Delamanid

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Condução
O que é
O Delamanid é um antibiótico para o tratamento da tuberculose pulmonar, causada por bactérias que não são eliminadas pelos antibióticos utilizados mais frequentemente para tratar a tuberculose.
Usos comuns
O Delamanid é um antibiótico para o tratamento da tuberculose pulmonar, causada por bactérias que não são eliminadas pelos antibióticos utilizados mais frequentemente para tratar a tuberculose.
Tipo
Sem informação.
História
Sem informação.
Indicações
O Delamanid é indicado para utilização como parte de um regime de combinação adequado, na tuberculose pulmonar multirresistente (MDR-TB) em doentes adultos quando não se consegue de outra forma compor um regime eficaz de tratamento, por motivos de resistência ou tolerabilidade.
Classificação CFT

01.01.12 : Antituberculosos

Mecanismo De Ação
O modo de acção farmacológico de delamanid envolve a síntese dos componentes da parede celular micobacteriana, ácido metoximicólico e cetomicólico.

Os metabólitos de delamanid identificados não mostram actividade antimicobacteriana.
Posologia Orientativa
A dose recomendada para adultos é de 100 mg duas vezes por dia durante 24 semanas.
Administração
Via oral.
O Delamanid deve ser administrado com alimentos.

O tratamento com delamanid deve ser iniciado e monitorizado por um médico com experiência no acompanhamento de Mycobacterium tuberculosis multirresistente.

O Delamanid tem de ser sempre administrado como parte de um regime de combinação apropriado para o tratamento da tuberculose multirresistente (multidrug-resistant tuberculosis, MDR-TB).

O tratamento com um regime de combinação apropriado deve continuar após a conclusão do período de tratamento de 24 semanas com delamanid, de acordo com as normas orientadoras da OMS.

Recomenda-se que delamanid seja administrado através de terapêutica observada directamente (directly observed therapy, DOT).
Contraindicações
Hipersensibilidade ao Delamanid.

Albumina sérica < 2,8 g/dl.

Tomar medicamentos que sejam indutores fortes de CYP3A (por ex., carbamazepina).
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Os efeitos secundários notificados muito frequentemente em estudos clínicos com Delamanid foram:
- Sensações de batimento cardíaco irregular e/ou enérgico
- Vómitos
- Náusea
- Diarreia
- Dor de estômago
- Dor de cabeça
- Sensação de formigueiro, ardor ou picadas, ou dormência da pele (parestesia)
- Tremer (tremor)
- Diminuição do apetite
- Tonturas
- Ouvir um som persistente no ouvido quando não existe nenhum som (acufenos)
- Falta de energia intensa
- Dor nas articulações ou nos músculos
- Dificuldades em adormecer ou em permanecer adormecido
- Aumento nos glóbulos vermelhos imaturos
- Baixo nível de potássio no sangue
- Aumento do nível de ácido úrico no sangue
- Tossir sangue
- Alterações encontradas nos exames complementares de diagnóstico (electrocardiograma, ECG) ao coração.

Os efeitos secundários frequentemente notificados em estudos clínicos realizados com Delamanid foram:
- Anemia
- Aumento de determinados glóbulos brancos (eosinofilia)
- Aumento nos triglicéridos no sangue
- Perturbação psicótica
- Agitação
- Ansiedade
- Depressão
- Inquietação
- Danos nos nervos, causando dormência ou dor (ardor) ou sensação de formigueiro nas mãos ou nos pés
- Sonolência
- Sensação reduzida
- Olhos secos
- Tolerabilidade reduzida dos olhos à luz forte
- Dor nos ouvidos
- Aumento da pressão arterial (hipertensão)
- Diminuição da pressão arterial (hipotensão)
- Formação de equimoses (“nódoas negras”)
- Afrontamentos
- Falta de ar
- Tosse
- Dor na boca ou na garganta
- Irritação da garganta
- Garganta seca
- Corrimento do nariz
- Dor no tórax
- Gastrite
- Prisão de ventre
- Indigestão
- Dermatite
- Urticária
- Comichão
- Pápulas (pequenas elevações na pele)
- Erupção cutânea
- Acne
- Aumento da transpiração
- Uma doença óssea chamada osteocondrose
- Fraqueza muscular
- Dor nos ossos
- Dor nas ilhargas
- Dor nos braços ou nas pernas
- Sangue na urina
- Febre
- Dor no tórax
- Não se sentir bem
- Desconforto no tórax
- Inchaço dos pés, pernas ou tornozelos
- Valores aumentados nas análises ao sangue para a hormona cortisol.

