Cafeína

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência no Dopping Uso Hospitalar DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica) DCI/Medicamento Órfão
O que é
A cafeína é um composto químico de fórmula C8H10N4O2 – classificado como alcalóide do grupo das xantinas e designado quimicamente como 1,3,7-trimetilxantina.

Está presente em certas plantas e é usada para o consumo em bebidas, na forma de infusão, como estimulante.

A cafeína apresenta-se sob a forma de um pó branco ou pequenas agulhas, que derretem a 238 °C e sublimam a 178 °C, em condições normais de temperatura e pressão.

É extremamente solúvel em água quente, não tem cheiro e apresenta sabor amargo.

Entre o grupo das xantinas (que incluem a teofilina e a teobromina) a cafeína é a que mais atua sobre o sistema nervoso central.

Actua ainda sobre o metabolismo basal e aumenta a produção de suco gástrico.

Doses terapêuticas de cafeína estimulam o coração aumentando a sua capacidade de trabalho, produzindo também dilatação dos vasos periféricos.

Uma xícara média de café contém, em média, 100 mg de cafeína.

Já numa xícara de chá ou num copo de alguns refrigerantes encontram-se cerca de 40 miligramas da substância.

A sua rápida ação estimulante faz dela um poderoso antídoto à depressão respiratória em consequência de intoxicação por drogas como a morfina e barbitúricos.

A ingestão excessiva pode provocar, em algumas pessoas, efeitos negativos como irritabilidade, ansiedade, dor de cabeça e insónia.

Os portadores de arritmia cardíaca devem evitar até mesmo dosagens moderadas, ainda que eventuais, da substância.

Altas doses de cafeína excitam demasiadamente o sistema nervoso central, inclusive os reflexos medulares, podendo ser letal.

Estudos demonstraram que a dose letal para o homem é, em média, de 10g.

Uma equipa da Universidade Johns Hopkins em Baltimore, Maryland, descobriu que a cafeína estimula certas memórias, pelo menos até 24 horas após o consumo.

Segundo o estudo, publicado na revista Nature Neuroscience, a cafeína tem um efeito positivo sobre a memória a longo prazo em humanos.
Usos comuns
Restauração de alerta mental ou vigília se estiver a sentir fadiga ou sonolência.

Também pode ser usada para outras condições, tal como determinado pelo médico.
Tipo
pequena molécula
História
Sem informação.
Indicações
Para a gestão de fadiga, hipotensão ortostática, e para o tratamento a curto prazo da apneia da prematuridade em recém-nascidos.
Classificação CFT
n.d.     n.d.
Mecanismo De Ação
A cafeína estimula os centros respiratórios medular, vagal, vasomotor, promovendo bradicardia, vasoconstrição e aumento da frequência respiratória.

Acreditava-se previamente que esta acçãoera devido, principalmente, ao aumento intracelular cíclico 3 ', 5'-monofosfato de adenosina cíclico (AMP cíclico), a seguir à inibição da fosfodiesterase, a enzima que degrada o AMP cíclico.

Pensa-se agora que as xantinas, tais como a cafeína, actuam como antagonistas nos receptores da adenosina-dentro da membrana do plasma de praticamente todas as células.

Como a adenosina age como um autocóide, inibindo a libertação de neurotransmissores a partir de locais pré-sinápticos, mas aumentando as acções de norepinefrina ou angiotensina, o antagonismo dos receptores de adenosina promove a libertação do neurotransmissor.

Isto explica os efeitos estimulantes da cafeína.

O bloqueio do receptor de adenosina A1 no coração leva à aceleração, "batimento" pronunciado do coração mediante o consumo de cafeína.
Posologia Orientativa
Fadiga/Sonolência:
Adultos e crianças (acima de 12 anos de idade): administrar 100 a 200 mg a cada 3 a 4 horas, conforme necessário.

Apnéia da Prematuridade:
Prematuros Dose (citrato de cafeína): IV 20 mg/kg (1 ml/kg) mais de 30 min uma vez.

A dose de manutenção (citrato de cafeína): IV (ao longo de 10 min) ou PO 5 mg/kg (0,25 mL/kg) a cada 24 h.
Administração
Via intravenosa; Via oral.
Contraindicações
Não use cafeína se:
– é alérgico a qualquer ingrediente da cafeína.

Deve contactar o médico ou profissional de saúde imediatamente se algum destes casos se aplicar a si.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Todos os medicamentos podem causar efeitos colaterais, mas muitas pessoas não os têm, ou são menores.

Deve contactar o médico se qualquer destes efeitos secundários mais comuns persistirem ou se tornarem incómodos:
- Tonturas, irritabilidade, náuseas, nervosismo.

Procurar ajuda médica imediatamente se algum destes efeitos secundários graves ocorrerem:
- Reacções alérgicas graves (rash, urticária, comichão, dificuldade em respirar; aperto no peito, inchaço da boca, face, lábios ou língua), diarreia, tremores; problemas para dormir; vómitos.

Esta não é a lista completa de todos os efeitos secundários, podendo ocorrer outros.

Se tiver dúvidas sobre os efeitos colaterais, deve entrar em contato com o clínico de saúde.

Deve pedir aconselhamento médico sobre efeitos secundários.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Usada com moderação não representa risco para o feto; em doses altas pode produzir aborto espontâneo, baixo peso de nascimento e redução do perímetro craneano. Ausência de risco fetal, demonstrada em experimentação animal ou em estudos humanos. Trimestre: 1º, 2º e 3º
Aleitamento
Aleitamento:Irritabilidade, alterações do sono por eliminação lenta; não há efeito com ingestão moderada (1-3 cafés/ dia).
Dopping
Dopping:Dopping: Estimulantes específicos. Esta substância está incluída no Programa de Monitorização para 2016 e não é considerada Substância Proibida
Precauções Gerais
- A cafeína pode causar tonturas.

