Cafeína
O que é
A cafeína é um composto químico de fórmula C8H10N4O2 – classificado como alcalóide do grupo das xantinas e designado quimicamente como 1,3,7-trimetilxantina.
Está presente em certas plantas e é usada para o consumo em bebidas, na forma de infusão, como estimulante.
A cafeína apresenta-se sob a forma de um pó branco ou pequenas agulhas, que derretem a 238°C e sublimam a 178°C, em condições normais de temperatura e pressão.
É extremamente solúvel em água quente, não tem cheiro e apresenta sabor amargo.
Entre o grupo das xantinas (que incluem a teofilina e a teobromina) a cafeína é a que mais atua sobre o sistema nervoso central.
Actua ainda sobre o metabolismo basal e aumenta a produção de suco gástrico.
Doses terapêuticas de cafeína estimulam o coração aumentando a sua capacidade de trabalho, produzindo também dilatação dos vasos periféricos.
Uma xícara média de café contém, em média, 100 mg de cafeína.
Já numa xícara de chá ou num copo de alguns refrigerantes encontram-se cerca de 40 miligramas da substância.
A sua rápida ação estimulante faz dela um poderoso antídoto à depressão respiratória em consequência de intoxicação por drogas como a morfina e barbitúricos.
A ingestão excessiva pode provocar, em algumas pessoas, efeitos negativos como irritabilidade, ansiedade, dor de cabeça e insónia.
Os portadores de arritmia cardíaca devem evitar até mesmo dosagens moderadas, ainda que eventuais, da substância.
Altas doses de cafeína excitam demasiadamente o sistema nervoso central, inclusive os reflexos medulares, podendo ser letal.
Estudos demonstraram que a dose letal para o homem é, em média, de 10g.
Uma equipa da Universidade Johns Hopkins em Baltimore, Maryland, descobriu que a cafeína estimula certas memórias, pelo menos até 24 horas após o consumo.
Segundo o estudo, publicado na revista Nature Neuroscience, a cafeína tem um efeito positivo sobre a memória a longo prazo em humanos.
Está presente em certas plantas e é usada para o consumo em bebidas, na forma de infusão, como estimulante.
A cafeína apresenta-se sob a forma de um pó branco ou pequenas agulhas, que derretem a 238°C e sublimam a 178°C, em condições normais de temperatura e pressão.
É extremamente solúvel em água quente, não tem cheiro e apresenta sabor amargo.
Entre o grupo das xantinas (que incluem a teofilina e a teobromina) a cafeína é a que mais atua sobre o sistema nervoso central.
Actua ainda sobre o metabolismo basal e aumenta a produção de suco gástrico.
Doses terapêuticas de cafeína estimulam o coração aumentando a sua capacidade de trabalho, produzindo também dilatação dos vasos periféricos.
Uma xícara média de café contém, em média, 100 mg de cafeína.
Já numa xícara de chá ou num copo de alguns refrigerantes encontram-se cerca de 40 miligramas da substância.
A sua rápida ação estimulante faz dela um poderoso antídoto à depressão respiratória em consequência de intoxicação por drogas como a morfina e barbitúricos.
A ingestão excessiva pode provocar, em algumas pessoas, efeitos negativos como irritabilidade, ansiedade, dor de cabeça e insónia.
Os portadores de arritmia cardíaca devem evitar até mesmo dosagens moderadas, ainda que eventuais, da substância.
Altas doses de cafeína excitam demasiadamente o sistema nervoso central, inclusive os reflexos medulares, podendo ser letal.
Estudos demonstraram que a dose letal para o homem é, em média, de 10g.
Uma equipa da Universidade Johns Hopkins em Baltimore, Maryland, descobriu que a cafeína estimula certas memórias, pelo menos até 24 horas após o consumo.
Segundo o estudo, publicado na revista Nature Neuroscience, a cafeína tem um efeito positivo sobre a memória a longo prazo em humanos.
Usos comuns
Restauração de alerta mental ou vigília se estiver a sentir fadiga ou sonolência.
Tipo
Molécula pequena.
História
Sem informação.
Indicações