Os efeitos secundários notificados pouco frequentemente em estudos clínicos com Delamanid foram:
- “Zona” (Herpes zoster)
- “Sapinhos” (candidíase oral)
- infecção da pele por fungos (Tinea versicolor)
- Baixa contagem de glóbulos brancos (leucopenia)
- Baixa contagem de plaquetas (trombocitopenia)
- Desidratação
- Nível baixo de cálcio no sangue
- Nível alto de colesterol no sangue
- Agressão
- Paranoia
- Ataques de pânico
- Perturbação de ajustamento com humor deprimido
- Neurose
- Sensação de desconforto emocional e mental
- Aberração mental
- Problemas de sono
- Aumento da líbido
- Sensação de apatia e falta de energia
- Perturbação do equilíbrio
- Dor regional
- Conjuntivite alérgica
- Problemas com o ritmo cardíaco
- Problemas ao engolir
- Sensação alterada na boca
- Sensibilidade no abdómen
- Perda de cabelo
- Pele vermelha ou com comichão, incluindo em redor das raízes do cabelo
- Retenção de urina
- Dor ao urinar
- Necessidade aumentada de urinar à noite
- Sentir-se quente
- Valores alterados para as análises ao sangue relacionadas com a coagulação (prolongamento do TPPA)
- Valores sanguíneos alterados relacionados com a função do fígado, do sistema biliar ou do pâncreas
- Diminuição dos valores nas análises ao sangue para a hormona cortisol
- Aumento da pressão arterial.
Advertências

Sem informação.

Precauções Gerais
Antes de começar a tomar Delamanid, e durante o tratamento, o médico pode verificar a actividade elétrica do coração utilizando um aparelho de ECG (electrocardiograma) (registo eléctrico do coração).

O médico também pode fazer uma análise ao sangue para verificar a concentração de alguns minerais e proteínas que são importantes para o funcionamento do coração.

Fale com o médico se apresentar alguma das seguintes situações:
- tem níveis reduzidos de albumina, potássio, magnésio ou cálcio no sangue

- foi informado de que tem um problemade coração, por exemplo ritmo cardíaco baixo (bradicardia) ou tem antecedentes de ataque cardíaco (enfarte do miocárdio)

- se tem uma doença chamada síndrome de intervalo QT longo congénito ou se tem uma doença cardíaca grave ou problemas com o ritmo do coração

- se tem uma doença de fígado ou uma doença de rins

- se tem VIH.

Delamanid e outros medicamentos:
- se está a tomar medicamentos para tratar o ritmo cardíaco alterado (por ex., amiodarona, disopiramida, dofetilida, ibutilida, procainamida, quinidina, hidroquinidina, sotalol);

- se está a tomar medicamentos para tratar psicoses (por ex., fenotiazinas, sertindol, sultoprida, clopromazina, haloperidol, mesoridazina, pimozida ou tioridazina) ou depressão;

- se está a tomar certos medicamentos antimicrobianos (por ex., eritromicina, claritromicina, moxifloxacina, esparfloxacina, pentamida ou saquinavir);

- se está a tomar medicamentos antifúngicos triazol (por ex., fluconazol, itraconazol, voriconazol);

- se está a tomar certos medicamentos para tratar reacções alérgicas (por ex., terfenadina, astemizol, mizolastina);

- se está a tomar qualquer dos seguintes: cisaprida (utilizado para tratar problemas de estômago), droperidol (utilizado para os vómitos e a enxaqueca), domperidona (utilizado para a náusea e os vómitos), difemanil (utilizado para tratar problemas de estômago ou transpiração excessiva), probucol (baixa o nível de colesterol na circulação sanguínea), levometadil ou metadona (utilizada para o tratamento da dependência de opiáceos), alcalóides da vinca (medicamentos anti-cancro), ou trióxido de arsénico (utilizado para tratar certos tipos de leucemia);

- se está a tomar medicamentos anti-VIH que contenham lopinavir/ritonavir.
Cuidados com a Dieta
Não interfere com alimentos e bebidas.
Terapêutica Interrompida
Caso se esqueça de uma dose, tome-a assim que se lembrar. No entanto, se estiver quase na hora da dose seguinte, ignore simplesmente a dose esquecida.

