinações: Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Ramipril + Amlodipina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Associadas à amlodipina Efeitos da amlodipina sobre outros medicamentos Nos estudos de interação clínica, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, da digoxina ou da varfarina.

Fluoresceína + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se precaução ao efetuar a monitorização de fármacos com janela terapêutica estreita, p.e digoxina, quinidina.

Fluvoxamina + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Glucuronidação: A fluvoxamina não influencia as concentrações plasmáticas de digoxina.

Vincristina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Terapia de associação incluindo Sulfato de Vincristina/Digoxina: Os doentes que recebem quimioterapia podem ter uma absorção insuficiente de Digoxina. A amplitude da redução parece ser suficiente para reduzir o efeito terapêutico da Digoxina nalguns doentes. No entanto, deve ter-se cuidado ao administrar tal combinação e pode ser necessário um ajuste da posologia de Digoxina.

Anagrelida + Digoxina

Observações: Foram conduzidos estudos farmacocinéticos e/ou farmacodinâmicos limitados para investigar possíveis interações entre o anagrelida e outros medicamentos. Só foram realizados estudos de interação em adultos.
Interações: Anagrelida é principalmente metabolizado pelo CYP1A2. Sabe-se que o CYP1A2 é inibido por vários medicamentos, incluindo a fluvoxamina e enoxacina, e os referidos medicamentos poderão, teoricamente, influenciar de forma adversa a depuração do anagrelida. Estudos de interação in vivo efetuados em seres humanos demonstraram que a digoxina e a varfarina não afetam as propriedades farmacocinéticas do anagrelida. Estudos de interação in vivo efetuados em seres humanos demonstraram que o anagrelida não afeta as propriedades farmacocinéticas da digoxina ou da varfarina.

Alginato de sódio + Bicarbonato de sódio + Carbonato de cálcio + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Devido à presença de carbonato de cálcio que actua como um antiácido, deve ser efectuado um intervalo de 2 horas entre a toma deste medicamento e a administração de outros medicamentos, especialmente anti-histamínicos H2, tetraciclinas, digoxina, fluoroquinolona, sal de ferro, cetoconazol, neurolépticos, tiroxina, penicilamina, bloqueadores beta (atenolol, metoprolol, propranolol), glucocorticóides, cloroquina e bifosfonatos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tedizolida + Digoxina

Observações: O potencial de interações serotoninérgicas não foi estudado nem em doentes nem em voluntários saudáveis.
Interações: Baseado nos resultados in vitro, há um risco de indução enzimática pelo fosfato de tedizolida. Isto pode resultar numa redução da eficácia de medicamentos administrados concomitantemente que sejam substratos da CYP3A4 com um índice terapêutico estreito (tais como midazolam oral, triazolam, alfentanilo, ciclosporina, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolimus e tacrolimus), da CYP2B6 (efavirenz), da CYP2C9 (varfarina) e P-gp (digoxina).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos cuja eficácia é reduzida pela fenitoína incluem: corticosteróides, dicumarol, doxiciclina, contracetivos orais, quinidina, vitamina D, digoxina, rifampicina, estrogénios e furosemida.

Valsartan + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Interações relacionadas com VALSARTAN: Sem interações: Nos estudos de interações medicamentosas com valsartan, não foram observadas quaisquer interações clinicamente significativas com valsartan ou com qualquer um dos fármacos seguintes: cimetidina, varfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina, glibenclamida. Digoxina e indometacina podem interagir com a hidroclorotiazida.

Bendroflumetiazida + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Digoxina: A sensibilidade aos glicósidos digitálicos pode estar aumentada pelo efeito hipocaliémico da bendroflumetiazida. Os doentes devem ser observados para verificação de sinais de intoxicação digitálica, particularmente arritmias, e caso ocorram, a dose de digoxina deve ser temporariamente reduzida e deve ser administrado um suplemento de potássio para restaurar a estabilidade.

Brometo de ipratrópio + Fenoterol + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: A hipocaliemia pode dar origem a um aumento da suscetibilidade para arritmias em doentes que tomam digoxina. Além disso, a hipoxia pode agravar os efeitos da hipocaliemia sobre o ritmo cardíaco. Recomenda-se que, nestas situações, os níveis séricos de potássio sejam monitorizados.

Saquinavir + Digoxina

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Medicamentos que são substrato da glicoproteína-P: Digitálicos glicosídeos: Digoxina 0,5 mg dose única (saquinavir/ritonavir 1000/100 mg bid) Os níveis da digoxina podem variar ao longo do tempo. São de esperar aumentos grandes na concentração de digoxina quando o saquinavir/ritonavir é introduzido em doentes já tratados com digoxina. Deve-se ter precaução quando o saquinavir/ritonavir e a digoxina são coadministrados. A concentração plasmática da digoxina deve ser monitorizada e deve considerar-se a redução da dose de digoxina, caso necessário.

Tramadol + Dexcetoprofeno + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: A administração requer cuidado com Digoxina, usado para tratar a insuficiência cardíaca crónica.

Bazedoxifeno + Estrogénios conjugados + Digoxina

Observações: O bazedoxifeno é sujeito a metabolismo pelas enzimas uridina difosfato glucuronil transferase (UGT) no trato intestinal e no fígado. O bazedoxifeno é sujeito a pouco, ou nenhum, metabolismo mediado pelo citocromo P450 (CYP). O bazedoxifeno não induz nem inibe as atividades das principais isoenzimas do CYP e é pouco provável que interaja com medicamentos coadministrados através do metabolismo mediado pelo CYP.
Interações: Com base nas características de ligação às proteínas plasmáticas do bazedoxifeno in vitro, as interações com varfarina, digoxina ou diazepam são pouco prováveis.
Para manter o seu coração a funcionar corretamente, tome Digoxina exatamente como indicado, mesmo que se sinta bem.

Não tome mais do que o seu Médico receitou e não perca nenhuma dose. Tome o medicamento à mesma hora todos os dias.

A Digoxina funciona melhor quando existe uma quantidade constante no sangue. Quando está a tomar a Digoxina, é muito importante que obtenha a quantidade exata de medicamento de que precisa.

A dose de Digoxina será diferente para diferentes Pacientes. O seu Médico irá determinar a dose adequada de Digoxina para si. Siga as instruções do seu Médico ou da bula do medicamento.

Meça a solução oral corretamente usando o conta-gotas de medição marcada que vem com o pacote ou uma seringa oral. Não utilize colheres de chá ou colheres que são usadas ​​para servir a comida. Estas não medem as quantidades exatas.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017