Ciclosporina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
A Ciclosporina pertence a um grupo de medicamentos denominados imunomoduladores, os quais diminuem as defesas naturais do organismo contra substâncias estranhas.

Esta ação é particularmente útil para prevenir a rejeição de orgãos transplantados, e também em certas doenças em que há desregulação do sistema imunitário (doenças auto-imunes).

Nestas doençaso organismo engana-se e defende-se de si próprio provocando doenças inflamatórias como artrite reumatóide ou a psoríase.

A Ciclosporina na forma de microemulsão possui absorção menos variável e mais previsível, simplificando a monitorização da terapêutica e o ajuste da dose.

Este factor é de grande importância na transplantação, pois uma imunodepressão insuficiente pode levar à rejeição, enquanto que uma dose em excesso poderá aumentar os efeitos tóxicos.
Usos comuns
O tratamento com Ciclosporina está indicado nas seguintes situações:
Transplantação de órgãos sólidos
Prevenção da rejeição do enxerto após transplantações alogénicas do rim, fígado, coração, coração-pulmão, pulmão e pâncreas.

Tratamento da rejeição do transplante em doentes submetidos anteriormente a terapêutica com outros agentes imunodepressores.

Transplantação da medula óssea
Prevenção da rejeição subsequente ao transplante da medula óssea.

Prevenção ou tratamento da doença enxerto-contra-hospedeiro (GVHD).

Ciclosporina está também indicada nas seguintes situações:
Uveíte endógena .
Uveíte activa intermédia ou posterior, ameaçadora da visão, de etiologia não infecciosa, onde aterapêutica convencional não teve efeito ou causou efeitos secundários inaceitáveis.

Uveíte de Behcet com crises inflamatórias repetidas envolvendo a retina.

Síndrome Nefrótico
Em adultos e crianças com síndrome nefrótico esteróide-dependente ou -resistente devido a doenças glomerulares (por ex. alteração nefropática mínima, glomerulo-esclerose focal e segmentar ou glomerulonefrite membranosa)

Tratamento da artrite reumatóide activa grave, quando os agentes anti-reumáticos clássicos de acção lenta são ineficazes ou inadequados.

Tratamento da psoríase grave quando a terapêutica convencional é ineficaz ou inadequada.

Dermatite atópica grave, quando a terapêutica convencional é ineficaz.
Tipo
pequena molécula
História
O efeito imunossupressor da Ciclosporina foi descoberto em 31 de janeiro 1972 por funcionários da Sandoz (hoje Novartis) em Basileia, na Suíça, em um teste de triagem em imunossupressão concebidos e implementados por Hartmann F. Stahelin, MD.

A Ciclosporina foi posteriormente aprovado para utilização em 1983.
Indicações
Doentes transplantados e tratamento de diversas doenças autoimunes, quando a utilização isolada de corticosteroides não é suficiente.
Classificação CFT
16.03     IMUNOMODULADORES
Mecanismo De Ação
A Ciclosporina liga-se a ciclofilina. Em seguida, o complexo inibe a calcineurina que normalmente é responsável por ativar a transcrição de interleucina 2.

A Ciclosporina também inibe a produção de linfocinas e libertação de interleucina.
Em aplicações oftálmicas, o mecanismo preciso de ação não é conhecido.

A emulsão de Ciclosporina foi desenvolvida para atuar como um imunomodulador parcial em Pacientes cuja produção de lágrima se presume tenha sido suprimida, devido a uma inflamação ocular associada com queratoconjuntivite seca.

Sendo a Ciclosporina uma substância de margem terapêutica estreita, ou seja, os limites entre a dose terapêutica e a tóxica ou inadequada são muito curtos e podendo advir consequências clínicas de um tratamento excessivo ou inadequado, a sua utilização ou a troca por um medicamento similar deve ser sempre acompanhada pelo médico.
Posologia Orientativa
No transplante de órgãos: utilizada isoladamente, em adultos e crianças > 3 meses: 10-15 mg/kg, per os, 4 -12 horas antes do transplante, seguida de 10-15 mg/kg/dia durante 1-2 semanas no pós-operatório, devendo haver posteriormente uma redução gradual até à dose de manutenção 2-6 mg/kg (ajustada de acordo com os níveis séricos do fármaco e função renal);
Doses menores são admissíveis se a administração for concomitante com outra terapêutica imunosupressora.

Transplante de medula óssea: no adulto ou crianças > 3 meses: 3-5 mg/kg/dia por infusão i.v. durante 2-6 horas no dia que antecede o transplante até 2 semanas após a cirurgia (ou 12,5-15 mg/Kg/dia p.o.) ; a dose de manutenção é 12,5-15 mg/Kg/dia, per os, durante 3-6 meses sendo depois gradualmente retirada;

Síndrome nefrótica: 3,5 a 5 mg/kg/dia em duas administrações; a terapêutica de manutenção deverá ter em conta a menor dose eficaz de acordo com as determinações de Creatinina sérica e proteinúria; a toma é descontinuada se após 3 meses não existirem melhoras significativas (após 6 meses no caso da glomerulonefrite membranosa).
Administração
Sem Informação.
Contraindicações
Não utilize Ciclosporina:
Se tem alergia à ciclosporina.
Se tem função renal diminuída (exceto os doentes com síndrome nefrótico com um grau de insuficiência renal aceitável), hipertensão não controlada, infecções não controladas ou qualquer tipo de patologia maligna.
Não deverá utilizar produtos naturais ou extractos vegetais contendo Hypericum perforatum (erva de S. João) em associação com Ciclosporina, devido ao risco de diminuição das concentrações.

Ciclosporina está contra-indicada em doentes com artrite reumatóide com função renal anormal, hipertensão arterial não controlada ou doença neoplásica.

Os doentes com Psoríase em tratamento com Ciclosporina não deverão fazer quimioterapia com PUVA ou irradiações UVB concomitantemente, metotrexato ou outros agentes imunodepressores.

O tratamento com Ciclosporina está igualmente contra-indicado nos doentes com função renal anormal, hipertensão arterial não controlada ou doença neoplásica.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Renais: disfunção
Cardiovasculares: hipertensão(muito comum);
Sistema Nervoso: tremores, cefaleia (muito comuns); parestesia (comum); sinais de encefalopatia tais como convulsões, confusão, desorientação, diminuição da capacidade de resposta, agitação, insónia, perturbações visuais, cegueira cortical, coma, paresia, ataxia cerebelar (não comuns); polineuropatia motora (raros); edema do disco óptico (muito raro).

Tracto gastrointestinal e fígado: anorexia, náusea, vómitos, dor abdominal, diarreia hiperplasia gengival, disfusão hepática (comum); pancreatite (raros).

Metabólicos: hiperlipidemia (muito comum); hiperuricemia, hipercaliemia, hipomagnesiemia
(comum); hiperglicemia (raro).

Músculo-esquelético: cãibras musculares, mialgia (comum); fraqueza muscular, miopatia
(raros).

Hematopoiético: anemia, trombocitopenia (não comuns); anemia hemolítica micro-angiopática, sindrome hemolítico urémico (raros).

Pele e anexos: hirsutismo(muito comum), hipertricose, acne (comum); erupções alérgicas (nãocomum), sudorese (raros).

Gerais: fadiga (comum); edema, aumento de peso (não comum).

Endócrino: perturbações menstruais, ginecomastia (raros).
Advertências
Gravidez
Gravidez:Aparentemente não há qualquer risco teratogénico para o feto, excepto o atraso no crescimento ou prematuridade; o uso deste fármaco durante a gravidez deve ser supervisionado por especialista. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Aleitamento
Aleitamento:Excretada no leite; recomenda-se evitar.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Redução posológica.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Reduzir dose; monitorizar concentrações séricas; consultar literatura específica.
Precauções Gerais
Tome especial cuidado com:
Informe o seu Médico caso tenha: hipertensão; doença cancerosa; doença renal ou hepática; qualquer infecção (por ex. herpes, hepatite, infecções fúngicas…).
Cuidados com a Dieta
Evite substitutos do sal contendo potássio.
Evite tomar com toranja ou sumo de toranja pois a toranja pode aumentar significativamente os níveis séricos deste produto.

Vinho tinto pode reduzir os níveis de Ciclosporina, devido ao aumento do metabolismo, por isso parece prudente evitar o vinho tinto (vinho branco não parece afetar o metabolismo da Ciclosporina).

Quando tomado com uma refeição, a AUC e Cmax de ciclosporina modificada diminuiu.
Terapêutica Interrompida
Tome a dose esquecida logo que se lembre, a não ser que faltem menos de 4 horas para a dose seguinte. Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar. É importante tomar Ciclosporina sempre à mesma hora, especialmente se é transplantado.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Não conservar acima de 25ºC.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Alfafa ou Luzerna + Ciclosporina

Observações: A vitamina K (fitomenadiona), encontrada na alfafa pode afectar o efeito anticoagulante da varfarina, resultando em diminuição da actividade anticoagulante e reduzindo o tempo de protrombina. Com base no potencial efeito imunoestimulador da alfafa, tem sido teorizado que a alfafa pode interferir com a acção imunossupressiva dos corticosteróides (por exemplo, prednisona) ou ciclosporina.
Interações: N.D.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Alimentos/Bebidas (Soja, fitinas, fitatos, oxalatos, taninos, pectinas)

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Interações com alimentos: Foi relatado o aumento da biodisponibilidade da ciclosporina com a ingestão concomitante de sumo de toranja.

Ramipril + Hidroclorotiazida + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Precauções de utilização: Sais de potássio, heparina, diuréticos poupadores de potássio e outras substâncias activas que aumentam o potássio plasmático (incluindo antagonistas da Angiotensina II, trimetoprim, tacrolimus, ciclosporina): Pode ocorrer hipercaliemia; consequentemente é necessário efectuar uma monitorização cuidada dos níveis de potássio séricos.
 Sem significado Clínico

Metformina + Sitagliptina + Ciclosporina

Observações: A coadministração de doses múltiplas de sitagliptina (50 mg duas vezes por dia) e metformina (1.000 mg duas vezes por dia) não alterou significativamente o perfil farmacocinético da sitagliptina nem da metformina em doentes com diabetes tipo 2. Embora não tenham sido realizados estudos farmacocinéticos de interação medicamentosa com Metformina/Sitagliptina, foram efetuados estudos com as substâncias ativas individuais, a sitagliptina e a metformina. Existe um risco aumentado de acidose láctica na intoxicação alcoólica aguda (em particular nas situações de jejum, desnutrição ou insuficiência hepática) devido à metformina.
Interações: Efeitos de outros medicamentos na sitagliptina: Ciclosporina: Foi realizado um estudo para avaliar o efeito da ciclosporina, um inibidor potente da glicoproteína-p, na farmacocinética da sitagliptina. A coadministração de uma dose oral única de 100 mg de sitagliptina e de uma dose oral única de 600 mg de ciclosporina aumentou a AUC e a Cmax da sitagliptina, aproximadamente, em cerca de 29% e 68%, respetivamente. Estas alterações na farmacocinética da sitagliptina não foram consideradas clinicamente significativas. A clearance renal da sitagliptina não foi significativamente alterada. Consequentemente, não serão de esperar interações significativas com outros inibidores da glicoproteína-p.

Pravastatina + Ácido acetilsalicílico + Ciclosporina

Observações: Não há evidência de interações farmacocinéticas clinicamente significativas na co-administração da pravastatina com o ácido acetilsalicílico.
Interações: A administração concomitante de pravastatina e ciclosporina leva a um aumento de, aproximadamente, 4 vezes na exposição sistémica à pravastatina. Contudo, nalguns doentes o aumento na exposição à pravastatina pode ser superior. É recomendada a monitorização clínica e bioquímica dos doentes que recebem esta associação.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sibutramina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A sibutramina e os seus metabolitos activos são eliminados por metabolismo hepático; a principal enzima envolvida é a CYP3A4 e poderão igualmente contribuir a CYP2C9 e a CYP1A2. Deve ter-se especial cuidado durante a administração concomitante de sibutramina com fármacos que afectam a actividade da enzima CYP3A4. Entre os inibidores da CYP3A4 incluem-se o cetoconazol, itraconazol, eritromicina, claritromicina, troleandomicina e a ciclosporina. Um estudo sobre interacção medicamentosa revelou que a administração concomitante de cetoconazol ou eritromicina com sibutramina induziu um aumento das concentrações plasmáticas (AUC) dos metabolitos activos da sibutramina (23% ou 10% respectivamente). Verificaram-se aumentos médios da frequência cardíaca até 2,5 batimentos por minuto em relação à administração isolada de sibutramina.

Saquinavir + Ciclosporina

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Medicamentos que são substrato da glicoproteína-P: Imunossupressores: Ciclosporina; Rapamicina (saquinavir/ritonavir) As concentrações destes medicamentos aumentam várias vezes quando coadministrados com saquinavir/ritonavir. É necessária uma monitorização terapêutica cuidadosa dos imunossupressores quando coadministrados com saquinavir/ritonavir.

Dronedarona + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Efeito da dronedarona nos outros medicamentos: Interação com medicamentos metabolizados pelo CYP3A4: Imunossupressores: A dronedarona poderá aumentar as concentrações plasmáticas dos Imunossupressores (tacrolimus, sirolimus, everolimus e ciclosporina). No caso de administração concomitante de dronedarona, recomenda-se a monitorização das concentrações plasmáticas e um ajuste de dose apropriado destes medicamentos.

Pefloxacina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A pefloxacina não interfere com a farmacocinética da ciclosporina, cetoprofeno, ceftazidima, tobramicina, piperacilina ao contrário de outras quinolonas.

Tacrolímus + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Efeito do tacrolímus no metabolismo de outros medicamentos: O tacrolímus é um conhecido inibidor do CYP3A4; deste modo, o uso concomitante de tacrolímus com medicamentos que sejam metabolizados pelo CYP3A4 pode afectar o metabolismo de tais medicamentos. A semi-vida da ciclosporina é prolongada quando administrada concomitantemente com tacrolímus. Além disso, podem ocorrer efeitos nefrotóxicos sinérgicos/aditivos. Por estas razões, não é recomendada a administração combinada de ciclosporina e tacrolímus devendo ser tomadas as devidas precauções aquando da administração de tacrolímus a doentes previamente submetidos a terapêutica com ciclosporina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Miocamicina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A diacetil-midecamicina pode aumentar as concentrações plasmáticas da carbamazepina e da ciclosporina. Como tal, é recomendável a monitorização dos níveis plasmáticos destes fármacos durante o tratamento concomitante com a diacetil-midecamicina. Em caso de utilização conjunta de bromocriptina e de ciclosporina, reduzir a metade a posologia destas últimas e vigiar as taxas plasmáticas de ciclosporina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Anfotericina B + Ciclosporina

Observações: A interação de Anfotericina B com outros fármacos não foi, até à data, estudada.
Interações: Os dados da interação com medicamentos contendo anfotericina B indicam que os doentes tratados concomitantemente com anfotericina B e com doses elevadas de ciclosporina, registam um aumento da creatinina sérica provocado pela administração simultânea destas duas substâncias.

Pimecrolímus + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Não existe experiência sobre a utilização concomitante de terapêuticas imunossupressoras usadas para o tratamento do eczema atópico tais como radiação UVB, UVA, PUVA, azatioprina e ciclosporina A. Pimecrolímus não tem potencial fotocarcinogénico em animais. No entanto, uma vez que não se conhece a relevância para o ser humano, durante o tratamento com Pimecrolímus deve ser evitada a exposição excessiva da pele à luz ultravioleta incluindo luz de solários, ou terapêutica com PUVA, UVA ou UVB.

Clofarabina + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos formais de interação com a clofarabina até à data. No entanto, não se conhecem interações clinicamente significativas com outros medicamentos ou testes laboratoriais. A clofarabina não é metabolizada, notoriamente, pelo sistema enzimático do citocromo P450 (CYP). Por conseguinte, é improvável que interaja com substâncias ativas que inibam ou induzam as enzimas do citocromo P450. Além disso, é improvável que a clofarabina iniba qualquer uma das 5 principais isoformas humanas do CYP (1A2, 2C9, 2C19, 2D6 e 3A4) ou induza 2 destas isoformas (1A2 e 3A4), nas concentrações plasmáticas obtidas após a perfusão intravenosa de 52 mg/m2/dia. Como resultado, não é esperado que afete o metabolismo de substâncias ativas, que sejam substratos conhecidos para estas enzimas.
Interações: A clofarabina é excretada, predominantemente, pelo rim. Portanto, o uso concomitante de medicamentos, que estejam associados a toxicidade renal e os que são eliminados por secreção tubular, como AINEs, anfotericina B, metotrexato, aminosidas, organoplatinas, foscarnet, pentamidina, ciclosporina, tacrolimus, aciclovir e valganciclovir devem ser evitados particularmente durante os 5 dias do período de administração da clofarabina.

Lapatinib + Ciclosporina

Observações: O lapatinib é predominantemente metabolizado pelo CYP3A.
Interações: O lapatinib é um substrato para as proteínas transportadoras da Pgp (glicoproteína P) e BCRP. Os inibidores (cetoconazol, itraconazol, quinidina, verapamil, ciclosporina, eritromicina) e os indutores (rifampicina, Hipericão) destas proteínas podem alterar a exposição e/ou distribuição do lapatinib.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Norfloxacina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Foram referidos níveis séricos elevados de ciclosporina com o uso concomitante de norfloxacina. Portanto, deverão ser vigiados os níveis séricos de ciclosporina e fazer-se os ajustamentos posológicos adequados quando estes dois medicamentos forem administrados concomitantemente.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Progesterona + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante com a ciclosporina pode inibir o metabolismo desta elevando os seus níveis plasmáticos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bisoprolol + Perindopril + Ciclosporina

Observações: Num estudo de interação conduzido em voluntários sãos, não foram observadas interações entre o bisoprolol e o perindopril.
Interações: Medicamentos que induzem hipercaliemia: Alguns medicamentos ou classes terapêuticas podem aumentar a ocorrência de hipercaliemia: Aliscireno, sais de potássio, diuréticos poupadores de potássio, IECAs, antagonistas dos recetores da angiotensina- II, AINEs, heparinas, imunossupressores, tais como a ciclosporina ou tacrolímus, trimetoprim. A combinação com estes medicamentos aumenta o risco de hipercaliemia.

Colquicina + Ciclosporina

Observações: Não ultrapassar mais do que alguns dias de tratamento com a colquicina.
Interações: Associações que necessitam de precauções de utilização: Ciclosporina: Potencia os efeitos indesejáveis neuromusculares da colquicina. Em caso de associação com a ciclosporina deverá realizar-se vigilância clínica e biológica (doseamento do CPK).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenobarbital + Ciclosporina

Observações: Para além das interações acima mencionadas, está descrito que muitos outros fármacos podem alterar a resposta aos barbitúricos ou ver a sua própria resposta alterada. Por isso deve haver precaução sempre que se adiciona ou retira um fármaco de um regime terapêutico que contém fenobarbital, tendo sempre em consideração a possibilidade de ser necessário efectuar ajustes de doses.
Interações: O fenobarbital parece aumentar o metabolismo dos corticosteróides, provavelmente pela indução das enzimas microssomiais hepáticas. O mesmo pode acontecer com o cloranfenicol, ciclosporina, metronidazol, quinidina e digitálicos.

Bicalutamida + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Neste contexto, a utilização concomitante de terfenadina, astemizol e cisapride está contra-indicada, devendo tomar-se precauções com a co-administração de Bicalutamida com compostos como a ciclosporina e bloqueadores dos canais do cálcio. Pode ser necessária uma diminuição da dose destes medicamentos, especialmente se houver evidência de intensificação do efeito ou de um efeito adverso do medicamento. No caso da ciclosporina, recomenda-se a monitorização frequente das concentrações plasmáticas e do estado clínico após o início ou o fim da terapêutica com Bicalutamida.

Darunavir + Ciclosporina

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: IMUNOSSUPPRESSORES: Ciclosporina, Sirolímus, Tacrolímus: Não foi estudado. A exposição a estes imunossupressores aumentará quando estes fármacos são coadministrados com Darunavir potenciado. (inibição do CYP3A). Deve proceder-se à monitorização dos níveis terapêuticos do fármaco imunossupressor quando ocorrer esta coadministração.

Epoetina alfa + Ciclosporina

Observações: Não existe evidência que indique uma interação entre a epoetina alfa e o fator estimulador de colónias de granulócitos (G - CSF) ou o fator estimulador de colónias de granulócitos e macrófagos (GM - CSF) em relação à diferenciação hematológica ou proliferação in vitro de tecido tumoral obtido por biopsia.
Interações: Não existe evidência que indique que o tratamento com epoetina alfa altera o metabolismo de outros medicamentos. Os medicamentos que diminuem a eritropoiese podem diminuir a resposta à epoetina alfa. Uma vez que a ciclosporina se liga aos glóbulos vermelhos existe potencial para uma interação medicamentosa. Se a epoetina alfa for administrada concomitantemente com ciclosporina, os níveis sanguíneos desta devem ser monitorizados e a sua dose deve ser ajustada em função do aumento do hematócrito.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estradiol + Levonorgestrel + Ciclosporina

Observações: Nota: A informação de prescrição de quaisquer medicações concomitantes deve ser sempre consultada para identificar interações potenciais.
Interações: As hormonas esteróides sexuais podem aumentar os níveis plasmáticos da ciclosporina levando a efeitos tóxicos.

Repaglinida + Ciclosporina

Observações: Não foram efetuados estudos de interação em crianças.
Interações: As seguintes substâncias podem aumentar e/ou prolongar o efeito hipoglicemiante de repaglinida: Gemfibrozil, claritromicina, itraconazol, cetoconazol, trimetoprim, ciclosporina, outras substâncias antidiabéticas, inibidores da monoaminoxidase (IMAO), substâncias β -bloqueantes não-seletivas, inibidor da enzima de conversão da angiotensina (ECA), salicilatos, anti-inflamatórios não esteroides (AINES), octreótido, álcool e esteroides anabolizantes. A administração concomitante de gemfibrozil (600 mg duas vezes por dia), um inibidor de CYP2C8 e repaglinida (uma dose única de 0,25 mg), aumentou a AUC de repaglinida em 8,1 vezes e a Cmax em 2,4 vezes em voluntários saudáveis. A semivida foi prolongada de 1,3 horas para 3,7 horas, resultando, possivelmente, num efeito maior e prolongado de repaglinida na redução da glucose sanguínea, e a concentração plasmática de repaglinida de 7 horas aumentou 28,6 vezes devido à administração de gemfibrozil. A utilização concomitante de gemfibrozil e de repaglinida é contraindicada. Num estudo realizado em voluntários saudáveis, a administração concomitante de repaglinida (uma dose única de 0,25 mg) e ciclosporina (dose repetida de 100 mg), aumentou a AUC e a Cmax da repaglinida em cerca de 2,5 e 1,8 vezes, respetivamente. Uma vez que não foi estabelecida a interação com doses superiores a 0,25 mg de repaglinida, a utilização concomitante de ciclosporina com repaglinida deve ser evitada. Se a associação for necessária, deverá ser feita uma cuidadosa monitorização clínica e da glicose sanguínea.

Tiotepa + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Utilização concomitante a ser tida em conta, Ciclosporina, tacrolímus: Imunossupressão excessiva com risco de linfoproliferação.

Anidulafungina + Ciclosporina

Observações: A anidulafungina não é um substrato indutor ou inibidor clinicamente relevante das isoenzimas do citocromo P450 (1A2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 3A). De notar que os estudos in vitro não excluem por completo a possibilidade de interações in vivo. Foram realizados estudos de interação medicamentosa com a anidulafungina e outros fármacos passíveis de serem coadministrados. Apenas foram realizados estudos de interação em adultos.
Interações: Não é recomendado o ajuste da dose de nenhum dos fármacos quando a anidulafungina é coadministrada com a ciclosporina, voriconazol ou tacrolimus, e não é recomendado ajuste da dose de anidulafungina quando é coadministrada com anfotericina B ou rifampicina.

Docetaxel + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Estudos in vitro mostraram que o metabolismo do docetaxel pode ser modificado pela administração concomitante de compostos que induzam, inibam ou sejam metabolizados pela citocromo P4503A (e assim possam inibir a enzima competitivamente), tais como ciclosporina, cetoconazol e eritromicina. Por conseguinte, deverão tomar-se precauções no tratamento de doentes com esta terapêutica concomitante, visto haver um potencial para uma interacção significativa.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etinilestradiol + Levonorgestrel + Ciclosporina

Observações: Interações medicamentosas entre Contracetivos orais e outros medicamentos podem originar uma hemorragia de disrupção e/ou falha contraceptiva.
Interações: Os Contracetivos orais podem afectar o metabolismo de outras substâncias. Deste modo, as concentrações no plasma e nos tecidos podem tanto ser aumentadas (por ex. ciclosporina) como diminuídas (por ex. lamotrigina). Nota: A informação sobre prescrição de medicação concomitante deve ser avaliada para identificar possíveis interações.

Vemurafenib + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Os estudos in vitro demonstraram que o vemurafenib é um substrato dos transportadores de efluxo gp-P e BCRP. Os efeitos dos indutores e inibidores de gp-P e BCRP na exposição de vemurafenib são desconhecidos. Não pode ser excluído que a farmacocinética de vemurafenib possa ser afetada por medicamentos que influenciam a gp-P (por exemplo verapamilo, ciclosporina, ritonavir, quinidina, itraconazol) ou a BCRP (por exemplo, ciclosporina, gefitinib). É atualmente desconhecido se o vemurafenib é também substrato de outras proteínas transportadoras.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cloreto de cálcio + Cloreto de potássio + Cloreto de sódio + Lactato de sódio + Ciclosporina

Observações: População pediátrica: Não existem características especiais.
Interações: A administração desta associação de acordo com as indicações e contraindicações recomendadas não eleva as concentrações plasmáticas dos eletrólitos que a solução contém. Em caso de aumento da concentração de qualquer eletrólito devido a outras causas as seguintes interações devem ser consideradas. Relacionadas com POTÁSSIO: O suxametónio, diuréticos poupadores de potássio (amilorida, espironolactona, triamterene, isolados ou em combinação), Inibidores da ECA (p.ex. captopril, enalapril), antagonistas dos recetores da Angiotensina II (p.ex. valsartan, losartan), tacrolimus, ciclosporina podem aumentar a concentração de potássio no plasma e conduzir a hipercalemia potencialmente fatal em particular em caso de falência renal que aumenta o efeito hipercalémico.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Edoxabano + Ciclosporina

Observações: O edoxabano é predominantemente absorvido no trato gastrointestinal (GI) superior. Desta forma, os medicamentos ou afeções que aumentam o esvaziamento gástrico e a motilidade intestinal têm o potencial de reduzir a dissolução e absorção do edoxabano.
Interações: Inibidores da gp-P: O edoxabano é um substrato para o transportador de efluxo gp-P. Em estudos de farmacocinética (PK), a administração concomitante de edoxabano com inibidores da gp-P: Ciclosporina, dronedarona, eritromicina, cetoconazol, quinidina ou verapamil resultou num aumento das concentrações plasmáticas do edoxabano. A utilização concomitante de edoxabano com ciclosporina, dronedarona, eritromicina ou cetoconazol requer uma redução da dose para 30 mg uma vez por dia. Com base em dados clínicos, verifica-se que a utilização concomitante de edoxabano com quinidina, verapamil ou amiodarona não requer redução da dose. A utilização de edoxabano com outros inibidores da gp-P, incluindo inibidores da protease do VIH, não foi estudada. Administrar 30 mg uma vez por dia durante a utilização concomitante com os seguintes inibidores da gp-P: Ciclosporina: a administração concomitante de uma dose única de 500 mg de ciclosporina com uma dose única de 60 mg de edoxabano aumentou a AUC e a Cmax do edoxabano em 73% e 74%, respetivamente.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Indapamida + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Associações a tomar em consideração: Ciclosporina, tacrolimus: Risco de creatinina plasmática aumentada sem qualquer alteração dos níveis de ciclosporina em circulação, mesmo na ausência de depleção de água/sódio.

Vinorrelbina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Utilização concomitante a ter em consideração: Ciclosporina, tacrolimus: Imunossupressão excessiva, com risco de linfoproliferação.

Aliscireno + Ciclosporina

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interações: Um estudo de interação medicamentosa com administração única em indivíduos saudáveis demonstrou que a ciclosporina (200 e 600 mg) aumenta a Cmax de 75 mg de aliscireno aproximadamente 2,5 vezes e a AUC aproximadamente 5 vezes. O aumento pode ser maior com doses superiores de aliscireno. Em indivíduos saudáveis, o itraconazol (100 mg) aumenta a AUC e a Cmax de aliscireno (150 mg) 6,5 vezes e 5,8 vezes, respetivamente. Assim, o uso concomitante de aliscireno e inibidores potentes da gp-P é contraindicado.

Alitretinoína + Ciclosporina

Observações: A alitretinoína é metabolizada pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4).
Interações: Não se observaram interações farmacocinéticas ao administrar simultaneamente alitretinoína com ciclosporina ou com o contracetivo oral etinilestradiol ou norgestimato.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Danazol + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Ciclosporina e tacrolimus: O Danatrol pode aumentar o nível plasmático da ciclosporina e tacrolimus, conduzindo a um aumento da toxicidade renal destes fármacos.

Rosuvastatina + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Ciclosporina: Durante o tratamento concomitante com rosuvastatina e ciclosporina, os valores da AUC da rosuvastatina foram em média 7 vezes mais elevados do que os observados em voluntários saudáveis. Rosuvastatina é contraindicado em doentes a receber concomitantemente ciclosporina. A administração concomitante não afetou as concentrações plasmáticas de ciclosporina.

Atorvastatina + Perindopril + Amlodipina + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina, perindopril e amlodipina separadamente.
Interações: Medicamentos que induzem hipercaliemia: Alguns medicamentos ou classes terapêuticas podem aumentar a ocorrência de hipercaliemia: aliscireno, sais de potássio, diuréticos poupadores de potássio, IECAs, antagonistas dos recetores da angiotensina- II, AINEs, heparinas, imunossupressores, tais como a ciclosporina ou tacrolímus, trimetoprim. A associação de Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina com estes medicamentos aumenta o risco de hipercaliemia. Utilização concomitante NÃO RECOMENDADA: ATORVASTATINA: Inibidores potente do CYP3A4: A atorvastatina é metabolizada pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4) e é substrato para proteínas de transporte por exemplo, o transportador de captação hepático OATP1B1. A administração concomitante de medicamentos que sejam inibidores do CYP3A4 ou de proteínas de transporte pode originar um aumento da concentração plasmática de atorvastatina e aumentar o risco de miopatia. O risco também poderá estar aumentado quando há administração concomitante de atorvastatina com outros medicamentos que têm um potencial elevado para induzir a miopatia, como os derivados do ácido fíbrico e ezetimiba. Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina deve ser evitada, se possível. Nos casos em que a administração concomitante destes medicamentos com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina não pode ser evitada, devem ser consideradas as doses mais baixas de atorvastatina no Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes. Utilização concomitante que requer CUIDADOS ESPECIAIS: ATORVASTATINA: Inibidores das proteínas de transporte: Os inibidores das proteínas de transporte (por exemplo ciclosporina) podem aumentar a exposição sistémica da atorvastatina. O efeito da inibição dos transportadores de captação hepáticos nas concentrações da atorvastatina nos hepatócitos é desconhecido. Se a administração concomitante não puder ser evitada, recomenda-se a redução da dose e a monitorização da eficácia clínica. Utilização concomitante que requer ALGUNS CUIDADOS: AMLODIPINA: Digoxina, atorvastatina, varfarina ou ciclosporina: Nos estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Epoetina zeta + Ciclosporina

Observações: Não existem provas que indiquem que o tratamento com eritropoetina altere o metabolismo de outros medicamentos. Contudo, visto que a ciclosporina se liga através dos eritrócitos, existe potencial para inteirações com outros medicamentos. Não existe evidência que indique uma interação entre a epoetina alfa e G - CSF ou GM - CSF em relação à diferenciação hematológica ou proliferação in vitro de tecido tumoral obtido por biopsia.
Interações: Se a eritropoetina for administrada concomitantemente com a ciclosporina, os níveis séricos da ciclosporina devem ser monitorizados e a dose ciclosporina ajustada à medida que o hematócrito aumenta.

