Cetoconazol

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática
O que é
O Cetoconazol é um agente antifúngico de amplo espectro usado por longos períodos em doses elevadas, especialmente em pacientes imunossuprimidos.
Usos comuns
Champô:
O Cetoconazol Champô pertence ao grupo farmacoterapêutico dos medicamentos anti-infeciosos de aplicação tópica na pele, antifúngicos, derivados imidazólicos.

O Cetoconazol é um derivado sintético do imidazol dioxolano, com actividade antimicótica contra dermatófitos, incluindo Trichophytum sp, Epidermophytum sp, Micosporum sp. e leveduras incluindo Candida sp. e Malassezia furfur (Pityrosporum ovale). O Cetoconazol Champô está indicado no tratamento da dermatite seborreica do couro cabeludo em adultos.

Creme:
Cetoconazol creme é um medicamento para o tratamento de infecções da pele por fungos ou leveduras. Este medicamento é usado para o tratamento de diferentes infecções do tronco, virilhas, pés e mãos.

Certas infecções da pele, reconhecidas por manchas castanhas e avermelhadas com descamação branca ou amarelada, geralmente na face e no peito (dermatite seborreica) também podem ser tratadas com Cetoconazol creme.

Líquido cutâneo:
Cetoconazol é um medicamento utilizado na prevenção e tratamento de infecções da pele,causadas por fungos e leveduras.

Cetoconazol é frequentemente utilizado nas seguintes situações:
– Caspa (películas no couro cabeludo);
– Dermatite seborreica (situacção de manchas castanhas e avermelhadas, comdescamação branca ou amarelada, geralmente na face ou no peito);
– Dermatite da fralda quando a sua origem é uma infecção por fungos (lesões avermelhadas);
– Pitiríase versicolor (geralmente caraterizada por manchas irregulares no tronco,pequenas, de cor branca ou acastanhada);
– Tinhas: do corpo, do couro cabeludo, virilhas, mãos e pés (a tinha dos pés éfrequentemente conhecida por pé de atleta);
– Candidíase cutânea (lesões avermelhadas, com erupção).

Pela sua apresentação, Cetoconazol líquido cutâneo, permite uma fácil aplicação tanto no couro cabeludo, como noutras zonas pilosas do corpo.
Por este mesmo motivo, Cetoconazol líquido cutâneo está ainda mais indicado em situações de infecções degrande extensão.

Oral:
1 – Tratamento de micoses superficiais e profundas:
infecções mucocutâneas graves, quando não possam ser tratadas localmente, devido à extensão das lesões ou porque não respondem aos tratamentos antifúngicos habituais.
Na candidíase mucocutânea crónica, o tratamento com Cetoconazol está indicado quando não há resposta a outros fármacos.

– Micoses sistémicas tais como:
Candidíase vaginal
Paracoccidioidomicose
Histoplasmose, Coccidioidomicose, Blastomicose
– Candidíase vaginal, nos casos crónicos com recidivas, ou aqueles que não respondem ao tratamento local.

2 – Tratamento de manutenção para profilaxia das recorrências das infecções micóticas sistémicas.

3 – Tratamento profilático das infecções micóticas em doentes imunodeprimidos.
Tipo
Molécula pequena.
História
O Cetoconazol foi descoberto em 1976 pela Janssen Pharmaceuticals.
Indicações
Champô:
Dermatite seborreica do couro cabeludo em adultos.

Creme:
Cetoconazol creme está indicado em aplicação tópica no tratamento de infecções a dermatófitos da pele; tinea corporis, tinea cruris, tinea manus e tinea pedis, devido ao Trichophyton rubrum, Trichophyton mentagrophytes, Microsporum canis e Epidermophyton floccosum, assim como no tratamento da candidíase cutânea e pitiríase versicolor. Cetoconazol creme está também indicado no tratamento da dermatite seborreica, uma situacção relacionada com a presença de Pityrosporum ovale.

Líquido cutâneo:
Cetoconazol está indicado no tratamento e profilaxia de infecções a dermatófitos da pele (tinea corporis, tinea cruris, tinea pedis e tinea manus causadas por Trichophytonsp., Microsporum sp. e Epidermophyton sp.).
Cetoconazol está ainda indicado no tratamento da candidíase cutânea, pitiríase versicolor dermatite seborreica (relacionada com Pityrosporum ovale).
Pela sua formulação, Cetoconazol na forma farmacêutica de líquido cutâneo está mais indicado em situações de infecções em zonas pilosas ou extensas.

Oral:
Cetoconazol está indicado no tratamento das seguintes infecções fúngicas: candidíase, coccidioidomicose, histoplasmose, cromomicose, paracoccidioidomicose e candidíase mucocutânea crónica.
Na candidíase mucocutânea crónica, o tratamento com Cetoconazol está indicado quando não há resposta a outros fármacos.
Cetoconazol não pode ser utilizado na meningite fúngica, porque penetra muito pouco no líquido cérebro-espinal.
Classificação CFT

13.01.03 : Antifúngicos

Mecanismo De Ação
Champô:
Cetoconazol é um derivado sintético do imidazol dioxolano, com actividade antimicótica contra dermatófitos, incluindo Trichophytum sp, Epidermophytum sp, Micosporum sp.
e leveduras incluindo Candida sp. e Malassezia furfur (Pityrosporum ovale). Cetoconazol inibe a biossíntese do ergosterol, o principal esterol da membrana celular das leveduras e dermatófitos. Isto resulta em alterações da permeabilidade e dos componentes lipídicos da membrana.

Cetoconazol Champô atenua rapidamente os sintomas, como descamação e prurido, normalmente associados com a piritíase versicolor e a dermatite seborreica.

Creme:
Cetoconazol creme tem uma potente actividade antimicótica contra dermatófitos, tais como Trichophyton sp., Epidermophyton floccosum e Microsporum sp.
bem como contra leveduras. Cetoconazol tem um efeito pronunciado contra o Pityrosporum sp.

Cetoconazol creme actua muito rapidamente no prurido associado a infecções a dermatófitos e leveduras, bem como nas situações cutâneas relacionadas com a presença de Pityrosporum sp.
Esta melhoria sintomática é observada antes dos primeiros sinais de cura.

Oral:
Cetoconazol é activo contra infecções clínicas provocadas por Candida sp., Coccidióides immitis, Histoplasma capsulatum, Paracoccidióides brasiliensis e Phialophora sp.
Não se desenvolveu resistência ao Cetoconazol.

Cetoconazol é activo in vitro contra dermatófitos, fungos dimórficos, Eumycetes, Atinomycetes, Phycomycetes, levedurase outras variedades de fungos.

Cetoconazol é activo in vitro contra dermatófitos, fungos dimórficos, Eumycetes, Atinomycetes, Phycomycetes, leveduras e outras variedades de fungos.

Em animais, a actividade foi demonstrada contra Candida sp., Dermatophytes (Trichophyton sp., Microsporum sp., Epidemophytonfloccosum), Blastomyces dermatitidis, Histoplasma capsulatum, Malassezia furfur, Coccidióides immitis e Cryptococcus neoformans.

O seu modo de acção foi estudado in vitro e verificou-se que Cetoconazol impede a síntese do ergosterol, componente vital das membranas das células fúngicas.

Ensaios em animais demonstraram que este mecanismo não afecta as células dos mamíferos.
Posologia Orientativa
Champô: Utilizar duas vezes por semana após lavar o cabelo como um champô normal.

Colocar uma pequena porção de Cetoconazol Champô no cabelo ainda molhado, massajar delicadamente todo o couro cabeludo.
Deve permitir que o champô actue durante 3 a 5 minutos. Enxaguar bem o cabelo com água quente e secar o cabelo (se necessário use o secador de cabelo).

Creme:
Deve-se aplicar Cetoconazol creme nas zonas afectadas e nas zonas circundantes, uma a duas vezes por dia, dependendo da gravidade da infecção.
A duração habitual do tratamento é:
– pitiríase versicolor 2 – 3 semanas;
– infecções por leveduras 2 – 3 semanas;
– tinea cruris 2 – 4 semanas;
– tinea corporis 3 – 4 semanas;
– tinea pedis 1 semana;
– dermatite seborreica 2 – 4 semanas.

Líquido cutâneo:
Cetoconazol deve ser aplicado nas zonas afectadas e circundantes, uma a duas vezes por dia (dependendo da gravidade da situação) nas seguintes situações: candidíase cutânea, tinea corporis, tinea cruris, tinea manus, tinea pedis, e pitiríase versicolor.
Em situações de dermatite seborreica deve aplicar-se Cetoconazol na zona afectada, uma a duas vezes por dia dependendo da gravidade da infecção.

A duração habitual do tratamento é:
– Tinea corporis e Tinea cruris – 2 semanas;
– Tinea pedis – 6 semanas;
– Candidíases cutâneas – 2 semanas;
– Pitiríase versicolor – 2 semanas;
– Dermatite seborreica – 4 semanas.
Cetoconazol, na profilaxia da dermatite seborreica, deve ser aplicado, uma ou duas vezespor semana.

Oral:
Adultos
Recomenda-se uma dose única diária de 1 comprimido de Cetoconazol 200 mg.

Em infecções graves e sob responsabilidade médica, a dose de Cetoconazol pode ser aumentada para 400 mg (2 comprimidos) numa toma única diária.

No caso de candidíase vaginal recomenda-se 2 comprimidos repartidos em duas tomas, uma de manhã e outra à noite.

Crianças
A posologia recomendada é de cerca de 3 mg/Kg.

– Com 20 Kg de peso ou menos: 50 mg (1/4 comprimido), uma vez por dia;
– Com 20-40 Kg de peso: 100 mg (1/2 comprimido), uma vez por dia;
– Com peso superior a 40 Kg: 200 mg (1 comprimido), uma vez por dia.
Administração
Champô: Não deve lavar o cabelo durante o período de tratamento. Se tal acontecer, deve aplicar Cetoconazol Champô após cada lavagem. O tratamento deve ser mantido até todos os sintomas terem desaparecido. Normalmente, é necessário um período de quatro semanas.

Creme: Lave a pele infectada e seque bem. Espalhe Cetoconazol creme cuidadosamente na pele, com a ponta dos dedos.

Não trate apenas a zona infectada, mas aplique também o creme na zona envolvente.
Depois de aplicar o creme, lave cuidadosamente as mãos.

Oral:
Os comprimidos devem ser tomados antes das refeições, de modo a permitir uma absorção máxima. Deve ser evitada a administração associada a medicamentos que reduzam a secreção gástrica (antiácidos, anticolinérgicos ou bloqueadores dos receptores H2).

Quando estes medicamentos forem absolutamente indispensáveis, deverão ser administrados pelo menos duas horas após a toma de Cetoconazol.
Contraindicações
Hipersensibilidade ao Cetoconazol

Oral:
Cetoconazol está contra-indicado em doentes que tenham mostrado hipersensibilidade à substância activa ou a qualquer dos excipientes ou ainda que apresentem doença hepática activa.

Está igualmente contra-indicado em doentes com hipersensibilidade a outros antifúngicos derivados imidazólicos.

Está também contra-indicada a administração concomitante com astemizol, mizilastatina, terfenadina, cisapride, dofetelide, quinidina, pimozide, sinvastatina, lovastatina, midazolam oral e triazolam.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Champô:
À semelhança da utilização de outros champôs, pode ocorrer uma sensação de queimadura local, prurido, irritação ou dermatite de contacto e o cabelo oleoso/seco, no entanto, estes efeitos indesejáveis são raros quando se utiliza Cetoconazol Champô.

descoloração do cabelo.
Este efeito indesejável é predominantemente reportado em doentes com cabelo quimicamente estragado ou grisalho.

Normalmente, ocorre dermatite seborreica concomitantemente com alopécia; esta foi reportada (embora raramente) durante o uso de Cetoconazol Champô.


Creme:
Embora muito raramente, observou-se em alguns casos irritação e ardor durante o tratamento.

Também, casos raros de reacções alérgicas locais, como dermatite de contacto, foram associadas com aplicação de Cetoconazol creme ou um dos seus componentes, em particular, o sulfito de sódio ou o propilenoglicol.


Líquido cutâneo:
Embora muito raramente, estão descritos na literatura alguns casos de reacções alérgicas locais, tais como dermatite de contacto, irritação e ardor, durante o tratamento tópico com cetoconazol.

Oral:
Cetoconazol é geralmente bem tolerado.
A maioria dos efeitos adversos referida foi ligeira e transitória.
Os efeitos adversos mais frequentes são náuseas e/ou vómitos, os quais se apresentam em aproximadamente 3% dos doentes.
Dor abdominal foi referida em aproximadamente 1,2% dos doentes e prurido em cerca de 1,5%.

Em menos de 1% dos doentes, foram referidos os seguintes efeitos: cefaleias, enjoo, sonolência, febre, fotofobia, iterícia e diarreia.

As reacções foram, na sua maioria, ligeiras e transitórias e, raramente, foi necessária a suspensão do tratamento. Pelo contrário, a rara ocorrência de disfunção hepática requer especial atenção.

Estão referidos efeitos raros de reacções de hipersensibilidade, anafilácticas, urticária, angioedema, prurido, dispepsia, irregularidades menstruais, tonturas, parestesias, aumento reversível da pressão intracraniana, trombocitopenia, alopécia, impotência e ginecomastia, azoospermia e diminuição da testosterona quando em doses altas.
Advertências
Gravidez
Gravidez
Gravidez:Refere-se teratogenicidade em estudos animais; deve evitar-se a gravidez durante o tratamento. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Aleitamento
Aleitamento
Aleitamento:Recomenda-se evitar.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Evitar.
Precauções Gerais
Champô:
É possível a ocorrência de hipersensibilidade cruzada e sensibilização com antimicóticos relacionados (econazol, isoconazol e miconazol).
Foram reportadas reacções anafilácticas após administração oral, no entanto, até à data não foi reportado após aplicação local.
Evitar o contacto com os olhos.
Se o champô entrar em contacto com os olhos, estes devem ser lavados com água.

Creme:
Cetoconazol creme não é para uso oftálmico.
Quando se administra Cetoconazol creme imediatamente após tratamento prolongado com corticosteróides tópicos, pode surgir irritação.
O propilenoglicol pode causar irritação cutânea.
O álcool cetílico e álcool estearílico pode causar reacções cutâneas locais (por exemplo, dermatite de contacto).

Líquido cutâneo:
Os tratamentos deste tipo de afecções são sempre demorados, e necessitam, da parte do doente, o cumprimento rigoroso da posologia estabelecida pelo Médico assistente.
Cetoconazol não pode ser usado na administração oftálmica.
Quando se administra Cetoconazol imediatamente após tratamento prolongado com corticosteróides tópicos, pode surgir irritação.

Oral:
Em doentes que tomavam produtos que provocavam acloridria, observou-se uma importante redução na absorção de Cetoconazol.
Este requer acidez para a sua dissolução.
Se se tomam, concomitantemente, antiácidos, anticolinérgicos, antagonistas H2 e inibidores da bomba de protões, será necessário administrar o Cetoconazol, no mínimo, 2 horas antes.

Em casos de acloridria, os doentes devem ser instruídos para dissolver cada comprimido em 4 ml de solução aquosa de ácido clorídrico na concentração de 2N.
Esta administração pode ser seguida de um copo de água.

O doente deve informar o médico, no caso de observar algum sintoma que possa sugerir disfunção hepática, como seja, náuseas, vómitos, iterícia, urina escura ou fezes claras.

Nalguns casos de disfunção hepatocelular, o tratamento com Cetoconazol pode produzir ou agravar alterações da função hepática. Em casos raros podem ser fatais.

É preferível fazer análises à função hepática, como SGPT, SGOT, fosfatase alcalina e bilirrubina, antes do tratamento e a intervalos periódicos durante o mesmo (uma vez por mês ou mais frequentemente), particularmente em doentes com terapêutica prolongada ou com história de insuficiência hepática.

Na maioria dos casos, o aumento dos níveis enzimáticos retorna ao normal durante o tratamento, sem haver necessidade de interrompê-lo.

Se as análises da função hepática estiverem significativamente elevadas ou se aparecerem sintomas que sugiram disfunção hepatocelular, a terapêutica com
Cetoconazol deverá ser interrompida.

Em ratos fêmeas tratados durante 3 a 6 meses com Cetoconazol, com doses iguais ou superiores a 80 mg/Kg, observou-se um aumento da fragilidade dos ossos longos, conduzindo, nalguns casos, a fractura.

O nível máximo de dose sem efeito foi, neste estudo, de 20 mg/Kg (2,5 vezes o máximo recomendado para os adultos).

Cetoconazol não penetra de forma eficaz ao nível do SNC.

Deve-se ter atenção a eventuais alterações da função suprarrenal.

Antes de iniciar Cetoconazol em tratamentos de doenças “non life threatening” deve ser estabelecida a relação risco/benefício.

Este medicamento contém latose e como tal não deve ser usado em doentes com problemas hereditários de intolerância à galatose, deficiência de latase ou má absorção de glicose-galatose.
Cuidados com a Dieta
Champô, creme e líquido cutâneo: Não se aplica.
Os comprimidos devem ser tomados antes das refeições.
Terapêutica Interrompida
Não utilize uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de utilizar.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Não conservar acima de 25°C.
Conservar na embalagem de origem para proteger da luz e da humidade.
Espectro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Ativo contra Candida sp. e Cryptococcus neoformans (menos activo do que fluconazol e itraconazol). activo contra os fungos dimórficos Blastomyces dermatitidis, Coccidiodes immitis, Histoplasma capsulatum, Paracoccidióides brasiliensis, Sporothrix shenckii. Também apresenta actividade contra Pseudoallescheria boydii e Pityriasis versicolor e dermatófitos.
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antiácidos + Cetoconazol

Observações: Os antiácidos podem reduzir a absorção por adsorção de fármacos no tubo digestivo ou porque os fármacos requerem pH ácido para a absorção. Tendem a acelerar o esvaziamento gástrico, aumentando a absorção intestinal dos fármacos. Alguns (ex.: hidróxido de alumínio ou de magnésio) alcalinizam a urina, alterando a eliminação de fármacos sensíveis ao pH urinário.
Interações: Absorção reduzida por elevação do pH (requerem ácido para absorção) - Cetoconazol - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antiarrítmicos + Cetoconazol

Observações: Aumentam a depressão do miocárdio quando são administrados com outros AA. Aumentam o risco de arritmias ventriculares quando são dados com AA que prolongam o intervalo QT
Interações: Disopiramido: Maior risco de arritmias ventriculares se associado a: - Cetoconazol - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Anticoagulantes orais + Cetoconazol

Observações: Intensamente ligados às proteínas plasmáticas. O metabolismo pode ser induzido. Susceptível à inibição do metabolismo pelo CYP2C9. A resposta anticoagulante pode ser alterada por fármacos que afectam a síntese ou o catabolismo de factores da coagulação.
Interações: Dabigatrano: Aumentam o risco de hemorragia por exposição aumentada ao dabigatrano: - Cetoconazol - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Inibidores da bomba de protões (IBP) + Cetoconazol

Observações: A redução da acidez gástrica pode alterar a absorção de fármacos para os quais a acidez gástrica afecta a biodisponibilidade; Todos são metabolizados pelo cit. P450, incluindo o CYP2C19 e o CYP3A4; São raras as interacções clinicamente significativas.
Interações: Os IBP reduzem a absorção de: - Cetoconazol - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antifúngicos (Azol) + Cetoconazol

Observações: Inibição do CYP3A4 (itraconazol = cetoconazol > fluconazol, voriconazol). Inibição do CYP269 (fluconazol, voriconazol). Susceptibilidade a indutores enzimáticos (itraconazol, cetoconazol, voriconazol). Absorção gastrintestinal dependente do pH (itraconazol, cetoconazol). Inibição da glicoproteína-P (itraconazol, cetoconazol).
Interações: Antagonistas dos receptores H2: reduzem a absorção do cetoconazol e itraconazol - Cetoconazol - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisaprida + Cetoconazol

Observações: Susceptível à inibição do metabolismo por inibidores do CYP3A4. Concentrações séricas elevadas de cisaprida podem ser causa de arritmias ventriculares
Interações: Fármacos que reduzem o metabolismo da cisaprida, com possível arritmia ventricular: - Cetoconazol - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Alfuzosina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas - Inibidores CYP3A4 potentes (cetoconazol, itraconazol, ritonavir, claritromicina, eritromicina). Aumento da concentração plasmática de alfuzosina e aumenta do risco de efeitos indesejáveis. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Trastuzumab emtansina + Cetoconazol

Observações: Não foram realizados estudos formais de interação. Estudos in vitro do metabolismo em microssomas hepáticos humanos sugerem que o DM1, um componente de trastuzumab emtansina, é metabolizado essencialmente pelo CYP3A4 e, em menor extensão, pelo CYP3A5.
Interações: O uso concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, cetoconazol, itraconazol, claritromicina, atazanavir, indinavir, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, telitromicina e voriconazol) com trastuzumab emtansina deve ser evitado devido ao potencial para um aumento na exposição ao DM1 e toxicidade. Considerar um medicamento alternativo sem potencial, ou potencial reduzido, para inibir o CYP3A4. Se for inevitável o uso concomitante com inibidores potentes do CYP3A4, considerar, quando possível, o adiamento do tratamento com trastuzumab emtansina até os inibidores potentes do CYP3A4 terem sido eliminados da circulação (aproximadamente 3 semividas de eliminação dos inibidores). Se se coadministrar um inibidor potente do CYP3A4 e não se puder adiar o tratamento com trastuzumab emtansina, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quanto ao aparecimento de reações adversas. - Cetoconazol
Usar com precaução

Ponatinib + Cetoconazol

Observações: Ponatinib é metabolizado por CYP3A4. Substratos de transporte In vitro, o ponatinib é um inibidor de P-gp e BCRP. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: A administração conjunta de uma dose oral única de 15 mg de ponatinib na presença de cetoconazol (400 mg diários), um forte inibidor de CYP3A, resultou em ligeiros aumentos de exposição sistémica do ponatinib, com valores AUC0-∞ e Cmax de ponatinib que foram 78% e 47% superiores, respectivamente, do que os verificados quando o ponatinib foi administrado isoladamente. Deve ter-se cuidado e deve considerar-se uma redução da dose inicial de ponatinib para 30 mg com a utilização simultânea de inibidores de CYP3A fortes tais como claritromicina, indinavir, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, telitromicina, troleandomicina, voriconazol, e sumo de toranja. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Pomalidomida + Cetoconazol

Observações: Não se prevê que a pomalidomida cause interações medicamentosas farmacocinéticas clinicamente relevantes devido à inibição ou indução da isoenzima P450 ou inibição de transportadores quando coadministrada com substratos destas enzimas ou transportadores.
Interações: A pomalidomida é parcialmente metabolizada pelas CYP1A2 e CYP3A4/5. Também é um substrato da glicoproteína-P. A co-administração de pomalidomida com o cetoconazol, inibidor potente das CYP3A4/5 e da P-gp, ou com a carbamazepina, indutor potente das CYP3A4/5, não teve um efeito clinicamente relevante na exposição da pomalidomida. - Cetoconazol
Usar com precaução

Brinzolamida + Timolol + Cetoconazol

Observações: Não foram realizados estudos específicos de interação com Brinzolamida/Timolol. As isozimas do citocromo P450 responsáveis pelo metabolismo da brinzolamida incluem o CYP3A4 (principal), o CYP2A6, o CYP2B6, o CYP2C8 e o CYP2C9. A brinzolamida não é um inibidor das isozimas do citocromo P-450.
Interações: É de esperar que os inibidores do CYP3A4, tais como o cetoconazol, o itraconazol, o clotrimazol, o ritonavir e a troleandomicina, inibam o metabolismo da brinzolamida pelo CYP3A4. Aconselha-se precaução se forem administrados concomitantemente os inibidores do CYP3A4. No entanto, a acumulação da brinzolamida é improvável uma vez que a eliminação renal é a principal via de eliminação. - Cetoconazol
Usar com precaução

Nilvadipina + Cetoconazol

Observações: Estudos in vitro mostram que Nilvadipina é metabolizado pelo citocromo P-450 3A4 (CYP3A4). Tal como acontece com outros bloqueadores do canal de cálcio do grupo das diidropiridininas, tem sido relatado um forte aumento das concentrações de nilvadipina no sangue quando nilvadipina é tomada com sumo de toranja ou quando é tomado com água. Uma vez que em casos raros Nilvadipina pode causar um aumento no nível de digoxina no plasma, recomenda-se a monitorização deste parâmetro.
Interações: Nilvadipina deve ser administrada com cuidado quando administrada concomitantemente com inibidores tipo CYP3A4, tais como: antiproteases, cetoconazol, itraconazol e claritromicina. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Etoricoxib + Cetoconazol

Observações: Com base em estudos in vitro, não é de se esperar que o etoricoxib iniba os citocromos P450 (CYP) 1A2, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A4. Num estudo com indivíduos saudáveis, a administração diária de etoricoxib 120 mg não alterou a atividade hepática da CYP3A4, conforme avaliado pelo teste respiratório da eritromicina. A via principal do metabolismo do etoricoxib depende das enzimas CYP. A CYP3A4 parece contribuir para o metabolismo do etoricoxib in vivo. Estudos in vitro indicam que a CYP2D6, CYP2C9, CYP1A2 e CYP2C19 também conseguem catalisar a via metabólica principal, mas os seus papéis quantitativos não foram estudados in vivo.
Interações: O cetoconazol, um inibidor potente da CYP3A4, doseado a 400 mg uma vez por dia a voluntários saudáveis, durante 11 dias, não teve um efeito clinicamente importante na farmacocinética de dose única de 60 mg de etoricoxib (aumento de 43% na AUC). - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio + Carbonato de magnésio + Simeticone + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Os antiácidos que associam alumínio e magnésio, podem diminuir a biodisponibilidade do cetoconazol. - Cetoconazol
Usar com precaução

Isradipina + Cetoconazol

Observações: A isradipina não parece inibir as enzimas do citocromo P450, em particular CYP3A4, numa extensão clínica significativa. A ingestão concomitante de sumo de toranja pode aumentar a biodisponibilidade da isradipina.
Interações: A co-administração de Isradipina com antifúngicos azóis (por exemplo, cetoconazol, itraconazol, voriconazol) deve ser feita com precaução. - Cetoconazol
Usar com precaução

Lansoprazol + Cetoconazol

Observações: O lansoprazol pode interferir com a absorção de medicamentos para os quais o pH gástrico é crítico em termos de biodisponibilidade. O lansoprazol pode aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos metabolizados através do CYP3A4. Aconselha-se cuidado ao combinar o lansoprazol com fármacos metabolizados por esta enzima e que tenham uma janela terapêutica estreita. Observou-se que o lansoprazol inibe a proteína de transporte, glicoproteína P (P-gp) in vitro. A relevância clínica deste facto é desconhecida.
Interações: A absorção do cetoconazol e do itraconazol do trato gastrointestinal é aumentada pela presença de ácido gástrico. A administração do lansoprazol pode resultar em concentrações sub-terapêuticas do cetoconazol e do itraconazol e a combinação deve ser evitada. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Lercanidipina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: interacções metabólicas: Sabe-se que a lercanidipina é metabolizada pela enzima CYP3A4 e, portanto, os inibidores e os indutores da CYP3A4 administrados concomitantemente poderão interferir com o metabolismo e a eliminação da lercanidipina. Inibidores da CYP3A4: A co-administração de lercanidipina com inibidores da CYP3A4 (p. ex. cetoconazol, itraconazol, ritonavir, eritromicina, troleandomicina) deverá ser evitada. Um estudo de interacção com um forte inibidor da CYP3A4, o cetoconazol, mostrou um considerável aumento dos níveis plasmáticos de lercanidipina (um aumento de 15 vezes da AUC e um aumento de 8 vezes da C máx. para o eutómero S-lercanidipina). - Cetoconazol
Contraindicado

Triazolam + Cetoconazol

Observações: Podem ocorrer interações farmacocinéticas quando o triazolam é administrado com fármacos que interferem com o seu metabolismo. Compostos inibidores de determinadas enzimas hepáticas (particularmente o citocromo P4503A4) podem aumentar a concentração de triazolam e provocar um aumento da sua atividade. Dados de estudos clínicos com triazolam, estudos in vitro com triazolam e estudos clínicos com fármacos metabolizados de modo semelhante ao triazolam fornecem provas de vários graus de interação e várias interações possíveis entre o triazolam e outros fármacos.
Interações: É contra-indicada a co-administração de triazolam com cetoconazol, itraconazol e nefazodona. - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pantoprazol + Cetoconazol

Observações: O pantoprazol é metabolizado no fígado pelo sistema enzimático do citocromo P450. Não se pode excluir a interacção com outros fármacos ou compostos que são metabolizados utilizando o mesmo sistema enzimático.
Interações: O pantoprazol pode reduzir a absorção de fármacos cuja biodisponibilidade é dependente do pH (como por exemplo, o cetoconazol). - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Exemestano + Cetoconazol

Observações: Os dados obtidos in vitro demonstraram que o fármaco é metabolizado através do citocromo P450 (CYP) 3A4 e das aldo-ceto redutases e que não inibe qualquer uma das principais isoenzimas do CYP.
Interações: Num estudo clínico farmacocinético, a inibição específica da CYP 3A4 pelo cetoconazol não apresentou efeitos significativos sobre a farmacocinética do exemestano. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Mifepristona + Cetoconazol

Observações: Não foram realizados estudos de interacção. Com base no metabolismo deste fármaco por CYP3A4, é possível o sumo de toranja iniba o seu metabolismo (aumentando os níveis séricos da mifepristona).
Interações: Com base no metabolismo deste fármaco por CYP3A4, é possível que o cetoconazol, o itraconazol, a eritromicina e o sumo de toranja inibam o seu metabolismo (aumentando os níveis séricos da mifepristona). - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fesoterodina + Cetoconazol

Observações: Dados in vitro demonstram que o metabolito activo da fesoterodina não inibe o CYP 1A2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, ou induz o CYP 1A2, 2B6, 2C9, 2C19 ou 3A4 em concentrações plasmáticas clinicamente relevantes. Assim, é pouco provável que a fesoterodina altere a depuração dos medicamentos que são metabolizados por estas enzimas. Não são recomendados ajustes de dose na presença de inibidores moderados do CYP3A4 (p.ex.sumo de toranja).
Interações: Após a inibição do CYP3A4 mediante a co-administração de 200 mg de cetoconazol duas vezes por dia, a Cmax e a AUC do metabolito activo da fesoterodina aumentaram 2,0 e 2,3 vezes nos metabolizadores potentes do CYP2D6 e 2,1 e 2,5 vezes nos metabolizadores fracos do CYP2D6, respectivamente. A dose máxima de fesoterodina deve, portanto, ser restringida a 4 mg quando utilizada concomitantemente com inibidores potentes do CYP3A4 (p.ex., atazanavir, claritromicina, indinavir, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, nelfinavir, ritonavir (e todas as terapêuticas com IP potenciados pelo ritonavir), saquinavir e telitromicina). - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fexofenadina + Cetoconazol

Observações: A fexofenadina não sofre biotransformação hepática, não havendo assim interação com outros medicamentos através de mecanismos hepáticos.
Interações: A co-administração de cloridrato de fexofenadina com eritromicina ou cetoconazol mostrou resultar num aumento do nível plasmático de fexofenadina de 2 a 3 vezes. As alterações não foram acompanhadas de qualquer efeito no intervalo QT e não foram associadas com qualquer aumento de efeitos adversos em comparação com os medicamentos dados isoladamente. Estudos em animais mostraram que o aumento de níveis plasmáticos de fexofenadina observado após co-administração de eritromicina ou cetoconazol parece ser devido a um aumento de absorção gastrointestinal e a uma redução quer da excreção biliar quer da secreção gastrointestinal, respectivamente. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Fulvestrant + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Os estudos de interacção clínica com cetoconazol (inibidor do CYP3A4) não mostraram uma alteração clinicamente relevante na depuração de fulvestrant. Assim, não é necessário um ajuste da dose em doentes que recebem fulvestrant e inibidores ou indutores do CYP3A4 concomitantemente. - Cetoconazol
Usar com precaução

Panobinostate + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo de Panobinostate faz-se através tanto de vias de mediação não-CYP como CYP. Aproximadamente 40% do panobinostate é metabolizado através da CYP3A4. O metabolismo via CYP2D6 e 2C19 foi mínimo. Assim, medicamentos que possam ter influência sobre a actividade da enzima CYP3A4 podem alterar a farmacocinética de panobinostate. Panobinostate é um substrato gp-P. Agentes que podem aumentar as concentrações plasmáticas de panobinostate: A co-administração de uma dose única de 20 mg de panobinostate com cetoconazol, um inibidor potente da CYP3A, aumentou a Cmax e a AUC de panobinostate em 1,6 e 1,8 vezes, respectivamente, comparativamente com panobinostate administrado isoladamente. O tratamento concomitante de doentes com inibidores potentes da CYP3A e/ou inibidores gpP, incluindo mas não limitado a, cetoconazol, itraconazol, voriconazol, ritonavir, saquinavir, telitromicina, posaconazol e nefazodona, a dose de panobinostate deve ser reduzida. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bexaroteno + Cetoconazol

Observações: Não se efectuaram quaisquer estudos formais para avaliar as interações medicamentosas com bexaroteno.
Interações: Tendo em conta o metabolismo oxidativo de bexatoreno por via do citocromo P450 3A4 (CYP3A4), a co-administração com outros substratos de CYP3A4, como cetoconazol, itraconazol, inibidores da protease, claritromicina e eritromicina, pode, teoricamente, conduzir a um aumento das concentrações plasmáticas de bexaroteno. - Cetoconazol
Consultar informação actualizada

Oxatomida + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Com base em estudos in vitro, pode existir uma potencial interacção entre a oxatomida e os inibidores do citocromo 3A4, como o itraconazol, cetoconazol e cimetidina. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Levocetirizina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Não foram efectuados estudos de interacção com a levocetirizina (incluindo estudos com indutores da CYP3A4); estudos efectuados com o composto racemato cetirizina demonstraram não existir interacções adversas clinicamente relevantes (com pseudoefedrina, cimetidina, cetoconazol, eritromicina, azitromicina, glipizida e diazepam). - Cetoconazol
Usar com precaução

Bortezomib + Cetoconazol

Observações: Os estudos in vitro indicam que o bortezomib é um inibidor fraco das isoenzimas 1A2, 2C9, 2C19, 2D6 e 3A4 do citocromo P450 (CYP). Com base na contribuição limitada (7%) do CYP2D6 para o metabolismo do bortezomib, não é esperado que o fenotipo de metabolizador lento CYP2D6 afete a eliminação total do bortezomib.
Interações: Um estudo de interacção medicamentosa que avaliou o efeito do cetoconazol, um inibidor potente do CYP3A4, na farmacocinética do bortezomib (administrado por injeção intravenosa), mostrou um aumento médio da AUC de bortezomib em 35% (IC 90% [1,032 a 1,772]), com base em dados de 12 doentes. Assim, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quando o bortezomib for administrado em associação a inibidores potentes do CYP3A4 (ex.: cetoconazol, ritonavir). - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Retapamulina + Cetoconazol

Observações: Retapamulina demonstrou ser um forte inibidor do CYP3A4 nos microssomas do fígado humano. A exposição sistémica à retapamulina tem sido baixa após a aplicação tópica de pomada 10 mg/g em adultos e doentes pediátricos com idade igual ou superior a 2 anos (concentração plasmática máxima <20 ng/ml). Em crianças de idade entre os 9 meses e os 2 anos é possível que ocorram ocasionalmente concentrações plasmáticas mais elevadas durante o tratamento com retapamulina em pomada 10 mg/g quando comparadas a crianças mais velhas e adultos. Consequentemente, recomenda-se precaução se retapamulina em pomada 10 mg/g for administrada em crianças deste grupo etário que estejam também a receber inibidores do CYP3A4, uma vez que podem ocorrer elevações adicionais na exposição sistémica à retapamulina provocadas pela inibição do CYP3A4.
Interações: A administração concomitante de cetoconazol oral 200 mg, duas vezes ao dia, aumentou a AUC (0-24) e Cmax médias de retapamulina em 81%, após aplicação tópica de retapamulina 10 mg/g pomada, em pele esfolada de adultos saudáveis do sexo masculino. Apesar disso, as concentrações plasmáticas mais elevadas de que há registo foram baixas ( <10,5 ng/ml na ausência de cetoconazol e <17 ng/ml na presença de cetoconazol. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estradiol + Noretisterona + Cetoconazol

