Atazanavir
O que é
Usado em combinação com outros agentes anti-retrovirais para o tratamento da infecção por HIV-1, bem como profilaxia pós-exposição de infecção por HIV em indivíduos que tenham tido exposição ocupacional ou não-ocupacional a fluidos corporais potencialmente infecciosos de uma pessoa conhecida por estar infectada com HIV, quando essa exposição representa um risco substancial para a transmissão do HIV.
Usos comuns
O Atazanavir é utilizado em combinação com outros medicamentos, para o tratamento da infecção causada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV).
O HIV é o vírus que causa a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS).
O Atazanavir não vai curar ou prevenir a infecção pelo HIV ou AIDS. Ajuda a impedir que o HIV se reproduza e parece diminuir a destruição do sistema imunitário. Pode ajudar a retardar os problemas que são normalmente relacionados com a AIDS ou que a doença do HIV ocorra.
O Atazanavir não vai impedi-lo de transmitir o HIV para outras pessoas. As pessoas que recebem Atazanavir podem continuar a ter outros problemas geralmente relacionados com a AIDS ou doença do HIV.
O HIV é o vírus que causa a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS).
O Atazanavir não vai curar ou prevenir a infecção pelo HIV ou AIDS. Ajuda a impedir que o HIV se reproduza e parece diminuir a destruição do sistema imunitário. Pode ajudar a retardar os problemas que são normalmente relacionados com a AIDS ou que a doença do HIV ocorra.
O Atazanavir não vai impedi-lo de transmitir o HIV para outras pessoas. As pessoas que recebem Atazanavir podem continuar a ter outros problemas geralmente relacionados com a AIDS ou doença do HIV.
Tipo
Molécula pequena.
História
O atazanavir foi aprovado para uso médico nos Estados Unidos em 2003.
Está na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial de Saúde.
Está na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial de Saúde.
Indicações
Tratamento de infecções pelo VIH-1 em associação com outros fármacos anti-retrovirais em doentes previamente tratados com outros medicamentos anti-retrovíricos.
Classificação CFT
1.3.1.1 : Inibidores da protease
Mecanismo De Acção
O Atazanavir inibe selectivamente o processamento específico do vírus de poliproteínas virais Gag e Gag-Pol de HIV-1 de células infectadas por ligação ao local activo da protease HIV-1, evitando assim a formação de viriões maduros. O Atazanavir não está activo contra o VIH-2.
Posologia Orientativa
Conforme prescrição médica.
Administração
Via oral.
Contra-Indicações
Gravidez e aleitamento.
Insuficiência hepática:
A IH moderada a grave constitui mesmo uma contra-indicação absoluta tal como a sua coadministracção a doentes medicados com fármacos de margem terapêutica estreita e metabolizados pelo CYP3A4, medicamentos inibidores da bomba de protões, rifampicina ou produtos que contenham hipericão (erva de S.João).
Doentes com disfunção hepática pré-existente e doentes com hepatite B ou C crónica (maior risco de reacções adversas hepáticas graves e potencialmente fatais).
Doentes medicados com indinavir (aumento do risco de hiperbilirrubinemia).
Doentes com alterações da condução cardíaca ou medicados com fármacos susceptíveis de induzir prolongamento do intervalo PR.
Doentes hemofílicos.
Monitorizar função hepática, lípidos e glicemia.
Os doentes a tomar contraceptivos orais deverão ser aconselhadas a utilizar métodos anticoncepcionais alternativos.
Insuficiência hepática:
A IH moderada a grave constitui mesmo uma contra-indicação absoluta tal como a sua coadministracção a doentes medicados com fármacos de margem terapêutica estreita e metabolizados pelo CYP3A4, medicamentos inibidores da bomba de protões, rifampicina ou produtos que contenham hipericão (erva de S.João).
Doentes com disfunção hepática pré-existente e doentes com hepatite B ou C crónica (maior risco de reacções adversas hepáticas graves e potencialmente fatais).
Doentes medicados com indinavir (aumento do risco de hiperbilirrubinemia).
Doentes com alterações da condução cardíaca ou medicados com fármacos susceptíveis de induzir prolongamento do intervalo PR.
Doentes hemofílicos.
Monitorizar função hepática, lípidos e glicemia.
Os doentes a tomar contraceptivos orais deverão ser aconselhadas a utilizar métodos anticoncepcionais alternativos.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Náuseas, vómitos, diarreia e dores abdominais; dispepsia e disgeusia.
Anorexia ou aumento do apetite.
Astenia e fadiga.
Lipodistrofia.
Cefaleias, tonturas, alterações do sono, ansiedade, depressão.
Alterações neurológicas periféricas.
Artralgias e mialgias.
Exantema, prurido, urticária.
Icterícia escleral (frequente).
Icterícia; hepatite e hepatosplenomegalia mais raramente.
Pancreatite.
Elevação da bilirrubina e transaminases particularmente em doentes co-infectados pelo vírus da hepatite B ou C crónica; elevação da glicemia (pode ser grave), creatinas cinase, amilase e lipase.
Neutropenia.
Aumento da tendência para hemorragia nos doentes hemofílicos.
Anorexia ou aumento do apetite.
Astenia e fadiga.
Lipodistrofia.
Cefaleias, tonturas, alterações do sono, ansiedade, depressão.
Alterações neurológicas periféricas.
Artralgias e mialgias.
Exantema, prurido, urticária.
Icterícia escleral (frequente).
Icterícia; hepatite e hepatosplenomegalia mais raramente.
Pancreatite.
Elevação da bilirrubina e transaminases particularmente em doentes co-infectados pelo vírus da hepatite B ou C crónica; elevação da glicemia (pode ser grave), creatinas cinase, amilase e lipase.
Neutropenia.
Aumento da tendência para hemorragia nos doentes hemofílicos.
Advertências

Gravidez:Uma quantidade moderada de dados em mulheres grávidas (entre 300-1000 resultados de gravidezes) não indicou toxicidade de atazanavir relacionada com malformações. Os estudos em animais não indicaram toxicidade reprodutiva. A utilização de atazanavir com ritonavir pode ser considerada na gravidez apenas se o potencial benefício justificar o potencial risco.