Ezetimiba + Ciclosporina

Observações: Só foram efetuados estudos de interação em adultos. Nos estudos pré-clínicos, demonstrou-se que a ezetimiba não induz as enzimas metabolizadoras de fármacos do citocromo P450. Não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente significativas entre a ezetimiba e os fármacos metabolizados pelos citocromos P450 1A2, 2D6, 2C8, 2C9 e 3A4, ou pela N-acetiltransferase.
Interações: Num estudo, realizado em oito doentes após transplante renal, com a depuração da creatinina>50 ml/min a receber uma dose fixa de ciclosporina, uma dose única de 10 mg de Ezetimiba resultou num aumento de 3,4 vezes (intervalo de 2,3 a 7,9 vezes) da AUC média para a ezetimiba total em comparação com a população saudável do grupo controlo, a receber a ezetimiba em monoterapia, de outro estudo (n=17). Num outro estudo, um doente com transplante renal com insuficiência renal grave a receber ciclosporina e outras múltiplas medicações, demonstrou uma exposição à ezetimiba total 12 vezes maior em comparação com os controlos simultâneos a receber ezetimiba em monoterapia. Num estudo cruzado de duas fases em doze indivíduos saudáveis, a administração diária de 20 mg de ezetimiba durante 8 dias com uma dose única de 100 mg de ciclosporina, no Dia 7, resultou num aumento médio de 15% da AUC da ciclosporina (num intervalo de 10% de diminuição a 51% de aumento) em comparação com uma dose única de 100 mg de ciclosporina em monoterapia. Não foi realizado um estudo controlado sobre o efeito da administração concomitante da ezetimiba na exposição à ciclosporina em doentes com transplante renal. Deve-se ter precaução ao iniciar Ezetimiba em doentes a receber ciclosporina. As concentrações de ciclosporina devem ser monitorizadas em doentes a receber Ezetimiba e ciclosporina.

Manitol + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Ciclosporina Em doentes transplantados renais a receber medicação com ciclosporinas, foi observada a vascularização renal após a administração de soluções de manitol.

Amlodipina + Atorvastatina + Ciclosporina

Observações: Os dados de um estudo de interação fármaco-fármaco que envolveu 10 mg de amlodipina e 80 mg de atorvastatina em indivíduos saudáveis indicam que a farmacocinética da amlodipina não é alterada quando os fármacos são coadministrados. Não foi demonstrado nenhum efeito da amlodipina na Cmáx da atorvastatina, mas a AUC da atorvastatina aumentou 18% (IC 90% [109-127%]) na presença de amlodipina. Não foi realizado nenhum estudo de interação medicamentosa com a associação fixa de amlodipina e atorvastatina e outros fármacos, embora tenham sido realizados estudos com os componentes individuais amlodipina e atorvastatina.
Interações: Interações relacionadas com a ATORVASTATINA: Inibidores da CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes da CYP3A4 conduzem a concentrações de atorvastatina acentuadamente aumentadas. Se possível, a coadministração de inibidores potentes da CYP3A4 (p.ex. ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores da protease do VIH, incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) deverá ser evitada. Nos casos em que a coadministração desses medicamentos com atorvastatina não puder ser evitada, deverão ser consideradas doses iniciais e máximas de atorvastatina mais baixas e é recomendada uma monitorização clínica apropriada do doente. Interações relacionadas com a ATORVASTATINA: Inibidores das proteínas de transporte: Os inibidores das proteínas de transporte (p.ex. ciclosporina) podem aumentar a exposição sistémica da atorvastatina. O efeito da inibição dos transportadores de captação hepáticos nas concentrações de atorvastatina nos hepatócitos é desconhecido. Se a administração concomitante não puder ser evitada, é recomendada uma redução da dose e monitorização clínica relativamente à eficácia.

Pixantrona + Ciclosporina

Observações: Não foram notificadas interações medicamentosas nos participantes e não foram realizados estudos de interações medicamentosas em seres humanos. Estudos in vitro com as isoformas humanas mais habituais do citocromo P450 (incluindo CYP1A2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6 e 3A4) mostraram uma possível inibição do tipo mista do CYP1A2 e CYP2C8 que pode ter relevância clínica. Não se observaram outras interações significativas clinicamente relevantes com os CYPP450.
Interações: Com base em estudos in vitro, a pixantrona é considerada um substrato para as proteínas de transporte membranares P-gp/BRCP e OCT1 e os agentes que inibem estas transportadoras têm potencial para diminuir a captação hepática e a eficiência excretória da pixantrona. As contagens sanguíneas devem ser monitorizadas de perto na administração concomitante com agentes que inibem estas transportadoras, como ciclosporina A ou tacrolímus, habitualmente utilizados para o controlo da doença crónica de enxerto contra o hospedeiro, e os agentes anti-VIH nel, saquinavir ou nelfinavir.

Proglumetacina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A administração de Proglumetacina tem a possibilidade de levar à interacção com metotrexato, aminoglicosídeos, digitálicos, antihipertensores, antidiabéticos orais, diuréticos, ciclosporina, aspirina e outros AINE’s.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bicarbonato de potássio + Ciclosporina

Observações: Só deve tomar potássio por indicação médica.
Interações: Medicamentos tais como a heparina, anti-inflamatórias não esteróides, beta-bloqueadores e ciclosporina pode aumentar os níveis de potássio, quando tomados em conjunto com o bicarbonato de potássio.

Sofosbuvir + Velpatasvir + Voxilaprevir + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas Medicamentos que podem aumentar a exposição plasmática de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir: A coadministração com medicamentos que inibem a P-gp ou a BCRP pode aumentar as concentrações plasmáticas de sofosbuvir, velpatasvir ou voxilaprevir. Medicamentos que inibem o OATP1B, CYP2B6, CYP2C8 ou CYP3A4 podem aumentar as concentrações plasmáticas de velpatasvir ou voxilaprevir. Não é recomendada a utilização de inibidores fortes do OATP1B (p. ex., ciclosporina) com Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir. Não são de prever interações medicamentosas clinicamente significativas com Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir mediadas por inibidores da P-gp, BCRP e CYP. Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir pode ser coadministrado com inibidores da P-gp, BCRP e CYP. Interações farmacocinéticas: Medicamentos que podem aumentar a exposição plasmática de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir: A coadministração com medicamentos que inibem a P-gp ou a BCRP pode aumentar as concentrações plasmáticas de sofosbuvir, velpatasvir ou voxilaprevir. Medicamentos que inibem o OATP1B, CYP2B6, CYP2C8 ou CYP3A4 podem aumentar as concentrações plasmáticas de velpatasvir ou voxilaprevir. Não é recomendada a utilização de inibidores fortes do OATP1B (p. ex., ciclosporina) com Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir. Não são de prever interações medicamentosas clinicamente significativas com Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir mediadas por inibidores da P-gp, BCRP e CYP. Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir pode ser coadministrado com inibidores da P-gp, BCRP e CYP. Interações entre Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir e outros medicamentos: IMUNOSSUPRESSORES Ciclosporina (dose única de 600 mg) + sofosbuvir (dose única de 400 mg) (Inibição do OATP1B ou P-gp ou BCRP) Ciclosporina (dose única de 600 mg)e + velpatasvir (dose única de 100 mg) Ciclosporina (dose única de 600 mg)e + voxilaprevir (dose única de 100 mg) A coadministração de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir com ciclosporina não é recomendada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Na utilização concomitante de cisplatina e ciclosporina deve considerar-se a excessiva imunossupressão com risco de linfoproliferação.
 Potencialmente Grave

Fenofibrato + Ciclosporina

Observações: Estudos "in vitro" com microssomas hepáticos humanos indicam que o fenofibrato e o ácido fenofíbrico não são inibidores das isoformas do citocromo (CYP) P450, CYP 3A4, CYP2D6, CYP2E1 ou o CYP1A2. Eles são inibidores fracos do CYP2C19 e CYP2A6, e inibidores ligeiros a moderados do CYP2C9 em concentrações terapêuticas. Doentes medicados em simultâneo com o fenofibrato e medicamentos metabolizados pelo CYP2C19, o CYP2A6 e em especial o CYP2C9 com intervalo terapêutico estreito devem ser cuidadosamente monitorizados e, se necessário, recomendam-se ajustes da dose destes fármacos.
Interações: Têm sido relatados alguns casos graves de debilitação reversível da função renal, durante a administração concomitante de fenofibrato e ciclosporina. A função renal destes doentes deverá ser por esse motivo continuamente monitorizada e no caso de se registarem alterações graves dos parâmetros laboratoriais, o tratamento com fenofibrato deve ser interrompido.

Orlistato + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Ciclosporina: Foi observada uma diminuição dos níveis plasmáticos de ciclosporina num estudo de interação fármaco-fármaco, tendo também sido relatada em vários casos, quando orlistato foi administrado concomitantemente. Esta situação pode potencialmente conduzir a uma diminuição da eficácia imunossupressora. Por conseguinte, é contraindicada a associação de Orlistato com ciclosporina. No entanto, se a utilização concomitante for inevitável, os níveis plasmáticos de ciclosporina deverão ser monitorizados com maior frequência após adição e até à interrupção de orlistato nos doentes tratados com ciclosporina. Os níveis plasmáticos de ciclosporina devem ser monitorizados até estabilização.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sulfadiazina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante de sulfadiazina e de ciclosporina pode diminuir a concentração desta última, pelo que os níveis plasmáticos de ciclosporina deverão ser vigiados.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Pirazinamida + Rifampicina + Ciclosporina

Observações: A rifampicina possui propriedades indutoras enzimáticas, incluindo a indução da delta aminoácido levulínico sintetase. Têm sido registados casos isolados de exacerbação de porfíria com a administração de rifampicina.
Interações: O Isoniazida/Pirazinamida/Rifampicina possui propriedades indutoras das enzimas hepáticas e pode reduzir a actividade de um certo número de fármacos, incluindo anticoagulantes, anticonvulsivantes, anti-estrogénios, antipsicóticos, antiarrítmicos (quinidina), antifúngicos, antirretrovirais, barbitúricos, benzodiazepinas e seus derivados, betabloqueantes, bloqueadores da entrada de cálcio, cloranfenicol, claritromicina, corticosteróides, agentes imunossupressores (ciclosporina) digitálicos, clofibrato, doxiciclina, estrogéneos, fluoroquinolonas, gestrinona, irinotecano, losartan, metadona, praziquantel, progestina, riluzol, antagonistas selectivos dos receptores 5- HT3, estatinas metabolizadas pelo citocromo CYP3A4, telitromicina, tiazolidinedionas, antidepressivos tricíclicos, contracetivos orais, hipoglicemiantes orais, antipsicóticos (haloperidol), levotiroxina, teofilina, dapsona, narcóticos e analgésicos. Pode ser necessário ajustar a dose destes fármacos se forem administrados concomitantemente com Isoniazida/Pirazinamida/Rifampicina. As doentes a fazer contracetivos orais devem ser aconselhadas a mudar o método contracetivo para um método não-hormonal durante a terapêutica com Isoniazida/Pirazinamida/Rifampicina. A diabetes pode também tornar-se mais difícil de controlar.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Levonorgestrel + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Os medicamentos contendo levonorgestrel podem aumentar o risco de toxicidade da ciclosporina, devido à possível inibição do metabolismo desta última substância.

Neomicina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A Neomicina potencia a nefrotoxicidade de alguns fármacos, a exemplo de outros aminoglicosídeos, diuréticos da ansa, cefalosporinas, anfotericina B, ciclosporina, polimixinas (B e colistina), compostos de platina (cisplatina), glicopeptídeos, bacitracina, pelo que se devem evitar estas associações.

Telmisartan + Hidroclorotiazida + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Medicamentos que podem aumentar os níveis de potássio ou induzir hipercaliemia (como, por exemplo, IECAs, diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio, substitutos do sal contendo potássio, ciclosporina ou outros medicamentos como a heparina de sódio): Se estes medicamentos forem prescritos com a associação telmisartan / hidroclorotiazida, recomenda-se a monitorização dos níveis plasmáticos de potássio. Com base na experiência obtida com outros medicamentos que bloqueiam o sistema renina-angiotensina, o uso concomitante dos medicamentos acima mencionados pode conduzir a um aumento do potássio sérico pelo que, não é recomendado.

Tezacaftor + Ivacaftor + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Medicamentos que são afetados pelo tezacaftor e ivacaftor Digoxina e outros substratos da gp-P A coadministração com digoxina, um substrato sensível da gp-P, aumentou a exposição à digoxina 1,3 vezes, o que é consistente com a inibição fraca da gp-P pelo ivacaftor. A administração de Tezacaftor/Ivacaftor em associação com o ivacaftor poderá aumentar a exposição sistémica de medicamentos que são substratos sensíveis da gp-P, o que poderá aumentar ou prolongar o seu efeito terapêutico e reações adversas. Deve ter-se precaução e proceder-se a uma monitorização cuidadosa quando utilizados concomitantemente com digoxina ou com outros substratos da gp-P com um índice terapêutico estreito, tais como a ciclosporina, everolímus, sirolímus e tacrolímus.

Metreleptina + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos de interação em humanos.
Interações: O efeito de metreleptina nas enzimas CYP450 pode ser clinicamente relevante em relação aos substratos CYP450 com índice terapêutico estreito, onde a dose é individualmente ajustada. Após início ou descontinuação de metreleptina, nos doentes a serem tratados com estes tipos de agentes, deverá realizar-se monitorização terapêutica sobre o efeito (por exemplo, varfarina) ou concentrações de medicamento (por exemplo, ciclosporina ou teofilina) e a dose individual do agente deverá ser ajustada conforme necessário.

Moxifloxacina + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Interações com medicamentos: Estudos clínicos demonstraram que não existem interações após a administração concomitante de moxifloxacina com: Ranitidina, probenecide, contracetivos orais, suplementos de cálcio, morfina administrada por via parentérica, teofilina, ciclosporina ou itraconazol. Os estudos in vitro com enzimas do citocromo P450 humano apoiam estes dados. Considerando estes resultados é improvável a ocorrência de uma interação metabólica mediada por enzimas do citocromo P450.

Fluconazol + Ciclosporina

Observações: O fluconazol é um potente inibidor do citocromo P450 (CYP) isoenzima 2C9 e um inibidor moderado do CYP3A4. O fluconazol é também um inibidor da isoenzima CYP2C19. Adicionalmente às interações observadas/documentadas abaixo indicadas, existe um risco de aumento da concentração plasmática de outros compostos metabolizados pelo CYP2C9 e CYP3A4 coadministrados com fluconazol. Deste modo, deve-se ter precaução quando se utilizam estas associações e os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados. O efeito inibidor da enzima pelo fluconazol persiste 4-5 dias após a descontinuação do tratamento com fluconazol devido à sua longa semivida.
Interações: A utilização concomitante dos seguintes fámacos leva a precauções e ajustes de dose: O efeito de fluconazol noutros fármacos: Imunossupressores (i.e. ciclosporina, everolímus, sirolímus e tacrolímus): Ciclosporina: O fluconazol aumenta significativamente a concentração e a AUC da ciclosporina. Durante o tratamento concomitante com 200 mg de fluconazol diários e ciclosporina (2,7 mg/kg/dia) houve um aumento de 1,8 vezes da AUC da ciclosporina. Pode ser utilizada esta associação, reduzindo a dose de ciclosporina em função da sua concentração.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vismodegib + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de medicamentos concomitantes no vismodegib: Os estudos in vitro indicam que o vismodegib é um substrato do transportador de efluxo da glicoproteína-P (gp-P) e das enzimas metabolizadoras de fármacos CYP2C9 e CYP3A4. A exposição sistémica de vismodegib e a incidência de reações adversas com vismodegib podem ser maiores quando vismodegib é coadministrado com medicamentos que inibem a gp-P (por exemplo, claritromicina, eritromicina, azitromicina, verapamil, ciclosporina), CYP2C9 (amiodarona, fluconazol ou miconazol), ou CYP3A4 (bocepravir, claritromicina, conivaptan, indinavir, itraconazol, cetoconazol, lopinavir/ritonavir, nelfinavir, posaconazol, ritonavir, saquinavir, telaprevir, telitromicina ou voriconazol).

Ertugliflozina + Sitagliptina + Ciclosporina

Observações: Não foram efetuados estudos de interação medicamentosa farmacocinética com Ertugliflozina + Sitagliptina; contudo, estes tipos de estudo foram efetuados com as substâncias ativas individuais de Ertugliflozina + Sitagliptina.
Interações: Sitagliptina Interações farmacocinéticas Efeitos de outros medicamentos na sitagliptina A sitagliptina é eliminada primeiramente inalterada na urina e o metabolismo é uma via de menor importância. Estudos in vitro indicam que a principal enzima responsável pelo limitado metabolismo da sitagliptina é o CYP3A4, com contribuição do CYP2C8. O metabolismo pode ter um papel mais significativo na eliminação da sitagliptina no caso de doentes com compromisso renal grave ou doença renal terminal (DRT). Por esta razão, é possível que inibidores potentes do CYP3A4 (ex.: cetoconazol, itraconazol, ritonavir, claritromicina) possam alterar a farmacocinética da sitagliptina em doentes com compromisso renal grave ou doença renal terminal. Estudos de interação efetuados em doentes com diabetes tipo 2 ou em indivíduos saudáveis, sugerem que a metformina e a ciclosporina não têm efeito clínico relevante na farmacocinética da sitagliptina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antagonistas dos Receptores da Angiotensina II (ARA II) + Ciclosporina

Observações: Por aumento do risco de hipercaliemia
Interações: Aumentam o risco de hipercaliemia quando associados a ARA II: - Ciclosporina

Adefovir + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Tendo como base os resultados das experiências in vitro, nas quais o adefovir não influenciou nenhuma das isoformas comuns do sistema CYP, que se sabe estarem envolvidas no metabolismo de fármacos nos seres humanos e com base no mecanismo de eliminação conhecido do adefovir, a possibilidade de ocorrência de interações entre o adefovir e outros medicamentos, mediadas pelo sistema CYP450, é baixa. O adefovir é excretado por via renal, através de uma combinação de filtração glomerular e secreção tubular ativa. A administração concomitante de 10 mg de adefovir dipivoxil com outros medicamentos que são eliminados por secreção tubular ou que alteram a função tubular pode aumentar as concentrações séricas do adefovir ou do medicamento co-administrado.
Interações: Uma interação farmacocinética entre o adefovir e o imunossupressor, ciclosporina, é também considerada pouco provável uma vez que a ciclosporina partilha a mesma via metabólica do tacrolímus. No entanto, dado que o tacrolímus e a ciclosporina podem afectar a função renal, recomenda-se a monitorização cuidadosa quando qualquer um destes fármacos é co-administrado com o adefovir dipivoxil.

Amlodipina + Valsartan + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Amlodipina / Valsartan e outros medicamentos.
Interações: Interações associadas à AMLODIPINA: A ter em consideração aquando da utilização concomitante: Outras: Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina. Interações associadas ao VALSARTAN: Requerida precaução com a utilização concomitante: Inibidores dos mediadores de transporte de captação (rifampicina, ciclosporina) ou transportador do efluxo (ritonavir): Os resultados de um estudo in vitro com tecido de fígado humano indicam que o valsartan é um substrato do transportador de captação hepático OATP1B1 e do transportador do efluxo hepático MRP2. A administração concomitante de inibidores do transportador de captação (rifampicina, ciclosporina) ou transportador de efluxo (ritonavir) pode aumentar a exposição sistémica ao valsartan.
 Sem significado Clínico

Metformina + Alogliptina + Ciclosporina

Observações: A coadministração de 100 mg de alogliptina uma vez ao dia e 1.000 mg de cloridrato de metformina duas vezes ao dia, durante 6 dias, em indivíduos saudáveis, não teve quaisquer efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da alogliptina ou da metformina. Não foram realizados estudos farmacocinéticos específicos de interação medicamentosa com este medicamento.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre a alogliptina: A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Os resultados dos estudos de interação clínica também demonstraram que não há efeitos clinicamente relevantes do gemfibrozil (um inibidor do CYP2C8/9), fluconazol (um inibidor do CYP2C9), cetoconazol (um inibidor do CYP3A4), ciclosporina (um inibidor da glicoproteína-P), voglibose (um inibidor da alfa-glucosidase), digoxina, metformina, cimetidina, pioglitazona ou atorvastatina na farmacocinética da alogliptina.

Pravastatina + Fenofibrato + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos formais de interacção para Pravastatina/Fenofibrato; contudo, a utilização concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos não resultou em quaisquer interações inesperadas.
Interações: Interações relevantes para a pravastatina: Ciclosporina: A administração concomitante de pravastatina e ciclosporina conduz a um aumento, de aproximadamente 4 vezes, da exposição sistémi ca à pravastatina. Nalguns doentes, contudo, pode ser maior o aumento da exposição à pravastatina. É recomendada a monitorização clínica e bioquímica dos doentes que recebem esta associação. Interações relevantes para o fenofibrato: Ciclosporina: Foram notificados alguns casos graves de insuficiência reversível da função renal durante a administração concomitante do fenofibrato e ciclosporina. Por conseguinte, a função renal destes doentes deve ser monitorizada cuidadosamente e, caso se verifique uma alteração grave dos parâmetros laboratoriais, o tratamento com o fenofibrato deve ser interrompido. Pravastatina/Fenofibrato deve ser tomado com alimentos, na medida em que estes melhoram a biodisponibilidade do fenofibrato.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estradiol + Noretisterona + Ciclosporina

Observações: Clinicamente, um metabolismo aumentado de estrogénios e progestagénios pode originar um efeito diminuído e alterações no perfil de hemorragia uterina.
Interações: A utilização concomitante de estradiol/noretisterona com ciclosporina pode aumentar os níveis plasmáticos de ciclosporina, creatinina e transaminases devido à diminuição do metabolismo da ciclosporina no fígado.

Hidrocortisona + Ciclosporina

Observações: População pediátrica: Não foram realizados estudos de interação.
Interações: Foram relatadas convulsões com o uso concomitante de corticosteróides e ciclosporina. Uma vez que a administração concomitante destes agentes resulta na mútua inibição do metabolismo, é possível que as convulsões e outros efeitos adversos associados com o uso individual de qualquer um dos medicamentos possam estar mais aptas a ocorrer.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etinilestradiol + Norelgestromina + Ciclosporina

Observações: As interações entre contracetivos orais e outros medicamentos podem conduzir a hemorragias intra cíclicas e/ou falência do contracetivo.
Interações: Os contracetivos hormonais podem afetar o metabolismo de certas substâncias ativas. Assim, a concentração plasmática e a concentração nos tecidos pode aumentar (por exemplo, ciclosporina). Pode ser necessário o ajuste da dose do medicamento concomitante.

Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Interações potenciais relacionadas com HIDROCLOROTIAZIDA: Uso concomitante com precaução: Ciclosporina: A terapêutica concomitante com ciclosporina pode aumentar o risco de hiperuricemia e complicações do tipo gota.

Pioglitazona + Ciclosporina

Observações: Os estudos efetuados no ser humano não sugerem indução do citocromo indutível principal P450, 1A, 2C8/9 e 3A4. Os estudos in vitro não demonstraram uma inibição de qualquer subtipo do citocromo P450.
Interações: Não se prevê em interações com substâncias metabolizadas por estas enzimas, por exemplo contracetivos orais; ciclosporina; bloqueadores dos canais de cálcio e inibidores da HMG-CoA reductase.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Azilsartan medoxomil + Clorotalidona + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Ciclosporina: O tratamento concomitante com ciclosporina pode aumentar o risco de hiperuricemia e complicações do tipo gota.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenofibrato + Sinvastatina + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos de interação com Fenofibrato / Sinvastatina. Interações relevantes para monoterapias. A sinvastatina é um substrato do citocromo P4503A4. O fenofibrato e a sinvastatina não são inibidores nem indutores do CYP3A4. Deste modo, não se espera que Fenofibrato / Sinvastatina afete as concentrações plasmáticas de substâncias metabolizadas pelo CYP3A4. O fenofibrato e a sinvastatina não são inibidores do CYP2D6, do CYP2E1 nem do CYP1A2. O fenofibrato é um inibidor ligeiro a moderado do CYP2C9 e um inibidor fraco do CYP2C19 e do CYP2A6. Devem monitorizar-se atentamente os doentes a quem são administrados concomitantemente Fenofibrato / Sinvastatina e fármacos metabolizados pelo CYP2C19, pelo CYP2A6 ou, sobretudo, pelo CYP2C9 com um índice terapêutico estreito e, se necessário, recomenda-se um ajuste da dose destes fármacos.
Interações: O risco de miopatia/rabdomiólise aumenta com a administração concomitante de ciclosporina com sinvastatina. Embora não se compreenda o mecanismo por completo, foi demonstrado que a ciclosporina aumenta a exposição plasmática (AUC) ao ácido de sinvastatina, devido presumível e parcialmente à inibição do CYP 3A4 e do transportador OATP-1B1. Dado que a dose de sinvastatina não deve exceder os 10 mg por dia no caso de doentes que tomem ciclosporina, a administração concomitante de Fenofibrato / Sinvastatina com ciclosporina é contraindicada.

Rosuvastatina + Ezetimiba + Ciclosporina

Observações: Se for a um hospital ou receber tratamento para outra condição, informe a equipa médica que está a tomar Rosuvastatina / Ezetimiba.
Interações: O efeito da rosuvastatina é aumentado com a utilização concomitante com a ciclosporina. Não tome Rosuvastatina / Ezetimiba enquanto estiver a tomar ciclosporina.

Teicoplanina + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos de interação específicos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: A teicoplanina deve ser utilizada com precaução quando conjugada ou quando utilizada sequencialmente com outros medicamentos conhecidos por terem potencial nefrotóxico ou ototóxico. Estes incluem aminoglicosídeos, colistina, anfotericina B, ciclosporina, cisplatina, furosemida e ácido etacrínico. No entanto, não há evidência de toxicidade sinérgica em combinações com a teicoplanina.

Elbasvir + Grazoprevir + Ciclosporina

Observações: Grazoprevir é um substrato do OATP1B1/3 transportadores. Elbasvir e grazoprevir são substratos para CYP3A e P-gp, mas o papel da P-gp intestinal na absorção de elbasvir e grazoprevir parece ser mínima.
Interações: Drogas que são contraindicados com Elbasvir/ grazoprevir: Ciclosporina: Podem aumentar o risco de aumentos de ALT devido a um aumento significativo nas concentrações de plasma grazoprevir causadas por OATP1B1 / 3 inibidores.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Propafenona + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Foram reportados aumentos da concentração plasmática ou níveis sanguíneos de propranolol, metoprolol, desipramina, ciclosporina, teofilina e digoxina durante o tratamento com cloridrato de propafenona. Caso se verifiquem sintomas de sobredosagem, devem determinar-se as concentrações plasmáticas e reduzir as doses, se necessário.
 Sem significado Clínico

Alogliptina + Ciclosporina

Observações: A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Estudos in vitro sugerem que a alogliptina não inibe nem induz as isoformas do CYP 450 em concentrações obtidas com a dose recomendada de 25 mg de alogliptina. Por conseguinte, não é esperada nem foi observada interação com substratos das isoformas do CYP 450. Em estudos in vitro, constatou-se que a alogliptina não é um substrato nem um inibidor dos principais transportadores associados à disposição do fármaco no rim: transportador aniónico orgânico 1, transportador aniónico orgânico 3 ou transportador catiónico orgânico 2 (OCT2).
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre a alogliptina: Os resultados dos estudos de interação clínica também demonstraram que não há efeitos clinicamente relevantes do gemfibrozil (um inibidor do CYP2C8/9), fluconazol (um inibidor do CYP2C9), cetoconazol (um inibidor do CYP3A4), ciclosporina (um inibidor da glicoproteína-P), voglibose (um inibidor da alfa-glucosidase), digoxina, metformina, cimetidina, pioglitazona ou atorvastatina na farmacocinética da alogliptina.

Cefazolina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Agentes nefrotóxicos: Não pode ser excluído que a nefrotoxicidade de antibióticos (por ex. aminoglicosídeos, colistina e polimixina B), agentes de contraste iodados, organoplasticos, metotrexato usado em elevadas doses, alguns fármacos antivirais, pentamidina, ciclosporina, tacrólimus e diuréticos (por ex. Furosemida) é aumentada. Quando administrados com cefazolina, a função renal deve ser cuidadosamente monitorizada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Parecoxib + Ciclosporina

Observações: O parecoxib é rapidamente hidrolisado no metabolito activo, valdecoxib. Os doentes sob terapêutica com anticoagulantes orais deverão ser monitorizados cuidadosamente em relação ao tempo de protrombina INR, em especial nos primeiros dias de tratamento com parecoxib ou quando a dose de parecoxib é alterada. No ser humano, estudos demonstraram que o metabolismo do valdecoxib é predominantemente mediado pela via das isoenzimas CYP3A4 e 2C9. O efeito da indução enzimática não foi estudado. Não foram realizados estudos formais de interações com Anestésicos inalados.
Interações: Tem sido sugerido que a administração concomitante de anti-inflamatórios não esteróides e ciclosporina ou tacrolimus aumenta o efeito nefrotóxico da ciclosporina e do tacrolimus. Recomenda-se a monitorização da função renal quando o parecoxib for administrado concomitantemente com um destes medicamentos.
 Sem significado Clínico

Pioglitazona + Alogliptina + Ciclosporina

Observações: A coadministração de 25 mg de alogliptina uma vez ao dia e 45 mg de pioglitazona uma vez ao dia, durante 12 dias, em indivíduos saudáveis, não teve quaisquer efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da alogliptina, da pioglitazona ou dos seus metabolitos ativos. Não foram realizados estudos farmacocinéticos específicos de interação medicamentosa com este medicamento. A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Estudos realizados no ser humano não sugerem qualquer indução do principal citocromo induzível, o P450 (1A, 2C8/9 e 3A4). Estudos in vitro não demonstraram qualquer inibição de qualquer subtipo de citocromo P450. Não são esperadas interações com substâncias metabolizadas por estas enzimas p. ex., contracetivos orais, ciclosporina, bloqueadores do canal de cálcio e inibidores da HMGCoA redutase.
Interações: Os resultados dos estudos de interação clínica também demonstraram que não há efeitos clinicamente relevantes do gemfibrozil (um inibidor do CYP2C8/9), fluconazol (um inibidor do CYP2C9), cetoconazol (um inibidor do CYP3A4), ciclosporina (um inibidor da glicoproteína-P), voglibose (um inibidor da alfa-glucosidase), digoxina, metformina, cimetidina, pioglitazona ou atorvastatina na farmacocinética da alogliptina.