Não tome uma dose a dobrar para compensar um comprimido de que se esqueceu.
Cuidados no Armazenamento
Conservar na embalagem de origem para proteger da humidade.

Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.

Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Sem efeito descrito

Delamanid + Rifampicina

Observações: O perfil metabólico completo e o modo de eliminação de delamanid não foram ainda inteiramente elucidados. Os estudos in vitro mostraram que delamanid não inibiu as isoenzimas do CYP450. Os estudos in vitro mostraram que delamanid e os respectivos metabolitos não tiveram qualquer efeito nos transportadores MDR1(p - gp), BCRP, OATP1, OATP3, OCT1, OCT2, OATP1B1, OATP1B3 e BSEP, a concentrações aproximadamente 5 a 20 vezes superiores à Cmáx no estado de equilíbrio. No entanto, uma vez que as concentrações no intestino podem ser potencialmente muito mais elevadas do que estes múltiplos da Cmáx, há o potencial para delamanid ter efeito nestes transportadores.
Interações: Indutores do citocromo P450 3A4: Os estudos clínicos de interacção em indivíduos saudáveis indicaram uma exposição reduzida a delamanid, até 45% após 15 dias de administração concomitante do indutor forte do citocromo P450 (CYP) 3A4 (Rifampicina 300 mg por dia) com delamanid (200 mg por dia). Não se observou nenhuma redução clinicamente relevante na exposição a delamanid com o indutor fraco efavirenz quando administrado numa dose de 600 mg por dia durante 10 dias, em combinação com delamanid 100 mg duas vezes por dia. Medicamentos antituberculose: Num estudo clínico de interacção medicamentosa em indivíduos saudáveis, delamanid foi administrado isoladamente (200 mg por dia) e com rifampicina/isoniazida/pirazinamida (300/720/1800 mg por dia) ou etambutol (1100 mg por dia) durante 15 dias. A exposição de medicamentos anti-TB concomitantes (rifampicina [R]/ isoniazida [H] / pirazinamida [Z ]) não foi afectada. A co-administração com delamanid aumentou significativamente as concentrações plasmáticas de etambutol no estado de equilíbrio em cerca de 25%; desconhece-se qual a relevância clínica deste aumento. - Rifampicina
Sem efeito descrito

Delamanid + Indutores do CYP3A4

Observações: O perfil metabólico completo e o modo de eliminação de delamanid não foram ainda inteiramente elucidados. Os estudos in vitro mostraram que delamanid não inibiu as isoenzimas do CYP450. Os estudos in vitro mostraram que delamanid e os respectivos metabolitos não tiveram qualquer efeito nos transportadores MDR1(p - gp), BCRP, OATP1, OATP3, OCT1, OCT2, OATP1B1, OATP1B3 e BSEP, a concentrações aproximadamente 5 a 20 vezes superiores à Cmáx no estado de equilíbrio. No entanto, uma vez que as concentrações no intestino podem ser potencialmente muito mais elevadas do que estes múltiplos da Cmáx, há o potencial para delamanid ter efeito nestes transportadores.
Interações: Indutores do citocromo P450 3A4: Os estudos clínicos de interacção em indivíduos saudáveis indicaram uma exposição reduzida a delamanid, até 45% após 15 dias de administração concomitante do indutor forte do citocromo P450 (CYP) 3A4 (Rifampicina 300 mg por dia) com delamanid (200 mg por dia). Não se observou nenhuma redução clinicamente relevante na exposição a delamanid com o indutor fraco efavirenz quando administrado numa dose de 600 mg por dia durante 10 dias, em combinação com delamanid 100 mg duas vezes por dia. - Indutores do CYP3A4
Sem significado Clínico