Para a gestão de fadiga, hipotensão ortostática, e para o tratamento a curto prazo da apneia da prematuridade em recém-nascidos.
Classificação CFT
2.8 : ESTIMULANTES INESPECÍFICOS DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL
Mecanismo De Acção
A cafeína estimula os centros respiratórios medular, vagal, vasomotor, promovendo bradicardia, vasoconstrição e aumento da frequência respiratória.
Acreditava-se previamente que esta ação era devido, principalmente, ao aumento intracelular cíclico 3', 5'-monofosfato de adenosina cíclico (AMP cíclico), a seguir à inibição da fosfodiesterase, a enzima que degrada o AMP cíclico.
Pensa-se agora que as xantinas, tais como a cafeína, atuam como antagonistas nos recetores da adenosina-dentro da membrana do plasma de praticamente todas as células.
Como a adenosina age como um autocóide, inibindo a libertação de neurotransmissores a partir de locais pré-sinápticos, mas aumentando as ações de norepinefrina ou angiotensina, o antagonismo dos recetores de adenosina promove a libertação do neurotransmissor.
Isto explica os efeitos estimulantes da cafeína.
O bloqueio do recetor de adenosina A1 no coração leva à aceleração, "batimento" pronunciado do coração mediante o consumo de cafeína.
Acreditava-se previamente que esta ação era devido, principalmente, ao aumento intracelular cíclico 3', 5'-monofosfato de adenosina cíclico (AMP cíclico), a seguir à inibição da fosfodiesterase, a enzima que degrada o AMP cíclico.
Pensa-se agora que as xantinas, tais como a cafeína, atuam como antagonistas nos recetores da adenosina-dentro da membrana do plasma de praticamente todas as células.
Como a adenosina age como um autocóide, inibindo a libertação de neurotransmissores a partir de locais pré-sinápticos, mas aumentando as ações de norepinefrina ou angiotensina, o antagonismo dos recetores de adenosina promove a libertação do neurotransmissor.
Isto explica os efeitos estimulantes da cafeína.
O bloqueio do recetor de adenosina A1 no coração leva à aceleração, "batimento" pronunciado do coração mediante o consumo de cafeína.
Posologia Orientativa
Fadiga/Sonolência:
Adultos e crianças (acima de 12 anos de idade): administrar 100 a 200 mg a cada 3 a 4 horas, conforme necessário.
Apneia da Prematuridade:
Prematuros Dose (citrato de cafeína): IV 20 mg/kg (1 ml/kg) mais de 30 min uma vez.
A dose de manutenção (citrato de cafeína): IV (ao longo de 10 min) ou PO 5 mg/kg (0,25 mL/kg) a cada 24 h.
Adultos e crianças (acima de 12 anos de idade): administrar 100 a 200 mg a cada 3 a 4 horas, conforme necessário.
Apneia da Prematuridade:
Prematuros Dose (citrato de cafeína): IV 20 mg/kg (1 ml/kg) mais de 30 min uma vez.
A dose de manutenção (citrato de cafeína): IV (ao longo de 10 min) ou PO 5 mg/kg (0,25 mL/kg) a cada 24 h.
Administração
Via intravenosa; Via oral.
Contra-Indicações
Hipersensibilidade à Cafeína.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Todos os medicamentos podem causar efeitos colaterais, mas muitas pessoas não os têm, ou são menores.
Deve contactar o médico se qualquer destes efeitos secundários mais comuns persistirem ou se tornarem incómodos:
- Tonturas, irritabilidade, náuseas, nervosismo.
Procurar ajuda médica imediatamente se algum destes efeitos secundários graves ocorrerem:
- Reações alérgicas graves (rash, urticária, comichão, dificuldade em respirar; aperto no peito, inchaço da boca, face, lábios ou língua), diarreia, tremores; problemas para dormir; vómitos.
Deve contactar o médico se qualquer destes efeitos secundários mais comuns persistirem ou se tornarem incómodos:
- Tonturas, irritabilidade, náuseas, nervosismo.
Procurar ajuda médica imediatamente se algum destes efeitos secundários graves ocorrerem:
- Reações alérgicas graves (rash, urticária, comichão, dificuldade em respirar; aperto no peito, inchaço da boca, face, lábios ou língua), diarreia, tremores; problemas para dormir; vómitos.
Advertências