Sulfametoxazol + Trimetoprim + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Foram relatadas as seguintes interações: deterioração reversível da função renal com a administração de ciclosporina;
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido fusídico + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Existem relatos de casos em que a coadministração por via sistémica deste medicamento e de Ciclosporina causa o aumento da concentração sérica de Ciclosporina.

Ácido acetilsalisílico + Atorvastatina + Ramipril + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Os AINEs podem aumentar a nefrotoxicidade da ciclosporina devido aos efeitos mediados pelas prostaglandinas renais. Recomenda-se a monitorização cuidadosa da função renal, especialmente em doentes idosos. Demonstrou-se que os inibidores potentes da CYP3A4 causam um aumento marcado das concentrações de atorvastatina. A coadministração de inibidores potentes da CYP3A4 (p. ex., ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores da protease do VIH, incluindo o ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) deve ser evitada se possível. Nos casos em que não se pode evitar a coadministração destes medicamentos com a atorvastatina, aconselha-se a monitorização clínica apropriada do doente. Inibidores das proteínas de transporte: Os inibidores das proteínas de transporte (p. ex., ciclosporina) podem aumentar a exposição sistémica da atorvastatina. Desconhece-se qual é o efeito da inibição dos transportadores de captação hepática nas concentrações de atorvastatina em hepatócitos. Se a administração concomitante não puder ser evitada, recomenda-se a monitorização clínica da eficácia. Ciclosporina 5,2 mg/kg/dia, dose estável Atorvastatina 10 mg OD durante 28 dias Trinomia é contraindicado nestes casos.

Crizotinib + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Agentes cujas concentrações plasmáticas podem ser alteradas pelo crizotinib: Após 28 dias de crizotinib administrado na dosagem de 250 mg duas vezes por dia em doentes com cancro, a AUC do midazolam oral foi 3,7 vezes a observada quando o midazolam foi administrado isolado, sugerindo que o crizotinib é um inibidor moderado do CYP3A. Como tal, deve evitar-se a coadministração de crizotinib com substratos do CYP3A, com índices terapêuticos estreitos, incluindo, mas não limitado a, alfentanilo, cisaprida, ciclosporina, derivados da ergotamina, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolímus e tacrolímus. Se a associação for necessária, deve ser feita uma monitorização clínica cuidadosa.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dienogest + Etinilestradiol + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. As interações do etinilestradiol e o dienogest, com outros medicamentos podem aumentar ou diminuir ou ambas, as concentrações séricas das hormonas esteroides. A redução das concentrações séricas de etinilestradiol/dienogest pode levar a um aumento das hemorragias intercorrentes e dos distúrbios menstruais e reduzir a eficácia do contracetivo do Dienogest / Etinilestradiol; o aumento de etinilestradiol/dienogest nos níveis séricos pode levar a um aumento de incidência e aumento da expressão de efeitos secundários.
Interações: Dienogest / Etinilestradiol contidos nas hormonas esteroides podem influenciar o metabolismo de outros medicamentos: - Inibindo as enzimas microssomais hepáticas, resultando num aumento das concentrações séricas de medicamentos, tais como o diazepam (e algumas outras benzodiazepinas), teofilina, ciclosporina e glucocorticoides, - Através da indução da glucuronidação hepática, resultando na diminuição das concentrações séricas de clofibrato por exemplo, paracetamol, morfina, lorazepam (e algumas outras benzodiazepinas) e lamotrigina. Estudos in vitro mostraram que o dienogest em concentrações relevantes não inibe as enzimas do citocromo P-450, pelo que a este nível não se esperam interações medicamentosas. Adicionalmente devem ser verificadas as informações técnicas dos medicamentos prescritos para verificar possíveis interações com Dienogest / Etinilestradiol. A necessidade de insulina ou de agentes hipoglicemiantes orais pode ser alterada em função da influência da tolerância à glicose.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estreptomicina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Associação a ter em conta: Cidofovir, Ciclosporina e Tacrolimus: aumento do risco de nefrotoxicidade.

Valsartan + Hidroclorotiazida + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Interações relacionadas com HIDROCLOROTIAZIDA: Utilização concomitante com precaução: Ciclosporina: O tratamento concomitante com ciclosporina pode aumentar o risco de hiperuricemia e de complicações tipo gota.

Amlodipina + Candesartan + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Os efeitos de diminuição da pressão arterial da amlodipina aumentam os efeitos redutores da pressão arterial de outros medicamentos com propriedades anti-hipertensoras. Em estudos de interação clínica, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Nilotinib + Ciclosporina

Observações: O nilotinib é principalmente metabolizado no fígado e é também substrato para a bomba de efluxo multifármacos, glicoproteína-P (gp-P). Assim, a absorção e subsequente eliminação do nilotinib absorvido sistemicamente podem ser influenciadas por substâncias que afetem a CYP3A4 e/ou a gp-P.
Interações: Substâncias que podem ter a sua concentração sistémica alterada pelo nilotinib: Em doentes com LMC, o nilotinib administrado na dose de 400 mg duas vezes por dia durante 12 dias aumentou respetivamente 2,6 vezes e 2,0 vezes a exposição sistémica (AUC e Cmax) do midazolam administrado por via oral (um substrato da CYP3A4). Nilotinib é um inibidor moderado da CYP3A4. Consequentemente, a exposição sistémica de outros medicamentos metabolizados principalmente pela CYP3A4 (por exemplo, certos inibidores da HMG CoA redutase) pode aumentar quando administrados concomitantemente com nilotinib. Pode ser necessária monitorização adequada e ajuste de dose para fármacos que são substratos da CYP3A4 e com um índice terapêutico estreito (incluindo mas não limitado a alfentanil, ciclosporina, dihidroergotamina, ergotamina, fentanil, sirolímus e tacrolímus), quando co-administrados com nilotinib.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cilazapril + Hidroclorotiazida + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Interações relacionadas principalmente com a HIDROCLOROTIAZIDA: Ciclosporina: A administração simultânea de ciclosporina e hidroclorotiazida pode aumentar o risco de desenvolvimento de hiperuricemia e complicações do tipo gota.

Ritonavir + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não Antirretrovirais Coadministrados: Imunosupressores: Ciclosporina, tacrolimus, everolimus: Ritonavir administrado como potenciador farmacocinético ou como medicamento antirretroviral inibe a CYP3A4, pelo que se prevê que aumente as concentrações plasmáticas de ciclosporina, tacrolimus ou everolimus. Recomenda-se monitorização cuidadosa dos efeitos terapêuticos e efeitos adversos quando estes medicamentos são administrados concomitantemente com ritonavir.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etinilestradiol + Norgestimato + Ciclosporina

Observações: Aconselha-se que os médicos consultem a rotulagem dos medicamentos utilizados concomitantemente, para obter mais informações acerca das interações com contracetivos hormonais e da possível necessidade de ajustar as dosagens.
Interações: Fármacos cujos níveis plasmáticos podem estar aumentos (devido a inibição do CYP). Exemplos incluem: Ciclosporina; Prednisolona; Teofilina.

Pemetrexedo + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: O pemetrexedo é eliminado primariamente na sua forma inalterada por via renal através de secreção tubular e em menor extensão através de filtração glomerular. A administração concomitante de medicamentos nefrotóxicos (por exemplo, aminoglicosidos, diuréticos de curva, compostos de platina, ciclosporinas) pode resultar num atraso da depuração do pemetrexedo. Esta combinação deve ser usada com precaução. Se necessário, a depuração da creatinina deve ser monitorizada de perto.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Rifampicina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: RIFAMPICINA: A rifampicina possui propriedades indutoras das enzimas hepáticas e pode reduzir a actividade de um certo número de fármacos, incluíndo os anticoagulantes orais, anticonvulsivos, anti-estrogénios, antipsicóticos, corticosteróides, agentes imunomoduladores (ciclosporina), digitálicos, contracetivos orais, hipoglicemiantes orais, dapsona, analgésicos narcóticos, metadona, barbitúricos, losartan, bloqueadores beta-adrenérgicos, clorofibrato, progestina, teofilina, cloranfenicol, claritromicina, antiarrítmicos (ex. disopiramida, mexiletina, quinidina), bloqueadores da entrada de cálcio, antifúngicos, benzodiazepinas, antidepressivos tricíclicos, antirretrovirais, estrogéneos, gestrinona, fluoroquinolonas, levotiroxina, irinotecano, praziquantel, riluzol, antagonistas selectivos dos receptores 5-HT3, estatinas metabolizadas pelo citocromo CYP3A4, telitromicina, tiazolidinedionas e doxiciclina. Pode ser necessário ajustar a dose destes fármacos se forem administrados concomitantemente com a rifampicina.

Silodosina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A silodosina é extensamente metabolizada, principalmente através da CYP3A4, da álcool-desidrogenase e da UGT2B7. A silodosina também é um substrato da glicoproteína P. As substâncias que inibem (tais como cetoconazol, itraconazol, ritonavir ou ciclosporina) ou induzem (tais como rifampicina, barbitúricos, carbamazepina, fenitoína) estas enzimas e transportadores podem afetar as concentrações plasmáticas de silodosina e do seu metabolito ativo. Inibidores da CYP3A4: Num estudo de interação, observou-se um aumento 3,7 vezes superior das concentrações plasmáticas máximas de silodosina e um aumento 3,1 vezes superior da exposição à silodosina (isto é, AUC) com a administração simultânea de um inibidor potente da CYP3A4 (cetoconazol 400 mg). Não é recomendada a utilização concomitante com inibidores potentes da CYP3A4 (tais como cetoconazol, itraconazol, ritonavir ou ciclosporina).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) + Ciclosporina

Observações: A inibição das prostaglandinas pode conduzir à redução da excreção renal de sódio, diminuição da resistência aos estímulos hipertensivos e redução da excreção renal de lítio. A maior parte dos AINEs inibe a função plaquetar, pode aumentar a probabilidade de hemorragia produzida por outros fármacos que impedem a hemostase. A maior parte dos AINEs liga-se às proteínas plasmáticas.
Interações: Ciclosporina: potenciação da acção e da toxicidade - Ciclosporina

Bictegravir + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Bictegravir O bictegravir é um substrato do CYP3A e da UGT1A1. A coadministração de bictegravir e medicamentos que podem potencialmente induzir o CYP3A e a UGT1A1, tais como a rifampicina ou o hipericão, pode diminuir significativamente as concentrações plasmáticas de bictegravir, o que pode resultar numa perda do efeito terapêutico deste medicamento e no desenvolvimento de resistência e, por conseguinte, a coadministração é contraindicada. A coadministração de bictegravir com medicamentos que podem potencialmente inibir o CYP3A e a UGT1A1, tais como o atazanavir, pode aumentar significativamente as concentrações plasmáticas de bictegravir e, por conseguinte, a coadministração não é recomendada. O bictegravir é um substrato da gp-P e da BCRP. A relevância clínica desta característica não está estabelecida. Por conseguinte, recomenda-se precaução quando bictegravir é associado com medicamentos conhecidos por inibirem a gp-P e/ou a BCRP (p. ex., macrólidos, ciclosporina, verapamilo, dronedarona, glecaprevir/pibrentasvir). O bictegravir inibe o transportador de catiões orgânicos 2 (OCT2) e o transportador de extrusão de múltiplos fármacos e toxinas 1 (MATE1) in vitro. A coadministração deste medicamento com a metformina, um substrato do OCT2 e do MATE1, não resultou num aumento clinicamente significativo da exposição à metformina. Este medicamento pode ser coadministrado com substratos do OCT2 e do MATE1. O bictegravir não é inibidor ou indutor do CYP in vivo. Ciclosporina (via IV ou oral) (Inibição da gp-P) Interação não estudada com nenhum dos componentes deste medicamento. Prevê-se que a coadministração de ciclosporina (via IV ou oral) aumente as concentrações plasmáticas do bictegravir e do tenofovir alafenamida. A coadministração com ciclosporina (via IV ou oral) não é recomendada. Se a associação for necessária, recomenda-se a monitorização clínica e biológica, especialmente da função renal.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbamazepina + Ciclosporina

Observações: Indução das enzimas microssomais hepáticas metabolizadoras de fármacos. Susceptível à inibição do metabolismo, principalmente pelo CYP3A4
Interações: Fármacos com metabolismo aumentado pela carbamazepina: - Ciclosporina
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Indapamida + Amlodipina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em consideração: Ciclosporina, tacrolímus: Risco de aumento da creatinemia sem qualquer alteração dos níveis circulantes de ciclosporina, mesmo na ausência de depleção hidrossódica. Ligadas à AMLODIPINA: Efeitos da amlodipina com outros medicamentos: O efeito de diminuição da pressão arterial da amlodipina adiciona-se ao efeito de diminuição da pressão arterial de outros agentes antihipertensores. Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Tipranavir + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação apenas foram realizados em adultos.
Interações: IMUNOMODULADORES Ciclosporina, Tacrolimus, Sirolimus Não foi realizado qualquer estudo de interação. Não se conseguem prever as concentrações de ciclosporina, tacrolimus e sirolimus, quando coadministradas com tipranavir, coadministrado com ritonavir em dose baixa, devido a um efeito conflituoso do tipranavir coadministrado com ritonavir em dose baixa no CYP 3A e na P-gp.Recomenda-se uma monitorização mais frequente das concentrações destes fármacos até que os níveis sanguíneos estabilizem.

Glisentida (glipentida) + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Sulfonilureias aumentam os níveis no soro de ciclosporina, com o risco de nefrotoxicidade. O efeito pode ser devido à inibição do metabolismo hepático de ciclosporina. Recomenda-se para diminuir a dose de ciclosporina 25%.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nabumetona + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de ciclosporina aumenta o risco de nefrotoxicidade dos AINE.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Octreotido + Ciclosporina

Observações: Dados limitados publicados indicam que os análogos da somatostatina (Octreotido) podem diminuir a depuração metabólica dos compostos conhecidos por serem metabolizados pelas enzimas do Citocromo P450, o que pode ser devido à supressão da hormona de crescimento. Dado que não se pode excluir o facto de o octreotido poder ter este efeito, outros fármacos metabolizados principalmente pelo CYP3A4 e os que possuem um índex terapêutico baixo devem assim ser usados com precaução.
Interações: Observou-se que o octreotido diminui a absorção intestinal da ciclosporina e atrasa a absorção da cimetidina.

Afatinib + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Recomenda-se que na administração de fortes inibidores da gp-P (incluindo, mas não limitados a, ritonavir, ciclosporina A, cetoconazol, itraconazol, eritromicina, verapamilo, quinidina, tacrolimus, nelfinavir, saquinavir e amiodarona) sejam usadas doses escalonadas, preferencialmente, 6 a 12 horas afastadas da toma do afatinib.

Lumacaftor + Ivacaftor + Ciclosporina

Observações: O lumacaftor é um indutor potente das CYP3A e o ivacaftor é um inibidor fraco das CYP3A, quando administrados em monoterapia. Existe a possibilidade de outros medicamentos afetarem lumacaftor/ivacaftor quando administrados concomitantemente, assim como de lumacaftor/ivacaftor afetar outros medicamentos.
Interações: Ciclosporina, everolímus, sirolímus, tacrolímus (utilizados após transplante de órgãos): A utilização concomitante de lumacaftor/ivacaftor com estes imunossupressores não é recomendada. Lumacaftor/ivacaftor diminuirá a exposição destes imunossupressores, o que pode reduzir a eficácia destes imunossupressores. A utilização de lumacaftor/ivacaftor em doentes com transplante de órgãos não foi estudada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cloromadinona + Etinilestradiol + Ciclosporina

Observações: A interação do etinilestradiol, com outros medicamentos, pode aumentar ou reduzir as concentrações séricas de etinilestradiol. Em caso de necessidade de tratamento prolongado com essas subtâncias ativas, devem ser utilizados métodos contracetivos não hormonais. Concentrações séricas reduzidas de etinilestradiol podem aumentar as hemorragias intracíclicas e as perturbações dos ciclos, e reduzir a eficácia contracetiva de Cloromadinona / Etinilestradiol; concentrações séricas aumentadas de etinilestradiol podem aumentar a frequência e a gravidade dos efeitos indesejáveis.
Interações: Os seguintes medicamentos/substâncias ativas podem aumentar as concentrações séricas de etinilestradiol: O etinilestradiol pode afetar o metabolismo de outras substâncias: Por inibir as enzimas microssomais hepáticas e, por esse motivo, aumentar as concentrações séricas de substâncias ativas, tais como diazepam (e outras benzodiazepinas metabolizadas por hidroxilação), ciclosporina, teofilina e prednisolona. Por induzir a glucuronização hepática e, por esse motivo, reduzir as concentrações séricas de por exemplo clofibrato, paracetamol, morfina e lorazepam. As necessidades de insulina ou de antidiabéticos orais (agentes que diminuem a glucose sanguínea) podem alterar-se em consequência da influência na tolerência à glucose. O mesmo pode ser válido para os medicamentos tomados pouco tempo antes. O Resumo das Características do Medicamento dos medicamentos prescritos devem ser consultados tendo em atenção as possíveis interações com Cloromadinona / Etinilestradiol.

Amiodarona + Ciclosporina

Observações: Devido à semi-vida de eliminação longa e variável da amiodarona, podem ocorrer interações não só quando se administram outros fármacos concomitantemente, mas também com fármacos administrados após interrupção do tratamento com amiodarona.
Interações: Os seguintes fármacos devem ser utilizados com precaução quando em associação com a amiodarona: Fármacos metabolizados pelo citocromo P450 3A4: Quando estes fármacos são co-administrados com a amiodarona, que é um inibidor do CYP3A4, a associação pode resultar em aumento das suas concentrações plasmáticas, que poderá levar a um possível aumento da sua toxicidade. Ciclosporina: A sua associação com a amiodarona pode aumentar os níveis plasmáticos de ciclosporina (por diminuição da sua depuração). A dose deve ser ajustada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etodolac + Ciclosporina

Observações: Dada a forte ligação dos AINEs às proteínas plasmáticas pode haver necessidade de alterar a dose de outros medicamentos com forte ligação às proteínas plasmáticas.
Interações: Aumento do risco de nefrotoxicidade.

Canagliflozina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Efeitos de outros medicamentos na canagliflozina: O metabolismo da canagliflozina é principalmente efetuado via conjugação com glucuronido mediado pela enzima UDP glucuronil transferase 1A9 (UGT1A9) e 2B4 (UGT2B4). A canagliflozina é transportada pela glicoproteína-P (gp-P) e pela proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP). Os indutores enzimáticos (tais como a erva de São João [Hypericum perforatum], rifampicina, barbitúricos, fenitoína, carbamazepina, ritonavir, efavirenz) podem dar origem a uma diminuição da exposição da canagliflozina. Após a administração concomitante de canagliflozina com rifampicina (um indutor de vários transportadores ativos e enzimas metabolizadoras de fármacos), foram observadas reduções de 51% e 28% na exposição sistémica (AUC) e na concentração máxima (Cmax) de canagliflozina. Estas diminuições na exposição à canagliflozina podem diminuir a eficácia. Se um indutor combinado destas enzimas UGTs e de proteínas de transporte for administrado concomitantemente com canagliflozina, é apropriado efetuar a monitorização do controlo da glicemia para avaliar a resposta à canagliflozina. Se um indutor destas enzimas UGT for administrado concomitantemente com canagliflozina, deve-se considerar o aumento da dose para 300 mg uma vez ao dia em doentes que toleram 100 mg de canagliflozina uma vez ao dia, que apresentam uma TFGe ≥ 60 ml/min/1,73 m2 ou CrCl≥ 60 ml/min e necessitam de um controlo adicional da glicemia. Em doentes a tomar 100 mg de canagliflozina com uma TFGe de 45 ml/min/1,73 m2 a <60 ml/min/1,73 m2 ou CrCl de 45 ml/min a <60 ml/min, que estão a receber terapêutica concomitante com um indutor da enzima UGT e que requerem controlo glicémico adicional, devem ser consideradas outras terapêuticas hipoglicemiantes. A colestiramina pode reduzir potencialmente a exposição à canagliflozina. A dose de canagliflozina deve ser administrada pelo menos 1 hora antes ou 4 -6 horas após a administração de sequestradores de ácidos biliares de forma a minimizar uma possível interferência com a absorção. Os estudos de interação sugerem que a farmacocinética da canagliflozina não é alterada pela metformina, hidroclorotiazida, contracetivos orais (etinilestradiol e levonorgestrel), ciclosporina, e/ou probenecida.

Carvedilol + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Foram observados após o início do tratamento com carvedilol pequenos aumentos nas concentrações médias de vale de ciclosporina em 21 doentes transplantados renais que sofrem de rejeição vascular crónica. Em cerca de 30% dos doentes, a dose de ciclosporina teve de ser reduzida a fim de manter as concentrações de ciclosporina dentro do intervalo terapêutico, enquanto que no restante não foi necessário qualquer ajuste. Em média, a dose de ciclosporina foi reduzida cerca de 20% nestes doentes. Devido à variabilidade interindividual nos ajustes de dose necessários, recomenda-se que as concentrações de ciclosporina sejam cuidadosamente monitorizadas após o início da terapia com carvedilol e que a dose de ciclosporina seja ajustada de acordo com o apropriado.

Ivacaftor + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. O ivacaftor é um substrato da CYP3A4 e da CYP3A5. É um inibidor fraco das CYP3A e da P-gp e um inibidor potencial da CYP2C9. O ivacaftor é um substrato sensível das CYP3A.
Interações: Utilizar com precaução e monitorizar de forma apropriada durante a utilização concomitante com digoxina, ciclosporina ou tacrolímus.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cetoconazol + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: O Cetoconazol pode alterar o metabolismo da ciclosporina, traduzindo-se num aumento das concentrações plasmáticas desta última. Esta associação só é realizada em meio especializado e deve ser evitada a menos que a posologia seja consideravelmente reduzida de forma a evitar uma nefrotoxicidade grave.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Desogestrel + Ciclosporina

Observações: As interações entre os contracetivos hormonais e outros medicamentos podem conduzir a hemorragias intracíclicas e/ou falência contracetiva. Os contracetivos hormonais podem interferir com o metabolismo de outros medicamentos. Por este motivo, as concentrações plasmáticas e tecidulares destes podem estar aumentadas ou diminuídas. Nota: A informação sobre a prescrição da medicação concomitante deve ser consultada de forma a identificar potenciais interações.
Interações: As concentrações plasmáticas e tecidulares podem estar aumentadas por exemplo com a ciclosporina.

Imatinib + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: O imatinib aumenta a Cmax e a AUC da sinvastatina (substrato da CYP3A4 ) em 2 e 3,5 vezes, respetivamente, indicando uma inibição da CYP3A4 pelo imatinib. Como tal, é recomendada precaução quando se administra imatinib com substratos da CYP3A4 com uma janela terapêutica estreita (por ex. ciclosporina, pimozida, tacrolímus, sirolímus, ergotamina, diergotamina, fentanil, alfentanil, terfenadina, bortezomib, docetaxel e quinidina).

Azitromicina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Ciclosporina: Num estudo de farmacocinética em voluntários saudáveis a quem foi administrada uma dose oral de 500 mg/dia de azitromicina durante 3 dias e posteriormente administrada uma dose oral única de 10 mg/kg de ciclosporina, observou-se um aumento significativo da Cmax e da AUC0-5 da ciclosporina. Consequentemente, é necessária precaução antes de considerar uma utilização simultânea destes medicamentos. Se for necessária a coadministração destes medicamentos, os níveis de ciclosporina devem ser monitorizados e a dose ajustada em conformidade.

Lisinopril + Amlodipina + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Interações relacionadas com a AMLODIPINA: Efeitos da amlodipina sobre outros medicamentos: O efeito de diminuição da tensão arterial da amlodipina contribui para os efeitos de diminuição da tensão arterial de outros medicamentos com propriedades anti-hipertensoras. Em estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Perindopril + Indapamida + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Ligadas à INDAPAMIDA: Uso concomitante que requer alguns cuidados: Ciclosporina: Risco de aumento dos níveis da creatinina sem modificação dos níveis circulantes de ciclosporina, mesmo em ausência de depleção salina e de água.

Ximelagatrano + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Um estudo de interacção medicamentosa revelou um aumento da AUC (82%) e da Cmax (74%) de melagatran após a administração oral de ximelagatran e eritromicina pelo que é possível que se verifique um aumento do risco de hemorragia em caso de utilização concomitante destes fármacos. O mecanismo desta interacção pode envolver a inibição de proteínas de transporte, possivelmente a glicoproteína P (P-gp). Por conseguinte, existe um potencial para interações farmacocinéticas com inibidores da P-gp (ex.: eritromicina, azitromicina, claritromicina, ciclosporina) que eventualmente conduzam a um aumento da exposição ao melagatran, e indutores da P-gp (ex.: rifampicina) que eventualmente conduzam a uma diminuição da exposição ao melagatran. Recomenda-se monitorização clínica cuidadosa (despiste de sinais de hemorragia e/ou anemia) quando estes fármacos são co-administrados com ximelagatran. A utilização concomitante de Ximelagatrano com antagonistas da vitamina K, heparinas não fraccionadas e HBPM não foi avaliada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido linoleico (ómega-6) + Ciclosporina

Observações: Pessoas que tomam medicamentos também tem que cuidar com o uso de suplementos de ómega 6. Se tomar qualquer um dos medicamentos abaixo, converse antes com o médico.
Interações: Ciclosporina: Consumir suplementos de ómega 6 com ciclosporina (usado para suprimir o sistema imunitário após o transplante de órgãos) pode aumentar os efeitos imunossupressores da medicação.

Sacubitril + Valsartan + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Interações que requerem precauções: Transportadores OATP e MRP2: O metabolito ativo do sacubitril (LBQ657) e o valsartan são substratos OATP1B1, OATP1B3, OAT1 e OAT3; valsartan é também um substrato MRP2. Assim, a coadministração de Sacubitril / Valsartan com inibidores de OATP1B1, OATP1B3, OAT3 (por ex.: rifampicina, ciclosporina), OAT1 (por ex.: tenofovir, cidofovir) ou MRP2 (p. ex. ritonavir) podem aumentar a exposição sistémica de LBQ657 ou valsartan. Deve ser tida precaução adequada quando se inicie ou termine o tratamento concomitante com estes medicamentos.

Siltuximab + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos de interação nesta população.
Interações: Após iniciação ou descontinuação de siltuximab em doentes em tratamento concomitante com medicamentos que sejam substratos do CYP450 e com janela terapêutica estreita, recomenda-se a monitorização do efeito (ex.: varfarina) ou da concentração do fármaco (ex.: ciclosporina ou teofilina). A dose da medicação concomitante deve ser ajustada conforme necessário.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Ciclosporina: Aumento da concentração sérica desta substância. A nefrotoxicidade da ciclosporina poderá ser potenciada através de efeitos mediados pela prostaglandina renal. Durante o tratamento combinado, a função renal deverá ser vigiada.

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: Interações farmacocinéticas: Potencial para Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir afetar a farmacocinética de outros medicamentos: Os estudos de interação medicamentosa in vivo avaliaram o efeito global do tratamento de associação, incluindo o ritonavir. Medicamentos metabolizados pelo CYP3A4: O ritonavir é um inibidor forte do CYP3A. A coadministração de Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir com medicamentos principalmente metabolizados pelo CYP3A pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas destes medicamentos. Os medicamentos cuja depuração é altamente dependente do CYP3A e cujos níveis plasmáticos elevados estão associados a acontecimentos graves estão contraindicados. Os substratos do CYP3A avaliados nos estudos de interação medicamentosa que podem requerer um ajuste de dose e/ou monitorização clínica incluem ciclosporina, tacrolimus, amlodipina, rilpivirina e alprazolam. Exemplos de outros substratos do CYP3A4 que podem requerer um ajuste de dose e/ou monitorização clínica incluem bloqueadores dos canais de cálcio (por exemplo nifedipina), e trazodona. Apesar da buprenorfina e zolpidem serem também metabolizados pelo CYP3A, os estudos de interação medicamentosa indicam que não é necessário ajuste de dose quando coadministrados com Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir. Interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos IMUNOSSUPRESSORES: Ciclosporina 30 mg uma vez por dia dose única: Mecanismo: o efeito na ciclosporina é devido à inibição do CYP3A4 Pelo ritonavir e o aumento das exposições ao paritaprevir pode dever-se à inibição de OATP/BCR P/gp-P pela ciclosporina. Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir + dasabuvir Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir sem dasabuvir Quando iniciar a coadministração com Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir, deverá ser administrado um quinto da dose diária total de ciclosporina uma vez por dia com Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir. Monitorizar os níveis da ciclosporina e ajustar a dose e/ou a frequência da administração conforme necessário. Não é necessário ajuste da dose para Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir.

Amlodipina + Valsartan + Hidroclorotiazida + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Requerida PRECAUÇÃO com a utilização concomitante: VALSARTAN: Inibidores dos mediadores de transporte de captação (rifampicina, ciclosporina) ou transportador do efluxo (ritonavir): Os resultados de um estudo in vitro com tecido de fígado humano indicam que o valsartan é um substrato do transportador de captação hepático OATP1B1 e do transportador do efluxo hepático MRP2. A administração concomitante de inibidores do transportador de captação (rifampicina, ciclosporina) ou transportador de efluxo (ritonavir) pode aumentar a exposição sistémica ao valsartan. Requerida PRECAUÇÃO com a utilização concomitante: HIDROCLOROTIAZIDA: Ciclosporina: O tratamento concomitante com ciclosporina pode aumentar o risco de hiperuricemia e de complicações tipo gota.

Bleomicina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Ciclosporina, Tacrolimus: Existe o risco de imunossupressão excessiva com linfoproliferação.

Metformina + Canagliflozina + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica farmacocinética com este medicamento. Contudo, tais estudos foram realizados com as substâncias ativas individuais (canagliflozina e metformina). A administração concomitante de canagliflozina (300 mg uma vez por dia) e metformina (2000 mg uma vez por dia) não teve um efeito clínico relevante sobre a farmacocinética quer da canagliflozina, quer da metformina.
Interações: CANAGLIFLOZINA Efeitos de outros medicamentos na canagliflozina: O metabolismo da canagliflozina é principalmente efetuado via conjugação com glucuronido mediada pela enzima UDP glucuronil transferase 1A9 (UGT1A9) e 2B4 (UGT2B4). A canagliflozina é transportada pela glicoproteína-P (gp-P) e pela proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP). Os estudos de interação sugerem que a farmacocinética da canagliflozina não é alterada pela metformina, hidroclorotiazida, contracetivos orais (etinilestradiol e levonorgestrel), ciclosporina, e/ou probenecida.

