Bupropiom (Bupropiona)

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática
O que é
O Bupropiom (Bupropiona) é um antidepressivo aminocetona unicíclico.
O mecanismo de ação terapêutica ainda não está bem compreendido, mas parece bloquear a recaptação da dopamina.

Sob a forma de cloridrato está disponível como uma ajuda para tratamento do tabagismo.
Usos comuns
O Bupropiom (Bupropiona) é utilizado para tratar a depressão.
Também é usado como parte de um programa de apoio para ajudar as pessoas a parar de fumar.

O Bupropiom pode ser usado para prevenir a depressão em doentes com distúrbio afetivo sazonal (SAD), que é por vezes chamada a depressão de inverno.
Tipo
Molécula pequena.
História
Sem informação.
Indicações
Tratamento de episódios depressivos major.

É indicado como auxiliar da cessação tabágica, em combinação com apoio motivacional, em indivíduos dependentes de nicotina.
Classificação CFT

02.13.03 : Medicamentos para o tratamento da dependência de drogas

02.09.03 : Antidepressores

Mecanismo De Ação
O bupropiom é um inibidor seletivo da recaptação neuronal das catecolaminas (noradrenalina e dopamina), com efeito mínimo na recaptação das indolaminas (serotonina) e sem efeito de inibição da monoaminoxidase.
Desconhece-se o mecanismo pelo qual o bupropiom aumenta a capacidade dos indivíduos de se absterem de fumar. No entanto, presume-se que esta ação seja mediada por mecanismos noradrenérgicos e/ou dopaminérgicos.
Desconhece-se o mecanismo de ação do bupropiom como um antidepressivo. No entanto, presume-se que esta ação seja mediada por mecanismos noradrenérgicos e/ou dopaminérgicos.
Posologia Orientativa
Na depressão: dose inicial: 200 mg/dia (2 administrações); titulação após 3 dias para 300 mg/dia (em 3 administrações).

Dose máxima: 450 mg/dia.

Na cessação do consumo de nicotina: dose inicial: 150 mg/dia (1 administração); depois 300 mg/dia (2 administrações separadas de pelo menos 8 horas).

A terapêutica deve ser iniciada 2 semanas antes do doente deixar de fumar e deve ser mantida até 12 semanas depois.
Administração
Via oral.
Contraindicações
Está contraindicado em doentes com hipersensibilidade ao bupropiom.
Está contraindicado em doentes com doença convulsiva atual ou antecedentes pessoais de convulsões.
Está contraindicado em doentes com tumor do Sistema Nervoso Central (SNC).
Está contraindicado em doentes que, em qualquer altura durante o tratamento com Bupropiom, interrompam abruptamente o consumo de álcool ou de qualquer medicamento que se saiba associado ao risco de convulsões quando suspenso (em particular benzodiazepinas ou relacionados).
Está contraindicado em doentes com diagnóstico prévio ou atual de bulimia ou anorexia nervosa.
Está contraindicado em doentes com cirrose hepática grave.
A utilização concomitante de Bupropiom e inibidores da monoaminoxidase (IMAOs) está contraindicada. Deverão decorrer pelo menos 14 dias entre a interrupção da terapêutica com IMAOs irreversíveis e o início do tratamento com Bupropiom.
Um período de 24 horas é suficiente para os IMAOs reversíveis.
Está contraindicado em doentes com história de doença bipolar devido ao facto de poder precipitar um episódio maníaco durante a fase depressiva da doença.
Não deve ser administrado em doentes que estejam a ser tratados com qualquer outro medicamento que contenha bupropiom, uma vez que a incidência das convulsões é dose dependente e para evitar sobredosagem.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Aproximadamente 1 em 1 000 pessoas que tomam Bupropiom está em risco de ter um ataque (convulsão).
A probabilidade de isto acontecer é mais elevada se exceder a dose, se tomar certos medicamentos, ou se estiver em maior risco de convulsões do que o habitual.
Se estiver preocupado fale com o seu médico.
Se tiver um ataque, diga ao médico quando tiver recuperado.
Não tome mais comprimidos.

Reações alérgicas
Algumas pessoas podem ter reações alérgicas ao Bupropiom.

Estas incluem:
- pele vermelha ou erupção da pele (semelhante a urticária), bolhas ou inchaço com comichão (urticária) na pele. Alguns tipos de erupção cutânea podem necessitar de tratamento hospitalar, especialmente se também tiver inflamação na boca ou nos olhos
- respiração anormal ou dificuldade em respirar
- inchaço nas pálpebras, lábios ou língua
- dores musculares ou nas articulações
- colapso ou perda de consciência. Se tiver algum dos sinais de reação alérgica contacte o seu médico. Não tome mais comprimidos. As reações alérgicas podem durar muito tempo. Se o seu médico lhe prescreveu algum medicamento para o alívio dos sintomas alérgicos, assegure-se que cumpre o tratamento até ao fim.

Outros efeitos secundários
Efeitos secundários muito frequentes (estes podem afetar mais de 1 em 10 pessoas):
- dificuldade em dormir, por isso deve tomar Bupropiom de manhã
- dor de cabeça
- boca seca
- sensação de mal-estar, vómitos.

Efeitos secundários frequentes (podem afetar até 1 em 10 pessoas):
- febre, tonturas, comichão, suores e erupção cutânea (por vezes devido a uma reação alérgica)
- falta de estabilidade, tremor, fraqueza, cansaço, dor no peito
- ansiedade ou agitação
- dor de barriga ou outros distúrbios (obstipação), alterações do paladar, perda do apetite (anorexia)
- aumento da pressão arterial, por vezes grave, rubor da face
- zumbidos, distúrbios visuais.

Efeitos secundários pouco frequentes (podem afetar até 1 em 100 pessoas):
- depressão
- confusão
- dificuldade de concentração
- aumento da frequência cardíaca
- perda de peso.

Efeitos secundários raros (podem afetar até 1 em 1 000 pessoas):
- convulsões.


Efeitos secundários muito raros (podem afetar até 1 em 10 000 pessoas):
- palpitações, desmaios
- agitação, rigidez muscular, movimentos não controlados, problemas em andar ou descoordenação
- inquietação, irritabilidade, hostilidade, agressividade, sonhos anómalos, formigueiro ou dormência, perda da memória
- amarelecimento da pele ou da parte branca dos olhos (icterícia) que pode ser causada pela elevação das enzimas hepáticas, hepatite
- reações alérgicas graves; erupção cutânea associada a dores musculares e nas articulações
- alterações dos níveis de açúcar no sangue
- urinar mais ou menos do que o normal
- erupções cutâneas graves que podem afetar a boca ou outras partes do corpo, e que podem originar risco de vida
- agravamento da psoríase (espessamento das placas)
- sensação de irrealidade ou de estranheza (despersonalização), ver ou ouvir coisas que não existem (alucinações), sentir ou acreditar em coisas que não existem (delírios), suspeição grave (paranoia).

Efeitos secundários de frequência desconhecida (a frequência não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis):
- pensamentos de agressão ou suicídio durante o tratamento ou logo após interromper o tratamento. Se tiver estes pensamentos, contacte o seu médico ou dirija-se a um hospital imediatamente
- perda de contacto com a realidade e incapacidade de pensar ou julgar com clareza (psicose); outros sintomas poderão incluir alucinações e/ou delírios
- diminuição do número de glóbulos vermelhos (anemia), diminuição do número de glóbulos brancos (leucopenia) e diminuição do número de plaquetas (trombocitopenia).
- diminuição dos níveis de sódio no sangue (hiponatremia)
Advertências

Sem informação.

Precauções Gerais
Bupropiom não está recomendado para pessoas com menos de 18 anos de idade.

Ataques (convulsões) Bupropiom demonstrou provocar ataques (convulsões) em cerca de 1 em 1000 pessoas.
Os ataques são mais prováveis:
- se bebe regularmente muito álcool
- se tem diabetes, para a qual utiliza insulina ou comprimidos
- se teve uma lesão grave na cabeça ou tem história de traumatismo craniano.
Se tiver um ataque (convulsão) durante o tratamento: Pare de tomar Bupropiom e não tome mais.

Poderá ter um maior risco de efeitos indesejáveis:
- se tiver problemas nos rins ou fígado
- se tiver mais de 65 anos de idade.
Poderá ter de tomar uma dose inferior e ser monitorizado cuidadosamente enquanto estiver a tomar Bupropiom.

Algumas pessoas a tomar Bupropiom tiveram alucinações ou ilusões (ver, ouvir ou acreditar em coisas que não existem), pensamentos perturbadores ou alterações extremas do humor.
Estes efeitos são mais prováveis em pessoas que tiveram problemas mentais anteriormente.
Se se sentir deprimido ou com pensamentos suicidas...
Estes sintomas afetaram pessoas a tomar Bupropiom, mais frequentemente nas primeiras semanas de tratamento.

Alguns doentes a tomar Bupropiom desenvolveram pressão arterial elevada que necessitou de tratamento.
Se já tiver pressão arterial elevada, esta poderá agravar-se.

Se a sua pressão arterial aumentar, poderá ter de deixar de tomar Bupropiom.

Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar, ou tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Poderá haver um risco maior que o habitual de convulsões se tomar:
- medicamentos para a depressão ou outros problemas mentais
- teofilina para a asma ou doença pulmonar
- tramadol, um potente analgésico
- medicamentos contra a malária
- estimulantes ou outros medicamentos para controlar o seu peso ou apetite
- esteroides (exceto cremes e loções para condições da pele ou dos olhos)
- antibióticos denominados quinolonas
- alguns tipos de anti-histamínicos principalmente utilizados para tratar alergias, os quais podem causar sonolência
- medicamentos para a diabetes.