Não deve conduzir, utilizar máquinas, ou fazer qualquer outra coisa que possa ser perigosa até saber como reage à cafeína.

A cafeína sozinha, com alguns outros medicamentos, ou com álcool pode diminuir a capacidade de conduzir ou realizar outras tarefas potencialmente perigosas.

- Evitar grandes quantidades de alimentos e bebidas, como café, chá, cacau, bebidas de cola e chocolate que contêm cafeína.

Isso inclui quaisquer medicamentos que contenham cafeína.

- A cafeína não deve ser utilizada como um substituto para o sono.

- Pacientes com diabetes - a cafeína pode afetar o açúcar no sangue.

Controlar de perto os níveis de açúcar no sangue e perguntar ao médico antes de ajustar a dose do seu medicamento para os diabetes.

- Não se recomenda o uso da cafeína em crianças menores de 12 anos de idade.

A segurança e eficácia neste grupo etário não foram confirmadas.

- Gravidez e aleitamento: Se engravidar durante a toma de cafeína, discuta com o médico os benefícios e os riscos do uso de cafeína durante a gravidez.

Não se sabe se a cafeína é excretada no leite materno.

Se está ou vai amamentar enquanto estiver a tomar a cafeína, consulte o médico ou farmacêutico para discutir os riscos para o seu bebé.

Quando usado por longos períodos de tempo ou em doses elevadas, algumas pessoas desenvolvem a necessidade de continuar a tomar cafeína.

Isto é conhecido como dependência ou vício.

Se parar de repente de tomar cafeína pode experimentar sintomas de abstinência, incluindo tonturas, dor de cabeça, cansaço, irritabilidade, tensão muscular, ou náusea.
Cuidados com a Dieta
A cafeína pode ser tomada com ou sem alimentos.
Terapêutica Interrompida
Se esquecer uma dose de cafeína, e estiver a tomá-la regularmente, deve tomá-la o mais rápido possível.

Se já passaram várias horas ou se se aproxima da hora da próxima dose, não duplicar a dose para a alcançar, a menos que aconselhado pelo médico.

Não tomar duas doses de uma só vez.
Cuidados no Armazenamento
Guardar a cafeína a temperatura ambiente, entre 59 e 86 graus F (15 e 30 graus C), num recipiente bem fechado.

Armazenar longe do calor, humidade e luz.

Não armazenar na casa de banho.

Manter cafeína fora do alcance de crianças e longe de animais de estimação.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginseng + Cafeína

Observações: Existe evidência limitada para quaisquer interações estabelecidas, com a maioria dos dados derivados de estudos de laboratório e em voluntários saudáveis. Existem poucos relatos de casos. No entanto, usar o ginseng com cautela com os seguintes medicamentos: medicamentos antidiabéticos/insulina, medicamentos antipsicóticos, cafeína e outros estimulantes, furosemida, imatinib, inibidores da monoaminoxidase e nifedipina. Relatos de interações com varfarina e antivirais revelaram-se conflitantes.
Interações: Indicações/Ações terapêuticas: estado de fadiga física e mental, adaptógeno. Padronização/Marcador: ginsenosídeos (dose diária: 5mg a 30 mg de ginsenosídeos totais [Rb1 , Rg1]).

Interações medicamentosas: Estudos em humanos sugerem que o ginseng poderá reduzir a ação anticoagulante da varfarina e aumentar o risco de sangramentos quando utilizado com ácido acetilsalicílico, heparina, clopidogrel além de antiinflamatórios não esteroidais como ibuprofeno e naproxeno. Estudos in vitro mostraram que muitos componentes do P. ginseng inibem a formação do Tromboxano A2 e, consequentemente, a agregação plaquetária.

Poderá diminuir os teores de açúcar no sangue e este efeito poderá ser intenso em diabéticos o que demanda maiores cuidados ao usuário de medicamento hipoglicemiante. O ginseng poderá desencadear efeitos estrogenicos e o seu uso tem sido associado a relatos de sensibilidade de mama, falha de períodos menstruais, sangramentos vaginais pós-menopausa, aumento de mama em homens, dificuldade em conseguir e manter a ereção ou aumento da libido.

O uso de ginseng com antidepressivos inibidores da monoaminoxidase poderá desencadear tremores, cefaléias e insónias. Baseado em relatos clínicos o ginseng poderá alterar pressão sanguínea ou a efetividade de medicamentos cardíacos, incluindo bloqueadores de canais de cálcio. Teoricamente, o ginseng poderá interferir no metabolismo de drogas que usam o sistema enzimático hepático P450 e a consequência será a elevação da concentração destas drogas no sangue podendo aumentar o efeito ou intensificar reações adversas sérias; poderá, também, aumentar o efeito estimulante de café, chás, chocolate, cafeína, entre outros. Acrescido a isto, baseado em relatos clínicos o uso de ginseng poderá aumentar ou diminuir a pressão sanguínea; neste aspeto, muita cautela deverá ser empregada na administração com plantas que ou aumentam ou diminuem a pressão sanguínea.

O efeito analgésico de opióides poderá ser inibido se o ginseng for utilizado. Uma interação positiva foi avaliada em voluntários sadios através da utilização de ginseng conjuntamente ao ginkgo, demonstrando ser mais efetiva no aumento da função cognitiva do que cada droga quando administrada individualmente.

O ginseng não é recomendado a mulheres grávidas ou em fase de amamentação; há relato de morte neonatal e o desenvolvimento de características masculinas em bebé do sexo feminino após a mãe ter utilizado ginseng durante a gravidez.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ginseng + Cafeína

Observações: Existe evidência limitada para quaisquer interações estabelecidas, com a maioria dos dados derivados de estudos de laboratório e em voluntários saudáveis. Existem poucos relatos de casos. No entanto, usar o ginseng com cautela com os seguintes medicamentos: medicamentos antidiabéticos/insulina, medicamentos antipsicóticos, cafeína e outros estimulantes, furosemida, imatinib, inibidores da monoaminoxidase e nifedipina. Relatos de interações com varfarina e antivirais revelaram-se conflitantes.
Interações: Indicações/Ações terapêuticas: estado de fadiga física e mental, adaptógeno. Padronização/Marcador: ginsenosídeos (dose diária: 5mg a 30 mg de ginsenosídeos totais [Rb1 , Rg1]).