Ticagrelor + Ciclosporina

Observações: Ticagrelor é principalmente um substrato do CYP3A4 e um inibidor ligeiro do CYP3A4. O ticagrelor é igualmente um substrato da glicoproteína-P ( P-gp) e um inibidor fraco da P-gp e pode aumentar a exposição de substratos P-gp.
Interações: Ciclosporina (inibidor da P-gp e do CYP3A): A administração concomitante de ciclosporina (600 mg) com ticagrelor aumentou a Cmax e a AUC igual a 2,3-vezes e 2,8-vezes, respetivamente. A AUC do metabolito ativo aumentou em 32% e a Cmax diminuiu em 15% na presença de ciclosporina. Não há dados disponíveis sobre a utilização concomitante de ticagrelor com outras substâncias ativas que também são inibidores potentes da glicoproteína-P (P-gp ) e inibidores moderados do CYP3A4 (p. ex. verapamilo, quinidina) que também podem aumentar a exposição ao ticagrelor. Se a associação não puder ser evitada, a utilização concomitante deverá ser feita com precaução. Substratos da glicoproteína-P (P-gp) (incluindo digoxina, ciclosporina ): A administração concomitante de ticagrelor aumentou a Cmax da digoxina em 75% e a AUC em 28%. A média entre os níveis de digoxina aumentou em aproximadamente 30% com a administração conjunta de ticagrelor com alguns aumentos máximos individuais cerca de 2 vezes. Na presença de digoxina, a Cmax e a AUC de ticagrelor e do seu metabolito ativo não foram afetadas. Consequentemente recomenda-se uma monitorização clínica e/ou laboratorial adequada quando são administrados medicamentos de estreito índice terapêutico P-gp dependente como a digoxina, concomitantemente com ticagrelor. Não houve efeito de ticagrelor nos níveis séricos da ciclosporina. O efeito de ticagrelor noutros substratos da P-gp não foi estudado.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Trimetoprim + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A ciclosporina poderá aumentar a nefrotoxicidade do Trimetoprim.

Micafungina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A micafungina tem um baixo potencial de interação com medicamentos metabolizados pelas vias mediadas pelo CYP3A. Foram realizados estudos de interação medicamentosa em seres humanos saudáveis para avaliar o potencial de interação entre a micafungina e micofenolato de mofetil, ciclosporina, tacrolímus, prednisolona, sirolímus, nifedipina, fluconazol, ritonavir, rifampicina, itraconazol, voriconazol e anfotericina B. Nestes estudos, não foi observada prova de alteração da farmacocinética da micafungina. Não são necessários ajustes da dose quando estes medicamentos são administrados concomitantemente.

Aliscireno + Amlodipina + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos de interação de Aliscireno + Amlodipina com outros medicamentos. Apresenta-se a informação conhecida sobre interações com outros medicamentos para as substâncias ativas individualmente. A administração conjunta de aliscireno e amlodipina não provoca alterações significativas na exposição farmacocinética no estado estacionário (AUC) e na concentração máxima (Cmax) de ambos os componentes em voluntários saudáveis.
Interações: Em estudos clínicos de interação a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Metilprednisolona + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Tem sido descrita a ocorrência de convulsões durante a utilização simultânea de metilprednisolona e ciclosporina. Uma vez que a administração simultânea destes fármacos resulta na inibição mútua do seu metabolismo, é possível que possam ocorrer convulsões e outros efeitos adversos associados ao uso individual de cada um dos medicamentos.

Blinatumomab + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos de interações medicamentosas. Os resultados de um teste in vitro realizado em hepatócitos humanos sugerem que o blinatumomab não afeta a atividade das enzimas do CYP450. O início do tratamento com Blinatumomab provoca a libertação temporária de citocinas durante os primeiros dias de tratamento, as quais podem suprimir as enzimas do CYP450. A dose do medicamento concomitante deve ser ajustada em conformidade.
Interações: Os doentes tratados com medicamentos substratos do CYP450 ou do transportador e que apresentem um índice terapêutico estreito devem ser monitorizados relativamente a efeitos adversos (p.ex. varfarina) ou às concentrações do medicamento (p.ex. ciclosporina) durante esse período.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Perindopril + Indapamida + Amlodipina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos indutores de hipercaliemia: Alguns medicamentos ou classes terapêuticas podem aumentar a ocorrência de hipercaliemia: aliscireno, substitutos do sal contendo potássio, diuréticos poupadores de potássio, IECAs, antagonistas dos recetores da angiotensina II, AINS, heparinas, fármacos imunossupressores como a ciclosporina ou tacrolimus, trimetroprim. A combinação destes três medicamentos aumenta o risco de hipercaliemia. Uso concomitante a considerar: INDAPAMIDA: Ciclosporina: Risco de níveis aumentados de creatinina sem alteração nos níveis circulantes de ciclosporina, mesmo quando não há depleção de sal e água. Uso concomitante a considerar: AMLODIPINA: Atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina: Nos estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Felodipina + Ciclosporina

Observações: A felodipina é um substrato CYP3A4. Fármacos que induzam ou inibam o CYP3A4, terão grande influência na concentração da felodipina.
Interações: A felodipina pode induzir um aumento na Cmáx da ciclosporina. Adicionalmente, a ciclosporina pode inibir o metabolismo da felodipina, podendo criar um potencial risco de toxicidade pela felodipina.

Zofenopril + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Associações que requerem precauções de uso: Ciclosporina: Aumento do risco de disfunção renal quando os inibidores da ECA são utilizados concomitantemente.

Ibrutinib + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Agentes que podem apresentar alteração da concentração plasmática devida a ibrutinib: Com base em dados in vitro, o ibrutinib é um inibidor reversível fraco do CYP3A4 a nível intestinal e pode portanto aumentar a exposição a substratos do CYP3A4 dependentes do metabolismo do CYP3A intestinal. Não estão disponíveis dados clínicos sobre esta interação. Recomenda-se precaução na coadministração de ibrutinib com substratos CYP3A4, administrados oralmente, de janela terapêutica estreita (tais como a dihidroergotamina, a ergotamina, o fentanilo, a ciclosporina, o tacrolímus e o sirolímus).

Mizolastina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante da mizolastina com outros inibidores potentes ou substratos da oxidação hepática (citocromo P450 3A4) deve ser efectuado com precaução. Estes incluem cimetidina, ciclosporina e nifedipina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Desogestrel + Etinilestradiol + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Os contracetivos orais podem influenciar o metabolismo de outras substâncias ativas. Por esse motivo, as concentrações plasmáticas e tecidulares podem aumentar (por ex., ciclosporina) ou diminuir (por ex., lamotrigina).

Nilvadipina + Ciclosporina

Observações: Estudos in vitro mostram que Nilvadipina é metabolizado pelo citocromo P-450 3A4 (CYP3A4). Tal como acontece com outros bloqueadores do canal de cálcio do grupo das diidropiridininas, tem sido relatado um forte aumento das concentrações de nilvadipina no sangue quando nilvadipina é tomada com sumo de toranja ou quando é tomado com água. Uma vez que em casos raros Nilvadipina pode causar um aumento no nível de digoxina no plasma, recomenda-se a monitorização deste parâmetro.
Interações: Foram descritas interações entre os antagonistas do cálcio do grupo da dihidropiridina e a ciclosporina. Até haver mais documentação clínica, recomenda-se que os doentes com terapêutica concomitante de Nilvadipina e ciclosporina sejam cuidadosamente monitorizados.

Alopurinol + Lesinurad + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Utilização concomitante que necessita de ser tomada em consideração: Ciclosporina O alopurinol pode aumentar a concentração plasmática de ciclosporina quando é administrada concomitantemente. É de considerar a possibilidade de um aumento da ocorrência de reações adversas específicas da ciclosporina. A indução ligeira a moderada do CYP3A pelo lesinurad administrado concomitantemente pode reduzir ou acabar por reverter este efeito. Contudo, não existem dados disponíveis. Nos doentes transplantados, deve medir-se frequentemente os valores de ciclosporina e, se necessário, ajustar a sua dosagem, em particular durante a introdução ou a retirada de Alopurinol + Lesinurad.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bilastina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Outros medicamentos que atuam como substratos ou inibidores da glicoproteína P, tais como a ciclosporina, podem igualmente ter o potencial de aumentar as concentrações plasmáticas da bilastina.

Cloreto de potássio + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos contendo ciclosporina, tacrolimus, AINE ́s, produtos derivados do sangue com potássio e soluções de penicilina com potássio podem também provocar hipercaliémia, se administrados concomitantemente com Cloreto de Potássio.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido mefenâmico + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Devido ao efeito da ciclosporina nas prostaglandinas renais, os inibidores da ciclo-oxigenase, como o diclofenac, podem aumentar o risco de nefrotoxicidade quando administrados concomitantemente com ciclosporinas.

Fosamprenavir + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Ciclosporina, Rapamicina e Tacrolimus: É recomendada uma monitorização frequente dos níveis das concentrações terapêuticas do imunossupressor até que estes estabilizem.

Lacidipina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Em ensaios clínicos em doentes com transplante renal tratados com ciclosporina, a lacidipina reverteu a diminuição do fluxo plasmático renal e da taxa de filtração glomerular induzida pela ciclosporina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Os inibidores potentes do CYP3A4 (a seguir indicados) aumentam o risco de miopatia por reduzirem a eliminação de sinvastatina: Mibefradil Itraconazol Cetoconazol Eritromicina Claritromicina Inibidores da protease do VIH Nefazodona Ciclosporina

Terbinafina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Outros estudos in vitro e clínicos sugerem que a terbinafina apresenta potencial negligenciável para inibir ou induzir a depuração de fármacos metabolizados por outro sistema enzimático do citocrómo P450 (por ex. ciclosporina, tolbutamina, terfenadina, triazolam, contracetivos orais).

Micofenolato de mofetil + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Ciclosporina A: A farmacocinética da ciclosporina A (CsA) não é afectada pelo micofenolato de mofetil. No entanto, se o tratamento concomitante com ciclosporina for interrompido, deve ser esperado um aumento de 30% na AUC do AMF.

Ranolazina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um substrato da P-gp. Os inibidores do da P-gp (p. ex. ciclosporina, verapamilo) aumentam as concentrações plasmáticas de ranolazina. O verapamilo (120 mg três vezes ao dia) aumenta as concentrações da ranolazina no estado de equilíbrio em 2,2 vezes. Recomenda-se o aumento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com inibidores da P-g p. Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. A ranolazina é um inibidor moderado a potente da P-gp e um inibidor ligeiro do CYP3A4, podendo aumentar as concentrações plasmáticas dos substratos da P-gp o do CYP3A4. A distribuição tecidular dos fármacos transportados pela P-gp pode aumentar. Podem ser necessários ajustamentos de dose se substratos do CYP3A4 sensíveis (ex., sinvastatina, lovastatina ) e substratos do CYP3A4 com um intervalo terapêutico estreito (ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolimus, everolimus) pois a Ranolazina pode aumentar as concentrações plasmáticas destes fármacos. Foram observadas concentrações plasmáticas aumentadas de tacrolimus, um substrato do CYP3A4, em doentes após a administração de ranolazina. Recomenda-se a monitorização dos níveis sanguíneos de tacrolimus aquando da coadministração de Ranolazina e tacrolimus e que a posologia do tacrolimus seja ajustada em conformidade. Tal também é recomendado para outros substratos do CYP3A4 com um intervalo terapêutico estreito (ex., ciclosporina, sirolimus, everolimus).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Secnidazol + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Ciclosporina: risco de aumento dos níveis séricos de ciclosporina. A ciclosporina sérica e a creatinina sérica deverão ser rigorosamente controladas nos casos em que seja necessária a administração simultânea.

Lumiracoxib + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. Com base nos estudos in vitro, não é expectável que as interações envolvendo ligação às proteínas plasmáticas tenham efeitos clinicamente relevantes no que concerne o lumiracoxib ou fármacos administrados concomitantemente.
Interações: Apesar de esta interacção não ter sido estudada em relação ao lumiracoxib, a administração concomitante de ciclosporina ou tacrolimus e qualquer AINE poderá potenciar o efeito nefrotóxico da ciclosporina ou do tacrolimus. Caso se utilize lumiracoxib e qualquer destes fármacos em associação, deverá monitorizar-se a função renal.

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da amlodipina noutros medicamentos: Em estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Clonixina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Utilizar Clonixina com precaução em associação com: Ciclosporina e tacrolimus – risco de efeitos nefrotóxicos, particularmente em idosos.

Efavirenz + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: IMUNOSSUPRESSORES: Imunossupressores metabolizados pelo CYP3A4 (por ex., ciclosporina, tacrolímus, sirolímus)/Efavirenz: Interação não estudada. Pode esperar-se uma diminuição da exposição do imunossupressor (indução do CYP3A4). Não se espera que estes imunossupressores afetem a exposição do efavirenz. Podem ser necessários ajustes posológicos dos imunossupressores. É recomendada a monitorização cuidadosa das concentrações dos imunossupressores durante pelo menos 2 semanas (até que sejam atingidas concentrações estáveis) quando se inicia ou para o tratamento com efavirenz.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Trandolapril + Verapamilo + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Associações a ter em consideração Verapamilo pode aumentar as concentrações plasmáticas de carbamazepina, ciclosporina e teofilina, e portanto aumentar o risco de toxicidade destes fármacos.

Aliscireno + Amlodipina + Hidroclorotiazida + Ciclosporina

Observações: A análise farmacocinética populacional de doentes com hipertensão não revelou quaisquer alterações clinicamente relevantes durante a exposição no estado de equilíbrio (AUC) e Cmax de aliscireno, amlodipina e hidroclorotiazida comparativamente com as terapêuticas duplas correspondentes.
Interações: Contraindicado: Inibidores potentes da glicoproteína-P (gp-P): Um estudo de interação medicamentosa com administração única em indivíduos saudáveis demonstrou que a ciclosporina (200 e 600 mg) aumenta a Cmax de 75 mg de aliscireno aproximadamente 2,5 vezes e a AUC aproximadamente 5 vezes. O aumento pode ser maior com doses superiores de aliscireno. Assim, o uso concomitante de aliscireno e inibidores potentes da gp-P é contraindicado. Em estudos clínicos de interação a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ibuprofeno + Ciclosporina

Observações: O ibuprofeno é um substrato do CYP2C9.
Interações: A administração de AINE e ciclosporina apresenta um risco aumentado de nefrotoxicidade.

Ledipasvir + Sofosbuvir + Ciclosporina

Observações: Quaisquer interações que tenham sido identificadas com cada uma destas substâncias ativas individualmente podem ocorrer com a associação de Ledipasvir/Sofosbuvir.
Interações: Interações entre Ledipasvir/sofosbuvir e outros medicamentos IMUNOSSUPRESSORES Ciclosporina Ciclosporina (dose única de 600 mg)/sofosbuvir (dose única de 400 mg) Não são necessários ajustes da dose de Ledipasvir/sofosbuvir ou de ciclosporina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Telotristate + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Telotristate sobre outros medicamentos Substratos do CYP3A4 O uso concomitante de Telotristate pode diminuir a eficácia de medicamentos que são substratos do CYP3A4 (como por exemplo midazolam, everolímus, sunitinib, sinvastatina, etinilestradiol, amlodipina, ciclosporina ...), diminuindo a sua exposição sistémica. Recomenda-se monitorizar uma eficácia sub-ótima.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Drospirenona + Etinilestradiol + Ciclosporina

Observações: Os principais metabolitos de drospirenona no plasma humano são criados sem envolvimento do sistema citocromo P450. Desta forma, é pouco provável que os inibidores deste sistema enzimático influenciem o metabolismo da drospirenona.
Interações: Os contracetivos orais podem afectar o metabolismo de algumas outras substâncias activas. Desta forma, as concentrações de plasma e tecidos podem aumentar (por ex., ciclosporina) ou diminuir (por ex. lamotrigina).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cobimetinib + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Efeitos do cobimetinib nos sistemas transportadores de fármacos: Estudos in vitro demonstraram que o cobimetinib não é um substrato dos transportadores de captação hepáticos OATP1B1, OATP1B3 e OCT1, sendo, contudo, um inibidor fraco destes transportadores. A relevância clínica festes resultados não foi investigada.
Interações: Efeitos de outros medicamentos em cobimetinib: Inibidores da glicoproteína-P: O cobimetinib é um substrato da glicoproteína-P (gp-P). A administração concomitante de inibidores gp-P tais como a ciclosporina e verapamilo pode ter o potencial para aumentar as concentrações plasmáticas do cobimetinib.
 Sem significado Clínico

Ácido micofenólico + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Ciclosporina: Quando estudado em doentes com transplante renal estável, as propriedades farmacocinéticas da ciclosporina não foram afetadas pela administração no estado estacionário de Ácido micofenólico. Quando administrada concomitantemente com micofenolato mofetil, sabe-se que a ciclosporina diminui a exposição do AMF. Quando administrada concomitantemente com Ácido micofenólico, a ciclosporina também pode diminuir a concentração do AMF (em aproximadamente 20%, extrapolada da informação do micofenolato mofetil), mas a extensão exata desta diminuição não é conhecida uma vez que esta interação não foi estudada. No entanto, uma vez que foram realizados estudos de eficácia em associação com ciclosporina, esta interação não altera a posologia recomendada de Ácido micofenólico. Em caso de interrupção ou descontinuação da administração de ciclosporina, a posologia de Ácido micofenólico deverá ser reavaliada dependendo do regime imunossupressor.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio) + Ciclosporina

Observações: Verapamilo, diltiazem e talvez a nicardipina (mas não a nifedipina) inibem as enzimas hepáticas metabolizadoras de fármacos. O metabolismo do diltiazem, nifedipina, verapamilo e provavelmente outros bloqueadores da entrada de cálcio estão sujeitos a indução e inibição.
Interações: Ciclosporina: redução do metabolismo da ciclosprina com diltiazem, nicardipina, verapamilo - Ciclosporina

Dasabuvir + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Dasabuvir deve ser sempre administrado em conjunto com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Quando coadministrados, exercem efeitos recíprocos um sobre o outro. Por conseguinte, o perfil de interação dos compostos tem de ser considerado como uma associação.
Interações: Interações entre Dasabuvir com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e outros medicamentos: IMUNOSSUPRESSORES: Ciclosporina 30 mg uma vez por dia dose única: Administrado com: Dasabuvir+ombitasvir/paritaprevir/ritonavir Mecanismo: O efeito na ciclosporina é devido à inibição do CYP3A4 pelo ritonavir e o aumento das exposições ao paritaprevir pode dever-se à inibição de OATP/BCRP/gp-P pela ciclosporina. Quando se iniciar a coadministração com Dasabuvir e ombitasvir/paritaprevir/ritonavir deverá ser administrado um quinto da dose total diária de ciclosporina uma vez por dia com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Monitorizar os níveis da ciclosporina e ajustar a dose e/ou a frequência da administração conforme necessário. Não é necessário ajuste da dose para Dasabuvir + ombitasvir/paritaprevir/ritonavir.

Atorvastatina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) se possível, devem ser evitadas. Nos casos em que a administração concomitante de atorvastatina com estes medicamentos não pode ser evitada, devem ser consideradas doses iniciais e máximas mais baixas e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes. Inibidores de proteínas de transporte: Os inibidores de proteínas de transporte (por exemplo ciclosporina) podem aumentar a exposição sistémica da atorvastatina. O efeito da inibição dos transportadores de captação hepáticos nas concentrações da atorvastatina nos hepatócitos é desconhecido. Se a administração concomitante não puder ser evitada, para obter eficácia recomenda-se a redução da dose e monitorização clínica.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etonogestrel + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Influência de Etonogestrel sobre outros medicamentos: Os contracetivos hormonais podem interferir com o metabolismo de outros medicamentos. Consequentemente, as concentrações plasmáticas e tecidulares tanto podem estar aumentadas (por exemplo, ciclosporina) como diminuídas (por exemplo, lamotrigina).

Cloreto de potássio + Cloreto de sódio + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: As soluções contendo potássio devem ser usadas com precaução em doentes tratados com medicamentos que aumentem as concentrações plasmáticas de potássio (por exemplo, diuréticos poupadores de potássio, inibidores ECA (IECA), antagonistas dos recetores de angiotensina II, ciclosporina, tacrolímus, e medicamentos que contenham potássio).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Flurbiprofeno + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A administração de AINE e ciclosporina apresentam um risco aumentado de nefrotoxicidade.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etoposido + Ciclosporina

Observações: A utilização prévia ou concomitante de fármacos com ação mielossupressora semelhante à do etoposido/fosfato de etoposido é expectável que tenha efeitos aditivos ou sinergéticos. A ligação às proteínas plasmáticas in vitro é de 97%.
Interações: Uma dose elevada de ciclosporina, resultando em concentrações acima de 2000 ng/ml, administrada com etoposido oral levou a um aumento de 80% na exposição ao etoposido (AUC) com uma diminuição de 38% na depuração total corporal do etoposido comparando com o etoposido em monoterapia.

Fosaprepitant + Ciclosporina

Observações: Quando administrado por via intravenosa o fosaprepitant é rapidamente convertido em aprepitant. As interações medicamentosas decorrentes da administração de intravenosa de fosaprepitant são passíveis de ocorrer com substâncias ativas que interagem com o aprepitant administrado por via oral. A informação seguinte resultou de dados obtidos com o aprepitant por via oral e de estudos realizados com fosaprepitant por via intravenosa coadministrados com dexametasona, midazolam ou diltiazem. O fosaprepitant 150 mg, em dose única, é um inibidor fraco do CYP3A4. O fosaprepitant não parece interagir com a glicoproteína-P transportadora, tal como demonstrado pela ausência de interação entre o aprepitant por via oral com a digoxina. Antevê-se que, quando comparado com a administração de aprepitant oral, o fosaprepitant provoque indução menor ou não superior do CYP2C9, do CYP3A4 e da glucuronidação. Não há dados sobre os efeitos no CYP2C8 e CYP2C19.
Interações: Efeito do aprepitant na farmacocinética de outras substâncias ativas: Inibição do CYP3A4: Como inibidor fraco do CYP3A4, o fosaprepitant 150 mg em dose única, pode aumentar transitoriamente as concentrações plasmáticas das substâncias ativas coadministradas por via oral que são metabolizadas via CYP3A4. A exposição total dos substratos do CYP3A4 pode aumentar até ao dobro durante os Dias 1 e 2, após coadministração com uma dose única de fosaprepitant. Fosaprepitant não pode ser usado concomitantemente com pimozida, terfenadina, astemizol ou cisaprida. A inibição do CYP3A4 pelo fosaprepitant pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas destas substâncias ativas podendo causar reações graves ou ameaçadoras da vida. É aconselhável precaução durante a administração concomitante de fosaprepitant e de substâncias ativas que são principalmente metabolizadas através do CYP3A4 e com um intervalo terapêutico estreito, tais como ciclosporina, tacrolímus, sirolímus, everolímus, alfentanilo, diergotamina, ergotamina, fentanilo, e quinidina. Efeito do aprepitant na farmacocinética de outras substâncias ativas: Imunossupressores: Após uma dose de fosaprepitant 150 mg, é esperado, durante o regime terapêutico de 2 dias de NVIQ, um aumento transitório moderado, seguido de uma diminuição ligeira na exposição ao agente imunossupressor metabolizado pelo CYP3A4 (ex., ciclosporina, tacrolímus, everolímus e sirolímus). Com base na curta duração da exposição aumentada, não é recomendada uma redução da dose de agente imunossupressor no dia e dia após a administração de Fosaprepitant.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pasireotido + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas previstas resultando em efeitos noutros medicamentos: O pasireotido pode diminuir a biodisponibilidade relativa da ciclosporina. A administração concomitante do pasireotido e da ciclosporina pode necessitar de ajuste da dose de ciclosporina para manter os níveis terapêuticos.

Somatropina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Os dados de um estudo sobre interações feito em adultos com défice em hormona de crescimento, sugeriram que a administração de somatropina pode aumentar a depuração de compostos que se sabe serem metabolizados pelas isoenzimas do citocromo P450. A depuração de compostos metabolizados pelo citocromo P450 3A4 (por ex.: esteroides sexuais, corticosteroides, anticonvulsivantes e ciclosporina) pode aumentar consideravelmente, resultando num baixo nível plasmático destes compostos. O significado clínico desta situação é desconhecido.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lisinopril + Hidroclorotiazida + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Ciclosporina: A administração concomitante de inibidores da ECA e ciclosporina aumenta o risco de lesão renal e hipocaliemia.

Netilmicina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Tal como para outros aminoglicosídeos, deve evitar-se o uso sistémico ou tópico concomitante e/ou sequencial de outros fármacos potencialmente neurotóxicos e/ou nefrotóxicos. A utilização concomitante de Netilmicina com outros fármacos potencialmente nefrotóxicos aumenta o risco de nefrotoxicidade. Estes fármacos incluem aminoglicosídeos, vancomicina, polimixina B, colistina, organoplatinas, metotrexato em doses elevadas, “ifosfamida pentamidina”, foscarnet, alguns agentes antivíricos (aciclovir, ganciclovir, adefovir, ciclovir, terovir), anfotericina B, imunossupressores, tais como a ciclosporina ou tacrolimus, e meios de contraste com iodo. Se a utilização de tal associação for necessária, a função renal deve ser rigorosamente monitorizada com testes laboratoriais apropriados.

Darbepoetina alfa + Ciclosporina

Observações: Os resultados clínicos obtidos até agora não indicam nenhuma interação de darbepoetina alfa com outras substâncias.
Interações: Uma vez que existe um potencial risco de interação com substâncias que se liguem fortemente aos glóbulos vermelhos p.e. ciclosporina, tacrolímus. Se for administrado Darbepoetina alfa concomitantemente com algum destes tratamentos, as concentrações plasmáticas destas substâncias devem ser monitorizadas e a dose deverá ser ajustada dependendo do aumento de hemoglobina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Citrato de tofacitinib + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: O tacrolímus, a ciclosporina e a rifampicina diminuíram a Cmax de Citrato de tofacitinib.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Armodafinil + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Ciclosporina, contraceptivos hormonais (p. Ex., Pílulas anticoncepcionais), midazolam ou triazolam porque a sua eficácia pode ser diminuída por armodafinil.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cetoprofeno + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Risco aditivo de efeitos nefrotóxicos, particularmente em idosos. Determinados grupos farmacoterapêuticos de medicamentos podem causar hipercaliemia, por exemplo: sais de potássio, diuréticos poupadores de potássio, inibidores de enzimas de conversão, antagonistas do recetor da angiotensina II, AINEs, heparinas (de baixo peso molecular ou não fracionadas), ciclosporinas, tacrolimus e trimetoprim. A ocorrência de hipercaliemia pode depender da presença de vários fatores coexistentes. O risco é aumentado quando as substâncias mencionadas são administradas em simultâneo.

Dabigatrano etexilato + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Os seguintes inibidores fortes da gp-P são contraindicados: cetoconazol sistémico, ciclosporina, itraconazol e dronedarona. O tratamento concomitante com tacrolimus não é recomendado.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Verapamilo + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Possíveis interacções medicamentosas associadas com o verapamilo, devido a razões de farmacocinética: Imunomoduladores Ciclosporina - Aumento da AUC, Css, Cmax da ciclosporina em 45%, Everolímus - Possível aumento dos níveis de everolímus; Sirolímus - Possível aumento dos níveis de sirolímus, Tacrolímus - Possível aumento dos níveis de tacrolímus. Teofilina, ciclosporina, prazosina e midazolam Aumento dos níveis plasmáticos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Modafinil + Ciclosporina

Observações: Modafinil pode aumentar o seu próprio metabolismo através da indução da atividade do CYP3A4/5 mas o efeito é modesto, sendo improvável que tenha consequências clínicas significativas.
Interações: Adicionalmente, tem sido observada, em hepatócitos humanos, uma indução in vitro das atividades do CYP1A2, CYP2B6 e CYP3A4/5, as quais se ocorressem in vivo, poderiam diminuir os níveis sanguíneos dos fármacos metabolizados por estas enzimas, diminuindo assim possivelmente a sua eficácia terapêutica. Os resultados dos estudos de interação clínica sugerem que os efeitos mais pronunciados poderão ser a nível dos substratos do CYP3A4/5 que sofrem uma eliminação pré-sistémica significativa, particularmente através das enzimas do CYP3A no trato gastrointestinal. Exemplos incluem a ciclosporina, inibidores da HIV-protease, buspirona, triazolam, midazolam e a maioria dos bloqueadores dos canais de cálcio e das estatinas. Num caso relatado, observou-se uma redução de 50% na concentração de ciclosporina num doente medicado com ciclosporina no qual se iniciou um tratamento simultâneo com modafinil.

Sinvastatina + Ezetimiba + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Interações farmacocinéticas: Interações Medicamentosas Associadas com o Risco Aumentado de Miopatia/Rabdomiólise: Inibidores potentes do CYP3A4 por ex. Itraconazol, Cetoconazol, Posaconazol, Voriconazol, Eritromicina, Claritromicina, Telitromicina, Inibidores da protease do VIH (ex: nelfinavir), Boceprevir, Telaprevir, Nefazodona, Cobicistato, Ciclosporina, Danazol, Gemfibrozil: Contraindicados com Sinvastatina / Ezetimiba. EZETIMIBA: Ciclosporina: Num estudo realizado em oito doentes após transplante renal, com a depuração da creatinina >50 ml/min a receber uma dose fixa de ciclosporina, a administração de uma dose única de 10 mg de ezetimiba resultou num aumento de 3,4 vezes (intervalo de 2,3 a 7,9 vezes) da AUC média para a ezetimiba total em comparação com a população saudável, a receber a ezetimiba em monoterapia, do grupo controlo de outro estudo (n=17). Num outro estudo, um doente com transplante renal com compromisso renal grave, a receber ciclosporina e outras múltiplas medicações, revelou uma exposição à ezetimiba total 12 vezes maior em comparação com os controlos simultâneos a receber ezetimiba em monoterapia. Num estudo cruzado de duas fases em doze indivíduos saudáveis, a administração diária de 20 mg de ezetimiba durante 8 dias com uma dose única de 100 mg de ciclosporina, no Dia 7, resultou num aumento médio de 15% da AUC da ciclosporina (num intervalo de redução de 10% a aumento de 51%) em comparação com uma dose única de 100 mg de ciclosporina em monoterapia. Não foi realizado um estudo controlado em doentes com transplante renal sobre o efeito da administração concomitante da ezetimiba na exposição destes doentes à ciclosporina. É contraindicada a administração concomitante de Sinvastatina / Ezetimiba com ciclosporina. SINVASTATINA: A sinvastatina é um substrato do citocromo P450 3A4. Os inibidores potentes do citocromo P450 3A4 aumentam o risco de miopatia e de rabdomiólise através do aumento da concentração de atividade inibidora da redutase da HMG-CoA no plasma durante a terapêutica com sinvastatina. Estes inibidores incluem: Itraconazol, cetoconazol, posaconazol, voriconazol, eritromicina, claritromicina, telitromicina, inibidores da protease do VIH (p. ex: nelfinavir), boceprevir, telaprevir, nefazodona e medicamentos contendo cobicistato. A administração concomitante de itraconazol resultou num aumento de mais de 10 vezes na exposição ao ácido da sinvastatina (o metabolito betahidroxiácido ativo). A telitromicina causou um aumento de 11 vezes na exposição ao ácido da sinvastatina. Está contraindicada a utilização concomitante de sinvastatina com itraconazol, cetoconazol, posaconazol, voriconazol, inibidores da protease do VIH (p. ex: nelfinavir), boceprevir, telaprevir, eritromicina, claritromicina, telitromicina, nefazodona e medicamentos contendo cobicistato, assim como com gemfibrozil, ciclosporina e danazol. Se o tratamento com inibidores potentes do CYP3A4 (fármacos que aumentam a AUC em aproximadamente 5 vezes ou mais) for inevitável, a terapêutica com Sinvastatina / Ezetimiba deverá ser interrompida (e considerada a utilização de uma estatina alternativa) durante o tratamento. SINVASTATINA: Ciclosporina: O risco de miopatia/rabdomiólise está aumentado pela administração concomitante de ciclosporina com Sinvastatina / Ezetimiba; consequentemente, é contraindicada a toma com ciclosporina. Apesar do mecanismo não ser totalmente compreendido, a ciclosporina demonstrou aumentar a AUC dos inibidores da redutase da HMG-CoA. O aumento na AUC do ácido da sinvastatina deve-se possivelmente, em parte, à inibição do CYP3A4 e/ou OATP1B1.