Aleitamento:Atazanavir foi detectado no leite humano. Como recomendação geral, as mulheres infectadas pelo VIH não devem amamentar os filhos para evitar a transmissão do VIH.
Precauções Gerais
Atazanavir não é uma cura para a infecção pelo VIH.
Poderá continuar a desenvolver infecções ou outras doenças associadas à infecção pelo VIH. Poderá continuar a transmitir o VIH enquanto toma este medicamento, apesar de se reduzir o risco com uma terapêutica anti-retroviral eficaz.
Converse com o médico sobre as precauções necessárias para evitar que infecte outras pessoas.
Algumas pessoas irão necessitar de atenção especial antes ou durante a administração de Atazanavir.
Fale com o médico ou farmacêutico antes de tomar Atazanavir e certifique-se que o médico sabe:
- se tem hepatite B ou C
- se desenvolveu sinais ou sintomas de cálculos biliares (dor no lado direito do seu estômago)
- se tem hemofilia do tipo A ou B
- se necessita de fazer hemodiálise
O Atazanavir pode afectar o funcionamento dos rins. Em doentes a tomar Atazanavir foram comunicadas pedras nos rins. Se desenvolver sinais ou sintomas de pedras nos rins (dor no seu lado, sangue na urina, dor quando urina), informe o médico imediatamente.
Em alguns doentes com infecção avançada por VIH (SIDA) e história de infecção oportunista, podem ocorrer sinais e sintomas de inflamação resultantes de infecções anteriores, pouco tempo após o início do tratamento anti-VIH.
Pensa-se que estes sintomas se devem a um aumento da resposta imunitária do organismo, habilitando-o a combater infecções que possam ter existido sem sintomas evidentes.
Se notar quaisquer sintomas de infecção, informe imediatamente o médico.
Adicionalmente às infecções oportunistas, as doenças auto-imunes (uma condição que ocorre quando o sistema imunitário ataca tecidos corporais saudáveis) também podem ocorrer depois de começar a tomar os medicamentos para o tratamento da sua infecção pelo VIH.
As doenças auto-imunes podem ocorrer muitos meses após o início do tratamento. Se notar quaisquer sintomas de infecção ou outros sintomas como fraqueza muscular, fraqueza a começar nas mãos e nos pés e dirigindo-se em direcção ao tronco, palpitações, tremores ou hiperatividade, informe o médico imediatamente para procurar o tratamento necessário.
Alguns doentes em terapêutica anti-retroviral combinada podem desenvolver uma doença óssea chamada osteonecrose (morte do tecido ósseo provocada por falta de afluxo de sangue ao osso).
A duração da terapêutica anti-retroviral combinada, a utilização de corticosteróides, o consumo de álcool, a imunossupressão grave, um índice de massa corporal aumentado, entre outros, podem ser alguns dos inúmeros factores de risco para o desenvolvimento desta doença.
Os sinais de osteonecrose são rigidez, mal-estar e dores nas articulações (especialmente na anca, joelho e ombro) e dificuldade de movimentos.
Informe o médico se notar qualquer um destes sintomas.
A hiperbilirrubinemia (um aumento do nível de bilirrubina no sangue) tem ocorrido em doentes a tomar Atazanavir.
Os sinais podem ser um ligeiro amarelecimento da pele ou dos olhos.
Se notar algum destes sintomas, informe o médico.
Em doentes a tomar Atazanavir foi comunicada erupção na pele grave, incluindo síndrome de Stevens-Johnson.
Se desenvolver uma erupção cutânea informe o médico imediatamente.
Se notar uma alteração no modo como o seu coração bate (alterações no ritmo cardíaco), informe o médico.
As crianças a tomar Atazanavir podem necessitar que o coração seja monitorizado. Esta decisão será tomada pelo médico da criança.
Não dê este medicamento a crianças com idade inferior a 3 meses e a pesar menos de 5 kg.
O uso de Atazanavir em crianças com menos de 3 meses de idade e com peso inferior a 5 kg não foi ainda estudado devido ao risco de complicações sérias.
Não pode tomar Atazanavir com alguns medicamentos.
Há medicamentos que não se devem misturar com Atazanavir.
Informe o médico ou farmacêutico se estiver a tomar, tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos.
É especialmente importante mencionar os seguintes:
- outros medicamentos para o tratamento da infecção pelo VIH (por exemplo, indinavir, nevirapina e efavirenz)
- Sofosbuvir/velpatasvir/voxilaprevir (utilizados para tratar a hepatite C)
- sildenafil, vardenafil ou tadalafil (utilizado pelos indivíduos do sexo masculino para tratar a impotência (disfunção eréctil))
- se estiver a tomar um contraceptivo oral ("pílula") com Atazanavir para prevenir a gravidez, assegure-se que o toma exactamente de acordo com as instruções do médico e que toma todas as doses
- medicamentos utilizados para tratar doenças relacionadas com a acidez gástrica (por ex. antiácidos a serem tomados uma hora antes da toma de Atazanavir ou 2 horas depois de tomar Atazanavir, bloqueadores H2 como a famotidina e inibidores da bomba de protões, como o omeprazol)
- medicamentos para baixar a pressão sanguínea, para reduzir a frequência cardíaca ou para corrigir o ritmo cardíaco (amiodarona, diltiazem, lidocaína sistémica, verapamilo)
- atorvastatina, pravastatina e fluvastatina (utilizados para reduzir o colesterol sanguíneo)
- salmeterol (utilizado para tratar a asma)
- ciclosporina, tacrolimus e sirolimus (medicamentos para diminuir os efeitos do sistema imunitário do organismo)
- alguns antibióticos (rifabutina, claritromicina)
- cetoconazol, itraconazol e voriconazol (antifúngicos)
- apixabano, dabigatrano, edoxabano, rivaroxabano e varfarina (anticoagulantes, utilizado para reduzir os coágulos sanguíneos)
- carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, lamotrigina (antiepiléticos)
- irinotecano (utilizado para tratar o cancro)
- fármacos sedativos (por ex. midazolam administrado por injeção)
- buprenorfina (utilizado para tratar a dependência opióide e a dor)
Alguns medicamentos podem interagir com ritonavir, um medicamento que é tomado com Atazanavir. É importante informar o médico no caso de estar a tomar fluticasona ou budesonida (administrados por via nasal ou inalados para tratar sintomas alérgicos ou asma).
Poderá continuar a desenvolver infecções ou outras doenças associadas à infecção pelo VIH. Poderá continuar a transmitir o VIH enquanto toma este medicamento, apesar de se reduzir o risco com uma terapêutica anti-retroviral eficaz.
Converse com o médico sobre as precauções necessárias para evitar que infecte outras pessoas.
Algumas pessoas irão necessitar de atenção especial antes ou durante a administração de Atazanavir.
Fale com o médico ou farmacêutico antes de tomar Atazanavir e certifique-se que o médico sabe:
- se tem hepatite B ou C
- se desenvolveu sinais ou sintomas de cálculos biliares (dor no lado direito do seu estômago)
- se tem hemofilia do tipo A ou B
- se necessita de fazer hemodiálise
O Atazanavir pode afectar o funcionamento dos rins. Em doentes a tomar Atazanavir foram comunicadas pedras nos rins. Se desenvolver sinais ou sintomas de pedras nos rins (dor no seu lado, sangue na urina, dor quando urina), informe o médico imediatamente.
Em alguns doentes com infecção avançada por VIH (SIDA) e história de infecção oportunista, podem ocorrer sinais e sintomas de inflamação resultantes de infecções anteriores, pouco tempo após o início do tratamento anti-VIH.
Pensa-se que estes sintomas se devem a um aumento da resposta imunitária do organismo, habilitando-o a combater infecções que possam ter existido sem sintomas evidentes.
Se notar quaisquer sintomas de infecção, informe imediatamente o médico.
Adicionalmente às infecções oportunistas, as doenças auto-imunes (uma condição que ocorre quando o sistema imunitário ataca tecidos corporais saudáveis) também podem ocorrer depois de começar a tomar os medicamentos para o tratamento da sua infecção pelo VIH.
As doenças auto-imunes podem ocorrer muitos meses após o início do tratamento. Se notar quaisquer sintomas de infecção ou outros sintomas como fraqueza muscular, fraqueza a começar nas mãos e nos pés e dirigindo-se em direcção ao tronco, palpitações, tremores ou hiperatividade, informe o médico imediatamente para procurar o tratamento necessário.
Alguns doentes em terapêutica anti-retroviral combinada podem desenvolver uma doença óssea chamada osteonecrose (morte do tecido ósseo provocada por falta de afluxo de sangue ao osso).
A duração da terapêutica anti-retroviral combinada, a utilização de corticosteróides, o consumo de álcool, a imunossupressão grave, um índice de massa corporal aumentado, entre outros, podem ser alguns dos inúmeros factores de risco para o desenvolvimento desta doença.
Os sinais de osteonecrose são rigidez, mal-estar e dores nas articulações (especialmente na anca, joelho e ombro) e dificuldade de movimentos.
Informe o médico se notar qualquer um destes sintomas.
A hiperbilirrubinemia (um aumento do nível de bilirrubina no sangue) tem ocorrido em doentes a tomar Atazanavir.
Os sinais podem ser um ligeiro amarelecimento da pele ou dos olhos.
Se notar algum destes sintomas, informe o médico.
Em doentes a tomar Atazanavir foi comunicada erupção na pele grave, incluindo síndrome de Stevens-Johnson.
Se desenvolver uma erupção cutânea informe o médico imediatamente.
Se notar uma alteração no modo como o seu coração bate (alterações no ritmo cardíaco), informe o médico.
As crianças a tomar Atazanavir podem necessitar que o coração seja monitorizado. Esta decisão será tomada pelo médico da criança.
Não dê este medicamento a crianças com idade inferior a 3 meses e a pesar menos de 5 kg.
O uso de Atazanavir em crianças com menos de 3 meses de idade e com peso inferior a 5 kg não foi ainda estudado devido ao risco de complicações sérias.
Não pode tomar Atazanavir com alguns medicamentos.
Há medicamentos que não se devem misturar com Atazanavir.
Informe o médico ou farmacêutico se estiver a tomar, tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos.
É especialmente importante mencionar os seguintes:
- outros medicamentos para o tratamento da infecção pelo VIH (por exemplo, indinavir, nevirapina e efavirenz)
- Sofosbuvir/velpatasvir/voxilaprevir (utilizados para tratar a hepatite C)
- sildenafil, vardenafil ou tadalafil (utilizado pelos indivíduos do sexo masculino para tratar a impotência (disfunção eréctil))
- se estiver a tomar um contraceptivo oral ("pílula") com Atazanavir para prevenir a gravidez, assegure-se que o toma exactamente de acordo com as instruções do médico e que toma todas as doses
- medicamentos utilizados para tratar doenças relacionadas com a acidez gástrica (por ex. antiácidos a serem tomados uma hora antes da toma de Atazanavir ou 2 horas depois de tomar Atazanavir, bloqueadores H2 como a famotidina e inibidores da bomba de protões, como o omeprazol)
- medicamentos para baixar a pressão sanguínea, para reduzir a frequência cardíaca ou para corrigir o ritmo cardíaco (amiodarona, diltiazem, lidocaína sistémica, verapamilo)
- atorvastatina, pravastatina e fluvastatina (utilizados para reduzir o colesterol sanguíneo)
- salmeterol (utilizado para tratar a asma)
- ciclosporina, tacrolimus e sirolimus (medicamentos para diminuir os efeitos do sistema imunitário do organismo)
- alguns antibióticos (rifabutina, claritromicina)
- cetoconazol, itraconazol e voriconazol (antifúngicos)
- apixabano, dabigatrano, edoxabano, rivaroxabano e varfarina (anticoagulantes, utilizado para reduzir os coágulos sanguíneos)
- carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, lamotrigina (antiepiléticos)
- irinotecano (utilizado para tratar o cancro)
- fármacos sedativos (por ex. midazolam administrado por injeção)
- buprenorfina (utilizado para tratar a dependência opióide e a dor)
Alguns medicamentos podem interagir com ritonavir, um medicamento que é tomado com Atazanavir. É importante informar o médico no caso de estar a tomar fluticasona ou budesonida (administrados por via nasal ou inalados para tratar sintomas alérgicos ou asma).
Cuidados com a Dieta
É importante que tome Atazanavir com alimentos (uma refeição ou um lanche substancial) uma vez que tal irá ajudar o organismo a absorver o medicamento.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de Intoxicações.
Caso tome ou caso a sua criança tome demasiado Atazanavir, poderá ocorrer amarelecimento da pele e/ou dos olhos (icterícia) e batimento cardíaco irregular (prolongamento do intervalo QTc).
Se, por acidente, tiver tomado mais Atazanavir cápsulas do que o recomendado pelo médico, contacte, de imediato, o médico que o está a acompanhar no tratamento do VIH ou o hospital mais próximo para se aconselhar.
Caso tome ou caso a sua criança tome demasiado Atazanavir, poderá ocorrer amarelecimento da pele e/ou dos olhos (icterícia) e batimento cardíaco irregular (prolongamento do intervalo QTc).
Se, por acidente, tiver tomado mais Atazanavir cápsulas do que o recomendado pelo médico, contacte, de imediato, o médico que o está a acompanhar no tratamento do VIH ou o hospital mais próximo para se aconselhar.
Terapêutica Interrompida
Se não tomou uma dose, tome a dose em falta, com alimentos, logo que possível e depois tome a dose seguinte à hora prevista. Se está quase na hora da dose seguinte, não tome a dose em falta. Espere e tome a dose seguinte à hora prevista. Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Antiácidos Atazanavir
Observações: Os antiácidos podem reduzir a absorção por adsorção de fármacos no tubo digestivo ou porque os fármacos requerem pH ácido para a absorção. Tendem a acelerar o esvaziamento gástrico, aumentando a absorção intestinal dos fármacos. Alguns (ex.: hidróxido de alumínio ou de magnésio) alcalinizam a urina, alterando a eliminação de fármacos sensíveis ao pH urinário.Interacções: Absorção reduzida - Atazanavir - Atazanavir

