Brivudina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Condução
O que é
A Brivudina é um medicamento antiviral usado no tratamento do herpes zoster.
Usos comuns
A Brivudina tem um efeito antivírico pelo que inibe a multiplicação do vírus que causa as vesículas (vírus varicella-zoster).

A Brivudina é usada em adultos que não tenham problemas no sistema imunitário (sistema de defesa do organismo), para o tratamento precoce das vesículas (herpes zoster).
Tipo
Agente antiviral.
História
A Brivudina é uma substância semelhante ao aciclovir.

O composto foi sintetizado pela primeira vez por cientistas da Universidade de Birmingham, no Reino Unido na década de 1970.

Erik De Clercq, do Instituto de investigação Médica Rega na Bélgica em 1979, revelou que era um potente inibidor do vírus herpes simplex tipo 1 (HSV-1), assim como do vírus da varicela zoster (VZV).

Na década de 1980 o medicamento tornou-se disponível comercialmente na Alemanha Oriental, onde foi comercializado como Helpin por uma empresa farmacêutica chamada Berlin-Chemie.
Indicações
Tratamento de infecções pelo vírus Varicella-zoster.
Classificação CFT

01.03.02 : Outros antivíricos

Mecanismo De Acção
A Brivudina é um análogo da timidina-nucleosídeo.

A substância funciona por ser capaz de se incorporar no ADN viral mas, em seguida, bloquear a acção de polimerases de ADN, inibindo assim a replicação viral.

O composto activo é o 5'-trifosfato de BVDU, que é formado em fosfolarização subsequente por timidina-quinase viral e presumivelmente de nucleósido-difosfato-quinase.
Posologia Orientativa
Administrar 1 comprimido de Brivudina 125 mg, uma vez por dia, durante 7 dias.
Administração
Via oral.
Contra-Indicações
Especialmente, NÃO tomar Brivudina:
Se estiver a tomar medicamentos para o tratamento do cancro (quimioterapia), principalmente se estiver a ser tratado com: 5-fluorouracilo (também chamado 5-FU, uma substância activa pertencente a um grupo chamado 5-fluoropirimidinas), cremes, pomadas, gotas para os olhos ou outras formas de medicamentos de aplicação externa, contendo 5-fluorouracilo, substâncias activas que se converteram no organismo em 5-fluorouracilo, tais como:
– capecitabina
– floxuridina
– tegafur

qualquer outra substância activa do grupo das 5- fluoropirimidinas
combinações/associações de algumas das substâncias activas citadas anteriormente
se o sistema imunitário (sistema de defesa do organismo contra infecções) estiver gravemente debilitado, por exemplo, se estiver a ser tratado com: medicamentos anticancerígenos (quimioterapia), ou medicamentos imunossupressores (isto é, medicamentos que suprimem ou diminuem a função do sistema imunitário);
se estiver a ser tratado de uma infecção grave por fungos com um medicamento contendo flucitosina; se estiver a usar um medicamento para verrugas com uma substância activa do grupo das 5-fluoropirimidinas.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Náuseas, vómitos, dores abdominais e diarreia; perda de apetite.

Cefaleias e vertigens, elevação das enzimas hepáticas, glicosúria, proteinúria e alterações hematológicas estão descritas mais raramente.
Advertências
Gravidez
Gravidez
Gravidez:A brivudina está contra-indicada durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento
Aleitamento:A brivudina está contra-indicada nas mulheres que estão a amamentar.
Condução
Condução
Condução: Os doentes que conduzam veículos, utilizem máquinas ou trabalhem sem um ponto de apoio seguro, devem ter em consideração que, em alguns casos, ocorreram vertigens e sonolência.
Precauções Gerais
Tomar especial cuidado com Brivudina:
Não tomar Brivudina juntamente com medicamentos contendo 5-FU ou outras 5-fluoropirimidinas.

Não tomar Brivudina se o eritema cutâneo já se tiver totalmente manifestado (início das crostas).

Em caso de dúvidas consultar o médico.

Se sofrer de doenças do fígado crónicas (como hepatite crónica), deve falar com o médico antes de tomar Brivudina.

Não tomar Brivudina se tiver idade inferior a 18 anos.
Cuidados com a Dieta
Pode tomar Brivudina com ou sem alimentos.
Terapêutica Interrompida
Se se esqueceu de uma dose de Brivudina à hora habitual, deve tomá-la logo que se lembrar.