Interações medicamentosas: Estudos em humanos sugerem que o ginseng poderá reduzir a ação anticoagulante da varfarina e aumentar o risco de sangramentos quando utilizado com ácido acetilsalicílico, heparina, clopidogrel além de antiinflamatórios não esteroidais como ibuprofeno e naproxeno. Estudos in vitro mostraram que muitos componentes do P. ginseng inibem a formação do Tromboxano A2 e, consequentemente, a agregação plaquetária.

Poderá diminuir os teores de açúcar no sangue e este efeito poderá ser intenso em diabéticos o que demanda maiores cuidados ao usuário de medicamento hipoglicemiante. O ginseng poderá desencadear efeitos estrogenicos e o seu uso tem sido associado a relatos de sensibilidade de mama, falha de períodos menstruais, sangramentos vaginais pós-menopausa, aumento de mama em homens, dificuldade em conseguir e manter a ereção ou aumento da libido.

O uso de ginseng com antidepressivos inibidores da monoaminoxidase poderá desencadear tremores, cefaléias e insónias. Baseado em relatos clínicos o ginseng poderá alterar pressão sanguínea ou a efetividade de medicamentos cardíacos, incluindo bloqueadores de canais de cálcio. Teoricamente, o ginseng poderá interferir no metabolismo de drogas que usam o sistema enzimático hepático P450 e a consequência será a elevação da concentração destas drogas no sangue podendo aumentar o efeito ou intensificar reações adversas sérias; poderá, também, aumentar o efeito estimulante de café, chás, chocolate, cafeína, entre outros. Acrescido a isto, baseado em relatos clínicos o uso de ginseng poderá aumentar ou diminuir a pressão sanguínea; neste aspeto, muita cautela deverá ser empregada na administração com plantas que ou aumentam ou diminuem a pressão sanguínea.

O efeito analgésico de opióides poderá ser inibido se o ginseng for utilizado. Uma interação positiva foi avaliada em voluntários sadios através da utilização de ginseng conjuntamente ao ginkgo, demonstrando ser mais efetiva no aumento da função cognitiva do que cada droga quando administrada individualmente.

O ginseng não é recomendado a mulheres grávidas ou em fase de amamentação; há relato de morte neonatal e o desenvolvimento de características masculinas em bebé do sexo feminino após a mãe ter utilizado ginseng durante a gravidez.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Hortelã-pimenta ou Menta + Cafeína

Observações: Óleo de hortelã-pimenta pode influenciar o metabolismo de certos fármacos (incluindo a felodipina e sinvastatina), e aumenta as reacções adversas. A absorção de cafeína pode ser retardada por mentol.
Interações: Indicações/Ações terapêuticas: Carminativo, expectorante e cólicas intestinais. Padronização/Marcador: mentol 30%-55% e mentona 14%-32% (dose diária: 0,2 a 0,8 g de óleo).

Interações medicamentosas: Estudos recentes em modelos animais relatam que a absorção de ferro pelas proteínas sangüíneas foi inibida quando chás de hortelã-pimenta foram administrados, o que pode exige precaução na administração desta droga em pacientes anêmicos ou crianças. Outros estudos relatam que quando administrada por via oral poderá aumentar os níveis sanguíneos de drogas como a felodipino, e sinvastatina.

Em animais, o óleo aumentou os níveis de ciclosporina no sangue, embora, os efeitos em humanos não sejam claros. Baseado, também, em experimentos em animais, o óleo de hortelã usado na pele com 5-fluoruracil, poderá intensificar a velocidade de absorção deste último.

Estudos em laboratório demonstram que o óleo de hortelã interfere no sistema enzimático hepático citocromo P450 e, como conseqüência, os níveis de outras drogas administradas, concomitantemente, poderão se elevar no sangue promovendo intensificação dos efeitos ou potencializando reações adversas sérias. Algumas drogas como camomila, alcaçuz, equinácea, hipérico, entre outras, se utilizadas conjuntamente à hortelã, poderão ser afetadas.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Hortelã-pimenta ou Menta + Cafeína

Observações: Óleo de hortelã-pimenta pode influenciar o metabolismo de certos fármacos (incluindo a felodipina e sinvastatina), e aumenta as reacções adversas. A absorção de cafeína pode ser retardada por mentol.
Interações: Indicações/Ações terapêuticas: Carminativo, expectorante e cólicas intestinais. Padronização/Marcador: mentol 30%-55% e mentona 14%-32% (dose diária: 0,2 a 0,8 g de óleo).

Interações medicamentosas: Estudos recentes em modelos animais relatam que a absorção de ferro pelas proteínas sangüíneas foi inibida quando chás de hortelã-pimenta foram administrados, o que pode exige precaução na administração desta droga em pacientes anêmicos ou crianças. Outros estudos relatam que quando administrada por via oral poderá aumentar os níveis sanguíneos de drogas como a felodipino, e sinvastatina.

Em animais, o óleo aumentou os níveis de ciclosporina no sangue, embora, os efeitos em humanos não sejam claros. Baseado, também, em experimentos em animais, o óleo de hortelã usado na pele com 5-fluoruracil, poderá intensificar a velocidade de absorção deste último.