Antiarrítmicos Atazanavir
Observações: Aumentam a depressão do miocárdio quando são administrados com outros AA. Aumentam o risco de arritmias ventriculares quando são dados com AA que prolongam o intervalo QTInteracções: Amiodarona: aumento do risco de arritmias ventriculares em uso concomitante com: - Atazanavir - Atazanavir

Macrólidos Atazanavir
Observações: Podem interferir com a absorção de outros fármacos, inibir as enzimas metabolizadoras com aumento da toxicidade de alguns fármacos e, com menos frequência, reduzir a concentração plasmática de outros, por aceleração do metabolismo. Os macrólidos envolvidos com mais frequência são a eritromicina (em particular por via parentérica) e a claritromicina. A eritromicina em aplicação tópica não origina interacções.Interacções: Por inibição enzimática, com aumento da concentração plasmática e da toxicidade respectiva interferem com: Antivirais (atazanavir, efavirenz, ritonavir, tipranavir) - Atazanavir - Atazanavir

Inibidores da HMG-CoA redutase Atazanavir
Observações: Lovastatina, sinvastatina e, em menor extensão, atorvastatina, são susceptíveis aos inibidores do CYP3A4. Risco aumentado de miopatia aditiva com outros fármacos que podem causar miopatia.Interacções: Fármacos que diminuem o metabolismo das estatinas: - Atazanavir - Atazanavir

Inibidores da bomba de protões (IBP) Atazanavir
Observações: A redução da acidez gástrica pode alterar a absorção de fármacos para os quais a acidez gástrica afecta a biodisponibilidade; Todos são metabolizados pelo cit. P450, incluindo o CYP2C19 e o CYP3A4; São raras as interacções clinicamente significativas.Interacções: Reduzem a concentração plasmática de: - Atazanavir - Atazanavir

Atazanavir Elbasvir + Grazoprevir
Observações: n.d.Interacções: As concentrações de grazoprevir aumentaram bastante quando co-administradas com atazanavir/ritonavir. As concentrações de elbasvir aumentaram quando co-administradas com atazanavir/ritonavir. A co-administração de atazanavir e elbasvir/grazoprevir está contra-indicada devido a um aumento significativo das concentrações plasmáticas de grazoprevir e ao aumento potencial associado ao risco de elevações de ALT. - Elbasvir + Grazoprevir

Omeprazol Atazanavir
Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.Interacções: Os níveis plasmáticos de nelfinavir e atazanavir são diminuídos em caso de co- administração de omeprazol. A administração concomitante de omeprazol com atazanavir não é recomendada. A administração concomitante de omeprazol (40 mg uma vez por dia) e atazanavir 300 mg/ritonavir 100 mg a voluntários saudáveis resultou numa redução de 75% da exposição ao atazanavir. Aumentar a dose de atazanavir para 400 mg não compensou o impacto do omeprazol na exposição ao atazanavir. A co-administração de omeprazol (20 mg uma vez por dia) com atazanavir 400 mg/ritonavir 100 mg a voluntários saudáveis resultou numa diminuição de aproximadamente 30% na exposição ao atazanavir quando comparado ao atazanavir 300 mg/ritonavir 100 mg uma vez por dia. - Atazanavir

Fesoterodina Atazanavir
Observações: Dados in vitro demonstram que o metabolito activo da fesoterodina não inibe o CYP 1A2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, ou induz o CYP 1A2, 2B6, 2C9, 2C19 ou 3A4 em concentrações plasmáticas clinicamente relevantes. Assim, é pouco provável que a fesoterodina altere a depuração dos medicamentos que são metabolizados por estas enzimas. Não são recomendados ajustes de dose na presença de inibidores moderados do CYP3A4 (p.ex.sumo de toranja).Interacções: Após a inibição do CYP3A4 mediante a co-administração de 200 mg de cetoconazol duas vezes por dia, a Cmax e a AUC do metabólito activo da fesoterodina aumentaram 2,0 e 2,3 vezes nos metabolizadores potentes do CYP2D6 e 2,1 e 2,5 vezes nos metabolizadores fracos do CYP2D6, respectivamente. A dose máxima de fesoterodina deve, portanto, ser restringida a 4 mg quando utilizada concomitantemente com inibidores potentes do CYP3A4 (p.ex., atazanavir, claritromicina, indinavir, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, nelfinavir, ritonavir (e todas as terapêuticas com IP potenciados pelo ritonavir), saquinavir e telitromicina). - Atazanavir

Rabeprazol Atazanavir
Observações: O rabeprazol sódico produz uma inibição profunda e de longa duração da secreção de ácido gástrico. Pode ocorrer interacção com compostos cuja absorção é dependente do pH.Interacções: A co-administração de 300 mg de atazanavir /10 mg de ritonavir com omeprazol (40 mg uma vez por dia) ou 400 mg de atazanavir com lansoprazol (60 mg uma vez ao dia) a voluntários saudáveis resultou numa redução substancial da exposição ao atazanavir. A absorção de atazanavir é dependente do pH. Embora não tenha sido estudado, são esperados resultados semelhantes com outros inibidores da bomba de protões (IBP). Portanto, os IBP, incluindo rabeprazol, não devem ser co-administrados com atazanavir. - Atazanavir

Elbasvir + Grazoprevir Atazanavir
Observações: Grazoprevir é um substrato do OATP1B1/3 transportadores. Elbasvir e grazoprevir são substratos para CYP3A e P-gp, mas o papel da P-gp intestinal na absorção de elbasvir e grazoprevir parece ser mínima.Interacções: Drogas que são contra-indicados com Elbasvir/ grazoprevir: Atazanavir, Darunavir, Lopinavir, Saquinavir, Tipranavir: Podem aumentar o risco de aumentos de ALT devido a um aumento significativo nas concentrações de plasma grazoprevir causadas por OATP1B1 / 3 inibidores. - Atazanavir

Dexlansoprazol Atazanavir
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. Foi demonstrado que o CYP2C19 e o CYP3A4 estão envolvidos no metabolismo do dexlansoprazol. O dexlansoprazol pode interferir com a absorção de medicamentos para os quais o pH gástrico é crítico em termos de biodisponibilidade. Estudos in vitro demonstraram que não é provável que Dexlansoprazol iniba as isoformas do CYP 1A1, 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2D6, 2E1 ou 3A4. Assim sendo, não são de esperar interações clinicamente relevantes com fármacos metabolizados por estas enzimas do CYP. Medicamentos transportados pela glicoproteína P: Observou-se que o lansoprazol inibe a proteína transportadora, P-gp in vitro. Podem esperar-se efeitos semelhantes com o dexlansoprazol. A relevância clínica deste facto é desconhecida.Interacções: Um estudo demonstrou que a administração concomitante de lansoprazol (60 mg uma vez por dia) com 400 mg de atazanavir a voluntários saudáveis resultou numa redução substancial da exposição do atazanavir (redução de aproximadamente 90% na AUC e na Cmax). Pode esperar-se um efeito semelhante com o dexlansoprazol. O dexlansoprazol não deve ser administrado concomitantemente com o atazanavir. - Atazanavir

Trastuzumab emtansina Atazanavir
Observações: Não foram realizados estudos formais de interacção. Estudos in vitro do metabolismo em microssomas hepáticos humanos sugerem que o DM1, um componente de trastuzumab emtansina, é metabolizado essencialmente pelo CYP3A4 e, em menor extensão, pelo CYP3A5.Interacções: O uso concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, cetoconazol, itraconazol, claritromicina, atazanavir, indinavir, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, telitromicina e voriconazol) com trastuzumab emtansina deve ser evitado devido ao potencial para um aumento na exposição ao DM1 e toxicidade. Considerar um medicamento alternativo sem potencial, ou potencial reduzido, para inibir o CYP3A4. Se for inevitável o uso concomitante com inibidores potentes do CYP3A4, considerar, quando possível, o adiamento do tratamento com trastuzumab emtansina até os inibidores potentes do CYP3A4 terem sido eliminados da circulação (aproximadamente 3 semi-vidas de eliminação dos inibidores). Se se coadministrar um inibidor potente do CYP3A4 e não se puder adiar o tratamento com trastuzumab emtansina, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quanto ao aparecimento de reacções adversas. - Atazanavir