Tomar o próximo comprimido no dia seguinte, à mesma hora do dia anterior. Continuar com este novo horário até completar o ciclo de 7 dias de tratamento.

Não tomar uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.

Se esquecer doses repetidas deve contactar o médico.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Conserve o blister dentro da caixa fechada para proteger da luz.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Potencialmente Grave

Ácido salicílico + Fluorouracilo Brivudina

Observações: n.d.
Interacções: A enzima dihidropirimidina desidrogenase (DPD) desempenha um papel importante na decomposição do fluorouracilo. Nucleósidos análogos como, por exemplo, a brivudina e a sorivudina podem causar um aumento drástico das concentrações plasmáticas de fluorouracilo ou outras fluoropirimidinas e, consequentemente, um aumento associado da toxicidade. Por este motivo, deve ser observado um intervalo de, no mínimo, 4 semanas entre a utilização de fluorouracilo e brivudina, sorivudina e análogos. No caso de administração acidental de nucleósidos análogos como, por exemplo, brivudina e sorivudina a doentes sob tratamento com fluorouracilo, devem ser tomadas medidas eficazes de redução da toxicidade do fluorouracilo. Pode ser indicado internamento hospitalar. Devem ser introduzidas todas as medidas necessárias para a proteção contra infecções sistémicas e desidratação. - Brivudina
Contraindicado

Brivudina Fluorouracilo

Observações: n.d.
Interacções: É contra-indicado o uso concomitante com 5-fluorouracilo (incluindo também as suas preparações tópicas ou os pro-fármacos, como capecitabina, floxuridina, tegafur) ou outras 5-fluoropirimidinas, como a flucitosina. Esta interacção, que conduz a uma toxicidade aumentada das fluoropirimidinas, é potencialmente fatal. Brivudina, através do seu principal metabólito, bromoviniluracilo (BVU), exerce uma acção inibitória irreversível sobre a dihidropirimidina desidrogenase (DPD), uma enzima que regula o metabolismo de ambos os nucleosidos naturais (ex: timidina) e dos fármacos derivados da pirimidina como o 5-fluorouracilo (5-FU). Em consequência da inibição da enzima resulta uma sobreexposição e o aumento de toxicidade do 5-FU. Em sujeitos saudáveis medicados com a posologia recomendada de Brivudina (125 mg uma vez por dia durante 7 dias) existiu uma evidência clínica da ocorrência de uma total recuperação funcional da actividade enzimática da DPD, 18 dias após a última toma. Brivudina e o 5-fluorouracilo ou outras 5-fluoropirimidinas como capecitabina, floxuridina e tegafur (ou associações de medicamentos contendo estas substâncias activas) ou flucitosina não devem ser administrados concomitantemente, devendo ser observado, no mínimo, um intervalo de 4 semanas antes do início do tratamento com as 5- fluoropirimidinas. Como precaução adicional, deverá existir uma monitorização da actividade enzimática da DPD antes do início de qualquer tratamento com fármacos 5- fluoropirimidinas, em doentes recentemente medicados com Brivudina. Em caso de administração acidental de 5-FU ou fármacos relacionados a doentes medicados com Brivudina, ambos os fármacos devem ser descontinuados, sendo instituídas medidas rigorosas para reduzir a toxicidade do 5-FU. Recomenda-se hospitalização imediata e a tomada de todas as medidas de prevenção de infecções sistémicas e desidratação. Os sinais de toxicidade do 5-FU incluem náuseas, vómitos, diarreia, e, em casos graves, estomatite, neutropeni a e depressão da medula óssea. - Fluorouracilo
Contraindicado

Capecitabina Brivudina

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Foi descrita a ocorrência de uma interacção medicamentosa, com significado clínico, entre a sorivudina e o 5-FU, resultante da inibição da dihidropirimidina desidrogenase pela sorivudina. Esta interacção, que conduziu ao aumento da toxicidade da fluoropirimidina é potencialmente fatal. Por conseguinte, a capecitabina não deve ser administrada concomitantemente com sorivudina nem com os seus análogos quimicamente relacionados, como a brivudina. Deve ocorrer pelo menos um período de 4 semanas de espera entre o fim do tratamento com sorivudina ou com os seus análogos quimicamente relacionados, tais como a brivudina, e o início da terapêutica com capecitabina. - Brivudina
Contraindicado