Observações: Clinicamente, um metabolismo aumentado de estrogénios e progestagénios pode originar um efeito diminuído e alterações no perfil de hemorragia uterina.
Interações: Os medicamentos que inibem a actividade das enzimas microssómicas hepáticas metabolizadoras de fármacos, como por exemplo o cetoconazol, podem aumentar os níveis das substâncias ativas estradiol/noretisterona em circulação. - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Desloratadina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Em ensaios clínicos efetuados com desloratadina comprimidos nos quais foram co-administrados eritromicina ou cetoconazol não se observaram quaisquer interacções clinicamente relevantes. - Cetoconazol
Usar com precaução

Fluticasona + Cetoconazol

Observações: Em circunstâncias normais, as concentrações plasmáticas de propionato de fluticasona obtidas após inalação são baixas, devido ao marcado efeito de primeira passagem e elevada clearance sistémica mediada pelo citocromo P450 3A4 no intestino e no fígado. Assim, é pouco provável a ocorrência de interações medicamentosas clinicamente significativas mediadas pelo propionato de fluticasona.
Interações: Num pequeno estudo realizado em voluntários saudáveis, o cetoconazol, inibidor ligeiramente menos potente do CYP3A, aumentou a exposição do propionato de fluticasona em 150%, após uma única inalação. Isto resultou numa redução maior do cortisol plasmático, quando comparado com o propionato de fluticasona isolado. É expectável que o tratamento concomitante com outros inibidores potentes do CYP3A, como o cetoconazol, aumente a exposição sistémica ao propionato de fluticasona e o risco de efeitos secundários sistémicos. Recomenda-se precaução, devendo evitar-se o tratamento a longo prazo com estes fármacos, se possível. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Furoato de fluticasona + Cetoconazol

Observações: Os dados de indução e inibição enzimática sugerem que não existem bases teóricas para prever interações metabólicas entre o furoato de fluticasona e o metabolismo de outros compostos mediado pelo citocromo P450 a doses intranasais clinicamente relevantes. Por esta razão, não foi efetuado nenhum estudo clínico para investigar as interações do furoato de fluticasona com outros fármacos.
Interações: Num estudo de interacção medicamentosa do furoato de fluticasona intranasal com o cetoconazol, um potente inibidor do CYP3A4, houve mais indivíduos com concentrações mensuráveis de furoato de fluticasona no grupo cetoconazol (6 de 20 indivíduos) comparativamente ao placebo (1 em 20 indivíduos). Este pequeno aumento na exposição não resultou numa diferença estatisticamente significativa nas concentrações séricas de cortisol de 24 horas entre os dois grupos. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Diazepam + Cetoconazol

Observações: O metabolismo oxidativo de diazepam, que leva à formação de N-desmetildiazepam, de 3-hidroxiazepam (temazepam) e de oxazepam, é mediado pelas isoenzimas CYP2C19 e CYP3A do citocromo P450. Como demonstrado por estudo in vitro, a reacção de hidroxilação é executada principalmente pela isoforma CYP3A, enquanto que a N-desmetilação é mediada por ambas a CYP3A e CYP2C19. Resultados de estudos in vivo em humanos voluntários confirmaram as observações in vitro. Consequentemente, substratos que sejam moduladores de CYP3A e/ou de CYP2C19 podem potencialmente alterar a farmacocinética de diazepam.
Interações: Fármacos como cimetidina, cetoconazol, fluvoxamina, fluoxetina e omeprazol, que são inibidores CYP3A ou CYP2C19 podem originar uma sedação aumentada e prolongada. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ebastina + Cetoconazol

Observações: Quando a ebastina é administrada em simultâneo com alimentos, verifica-se um aumento do principal metabolito ativo da ebastina de 1,5 a 2,0 vezes nos níveis plasmáticos e na AUC. Este aumento não altera o Tmax. A administração concomitante de ebastina com alimentos não altera a sua eficácia clínica.
Interações: Foram observadas interacções farmacocinéticas quando a ebastina é administrada concomitantemente com cetoconazol ou itraconazol e eritromicina. Esta interacção resultou num aumento das concentrações plasmáticas de ebastina e numa menor extensão de carebastina, que, no entanto, não foram relacionadas com quaisquer efeitos farmacodinâmicos clinicamente significativos. - Cetoconazol
Contraindicado

Mizolastina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Embora a biodisponibilidade da mizolastina seja elevada e o fármaco seja principalmente metabolizado por glucoronidação, o cetoconazol e a eritromicina administrados por via sistémica aumentam, de forma moderada, a concentração plasmática da mizolastina pelo que o seu uso concomitante está contra-indicado. - Cetoconazol
Usar com precaução

Bosentano + Cetoconazol

Observações: Bosentano é um indutor dos isoenzimas do citocromo P450 (CYP), CYP2C9 e CYP3A4. Dados in vitro sugerem também a indução de CYP2C19. Consequentemente, as concentrações plasmáticas das substâncias metabolizadas por estes isoenzimas estarão diminuídas com a administração concomitante de Bosentano. Deve ser considerada a possibilidade de uma alteração na eficácia dos medicamentos metabolizados por estes isoenzimas. A posologia destes produtos poderá ter de ser ajustada após o início do tratamento, uma alteração da dose de Bosentano ou interrupção do tratamento concomitante de Bosentano. Bosentano é metabolizado por CYP2C9 e CYP3A4. A inibição destes isoenzimas pode aumentar a concentração plasmática de bosentano.
Interações: Não se recomenda esta combinação. Não se recomenda a administração concomitante de um inibidor potente de CYP3A4 (tal como cetoconazol, itraconazol ou ritonavir) e de um inibidor de CYP2C9 (tal como voriconazol) juntamente com Bosentano. A administração concomitante, durante 6 dias, de bosentano 62,5 mg duas vezes ao dia com cetoconazol, um potente inibidor de CYP3A4, provocou o aumento das concentrações plasmáticas de bosentano para cerca do dobro. Não se considera necessário ajustar a dose de Bosentano. Contudo, quando combinado com um inibidor de CYP3A4, os doentes que metabolizam mal com o CYP2C9 correm o risco de sofrer aumentos das concentrações plasmáticas de bosentano que podem ser de magnitude superior, culminando assim em acontecimentos adversos potencialmente nocivos. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tasimelteom + Cetoconazol

Observações: A CYP1A2 e a CYP3A4 são enzimas que foram identificadas como desempenhando um papel importante no metabolismo do tasimelteom. Foi demonstrado que os medicamentos que inibem a CYP1A2 e a CYP3A4 alteram o metabolismo do tasimelteom in vivo. Não é conhecido o envolvimento de outras enzimas (por exemplo, CYP2C19) no metabolismo do tasimelteom.
Interações: A exposição ao tasimelteom aumentou cerca de 50% quando administrado de forma concomitante com cetoconazol 400 mg (após 5 dias de cetoconazol 400 mg/dia). - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Budesonida + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: A budesonida é metabolizada principalmente pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4). Os inibidores desta enzima, por exemplo, cetoconazol, itraconazol, inibidores da protease e sumo de toranja, podem portanto aumentar várias vezes a exposição sistémica à budesonida. Uma vez que não existem dados que suportem uma recomendação posológica, a combinação deve ser evitada. Se tal não for possível, o período entre tratamentos deve ser tão prolongado quanto possível e deve ser considerada uma redução da dose de budesonida. - Cetoconazol
Usar com precaução

Carvedilol + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Os doentes a tomar medicamentos que inibem (por exemplo, cimetidina, cetoconazol, fluoxetina, haloperidol, verapamil, eritromicina) o citocromo P450 têm que ser cuidadosamente monitorizados durante o tratamento concomitante com carvedilol uma vez que as concentrações séricas de carvedilol podem ser reduzidas pelos primeiros agentes e aumentados pelos inibidores da enzima. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Cetirizina + Cetoconazol

Observações: Dados os perfis farmacocinéticos, farmacodinâmicos e de tolerância da cetirizina, não são esperadas interacções com este anti-histamínico. A extensão da absorção da cetirizina não é reduzida pela administração de alimentos, apesar da velocidade de absorção diminuir.
Interações: Estudos de cetirizina com cetoconazol não revelaram evidência de interacções clinicamente adversas. A administração concomitante de cetirizina com cetoconazol, nunca resultou em alterações do ECG, clinicamente relevantes. - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cetoconazol + Antiácidos

Observações: N.D.
Interações: A administração simultânea de Cetoconazol com medicação que diminua a acidez gástrica (antiácidos, bloquedores H2 e antimuscarínicos), pode diminuir a sua absorção do antifúngico. - Antiácidos
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cetoconazol + Antagonistas dos Receptores H2 da Histamina

Observações: N.D.
Interações: A administração simultânea de Cetoconazol com medicação que diminua a acidez gástrica (antiácidos, bloquedores H2 e antimuscarínicos), pode diminuir a sua absorção do antifúngico. - Antagonistas dos Receptores H2 da Histamina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cetoconazol + Anticoagulantes orais (Derivados da Cumarina)

Observações: N.D.
Interações: O Cetoconazol pode potenciar o efeito anticoagulante dos fármacos de tipo cumarínico como a varfarina, essencialmente por diminuição do catabolismo hepático. Por isso, em caso de tratamento concomitante, deve-se monitorizar cuidadosamente o efeito anticoagulante. - Anticoagulantes orais (Derivados da Cumarina)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cetoconazol + Varfarina

Observações: N.D.
Interações: O Cetoconazol pode potenciar o efeito anticoagulante dos fármacos de tipo cumarínico como a varfarina, essencialmente por diminuição do catabolismo hepático. Por isso, em caso de tratamento concomitante, deve-se monitorizar cuidadosamente o efeito anticoagulante. - Varfarina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cetoconazol + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de Cetoconazol e rifampicina ou isoniazida resultou na diminuição das concentrações séricas do Cetoconazol. Por este motivo, o Cetoconazol e a rifampicina e/ou a isoniazida devem ser administrados com um intervalo de pelo menos 12 horas. - Isoniazida
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cetoconazol + Rifampicina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de Cetoconazol e rifampicina ou isoniazida resultou na diminuição das concentrações séricas do Cetoconazol. Por este motivo, o Cetoconazol e a rifampicina e/ou a isoniazida devem ser administrados com um intervalo de pelo menos 12 horas. - Rifampicina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cetoconazol + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: O Cetoconazol pode alterar o metabolismo da ciclosporina, traduzindo-se num aumento das concentrações plasmáticas desta última. Esta associação só é realizada em meio especializado e deve ser evitada a menos que a posologia seja consideravelmente reduzida de forma a evitar uma nefrotoxicidade grave. - Ciclosporina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cetoconazol + Rabeprazol

Observações: N.D.
Interações: A co-administração de rabeprazol de sódio resulta num decréscimo de 33% dos níveis de Cetoconazol em indivíduos normais. Os doentes podem necessitar de ser monitorizados para determinar se o ajuste da dose é necessário, quando o Cetoconazol é tomado concomitantemente com rabeprazol. - Rabeprazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cetoconazol + Benzodiazepinas

Observações: N.D.
Interações: O Cetoconazol pode possivelmente reduzir a clearance de eliminação do clordiazepóxido e das benzodiazepinas metabolizadas tais como o midazolam e o triazolam. - Benzodiazepinas
Contraindicado

Cetoconazol + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: O Cetoconazol pode possivelmente reduzir a clearance de eliminação do clordiazepóxido e das benzodiazepinas metabolizadas tais como o midazolam e o triazolam. Está também contra-indicada a administração concomitante com astemizol, mizilastatina, terfenadina, cisaprida, dofetelide, quinidina, pimozida, sinvastatina, lovastatina, midazolam oral e triazolam. - Midazolam
Contraindicado

Cetoconazol + Triazolam

Observações: N.D.
Interações: O Cetoconazol pode possivelmente reduzir a clearance de eliminação do clordiazepóxido e das benzodiazepinas metabolizadas tais como o midazolam e o triazolam. Está também contra-indicada a administração concomitante com astemizol, mizilastatina, terfenadina, cisaprida, dofetelide, quinidina, pimozida, sinvastatina, lovastatina, midazolam oral e triazolam. - Triazolam
Consultar informação actualizada

Cetoconazol + Rifabutina

Observações: N.D.
Interações: Estão igualmente descritas interacções com outros fármacos nomeadamente rifabutina, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, inibidores das proteases, tacrolimus, sirolimus, digoxina, buspirona, alfentanil, sildenafil, metilprednisolona, dihidropiridinas e eventualmente o verapamil e alguns antineoplásicos. - Rifabutina
Consultar informação actualizada

Cetoconazol + Carbamazepina

Observações: N.D.
Interações: Estão igualmente descritas interacções com outros fármacos nomeadamente rifabutina, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, inibidores das proteases, tacrolimus, sirolimus, digoxina, buspirona, alfentanil, sildenafil, metilprednisolona, dihidropiridinas e eventualmente o verapamil e alguns antineoplásicos. - Carbamazepina
Consultar informação actualizada

Cetoconazol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Estão igualmente descritas interacções com outros fármacos nomeadamente rifabutina, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, inibidores das proteases, tacrolimus, sirolimus, digoxina, buspirona, alfentanil, sildenafil, metilprednisolona, dihidropiridinas e eventualmente o verapamil e alguns antineoplásicos. - Fenitoína
Consultar informação actualizada

Cetoconazol + Ritonavir

Observações: N.D.
Interações: Estão igualmente descritas interacções com outros fármacos nomeadamente rifabutina, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, inibidores das proteases, tacrolimus, sirolimus, digoxina, buspirona, alfentanil, sildenafil, metilprednisolona, dihidropiridinas e eventualmente o verapamil e alguns antineoplásicos. - Ritonavir
Consultar informação actualizada

Cetoconazol + Inibidores da Protease (IP)

Observações: N.D.
Interações: Estão igualmente descritas interacções com outros fármacos nomeadamente rifabutina, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, inibidores das proteases, tacrolimus, sirolimus, digoxina, buspirona, alfentanil, sildenafil, metilprednisolona, dihidropiridinas e eventualmente o verapamil e alguns antineoplásicos. - Inibidores da Protease (IP)
Consultar informação actualizada

Cetoconazol + Sirolímus

Observações: N.D.
Interações: Estão igualmente descritas interacções com outros fármacos nomeadamente rifabutina, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, inibidores das proteases, tacrolimus, sirolimus, digoxina, buspirona, alfentanil, sildenafil, metilprednisolona, dihidropiridinas e eventualmente o verapamil e alguns antineoplásicos. - Sirolímus
Consultar informação actualizada

Cetoconazol + Tacrolímus

Observações: N.D.
Interações: Estão igualmente descritas interacções com outros fármacos nomeadamente rifabutina, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, inibidores das proteases, tacrolimus, sirolimus, digoxina, buspirona, alfentanil, sildenafil, metilprednisolona, dihidropiridinas e eventualmente o verapamil e alguns antineoplásicos. - Tacrolímus
Consultar informação actualizada

Cetoconazol + Buspirona

Observações: N.D.
Interações: Estão igualmente descritas interacções com outros fármacos nomeadamente rifabutina, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, inibidores das proteases, tacrolimus, sirolimus, digoxina, buspirona, alfentanil, sildenafil, metilprednisolona, dihidropiridinas e eventualmente o verapamil e alguns antineoplásicos. - Buspirona
Consultar informação actualizada

Cetoconazol + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Estão igualmente descritas interacções com outros fármacos nomeadamente rifabutina, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, inibidores das proteases, tacrolimus, sirolimus, digoxina, buspirona, alfentanil, sildenafil, metilprednisolona, dihidropiridinas e eventualmente o verapamil e alguns antineoplásicos. - Digoxina
Consultar informação actualizada

Cetoconazol + Sildenafil

Observações: N.D.
Interações: Estão igualmente descritas interacções com outros fármacos nomeadamente rifabutina, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, inibidores das proteases, tacrolimus, sirolimus, digoxina, buspirona, alfentanil, sildenafil, metilprednisolona, dihidropiridinas e eventualmente o verapamil e alguns antineoplásicos. - Sildenafil
Consultar informação actualizada

Cetoconazol + Alfentanilo

Observações: N.D.
Interações: Estão igualmente descritas interacções com outros fármacos nomeadamente rifabutina, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, inibidores das proteases, tacrolimus, sirolimus, digoxina, buspirona, alfentanil, sildenafil, metilprednisolona, dihidropiridinas e eventualmente o verapamil e alguns antineoplásicos. - Alfentanilo
Consultar informação actualizada

Cetoconazol + Metilprednisolona

Observações: N.D.
Interações: Estão igualmente descritas interacções com outros fármacos nomeadamente rifabutina, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, inibidores das proteases, tacrolimus, sirolimus, digoxina, buspirona, alfentanil, sildenafil, metilprednisolona, dihidropiridinas e eventualmente o verapamil e alguns antineoplásicos. - Metilprednisolona
Consultar informação actualizada

Cetoconazol + Verapamilo

Observações: N.D.
Interações: Estão igualmente descritas interacções com outros fármacos nomeadamente rifabutina, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, inibidores das proteases, tacrolimus, sirolimus, digoxina, buspirona, alfentanil, sildenafil, metilprednisolona, dihidropiridinas e eventualmente o verapamil e alguns antineoplásicos. - Verapamilo
Consultar informação actualizada

Cetoconazol + Antineoplásicos

Observações: N.D.
Interações: Estão igualmente descritas interacções com outros fármacos nomeadamente rifabutina, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, inibidores das proteases, tacrolimus, sirolimus, digoxina, buspirona, alfentanil, sildenafil, metilprednisolona, dihidropiridinas e eventualmente o verapamil e alguns antineoplásicos. - Antineoplásicos
Consultar informação actualizada

Cetoconazol + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Estão descritas reacções tipo dissulfiram ao álcool. - Álcool
Contraindicado

Cetoconazol + Antifúngicos (Azol)

Observações: N.D.
Interações: Está contra-indicado em doentes com hipersensibilidade a outros antifúngicos derivados imidazólicos. - Antifúngicos (Azol)
Contraindicado

Cetoconazol + Astemizol

Observações: N.D.
Interações: Está também contra-indicada a administração concomitante com astemizol, mizilastatina, terfenadina, cisaprida, dofetelide, quinidina, pimozida, sinvastatina, lovastatina, midazolam oral e triazolam. - Astemizol
Contraindicado

Cetoconazol + Terfenadina

Observações: N.D.
Interações: Está também contra-indicada a administração concomitante com astemizol, mizilastatina, terfenadina, cisaprida, dofetelide, quinidina, pimozida, sinvastatina, lovastatina, midazolam oral e triazolam. - Terfenadina
Contraindicado

Cetoconazol + Cisaprida

Observações: N.D.
Interações: Está também contra-indicada a administração concomitante com astemizol, mizilastatina, terfenadina, cisaprida, dofetelide, quinidina, pimozida, sinvastatina, lovastatina, midazolam oral e triazolam. - Cisaprida
Contraindicado

Cetoconazol + Quinidina

Observações: N.D.
Interações: Está também contra-indicada a administração concomitante com astemizol, mizilastatina, terfenadina, cisaprida, dofetelide, quinidina, pimozida, sinvastatina, lovastatina, midazolam oral e triazolam. - Quinidina
Contraindicado

Cetoconazol + Pimozida

Observações: N.D.
Interações: Está também contra-indicada a administração concomitante com astemizol, mizilastatina, terfenadina, cisaprida, dofetelide, quinidina, pimozida, sinvastatina, lovastatina, midazolam oral e triazolam. - Pimozida
Contraindicado

Cetoconazol + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: Está também contra-indicada a administração concomitante com astemizol, mizilastatina, terfenadina, cisaprida, dofetelide, quinidina, pimozida, sinvastatina, lovastatina, midazolam oral e triazolam. - Sinvastatina
Contraindicado

Cetoconazol + Lovastatina

Observações: N.D.
Interações: Está também contra-indicada a administração concomitante com astemizol, mizilastatina, terfenadina, cisaprida, dofetelide, quinidina, pimozida, sinvastatina, lovastatina, midazolam oral e triazolam. - Lovastatina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclesonida + Cetoconazol

Observações: Os dados in vitro indicam que o CYP3A4 é o principal enzima envolvido no metabolismo do metabolito activo da ciclesonida M1 no homem.
Interações: Num estudo de interacção fármaco-fármaco no estado estacionário com ciclesonida e cetoconazol, como um potente inibidor do CYP3A4, a exposição ao metabolito activo M 1 aumentou aproximadamente 3,5 vezes, enquanto a exposição a ciclesonida não foi afetada. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cinacalcet + Cetoconazol

Observações: Cinacalcet é metabolizado em parte pela enzima CYP3A4. Dados in vitro indicam que o cinacalcet é em parte metabolizado pela CYP1A2. Cinacalcet é um potente inibidor da CYP2D6.
Interações: A administração concomitante de 200 mg duas vezes ao dia de cetoconazol, um potente inibidor da CYP3A4, causou um aumento aproximado de 2 vezes nos níveis do cinacalcet. Pode ser necessário um ajuste da dose de Cinacalcet se um doente a fazer Cinacalcet iniciar ou suspender o tratamento com um potente inibidor (ex: cetoconazol, itraconazol, telitromicina, voriconazol, ritonavir) ou indutor (ex: rifampicina) desta enzima. - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rabeprazol + Cetoconazol

Observações: O rabeprazol sódico produz uma inibição profunda e de longa duração da secreção de ácido gástrico. Pode ocorrer interação com compostos cuja absorção é dependente do pH.
Interações: A co-administração de rabeprazol sódico com cetoconazol ou itraconazol pode resultar num decréscimo significativo nos níveis plasmáticos dos antifúngicos. Assim, os doentes podem precisar de ser monitorizados para determinar se é necessário um ajuste posológico quando o cetoconazol ou itraconazol são administrados concomitantemente com Rabeprazol. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Loperamida + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de loperamida (dose única de 16 mg) e cetoconazol, um inibidor do CYP3A4 e a glicoproteína-P, resultou num aumento de cinco vezes mais na concentração plasmática. Este aumento não está associado a um aumento de efeitos farmacodinâmicos, como medido por pupilometria. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Crizotinib + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: interacções farmacocinéticas: Agentes que podem aumentar as concentrações plasmáticas do crizotinib: A co-administração de crizotinib com inibidores potentes do CYP3A pode aumentar as concentrações plasmáticas do crizotinib. A co-administração de uma dose oral única de 150 mg de crizotinib na presença de cetoconazol (200 mg duas vezes por dia), um inibidor potente do CYP3A, resultou em aumentos na exposição sistémica do crizotinib, com os valores de AUC inf e Cmax aproximadamente 3,2 vezes e 1,4 vezes, respectivamente, os observados quando o crizotinib foi administrado isolado. Como tal, o uso concomitante de inibidores potentes do CYP3A (certos inibidores da protease como o atazanavir, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir e certos antifúngicos azólicos como o itraconazol, cetoconazol e voriconazol, certos macrólidos como a claritromicina, telitromicina e troleandomicina) deve ser evitado. A toranja e o sumo de toranja podem também aumentar as concentrações plasmáticas do crizotinib e devem ser evitados. Para além disso, o efeito dos inibidores do CYP3A na exposição do crizotinib em estado estacionário não foi estabelecido. - Cetoconazol
Usar com precaução

Ivacaftor + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. O ivacaftor é um substrato da CYP3A4 e da CYP3A5. É um inibidor fraco das CYP3A e da P-gp e um inibidor potencial da CYP2C9. O ivacaftor é um substrato sensível das CYP3A.
Interações: A co-administração com cetoconazol, um inibidor potente das CYP3A, aumentou 8,5 vezes a exposição ao ivacaftor (determinada como a área sob a curva [ AUC ] ) e aumentou o hidroximetil - ivacaftor ( M1) numa extensão inferior ao ivacaftor. Recomenda-se uma diminuição da dose do Ivacaftor para 150 mg duas vezes por semana durante a co-administração com inibidores potentes das CYP3A, como o cetoconazol, itraconazol, posaconazol, voriconazol, telitromicina e claritromicina. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Dasatinib + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Substâncias ativas que podem aumentar as concentrações plasmáticas de dasatinib: Estudos in vitro indicam que o dasatinib é um substrato da CYP3A4. A utilização concomitante do dasatinib com medicamentos ou substâncias que inibem potentemente a CYP3A4 (ex. cetoconazol, itraconazol, eritromicina, claritromicina, ritonavir, telitromicina, sumo de toranja) pode aumentar a exposição ao dasatinib. Consequentemente, não é recomendada a administração sistémica de inibidores potentes da CYP3A4 em doentes a receber dasatinib. Com base em experiências in vitro, com concentrações clinicamente relevantes, a ligação do dasatinib às proteínas plasmáticas é de aproximadamente 96%. Não foram realizados estudos para avaliar a interacção do dasatinib com outros medicamentos que se ligam às proteínas. Desconhece-se o potencial para deslocamento e a sua relevância clínica. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Fluticasona + Salmeterol + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Num pequeno estudo realizado em voluntários saudáveis, o cetoconazol, um inibidor ligeiramente menos potente do CYP3A, aumentou a exposição do propionato de fluticasona em 150%, após uma única inalação. Isto resultou numa maior redução do cortisol plasmático, comparativamente ao propionato de fluticasona isolado. A administração concomitante de cetoconazol (400 mg, via oral uma vez por dia) e de salmeterol (50 microgramas inalado duas vezes por dia) em 15 indivíduos saudáveis, durante 7 dias, resultou num aumento significativo da exposição plasmática ao salmeterol (1,4 vezes na Cmax e 15 vezes na AUC). Isto pode levar ao aumento da incidência de outros efeitos sistémicos do tratamento com salmeterol (p.ex. prolongamento do intervalo QTc e palpitações) comparativamente à monoterapia com salmeterol ou com cetoconazol. Não foram observados efeitos clínicos significativos na pressão arterial, frequência cardíaca, glicemia e níveis de potássio no sangue. A administração concomitante de cetoconazol não aumentou o tempo de semi-vida de eliminação do salmeterol ou aumentou a acumulação de salmeterol em doses repetidas. A administração concomitante de cetoconazol deve ser evitada, a não ser que os benefícios sejam superiores ao potencial aumento do risco de efeitos secundários sistémicos do tratamento com salmeterol. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Parecoxib + Cetoconazol

Observações: O parecoxib é rapidamente hidrolisado no metabolito activo, valdecoxib. Os doentes sob terapêutica com anticoagulantes orais deverão ser monitorizados cuidadosamente em relação ao tempo de protrombina INR, em especial nos primeiros dias de tratamento com parecoxib ou quando a dose de parecoxib é alterada. No ser humano, estudos demonstraram que o metabolismo do valdecoxib é predominantemente mediado pela via das isoenzimas CYP3A4 e 2C9. O efeito da indução enzimática não foi estudado. Não foram realizados estudos formais de interações com Anestésicos inalados.
Interações: O parecoxib é rapidamente hidrolisado no metabolito activo, valdecoxib. A exposição plasmática (AUC e Cmax) do valdecoxib aumentou (38% e 24%, respectivamente) quando administrado concomitantemente com o cetoconazol (inibidor da CYP3A4), no entanto, normalmente não é necessário ajuste da dose nos doentes tratados com cetoconazol. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Cabazitaxel + Cetoconazol

Observações: Os estudos in vitro mostraram que cabazitaxel é principalmente metabolizado através do CYP3A (80% a 90%).
Interações: A administração repetida de cetoconazol (400 mg uma vez por dia), um inibidor potente do CYP3A, resultou numa diminuição de 20% na depuração do cabazitaxel, que corresponde a um aumento de 25% na AUC. Portanto, a administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A (p.ex. cetoconazol, itraconazol, claritromicina, indinavir, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, telitromicina, voriconazol) deve ser evitada uma vez que pode ocorrer um aumento das concentrações plasmáticas de cabazitaxel. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciproterona + Cetoconazol

Observações: Com base em estudos de inibição "in vitro", é possível uma inibição das enzimas CYP2C8, 2C9, 2C19, 3A4 e 2D6 do citocromo P450 a doses terapêuticas altas de acetato de ciproterona de 3 vezes 100 mg por dia.
Interações: Apesar de não terem sido realizados estudos de interacção clínica, uma vez que este fármaco é metabolizado pelo CYP3A4, é expectável que o cetoconazol, itraconazol, clotrimazol, ritonavir e outros fortes inibidores do CYP3A4 inibam o metabolismo do acetato de ciproterona. - Cetoconazol
Usar com precaução

Docetaxel + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Estudos in vitro mostraram que o metabolismo do docetaxel pode ser modificado pela administração concomitante de compostos que induzam, inibam ou sejam metabolizados pela citocromo P4503A (e assim possam inibir a enzima competitivamente), tais como ciclosporina, cetoconazol e eritromicina. Por conseguinte, deverão tomar-se precauções no tratamento de doentes com esta terapêutica concomitante, visto haver um potencial para uma interacção significativa. Em caso de combinação com inibidores do CYP3A4, a ocorrência de reacções adversas ao docetaxel pode aumentar, como resultado do metabolismo reduzido. Se a utilização concomitante de um inibidor forte do CYP3A4 (por exemplo, cetoconazol, itraconazol, claritromicina, indinavir, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, telitromicina e voriconazol) não puder ser evitada, é recomendada uma monitorização clínica e um ajuste da dose de docetaxel durante o tratamento com o inibidor forte do CYP3A4. Num estudo farmacocinético com 7 doentes, a co-administração de docetaxel com o inibidor forte do CYP3A4 cetoconazol leva a uma diminuição significativa da depuração do docetaxel de 49%. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Prucaloprida + Cetoconazol

Observações: A prucaloprida tem um baixo potencial de interação farmacocinética. É extensivamente excretada inalterada na urina (aproximadamente 60% da dose) e o metabolismo in vitro é muito lento. A prucaloprida não demonstrou inibir atividades específicas do CYP450 em estudos in vitro em microssomas de fígado humano em concentrações terapeuticamente relevantes. Embora a prucaloprida possa ser um fraco substrato para a glicoproteína - P (P - gp), não é um inibidor da P - gp em concentrações clinicamente relevantes.
Interações: O cetoconazol (200 mg duas vezes ao dia), um potente inibidor do CYP3A4 e da P - gp, aumentou a exposição sistémica à prucaloprida em cerca de 40%. Este efeito é demasiado pequeno para ser clinicamente relevante. - Cetoconazol
Usar com precaução

Lapatinib + Cetoconazol

Observações: O lapatinib é predominantemente metabolizado pelo CYP3A.
Interações: Em voluntários saudáveis a receber cetoconazol, um potente inibidor do CYP3A4, na dose de 200 mg duas vezes por dia durante 7 dias, a exposição sistémica ao lapatinib (100 mg diários) aumentou aproximadamente 3,6 vezes, e o tempo de semivida aumentou 1,7 vezes. Deve evitar-se a administração concomitante de Lapatinib com inibidores potentes do CYP3A4 (p.ex. ritonavir, saquinavir, telitromicina, cetoconazol, itraconazol, voriconazol, posaconazol, nefazodona). O lapatinib é um substrato para as proteínas transportadoras da Pgp (glicoproteína P) e BCRP. Os inibidores (cetoconazol, itraconazol, quinidina, verapamil, ciclosporina, eritromicina) e os indutores (rifampicina, Hipericão) destas proteínas podem alterar a exposição e/ou distribuição do lapatinib. - Cetoconazol
Usar com precaução

Tegafur + Uramustina + Cetoconazol

Observações: As interações farmacocinéticas de Tegafur/Uramustina com outros medicamentos administrados concomitantemente não foram formalmente investigadas. Nem o tegafur nem o uracilo inibem de forma significativa a actividade in vitro da CYP3A4 ou da CYP2D6. Além disso, in vitro, o tegafur não é metabolizado pela CYP1A1, -1A2, -2B6, -2C8, -2C9, -2C19, -2D6, 2E1 ou - 3A4, o que sugere ser improvável a ocorrência de interações com medicamentos metabolizados por estas enzimas.
Interações: In vitro, o tegafur é parcialmente metabolizado pela CYP2A6. O Tegafur/Uramustina deve ser administrado com precaução quando associado a substratos ou inibidores desta enzima, i.e. cumarina, metoxipsoraleno, cotrimoxazol, cetoconazol e miconazol. - Cetoconazol
Usar com precaução

Furoato de fluticasona + Vilanterol + Cetoconazol

Observações: As interações medicamentosas clinicamente significativas mediadas por furoato de fluticasona/vilanterol em doses terapêuticas são consideradas pouco frequentes devido às baixas concentrações plasmáticas atingidas após a dose inalada. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interações: O furoato de fluticasona e o vilanterol são ambos rapidamente eliminados através do metabolismo de primeira passagem mediado pelo complexo enzimático hepático CYP3A4. Devem tomar-se precauções quando se administra concomitantemente com inibidores potentes do CYP3A4 (por ex., cetoconazol, ritonavir) uma vez que existe potencial para exposição sistémica aumentada tanto ao furoato de fluticasona como ao vilanterol e o uso concomitante deve ser evitado. Um estudo de dose repetida de interacção medicamentosa com o CYP3A4 foi realizado em indivíduos saudáveis com a associação furoato de fluticasona/vilanterol (184/22 microgramas) e o inibidor potente do CYP3A4 cetoconazol (400 mg). A administração concomitante aumentou a AUC (0-24) e a Cmax médias do furoato de fluticasona em 36% e 33%, respectivamente. O aumento na exposição a o furoato de fluticasona foi associado a uma redução de 27% no cortisol sérico médio ponderado nas 0-24 horas. A administração concomitante aumentou a AUC (0-t) e a Cmax médias do vilanterol em 65% e 22%, respectivamente. O aumento na exposição do vilanterol não foi associado com um aumento nos efeitos sistémicos relacionados com os agonistas beta 2 na frequência cardíaca, no potássio sanguíneo ou no intervalo do QTcF. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Silodosina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: A silodosina é extensamente metabolizada, principalmente através da CYP3A4, da álcool-desidrogenase e da UGT2B7. A silodosina também é um substrato da glicoproteína P. As substâncias que inibem (tais como cetoconazol, itraconazol, ritonavir ou ciclosporina) ou induzem (tais como rifampicina, barbitúricos, carbamazepina, fenitoína) estas enzimas e transportadores podem afetar as concentrações plasmáticas de silodosina e do seu metabolito ativo. Inibidores da CYP3A4: Num estudo de interacção, observou-se um aumento 3,7 vezes superior das concentrações plasmáticas máximas de silodosina e um aumento 3,1 vezes superior da exposição à silodosina (isto é, AUC) com a administração simultânea de um inibidor potente da CYP3A4 (cetoconazol 400 mg). Não é recomendada a utilização concomitante com inibidores potentes da CYP3A4 (tais como cetoconazol, itraconazol, ritonavir ou ciclosporina). - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ceritinib + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de ceritinib: Em indivíduos saudáveis, a co-administração de uma dose única de 450 mg de ceritinib com cetoconazol (200 mg duas vezes por dia durante 14 dias), um inibidor potente da CYP3A/P-gp, resultou num aumento de 2,9-vezes e 1,2-vezes da AUC inf e Cmax de Ceritinib, respectivamente, comparativamente com ceritinib administrado isoladamente. O estado de equilíbrio da AUC de ceritinib em doses reduzidas após co-administração com cetoconazol 200 mg duas vezes por dia durante 14 dias, estimou-se, através de simulação, ser semelhante ao estado de equilíbrio da AUC de ceritinib isoladamente. Se não for possível evitar a utilização concomitante de inibidores potentes da CYP3A (incluindo, mas não limitado a, ritonavir, saquinavir, telitromicina, cetoconazol, itraconazol, voriconazol, posaconazol e nefazodona ), reduzir a dose de ceritinib em aproximadamente um terço, arredondado para o múltiplo mais próximo da dosagem de 150 mg. Após interrupção de um inibidor potente da CYP3A, reiniciar com a dose utilizada antes de iniciar o inibidor potente da CYP3A4. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cetoconazol + Inibidores da cicloxigenase (COX)

Observações: N.D.
Interações: A utilização concomitante de Coxibes e inibidores do CYP2C9 como o Cetoconazol, deu origem a um aumento da concentração plasmática dos Coxibes. - Inibidores da cicloxigenase (COX)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Conivaptan + Cetoconazol