Estudos em laboratório demonstram que o óleo de hortelã interfere no sistema enzimático hepático citocromo P450 e, como conseqüência, os níveis de outras drogas administradas, concomitantemente, poderão se elevar no sangue promovendo intensificação dos efeitos ou potencializando reações adversas sérias. Algumas drogas como camomila, alcaçuz, equinácea, hipérico, entre outras, se utilizadas conjuntamente à hortelã, poderão ser afetadas.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Maracujá + Cafeína

Observações: N.D.
Interações: Indicações/Ações terapêuticas: sedativo. Padronização/Marcador: Flavonóides totais expressos na forma de isovitexina ou vitexina (dose diária: 25 a 100 mg de vitexina/isovitexina).

Interações medicamentosas: O maracujá possui em sua constituição frações alcaloídicas, derivados do indol, como harmana, harmina; e porções flavonoídicas, vitexina, isvitexina. Tais frações promovem ações depressoras inespecíficas do sistema nervoso central contribuindo, assim, para a ação sedativa e tranqüilizante; em conseqüência, pode interagir com hipnóticos e ansiolíticos, intensificando suas ações. Fundamentado em pesquisas com animais, o uso desta droga com álcool ou outras drogas sedativas-hipnóticas poderá aumentar a intensidade de sonolência de benzodiazepínicos como o lorazepam ou diazepam, barbitúricos como o fenobarbital, narcóticos como a codeína, alguns antidepressivos e álcool.
O uso desta planta com drogas inibidoras da monoamino oxidase (isocarboxazida, fenelzina e tranilcipromina) poderá causar efeito aditivo.
Teoricamente, poderá ocorrer sangramento se o maracujá for administrado, concomitantemente, com aspirina, varfarina ou heparina e, antiplaquetários como clopidogrel e, ainda, com drogas antiinflamatórias não esteroidais como o ibuprofeno e o naproxeno. Estudos ainda propõem que o uso de passiflora com cafeína, guaraná ou efedra poderá causar de aumento da pressão arterial.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido pipemídico + Cafeína

Observações: N.D.
Interações: Xantinas (cafeína, teofilina) estudos que não está registado diminuiu eliminação das xantinas, com possível aumento de toxicidade, inibindo o seu metabolismo hepático.

Adenosina + Cafeína

Observações: A adenosina pode interferir com medicamentos com tendência para interferir com a condução cardíaca.
Interações: A aminofilina, a teofilina e as outras xantinas, como a cafeína, são antagonistas competitivos da adenosina e devem ser evitadas durante as 24 horas anteriores ao uso de Adenosina.

Alogliptina + Cafeína

Observações: A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Estudos in vitro sugerem que a alogliptina não inibe nem induz as isoformas do CYP 450 em concentrações obtidas com a dose recomendada de 25 mg de alogliptina. Por conseguinte, não é esperada nem foi observada interação com substratos das isoformas do CYP 450. Em estudos in vitro, constatou-se que a alogliptina não é um substrato nem um inibidor dos principais transportadores associados à disposição do fármaco no rim: transportador aniónico orgânico 1, transportador aniónico orgânico 3 ou transportador catiónico orgânico 2 (OCT2).
Interações: Efeitos da alogliptina sobre outros medicamentos: Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contracetivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interação com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Aminofilina + Cafeína

Observações: N.D.
Interações: A Aminofilina (Teofilina Etilenodiamina) aumenta os efeitos de medicamentos contendo xantinas (cafeína) e dos β-simpaticomiméticos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cafeína + Antagonistas dos Receptores H2 da Histamina

Observações: N.D.
Interações: Dado que o excesso de crescimento bacteriano nos intestinos está associado à presença de enterocolite necrosante, a coadministração de citrato de cafeína com medicamentos que suprimam a secreção de ácido gástrico (bloqueadores antihistamínicos dos recetores H2 ou inibidores da bomba de protões) pode, em teoria, aumentar o risco de enterocolite necrosante.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Cafeína + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Embora existam poucos dados sobre as interações entre a cafeína e outras substâncias ativas em recém-nascidos prematuros, podem ser necessárias doses inferiores de citrato de cafeína após coadministração de substâncias ativas que se saiba reduzirem a eliminação da cafeína em adultos (por exemplo, a cimetidina e o cetoconazol) e doses mais elevadas de citrato de cafeína após coadministração de substâncias ativas que aumentem a eliminação da cafeína (por exemplo, o fenobarbital e a fenitoína). Em caso de dúvida sobre as possíveis interações, devem determinar-se as concentrações plasmáticas de cafeína.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Cafeína + Cimetidina

Observações: N.D.
Interações: Embora existam poucos dados sobre as interações entre a cafeína e outras substâncias ativas em recém-nascidos prematuros, podem ser necessárias doses inferiores de citrato de cafeína após coadministração de substâncias ativas que se saiba reduzirem a eliminação da cafeína em adultos (por exemplo, a cimetidina e o cetoconazol) e doses mais elevadas de citrato de cafeína após coadministração de substâncias ativas que aumentem a eliminação da cafeína (por exemplo, o fenobarbital e a fenitoína). Em caso de dúvida sobre as possíveis interações, devem determinar-se as concentrações plasmáticas de cafeína.

Cafeína + Doxapram

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante de cafeína e doxapram pode potenciar os seus efeitos estimulantes sobre o sistema cardiorrespiratório e sobre o sistema nervoso central. Quando a administração concomitante for indicada, deverá monitorizar-se cuidadosamente o ritmo cardíaco e a tensão arterial.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Cafeína + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Embora existam poucos dados sobre as interações entre a cafeína e outras substâncias ativas em recém-nascidos prematuros, podem ser necessárias doses inferiores de citrato de cafeína após coadministração de substâncias ativas que se saiba reduzirem a eliminação da cafeína em adultos (por exemplo, a cimetidina e o cetoconazol) e doses mais elevadas de citrato de cafeína após coadministração de substâncias ativas que aumentem a eliminação da cafeína (por exemplo, o fenobarbital e a fenitoína). Em caso de dúvida sobre as possíveis interações, devem determinar-se as concentrações plasmáticas de cafeína.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Cafeína + Fenobarbital

Observações: N.D.
Interações: Embora existam poucos dados sobre as interações entre a cafeína e outras substâncias ativas em recém-nascidos prematuros, podem ser necessárias doses inferiores de citrato de cafeína após coadministração de substâncias ativas que se saiba reduzirem a eliminação da cafeína em adultos (por exemplo, a cimetidina e o cetoconazol) e doses mais elevadas de citrato de cafeína após coadministração de substâncias ativas que aumentem a eliminação da cafeína (por exemplo, o fenobarbital e a fenitoína). Em caso de dúvida sobre as possíveis interações, devem determinar-se as concentrações plasmáticas de cafeína.