Elvitegravir Atazanavir
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. O elvitegravir é metabolizado principalmente pelo CYP3A. Prevê-se que os medicamentos que são indutores potentes (causam um aumento >5 vezes na depuração do substrato) ou moderados (causam um aumento de 2-5 vezes na depuração do substrato) do CYP3A diminuam as concentrações plasmáticas de elvitegravir. O elvitegravir é um indutor modesto e pode ter o potencial de induzir o CYP2C9 e/ou as enzimas induzíveis da UGT. Além disso, estudos in vitro demonstraram que o elvitegravir é um indutor fraco a modesto das enzimas CYP1A2, CYP2C19 e CYP3A. O elvitegravir terá também o potencial de ser um indutor fraco a modesto das enzimas CYP2B6 e CYP2C8, visto que estas enzimas são reguladas de maneira semelhante ao CYP2C9 e ao CYP3A. O elvitegravir é um substrato do OATP1B1 e do OATP1B3 (OATP – polipéptidos transportadores de aniões orgânicos) e um inibidor do OATP1B3 in vitro. A relevância in vivo destas interações não é clara.Interacções: O elvitegravir é submetido a um metabolismo oxidativo através do CYP3A (via principal), e a glucuronidação através das enzimas UGT1A1/3 (via de menor importância). A co-administração de Elvitegravir com medicamentos que são inibidores potentes da UGT1A1/3 pode resultar no aumento das concentrações plasmáticas de elvitegravir podendo ser necessárias modificações da dose. Por exemplo, atazanavir/ritonavir e lopinavir/ritonavir (inibidores potentes da UGT1A1/3) demonstraram aumentar de forma significativa as concentrações plasmáticas de elvitegravir. Consequentemente, quando utilizado em associação com atazanavir/ritonavir e lopinavir/ritonavir, a dose de Elvitegravir deve ser diminuída de 150 mg uma vez por dia para 85 mg uma vez por dia. - Atazanavir

Ácido acetilsalicílico + Esomeprazol Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Para atazanavir foi notificado caso de diminuição dos níveis sanguíneos, quando administrado com esomeprazol não sendo recomendada a administração concomitante. Devido aos efeitos farmacodinâmicos semelhantes e às propriedades farmacocinéticas do omeprazol e esomeprazol, a administração concomitante de esomeprazol e atazanavir não é recomendada. - Atazanavir

Atazanavir Sofosbuvir + Velpatasvir
Observações: n.d.Interacções: O mecanismo de interacção entre atazanavir/ritonavir e sofosbuvir/velpatasvir/voxilaprevir é a inibição de OATP1B, gp-P e CYP3A. Espera-se que a co-administração de atazanavir com medicamentos que contenham voxilaprevir aumente a concentração de voxilaprevir. Não é recomendada a co-administração de atazanavir com regimes que contenham voxilaprevir. - Sofosbuvir + Velpatasvir

Atazanavir Glecaprevir + Pibrentasvir
Observações: n.d.Interacções: A co-administração de atazanavir com glecaprevir/pibrentasvir está contra-indicada devido a um potencial aumento do risco de elevações de ALT devido a um aumento significativo das concentrações plasmáticas de glecaprevir e pibrentasvir. - Glecaprevir + Pibrentasvir

Atazanavir Ticagrelor
Observações: n.d.Interacções: O mecanismo da interacção é a inibição CYP3A4 por atazanavir e/ou ritonavir. A co-administração de atazanavir com ticagrelor não é recomendada devido a um potencial aumento da actividade antiplaquetária de ticagrelor. - Ticagrelor

Atazanavir Clopidogrel
Observações: n.d.Interacções: O mecanismo da interacção é a inibição CYP3A4 por atazanavir e/ou ritonavir A co-administração com clopidogrel não é recomendada devido a uma potencial redução da actividade antiplaquetária de clopidogrel. - Clopidogrel

Atazanavir Prasugrel
Observações: n.d.Interacções: O mecanismo da interacção é a inibição CYP3A4 por atazanavir e/ou ritonavir. Não é necessário ajuste da dose quando prasugrel é co-administrado com atazanavir (com ou sem ritonavir). - Prasugrel

Atazanavir Inibidores da Protease (IP)
Observações: n.d.Interacções: Não foi estudada a co-administração de atazanavir/ritonavir e outros inibidores da protease mas é expectável que aumente a exposição a outros inibidores da protease. Consequentemente, esta co-administração não é recomendada. - Inibidores da Protease (IP)

Atazanavir Ritonavir
Observações: n.d.Interacções: Quando atazanavir e ritonavir são co-administrados, o perfil de interacção metabólico de ritonavir pode ser predominante porque ritonavir é um inibidor mais potente da CYP3A4 do que atazanavir. O mecanismo da interacção entre atazanavir e ritonavir é a inibição CYP3A4. Ritonavir 100 mg uma vez por dia é usado como um potenciador da farmacocinética de atazanavir. - Ritonavir

Atazanavir Indinavir
Observações: n.d.Interacções: Indinavir está associado com hiperbilirrubinemia indirecta não conjugada devido à inibição da UGT. Não é recomendada a co-administração de atazanavir e indinavir. - Indinavir

Atazanavir Lamivudina + Zidovudina
Observações: n.d.Interacções: Não foi observado efeito significativo nas concentrações de lamivudina e zidovudina. Com base nestes dados e não sendo expectável que ritonavir tenha um impacto significativo na farmacocinética dos NRTIs, não se espera que a co-administração destes medicamentos e atazanavir altere significativamente a exposição dos fármacos co-administrados. - Lamivudina + Zidovudina

Atazanavir Abacavir
Observações: n.d.Interacções: Não se espera que a co-administração de abacavir e atazanavir altere significativamente a exposição do abacavir. - Abacavir

Atazanavir Didanosina
Observações: n.d.Interacções: As concentrações de atazanavir diminuíram muito quando co-administrado com didanosina (comprimidos tamponados). O mecanismo da interacção é uma solubilidade reduzida de atazanavir com o aumento do pH relacionado com a presença de agentes antiácidos nos comprimidos tamponados de didanosina. Não foram observados efeitos significativos nas concentrações de atazanavir quando administrado com a didanosina com revestimento entérico, mas a administração com os alimentos diminuiu as concentrações de didanosina. Não foram observados efeitos significativos nas concentrações de didanosina. A didanosina deve ser administrada sem alimentos 2 horas depois de atazanavir tomado com alimentos. - Didanosina

Atazanavir Estavudina
Observações: n.d.Interacções: As concentrações de atazanavir diminuíram muito quando co-administrado com estavudina. Não foram observados efeitos significativos nas concentrações de estavudina. Não é expectável que a co-administração de estavudina com atazanavir altere significativamente a exposição à estavudina. - Estavudina

Pantoprazol Atazanavir
Observações: O pantoprazol é metabolizado no fígado pelo sistema enzimático do citocromo P450. Não se pode excluir a interacção com outros fármacos ou compostos que são metabolizados utilizando o mesmo sistema enzimático.Interacções: Estudos com outros IBPs mostraram uma redução acentuada na exposição ao atazanavir durante o tratamento concomitante com IBPs. A utilização de pantoprazol está contra-indicada durante o tratamento com atazanavir. - Atazanavir

Vemurafenib Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Os estudos in vitro sugerem que o metabolismo pelo CYP3A4 e a glucoronidação são responsáveis pelo metabolismo de vemurafenib. A excreção biliar aparenta ser outra via de eliminação importante. Não existem dados clínicos disponíveis que demonstrem o efeito de indutores ou inibidores potentes do CYP3A4 e/ou a actividade de proteínas transportadoras na exposição ao vemurafenib. O vemurafenib deve ser utilizado com precaução em combinação com inibidores potentes do CYP3A4, glucoronidação e/ou proteínas transportadoras (por exemplo, ritonavir, saquinavir, telitromicina, cetoconazol, itraconazol, voriconazol, posaconazol, nefazodona, atazanavir). - Atazanavir