Gravidez:Os estudos em animais mostraram que a cafeína, em doses elevadas, é embriotóxica e teratogénica.

Aleitamento:As mães que estejam a amamentar recém-nascidos tratados com citrato de cafeína não devem ingerir alimentos, bebidas ou medicamentos que contenham cafeína.

Dopping:Estimulantes específicos. Esta substância está incluída no Programa de Monitorização para 2016 e não é considerada Substância Proibida
Precauções Gerais
- A cafeína pode causar tonturas.
Não deve conduzir, utilizar máquinas, ou fazer qualquer outra coisa que possa ser perigosa até saber como reage à cafeína.
A cafeína sozinha, com alguns outros medicamentos, ou com álcool pode diminuir a capacidade de conduzir ou realizar outras tarefas potencialmente perigosas.
- Evitar grandes quantidades de alimentos e bebidas, como café, chá, cacau, bebidas de cola e chocolate que contêm cafeína.
Isso inclui quaisquer medicamentos que contenham cafeína.
- A cafeína não deve ser utilizada como um substituto para o sono.
- Pacientes com diabetes - a cafeína pode afetar o açúcar no sangue.
Controlar de perto os níveis de açúcar no sangue e perguntar ao médico antes de ajustar a dose do seu medicamento para os diabetes.
- Gravidez e aleitamento: Se engravidar durante a toma de cafeína, discuta com o médico os benefícios e os riscos do uso de cafeína durante a gravidez.
Não se sabe se a cafeína é excretada no leite materno.
Se está ou vai amamentar enquanto estiver a tomar a cafeína, consulte o médico ou farmacêutico para discutir os riscos para o seu bebé.
Quando usado por longos períodos de tempo ou em doses elevadas, algumas pessoas desenvolvem a necessidade de continuar a tomar cafeína.
Isto é conhecido como dependência ou vício.
Se parar de repente de tomar cafeína pode experimentar sintomas de abstinência, incluindo tonturas, dor de cabeça, cansaço, irritabilidade, tensão muscular, ou náusea.
Não deve conduzir, utilizar máquinas, ou fazer qualquer outra coisa que possa ser perigosa até saber como reage à cafeína.
A cafeína sozinha, com alguns outros medicamentos, ou com álcool pode diminuir a capacidade de conduzir ou realizar outras tarefas potencialmente perigosas.
- Evitar grandes quantidades de alimentos e bebidas, como café, chá, cacau, bebidas de cola e chocolate que contêm cafeína.
Isso inclui quaisquer medicamentos que contenham cafeína.
- A cafeína não deve ser utilizada como um substituto para o sono.
- Pacientes com diabetes - a cafeína pode afetar o açúcar no sangue.
Controlar de perto os níveis de açúcar no sangue e perguntar ao médico antes de ajustar a dose do seu medicamento para os diabetes.
- Gravidez e aleitamento: Se engravidar durante a toma de cafeína, discuta com o médico os benefícios e os riscos do uso de cafeína durante a gravidez.
Não se sabe se a cafeína é excretada no leite materno.
Se está ou vai amamentar enquanto estiver a tomar a cafeína, consulte o médico ou farmacêutico para discutir os riscos para o seu bebé.
Quando usado por longos períodos de tempo ou em doses elevadas, algumas pessoas desenvolvem a necessidade de continuar a tomar cafeína.
Isto é conhecido como dependência ou vício.
Se parar de repente de tomar cafeína pode experimentar sintomas de abstinência, incluindo tonturas, dor de cabeça, cansaço, irritabilidade, tensão muscular, ou náusea.
Cuidados com a Dieta
A cafeína pode ser tomada com ou sem alimentos.
Evitar grandes quantidades de alimentos e bebidas, como café, chá, cacau, bebidas de cola e chocolate que contêm cafeína.
Evitar grandes quantidades de alimentos e bebidas, como café, chá, cacau, bebidas de cola e chocolate que contêm cafeína.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligar para o Centro de intoxicações.
Os sintomas podem incluir agitação, ansiedade, confusão, micção frequente, batimento cardíaco irregular ou rápido, espasmos musculares, zumbidos nos ouvidos, convulsões, dor de estômago, problemas para dormir.
Os sintomas podem incluir agitação, ansiedade, confusão, micção frequente, batimento cardíaco irregular ou rápido, espasmos musculares, zumbidos nos ouvidos, convulsões, dor de estômago, problemas para dormir.
Terapêutica Interrompida
Se esquecer uma dose de cafeína, e estiver a tomá-la regularmente, deve tomá-la o mais rápido possível.
Se já passaram várias horas ou se se aproxima da hora da próxima dose, não duplicar a dose para a alcançar, a menos que aconselhado pelo médico.
Não tomar duas doses de uma só vez.
Se já passaram várias horas ou se se aproxima da hora da próxima dose, não duplicar a dose para a alcançar, a menos que aconselhado pelo médico.
Não tomar duas doses de uma só vez.
Cuidados no Armazenamento
Guardar a cafeína a temperatura ambiente, entre 59 e 86 graus F (15 e 30 graus C), num recipiente bem fechado.
Armazenar longe do calor, humidade e luz.
Não armazenar na casa de banho.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Armazenar longe do calor, humidade e luz.
Não armazenar na casa de banho.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Zolmitriptano Cafeína
Observações: Como se verifica com outros agonistas dos receptores 5HT1B/1D, o zolmitriptano poderá atrasar a absorção de outros medicamentos.Interacções: Foram efetuados estudos de interação com cafeína, ergotamina, diidroergotamina, paracetamol, metoclopramida, pizotifeno, fluoxetina, rifampicina e propranolol e não foram observadas diferenças clinicamente relevantes na farmacocinética do zolmitriptano ou do seu metabólito activo. - Cafeína

Vemurafenib Cafeína
Observações: n.d.Interacções: Efeitos de vemurafenib nos substratos do CYP: Foi observada a inibição do CYP1A2 quando uma dose única de cafeína foi administrada concomitantemente após doses repetidas de vemurafenib durante 15 dias. Isto resultou num aumento médio de 2,5 vezes (máximo até 10 vezes) da exposição plasmática da cafeína após o tratamento com vemurafenib. O vemurafenib pode aumentar a exposição plasmática de substâncias predominantemente metabolizadas pelo CYP1A2, devendo ser considerado o ajuste de dose. - Cafeína