Cafeína + Indutores do CYP1A2

Observações: N.D.
Interações: O citocromo P450 1A2 (CYP1A2) é o principal complexo enzimático envolvido no metabolismo da cafeína em seres humanos. Por conseguinte, a cafeína pode interagir com substâncias ativas que constituam substratos do CYP1A2, inibir o CYP1A2 ou induzir o CYP1A2. Contudo, o metabolismo da cafeína em recém-nascidos prematuros é limitado devido à imaturidade dos seus sistemas enzimáticos hepáticos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cafeína + Inibidores da Bomba de Protões (IBP)

Observações: N.D.
Interações: Dado que o excesso de crescimento bacteriano nos intestinos está associado à presença de enterocolite necrosante, a coadministração de citrato de cafeína com medicamentos que suprimam a secreção de ácido gástrico (bloqueadores antihistamínicos dos recetores H2 ou inibidores da bomba de protões) pode, em teoria, aumentar o risco de enterocolite necrosante.

Cafeína + Inibidores do CYP1A2

Observações: N.D.
Interações: O citocromo P450 1A2 (CYP1A2) é o principal complexo enzimático envolvido no metabolismo da cafeína em seres humanos. Por conseguinte, a cafeína pode interagir com substâncias ativas que constituam substratos do CYP1A2, inibir o CYP1A2 ou induzir o CYP1A2. Contudo, o metabolismo da cafeína em recém-nascidos prematuros é limitado devido à imaturidade dos seus sistemas enzimáticos hepáticos.

Cafeína + Substratos do CYP1A2

Observações: N.D.
Interações: O citocromo P450 1A2 (CYP1A2) é o principal complexo enzimático envolvido no metabolismo da cafeína em seres humanos. Por conseguinte, a cafeína pode interagir com substâncias ativas que constituam substratos do CYP1A2, inibir o CYP1A2 ou induzir o CYP1A2. Contudo, o metabolismo da cafeína em recém-nascidos prematuros é limitado devido à imaturidade dos seus sistemas enzimáticos hepáticos.

Cafeína + Teofilina

Observações: N.D.
Interações: Em recém-nascidos prematuros, ocorre introversão entre a cafeína e a teofilina. Estas substâncias ativas não devem ser usadas concomitantemente.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbonato de lítio + Cafeína

Observações: N.D.
Interações: Os níveis séricos de lítio podem diminuir devido ao aumento da depuração do lítio no caso de administração concomitante com cafeína.

Cetoprofeno + Omeprazol + Cafeína

Observações: N.D.
Interações: Não há evidência de interacção do omeprazol com cafeína, propranolol, teofilina, metoprolol, lidocaína, quinidina, fenacetina, estradiol, amoxicilina, budesonida, diclofenac, metronidazol, naproxeno, piroxicam ou antiácidos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciprofloxacina + Cafeína

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da ciprofloxacina noutros medicamentos: Outros derivados das xantinas: Aquando da administração concomitante de ciprofloxacina e cafeína ou pentoxifilina (oxpentifilina), foram notificadas concentrações séricas elevadas destes derivados das xantinas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clozapina + Cafeína

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de fármacos que se sabe inibirem a actividade de algumas isoenzimas do citocromo P450 pode aumentar os níveis de clozapina e a dose de clozapina pode ter de ser reduzida para evitar efeitos indesejáveis. Isto é mais importante para os inibidores do CYP1A2 tais como a cafeína e inibidores selectivos da recaptação de serotonina, fluvoxamina e paroxetina (mais controverso). Uma vez que a concentração plasmática da clozapina é aumentada pela ingestão de cafeína e reduzida em aproximadamente 50% após um período de 5 dias sem cafeína, podem ser necessárias alterações na posologia de clozapina quando existe uma alteração nos hábitos de consumo de cafeína. A administração concomitante de fármacos que se sabe inibirem a actividade de algumas isoenzimas do citocromo P450 pode aumentar os níveis de clozapina e a dose de clozapina pode ter de ser reduzida para evitar efeitos indesejáveis. Isto é mais importante para os inibidores do CYP1A2 tais como a cafeína e inibidores selectivos da recaptação de serotonina, fluvoxamina e paroxetina (mais controverso). Alguns dos outros inibidores da recaptação da serotonina tais como a fluoxetina e sertralina são inibidores da CYP2D6 e, consequentemente, são menos prováveis interações farmacocinéticas importantes com a clozapina. Da mesma forma, são improváveis interações farmacocinéticas com inibidores de CYP3A4 tais como um antifúngicos azóis, cimetidina, eritromicina e inibidores de protease, apesar de algumas terem sido relatadas. Uma vez que a concentração plasmática da clozapina é aumentada pela ingestão de cafeína e reduzida em aproximadamente 50% após um período de 5 dias sem cafeína, podem ser necessárias alterações na posologia de clozapina quando existe uma alteração nos hábitos de consumo de cafeína. Substâncias inibidores do CYP1A2 (p.ex. Fluvoxamina, cafeína, ciprofloxacina): A utilização concomitante pode aumentar os níveis de clozapina. Potencial para aumentar os efeitos secundários. Deverá ser tida precaução após paragem na toma de medicamentos inibidores do CYP1A2 uma vez que irá ocorrer uma diminuição nos níveis de clozapina.