Cinacalcet + Ciclosporina

Observações: Cinacalcet é metabolizado em parte pela enzima CYP3A4. Dados in vitro indicam que o cinacalcet é em parte metabolizado pela CYP1A2. Cinacalcet é um potente inibidor da CYP2D6.
Interações: Dados sugerem que o cinacalcet não deve alterar a farmacocinética das classes de medicamentos metabolizados pelas CYP3A4 e CYP3A5, entre os quais alguns imunossupressores, como a ciclosporina e o tacrolimus.

Gentamicina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Devido ao aumento do risco de aparecimento de efeitos indesejáveis, é necessário uma monitorização cuidadosa dos doentes tratados concorrentemente ou sequencialmente com fármacos potencialmente nefrotóxicos ou ototóxicos como por exemplo: Anfotericina B, colistina, ciclosporina, cisplatina, vancomicina, estreptomicina, viomicina, aminoglicosídeos, algumas cefalosporinas e diuréticos da ansa tais como o ácido etacrínico e furosemida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Prednisona + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Ciclosporina: observa-se um aumento dos níveis sanguíneos de ciclosporina. Existe um risco acrescido de convulsões.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ticlopidina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Em situações muito raras, foi referido um decréscimo nos níveis plasmáticos da ciclosporina. Deverá portanto ser efectuada uma monitorização dos níveis plasmáticos da ciclosporina, aquando de uma co-administração.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nimesulida + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Devido ao seu efeito nas prostaglandinas renais, os inibidores da síntese das prostaglandinas, como a nimesulida, podem aumentar a nefrotoxicidade das ciclosporinas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Darunavir + Cobicistate + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: IMUNOSSUPRESSORES: Ciclosporina, Sirolímus, Tacrolímus: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas destes imunossupressores. (inibição do CYP3A) É necessário realizar monitorização terapêutica do agente imunossupressor quando é efetuada uma administração concomitante.

Ribociclib + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Substâncias que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas por Ribociclib: Recomenda-se precaução em caso de utilização concomitante com substratos da CYP3A4 sensíveis com uma margem terapêutica estreita. A dose de um substrato da CYP3A4 sensível com uma margem terapêutica estreita, incluindo mas não limitado a alfentanilo, ciclosporina, everolímus, fentanilo, sirolímus e tacrolímus, pode necessitar de ser reduzido uma vez que ribociclib pode aumentar a sua exposição.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etoricoxib + Ciclosporina

Observações: Com base em estudos in vitro, não é de se esperar que o etoricoxib iniba os citocromos P450 (CYP) 1A2, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A4. Num estudo com indivíduos saudáveis, a administração diária de etoricoxib 120 mg não alterou a atividade hepática da CYP3A4, conforme avaliado pelo teste respiratório da eritromicina. A via principal do metabolismo do etoricoxib depende das enzimas CYP. A CYP3A4 parece contribuir para o metabolismo do etoricoxib in vivo. Estudos in vitro indicam que a CYP2D6, CYP2C9, CYP1A2 e CYP2C19 também conseguem catalisar a via metabólica principal, mas os seus papéis quantitativos não foram estudados in vivo.
Interações: Embora esta interação não tenha sido estudada com etoricoxib, a coadministração de ciclosporina ou de tacrolimus com quaisquer AINEs pode aumentar o efeito nefrotóxico da ciclosporina ou do tacrolimus. A função renal deve ser monitorizada ao utilizar-se etoricoxib e qualquer um destes fármacos em associação.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Posaconazol + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre posaconazol: Posaconazol é metabolizado por glucuronidação do UDP (enzimas de fase 2) e é um substrato, in vitro, para o efluxo da p-glicoproteína (P-gp). Assim, os inibidores (por exemplo, verapamilo, ciclosporina, quinidina, claritromicina, eritromicina, etc.) ou indutores (por exemplo, rifampicina, rifabutina, determinados anticonvulsivantes, etc.) destas vias de depuração poderão respetivamente aumentar ou diminuir as concentrações plasmáticas de posaconazol. Efeitos de posaconazol sobre outros medicamentos: Ciclosporina: Nos doentes submetidos a transplante cardíaco e tratados com doses estabilizadas de ciclosporina, posaconazol suspensão oral 200 mg uma vez por dia aumentou as concentrações de ciclosporina, tornando necessário proceder a reduções da dose. Nos estudos de eficácia clínica, foram notificados casos de níveis elevados de ciclosporina, resultando em reações adversas graves, incluindo nefrotoxicidade e um caso de leucoencefalopatia fatal. Quando se inicia o tratamento com posaconazol em doentes que já estejam a receber ciclosporina, a dose de ciclosporina deverá ser reduzida (por exemplo para cerca de três quartos da dose atual). Seguidamente, os níveis sanguíneos de ciclosporina deverão ser cuidadosamente monitorizados durante a administração concomitante e à altura da interrupção do tratamento com posaconazol, procedendo-se ao ajuste da dose de ciclosporina conforme necessário.

Rosuvastatina + Perindopril + Indapamida + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Relacionados com indapamida Uso concomitante que requer alguns cuidados: Ciclosporina: risco de aumento dos níveis da creatinina sem modificação dos níveis circulantes de ciclosporina, mesmo em ausência de depleção salina e de água. Relacionados com rosuvastatina Efeito da administração concomitante de medicamentos na rosuvastatina Ciclosporina: Durante a terapêutica concomitante com rosuvastatina e ciclosporina, os valores da AUC de rosuvastatina foram em média 7 vezes mais elevados, relativamente aos observados em voluntários saudáveis. A rosuvastatina é contraindicada em doentes a receber concomitantemente ciclosporina. A administração concomitante não provocou alteração da concentração plasmática da ciclosporina.

Telaprevir + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: IMUNOSSUPRESSORES: Ciclosporina, tacrolimus, sirolimus: Serão necessárias reduções acentuadas das doses dos imunossupressores com ou sem prolongamento dos intervalos entre dose. Recomenda-se uma monitorização rigorosa dos níveis sanguíneos de imunossupressores, função renal, e efeitos secundários relacionados com imunossupressores aquando da administração concomitante com telaprevir. Tacrolimus pode prologar o intervalo QT.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dexcetoprofeno + Ciclosporina

Observações: As seguintes interações aplicam-se a medicamentos anti-inflamatórios não-esteroides (AINEs) em geral.
Interações: A nefrotoxicidade pode ser incrementada pelos AINEs devido aos efeitos mediadores da prostaglandina renal. Durante o tratamento concomitante, a função renal tem de ser avaliada.

Eribulina + Ciclosporina

Observações: A eribulina é excretada principalmente (até 70%) por excreção biliar. Desconhece-se qual a proteína de transporte envolvida neste processo. A inibição completa do transporte poderá, em teoria, dar origem a um aumento três vezes superior das concentrações plasmáticas.
Interações: Não se recomenda a utilização de substâncias inibidoras das proteínas de transporte hepático como, por exemplo, proteínas transportadoras de aniões orgânicos (OATPs-organic anion-transporting proteins) e proteínas resistentes a múltiplos medicamentos (MRPs-multidrug resistant proteins), etc., em concomitância com a eribulina. Os inibidores destes transportadores incluem, mas não se limitam a: Ciclosporina, ritonavir, saquinavir, lopinavir e certos outros inibidores das proteases, efavirenz e, emtricitabina, quinina, quinidina, disopiramida, etc.

Valaciclovir + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A associação do valaciclovir com medicamentos nefrotóxicos, sobretudo imunossupressores como ciclosporina, tacrolímus, micofenolato de mofetil, deve ser tomada em linha de conta, sobretudo no caso de insuficiência renal, implicando uma monitorização regular. Isto aplica-se também aos aminoglicosídeos, organoplatinas, meios de contraste iodados, metotrexato, pentamidina e foscarneto.
 Potencialmente Grave

Diclofenac + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: As interações potencialmente perigosas ocorrem com: Ciclosporina e tacrolimus: O diclofenac, como os outros AINEs, pode provocar um aumento da nefrotoxicidade da ciclosporina e do tacrolimus devido ao efeito nas prostaglandinas renais. Assim, o diclofenac deve ser administrado em doses inferiores às doses utilizadas em doentes que não estão em tratamento com ciclosporina ou tacrolimus.
 Sem significado Clínico

Tigeciclina + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A tigeciclina não é extensamente metabolizada. Assim, não é previsível que a depuração da tigeciclina seja afetada por substâncias inibidoras ou indutoras da atividade das isoformas do CYP450. In vitro, a tigeciclina não é um inibidor competitivo nem um inibidor irreversível das enzimas do CYP450.
Interações: Baseado num estudo in vitro, a tigeciclina é um substrato da P - gp. A coadministração de inibidores da P-gp (por ex., o cetoconazol ou a ciclosporina) ou indutores da P-gp (por ex., a rifampicina) pode afetar a farmacocinética da tigeciclina.

Artenimol + Piperaquina + Ciclosporina

Observações: Não se realizaram estudos farmacocinéticos de interacção medicamentosa com Artenimol / Piperaquina. A avaliação do potencial de ocorrência de interações medicamentosas baseia-se em estudos in vitro.
Interações: Deve prestar-se uma atenção especial quando medicamentos com um índice terapêutico estreito (ex., anti-retrovirais e ciclosporina) são administrados concomitantemente com Artenimol / Piperaquina.

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Interações potenciais relacionadas com AMLODIPINA: Uso concomitante que requer precaução: Efeitos da amlodipina noutros medicamentos: O efeito de diminuição da tensão arterial da amlodipina adiciona-se aos efeitos de diminuição da tensão arterial de outros agentes antihipertensores. Em estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina. Interações potenciais relacionadas com HIDROCLOROTIAZIDA: Uso concomitante que requer precaução: Ciclosporina: A terapêutica concomitante com ciclosporina pode aumentar o risco de hiperuricemia e complicações do tipo gota.

Espiramicina + Ciclosporina

Observações: A espiramicina é conhecida por ter pouco ou nenhum efeito nas isoenzimas hepáticas do citocromo P450 e pode por isso, produzir menos interações do que os macrólidos metabolizados por este sistema enzimático.
Interações: A falta de interações entre a espiramicina e a teofilina, e a espiramicina e a ciclosporina, parece suportar esta afirmação.

Olaparib + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica formais.
Interações: Interações farmacocinéticas: Efeito de olaparib sobre outros fármacos: In vitro o olaparib pode inibir o CYP3A4 e não se pode excluir que olaparib possa incrementar as exposições a substratos desta enzima in vivo. Portanto, recomenda-se precaução quando se associam substratos do CYP3A4 com olaparib, em particular os que têm uma margem terapêutica estreita (p.ex., sinvastatina, cisaprida, ciclosporina, alcaloides ergóticos, fentanilo, pimozida, sirolímus, tacrolímus e quetiapina).

Cetoprofeno + Omeprazol + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Ligadas ao componente CETOPROFENO: Certas substâncias ou classes terapêuticas têm um potencial de contribuir para a ocorrência de hipercalémia: Sais de potássio, diuréticos poupadores de potássio, inibidores do enzima de conversão da angiotensina, anti-inflamatórios não esteróides (AINEs), heparinas (de baixo peso molecular ou não fraccionados), ciclosporina, tacrolímus e trimetoprim. A ocorrência de hipercalémia pode depender da existência duma combinação de factores. Este risco está aumentado pela administração combinada das substâncias acima referidas. A administração concomitante de Cetoprofeno com os seguintes produtos requer uma monitorização apertada. Se a associação não puder ser evitada, é necessária uma observação clínica cuidadosa bem como monitorização dos valores laboratoriais. Combinações que podem ser administradas com precaução: Ciclosporina, tacrolímus: Risco de efeito nefrotóxico aditivo, particularmente nos idosos. Ligadas ao componente OMEPRAZOL: Combinações que podem ser administradas com precaução: Ciclosporina: Os níveis plasmáticos de ciclosporina devem ser monitorizados nos doentes tratados com omeprazol, uma vez que é possível o aumento dos níveis de ciclosporina.

Losartan + Amlodipina + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com o Losartan / Amlodipina e outros medicamentos. Não foram realizados estudos de interação medicamentosa na população pediátrica.
Interações: Interações relacionadas com a amlodipina Efeitos da amlodipina em outros medicamentos: Os efeitos de redução da pressão arterial da amlodipina somam-se aos efeitos de redução da pressão arterial de outros medicamentos com efeito anti-hipertensor. Ciclosporina: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com ciclosporina e amlodipina em voluntários saudáveis ou outras populações com exceção dos doentes com transplante renal, onde se observaram aumentos variáveis da concentração mínima (média 0% - 40%) de ciclosporina. Deve ter-se em consideração a monitorização dos níveis de ciclosporina em doentes com transplante renal tratados com amlodipina, e devem ser efetuadas reduções de dose de ciclosporina, conforme necessário.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Barbitúricos + Ciclosporina

Observações: Indução das enzimas microssomais hepáticas metabolizadoras de fármacos. Efeito depressor no SNC aditivo com outros depressores do sistema nervoso central.
Interações: Fármacos cujo metabolismo é aumentado: Ciclosporina: redução dos níveis séricos e do efeito - Ciclosporina

Glimepirida + Pioglitazona + Ciclosporina

Observações: Não existem estudos formais de interação para o Glimepirida / Pioglitazona, contudo, a utilização concomitante das substâncias ativas em doentes em utilização clínica não teve como resultado interações inesperadas. As informações disponíveis são sobre as substâncias ativas individualmente (pioglitazona e glimepirida).
Interações: PIOGLITAZONA: Os estudos in vitro não demonstraram uma inibição de qualquer subtipo do citocromo P450. Não se prevêem interações com substâncias metabolizadas por estas enzimas como, por exemplo, contracetivos orais, ciclosporina, bloqueadores dos canais de cálcio e inibidores da HMGCoA reductase.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antiarrítmicos + Ciclosporina

Observações: Aumentam a depressão do miocárdio quando são administrados com outros AA. Aumentam o risco de arritmias ventriculares quando são dados com AA que prolongam o intervalo QT
Interações: Propafenona: A propafenona aumenta a concentração plasmática de: - Ciclosporina
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclofosfamida + Ciclosporina

Observações: A coadministração planeada ou a administração sequencial de outras substâncias ou tratamentos que podem aumentar os efeitos semelhantes ou a gravidade da toxicidade (através de interações farmacodinâmicas ou farmacocinéticas) exigem uma avaliação individual cuidada dos benefícios e dos riscos esperados. Os doentes que recebem tais combinações devem ser monitorizados cuidadosamente quanto a sinais de toxicidade para permitir uma intervenção atempada. Os doentes em tratamento com ciclofosfamida e agentes que reduzem a sua ativação devem ser monitorizados quanto a uma possível redução da eficácia terapêutica e a necessidade de um ajuste de dose.
Interações: Interações que afetam a farmacocinética e/ou ações de outros medicamentos: - Ciclosporina Foram observadas concentrações séricas de ciclosporina mais baixas em doentes a receber uma associação de ciclofosfamida e ciclosporina, do que em doentes a receber apenas ciclosporina. Esta interação pode resultar numa incidência aumentada da doença de excerto vs hospedeiro.

Fidaxomicina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Efeito do inibidor da gp-P na fidaxomicina: A fidaxomicina é um substrato da gp-P. A co-administração de doses únicas do inibidor da gp-P ciclosporina A e Fidaxomicina em voluntários saudáveis resultou num aumento de 4 e 2 vezes na Cmax e na AUC da fidaxomicina, respetivamente, e num aumento de 9,5 e 4 vezes na Cmax e na AUC, respetivamente, do metabolito ativo principal OP - 1118. Como a relevância clínica deste aumento da exposição não é clara, não é recomendada a administração concomitante de inibidores potentes da gp-P, tais como a ciclosporina, cetoconazol, eritromicina, claritromicina, verapamilo, dronedarona e amiodarona.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Palbociclib + Ciclosporina

Observações: Palbociclib é metabolizado principalmente pela CYP3A e pela SULT2A1, uma enzima da família das sulfotransferases (SULT). In vivo, palbociclib é um inibidor fraco e dependente do tempo da CYP3A.
Interações: A dose de substratos sensíveis da CYP3A com um índice terapêutico estreito (por ex., alfentanilo, ciclosporina, di-hidroergotamina, ergotamina, everolímus, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolímus e tacrolímus) poderá ter de ser reduzida quando coadministrada com Palbociclib, pois Palbociclib pode aumentar a sua exposição.

Gentamicina + Indometacina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Ciclosporina: Risco de efeitos nefrotóxicos adicionais, principalmente em doentes idosos.

Indinavir + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: INDINAVIR NÃO POTENCIADO IMUNOSSUPRESSORES: Ciclosporina A: Os níveis de ciclosporina A (CsA) aumentam significativamente em doentes que tomam IPs, incluindo o indinavir. Os níveis de CsA requerem um ajuste progressivo da dose, através da monitorização terapêutica do medicamento. INDINAVIR POTENCIADO COM RITONAVIR. IMUNOSSUPRESSORES: Ciclosporina A (Indinavir/ritonavir 800/100 BID) Num estudo, após o início da terapêutica com indinavir/ritonavir 800/100 BID ou lopinavir/ritonavir 400/100 BID, foi necessário reduzir a dose de ciclosporina A para 5-20% da dose anterior, para manter os níveis de ciclosporina A dentro do intervalo terapêutico. Os ajustes posológicos da ciclosporina A devem ser feitos de acordo com a determinação dos níveis sanguíneos no vale de ciclosporina A.

Ramipril + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Precauções de utilização: Sais de potássio, heparina, diuréticos poupadores de potássio e outras substâncias ativas que aumentam o potássio plasmático (incluindo antagonistas da Angiotensina II, trimetoprim, tacrolimus, ciclosporina): Pode ocorrer hipercaliemia, consequentemente é necessário efetuar uma monitorização cuidadosa dos níveis de potássio séricos.

Riociguat + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o riociguat: O riociguat é eliminado principalmente através de metabolismo oxidativo mediado pelo citocromo P450 (CYP1A1, CYP3A4, CYP2C8, CYP2J2), por excreção direta biliar/fecal do riociguat inalterado e por excreção renal do riociguat inalterado através de filtração glomerular. Demonstrou-se, in vitro, que o cetoconazol, classificado como um inibidor potente da CYP3A4 e da glicoproteína P (P-gp), é um inibidor das múltiplas vias mediadas por CYP e P-gp/proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP-breast cancer resistance protein) do metabolismo e excreção do riociguat. A administração concomitante de 400 mg uma vez por dia de cetoconazol produziu um aumento de 150% (intervalo até 370%) da AUC média do riociguat e um aumento de 46% da Cmax média. A semivida terminal aumentou de 7,3 para 9,2 horas e a depuração corporal total diminuiu de 6,1 para 2,4 l/h. Portanto, a utilização concomitante com inibidores potentes das múltiplas vias mediadas por CYP e P-gp/BCRP tais como os antimicóticos azólicos (p.ex., cetoconazol, itraconazol) ou com inibidores da protease do VIH (p.ex., ritonavir) não é recomendada. Medicamentos que são inibidores potentes das P-gp/BCRP, tais como o imunossupressor ciclosporina A, devem ser utilizados com precaução.

Atorvastatina + Ezetimiba + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros medicamentos: EZETIMIBA: Ciclosporina: Num estudo realizado em oito doentes após transplante renal, com a depuração da creatinina >50 ml/min a receber uma dose fixa de ciclosporina, a administração de uma dose única de 10 mg de ezetimiba resultou num aumento de 3,4 vezes (intervalo de 2,3 a 7,9 vezes) da AUC média para a ezetimiba total em comparação com a população saudável, a receber a ezetimiba em monoterapia, do grupo controlo de outro estudo (n=17). Num estudo diferente, um doente transplantado renal com insuficiência renal grave, a receber ciclosporina e outras múltiplas medicações, demonstrou uma exposição à ezetimiba total 12 vezes superior em comparação com os controlos simultâneos a receber ezetimiba em monoterapia. Num estudo cruzado de duas fases em doze indivíduos saudáveis, a administração diária de 20 mg de ezetimiba durante 8 dias com uma dose única de 100 mg de ciclosporina, no Dia 7, resultou num aumento médio de 15% da AUC da ciclosporina (num intervalo de redução de 10% a um aumento de 51%) em comparação com uma dose única de 100 mg de ciclosporina em monoterapia. Não foi realizado um estudo controlado sobre o efeito da administração concomitante de ezetimiba na exposição à ciclosporina em doentes com transplante renal. Devem ser tomadas precauções quando se inicia este medicamento com ciclosporina. Devem ser monitorizadas as concentrações de ciclosporina em doentes a receber este medicamento e ciclosporina. Efeitos de outros medicamentos: ATORVASTATINA: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado das concentrações de atorvastatina. Deve ser evitada, se possível, a administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (p. ex., ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores da protease do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc). Nos casos em que a administração concomitante destes medicamentos com este medicamento não pode ser evitada, dever-se-á considerar uma dose inicial e máxima mais baixa deste medicamento e é recomendada uma monitorização clínica adequada destes doentes. Inibidores moderados do CYP3A4 (p. ex., eritromicina, diltiazem, verapamil e fluconazol) podem aumentar as concentrações plasmáticas de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em associação com estatinas. Não foram efetuados estudos de interação para avaliar os efeitos de amiodarona ou verapamil na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamil são conhecidos por inibirem a atividade do CYP3A4 e a administração concomitante com este medicamento pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa deste medicamento e recomenda-se a monitorização clínica adequada do doente quando é utilizado concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar ou após o ajuste de dose do inibidor. Inibidores de proteínas de transporte: Os inibidores de proteínas de transporte (p. ex., ciclosporina) podem aumentar a exposição sistémica da atorvastatina. O efeito da inibição dos transportadores de captação hepática nas concentrações da atorvastatina nos hepatócitos é desconhecido. Se a administração concomitante não puder ser evitada, recomenda-se a redução da dose deste medicamento e monitorização clinica para controlo da eficácia.

Diltiazem + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Imunossupressores (ciclosporina, tacrolímus, sirolímus, everolímus): Aumento nos níveis de imunossupressores em circulação. Recomenda-se que a posologia dos imunossupressores seja reduzida, que a função renal seja monitorizada, que os níveis de imunossupressores em circulação sejam analisados e que a posologia seja ajustada durante uma terapêutica combinada e após a interrupção desta.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Brotizolam + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Brotizolam é metabolizado principalmente pela isoenzima CYP3A4 do citocromo P450. Os medicamentos que competem como substrato do CYP3A4 (inibição competitiva) e medicamentos que inibem a CYP3A4 podem, deste modo, aumentar o efeito de brotizolam. Os substratos conhecidos da CYP3A4 são astemizol, antimicóticos azóis (ex. itraconazol e cetoconazol), imunossupressores (ex. ciclosporina A, sirolimus e tacrolimus), antagonistas do cálcio, antibióticos macrólidos (ex. claritromicina e eritromicina), antimaláricos (ex. halofantrine e mefloquina), midazolam, pimozida, inibidores da protease (indinavir, nelfinavir e ritonavir), sildenafil, estatinas (ex. atorvastatina, lovastatina e sinvastatina), esteroides (ex. etinilestradiol), tamoxifeno e terfenadina.
 Potencialmente Fatal

Cloreto de potássio + Cloreto de sódio + Glucose + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Interações relacionadas com a presença de potássio: A administração concomitante da solução com um dos seguintes medicamentos pode originar uma hipercalémia fatal, particularmente em doentes com insuficiência renal (adição de efeitos de hipercalémia): - Diuréticos poupadores de potássio (só ou em combinação) (amilorida, triamtereno, espironolactona, eplerenona) - Inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECA) (tais como captopril, enalapril, lisinopril) - Bloqueadores dos recetores da Angiotensina II (Candesartan, telmisartan, eprosartan, irbesartan, losartan, valsartan) - Medicamentos com potássio tais como sais potássicos de penicilina - Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) (diclofenac, indometacina, piroxicam, ácido mefenâmico, celecoxib) - Heparina (inibidor da síntese de aldosterona) - Pentamidina, trimetoprim (bloqueadores dos canais de sódio) - Ciclosporina, tacrolimus (inibidores da calcineurina) - Bloqueadores β-adrenérgicos (propranolol, nadolol, atenolol) - Succinilcolina (suxametonium) (relaxante muscular)

Nebivolol + Hidroclorotiazida + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: HIDROCLOROTIAZIDA: Potenciais interações relacionadas com a hidroclorotiazida: Precauções necessárias em caso de uso concomitante com: Ciclosporina: A terapêutica concomitante com ciclosporina pode aumentar o risco de hiperuricemia e complicações do tipo gota.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Diclofenac + Misoprostol + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Devido aos seus efeitos nas prostaglandinas renais, os inibidores da ciclooxigenase como o diclofenac podem aumentar a nefrotoxicidade da ciclosporina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Anticoagulantes orais + Ciclosporina

Observações: Intensamente ligados às proteínas plasmáticas. O metabolismo pode ser induzido. Susceptível à inibição do metabolismo pelo CYP2C9. A resposta anticoagulante pode ser alterada por fármacos que afectam a síntese ou o catabolismo de factores da coagulação.
Interações: Dabigatrano: Aumentam o risco de hemorragia por exposição aumentada ao dabigatrano: - Ciclosporina
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Foscarneto sódico + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Como o Foscarneto sódico pode afectar a função renal, poderá ocorrer toxicidade aditiva quando utilizado em combinação com outros fármacos nefrotóxicos, como os aminoglicosideos, anfotericina B e ciclosporina A.

Carvedilol + Ivabradina + Ciclosporina

Observações: Não se observaram interações entre o carvedilol e a ivabradina num estudo de interações efetuado em voluntários saudáveis. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Utilização concomitante com precauções de Carvedilol / Ivabradina: Ciclosporina. Carvedilol - Utilização concomitante com precauções: Dois estudos em doentes com transplante renal e cardíaco medicados com ciclosporina oral mostraram um aumento da concentração plasmática de ciclosporina após o início do tratamento com carvedilol. O carvedilol parece aumentar a absorção da ciclosporina administrada por via oral, ao inibir a atividade da glicoproteína-P no intestino. De forma a manter os níveis terapêuticos, foi necessário reduzir a dose de ciclosporina em cerca de 30% dos doentes, enquanto outros não necessitaram de qualquer ajuste de dose. Em média, a dose nestes doentes foi reduzida em cerca de 20%. Devido à elevada variabilidade de dose entre indivíduos, recomenda-se que as concentrações de ciclosporina sejam cuidadosamente monitorizadas após o início de Carvedilol / Ivabradina e que a dose de ciclosporina seja ajustada adequadamente. Não se prevê interação entre o carvedilol e a ciclosporina em administração intravenosa.

Ibuprofeno + Paracetamol + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Foram detetadas as seguintes interações de ibuprofeno com outros medicamentos: • O ibuprofeno pode também interferir com tacrolímus, ciclosporina, sulfonilureias, antibióticos pertencentes à família das quinolonas e inibidores da CYP2C9 (voriconazol, fluconazol).

Sirolímus + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Ciclosporina (substrato da CYP3A4): A taxa e extensão da absorção do sirolímus foi significativamente aumentada pela ciclosporina A (CsA). A administração simultânea de sirolímus (5 mg) e ao fim de 2 horas (5 mg) e de 4 horas (10 mg) após a ciclosporina (300 mg) teve como consequência um aumento da AUC do sirolímus de aproximadamente 183%, 141% e 80%, respetivamente. O efeito da ciclosporina refletiu-se igualmente no aumento da Cmax e da tmax do sirolímus. Quando administrado 2 horas antes da administração de ciclosporina, a Cmax e a AUC do sirolímus não foram afetadas. O sirolímus em dose única não afetou a farmacocinética da ciclosporina (microemulsão) em voluntários saudáveis, quando administrados simultaneamente ou com 4 horas de intervalo. Recomenda-se que o Sirolímus seja administrado 4 horas após a ciclosporina (microemulsão).

Telbivudina + Ciclosporina

Observações: A telbivudina não é um substrato, inibidor ou indutor do sistema enzimático do citocromo P450 (CYP450). Assim, o potencial para interações medicamentosas mediadas pelo CYP450 com Telbivudina é baixo.
Interações: A farmacocinética no estado estacionário da telbivudina manteve-se inalterada após administração de doses múltiplas em associação com lamivudina, adefovir dipivoxil, tenofovir disoproxil fumarato, ciclosporina ou interferão peguilado alfa-2a. Adicionalmente, a telbivudina não altera a farmacocinética da lamivudina, adenofovir dipivoxil, tenofovir disoproxil fumarato ou ciclosporina.

Eritromicina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Megestrol + Ciclosporina

Observações: As interações medicamentosas com Megestrol são idênticas às observadas com os progestagénios em geral, interferindo com as hormonas circulantes, bloqueando tanto a produção como a sua acção metabólica.
Interações: Ciclosporina por inibirem o seu metabolismo aumentando o risco de toxicidade associado à ciclosporina.

Metoclopramida + Ciclosporina

Observações: Devido ao efeito procinético da metoclopramida, a absorção de alguns medicamentos pode ser alterada.
Interações: Combinação a ter em consideração: Devido ao efeito procinético da metoclopramida, a absorção de alguns medicamentos pode ser alterada. Ciclosporina: A metoclopramida aumenta a biodisponibilidade da ciclosporina (Cmax cerca de 46% e exposição cerca de 22%). É necessário monitorizar cuidadosamente a concentração plasmática da ciclosporina. A consequência clínica é incerta.

Rosuvastatina + Valsartan + Ciclosporina

Observações: Não foram efetuados estudos de interação com Rosuvastatina / Valsartan e outros medicamentos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Precaução recomendada no uso concomitante: Transportadores: Os dados in vitro indicam que o valsartan é um substrato do transportador de captação hepático OATP1B1/OATP1B3 e do transportador do efluxo hepático MRP2. Desconhece-se a relevância clínica desta informação. A administração concomitante de inibidores do transportador de captação (rifampicina, ciclosporina) ou transportador de efluxo (ritonavir) pode aumentar a exposição sistémica ao valsartan. Recomenda-se precauções adequadas quando se inicia ou se termina a administração concomitante com estes fármacos. Ciclosporina: Durante a terapêutica concomitante com rosuvastatina e ciclosporina, os valores da AUC de rosuvastatina foram em média 7 vezes mais elevados, relativamente aos observados em voluntários saudáveis. A rosuvastatina é contraindicada em doentes a receber concomitantemente ciclosporina. A administração concomitante não provocou alteração da concentração plasmática da ciclosporina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Prednisona + Tetraciclina + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Interações da PREDNISONA: Ciclosporina: observa-se um aumento dos níveis sanguíneos de ciclosporina. Existe um risco acrescido de convulsões.