Tegafur + Uramustina Brivudina

Observações: As interações farmacocinéticas de Tegafur/Uramustina com outros medicamentos administrados concomitantemente não foram formalmente investigadas. Nem o tegafur nem o uracilo inibem de forma significativa a actividade in vitro da CYP3A4 ou da CYP2D6. Além disso, in vitro, o tegafur não é metabolizado pela CYP1A1, -1A2, -2B6, -2C8, -2C9, -2C19, -2D6, 2E1 ou - 3A4, o que sugere ser improvável a ocorrência de interações com medicamentos metabolizados por estas enzimas.
Interacções: A co-administração de 5-fluorouracilo ou dos seus pró-fármacos com medicamentos que inibam a dihidropirimidina desidrogenase, uma enzima responsável pelo catabolismo de pirimidinas endógenas e fluoradas, pode levar a uma toxicidade aumentada de fluoropirimidina, a qual é potencialmente fatal. Por isso, o Tegafur/Uramustina não deve ser co-administrado com inibidores da dihidropirimidina desidrogenase, tais como a brivudina. Em doentes tratados com a brivudina, deve ser respeitado um intervalo de 4 semanas antes da administração de Tegafur/Uramustina, para permitir a recuperação da actividade da enzima. - Brivudina
Contraindicado

Tegafur + Gimeracilo + Oteracilo Brivudina

Observações: Não foram realizados estudos de interacção em doentes adultos ou pediátricos.
Interacções: Sorivudina e brivudina: A sorivudina e os seus análogos quimicamente semelhantes, como a brivudina, inibem irreversivelmente a DPD, resultando num aumento significativo da exposição ao 5-FU. Isto pode levar a toxicidades relacionadas com a fluoropirimidina clinicamente significativas com resultados potencialmente fatais. Tegafur/Gimeracilo/Oteracilo não deve ser utilizado com sorivudina ou brivudina ou num período de 4 semanas desde a última dose de sorivudina ou brivudina. - Brivudina
Contraindicado

Brivudina Capecitabina

Observações: n.d.
Interacções: É contra-indicado o uso concomitante com 5-fluorouracilo (incluindo também as suas preparações tópicas ou os pro-fármacos, como capecitabina, floxuridina, tegafur) ou outras 5-fluoropirimidinas, como a flucitosina. Esta interacção, que conduz a uma toxicidade aumentada das fluoropirimidinas, é potencialmente fatal. Brivudina, através do seu principal metabólito, bromoviniluracilo (BVU), exerce uma acção inibitória irreversível sobre a dihidropirimidina desidrogenase (DPD), uma enzima que regula o metabolismo de ambos os nucleosidos naturais (ex: timidina) e dos fármacos derivados da pirimidina como o 5-fluorouracilo (5-FU). Em consequência da inibição da enzima resulta uma sobreexposição e o aumento de toxicidade do 5-FU. Em sujeitos saudáveis medicados com a posologia recomendada de Brivudina (125 mg uma vez por dia durante 7 dias) existiu uma evidência clínica da ocorrência de uma total recuperação funcional da actividade enzimática da DPD, 18 dias após a última toma. Brivudina e o 5-fluorouracilo ou outras 5-fluoropirimidinas como capecitabina, floxuridina e tegafur (ou associações de medicamentos contendo estas substâncias activas) ou flucitosina não devem ser administrados concomitantemente, devendo ser observado, no mínimo, um intervalo de 4 semanas antes do início do tratamento com as 5- fluoropirimidinas. Como precaução adicional, deverá existir uma monitorização da actividade enzimática da DPD antes do início de qualquer tratamento com fármacos 5- fluoropirimidinas, em doentes recentemente medicados com Brivudina. Em caso de administração acidental de 5-FU ou fármacos relacionados a doentes medicados com Brivudina, ambos os fármacos devem ser descontinuados, sendo instituídas medidas rigorosas para reduzir a toxicidade do 5-FU. Recomenda-se hospitalização imediata e a tomada de todas as medidas de prevenção de infecções sistémicas e desidratação. Os sinais de toxicidade do 5-FU incluem náuseas, vómitos, diarreia, e, em casos graves, estomatite, neutropeni a e depressão da medula óssea. - Capecitabina
Contraindicado