Dabrafenib Atazanavir
Observações: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Tomar precauções se forem co-administrados inibidores fortes (por ex., cetoconazol, gemfibrozil, nefazodona, claritromicina, ritonavir, saquinavir, telitromicina, itraconazol, voriconazol, posaconazol, atazanavir) com dabrafenib. Efeitos de dabrafenib noutros medicamentos: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afectar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabólitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Num estudo clínico de interacção medicamentosa, a Cmax e AUC do midazolam oral (um substrato do CYP3A4) diminuiu 61% e 74% respectivamente com a co-administração de doses repetidas de dabrafenib utilizando uma formulação com uma biodisponibilidade mais baixa do que a formulação de dabrafenib. A administração de 150 mg de dabrafenib duas vezes por dia e varfarina resultou numa diminuição da AUC de S-e R-varfarina em 37% e 33% em comparação com a administração de varfarina em monoterapia. A Cmax de S-e R-varfarina aumentou 18% e 19%. São esperadas interacções com muitos medicamentos eliminados através do metabolismo ou transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico for de grande importância para o doente, e os ajustes posológicos não forem facilmente realizáveis com base na monitorização da eficácia ou concentrações plasmáticas, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. Suspeita-se que o risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é superior nos doentes tratados concomitantemente com indutores enzimáticos. Espera-se que o número de medicamentos afectados seja grande; embora a magnitude da interacção possa variar. Os grupos de medicamentos que podem ser afectados incluem, mas não estão limitados a: - Analgésicos (por ex. fentanilo, metadona) - Antibióticos (por ex., claritromicina, doxiciclina) - Agentes anticancerígenos (por ex., cabazitaxel) - Anticoagulantes (por ex. acenocumarol, varfarina) - Antiepiléticos (por ex., carbamazepina, fenitoína, primidona, ácido valpróico) - Antipsicóticos (por ex., haloperidol) - Bloqueadores dos canais de cálcio (por ex., diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) - Glicosidos cardíacos (por ex., digoxina) - Corticosteróides (por ex., dexametasona, metilprednisolona) - Antivíricos para o VIH (por ex., amprenavir, atazanavir, darunavir, delavirdina, efavirenz, fosamprenavir, indinavir, lopinavir, nelfinavir, saquinavir, tipranavir) - Contraceptivos hormonais - Hipnóticos (por ex., diazepam, midazolam, zolpidem) - Imunossupressores (por ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolímus) - Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (por ex., atorvastatina, sinvastatina) É provável que o início da indução ocorra após 3 dias de administração repetida com dabrafenib. Aquando da descontinuação de dabrafenib, o equilibro da indução é gradual, as concentrações dos CYP3A4, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9 e CYP2C19, UDP-glucuronosil transferases (UGT) e substratos transportadores podem aumentar e os doentes devem ser monitorizados para toxicidade e a posologia destes agentes pode necessitar de ser ajustada. In vitro, o dabrafenib é um inibidor do mecanismo do CYP3A4. Como tal, a inibição transitória do CYP3A4 pode ser vista durante os primeiros dias do tratamento. - Atazanavir

Dextrometorfano + Quinidina Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: A quinidina é metabolizada pela CYP3A4. É de esperar que a administração concomitante de medicamentos que inibem a CYP3A4 aumente os níveis plasmáticos da quinidina, o que pode aumentar o risco relativamente ao prolongamento do intervalo QTc. Durante o tratamento com o este medicamento, os inibidores fortes e moderados da CYP3A4 devem ser evitados. Estes incluem, entre outros, atazanavir, claritromicina, indinavir, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, telitromicina, amprenavir, aprepitante, diltiazem, eritromicina, fluconazol, fosamprenavir, sumo de toranja e verapamilo. Caso se considere necessário o tratamento concomitante com inibidores fortes ou moderados da CYP3A4, recomenda-se que seja realizada uma avaliação eletrocardiográfica (ECG) do intervalo QT antes da administração do Dextrometorfano + Quinidina e, subsequentemente, num(em) ponto(s) temporal(is) adequado(s). - Atazanavir

Ácido acetilsalisílico + Atorvastatina + Ramipril Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Demonstrou-se que os inibidores potentes da CYP3A4 causam um aumento marcado das concentrações de atorvastatina. A co-administração de inibidores potentes da CYP3A4 (p. ex., ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores da protease do VIH, incluindo o ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) deve ser evitada se possível. Nos casos em que não se pode evitar a co-administração destes medicamentos com a atorvastatina, aconselha-se a monitorização clínica apropriada do doente. - Atazanavir

Ticagrelor Atazanavir
Observações: Ticagrelor é principalmente um substrato do CYP3A4 e um inibidor ligeiro do CYP3A4. O ticagrelor é igualmente um substrato da glicoproteína-P ( P-gp) e um inibidor fraco da P-gp e pode aumentar a exposição de substratos P-gp.Interacções: Inibidores fortes do CYP3A4: A administração concomitante de cetoconazol com ticagrelor aumentou a Cmax de ticagrelor e a AUC similar a 2,4 vezes e 7,3 vezes, respectivamente. A Cmax e a AUC do metabólito activo foram reduzidas em 89% e 56%, respectivamente. É esperado que outros inibidores potentes do CYP3A4 (claritromicina, nefazodona, ritonavir, e Atazanavir) tenham efeitos similares e como tal a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 com Ticagrelor é contra-indicada. - Atazanavir

Rosuvastatina + Valsartan Atazanavir
Observações: Não foram efetuados estudos de interacção com Rosuvastatina / Valsartan e outros medicamentos. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. A extensão das interacções na população pediátrica não é conhecida.Interacções: interacções que requerem ajustes na dose de rosuvastatina: Quando for necessário administrar concomitantemente rosuvastatina com outros medicamentos conhecidos por aumentarem a exposição à rosuvastatina, as doses de rosuvastatina devem ser ajustadas. Iniciar com uma dose diária de 5 mg de rosuvastatina se o aumento expectável na exposição (AUC) é de aproximadamente 2 vezes ou superior. A dose máxima diária de rosuvastatina deve ser ajustada para que a exposição expectável à rosuvastatina não exceda os 40 mg diários de rosuvastatina tomados sem interacções medicamentosas, por exemplo uma dose de 20 mg de rosuvastatina com gemfibrozil (aumenta 1,9 vezes), e uma dose de 10 mg de rosuvastatina com a combinação atazanavir/ritonavir (aumenta 3,1 vezes). - Atazanavir

Eluxadolina Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Inibidores do OATP1B1: A co-administração de inibidores do OATP1B1 (ciclosporina, gemfibrozil, anti-retrovirais (atazanavir, lopinavir, ritonavir, saquinavir, tipranavir), rifampicina) com eluxadolina pode aumentar a exposição à eluxadolina. A eluxadolina não deve ser administrada concomitantemente com tais medicamentos. - Atazanavir

Rosuvastatina Atazanavir
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. A extensão das interacções na população pediátrica não é conhecida.Interacções: Inibidores da protease: Apesar de ser desconhecido o mecanismo de interacção exato, o uso concomitante com inibidores da protease poderá aumentar fortemente a exposição à rosuvastatina. Por exemplo, num estudo farmacocinético, a co-administração de 10 mg de rosuvastatina e um medicamento de associação de dois inibidores da protease (300 mg de atazanavir/ 100 mg de ritonavir) em voluntários saudáveis foi associada a um aumento da AUC(0-24) e da Cmáx da rosuvastatina em estado estacionário de aproximadamente 3 vezes e 7 vezes, respectivamente. O uso concomitante de rosuvastatina e algumas combinações de inibidores da protease pode ser considerado após cuidadosa avaliação dos ajustes na dose de rosuvastatina baseados no aumento expectável da exposição à rosuvastatinta. interacções que requerem ajustes na dose de rosuvastatina: Quando for necessário administrar concomitantemente rosuvastatina com outros medicamentos conhecidos por aumentarem a exposição à rosuvastatina, as doses de rosuvastatina devem ser ajustadas. Iniciar com uma dose diária de 5 mg de rosuvastatina se o aumento expectável na exposição (AUC) é de aproximadamente 2 vezes ou superior. A dose máxima diária de rosuvastatina deve ser ajustada para que a exposição expectável à rosuvastatina não exceda os 40 mg diários de rosuvastatina tomados sem interacções medicamentosas, por exemplo uma dose de 20 mg de rosuvastatina com gemfibrozil (aumenta 1,9 vezes), e uma dose de 10 mg de rosuvastatina com a combinação atazanavir/ritonavir (aumenta 3,1 vezes). - Atazanavir

Ruxolitinib Atazanavir
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. Ruxolitinib é eliminado através de metabolismo catalisado por CYP3A4 e CYP2C9. Assim, os medicamentos que inibem estas enzimas podem dar origem a um aumento da exposição a ruxolitinib.Interacções: Inibidores fracos a moderados da CYP3A4 (tais como, mas não limitados a, ciprofloxacina, eritromicina, amprenavir, atazanavir, diltiazem, cimetidina). Em indivíduos saudáveis a administração concomitante de ruxolitinib (dose única 10 mg) com eritromicina 500 mg duas vezes por dia, durante quatro dias, resultou em Cmax e AUC de ruxolitinib superiores em 8% e 27%, respectivamente, face a ruxolitinib isoladamente. Não se recomenda ajuste posológico quando ruxolitinib é co-administrado com inibidores fracos a moderados da CYP3A4 (p. ex.eritromicina). Contudo, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para identificação de citopenias aquando do início da terapêutica com um inibidor moderado da CYP3A4. - Atazanavir

Cetoprofeno + Omeprazol Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Ligadas ao componente OMEPRAZOL: Contraindicações de utilização concomitante: Atazanavir: Redução aos níveis de exposição de atazanavir. - Atazanavir

Claritromicina Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Quer a claritromicina quer atazanavir são substratos e inibidores da CYP3A, existindo evidência de uma interacção medicamentosa bi-direcional. A administração concomitante de claritromicina (500 mg duas vezes ao dia) com atazanavir (400 mg uma vez ao dia) resultou num aumento de 2 vezes na exposição à claritromicina e numa redução de 70% na exposição à 14-OH-claritromicina, com um aumento de 28% na AUC do atazanavir. Devido à ampla janela terapêutica da claritromicina, não deve ser necessária qualquer redução posológica nos doentes com função renal normal. Para os doentes com função renal moderada (depuração da creatinina de 30 a 60 ml/min), a dose de claritromicina deve ser reduzida em 50%. Para os doentes com depuração da creatinina < 30 ml/min, a dose de claritromicina deve ser reduzida em 75%, utilizando uma formulação apropriada de claritromicina. Doses de claritromicina superiores a 1000 mg por dia não devem ser administradas concomitantemente com inibidores da protease. - Atazanavir