Baricitinib + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos imunossupressores: A associação com DMARDs biológicos ou outros inibidores da JAK não foi estudada. A utilização de baricitinib com medicamentos imunossupressores potentes, como azatioprina, tacrolimus ou ciclosporina foi limitada nos estudos clínicos de baricitinb, não sendo possível excluir o risco de um efeito aditivo de imunossupressão. Transportadores In vitro, o baricitinib é um substrato do transportador aniónico orgânico-3 (OAT3), da P-glicoproteína (Pgp), da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e do transportador de extrusão de múltiplos fármacos e toxinas (MATE)2-K. Num estudo de farmacologia clínica, a administração de probenecida (um inibidor do OAT3 com forte potencial de inibição) resultou num aumento aproximadamente para o dobro da AUC(0-∞), sem alterações da tmax ou Cmax do baricitinib. Consequentemente, a dose recomendada para doentes em tratamento com inibidores do OAT3 com forte potencial de inibição, como o probenecida, é de 2 mg uma vez por dia. Não foi realizado qualquer estudo de farmacologia clínica com inibidores do OAT3 com menor potencial de inibição. O pró-fármaco leflunomida converte-se rapidamente em teriflunomida, que é um inibidor fraco do OAT3, podendo por isso provocar um aumento da exposição ao baricitinib. Uma vez que não foram realizados estudos dedicados de interação, recomenda-se precaução quando leflunomida ou teriflunomida forem administradas concomitantemente com baricitinib. A administração concomitante dos inibidores do OAT3 ibuprofeno e diclofenac pode levar a um aumento da exposição ao baricitinib. No entanto, o seu potencial de inibição do OAT3 é inferior comparativamente ao da probenecida, pelo que não é expectável qualquer interação clinicamente relevante. A administração concomitante de baricitinib e ciclosporina (inibidor de Pgp/BCRP) ou metotrexato (substrato de vários transportadores, incluindo OATP1B1, OAT1, OAT3, BCRP, MRP2, MRP3 e MRP4) não apresentou quaisquer efeitos clinicamente significativos sobre a exposição ao baricitinib.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tobramicina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Outros medicamentos que foram relatados como aumentando a potencial toxicidade dos aminoglicosidos administrados por via parentérica, incluem: Anfotericina B, cefalotina, ciclosporina, tacrolimus, polimixinas (risco de nefrotoxicidade aumentada); Compostos de platina (risco de nefrotoxicidade e ototoxicidade aumentado); Anticolinesterases, toxina botulínica (efeitos neuromusculares).

Claritromicina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da Claritromicina em outros medicamentos: Sabe-se ou suspeita-se que os fármacos ou classes seguintes são metabolizados pela isoenzima CYP3A: Alprazolam, astemizol, carbamazepina, cilostazol, cisaprida, ciclosporina, disopiramida, alcaloides da cravagem do centeio, lovastatina, metilprednisolona, midazolam, omeprazol, anticoagulantes orais (por ex. varfarina), pimozida, quinidina, rifabutina, sildenafil, sinvastatina, tacrolímus, terfenadina, triazolam e vimblastina. Fármacos com interação por mecanismos semelhantes através de outras isoenzimas no sistema do citocromo P450 incluem a fenitoína, teofilina e valproato.

Lercanidipina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Interações metabólicas: Sabe-se que a lercanidipina é metabolizada pela enzima CYP3A4 e, portanto, os inibidores e os indutores da CYP3A4 administrados concomitantemente poderão interferir com o metabolismo e a eliminação da lercanidipina. Um estudo em voluntários saudáveis jovens demonstrou que quando foi administrada ciclosporina 3 horas após a ingestão de lercanidipina, os níveis plasmáticos de lercanidipina não se alteraram, enquanto a AUC da ciclosporina aumentou 27%. Contudo, a co-administração de lercanidipina com ciclosporina provocou um aumento de 3 vezes dos níveis plasmáticos de lercanidipina e um aumento de 21% da AUC da ciclosporina. A ciclosporina e a lercanidipina não deverão ser administradas conjuntamente.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Xipamida + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: As seguintes associações podem causar interações: Ciclosporina, tacrolimus: Mesmo com equilíbrio sódio-água normal, risco aumentado dos níveis de creatinina no soro sem alteração dos níveis circulatórios de ciclosporina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Barbitúricos

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que diminuem os níveis de ciclosporina: Barbituratos, carbamazepina, fenitoína, nafcilina, sulfadimidina iv, rifampicina, octreótido, probucol, orlistat, Hypericum perforatum (hipericão, erva de S. João), troglitazona, fenobarbital e ticlopidina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Inibidores da glicoproteína-P: A metadona é um substrato da glicoproteína-P; todos os medicamentos que inibem a glicoproteína-P (por exemplo quinidina, verapamil, ciclosporina) podem, por isso, aumentar a concentração sérica de metadona. O efeito farmacodinâmico da metadona também pode aumentar devido ao aumento da passagem pela barreira hematoencefálica.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Carbamazepina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que diminuem os níveis de ciclosporina: Barbituratos, carbamazepina, fenitoína, nafcilina, sulfadimidina iv, rifampicina, octreótido, probucol, orlistat, Hypericum perforatum (hipericão, erva de S. João), troglitazona, fenobarbital e ticlopidina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Fenitoína

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que diminuem os níveis de ciclosporina: Barbituratos, carbamazepina, fenitoína, nafcilina, sulfadimidina iv, rifampicina, octreótido, probucol, orlistat, Hypericum perforatum (hipericão, erva de S. João), troglitazona, fenobarbital e ticlopidina.

Isradipina + Ciclosporina

Observações: A isradipina não parece inibir as enzimas do citocromo P450, em particular CYP3A4, numa extensão clínica significativa. A ingestão concomitante de sumo de toranja pode aumentar a biodisponibilidade da isradipina.
Interações: A farmacocinética da isradipina não é modificada pela administração concomitante de digoxina, propranolol, varfarina, hidroclorotiazida ou ciclosporina. A isradipina não afeta a farmacocinética da digoxina, varfarina, hidroclorotiazida, diclofenac, teofilina, triazolam ou ciclosporina.

Telitromicina + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Efeito do Telitromicina nos outros medicamentos: Ciclosporinas, tacrolimus, sirolimus: Devido à sua potencial inibição do CYP3A4, a telitromicina pode aumentar a concentração no sangue dos substratos CYP3A4. Assim, ao iniciar a telitromicina em doentes já a receber qualquer destes agentes imunossupressores, os níveis de ciclosporina, tacrolimus ou sirolimus devem ser cuidadosamente monitorizados e as suas doses diminuídas se necessário. Quando a telitromicina é descontinuada, os níveis de ciclosporina, tacrolimus ou sirolimus devem ser outra vez cuidadosamente monitorizados e, se necessário a dose aumentada.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Nafcilina sódica

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que diminuem os níveis de ciclosporina: Barbituratos, carbamazepina, fenitoína, nafcilina, sulfadimidina iv, rifampicina, octreótido, probucol, orlistat, Hypericum perforatum (hipericão, erva de S. João), troglitazona, fenobarbital e ticlopidina.

Ácido niflúmico + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Risco de efeitos nefrotóxicos aditivos, especialmente no doente idoso.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Celecoxib + Ciclosporina

Observações: O celecoxib é um inibidor do CYP2D6.
Interações: A administração concomitante de ciclosporina ou tacrolimus e AINE tem sido relacionada com um aumento do efeito nefrotóxico da ciclosporina e do tacrolimus. A função renal deve ser monitorizada sempre que o celecoxib for administrado com um destes fármacos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Sulfametazina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que diminuem os níveis de ciclosporina: Barbituratos, carbamazepina, fenitoína, nafcilina, sulfadimidina iv, rifampicina, octreótido, probucol, orlistat, Hypericum perforatum (hipericão, erva de S. João), troglitazona, fenobarbital e ticlopidina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Rifampicina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que diminuem os níveis de ciclosporina: Barbituratos, carbamazepina, fenitoína, nafcilina, sulfadimidina iv, rifampicina, octreótido, probucol, orlistat, Hypericum perforatum (hipericão, erva de S. João), troglitazona, fenobarbital e ticlopidina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clorotalidona + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: O tratamento concomitante com ciclosporina pode aumentar o risco de hiperuricemia e de complicações de tipo gota.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Octreotido

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que diminuem os níveis de ciclosporina: Barbituratos, carbamazepina, fenitoína, nafcilina, sulfadimidina iv, rifampicina, octreótido, probucol, orlistat, Hypericum perforatum (hipericão, erva de S. João), troglitazona, fenobarbital e ticlopidina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Probucol

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que diminuem os níveis de ciclosporina: Barbituratos, carbamazepina, fenitoína, nafcilina, sulfadimidina iv, rifampicina, octreótido, probucol, orlistat, Hypericum perforatum (hipericão, erva de S. João), troglitazona, fenobarbital e ticlopidina.

Dexibuprofeno + Ciclosporina

Observações: A informação desta secção é baseada na experiência já existente com o ibuprofeno racémico e com outros AINEs. Em geral, os AINEs devem ser usados com precaução, quando são administrados simultaneamente com outros fármacos que podem aumentar o risco de ulceração gastrointestinal, ou de hemorragia gastrointestinal, ou de insuficiência renal.
Interações: Precauções: Ciclosporina, tacrolimus, sirolimus, antibióticos aminoglicósidos: A administração concomitante com AINEs pode aumentar o risco de nefrotoxicidade, devido à síntese reduzida de prostaglandinas no rim. Durante a terapêutica combinada, a função renal deve ser cuidadosamente monitorizada, principalmente nos idosos. Medicamentos que aumentam os níveis de potássio plasmático: Os AINEs têm sido notificados por aumentarem os níveis séricos de potássio. Portanto, recomenda-se precaução durante o uso concomitante com fármacos que aumentam os níveis de potássio plasmático, tais como os diuréticos poupadores de potássio, inibidores da ECA, antagonistas dos recetores da angiotensina II, imunossupressores como a ciclosporina ou tacrolimus, timetoprim e heparinas, devendo os níveis séricos de potássio ser monitorizados.

Prucaloprida + Ciclosporina

Observações: A prucaloprida tem um baixo potencial de interação farmacocinética. É extensivamente excretada inalterada na urina (aproximadamente 60% da dose) e o metabolismo in vitro é muito lento. A prucaloprida não demonstrou inibir atividades específicas do CYP450 em estudos in vitro em microssomas de fígado humano em concentrações terapeuticamente relevantes. Embora a prucaloprida possa ser um fraco substrato para a glicoproteína - P (P - gp), não é um inibidor da P - gp em concentrações clinicamente relevantes.
Interações: O cetoconazol (200 mg duas vezes ao dia), um potente inibidor do CYP3A4 e da P - gp, aumentou a exposição sistémica à prucaloprida em cerca de 40%. Este efeito é demasiado pequeno para ser clinicamente relevante. São de esperar interações de magnitude semelhante com outros inibidores potentes da P - gp, tais como o verapamilo, a ciclosporina A e a quinidina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Orlistato

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que diminuem os níveis de ciclosporina: Barbituratos, carbamazepina, fenitoína, nafcilina, sulfadimidina iv, rifampicina, octreótido, probucol, orlistat, Hypericum perforatum (hipericão, erva de S. João), troglitazona, fenobarbital e ticlopidina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Hipericão

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que diminuem os níveis de ciclosporina: Barbituratos, carbamazepina, fenitoína, nafcilina, sulfadimidina iv, rifampicina, octreótido, probucol, orlistat, Hypericum perforatum (hipericão, erva de S. João), troglitazona, fenobarbital e ticlopidina. Outras interações: As concentrações plasmáticas ou sanguíneas de ciclosporina podem ser reduzidas pela utilização concomitante de preparações contendo Hypericum perforatum, atribuindo-se este facto à sua propriedade de induzir enzimas envolvidas na metabolização de determinados fármacos. Assim as preparações contendo H. perforatum não devem ser utilizadas simultaneamente com ciclosporina. Caso o doente já se encontre a tomar qualquer tipo de preparação contendo H. perforatum, os níveis sanguíneos de ciclosporina devem ser avaliados e suspensa a utilização de H. perforatum. Pode haver um aumento dos níveis sanguíneos de ciclosporina após a suspensão de H. perforatum, pelo que poderá ser necessário ajustar a dose de ciclosporina. O efeito de indução enzimática do H. perforatum pode persistir pelo menos durante 2 semanas após a suspensão da sua utilização.

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: Prevê-se que a administração concomitante de tenofovir alafenamida com outros medicamentos que inibem a gp-P (ex., cobicistate, ritonavir, ciclosporina) aumente a absorção e a concentração plasmática do tenofovir alafenamida. IMUNOSSUPRESSORES Ciclosporina Sirolímus Tacrolímus Tendo por base considerações teóricas, é expectável que DRV/COBI aumente as concentrações plasmáticas destes imunossupressores. (inibição do CYP3A) É esperadoquea administração concomitante de ciclosporina aumente a concentração plasmática de tenofovir alafenamida. (inibição da glicoproteína-P) É necessário realizar monitorização terapêutica do agente imunossupressor quando é efetuada uma administração concomitante com este medicamento.

Metformina + Pioglitazona + Ciclosporina

Observações: Não existem estudos formais de interação para Metformina/Pioglitazona. Os parágrafos seguintes refletem a informação disponível acerca das substâncias ativas individualmente (pioglitazona e metformina).
Interações: PIOGLITAZONA: Os estudos efetuados no ser humano não sugerem indução do citocromo indutível principal P450, 1A, 2C8/9 e 3A4. Os estudos in vitro não demonstraram uma inibição de qualquer subtipo do citocromo P450. Não se preve em interações com substâncias metabolizadas por estas enzimas como por exemplo contracetivos orais, ciclosporina, bloqueadores dos canais de cálcio e inibidores da HMG-CoA reductase.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Troglitazona

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que diminuem os níveis de ciclosporina: Barbituratos, carbamazepina, fenitoína, nafcilina, sulfadimidina iv, rifampicina, octreótido, probucol, orlistat, Hypericum perforatum (hipericão, erva de S. João), troglitazona, fenobarbital e ticlopidina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Fenobarbital

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que diminuem os níveis de ciclosporina: Barbituratos, carbamazepina, fenitoína, nafcilina, sulfadimidina iv, rifampicina, octreótido, probucol, orlistat, Hypericum perforatum (hipericão, erva de S. João), troglitazona, fenobarbital e ticlopidina.

Everolímus + Ciclosporina

Observações: O everolímus é um substrato da CYP3A4, e também é um substrato e inibidor modera do da gp-P. Por esta razão, a absorção e eliminação subsequente do everolímus pode ser influenciada por produtos que afetem a CYP3A4 e/ou a gp - P. In vitro, o everolímus é um inibidor competitivo da CYP3A4 e um inibidor misto da CYP2D6.
Interações: Inibidores moderados da CYP3A4/gp-P: Eritromicina, Imatinib, Verapamilo, Ciclosporina oral: Seja prudente quando a co-administração de inibidores moderados da CYP3A4 ou da gp-P não puder ser evitada. Se for necessário co-administrar um inibidor moderado da CYP3A4 ou da gp-P, pode ser considerada uma redução de dose para 5 mg por dia ou 2, 5 mg por dia. No entanto, não existem dados clínicos com este ajuste de dose. Devido à variabilidade entre sujeitos os ajustes de dose recomendados podem não ser ótimos para todos os indivíduos, pelo que é recomendada a monitorização atenta dos efeitos secundários. Se o inibidor moderado for interrompido, considerar um período de lavagem de pelo menos 2 a 3 dias (tempo de eliminação médio para os inibidores moderados usados mais frequentemente) antes de retomar a dose de na dose utilizada antes do início da co-administração.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Ticlopidina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que diminuem os níveis de ciclosporina: Barbituratos, carbamazepina, fenitoína, nafcilina, sulfadimidina iv, rifampicina, octreótido, probucol, orlistat, Hypericum perforatum (hipericão, erva de S. João), troglitazona, fenobarbital e ticlopidina.

Barnidipina + Ciclosporina

Observações: O perfil de interacção farmacocinética da barnidipina não foi estudado na totalidade. Estudos in vitro mostram que a barnidipina é metabolizada pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4). Não foram efectuados estudos complexos de interacção in vivo sobre o efeito de fármacos inibidores ou indutores da enzima CYP3A4 na farmacocinética da barnidipina.
Interações: Os dados in vitro mostram que a ciclosporina pode inibir o metabolismo da barnidipina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Macrólidos

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Doxorrubicina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A doxorrubicina é sujeita a metabolismo através do Citocromo P450 (CYP450) e é um substrato do transportador Pgp (glicoproteína P). A administração concomitante de inibidores do CYP450 e/ou da Pgp pode produzir um aumento das concentrações plasmáticas de doxorrubicina e, consequentemente, um aumento da toxicidade. Inversamente, a administração concomitante de indutores do CYP450, como a rifampicina e barbitúricos, pode diminuir as concentrações plasmáticas de doxorrubicina e diminuir a sua eficácia. A ciclosporina, um inibidor da CYP3A4 e da Pgp, aumentou a AUC da doxorrubicina e do doxorrubicinol respectivamente em 55% e 350%. A associação pode exigir um ajuste da dose.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Eritromicina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenbufeno + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A toma concomitante de AINE e ciclosporina resulta numa elevação dos níveis séricos deste fármaco, com consequente aumento da sua toxicidade, nomeadamente nefrotoxicidade. A deterioração da função renal é habitualmente reversível com a descontinuação do AINE. Os níveis séricos da ciclosporina devem ser monitorizados, com ajuste da dose se necessário, e pesquisados sinais ou sintomas de toxicidade.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Claritromicina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina.

Bosentano + Ciclosporina

Observações: Bosentano é um indutor dos isoenzimas do citocromo P450 (CYP), CYP2C9 e CYP3A4. Dados in vitro sugerem também a indução de CYP2C19. Consequentemente, as concentrações plasmáticas das substâncias metabolizadas por estes isoenzimas estarão diminuídas com a administração concomitante de Bosentano. Deve ser considerada a possibilidade de uma alteração na eficácia dos medicamentos metabolizados por estes isoenzimas. A posologia destes produtos poderá ter de ser ajustada após o início do tratamento, uma alteração da dose de Bosentano ou interrupção do tratamento concomitante de Bosentano. Bosentano é metabolizado por CYP2C9 e CYP3A4. A inibição destes isoenzimas pode aumentar a concentração plasmática de bosentano.
Interações: A administração concomitante de Bosentano e ciclosporina A (um inibidor da calcineurina) está contraindicada. De facto, quando se fez a administração concomitante destes dois fármacos, os mais baixos níveis iniciais de concentração de bosentano foram aproximadamente 30 vezes mais elevados dos que os que se haviam registado após a administração de apenas bosentano. No estado estacionário, as concentrações plasmáticas de bosentano foram 3 a 4 vezes mais elevadas do que as que se registaram com a administração de apenas bosentano. O mecanismo desta interação é, muito possivelmente, a inibição pela ciclosporina do transporte de captação de bosentano mediado por proteínas para os hepatócitos. As concentrações plasmáticas de ciclosporina A (um substrato de CYP3A4) diminuíram em cerca de 50%. Isto será, muito possivelmente, devido à indução do CYP3A4 pelo bosentano.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Cetoconazol

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina.

Melagatrano + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Um estudo de interacção medicamentosa revelou um aumento da AUC (82%) e da Cmax (74%) de Melagatrano após a administração oral de ximelagatran (profármaco de melagatrano) e eritromicina pelo que é possível que se verifique um aumento do risco de hemorragia em caso de utilização concomitante destes fármacos. O mecanismo desta interacção pode envolver a inibição de proteínas de transporte, possivelmente a glicoproteína P (P-gp). Por conseguinte, existe um potencial para interações farmacocinéticas com inibidores da P-gp (ex.: eritromicina, azitromicina, claritromicina, ciclosporina) que eventualmente conduzam a um aumento da exposição ao melagatran, e indutores da P-gp (ex.: rifampicina) que eventualmente conduzam a uma diminuição da exposição ao melagatrano. Recomenda-se monitorização clínica cuidadosa (despiste de sinais de hemorragia e/ou anemia) quando estes fármacos são co-administrados com ximelagatran. A utilização concomitante de melagatrano com antagonistas da vitamina K, heparinas não fraccionadas e HBPM não foi avaliada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Fluconazol

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina.

Niraparib + Ciclosporina

Observações: Os estudos clínicos só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de niraparib sobre outros medicamentos Inibição de CYP (CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4) Nem niraparib nem M1 são inibidores de enzimas CYP metabolizantes de substâncias ativas, designadamente CYP1A1/2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4/5. Embora não seja de esperar uma inibição da CYP3A4 no fígado, o potencial para inibir CYP3A4 ao nível intestinal não foi estabelecido em concentrações relevantes de niraparib. Portanto, recomenda-se precaução quando niraparib é combinado com substâncias ativas cujo metabolismo depende de CYP3A4 e, em particular, aquelas com uma margem terapêutica estreita (por exemplo, ciclosporina, tacrolímus, alfentanilo, ergotamina, pimozida, quetiapina e halofantrina).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rifabutina + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: As doses múltiplas de rifabutina têm vindo a ser associadas à indução das enzimas metabólicas hepáticas da subfamília CYP450 IIIA. O principal metabolito da rifabutina (25-desacetil rifabutina; LM 565) também pode contribuir para este efeito. A indução metabólica provocada pela rifabutina vai produzir provavelmente uma diminuição dos níveis circulantes dos fármacos administrados concomitantemente (em particular os metabolizados pela via do CYP450 IIIA). Dados cinéticos sugerem que a indução enzimática originada pela rifabutina é completa ao fim de 5 dias e é independente da dose no intervalo de dose 300 a 600 mg. Do mesmo modo, fármacos administrados concomitantemente que inibam competitivamente a atividade do CYP450 IIIA podem aumentar os níveis circulantes de rifabutina. De modo similar, a Rifabutina pode reduzir a atividade de analgésicos, anticoagulantes, corticosteroides, ciclosporina, digitálicos (embora não a digoxina), dapsona, hipoglicemiantes orais, analgésicos narcóticos, fenitoina e quinidina. Com base nas considerações metabólicas acima referidas não são esperadas interações significativas com o etambutol, teofilina, sulfonamidas, pirazinamida e zalcitabina (DDC).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Candesartan + Hidroclorotiazida + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: O tratamento concomitante com ciclosporina pode aumentar o risco de hiperuricemia e complicações associadas à gota.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Itraconazol

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina.

Fluvastatina + Ciclosporina

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Ciclosporina: Estudos em doentes transplantados renais indicam que a biodisponibilidade da fluvastatina (até 40 mg/dia) não está aumentada num grau clinicamente significativo em doentes sob regimes estáveis de ciclosporina. Os resultados de outro estudo em que foram administrados 80 mg de fluvastatina a doentes transplantados renais que estavam a ser tratados com um regime estável de ciclosporina mostraram que a exposição (AUC) à fluvastatina e a concentração máxima (Cmáx) estavam aumentadas 2 vezes em comparação com dados históricos em indivíduos saudáveis. Embora estes aumentos dos níveis de fluvastatina não fossem clinicamente significativos, esta associação deverá ser utilizada com precaução. O início e a manutenção da terapêutica com fluvastatina deverão ser efectuados numa dose tão baixa quanto possível quando o tratamento for efectuado em associação com ciclosporina. A fluvastatina (40 mg e 80 mg) não teve qualquer efeito na biodisponibilidade da ciclosporina quando co-administrada. Itraconazol e eritromicina: A administração concomitante de fluvastatina com os potentes inibidores do citocromo P450 (CYP) 3A4 itraconazol e eritromicina tem efeitos mínimos na biodisponibilidade da fluvastatina. Dado o envolvimento mínimo desta enzima no metabolismo da fluvastatina, pensa-se que é improvável que outros inibidores do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, ciclosporina) afectem a biodisponibilidade da fluvastatina.

Ramipril + Amlodipina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Associadas ao ramipril Precauções de utilização Sais de potássio, heparina, diuréticos poupadores de potássio e outras substâncias ativas que aumentam o potássio plasmático (incluindo antagonistas da Angiotensina II, trimetoprim, tacrolimus, ciclosporina): Pode ocorrer hipercaliemia, sendo, por conseguinte, necessário efetuar uma monitorização cuidadosa dos níveis de potássio séricos. Associadas à amlodipina Efeitos da amlodipina sobre outros medicamentos Ciclosporina: Não foram conduzidos estudos de interação com ciclosporina e amlodipina em voluntários saudáveis ou outras populações com a exceção de doentes submetidos a transplante renal, onde se observou um aumento da concentração de ciclosporina (média 0%-40%). Aconselha-se a monitorização dos níveis de ciclosporina em doentes submetidos a transplante renal que estejam a tomar amlodipina, e se necessário reduzir doses de ciclosporina.

Tocilizumab + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Ao iniciar ou interromper tratamento com tocilizumab, os doentes que tomam medicamentos ajustados individualmente e metabolizados via CYP450 3A 4, 1A2 ou 2C9 (por exemplo atorvastatina, bloqueadores dos canais de cálcio, teofilina, varfarina, fenprocoumon, fenitoína, ciclosporina ou benzodiazepinas) devem ser monitorizados, pois pode haver necessidade de aumento de doses para manter o efeito terapêutico. Dada a longa semi-vida (t 1/2 ) de eliminação, o efeito de tocilizumab na atividade enzimática do CYP450 pode persistir durante várias semanas após a interrupção da terapêutica.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Diltiazem

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina.

Perindopril + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Alguns medicamentos ou classes terapêuticas podem aumentar a ocorrência de hipercaliemia: aliscireno, sais de potássio, diuréticos poupadores de potássio, IECAs, antagonistas dos recetores da angiotensina II, AINEs, heparinas, medicamentos imunossupressores tal como ciclosporina ou tacrolímus, trimetoprim. A associação destes medicamentos aumenta o risco de hipercaliemia.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Nicardipina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Verapamilo

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lomefloxacina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Não foram realizados estudos de interacção da Lomefloxacina com a cimetidina e a ciclosporina, no entanto, na sequência da administração simultânea de outras quinolonas e de ciclosporina observou-se um aumento da concentração sérica da ciclosporina. Sendo assim, a concentração de ciclosporina deverá ser monitorizada e, se necessário, proceder a ajustes de posologia aquando da terapêutica concomitante de Lemofloxacina e ciclosporina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Metoclopramida

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina.

Macitentano + Ciclosporina

Observações: Estudos in vitro: As enzimas do citocromo P450 CYP3A4, CYP2C8, CYP2C9 e CYP2C19 estão envolvidas no metabolismo do macitentano e na formação dos seus metabolitos. Macitentano e o seu metabolito ativo não têm efeitos inibitórios ou indutores clinicamente relevantes nas enzimas do citocromo P450. Macitentano e o seu metabolito ativo não inibem os transportadores de captação hepáticos ou renais em concentrações clinicamente relevantes, incluindo os polipétidos transportadores de aniões orgânicos (OATP1B1 e OATP1B3). Macitentano e o seu metabolito ativo não são substratos relevantes de OATP1B1 e OATP1B3, mas entram no fígado por difusão passiva. Macitentano e o seu metabolito ativo não são inibidores das bombas de efluxo hepáticas ou renais em concentrações clinicamente relevantes, incluindo a proteína de multirresistência a fármacos ou p - glicoproteína (P - gp, MDR - 1) e transportadores de extrusão de múltiplos fármacos e toxinas (MATE1 e MATE2 - K). Macitentano inibe a proteína de resistência do cancro de mama (BCRP) em concentrações intestinais clinicamente relevantes. Macitentano não é um substrato para P - gp/MDR - 1. Em concentrações clinicamente relevantes, o macitentano e o seu metabolito ativo não interagem com proteínas envolvidas no transporte hepático de sais biliares, por ex., a bomba de saída de sais biliares (BSEP) e o polipéptido sódio - dependente cotransportador de taurocolato (NTCP). Estudos in vivo: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Ciclosporina A: O tratamento concomitante de ciclosporina A 100 mg duas vezes por dia, um inibidor combinado de CYP3A4 e OATP, não alterou a exposição no estado estacionário de macitentano e do seu metabolito ativo numa extensão clinicamente relevante.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Contracetivos orais

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Danazol

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ambrisentano + Ciclosporina

Observações: O ambrisentano não inibe ou induz as enzimas metabolizadoras de fármacos de fase I ou II em concentrações clinicamente relevantes nos estudos não clínicos in vitro e in vivo, sugerindo um baixo potencial do ambrisentano para alterar o perfil dos fármacos metabolizados por estas vias. O potencial do ambrisentano para induzir a atividade CYP3A4 foi explorado em voluntários saudáveis com resultados que sugerem uma ausência de efeito indutor do ambrisentano na isoenzima CYP3A4.
Interações: Ciclosporina A: A coadministração em estado estacionário de ambrisentano e ciclosporina A resultou num aumento de 2 vezes da exposição do ambrisentano em voluntários saudáveis. Isto pode dever-se à inibição pela ciclosporina A dos transportadores e enzimas metabólicas envolvidas na farmacocinética do ambrisentano. Consequentemente, a dose de ambrisentano deve ser limitada a 5 mg uma vez por dia quando coadministrado com ciclosporina A. Doses múltiplas de ambrisentano não tiveram efeito na exposição da ciclosporina A e não se justifica nenhum ajuste da dose da ciclosporina A.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Metilprednisolona

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Alopurinol

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina.

Eluxadolina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do OATP1B1: A coadministração de inibidores do OATP1B1 (ciclosporina, gemfibrozil, antirretrovirais (atazanavir, lopinavir, ritonavir, saquinavir, tipranavir), rifampicina) com eluxadolina pode aumentar a exposição à eluxadolina. A eluxadolina não deve ser administrada concomitantemente com tais medicamentos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Hidroclorotiazida + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: HIDROCLOROTIAZIDA: Quando administrados concomitantemente, os seguintes fármacos podem interferir com os medicamentos diuréticos tiazídicos. Ciclosporina: O tratamento concomitante com ciclosporina pode aumentar o risco de hiperuricémia e de complicações relacionadas com gota.

Trabectedina + Ciclosporina

Observações: Só foram realizados estudos de interação em adultos.
Interações: Os dados pré-clínicos demonstraram que a trabectedina é um substrato para a glicoproteína P (P-gp). A administração concomitante de inibidores da P-gp, por ex. ciclosporina e verapamilo, poderá alterar a distribuição e/ou eliminação de trabectedina. Não foi estabelecida a relevância desta interação, por ex. toxicidade para o sistema nervoso central (SNC). Deve te-se cuidado em situações deste tipo.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Amiodarona

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina.