Observações: O Conivaptan é um substrato sensível do CYP3A. Conivaptan é um inibidor com base em mecanismo potente do CYP3A. O efeito de conivaptan na farmacocinética de substratos CYP3A co-administrada foi avaliada com a co-administração de conivaptan com midazolam, simvastatina, e amlodipina.
Interações: O efeito de cetoconazol, um inibidor CYP3A potente, sobre a farmacocinética do conivaptan intravenosa não foi avaliada. A co-administração de cloridrato de conivaptan por via oral de 10 mg com 200 mg de cetoconazol resultou em 4 e 11 vezes aumenta em Cmax e AUC de conivaptan, respectivamente. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dronabinol + Canabidiol + Cetoconazol

Observações: O delta-9-tetrahidrocanabinol (THC) e o canabidiol (CBD) são metabolizados pelo sistema enzimático do citocromo P 450 . Os efeitos inibidores deste medicamento sobre o sistema do citocromo P 450 observados in vitro e em modelos animais foram observados apenas em exposições significativamente mais elevadas do que a exposição máxima observada em ensaios clínicos. Num estudo in vitro com a substância medicamentosa de origem botânica THC a 1:1% (v/v) e com a substância medicamentosa de origem botânica CBD, não se observou indução relevante das enzimas do citocromo P 450 no que respeita às enzimas humanas CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4 em hepatocitos humanos, em doses até 1 μ M (314 ng/ml). Quando este medicamento foi coadministrado com alimentos, a Cmax e a AUC médias do THC foram 1,6 e 2,8 vezes mais elevadas em comparação com o estado de jejum. Os valores correspondentes do CBD foram de 3,3 e 5,1 vezes.
Interações: O tratamento concomitante com o inibidor da CYP3A4 cetoconazol produziu um aumento da Cmax e da AUC do THC (respectivamente de 1,2 e 1,8 vezes), do seu metabolito principal (respectivamente de 3 e 3,6 vezes) e do CBD (respectivamente de 2 e 2 vezes). Por conseguinte, se o tratamento medicamentoso concomitante com inibidores da CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, ritonavir, claritromicina) for iniciado ou interrompido durante o tratamento com este medicamento, poderá ser necessária uma nova titulação da dose. - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cetoconazol + Antimuscarínicos

Observações: N.D.
Interações: A administração simultânea de Cetoconazol com medicação que diminua a acidez gástrica (antiácidos, bloquedores H2 e antimuscarínicos), pode diminuir a sua absorção do antifúngico. - Antimuscarínicos
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cetoconazol + Clorodiazepóxido

Observações: N.D.
Interações: O Cetoconazol pode possivelmente reduzir a clearance de eliminação do clordiazepóxido e das benzodiazepinas metabolizadas tais como o midazolam e o triazolam. - Clorodiazepóxido
Consultar informação actualizada

Cetoconazol + Dihidropiridinas

Observações: N.D.
Interações: Estão igualmente descritas interacções com outros fármacos nomeadamente rifabutina, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, inibidores das proteases, tacrolimus, sirolimus, digoxina, buspirona, alfentanil, sildenafil, metilprednisolona, dihidropiridinas e eventualmente o verapamil e alguns antineoplásicos. - Dihidropiridinas
Consultar informação actualizada

Cetoconazol + Mizolastina

Observações: N.D.
Interações: Está também contra-indicada a administração concomitante com astemizol, mizilastatina, terfenadina, cisaprida, dofetelide, quinidina, pimozida, sinvastatina, lovastatina, midazolam oral e triazolam. - Mizolastina
Consultar informação actualizada

Cetoconazol + Dofetilida

Observações: N.D.
Interações: Está também contra-indicada a administração concomitante com astemizol, mizilastatina, terfenadina, cisaprida, dofetelide, quinidina, pimozida, sinvastatina, lovastatina, midazolam oral e triazolam. - Dofetilida
Contraindicado

Isavuconazol + Cetoconazol

Observações: O isavuconazol é um substrato do CYP3A4 e do CYP3A5. O isavuconazol é um inibidor moderado do CYP3A4/5. O isavuconazol é um indutor ligeiro do CYP2B6. O isavuconazol é um inibidor ligeiro da P-glicoproteína (P-gp. O isavuconazol é um inibidor in vitro da BCRP. O isavuconazol é um inibidor ligeiro do transportador de catiões orgânicos 2 (OCT2. O isavuconazol é um inibidor ligeiro da UGT.
Interações: A administração concomitante de Isavuconazol com o inibidor forte do CYP3A4/5 cetoconazol, é contra-indicada, uma vez que este medicamento pode aumentar significativamente as concentrações plasmáticas do isavuconazol. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bazedoxifeno + Estrogénios conjugados + Cetoconazol

Observações: O bazedoxifeno é sujeito a metabolismo pelas enzimas uridina difosfato glucuronil transferase (UGT) no trato intestinal e no fígado. O bazedoxifeno é sujeito a pouco, ou nenhum, metabolismo mediado pelo citocromo P450 (CYP). O bazedoxifeno não induz nem inibe as atividades das principais isoenzimas do CYP e é pouco provável que interaja com medicamentos coadministrados através do metabolismo mediado pelo CYP.
Interações: Os inibidores do CYP3A4, como a eritromicina, a claritromicina, o cetoconazol, o itraconazol, o ritonavir e o sumo de toranja, podem aumentar as concentrações plasmáticas de estrogénios e resultar em reações adversas. - Cetoconazol
Contraindicado

Naloxegol + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação foram apenas efetuados em adultos.
Interações: Num estudo cruzado, aberto, não aleatorizado, de sequência fixa, de 3 períodos, de 3 tratamentos, para avaliar o efeito de doses múltiplas de cetoconazol na farmacocinética (PK) de naloxegol em dose única, a administração concomitante de cetoconazol e naloxegol resultou num aumento de 12,9 vezes (90% IC: 11,3-14,6) na AUC de naloxegol e num aumento de 9,6 vezes na Cmáx do naloxegol (90% IC: 8,1-11,3), comparativamente ao naloxegol administrado isoladamente. Assim, a utilização concomitante com inibidores potentes do CYP3A4 é contra-indicada. A dose inicial para doentes a tomar inibidores moderados do CYP3A4 é 12,5 mg uma vez por dia e a dose pode ser aumentada para 25 mg se a dose de 12,5 mg for bem tolerada pelo doente. Não é necessário ajuste da dose em doentes a tomar inibidores fracos do CYP3A4. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dexlansoprazol + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Foi demonstrado que o CYP2C19 e o CYP3A4 estão envolvidos no metabolismo do dexlansoprazol. O dexlansoprazol pode interferir com a absorção de medicamentos para os quais o pH gástrico é crítico em termos de biodisponibilidade. Estudos in vitro demonstraram que não é provável que Dexlansoprazol iniba as isoformas do CYP 1A1, 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2D6, 2E1 ou 3A4. Assim sendo, não são de esperar interações clinicamente relevantes com fármacos metabolizados por estas enzimas do CYP. Medicamentos transportados pela glicoproteína P: Observou-se que o lansoprazol inibe a proteína transportadora, P-gp in vitro. Podem esperar-se efeitos semelhantes com o dexlansoprazol. A relevância clínica deste facto é desconhecida.
Interações: A absorção do cetoconazol, itraconazol e erlotinib do trato gastrointestinal é aumentada pela presença de ácido gástrico. A administração de dexlansoprazol pode resultar em concentrações subterapêuticas do cetoconazol, itraconazol e erlotinib e a associação deve ser evitada. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nintedanib + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. Nintedanib é um substrato da gp-P. Apenas uma pequena parte da biotransformação do nintedanib é feita pelas vias do CYP. Nintedanib e os seus metabolitos, a fração ácido livre BIBF 1202 e o seu glucoronido BIBF 1202-glucoronido, não inibiram ou induziram as enzimas do CYP em estudos pré-clínicos. Assim, a probabilidade de interações medicamentosas com nintedanib com base no metabolismo do CYP é considerada baixa.
Interações: A administração concomitante com o potente inibidor da gp-P, cetoconazol, aumentou a exposição ao nintedanib em 1,61 vezes, com base na AUC, e em 1,83 vezes com base na Cmax, num estudo dedicado de interacção medicamentosa. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Idelalisib + Cetoconazol

Observações: O idelalisib é metabolizado principalmente através da aldeído oxidase e, numa menor extensão, através da CYP3A e por glucuronidação (UGT1A4). O seu metabolito principal é o GS-563117, que não é farmacologicamente ativo. O idelalisib e o GS-563117 são substratos da P-gp e da BCRP. O metabolito principal de idelalisib, GS-563117, é um inibidor potente da CYP3A.
Interações: Um estudo clínico de interacção medicamentosa verificou que a co-administração de uma dose única de 400 mg de idelalisib com 400 mg uma vez por dia de cetoconazol (um inibidor potente da CYP3A, P-gp e BCRP) resultou num aumento de 26% da Cmax e num aumento de 79% da AUCinf de idelalisib. Não se considera necessário um ajuste posológico inicial de idelalisib quando este é administrado com inibidores da CYP3A/P-gp, mas recomenda-se uma intensificação da monitorização das reações adversas. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Azelastina + Fluticasona + Cetoconazol

Observações: Em circunstâncias normais, atingem-se concentrações baixas de fluticasona após aplicação intranasal, devido ao extenso metabolismo de primeira passagem e uma depuração sistémica alta mediada pelo citocromo P450 3A4 no intestino e no fígado. Salienta-se que interações significativas mediadas pelo propionato de fluticasona são improváveis. Não foram realizados estudos específicos de interação com o cloridrato de azelastina spray nasal. Foram realizados estudos de interação com altas doses orais. Contudo, não têm relevância para a azelastina Spray Nasal porque as doses nasais recomendadas promovem uma exposição sistémica muito mais baixa.
Interações: Estudos mostraram que outros inibidores do citocromo P4503A4 promoveram aumentos na exposição sistémica ao propionato de fluticasona negligenciáveis (eritromicina) e mínimos (cetoconazole), sem reduções notáveis nas concentrações séricas de cortisol. No entanto, deve ter-se especial cuidado quando se administra em simultâneo um potente inibidor do citocromo P450 3A4 (ex cetoconazole), pois existe um potencial aumento da exposição sistémica ao propionato de fluticasona. - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Esomeprazol + Cetoconazol

Observações: A supressão do ácido gástrico durante o tratamento com esomeprazol e outros IBPs poderá reduzir ou aumentar a absorção de medicamentos com uma absorção gástrica pH-dependente. O esomeprazol inibe o CYP2C19, a principal enzima metabolizadora do esomeprazol. O omeprazol tal como o esomeprazol atuam como inibidores do CYP2C19. O esomeprazol é metabolizado pelo CYP2C19 e CYP3A4.
Interações: À semelhança do que se verifica com outros medicamentos que reduzem a acidez intragástrica, a absorção de medicamentos tais como cetoconazol, itraconazol e erlotinib pode ser reduzida e a absorção de digoxina pode aumentar durante o tratamento com esomeprazol. - Cetoconazol
Consultar informação actualizada

Alfentanilo + Cetoconazol

Observações: O alfentanilo é metabolizado principalmente por via da enzima 3A4 do citocromo P450.
Interações: Dados in vitro sugerem que inibidores potentes da enzima 3A4 do citocromo P450 (ex.: cetoconazol, itraconazol, ritonavir), podem inibir o metabolismo do alfentanilo. - Cetoconazol
Usar com precaução

Aliscireno + Cetoconazol

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interações: A co-administração de cetoconazol (200 mg) ou verapamilo (240 mg) com aliscireno (300 mg) resultou no aumento de 76% ou 97% na AUC de aliscireno, respectivamente. Espera-se que a variação dos níveis plasmáticos de aliscireno na presença de cetoconazol ou verapamilo se encontre dentro dos limites que seriam atingidos se a dose de aliscireno fosse duplicada; doses de aliscireno até 600 mg, ou duas vezes a dose terapêutica máxima recomendada, foram bem toleradas em ensaios clínicos controlados. Os estudos pré-clínicos indicam que a co-administração de aliscireno e cetoconazol aumenta a absorção gastrointestinal do aliscireno e reduz a excreção biliar. Assim, deve ter-se precaução ao administrar aliscireno com cetoconazol, verapamilo ou outros inibidores moderados da gp-P (claritromicina, telitromicina, eritromicina, amiodarona). - Cetoconazol
Usar com precaução

Aliscireno + Amlodipina + Cetoconazol

Observações: Não foram realizados estudos de interação de Aliscireno + Amlodipina com outros medicamentos. Apresenta-se a informação conhecida sobre interações com outros medicamentos para as substâncias ativas individualmente. A administração conjunta de aliscireno e amlodipina não provoca alterações significativas na exposição farmacocinética no estado estacionário (AUC) e na concentração máxima (Cmax) de ambos os componentes em voluntários saudáveis.
Interações: A co-administração de cetoconazol (200 mg) ou verapamilo (240 mg) com aliscireno (300 mg) resultou no aumento de 76% ou 97% na AUC de aliscireno, respectivamente. Espera-se que a variação dos níveis plasmáticos de aliscireno na presença de cetoconazol ou verapamilo se encontre dentro dos limites que seriam atingidos se a dose de aliscireno fosse duplicada; doses de aliscireno até 600 mg, ou duas vezes a dose terapêutica máxima recomendada, foram bem toleradas em ensaios clínicos controlados. Os estudos pré-clínicos indicam que a co-administração de aliscireno e cetoconazol aumenta a absorção gastrointestinal do aliscireno e reduz a excreção biliar. Assim, deve ter-se precaução ao administrar aliscireno com cetoconazol, verapamilo ou outros inibidores moderados da gp-P (claritromicina, telitromicina, eritromicina, amiodarona). - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Alitretinoína + Cetoconazol

Observações: A alitretinoína é metabolizada pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4).
Interações: A administração concomitante com inibidores do CYP3A4, como o cetoconazol, aumenta o nível plasmático de alitretinoína e pode ser necessária uma redução da dose. Não foram estudados os efeitos de outros inibidores do CYP3A4. A alitretinoína não afetou a farmacocinética de cetoconazol. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Alprazolam + Cetoconazol

Observações: As interações farmacocinéticas podem ocorrer quando o alprazolam é administrado concomitantemente com compostos que inibem a enzima hepática CYP3A4, aumentando os níveis plasmáticos de alprazolam.
Interações: Inibidores da CYP3A4: Antimicóticos: O uso concomitante de itraconazol, cetoconazol, posaconazol, voriconazol e outros agentes antifúngicos do tipo azol (inibidores potentes do CYP3A4) não é recomendado. Deve ter-se um cuidado particular e uma redução substancial da dose no caso de utilização simultânea de inibidores de CYP3A4 tais como os inibidores da protease do VIH, fluoxetina, dextropropoxifeno, Contraceptivos orais, sertralina, diltiazem ou antibióticos macrólidos, tais como eritromicina, claritromicina, telitromicina e troleandomicina. O itraconazol, um potente inibidor de CYP3A4, aumenta a AUC e prolonga o tempo de semivida do alprazolam. Num estudo em que os voluntários saudáveis receberam 200 mg/ dia de itraconazol e 0,8 mg de alprazolam, a AUC foi aumentada 2-3 vezes, e o tempo de semivida foi prolongada para cerca de 40 horas. Também foram observadas alterações na função psicomotora afetada pelo alprazolam. O itraconazol pode aumentar os efeitos depressores do SNC de alprazolam e assim como retirar o itraconazol pode atenuar a eficácia terapêutica do alprazolam. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Amprenavir + Cetoconazol

Observações: Foram realizados estudos de interacção com amprenavir como único inibidor da protease.
Interações: Após administração com amprenavir em monoterapia, a AUC e a Cmax do cetoconazol aumentaram 44% e 19%, respectivamente. A AUC do amprenavir aumentou 31%, e a Cmax diminuiu 16%. Espera-se que as concentrações de itraconazol aumentem da mesma forma que as de cetoconazol. Não é necessário ajuste da dose, de qualquer dos fármacos, quando cetoconazol ou itraconazol é administrado em associação com amprenavir. Co-administração de fosamprenavir 700 mg com ritonavir 100 mg, duas vezes ao dia, e cetoconazol 200 mg, uma vez ao dia, aumenta a Cmax plasmática de cetoconazol em 25% e aumenta a AUC(0- ) 2,69 vezes do que o observado, aquando da administração de cetoconazol 200 mg, uma vez ao dia, sem a administração concomitante de fosamprenavir com ritonavir. A Cmax, AUC e a Cmin de amprenavir não foram alteradas. Quando administrado com Amprenavir associado a ritonavir, não são recomendadas doses elevadas (>200 mg/dia) de cetoconazol ou itraconazol. - Cetoconazol
Usar com precaução

Aripiprazol + Cetoconazol

Observações: Deverá ter-se precaução se o aripiprazol for administrado concomitantemente com medicamentos que se sabe que causam intervalo QT prolongado ou desequilíbrio eletrolítico.
Interações: Num ensaio clínico em indivíduos saudáveis, um inibidor potente da CYP3A4 (cetoconazol) aumentou a AUC e a Cmax do aripiprazol em 63% e 37%, respectivamente. A AUC e a Cmax do dehidro-aripiprazol aumentaram em 77% e 43%, respectivamente. Nos metabolizadores fracos da CYP2D6, a utilização concomitante de inibidores potentes da CYP3A4 pode resultar em concentrações plasmáticas do aripiprazol mais elevadas, em comparação com as dos metabolizadores extensos da CYP2D6. Quando se considerar a administração concomitante de cetoconazol ou de outros inibidores potentes da CYP3A4 com Aripiprazol, os potenciais benefícios devem compensar os potenciais riscos para o doente. Na administração concomitante de cetoconazol com Aripiprazol, a dose de Aripiprazol deve ser reduzida para aproximadamente metade da dose prescrita. Pode-se esperar que outros inibidores potentes da CYP3A4, tais como o itraconazol e os inibidores da protease do VIH tenham efeitos similares e, consequentemente, devem ser aplicadas reduções similares das doses. Após a interrupção do inibidor da CYP2D6 ou 3A4, a dose de Aripiprazol deve ser aumentada para o valor anterior ao início da terapêutica concomitante. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Atovaquona + Cetoconazol

Observações: Dada a experiência ser limitada, deve tomar-se precaução ao associar outros fármacos com Atovaquona. A atovaquona liga-se fortemente às proteínas plasmáticas, devendo tomar-se precaução ao administrar Atovaquona simultaneamente com outros fármacos com elevada taxa de ligação às proteínas e com baixos índices terapêuticos. A atovaquona não afeta a farmacocinética, metabolismo ou extensão de ligação às proteínas da fenitoína in vivo.
Interações: Em ensaios clínicos com Atovaquona, os seguintes medicamentos não foram associados a alterações nas concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio da atovaquona: fluconazol, clotrimazol, cetoconazol, antiácidos, corticosteróides sistémicos, anti-inflamatórios não esteróides, antieméticos (à exceção da metoclopramida) e antagonistas-H2. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Azilsartan medoxomilo + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Não foram notificadas interacções clinicamente significativas em estudos do azilsartan medoxomilo ou do azilsartan administrado com amlodipina, antiácidos, clorotalidona, digoxina, fluconazol, gliburida, cetoconazol, metformina e varfarina. O azilsartan medoxomilo é rapidamente hidrolizado na sua fracção ativa pelas estearases do tracto gastrointestinal e/ou durante a absorção do fármaco. Estudos in vitro indicaram que é improvável a ocorrência de interacções baseadas na inibição das estearases. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cilostazol + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Cilostazol é extensivamente metabolizado pelas enzimas do CYP (em particular pela CYP3A4 e CYP2C19 e, em menor extensão, pela CYP1A2). O metabolito desidro que tem 4-7 vezes a potência de cilostazol na inibição da agregação plaquetária, parece ser formado principalmente através da CYP3A4. O metabolito 4´-trans-hidroxi, com um quinto da potência de cilostazol, parece ser formado principalmente através da CYP2C19. A co-administração de cetoconazol (um inibidor da CYP3A4) com cilostazol resultou num aumento de 117% na AUC de cilostazol, acompanhado por uma redução de 15% na AUC do metabolito desidro e num aumento de 87% na AUC do metabolito 4´-trans-hidroxi. Com base na AUC, a actividade farmacológica global de cilostazol aumenta 35% quando co-administrado com cetoconazol. Com base nestes dados, a dose recomendada de cilostazol é de 50 mg duas vezes por dia na presença de cetoconazol e medicamento semelhantes (por ex., itraconazol). - Cetoconazol
Usar com precaução

Codergocrina + Cetoconazol

Observações: Os componentes do mesilato de codergocrina são substratos e inibidores da CYP3A4.
Interações: É portanto necessária prudência quando se utilizar mesilato de codergocrina simultaneamente com inibidores potentes da CYP3A4: antifúngicos azólicos (ex.: cetoconazol, itraconazol, voriconazol) - uma vez que a exposição à codergocrina poderá aumentar e tornar-se exageradamente elevada, induzindo desse modo efeitos predominantemente dopaminérgicos. - Cetoconazol
Consultar informação actualizada

Dutasterida + Cetoconazol

Observações: In vitro, a dutasterida não é metabolizada pelas isoenzimas do citocromo humano P450: CYP1A2, CYP2A6, CYP2E1, CYP2C8, CY P2C9, CYP2C19, CYP2B6 e CYP2D6.
Interações: Uso concomitante com inibidores do CYP3A4 e/ou da glicoproteína-P: A dutasterida é eliminada principalmente por via metabólica. Estudos in vitro indicam que este metabolismo é catalisado pelo CYP3A4 e CYP3A5. Não foram realizados estudos de interacção com inibidores potentes do CYP3A4. No entanto, num estudo farmacocinético realizado numa população, as concentrações séricas de dutasterida foram, em média, 1,6 a 1,8 vezes superiores, respectivamente, num pequeno número de doentes tratados concomitantemente com verapamilo ou diltiazem (inibidores moderados do CYP3A4 e inibidores da glicoproteína-P) do que noutros doentes. A associação a longo prazo da dutasterida com fármacos que são inibidores potentes da enzima CYP3A4 (por exemplo, ritonavir, indinavir, nefazodona, itraconazol, cetoconazol administrados por via oral) pode aumentar as concentrações séricas da dutasterida. Não é provável uma maior inibição da 5-alfa redutase com uma exposição elevada à dutasterida. No entanto, pode ser considerada uma diminuição da frequência posológica da dutasterida, se forem observados efeitos secundários. Deve realçar-se que, em caso de inibição enzimática, o já longo tempo de semivida pode ser ainda mais prolongado, e podem ser necessários mais de 6 meses de terapêutica concomitante até se atingir um novo estado de equilíbrio. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Eprosartan + Cetoconazol

Observações: Foi demonstrado in vitro que o eprosartan não inibe as isoenzimas CYP1A, 2A6, 2C9/8, 2C19, 2D6, 2E e 3A do citocromo P450 humano.
Interações: Similarmente não foi demonstrado efeito da ranitidina, cetoconazol ou fluconazol na farmacocinética do eprosartan. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dienogest + Cetoconazol

Observações: Com base em estudos de inibição in vitro, é pouco provável uma interacção clinicamente relevante do dienogest com o metabolismo mediado pelas enzimas do citocromo P450 de outros medicamentos. Nota: A informação de prescrição da medicação concomitante deverá ser consultada para identificar potenciais interacções.
Interações: Inibidores conhecidos da CYP3A4 como os antifúngicos do grupo dos azóis (por ex., cetoconazol, itraconazol, fluconazol), cimetidina, verapamil, macrólidos (por ex., eritromicina, claritromicina e roxitromicina), diltiazem, inibidores das proteases (por ex., ritonavir, saquinavir, indinavir, nelfinavir), antidepressores (por ex., nefazodona, fluvoxamina, fluoxetina) e o sumo de toranja poderão aumentar os níveis plasmáticos de progestagénios e resultar em efeitos indesejáveis. Num estudo que investigou o efeito dos inibidores da CYP3A4 (cetoconazol, eritromicina) sobre a associação de valerato de estradiol/dienogest, os níveis plasmáticos de dienogest no estado estacionário foram aumentados. A administração concomitante com o forte inibidor cetoconazol resultou num aumento de 186% da AUC 0-24 h de dienogest no estado estacionário. Quando co-administrada com o moderado inibidor eritromicina, a AUC 0-24 h de dienogest no estado estacionário foi aumentada em 62%. Desconhece-se qual a relevância clínica destas interacções. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Felodipina + Cetoconazol

Observações: A felodipina é um substrato CYP3A4. Fármacos que induzam ou inibam o CYP3A4, terão grande influência na concentração da felodipina.
Interações: A administração concomitante de felodipina com fármacos inibidores da isoenzima 3A4 do citocromo P450 hepático (p. ex., cimetidina, antifúngicos azol (itraconazol ou cetoconazol), antibióticos macrólidos (eritromicina, claritromicina e telitromicina) ou inibidores das proteases do VIH) conduzem ao aumento dos níveis plasmáticos de felodipina. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Halazepam + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: As substâncias que inibem certos enzimas hepáticos (particularmente o citocromo P450), como a cimetidina, eritromicina e cetoconazol, podem intensificar a actividade das benzodiazepinas. Este efeito também se aplica às benzodiazepinas que são metabolizadas apenas por conjugação, ainda que em menor grau. Existem referências a interacções farmacocinéticas com as benzodiazepinas. - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Hidrocortisona + Cetoconazol

Observações: População pediátrica: Não foram realizados estudos de interação.
Interações: Medicamentos como a cimetidina, eritromicina e o cetoconazol podem inibir o metabolismo dos corticosteróides e assim diminuir a sua clearance. - Cetoconazol
Contraindicado

Ivabradina + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Utilização concomitante contra-indicada: A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 tais como os antifúngicos azol (cetoconazol, itraconazol), antibióticos macrolidos (claritromicina, eritromicina oral, josamicina, telitromicina), inibidores da protease do VIH (nelfinavir, ritonavir) e nefazodona está contra-indicada. Os inibidores potentes do CYP3A4, cetoconazol (200 mg uma vez por dia) e josamicina (1 g duas vezes por dia), aumentaram a exposição plasmática média da ivabradina em 7 a 8 vezes. - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Diclofenac + Misoprostol + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Os níveis plasmáticos da digoxina e do lítio em estado estacionário podem estar aumentados e os níveis de cetoconazol podem estar diminuídos. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Pravastatina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: A ausência de uma interacção farmacocinética significativa com a pravastatina foi demonstrada especificamente para vários medicamentos, especialmente aqueles que são substratos/inibidores do CYP3A4, como por exemplo, diltiazem, verapamilo, itraconazol, cetoconazol, inibidores das proteases, sumo de toranja e inibidores do CYP2C9 (por exemplo, fluconazol). - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Perampanel + Cetoconazol

Observações: Perampanel não é considerado um indutor ou inibidor potente das enzimas do citocromo P450 ou da UGT. O perampanel é administrado até obtenção do efeito clínico independentemente de outros antiepiléticos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Num estudo farmacocinético populacional dos doentes adolescentes dos estudos clínicos de Fase 3, não se observaram diferenças dignas de nota entre esta população e a população global.
Interações: Em voluntários saudáveis, o inibidor do CYP3A4 cetoconazol (400 mg uma vez ao dia durante 10 dias) aumentou a AUC do perampanel em 20% e prolongou a semivida do perampanel em 15% (67,8 h vs. 58,4 h). Não são de excluir efeitos maiores quando o perampanel é combinado com um inibidor do CYP3A com uma semivida mais longa que o cetoconazol ou quando o inibidor é administrado em tratamentos mais prolongados. Inibidores potentes de outras isoformas do citocromo P450 podem potencialmente aumentar também as concentrações de perampanel. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Pravastatina + Ácido acetilsalicílico + Cetoconazol

Observações: Não há evidência de interações farmacocinéticas clinicamente significativas na co-administração da pravastatina com o ácido acetilsalicílico.
Interações: A pravastatina não é metabolizada numa extensão clinicamente significativa pelo sistema do citocromo P450. É por este facto que os medicamentos que são metabolizados pelo sistema do citocromo P450, ou que são inibidores do sistema do citocromo P450, podem ser incluídos num regime posológico estável de pravastatina sem causar alterações significativas nos níveis plasmáticos da pravastatina, como tem sido observado com outras estatinas. A ausência de uma interacção farmacocinética significativa com a pravastatina tem sido especificamente demonstrada para vários medicamentos, em particular aqueles que são substratos/inibidores da CYP3A4, e.g. diltiazem, verapamilo, itraconazol, cetoconazol, inibidores da protease, sumo de toranja e inibidores da CYP2C9 (e.g. fluconazol). - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Trabectedina + Cetoconazol

Observações: Só foram realizados estudos de interacção em adultos.
Interações: Dois estudos in vivo de fase 1 de interacção medicamentosa confirmaram as tendências de aumento e diminuição nas exposições à trabectedina quando receberam cetoconazol e rifampicina, respectivamente. Quando o cetoconazol foi administrado concomitantemente com a trabectedina, a exposição plasmática da trabectedina aumentou cerca de 21% no caso da Cmax e 66% no caso da AUC, embora não tenham sido identificadas novas preocupações de segurança. É necessária uma monitorização atenta das toxicidades nos doentes a receberem trabectedina em associação com inibidores potentes da CYP3A4 ( por exemplo, cetoconazol, fluconazol, ritonavir, claritromicina ou aprepitant por via oral ) e, sempre que possível, tais associações devem ser evitadas. Se as mesmas forem necessárias, devem aplicar-se ajustes adequados da dose na ocorrência eventual de toxicidades. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Saxagliptina + Dapagliflozina + Cetoconazol

Observações: Saxagliptina: O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). Dapagliflozina: O metabolismo da dapagliflozina é feito principalmente através de conjugação do glucuronido mediado pela UDP glucuroniltransferase 1A9 (UGT1A9).
Interações: A administração concomitante de saxagliptina com o cetoconazol, um inibidor potente do CYP3A4/5, aumentou a Cmax e a AUC de saxagliptina em cerca de 62% e 2,5-vezes, respectivamente, e os valores correspondentes para o metabolito activo diminuíram em cerca de 95% e 88%, respectivamente. Estes efeitos farmacocinéticos não são clinicamente significativos e não requerem ajuste de dose. A saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida (um substrato do CYP2C9), pioglitazona [um substrato do CYP2C8 (major) e CYP3A4 (minor)], digoxina (um substrato da P-gp), sinvastatina (um substrato do CYP3A4), dos componentes ativos de um contraceptivo oral combinado (etinilestradiol e norgestimato), diltiazem ou cetoconazol. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Gefitinib + Cetoconazol

Observações: O metabolismo de gefitinib faz-se via citocromo P450 isoenzima CYP3A4 (predominantemente) e via CYP2D6. Substâncias ativas que podem aumentar as concentrações plasmáticas de gefitinib Estudos in vitro demonstraram que gefitinib é um substrato da glicoproteína-p (gpP). Os dados disponíveis não sugerem qualquer consequência clínica em relação a este efeito in vitro. As substâncias que inibem o CYP3A4 podem diminuir a depuração de gefitinib.
Interações: A administração concomitante com inibidores potentes da actividade do CYP3A4 (por exemplo, cetoconazol, posaconazol, voriconazol, inibidores da protease, claritromicina, telitromicina) podem aumentar as concentrações plasmáticas de gefitinib. O aumento pode ser clinicamente relevante uma vez que as reações adversas estão relacionadas com a dose e exposição. O aumento pode ser superior em doentes individuais com genótipo metabolizador fraco do CYP2D6. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Imatinib + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Substâncias ativas que podem aumentar as concentrações plasmáticas de imatinib: As substâncias que inibem a actividade da isoenzima CYP3A4 do citocromo P450 (por ex. inibidores da protease tais como indinavir, lopinavir/ritonavir, ritonavir, saquinavir, telaprevir, nelfinavir, boceprevir; antifúngicos azois incluindo cetoconazol, itraconazol, posaconazol, voriconazol; alguns macrólidos tais como eritromicina, claritromicina e telitromicina ) podem diminuir o metabolismo e aumentar as concentrações de imatinib. Houve um aumento significativo na exposição ao imatinib (a Cmax e a AUC médias do imatinib aumentaram em 26% e 40%, respectivamente) em indivíduos saudáveis quando ele foi co-administrado com uma dose única de cetoconazole (um inibidor da CYP3A4). Devem ser tomadas precauções quando se administra imatinib com inibidores da família da CYP3A4. - Cetoconazol
Usar com precaução

Lacosamida + Cetoconazol

Observações: Os dados disponíveis sugerem que a lacosamida possui um potencial de interação baixo. Estudos in vitro indicam que os enzimas CYP1A2, 2B6 e 2C9 não são induzidos e que os CYP1A1, 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2D6 e 2E1 não são inibidos pela lacosamida, nas concentrações plasmáticas observadas durante os ensaio s clínicos. Um estudo in vitro indicou que a lacosamida não é transportada por glicoproteína - P no intestino. Dados in vitro demonstram que o CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4 têm a capacidade de catalizar a formação do metabolito O - desmetil. A lacosamida tem um perfil de ligação às proteínas inferior a 15%, pelo que são consideradas pouco provaveis interacções de competição pelo recetor proteico, com outros medicamentos.
Interações: É recomendada precaução no tratamento concomitante com inibidores fortes do CYP2C9 (ex. fluconazol) e CYP3A4 (ex. itraconazol, cetoconazol, ritonavir, claritromicina), o que pode originar um aumento da exposição sistémica à lacosamida. Tais interacções não foram estabelecidas in vivo mas foram possivelmente baseadas nos dados in vitro. - Cetoconazol
Sem significado Clínico

Loratadina + Pseudoefedrina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Foi demonstrado que os inibidores do CYP3A4 e CYP2D6 aumentam a exposição da loratadina e desloratadina. No entanto, dado o largo índice terapêutico da loratadina, não são expectáveis interacções clinicamente relevantes e não foram observadas com a administração concomitante de eritromicina, cetoconazole e cimetidina nos ensaios clínicos realizados. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Vinflunina + Cetoconazol

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interações: Um estudo de fase I para avaliar o efeito do tratamento com cetoconazol (um inibidor potente do CYP3A) na farmacocinética da vinflunina indicou que a co-administração do cetoconazol (400 mg por via oral uma vez por dia durante 8 dias) resultou num aumento de 30% e de 50% nas exposições sanguíneas à vinflunina e ao o seu metabolito 4Odiacetilvinflunina (DVFL), respectivamente. Consequentemente a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (tais como o ritonavir, o cetoconazol, o itraconazol e sumo de toranja) ou de indutores (tais como a rifampicina e Hypericum perforatum (Hipericão)) com a vinflunina deve ser evitada uma vez que podem aumentar ou diminuir as concentrações de vinflunina e de DVFL. Deve ser evitado o uso concomitante de vinflunina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT/QTc. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Mirabegrom + Cetoconazol

Observações: Dados in vitro Mirabegrom é transportado e metabolizado por inúmeras vias. Mirabegrom é um substrato do citocromo P450 3A4 (CYP), do CYP 2D6, da butirilcolinesterase, da uridina difosfato glucuronil transferase (UGT), do transportador de efluxo glicoproteína P (P - gp) e dos transportadores de influxo de catiões orgânicos (OCT) OCT1, OCT2 e OCT3. Estudos com Mirabegrom que usaram microssomas hepáticos humanos e enzimas CYP humanas recombinantes mostraram que o Mirabegrom é um inibidor moderado e dependente do tempo do CYP 2D6 e um inibidor fraco do CYP 3A. Em altas concentrações, mirabegrom inibe o transporte de fármacos mediado pela P - gp. O efeito da coadministração de medicamentos sobre a farmacocinética do Mirabegrom e o efeito do Mirabegrom na farmacocinética de outros medicamentos foram estudados em ensaios com dose única e em ensaios com múltiplas doses. A maior parte das interações medicamentosas foram estudadas usando uma dose de 100 mg de Mirabegrom em comprimidos com sistema de absorção oral controlada ( Oral Controlled Absorption System, OCAS).
Interações: Em voluntários saudáveis, a exposição do Mirabegrom (AUC) aumentou 1,8 vezes na presença de um inibidor forte do CYP 3A/P - gp, o cetoconazol. Não é necessário ajuste de dose quando o Mirabegrom é combinado com inibidores do CYP3A e/ou da P - gp. Contudo, em doentes com compromisso renal ligeiro a moderado (TFG de 30 a 89 m l /min/1,73 m2 ) ou compromisso hepático ligeiro (Classe A Child - Pugh ), que se encontrem concomitantemente medicados com inibidores potentes do CYP3A, como o itraconazol, cetoconazol, ritonavir e claritromicina, a dose recomendada é de 25 mg, uma vez por dia, com ou sem alimentos. Mirabegrom não está recomendado em doentes com compromisso renal grave (TFG de 15 a 29 m l /min/1,73 m2 ) ou em doentes com compromisso hepático moderado (Classe B Child - Pugh) que se encontrem concomitantemente medicados com inibidores potentes do CYP3A. - Cetoconazol
Usar com precaução