Alguns medicamentos poderão afetar a forma como Bupropiom funciona, ou tornar mais provável que tenha efeitos indesejáveis.
Estes incluem:
- medicamentos para a depressão (como a desipramina, imipramina, paroxetina) ou outros problemas mentais (como a risperidona, tioridazina)
- medicamentos para a doença de Parkinson (como levodopa, amantadina ou orfenadrina)
- carbamazepina, fenitoína ou valproato, para tratar epilepsia ou alguns problemas mentais - alguns medicamentos para tratar o cancro (como a ciclofosfamida, ifosfamida)
- ticlopidina ou clopidogrel, principalmente utilizados para tratar doença cardíaca ou acidente vascular cerebral
- alguns bloqueadores beta (como metoprolol), principalmente utilizados para tratar a pressão arterial elevada
- alguns medicamentos para o ritmo cardíaco irregular (como a propafenona, flecainida)
- ritonavir ou efavirenz, para o tratamento da infeção por VIH.

Bupropiom pode tornar outros medicamentos menos eficazes:
- Se toma tamoxifeno usado para tratamento do cancro da mama
- Se toma digoxina para o coração
Cuidados com a Dieta
Evite o álcool. Evite as ervas de S. João. Tome, independentemente das refeições.
Terapêutica Interrompida
Se falhar uma dose de Bupropiom, salte a dose e volte ao seu esquema posológico regular. Não duplique doses.
Cuidados no Armazenamento
Conservar Bupropiom à temperatura ambiente, entre 15 e 25º centígrados, num recipiente resistente à luz bem fechado.

Armazene longe do calor, humidade e luz. Não armazene na casa de banho. Mantenha Bupropiom fora do alcance das crianças e longe dos animais de estimação.
Espectro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antidepressores (tricíclicos) + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: Inibição da recaptação de aminas nos neurónios adrenérgicos pós-ganglionares. Efeitos antimuscarínicos aditivos com fármacos antimuscarínicos. Indução do metabolismo. Susceptíveis à inibição do metabolismo pelo CYP2D6 e outras enzimas CYP450.
Interações: Reduz o metabolismo do antidepressor - Bupropiom - Bupropiom (Bupropiona)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metoprolol + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: Metoprolol é um substrato do CYP2D6. Os fármacos que inibem esta enzima podem aumentar a concentração plasmática de metoprolol.
Interações: Fármacos que podem aumentar a concentração plasmática de metoprolol: Exemplos de inibidores de CYP2D6 clinicamente significativos são os antidepressivos tais como a fluoxetina, a paroxetina ou a bupropiona. No início do tratamento com estes medicamentos em doentes a ser tratados com metoprolol, a dose de metoprolol pode necessitar de ser reduzida. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)

Observações: N.D.
Interações: Uma vez que os inibidores da monoaminoxidase A e B também estimulam as vias catecolaminérgicas por um mecanismo diferente do de bupropiom, está contraindicada a administração concomitante de Bupropiom com inibidores da monoaninoxidase (IMAO’s), uma vez que há uma probabilidade aumentada de reações adversas resultante da sua administração concomitante. Deverão decorrer, pelo menos 14 dias entre a descontinuação de IMAO’s irreversíveis e o início do tratamento com Bupropiom. Para os IMAO’s reversíveis é suficiente um período de 24 horas. - Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)
Não recomendado/Evitar

Tamoxifeno + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: A co-administração de inibidores potentes do CYP2D6 (ex. paroxetina, fluoxetina, quinidina, cincalcet ou bupropiom) deve ser evitada, uma vez que não pode ser excluída a redução da eficácia do tamoxifeno. - Bupropiom (Bupropiona)
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lumacaftor + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: A concentração de soro de bupropiona pode ser reduzida quando é combinado com Lumacaftor. - Bupropiom (Bupropiona)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bupropiom (Bupropiona) + Desipramina

Observações: N.D.
Interações: Embora não sejam metabolizados pela isoenzima CYP2D6, o bupropiom e o seu principal metabolito, hidroxibupropiom, inibem a via da CYP2D6. A coadministração de bupropiom e desipramina a voluntários saudáveis, que se sabe serem metabolizadores extensos da isoenzima CYP2D6, resultou num grande aumento (2 a 5 vezes) da Cmax e AUC da desipramina. - Desipramina
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Substratos do CYP2D6

Observações: N.D.
Interações: Embora não sejam metabolizados pela isoenzima CYP2D6, o bupropiom e o seu principal metabolito, hidroxibupropiom, inibem a via da CYP2D6. A coadministração de bupropiom e desipramina a voluntários saudáveis, que se sabe serem metabolizadores extensos da isoenzima CYP2D6, resultou num grande aumento (2 a 5 vezes) da Cmax e AUC da desipramina. A inibição da CYP2D6 manteve-se, pelo menos, durante 7 dias após a última administração de bupropiom. A terapêutica concomitante com medicamentos de estreito índice terapêutico, predominantemente metabolizados pela CYP2D6, deve ser iniciada pela dose terapêutica mais baixa do medicamento concomitante. Tais medicamentos incluem certos antidepressivos (por ex.: desipramina, imipramina), antipsicóticos (por ex.: risperidona, tioridazina), bloqueantes beta (por ex.: metoprolol), inibidores seletivos de recaptação da serotonina (SSRIs) e antiarrítmicos Tipo 1C (por ex.: propafenona, flecainida). Se Bupropiom for adicionado a um esquema terapêutico que já inclua algum destes medicamentos, deve considerar-se a necessidade de redução da dose do medicamento inicial. Nestes casos, o benefício esperado do tratamento com Bupropiom deverá ser cuidadosamente ponderado relativamente aos potenciais riscos. Os medicamentos que necessitam de ativação metabólica pela CYP2D6 para serem eficazes (e.x. tamoxifeno), podem apresentar eficácia reduzida quando administrados concomitantemente com inibidores da CYP2D6 tais como o bupropiom. Embora o citalopram (um SSRI) não seja predominantemente metabolizado pela isoenzima CYP2D6, num estudo, o bupropiom aumentou a Cmax e a AUC do citalopram em 30% e 40%, respetivamente. O bupropiom é metabolizado no seu principal metabolito ativo, hidroxibupropiom, principalmente pelo citocromo P450 CYP2B6. A administração concomitante de medicamentos que possam afetar o metabolismo do bupropiom pela isoenzima CYP2B6 (por ex. substractos da CYP2B6) ciclofosfamida, ifosfamida e inibidores da CYP2B6: orfenadrina, ticlopidina, clopidogrel), pode resultar num aumento dos níveis plasmáticos do bupropiom e numa diminuição dos níveis do metabolito ativo, hidroxibupropiom. As consequências clínicas da inibição do metabolismo do bupropiom pela enzima CYP2B6, e as alterações consequentes na razão bupropiom- hidroxibupropiom, são atualmente desconhecidas. - Substratos do CYP2D6
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Imipramina

Observações: N.D.
Interações: A terapêutica concomitante com medicamentos de estreito índice terapêutico, predominantemente metabolizados pela CYP2D6, deve ser iniciada pela dose terapêutica mais baixa do medicamento concomitante. Tais medicamentos incluem certos antidepressivos (por ex.: desipramina, imipramina), antipsicóticos (por ex.: risperidona, tioridazina), bloqueantes beta (por ex.: metoprolol), inibidores seletivos de recaptação da serotonina (SSRIs) e antiarrítmicos Tipo 1C (por ex.: propafenona, flecainida). Se Bupropiom for adicionado a um esquema terapêutico que já inclua algum destes medicamentos, deve considerar-se a necessidade de redução da dose do medicamento inicial. Nestes casos, o benefício esperado do tratamento com Bupropiom deverá ser cuidadosamente ponderado relativamente aos potenciais riscos. - Imipramina
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Risperidona

Observações: N.D.
Interações: A terapêutica concomitante com medicamentos de estreito índice terapêutico, predominantemente metabolizados pela CYP2D6, deve ser iniciada pela dose terapêutica mais baixa do medicamento concomitante. Tais medicamentos incluem certos antidepressivos (por ex.: desipramina, imipramina), antipsicóticos (por ex.: risperidona, tioridazina), bloqueantes beta (por ex.: metoprolol), inibidores seletivos de recaptação da serotonina (SSRIs) e antiarrítmicos Tipo 1C (por ex.: propafenona, flecainida). Se Bupropiom for adicionado a um esquema terapêutico que já inclua algum destes medicamentos, deve considerar-se a necessidade de redução da dose do medicamento inicial. Nestes casos, o benefício esperado do tratamento com Bupropiom deverá ser cuidadosamente ponderado relativamente aos potenciais riscos. - Risperidona
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Tioridazina

Observações: N.D.
Interações: A terapêutica concomitante com medicamentos de estreito índice terapêutico, predominantemente metabolizados pela CYP2D6, deve ser iniciada pela dose terapêutica mais baixa do medicamento concomitante. Tais medicamentos incluem certos antidepressivos (por ex.: desipramina, imipramina), antipsicóticos (por ex.: risperidona, tioridazina), bloqueantes beta (por ex.: metoprolol), inibidores seletivos de recaptação da serotonina (SSRIs) e antiarrítmicos Tipo 1C (por ex.: propafenona, flecainida). Se Bupropiom for adicionado a um esquema terapêutico que já inclua algum destes medicamentos, deve considerar-se a necessidade de redução da dose do medicamento inicial. Nestes casos, o benefício esperado do tratamento com Bupropiom deverá ser cuidadosamente ponderado relativamente aos potenciais riscos. - Tioridazina
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Bloqueadores beta-adrenérgicos (betabloqueadores)