Atorvastatina + Perindopril + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com este medicamento e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina e perindopril separadamente. Os dados de estudos clínicos demonstram que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através da utilização combinada de IECAs, antagonistas dos recetores da angiotensina II ou aliscireno está associado ao aumento da frequência de eventos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia, diminuição da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) comparativamente com a utilização de um único medicamento que atua no SRAA.
Interações: Medicamentos que induzem hipercaliemia Alguns medicamentos ou classes terapêuticas podem aumentar a ocorrência de hipercaliemia: aliscireno, sais de potássio, diuréticos poupadores de potássio, IECAs, antagonistas dos recetores da angiotensina-II, AINEs, heparinas, imunossupressores, tais como a ciclosporina ou tacrolímus, trimetoprim. A associação de Atorvastatina + Perindopril com estes medicamentos aumenta o risco de hipercaliemia. Utilização concomitante não recomendada: Atorvastatina Inibidores potentes do CYP3A4 A atorvastatina é metabolizada pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4) e é substrato para proteínas de transporte por exemplo, o transportador de captação hepático OATP1B1. A administração concomitante de medicamentos que sejam inibidores do CYP3A4 ou de proteínas de transporte pode originar um aumento da concentração plasmática de atorvastatina e aumentar o risco de miopatia. O risco também poderá estar aumentado quando há administração concomitante de atorvastatina com outros medicamentos que têm um potencial elevado para induzir a miopatia, como os derivados do ácido fíbrico e ezetimiba. Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) com Atorvastatina + Perindopril deve ser evitada, se possível. Nos casos em que a administração concomitante destes medicamentos com Atorvastatina + Perindopril não pode ser evitada, devem ser consideradas as doses mais baixas de atorvastatina no Atorvastatina + Perindopril e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes. Utilização concomitante que requer cuidados especiais: Atorvastatina Inibidores das proteínas de transporte Os inibidores das proteínas de transporte (por exemplo ciclosporina) podem aumentar a exposição sistémica da atorvastatina. O efeito da inibição dos transportadores de captação hepáticos nas concentrações da atorvastatina nos hepatócitos é desconhecido. Se a administração concomitante não puder ser evitada, recomenda-se a redução da dose e a monitorização da eficácia clínica.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Ácido cólico

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina.

Cloreto de potássio + Glucose + Ciclosporina

Observações: Não são conhecidas outras interações medicamentosas farmacológicas clinicamente relevantes.
Interações: Deve ter-se cuidado com a utilização concomitante de fármacos que contenham potássio e fármacos com o potencial para induzir uma hipercaliémia, tais como: - diuréticos poupadores de potássio, p.ex. espironolactona, triamtereno - inibidores da ECA antagonistas dos recetores da angiotensina II - tacrolímus - ciclosporina - suxametónio
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Benazepril + Hidroclorotiazida + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Ciclosporina: Possível aumento do risco de hiperuricemia.

Ciclosporina + Colquicina (colchicina)

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina. A ciclosporina pode igualmente reduzir a depuração da digoxina, colchicina, lovastatina, pravastatina, sinvastatina e prednisolona, causando por isso toxicidade da digoxina ou aumentando o potencial da colchicina, lovastatina, pravastatina e sinvastatina para induzir toxicidade muscular, incluindo dor e fraqueza muscular, miosite e ocasionalmente rabdomiólise. Se forem usadas digoxina, colchicina, lovastatina, pravastatina ou sinvastatina concomitantemente com a ciclosporina, é necessária uma cuidadosa observação clínica de modo a permitir a detecção precoce de manifestações tóxicas do fármaco, seguida pela redução da sua dose ou descontinuação.

Fingolimod + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas de fingolimod com outras substâncias: É pouco provável que fingolimod interaja com substâncias eliminadas maioritariamente pelas enzimas do CYP450 ou por substratos das proteínas transportadoras principais. A administração concomitante de fingolimod com ciclosporina não alterou a exposição da ciclosporina ou do fingolimod. Portanto, não é expectável que fingolimod altere a farmacocinética de medicamentos que são substratos do CYP3A4. A administração concomitante de fingolimod com contracetivos orais (etinilestradiol e levonorgestrel) não alterou a exposição dos contracetivos orais. Não foram efetuados estudos de interação com contracetivos orais contendo outros progestagéneos, porém não é esperado um efeito do fingolimod na sua exposição.

Tocofersolano + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos de interação.
Interações: Devido à inibição do transportador P - Glicoproteína, o tocofersolano pode também reforçar a absorção intestinal de outras vitaminas lipossolúveis concomitantes (A, D, E, K) ou de outros medicamentos altamente lipofílicos (como esteróides, antibióticos, antihistamínicos, a ciclosporina, o tacrolimus). Por conseguinte, há que efetuar a devida monitorização e, quando necessário, ajustar a dose.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Bromocriptina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, contracetivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina.

Naproxeno + Esomeprazol + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Utilização concomitante com precaução: Ciclosporina: Como acontece com todos os AINEs, recomenda-se precaução quando a ciclosporina é administrada concomitantemente devido ao aumento do risco de nefrotoxicidade.

Tretinoína (ou Ácido retinóico) + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Uma vez que a tretinoína é metabolizada pelo sistema P450 hepático, existe a possibilidade de alteração dos parâmetros farmacocinéticos nos doentes a receber concomitantemente medicamentos indutores ou inibidores deste sistema. Os medicamentos que habitualmente induzem as enzimas P450 hepáticas são rifampicina, glucocorticoides, fenobarbital e pentobarbital. Os medicamentos que habitualmente inibem as enzimas P450 hepáticas são cetoconazol, cimetidina, eritromicina, verapamil, diltiazem e ciclosporina. Não existem dados que sugiram que a utilização concomitante destes medicamentos aumente ou diminua quer a eficácia quer a toxicidade da tretinoína.

Ciclosporina + Aminoglicosídeos

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Outras interações medicamentosas relevantes: Deve ser tomada precaução quando se utiliza ciclosporina juntamente com outros fármacos que exibem sinergia nefrotóxica, amiglicosídeos (incluindo gentamicina, tobramicina), anfotericina B, ciprofloxacina, vancomicina, trimetoprim (+sulfametaxazol), anti-inflamatórios não esteróides (incluindo diclofenac, naproxeno, sulindac), melfalam.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fosfato monopotássico + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Diuréticos poupadores de potássio, antagonistas da aldosterona, inibidores da ECA, tacrolímus, ciclosporinas, anti-inflamatórios não esteroides, analgésicos periféricos e heparinas usadas durante longos períodos: Estes medicamentos reduzem a excreção renal de potássio. A administração simultânea de potássio com estes medicamentos pode resultar em hipercaliemia grave.

Basiliximab + Ciclosporina

Observações: Dado que basiliximab é uma imunoglobulina, não é previsível a ocorrência de nenhuma interacção metabólica entre fármacos.
Interações: Nos ensaios clínicos, além da ciclosporina para microemulsão, esteróides, azatioprina e micofenolato de mofetil, foram administrados concomitantemente outros medicamentos usados habitualmente na transplantação de órgãos, sem qualquer aumento de reacções adversas. Estes medicamentos utilizados concomitantemente incluem medicamentos antivíricos sistémicos, antibacterianos e antimicóticos, analgésicos, antihipertensores tais como agentes beta-bloqueantes ou bloqueadores dos canais de cálcio e diuréticos. Foram notificadas respostas anticorpo anti-murino humano (HAMA) num ensaio clínico com 172 doentes tratados com basiliximab, sem valor predizível para a tolerabilidade clínica. A incidência foi de 2/138 em doentes não expostos ao muromonab - CD3 (OKT3), e de 4/34 em doentes tratados concomitantemente com muromonab - CD3. A utilização de basiliximab não impede o tratamento subsequente com preparações de anticorpos anti-linfocitários de murino. Nos estudos de fase III originais durante os primeiros 3 meses pós-transplantação, 14% dos doentes no grupo de basiliximab e 27% de doentes no grupo do placebo tiveram um episódio de rejeição aguda tratado com terapêutica de anticorpos (OKT 3 ou globulina antitimócito /globulina antilinfócito ( ATG/ALG ) ), sem aumento dos acontecimentos adversos ou das infecções no grupo de basiliximab quando comparado com o do placebo. A depuração total de basiliximab do organismo foi reduzida por uma média de 22% quando a azatioprina foi adicionada ao regime consistindo em ciclosporina para microemulsão e corticosteróides. A depuração total de basiliximab do organismo foi reduzida por uma média de 51% quando o micofenolato de mofetil foi adicionado ao regime consistindo em ciclosporina para microemulsão e corticosteróides.

Ciclosporina + Gentamicina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Outras interações medicamentosas relevantes: Deve ser tomada precaução quando se utiliza ciclosporina juntamente com outros fármacos que exibem sinergia nefrotóxica, amiglicosídeos (incluindo gentamicina, tobramicina), anfotericina B, ciprofloxacina, vancomicina, trimetoprim (+sulfametaxazol), anti-inflamatórios não esteróides (incluindo diclofenac, naproxeno, sulindac), melfalam.

Dabrafenib + Ciclosporina

Observações: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de dabrafenib noutros medicamentos: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Num estudo clínico de interação medicamentosa, a Cmax e AUC do midazolam oral (um substrato do CYP3A4) diminuiu 61% e 74% respetivamente com a coadministração de doses repetidas de dabrafenib utilizando uma formulação com uma biodisponibilidade mais baixa do que a formulação de dabrafenib. A administração de 150 mg de dabrafenib duas vezes por dia e varfarina resultou numa diminuição da AUC de S-e R-varfarina em 37% e 33% em comparação com a administração de varfarina em monoterapia. A Cmax de S-e R-varfarina aumentou 18% e 19%. São esperadas interações com muitos medicamentos eliminados através do metabolismo ou transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico for de grande importância para o doente, e os ajustes posológicos não forem facilmente realizáveis com base na monitorização da eficácia ou concentrações plasmáticas, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. Suspeita-se que o risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é superior nos doentes tratados concomitantemente com indutores enzimáticos. Espera-se que o número de medicamentos afetados seja grande; embora a magnitude da interação possa variar. Os grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não estão limitados a: - Analgésicos (por ex. fentanilo, metadona) - Antibióticos (por ex., claritromicina, doxiciclina) - Agentes anticancerígenos (por ex., cabazitaxel) - Anticoagulantes (por ex. acenocumarol, varfarina) - Antiepiléticos (por ex., carbamazepina, fenitoína, primidona, ácido valpróico) - Antipsicóticos (por ex., haloperidol) - Bloqueadores dos canais de cálcio (por ex., diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) - Glicosidos cardíacos (por ex., digoxina) - Corticosteroides (por ex., dexametasona, metilprednisolona) - Antivíricos para o VIH (por ex., amprenavir, atazanavir, darunavir, delavirdina, efavirenz, fosamprenavir, indinavir, lopinavir, nelfinavir, saquinavir, tipranavir) - Contracetivos hormonais - Hipnóticos (por ex., diazepam, midazolam, zolpidem) - Imunossupressores (por ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolímus) - Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (por ex., atorvastatina, sinvastatina) É provável que o início da indução ocorra após 3 dias de administração repetida com dabrafenib. Aquando da descontinuação de dabrafenib, o equilibro da indução é gradual, as concentrações dos CYP3A4, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9 e CYP2C19, UDP-glucuronosil transferases (UGT) e substratos transportadores podem aumentar e os doentes devem ser monitorizados para toxicidade e a posologia destes agentes pode necessitar de ser ajustada. In vitro, o dabrafenib é um inibidor do mecanismo do CYP3A4. Como tal, a inibição transitória do CYP3A4 pode ser vista durante os primeiros dias do tratamento.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bendamustina + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos de interacção in vivo. Qualquer tratamento que reduza a capacidade de desempenho do doente ou afecte o funcionamento da medula óssea pode aumentar a toxicidade de Bendamustina. O metabolismo da bendamustina envolve a isoenzima 1A2 do citocromo P450 (CYP).
Interações: A associação de Bendamustina com ciclosporina ou tacrolimus pode resultar numa imunossupressão excessiva, com risco de linfoproliferação.

Ciclosporina + Tobramicina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Outras interações medicamentosas relevantes: Deve ser tomada precaução quando se utiliza ciclosporina juntamente com outros fármacos que exibem sinergia nefrotóxica, amiglicosídeos (incluindo gentamicina, tobramicina), anfotericina B, ciprofloxacina, vancomicina, trimetoprim (+sulfametaxazol), anti-inflamatórios não esteróides (incluindo diclofenac, naproxeno, sulindac), melfalam.

Ciclosporina + Anfotericina B

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Outras interações medicamentosas relevantes: Deve ser tomada precaução quando se utiliza ciclosporina juntamente com outros fármacos que exibem sinergia nefrotóxica, amiglicosídeos (incluindo gentamicina, tobramicina), anfotericina B, ciprofloxacina, vancomicina, trimetoprim (+sulfametaxazol), anti-inflamatórios não esteróides (incluindo diclofenac, naproxeno, sulindac), melfalam.

Mifamurtida + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante de mifamurtida e ciclosporina ou outros inibidores da calcineurina é contraindicado devido ao seu efeito hipotético sobre os macrófagos esplénicos e o sistema fagocítico mononuclear.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Primidona + Ciclosporina

Observações: Tanto a primidona como o seu principal metabolito, o fenobarbital, induzem a actividade enzimática hepática, principalmente o sistema enzimático CYP4503A4. Isto pode provocar alterações na farmacocinética de fármacos administrados simultaneamente.
Interações: Os fármacos cujo metabolismo possa ser aumentado e levar a uma diminuição da concentração plasmática e/ou diminuição do tempo de semi-vida, devido a uma terapêutica concomitante são: Androgéneos, beta-antagonistas, carbamazepina, ciclosporina, clonazepam, cloranfenicol, corticosteróides/glucocorticóides, ciclofosfamida, dicumarinas, digitoxina, doxiciclina, etosuxamida, etoposido, felbamato, granissetrom, lamotrigina, losartan, metadona, metronidazol, mianserina, Montelucaste, nelfinavir, nimodipina, contracetivos orais, oxcarbazepina, fentoína, quinidina, rocurónio, valproato de sódio, tiagabina, teofilinas, topiramato, antidepressores tricíclicos, vecurónio, varfarina e zonisamida.

Ciclosporina + Ciprofloxacina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Outras interações medicamentosas relevantes: Deve ser tomada precaução quando se utiliza ciclosporina juntamente com outros fármacos que exibem sinergia nefrotóxica, amiglicosídeos (incluindo gentamicina, tobramicina), anfotericina B, ciprofloxacina, vancomicina, trimetoprim (+sulfametaxazol), anti-inflamatórios não esteróides (incluindo diclofenac, naproxeno, sulindac), melfalam.
 Sem significado Clínico

Sitagliptina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros medicamentos na sitagliptina: Ciclosporina: Foi realizado um estudo para avaliar o efeito da ciclosporina, um inibidor potente da glicoproteína-p, na farmacocinética da sitagliptina. A administração concomitante de uma dose oral única de 100 mg de sitagliptina e de uma dose oral única de 600 mg de ciclosporina aumentou a AUC e a Cmax da sitagliptina em, aproximadamente, 29% e 68%, respetivamente. Estas alterações na farmacocinética da sitagliptina não foram consideradas clinicamente significativas. A clearance renal da sitagliptina não foi alterada de forma significativa. Logo, não serão de esperar interações significativas com outros inibidores da glicoproteína-p.

Ciclosporina + Vancomicina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Outras interações medicamentosas relevantes: Deve ser tomada precaução quando se utiliza ciclosporina juntamente com outros fármacos que exibem sinergia nefrotóxica, amiglicosídeos (incluindo gentamicina, tobramicina), anfotericina B, ciprofloxacina, vancomicina, trimetoprim (+sulfametaxazol), anti-inflamatórios não esteróides (incluindo diclofenac, naproxeno, sulindac), melfalam.

Colessevelam + Ciclosporina

Observações: O Colessevelam pode afetar a biodisponibilidade de outros medicamentos. Por conseguinte, quando não é possível excluir a ocorrência de uma interação medicamentosa com um medicamento administrado concomitantemente para o qual seriam clinicam ente importantes pequenas variações no nível terapêutico, Colessevelam deve ser administrado pelo menos quatro horas antes ou pelo menos quatro horas após a administração da medicação concomitante para minimizar o risco de redução da absorção dessa medicação. Para medicamentos concomitantes que exijam administração através de doses divididas, deve referir-se que a dose necessária de Colessevelam pode ser tomada uma vez por dia. Quando são administrados medicamentos nos quais as alterações nos níveis sanguíneos podem ter um impacto clinicamente significativo na segurança ou na eficácia, os médicos devem considerar a monitorização dos respetivos níveis séricos ou dos efeitos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Num estudo de interação em voluntários saudáveis, a administração concomitante de Colessevelam e ciclosporina reduziu significativamente a AUC 0-inf e Cmax da ciclosporina em 34% e 44%, respetivamente. Por esse motivo aconselha-se a monitorização cuidadosa das concentrações sanguíneas de ciclosporina. Adicionalmente, com base em fundamentos teóricos, o Colessevelam deve ser administrado pelo menos 4 horas depois da ciclosporina para minimizar ainda mais os riscos relacionados com a administração concomitante de ciclosporina e Colessevelam. Além disso, o Colessevelam deve ser sempre administrado consistentemente à mesma hora visto que o momento de ingestão de Colessevelam e de ciclosporina pode, teoricamente, influenciar o grau de redução da biodisponibilida da ciclosporina.

Enalapril + Lercanidipina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: MALEATO DE ENALAPRIL: Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina- angiotensina-aldosterona (SRAA) através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos recetores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com ação no SRAA. Algumas substâncias ativas ou classes terapêuticas podem favorecer o desenvolvimento de hipercaliemia: Sais de potássio, diuréticos poupadores de potássio, inibidores da ECA, inibidores da angiotensina II, anti-inflamatórios não esteroides, heparinas (baixo peso molecular ou não fracionadas), ciclosporina, tacrolimus, trimetoprim. A ocorrência de hipercaliemia pode depender da existência de fatores de risco associados. O risco é aumentado em combinação com os medicamentos acima referidos. Associações que necessitam de precauções de utilização: Ciclosporina: A ciclosporina aumenta o risco de hipercaliemia com os inibidores da ECA. LERCANIDIPINA: Associações contraindicadas: Ciclosporina: A ciclosporina e a lercanidipina não devem ser administradas conjuntamente. Foram observados aumentos dos níveis plasmáticos da lercanidipina e ciclosporina após administração concomitante. Um estudo com voluntários jovens saudáveis mostrou que, quando a ciclosporina foi administrada 3 horas após a toma de lercanidipina, os níveis plasmáticos de lercanidipina não sofreram alteração, enquanto a AUC da ciclosporina aumentou 27%. Contudo, a coadministração de lercanidipina com ciclosporina provocou um aumento de 3 vezes nos níveis plasmáticos de lercanidipina e um aumento de 21% na AUC da ciclosporina.

Pitavastatina + Ciclosporina

Observações: A pitavastatina é activamente transportada para os hepatócitos humanos por diversos transportadores hepáticos (incluindo transportadores orgânicos aniónicos polipeptídicos (OATP)), os quais podem estar envolvidos nas seguintes interações. Estudos de interacção com o sumo de toranja, inibidor conhecido do CYP3A4, não tive qualquer efeito clinicamente significativo nas concentrações plasmáticas de pitavastatina.
Interações: A administração concomitante de uma dose única de ciclosporina com pitavastatina, no estado estacionário, resultou num aumento de 4,6 vezes da área sob a curva (AUC) da pitavastatina. Desconhece-se o efeito da ciclosporina no estado estacionário, nos níveis de pitavastatina, também no estado estacionário. Pitavastatina é contraindicada em doentes em tratamento com ciclosporina.

Ciclosporina + Sulfametoxazol + Trimetoprim (Cotrimoxazol)

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Outras interações medicamentosas relevantes: Deve ser tomada precaução quando se utiliza ciclosporina juntamente com outros fármacos que exibem sinergia nefrotóxica, amiglicosídeos (incluindo gentamicina, tobramicina), anfotericina B, ciprofloxacina, vancomicina, trimetoprim (+sulfametaxazol), anti-inflamatórios não esteróides (incluindo diclofenac, naproxeno, sulindac), melfalam.

Voriconazol + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Imunossupressores: [substratos do CYP3A4] Ciclosporina (em indivíduos transplantados renais estáveis em terapia crónica com ciclosporina) Quando se inicia o voriconazol em doentes sob terapêutica com ciclosporina, recomenda-se a redução da dose da ciclosporina para metade e a monitorização cuidadosa dos seus níveis. Níveis de ciclosporina aumentados foram associados a nefrotoxicidade. Quando o voriconazol é descontinuado, os níveis de ciclosporina devem ser cuidadosamente monitorizados e a dose aumentada, se necessário.

Ciclosporina + Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Outras interações medicamentosas relevantes: Deve ser tomada precaução quando se utiliza ciclosporina juntamente com outros fármacos que exibem sinergia nefrotóxica, amiglicosídeos (incluindo gentamicina, tobramicina), anfotericina B, ciprofloxacina, vancomicina, trimetoprim (+sulfametaxazol), anti-inflamatórios não esteróides (incluindo diclofenac, naproxeno, sulindac), melfalam. Os anti-inflamatórios não esteróides que se sabe sofrerem um forte metabolismo de primeira passagem (por ex: diclofenac) devem ser administrados em doses inferiores aquelas que seriam usadas em doentes não tratados com ciclosporina.

Ciclosporina + Diclofenac

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Outras interações medicamentosas relevantes: Deve ser tomada precaução quando se utiliza ciclosporina juntamente com outros fármacos que exibem sinergia nefrotóxica, amiglicosídeos (incluindo gentamicina, tobramicina), anfotericina B, ciprofloxacina, vancomicina, trimetoprim (+sulfametaxazol), anti-inflamatórios não esteróides (incluindo diclofenac, naproxeno, sulindac), melfalam. Os anti-inflamatórios não esteróides que se sabe sofrerem um forte metabolismo de primeira passagem (por ex: diclofenac) devem ser administrados em doses inferiores aquelas que seriam usadas em doentes não tratados com ciclosporina. Verificou-se que o uso concomitante de diclofenac resulta num aumento significativo na biodisponibilidade do diclofenac, com a possível consequência de insuficiência renal reversível. O aumento da biodisponibilidade do diclofenac é mais provavelmente causado por uma redução do seu elevado efeito de primeira passagem.

Glecaprevir + Pibrentasvir + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar Glecaprevir / Pibrentasvir Glecaprevir e pibrentasvir são substratos dos transportadores de efluxo gp-P e/ou BCRP. Glecaprevir é também um substrato dos transportadores de captação hepática OATP1B1/3. A coadministração de Glecaprevir / Pibrentasvir com medicamentos que inibem a gp-P e a BCRP (por exemplo ciclosporina, cobicistate, dronedarona, itraconazol, cetoconazol, ritonavir) pode retardar a eliminação de glecaprevir e pibrentasvir e assim aumentar a exposição ao plasma dos antivirais. Medicamentos que inibam OATP1B1/3 (por exemplo elvitegravir, ciclosporina, darunavir, lopinavir) aumentam as concentrações sistémicas de glecaprevir. IMUNOSSUPRESSORES Ciclosporina 100 mg dose única Ciclosporina 400 mg dose única Não é recomendada a utilização de Glecaprevir / Pibrentasvir em doentes que necessitam de doses estáveis de ciclosporina > 100 mg por dia. Se a combinação for inevitável, a utilização pode ser considerada se o benefício superar o risco com uma estreita monitorização clínica.

Ciclosporina + Naproxeno

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Outras interações medicamentosas relevantes: Deve ser tomada precaução quando se utiliza ciclosporina juntamente com outros fármacos que exibem sinergia nefrotóxica, amiglicosídeos (incluindo gentamicina, tobramicina), anfotericina B, ciprofloxacina, vancomicina, trimetoprim (+sulfametaxazol), anti-inflamatórios não esteróides (incluindo diclofenac, naproxeno, sulindac), melfalam.

Ciproterona + Etinilestradiol + Ciclosporina

Observações: Interações medicamentosas entre combinações estrogénio-progestagénio como o Ciproterona / Etinilestradiol e outros medicamentos podem originar uma hemorragia de disrupção e/ou falha contracetiva.
Interações: As combinações estrogénio-progestagénicas, como o Ciproterona / Etinilestradiol, podem afetar o metabolismo de outras substâncias. Deste modo, as concentrações no plasma e nos tecidos podem tanto ser aumentadas (por ex. ciclosporina) como diminuídas (por ex. lamotrigina). Nota: A informação sobre prescrição de medicação concomitante deve ser avaliada para identificar possíveis interações.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Levofloxacina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Efeito da levofloxacina sobre outros medicamentos: Ciclosporina: A semi-vida da ciclosporina aumentou em 33% quando administrada concomitantemente com a levofloxacina.

Atalureno + Ciclosporina

Observações: Com base em estudos in vitro, o atalureno é um substrato da UGT1A9 e da proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP). Com base em estudos in vitro, o atalureno é um inibidor da UGT1A9, do transportador de aniões orgânicos 1 (OAT1), do transportador de aniões orgânicos 3 (OAT3) e do polipéptido transportador de aniões orgânicos 1B3 (OATP1B3). Com base nos estudos in vitro, não se prevê que o atalureno seja um inibidor do transporte mediado pela glicoproteína P nem do metabolismo mediado pelo citocromo P450. De forma semelhante, não se prevê que, in vivo, o atalureno seja um indutor das isoenzimas do citocromo P450. Medicamentos que afetam a glicoproteína-P transportadora In vitro, o atalureno não é um substrato da glicoproteína-P transportadora. É improvável que a farmacocinética do atalureno seja afetada por medicamentos que inibem a glicoproteína-P transportadora. Desconhece-se qual é o efeito da administração concomitante do atalureno com outros medicamentos nefrotóxicos. Em alguns destes casos, a desidratação pode ser um fator contribuinte. Os doentes devem manter uma hidratação adequada durante a toma do atalureno.
Interações: É necessário ter cuidado quando o atalureno for administrado de forma concomitante com medicamentos que são indutores da UGT1A9 (por exemplo, micofenolato de mofetil) ou inibidores da BCRP (por exemplo, ciclosporina).

Ciclosporina + Sulindac

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Outras interações medicamentosas relevantes: Deve ser tomada precaução quando se utiliza ciclosporina juntamente com outros fármacos que exibem sinergia nefrotóxica, amiglicosídeos (incluindo gentamicina, tobramicina), anfotericina B, ciprofloxacina, vancomicina, trimetoprim (+sulfametaxazol), anti-inflamatórios não esteróides (incluindo diclofenac, naproxeno, sulindac), melfalam.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clortalidona + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Em consequência da administração concomitante dos seguintes medicamentos podem ocorrer interações com Clortalidona: Ciclosporina: O tratamento concomitante com ciclosporina pode aumentar o risco de hiperuricemia e complicações do tipo gota.

Estiripentol + Ciclosporina

Observações: Não se encontra devidamente esclarecida a influência de outros medicamentos antiepilépticos na farmacocinética do estiripentol. Estudos in vitro sugeriram que o metabolismo de fase 1 do estiripentol é catalizado pela CYP1A2, CYP2C19 e CYP3A4 e possivelmente outras enzimas. É aconselhada precaução ao associar o estiripentol com outras substâncias que inibem ou induzem uma ou mais destas enzimas.
Interações: Combinações indesejáveis (a evitar salvo se estritamente necessário): Imunossupressores (tacrolímus, ciclosporina, sirolímus): Aumento dos níveis sanguíneos de imunosupressores (diminuição do metabolismo hepático).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Inibidores da bomba de protões (IBP) + Ciclosporina

Observações: A redução da acidez gástrica pode alterar a absorção de fármacos para os quais a acidez gástrica afecta a biodisponibilidade; Todos são metabolizados pelo cit. P450, incluindo o CYP2C19 e o CYP3A4; São raras as interacções clinicamente significativas.
Interações: Aumentam a concentração plasmática de: - Ciclosporina

Ciclosporina + Melfalano

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Outras interações medicamentosas relevantes: Deve ser tomada precaução quando se utiliza ciclosporina juntamente com outros fármacos que exibem sinergia nefrotóxica, amiglicosídeos (incluindo gentamicina, tobramicina), anfotericina B, ciprofloxacina, vancomicina, trimetoprim (+sulfametaxazol), anti-inflamatórios não esteróides (incluindo diclofenac, naproxeno, sulindac), melfalam.

Ciclosporina + Vacinas vivas

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Durante o tratamento com ciclosporina, a vacinação pode ser menos eficaz; deve ser evitada a utilização de vacinas vivas atenuadas.

Erlotinib + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e inibidores da glicoproteína P: O erlotinib é um substrato para o transportador de substâncias ativas glicoproteína P. A administração concomitante de inibidores da glicoproteína P, ex. ciclosporina e verapamil podem conduzir a alterações da distribuição e/ou da eliminação do erlotinib. As consequências desta interação, por ex. toxicidade para o SNC, não foram estabelecidas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Nifedipina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: A administração concomitante de nifedipina pode resultar num aumento da hiperplasia gengival, comparativamente à observada quando a ciclosporina é administrada isoladamente. Deve ser evitado o uso concomitante de nifedipina em doentes nos quais se desenvolve hiperplasia gengival, como efeito adverso da ciclosporina.

Sevelâmero + Ciclosporina

Observações: Diálise: Não foram realizados estudos de interação em doentes submetidos a diálise.
Interações: Ciclosporina, micofenolato de mofetil e tacrolimus em doentes transplantados: Foi comunicada uma diminuição dos níveis de ciclosporina, de micofenolato mofetil e de tacrolimus em doentes transplantados em tratamento concomita nte com cloridrato de sevelâmero, sem quaisquer consequências clínicas (i.e. rejeição do enxerto). Não se pode excluir a possibilidade de uma interação, pelo que a monitorização cuidadosa das concentrações séricas de micofenolato mofetil, de ciclosporina e de tacrolimus durante o tratamento combinado e após a sua suspensão deve ser considerada.

Ciclosporina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Se forem administrados anti-inflamatórios não esteróides com um efeito de primeira passagem, baixo (por ex: ácido acetilsalicílico) concomitantemente com ciclosporina, não se espera um aumento na sua biodisponibilidade.

Ciclosporina + Digoxina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: A ciclosporina pode igualmente reduzir a depuração da digoxina, colchicina, lovastatina, pravastatina, sinvastatina e prednisolona, causando por isso toxicidade da digoxina ou aumentando o potencial da colchicina, lovastatina, pravastatina e sinvastatina para induzir toxicidade muscular, incluindo dor e fraqueza muscular, miosite e ocasionalmente rabdomiólise. Se forem usadas digoxina, colchicina, lovastatina, pravastatina ou sinvastatina concomitantemente com a ciclosporina, é necessária uma cuidadosa observação clínica de modo a permitir a detecção precoce de manifestações tóxicas do fármaco, seguida pela redução da sua dose ou descontinuação.

Melfalano + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Foi descrita insuficiência renal em doentes submetidos a transplante de medula óssea, previamente tratados com doses elevadas de melfalano, por via intravenosa, e subsequentemente tratados com ciclosporina para prevenir a rejeição do transplante.