Cafeína Teofilina
Observações: n.d.Interacções: Em recém-nascidos prematuros, ocorre introversão entre a cafeína e a teofilina. Estas substâncias ativas não devem ser usadas concomitantemente. - Teofilina

Metoxipsoraleno (Metoxaleno) Cafeína
Observações: n.d.Interacções: É um potente inibidor do metabolismo da cafeína. - Cafeína

Carbonato de lítio Cafeína
Observações: n.d.Interacções: Os níveis séricos de lítio podem diminuir devido ao aumento da depuração do lítio no caso de administração concomitante com cafeína. - Cafeína

Estiripentol Cafeína
Observações: Não se encontra devidamente esclarecida a influência de outros medicamentos antiepilépticos na farmacocinética do estiripentol. Estudos in vitro sugeriram que o metabolismo de fase 1 do estiripentol é catalizado pela CYP1A2, CYP2C19 e CYP3A4 e possivelmente outras enzimas. É aconselhada precaução ao associar o estiripentol com outras substâncias que inibem ou induzem uma ou mais destas enzimas.Interacções: Os dados sobre o potencial inibitório de CYP1A2 são limitados e, como tal, as interações com teofilina e cafeína não podem ser excluídas devido ao aumento dos níveis plasmáticos de teofilina e cafeína que pode ocorrer através da inibição do metabolismo hepático, o que pode conduzir a toxicidade. - Cafeína

Pantoprazol Cafeína
Observações: O pantoprazol é metabolizado no fígado pelo sistema enzimático do citocromo P450. Não se pode excluir a interacção com outros fármacos ou compostos que são metabolizados utilizando o mesmo sistema enzimático.Interacções: Não se observaram interações clinicamente significativas em testes específicos com vários fármacos ou compostos, nomeadamente carbamazepina, cafeína, diazepam, diclofenac, digoxina, etanol, glibenclamida, metoprolol, naproxeno, nifedipina, fenitoína, piroxicam, teofilina e um contraceptivo oral. - Cafeína

Pioglitazona + Alogliptina Cafeína
Observações: A coadministração de 25 mg de alogliptina uma vez ao dia e 45 mg de pioglitazona uma vez ao dia, durante 12 dias, em indivíduos saudáveis, não teve quaisquer efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da alogliptina, da pioglitazona ou dos seus metabolitos ativos. Não foram realizados estudos farmacocinéticos específicos de interação medicamentosa com este medicamento. A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Estudos realizados no ser humano não sugerem qualquer indução do principal citocromo induzível, o P450 (1A, 2C8/9 e 3A4). Estudos in vitro não demonstraram qualquer inibição de qualquer subtipo de citocromo P450. Não são esperadas interações com substâncias metabolizadas por estas enzimas p. ex., contraceptivos orais, ciclosporina, bloqueadores do canal de cálcio e inibidores da HMGCoA redutase.Interacções: Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contraceptivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interação com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2. - Cafeína

Cafeína Outros medicamentos
Observações: n.d.Interacções: O citocromo P450 1A2 (CYP1A2) é o principal complexo enzimático envolvido no metabolismo da cafeína em seres humanos. Por conseguinte, a cafeína pode interagir com substâncias ativas que constituam substratos do CYP1A2, inibir o CYP1A2 ou induzir o CYP1A2. Contudo, o metabolismo da cafeína em recém-nascidos prematuros é limitado devido à imaturidade dos seus sistemas enzimáticos hepáticos. Embora existam poucos dados sobre as interações entre a cafeína e outras substâncias ativas em recém-nascidos prematuros, podem ser necessárias doses inferiores de citrato de cafeína após coadministração de substâncias ativas que se saiba reduzirem a eliminação da cafeína em adultos (por exemplo, a cimetidina e o cetoconazol) e doses mais elevadas de citrato de cafeína após coadministração de substâncias ativas que aumentem a eliminação da cafeína (por exemplo, o fenobarbital e a fenitoína). Em caso de dúvida sobre as possíveis interações, devem determinar-se as concentrações plasmáticas de cafeína. - Outros medicamentos

Cafeína Modificadores do pH gástrico
Observações: n.d.Interacções: Dado que o excesso de crescimento bacteriano nos intestinos está associado à presença de enterocolite necrosante, a coadministração de citrato de cafeína com medicamentos que suprimam a secreção de ácido gástrico (bloqueadores antihistamínicos dos recetores H2 ou inibidores da bomba de protões) pode, em teoria, aumentar o risco de enterocolite necrosante. - Modificadores do pH gástrico

Cafeína Doxapram
Observações: n.d.Interacções: O uso concomitante de cafeína e doxapram pode potenciar os seus efeitos estimulantes sobre o sistema cardio-respiratório e sobre o sistema nervoso central. Quando a administração concomitante for indicada, deverá monitorizar-se cuidadosamente o ritmo cardíaco e a tensão arterial. - Doxapram