Dasabuvir + Cafeína

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Dasabuvir deve ser sempre administrado em conjunto com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Quando coadministrados, exercem efeitos recíprocos um sobre o outro. Por conseguinte, o perfil de interação dos compostos tem de ser considerado como uma associação.
Interações: Interações farmacocinéticas: Potencial para Dasabuvir afetar a farmacocinética de outros medicamentos: Os estudos de interação medicamentosa in vivo avaliaram o efeito global do tratamento de associação, incluindo o ritonavir. Transportadores específicos e as enzimas metabolizadoras que são afetados pelo dasabuvir quando associado a ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Medicamentos metabolizados pelos CYP2D6 ou CYP1A2: Dasabuvir administrado com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir não afetou as exposições ao substrato do CYP2D6/CYP1A2, a duloxetina. Não são expectáveis ajustes de dose para outros substratos do CYP1A2 (por exemplo ciprofloxacina, teofilina e cafeína) e substratos da CYP2D6 (por exemplo desipramina, metoprolol e dextrometorfano).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Eletriptano + Cafeína

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros fármacos sobre o eletriptano: Em estudos clínicos com cafeína/ergotamina, administradas por via oral 1 e 2 horas após o eletriptano, foram observados aumentos, menores mas aditivos, da tensão arterial, previsíveis, com base na farmacologia dos dois fármacos. Consequentemente, recomenda-se que os medicamentos que contenham ergotamina ou compostos do mesmo tipo (por exemplo, dihidroergotamina) não sejam administrados no intervalo de 24 horas após a administração do eletriptano. Reciprocamente, o eletriptano só pode ser administrado após terem decorrido, pelo menos, 24 horas após a administração de um medicamento contendo ergotamina.
 Sem significado Clínico

Eltrombopag + Cafeína

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do eltrombopag noutros medicamentos: Substratos do citocromo P450: Em estudos utilizando microssomas hepáticos humanos, o eltrombopag (até 100 µM) não mostrou inibição in vitro das enzimas CYP450 1A2, 2A6, 2C19, 2D6, 2E1, 3A4/5 e 4A9/11 e foi inibidor do CYP2C8 e CYP2C9, medido utilizando paclitaxel e diclofenac como substratos sonda. A administração durante 7 dias de 75 mg uma vez por dia de eltrombopag a 24 homens saudáveis não inibiu ou induziu o metabolismo dos substratos sonda para 1A2 (cafeína), 2C19 (omeprazol), 2C9 (flurbiprofeno), ou 3 A4 (midazolam) nos humanos. Não se esperam interações clinicamente significativas com a administração concomitante de eltrombopag e substratos CYP450.

Enfuvirtida + Cafeína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Não se esperam interações farmacocinéticas clinicamente significativas entre a enfuvirtida e fármacos metabolizados pelas enzimas do CYP450, administrados concomitantemente.
Interações: Influência da enfuvirtida no metabolismo dos medicamentos administrados concomitantemente: Num estudo in vivo do metabolismo da enfuvirtida no Homem, na dose recomendada de 90 mg duas vezes por dia, verificou-se que esta não inibiu o metabolismo de substractos pelo CYP3A4 (dapsona), CYP2D6 (debrisoquina), CYP1A2 (cafeína), CYP2C19 (mefenitoína) e CYP2E1 (clorzoxazona).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estiripentol + Cafeína

Observações: Não se encontra devidamente esclarecida a influência de outros medicamentos antiepilépticos na farmacocinética do estiripentol. Estudos in vitro sugeriram que o metabolismo de fase 1 do estiripentol é catalizado pela CYP1A2, CYP2C19 e CYP3A4 e possivelmente outras enzimas. É aconselhada precaução ao associar o estiripentol com outras substâncias que inibem ou induzem uma ou mais destas enzimas.
Interações: Os dados sobre o potencial inibitório de CYP1A2 são limitados e, como tal, as interações com teofilina e cafeína não podem ser excluídas devido ao aumento dos níveis plasmáticos de teofilina e cafeína que pode ocorrer através da inibição do metabolismo hepático, o que pode conduzir a toxicidade.

Fluvoxamina + Cafeína

Observações: n.d.
Interações: CYP1A2: Assim, doentes que consomem elevadas quantidades de bebidas contendo cafeína deverão reduzir a sua ingestão quando em tratamento com fluvoxamina e se observarem efeitos adversos à cafeína (tremor, palpitações, náusea, intranquilidade, insónia).
 Sem significado Clínico

Glecaprevir + Pibrentasvir + Cafeína

Observações: N.D.
Interações: Foram realizados estudos adicionais de interação medicamentosa com os seguintes medicamentos que não revelaram interações clinicamente significativas com Glecaprevir / Pibrentasvir: Abacavir, amlodipina, buprenorfina, cafeína, dextrometorfano, dolutegravir, emtricitabina, felodipina, lamivudina, lamotrigina, metadona, midazolam, naloxona, noretindrona ou outros contracetivos contendo apenas progestagénios, rilpivirina, tenofovir alafenamida e tolbutamida.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lítio + Cafeína

Observações: n.d.
Interações: Os níveis séricos de lítio podem diminuir devido ao aumento da depuração do lítio no caso de administração concomitante de um dos seguintes fármacos: - Diuréticos osmóticos e inibidores da anidrase carbónica - Xantinas (teofilina, cafeína) - Bicarbonato de sódio - Calcitonina

Metformina + Alogliptina + Cafeína

Observações: A coadministração de 100 mg de alogliptina uma vez ao dia e 1.000 mg de cloridrato de metformina duas vezes ao dia, durante 6 dias, em indivíduos saudáveis, não teve quaisquer efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da alogliptina ou da metformina. Não foram realizados estudos farmacocinéticos específicos de interação medicamentosa com este medicamento.
Interações: Efeitos da alogliptina sobre outros medicamentos: Em estudos in vitro, constatou-se que a alogliptina não é um substrato nem um inibidor dos principais transportadores associados à disposição do fármaco no rim: transportador aniónico orgânico 1, transportador aniónico orgânico 3 ou transportador catiónico orgânico 2 (OCT2). Além disso, os dados clínicos não sugerem interação com os inibidores ou substratos da glicoproteína-P. Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contracetivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interação com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2. Em indivíduos saudáveis, a alogliptina não tem qualquer efeito no tempo da protrombina ou Razão Normalizada Internacional (INR) quando administrada concomitantemente com a varfarina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metoxipsoraleno (Metoxaleno) + Cafeína

Observações: N.D.
Interações: É um potente inibidor do metabolismo da cafeína.