Sitaxentano + Ciclosporina

Observações: O sitaxentano sódico é metabolizado no fígado pelas isoenzimas CYP2C9 e CYP3A4/5 do citocromo P450. O sitaxentano sódico é um inibidor da CYP2C9 e, em menor grau, CYP2C19, CYP3A4/5 e CYP 2C8. As concentrações plasmáticas dos fármacos metabolizados pela CYP2C9, podem aumentar durante a co-administração de sitaxentano sódico. Não se espera que a co-administração com fármacos metabolizados pela CYP2C19 ou CYP3A4/5 resulte em interações medicamentosas clinicamente significativas. O Sitaxentano sódico não afecta o transportador de p-glicoproteína, mas está estabelecido que o sitaxentano sódico é um substrato das proteínas transportadoras PTAO.
Interações: Efeitos de outros medicamentos no sitaxentano sódico: Inibidores do Polipéptido Transportador de Aniões Orgânicos ( PTAO ): A administração concomitante com ciclosporina A, um inibidor potente do PTAO, resultou num aumento de 6 vezes na Cmin e um aumento de 67% na AUC do sitaxentano, portanto a administração de sitaxentano sódico em doentes a receber tratamento com ciclosporina A sistémica, está contra-indicada. A depuração da ciclosporina A manteve-se inalterada.

Ciclosporina + Lovastatina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: A ciclosporina pode igualmente reduzir a depuração da digoxina, colchicina, lovastatina, pravastatina, sinvastatina e prednisolona, causando por isso toxicidade da digoxina ou aumentando o potencial da colchicina, lovastatina, pravastatina e sinvastatina para induzir toxicidade muscular, incluindo dor e fraqueza muscular, miosite e ocasionalmente rabdomiólise. Se forem usadas digoxina, colchicina, lovastatina, pravastatina ou sinvastatina concomitantemente com a ciclosporina, é necessária uma cuidadosa observação clínica de modo a permitir a detecção precoce de manifestações tóxicas do fármaco, seguida pela redução da sua dose ou descontinuação.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ibuprofeno + Pseudoefedrina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Ciclosporina: O risco de danos renais da ciclosporina é potenciado pela administração concomitante de determinados fármacos anti-inflamatórios não esteroides. Este efeito também não pode ser excluído para a associação de ciclosporina com ibuprofeno.

Itraconazol + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Efeito do itraconazol no metabolismo de outros medicamentos: Os seguintes medicamentos devem ser utilizados com precaução e as suas concentrações plasmáticas, efeitos e efeitos secundários monitorizados. As suas posologias, se coadministrado com itraconazol, deverão ser reduzidas: Digoxina, ciclosporina A, metilprednisolona sistémica, alcaloides da vinca e possivelmente o Tacrolímus. Pode ser necessária a diminuição da dose destes fármacos se se administram conjuntamente com itraconazol. - Certos agentes imunodepressores: ciclosporina, tacrolimus, rapamicina (também conhecidos como sirolimus).

Aliscireno + Hidroclorotiazida + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores potentes da gp-P: Um estudo de interacção medicamentosa com administração única em indivíduos saudáveis demonstrou que a ciclosporina (200 e 600 mg) aumenta a Cmax de 75 mg de aliscireno aproximadamente 2,5 vezes e a AUC aproximadamente 5 vezes. O aumento pode ser maior com doses superiores de aliscireno. Em indivíduos saudáveis, o itraconazol (100 mg) aumenta a AUC e a Cmax de aliscireno (150 mg) 6,5 vezes e 5,8 vezes, respectivamente. Assim, é contra-indicado o uso concomitante de aliscireno e inibidores potentes da gp-P.

Ciclosporina + Pravastatina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: A ciclosporina pode igualmente reduzir a depuração da digoxina, colchicina, lovastatina, pravastatina, sinvastatina e prednisolona, causando por isso toxicidade da digoxina ou aumentando o potencial da colchicina, lovastatina, pravastatina e sinvastatina para induzir toxicidade muscular, incluindo dor e fraqueza muscular, miosite e ocasionalmente rabdomiólise. Se forem usadas digoxina, colchicina, lovastatina, pravastatina ou sinvastatina concomitantemente com a ciclosporina, é necessária uma cuidadosa observação clínica de modo a permitir a detecção precoce de manifestações tóxicas do fármaco, seguida pela redução da sua dose ou descontinuação.

Ciclosporina + Sinvastatina

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: A ciclosporina pode igualmente reduzir a depuração da digoxina, colchicina, lovastatina, pravastatina, sinvastatina e prednisolona, causando por isso toxicidade da digoxina ou aumentando o potencial da colchicina, lovastatina, pravastatina e sinvastatina para induzir toxicidade muscular, incluindo dor e fraqueza muscular, miosite e ocasionalmente rabdomiólise. Se forem usadas digoxina, colchicina, lovastatina, pravastatina ou sinvastatina concomitantemente com a ciclosporina, é necessária uma cuidadosa observação clínica de modo a permitir a detecção precoce de manifestações tóxicas do fármaco, seguida pela redução da sua dose ou descontinuação.

Ciclosporina + Outros medicamentos

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Recomendações: Se a administração concomitante de fármacos passíveis de interagir com a ciclosporina não pode ser evitada, devem ser observadas as seguintes recomendações básicas: Durante a utilização concomitante de um fármaco que possa ter sinergia nefrotóxica, deve ser realizada uma cuidadosa monitorização da função renal (em particular da creatinina sérica). Se ocorrer uma diminuição significativa da função renal, deve ser considerada a redução da dose do fármaco co-administrado ou tratamento alternativo. Fármacos que reconhecidamente reduzem ou aumentam a biodisponibilidade da ciclosporina: Em doentes transplantados é necessária a medição frequente dos níveis de ciclosporina e, se necessário, o ajuste da dose de ciclosporina, particularmente durante a introdução ou descontinuação do fármaco co-administrado. Em doentes não transplantados a importância da monitorização do nível sanguíneo de ciclosporina é questionável, já que nestes doentes a relação entre o nível sanguíneo e os efeitos clínicos não está bem estabelecida. Se se administrarem concomitantemente fármacos que reconhecidamente aumentam os níveis de ciclosporina, poderá ser mais adequada a avaliação frequente da função renal e a monitorização cuidadosa dos efeitos adversos relacionados com a ciclosporina, do que a medição dos níveis sanguíneos de ciclosporina.

Amlodipina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: O efeito de diminuição da pressão arterial da amlodipina adiciona-se ao efeito de diminuição da pressão arterial de outros agentes antihipertensores. Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Cetorolac + Ciclosporina

Observações: O cetorolac tem uma elevada ligação às proteínas plasmáticas humanas (média de 99,2%) e a ligação não depende da concentração. Não existe evidência em estudos humanos ou animais que cetorolac induza ou iniba as enzimas hepáticas capazes de o metabolizar a ele ou a outros fármacos. Como tal, não se espera que Cetorolac altere a farmacocinética de outros fármacos devido a mecanismos de indução ou inibição enzimática.
Interações: Tal como acontece com todos os AINEs, aconselha-se precaução quando se administra ciclosporina concomitantemente devido ao maior risco de nefrotoxicidade.

Ácido ursodesoxicólico + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Ácido ursodesoxicólico pode afetar a absorção de ciclosporina a partir do intestino. Em doentes que estejam a receber tratamento com ciclosporina, as concentrações sanguíneas desta substância devem por conseguinte ser verificadas pelo médico e a dose de ciclosporina deve ser ajustada se necessário.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Caspofungina + Ciclosporina

Observações: Estudos in vitro mostram que a caspofungina não é um inibidor de qualquer das enzimas do sistema do citocromo P450 (CYP). Em estudos clínicos, a caspofungina não induziu o metabolismo de outras substâncias pelo CYP3A4. A caspofungina não é um substrato para a glicoproteína - P e é um substrato pobre para as enzimas do citocromo P450. No entanto, em estudos farmacológicos e clínicos, foi demonstrado que a caspofungina interage com outros medicamentos. Todos os estudos de interação em adultos supracitados foram conduzidos com doses diárias de 50 ou 70 mg de caspofungina. A interação de doses mais elevadas de caspofungina com outros medicamentos não foi formalmente estudada.
Interações: Em dois estudos clínicos realizados em indivíduos adultos saudáveis, a ciclosporina A (uma dose de 4 mg/kg ou duas doses de 3 mg/kg administradas com um intervalo de 12 horas) aumentou a AUC da caspofungina aproximadamente em 35%. Estes aumentos na AUC devem-se provavelmente à redução da captação da caspofungina pelo fígado. A caspofungina não aumentou os níveis plasmáticos da ciclosporina. Quando se administraram concomitantemente caspofungina e ciclosporina, verificaram-se aumentos transitórios nas ALT e AST hepáticas inferiores ou iguais ao triplo do limite superior da normalidade (ULN), que desapareceram com a interrupção da administração dos medicamentos. Não foram observadas reações adversas hepáticas graves num estudo retrospetivo pós-comercialização em 40 doentes tratados com caspofungina e ciclosporina num período de 1 a 290 dias (mediana de 17,5 dias). Deverá considerar-se uma estreita monitorização das enzimas hepáticas se estes dois medicamentos forem utilizados concomitantemente.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Macrólidos + Ciclosporina

Observações: Podem interferir com a absorção de outros fármacos, inibir as enzimas metabolizadoras com aumento da toxicidade de alguns fármacos e, com menos frequência, reduzir a concentração plasmática de outros, por aceleração do metabolismo. Os macrólidos envolvidos com mais frequência são a eritromicina (em particular por via parentérica) e a claritromicina. A eritromicina em aplicação tópica não origina interacções.
Interações: Por inibição enzimática, com aumento da concentração plasmática e da toxicidade respectiva interferem com - Ciclosporina

Ácido cólico + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos de interação com ácido cólico e medicamentos ou alimentos administrados de forma concomitante. O efeito dos alimentos na biodisponibilidade do ácido cólico não foi estudado. Existe a possibilidade teórica de que a administração de alimentos possa aumentar a biodisponibilidade do ácido cólico e melhorar a tolerabilidade. Recomenda-se a toma do ácido cólico com alimentos.
Interações: A ciclosporina altera a farmacocinética do ácido cólico através da inibição da captação hepática e secreção hepatobiliar dos ácidos biliares, bem como a sua farmacodinâmica por inibição do colesterol 7α -hidroxilase. É de evitar a administração concomitante. Se a administração da ciclosporina for considerada necessária, os níveis séricos e urinários de ácidos biliares devem ser cuidadosamente monitorizados e a dose de ácido cólico ajustada em conformidade.

Amlodipina + Telmisartan + Ciclosporina

Observações: Os efeitos hipotensores da amlodipina são aditivos a efeitos de outros medicamentos com propriedades hipotensoras
Interações: Tal como outros produtos medicinais que atuam no sistema renina-angiotensina-aldosterona, o telmisartan pode provocar hipercaliemia. O risco pode aumentar no caso de tratamento em combinação com outros produtos medicinais que também podem provocar hipercaliemia (substitutos do sal contendo potássio, diuréticos poupadores de potássio, inibidores da ECA, antagonistas dos recetores da angiotensina II, produtos medicinais anti-inflamatórios não esteroides (AINEs, incluindo inibidores seletivos da COX-2), heparina, imunossupressores (ciclosporina ou tacrolimus), e trimetoprim). A ocorrência de hipercaliemia depende de fatores de risco associados. O risco é mais elevado no caso das combinações de tratamento acima indicadas. O risco é particularmente elevado em combinação com diuréticos poupadores de potássio, e quando combinados com substitutos do sal contendo potássio. Por exemplo, a combinação com inibidores da ECA ou AINEs, apresenta um risco menor caso as precauções de utilização sejam estritamente seguidas. Não foram conduzidos estudos de interação de fármacos com ciclosporina e amlodipina em voluntários saudáveis ou outras populações com a exceção de doentes submetidos a transplante renal, onde se observou um aumento da concentração de ciclosporina (média 0%-40%). Aconselha-se a monitorização dos níveis de ciclosporina em doentes submetidos a transplante renal que estejam a tomar amlodipina, e se necessário reduzir doses de ciclosporina.

Eplerenona + Ciclosporina

Observações: Estudos in vitro indicam que a eplerenona não é um inibidor das isoenzimas CYP1A2, CYP2C19, CYP2C9, CYP2D6 ou CYP3A4. A eplerenona não é um substrato nem um inibidor da glicoproteína-P.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Ciclosporina, tacrolimus: A ciclosporina e o tacrolimus podem dar origem a um compromisso da função renal e aumentar o risco de hipercaliemia. O uso concomitante da eplerenona e ciclosporina ou tacrolimus deve ser evitado. Se for necessário, recomenda-se uma monitorização cuidada do potássio sérico e da função renal quando a ciclosporina e o tacrolimus têm de ser administrados durante o tratamento com a eplerenona.

Meloxicam + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Interações Farmacodinâmicas: Ciclosporina: A nefrotoxicidade pode ser potenciada pelos fármacos AINE’s devido aos efeitos mediados pelas prostaglandinas renais. Durante o tratamento concomitante, a função renal deve ser determinada. Recomenda-se monitorização rigorosa da função renal, especialmente em doentes idosos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Triamcinolona + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Ciclosporina: Quando usada concomitantemente, esta substância pode produzir um aumento da atividade da ciclosporina e do corticosteroide.

Colestilano + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação for am realizados em voluntários saudáveis. Não foram realizados estudos de interação a doses diárias >9 g, não sendo por isso possível excluir a ocorrência de efeitos de interação mais significativos a doses mais elevadas de Colestilano.
Interações: Não estão disponíveis quaisquer dados in vivo sobre a possível interação de Colestilano na absorção dos medicamentos imunossupressores mofetil, ciclosporina ou tacrolimus. No entanto, foram relatadas diminuições nas concentrações sanguíneas de medicamentos com um mecanismo de ação similar ao Colestilano. Deverá ter-se precaução ao prescrever Colestilano a doentes que se encontrem a receber imunossupressores.

Hipericão + Ciclosporina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interações: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico).

Bexaroteno + Ciclosporina

Observações: Não se efectuaram quaisquer estudos formais para avaliar as interações medicamentosas com bexaroteno.
Interações: Aconselha-se cuidado em caso de conjugação com substratos do CYP3A4 com intervalo terapêutico estreito, tais como, agentes imunossupressores (ciclosporina, tacrolimus, sirolimus) bem como agentes citotóxicos metabolizados pelo CYP3A4, tais como, ciclofosfamida, etoposido, finasterida, ifosfamida, tamoxifeno e alcalóides da vinca.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etinilestradiol + Etonogestrel + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Foram também notificadas falhas contracetivas com antibióticos, tais como penicilinas e tetraciclinas. O mecanismo de ação deste efeito não foi ainda esclarecido. Num estudo de interação farmacocinética, a administração oral de amoxicilina (875 mg, duas vezes por dia) ou doxiciclina (200 mg no dia 1, seguido de 100 mg por dia) durante 10 dias durante a utilização concomitante com Etinilestradiol + Etonogestrel, não afetou significativamente a farmacocinética do etonogestrel e do etinilestradiol. As mulheres em tratamento com antibióticos (exceto amoxicilina e doxiciclina) deverão usar um método de barreira até 7 dias após a descontinuação. Se a administração concomitante de outro fármaco se prolongar para além das 3 semanas do ciclo de utilização do anel, o próximo anel deverá ser inserido imediatamente, sem o habitual intervalo sem anel. Com base em dados farmacocinéticos, é pouco provável que os antimicóticos e espermicidas administrados por via vaginal afetem a eficácia contracetiva e a segurança deste medicamento. Durante o uso concomitante de óvulos antimicóticos, a possibilidade de abertura do anel poderá ser ligeiramente maior. Os contracetivos hormonais podem interferir com o metabolismo de outros fármacos, por este motivo, as concentrações plasmáticas e tecidulares destes podem estar aumentadas (por exemplo, ciclosporina) ou diminuídas (por exemplo, lamotrigina). A informação sobre a prescrição da medicação concomitante deve ser consultada de forma a identificar potenciais interações.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Idarrubicina + Ciclosporina

Observações: Alterações na função hepática ou renal induzidas por terapêuticas concomitantes podem afetar o metabolismo, a farmacocinética, a eficácia terapêutica e/ou toxicidade da idarrubicina.
Interações: Em doentes com leucemia aguda, a administração concomitante de ciclosporina A como único sensibilizador químico aumentou significativamente a AUC da idarrubicina (1,78 vezes) e a AUC do idarrubicinol (2,46 vezes). Desconhece-se o significado clínico desta interação. Poderá ser necessário ajuste de dose em alguns doentes.

Azatioprina + Ciclosporina

Observações: Os doentes devem ser aconselhados no sentido de informar o seu anestesiologista do tratamento com Azatioprina antes de uma cirurgia.
Interações: Se azatioprina for combinado com outros imunossupressores, como por exemplo ciclosporina ou tacrolimus, terá de ter-se em consideração o maior risco de imunossupressão excessiva.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pravastatina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de pravastatina e de ciclosporina produz um aumento da exposição sistémica à pravastatina aproximadamente quatro vezes superior. Contudo, em alguns doentes, o aumento da exposição à pravastatina pode ser maior. Recomenda-se a monitorização clínica e bioquímica de doentes medicados com esta associação.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antifúngicos (Azol) + Ciclosporina

Observações: Inibição do CYP3A4 (itraconazol = cetoconazol > fluconazol, voriconazol). Inibição do CYP269 (fluconazol, voriconazol). Susceptibilidade a indutores enzimáticos (itraconazol, cetoconazol, voriconazol). Absorção gastrintestinal dependente do pH (itraconazol, cetoconazol). Inibição da glicoproteína-P (itraconazol, cetoconazol).
Interações: Ciclosporina: Redução do metabolismo - Ciclosporina
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisaprida + Ciclosporina

Observações: Susceptível à inibição do metabolismo por inibidores do CYP3A4. Concentrações séricas elevadas de cisaprida podem ser causa de arritmias ventriculares
Interações: Fármacos que reduzem o metabolismo da cisaprida, com possível arritmia ventricular: - Ciclosporina
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lanreotida + Ciclosporina

Observações: São improváveis interações com fármacos com elevada ligação plasmática, tendo em conta a ligação moderada da lanreotida às proteínas séricas.
Interações: Os efeitos farmacológicos gastrointestinais da lanreotida podem originar uma redução da absorção intestinal de fármacos administrados concomitantemente, incluindo a ciclosporina. A administração concomitante de lanreotida com ciclosporina pode diminuir a biodisponibilidade relativa da ciclosporina, pelo que pode ser necessário um ajuste da dose da ciclosporina de forma a manter os níveis terapêuticos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dalbavancina + Ciclosporina

Observações: Os resultados de um estudo de controlo de recetor in vitro não indicam tendência para existência de interação com outros alvos terapêuticos nem potencial para interações farmacodinâmicas clinicamente relevantes. Não foram realizados estudos clínicos de interação medicamentosa com dalbavancina. Potencial para outros medicamentos afetarem a farmacocinética de dalbavancina. A dalbavancina não é metabolizada por enzimas CYP in vitro, portanto, os indutores ou inibidores de CYP coadministrados não tendem a influenciar a farmacocinética de dalbavancina. Desconhece-se se dalbavancina é um substrato dos transportadores de captação e efluxo hepáticos. Potencial para dalbavancina afetar a farmacocinética de outros medicamentos. Prevê-se que o potencial de interação de dalbavancina em medicamentos metabolizados por enzimas CYP seja baixo, uma vez que não é um inibidor nem um indutor de enzimas CYP in vitro. Não existem dados sobre dalbavancina enquanto inibidor de CYP2C8. Desconhece-se se a dalbavancina é um inibidor de transportadores.
Interações: A coadministração com inibidores destes transportadores pode aumentar a exposição a dalbavancina. Entre os exemplos dos inibidores desses transportadores incluem-se inibidores de protease potenciados, verapamil, quinidina, itraconazol, claritromicina e ciclosporina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Inibidores da HMG-CoA redutase (Estatinas) + Ciclosporina

Observações: Lovastatina, sinvastatina e, em menor extensão, atorvastatina, são susceptíveis aos inibidores do CYP3A4. Risco aumentado de miopatia aditiva com outros fármacos que podem causar miopatia.
Interações: Fármacos que diminuem o metabolismo das estatinas: - Ciclosporina
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Subcitrato de bismuto potássico + Metronidazol + Tetraciclina + Ciclosporina

Observações: Não foram realizados estudos formais de interação com esta associação. Antes do tratamento, deve ser verificada a necessidade de outra medicação concomitante em doentes que estejam a tomar este medicamento. Apesar de não ter sido detetada qualquer interação específica com a associação, os doentes que tomem um grande número de medicamentos concomitantes têm geralmente um risco mais elevado de sofrerem efeitos indesejáveis e, por conseguinte, devem ser tratados com cuidado.
Interações: Interações com o metronidazol: Ciclosporina: Os doentes tratados com ciclosporina correm o risco de terem níveis séricos de ciclosporina elevados. A ciclosporina e a creatinina no soro devem ser cuidadosamente monitorizadas, quando for necessária uma administração concomitante.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tedizolida + Ciclosporina

Observações: O potencial de interações serotoninérgicas não foi estudado nem em doentes nem em voluntários saudáveis.
Interações: Baseado nos resultados in vitro, há um risco de indução enzimática pelo fosfato de tedizolida. Isto pode resultar numa redução da eficácia de medicamentos administrados concomitantemente que sejam substratos da CYP3A4 com um índice terapêutico estreito (tais como midazolam oral, triazolam, alfentanilo, ciclosporina, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolimus e tacrolimus), da CYP2B6 (efavirenz), da CYP2C9 (varfarina) e P-gp (digoxina).

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir + Ciclosporina

Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes medicamentos só foram realizados em adultos.
Interações: IMUNOSSUPRESSORES: Imunossupressores metabolizados pelo CYP3A4 (por ex., ciclosporina, tacrolímus, sirolímus)/Efavirenz: Interação não estudada. Pode esperar-se uma ↓ exposição do imunossupressor (indução CYP3A4). Não se antecipa que estes imunossupressores tenham impacto na exposição do efavirenz. Tacrolimus/Emtricitabina/Tenofovir disoproxil fumarato: (0,1 mg/kg q.d./200 mg/ 300 mg q.d.) Podem ser necessários ajustes de dose do imunossupressor. Recomenda-se uma cuidadosa monitorização das concentrações de imunossupressor quando se inicia ou interrompe o tratamento com Efavirenz / Emtricitabina / Tenofovir, durante pelo menos duas semanas (até se atingirem concentrações estáveis).

Ácido fenofíbrico + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Este medicamento pode interagir com a ciclosporina.
 Sem significado Clínico

Roxitromicina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Ciclosporina: A administração simultânea de roxitromicina com a ciclosporina pode resultar num aumento das concentrações da última. O ajuste da dose de ciclosporina não é, geralmente, necessário.

Fluvoxamina + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: CYP3A4: Doentes com administração concomitante de fluvoxamina e fármacos metabolizados pelo CYP3A4 com uma margem terapêutica estreita (tais como carbamazepina e ciclosporina) devem ser cuidadosamente monitorizados e, se necessário, recomenda-se um ajuste da dose.

Rifampicina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A rifampicina tem propriedades indutoras de enzimas hepáticas e pode acelerar a metabolização e, portanto, reduzir a actividade de vários fármacos, tais como: Antiepilépticos, anticoagulantes orais, antiestrogéneos, antipsicóticos, antifúngicos, anti-retrovirais, barbitúricos, benzodiazepinas, bloqueadores da entrada de cálcio, cloranfenicol, claritromicina, clorofibrato, beta-bloqueantes, corticosteróides, agentes imunomoduladores (ciclosporina), digitálicos, antiarrítmicos (quinidina), contracetivos, hipoglicemiantes orais, dapsona, doxiciclina, estrogéneos, fluoroquinolonas, gestrinona, levotiroxina, irinotecano, metadona, praziquantel, progestina, riluzol, antagonistas do receptores 5-HT3, estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, telitromicina, teofilina, tiazoledinedionas, losartan, antidepressivos triciclicos enarcóticos analgésicos. Pode tornar-se necessário ajustar a dosagem destes fármacos, no início e no fim do tratamento com rifampicina.

Ceritinib + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Agentes cuja concentração plasmática pode ser alterada por ceritinib: Com base nos dados in vitro, ceritinib inibe de forma competitiva o metabolismo de midazolam, um substrato da CYP3A, e diclofenac, um substrato da CYP2C9. Observou-se também inibição da CYP3A dependente do tempo. O valor de Cmax no estado de equilíbrio de ceritinib na dose clínica recomendada de 750 mg por dia pode exceder os valores Ki para CYP3A e CYP2C9, sugerindo que ceritinib possa inibir a eliminação de outros medicamentos metabolizados por estas enzimas em concentrações clinicamente relevantes. Pode ser necessária redução da dose com coadministração de medicamentos que são predominantemente metabolizados pela CYP3A e CYP2C9. A co-administração de ceritinib com substratos da CYP3A conhecidos por terem indíces terapêuticos estreitos (p. ex: astemizol, cisaprida, ciclosporina, ergotamina, fentanil, pimozida, quinidina, tacrolímus, alfentanil e sirolímus) e substratos da CYP2C9 conhecidos por terem indíces terapêuticos estreitos (p.ex: fenitoína e varfarina) devem ser evitadas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dexrazoxano + Ciclosporina

Observações: O dexrazoxano pode aumentar a toxicidade induzida pelo ciclo de quimioterapia no qual ocorreu o acidente, os parâmetros hematológicos devem ser monitorizados cuidadosamente. Quando testado em cinco das principais isoenzimas do citocromo P450 CYP1A, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4, nenhuma destas foi inibida pelo dexrazoxano.
Interações: Imunossupressão excessiva com risco de doença linfoproliferativa.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metamizol magnésico + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Se o Metamizol for administrado simultaneamente com a ciclosporina, os níveis sanguíneos desta podem ser reduzidos devendo por isso proceder-se à sua monitorização.

Letermovir + Ciclosporina

Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.
Interações: Medicamentos metabolizados pelo CYP3A O letermovir é um inibidor moderado in vivo do CYP3A. A administração concomitante de Letermovir com midazolam oral (um substrato do CYP3A) resulta num aumento de 2-3 vezes das concentrações plasmáticas de midazolam. A administração concomitante de Letermovir pode resultar em aumentos clinicamente relevantes das concentrações plasmáticas de substratos CYP3A administrados concomitantemente. - Exemplos destes medicamentos incluem imunossupressores (por ex.: ciclosporina, tacrolimus e sirolimus), inibidores da HMG-CoA redutase e amiodarona. Pimozida e alcaloides ergotamínicos são contraindicados. A magnitude do efeito inibitório do CYP3A é dependente da via de administração de letermovir e da administração concomitante de ciclosporina. Devido à inibição dependente do tempo e simultânea indução, o efeito inibitório enzimático real pode não ser atingido até aos 10-14 dias. O tempo necessário para atingir o estado estacionário de um medicamento específico afetado, irá também influenciar o tempo necessário para atingir o efeito total na concentração plasmática. Após terminar o tratamento, demora cerca de 10-14 dias para que o efeito inibitório desapareça. Se for feita monitorização recomenda-se que seja feita nas 2 primeiras semanas após iniciar e depois de terminar letermovir, bem como após alterar a via de administração de letermovir. Imunosupressores Ciclosporina (50 mg dose única)/ letermovir (240 mg por dia): Se Letermovir for administrado concomitantemente com ciclosporina, a dose de Letermovir deve ser reduzida para 240 mg uma vez por dia. Devem ser monitorizadas frequentemente as concentrações de ciclosporina no sangue total, durante o tratamento, quando se altera a via de administração de Letermovir e ao descontinuar Letermovir, e a dose de ciclosporina deve ser ajustada. Ciclosporina (200 mg dose única)/ letermovir (240 mg por dia): Se Letermovir for administrado concomitantemente com ciclosporina, a dose de Letermovir deve ser reduzida para 240 mg uma vez por dia. Devem ser monitorizadas frequentemente as concentrações de ciclosporina no sangue total, durante o tratamento, quando se altera a via de administração de Letermovir e ao descontinuar Letermovir, e a dose de ciclosporina deve ser ajustada.

Tramadol + Dexcetoprofeno + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A administração requer cuidado com Ciclosporina utilizada para tratar doenças do sistema imune e no transplante de órgãos.

Perindopril + Amlodipina + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Ligadas à AMLODIPINA: Uso concomitante a considerar: Outras combinações: Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Desferrasirox + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Num estudo com voluntários saudáveis, a administração concomitante de Desferrasirox e midazolam (um substrato do CYP3A4) resultou numa diminuição da exposição do midazolam em 17% (90% IC: 8%-26%). Em ambiente clínico, este efeito poderá ser mais pronunciado. Deste modo, devido à possibilidade de diminuição da eficácia, deve ter-se precaução ao combinar deferasirox com substratos metabolisados através do CYP3A4 (p.ex.: ciclosporina, sinvastatina, agentes contracetivos hormonais, bepridilo, ergotamina).

Etinilestradiol + Gestodeno + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Os Contracetivos orais podem interferir com o metabolismo de outros fármacos. De acordo com isto, as concentrações plasmáticas e tecidulares pode ser afectadas (por ex., ciclosporina, lamotrigina).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lovastatina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Ciclosporina: O risco de miopatia/rabdomiólise é aumentado com a coadministração de ciclosporina, especialmente com doses altas de lovastatina. A dose de lovastatina não deve portanto exceder 20 mg/dia em doentes em tratamento concomitante com ciclosporina. Embora o mecanismo não seja totalmente compreendido, a ciclosporina aumenta a AUC do ácido da lovastatina, provavelmente em parte devido à inibição do CYP3A4.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metamizol sódico + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de metamizol e terapêutica com ciclosporina poderá reduzir os níveis sanguíneos de ciclosporina, pelo que se recomenda a avaliação dos níveis sanguíneos de ciclosporina.

Telmisartan + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Digoxina: Quando o telmisartan foi coadministrado com digoxina, foram observados aumentos médios no pico de concentração plasmática (49%) e na concentração mínima (20%) de digoxina. Ao iniciar, ajustar e suspender o telmisartan, devem ser monitorizados os níveis de digoxina de modo a manter os níveis dentro da janela terapêutica. Tal como com outros medicamentos que atuam no sistema renina-angiotensina-aldosterona, o telmisartan pode induzir hipercaliemia. O risco pode aumentar em caso de associação com outros fármacos que possam também induzir hipercaliemia (substitutos do sal contendo potássio, diuréticos poupadores de potássio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECAs), antagonistas do recetor da angiotensina II, fármacos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs, incluindo os inibidores seletivos da COX-2), heparina, imunossupressores (ciclosporina ou tacrolimus) e trimetropim). A ocorrência de hipercaliemia vai depender dos fatores de risco associados. O risco encontra-se aumentado no caso das associações terapêuticas acima mencionadas. O risco é particularmente elevado na associação com diuréticos poupadores de potássio e quando associado com substitutos do sal contendo potássio. Uma associação com inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECAs) ou fármacos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), por exemplo, acarreta um risco menor, desde que as precauções de uso sejam rigorosamente seguidas.

Hidroclorotiazida + Amilorida + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Interações com amilorida: Ciclosporina: O uso concomitante de diuréticos poupadores de potássio com ciclosporina pode originar hipercaliémia, devendo por isso ser evitada.
A Ciclosporina é eliminada no leite, pelo que mulheres submetidas a tratamento não devem amamentar.

Informe o seu Médico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos sem receita médica.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017