Peginterferão alfa-2b Cafeína
Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.Interacções: Efeito do Peginterferão alfa-2b nos Medicamentos Administrados Concomitantemente: A potencial interação do peginterferão alfa-2b com os substratos de enzimas metabólicas foi avaliada em 3 estudos clínicos de farmacologia em dose múltipla. Nestes estudos, os efeitos de regimes de tratamento em dose múltipla com peginterferão alfa-2b foram estudados em indivíduos com Hepatite C (1, 5 mcg/semana) ou indivíduos saudáveis (1 mcg/semana ou 3 mc g/semana). A administração concomitante de peginterferão alfa-2b com cafeína ou desipramina aumentou moderadamente a exposição à cafeína e à desipramina. - Cafeína

Norfloxacina Cafeína
Observações: n.d.Interacções: Algumas quinolonas, incluindo a norfloxacina, mostraram também interferir com metabolismo da cafeína, o que pode levar a uma diminuição da depuração da cafeína e a um prolongamento da sua semivida plasmática. - Cafeína

Clozapina Cafeína
Observações: n.d.Interacções: Uma vez que a concentração plasmática de clozapina é aumentada pela ingestão de cafeína e reduzida em aproximadamente 50% após um período de 5 dias sem cafeína, podem ser necessárias alterações na posologia da clozapina quando existe uma alteração nos hábitos de consumo de cafeína. - Cafeína

Metoxsaleno Cafeína
Observações: n.d.Interacções: Está demonstrado que a depuração da cafeína e da antipirina sofre uma redução marcada após o tratamento com metoxsaleno. Por conseguinte, o consumo de outros substratos P450 pode provocar uma semivida alargada do metoxsaleno e, consequentemente, conduzir a uma fotossensibilidade prolongada, exigindo assim precauções contínuas contra a exposição à luz solar durante mais de 24 horas após o tratamento de fotoforese. - Cafeína

Alogliptina Cafeína
Observações: A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Estudos in vitro sugerem que a alogliptina não inibe nem induz as isoformas do CYP 450 em concentrações obtidas com a dose recomendada de 25 mg de alogliptina. Por conseguinte, não é esperada nem foi observada interação com substratos das isoformas do CYP 450. Em estudos in vitro, constatou-se que a alogliptina não é um substrato nem um inibidor dos principais transportadores associados à disposição do fármaco no rim: transportador aniónico orgânico 1, transportador aniónico orgânico 3 ou transportador catiónico orgânico 2 (OCT2).Interacções: Efeitos da alogliptina sobre outros medicamentos: Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contraceptivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interação com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2. - Cafeína

Dasabuvir Cafeína
Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Dasabuvir deve ser sempre administrado em conjunto com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Quando coadministrados, exercem efeitos recíprocos um sobre o outro. Por conseguinte, o perfil de interação dos compostos tem de ser considerado como uma associação.Interacções: interações farmacocinéticas: Potencial para Dasabuvir afectar a farmacocinética de outros medicamentos: Os estudos de interação medicamentosa in vivo avaliaram o efeito global do tratamento de associação, incluindo o ritonavir. Transportadores específicos e as enzimas metabolizadoras que são afetados pelo dasabuvir quando associado a ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Medicamentos metabolizados pelos CYP2D6 ou CYP1A2: Dasabuvir administrado com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir não afetou as exposições ao substrato do CYP2D6/CYP1A2, a duloxetina. Não são expectáveis ajustes de dose para outros substratos do CYP1A2 (por exemplo ciprofloxacina, teofilina e cafeína) e substratos da CYP2D6 (por exemplo desipramina, metoprolol e dextrometorfano). - Cafeína

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir Cafeína
Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.Interacções: interações farmacocinéticas: Potencial para Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir afectar a farmacocinética de outros medicamentos: Os estudos de interação medicamentosa in vivo avaliaram o efeito global do tratamento de associação, incluindo o ritonavir. Medicamentos metabolizados pelos CYP2D6 ou CYP1A2: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir administrado com ou sem dasabuvir não afetou as exposições do substrato do CYP2D6/CYP1A2, a duloxetina. Não são expectáveis ajustes de dose para outros substratos do CYP1A2 (por exemplo ciprofloxacina, teofilina e cafeína) e substratos da CYP2D6 (por exemplo desipramina, metoprolol e dextrometorfano). - Cafeína

Regadenosona Cafeína
Observações: Não foram realizados estudos de interacção com outros medicamentos.Interacções: Metilxantinas: As metilxantinas (por ex. cafeína e teofilina) são antagonistas não específicos dos recetores da adenosina e podem interferir com a atividade vasodilatadora da regadenosona. Os doentes devem evitar o consumo de medicamentos que contenham metilxantinas assim como de medicamentos que contenham teofilina durante, pelo menos, 12 horas antes da administração de Regadenosona. - Cafeína