Omeprazol + Cetoconazol

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: A absorção de posaconazol, erlotinib, cetoconazol e itraconazol é significativamente reduzida e, portanto, a eficácia clínica pode ser comprometida. Para o posaconazol e erlotinib o uso concomitante deve ser evitado. - Cetoconazol
Usar com precaução

Brometo de umeclidínio + Vilanterol + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: O vilanterol é um substrato do citocromo P450 3A4 (CYP3A4). A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por ex., cetoconazol, claritromicina, itraconazol, ritonavir, telitromicina) pode inibir o metabolismo do, e aumentar a exposição sistémica ao, vilanterol. A co-administração com cetoconazol (400mg) em voluntários saudáveis aumentou a AUC(0-t) e a Cmax médias do vilanterol em 65% e 22%, respectivamente. O aumento na exposição do vilanterol não foi associado com um aumento nos efeitos sistémicos relacionados com o agonista beta-adrenérgico na frequência cardíaca, no potássio sanguíneo ou no intervalo QT (corrigido utilizando o método Fridericia). Aconselha-se precaução quando se coadministra um eclidínio/vilanterol com cetoconazol e outros inibidores potentes conhecidos do CYP3A4, uma vez que existe potencial para uma exposição sistémica aumentada ao vilanterol, o que pode levar a um aumento no potencial para reações adversas. - Cetoconazol
Contraindicado

Ranolazina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um substrato do citocromo CYP3A4. Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de ranolazina. A possibilidade de ocorrência de episódios adversos relacionados com a dose (p.ex. náuseas, tonturas) pode também aumentar com o aumento das concentrações plasmáticas. O tratamento concomitante com 200 mg de cetoconazol duas vezes ao dia aumentou a AUC da ranolazina em 3,0 – 3,9 vezes durante o tratamento com ranolazina. A associação de ranolazina a inibidores potentes do CYP3A4 (p.ex. itraconazol, cetoconazol, voriconazol, posaconazol, inibidores da protease do VIH, claritromicina, telitromicina, nefazodona) está contra-indicada. O sumo de toranja também é um inibidor potente do CYP3A4. O diltiazem (180 a 360 mg uma vez ao dia), um inibidor do CYP3A4 moderadamente potente, causa um aumento dependente da dose das concentrações médias em estado estacionário da ranolazina de 1,5 a 2,4 vezes. Recomenda-se o ajustamento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com diltiazem e outros inibidores do CYP3A4 de potência moderada (p.ex. eritromicina, fluconazol). Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rimonabant + Cetoconazol

Observações: O efeito inibitório in vivo no CYP2C8 não foi estudado. Contudo, in vitro, o rimonabant demonstrou um efeito inibitório ligeiro no CYP2C8. O potencial para inibição do CYP2C8 in vivo é aparentemente baixo.
Interações: A administração concomitante de cetoconazol (um forte inibidor do CYP3A4) aumenta em 104% a AUC do rimonabant (95% intervalo previsível: 40%-197%). - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Rivaroxabano + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: A co-administração de rivaroxabano com cetoconazol (400 mg uma vez ao dia) ou ritonavir (600 mg duas vezes ao dia) originou um aumento de 2,6 vezes/ 2,5 vezes da média da AUC do rivaroxabano e um aumento de 1,7 vezes/ 1,6 vezes da média da Cmax do rivaroxabano, com aumentos significativos nos efeitos farmacodinâmicos o que pode originar um risco aumentado de hemorragia. Deste modo, a utilização de Rivaroxabano não é recomendada em doentes submetidos a tratamento sistémico concomitante com antimicóticos azólicos tais como cetoconazol, itraconazol, voriconazol, posaconazol ou inibidores da protease do VIH. Estas substâncias ativas são potentes inibidores do CYP3A4 e da gp-P. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Vardenafil + Cetoconazol

Observações: Estudos in vitro Vardenafil é metabolizado predominantemente por enzimas hepáticas através da isoforma 3A4 do citocromo P450 (CYP), com alguma contribuição das isoformas CYP3A5 e CYP2C. Assim, os inibidores destas isoenzimas podem reduzir a taxa de depuração do vardenafil.
Interações: A administração concomitante de cetoconazol (200 mg), um potente inibidor do CYP3A4, com vardenafil (5 mg) resultou num aumento de 10 vezes da AUC do vardenafil e de 4 vezes da Cmax do vardenafil. A utilização concomitante de vardenafil com inibidores potentes do CYP3A4 tais como o itraconazol e o cetoconazol (via oral) deve ser evitada. A utilização concomitante de vardenafil com itraconazol ou cetoconazol é contra-indicada em homens com idade superior a 75 anos. - Cetoconazol
Sem significado Clínico

Pioglitazona + Alogliptina + Cetoconazol

Observações: A coadministração de 25 mg de alogliptina uma vez ao dia e 45 mg de pioglitazona uma vez ao dia, durante 12 dias, em indivíduos saudáveis, não teve quaisquer efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da alogliptina, da pioglitazona ou dos seus metabolitos ativos. Não foram realizados estudos farmacocinéticos específicos de interacção medicamentosa com este medicamento. A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Estudos realizados no ser humano não sugerem qualquer indução do principal citocromo induzível, o P450 (1A, 2C8/9 e 3A4). Estudos in vitro não demonstraram qualquer inibição de qualquer subtipo de citocromo P450. Não são esperadas interações com substâncias metabolizadas por estas enzimas p. ex., contracetivos orais, ciclosporina, bloqueadores do canal de cálcio e inibidores da HMGCoA redutase.
Interações: Os resultados dos estudos de interacção clínica também demonstraram que não há efeitos clinicamente relevantes do gemfibrozil (um inibidor do CYP2C8/9), fluconazol (um inibidor do CYP2C9), cetoconazol (um inibidor do CYP3A4), ciclosporina (um inibidor da glicoproteína-P), voglibose (um inibidor da alfa-glucosidase), digoxina, metformina, cimetidina, pioglitazona ou atorvastatina na farmacocinética da alogliptina. - Cetoconazol
Usar com precaução

Brimonidina + Brinzolamida + Cetoconazol

Observações: Não foram realizados estudos específicos de interações medicamentosas com este medicamento.
Interações: As isoenzimas do citocromo P -450 responsáveis pelo metabolismo da brinzolamida incluem o CYP3A4 (principal), CYP2A6, CYP2B6, CYP2C8 e CYP2C9. Espera-se que os inibidores do CYP3A4 tais como o cetoconazol, itraconazol, clotrimazol, ritonavir e troleandomicina inibam o metabolismo da brinzolamida pelo CYP3A4. Aconselha-se precaução se os inibidores do CYP3A4 forem administrados concomitantemente. No entanto, não é provável a acumulação de brinzolamida uma vez que a eliminação renal é a principal via de eliminação. A brinzolamida não é um inibidor das isoenzimas do citocromo P -450 - Cetoconazol
Usar com precaução

Vemurafenib + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Os estudos in vitro sugerem que o metabolismo pelo CYP3A4 e a glucoronidação são responsáveis pelo metabolismo de vemurafenib. A excreção biliar aparenta ser outra via de eliminação importante. Não existem dados clínicos disponíveis que demonstrem o efeito de indutores ou inibidores potentes do CYP3A4 e/ou a actividade de proteínas transportadoras na exposição ao vemurafenib. O vemurafenib deve ser utilizado com precaução em combinação com inibidores potentes do CYP3A4, glucoronidação e/ou proteínas transportadoras (por exemplo, ritonavir, saquinavir, telitromicina, cetoconazol, itraconazol, voriconazol, posaconazol, nefazodona, atazanavir). - Cetoconazol
Contraindicado

Fenofibrato + Sinvastatina + Cetoconazol

Observações: Não foram realizados estudos de interação com Fenofibrato / Sinvastatina. Interações relevantes para monoterapias. A sinvastatina é um substrato do citocromo P4503A4. O fenofibrato e a sinvastatina não são inibidores nem indutores do CYP3A4. Deste modo, não se espera que Fenofibrato / Sinvastatina afete as concentrações plasmáticas de substâncias metabolizadas pelo CYP3A4. O fenofibrato e a sinvastatina não são inibidores do CYP2D6, do CYP2E1 nem do CYP1A2. O fenofibrato é um inibidor ligeiro a moderado do CYP2C9 e um inibidor fraco do CYP2C19 e do CYP2A6. Devem monitorizar-se atentamente os doentes a quem são administrados concomitantemente Fenofibrato / Sinvastatina e fármacos metabolizados pelo CYP2C19, pelo CYP2A6 ou, sobretudo, pelo CYP2C9 com um índice terapêutico estreito e, se necessário, recomenda-se um ajuste da dose destes fármacos.
Interações: Os inibidores potentes do citocromo P4503A4 aumentam o risco de miopatia e de rabdomiólise através de uma maior concentração da actividade inibitória de HMG-CoA redutase no plasma durante a terapêutica com sinvastatina. Estes inibidores incluem itraconazol, cetoconazol, posaconazol, eritromicina, claritromicina, telitromicina, inibidores da protease do VIH (ex.: nelfinavir) e nefazodona. A combinação com itraconazol, cetoconazol, posaconazol, inibidores da protease do VIH (ex.: nelfinavir), eritromicina, claritromicina, telitromicina e nefazodona é contra-indicada. Se o tratamento com itraconazol, cetoconazol, posaconazol, eritromicina, claritromicina ou telitromicina for inevitável, a terapêutica com Fenofibrato / Sinvastatina tem de ser suspensa durante o período de tratamento. Deve ter-se cuidado ao combinar Fenofibrato / Sinvastatina com alguns outros inibidores menos potentes do CYP3A4: fluconazol, verapamil ou diltiazem. - Cetoconazol
Usar com precaução

Dabrafenib + Cetoconazol

Observações: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Tomar precauções se forem co-administrados inibidores fortes (por ex., cetoconazol, gemfibrozil, nefazodona, claritromicina, ritonavir, saquinavir, telitromicina, itraconazol, voriconazol, posaconazol, atazanavir) com dabrafenib. A administração de 400 mg de cetoconazol (um inibidor do CYP3A4) uma vez por dia, com 75 mg de dabrafenib duas vezes por dia, resultou num aumento de 71% na AUC de dabrafenib e num aumento de 33% da Cmax de dabrafenib relativamente a administração de 75 mg de dabrafenib duas vezes por dia em monoterapia. A co-administração resultou num aumento da AUC de hidroxi e desmetil-dabrafenib (aumentam 82% e 68%, respectivamente). Foi verificada uma diminuição de 16% na AUC do carboxi-dabrafenib. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Dextrometorfano + Quinidina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: A quinidina é metabolizada pela CYP3A4. É de esperar que a administração concomitante de medicamentos que inibem a CYP3A4 aumente os níveis plasmáticos da quinidina, o que pode aumentar o risco relativamente ao prolongamento do intervalo QTc. Durante o tratamento com o este medicamento, os inibidores fortes e moderados da CYP3A4 devem ser evitados. Estes incluem, entre outros, atazanavir, claritromicina, indinavir, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, telitromicina, amprenavir, aprepitante, diltiazem, eritromicina, fluconazol, fosamprenavir, sumo de toranja e verapamilo. Caso se considere necessário o tratamento concomitante com inibidores fortes ou moderados da CYP3A4, recomenda-se que seja realizada uma avaliação eletrocardiográfica (ECG) do intervalo QT antes da administração do Dextrometorfano + Quinidina e, subsequentemente, num(em) ponto(s) temporal(is) adequado(s). - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bilastina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de bilastina e cetoconazol ou eritromicina aumentou a AUC da bilastina em 2 vezes e a Cmax em 2 a 3 vezes. Estas alterações podem ser explicadas pela interacção com os transportadores de efluxo intestinais, uma vez que a bilastina é um substrato da glicoproteína P e não é metabolizada. Estas alterações não parecem afetar o perfil de segurança da bilastina e do cetoconazol ou da eritromicina, respectivamente. - Cetoconazol
Usar com precaução

Alginato de sódio + Bicarbonato de sódio + Carbonato de cálcio + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Devido à presença de carbonato de cálcio que actua como um antiácido, deve ser efectuado um intervalo de 2 horas entre a toma deste medicamento e a administração de outros medicamentos, especialmente anti-histamínicos H2, tetraciclinas, digoxina, fluoroquinolona, sal de ferro, cetoconazol, neurolépticos, tiroxina, penicilamina, bloqueadores beta (atenolol, metoprolol, propranolol), glucocorticóides, cloroquina e bifosfonatos. - Cetoconazol
Sem significado Clínico

Abiraterona + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Num outro estudo de interacção farmacocinética clínica de indivíduos saudáveis, a co-administração de cetoconazol, um potente inibidor do CYP3A4, não teve efeito clinicamente significativo na farmacocinética de abiraterona. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Ácido acetilsalisílico + Atorvastatina + Ramipril + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Demonstrou-se que os inibidores potentes da CYP3A4 causam um aumento marcado das concentrações de atorvastatina. A co-administração de inibidores potentes da CYP3A4 (p. ex., ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores da protease do VIH, incluindo o ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) deve ser evitada se possível. Nos casos em que não se pode evitar a co-administração destes medicamentos com a atorvastatina, aconselha-se a monitorização clínica apropriada do doente. - Cetoconazol
Usar com precaução

Acetato de cálcio + Carbonato de magnésio + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Acetato de cálcio / Carbonato de magnésio afeta a absorção das tetraciclinas, doxiciclina, bifosfonatos, fluoretos, algumas quinolonas (inibidoras da girase) como a ciprofloxacina e a norfloxacina, algumas cefalosporinas, como a cefpodoxima e cefuroxima, cetoconazol, preparações de estramustina, anticolinérgicos, zinco, ácidos urso e quenodesoxicólicos e halofandrina. - Cetoconazol
Usar com precaução

Granissetrom + Cetoconazol

Observações: Os estudos em animais indicam que o granissetrom não estimula nem inibe o sistema enzimático do citocromo P450. Dado que o granissetrom é metabolizado pelas enzimas metabolizadoras de fármacos do citocromo P450 hepático, os indutores ou inibidores destas enzimas poderão alterar a depuração e, portanto, a semivida do granissetrom.
Interações: Em estudos in vitro foi demonstrado que o cetoconazol poderá inibir o metabolismo do granissetrom pela família de isoenzimas do citocromo P450 3A. Desconhece-se o seu significado clínico. - Cetoconazol
Usar com precaução

Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Os antiácidos contendo alumínio podem impedir a absorção adequada de outros medicamentos: antagonistas H-2, atenolol, bifosfonatos, cloroquina, cetoconazol, ciclinas, diflunisal, digoxina, etambutol, fluoroquinolonas, fluoreto de sódio, glucocorticóides, indometacina, isoniazida, lincosamidas, metoprolol, neurolépticos, fenotiazinas, penicilamina, propranolol, sais de ferro. Recomenda-se alternar a administração destes medicamentos e do Hidróxido de alumínio/Hidróxido de magnésio com pelo menos 2 horas de intervalo (4 horas para as fluoroquinolonas) a fim de minimizar a ocorrência de interacções indesejáveis. Os sais de citrato e o ácido ascórbico poderão aumentar a absorção de alumínio. - Cetoconazol
Usar com precaução

Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio + Simeticone + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Os antiácidos contendo alumínio podem impedir a absorção adequada de outros medicamentos tais como antagonistas H2, atenolol, cefedinir, cefpodoxima, bifosfonatos, cloroquina, cetoconazol, ciclinas, diflunisal, digoxina, etambutol, fluoroquinolonas, fluoreto de sódio, glucocorticoides, indometacina, isoniazida, polistireno sulfonato de sódio (kayexalate), levotiroxina, lincosamidas, metoprolol, neurolépticos, fenotiazinas, penicilamina, propranolol, rosuvastatina, sais de ferro. Recomenda-se alternar a administração destes medicamentos e do antiácido com pelo menos 2 horas de intervalo (4 horas para as fluoroquinolonas) a fim de minimizar a ocorrência de interacções indesejáveis. - Cetoconazol
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Levobupivacaína + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Os estudos in vitro indicam que as isoformas CYP3A4 e CYP1A2 fazem a mediação do metabolismo da levobupivacaína. Embora não tenham sido efetuados estudos clínicos, o metabolismo da levobupivacaína pode ser afetado pelos inibidores da CYP3A4, por ex.: cetoconazol e inibidores da CYP1A2, por ex.: metilxantinas. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Buprenorfina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: A buprenorfina é metabolizada pelo CYP3A4. Num estudo de interacção da buprenorfina com cetoconazol (um potente inibidor da CYP3A4), observou-se um aumento da Cmáx e da AUC da buprenorfina (cerca de 70% e 50% respectivamente) e, em menor extensão, do seu metabolito, norbuprenorfina. A administração concomitante de buprenorfina e de potentes inibidores do CYP3A4 (como por exemplo antifúngicos azóis, tais como cetoconazol ou itraconazol, eritromicina, gestodeno, troleandomicina, inibidores da protease VIH como o ritonavir, indinavir, nelfinavir e saquinavir) podem levar a um aumento acentuado da concentração plasmática de buprenorfina ou de norbuprenorfina. A associação deve ser evitada ou cuidadosamente monitorizada porque uma redução da dose pode ser necessária. - Cetoconazol
Usar com precaução

Afatinib + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Recomenda-se que na administração de fortes inibidores da gp-P (incluindo, mas não limitados a, ritonavir, ciclosporina A, cetoconazol, itraconazol, eritromicina, verapamilo, quinidina, tacrolimus, nelfinavir, saquinavir e amiodarona) sejam usadas doses escalonadas, preferencialmente, 6 a 12 horas afastadas da toma do afatinib. - Cetoconazol
Usar com precaução

Aliscireno + Amlodipina + Hidroclorotiazida + Cetoconazol

Observações: A análise farmacocinética populacional de doentes com hipertensão não revelou quaisquer alterações clinicamente relevantes durante a exposição no estado de equilíbrio (AUC) e Cmax de aliscireno, amlodipina e hidroclorotiazida comparativamente com as terapêuticas duplas correspondentes.
Interações: Precaução necessária com uso concomitante: Inibidores moderados da gp-P: A co-administração de cetoconazol (200 mg) ou verapamilo (240 mg) com aliscireno (300 mg) resultou no aumento de 76% ou 97% na AUC de aliscireno, respectivamente. Espera-se que a variação dos níveis plasmáticos de aliscireno na presença de cetoconazol ou verapamilo se encontre dentro dos limites que seriam atingidos se a dose de aliscireno fosse duplicada; doses de aliscireno até 600 mg, ou duas vezes a dose terapêutica máxima recomendada, foram bem toleradas em ensaios clínicos controlados. Os estudos pré-clínicos indicam que a co-administração de aliscireno e cetoconazol aumenta a absorção gastrointestinal do aliscireno e reduz a excreção biliar. Assim, deve ter-se precaução ao administrar aliscireno com cetoconazol, verapamilo ou outros inibidores moderados da gp-P (claritromicina, telitromicina, eritromicina, amiodarona). - Cetoconazol
Usar com precaução

Aliscireno + Hidroclorotiazida + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores moderados da gp-P: A co-administração de cetoconazol (200 mg) ou verapamilo (240mg) com aliscireno (300 mg) resultou no aumento de 76% ou 97% na AUC de aliscireno, respectivamente. Espera-se que a variação dos níveis plasmáticos de aliscireno na presença de cetoconazol ou verapamilo se encontre dentro dos limites que seriam atingidos se a dose de aliscireno fosse duplicada; doses de aliscireno até 600 mg, ou duas vezes a dose terapêutica máxima recomendada, foram bem toleradas em ensaios clínicos controlados. Os estudos pré-clínicos indicam que a co-administração de aliscireno e cetoconazol aumenta a absorção gastrointestinal do aliscireno e reduz a excreção biliar. Assim, deve ter-se precaução ao administrar aliscireno com cetoconazol, verapamilo ou outros inibidores moderados da gp-P (claritromicina, telitromicina, eritromicina, amiodarona). - Cetoconazol
Sem significado Clínico

Ambrisentano + Cetoconazol

Observações: O ambrisentano não inibe ou induz as enzimas metabolizadoras de fármacos de fase I ou II em concentrações clinicamente relevantes nos estudos não clínicos in vitro e in vivo, sugerindo um baixo potencial do ambrisentano para alterar o perfil dos fármacos metabolizados por estas vias. O potencial do ambrisentano para induzir a atividade CYP3A4 foi explorado em voluntários saudáveis com resultados que sugerem uma ausência de efeito indutor do ambrisentano na isoenzima CYP3A4.
Interações: Cetoconazol: A administração no estado estacionário de cetoconazol (um forte inibidor do CYP3A4) não resultou num aumento clinicamente significativo da exposição ao ambrisentano. - Cetoconazol
Usar com precaução

Trissilicato de magnésio + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Anfetaminas ou quinidina, esteróides anabolizantes, anticoagulantes orais derivados da cumarina ou da indandiona, antidiscinéticos, antimuscarínicos (especialmente a atropina e seus derivados), benzodiazepinas, fosfato sódico de celulose, cimetidina ou ranitidina, diflunisal, glicosídeos digitálicos, efedrina, preparações orais de ferro, cetoconazol, levodopa, loxapina oral, mecamilamina, metenamina, lipase pancreática, fenotiazinas, fosfatos orais, salicilatos, resina de poliestirensulfonato de sódio, sucralfato, tetraciclinas orais, tioxantenos orais, vitamina D. O Trissilicato de magnésio pode diminuir a absorção destes medicamentos. - Cetoconazol
Contraindicado

Ticagrelor + Cetoconazol

Observações: Ticagrelor é principalmente um substrato do CYP3A4 e um inibidor ligeiro do CYP3A4. O ticagrelor é igualmente um substrato da glicoproteína-P ( P-gp) e um inibidor fraco da P-gp e pode aumentar a exposição de substratos P-gp.
Interações: Inibidores fortes do CYP3A4: A administração concomitante de cetoconazol com ticagrelor aumentou a Cmax de ticagrelor e a AUC similar a 2,4 vezes e 7,3 vezes, respectivamente. A Cmax e a AUC do metabolito activo foram reduzidas em 89% e 56%, respectivamente. É esperado que outros inibidores potentes do CYP3A4 (claritromicina, nefazodona, ritonavir, e atanazavir) tenham efeitos similares e como tal a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 com Ticagrelor é contra-indicada. - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rifampicina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: O cetoconazol, quando administrado concomitantemente com a rifampicina, diminui os níveis séricos de ambos os fármacos. As dosagens devem assim ser ajustadas se a situação clínica do doente o indicar. - Cetoconazol
Usar com precaução

Amifampridina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Substâncias que são potentes inibidoras de enzimas que metabolizam medicamentos: É pouco provável que inibidores enzimáticos potentes do citocromo P450 (CYP450), como a cimetidina e o cetoconazol, inibam o metabolismo da amifampridina por N-acetiltransferases (NATs) humanas e originem um aumento da exposição à amifampridina. Os resultados do estudo de inibição in vitro do CYP450 indicam que é pouco provável que a amifampridina tenha um papel a desempenhar nas interacções medicamentosas metabólicas clínicas relativas à inibição do metabolismo de CYP1A2, CYP2A6, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6, CYP2E1 e CYP3A4 de medicamentos administrados concomitantemente. Independentemente disso, ao iniciarem o tratamento com potentes inibidores enzimáticos ou do transporte renal, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quanto a reações adversas. Caso um tratamento com um inibidor potente seja interrompido, os doentes devem ser monitorizados quanto à eficácia, dado que poderá ser necessário aumentar a dose de amifampridina. - Cetoconazol
Sem significado Clínico

Tigeciclina + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A tigeciclina não é extensamente metabolizada. Assim, não é previsível que a depuração da tigeciclina seja afetada por substâncias inibidoras ou indutoras da atividade das isoformas do CYP450. In vitro, a tigeciclina não é um inibidor competitivo nem um inibidor irreversível das enzimas do CYP450.
Interações: Baseado num estudo in vitro, a tigeciclina é um substrato da P - gp. A co-administração de inibidores da P-gp (por ex., o cetoconazol ou a ciclosporina) ou indutores da P-gp (por ex., a rifampicina) pode afetar a farmacocinética da tigeciclina. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Macitentano + Cetoconazol

Observações: Estudos in vitro: As enzimas do citocromo P450 CYP3A4, CYP2C8, CYP2C9 e CYP2C19 estão envolvidas no metabolismo do macitentano e na formação dos seus metabolitos. Macitentano e o seu metabolito activo não têm efeitos inibitórios ou indutores clinicamente relevantes nas enzimas do citocromo P450. Macitentano e o seu metabolito activo não inibem os transportadores de captação hepáticos ou renais em concentrações clinicamente relevantes, incluindo os polipétidos transportadores de aniões orgânicos (OATP1B1 e OATP1B3). Macitentano e o seu metabolito activo não são substratos relevantes de OATP1B1 e OATP1B3, mas entram no fígado por difusão passiva. Macitentano e o seu metabolito activo não são inibidores das bombas de efluxo hepáticas ou renais em concentrações clinicamente relevantes, incluindo a proteína de multirresistência a fármacos ou p - glicoproteína (P - gp, MDR - 1) e transportadores de extrusão de múltiplos fármacos e toxinas (MATE1 e MATE2 - K). Macitentano inibe a proteína de resistência do cancro de mama (BCRP) em concentrações intestinais clinicamente relevantes. Macitentano não é um substrato para P - gp/MDR - 1. Em concentrações clinicamente relevantes, o macitentano e o seu metabolito activo não interagem com proteínas envolvidas no transporte hepático de sais biliares, por ex., a bomba de saída de sais biliares (BSEP) e o polipéptido sódio - dependente cotransportador de taurocolato (NTCP). Estudos in vivo: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Cetoconazol: A administração concomitante de cetoconazol 400 mg uma vez por dia, um potente inibidor de CYP3A4, aumentou a exposição ao macitentano cerca de 2 vezes. Usando um modelo farmacocinético de base fisiológica (PBPK), o aumento previsto foi de aproximadamente 3 vezes na presença de cetoconazol 200 mg duas vezes por dia. As incertezas deste modelo devem ser tidas em consideração. A exposição ao metabolito activo do macitentano sofreu uma redução de 26%. A administração concomitante de macitentano com inibidores fortes do CYP3A4 deve ser realizada com precaução. - Cetoconazol
Sem significado Clínico

Arteméter + Lumefantrina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: interacções com inibidores do CYP450 3A4 (cetoconazol): Tanto o arteméter como a lumefantrina são predominantemente metabolizados pela enzima do citocromo CYP3A4, e não inibem esta enzima nas concentrações terapêuticas. A administração oral concomitante de cetoconazol com este medicamento levou a um aumento modesto (≤2 vezes) na exposição do arteméter, DHA, e da lumefantrina em indivíduos saudáveis adultos. Este aumento da exposição à associação antimalárica não foi associada a aumento dos efeitos secundários ou a alterações dos parâmetros electrocardiográficos. Com base neste estudo, não são considerados necessários ajustes do dose deste medicamento em doentes com malária falciparum quando administrado em associação com o cetoconazol ou outros inibidores potentes da CYP3A4. - Cetoconazol
Usar com precaução

Bicalutamida + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Deve ter-se cuidado ao prescrever Bicalutamida com outros medicamentos que podem inibir a oxidação de medicamentos, por exemplo como a cimetidina e o cetoconazol. Esta co-administração pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas de bicalutamida que, teoricamente, pode produzir um aumento dos efeitos secundários. - Cetoconazol
Usar com precaução

Brentuximab vedotina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: interacção com medicamentos metabolizados através do CYP3A4 (inibidores/indutores do CYP3A4): A administração concomitante de brentuximab vedotina e cetoconazol, um inibidor potente do CYP3A4 e da P-gp, aumentou a exposição ao agente antimicrotúbulo MMAE em aproximadamente 73%, e não alterou a exposição plasmática a brentuximab vedotina. Por conseguinte, a administração concomitante de brentuximab vedotina e inibidores potentes do CYP3A4 e da P-gp pode aumentar a incidência de neutropenia. A administração concomitante de brentuximab vedotina e rifampicina, um indutor potente do CYP3A4, não alterou a exposição plasmática a brentuximab vedotina. No entanto, reduziu a exposição ao MMAE em aproximadamente 31%. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Palbociclib + Cetoconazol

Observações: Palbociclib é metabolizado principalmente pela CYP3A e pela SULT2A1, uma enzima da família das sulfotransferases (SULT). In vivo, palbociclib é um inibidor fraco e dependente do tempo da CYP3A.
Interações: A utilização concomitante de inibidores fortes da CYP3A incluindo, entre outros: claritromicina, indinavir, itraconazol, cetoconazol, lopinavir/ritonavir, nefazodona, nelfinavir, posaconazol, saquinavir, telaprevir, telitromicina, voriconazol e toranja ou sumo de toranja, deve ser evitada. - Cetoconazol
Usar com precaução

Glisentida (glipentida) + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Antifúngicos (fluconazol, cetoconazol) pode resultar na inibição do metabolismo de sulfonilureias. Pode ser necessário ajuste posológico do antidiabético. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Suvorexanto + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Não é recomendado o uso de Suvorexanto concomitantemente com medicamentos que inibam fortemente o CYP3A como o itraconazol, lopinavir / ritonavir, claritromicina, ritonavir, cetoconazol, indinavir / ritonavir, ou conivaptan. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Rosuvastatina + Valsartan + Cetoconazol

Observações: Não foram efetuados estudos de interação com Rosuvastatina / Valsartan e outros medicamentos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interacções na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Enzimas do citocromo P450: Os resultados de estudos in vitro e in vivo mostram que a rosuvastatina não é nem um inibidor nem um indutor das isoenzimas do citocromo P450. Além disso, a rosuvastatina é um substrato pobre destas isoenzimas. Por conseguinte, não são esperadas interacções com fármacos cujo metabolismo é mediado pelo citocromo P450. Não se verificaram interacções clinicamente importantes entre a rosuvastatina quer com o fluconazol (inibidor do CYP2C9 e CYP3A4) quer com o cetoconazol (inibidor do CYP2A6 e CYP3A4). - Cetoconazol
Usar com precaução

Levomilnacipran + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Potencial para outras drogas afetadas Levomilnacipran: Recomenda-se o ajuste da dose quando o Levomilnacipran é co-administrado com inibidores fortes de CYP3A4 (por exemplo, cetoconazol). Um estudo in vivo mostrou um aumento clinicamente significativo na exposição ao levomilnacipran quando o cetoconazol foi administrado conjuntamente. - Cetoconazol
Usar com precaução

Brinzolamida + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: As isozimas do citocromo P-450 responsáveis pelo metabolismo da brinzolamida incluem o CYP3A4 (principal), o CYP2A6, o CYP2C8 e o CYP2C9. É de esperar que os inibidores do CYP3A4, tais como o cetoconazol, o itraconazol, o clotrimazol, o ritonavir e a troleandomicina, inibam o metabolismo da brinzolamida pelo CYP3A4. Aconselha-se precaução se forem administrados concomitantemente os inibidores do CYP3A4. No entanto, a acumulação da brinzolamida é improvável uma vez que a eliminação renal é a principal via de eliminação. A brinzolamida não é um inibidor das isozimas do citocromo P-450. - Cetoconazol
Contraindicado

Venetoclax + Cetoconazol

Observações: Venetoclax é metabolizado predominantemente pelo CYP3A.
Interações: Agentes que podem aumentar as concentrações plasmáticas de venetoclax: Inibidores do CYP3A: A co-administração de cetoconazol 400 mg uma vez por dia, um inibidor forte do CYP3A, gp-P e BCRP, durante 7 dias em 11 doentes aumentou em 2,3 vezes a Cmax e em 6,4 vezes a AUC∞ de venetoclax. Estima-se que a co-administração de venetoclax com outros inibidores fortes do CYP3A4 aumente a AUC de venetoclax em média 5,8- a 7,8- vezes. A utilização concomitante de venetoclax com inibidores fortes do CYP3A (p. ex. cetoconazol, ritonavir, claritromicina, itraconazol, voriconazol, posaconazol) no início e durante a fase de titulação da dose é contra-indicada devido ao risco aumentado de SLT. - Cetoconazol
Contraindicado

Carvedilol + Ivabradina + Cetoconazol

Observações: Não se observaram interações entre o carvedilol e a ivabradina num estudo de interações efetuado em voluntários saudáveis. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interações: Utilização concomitante contra-indicada do Carvedilol / Ivabradina: Inibidores potentes do CYP3A4 (antifúngicos azois (cetoconazol, itraconazol), antibióticos macrólidos (claritromicina, eritromicina oral, josamicina, telitromicina), inibidores da protease do VIH (nelfinavir, ritonavir) e nefazodona. Ivabradina - Utilização concomitante contra-indicada: interacção farmacocinética: A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 é contra-indicada. Os inibidores potentes do CYP3A4, tais como o cetoconazol (200 mg uma vez por dia) e a josamicina (1 g duas vezes por dia) aumentaram a exposição plasmática média à ivabradina em 7 a 8 vezes. Carvedilol - Utilização concomitante com precauções: Os doentes medicados com inibidores enzimáticos do citocromo P450 (p.ex. cimetidina, fluoxetina, verapamilo, cetoconazol, haloperidol, eritromicina) devem ser cuidadosamente monitorizados durante o tratamento concomitante com carvedilol. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tolazamida + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da enzima conversora da angiotensina (por exemplo, enalapril), anticoagulantes (por exemplo, varfarina), antifúngicos azóis (por exemplo, miconazol, cetoconazol), cloranfenicol, clofibrato, fenfluramina, insulina, inibidores da monoamina oxidase (por exemplo, fenelzina) (Por exemplo, ibuprofeno), fenilbutazona, probenecida, antibióticos quinolona (por exemplo, ciprofloxacina), salicilatos (por exemplo, aspirina) ou sulfonamidas (por exemplo, sulfametoxazol) porque o risco de baixo nível de açúcar no sangue pode ser aumentado. - Cetoconazol
Contraindicado

Amlodipina + Atorvastatina + Cetoconazol

Observações: Os dados de um estudo de interação fármaco-fármaco que envolveu 10 mg de amlodipina e 80 mg de atorvastatina em indivíduos saudáveis indicam que a farmacocinética da amlodipina não é alterada quando os fármacos são coadministrados. Não foi demonstrado nenhum efeito da amlodipina na Cmáx da atorvastatina, mas a AUC da atorvastatina aumentou 18% (IC 90% [109-127%]) na presença de amlodipina. Não foi realizado nenhum estudo de interação medicamentosa com a associação fixa de amlodipina e atorvastatina e outros fármacos, embora tenham sido realizados estudos com os componentes individuais amlodipina e atorvastatina.
Interações: interacções relacionadas com a ATORVASTATINA: Associações contra-indicadas: Itraconazol, cetoconazol: Risco aumentado de efeitos adversos (dependentes da dose) como rabdomiólise (redução do metabolismo hepático da atorvastatina). interacções relacionadas com a ATORVASTATINA: Inibidores da CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes da CYP3A4 conduzem a concentrações de atorvastatina acentuadamente aumentadas. Se possível, a co-administração de inibidores potentes da CYP3A4 (p.ex. ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores da protease do VIH, incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) deverá ser evitada. Nos casos em que a co-administração desses medicamentos com atorvastatina não puder ser evitada, deverão ser consideradas doses iniciais e máximas de atorvastatina mais baixas e é recomendada uma monitorização clínica apropriada do doente. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sibutramina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: A sibutramina e os seus metabolitos activos são eliminados por metabolismo hepático; a principal enzima envolvida é a CYP3A4 e poderão igualmente contribuir a CYP2C9 e a CYP1A2. Deve ter-se especial cuidado durante a administração concomitante de sibutramina com fármacos que afectam a actividade da enzima CYP3A4. Entre os inibidores da CYP3A4 incluem-se o cetoconazol, itraconazol, eritromicina, claritromicina, troleandomicina e a ciclosporina. Um estudo sobre interacção medicamentosa revelou que a administração concomitante de cetoconazol ou eritromicina com sibutramina induziu um aumento das concentrações plasmáticas (AUC) dos metabolitos activos da sibutramina (23% ou 10% respectivamente). Verificaram-se aumentos médios da frequência cardíaca até 2,5 batimentos por minuto em relação à administração isolada de sibutramina. - Cetoconazol
Usar com precaução