Observações: N.D.
Interações: A terapêutica concomitante com medicamentos de estreito índice terapêutico, predominantemente metabolizados pela CYP2D6, deve ser iniciada pela dose terapêutica mais baixa do medicamento concomitante. Tais medicamentos incluem certos antidepressivos (por ex.: desipramina, imipramina), antipsicóticos (por ex.: risperidona, tioridazina), bloqueantes beta (por ex.: metoprolol), inibidores seletivos de recaptação da serotonina (SSRIs) e antiarrítmicos Tipo 1C (por ex.: propafenona, flecainida). Se Bupropiom for adicionado a um esquema terapêutico que já inclua algum destes medicamentos, deve considerar-se a necessidade de redução da dose do medicamento inicial. Nestes casos, o benefício esperado do tratamento com Bupropiom deverá ser cuidadosamente ponderado relativamente aos potenciais riscos. - Bloqueadores beta-adrenérgicos (betabloqueadores)
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Metoprolol

Observações: N.D.
Interações: A terapêutica concomitante com medicamentos de estreito índice terapêutico, predominantemente metabolizados pela CYP2D6, deve ser iniciada pela dose terapêutica mais baixa do medicamento concomitante. Tais medicamentos incluem certos antidepressivos (por ex.: desipramina, imipramina), antipsicóticos (por ex.: risperidona, tioridazina), bloqueantes beta (por ex.: metoprolol), inibidores seletivos de recaptação da serotonina (SSRIs) e antiarrítmicos Tipo 1C (por ex.: propafenona, flecainida). Se Bupropiom for adicionado a um esquema terapêutico que já inclua algum destes medicamentos, deve considerar-se a necessidade de redução da dose do medicamento inicial. Nestes casos, o benefício esperado do tratamento com Bupropiom deverá ser cuidadosamente ponderado relativamente aos potenciais riscos. - Metoprolol
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Inibidores Selectivos da Recaptação da Serotonina (ISRS) (SSRIs)

Observações: N.D.
Interações: A terapêutica concomitante com medicamentos de estreito índice terapêutico, predominantemente metabolizados pela CYP2D6, deve ser iniciada pela dose terapêutica mais baixa do medicamento concomitante. Tais medicamentos incluem certos antidepressivos (por ex.: desipramina, imipramina), antipsicóticos (por ex.: risperidona, tioridazina), bloqueantes beta (por ex.: metoprolol), inibidores seletivos de recaptação da serotonina (SSRIs) e antiarrítmicos Tipo 1C (por ex.: propafenona, flecainida). Se Bupropiom for adicionado a um esquema terapêutico que já inclua algum destes medicamentos, deve considerar-se a necessidade de redução da dose do medicamento inicial. Nestes casos, o benefício esperado do tratamento com Bupropiom deverá ser cuidadosamente ponderado relativamente aos potenciais riscos. - Inibidores Selectivos da Recaptação da Serotonina (ISRS) (SSRIs)
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Antiarrítmicos

Observações: N.D.
Interações: A terapêutica concomitante com medicamentos de estreito índice terapêutico, predominantemente metabolizados pela CYP2D6, deve ser iniciada pela dose terapêutica mais baixa do medicamento concomitante. Tais medicamentos incluem certos antidepressivos (por ex.: desipramina, imipramina), antipsicóticos (por ex.: risperidona, tioridazina), bloqueantes beta (por ex.: metoprolol), inibidores seletivos de recaptação da serotonina (SSRIs) e antiarrítmicos Tipo 1C (por ex.: propafenona, flecainida). Se Bupropiom for adicionado a um esquema terapêutico que já inclua algum destes medicamentos, deve considerar-se a necessidade de redução da dose do medicamento inicial. Nestes casos, o benefício esperado do tratamento com Bupropiom deverá ser cuidadosamente ponderado relativamente aos potenciais riscos. - Antiarrítmicos
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Propafenona

Observações: N.D.
Interações: A terapêutica concomitante com medicamentos de estreito índice terapêutico, predominantemente metabolizados pela CYP2D6, deve ser iniciada pela dose terapêutica mais baixa do medicamento concomitante. Tais medicamentos incluem certos antidepressivos (por ex.: desipramina, imipramina), antipsicóticos (por ex.: risperidona, tioridazina), bloqueantes beta (por ex.: metoprolol), inibidores seletivos de recaptação da serotonina (SSRIs) e antiarrítmicos Tipo 1C (por ex.: propafenona, flecainida). Se Bupropiom for adicionado a um esquema terapêutico que já inclua algum destes medicamentos, deve considerar-se a necessidade de redução da dose do medicamento inicial. Nestes casos, o benefício esperado do tratamento com Bupropiom deverá ser cuidadosamente ponderado relativamente aos potenciais riscos. - Propafenona
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Flecainida

Observações: N.D.
Interações: A terapêutica concomitante com medicamentos de estreito índice terapêutico, predominantemente metabolizados pela CYP2D6, deve ser iniciada pela dose terapêutica mais baixa do medicamento concomitante. Tais medicamentos incluem certos antidepressivos (por ex.: desipramina, imipramina), antipsicóticos (por ex.: risperidona, tioridazina), bloqueantes beta (por ex.: metoprolol), inibidores seletivos de recaptação da serotonina (SSRIs) e antiarrítmicos Tipo 1C (por ex.: propafenona, flecainida). Se Bupropiom for adicionado a um esquema terapêutico que já inclua algum destes medicamentos, deve considerar-se a necessidade de redução da dose do medicamento inicial. Nestes casos, o benefício esperado do tratamento com Bupropiom deverá ser cuidadosamente ponderado relativamente aos potenciais riscos. - Flecainida
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bupropiom (Bupropiona) + Tamoxifeno

Observações: N.D.
Interações: Os medicamentos que necessitam de ativação metabólica pela CYP2D6 para serem eficazes (e.x. tamoxifeno), podem apresentar eficácia reduzida quando administrados concomitantemente com inibidores da CYP2D6 tais como o bupropiom. Embora o citalopram (um SSRI) não seja predominantemente metabolizado pela isoenzima CYP2D6, num estudo, o bupropiom aumentou a Cmax e a AUC do citalopram em 30% e 40%, respetivamente. - Tamoxifeno
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bupropiom (Bupropiona) + Citalopram

Observações: N.D.
Interações: Embora o citalopram (um SSRI) não seja predominantemente metabolizado pela isoenzima CYP2D6, num estudo, o bupropiom aumentou a Cmax e a AUC do citalopram em 30% e 40%, respetivamente. - Citalopram
Sem efeito descrito

Bupropiom (Bupropiona) + Inibidores do CYP2D6

Observações: N.D.
Interações: O bupropiom é metabolizado no seu principal metabolito ativo, hidroxibupropiom, principalmente pelo citocromo P450 CYP2B6. A administração concomitante de medicamentos que possam afetar o metabolismo do bupropiom pela isoenzima CYP2B6 (por ex. substractos da CYP2B6) ciclofosfamida, ifosfamida e inibidores da CYP2B6: orfenadrina, ticlopidina, clopidogrel), pode resultar num aumento dos níveis plasmáticos do bupropiom e numa diminuição dos níveis do metabolito ativo, hidroxibupropiom. As consequências clínicas da inibição do metabolismo do bupropiom pela enzima CYP2B6, e as alterações consequentes na razão bupropiom- hidroxibupropiom, são atualmente desconhecidas. - Inibidores do CYP2D6
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bupropiom (Bupropiona) + Ciclofosfamida

Observações: N.D.
Interações: O bupropiom é metabolizado no seu principal metabolito ativo, hidroxibupropiom, principalmente pelo citocromo P450 CYP2B6. A administração concomitante de medicamentos que possam afetar o metabolismo do bupropiom pela isoenzima CYP2B6 (por ex. substractos da CYP2B6) ciclofosfamida, ifosfamida e inibidores da CYP2B6: orfenadrina, ticlopidina, clopidogrel), pode resultar num aumento dos níveis plasmáticos do bupropiom e numa diminuição dos níveis do metabolito ativo, hidroxibupropiom. As consequências clínicas da inibição do metabolismo do bupropiom pela enzima CYP2B6, e as alterações consequentes na razão bupropiom- hidroxibupropiom, são atualmente desconhecidas. - Ciclofosfamida
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bupropiom (Bupropiona) + Ifosfamida

Observações: N.D.
Interações: O bupropiom é metabolizado no seu principal metabolito ativo, hidroxibupropiom, principalmente pelo citocromo P450 CYP2B6. A administração concomitante de medicamentos que possam afetar o metabolismo do bupropiom pela isoenzima CYP2B6 (por ex. substractos da CYP2B6) ciclofosfamida, ifosfamida e inibidores da CYP2B6: orfenadrina, ticlopidina, clopidogrel), pode resultar num aumento dos níveis plasmáticos do bupropiom e numa diminuição dos níveis do metabolito ativo, hidroxibupropiom. As consequências clínicas da inibição do metabolismo do bupropiom pela enzima CYP2B6, e as alterações consequentes na razão bupropiom- hidroxibupropiom, são atualmente desconhecidas. - Ifosfamida
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bupropiom (Bupropiona) + Citrato de orfenadrina

Observações: N.D.
Interações: O bupropiom é metabolizado no seu principal metabolito ativo, hidroxibupropiom, principalmente pelo citocromo P450 CYP2B6. A administração concomitante de medicamentos que possam afetar o metabolismo do bupropiom pela isoenzima CYP2B6 (por ex. substractos da CYP2B6) ciclofosfamida, ifosfamida e inibidores da CYP2B6: orfenadrina, ticlopidina, clopidogrel), pode resultar num aumento dos níveis plasmáticos do bupropiom e numa diminuição dos níveis do metabolito ativo, hidroxibupropiom. As consequências clínicas da inibição do metabolismo do bupropiom pela enzima CYP2B6, e as alterações consequentes na razão bupropiom- hidroxibupropiom, são atualmente desconhecidas. - Citrato de orfenadrina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bupropiom (Bupropiona) + Ticlopidina