Metoxsaleno + Cafeína

Observações: N.D.
Interações: Está demonstrado que a depuração da cafeína e da antipirina sofre uma redução marcada após o tratamento com metoxsaleno. Por conseguinte, o consumo de outros substratos P450 pode provocar uma semivida alargada do metoxsaleno e, consequentemente, conduzir a uma fotossensibilidade prolongada, exigindo assim precauções contínuas contra a exposição à luz solar durante mais de 24 horas após o tratamento de fotoforese.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Norfloxacina + Cafeína

Observações: N.D.
Interações: Algumas quinolonas, incluindo a norfloxacina, mostraram também interferir com metabolismo da cafeína, o que pode levar a uma diminuição da depuração da cafeína e a um prolongamento da sua semi-vida plasmática.

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Cafeína

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: Interações farmacocinéticas: Potencial para Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir afetar a farmacocinética de outros medicamentos: Os estudos de interação medicamentosa in vivo avaliaram o efeito global do tratamento de associação, incluindo o ritonavir. Medicamentos metabolizados pelos CYP2D6 ou CYP1A2: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir administrado com ou sem dasabuvir não afetou as exposições do substrato do CYP2D6/CYP1A2, a duloxetina. Não são expectáveis ajustes de dose para outros substratos do CYP1A2 (por exemplo ciprofloxacina, teofilina e cafeína) e substratos da CYP2D6 (por exemplo desipramina, metoprolol e dextrometorfano).
 Sem significado Clínico

Pantoprazol + Cafeína

Observações: O pantoprazol é metabolizado no fígado pelo sistema enzimático do citocromo P450. Não se pode excluir a interacção com outros fármacos ou compostos que são metabolizados utilizando o mesmo sistema enzimático.
Interações: Não se observaram interações clinicamente significativas em testes específicos com vários fármacos ou compostos, nomeadamente carbamazepina, cafeína, diazepam, diclofenac, digoxina, etanol, glibenclamida, metoprolol, naproxeno, nifedipina, fenitoína, piroxicam, teofilina e um contracetivo oral.
 Sem significado Clínico

Pazopanib + Cafeína

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do pazopanib noutros medicamentos: Estudos de farmacologia clínica com 800 mg de pazopanib uma vez por dia demonstraram que o pazopanib não tem um efeito clínico relevante na farmacocinética da cafeína (substrato sonda do CYP1A2), da varfarina (substrato sonda do CYP2C9), ou do omeprazol (substrato sonda do CYP2C19) em doentes com cancro.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Peginterferão alfa-2b + Cafeína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeito do Peginterferão alfa-2b nos Medicamentos Administrados Concomitantemente: A potencial interação do peginterferão alfa-2b com os substratos de enzimas metabólicas foi avaliada em 3 estudos clínicos de farmacologia em dose múltipla. Nestes estudos, os efeitos de regimes de tratamento em dose múltipla com peginterferão alfa-2b foram estudados em indivíduos com Hepatite C (1, 5 mcg/semana) ou indivíduos saudáveis (1 mcg/semana ou 3 mc g/semana). A administração concomitante de peginterferão alfa-2b com cafeína ou desipramina aumentou moderadamente a exposição à cafeína e à desipramina.
 Sem significado Clínico

Pioglitazona + Alogliptina + Cafeína

Observações: A coadministração de 25 mg de alogliptina uma vez ao dia e 45 mg de pioglitazona uma vez ao dia, durante 12 dias, em indivíduos saudáveis, não teve quaisquer efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da alogliptina, da pioglitazona ou dos seus metabolitos ativos. Não foram realizados estudos farmacocinéticos específicos de interação medicamentosa com este medicamento. A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Estudos realizados no ser humano não sugerem qualquer indução do principal citocromo induzível, o P450 (1A, 2C8/9 e 3A4). Estudos in vitro não demonstraram qualquer inibição de qualquer subtipo de citocromo P450. Não são esperadas interações com substâncias metabolizadas por estas enzimas p. ex., contracetivos orais, ciclosporina, bloqueadores do canal de cálcio e inibidores da HMGCoA redutase.
Interações: Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contracetivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interação com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2.

Regadenosona + Cafeína

Observações: Não foram realizados estudos de interação com outros medicamentos.
Interações: Metilxantinas: As metilxantinas (por ex. cafeína e teofilina) são antagonistas não específicos dos recetores da adenosina e podem interferir com a atividade vasodilatadora da regadenosona. Os doentes devem evitar o consumo de medicamentos que contenham metilxantinas assim como de medicamentos que contenham teofilina durante, pelo menos, 12 horas antes da administração de Regadenosona.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ribociclib + Cafeína

Observações: n.d.
Interações: Substâncias que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas por Ribociclib: A coadministração de cafeína (substrato da CYP1A2) com doses múltiplas de Ribociclib (400 mg) aumentou a exposição de cafeína em 20% (1,20 vezes) em indivíduos saudáveis, comparativamente com a administração de cafeína isoladamente. Com a dose clinicamente relevante de 600 mg, as simulações utilizando modelos PBPK prevê-se apenas efeitos inibitórios fracos de ribociclib sobre substratos da CYP1A2 (aumento <2 vezes na AUC).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Riluzol + Cafeína

Observações: Não se realizaram estudos clínicos para avaliar as interações de riluzol com outros medicamentos.
Interações: Estudos in vitro com preparados de microssomas hepáticos humanos sugerem que o CYP1A2 é o isoenzima principal envolvido no metabolismo oxidativo inicial do riluzol. Inibidores do Citocromo CYP1A2 (p.ex. cafeína, diclofenac, diazepam, nicergolina, clomipramina, imipramina, fluvoxamina, fenacetina, teofilina, amitriptilina, e quinolonas) podem em princípio diminuir a taxa de eliminação do riluzol.