Delamanid + Antivíricos

Observações: O perfil metabólico completo e o modo de eliminação de delamanid não foram ainda inteiramente elucidados. Os estudos in vitro mostraram que delamanid não inibiu as isoenzimas do CYP450. Os estudos in vitro mostraram que delamanid e os respectivos metabolitos não tiveram qualquer efeito nos transportadores MDR1(p - gp), BCRP, OATP1, OATP3, OCT1, OCT2, OATP1B1, OATP1B3 e BSEP, a concentrações aproximadamente 5 a 20 vezes superiores à Cmáx no estado de equilíbrio. No entanto, uma vez que as concentrações no intestino podem ser potencialmente muito mais elevadas do que estes múltiplos da Cmáx, há o potencial para delamanid ter efeito nestes transportadores.
Interações: Medicamentos anti-VIH: Em estudos clínicos de interacção medicamentosa em indivíduos saudáveis, delamanid foi administrado isoladamente (100 mg duas vezes por dia) e com tenofovir (300 mg por dia) ou lopinavir/ritonavir (400/100 mg por dia) durante 14 dias e com efavirenz durante 10 dias (600 mg por dia). A exposição a delamanid permaneceu inalterada (diferença < 25%) com os medicamentos anti-VIH tenofovir e efavirenz, mas foi ligeiramente aumentada com a combinação de medicamentos anti-VIH contendo lopinavir/ritonavir. Medicamentos anti-VIH: Num estudo clínico de interacção medicamentosa em indivíduos saudáveis, delamanid foi administrado isoladamente (100 mg duas vezes por dia) e tenofovir (300 mg), lopinavir/ritonavir (400/100 mg) durante 14 dias e com efavirenz durante 10 dias (600 mg por dia). Delamanid administrado em combinação com os medicamentos anti-VIH, tenofovir, lopinavir/ritonavir e efavirenz, não afectou a exposição a estes medicamentos. - Antivíricos
Sem significado Clínico

Delamanid + Tenofovir

Observações: O perfil metabólico completo e o modo de eliminação de delamanid não foram ainda inteiramente elucidados. Os estudos in vitro mostraram que delamanid não inibiu as isoenzimas do CYP450. Os estudos in vitro mostraram que delamanid e os respectivos metabolitos não tiveram qualquer efeito nos transportadores MDR1(p - gp), BCRP, OATP1, OATP3, OCT1, OCT2, OATP1B1, OATP1B3 e BSEP, a concentrações aproximadamente 5 a 20 vezes superiores à Cmáx no estado de equilíbrio. No entanto, uma vez que as concentrações no intestino podem ser potencialmente muito mais elevadas do que estes múltiplos da Cmáx, há o potencial para delamanid ter efeito nestes transportadores.
Interações: Medicamentos anti-VIH: Em estudos clínicos de interacção medicamentosa em indivíduos saudáveis, delamanid foi administrado isoladamente (100 mg duas vezes por dia) e com tenofovir (300 mg por dia) ou lopinavir/ritonavir (400/100 mg por dia) durante 14 dias e com efavirenz durante 10 dias (600 mg por dia). A exposição a delamanid permaneceu inalterada (diferença < 25%) com os medicamentos anti-VIH tenofovir e efavirenz, mas foi ligeiramente aumentada com a combinação de medicamentos anti-VIH contendo lopinavir/ritonavir. Medicamentos anti-VIH: Num estudo clínico de interacção medicamentosa em indivíduos saudáveis, delamanid foi administrado isoladamente (100 mg duas vezes por dia) e tenofovir (300 mg), lopinavir/ritonavir (400/100 mg) durante 14 dias e com efavirenz durante 10 dias (600 mg por dia). Delamanid administrado em combinação com os medicamentos anti-VIH, tenofovir, lopinavir/ritonavir e efavirenz, não afectou a exposição a estes medicamentos. - Tenofovir
Sem significado Clínico

Delamanid + Efavirenz

Observações: O perfil metabólico completo e o modo de eliminação de delamanid não foram ainda inteiramente elucidados. Os estudos in vitro mostraram que delamanid não inibiu as isoenzimas do CYP450. Os estudos in vitro mostraram que delamanid e os respectivos metabolitos não tiveram qualquer efeito nos transportadores MDR1(p - gp), BCRP, OATP1, OATP3, OCT1, OCT2, OATP1B1, OATP1B3 e BSEP, a concentrações aproximadamente 5 a 20 vezes superiores à Cmáx no estado de equilíbrio. No entanto, uma vez que as concentrações no intestino podem ser potencialmente muito mais elevadas do que estes múltiplos da Cmáx, há o potencial para delamanid ter efeito nestes transportadores.
Interações: Medicamentos anti-VIH: Em estudos clínicos de interacção medicamentosa em indivíduos saudáveis, delamanid foi administrado isoladamente (100 mg duas vezes por dia) e com tenofovir (300 mg por dia) ou lopinavir/ritonavir (400/100 mg por dia) durante 14 dias e com efavirenz durante 10 dias (600 mg por dia). A exposição a delamanid permaneceu inalterada (diferença < 25%) com os medicamentos anti-VIH tenofovir e efavirenz, mas foi ligeiramente aumentada com a combinação de medicamentos anti-VIH contendo lopinavir/ritonavir. Medicamentos anti-VIH: Num estudo clínico de interacção medicamentosa em indivíduos saudáveis, delamanid foi administrado isoladamente (100 mg duas vezes por dia) e tenofovir (300 mg), lopinavir/ritonavir (400/100 mg) durante 14 dias e com efavirenz durante 10 dias (600 mg por dia). Delamanid administrado em combinação com os medicamentos anti-VIH, tenofovir, lopinavir/ritonavir e efavirenz, não afectou a exposição a estes medicamentos. - Efavirenz
Sem significado Clínico