Observações: N.D.
Interações: O bupropiom é metabolizado no seu principal metabolito ativo, hidroxibupropiom, principalmente pelo citocromo P450 CYP2B6. A administração concomitante de medicamentos que possam afetar o metabolismo do bupropiom pela isoenzima CYP2B6 (por ex. substractos da CYP2B6) ciclofosfamida, ifosfamida e inibidores da CYP2B6: orfenadrina, ticlopidina, clopidogrel), pode resultar num aumento dos níveis plasmáticos do bupropiom e numa diminuição dos níveis do metabolito ativo, hidroxibupropiom. As consequências clínicas da inibição do metabolismo do bupropiom pela enzima CYP2B6, e as alterações consequentes na razão bupropiom- hidroxibupropiom, são atualmente desconhecidas. - Ticlopidina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bupropiom (Bupropiona) + Clopidogrel

Observações: N.D.
Interações: O bupropiom é metabolizado no seu principal metabolito ativo, hidroxibupropiom, principalmente pelo citocromo P450 CYP2B6. A administração concomitante de medicamentos que possam afetar o metabolismo do bupropiom pela isoenzima CYP2B6 (por ex. substractos da CYP2B6) ciclofosfamida, ifosfamida e inibidores da CYP2B6: orfenadrina, ticlopidina, clopidogrel), pode resultar num aumento dos níveis plasmáticos do bupropiom e numa diminuição dos níveis do metabolito ativo, hidroxibupropiom. As consequências clínicas da inibição do metabolismo do bupropiom pela enzima CYP2B6, e as alterações consequentes na razão bupropiom- hidroxibupropiom, são atualmente desconhecidas. - Clopidogrel
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Indutores do CYP2D6

Observações: N.D.
Interações: Uma vez que o bupropiom é extensamente metabolizado, deve ter-se especial cuidado quando o bupropiom é administrado concomitantemente com indutores do metabolismo (por ex.: carbamazepina, fenitoína, ritonavir, efavirenz) ou inibidores do metabolismo (por ex.: valproato), dado que podem afetar a sua eficácia clínica e segurança. Numa série de estudos em voluntários saudáveis, o ritonavir (100 mg duas vezes por dia ou 600 mg duas vezes por dia) ou ritonavir 100 mg mais lopinavir 400 mg, duas vezes por dia, reduziu a exposição do bupropiom e dos seus metabolitos principais de uma forma dose-dependente em aproximadamente 20 a 80%. De igual forma, 600 mg de efavirenz, uma vez por dia, durante duas semanas reduziram a exposição do bupropiom em aproximadamente 55% em voluntários saudáveis. As consequências clínicas da exposição reduzida não são claras, mas podem incluir eficácia reduzida no tratamento da depressão major. Os doentes tratados com qualquer um destes medicamentos e bupropiom poderão necessitar de um aumento da dose de bupropiom, no entanto a dose máxima recomendada de bupropiom não deverá ser excedida. - Indutores do CYP2D6
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Carbamazepina

Observações: N.D.
Interações: Uma vez que o bupropiom é extensamente metabolizado, deve ter-se especial cuidado quando o bupropiom é administrado concomitantemente com indutores do metabolismo (por ex.: carbamazepina, fenitoína, ritonavir, efavirenz) ou inibidores do metabolismo (por ex.: valproato), dado que podem afetar a sua eficácia clínica e segurança. As consequências clínicas da exposição reduzida não são claras, mas podem incluir eficácia reduzida no tratamento da depressão major. Os doentes tratados com qualquer um destes medicamentos e bupropiom poderão necessitar de um aumento da dose de bupropiom, no entanto a dose máxima recomendada de bupropiom não deverá ser excedida. - Carbamazepina
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Uma vez que o bupropiom é extensamente metabolizado, deve ter-se especial cuidado quando o bupropiom é administrado concomitantemente com indutores do metabolismo (por ex.: carbamazepina, fenitoína, ritonavir, efavirenz) ou inibidores do metabolismo (por ex.: valproato), dado que podem afetar a sua eficácia clínica e segurança. As consequências clínicas da exposição reduzida não são claras, mas podem incluir eficácia reduzida no tratamento da depressão major. Os doentes tratados com qualquer um destes medicamentos e bupropiom poderão necessitar de um aumento da dose de bupropiom, no entanto a dose máxima recomendada de bupropiom não deverá ser excedida. - Fenitoína
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Ritonavir

Observações: N.D.
Interações: Uma vez que o bupropiom é extensamente metabolizado, deve ter-se especial cuidado quando o bupropiom é administrado concomitantemente com indutores do metabolismo (por ex.: carbamazepina, fenitoína, ritonavir, efavirenz) ou inibidores do metabolismo (por ex.: valproato), dado que podem afetar a sua eficácia clínica e segurança. As consequências clínicas da exposição reduzida não são claras, mas podem incluir eficácia reduzida no tratamento da depressão major. Os doentes tratados com qualquer um destes medicamentos e bupropiom poderão necessitar de um aumento da dose de bupropiom, no entanto a dose máxima recomendada de bupropiom não deverá ser excedida. Numa série de estudos em voluntários saudáveis, o ritonavir (100 mg duas vezes por dia ou 600 mg duas vezes por dia) ou ritonavir 100 mg mais lopinavir 400 mg, duas vezes por dia, reduziu a exposição do bupropiom e dos seus metabolitos principais de uma forma dose-dependente em aproximadamente 20 a 80%. As consequências clínicas da exposição reduzida não são claras, mas podem incluir eficácia reduzida no tratamento da depressão major. Os doentes tratados com qualquer um destes medicamentos e bupropiom poderão necessitar de um aumento da dose de bupropiom, no entanto a dose máxima recomendada de bupropiom não deverá ser excedida. - Ritonavir
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Efavirenz

Observações: N.D.
Interações: Uma vez que o bupropiom é extensamente metabolizado, deve ter-se especial cuidado quando o bupropiom é administrado concomitantemente com indutores do metabolismo (por ex.: carbamazepina, fenitoína, ritonavir, efavirenz) ou inibidores do metabolismo (por ex.: valproato), dado que podem afetar a sua eficácia clínica e segurança. As consequências clínicas da exposição reduzida não são claras, mas podem incluir eficácia reduzida no tratamento da depressão major. Os doentes tratados com qualquer um destes medicamentos e bupropiom poderão necessitar de um aumento da dose de bupropiom, no entanto a dose máxima recomendada de bupropiom não deverá ser excedida. 600 mg de efavirenz, uma vez por dia, durante duas semanas reduziram a exposição do bupropiom em aproximadamente 55% em voluntários saudáveis. As consequências clínicas da exposição reduzida não são claras, mas podem incluir eficácia reduzida no tratamento da depressão major. Os doentes tratados com qualquer um destes medicamentos e bupropiom poderão necessitar de um aumento da dose de bupropiom, no entanto a dose máxima recomendada de bupropiom não deverá ser excedida. - Efavirenz
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Valproato semisódico (ácido valpróico)

Observações: N.D.
Interações: Uma vez que o bupropiom é extensamente metabolizado, deve ter-se especial cuidado quando o bupropiom é administrado concomitantemente com indutores do metabolismo (por ex.: carbamazepina, fenitoína, ritonavir, efavirenz) ou inibidores do metabolismo (por ex.: valproato), dado que podem afetar a sua eficácia clínica e segurança. As consequências clínicas da exposição reduzida não são claras, mas podem incluir eficácia reduzida no tratamento da depressão major. Os doentes tratados com qualquer um destes medicamentos e bupropiom poderão necessitar de um aumento da dose de bupropiom, no entanto a dose máxima recomendada de bupropiom não deverá ser excedida. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Lopinavir + Ritonavir

Observações: N.D.
Interações: Numa série de estudos em voluntários saudáveis, o ritonavir (100 mg duas vezes por dia ou 600 mg duas vezes por dia) ou ritonavir 100 mg mais lopinavir 400 mg, duas vezes por dia, reduziu a exposição do bupropiom e dos seus metabolitos principais de uma forma dose-dependente em aproximadamente 20 a 80%. As consequências clínicas da exposição reduzida não são claras, mas podem incluir eficácia reduzida no tratamento da depressão major. Os doentes tratados com qualquer um destes medicamentos e bupropiom poderão necessitar de um aumento da dose de bupropiom, no entanto a dose máxima recomendada de bupropiom não deverá ser excedida. - Lopinavir + Ritonavir
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Levodopa (L-dopa)

Observações: N.D.
Interações: Recomenda-se precaução na administração de Bupropiom a doentes em tratamento concomitante com levodopa ou amantadina. Dados clínicos limitados sugerem uma maior incidência de efeitos indesejáveis (por ex.: náuseas, vómitos e efeitos do foro neuropsiquiátrico) nos doentes em tratamento com bupropiom concomitantemente com levodopa ou amantadina. - Levodopa (L-dopa)
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Amantadina

Observações: N.D.
Interações: Recomenda-se precaução na administração de Bupropiom a doentes em tratamento concomitante com levodopa ou amantadina. Dados clínicos limitados sugerem uma maior incidência de efeitos indesejáveis (por ex.: náuseas, vómitos e efeitos do foro neuropsiquiátrico) nos doentes em tratamento com bupropiom concomitantemente com levodopa ou amantadina. - Amantadina
Não recomendado/Evitar

Bupropiom (Bupropiona) + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Apesar dos dados clínicos não indicarem uma interação farmacocinética entre o bupropiom e o álcool, existiram notificações raras de efeitos adversos neuropsiquiátricos ou tolerância reduzida ao álcool, em doentes que consumiram álcool durante o tratamento com bupropiom. O consumo de álcool durante o tratamento com Bupropiom deve ser minimizado ou evitado. - Álcool
Sem efeito descrito