Safinamida + Cafeína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Interações medicamentosas farmacocinéticas in vivo e in vitro: Os estudos em seres humanos que avaliaram a interação de safinamida com os substratos da CYP1A2 e da CYP3A4 (cafeína e midazolam) não demonstraram quaisquer efeitos clinicamente significativos no perfil farmacocinético da safinamida. Este aspeto está em linha com os resultados dos testes in vitro nos quais não foi observada qualquer indução ou inibição significativa das enzimas CYP pela safinamida e demonstrou-se que as enzimas C YP desempenham um papel menor na biotransformação da safinamida.

Teofilina + Cafeína

Observações: N.D.
Interações: A teofilina atua sinergicamente com: - outros medicamentos contendo xantinas - bloqueadores beta com atividade simpaticomimética, - cafeína, e substâncias idênticas.

Teriflunomida + Cafeína

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas da teriflunomida sobre outras substâncias: Efeito da teriflunomida sobre o substrato do CYP1A2: Cafeína: A administração de doses repetidas de teriflunomida diminuiu a Cmax média e AUC da cafeína (substrato do CYP1A2) em 18% e 55%, respetivamente, sugerindo que a teriflunomida pode ser um indutor fraco do CYP1A2 in vivo. Por este motivo, os medicamentos metabolizados pela CYP1A2 (p.ex., duloxetina, alosetron, teofilina e tizanidina) devem ser utilizados com precaução durante o tratamento com teriflunomida, uma vez que esta pode reduzir a eficácia destes produtos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vemurafenib + Cafeína

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de vemurafenib nos substratos do CYP: Foi observada a inibição do CYP1A2 quando uma dose única de cafeína foi administrada concomitantemente após doses repetidas de vemurafenib durante 15 dias. Isto resultou num aumento médio de 2,5 vezes (máximo até 10 vezes) da exposição plasmática da cafeína após o tratamento com vemurafenib. O vemurafenib pode aumentar a exposição plasmática de substâncias predominantemente metabolizadas pelo CYP1A2, devendo ser considerado o ajuste de dose.

Vortioxetina + Cafeína

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Substratos do citocromo P450: In vitro, a vortioxetina não demonstrou nenhum potencial relevante de inibição ou indução das isoenzimas do citocromo P450. Após doses múltiplas de vortioxetina, não foi observado nenhum efeito inibitório em indivíduos saudáveis relativamente às isoenzimas do citocromo P450, CYP2C19 (omeprazol, diazepam), CYP3A4/5 (etinilestradiol, midazolam), CYP2B6 (bupropiom), CYP2C9 (tolbutamida, varfarina S-), CYP1A2 (cafeína) ou CYP2D6 (dextrometorfano). Não foram observadas interações farmacodinâmicas. Não foi observado nenhum compromisso significativo da função cognitiva, comparativamente ao placebo, após coadministração de vortioxetina com uma dose única de 10 mg de diazepam. Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos níveis de hormonas sexuais após coadministração da vortioxetina com um contracetivo oral combinado (etinilestradiol 30 μg/levonorgestrel150 μg).

Zolmitriptano + Cafeína

Observações: Como se verifica com outros agonistas dos receptores 5HT1B/1D, o zolmitriptano poderá atrasar a absorção de outros medicamentos.
Interações: Foram efectuados estudos de interacção com cafeína, ergotamina, diidroergotamina, paracetamol, metoclopramida, pizotifeno, fluoxetina, rifampicina e propranolol e não foram observadas diferenças clinicamente relevantes na farmacocinética do zolmitriptano ou do seu metabolito activo.

Guselcumab + Cafeína

Observações: ok
Interações: Interações com substratos CYP450 Num estudo de Fase 1 realizado em doentes com psoríase em placas, moderada a grave, as alterações nas exposições sistémicas (Cmax e AUCinf) de midazolam, S-varfarina, omeprazol, dextrometorfano e cafeína após uma dose única de guselcumab não foram clinicamente relevantes, indicando que as interações medicamentosas entre guselcumab e os substratos de várias enzimas CYP (CYP3A4, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP1A2) são improváveis. Não é necessário ajuste posológico na administração concomitante de guselcumab e substratos CYP450.
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.

Usar a cafeína como indicado pelo médico.

Verificar o rótulo do medicamento para instruções de dosagem exatas.

A cafeína pode ser tomada com ou sem alimentos.

Não exceder a dose recomendada ou tomar cafeína regularmente, sem consultar o médico.

Exceder a dose recomendada ou tomar cafeína regularmente pode ser um hábito que se adquire.

Se esquecer uma dose de cafeína, e estiver a tomar regularmente, deve tomá-la o mais rápido possível.

Se já passaram várias horas, ou se se aproxima da hora da próxima dose, não duplique a dose para a alcançar, a menos que aconselhado pelo médico.

Não tomar duas doses de uma só vez.

Esclarecer com o médico qualquer dúvida que possa ter sobre como tomar a cafeína.

Dopping: Estimulantes específicos. Esta substância está incluída no Programa de Monitorização para 2016 e não é considerada Substância Proibida
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017