Delamanid + Lopinavir + Ritonavir

Observações: O perfil metabólico completo e o modo de eliminação de delamanid não foram ainda inteiramente elucidados. Os estudos in vitro mostraram que delamanid não inibiu as isoenzimas do CYP450. Os estudos in vitro mostraram que delamanid e os respectivos metabolitos não tiveram qualquer efeito nos transportadores MDR1(p - gp), BCRP, OATP1, OATP3, OCT1, OCT2, OATP1B1, OATP1B3 e BSEP, a concentrações aproximadamente 5 a 20 vezes superiores à Cmáx no estado de equilíbrio. No entanto, uma vez que as concentrações no intestino podem ser potencialmente muito mais elevadas do que estes múltiplos da Cmáx, há o potencial para delamanid ter efeito nestes transportadores.
Interações: Medicamentos anti-VIH: Em estudos clínicos de interacção medicamentosa em indivíduos saudáveis, delamanid foi administrado isoladamente (100 mg duas vezes por dia) e com tenofovir (300 mg por dia) ou lopinavir/ritonavir (400/100 mg por dia) durante 14 dias e com efavirenz durante 10 dias (600 mg por dia). A exposição a delamanid permaneceu inalterada (diferença < 25%) com os medicamentos anti-VIH tenofovir e efavirenz, mas foi ligeiramente aumentada com a combinação de medicamentos anti-VIH contendo lopinavir/ritonavir. Medicamentos anti-VIH: Num estudo clínico de interacção medicamentosa em indivíduos saudáveis, delamanid foi administrado isoladamente (100 mg duas vezes por dia) e tenofovir (300 mg), lopinavir/ritonavir (400/100 mg) durante 14 dias e com efavirenz durante 10 dias (600 mg por dia). Delamanid administrado em combinação com os medicamentos anti-VIH, tenofovir, lopinavir/ritonavir e efavirenz, não afectou a exposição a estes medicamentos. - Lopinavir + Ritonavir
Sem significado Clínico

Delamanid + Antituberculosos

Observações: O perfil metabólico completo e o modo de eliminação de delamanid não foram ainda inteiramente elucidados. Os estudos in vitro mostraram que delamanid não inibiu as isoenzimas do CYP450. Os estudos in vitro mostraram que delamanid e os respectivos metabolitos não tiveram qualquer efeito nos transportadores MDR1(p - gp), BCRP, OATP1, OATP3, OCT1, OCT2, OATP1B1, OATP1B3 e BSEP, a concentrações aproximadamente 5 a 20 vezes superiores à Cmáx no estado de equilíbrio. No entanto, uma vez que as concentrações no intestino podem ser potencialmente muito mais elevadas do que estes múltiplos da Cmáx, há o potencial para delamanid ter efeito nestes transportadores.
Interações: Medicamentos antituberculose: Num estudo clínico de interacção medicamentosa em indivíduos saudáveis, delamanid foi administrado isoladamente (200 mg por dia) e com rifampicina/isoniazida/pirazinamida (300/720/1800 mg por dia) ou etambutol (1100 mg por dia) durante 15 dias. A exposição de medicamentos anti-TB concomitantes (rifampicina [R]/ isoniazida [H] / pirazinamida [Z ]) não foi afectada. A co-administração com delamanid aumentou significativamente as concentrações plasmáticas de etambutol no estado de equilíbrio em cerca de 25%; desconhece-se qual a relevância clínica deste aumento. - Antituberculosos
Sem significado Clínico