Bupropiom (Bupropiona) + Benzodiazepinas

Observações: N.D.
Interações: Não foram efetuados estudos farmacocinéticos com o bupropiom e a administração concomitante de benzodiazepinas. Tendo em consideração as vias metabólicas in vitro, não existem bases para que ocorra este tipo de interação. Não foi efetuada uma avaliação sistemática da administração concomitante de bupropiom e antidepressivos (diferentes da desipramina e citalopram), benzodiazepinas (diferentes do diazepam) ou neurolépticos. - Benzodiazepinas
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bupropiom (Bupropiona) + Diazepam

Observações: N.D.
Interações: Após a coadministração do bupropiom com o diazepam em voluntários saudáveis, verificou-se uma sedação inferior comparativamente à administração isolada de diazepam. - Diazepam
Consultar informação actualizada

Bupropiom (Bupropiona) + Antidepressores

Observações: N.D.
Interações: Não foi efetuada uma avaliação sistemática da administração concomitante de bupropiom e antidepressivos (diferentes da desipramina e citalopram), benzodiazepinas (diferentes do diazepam) ou neurolépticos. - Antidepressores
Consultar informação actualizada

Bupropiom (Bupropiona) + Neurolépticos

Observações: N.D.
Interações: Não foi efetuada uma avaliação sistemática da administração concomitante de bupropiom e antidepressivos (diferentes da desipramina e citalopram), benzodiazepinas (diferentes do diazepam) ou neurolépticos. - Neurolépticos
Consultar informação actualizada

Bupropiom (Bupropiona) + Hipericão (Erva de S. João)

Observações: N.D.
Interações: A experiência clínica com preparações de hipericão (Erva de São João) também é limitada. - Hipericão (Erva de S. João)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bupropiom (Bupropiona) + Nicotina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de Bupropiom e sistemas transdérmicos de nicotina (STN) pode originar um aumento da pressão arterial. - Nicotina
Usar com precaução

Ranolazina + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Aconselha-se prudência durante a coadministração de substratos de CYP2B6 (p.ex. bupropiona, efavirenz, ciclofosfamida). - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Zolpidem + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Adicionalmente, foram reportados casos isolados de alucinações visuais em doentes a tomar zolpidem e antidepressivos incluindo bupropiom, desipramina, fluoxetina, sertralina e venlafaxina. - Bupropiom (Bupropiona)
Consultar informação actualizada

Vemurafenib + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Foi verificada a indução ligeira de CYP2B6 in vitro por vemurafenib a uma concentração de 10 μM. Desconhece-se atualmente se um nível plasmático de vemurafenib de 100 μM observado em doentes em estado estacionário (aproximadamente 50 μg/ml) pode diminuir as concentrações plasmáticas de substratos de CYP2B6 administrados concomitantemente, tais como a bupropiona. - Bupropiom (Bupropiona)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tiotepa + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: A tiotepa é um inibidor fraco da CYP2B6 e, por essa razão, pode aumentar as concentrações plasmáticas de substâncias metabolizadas através da CYP2B6, como ifosfamida, tamoxifeno, bupropiom efavirenz e ciclofosfamida. A CYP2B6 catalisa a conversão metabólica da ciclofosfamida na respectiva forma activa 4-hidroxiciclofosfamid a (4-OHCP) e, como tal, a administração concomitante de tiotepa pode conduzir a concentrações diminuídas de 4-OHCP activa. Por conseguinte, é necessária monitorização clínica durante a utilização concomitante de tiotepa e destes medicamentos. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Amifampridina + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Combinações que exigem precauções de utilização: Medicamentos conhecidos por reduzirem o limiar convulsivo: A utilização concomitante de Amifampridina com substâncias conhecidas por reduzirem o limiar convulsivo pode originar um risco aumentado de crises epiléticas. A decisão de administrar concomitantemente substâncias pró-convulsivantes ou que reduzem o limiar convulsivo deve ser cuidadosamente ponderada, à luz da gravidade dos riscos associados. Estas substâncias incluem a maioria dos antidepressivos (antidepressivos tricíclicos, inibidores seletivos da recaptação da serotonina), neuroléticos (fenotiazinas e butirofenonas), mefloquina, bupropiona e tramadol. - Bupropiom (Bupropiona)
Não recomendado/Evitar

Furazolidona + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Não se recomenda a utilização de furazolidona com qualquer um dos seguintes medicamentos. - Amitriptilina - Apraclonidina - Atomoxetina - Benzefetamina - Brimonidina - Bupropiona - Carbamazepina - Carbidopa - Carbinoxamina - Citalopram - Clomipramina - Ciclobenzaprina - Cipro-heptadina - Desipramina - Desvenlafaxina - Dexmetilfenidato - Dextroanfetamina - Anfepramona (Dietilpropiona) - Doxilamina - Entacapona - Escitalopram - Femoxetina - Fluoxetina - Fluvoxamina - Guanedrel - Guanetidina - Hidroxitriptofano - Imipramina - Isocarboxazida - Levodopa - Levacetilmetadol - Levomilnacipran - Maprotilina - Mazindol - Metadona - Metanfetamina - Metildopa - Metilfenidato - Milnaciprano - Mirtazapina - Nefazodona - Nefopam - Nortriptilina - Opipramol - Paroxetina - Fendimetrazina - Fenmetrazina - Fentermina - Fenilalanina - Pseudoefedrina - Reserpina - Safinamida - Selegilina - Sertralina - Sibutramina - Sumatriptano - Tapentadol - Tetrabenazina - Tranilcipromina - Trazodona - Trimipramina - Triptofano - Venlafaxina - Vilazodona - Vortioxetina - Zimeldina - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Pitolisant + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Inibidores da CYP2D6: A administração concomitante de pitolisant com paroxetina aumenta significativamente a Cmax média e o rácio da AUC0-72h do pitolisant, em cerca de 47% e 105%, respetivamente. Considerando a exposição duas vezes superior ao pitolisant, a sua administração concomitante com inibidores da CYP2D6 (por exemplo, paroxetina, fluoxetina, venlafaxina, duloxetina, bupropiona, quinidina, terbinafina, cinacalcet) deve ser feita com precaução. Pode eventualmente ser considerado um ajuste da dosagem durante a associação. Medicamentos cujo metabolismo pode ser afetado pelo pitolisant: Substratos da CYP3A4 e da CYP2B6: Com base nos dados in vitro, o pitolisant e os seus metabolitos principais podem induzir a CYP3A4 e a CYP2B6 em concentrações terapêuticas, e a CYP2C, UGT e glicoproteína-P por extrapolação. Não existem dados clínicos disponíveis sobre a magnitude desta interação. Por conseguinte, a associação de pitolisant com substratos da CYP3A4 com uma margem terapêutica estreita (por exemplo, imunossupressores, docetaxel, inibidores das quinases, cisaprida, pimozida, halofantrina), deve ser evitada. Medicamentos cujo metabolismo pode ser afetado pelo pitolisant: Com outros substratos da CYP3A4, CYP2B6 (por exemplo, efavirenz, bupropiona), CYP2C (por exemplo, repaglinida, fenitoína, varfarina), glicoproteína-P (por exemplo, dabigatrano, digoxina) e UGT (por exemplo, morfina, paracetamol, irinotecano), é necessária precaução quanto à monitorização clínica da sua eficácia. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Ioflupano (123I) + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: Não foram realizados estudos de interacção em seres humanos.
Interações: O ioflupano liga-se aos transportadores da dopamina. Medicamentos que se ligam aos transportadores da dopamina com elevada afinidade podem interferir com o diagnóstico utilizando Ioflupano (123I). Estes incluem anfetamina, benzatropina, bupropiona, cocaína, mazindol, metilfenidato, fentermina e sertralina. - Bupropiom (Bupropiona)
Não recomendado/Evitar