Safinamida Cafeína
Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.Interacções: interações medicamentosas farmacocinéticas in vivo e in vitro: Os estudos em seres humanos que avaliaram a interação de safinamida com os substratos da CYP1A2 e da CYP3A4 (cafeína e midazolam) não demonstraram quaisquer efeitos clinicamente significativos no perfil farmacocinético da safinamida. Este aspeto está em linha com os resultados dos testes in vitro nos quais não foi observada qualquer indução ou inibição significativa das enzimas CYP pela safinamida e demonstrou-se que as enzimas C YP desempenham um papel menor na biotransformação da safinamida. - Cafeína

Metformina + Alogliptina Cafeína
Observações: A coadministração de 100 mg de alogliptina uma vez ao dia e 1.000 mg de cloridrato de metformina duas vezes ao dia, durante 6 dias, em indivíduos saudáveis, não teve quaisquer efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da alogliptina ou da metformina. Não foram realizados estudos farmacocinéticos específicos de interação medicamentosa com este medicamento.Interacções: Efeitos da alogliptina sobre outros medicamentos: Em estudos in vitro, constatou-se que a alogliptina não é um substrato nem um inibidor dos principais transportadores associados à disposição do fármaco no rim: transportador aniónico orgânico 1, transportador aniónico orgânico 3 ou transportador catiónico orgânico 2 (OCT2). Além disso, os dados clínicos não sugerem interação com os inibidores ou substratos da glicoproteína-P. Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contraceptivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interação com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2. Em indivíduos saudáveis, a alogliptina não tem qualquer efeito no tempo da protrombina ou Razão Normalizada Internacional (INR) quando administrada concomitantemente com a varfarina. - Cafeína

Vortioxetina Cafeína
Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.Interacções: Potencial da vortioxetina para afectar outros medicamentos: Substratos do citocromo P450: In vitro, a vortioxetina não demonstrou nenhum potencial relevante de inibição ou indução das isoenzimas do citocromo P450. Após doses múltiplas de vortioxetina, não foi observado nenhum efeito inibitório em indivíduos saudáveis relativamente às isoenzimas do citocromo P450, CYP2C19 (omeprazol, diazepam), CYP3A4/5 (etinilestradiol, midazolam), CYP2B6 (bupropiom), CYP2C9 (tolbutamida, varfarina S-), CYP1A2 (cafeína) ou CYP2D6 (dextrometorfano). Não foram observadas interações farmacodinâmicas. Não foi observado nenhum compromisso significativo da função cognitiva, comparativamente ao placebo, após coadministração de vortioxetina com uma dose única de 10 mg de diazepam. Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos níveis de hormonas sexuais após coadministração da vortioxetina com um contraceptivo oral combinado (etinilestradiol 30 μg/levonorgestrel150 μg). - Cafeína

Teriflunomida Cafeína
Observações: n.d.Interacções: interações farmacocinéticas da teriflunomida sobre outras substâncias: Efeito da teriflunomida sobre o substrato do CYP1A2: Cafeína: A administração de doses repetidas de teriflunomida diminuiu a Cmax média e AUC da cafeína (substrato do CYP1A2) em 18% e 55%, respetivamente, sugerindo que a teriflunomida pode ser um indutor fraco do CYP1A2 in vivo. Por este motivo, os medicamentos metabolizados pela CYP1A2 (p.ex., duloxetina, alosetron, teofilina e tizanidina) devem ser utilizados com precaução durante o tratamento com teriflunomida, uma vez que esta pode reduzir a eficácia destes produtos. - Cafeína

Eletriptano Cafeína
Observações: n.d.Interacções: Efeitos de outros fármacos sobre o eletriptano: Em estudos clínicos com cafeína/ergotamina, administradas por via oral 1 e 2 horas após o eletriptano, foram observados aumentos, menores mas aditivos, da tensão arterial, previsíveis, com base na farmacologia dos dois fármacos. Consequentemente, recomenda-se que os medicamentos que contenham ergotamina ou compostos do mesmo tipo (por exemplo, dihidroergotamina) não sejam administrados no intervalo de 24 horas após a administração do eletriptano. Reciprocamente, o eletriptano só pode ser administrado após terem decorrido, pelo menos, 24 horas após a administração de um medicamento contendo ergotamina. - Cafeína

Eltrombopag Cafeína
Observações: n.d.Interacções: Efeitos do eltrombopag noutros medicamentos: Substratos do citocromo P450: Em estudos utilizando microssomas hepáticos humanos, o eltrombopag (até 100 µM) não mostrou inibição in vitro das enzimas CYP450 1A2, 2A6, 2C19, 2D6, 2E1, 3A4/5 e 4A9/11 e foi inibidor do CYP2C8 e CYP2C9, medido utilizando paclitaxel e diclofenac como substratos sonda. A administração durante 7 dias de 75 mg uma vez por dia de eltrombopag a 24 homens saudáveis não inibiu ou induziu o metabolismo dos substratos sonda para 1A2 (cafeína), 2C19 (omeprazol), 2C9 (flurbiprofeno), ou 3 A4 (midazolam) nos humanos. Não se esperam interações clinicamente significativas com a administração concomitante de eltrombopag e substratos CYP450. - Cafeína