Fentanilo + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: O fentanilo é metabolizado pela isoenzima CYP3A4 nas mucosas hepática e intestinal. Inibidores potentes do CYP3A4 tais como os antibióticos macrólidos (e.g. eritromicina), antifúngicos azóis (e.g. cetoconazol, itraconazol e fluconazol) e alguns inibidores da protease (e.g. ritonavir), podem aumentar a biodisponibilidade do fentanilo ingerido e podem também diminuir a sua depuração sistémica, a qual pode resultar num efeito opiáceo aumentado ou prolongado. Efeitos semelhantes podem ser observados após a ingestão concomitante de sumo de toranja, que se sabe inibir o citocromo CYP3A4. Assim aconselha-se precaução na administração concomitante de fentanilo com inibidores do CYP3A4. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Metilergometrina + Cetoconazol

Observações: Os alcaloides da cravagem do centeio são substratos do CYP3A4.
Interações: interacções que levam a que a utilização concomitante não seja recomendada: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de Metilergometrina com inibidores potentes do CYP3A4, como os antibióticos da classe dos macrólidos (p.ex. troleandomicina, eritromicina, claritromicina), inibidores da transcriptase reversa ou da protease do VIH (p.ex. ritonavir, indinavir, nelfinavir, delavirdine) ou antifúngicos da classe dos azóis (p.ex. cetoconazol, itraconazol, voriconazol), deve ser evitada, pois esta pode levar a uma elevada exposição à metilergometrina e a toxicidade da cravagem do centeio (vasoespasmo ou isquémia das extremidades ou outros tecidos). - Cetoconazol
Usar com precaução

Irinotecano + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Além da indução das enzimas do citocromo P450 3A, a glucuronidação aumentada e a excreção biliar aumentada poderão desempenhar um papel na diminuição da exposição ao irinotecano e aos seus metabolitos. Um estudo demonstrou que a co-administração de cetoconazol resultou numa diminuição da AUC do APC de 87% e num aumento da AUC do SN-38 de 109% em comparação com o irinotecano administrado isoladamente. Deverá ser tomado particular cuidado em doentes que estão a tomar concomitantemente fármacos que se sabe serem inibidores (ex., cetoconazol) ou indutores (ex., rifampicina, carbamazepina, fenobarbital ou fenitoína) do metabolismo dos fármacos através do citocromo P450 3A4. A administração concomitante do irinotecano com um inibidor/indutor desta via metabólica poderá alterar o metabolismo do irinotecano e deverá ser evitada. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Lasofoxifeno + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Com base na ausência de efeitos clinicamente relevantes da colestiramina (resina permutadora de aniões), fluconazol (inibidor do CYP2C9), cetoconazol (inibidor do CYP3A4/5) e paroxetina (inibidor do CYP2D6) na farmacocinética do lasofoxifeno, é pouco provável que outras resinas permutadoras de aniões e outros inibidores destas isoformas do citocromo P450 produzam alterações clinicamente significativas na exposição de Lasofoxifeno, não sendo necessário ajuste de dose. Cetoconazol: Este forte inibidor do CYP3A4/5 aumenta em 20% a exposição sistémica de lasofoxifeno, o que não é considera do ser clinicamente significativo. - Cetoconazol
Usar com precaução

Amlodipina + Valsartan + Hidroclorotiazida + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Requerida PRECAUÇÃO com a utilização concomitante: AMLODIPINA: Inibidores do CYP3A4 (i.e. cetoconazol, itraconazol, ritonavir): A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamil e diltiazem) podem conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Fidaxomicina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Efeito do inibidor da gp-P na fidaxomicina: A fidaxomicina é um substrato da gp-P. A co-administração de doses únicas do inibidor da gp-P ciclosporina A e Fidaxomicina em voluntários saudáveis resultou num aumento de 4 e 2 vezes na Cmax e na AUC da fidaxomicina, respectivamente, e num aumento de 9,5 e 4 vezes na Cmax e na AUC, respectivamente, do metabolito activo principal OP - 1118. Como a relevância clínica deste aumento da exposição não é clara, não é recomendada a administração concomitante de inibidores potentes da gp-P, tais como a ciclosporina, cetoconazol, eritromicina, claritromicina, verapamilo, dronedarona e amiodarona. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Mesilato de di-hidroergotamina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante de inibidores do citocromo P450 3A(CYP3A) tais como, antibióticos macrólidos (por exemplo, eritromicina, troleandomicina, claritromicina), inibidores da protease na terapêutica do VIH e da transcriptase reversa (por exemplo, ritonavir, indinavir, nelfinavir, delavirdine) ou antifúngicos azóis (por exemplo, cetoconazole, itraconazol, voriconazole) com Mesilato de di-hidroergotamina tem de ser evitado, pois pode resultar numa exposição elevada à dihidroergotamina e a toxicidade causada pela ergotamina (vasoespasmo e isquémia das extremidades e de outros tecidos). - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Bosutinib + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da CYP3A: A utilização concomitante de bosutinib com inibidores potentes (por exemplo, ritonavir, indinavir, nelfinavir, saquinavir, cetoconazol, itraconazol, voriconazol, posaconazol, troleandomicina, claritromicina, telitromicina, boceprevir, telaprevir, mibefradil, nefazodona, conivaptan, produtos à base de toranja incluindo sumo de toranja) ou moderados (por exemplo, fluconazol, darunavir, eritromicina, diltiazem, dronedarona, atazanavir, aprepitant, amprenavir, fosamprenavir, imatinib, verapamil, tofisopam, ciprofloxacina) da CYP3A deve ser evitada, devido à ocorrência de um aumento na concentração plasmática do bosutinib. Deve-se ter cuidado no caso de uma utilização concomitante de inibidores ligeiros da CYP3A com bosutinib. Se possível, recomenda-se um medicamento concomitante alternativo sem ou com um mínimo de potencial de inibição da enzima CYP3A. Se for necessário administrar um inibidor potente ou moderado da CYP3A durante o tratamento com Bosutinib, deve-se considerar a interrupção da terapêutica com Bosutinib ou uma redução da dose de Bosutinib. Num estudo realizado com 24 indivíduos saudáveis a quem foram administradas cinco doses diárias de 400 mg de cetoconazol concomitantemente com uma única dose de 100 mg de bosutinib em jejum, o cetoconazol aumentou a Cmax do bosutinib em 5,2 vezes e a AUC do bosutinib no plasma em 8,6 vezes, em comparação com a administração isolada de bosutinib. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Brotizolam + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Brotizolam é metabolizado principalmente pela isoenzima CYP3A4 do citocromo P450. Os medicamentos que competem como substrato do CYP3A4 (inibição competitiva) e medicamentos que inibem a CYP3A4 podem, deste modo, aumentar o efeito de brotizolam. Os substratos conhecidos da CYP3A4 são astemizol, antimicóticos azóis (ex. itraconazol e cetoconazol), imunossupressores (ex. ciclosporina A, sirolimus e tacrolimus), antagonistas do cálcio, antibióticos macrólidos (ex. claritromicina e eritromicina), antimaláricos (ex. halofantrine e mefloquina), midazolam, pimozida, inibidores da protease (indinavir, nelfinavir e ritonavir), sildenafil, estatinas (ex. atorvastatina, lovastatina e sinvastatina), esteroides (ex. etinilestradiol), tamoxifeno e terfenadina. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Budesonida + Formoterol + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, cetoconazol, itraconazol, voriconazol, posaconazol, claritromicina, telitromicina, nefazodona e inibidores da protease do VIH) são suscetíveis de aumentar significativamente os níveis plasmáticos da budesonida e o seu uso concomitante deve ser evitado. Se não for possível, o intervalo de tempo entre a administração do inibidor e a budesonida deverá ser o mais longo possível. Budesonida / Formoterol em terapêutica de manutenção e alívio não é recomendado a doentes que utilizam inibidores potentes do CYP3A4. O inibidor potente CYP3A4 cetoconazol, 200 mg uma vez por dia, aumenta os níveis plasmáticos da budesonida administrada concomitantemente por via oral (dose única de 3 mg), em média, seis vezes. Quando o cetoconazol foi administrado 12 horas após a budesonida, a concentração foi em média aumentada apenas três vezes mostrando que uma separação nos tempos de administração pode reduzir o aumento dos níveis plasmáticos. Dados limitados relativos a esta interacção para budesonida inalada em doses elevadas indicam que pode ocorrer um aumento marcado dos níveis plasmáticos (em média de quatro vezes) se o itraconazol, 200 mg uma vez por dia, for administrado concomitantemente com budesonida inalada (dose única de 1000 mcg). - Cetoconazol
Usar com precaução

Buprenorfina + Naloxona + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Num estudo de interacção da buprenorfina com cetoconazol (um potente inibidor do CYP3A4), observou-se um aumento da Cmáx e da AUC (área sob a curva) da buprenorfina (cerca de 50% e 70% respectivamente) e, em menor escala, da norbuprenorfina. Os doentes a receber Buprenorfina / Naloxona devem ser cuidadosamente monitorizados, podendo ser necessário reduzir a dose se o fármaco for associado a inibidores potentes do CYP3A4 (por ex., inibidores da protease como o ritonavir, nelfinavir ou indinavir ou antifúngicos azoles, como o cetoconazol, antibióticos macrólidos ou itraconazol). - Cetoconazol
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Cafeína + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Embora existam poucos dados sobre as interacções entre a cafeína e outras substâncias ativas em recém-nascidos prematuros, podem ser necessárias doses inferiores de citrato de cafeína após co-administração de substâncias ativas que se saiba reduzirem a eliminação da cafeína em adultos (por exemplo, a cimetidina e o cetoconazol) e doses mais elevadas de citrato de cafeína após co-administração de substâncias ativas que aumentem a eliminação da cafeína (por exemplo, o fenobarbital e a fenitoína). Em caso de dúvida sobre as possíveis interacções, devem determinar-se as concentrações plasmáticas de cafeína. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Carbonato de lantânio + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: O carbonato de lantânio hidratado pode induzir um aumento do pH gástrico. Recomenda-se não administrar compostos que estabelecem comprovadamente interacções com antiácidos, nas 2 horas próximas da administração de Carbonato de lantânio (como, por exemplo cloroquina, hidroxicloroquina e cetoconazol). - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Cetirizina + Pseudoefedrina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: CETIRIZINA: Foram realizados estudos de interacção farmacocinética de cetirizina com cimetidina, cetoconazol, eritromicina, azitromicina e pseudoefedrina; não se verificaram interacções farmacocinéticas. Estudos de cetirizina com azitromicina, eritromicina, cetoconazol, teofilina e pseudoefedrina não revelaram evidência de interacções clínicas adversas. Em particular, a administração concomitante de cetirizina com macrólidos ou cetoconazol, nunca resultou em alterações do ECG, clinicamente relevantes. - Cetoconazol
Usar com precaução

Cetoprofeno + Omeprazol + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Ligadas ao componente OMEPRAZOL: Combinações que podem ser administradas com precaução: Cetoconazol, itraconazol: Devido à diminuição da acidez gástrica, a absorção de Cetoconazol ou itraconazole pode ser reduzida durante o tratamento com omeprazol. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Tenofovir alafenamida + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. O tenofovir alafenamida é um substrato do OATP1B1 e do OATP1B3 in vitro. A distribuição do tenofovir alafenamida no organismo pode ser afetada pela atividade do OATP1B1 e/ou do OATP1B3. O tenofovir alafenamida não é um inibidor do CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19 ou CYP2D6 in vitro. Não é inibidor do CYP3A in vivo. O tenofovir alafenamida não é um inibidor da uridina difosfato glucuronosiltransferase (UGT) 1A1 humana in vitro. Não se sabe se o tenofovir alafenamida é inibidor de outras enzimas UGT.
Interações: Cetoconazol: A co-administração não é recomendada. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Baricitinib + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Enzimas do citocromo P450 In vitro, baricitinib é uma enzima do substrato do citocromo P450 (CYP)3A4, embora menos de 10% da dose seja metabolizada através de oxidação. Em estudos de farmacologia clínica, a co-administração de baricitinib com cetoconazol (forte inibidor do CYP3A) não resultou em qualquer efeito clinicamente significativo sobre a PK de baricitinib. A co-administração de baricitinib com fluconazol (inibidor moderado do CYP3A/CYP2C19/CYP2C9) ou rifampicina (forte indutor do CYP3A) não causou quaisquer alterações clinicamente significativas da exposição ao baricitinib. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Citrato de tofacitinib + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: A exposição a Citrato de tofacitinib aumenta quando este é co-administrado com inibidores potentes do CYP3A4 (por ex., cetoconazol) ou quando a administração de um ou mais fármacos concomitantemente resulta, simultaneamente, em inibição moderada do CYP3A4 e em inibição potente do CYP2C19 (por ex., fluconazol). A co-administração com cetoconazol (inibidor potente do CYP3A4), fluconazol (inibidor moderado do CYP3A4 e potente do CYP2C19), tacrolímus (inibidor ligeiro do CYP3A4) e ciclosporina (inibidor moderado do CYP3A4) aumentou a AUC de Citrato de tofacitinib, enquanto a rifampicina (indutor potente do CYP) diminuiu a AUC de Citrato de tofacitinib. Não é recomendada a co-administração de indutores potentes do CYP3A4 com Citrato de tofacitinib. A co-administração com cetoconazol e fluconazol aumentou a Cmax de Citrato de tofacitinib, enquanto o tacrolímus, a ciclosporina e a rifampicina diminuíram a Cmax de Citrato de tofacitinib. - Cetoconazol
Usar com precaução

Alectinib + Cetoconazol

Observações: Com base nos dados in vitro, CYP3A4 é a principal enzima que medeia o metabolismo do alectinib e do metabolito principal M4, o CYP3A4 contribui para 40%-50% da totalidade do metabolismo hepático. O M4 mostrou potência e atividade in vitro similar contra o ALK.
Interações: Recomenda-se a monitorização adequada em doentes a tomar concomitantemente inibidores do CYP3A (incluindo, mas não limitado a, ritonavir, saquinavir, telitromicina, cetoconazol, itraconazol, voriconazol, posaconazol, nefazodona, toranja ou laranja-de-sevilha). - Cetoconazol
Sem significado Clínico

Rolapitant + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4 Não se verificou nenhum efeito clinicamente significativo sobre a farmacocinética de rolapitant quando foi administrado cetoconazol, um forte inibidor do CYP3A4, com rolapitant. A administração concomitante de 400 mg de cetoconazol uma vez por dia durante 21 dias após uma dose única de 90 mg de rolapitant, não afetou significativamente a Cmax de rolapitant, enquanto que a AUC aumentou em 21%. Esta interacção não é considerada clinicamente relevante. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Olodaterol + Cetoconazol

Observações: As investigações in vitro mostraram que o olodaterol não inibe as enzimas CYP ou transportadores de fármacos nas concentrações plasmáticas alcançadas na prática clínica.
Interações: A administração concomitante de cetoconazol como um inibidor potente do P-gp e do CYP aumentou a exposição sistémica ao olodaterol em aproximadamente 70%. Não foi necessário ajuste de dose. - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cimetidina + Cetoconazol

Observações: Aparentemente, através de uma acção nos sistemas enzimáticos microssómicos, Cimetidina pode causar alterações significativas no metabolismo de certos fármacos, causando um atraso na sua eliminação e provocando, por consequência, um prolongamento ou um aumento das suas concentrações sanguíneas.
Interações: A administração simultânea da cimetidina com certos fármacos como o cetoconazole pode resultar numa diminuição na absorção dos mesmos e potencial perda de eficácia. Por esta razão a cimetidina deve ser administrada pelo menos duas horas após a administração do cetoconazole. - Cetoconazol
Usar com precaução

Oxibutinina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: A potenciação dos efeitos da oxibutinina, com bloqueio colinérgico excessivo, pode sobrevir em caso de associação com alcaloide de beladona, anticolinérgicos de síntese ou de semi síntese (por exemplo, antiespasmódicos ou antiparkinsónicos), fenotiazinas, amantadina, butirofenonas, levodopa, antidepressivos tricíclicos, quinidina, Anti-histamínicos, disopiramida, procaínamida ou cetoconazol (potente inibidor do CYP3A4); a associação de oxibutinina com estes fármacos deve ser feita com prudência. - Cetoconazol
Usar com precaução

Paricalcitol + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: O cetoconazol é conhecido como sendo um inibidor não especifico de várias enzimas do citocromo P450. Os dados disponíveis in vivo e in vitro sugerem que o cetoconazol pode interagir com as enzimas que são responsáveis pelo metabolismo do paricalcitol e outros análogos da vitamina D. Deve ter-se precaução enquanto se administra paricalcitol com cetoconazol. O efeito da administração de doses múltiplas de cetoconazol de 200 mg, duas vezes ao dia (2xdia), durante 5 dias, na farmacocinética de paricalcitol cápsulas foi estudado em indivíduos saudáveis. A Cmax do paricalcitol foi minimamente afetada, mas a praticamente duplicou na presença de cetoconazol. A semivida média doAUC-∞ paricalcitol foi de 17,0 horas na presença do cetoconazol comparativamente a 9,8 horas, quando o paricalcitol foi administrado isolado. Os resultados deste estudo indicam que após a administração oral de paricalcitol a amplificação máxima da AUC-∞ do paricalcitol de uma interacção medicamentosa com cetoconazol é possível que não seja superior ao dobro. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Cetoconazol

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que aumentam os níveis de ciclosporina: Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e claritromicina), cetoconazol, fluconazol, itraconazol, diltiazem, nicardipina, verapamil, metoclopramida, Contraceptivos orais, danazol, metilprednisolona (dose elevada), alopurinol, amiodarona, ácido cólico e derivados, colchicina e bromocriptina. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Propafenona + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que inibem o CYP2D6, CYP1A2 e CYP3A4, por ex. cetoconazol, cimetidina, quinidina, eritromicina e o sumo de toranja, podem conduzir a um aumento dos níveis de cloridrato de propafenona. Quando o cloridrato de propafenona é administrado com inibidores destas enzimas, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados e a dose ajustada convenientemente. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Propiverina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: É possível a ocorrência de interacções farmacocinéticas com outros fármacos metabolizados pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4). Contudo, não se espera um aumento muito acentuado das concentrações para estes fármacos, dado que, os efeitos da propiverina são pequenos comparado com os efeitos dos inibidores enzimáticos clássicos (ex: cetoconazol ou sumo de toranja). A propiverina pode ser considerada um fraco inibidor do citocromo P450 3A4. Não foram realizados estudos farmacocinéticos com doentes que recebiam concomitantemente inibidores potentes do CYP3A4, tais como os antifúngicos da classe dos azóis (ex: cetoconazol, itraconazol), ou antibióticos macrólidos (ex: eritromicina, claritromicina). - Cetoconazol
Contraindicado

Quetiapina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: O citocromo P450 (CYP) 3A4 é a principal enzima responsável pelo metabolismo da quetiapina mediado pelo citocromo P450. Num estudo de interacção em voluntários saudáveis, a administração concomitante de quetiapina (dose de 25 mg) e cetoconazol, um inibidor da CYP3A4, causou um aumento de 5 a 8 vezes na AUC da quetiapina. Com base neste facto, está contra-indicada a administração de quetiapina concomitantemente com inibidores da CYP3A4. Também não é recomendado o consumo de sumo de toranja durante a terapêutica com quetiapina. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Salmeterol + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores potentes do CYP3A4: A administração concomitante de cetoconazol (400 mg via oral uma vez por dia) e salmeterol (50 microgramas por via inalatória, duas vezes por dia), em 15 indivíduos saudáveis, durante 7 dias, resultou num aumento significativo da exposição plasmática ao salmeterol (a Cmáx aumentou 1,4 vezes e a AUC 15 vezes), podendo levar a um aumento da incidência de efeitos secundários sistémicos do tratamento com salmeterol (p.ex. prolongamento do intervalo QTc e palpitações) comparativamente à monoterapia com salmeterol ou cetoconazol. Não foram observados efeitos clínicos significativos na pressão arterial, frequência cardíaca, glicemia e níveis de potássio no sangue. A administração concomitante de cetoconazol não aumentou o tempo de semi-vida de eliminação do salmeterol ou aumentou a acumulação de salmeterol em doses repetidas. A administração concomitante de cetoconazol deve ser evitada, a não ser que os benefícios sejam superiores ao potencial aumento do risco de efeitos secundários sistémicos do tratamento com salmeterol. É possível que exista um risco de interacção similar com outros inibidores potentes do CYP3A4 (p.ex. Itraconazol, telitromicina, ritonavir). - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sinvastatina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Os inibidores potentes do CYP3A4 (a seguir indicados) aumentam o risco de miopatia por reduzirem a eliminação de sinvastatina: Mibefradil Itraconazol Cetoconazol Eritromicina Claritromicina Inibidores da protease do VIH Nefazodona Ciclosporina - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vinorrelbina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: interacções específicas da vinorrelbina: A combinação de Vinorrelbina com outros fármacos com conhecida toxicidade sobre a medula óssea pode provocar exacerbação dos efeitos adversos mielosupressores. Dado que o CYP3A4 está particularmente envolvido no metabolismo de Vinorrelbina, a combinação com inibidores fortes desta isoenzima (por exemplo: cetoconazol, itraconazol) pode aumentar as concentrações séricas de vinorrelbina e a combinação com indutores potentes desta isoenzima (por exemplo: rifampicina, fenitoína) pode diminuir as concentrações séricas de vinorrelbina. A associação Vinorrelbina-cisplatina mostra não existir interacção mútua sobre os parâmetros farmacocinéticos durante vários ciclos de tratamento. Contudo, a incidência de granulocitopenia associada à administração de Vinorrelbina em combinação com cisplatina, é mais elevada do que a associada com à utilização de Vinorrelbina isolada. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Galantamina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Outros medicamentos que afetam o metabolismo da galantamina: Estudos de interacção com fármacos mostraram um aumento na biodisponibilidade da galantamina de cerca de 40% durante a co-administração de paroxetina (um potente inibidor do CYP2D6) e de 30% e 12% durante o cotratamento com cetoconazol e eritromicina (ambos inibidores do CYP3A4). Portanto, durante o início do tratamento com inibidores potentes do CYP2D6 (p.ex.: quinidina, paroxetina ou fluoxetina) ou do CYP3A4 (p.ex.: cetoconazol ou ritonavir), os doentes podem apresentar um aumento na incidência de reações adversas colinérgicas, predominantemente, náuseas e vómitos. Nestas circunstâncias, com base na tolerabilidade, pode considerar-se uma redução na dose de manutenção da galantamina. - Cetoconazol
Usar com precaução

Tolvaptano + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética de tolvaptano: Inibidores do CYP3A: O uso concomitante de medicamentos que são inibidores moderados (por exemplo, amprenavir, aprepitante, atazanavir, ciprofloxacina, crizotinib, darunavir/ritonavir, diltiazem, eritromicina, fluconazol, fosamprenavir, imatinib, verapamil) ou fortes (por exemplo, itraconazol, cetoconazol, ritonavir, claritromicina) do CYP3A aumenta a exposição a tolvaptano. A co-administração de tolvaptano e cetoconazol resultou num aumento de 440% da área sob a curva da concentração-tempo (AUC) e num aumento de 248% da concentração plasmática máxima observada (C max ) para o tolvaptano. A co-administração de tolvaptano com sumo de toranja, um inibidor moderado a forte do CYP3A, produziu uma duplicação das concentrações máximas de tolvaptano (Cmax ). A redução da dose de tolvaptano é recomendada para os doentes enquanto estiverem a tomar inibidores moderados ou fortes do CYP3A. Os doentes a tomar inibidores moderados ou fortes do CYP3A têm de ser controlados com prudência, em particular se os inibidores forem tomados com frequência superior a uma vez por dia. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Paclitaxel + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo do paclitaxel é catalisado, em parte, pelas isoenzimas CYP2C8 e CYP3A4 do citocromo P450. Estudos clínicos demonstraram que o metabolismo do paclitaxel mediado pela CYP2C8 em 6-hidroxipaclitaxel é a principal via metabólica no ser humano. A administração concomitante de cetoconazol, um inibidor potente conhecido da CYP3A4, não inibe a eliminação de paclitaxel em doentes; pelo que ambos os medicamentos podem ser administrados simultaneamente sem qualquer ajuste posológico. Dados adicionais sobre o potencial de interacções medicamentosas entre o paclitaxel e outros substratos/inibidores da CYP3A4 são limitados. Portanto, devem tomar-se precauções quando se administra paclitaxel em concomitância com medicamentos conhecidos por inibirem (por exemplo, eritromicina, fluoxetina, gemfibrozil) ou induzirem (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, efavirenze, nevirapina) a CYP2C8 ou a CYP3A4. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Roflumilaste + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interacção foram apenas realizados em adultos.
Interações: Estudos clínicos de interacção com inibidores de CYP3A4 eritromicina e cetoconazol demonstraram aumentos de 9% na actividade inibitória de PDE4 total. A administração conjunta de teofilina provocou um aumento de 8% na actividade inibitória de PDE4 total. Num estudo de interacção com um contraceptivo oral contendo gestodeno e etinilestradiol, a actividade inibitória de PDE4 total aumentou 17%. Não é necessário o ajuste da dose em doentes a receber estas substâncias ativas. - Cetoconazol
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Saxagliptina + Cetoconazol

Observações: Os dados clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interações clinicamente significativas com medicamentos coadministrados.
Interações: O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). A administração concomitante de saxagliptina com o inibidor potente do CYP3A4/5 cetoconazol, aumentou a Cmax e a AUC da saxagliptina cerca de 62% e 2,5 vezes, respectivamente, e os valores correspondentes para o metabolito activo diminuíram cerca de 95% e 88%, respectivamente. Em estudos in vitro, a saxagliptina e o seu principal metabolito não inibiram o CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, nem induziram o CYP1A2, 2B6, 2C9, ou 3A4. Em estudos realizados em indivíduos saudáveis, a farmacocinética da saxagliptina e do seu principal metabolito não foram significativamente alteradas pela metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, omeprazol, antiácidos ou famotidina. Adicionalmente, a saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, dos componentes ativos de um contraceptivo oral combinado (etinilestradiol e norgestimato), do diltiazem ou cetoconazol. - Cetoconazol
Usar com precaução

Sitagliptina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros medicamentos na sitagliptina: Os dados clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interacções clinicamente significativas com medicamentos co-administrados. Estudos in vitro indicaram que a principal enzima responsável pelo limitado metabolismo da sitagliptina é o CYP3A4, com contribuição do CYP2C8. Em doentes com função renal normal, o metabolismo, incluindo pelo CYP3A4, desempenha apenas um pequeno papel na clearance da sitagliptina. O metabolismo pode desempenhar uma função mais significativa na eliminação da sitagliptina em caso de compromisso renal grave ou doença renal de fase terminal. Por esta razão, é possível que os inibidores potentes do CYP3A4 (i.e., cetoconazol, itraconazol, ritonavir, claritromicina) possam alterar a farmacocinética da sitagliptina em doentes com compromisso renal grave ou doença renal de fase terminal. Os efeitos dos inibidores potentes do CYP3A4 em caso de compromisso renal não foram avaliados num estudo clínico. - Cetoconazol
Usar com precaução

Solifenacina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética da solifenacina: A solifenacina é metabolizada pelo CYP3A4. A administração simultânea de cetoconazol (200 mg/dia), um inibidor potente do CYP3A4, resultou num aumento de duas vezes da AUC da solifenacina, enquanto o cetoconazol numa dose de 400 mg/dia resultou num aumento de três vezes da AUC da solifenacina. Consequentemente, a dose máxima de Solifenacina deve ser restringida a 5 mg, quando utilizada simultaneamente com cetoconazol ou doses terapêuticas de outros inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, itraconazol). O tratamento simultâneo da solifenacina com um inibidor potente do CYP3A4 está contra-indicado em doentes com compromisso renal grave ou compromisso hepático moderado. Não foram estudados os efeitos da indução enzimática na farmacocinética da solifenacina e seus metabolitos, nem o efeito de substratos de maior afinidade para o CYP3A4 na exposição à solifenacina. Uma vez que a solifenacina é metabolizada pelo CYP3A4, são possíveis interacções farmacocinéticas com outros substratos com maior afinidade (por exemplo, verapamilo, diltiazem) e indutores do CYP3A4 (por exemplo, rifampicina, fenitoína, carbamazepina). - Cetoconazol
Usar com precaução

Sufentanilo + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: O Sufentanilo é metabolizado principalmente pela enzima 3A4 do citocromo P450. No entanto, não se observou inibição in vivo pela eritromicina (um inibidor conhecido da enzima 3A4 do citocromo P450). Embora não existam dados clínicos, os dados in vitro sugerem que outros inibidores potentes da enzima 3A4 do citocromo P450 (ex: cetoconazol, itraconazol, ritonavir), podem inibir o metabolismo de Sufentanilo. Esta inibição pode aumentar o risco de depressão respiratória pronlongada ou tardia. O uso simultâneo dos fármacos referidos exige cuidados especiais e observação do doente; em particular, pode ser necessário diminuir a dose de Sufentanilo. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Sunitinib + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Medicamentos que podem aumentar as concentrações plasmáticas de sunitinib: A administração concomitante de uma dose única de sunitinib com o inibidor potente do CYP3A4, cetoconazol, em voluntários saudáveis resultou num aumento de, respectivamente, 49% e 51% nos valores de Cmáx e AUC0- da combinação [sunitinib+metabolito principal]. A administração de sunitinib com inibidores potentes do CYP3A4 (ex., ritonavir, itraconazol, eritromicina, claritromicina e sumo de toranja) poderá aumentar as concentrações de sunitinib. Assim, deverá ser evitada a administração de Sunitinib com os inibidores do CYP3A4 ou deverá ser considerada a escolha de medicação concomitante alternativa sem ou com potencial mínimo de inibição do CYP3A4. Se tal não for possível, poderá ser necessário reduzir a dose de Sunitinib até um mínimo de 37,5 mg diários para GIST e MRCC ou 25 mg diários para pNET, com base na monitorização cuidadosa da tolerabilidade. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Tapentadol + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: O principal mecanismo de eliminação do tapentadol faz-se pela conjugação com o ácido glucurónico através da uridina difosfato glucuronil transferase (UGT) principalmente via as isoformas UGT1A6, UGT1A9 e UGT2B7. Assim, a administração concomitante de inibidores potentes destas isoenzimas (como por exemplo, cetoconazol, fluconazol, ácido meclofenâmico) pode levar ao aumento da exposição sistémica de tapentadol. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Delta-9-tetrahidrocanabinol (THC PFV) + Canabidiol (CBD PFV), Prep de Fármacos Vegetais, ext Cannabis sativa + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: O tratamento concomitante com o inibidor da CYP3A4 cetoconazol produziu um aumento da Cmax e da AUC do THC (respectivamente de 1,2 e 1,8 vezes), do seu metabolito principal (respectivamente de 3 e 3,6 vezes) e do CBD (respectivamente de 2 e 2 vezes). Por conseguinte, se o tratamento medicamentoso concomitante com inibidores da CYP3A4 (p.ex., cetoconazol, ritonavir, claritromicina) for iniciado ou interrompido durante o tratamento com este medicamento, poderá ser necessária uma nova titulação da dose. - Cetoconazol
Sem significado Clínico

Desloratadina + Pseudoefedrina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: DESLORATADINA: Nos ensaios clínicos com desloratadina não foram observadas interacções ou alterações clinicamente relevantes nas concentrações plasmáticas deste fármaco quando a eritromicina ou o cetoconazol foram administrados concomitantemente. A enzima responsável pelo metabolismo da desloratadina ainda não foi identificada e, deste modo, não se podem excluir completamente algumas interacções com outros medicamentos. A desloratadina não inibe o CYP3A4 in vivo, e os estudos in vitro demonstraram que o medicamento não inibe o CYP2D6, não é nem substrato nem inibidor da glicoproteína P. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Pravastatina + Fenofibrato + Cetoconazol

Observações: Não foram realizados estudos formais de interacção para Pravastatina/Fenofibrato; contudo, a utilização concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos não resultou em quaisquer interacções inesperadas.
Interações: interacções relevantes para a pravastatina: Medicamentos metabolizados pelo citocromo P450: A pravastatina não é metabolizada de forma clinicamente significativa pelo sistema do citocromo P450. É por este facto que os medicamentos que são metabolizados pelo sistema do citocromo P450 ou que são inibidores desse sistema podem ser incluídos num regime posológico estável de pravastatina sem causar alterações significativas dos níveis plasmáticos da pravastatina, como tem sido observado com outras estatinas. A ausência de uma interacção farmacocinética significativa com a pravastatina foi especificamente demonstrada relativamente a vários medicamentos, em particular aqueles que são substratos/inibidores do CYP3A4, por exemplo, diltiazem, verapamil, itraconazol, cetoconazol, inibidores da protease, sumo de toranja e inibidores do CYP2C9 (por exemplo, fluconazol). - Cetoconazol
Contraindicado

Dabigatrano etexilato + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: interacções a nível do transporte: Inibidores da gp-P: O dabigatrano etexilato é um substracto do transportador de efluxo gp-P. É previsível que a administração concomitante com inibidores da gp-P (tais como amiodarona, verapamilo, quinidina, cetoconazol, dronedarona, claritromicina e ticagrelor) resulte num aumento das concentrações plasmáticas de dabigatrano. Quando o dabigatrano é co-administrado com fortes inibidores da gp-P, deve ser feita uma monitorização clínica rigorosa (com pesquisa de sinais de hemorragia ou anemia), exceto se especificamente descrito em contrário. Um teste de coagulação ajuda a identificar os doentes com risco aumentado de hemorragia por exposição aumentada ao dabigatrano. Os seguintes inibidores fortes da gp-P são contra-indicados: cetoconazol sistémico, ciclosporina, itraconazol e dronedarona. O tratamento concomitante com tacrolimus não é recomendado. Cetoconazol: O cetoconazol aumentou os valores totais de AUC 0-∞ e Cmax de dabigatrano em 138% e 135%, respectivamente, após uma dose oral única de 400 mg, e em 153% e 149%, respectivamente, após doses orais múltiplas de 400 mg de cetoconazol uma vez ao dia. O tempo para atingir a concentração de pico, a semivida terminal e o tempo médio de residência não foram afetados pelo cetoconazol. O tratamento concomitante com cetoconazol sistémico é contra-indicado. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Ospemifeno + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o ospemifeno: O cetoconazol, um inibidor forte do CYP3A4 e inibidor moderado da P-glicoproteína, aumentou a AUC do ospemifeno 1,4 vezes. Este aumento não é considerado clinicamente significativo dada a variabilidade farmacocinética inerente do ospemifeno. Por isso, não existe motivo para prever que inibidores potentes do CYP3A4 causem uma alteração clinicamente significativa na exposição ao ospemifeno. - Cetoconazol
Sem significado Clínico