Cloreto de metiltionina + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: Não foram realizados estudos de interacção.
Interações: O cloreto de metiltionina deve ser evitado em doentes que estejam a receber medicamentos que melhorem a transmissão serotonérgica, incluindo 12 (inibidores selectivos da recaptação da serotonina), bupropiona, buspirona, clomipramina, mirtazapina e venlafaxina. Se a administração intravenosa de cloreto de metiltionina não puder ser evitada em doentes tratados com medicamentos serotonérgicos, deve escolher-se a dose mais baixa possível e o doente deve ser observado de perto, para detecção de efeitos a nível do SNC, até 4 horas após a administração. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Lesinurad + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do lesinurad noutros medicamentos: Substratos CYP2B6: Com base nos dados in vitro, o lesinurad pode ser um indutor ligeiro do CYP2B6 mas esta interação não foi estudada clinicamente. Assim, recomenda-se que os doentes sejam monitorizados para redução da eficácia de substratos do CYP2B6 (p.ex. bupropiom, efavirenz) quando administrados concomitantemente com Lesinurad. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Lumacaftor + Ivacaftor + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: O lumacaftor é um indutor potente das CYP3A e o ivacaftor é um inibidor fraco das CYP3A, quando administrados em monoterapia. Existe a possibilidade de outros medicamentos afetarem lumacaftor/ivacaftor quando administrados concomitantemente, assim como de lumacaftor/ivacaftor afetar outros medicamentos.
Interações: Bupropiona: Pode ser necessária uma dose mais elevada de bupropiona para se obter o efeito clínico desejado. Lumacaftor/ivacaftor pode diminuir a exposição da bupropiona, o que pode reduzir a sua eficácia. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Atomoxetina + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Existe a possibilidade de um risco aumentado do prolongamento do intervalo QT, quando se administra atomoxetina com outros fármacos que prolongam o intervalo QT (tais como neurolépticos, antiarrítmicos da classe IA e III, moxifloxacina, eritromicina, mefloquina, metadona, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida), fármacos que provocam um desequilíbrio eletrolítico (tais como os diuréticos tiazídicos) e fármacos que inibem o CYP2D6. A ocorrência de convulsões é um potencial risco com atomoxetina. Aconselha-se precaução no uso concomitante de fármacos conhecidos por diminuírem o limiar convulsivante (tais como antidepressivos tricíclicos ou SSRIs, neurolépticos, fenotiazinas ou butirofenona, mefloquina, cloroquina, bupropriona ou tramadol). Além disso, aconselha-se precaução quando se interromper o tratamento concomitante com benzodiazepinas devido ao potencial para convulsões por suspensão. - Bupropiom (Bupropiona)
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclofosfamida + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: A coadministração planeada ou a administração sequencial de outras substâncias ou tratamentos que podem aumentar os efeitos semelhantes ou a gravidade da toxicidade (através de interações farmacodinâmicas ou farmacocinéticas) exigem uma avaliação individual cuidada dos benefícios e dos riscos esperados. Os doentes que recebem tais combinações devem ser monitorizados cuidadosamente quanto a sinais de toxicidade para permitir uma intervenção atempada. Os doentes em tratamento com ciclofosfamida e agentes que reduzem a sua ativação devem ser monitorizados quanto a uma possível redução da eficácia terapêutica e a necessidade de um ajuste de dose.
Interações: Interações que afetam a farmacocinética da ciclofosfamida e dos seus metabolitos - A reduzida ativação da ciclofosfamida pode alterar a eficácia do tratamento com ciclofosfamida. As substâncias que atrasam a ativação da ciclofosfamida incluem: – Aprepitante – Bupropiona – Bussulfano: Foi notificada uma redução da depuração da ciclofosfamida e a semivida prolongada em doentes que receberam doses elevadas de ciclofosfamida em menos de 24 horas após doses elevadas de bussulfano. – Ciprofloxacina: Quando dada antes do tratamento com ciclofosfamida (usada na preparação antes do transplante da medula óssea), a ciprofloxacina tem sido notificada levar a um relapso da doença subjacente. – Cloranfenicol – Fluconazol – Itraconazol – Prasugrel – Sulfonamidas – Tiotepa: Uma inibição forte da bioactivação da ciclofosfamida pela tiotepa em regimes de quimioterapia em doses elevadas foi relatada quando a tiotepa foi administrada 1 hora antes da ciclofosfamida. Interações que afetam a farmacocinética e/ou ações de outros medicamentos: - Bupropion - Metabolismo da ciclofosfamida pelo CYP2B6 pode inibir o metabolismo do bupropion. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Citalopram + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: Interações farmacocinéticas: A biotransformação do citalopram para desmetilcitalopram é mediada pelas isoenzimas do sistema citocromo P450 CYP2C19 (aproximadamente 38%), CYP3A4 (aproximadamente 31%) e CYP2D6 (aproximadamente 31%). O facto do citalopram ser metabolizado por mais de um CYP significa que a inibição da sua biotransformação é menos provável, uma vez que a inibição de uma enzima pode ser compensada por outra. Consequentemente, a administração concomitante de citalopram com outros medicamentos na prática clínica tem uma probabilidade muito baixa de originar interações farmacocinéticas medicamentosas.
Interações: Medicamentos que reduzem o limiar convulsivo: Os ISRS podem reduzir o limiar convulsivo. É aconselhada precaução quando se utilizam concomitantemente outros medicamentos capazes de reduzirem o limiar convulsivo (p.ex. antidepressivos [ISRS], neurolépticos [butirofenos tioxantenos e butirofenonas], mefloquina, bupropiona e tramadol). - Bupropiom (Bupropiona)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Crizotinib + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Os estudos in vitro indicaram que crizotinib é um inibidor do CYP2B6. Por este motivo, o crizotinib pode ter o potencial de aumentar as concentrações plasmáticas de fármacos coadministrados que são metabolizados pelo CYP2B6 (por exemplo, bupropiona, efavirenz). - Bupropiom (Bupropiona)
Não recomendado/Evitar

Mequitazina + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Como o Mequitazina é, principalmente, metabolizado pelo CYP2D6, a utilização concomitante de medicamentos conhecidos como inibidores potentes deste enzima, tais como paroxetina, fluoxetina, duloxetina ou bupropiona, não está recomendada. - Bupropiom (Bupropiona)
Sem efeito descrito

Ospemifeno + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do ospemifeno sobre outros medicamentos: Foram realizados estudos de interação medicamentosa com substratos de prova para o CYP2C9 (varfarina), CYP2C19 e CYP3A4 (omeprazol) e CYP2B6 (bupropiona). O ospemifeno não causou uma alteração clinicamente significativa na exposição aos substratos, indicando que o ospemifeno não afeta a atividade destas enzimas in vivo de forma clinicamente significativa. - Bupropiom (Bupropiona)
Contraindicado

Eliglustato + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da CYP2D6: Em metabolizadores intermédios (MI) e extensivos (ME): Após doses repetidas de 84 mg de eliglustato duas vezes por dia em doentes não-MF, a administração concomitante de doses repetidas de 30 mg de paroxetina, um inibidor potente da CYP2D6, uma vez por dia resultou num aumento da Cmax e da AUC0-12 do eliglustato de 7,3 e 8,9 vezes, respetivamente. Em MI e ME, deve ser considerada a dose de 84 mg de eliglustato uma vez por dia quando se utiliza concomitantemente com um inibidor potente da CYP2D6 (p.ex., paroxetina, fluoxetina, quinidina, bupropiona). Para uma dosagem de 84 mg duas vezes por dia em doentes não-MF, é de prever que a utilização concomitante de inibidores moderados da CYP2D6 (p.ex., duloxetina, terbinafina, moclobemida, mirabegrom, cinacalcet, dronedarona) iria aumentar aproximadamente até 4 vezes a exposição ao eliglustato. Em MI e ME, deve proceder-se com cuidado relativamente aos inibidores moderados da CYP2D6. - Bupropiom (Bupropiona)
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ibrutinib + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Agentes que podem apresentar alteração da concentração plasmática devida a ibrutinib: Com base em dados in vitro, o ibrutinib é um indutor reversível fraco do CYP2B6 e pode ter o potencial de afetar a expressão de outras enzimas e transportadores, regulados através do recetor constitutivo do androstano (CAR), por exemplo, CYP2C9, CYP2C19, UGT1A1 e MRP2. A relevância clínica não é conhecida, mas a exposição a substratos do CYP2B6 (tais como, bupropiona e efavirenz) e a enzimas co-reguladas pode ser reduzido mediante a coadministração com ibrutinib. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Vortioxetina + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Medicamentos que diminuem o limiar convulsivo: Os antidepressivos com efeito serotoninérgico podem diminuir o limiar convulsivo. É recomendada precaução quando se utilizam concomitantemente outros medicamentos capazes de diminuir o limiar convulsivo [por exemplo, antidepressivos (tricíclicos, ISRSs, ISRNs), neurolépticos (fenotiazinas, tioxantenos e butirofenonas), mefloquina, bupropiom, tramadol]. Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Inibidores do CYP2D6: A exposição à vortioxetina aumentou 2,3 vezes a área sob a curva (AUC) quando a vortioxetina 10 mg/dia foi coadministrada com o bupropiom (um inibidor forte do CYP2D6 150 mg duas vezes por dia) durante 14 dias em indivíduos saudáveis. A coadministração resultou numa maior incidência de reações adversas quando o bupropiom foi adicionado à vortioxetina do que quando a vortioxetina foi adicionada ao bupropiom. Dependendo da resposta individual do doente, pode considerar-se uma dose mais baixa de vortioxetina se um inibidor forte do CYP2D6 (por exemplo, bupropiom, quinidina, fluoxetina, paroxetina) for adicionado ao tratamento com vortioxetina. Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Substratos do citocromo P450: In vitro, a vortioxetina não demonstrou nenhum potencial relevante de inibição ou indução das isoenzimas do citocromo P450. Após doses múltiplas de vortioxetina, não foi observado nenhum efeito inibitório em indivíduos saudáveis relativamente às isoenzimas do citocromo P450, CYP2C19 (omeprazol, diazepam), CYP3A4/5 (etinilestradiol, midazolam), CYP2B6 (bupropiom), CYP2C9 (tolbutamida, varfarina S-), CYP1A2 (cafeína) ou CYP2D6 (dextrometorfano). Não foram observadas interações farmacodinâmicas. Não foi observado nenhum compromisso significativo da função cognitiva, comparativamente ao placebo, após coadministração de vortioxetina com uma dose única de 10 mg de diazepam. Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos níveis de hormonas sexuais após coadministração da vortioxetina com um contracetivo oral combinado (etinilestradiol 30 μg/levonorgestrel150 μg). - Bupropiom (Bupropiona)
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Prednisona + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Rifampicina, fenitoína, barbitúricos, bupropiona e primidona: a eficácia dos glucocorticoides está diminuída. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Tramadol + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Agentes serotonergicos/ Medicamentos que diminuem o limiar das convulsões: O tramadol pode induzir convulsões e aumentar o potencial dos inibidores seletivos de recaptação da serotonina (ISRS), dos inibidores de recaptação da serotonina- noradrenalina (IRSNs), antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos e de outros fármacos suscetíveis de diminuírem o limiar para convulsões cerebrais (como a bupropiona, a mirtazapina, tetrahidrocanabinol) acabando por causar convulsões. A utilização terapêutica concomitante de tramadol e medicamentos serotoninérgicos, tais como inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS), inibidores da recaptação de noradrenalina-serotonina (IRSNs), inibidores da MAO, antidepressivos tricíclicos e mirtazapina pode causar toxicidade serotoninérgica. É provável que ocorra síndrome da serotonina quando um dos seguintes casos é observado: - Mioclonia espontânea - Mioclonia induzida ou ocular com agitação ou diaforese - Tremor e hiperreflexia - Hipertonia e temperatura corporal > 38ºC e mioclonia induzida ou ocular. A suspensão dos medicamentos serotoninérgicos geralmente conduz a uma rápida melhoria. O tratamento depende da natureza e gravidade dos sintomas. - Bupropiom (Bupropiona)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tramadol + Paracetamol + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos que reduzem o limiar convulsivante, tais como bupropião, inibidores selectivos de recaptação da serotonina, antidepressivos tricíclicos e neurolépticos. A utilização concomitante do tramadol com estes fármacos pode aumentar o risco de convulsões. - Bupropiom (Bupropiona)
Sem efeito descrito