Tolvaptano Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética de tolvaptano: Inibidores do CYP3A: O uso concomitante de medicamentos que são inibidores moderados (por exemplo, amprenavir, aprepitante, atazanavir, ciprofloxacina, crizotinib, darunavir/ritonavir, diltiazem, eritromicina, fluconazol, fosamprenavir, imatinib, verapamil) ou fortes (por exemplo, itraconazol, cetoconazol, ritonavir, claritromicina) do CYP3A aumenta a exposição a tolvaptano. A co-administração de tolvaptano e cetoconazol resultou num aumento de 440% da área sob a curva da concentração-tempo (AUC) e num aumento de 248% da concentração plasmática máxima observada (C max ) para o tolvaptano. A co-administração de tolvaptano com sumo de toranja, um inibidor moderado a forte do CYP3A, produziu uma duplicação das concentrações máximas de tolvaptano (Cmax ). A redução da dose de tolvaptano é recomendada para os doentes enquanto estiverem a tomar inibidores moderados ou fortes do CYP3A. Os doentes a tomar inibidores moderados ou fortes do CYP3A têm de ser controlados com prudência, em particular se os inibidores forem tomados com frequência superior a uma vez por dia. - Atazanavir

Atorvastatina + Perindopril + Amlodipina Atazanavir
Observações: Não foram realizados estudos de interacção medicamentosa com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina, perindopril e amlodipina separadamente.Interacções: Utilização concomitante NÃO RECOMENDADA: ATORVASTATINA: Inibidores potente do CYP3A4: A atorvastatina é metabolizada pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4) e é substrato para proteínas de transporte por exemplo, o transportador de captação hepático OATP1B1. A administração concomitante de medicamentos que sejam inibidores do CYP3A4 ou de proteínas de transporte pode originar um aumento da concentração plasmática de atorvastatina e aumentar o risco de miopatia. O risco também poderá estar aumentado quando há administração concomitante de atorvastatina com outros medicamentos que têm um potencial elevado para induzir a miopatia, como os derivados do ácido fíbrico e ezetimiba. Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina deve ser evitada, se possível. Nos casos em que a administração concomitante destes medicamentos com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina não pode ser evitada, devem ser consideradas as doses mais baixas de atorvastatina no Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes. - Atazanavir

Ranitidina Atazanavir
Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.Interacções: As interacções podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Alteração do pH gástrico: A biodisponibilidade de certos medicamentos pode estar afectada. Isto pode resultar quer num aumento da absorção (ex. triazolam, midazolam, glipizida) ou de um decréscimo na absorção (ex. cetoconazol, atazanavir, delaviridina, gefitinib). Não existe nenhuma evidência de interacção entre a ranitidina e amoxicilina. Se os antiácidos ou elevadas doses (2 g) de sucralfato forem administrados em simultâneo com a ranitidina, a absorção deste último pode estar reduzida. A ranitidina deve ser tomada duas horas antes destes medicamentos. - Atazanavir

Darunavir Atazanavir
Observações: O perfil de interacção do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores.Interacções: A associação de Darunavir, co-administrado com uma dose baixa de ritonavir, e atazanavir pode ser utilizada sem ajustes posológicos. - Atazanavir

Dasabuvir Atazanavir
Observações: Os estudos de interacção medicamentosa só foram realizados em adultos. Dasabuvir deve ser sempre administrado em conjunto com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Quando coadministrados, exercem efeitos recíprocos um sobre o outro. Por conseguinte, o perfil de interacção dos compostos tem de ser considerado como uma associação.Interacções: interacções entre Dasabuvir com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e outros medicamentos: ANTIVIRAIS ANTI-VIH: INIBIDORES DA PROTEASE: Atazanavir 300 mg uma vez por dia (tomados ao mesmo tempo): Administrado com: Dasabuvir+ombitasvir/paritaprevir/ritonavir Mecanismo: O aumento das exposições ao paritaprevir pode dever-se à inibição de OATPs pelo atazanavir. Atazanavir/ritonavir 300/100 mg uma vez por dia (administração à noite): Administrado com: Dasabuvir+ombitasvir/paritaprevir/ritonavir Mecanismo: O aumento das exposições ao paritaprevir pode dever-se à inibição do OATP1B1/B3 e CYP3A pelo atazanavir e CYP3A pela dose adicional de ritonavir. A dose recomendada de atazanavir é de 300 mg, sem ritonavir, em associação com Dasabuvir + ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. O atazanavir deve ser administrado ao mesmo tempo que Dasabuvir + ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. A dose de ritonavir em ombitasvir/paritaprevir/ritonavir irá proporcionar um aumento da farmacocinética de atazanavir. Não é necessário ajuste da dose para Dasabuvir + ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. A associação de atazanavir e ombitasvir/paritaprevir/ritonavir + dasabuvir aumenta os níveis de bilirrubina, em particular quando a ribavirina faz parte do regime de tratamento da hepatite C. - Atazanavir

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir Atazanavir
Observações: Os estudos de interacção medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interacção medicamentosa, com exceção dos estudos de interacção medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.Interacções: interacções farmacocinéticas: Potencial de outros medicamentos para afectar a farmacocinética de ombitasvir, paritaprevir, e dasabuvir: Os medicamentos que inibem o CYP3A4 e proteínas de transporte: O paritaprevir é eliminado através do metabolismo mediado pelo CYP3A4 e excreção biliar (substrato dos transportadores hepáticos OATP1B1, gp-P e BCRP). Recomenda-se precaução se Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir for co-administrado com medicamentos que são ambos inibidores moderados do CYP3A4 e inibidores de transportadores múltiplos (gp-P, BCRP e/ou OATP1B1/OATP1B3). Estes medicamentos podem apresentar aumentos clinicamente relevantes na exposição ao paritaprevir (por exemplo, ritonavir com atazanavir, eritromicina, diltiazem ou verapamilo). interacções entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos ANTIVIRAIS ANTI-VIH: INIBIDORES DA PROTEASE: Atazanavir 300 mg uma vez por dia (tomados ao mesmo tempo) Mecanismo: o aumento das exposições ao paritaprevir pode dever-se à inibição de OATP1B1/ B3 e CYP3A pelo atazanavir. Atazanavir/Ritonavir 300/100 mg uma vez por dia (administrados com um intervalo de 12 horas) Mecanismo: o aumento das exposições ao paritaprevir pode dever-se à inibição do OATP1B1/B3 e CYP3A Pelo atazanavir e CYP3A pela dose adicional de ritonavir. A dose recomendada de atazanavir é de 300 mg, sem ritonavir, em associação com Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com dasabuvir. O atazanavir deve ser administrado ao mesmo tempo que Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com dasabuvir. A dose de ritonavir em Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir irá proporcionar um aumento da farmacocinética de atazanavir. Não é necessário ajuste da dose para Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com dasabuvir. Não é recomendado o tratamento com atazanavir + Viekirax sem dasabuvir - (↑ paritaprevir). A associação de atazanavir e Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir + dasabuvir aumenta os níveis de bilirrubina, em particular quando a ribavirina faz parte do regime de tratamento da hepatite C. - Atazanavir

Dapoxetina Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Inibidores potentes do CYP3A4: A administração de cetoconazol (200 mg duas vezes por dia durante 7 dias) aumentou a Cmáx e a AUCinf da dapoxetina (dose única de 60 mg) em 35% e 99%, respectivamente. Considerando a contribuição tanto da dapoxetina como da desmetildapoxetina não ligadas às proteínas, a Cmáx da fração activa poderá ser aumentada aproximadamente 25% e a AUC da fração activa poderá ser duplicada caso a toma seja efetuada conjuntamente com inibidores potentes do CYP3A4. Os aumentos da Cmáx e da AUC da fração activa poderão ser ainda mais significativos numa parte da população que tem falta da enzima funcional CYP2D6, isto é metabolizadores fracos do CYP2D6 ou na associação com inibidores potentes do CYP2D6. Assim sendo, a utilização concomitante de Dapoxetina e de inibidores potentes do CYP3A4, tais como cetoconazol, itraconazol, ritonavir, saquinavir, telitromicina, nefazodona, nelfinavir e atazanavir é contra-indicada. - Atazanavir