Alogliptina + Cetoconazol

Observações: A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Estudos in vitro sugerem que a alogliptina não inibe nem induz as isoformas do CYP 450 em concentrações obtidas com a dose recomendada de 25 mg de alogliptina. Por conseguinte, não é esperada nem foi observada interacção com substratos das isoformas do CYP 450. Em estudos in vitro, constatou-se que a alogliptina não é um substrato nem um inibidor dos principais transportadores associados à disposição do fármaco no rim: transportador aniónico orgânico 1, transportador aniónico orgânico 3 ou transportador catiónico orgânico 2 (OCT2).
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre a alogliptina: Os resultados dos estudos de interacção clínica também demonstraram que não há efeitos clinicamente relevantes do gemfibrozil (um inibidor do CYP2C8/9), fluconazol (um inibidor do CYP2C9), cetoconazol (um inibidor do CYP3A4), ciclosporina (um inibidor da glicoproteína-P), voglibose (um inibidor da alfa-glucosidase), digoxina, metformina, cimetidina, pioglitazona ou atorvastatina na farmacocinética da alogliptina. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Vorapaxar + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros medicamentos no vorapaxar: Inibidores potentes do CYP3A: A administração concomitante de cetoconazol (400 mg uma vez por dia) com vorapaxar aumentou significativamente a Cmax média e a AUC de vorapaxar em 93% e 96%, respectivamente. A utilização concomitante de Vorapaxar com inibidores potentes do CYP3A (p.ex., cetoconazol, itraconazol, posaconazol, claritromicina, nefazodona, ritonavir, saquinavir, nelfinavir, indinavir, boceprevir, telaprevir, telitromicina e conivaptan) deve ser evitada. Dados de Fase 3 sugerem que a administração concomitante de inibidores fracos ou moderados do CYP3A com vorapaxar não aumenta o risco hemorrágico ou altera a eficácia de vorapaxar. Não é necessário ajuste da dose de vorapaxar em doentes que estejam a tomar inibidores fracos ou moderados do CYP3A. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Edoxabano + Cetoconazol

Observações: O edoxabano é predominantemente absorvido no trato gastrointestinal (GI) superior. Desta forma, os medicamentos ou afeções que aumentam o esvaziamento gástrico e a motilidade intestinal têm o potencial de reduzir a dissolução e absorção do edoxabano.
Interações: Inibidores da gp-P: O edoxabano é um substrato para o transportador de efluxo gp-P. Em estudos de farmacocinética (PK), a administração concomitante de edoxabano com inibidores da gp-P: Ciclosporina, dronedarona, eritromicina, cetoconazol, quinidina ou verapamil resultou num aumento das concentrações plasmáticas do edoxabano. A utilização concomitante de edoxabano com ciclosporina, dronedarona, eritromicina ou cetoconazol requer uma redução da dose para 30 mg uma vez por dia. Com base em dados clínicos, verifica-se que a utilização concomitante de edoxabano com quinidina, verapamil ou amiodarona não requer redução da dose. A utilização de edoxabano com outros inibidores da gp-P, incluindo inibidores da protease do VIH, não foi estudada. Administrar 30 mg uma vez por dia durante a utilização concomitante com os seguintes inibidores da gp-P: Cetoconazol: 400 mg de cetoconazol uma vez por dia, durante 7 dias, com uma dose única concomitante de 60 mg de edoxabano, no dia 4, aumentou a AUC e a Cmax do edoxabano em 87% e 89%, respectivamente. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Olodaterol + Brometo de tiotrópio + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Farmacocinética das interacções medicamentosas: A administração concomitante de cetoconazol como um inibidor potente da P-gp e do CYP3A4 aumentou a exposição sistémica ao olodaterol em aproximadamente 70%. Não é necessário qualquer ajuste da dose de Olodaterol/Brometo de tiotrópio. Os estudos in vitro mostraram que o olodaterol não inibe as enzimas CYP ou os transportadores de fármacos nas concentrações plasmáticas alcançadas na prática clínica. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vismodegib + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de medicamentos concomitantes no vismodegib: Os estudos in vitro indicam que o vismodegib é um substrato do transportador de efluxo da glicoproteína-P (gp-P) e das enzimas metabolizadoras de fármacos CYP2C9 e CYP3A4. A exposição sistémica de vismodegib e a incidência de reações adversas com vismodegib podem ser maiores quando vismodegib é co-administrado com medicamentos que inibem a gp-P (por exemplo, claritromicina, eritromicina, azitromicina, verapamil, ciclosporina), CYP2C9 (amiodarona, fluconazol ou miconazol), ou CYP3A4 (bocepravir, claritromicina, conivaptan, indinavir, itraconazol, cetoconazol, lopinavir/ritonavir, nelfinavir, posaconazol, ritonavir, saquinavir, telaprevir, telitromicina ou voriconazol). - Cetoconazol
Usar com precaução

Donepezilo + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Estudos in vitro permitiram demonstrar que as isoenzimas do citocromo P450 3A4 e, numa menor proporção, a 2D6 estão envolvidas no metabolismo do donepezilo. Os estudos de interacção medicamentosa realizados in vitro demonstram que o cetoconazol e a quinidina, inibidores respectivamente da CYP3A4 e 2D6, inibem o metabolismo do donepezilo. Por conseguinte, estes e outros inibidores da CYP3A4, como o itraconazol e a eritromicina, e os inibidores da CYP2D6, como a fluoxetina, podem inibir o metabolismo do donepezilo. Num estudo em voluntários saudáveis, o cetoconazol aumentou as concentrações médias de donepezilo em cerca de 30%. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Azilsartan medoxomil + Clorotalidona + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Azilsartan medoxomilo: Não foram notificadas interacções clinicamente significativas em estudos do azilsartan medoxomilo ou do azilsartan administrado com amlodipina, antiácidos, clorotalidona, digoxina, fluconazol, gliburida, cetoconazol, metformina e varfarina. O azilsartan medoxomilo é um profármaco, que é rapidamente hidrolisado na sua fração ativa azilsartan por esterases no trato gastrointestinal e/ou durante a absorção do fármaco. Estudos in vitro indicaram que é improvável a ocorrência de interacções baseadas na inibição das estearases. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Atorvastatina + Perindopril + Amlodipina + Cetoconazol

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina, perindopril e amlodipina separadamente.
Interações: Utilização concomitante NÃO RECOMENDADA: ATORVASTATINA: Inibidores potente do CYP3A4: A atorvastatina é metabolizada pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4) e é substrato para proteínas de transporte por exemplo, o transportador de captação hepático OATP1B1. A administração concomitante de medicamentos que sejam inibidores do CYP3A4 ou de proteínas de transporte pode originar um aumento da concentração plasmática de atorvastatina e aumentar o risco de miopatia. O risco também poderá estar aumentado quando há administração concomitante de atorvastatina com outros medicamentos que têm um potencial elevado para induzir a miopatia, como os derivados do ácido fíbrico e ezetimiba. Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina deve ser evitada, se possível. Nos casos em que a administração concomitante destes medicamentos com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina não pode ser evitada, devem ser consideradas as doses mais baixas de atorvastatina no Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes. - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranitidina + Cetoconazol

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interacções podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Alteração do pH gástrico: A biodisponibilidade de certos medicamentos pode estar afectada. Isto pode resultar quer num aumento da absorção (ex. triazolam, midazolam, glipizida) ou de um decréscimo na absorção (ex. cetoconazol, atazanavir, delaviridina, gefitinib). Não existe nenhuma evidência de interacção entre a ranitidina e amoxicilina. Se os antiácidos ou elevadas doses (2 g) de sucralfato forem administrados em simultâneo com a ranitidina, a absorção deste último pode estar reduzida. A ranitidina deve ser tomada duas horas antes destes medicamentos. - Cetoconazol
Usar com precaução

Sonidegib + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de sonidegib: Em indivíduos saudáveis, a co-administração de uma dose única de 800 mg de sonidegib com cetoconazol (200 mg duas vezes por dia, durante 14 dias), um inibidor potente da CYP3A, resultou num aumento de 2,25 vezes e 1,49 vezes da AUC e Cmax, do sonidegib, respectivamente, comparativamente com sonidegib isoladamente. Com base em simulações, durações mais longas de utilização concomitante de inibidores/indutores potentes da CYP3A4 (por ex.: mais de 14 dias) levará a uma alteração de maior magnitude na exposição ao sonidegib. Se for necessária a utilização concomitante de um inibidor potente da CYP3A, a dose de sonidegib deve ser reduzida para 200 mg em dias alternados. Os inibidores potentes do CYP3A incluem, mas não estão limitados a, ritonavir, saquinavir, telitromicina, cetoconazol, itraconazol, voriconazol, posaconazol e nefazodona. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para efeitos adversos se um destes agentes for usado conjuntamente com o sonidegib. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Atazanavir + Cobicistate + Cetoconazol

Observações: Ensaios de interações de fármacos não foram realizados para o Atazanavir / Cobicistate. Os mecanismos complexos ou não conhecidos de interações de fármacos opõem-se à extrapolação de interações medicamentosas com ritonavir a certas interações medicametosas com o cobicistate. As recomendações dadas mediante o uso concomitante de atazanavir e de outros medicamentos podem diferir consoante o atazanavir é potenciado com o ritonavir ou com o cobicistate. Em particular, o atazanavir potenciado com o cobicistate é mais sensível na indução da CYP3A. É também necessária precaução durante a primeira vez em que é efetuado o tratamento se for alternado o potenciador farmacológico do ritonavir para o cobicistate.
Interações: Medicamentos que afetam a exposição ao atazanavir/cobicistate: O atazanavir é metabolizado no fígado através da CYP3A4. O cobicistate é um substrato da CYP3A e é metabolizado com menor extensão pela CYP2D6. Uso concomitante não recomendado: A co-administração do Atazanavir / Cobicistate com medicamentos que inibam a CYP3A pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas do atazanavir e/ou do cobicistate. Alguns exemplos incluem, mas não estão limitados ao itraconazol, ao cetoconazol, e ao voriconazol. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Darunavir + Cetoconazol

Observações: O perfil de interacção do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: Medicamentos que afetam a exposição darunavir (ritonavir como fármaco potenciador): O darunavir e o ritonavir são metabolizados pelo CYP3A. A administração concomitante com inibidores fortes do CYP3A4 não é recomendada e é necessária precaução para as interacções descritas na tabela de interacção que se encontra abaixo (ex.: indinavir, azóis sistémicos, como o cetoconazol e clotrimazol). ANTIFÚNGICOS: Cetoconazol 200 mg, duas vezes por dia: Recomenda-se monitorização clínica e precaução quando combinado com Darunavir potenciado. Quando a co-administração de cetoconazol é necessária, a dose diária de cetoconazol não deve exceder 200 mg. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Cobicistate + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Utilização concomitante não recomendada: A co-administração de Cobicistate com medicamentos que inibem o CYP3A pode resultar no aumento da concentração plasmática de cobicistate. Alguns exemplos incluem, mas não se limitam ao itraconazol, cetoconazol e voriconazol. - Cetoconazol
Usar com precaução

Darunavir + Cobicistate + Cetoconazol

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: Medicamentos que afetam a exposição a darunavir/cobicistate: O darunavir e o cobicistate são metabolizados pelo CYP3A. A administração concomitante de Darunavir / Cobicistate com outros medicamentos que inibem o CYP3A pode diminuir a depuração de darunavir e de cobicistate e pode resultar no aumento das concentrações plasmáticas destas substâncias (ex.: azoles sistémicos como o cetoconazol e clotrimazol). ANTIFÚNGICOS: Clotrimazol, Fluconazol, Itraconazol, Cetoconazol, Posaconazol: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas destes antifúngicos, e as concentrações plasmáticas de darunavir e/ou cobicistate podem aumentar com estes antifúngicos. (inibição do CYP3A) Recomenda-se precaução e monitorização clínica. Se for necessária uma administração concomitante, a dose diária de itraconazol ou cetoconazol não deve exceder os 200 mg. - Cetoconazol
Contraindicado

Dasabuvir + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Dasabuvir deve ser sempre administrado em conjunto com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Quando coadministrados, exercem efeitos recíprocos um sobre o outro. Por conseguinte, o perfil de interação dos compostos tem de ser considerado como uma associação.
Interações: interacções entre Dasabuvir com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e outros medicamentos: ANTIFÚNGICOS: Cetoconazol 400 mg uma vez por dia: Administrado com: Dasabuvir+ombitasvir/paritaprevir/ritonavir Mecanismo: inibição do CYP3A4/gp-P pelo cetoconazol e paritaprevir/ritonavir/ombitasvir. A utilização concomitante está contra-indicada. - Cetoconazol
Contraindicado

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: interacções entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos ANTIFÚNGICOS: Cetoconazol 400 mg uma vez por dia: Mecanismo: inibição do CYP3A4/g p-P por cetoconazol e paritaprevir/ritonavir/ombitasvir. Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir. A utilização concomitante está contra-indicada. - Cetoconazol
Contraindicado

Dapoxetina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores potentes do CYP3A4: A administração de cetoconazol (200 mg duas vezes por dia durante 7 dias) aumentou a Cmáx e a AUCinf da dapoxetina (dose única de 60 mg) em 35% e 99%, respectivamente. Considerando a contribuição tanto da dapoxetina como da desmetildapoxetina não ligadas às proteínas, a Cmáx da fração ativa poderá ser aumentada aproximadamente 25% e a AUC da fração ativa poderá ser duplicada caso a toma seja efetuada conjuntamente com inibidores potentes do CYP3A4. Os aumentos da Cmáx e da AUC da fração ativa poderão ser ainda mais significativos numa parte da população que tem falta da enzima funcional CYP2D6, isto é metabolizadores fracos do CYP2D6 ou na associação com inibidores potentes do CYP2D6. Assim sendo, a utilização concomitante de Dapoxetina e de inibidores potentes do CYP3A4, tais como cetoconazol, itraconazol, ritonavir, saquinavir, telitromicina, nefazodona, nelfinavir e atazanavir é contra-indicada. - Cetoconazol
Contraindicado

Eliglustato + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da CYP3A: Em metabolizadores intermédios (MI) e extensivos (ME): Após doses repetidas de 84 mg de eliglustato duas vezes por dia em doentes não-MF, a administração concomitante de doses repetidas de 400 mg de cetoconazol, um inibidor potente da CYP3A, uma vez por dia, resultou num aumento da Cmax e da AUC0-12 do eliglustato, de 3,8 e 4,3 vezes, respectivamente; Serão de esperar efeitos semelhantes com outros inibidores potentes da CYP3A (p.ex., claritromicina, cetoconazol, itraconazol, cobicistat, indinavir, lopinavir, ritonavir, saquinavir, telaprevir, tipranavir, posaconazol, voriconazol, telitromicina, conivaptan, boceprevir). Em MI e ME, deve proceder-se com cuidado relativamente aos inibidores potentes da CYP3A. Para uma dosagem de 84 mg duas vezes por dia com eliglustato em doentes não-MFs, é de prever que a utilização concomitante de inibidores moderados da CYP3A (p.ex., eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, diltiazem, verapamilo, aprepitant, atazanavir, darunavir, fosamprenavir, imatinib, cimetidina) iria aumentar aproximadamente até 3 vezes a exposição ao eliglustato. Em MIs e MEs, deve proceder-se com cuidado relativamente aos inibidores moderados da CYP3A. Em metabolizadores fracos (MF): Para uma dosagem de 84 mg uma vez por dia com eliglustato em MF, é de prever que a utilização concomitante de inibidores potentes da CYP3A (p.ex., cetoconazol, claritromicina, itraconazol, cobicistat, indinavir, lopinavir, ritonavir, saquinavir, telaprevir, tipranavir, posaconazol, voriconazol, telitromicina, conivaptan, boceprevir) iria aumentar a Cmax e a AUC0-24 do eliglustato, em 4,3 e 6,2 vezes, respectivamente. É contra-indicada a utilização de inibidores potentes da CYP3A em MF. - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cabozantinib + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos sobre cabozantinib: Inibidores e indutores CYP3A4: A administração do forte inibidor CYP3A4 cetoconazol (400 mg por dia durante 27 dias) a voluntários saudáveis diminuiu a depuração de cabozantinib (em 29%) e aumentou a exposição da dose única de cabozantinib plasmática (AUC) em 38%. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Reboxetina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Estudos in vitro de metabolismo indicaram que a reboxetina é principalmente metabolizada pela isoenzima CYP3A4 do citocromo P450; a reboxetina não é metabolizada pela CYP2D6. Por conseguinte, espera-se que inibidores potentes da CYP3A4 (cetoconazol, nefazodona, eritromicina e fluvoxamina) aumentem a concentração plasmática de reboxetina. Num estudo realizado em voluntários saudáveis, o cetoconazol, um potente inibidor da CYP3A4, aumentou a concentração plasmática dos enantiómeros da reboxetina, em aproximadamente 50%. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Safinamida + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: interacções medicamentosas farmacocinéticas in vivo e in vitro: Num estudo de interacções medicamentosas in vivo realizados com cetoconazol, não se verificou qualquer efeito clinicamente relevante nos níveis de safinamida. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Atorvastatina + Ezetimiba + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros medicamentos: ATORVASTATINA: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado das concentrações de atorvastatina. Deve ser evitada, se possível, a administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (p. ex., ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores da protease do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc). Nos casos em que a administração concomitante destes medicamentos com este medicamento não pode ser evitada, dever-se-á considerar uma dose inicial e máxima mais baixa deste medicamento e é recomendada uma monitorização clínica adequada destes doentes. Inibidores moderados do CYP3A4 (p. ex., eritromicina, diltiazem, verapamil e fluconazol) podem aumentar as concentrações plasmáticas de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em associação com estatinas. Não foram efetuados estudos de interacção para avaliar os efeitos de amiodarona ou verapamil na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamil são conhecidos por inibirem a actividade do CYP3A4 e a administração concomitante com este medicamento pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa deste medicamento e recomenda-se a monitorização clínica adequada do doente quando é utilizado concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar ou após o ajuste de dose do inibidor. - Cetoconazol
Sem significado Clínico

Metformina + Alogliptina + Cetoconazol

Observações: A coadministração de 100 mg de alogliptina uma vez ao dia e 1.000 mg de cloridrato de metformina duas vezes ao dia, durante 6 dias, em indivíduos saudáveis, não teve quaisquer efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da alogliptina ou da metformina. Não foram realizados estudos farmacocinéticos específicos de interacção medicamentosa com este medicamento.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre a alogliptina: A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interacções com os inibidores do CYP. Os resultados dos estudos de interacção clínica também demonstraram que não há efeitos clinicamente relevantes do gemfibrozil (um inibidor do CYP2C8/9), fluconazol (um inibidor do CYP2C9), cetoconazol (um inibidor do CYP3A4), ciclosporina (um inibidor da glicoproteína-P), voglibose (um inibidor da alfa-glucosidase), digoxina, metformina, cimetidina, pioglitazona ou atorvastatina na farmacocinética da alogliptina. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Ibrutinib + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores fortes do CYP3A4: A administração concomitante de cetoconazol, um inibidor forte do CYP3A4, em 18 indivíduos saudáveis em condições de jejum, aumentou a exposição (Cmax e AUC) a ibrutinib em 29 e 24 vezes, respectivamente. Simulações que utilizam condições de jejum sugerem que inibidores fortes do CYP3A4, tais como a claritromicina, podem aumentar a AUC de ibrutinib num fator de 14. Os inibidores fortes do CYP3A4 (ex. cetoconazol, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, claritromicina, telitromicina, itraconazol, nefazodona e cobicistate) devem ser evitados. Se os benefícios superarem os riscos e for necessário utilizar um inibidor forte do CYP3A4, a dose de Ibrutinib deve ser reduzida para 140 mg (uma cápsula) ou o tratamento temporariamente suspendido (durante 7 dias ou menos). Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quanto a toxicidade e as orientações para modificação da dose devem ser seguidas, conforme necessário. - Cetoconazol
Contraindicado

Lurasidona + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: interacções farmacocinéticas: Outros potenciais medicamentos que podem afetar a lurasidona: Tanto a lurasidona como o seu metabolito activo ID-14283 contribuem para o efeito farmacodinâmico nos receptores dopaminérgicos e serotoninérgicos. A lurasidona e seu metabolitoativo ID-14283 são principalmente metabolizados pelo CYP3A4. Inibidores do CYP3A4: A lurasidona é contra-indicada em concomitância com inibidores fortes do CYP3A4 (por exemplo, boceprevir, claritromicina, cobicistate, indinavir, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, nelfinavir, posaconazol, ritonavir, saquinavir, telaprevir, telitromicina, voriconazol). A administração concomitante de lurasidona com o inibidor forte do CYP3A4 cetoconazol resultou num aumento de 9 e 6 vezes na exposição da lurasidona e do seu metabolito activo ID-14283, respectivamente. A administração concomitante de lurasidona com medicamentos que inibem moderadamente o CYP3A4 (por exemplo, diltiazem, eritromicina, fluconazol, verapamil) pode aumentar a exposição à lurasidona. Estima-se que os inibidores moderados do CYP3A4 resultam num aumento de 2-5 vezes na exposição dos substratos do CYP3A4. A administração concomitante de lurasidona com diltiazem (formulação de libertação lenta), um inibidor moderado do CYP3A4, resultou num aumento de 2,2 e 2,4 vezes na exposição da lurasidona e do ID-14283, respectivamente. A utilização de uma formulação de libertação imediata do diltiazem pode resultar num maior aumento da exposição à lurasidona. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Armodafinil + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Eritromicina ou cetoconazol porque podem aumentar o risco de efeitos secundários do armodafinil. - Cetoconazol
Sem significado Clínico

Metformina + Saxagliptina + Cetoconazol

Observações: A administração concomitante de doses múltiplas de saxagliptina (2,5 mg duas vezes por dia) e metformina (1.000 mg duas vezes por dia) não alterou significativamente o perfil farmacocinético da saxagliptina nem da metformina em doentes com diabetes tipo 2. Não foram realizados estudos formais de interação com Metformina/Saxagliptina.
Interações: SAXAGLIPTINA: Os dados clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interacções clinicamente significativas com outros medicamentos administrados concomitantemente. O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). Em estudos in vitro, a saxagliptina e o seu principal metabolito não inibiram o CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, nem induziram o CYP1A2, 2B6, 2C9, ou 3A4. Adicionalmente, a saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, os componentes ativos dos Contraceptivos orais combinados (etinilestradiol e norgestimato), diltiazem ou cetoconazol. A administração concomitante de saxagliptina com o cetoconazol, um inibidor potente do CYP3A4/5, aumentou a Cmax e a AUC da saxagliptina em cerca de 62% e 2,5 vezes, respectivamente, e os valores correspondentes para o metabolito activo diminuíram em cerca de 95% e 88%, respectivamente. - Cetoconazol
Usar com precaução

Metformina + Sitagliptina + Cetoconazol

Observações: A coadministração de doses múltiplas de sitagliptina (50 mg duas vezes por dia) e metformina (1.000 mg duas vezes por dia) não alterou significativamente o perfil farmacocinético da sitagliptina nem da metformina em doentes com diabetes tipo 2. Embora não tenham sido realizados estudos farmacocinéticos de interação medicamentosa com Metformina/Sitagliptina, foram efetuados estudos com as substâncias ativas individuais, a sitagliptina e a metformina. Existe um risco aumentado de acidose láctica na intoxicação alcoólica aguda (em particular nas situações de jejum, desnutrição ou insuficiência hepática) devido à metformina.
Interações: Efeitos de outros medicamentos na sitagliptina: Os dados in vitro e clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interacções clinicamente significativas com outros medicamentos co-administrados. Estudos in vitro indicaram que a principal enzima responsável pelo limitado metabolismo da sitagliptina é o CYP3A4, com contribuição do CYP2C8. Em doentes com função renal normal, o metabolismo, incluindo o metabolismo pelo CYP3A4, desempenha apenas um pequeno papel na clearance da sitagliptina. O metabolismo pode desempenhar uma função mais significativa na eliminação da sitagliptina em caso de compromisso renal grave ou doença renal de fase terminal. Por esta razão, é possível que os inibidores potentes do CYP3A4 (i.e., cetoconazol, itraconazol, ritonavir, claritromicina) alterem a farmacocinética da sitagliptina em doentes com compromisso renal grave ou doença renal terminal. Não foram avaliados num estudo clínico os efeitos dos inibidores potentes do CYP3A4 num quadro de compromisso renal. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Riociguat + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o riociguat: O riociguat é eliminado principalmente através de metabolismo oxidativo mediado pelo citocromo P450 (CYP1A1, CYP3A4, CYP2C8, CYP2J2), por excreção directa biliar/fecal do riociguat inalterado e por excreção renal do riociguat inalterado através de filtração glomerular. Demonstrou-se, in vitro, que o cetoconazol, classificado como um inibidor potente da CYP3A4 e da glicoproteína P (P-gp), é um inibidor das múltiplas vias mediadas por CYP e P-gp/proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP-breast cancer resistance protein) do metabolismo e excreção do riociguat. A administração concomitante de 400 mg uma vez por dia de cetoconazol produziu um aumento de 150% (intervalo até 370%) da AUC média do riociguat e um aumento de 46% da Cmax média. A semivida terminal aumentou de 7,3 para 9,2 horas e a depuração corporal total diminuiu de 6,1 para 2,4 l/h. Portanto, a utilização concomitante com inibidores potentes das múltiplas vias mediadas por CYP e P-gp/BCRP tais como os antimicóticos azólicos (p.ex., cetoconazol, itraconazol) ou com inibidores da protease do VIH (p.ex., ritonavir) não é recomendada. Medicamentos que são inibidores potentes das P-gp/BCRP, tais como o imunossupressor ciclosporina A, devem ser utilizados com precaução. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Bedaquilina + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interações: Inibidores do CYP3A4: A exposição da bedaquilina pode ser aumentada durante a administração concomitante com inibidores do CYP3A4. A administração concomitante a curto prazo de bedaquilina e cetoconazol (potente inibidor do CYP3A) em indivíduos saudáveis aumentou a exposição (AUC) da bedaquilina em 22% [IC90% (12; 32)]. Pode ser observado um efeito mais acentuado da bedaquilina durante a administração concomitante prolongada com cetoconazol ou outros inibidores do CYP3A. Não existem dados de segurança provenientes de ensaios de dose múltipla com bedaquilina em que se tenha utilizado uma dose mais elevada do que a dose recomendada. Devido ao potencial risco de reações adversas causadas pelo aumento da exposição sistémica, deve-se evitar a administração concomitante prolongada da bedaquilina com inibidores potentes ou moderados do CYP3A4 (ex. ciprofloxacina, eritromicina, fluconazol, claritromicina, cetoconazol, ritonavir) utilizados sistemicamente durante mais de 14 dias consecutivos. Se esta administração concomitante for necessária, recomenda-se a monitorização mais frequente através do eletrocardiograma e monitorização das transaminases. Medicamentos que prolongam o intervalo QT: Existe informação limitada disponível sobre o potencial para uma interacção farmacodinâmica entre a bedaquilina e medicamentos que prolongam o intervalo QT. Num estudo de interacção da bedaquilina e cetoconazol, observou-se um maior efeito sobre o intervalo QTc após administração de dose repetida de bedaquilina e cetoconazol em associação, em comparação com a dose repetida dos medicamentos individualmente. Não se pode excluir um efeito aditivo ou sinérgico da bedaquilina sobre o prolongamento do intervalo QT quando administrada concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT, sendo portanto recomendado efetuar uma monitorização frequente. - Cetoconazol
Usar com precaução

Netupitant + Palonossetrom + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética do Netupitant / Palonossetrom: O netupitant é metabolizado principalmente pelo CYP3A4; como tal, a co-administração com medicamentos que inibem ou induzem a actividade do CYP3A4 pode influenciar as concentrações plasmáticas do netupitant. Consequentemente, a administração concomitante com inibidores fortes do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol) deve ser feita com precaução e a administração concomitante com indutores fortes do CYP3A4 (p. ex., rifampicina) deve ser evitada. Efeito do cetoconazol e da rifampicina A administração de cetoconazol, um inibidor do CYP3A4, com Netupitant / Palonossetrom aumentou a AUC do netupitant 1,8 vezes e a Cmáx 1,3 vezes em comparação com a administração deste medicamento isoladamente. A co-administração com cetoconazol não afetou a farmacocinética do palonossetrom. A administração de rifampicina, um indutor do CYP3A4, com Netupitant / Palonossetrom isoladamente, diminuiu a AUC do netupitant 5,2 vezes e a Cmáx 2,6 vezes. A co-administração de rifampicina não afetou a farmacocinética do palonossetrom. Consequentemente, a administração concomitante com inibidores fortes do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol) deve ser feita com precaução e a administração concomitante com indutores fortes do CYP3A4 (p. ex., rifampicina) deve ser evitada. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Regorafenib + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4 e UGT1A9/indutores do CYP3A4: Dados in vitro indicam que o regorafenib é metabolizado pelo citocromo CYP3A4 e pela uridina difosfato glucuronosil transferase UGT1A9. A administração de cetoconazol (400 mg durante 18 dias), um inibidor potente do CYP3A4, com uma dose única de regorafenib (160 mg no dia 5) resultou num aumento da exposição média do regorafenib (AUC) de aproximadamente 33% e numa diminuição da exposição média dos metabolitos ativos, M-2 (N-óxido) e M-5 (N-óxido e N-desmetil), de aproximadamente 90%. Recomenda-se evitar a utilização concomitante de inibidores potentes da actividade do CYP3A4 (ex.: claritromicina, sumo de toranja, itraconazol, cetoconazol, posaconazol, telitromicina e voriconazol) uma vez que a sua influência na exposição do regorafenib no estado estacionário e os seus metabolitos não foram estudados. Durante o tratamento com regorafenib deve ser evitada a co-administração de um inibidor potente da UGT1A9 (ex.: ácido mefenâmico, diflunisal e ácido niflúmico), uma vez que a sua influência na exposição do regorafenib no estado estacionário e os seus metabolitos não foram estudados. A administração de rifampicina (600mg durante 9 dias), um indutor potente do CYP3A4, com uma dose única de regorafenib (160 mg no dia 7) resultou numa diminuição da exposição média do regorafenib (AUC) de aproximadamente 50%, num aumento de 3 a 4 vezes da exposição média do metabolito activo M-5 e em nenhuma alteração da exposição do metabolito activo M-2. Outros indutores potentes da actividade do CYP3A4 (ex.: fenitoína, carbamazepina, fenobarbital, hipericão) também podem aumentar o metabolismo do regorafenib. Devem evitar-se os indutores potentes do CYP3A4 ou considerar-se a seleção de um medicamento alternativo concomitante sem potencial ou com um potencial mínimo de indução do CYP3A4. - Cetoconazol
Contraindicado

Avanafil + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outras substâncias no avanafil: O avanafil é um substrato da CYP3A4 e é predominantemente metabolizado por esta enzima. Alguns estudos demonstraram que os medicamentos que inibem a CYP3A4 podem aumentar a exposição ao avanafil. Inibidores da CYP3A4: O cetoconazol (400mg por dia), um inibidor seletivo e altamente potente da CYP3A4, aumentou a Cmax e a exposição (AUC) do avanafil 50 mg em dose única em 3 vezes e 14 vezes, respectivamente, e prolongou a semivida do avanafil para cerca de 9horas. O ritonavir (600 mg duas vezes por dia), um inibidor altamente potente da CYP3A4, que também inibe a CYP2C9, aumentou a Cmax e a AUC do avanafil 50 mg em dose única em cerca de 2 vezes e 13 vezes, e prolongou a semivida do avanafil para cerca de 9horas. Será de esperar que outros inibidores fortes da CYP3A4 (por exemplo, itraconazol, voriconazol, claritromicina, nefazodona, saquinavir, nelfinavir, indinavir, atazanavir e telitromicina) tenham efeitos semelhantes. Consequentemente, a administração concomitante do avanafil com inibidores potentes da CYP3A4 é contra-indicada. A eritromicina (500 mg duas vezes por dia), um inibidor moderado da CYP3A4, aumentou a Cmax e a AUC do avanafil 200 mg em dose única em cerca de 2 vezes e 3 vezes, respectivamente, e prolongou a semivida do avanafil para cerca de 8 horas. Será de esperar que outros inibidores moderados da CYP3A4 (por exemplo, amprenavir, aprepitante, diltiazem, fluconazol, fosamprenavir e verapamilo) tenham efeitos semelhantes. Consequentemente, nos doentes a tomar simultaneamente inibidores moderados da CYP3A4, a dose máxima recomendada do avanafil é de 100 mg, uma vez a cada 48 horas, no máximo. Apesar de não terem sido estudadas interacções específicas, outros inibidores da CYP3A4, incluindo sumo de toranja, aumentarão provavelmente a exposição ao avanafil. Os doentes devem ser informados de que é necessário evitar a ingestão de sumo de toranja nas 24 horas que antecedem a toma do avanafil. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lomitapida + Cetoconazol

Observações: Avaliação in vitro das interações medicamentosas: A lomitapida inibe o CYP3A4. A lomitapida não induz os CYP 1A2, 3A4 ou 2B6, e também não inibe os CYP 1A2, 2B6, 2C9, 2C19, 2D6 ou 2E1. A lomitapida não é um substrato da glicoproteína P, mas inibe a glicoproteína P. A lomitapida não inibe a proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP).
Interações: Inibidores do CYP3A4: Quando se procedeu à administração concomitante de lomitapida 60 mg com cetoconazol 200 mg duas vezes por dia, um inibidor forte do CYP3A4, a AUC da lomitapida aumentou cerca de 27 vezes e a Cmax aumentou cerca de 15 vezes. Não foi estudada a interacção entre os inibidores moderados ou fracos de CYP3A4 e a lomitapida. Prevê-se que os inibidores moderados ou fracos de CYP3A4 tenham um impacto substancial na farmacocinética da lomitapida. Prevê-se que a utilização concomitante dos inibidores moderados ou fracos de CYP3A4 aumente a exposição à lomitapida em cerca de 4-10 vezes e em 4 vezes, respectivamente, com base nos resultados do estudo com o cetoconazol, um inibidor forte de CYP3A4, e nos dados históricos para o modelo de teste ao CYP3A4, modazolam. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Zonisamida + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potenciais interacções medicamentosas que afetem Zonisamida: Em estudos clínicos a co-administração de lamotrigina não aparentou ter qualquer efeito na farmacocinética da zonisamida. A conjugação de Zonisamida com outros medicamentos suscetíveis de provocar urolitíase pode potenciar o risco de desenvolvimento de cálculos renais devendo, deste modo, a administração concomitante destes medicamentos ser evitada. A zonisamida é parcialmente metabolizada pela CYP3A4 (clivagem redutora) e também pelas N-acetiltransferases com conjugação com o ácido glucurónico. Deste modo, substâncias que podem induzir ou inibir estas enzimas podem afetar a farmacocinética da zonisamida: Inibição da CYP3A4: Com base em informações clínicas, inibidores específicos e não-específicos conhecidos da CYP3A4 não parecem ter qualquer efeito clinicamente relevante nos parâmetros de exposição farmacocinética da zonisamida. A dosagem em estado estacionário com cetoconazol (400 mg/dia) ou cimetidina (1200 mg/dia) não demonstrou qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética de uma dose única de zonisamida administrada a voluntários saudáveis. Deste modo, não devem ser necessárias modificações na dosagem de Zonisamida quando este é co-administrado com inibidores conhecidos da CYP3A4. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dutasterida + Tansulosina + Cetoconazol