Vareniclina + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Utilização com outras terapêuticas para a cessação tabágica: Bupropiona: A vareniclina não alterou a farmacocinética em estado de equilíbrio da bupropiona. - Bupropiom (Bupropiona)
Sem significado Clínico

Efavirenz + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: ANTIDEPRESSIVOS: Norepinefrina e inibidores da recaptação de dopamina Bupropiom/Efavirenz [dose única de 150 mg (libertação prolongada)/600 mg uma vez por dia) O aumento da dose de bupropiom deve ser orientado pela resposta clínica, mas a dose máxima recomendada de bupropiom não deve ser excedida. Não é necessário qualquer ajuste posológico para o efavirenz. - Bupropiom (Bupropiona)
Sem significado Clínico

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes medicamentos só foram realizados em adultos.
Interações: ANTIDEPRESSORES: Inibidores da recaptação da norepinefrina e da dopamina: Bupropiona/Efavirenz: [dose única de 150 mg (libertação prolongada)/600 mg q.d.]. Bupropiona/Emtricitabina: Interação não estudada. Bupropiona/Tenofovir disoproxil fumarato: Interação não estudada. Os aumentos da posologia da bupropiona devem ser efetuados de acordo com a resposta clínica, mas a dose máxima recomendada de bupropiona não deve ser excedida. Não é necessário ajuste da dose para o efavirenz. - Bupropiom (Bupropiona)
Sem significado Clínico

Lamotrigina + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de outros medicamentos na glucuronidação da LAMOTRIGINA Medicamentos que não inibem ou induzem significativamente a glucuronidação da lamotrigina: Oxcarbazepina; Felbamato; Gabapentina; Levetiracetam; Pregabalina; Topiramato; Zonisamida; Lítio; Bupropiom; Olanzapina. Interações envolvendo outros agentes psicoativos: Em 12 voluntários, a administração de doses orais múltiplas de bupropiom não apresentou efeitos estatisticamente significativos na farmacocinética da lamotrigina em dose única, tendo-se verificado apenas um ligeiro aumento na AUC do glucuronido da lamotrigina. Ensaios de inibição in vitro, demonstraram que a formação do metabolito primário da lamotrigina, 2- N-glucuronido, foi afetada minimamente pela incubação concomitante com amitriptilina, bupropiom, clonazepam, haloperidol, ou lorazepam. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Escitalopram + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Associações que exigem precauções de utilização: Medicamentos que diminuem o limiar convulsivo: Os ISRS podem diminuir o limiar convulsivo. Aconselha-se precaução durante a utilização concomitante de outros medicamentos capazes de diminuir o limiar convulsivo [p.ex., antidepressores (tricíclicos, ISRS), neurolépticos (fenotiazinas, tioxantenos e butirofenonas), mefloquina, bupropiona e tramadol]. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Flecainida + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Ajuda para deixar de fumar: a administração concomitante de bupropiona (metabolizada pela CYP2D6) com flecainida deve ser utilizada com precaução e deve ser iniciada com a dose mais baixa da medicação concomitante. Se a bupropiona é adicionada ao regime de tratamento de um doente que já recebe flecainida, deve ser considerada a necessidade de diminuição da dose da medicação original. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Ifosfamida + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: A administração sequencial ou a coadministração planeada de outras substâncias ou tratamentos que possam aumentar a probabilidade ou a gravidade dos efeitos tóxicos (por meio de interações farmacodinâmicas ou farmacocinéticas) requer uma avaliação individual cuidadosa do benefício esperado e dos riscos. Os doentes que recebem tais combinações devem ser cuidadosamente monitorizados para sinais de toxicidade de forma a permitir a intervenção atempada. Doentes tratados com ifosfamida e agentes que reduzem a sua ativação devem ser monitorizados para uma potencial redução de eficácia terapêutica e da necessidade de ajuste de dose.
Interações: Experimentações in vitro indicam que o bupropion é essencialmente catabolizado através das enzimas microssomais citocromo P450 IIB6 (CYP2B6). Portanto, deve ser dada atenção no caso de administração concomitante de bupropion e preparações que atuam sobre a isoenzima CYP2B6 (tal como orfenadrina, ciclofosfamida e ifosfamida). - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Prasugrel + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Prasugrel sobre outros medicamentos: Medicamentos metabolizados pelo CYP2B6: O prasugrel é um inibidor fraco do CYP2B6. Em indivíduos saudáveis, o prasugrel diminuiu em cerca de 23% a exposição ao cloridrato de bupropiom, um metabolito do bupropiom mediado em cerca de 23% pelo CYP2B6. Este efeito será clinicamente preocupante apenas quando prasugrel for coadministrado com medicamentos para os quais o CYP2B6 é a única via metabólica e que tenham uma margem terapêutica estreita (ex: ciclofosfamida, efavirenz) - Bupropiom (Bupropiona)
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Prednisona + Tetraciclina + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: n.d.
Interações: Interações da PREDNISONA: Rifampicina, fenitoína, barbitúricos, bupropiona e primidona: A eficácia dos glucocorticoides está diminuída. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Ritonavir + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não Antirretrovirais Coadministrados: Antitabágicos: Bupropiona: A bupropiona é essencialmente metabolizada pela CYP2B6. Espera-se que a administração concomitante de bupropiona com doses repetidas de ritonavir diminua os níveis da bupropiona. Considera-se que estes efeitos representam indução no metabolismo da bupropiona. No entanto, dado que o ritonavir mostrou também inibir a CYP2B6 in vitro, a dose recomendada de bupropiona não deve ser excedida. Contrariamente à administração prolongada de ritonavir, não se observou interação importante com a bupropiona após a administração a curto prazo de doses baixas de ritonavir (200 mg duas vezes ao dia durante 2 dias) sugerindo que possam ocorrer reduções nas concentrações de bupropiona vários dias após o início da administração concomitante de ritonavir. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Tipranavir + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: Os estudos de interação apenas foram realizados em adultos.
Interações: Bupropiom 150 mg BID É provável que a redução nos níveis plasmáticos do bupropiom se deva à indução do CYP2B6 e da atividade da UGT pelo ritonavir. Se a administração concomitante com bupropiom for considerada inevitável, deverá ser feita sob monitorização clínica rigorosa relativamente à eficácia do bupropiom, sem exceder a dose recomendada, apesar da indução observada. - Bupropiom (Bupropiona)
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Telotristate + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Telotristate sobre outros medicamentos Substratos do CYP2B6 O telotristate induziu o CYP2B6 in vitro. O uso concomitante de Telotristate pode diminuir a eficácia de medicamentos que são substratos do CYP2B6 (como por exemplo ácido valpróico, bupropiona, sertralina), diminuindo a sua exposição sistémica. Recomenda-se monitorizar uma eficácia sub-ótima. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Letermovir + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.
Interações: Medicamentos metabolizados pelo CYP2B6, UGT1A1 ou transportados pelo BCRP ou OATP2B1 O letermovir é em geral um indutor in vivo mas também se observou que inibe o CYP2B6, UGT1A1, BCRP e OATP2B1 in vitro. O efeito real in vivo não é conhecido. Assim sendo, as concentrações plasmáticas de medicamentos que são substrato destas enzimas ou transportadores podem aumentar ou diminuir quando administrados concomitantemente com letermovir. Pode ser recomendada monitorização adicional; consultar a informação de prescrição dos medicamentos em questão. - Exemplos de medicamentos metabolizados pelo CYP2B6 incluem bupropiona e efavirenz. - Exemplos de medicamentos metabolizados pelo UGT1A1 são o raltegravir e dolutegravir. - Exemplos de medicamentos transportados pelo BCRP incluem rosuvastatina e sulfasalazina. - Um exemplo de medicamento transportado pelo OATP2B1 é o celiprolol. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Alopurinol + Lesinurad + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: n.d.
Interações: Utilização concomitante que necessita de ser tomada em consideração: Substratos CYP2B6 Com base nos dados in vitro, o lesinurad pode ser um indutor ligeiro do CYP2B6 mas esta interação não foi estudada clinicamente. Assim, recomenda-se que os doentes sejam monitorizados para verificar a redução da eficácia de substratos do CYP2B6 (p. ex., bupropiom, efavirenz) quando administrados concomitantemente com lesinurad. Com base em estudos de interação em indivíduos saudáveis ou doentes com gota, o lesinurad não apresenta interações clinicamente significativas com AINEs (naproxeno e indometacina) ou com colquicina. - Bupropiom (Bupropiona)
Sem efeito descrito