Glecaprevir + Pibrentasvir Cafeína
Observações: n.d.Interacções: Foram realizados estudos adicionais de interação medicamentosa com os seguintes medicamentos que não revelaram interações clinicamente significativas com Glecaprevir / Pibrentasvir: Abacavir, amlodipina, buprenorfina, cafeína, dextrometorfano, dolutegravir, emtricitabina, felodipina, lamivudina, lamotrigina, metadona, midazolam, naloxona, noretindrona ou outros Contracetivos contendo apenas progestagénios, rilpivirina, tenofovir alafenamida e tolbutamida. - Cafeína

Lítio Cafeína
Observações: n.d.Interacções: Os níveis séricos de lítio podem diminuir devido ao aumento da depuração do lítio no caso de administração concomitante de um dos seguintes fármacos: - Diuréticos osmóticos e inibidores da anidrase carbónica - Xantinas (teofilina, cafeína) - Bicarbonato de sódio - Calcitonina - Cafeína

Pazopanib Cafeína
Observações: n.d.Interacções: Efeitos do pazopanib noutros medicamentos: Estudos de farmacologia clínica com 800 mg de pazopanib uma vez por dia demonstraram que o pazopanib não tem um efeito clínico relevante na farmacocinética da cafeína (substrato sonda do CYP1A2), da varfarina (substrato sonda do CYP2C9), ou do omeprazol (substrato sonda do CYP2C19) em doentes com cancro. - Cafeína

Ribociclib Cafeína
Observações: n.d.Interacções: Substâncias que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas por Ribociclib: A coadministração de cafeína (substrato da CYP1A2) com doses múltiplas de Ribociclib (400 mg) aumentou a exposição de cafeína em 20% (1,20 vezes) em indivíduos saudáveis, comparativamente com a administração de cafeína isoladamente. Com a dose clinicamente relevante de 600 mg, as simulações utilizando modelos PBPK prevê-se apenas efeitos inibitórios fracos de ribociclib sobre substratos da CYP1A2 (aumento <2 vezes na AUC). - Cafeína

Fluvoxamina Cafeína
Observações: n.d.Interacções: CYP1A2: Assim, doentes que consomem elevadas quantidades de bebidas contendo cafeína deverão reduzir a sua ingestão quando em tratamento com fluvoxamina e se observarem efeitos adversos à cafeína (tremor, palpitações, náusea, intranquilidade, insónia). - Cafeína

Guselcumab Cafeína
Observações: okInteracções: interações com substratos CYP450 Num estudo de Fase 1 realizado em doentes com psoríase em placas, moderada a grave, as alterações nas exposições sistémicas (Cmax e AUCinf) de midazolam, S-varfarina, omeprazol, dextrometorfano e cafeína após uma dose única de guselcumab não foram clinicamente relevantes, indicando que as interações medicamentosas entre guselcumab e os substratos de várias enzimas CYP (CYP3A4, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP1A2) são improváveis. Não é necessário ajuste posológico na administração concomitante de guselcumab e substratos CYP450. - Cafeína

Dexametasona + Ofloxacina Cafeína
Observações: n.d.Interacções: Foi demonstrado que a administração sistémica de algumas quinolonas inibe a clearance metabólica da cafeína. Estudos de interação conduzidos com ofloxacina sistémica demonstraram que a clearance metabólica da cafeína não são significativamente afetadas pela ofloxacina. Embora tenha havido relatos de um aumento da prevalência de toxicidade a nível do Sistema Nervoso Central (SNC) com doses sistémicas de fluoroquinolonas quando utilizadas conjuntamente com anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), esta situação não foi reportada com a utilização concomitante de AINEs e ofloxacina. - Cafeína

Canabidiol Cafeína
Observações: n.d.Interacções: Potencial de canabidiol afectar outros medicamentos Substratos de CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, UGT1A9 e UGT2B7 Os dados in vitro preveem interações medicamentosas com substratos de CYP1A2 (por exemplo, teofilina, cafeína), substratos de CYP2B6 (por exemplo, bupropiona, efavirenz), uridina 5'-difosfato glucuronosiltransferase 1A9 (UGT1A9) (por exemplo, diflunisal, propofol, fenofibrato) e UGT2B (por exemplo, gemfibrozil, morfina, lorazepam) quando coadministrados com canabidiol. Também se prevê que a coadministração de canabidiol provoque interações clinicamente significativas com substratos de CYP2C8 (repaglinida) e CYP2C9 (por exemplo, varfarina). Os dados in vitro demonstraram que o canabidiol inibe o CYP2C19, o que poderá provocar o aumento de concentrações plasmáticas de medicamentos que são metabolizados por esta isoenzima, como clobazam e omeprazol. A redução da dose deverá ser considerada para os medicamentos concomitantes que sejam substratos de CYP2C19 sensíveis ou que tenham um índice terapêutico estreito. Devido ao potencial de inibição de atividade enzimática, a redução da dose de substratos de UGT1A9, UGT2B7, CYP2C8, e CYP2C9 deverá ser considerada, conforme clinicamente relevante, caso sejam observadas reações adversas quando administrados concomitantemente com canabidiol. Devido ao potencial da indução e da inibição de atividade enzimática, deverá considerar-se o ajuste da dose de substratos de CYP1A2 e CYP2B6, conforme clinicamente adequado. - Cafeína