Observações: Não foram realizados estudos de interacção fármaco-fármaco com Dutasterida / Tansulosina.
Interações: DUTASTERIDA: Efeitos de outros fármacos na farmacocinética da dutasterida: Uso concomitante com inibidores do CYP3A4 e/ou da glicoproteína P: A dutasterida é eliminada principalmente por via metabólica. Estudos in vitro indicam que o seu metabolismo é catalisado pelo CYP3A4 e CYP3A5. Não foram efetuados estudos de interacção com inibidores potentes do CYP3A4. No entanto, num estudo farmacocinético na população, as concentrações séricas de dutasterida foram em média 1,6 a 1,8 vezes superiores, respectivamente, num pequeno número de doentes tratados concomitantemente com verapamilo ou diltiazem (inibidores moderados do CYP3A4 e inibidores da glicoproteína P) do que em outros doentes. A associação a longo prazo da dutasterida com fármacos inibidores potentes da enzima CYP3A4 (por ex.: ritonavir, indinavir, nefazodona, itraconazol, cetoconazol por via oral) poderá aumentar as concentrações séricas da dutasterida. Não é provável uma maior inibição da 5-alfa redutase a exposição elevada à dutasterida. No entanto, poder-se-á considerar uma diminuição da frequência de administração da dutasterida se forem observados efeitos adversos. Deverá ter-se em consideração que, em caso de inibição enzimática, o já longo tempo de semivida poderá ser prolongado e demorar mais de 6 meses de terapêutica até que se atinja um novo estado estacionário. A administração de 12 g de colestiramina uma hora depois de uma administração de dose única de 5 mg de dutasterida não afetou a farmacocinética da dutasterida. TANSULOSINA: A administração concomitante do cloridrato de tansulosina com fármacos que possam reduzir a pressão arterial, incluindo anestésicos, inibidores PDE5 e outros bloqueadores adrenérgicos alfa-1, poderá levar à potenciação dos efeitos hipotensores. Dutasterida-tansulosina não deverá ser utilizada em associação com outros bloqueadores adrenérgicos alfa-1. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina e cetoconazol (um inibidor forte do CYP3A4) resultou num aumento da Cmáx e AUC do cloridrato de tansulosina num fator de 2,2 e 2,8 respectivamente. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina e paroxetina (um inibidor forte do CYP2D6) resultou num aumento da Cmáx e AUC do cloridrato de tansulosina num fator de 1,3 e 1,6 respectivamente. Quando administrado concomitantemente com um inibidor forte do CYP3A4, é esperado um aumento semelhante na exposição dos metabolizadores fracos do CYP2D6 quando comparados com os metabolisadores extensos. Os efeitos da administração concomitante de inibidores do CYP3A4 e CYP2D6 com cloridrato de tansulosina não foram avaliados clinicamente, contudo existe um potencial para aumento significativo da exposição à tansulosina. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina (0,4 mg) e cimetidina (400 mg de seis em seis horas durante seis dias) resultou na diminuição da depuração (26%) e no aumento na AUC (44%) do cloridrato de tansulosina. Deverá ser tida precaução na utilização de dutasterida-tansulosina em associação com cimetidina. Não foi realizado um estudo de interacção de fármacos entre o cloridrato de tansulosina e a varfarina. Os resultados de estudos limitados in vitro e in vivo são inconclusivos. Deverá ser tida precaução na administração concomitante de varfarina e cloridrato de tansulosina. Não foram observadas interacções quando o cloridrato de tansulosina foi administrado concomitantemente com atenolol, enalapril, nifedipina ou teofilina. A administração concomitante de furosemida origina a diminuição dos níveis plasmáticos da tansulosina, no entanto não são necessários ajustes posológicos uma vez que os níveis permanecem dentro do intervalo normal. In vitro, nem o diazepam ou propanolol, triclorometiazida, clormadinona, amitriptilina, diclofenac, glibenclamida e sinvastatina alteram a fração livre da tansulosina no plasma humano. A tansulosina também não altera as frações livres de diazepam, propanolol, triclormetiazida e clormadinona. Não foram observadas interacções ao nível do metabolismo hepático durante os estudos in vitro com frações microssomais de fígado (representativas do sistema metabolizador enzimático de fármacos associado ao citocromo P450), envolvendo amitriptilina, salbutamol e glibenclamida. No entanto, o diclofenac pode aumentar a taxa de eliminação da tansulosina. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Eletriptano + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros fármacos sobre o eletriptano: Esta exposição aumentada foi associada a um aumento no t1/2 do eletriptano de 4,6 para 7,1 horas para a eritromicina e de 4,8 para 8,3 horas para o cetoconazol. Deste modo, Eletriptano não deve ser utilizado concomitantemente com inibidores potentes da CYP3A4, por exemplo, cetoconazol, itraconazol, eritromicina, claritromicina, josamicina e inibidores da protease (ritonavir, indinavir e nelfinavir). - Cetoconazol
Usar com precaução

Droperidol + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: As substâncias inibidoras da actividade das isoenzimas do citocromo P450 (CYP) CYP1A2, CYP3A4 ou ambas, podem diminuir a taxa de metabolização do droperidol e prolongar a sua acção farmacológica. Por conseguinte, é aconselhada precaução se o droperidol for administrado concomitantemente com inibidores do CYP1A2 (como por exemplo, ciprofloxacina, ticlopidina), inibidores do CYP3A4 (por exemplo, diltiazem, eritromicina, fluconazol, indinavir, itraconazol, quetoconazol, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, verapamil) ou de ambos (como por exemplo, cimetidina, mibefradil). - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Eribulina + Cetoconazol

Observações: A eribulina é excretada principalmente (até 70%) por excreção biliar. Desconhece-se qual a proteína de transporte envolvida neste processo. A inibição completa do transporte poderá, em teoria, dar origem a um aumento três vezes superior das concentrações plasmáticas.
Interações: Não são de prever interacções medicamentosas com os inibidores da CYP3A4. A exposição da eribulina (AUC e Cmax) não foi afetada pelo cetoconazol, um inibidor da CYP3A4 e da glicoproteína P(Pgp). - Cetoconazol
Usar com precaução

Esomeprazol + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação foram realizados apenas em adultos.
Interações: Efeitos de esomeprazol sobre a farmacocinética de outros medicamentos Medicamentos com absorção dependente do pH A supressão ácida gástrica durante o tratamento com esomeprazol e outros IBPs poderá diminuir ou aumentar a absorção de medicamentos com uma absorção dependente do pH. Como com outros medicamentos que diminuem a acidez intragástrica, a absorção de medicamentos como cetoconazol, itraconazol e erlotinib pode diminuir e a absorção de digoxina pode aumentar durante o tratamento com esomeprazol. O tratamento concomitante com omeprazol (20 mg diários) e digoxina em indivíduos saudáveis aumentou a biodisponibilidade da digoxina em 10% (até 30% em dois de dez indivíduos). A toxicidade da digoxina tem sido raramente notificada. No entanto, recomenda-se precaução quando o esomeprazol é administrado em doses elevadas a doentes idosos. A monitorização terapêutica da digoxina deve então ser reforçada. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etonogestrel + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Aumento dos níveis hormonais no plasma associado a medicamentos administrados concomitantemente: Os medicamentos (por exemplo, cetoconazol) que inibem as enzimas hepáticas, como o CYP3A2, podem aumentar os níveis hormonais no plasma. - Cetoconazol
Usar com precaução

Fingolimod + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: interacções farmacocinéticas de outras substâncias com fingolimod: O fingolimod é metabolizado maioritariamente pelo CYP4F2. Outras enzimas como CYP3A4 também contribuem para o seu metabolismo. A administração concomitante de fingolimod com cetoconazol resultou num aumento de 1,7 vezes da exposição de fingolimod e fosfato de fingolimod (AUC). Deverá ser tomada precaução com substâncias que podem inibir o CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, alguns macrólidos tais como claritromicina ou telitromicina). - Cetoconazol
Usar com precaução

Fluticasona + Formoterol + Cetoconazol

Observações: Não foram realizados estudos formais de interacção com o Fluticasona / Formoterol.
Interações: O propionato de fluticasona é um substrato do CYP3A4. Os efeitos resultantes de uma co-administração de curta duração de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ritonavir, atazanavir, claritromicina, indinavir, itraconazol, nelfinavir, saquinavir, cetoconazol, telitromicina) com Fluticasona / Formoterol possuem uma pequena relevância clínica, mas devem tomar-se precauções em caso de um tratamento de longa duração, devendo, se possível, evitar-se a co-administração de tais fármacos. Deve evitar-se particularmente a co-medicação com ritonavir, exceto se o benefício compensar o aumento do risco de efeitos secundários glucocorticoides sistémicos. Não existem informações acerca desta interacção com o propionato de fluticasona inalado, mas é de esperar um aumento acentuado dos níveis plasmáticos de propionato de fluticasona. Têm sido notificados casos de síndrome de Cushing e supressão suprarrenal. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Darifenacina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre a darifenacina: O metabolismo da darifenacina é primariamente mediado pelas enzimas CYP2D6 e CYP3A4 do citocromo P450. Assim, os inibidores destas enzimas podem aumentar a exposição à darifenacina. Inibidores da CYP3A4: A darifenacina não deve ser usada concomitantemente com inibidores potentes da CYP3A4 tais como inibidores da protease (ex: ritonavir), cetoconazol e itraconazol. Inibidores potentes da glicoproteína P, tais como ciclosporina e verapamilo devem também ser evitados. A co-administração de 7,5 mg de darifenacina com 400 mg do inibidor potente da CYP3A4 cetoconazol resultou num aumento em 5 vezes da AUC da darifenacina no estado estacionário. Em indivíduos que sejam metabolizadores fracos, a exposição à darifenacina aumentou em aproximadamente 10 vezes. Devido a uma maior contribuição da CYP3A4 após doses elevadas de darifenacina, é expectável que a magnitude do efeito seja ainda mais pronunciada quando se associar cetoconazol com 15 mg de darifenacina. Quando co-administrada com inibidores moderados da CYP3A4 tais como eritromicina, claritromicina, telitromicina, fluconazol e sumo de toranja, a dose inicial recomendada deve ser de 7,5 mg por dia. A dose pode ser ajustada para 15 mg por dia para obter uma melhoria da resposta clínica desde que a dose seja bem tolerada. Os valores de AUC 24 e Cmax para doses de 30 mg uma vez por dia de darifenacina oral, em doentes que eram metabolizadores extensivos, foram 95% e 128% superiores quando foi co-administrada eritromicina (inibidor moderado da CYP3A4) com darifenacina do que quando a darifenacina foi administrada isoladamente. - Cetoconazol
Contraindicado

Lovastatina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores potentes do citocromo P450 3A4: Podem aumentar o risco de miopatia e rabdomiólise ao aumentarem a actividade inibitória da HMG-CoA redutase no plasma, durante o tratamento com lovastatina. Tais inibidores incluem, por exemplo, itraconazol, cetoconazol, eritromicina, claritromicina, telitromicina, inibidores da protease do VIH e nefazodona. A combinação destes inibidores potentes do CYP3A4 está portanto contra-indicada. Caso o tratamento com itraconazol, cetoconazol, eritromicina, claritromicina, telitromicina, inibidores da protease do VIH e nefazodona não possa ser evitado, o tratamento com lovastatina deve ser interrompido durante o período de tratamento. - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metilprednisolona + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos que inibem o sistema enzimático do citocromo P450 (particularmente CYP3A4), tais como a eritromicina e o cetoconazol podem inibir o metabolismo dos corticosteróides e, portanto, reduzir a sua depuração. Portanto, a dose de metilprednisolona deve ser titulada para evitar toxicidade esteróide. - Cetoconazol
Usar com precaução

Mirtazapina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de cetoconazol, um potente inibidor do CYP3A4, aumentou os picos das concentrações plasmáticas e a AUC da mirtazapina em cerca de 40% e 50%, respectivamente. Devem ser tomadas medidas de precaução quando se administra concomitantemente a mirtazapina e inibidores potentes do CYP3A4, inibidores da protease do VIH, antifúngicos do grupo azol, eritromicina ou nefazodona. - Cetoconazol
Sem significado Clínico

Sitaxentano + Cetoconazol

Observações: O sitaxentano sódico é metabolizado no fígado pelas isoenzimas CYP2C9 e CYP3A4/5 do citocromo P450. O sitaxentano sódico é um inibidor da CYP2C9 e, em menor grau, CYP2C19, CYP3A4/5 e CYP 2C8. As concentrações plasmáticas dos fármacos metabolizados pela CYP2C9, podem aumentar durante a co-administração de sitaxentano sódico. Não se espera que a co-administração com fármacos metabolizados pela CYP2C19 ou CYP3A4/5 resulte em interações medicamentosas clinicamente significativas. O Sitaxentano sódico não afecta o transportador de p-glicoproteína, mas está estabelecido que o sitaxentano sódico é um substrato das proteínas transportadoras PTAO.
Interações: Efeitos de outros medicamentos no sitaxentano sódico: Cetoconazol (substrato e inibidor da CYP3A4/5): A co-administração com sitaxentano sódico não provocou uma alteração clinicamente significativa tanto na depuração do sitaxentano sódico como na do cetoconazol. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Tolterrodina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de medicação sistémica com potentes inibidores da CYP3A4, tais como antibióticos macrólidos (por exemplo, eritromicina e claritromicina), agentes antifúngicos (por exemplo, cetoconazol e itraconazol) e antiproteases, não é recomendada devido ao aumento das concentrações séricas de tolterrodina em metabolizadores fracos do CYP2D6 com risco (subsequente) de sobredosagem. - Cetoconazol
Usar com precaução

Tramadol + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores CYP3A4: Outros fármacos dotados de conhecida acção inibitória sobre a CYP3A4, como cetoconazol e eritromicina, podem inibir o metabolismo do tramadol (N- desmetilação) e, provavelmente, também o metabolito activo O-desmetilado. O impacto clínico de uma interacção deste género não foi ainda investigado. - Cetoconazol
Usar com precaução

Tramadol + Paracetamol + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Outros medicamentos conhecidos por inibirem a CYP3A4, tais como cetoconazol e eritromicina, podem inibir o metabolismo do tramadol (N-desmetilação) e, provavelmente, o metabolismo do metabolito activo O-desmetilado. Ainda não foi estudada a importância clínica desta interacção. - Cetoconazol
Usar com precaução

Tretinoína (ou Ácido retinóico) + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Uma vez que a tretinoína é metabolizada pelo sistema P450 hepático, existe a possibilidade de alteração dos parâmetros farmacocinéticos nos doentes a receber concomitantemente medicamentos indutores ou inibidores deste sistema. Os medicamentos que habitualmente induzem as enzimas P450 hepáticas são rifampicina, glucocorticoides, fenobarbital e pentobarbital. Os medicamentos que habitualmente inibem as enzimas P450 hepáticas são cetoconazol, cimetidina, eritromicina, verapamil, diltiazem e ciclosporina. Não existem dados que sugiram que a utilização concomitante destes medicamentos aumente ou diminua quer a eficácia quer a toxicidade da tretinoína. - Cetoconazol
Contraindicado

Dronedarona + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos na Dronedarona: Inibidores potentes do CYP3A4: A administração repetida de doses diárias de 200 mg de cetoconazol resultou num aumento na exposição à dronedarona de 17-vezes. Consequentemente, é contra-indicada a utilização concomitante de cetoconazol, bem como de outros inibidores potentes do CYP3A4, tais como o itraconazol, voriconazol, pozaconazol, ritonavir, telitromicina, claritromicina ou nefazodona. - Cetoconazol
Usar com precaução

Efavirenz + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antifúngicos: Cetoconazol e outros antifúngicos imidazólicos: Interacção não estudada. Não há informação disponível que permita fazer uma recomendação sobre a dose. - Cetoconazol
Sem significado Clínico

Ziprasidona + Cetoconazol

Observações: Não existem estudos realizados em crianças sobre a interação da ziprasidona com outros medicamentos.
Interações: Efeitos de outros fármacos sobre a ziprasidona: O cetoconazol (400 mg/dia), um inibidor da CYP3A4, aumentou as concentrações séricas da ziprasidona em menos de 40%. As concentrações séricas da S-metil-dihidroziprasidona e da ziprasidona sulfóxido, no Tmax esperado para a ziprasidona, aumentaram 55% e 8%, respectivamente. Não foi observado qualquer prolongamento adicional do intervalo QTc. Não é provável que as alterações na farmacocinética resultantes da co-administração de inibidores potentes da CYP3A4 tenham importância clínica, consequentemente não é necessário um ajuste de dose. A administração de carbamazepina, 200 mg duas vezes por dia, durante 21 dias, teve como resultado uma diminuição em, aproximadamente, 35% na exposição à ziprasidona. Não existem dados sobre a administração concomitante com valproato. - Cetoconazol
Usar com precaução

Toremifeno + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Teoricamente, o metabolismo do toremifeno é inibido por fármacos que inibem o sistema enzimático CYP3A, reconhecidamente responsável pelas principais vias metabólicas do toremifeno. São exemplos deste tipo de fármacos os imidazóis antifúngicos (cetoconazol); outros agentes antifúngicos (itraconazol, voriconazol, posaconazol); inibidores da protease (ritonavir, nelfinavir), Macrólidos (claritromicina, eritromicina e telitromicina). O uso concomitante destes fármacos com toremifeno deve ser ponderado cuidadosamente. - Cetoconazol
Usar com precaução

Tadalafil + Cetoconazol

Observações: Estudos de interação foram efetuados com 10 e/ou 20 mg de tadalafil, tal como abaixo indicado. No que respeita aqueles estudos de interação onde apenas foi utilizada a dose de 10 mg de tadalafil, não se podem ignorar completamente possíveis interacções clínicas relevantes com doses mais altas.
Interações: Efeitos de outras substâncias sobre tadalafil: Inibidores do citocromo P450: O tadalafil é principalmente metabolizado pelo CYP3A4. Um inibidor seletivo do CYP3A4, o cetoconazol (200 mg/dia), aumentou 2 vezes a exposição (AUC) ao tadalafil (10 mg) e a Cmax em cerca de 15%, relativamente aos valores da AUC e Cmax para tadalafil isoladamente. O cetoconazol (400 mg/dia) aumentou 4 vezes a exposição (AUC) ao tadalafil (20 mg) e a Cmax em cerca de 22%. O ritonavir, um inibidor da protease (200 mg duas vezes por dia), o qual é um inibidor do CYP3A4, CYP2C9, CYP2C19 e CYP2D6, aumentou 2 vezes a exposição (AUC) ao tadalafil (20 mg), sem alterações na Cmax. Embora não tenham sido estudadas interacções específicas, outros inibidores da protease tais como o saquinavir e outros inibidores do CYP3A4, tais como a eritromicina, claritromicina, itraconazol e o sumo de uva deverão ser co-administrados com precaução, pois poderá esperar-se um aumento das concentrações plasmáticas do tadalafil. Consequentemente, a incidência das reações adversas poderá aumentar. - Cetoconazol
Consultar informação actualizada

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir + Cetoconazol

Observações: As interacções que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes medicamentos só foram realizados em adultos.
Interações: Estudos conduzidos com outros medicamentos: Não se estudou o potencial de interacções com efavirenz e outros antifúngicos azólicos, tais como o cetoconazol. - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Pirazinamida + Rifampicina + Cetoconazol

Observações: A rifampicina possui propriedades indutoras enzimáticas, incluindo a indução da delta aminoácido levulínico sintetase. Têm sido registados casos isolados de exacerbação de porfíria com a administração de rifampicina.
Interações: O cetoconazol, quando administrado concomitantemente com a rifampicina, diminui os níveis séricos de ambos os fármacos. As dosagens devem assim ser ajustadas se a situação clínica do doente o indicar. - Cetoconazol
Contraindicado

Enalapril + Lercanidipina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: LERCANIDIPINA: Associações contra-indicadas: Inibidores CYP3A4: A lercanidipina é conhecida com sendo metabolizada pelo enzima CYP3A4 e, por isso, os inibidores e indutores do CYP3A4 administrados concomitantemente podem interagir com o metabolismo e eliminação da lercanidipina. Está contra-indicada a co-administração de lercanidipina com os inibidores potentes do CYP3A4 (p. ex.: cetoconazol, itraconazol, ritonavir, eritromicina, troleandomicina). Um estudo de interacção com um forte inibidor do CYP3A4, o cetoconazol, mostrou um aumento considerável dos níveis plasmáticos da lercanidipina (um aumento de 15 vezes da AUC e um aumento de 8 vezes da Cmáx do eutómero S-lercanidipina). - Cetoconazol
Contraindicado

Eplerenona + Cetoconazol

Observações: Estudos in vitro indicam que a eplerenona não é um inibidor das isoenzimas CYP1A2, CYP2C19, CYP2C9, CYP2D6 ou CYP3A4. A eplerenona não é um substrato nem um inibidor da glicoproteína-P.
Interações: interacções farmacocinéticas: Inibidores da CYP3A4: Inibidores potentes da CYP3A4: Podem ocorrer interacções farmacocinéticas significativas quando se administra a eplerenona concomitantemente com fármacos que inibem a enzima CYP3A4. Um inibidor potente da CYP3A4 (cetoconazol a 200 mg duas vezes ao dia) originou um aumento de 441% nos valores da AUC da eplerenona. A utilização concomitante de eplerenona com inibidores potentes da CYP3A4, tais como o cetoconazol, itraconazol, ritonavir, nelfinavir, claritromicina, telitromicina e nefazodona está contra-indicada. - Cetoconazol
Usar com precaução

Erlotinib + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores potentes da actividade do CYP3A4 diminuem o metabolismo do erlotinib e aumentam a sua concentração plasmática. Num ensaio clínico, a utilização concomitante do erlotinib com o cetoconazol (200 mg por via oral, duas vezes por dia, durante 5 dias), um inibidor potente do CYP3A4, resultou num aumento da exposição ao erlotinib (86% na AUC e 69% na Cmax). Assim, deve ter-se cuidado ao associar o erlotinib com um inibidor potente do CYP3A4, como por exemplo antifúngicos do grupo dos azóis (i.e. cetoconazol, itraconazol, voriconazol), inibidores da protease, eritromicina ou claritromicina. Se necessário, a dose de erlotinib deve ser diminuída, especialmente se for observada toxicidade. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Everolímus + Cetoconazol

Observações: O everolímus é um substrato da CYP3A4, e também é um substrato e inibidor modera do da gp-P. Por esta razão, a absorção e eliminação subsequente do everolímus pode ser influenciada por produtos que afetem a CYP3A4 e/ou a gp - P. In vitro, o everolímus é um inibidor competitivo da CYP3A4 e um inibidor misto da CYP2D6.
Interações: Inibidores potentes da CYP3A4/gp-P: Cetoconazol: Não é recomendado o tratamento concomitante de com inibidores potentes. Itraconazol, posaconazol, voriconazol, telitromicina, claritromicina, nefazodona, ritonavir, atazanavir, saquinavir, darunavir, indinavir, nelfinavir: Não estudada. É esperado um grande aumento na concentração de everolímus. - Cetoconazol
Sem significado Clínico

Fluvastatina + Cetoconazol

Observações: n.d
Interações: interacções farmacológicas: Itraconazol e eritromicina: A administração concomitante de fluvastatina com os potentes inibidores do citocromo P450 (CYP) 3A4 itraconazol e eritromicina tem efeitos mínimos na biodisponibilidade da fluvastatina. Dado o envolvimento mínimo desta enzima no metabolismo da fluvastatina, pensa-se que é improvável que outros inibidores do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, ciclosporina) afectem a biodisponibilidade da fluvastatina. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Fosamprenavir + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Cetoconazol e Itraconazol: Doses elevadas (>200 mg por dia) de cetoconazole ou itraconazole não são recomendadas. - Cetoconazol
Usar com precaução

Fosaprepitant + Cetoconazol

Observações: Quando administrado por via intravenosa o fosaprepitant é rapidamente convertido em aprepitant. As interações medicamentosas decorrentes da administração de intravenosa de fosaprepitant são passíveis de ocorrer com substâncias ativas que interagem com o aprepitant administrado por via oral. A informação seguinte resultou de dados obtidos com o aprepitant por via oral e de estudos realizados com fosaprepitant por via intravenosa coadministrados com dexametasona, midazolam ou diltiazem. O fosaprepitant 150 mg, em dose única, é um inibidor fraco do CYP3A4. O fosaprepitant não parece interagir com a glicoproteína-P transportadora, tal como demonstrado pela ausência de interação entre o aprepitant por via oral com a digoxina. Antevê-se que, quando comparado com a administração de aprepitant oral, o fosaprepitant provoque indução menor ou não superior do CYP2C9, do CYP3A4 e da glucuronidação. Não há dados sobre os efeitos no CYP2C8 e CYP2C19.
Interações: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética do aprepitant, decorrentes da administração de fosaprepitant 150 mg: A administração concomitante de fosaprepitant com substâncias ativas que inibam a actividade do CYP3A4 (ex. cetoconazol, itraconazol, voriconazol, posaconazol, claritromicina, telitromicina, nefazodona e inibidores da protease) deve ser feita de forma cuidadosa, uma vez que é esperado que da associação resulte um aumento acentuado das concentrações plasmáticas de aprepitant. A semivida terminal média do aprepitant aumentou aproximadamente 3 vezes com cetoconazol. - Cetoconazol
Usar com precaução

Guanfacina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores das CYP3A4 e CYP3A5: Devem tomar-se precauções quando Guanfacina é administrado a doentes que estão a tomar cetoconazol e outros inibidores moderados e potentes das CYP3A4/5, sendo proposta uma diminuição da dose de Guanfacina no intervalo de doses recomendado. A co-administração de Guanfacina com inibidores moderados e potentes das CYP3A4/5 eleva as concentrações plasmáticas de guanfacina e aumenta o risco de reações adversas como hipotensão, bradicardia e sedação. Verificou-se um aumento considerável da taxa e extensão da exposição da guanfacina quando administrada com cetoconazol; as concentrações plasmáticas máximas (Cmax) e a exposição (AUC) da guanfacina aumentaram respectivamente 2 e 3 vezes. Outros inibidores das CYP3A4/5 podem ter um efeito comparável; ver a seguir para uma lista de exemplos de inibidores moderados e potentes das CYP3A4/5, embora esta lista não seja definitiva. Inibidores moderados das CYP3A4/5: Aprepitant, Atazanavir, Ciprofloxacina, Crizotinib, Diltiazem, Eritromicina, Fluconazol, Fosamprenavir, Imatinib, Verapamil, Sumo de toranja. Inibidores potentes das CYP3A4/5: Boceprevir, Cloranfenicol, Claritromicina, Indinavir, Itraconazol, Cetoconazol, Posaconazol, Ritonavir, Saquinavir, Telaprevir, Telitromicina. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Halofantrina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Antifungícos azólicos (itraconazol, cetoconazol, fluconazol, miconazol, voriconazol) (por via sistémica e gel bucal): risco aumentado de disrritmias ventrículares, especialmente torsades de pointes. Estudos in vitro demonstraram que os fármacos que inibem o citocromo CYP3A4, como o cetoconazol, por exemplo, provocam a inibição do metabolismo do halofantrina. Além disso, o metabolismo do halofantrina diminuiu, após a administração oral de cetoconazol em cães. - Cetoconazol
Usar com precaução

Haloperidol + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Haloperidol é metabolizado por várias vias, incluindo glucoronidação e através do complexo enzimático citocromo P450 (em particular CYP 3A4 ou CYP 2D6). A inibição, por outro fármaco, de uma destas vias de metabolização ou a diminuição da actividade enzimática CYP 2D6 pode resultar num aumento da concentração de haloperidol e num maior risco de ocorrência de acontecimentos adversos, incluindo prolongamento do intervalo QT. Em estudos de farmacocinética, foi descrito um aumento ligeiro a moderado de haloperidol, quando administrado concomitantemente com fármacos caracterizados como substratos ou inibidores do CYP3A4 ou isoenzimas CYP2D6, tais como itraconazol, nefazodona, buspirona, venlafaxina, alprazolam, fluvoxamina, quinidina, fluoxetina, sertralina, clorpromazina, e prometazina. Uma diminuição da actividade enzimática CYP2D6 pode resultar num aumento das concentrações de haloperidol. Foi observado um aumento de QTc quando haloperidol foi administrado com uma associação de fármacos inibidores metabólicos, especificamente o cetoconazol (400 mg/dia) e paroxetina (20 mg/dia). Poderá ser necessário reduzir a dose de haloperidol. Aconselha-se precaução quando administrado em combinação com outros medicamentos que, reconhecidamente, possam causar desequilíbrio eletrolítico. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glecaprevir + Pibrentasvir + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar Glecaprevir / Pibrentasvir Glecaprevir e pibrentasvir são substratos dos transportadores de efluxo gp-P e/ou BCRP. Glecaprevir é também um substrato dos transportadores de captação hepática OATP1B1/3. A co-administração de Glecaprevir / Pibrentasvir com medicamentos que inibem a gp-P e a BCRP (por exemplo ciclosporina, cobicistate, dronedarona, itraconazol, cetoconazol, ritonavir) pode retardar a eliminação de glecaprevir e pibrentasvir e assim aumentar a exposição ao plasma dos antivirais. Medicamentos que inibam OATP1B1/3 (por exemplo elvitegravir, ciclosporina, darunavir, lopinavir) aumentam as concentrações sistémicas de glecaprevir. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ifosfamida + Cetoconazol

Observações: A administração sequencial ou a coadministração planeada de outras substâncias ou tratamentos que possam aumentar a probabilidade ou a gravidade dos efeitos tóxicos (por meio de interações farmacodinâmicas ou farmacocinéticas) requer uma avaliação individual cuidadosa do benefício esperado e dos riscos. Os doentes que recebem tais combinações devem ser cuidadosamente monitorizados para sinais de toxicidade de forma a permitir a intervenção atempada. Doentes tratados com ifosfamida e agentes que reduzem a sua ativação devem ser monitorizados para uma potencial redução de eficácia terapêutica e da necessidade de ajuste de dose.
Interações: Inibidores do CYP3A4: A ativação reduzida e metabolismo da ifosfamida podem alterar a eficácia do tratamento da ifosfamida. A inibição do CYP3A4 também pode levar ao aumento da formação de um metabolito da ifosfamida associado com o SNC e nefrotoxicidade. Inibidores do CYP3A4 incluem: Cetoconazol Fluconazol Itraconazol Sorafenib - Cetoconazol
Usar com precaução

Indinavir + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: INDINAVIR NÃO POTENCIADO ANTI-INFECCIOSOS: Antifúngicos: Cetoconazol 400 mg QD (Indinavir 600 mg TID) Cetoconazol 400 mg QD (Indinavir 400 mg TID) Deve ser considerada uma redução da dose de indinavir para 600 mg de 8 em 8 horas. INDINAVIR POTENCIADO COM RITONAVIR. Outros Anti-infecciosos: Cetoconazol: interacção com indinavir/ritonavir não estudada. O indinavir e ritonavir inibem o CYP3A4, logo são esperados aumentos das concentrações plasmáticas de cetoconazol. A administração concomitante de ritonavir e cetoconazol provocou um aumento da incidência de acontecimentos adversos gastrointestinais e hepáticos. É recomendada monitorização cuidadosa da terapêutica e dos efeitos adversos, quando o cetoconazol é administrado concomitantemente com indinavir/ritonavir. Deve ser considerada uma redução da dose de cetoconazol quando administrado concomitantemente com indinavir/ritonavir. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Maraviroc + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: ANTIFÚNGICOS: Cetoconazol 400 mg QD: (maraviroc 100 mg BID) As concentrações de cetoconazol não foram calculadas, não é esperado efeito. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg duas vezes por dia quando co-administrado com cetoconazol. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metadona + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: interacções farmacocinéticas: Inibidores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por inibição de CYP3A4 a depuração da metadona é reduzida. A administração concomitante de inibidores do CYP3A4 (por exemplo, canabinóides, claritromicina, delavirdina, eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, sumo de toranja, cimetidina, itraconazol, cetoconazol, fluoxetina, fluvoxamina, nefazodona e telitromicina) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da metadona. Verificou-se um aumento de 40-100% da relação entre os níveis séricos e a dose de metadona com o tratamento concomitante com fluvoxamina. Se estes medicamentos forem prescritos a doentes em tratamento de manutenção com metadona, deve-se estar consciente do risco de sobredosagem. - Cetoconazol
Usar com precaução

Midazolam + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Fármacos inibidores do CYP3A: Antifúngicos azólicos: O cetoconazol quintuplicou as concentrações plasmáticas do midazolam intravenoso enquanto que a semivida terminal aproximadamente triplicou. Se for administrado midazolam parentérico concomitantemente com o potente inibidor do CYP3A, cetoconazol, deve atuar-se em unidade de cuidados intensivos (UCI) ou ambiente semelhante que assegure monitorização clínica estreita e tratamento médico apropriado em caso de depressão respiratória e/ou sedação prolongada. Ponderar bem a dose e ajustes de dose, especialmente se for administrada mais do que uma dose i.v. unitária de midazolam. A mesma recomendação pode aplicar-se também a outros antifúngicos azólicos, uma vez que foram relatados aumentos, embora menos intensos, do efeito sedativo do midazolam. O voriconazol aumentou a exposição do midazolam intravenoso para o triplo, enquanto que a sua semivida de eliminação quase triplicou. O fluconazol e o itraconazol produziram concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso aumentadas para o dobro ou triplo, associadas a incrementos da semivida terminal de 2,4 e 1,5 vezes para o itraconazol e fluconazol, respectivamente. O posaconazol aumentou as concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso para cerca do dobro. Deve ter-se presente que se o midazolam for dado oralmente, a sua exposição será drasticamente mais alta do que as mencionadas acima, particularmente com cetoconazol, itraconazol, voriconazol. As ampolas de midazolam não são indicadas para administração oral. - Cetoconazol
Usar com precaução

Naproxeno + Esomeprazol + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Utilização concomitante com precaução: Medicamentos com absorção dependente do pH gástrico: A supressão do ácido gástrico durante o tratamento com esomeprazol e outros IBPs, pode reduzir ou aumentar a absorção de medicamentos com absorção dependente do pH. Como com outros medicamentos que diminuem a acidez intragástrica, a absorção de medicamentos tais como cetoconazol, itraconazol, posaconazol e erlotinib pode diminuir enquanto a absorção de medicamentos tais como digoxina pode aumentar durante o tratamento com esomeprazol. O uso concomitante de posaconazol e erlotinib deve ser evitado. O tratamento concomitante com omeprazol (20 mg diários) e digoxina em indivíduos saudáveis aumentou a biodisponibilidade da digoxina em 10% (até 30% em dois de dez indivíduos). - Cetoconazol
Sem significado Clínico

Nelfinavir + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Agentes anti-infeciosos: Cetoconazol: A co-administração de nelfinavir e de cetoconazol, um inibidor potente do CYP3A, resultou no aumento de 35% da AUC plasmática do nelfinavir. As alterações nas concentrações de nelfinavir não são consideradas clinicamente significativas, não sendo necessário o ajuste de dose quando o cetoconazol e o nelfinavir são co-administrados. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Nevirapina + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: ANTIFÚNGICOS: Cetoconazol 400 mg uma vez por dia Não se recomenda a administração concomitante de cetoconazol e Nevirapina. Metabolitos da nevirapina: Estudos utilizando microssomas hepáticos humanos indicaram que a formação dos metabolitos hidroxilados da nevirapina não era afetada pela presença de dapsona, rifabutina, rifampicina e trimetoprim/sulfametoxazol. O cetoconazol e a eritromicina inibiram significativamente a formação de metabolitos hidroxilados da nevirapina. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Nifedipina + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. Se a administração concomitante for considerada necessária, a tensão arterial deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerada uma redução na dose de nifedipina. A associação de potentes inibidores do CYP 3A4 (cetoconazol, itraconazol, voriconazol, pozaconazol, ritonavir, indinavir, saquinavir, atazanavir, nelfinavir, claritromicina, telitromicina, nefazodona) deve ser evitada. Antimicóticos azóis (por exemplo, cetoconazol): Não foi ainda realizado um estudo de interacção formal destinado a investigar o potencial de uma interacção medicamentosa entre a nifedipina e certos antimicóticos azóis. Os medicamentos desta classe são conhecidos por inibirem o sistema do citocromo P450 3A4. Quando administrado por via oral juntamente com a nifedipina, não pode ser excluída a possibilidade de um aumento substancial na biodisponibilidade sistémica da nifedipina, devido a uma diminuição do metabolismo de primeira passagem. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Nilotinib + Cetoconazol

Observações: O nilotinib é principalmente metabolizado no fígado e é também substrato para a bomba de efluxo multifármacos, glicoproteína-P (gp-P). Assim, a absorção e subsequente eliminação do nilotinib absorvido sistemicamente podem ser influenciadas por substâncias que afetem a CYP3A4 e/ou a gp-P.
Interações: Substâncias que podem aumentar as concentrações séricas do nilotinib: A exposição ao nilotinib em indivíduos saudáveis aumentou 3 vezes quando administrado em conjunto com cetoconazol, um forte inibidor da CYP3A4. Deve ser evitado o tratamento concomitante com inibidores fortes da CYP3A4, incluindo cetoconazol, itraconazol, voriconazol, ritonavir, claritromicina e telitromicina. O aumento da exposição ao nilotinib pode ainda esperar-se com inibidores moderados do CYP3A4. Devem ser consideradas medicações concomitantes alternativas com inibição mínima ou ausência de inibição da CYP3A4. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Rilpivirina + Cetoconazol