Patisiran + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: Não foi realizado nenhum estudo clínico formal sobre interações medicamentosas.
Interações: Não é esperado que o Patisiran seja afetado por inibidores ou indutores de enzimas do citocromo P450 ou que cause interações medicamentosas, excetuando a indução e a inibição dependente do tempo da CYP2B6 in vitro. O efeito concreto nos substratos da CYP2B6 (p. ex., bupropiom e efavirenz) in vivo é desconhecido. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Tezacaftor + Ivacaftor + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Medicamentos que são afetados pelo tezacaftor e ivacaftor Substratos da CYP1A2 e CYP2B6 O potencial dos metabolitos do tezacaftor para induzir a CYP1A2 e a CYP2B6 e para reduzir as exposições aos medicamentos que são metabolizados por estas enzimas não foi totalmente avaliado. Deve utilizar-se precaução e monitorização apropriada quando Tezacaftor/Ivacaftor é administrado concomitantemente com substratos com um indíce terapêutico estreito da CYP1A2 (tais como a teofilina) ou com outros substratos da CYP2B6 (tais como a bupropiona). - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Lorlatinib + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: Dados in vitro indicam que lorlatinib é principalmente metabolizado pelo CYP3A4 e pela uridina difosfato-glucuronosiltransferase (UGT)1A4, com pequenas contribuições do CYP2C8, CYP2C19, CYP3A5 e UGT1A3.
Interações: Estudos in vitro também indicaram que lorlatinib é um indutor do CYP2B6 e que ativa o recetor constitutivo dos androstanos (CAR) humanos. A administração concomitante de lorlatinib com substratos do CYP2B6 (p. ex., bupropiona, efavirenz) pode resultar em concentrações plasmáticas reduzidas do substrato do CYP2B6. In vitro, lorlatinib tem um potencial baixo para causar interações medicamentosas através da indução do CYP1A2. - Bupropiom (Bupropiona)
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Larotrectinib + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do larotrectinib sobre outros agentes Efeito do larotrectinib sobre substratos do CYP2B6 Estudos in vitro indicam que o larotrectinib induz o CYP2B6. A coadministração de larotrectinib com substratos do CYP2B6 (p. ex., bupropiona, efavirenz) pode diminuir a sua exposição. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Canabidiol + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: n.d.
Interações: Potencial de canabidiol afetar outros medicamentos Substratos de CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, UGT1A9 e UGT2B7 Os dados in vitro preveem interações medicamentosas com substratos de CYP1A2 (por exemplo, teofilina, cafeína), substratos de CYP2B6 (por exemplo, bupropiona, efavirenz), uridina 5'-difosfato glucuronosiltransferase 1A9 (UGT1A9) (por exemplo, diflunisal, propofol, fenofibrato) e UGT2B (por exemplo, gemfibrozil, morfina, lorazepam) quando coadministrados com canabidiol. Também se prevê que a coadministração de canabidiol provoque interações clinicamente significativas com substratos de CYP2C8 (repaglinida) e CYP2C9 (por exemplo, varfarina). Os dados in vitro demonstraram que o canabidiol inibe o CYP2C19, o que poderá provocar o aumento de concentrações plasmáticas de medicamentos que são metabolizados por esta isoenzima, como clobazam e omeprazol. A redução da dose deverá ser considerada para os medicamentos concomitantes que sejam substratos de CYP2C19 sensíveis ou que tenham um índice terapêutico estreito. Devido ao potencial de inibição de atividade enzimática, a redução da dose de substratos de UGT1A9, UGT2B7, CYP2C8, e CYP2C9 deverá ser considerada, conforme clinicamente relevante, caso sejam observadas reações adversas quando administrados concomitantemente com canabidiol. Devido ao potencial da indução e da inibição de atividade enzimática, deverá considerar-se o ajuste da dose de substratos de CYP1A2 e CYP2B6, conforme clinicamente adequado. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Difenidramina + Dextrometorfano + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: n.d.
Interações: Inibidores da CYP2D6 O dextrometorfano é metabolizado pelo CYP2D6 e possui um extenso metabolismo de primeira passagem. O uso concomitante de inibidores potentes da enzima CYP2D6 pode aumentar as concentrações de dextrometorfano no organismo para níveis múltiplos mais altos que o normal. Isso aumenta o risco do paciente para efeitos tóxicos do dextrometorfano (agitação, confusão, tremor, insónia, diarreia e depressão respiratória) e desenvolvimento da síndrome da serotonina. Os inibidores potentes da enzima CYP2D6 incluem fluoxetina, paroxetina, quinidina e terbinafina. Em uso concomitante com quinidina, as concentrações plasmáticas de dextrometorfano aumentaram até 20 vezes, o que aumentou os efeitos adversos do agente no SNC. Amiodarona, flecainida e propafenona, ISRS, bupropiona, metadona, cinacalcet, haloperidol, perfenazina e tioridazina também têm efeitos semelhantes no metabolismo do dextrometorfano. Se for necessário o uso concomitante de inibidores da CYP2D6 e dextrometorfano, o paciente deve ser monitorado e a dose de dextrometorfano pode precisar ser reduzida. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Ciclobenzaprina + Cafeína + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: n.d.
Interações: Recomenda-se cautela em casos de administração concomitante de Cloridrato de Ciclobenzaprina + Cafeína e inibidores da recaptação de serotonina, antidepressivos tricíclicos, buspirona, meperidina, tramadol, bupropiona e verapamil, pelo potencial de ocorrência de Síndrome serotoninérgica. - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Cafeína + Dipirona + Orfenadrina + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: n.d.
Interações: Bupropiona: a dipirona (Metamizol) pode causar a redução na concentração sanguínea de bupropiona. Portanto, recomenda-se cautela do uso de dipirona (Metamizol) com bupropiona. - Bupropiom (Bupropiona)
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interações do Bupropiom (Bupropiona)
Se o Doente é uma criança ou adolescente em tratamento para depressão, aconselhar as famílias ou Cuidadores a ler o Guia de Medicação antes de iniciar a terapia e antes de cada recarga. Discuta pessoalmente o cronograma de monitorização necessária para o uso de drogas nesta situação.

– Informar os Doentes de que o Bupropiom contém os mesmos princípios ativos que ajudam na cessação de fumar Bupropiom. Os Pacientes devem ter cuidado para não usar em combinação ou com qualquer outro medicamento que contenha Bupropiom.

– Aconselhar os Pacientes a tomar cada dose, independentemente das refeições, mas para a tomar com alimentos, se ocorrerem dores de estômago.

– Avisar os pacientes a utilizaro Bupropiom que é um impedimento fumar e que o aconselhamento e apoio durante a cessação e por um período de tempo mais longo são uma parte importante do tratamento e aumentam a probabilidade de parar de fumar.

– Aconselhar os Doentes que tomam comprimidos de libertação imediata para os tomar em doses igualmente divididas, 3 ou 4 vezes ao dia, com pelo menos 6 horas entre as doses para minimizar o risco de convulsões.

– Aconselhar os Doentes que tomam comprimidos SR em doses superiores a 150 mg / dia para tomar em duas doses divididas com pelo menos 8 horas entre elas para minimizar o risco de convulsões.

– Aconselhar os Doentes que tomam comprimidos XL tomar dose prescrita uma vez por dia, com pelo menos 24 horas entre as doses para minimizar o risco de convulsões. Explicar aos pacientes que o medicamento no comprimido XL está contido num reservatório de plástico que liberta lentamente o medicamento ao longo de 24 h e o reservatório é então expelido nas fezes.

– Os Pacientes que tomam comprimidos, comprimidos SR XL, devem ter o cuidado de os engolir inteiros e não os mastigar, dividir ou esmagar.

– Avisar os Pacientes de que, se a dose for omitida, não devem tomar uma dose extra por causa do aumento do risco de convulsões. Avisar os Pacientes de que se a dose for omitida, a ignore e tome a próxima na hora habitual.

– Informar os Pacientes de que podem decorrer 4 semanas ou mais antes que melhoras nos sintomas de depressão sejam observadas e não devem parar de tomar a medicação logo se sintam melhores.

– Recomendar aos Doentes para contactar o seu Médico se os sintomas não parecerem estar a desaparecer, se piorarem, ou se as reações adversas incómodos (por exemplo, agitação, perda de apetite, dificuldade de concentração, boca seca, sedação excessiva, sudorese excessiva, dor de cabeça, insônia ) ocorrerem.

– Aconselhe os pacientes a tomar goles frequentes de água, chupar pedaços de gelo ou rebuçados sem açúcar, ou mascar gomas sem açúcar se ocorrer boca seca.

– Informar os pacientes que parar de fumar, com ou sem Bupropiom pode estar associada a sintomas de abstinência de nicotina (incluindo depressão ou agitação) ou exacerbação de doenças psiquiátricas pré-existentes.

– Aconselhar os Doentes, famílias ou Cuidadores para estarem alerta para mudanças anormais no humor ou pensamento e comunicar imediatamente qualquer um dos procedimentos a seguir para o seu Prestador de Cuidados de Saúde: agitação, acatisia (agitação psicomotora ), ansiedade, mudança de humor, mudança na personalidade, hostilidade ou agressividade, impulsividade, insónia, irritabilidade, ataques de pânico, ou pensamentos ou comportamentos suicidas. Aconselhar as Famílias e Cuidadores de Pacientes a estarem atentos, diariamente, ao surgimento destes sinais, porque as mudanças podem ser abruptas.

– Instruir os Pacientes a pararem de tomar a medicação e informar imediatamente o seu médico se surgir qualquer uma das seguintes situações: confusão, alucinações, dificuldade em respirar, alucinações, pensamentos paranóicos; erupção, urticária ou comichão; convulsões, ou inchaço dos lábios, cara, ou garganta.

– Instruir os Pacientes para minimizar ou evitar completamente, o consumo de bebidas alcoólicas enquanto estiverem a tomar Bupropiom. Prevenir os Pacientes para que o uso excessivo ou interrupção abrupta de álcool ou sedativos (por exemplo, benzodiazepínicos ) pode aumentar o risco de ocorrência de convulsão.

– Aconselhar os Pacientes que a droga pode prejudicar o julgamento, o pensamento, ou habilidades motoras ou provocar sonolência ou vertigens, e para terem cuidado ao conduzir ou executar outras tarefas que requeiram atenção mental até que a tolerância seja determinado.

– Aconselhar as Pacientes do sexo feminino a notificar os seus prestadores de cuidados de saúde se ficarem grávidas ou se pretendem engravidar durante o tratamento.

– Avisar os Pacientes de que Bupropiom deve ser interrompida e não reiniciada não se sofrerem um ataque durante o tratamento.

Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 18 de Setembro de 2020