Delamanid + Etambutol

Observações: O perfil metabólico completo e o modo de eliminação de delamanid não foram ainda inteiramente elucidados. Os estudos in vitro mostraram que delamanid não inibiu as isoenzimas do CYP450. Os estudos in vitro mostraram que delamanid e os respectivos metabolitos não tiveram qualquer efeito nos transportadores MDR1(p - gp), BCRP, OATP1, OATP3, OCT1, OCT2, OATP1B1, OATP1B3 e BSEP, a concentrações aproximadamente 5 a 20 vezes superiores à Cmáx no estado de equilíbrio. No entanto, uma vez que as concentrações no intestino podem ser potencialmente muito mais elevadas do que estes múltiplos da Cmáx, há o potencial para delamanid ter efeito nestes transportadores.
Interações: Medicamentos antituberculose: Num estudo clínico de interacção medicamentosa em indivíduos saudáveis, delamanid foi administrado isoladamente (200 mg por dia) e com rifampicina/isoniazida/pirazinamida (300/720/1800 mg por dia) ou etambutol (1100 mg por dia) durante 15 dias. A exposição de medicamentos anti-TB concomitantes (rifampicina [R]/ isoniazida [H] / pirazinamida [Z ]) não foi afectada. A co-administração com delamanid aumentou significativamente as concentrações plasmáticas de etambutol no estado de equilíbrio em cerca de 25%; desconhece-se qual a relevância clínica deste aumento. - Etambutol
Sem efeito descrito

Delamanid + Isoniazida + Pirazinamida + Rifampicina

Observações: O perfil metabólico completo e o modo de eliminação de delamanid não foram ainda inteiramente elucidados. Os estudos in vitro mostraram que delamanid não inibiu as isoenzimas do CYP450. Os estudos in vitro mostraram que delamanid e os respectivos metabolitos não tiveram qualquer efeito nos transportadores MDR1(p - gp), BCRP, OATP1, OATP3, OCT1, OCT2, OATP1B1, OATP1B3 e BSEP, a concentrações aproximadamente 5 a 20 vezes superiores à Cmáx no estado de equilíbrio. No entanto, uma vez que as concentrações no intestino podem ser potencialmente muito mais elevadas do que estes múltiplos da Cmáx, há o potencial para delamanid ter efeito nestes transportadores.
Interações: Medicamentos antituberculose: Num estudo clínico de interacção medicamentosa em indivíduos saudáveis, delamanid foi administrado isoladamente (200 mg por dia) e com rifampicina/isoniazida/pirazinamida (300/720/1800 mg por dia) ou etambutol (1100 mg por dia) durante 15 dias. A exposição de medicamentos anti-TB concomitantes (rifampicina [R]/ isoniazida [H] / pirazinamida [Z ]) não foi afectada. A co-administração com delamanid aumentou significativamente as concentrações plasmáticas de etambutol no estado de equilíbrio em cerca de 25%; desconhece-se qual a relevância clínica deste aumento. - Isoniazida + Pirazinamida + Rifampicina
Não recomendado/Evitar

Delamanid + Moxifloxacina

Observações: O perfil metabólico completo e o modo de eliminação de delamanid não foram ainda inteiramente elucidados. Os estudos in vitro mostraram que delamanid não inibiu as isoenzimas do CYP450. Os estudos in vitro mostraram que delamanid e os respectivos metabolitos não tiveram qualquer efeito nos transportadores MDR1(p - gp), BCRP, OATP1, OATP3, OCT1, OCT2, OATP1B1, OATP1B3 e BSEP, a concentrações aproximadamente 5 a 20 vezes superiores à Cmáx no estado de equilíbrio. No entanto, uma vez que as concentrações no intestino podem ser potencialmente muito mais elevadas do que estes múltiplos da Cmáx, há o potencial para delamanid ter efeito nestes transportadores.
Interações: Medicamentos com o potencial de prolongar o QTc: É necessário ter cuidado ao utilizar delamanid em doentes já a receber medicamentos associados com o prolongamento do intervalo QT. A co-administração com moxifloxacina e delamanid em doentes com MDR - TB não foi estudada. A moxifloxacina não está recomendada para utilização em doentes tratados com delamanid. - Moxifloxacina
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interações do Delamanid
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.

O Delamanid não é recomendado em mulheres grávidas nem nas mulheres com potencial para engravidar, a menos que estas estejam a utilizar um método fiável de contracepção.

Recomenda-se que as mulheres não devam amamentar durante o tratamento com Delamanid.

Os doentes devem ser aconselhados a não conduzir nem utilizar máquinas caso apresentem qualquer reacção adversa com um potencial impacto na capacidade para desempenhar estas actividades (por ex., cefaleia e tremores são muito frequentes).
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 26 de Novembro de 2020