Ácido ibandrónico + Carbonato de cálcio + Colecalciferol Cafeína
Observações: n.d.Interacções: A absorção de cálcio diminuiu em: álcool, cafeína, tabaco e dietas ricas em fibras ou fitatos (farelo e cereais). - Cafeína

Dextrometorfano + Fenilpropanolamina Cafeína
Observações: n.d.Interacções: Cafeína / teofilina A fenilpropanolamina pode aumentar a concentração plasmática de cafeína e teofilina, aumentando a seus efeitos estimulantes (nervosismo, irritabilidade, insónia, tremor). - Cafeína

Ácido acetilsalicílico + Paracetamol + Codeína Cafeína
Observações: n.d.Interacções: A cafeína poderá potenciar o efeito inotrópico dos agentes beta-adrenérgicos. - Cafeína

Acalabrutinib Cafeína
Observações: Acalabrutinib e o seu metabolito activo são metabolizados principalmente pela enzima 3A4 do citocromo P450 (CYP3A4), e ambas as substâncias são substratos para a P-gp e a proteína de resistência do cancro da mama (BCRP).Interacções: Substâncias ativas cuja concentração plasmática pode ser alterada por Acalabrutinib Efeito de acalabrutinib em substratos da CYP1A2 Estudos in vitro indicam que acalabrutinib induz a CYP1A2. A administração concomitante de acalabrutinib com substratos da CYP1A2 (e.g. teofilina, cafeína) pode diminuir a sua exposição. - Cafeína

Ambroxol + Guaifenesina Cafeína
Observações: n.d.Interacções: Ambroxol + Guaifenesina pode interagir com a cafeína. Portanto, evite ou limite a ingestão de bebidas, alimentos ou suplementos dietéticos com cafeína com Ambroxol + Guaifenesina, pois pode aumentar o risco de efeitos adversos. - Cafeína

Ciprofloxacina + Ornidazol Cafeína
Observações: n.d.Interacções: Pode ter interação com medicamentos contendo cafeína. - Cafeína

Tiratricol Cafeína
Observações: n.d.Interacções: Psicoestimulantes: A administração de psicoestimulantes (por ex., cafeína, inibidores da recaptação de noradrenalinadopamina [IRNDs] e anfetaminas) em associação com doses elevadas de tiratricol pode levar ao aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial. A utilização concomitante de psicoestimulantes e tiratricol não é recomendada. - Cafeína

Voxelotor Cafeína
Observações: n.d.Interacções: O voxelotor não alterou a exposição sistémica da cafeína (substrato da CYP1A2). - Cafeína

Clorofenamina + Paracetamol Cafeína
Observações: n.d.Interacções: Podem ocorrer interações entre o paracetamol e cafeína. - Cafeína

Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.
Os estudos em animais mostraram que a cafeína, em doses elevadas, é embriotóxica e teratogénica.
Estes efeitos não são relevantes no que respeita à administração de curto prazo na população de lactentes prematuros.
A cafeína é excretada no leite materno e atravessa rapidamente a placenta para entrar na circulação fetal. As mães que estejam a amamentar recém-nascidos tratados com citrato de cafeína não devem ingerir alimentos, bebidas ou medicamentos que contenham cafeína. Em recém-nascidos cujas mães consumiram grandes quantidades de cafeína antes do parto, devem determinar-se as concentrações plasmáticas iniciais de cafeína antes de se começar o tratamento com citrato de cafeína.
Dopping: Estimulantes específicos. Esta substância está incluída no Programa de monitorização para 2016 e não é considerada Substância Proibida
Os estudos em animais mostraram que a cafeína, em doses elevadas, é embriotóxica e teratogénica.
Estes efeitos não são relevantes no que respeita à administração de curto prazo na população de lactentes prematuros.
A cafeína é excretada no leite materno e atravessa rapidamente a placenta para entrar na circulação fetal. As mães que estejam a amamentar recém-nascidos tratados com citrato de cafeína não devem ingerir alimentos, bebidas ou medicamentos que contenham cafeína. Em recém-nascidos cujas mães consumiram grandes quantidades de cafeína antes do parto, devem determinar-se as concentrações plasmáticas iniciais de cafeína antes de se começar o tratamento com citrato de cafeína.
Dopping: Estimulantes específicos. Esta substância está incluída no Programa de monitorização para 2016 e não é considerada Substância Proibida
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 24 de Março de 2026