Brivudina Flucitosina

Observações: n.d.
Interacções: É contra-indicado o uso concomitante com 5-fluorouracilo (incluindo também as suas preparações tópicas ou os pro-fármacos, como capecitabina, floxuridina, tegafur) ou outras 5-fluoropirimidinas, como a flucitosina. Esta interacção, que conduz a uma toxicidade aumentada das fluoropirimidinas, é potencialmente fatal. Brivudina, através do seu principal metabólito, bromoviniluracilo (BVU), exerce uma acção inibitória irreversível sobre a dihidropirimidina desidrogenase (DPD), uma enzima que regula o metabolismo de ambos os nucleosidos naturais (ex: timidina) e dos fármacos derivados da pirimidina como o 5-fluorouracilo (5-FU). Em consequência da inibição da enzima resulta uma sobreexposição e o aumento de toxicidade do 5-FU. Em sujeitos saudáveis medicados com a posologia recomendada de Brivudina (125 mg uma vez por dia durante 7 dias) existiu uma evidência clínica da ocorrência de uma total recuperação funcional da actividade enzimática da DPD, 18 dias após a última toma. Brivudina e o 5-fluorouracilo ou outras 5-fluoropirimidinas como capecitabina, floxuridina e tegafur (ou associações de medicamentos contendo estas substâncias activas) ou flucitosina não devem ser administrados concomitantemente, devendo ser observado, no mínimo, um intervalo de 4 semanas antes do início do tratamento com as 5- fluoropirimidinas. Como precaução adicional, deverá existir uma monitorização da actividade enzimática da DPD antes do início de qualquer tratamento com fármacos 5- fluoropirimidinas, em doentes recentemente medicados com Brivudina. Em caso de administração acidental de 5-FU ou fármacos relacionados a doentes medicados com Brivudina, ambos os fármacos devem ser descontinuados, sendo instituídas medidas rigorosas para reduzir a toxicidade do 5-FU. Recomenda-se hospitalização imediata e a tomada de todas as medidas de prevenção de infecções sistémicas e desidratação. Os sinais de toxicidade do 5-FU incluem náuseas, vómitos, diarreia, e, em casos graves, estomatite, neutropeni a e depressão da medula óssea. - Flucitosina
Contraindicado

Brivudina Tegafur

Observações: n.d.
Interacções: É contra-indicado o uso concomitante com 5-fluorouracilo (incluindo também as suas preparações tópicas ou os pro-fármacos, como capecitabina, floxuridina, tegafur) ou outras 5-fluoropirimidinas, como a flucitosina. Esta interacção, que conduz a uma toxicidade aumentada das fluoropirimidinas, é potencialmente fatal. Brivudina, através do seu principal metabólito, bromoviniluracilo (BVU), exerce uma acção inibitória irreversível sobre a dihidropirimidina desidrogenase (DPD), uma enzima que regula o metabolismo de ambos os nucleosidos naturais (ex: timidina) e dos fármacos derivados da pirimidina como o 5-fluorouracilo (5-FU). Em consequência da inibição da enzima resulta uma sobreexposição e o aumento de toxicidade do 5-FU. Em sujeitos saudáveis medicados com a posologia recomendada de Brivudina (125 mg uma vez por dia durante 7 dias) existiu uma evidência clínica da ocorrência de uma total recuperação funcional da actividade enzimática da DPD, 18 dias após a última toma. Brivudina e o 5-fluorouracilo ou outras 5-fluoropirimidinas como capecitabina, floxuridina e tegafur (ou associações de medicamentos contendo estas substâncias activas) ou flucitosina não devem ser administrados concomitantemente, devendo ser observado, no mínimo, um intervalo de 4 semanas antes do início do tratamento com as 5- fluoropirimidinas. Como precaução adicional, deverá existir uma monitorização da actividade enzimática da DPD antes do início de qualquer tratamento com fármacos 5- fluoropirimidinas, em doentes recentemente medicados com Brivudina. Em caso de administração acidental de 5-FU ou fármacos relacionados a doentes medicados com Brivudina, ambos os fármacos devem ser descontinuados, sendo instituídas medidas rigorosas para reduzir a toxicidade do 5-FU. Recomenda-se hospitalização imediata e a tomada de todas as medidas de prevenção de infecções sistémicas e desidratação. Os sinais de toxicidade do 5-FU incluem náuseas, vómitos, diarreia, e, em casos graves, estomatite, neutropeni a e depressão da medula óssea. - Tegafur
Contraindicado