Observações: A rilpivirina é um inibidor in vitro do transportador MATE-2K com um IC50 < 2,7 nM. As implicações clínicas deste achado são atualmente desconhecidas.
Interações: interacções E RECOMENDAÇÕES POSOLÓGICAS COM OUTROS MEDICAMENTOS AGENTES ANTIFÚNGICOS DE TIPO AZOL: Cetoconazol*# 400 mg uma vez por dia: (inibição das enzimas CYP3A) Na dose recomendada de 25 mg uma vez por dia, não é necessário qualquer ajuste da dose quando Rilpivirina é administrado concomitantemente com cetoconazol. * A interacção entre Rilpivirina e o medicamento foi avaliada num estudo clínico. Todas as outras interacções medicamentosas apresentadas são previstas. # Este estudo de interacção foi realizado com uma dose superior à dose recomendada de Rilpivirina, para avaliar o efeito máximo no medicamento administrado concomitantemente. A recomendação posológica é aplicável à dose recomendada de Rilpivirina de 25 mg uma vez por dia. - Cetoconazol
Usar com precaução

Sildenafil + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: A análise farmacocinética populacional de dados dos ensaios clínicos indicaram uma diminuição da depuração do sildenafil quando co-administrado com inibidores da CYP3A4 (como, por exemplo, o cetoconazol, a eritromicina, a cimetidina). Embora não se tenha observado um aumento da incidência de acontecimentos adversos nestes doentes quando o sildenafil foi administrado em concomitância com inibidores da CYP3A4, deve considerar-se a utilização de uma dose inicial de 25 mg. É de esperar que inibidores mais fortes da CYP3A4, como o cetoconazol e o itraconazol, tenham efeitos mais intensos. - Cetoconazol
Usar com precaução

Pasireotido + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: interacções farmacodinâmicas previstas: Medicamentos que prolongam o intervalo QT: O pasireotido deve ser utilizado com precaução em doentes que estão a tomar concomitantemente medicamentos que prolongam o intervalo QT, tais como antiarrítmicos de classe Ia (por exemplo, quinidina, procainamida, disopiramida), antiarrítmicos de classe III (por exemplo amiodarona, dronedarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), determinados antibacterianos ( eritromicina endovenosa, injeção de pentamidina, claritromicina, moxifloxacina), determinados antipsicóticos (por exemplo cloropromazina, tioridazina, flufenazina, pimozida, haloperidol, tiaprida, amissulprida, sertindol, metadona ), determinados Anti-histamínicos (por exemplo, terfenadina, astemizol, mizolastina), antimaláricos (por exemplo, cloroquina, halofantrina, lumefantrina) determinados antifúngicos (cetoconazol, exceto no champô). - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pazopanib + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos no pazopanib: Inibidores do CYP3A4, da P-gp e da BCRP: O pazopanib é um substrato do CYP3A4, P-gp e BCRP. A administração concomitante de pazopanib (400 mg uma vez por dia) com o inibidor forte do CYP3A4 e P-gp, cetoconazol (400 mg uma vez por dia) durante 5 dias consecutivos, resultou num aumento de 66% e 45%, respectivamente na AUC (0-24) e Cmax médias de pazopanib, em relação à administração de pazopanib isolado (400 mg uma vez por dia durante 7 dias). Comparações do parâmetro farmacocinético de pazopanib Cmax (intervalo de médias 27,5 a 58,1 μg/ml) e AUC (0-24) (intervalo de médias de 48,7-1040 μg* h/ml) após a administração de 800 mg de pazopanib isolado e após administração de 400 mg de pazopanib mais 400 mg de cetoconazol (Cmax média 59,2 ug/ml, média de AUC (0-24) 1300 ug * h /ml) indicaram que, na presença de um inibidor forte do CYP3A4 e de um inibidor da P-gp, uma redução da dose de pazopanib para 400 mg uma vez por dia irá, na maioria dos doentes, resultar numa exposição sistémica semelhante à observada após a administração de 800 mg uma vez por dia de pazopanib isolado. No entanto, alguns doentes podem ter uma maior exposição sistémica ao pazopanib do que o que foi observado após administração de 800 mg pazopanib isolado. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Prasugrel + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre Prasugrel: Inibidores do CYP3A: O cetoconazol (400 mg por dia), um potente inibidor seletivo do CYP3A4 e CYP3A5, não afetou o efeito inibitório do prasugrel sobre a agregação plaquetária nem a AUC e o Tmax do metabolito activo de prasugrel, mas diminuiu a Cmax em cerca de 34% a 46%. Assim, não se espera que os inibidores do CYP3A tais como os antifúngicos azólicos, inibidores da protease do VIH, claritromicina, telitromicina, verapamilo, diltiazem, indinavir, ciprofloxacina e sumo de toranja, tenham um efeito significativo na farmacocinética do metabolito ativo. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Repaglinida + Cetoconazol

Observações: Não foram efetuados estudos de interação em crianças.
Interações: O efeito de cetoconazol, um protótipo de inibidores potentes e competitivos de CYP3A4, na farmacocinética de repaglinida foi estudado em indivíduos saudáveis. A administração concomitante de 200 mg de cetoconazol aumentou a repaglinida (AUC e Cmax ) 1,2 vezes, com perfis de concentração de glucose sanguínea alterados em menos de 8%, quando administrados concomitantemente (repaglinida administrada numa dose única de 4 mg). - Cetoconazol
Contraindicado

Sinvastatina + Ezetimiba + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: interacções farmacocinéticas: interacções Medicamentosas Associadas com o Risco Aumentado de Miopatia/Rabdomiólise: Inibidores potentes do CYP3A4 por ex. Itraconazol, Cetoconazol, Posaconazol, Voriconazol, Eritromicina, Claritromicina, Telitromicina, Inibidores da protease do VIH (ex: nelfinavir), Boceprevir, Telaprevir, Nefazodona, Cobicistato, Ciclosporina, Danazol, Gemfibrozil: contra-indicados com Sinvastatina / Ezetimiba. SINVASTATINA: A sinvastatina é um substrato do citocromo P450 3A4. Os inibidores potentes do citocromo P450 3A4 aumentam o risco de miopatia e de rabdomiólise através do aumento da concentração de actividade inibidora da redutase da HMG-CoA no plasma durante a terapêutica com sinvastatina. Estes inibidores incluem: Itraconazol, cetoconazol, posaconazol, voriconazol, eritromicina, claritromicina, telitromicina, inibidores da protease do VIH (p. ex: nelfinavir), boceprevir, telaprevir, nefazodona e medicamentos contendo cobicistato. A administração concomitante de itraconazol resultou num aumento de mais de 10 vezes na exposição ao ácido da sinvastatina (o metabolito betahidroxiácido ativo). A telitromicina causou um aumento de 11 vezes na exposição ao ácido da sinvastatina. Está contra-indicada a utilização concomitante de sinvastatina com itraconazol, cetoconazol, posaconazol, voriconazol, inibidores da protease do VIH (p. ex: nelfinavir), boceprevir, telaprevir, eritromicina, claritromicina, telitromicina, nefazodona e medicamentos contendo cobicistato, assim como com gemfibrozil, ciclosporina e danazol. Se o tratamento com inibidores potentes do CYP3A4 (fármacos que aumentam a AUC em aproximadamente 5 vezes ou mais) for inevitável, a terapêutica com Sinvastatina / Ezetimiba deverá ser interrompida (e considerada a utilização de uma estatina alternativa) durante o tratamento. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Ribociclib + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Substâncias que podem aumentar as concentrações plasmáticas de ribociclib: Deve ser evitada a utilização concomitante de inibidores potentes da CYP3A4 incluindo, mas não limitado a: claritromicina, indinavir, itraconazol, cetoconazol, lopinavir, ritonavir, nefazodona, nelfinavir, posaconazol, saquinavir, telaprevir, telitromicina, verapamilo e voriconazol. Em alternativa devem ser considerados medicamentos concomitantes com menor potencial para inibir CYP3A4 e devem ser monitorizados os Acontecimentos Adversos (AA) relacionados com ribociclib nos doentes. - Cetoconazol
Usar com precaução

Ritonavir + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não Antirretrovirais co-administrados: Anti-infeciosos: Cetoconazol: Ritonavir inibe o metabolismo do cetoconazol mediado pela CYP3A. Devido a uma incidência aumentada de reações adversas hepáticas e gastrointestinais, deverá ser considerada uma redução na dose de cetoconazol quando co-administrado com ritonavir como medicamento antirretroviral ou como potenciador farmacocinético. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Trazodona + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Inibidores de CYP3A4: Estudos in vitro sobre o metabolismo de trazodona sugerem um potencial risco de interacção quando a trazodona é administrada com inibidores do CYP3A4, como a eritromicina, cetoconazol, itraconazol, ritonavir, indinavir e nefazodona. Os inibidores do CYP3A4 podem provocar um substancial aumento nas concentrações plasmáticas da trazodona. Confirmou-se através de estudos in vivo realizados em voluntários saudáveis que uma dose de 200 mg de ritonavir 2 vezes/dia aumentou os níveis plasmáticos da trazodona para mais do dobro, provocando náuseas, síncope e hipotensão. Se se administrar a trazodona com um potente inibidor do CYP3A4, deve-se considerar uma dose mais baixa da primeira. No entanto, deve-se evitar a administração concomitante da trazodona com um potente inibidor do CYP3A4. - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Triamcinolona + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Cetoconazol: A depuração de corticosteróides pode ser diminuída, resultando no aumento dos efeitos. - Cetoconazol
Usar com precaução

Venlafaxina + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre a venlafaxina: Cetoconazol (inibidor da CYP3A4): Num estudo farmacocinético realizado com cetoconazol em indivíduos metabolizadores extensivos (ME) e fracos (MF) de CYP2D6 observaram-se AUC mais elevadas de venlafaxina (70% e 21% em indivíduos MF e ME de CYP2D6, respectivamente) e de O-desmetilvenlafaxina (33% e 23% em indivíduos MF e ME de CYP2D6, respectivamente) após a administração de cetoconazole. O uso concomitante de inibidores da CYP3A4 (por exemplo, atazanavir, claritromicina, indinavir, itraconazol, voriconazol, posaconazol, cetoconazol, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, telitromicina) e venlafaxina pode aumentar os níveis de venlafaxina e O-desmetilvenlafaxina. Deste modo, aconselha-se precaução no caso da terapêutica do doente incluir concomitantemente um inibidor da CYP3A4 e venlafaxina. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Sirolímus + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: O sirolímus é extensamente metabolizado na parede do intestino e no fígado pela isoenzima CYP3A4. O sirolímus é também um substrato da bomba de efluxo de multifármacos, glicoproteína P (P - gp), localizada no intestino delgado. Portanto, a absorção e subsequente eliminação do sirolímus podem ser afetadas por substâncias que interferem com essas proteínas. Os inibidores da CYP3A4 (tais como cetoconazol, voriconazol, itraconazol, telitromicina ou claritromicina) diminuem o metabolismo do sirolímus e aumentam os níveis de sirolímus. Os indutores da CYP3A4 (tais como rifampicina ou rifabutina) aumentam o metabolismo do sirolímus e diminuem os níveis de sirolímus. Não se recomenda a administração simultânea de sirolímus com potentes inibidores da CYP3A4 ou indutores da CYP3A4. Cetoconazol (inibidor da CYP3A4): A administração de doses repetidas de cetoconazol afetou significativamente a taxa de absorção, a extensão da absorção e a exposição ao sirolímus do Sirolímus solução oral como se pode demonstrar pelo aumento da Cmax, tmax e AUC em 4,4 vezes, 1,4 vezes e 10,9 vezes, respectivamente. Não se recomenda a administração simultânea de sirolímus e cetoconazol. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Sorafenib + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: O cetoconazol, um inibidor potente do CYP3A4, administrado uma vez ao dia durante 7 dias a voluntários saudáveis do sexo masculino, não alterou a AUC média de uma dose única de 50 mg de sorafenib. Estes dados sugerem como improváveis interacções farmacocinéticas clínicas de sorafenib com inibidores do CYP3A4. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Temsirolímus + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Agentes inibidores do metabolismo CYP3A: A administração concomitante de temsirolímus 5 mg com cetoconazol, um potente inibidor do CYP3A4, não teve efeito significativo na Cmax do temsirolímus ou AUC; no entanto, a AUC do sirolímus aumentou 3,1 vezes, e a AUC som a (temsirolímus + sirolímus) aumentou 2,3 vezes comparativamente ao temsirolímus em monoterapia. O efeito nas concentrações de sirolímus não ligado não foi determinado, mas espera-se que seja maior do que o efeito nas concentrações no sangue total devido a uma saturação da ligação aos glóbulos vermelhos. O efeito pode também ser mais pronunciado numa dose de 25 mg. Assim, as substâncias que sejam inibidores potentes da actividade do CYP3A4 (p.ex., nelfinavir, ritonavir, itraconazol, cetoconazol, voriconazol, nefazodona) aumentam as concentrações sanguíneas de sirolímus. Deve evitar-se o tratamento concomitante de temsirolímus com agentes que tenham forte potencial inibidor do CYP3A4. O tratamento concomitante com inibidores moderados do CYP3A4 (p.ex., diltiazem, verapamil, claritromicina, eritromicina, aprepitante, amiodarona) deve apenas ser administrado com precaução nos doentes a receber 25 mg e deve evitar-se nos doentes a receber doses de temsirolímus mais elevadas do que 25 mg. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Varfarina + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Os compostos que reconhecidamente potenciam a acção da varfarina ou que habitualmente são referidos como exercendo esse efeito são: Ácido etacrínico, ácido mefenâmico, ácido tielínico, álcool (ingestão aguda), alopurinol, amiodarona, Ácido Acetilsalicílico, azapropazona, cefamandol, ciprofloxacina, claritromicina, cloranfenicol, cimetidina, clofibrato, cotrimoxazol, danazol, dextropropoxifeno, dipiramidol, dissulfiram, eritromicina, estanozolol, etiloestrenol, fenilbutazona, fibratos, fluconazol, glucagão, halofenato, hormonas tiroideias, cetoconazol, latamofex, meclofenamato de sódio, metronidazol, miconazol, noretandrolona, omeprazol, oxifenbutazona, oximetolona, paracetamol, piroxicam, propafenona, quetoquenazol, quinidina, quinina, sinvastatina, ISRS antidepressivos, sulfinpirazona, sulfonamidas, sulindac, tetraciclina, valproato, vitamina E. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Saquinavir + Cetoconazol

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Antifúngicos: Cetoconazol 200 mg qd (saquinavir/ritonavir 1000/100 mg bid) Não é necessário ajuste de dose quando o saquinavir/ritonavir é combinado com cetoconazol ≤ 200 mg/dia. Doses elevadas de cetoconazol (> 200 mg/dia) não são recomendadas. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tacrolímus + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do metabolismo: Foi demonstrado clinicamente que as seguintes substâncias aumentam os níveis sanguíneos de tacrolímus: Foram observadas interacções fortes com os antifúngicos cetoconazol, fluconazol, itraconazol e voriconazol, com o antibiótico macrólido eritromicina ou inibidores da protease VIH (por exemplo, ritonavir). O uso concomitante destas substâncias pode requerer a diminuição das doses de tacrolímus em praticamente todos os doentes. interacções mais fracas foram observadas com clotrimazol, claritromicina, josamicina, nifedipina, nicardipina, diltiazem, verapamilo, danazol, etinilestradiol, omeprazol e nefazodona. - Cetoconazol
Usar com precaução

Telaprevir + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: ANTIFÚNGICOS: Cetoconazol, itraconazol, posaconazol, voriconazol: Se existir necessidade de administração concomitante, não são recomendadas doses elevadas de itraconazol (> 200 mg/dia) ou cetoconazol (> 200 mg/dia). Deve existir precaução e recomenda-se monitorização clínica para o itraconazol, posaconazol e voriconazol. Foram notificados prolongamento do intervalo QT e Torsade de Pointes com voriconazol e posaconazol. Foi reportado prolongamento do intervalo QT com cetoconazol. Voriconazol não deve ser administrado em doentes que recebem telaprevir, exceto se uma avaliação da relação risco/benefício justificar a sua utilização. - Cetoconazol
Sem significado Clínico

Telitromicina + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interacção foram apenas realizados em adultos.
Interações: Efeito de outros medicamentos com o Telitromicina: Estudos de interacção com itraconazol e cetoconazol, dois inibidores do CYP3A4, mostraram que as concentrações máximas de telitromicina no plasma aumentaram respectivamente de 1,22 e 1,51 vezes e a AUC de 1,54 e 2,0 vezes respectivamente. Estas alterações da farmacocinética da telitromicina não necessitam de ajuste da dose pois a exposição mantém-se numa gama bem tolerada. - Cetoconazol
Usar com precaução

Tipranavir + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interacção apenas foram realizados em adultos.
Interações: MEDICAMENTOS ANTI-INFECCIOSOS: Antifúngicos: Itraconazol, Cetoconazol Não foi realizado qualquer estudo de interacção. Com base em considerações teóricas, é de esperar que Tipranavir, co-administrado com ritonavir em dose baixa, aumente as concentrações de itraconazol ou cetoconazol. Com base em considerações teóricas, as concentrações de tipranavir ou ritonavir podem aumentar quando co-administrados com itraconazol ou cetoconazol. O itraconazol ou cetoconazol devem ser utilizados com cautela (não são recomendadas doses superiores a 200 mg/dia). - Cetoconazol
Contraindicado

Cariprazina + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a cariprazina: O metabolismo da cariprazina e dos seus principais metabolitos ativos, a desmetil cariprazina (DCAR) e a didesmetil cariprazina (DDCAR), é maioritariamente mediado pela CYP3A4 com um contributo menor da CYP2D6. Inibidores da CYP3A4: O cetoconazol, um forte inibidor da CYP3A4, provocou um aumento duas vezes superior na exposição plasmática à cariprazina total (soma da cariprazina e dos seus metabolitos ativos) durante uma co-administração de curta duração (4 dias), considerando-se tanto as frações não ligadas ou não ligadas+ligadas. Devido à longa semivida das frações ativas da cariprazina, pode esperar-se um aumento adicional da exposição plasmática à cariprazina total durante uma co-administração mais longa. Assim, a co-administração de cariprazina com inibidores fortes ou moderados da CYP3A4 (p. ex., boceprevir, claritromicina, cobicistate, indinavir, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, nelfinavir, posaconazol, ritonavir, saquinavir, telaprevir, telitromicina, voriconazol, diltiazem, eritromicina, fluconazol, verapamilo) é contra-indicada. O consumo de sumo de toranja deve ser evitado. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Sofosbuvir + Velpatasvir + Voxilaprevir + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: interacções entre Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir e outros medicamentos: ANTIFÚNGICOS Cetoconazol (Inibição da P-gp e CYP3A) interacção apenas estudada com velpatasvir Cetoconazol (200 mg duas vezes por dia) + velpatasvir (dose única de 100 mg) Efeito sobre a exposição a cetoconazol não estudado. Não são necessários ajustes da dose de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir ou de cetoconazol. - Cetoconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Cetoconazol

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: A administração concomitante deste medicamento com outros medicamentos que inibem o CYP3A pode diminuir a depuração de darunavir e de cobicistate e pode resultar no aumento das concentrações plasmáticas de darunavir e de cobicistate (ex.: azoles sistémicos como o cetoconazol e clotrimazol). - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midostaurina + Cetoconazol

Observações: A midostaurina sofre uma extensa metabolização hepática principalmente através das enzimas CYP3A4 que são induzidas ou inibidas por alguns medicamentos concomitantes.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre Midostaurina Medicamentos ou substâncias que se sabe afetarem a actividade da CYP3A4 podem afetar as concentrações plasmáticas de midostaurina e consequentemente a segurança e/ou a eficácia de Midostaurina. Inibidores potentes da CYP3A4 Inibidores potentes da CYP3A4 podem aumentar as concentrações de midostaurina no sangue. Num estudo com 36 indivíduos saudáveis, a co-administração do inibidor potente da CYP3A4 cetoconazol até ao estado de equilíbrio com uma dose única de 50 mg de midostaurina levou a um aumento significativo na exposição à midostaurina (aumento de 1,8 vezes na Cmax e aumento de 10 vezes na AUCinf) e aumento de 3,5 vezes na AUCinf do CGP62221, enquanto a Cmax dos metabolitos ativos (CGP62221 e CGP52421), decresceu para metade. No estado de equilíbrio de midostaurina (50 mg duas vezes por dia durante 21 dias), com o inibidor potente da CYP3A4 itraconazol em estado de equilíbrio num subgrupo de doentes (N=7), a exposição à midostaurina em estado de equilíbrio (Cmin) aumentou 2,09 vezes. A Cmin de CGP52421 aumentou 1,3 vezes, enquanto que não se observou qualquer efeito significativo na exposição de CGP62221. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Tivozanib + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4 Num estudo clínico em voluntários saudáveis, a administração concomitante do tivozanib com um inibidor potente do CYP3A4, cetoconazol (400 mg uma vez por dia), não teve qualquer influência nas concentrações séricas do tivozanib (Cmax ou AUC); por conseguinte, é improvável que a exposição ao tivozanib seja alterada pelos inibidores do CYP3A4. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Furoato de fluticasona + Brometo de umeclidínio + Vilanterol + Cetoconazol

Observações: As interações medicamentosas clinicamente significativas mediadas por furoato de fluticasona/umeclidínio/vilanterol em doses clínicas são consideradas improváveis devido à baixa concentração atingida no plasma após a administração por inalação.
Interações: interacção com inibidores do CYP3A4 O furoato de fluticasona e vilanterol são rapidamente eliminados por extenso efeito metabólico de primeira passagem mediado pelo enzima CYP3A4. Recomenda-se precaução na administração concomitante com inibidores potentes do CYP3A4 (por ex. cetoconazol, ritonavir, medicamentos que contêm cobicistate), uma vez que existe potencial para exposição sistémica aumentada tanto ao furoato de fluticasona como ao vilanterol, o que poderá conduzir a um aumento potencial de reações adversas. A administração concomitante deve ser evitada a menos que o benefício supere o risco aumentado de efeitos secundários sistémicos dos corticosteróides devendo, neste caso, os doentes ser monitorizados relativamente a efeitos secundários sistémicos dos corticosteróides. Foi realizado um estudo de dose repetida em indivíduos saudáveis com a associação furoato de fluticasona/vilanterol (184/22 microgramas) e cetoconazol (400 miligramas, um inibidor potente do CYP3A4). A administração concomitante aumentou a AUC(0-24) e a Cmax médias do furoato de fluticasona em 36% e 33%, respectivamente. O aumento na exposição ao furoato de fluticasona foi associado a uma redução de 27% no cortisol sérico médio ponderado nas 0-24 horas. A administração concomitante aumentou a AUC(0-t) e a Cmax médias do vilanterol em 65% e 22%, respectivamente. O aumento na exposição do vilanterol não foi associado com um aumento nos efeitos sistémicos relacionados com os agonistas beta-2 na frequência cardíaca ou no potássio sanguíneo. - Cetoconazol
Usar com precaução

Letermovir + Cetoconazol

Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.
Interações: Inibidores da gp-P/BCRP Resultados in vitro indicam que letermovir é um substrato da gp-P/BCRP. Não se antecipa que a alteração da concentração plasmática de letermovir, devido à inibição da gp-P/BCRP, seja clinicamente relevante. Contudo, aconselha-se precaução se forem adicionados inibidores gp-P/BCRP à associação de letermovir com ciclosporina. - Exemplos de inibidores da gp-P/BCRP incluem claritromicina, eritromicina, azitromicina, itraconazol, cetoconazol, verapamilo, quinidina, fluvoxamina, ranolazina e alguns dos inibidores da protease do VIH. - Cetoconazol
Usar com precaução

Ertugliflozina + Sitagliptina + Cetoconazol

Observações: Não foram efetuados estudos de interacção medicamentosa farmacocinética com Ertugliflozina + Sitagliptina; contudo, estes tipos de estudo foram efetuados com as substâncias ativas individuais de Ertugliflozina + Sitagliptina.
Interações: Sitagliptina interacções farmacocinéticas Efeitos de outros medicamentos na sitagliptina A sitagliptina é eliminada primeiramente inalterada na urina e o metabolismo é uma via de menor importância. Estudos in vitro indicam que a principal enzima responsável pelo limitado metabolismo da sitagliptina é o CYP3A4, com contribuição do CYP2C8. O metabolismo pode ter um papel mais significativo na eliminação da sitagliptina no caso de doentes com compromisso renal grave ou doença renal terminal (DRT). Por esta razão, é possível que inibidores potentes do CYP3A4 (ex.: cetoconazol, itraconazol, ritonavir, claritromicina) possam alterar a farmacocinética da sitagliptina em doentes com compromisso renal grave ou doença renal terminal. Estudos de interacção efetuados em doentes com diabetes tipo 2 ou em indivíduos saudáveis, sugerem que a metformina e a ciclosporina não têm efeito clínico relevante na farmacocinética da sitagliptina. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Atorvastatina + Perindopril + Cetoconazol

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com este medicamento e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina e perindopril separadamente. Os dados de estudos clínicos demonstram que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através da utilização combinada de IECAs, antagonistas dos recetores da angiotensina II ou aliscireno está associado ao aumento da frequência de eventos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia, diminuição da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) comparativamente com a utilização de um único medicamento que atua no SRAA.
Interações: Utilização concomitante não recomendada: Atorvastatina Inibidores potentes do CYP3A4 A atorvastatina é metabolizada pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4) e é substrato para proteínas de transporte por exemplo, o transportador de captação hepático OATP1B1. A administração concomitante de medicamentos que sejam inibidores do CYP3A4 ou de proteínas de transporte pode originar um aumento da concentração plasmática de atorvastatina e aumentar o risco de miopatia. O risco também poderá estar aumentado quando há administração concomitante de atorvastatina com outros medicamentos que têm um potencial elevado para induzir a miopatia, como os derivados do ácido fíbrico e ezetimiba. Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) com Atorvastatina + Perindopril deve ser evitada, se possível. Nos casos em que a administração concomitante destes medicamentos com Atorvastatina + Perindopril não pode ser evitada, devem ser consideradas as doses mais baixas de atorvastatina no Atorvastatina + Perindopril e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Dolutegravir + Rilpivirina + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Fármacos antifúngicos azólicos Cetoconazol/Dolutegravir: Não é necessário ajuste de dose. Cetoconazol/Rilpivirina: Não é necessário ajuste de dose. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Encorafenib + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos no encorafenib Encorafenib é essencialmente metabolizado pelo CYP3A4. Inibidores do CYP3A4 A administração concomitante de inibidores moderados (diltiazem) e fortes (posaconazol) do CYP3A4 com doses únicas de encorafenib em voluntários saudáveis resultou num aumento de 2 e 3 vezes da área sob a curva de concentração-tempo (AUC), respectivamente, e num aumento de 44,6% e 68,3% da concentração máxima de encorafenib (Cmax), respectivamente. As estimativas baseadas em modelos indicam que o efeito do posaconazol após administrações repetidas poderá ser semelhante em termos da AUC (aumento de 3 vezes) e ligeiramente superior em relação à Cmax (aumento de 2,7 vezes). As estimativas baseadas em modelos para o cetoconazol sugerem um aumento de cerca de 5 vezes para a AUC de encorafenib e de 3 a 4 vezes para a Cmax de encorafenib. Consequentemente, a administração concomitante de encorafenib com inibidores fortes do CYP3A4 deve ser evitada. Os exemplos de inibidores fortes do CYP3A4 incluem, entre outros, o ritonavir, itraconazol, claritromicina, telitromicina, posaconazol e sumo de toranja. Se for inevitável a administração concomitante de um inibidor potente do CYP3A, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados em relação à segurança. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Neratinib + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outras substâncias sobre o neratinib Inibidores da CYP3A4/Pgp A co-administração de uma dose oral única de 240 mg de neratinib na presença de cetoconazol (400 mg uma vez por dia durante 5 dias), um inibidor potente da CYP3A4/Pgp, aumentou a exposição sistémica ao neratinib. A Cmáx de neratinib aumentou em 3,2 vezes e a AUC aumentou em 4,8 vezes quando co-administrado com cetoconazol, em comparação com o neratinib administrado em monoterapia. A utilização concomitante de inibidores potentes da CYP3A4/Pgp (por ex., atazanavir, indinavir, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir cetoconazol, itraconazol, claritromicina, telitromicina e voriconazol) deve ser evitada. A toranja ou o sumo de toranja também podem aumentar as concentrações plasmáticas de neratinib e devem ser evitados. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Neratinib + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outras substâncias sobre o neratinib Inibidores da CYP3A4/Pgp A co-administração de uma dose oral única de 240 mg de neratinib na presença de cetoconazol (400 mg uma vez por dia durante 5 dias), um inibidor potente da CYP3A4/Pgp, aumentou a exposição sistémica ao neratinib. A Cmáx de neratinib aumentou em 3,2 vezes e a AUC aumentou em 4,8 vezes quando co-administrado com cetoconazol, em comparação com o neratinib administrado em monoterapia. A utilização concomitante de inibidores potentes da CYP3A4/Pgp (por ex., atazanavir, indinavir, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir cetoconazol, itraconazol, claritromicina, telitromicina e voriconazol) deve ser evitada. A toranja ou o sumo de toranja também podem aumentar as concentrações plasmáticas de neratinib e devem ser evitados. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Abemaciclib + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos na farmacocinética do abemaciclib O abemaciclib é principalmente metabolizado pela CYP3A4. Inibidores da CYP3A4 A co-administração de abemaciclib com inibidores da CYP3A4 pode aumentar as concentrações plasmáticas do abemaciclib. Em doentes com cancro metastático e/ou avançado, a co-administração do inibidor da CYP3A4 claritromicina resultou num aumento de 3,4-vezes na exposição plasmática de abemaciclib e num aumento de 2.5-vezes na exposição plasmática combinada livre ajustada à potência de abemaciclib e dos seus metabolitos ativos. A utilização de inibidores fortes da CYP3A4 em conjunto com o abemaciclib deve ser evitada. Se é necessário coadministrar inibidores fortes da CYP3A4, a dose de abemaciclib deve ser reduzida, seguida por uma monitorização cuidadosa da toxicidade. Exemplos de inibidores fortes da CYP3A4 incluem, mas não se limitam: claritromicina, itraconazol, cetoconazol, lopinavir/ritonavir, posaconazol ou o voriconazol. Evitar a ingestão de toranja ou sumo de toranja. Para doentes tratados com inibidores CYP3A4 fracos ou moderados, não é necessário um ajuste de dose. No entanto, deve existir, uma monitorização atenta dos sinais de toxicidade. - Cetoconazol
Usar com precaução

Tezacaftor + Ivacaftor + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Medicamentos que afetam a farmacocinética de tezacaftor e de ivacaftor Inibidores da CYP3A A co-administração com o itraconazol, um inibidor forte da CYP3A, aumentou a exposição ao tezacaftor (medida pela AUC) 4,0 vezes e aumentou a AUC do ivacaftor 15,6 vezes. A dose de Tezacaftor/Ivacaftor deve ser ajustada quando coadministrada com inibidores fortes da CYP3A. Exemplos de inibidores fortes da CYP3A incluem: • cetoconazol, itraconazol, posaconazol e voriconazol • telitromicina e claritromicina O modelo farmacocinético fisiológico sugeriu que a co-administração com fluconazol, um inibidor moderado da CYP3A, poderá aumentar a exposição (AUC) do tezacaftor em, aproximadamente, 2 vezes. A co-administração com fluconazol aumentou a AUC do ivacaftor 3 vezes. A dose de Tezacaftor/Ivacaftor e de ivacaftor deve ser ajustada quando coadministrada com inibidores moderados da CYP3A. Exemplos de inibidores moderados da CYP3A incluem: • fluconazol • eritromicina - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Doravirina + Lamivudina + Tenofovir + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Agentes Antifúngicos Azólicos Cetoconazol (400 mg 1x/dia, doravirina 100 mg DU): Não é necessário ajuste posológico. - Cetoconazol
Usar com precaução

Brexpiprazol + Cetoconazol

Observações: O brexpiprazol é metabolizado predominantemente pelo CYP3A4 e CYP2D6.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar o brexpiprazol Inibidores do CYP3A4 A co-administração de cetoconazol (200 mg, duas vezes por dia durante 7 dias), um forte inibidor do CYP3A4, com uma dose única oral de 2 mg de brexpiprazol aumentou a AUC de brexpiprazol em 97% e não alterou a Cmax. Com base em resultados de estudos de interacção, recomenda-se o ajuste da dose de brexpiprazol para metade quando administrado concomitantemente com inibidores fortes do CYP3A4 (itraconazol, cetoconazol, ritonavir e claritromicina). - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Brigatinib + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. Em indivíduos saudáveis, a administração concomitante de doses múltiplas de 200 mg duas vezes ao dia de itraconazol, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 90 mg de brigatinib aumentou a Cmáx em 21%, AUC0-INF em 101% (2 vezes) e a AUC0-120 em 82% (< 2 vezes) de brigatinib, em relação a uma dose de 90 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a determinados medicamentos antivirais (por exemplo, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir), antibióticos macrólidos (por exemplo, claritromicina, telitromicina, troleandomicina), antifúngicos (por exemplo, cetoconazol, voriconazol), mibefradil e nefazodona, deverá ser evitada. Caso não seja possível evitar a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A, a dose de Brigatinib deve ser reduzida em 50% (isto é, 180 mg para 90 mg ou de 90 mg para 60 mg). Após descontinuação de um inibidor potente do CYP3A, Brigatinib deve ser retomado na dose tolerada antes do início da toma do inibidor potente do CYP3A. - Cetoconazol
Sem efeito descrito

Apalutamida + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Medicamentos que inibem CYP3A4 Em um estudo de interacção medicamentosa, o Cmax da apalutamida diminuiu 22%, enquanto a ASC foi semelhante após a co-administração de Apalutamida como uma dose única de 240 mg com itraconazol (forte inibidor da CYP3A4). As simulações sugerem que o cetoconazol (forte inibidor da CYP3A4) pode aumentar o Cmax e o ASC no estado de equilíbrio da apalutamida em 38% e 51%, respectivamente. Para as porções ativas, o Cmax e a ASC no estado de equilíbrio podem aumentar em 23% e 28%, respectivamente. No entanto, não é necessário um ajuste da dose inicial, considere reduzir a dose de Apalutamida com base na tolerabilidade. Não se espera que os inibidores leves ou moderados da CYP3A4 afetem a exposição da apalutamida. - Cetoconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lorlatinib + Cetoconazol

Observações: Dados in vitro indicam que lorlatinib é principalmente metabolizado pelo CYP3A4 e pela uridina difosfato-glucuronosiltransferase (UGT)1A4, com pequenas contribuições do CYP2C8, CYP2C19, CYP3A5 e UGT1A3.
Interações: Inibidores do CYP3A4/5 O itraconazol, um inibidor potente do CYP3A4/5, administrado em doses orais de 200 mg uma vez por dia durante 5 dias, aumentou a AUC média de lorlatinib em 42% e a Cmax em 24% de uma dose única oral de 100 mg de lorlatinib em voluntários saudáveis. A administração concomitante de lorlatinib com inibidores potentes do CYP3A4/5 (p. ex., boceprevir, cobicistate, itraconazol, cetoconazol, posaconazol, troleandomicina, voriconazol, ritonavir, paritaprevir em associação com ritonavir e ombitasvir e/ou dasabuvir, e ritonavir em associação com elvitegravir, indinavir, lopinavir ou tipranavir) pode aumentar as concentrações plasmáticas de lorlatinib. Os produtos à base de toranja podem igualmente aumentar as concentrações plasmáticas de lorlatinib e devem ser evitados. Deve ser considerado um medicamento concomitante alternativo com menos potencial para inibir o CYP3A4/5. Se tiver de ser administrado concomitantemente um inibidor potente do CYP3A4/5, recomenda-se uma redução da dose de lorlatinib. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Talazoparib + Cetoconazol

Observações: Talazoparib é um substrato da P-gp e da proteína resistente ao cancro da mama (BCRP), que são transportadoras de fármacos, e é eliminado principalmente por depuração renal sob a forma de composto inalterado.
Interações: Agentes que podem afetar as concentrações plasmáticas de talazoparib Inibidores da P-gp Os dados de um estudo de interacção medicamentosa em doentes com tumores sólidos avançados indicaram que a administração concomitante de doses múltiplas diárias de um inibidor da P-gp, itraconazol 100 mg duas vezes por dia com uma dose única de 0,5 mg de talazoparib aumentou a exposição total ao talazoparib (AUCinf) e a concentração máxima (Cmax) em aproximadamente 56% e 40%, respectivamente, comparativamente a uma dose única de 0,5 mg de t