Eliglustato Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Inibidores da CYP3A: Em metabolizadores intermédios (MI) e extensivos (ME): Após doses repetidas de 84 mg de eliglustato duas vezes por dia em doentes não-MF, a administração concomitante de doses repetidas de 400 mg de cetoconazol, um inibidor potente da CYP3A, uma vez por dia, resultou num aumento da Cmax e da AUC0-12 do eliglustato, de 3,8 e 4,3 vezes, respectivamente; Serão de esperar efeitos semelhantes com outros inibidores potentes da CYP3A (p.ex., claritromicina, cetoconazol, itraconazol, cobicistat, indinavir, lopinavir, ritonavir, saquinavir, telaprevir, tipranavir, posaconazol, voriconazol, telitromicina, conivaptan, boceprevir). Em MI e ME, deve proceder-se com cuidado relativamente aos inibidores potentes da CYP3A. Para uma dosagem de 84 mg duas vezes por dia com eliglustato em doentes não-MFs, é de prever que a utilização concomitante de inibidores moderados da CYP3A (p.ex., eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, diltiazem, verapamilo, aprepitant, atazanavir, darunavir, fosamprenavir, imatinib, cimetidina) iria aumentar aproximadamente até 3 vezes a exposição ao eliglustato. Em MIs e MEs, deve proceder-se com cuidado relativamente aos inibidores moderados da CYP3A. Para uma dosagem de 84 mg uma vez por dia com eliglustato em MF, é de prever que a utilização concomitante de inibidores moderados da CYP3A (p.ex., eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, diltiazem, verapamilo, aprepitant, atazanavir, darunavir, fosamprenavir, imatinib, cimetidina) iria aumentar a Cmax e a AUC0-24 do eliglustato em 2,4 e 3,0 vezes, respectivamente. É contra-indicada a utilização de inibidores moderados da CYP3A em MF. - Atazanavir

Atorvastatina + Ezetimiba Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Efeitos de outros medicamentos: ATORVASTATINA: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado das concentrações de atorvastatina. Deve ser evitada, se possível, a administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (p. ex., ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores da protease do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc). Nos casos em que a administração concomitante destes medicamentos com este medicamento não pode ser evitada, dever-se-á considerar uma dose inicial e máxima mais baixa deste medicamento e é recomendada uma monitorização clínica adequada destes doentes. Inibidores moderados do CYP3A4 (p. ex., eritromicina, diltiazem, verapamil e fluconazol) podem aumentar as concentrações plasmáticas de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em associação com estatinas. Não foram efetuados estudos de interacção para avaliar os efeitos de amiodarona ou verapamil na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamil são conhecidos por inibirem a actividade do CYP3A4 e a administração concomitante com este medicamento pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa deste medicamento e recomenda-se a monitorização clínica adequada do doente quando é utilizado concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar ou após o ajuste de dose do inibidor. - Atazanavir

Ledipasvir + Sofosbuvir Atazanavir
Observações: Quaisquer interacções que tenham sido identificadas com cada uma destas substâncias ativas individualmente podem ocorrer com a associação de Ledipasvir/Sofosbuvir.Interacções: interacções entre Ledipasvir/sofosbuvir e outros medicamentos ANTIVIRICOS ANTI-VIH: INIBIDORES DA PROTEASE DO VIH Atazanavir potenciado com ritonavir (300 mg/ 100 mg uma vez por dia)/ ledipasvir (90 mg uma vez por dia)/sofosbuvir (400 mg uma vez por dia) Não são necessários ajustes da dose de Ledipasvir/sofosbuvir ou de atazanavir (potenciado com ritonavir). No que respeita à associação de tenofovir/emtricitabina + atazanavir/ritonavir. Atazanavir potenciado com ritonavir (300 mg/ 100 mg uma vez por dia) + emtricitabina/ tenofovir disoproxil fumarato (200 mg/ 300 mg uma vez por dia)/ ledipasvir (90 mg uma vez por dia)/sofosbuvir (400 mg uma vez por dia) Administrados simultaneamente. Quando administrado com tenofovir disoproxil fumarato utilizado juntamente com atazanavir/ritonavir, Ledipasvir/sofosbuvir aumentou a concentração de tenofovir. A segurança de tenofovir disoproxil fumarato no contexto terapêutico de Ledipasvir/sofosbuvir e de um intensificador farmacocinético (p. ex., ritonavir ou cobicistate) não foi estabelecida. A associação deve ser utilizada com precaução com monitorização renal frequente, se não estiverem disponíveis outras alternativas. As concentrações de atazanavir também aumentam, com o risco de um aumento dos níveis de bilirrubina/de icterícia. Este risco é ainda mais elevado se a ribavirina for utilizada como parte do tratamento para o VHC. - Atazanavir

Ibrutinib Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Inibidores moderados do CYP3A4: Simulações que utilizam condições de jejum sugerem que inibidores moderados do CYP3A4, tais como o diltiazem, a eritromicina e o voriconazol, podem aumentar a AUC de ibrutinib num fator de 5-9. Os inibidores moderados do CYP3A4 (ex. voriconazol, eritromicina, amprenavir, aprepitant, atazanavir, ciprofloxacina, crizotinib, darunavir/ritonavir, diltiazem, fluconazol, fosamprenavir, imatinib, verapamilo, amiodarona, dronedarona) devem ser evitados. Se for necessário utilizar um inibidor moderado do CYP3A4, a dose de Ibrutinib deve ser reduzida para 140 mg (uma cápsula) ao longo da duração do tratamento com o inibidor. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quanto a toxicidade e as orientações para modificação da dose devem ser seguidas, conforme necessário. - Atazanavir

Avanafil Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Efeitos de outras substâncias no avanafil: O avanafil é um substrato da CYP3A4 e é predominantemente metabolizado por esta enzima. Alguns estudos demonstraram que os medicamentos que inibem a CYP3A4 podem aumentar a exposição ao avanafil. Inibidores da CYP3A4: O cetoconazol (400mg por dia), um inibidor seletivo e altamente potente da CYP3A4, aumentou a Cmax e a exposição (AUC) do avanafil 50 mg em dose única em 3 vezes e 14 vezes, respectivamente, e prolongou a semi-vida do avanafil para cerca de 9horas. O ritonavir (600 mg duas vezes por dia), um inibidor altamente potente da CYP3A4, que também inibe a CYP2C9, aumentou a Cmax e a AUC do avanafil 50 mg em dose única em cerca de 2 vezes e 13 vezes, e prolongou a semi-vida do avanafil para cerca de 9horas. Será de esperar que outros inibidores fortes da CYP3A4 (por exemplo, itraconazol, voriconazol, claritromicina, nefazodona, saquinavir, nelfinavir, indinavir, atazanavir e telitromicina) tenham efeitos semelhantes. Consequentemente, a administração concomitante do avanafil com inibidores potentes da CYP3A4 é contra-indicada. A eritromicina (500 mg duas vezes por dia), um inibidor moderado da CYP3A4, aumentou a Cmax e a AUC do avanafil 200 mg em dose única em cerca de 2 vezes e 3 vezes, respectivamente, e prolongou a semi-vida do avanafil para cerca de 8 horas. Será de esperar que outros inibidores moderados da CYP3A4 (por exemplo, amprenavir, aprepitante, diltiazem, fluconazol, fosamprenavir e verapamilo) tenham efeitos semelhantes. Consequentemente, nos doentes a tomar simultaneamente inibidores moderados da CYP3A4, a dose máxima recomendada do avanafil é de 100 mg, uma vez a cada 48 horas, no máximo. Apesar de não terem sido estudadas interacções específicas, outros inibidores da CYP3A4, incluindo sumo de toranja, aumentarão provavelmente a exposição ao avanafil. Os doentes devem ser informados de que é necessário evitar a ingestão de sumo de toranja nas 24 horas que antecedem a toma do avanafil. - Atazanavir

Esomeprazol Atazanavir
Observações: Os estudos de interacção foram realizados apenas em adultos.Interacções: Efeitos de esomeprazol sobre a farmacocinética de outros medicamentos Inibidores da protease Tem sido notificado que omeprazol interage com alguns inibidores da protease. A importância clínica e os mecanismos por detrás destas interacções notificadas nem sempre são conhecidos. O aumento do pH gástrico durante o tratamento com omeprazol pode alterar a absorção dos inibidores da protease. Outros possíveis mecanismos de interacção são via inibição do CYP2C19. Para atazanavir e nelfinavir, foram notificados casos de diminuição dos níveis séricos, quando administrados com omeprazol, não sendo recomendada a administração concomitante. A administração concomitante de omeprazol (40 mg uma vez por dia) com atazanavir 300 mg/ritonavir 100 mg em voluntários saudáveis resultou numa redução substancial da exposição ao atazanavir (diminuição de aproximadamente 75% na AUC, Cmax e Cmin). O aumento da dose de atazanavir para 400 mg não compensou o impacto do omeprazol na exposição ao atazanavir. A administração concomitante de omeprazol (20 mg/dia) com atazanavir 400 mg/ritonavir 100 mg em voluntários saudáveis resultou numa redução de cerca de 30% na exposição ao atazanavir, em comparação com a exposição observada com atazanavir 300 mg/ritonavir 100 mg/dia sem omeprazol 20 mg/dia. A administração concomitante de omeprazol (40 mg/dia) reduziu a média da AUC, Cmax e Cmin de nelfinavir em 36-39% e reduziu a média da AUC, Cmax e Cmin do metabólito farmacologicamente activo M8 em 75-92%. Devido aos efeitos semelhantes farmacodinâmicos e das propriedades farmacocinéticas do omeprazol e esomeprazol, a administração concomitante com esomeprazol e atazanavir não é recomendada, e a administração concomitante de esomeprazol e nelfinavir é contra-indicada. Para saquinavir (concomitante com ritonavir), foram notificados durante o tratamento concomitante de omeprazol (40 mg/dia), aumentos dos níveis séricos (80-100%). O tratamento com omeprazol 20 mg/dia não teve qualquer efeito sobre a exposição de darunavir (concomitante com ritonavir) e amprenavir (concomitante com ritonavir). O tratamento com esomeprazol 20 mg/dia não teve qualquer efeito sobre a exposição de amprenavir (com e sem ritonavir concomitante). O tratamento com omeprazol 40 mg/dia não teve qualquer efeito sobre a exposição de lopinavir (concomitante com ritonavir). - Atazanavir