Brivudina Floxuridina

Observações: n.d.
Interacções: É contra-indicado o uso concomitante com 5-fluorouracilo (incluindo também as suas preparações tópicas ou os pro-fármacos, como capecitabina, floxuridina, tegafur) ou outras 5-fluoropirimidinas, como a flucitosina. Esta interacção, que conduz a uma toxicidade aumentada das fluoropirimidinas, é potencialmente fatal. Brivudina, através do seu principal metabólito, bromoviniluracilo (BVU), exerce uma acção inibitória irreversível sobre a dihidropirimidina desidrogenase (DPD), uma enzima que regula o metabolismo de ambos os nucleosidos naturais (ex: timidina) e dos fármacos derivados da pirimidina como o 5-fluorouracilo (5-FU). Em consequência da inibição da enzima resulta uma sobreexposição e o aumento de toxicidade do 5-FU. Em sujeitos saudáveis medicados com a posologia recomendada de Brivudina (125 mg uma vez por dia durante 7 dias) existiu uma evidência clínica da ocorrência de uma total recuperação funcional da actividade enzimática da DPD, 18 dias após a última toma. Brivudina e o 5-fluorouracilo ou outras 5-fluoropirimidinas como capecitabina, floxuridina e tegafur (ou associações de medicamentos contendo estas substâncias activas) ou flucitosina não devem ser administrados concomitantemente, devendo ser observado, no mínimo, um intervalo de 4 semanas antes do início do tratamento com as 5- fluoropirimidinas. Como precaução adicional, deverá existir uma monitorização da actividade enzimática da DPD antes do início de qualquer tratamento com fármacos 5- fluoropirimidinas, em doentes recentemente medicados com Brivudina. Em caso de administração acidental de 5-FU ou fármacos relacionados a doentes medicados com Brivudina, ambos os fármacos devem ser descontinuados, sendo instituídas medidas rigorosas para reduzir a toxicidade do 5-FU. Recomenda-se hospitalização imediata e a tomada de todas as medidas de prevenção de infecções sistémicas e desidratação. Os sinais de toxicidade do 5-FU incluem náuseas, vómitos, diarreia, e, em casos graves, estomatite, neutropeni a e depressão da medula óssea. - Floxuridina
Sem efeito descrito

Brivudina Alimentos/Bebidas (Soja, fitinas, fitatos, oxalatos, taninos, pectinas)

Observações: n.d.
Interacções: Não foi demonstrado qualquer potencial de indução ou de inibição do sistema enzimático hepático P450. A ingestão de alimentos não afectou significativamente a absorção da brivudina. - Alimentos/Bebidas (Soja, fitinas, fitatos, oxalatos, taninos, pectinas)
Usar com precaução

Fluorouracilo Brivudina

Observações: Vários agentes têm sido referidos como moduladores bioquímicos da eficácia antitumoral ou a toxicidade do fluorouracilo. Entre os medicamentos comuns incluem-se o metotrexato, o metronidazol, a leucovorina, o interferão alfa e o alopurinol.
Interacções: A enzima di-hidropirimidina desidrogenase (DPD) desempenha uma função importante no metabolismo de fluorouracilo. Os análogos de nucleósidos, como por exemplo, brivudina e sorivudina, podem induzir um aumento nas concentrações plasmáticas de 5-FU ou outras fluoropirimidinas com reacções toxicológicas associadas. Desta forma, deve ser mantido um intervalo mínimo de 4 semanas entre a administração de fluorouracilo e de brivudina, sorivudina e análogos. Se aplicável, é indicada a determinação da actividade da enzima DPD antes do tratamento com 5-fluoropirimidinas. - Brivudina
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interacções da Brivudina
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.

A brivudina está contra-indicada durante a gravidez ou nas mulheres que estão a amamentar.
Os estudos em animais não evidenciaram efeitos embriotóxicos ou teratogénicos. Só foram observados efeitos tóxicos no feto com doses elevadas. Contudo, a segurança da brivudina na gravidez humana não foi estabelecida.
Estudos efectuados em animais mostraram que a brivudina e o seu principal metabolito bromoviniluracilo (BVU) passam para o leite materno.

Não existem estudos sobre o efeito da brivudina na capacidade de conduzir ou utilizar máquinas. Os doentes que conduzam veículos, utilizem máquinas ou trabalhem sem um ponto de apoio seguro, devem ter em consideração que, em alguns casos, ocorreram vertigens e sonolência.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Novembro de 2021