Fluticasona + Formoterol Atazanavir
Observações: Não foram realizados estudos formais de interacção com o Fluticasona / Formoterol.Interacções: O propionato de fluticasona é um substrato do CYP3A4. Os efeitos resultantes de uma co-administração de curta duração de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ritonavir, atazanavir, claritromicina, indinavir, itraconazol, nelfinavir, saquinavir, cetoconazol, telitromicina) com Fluticasona / Formoterol possuem uma pequena relevância clínica, mas devem tomar-se precauções em caso de um tratamento de longa duração, devendo, se possível, evitar-se a co-administração de tais fármacos. Deve evitar-se particularmente a co-medicação com ritonavir, exceto se o benefício compensar o aumento do risco de efeitos secundários glucocorticoides sistémicos. Não existem informações acerca desta interacção com o propionato de fluticasona inalado, mas é de esperar um aumento acentuado dos níveis plasmáticos de propionato de fluticasona. Têm sido notificados casos de síndrome de Cushing e supressão suprarrenal. - Atazanavir

Efavirenz Atazanavir
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: ANTI-INFECCIOSOS: Antiretrovirais Inibidores da Protease (IP): Atazanavir/ritonavir/Efavirenz: (400 mg uma vez por dia/ 100 mg uma vez por dia/ 600 mg uma vez por dia, todos administrados com alimentos) ou (400 mg uma vez por dia/ 200 mg uma vez por dia/ 600 mg uma vez por dia, todos administrados com alimentos). Não é recomendada a co-administração de efavirenz com atazanavir/ritonavir. Se for necessária a co-administração de atazanavir com um NNRTI, poderá ser considerado um aumento da dose de atazanavir e ritonavir para 400 mg e 200 mg, respectivamente, em associação com o efavirenz, com cuidadosa monitorização clínica. - Atazanavir

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir Atazanavir
Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interacção com estes medicamentos só foram realizados em adultos.Interacções: Utilização concomitante não recomendada Atazanavir/ritonavir: Não estão disponíveis dados suficientes para fazer uma recomendação posológica de atazanavir/ritonavir em associação com este medicamento. Por conseguinte, não se recomenda a co-administração de atazanavir/ritonavir e Efavirenz / Emtricitabina / Tenofovir ANTI-INFECCIOSOS: Antivirais para o VIH Inibidores da protease Atazanavir/ritonavir/Tenofovir disoproxil fumarato: (300 mg q.d./100 mg q.d./ 300 mg q.d.). A co-administração de atazanavir/ritonavir com tenofovir resultou num aumento da exposição ao tenofovir. Concentrações mais elevadas de tenofovir podem potenciar os acontecimentos adversos associados ao tenofovir, incluindo doenças renais. Não se recomenda a co-administração de atazanavir/ritonavir e Efavirenz / Emtricitabina / Tenofovir. Atazanavir/ritonavir/Efavirenz: 400 mg q.d./200 mg q.d./600 mg q.d., todos administrados com alimentos 400 mg q.d./100 mg q.d./600 mg q.d., todos administrados com alimentos. Não é recomendada a co-administração de efavirenz com atazanavir/ritonavir. Atazanavir/ritonavir/Emtricitabina: interacção não estudada. - Atazanavir

Lamotrigina Atazanavir
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Efeitos de outros medicamentos na glucuronidação da LAMOTRIGINA Medicamentos que induzem significativamente a glucuronidação da lamotrigina: Fenitoína; Carbamazepina; Fenobarbital; Primidona; Rifampicina; Lopinavir/ritonavir; Associação de etinilestradiol/ levonorgestrel** Atazanavir/ritonavir. ** Não foram estudados outros Contraceptivos orais nem fármacos usados na TSH, no entanto estes poderão também afectar os parâmetros farmacocinéticos da lamotrigina. interacções envolvendo outros medicamentos: Num estudo com voluntários adultos saudáveis, a associação atazanavir/ritonavir (300 mg/ 100 mg) administrada durante 9 dias reduziu em média 32% e 6%, a AUC e a Cmax plasmáticas de lamotrigina (dose simples de 100 mg). Em doentes com terapêutica concomitante com atazanavir/ritonavir, deve ser utilizado o regime terapêutico apropriado. - Atazanavir

Everolímus Atazanavir
Observações: O everolímus é um substrato da CYP3A4, e também é um substrato e inibidor modera do da gp-P. Por esta razão, a absorção e eliminação subsequente do everolímus pode ser influenciada por produtos que afetem a CYP3A4 e/ou a gp - P. In vitro, o everolímus é um inibidor competitivo da CYP3A4 e um inibidor misto da CYP2D6.Interacções: Inibidores potentes da CYP3A4/gp-P: Cetoconazol: Não é recomendado o tratamento concomitante de com inibidores potentes. Itraconazol, posaconazol, voriconazol, telitromicina, claritromicina, nefazodona, ritonavir, atazanavir, saquinavir, darunavir, indinavir, nelfinavir: Não estudada. É esperado um grande aumento na concentração de everolímus. - Atazanavir

Guanfacina Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Inibidores das CYP3A4 e CYP3A5: Devem tomar-se precauções quando Guanfacina é administrado a doentes que estão a tomar cetoconazol e outros inibidores moderados e potentes das CYP3A4/5, sendo proposta uma diminuição da dose de Guanfacina no intervalo de doses recomendado. A co-administração de Guanfacina com inibidores moderados e potentes das CYP3A4/5 eleva as concentrações plasmáticas de guanfacina e aumenta o risco de reacções adversas como hipotensão, bradicardia e sedação. Verificou-se um aumento considerável da taxa e extensão da exposição da guanfacina quando administrada com cetoconazol; as concentrações plasmáticas máximas (Cmax) e a exposição (AUC) da guanfacina aumentaram respectivamente 2 e 3 vezes. Outros inibidores das CYP3A4/5 podem ter um efeito comparável; ver a seguir para uma lista de exemplos de inibidores moderados e potentes das CYP3A4/5, embora esta lista não seja definitiva. Inibidores moderados das CYP3A4/5: Aprepitant, Atazanavir, Ciprofloxacina, Crizotinib, Diltiazem, Eritromicina, Fluconazol, Fosamprenavir, Imatinib, Verapamil, Sumo de toranja. Inibidores potentes das CYP3A4/5: Boceprevir, Cloranfenicol, Claritromicina, Indinavir, Itraconazol, Cetoconazol, Posaconazol, Ritonavir, Saquinavir, Telaprevir, Telitromicina. - Atazanavir

Halofantrina Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Medicamentos que possam provocar torsades de pointes: Antiarrítmicos de classe IA (por exemplo quinidina, hidroquinidina, disopiramida), antiarrítmicos de classe III (por exemplo amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), alguns neurolépticos (por exemplo tioridazina, cloropromazina, levomepormazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, amisilprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol, sultoprida), antiparasíticos (lumefantrina, pentamidina), bepridil, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, metadona, mizolastina, veraliprida, vincamicina IV. A interacção com a mefloquina demonstrou prolongar ainda mais o intervalo QTc. Risco aumentado de disrritmias ventriculares, especialmente torsades de pointes. Medicamentos passíveis de provocar torsade de pointes não anti-infecciosos devem ser interrompidos, mas se tal não for possível, o intervalo QTc deve ser controlado antes do início do tratamento e o ECG deve ser monitorizado durante o tratamento. Inibidores da protease (amprenavir, atazanavir, fosamprenavir, indinavir, lopinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, tipranavir): risco aumentado de disrritmias ventrículares, especialmente torsades de pointes. - Atazanavir

Glecaprevir + Pibrentasvir Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: AGENTES ANTIVIRAIS ANTI-VIH Atazanavir + ritonavir 300/100 mg uma vez por dia A co-administração com atazanavir é contra-indicada devido ao risco de elevação da ALT - Atazanavir

Indinavir Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: INDINAVIR NÃO POTENCIADO ANTI-INFECCIOSOS: anti-retrovirais: Ips: Atazanavir interacção não estudada. A associação de atazanavir com ou sem ritonavir e indinavir não está recomendada devido ao aumento do risco de hiperbilirrubinémia. - Atazanavir

Lidocaína Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Aumento dos níveis séricos de lidocaína pode também ocorrer com agentes antivirais (exs: amprenavir, atazanavir, darunavir, lopinavir). - Atazanavir

Maraviroc Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: ANTI-INFECCIOSOS: anti-retrovirais: Inibidores da Protease do VIH (IPs): Atazanavir 400 mg QD: (maraviroc 300 mg BID) As concentrações de atazanavir não foram calculadas; não se espera efeito. Atazanavir/ritonavir 300 mg/100 mg QD: (maraviroc 300 mg BID) As concentrações de atazanavir/ritonavir não foram calculadas; não se espera efeito. NNRTI +IP: Etravirina e darunavir/ritonavir: (maraviroc 150 mg BID) Etravirina e lopinavir/ritonavir, saquinavir/ritonavir ou atazanavir/ritonavir: Não foi estudado. Com base na extensão de inibição por lopinavir/ritonavir, saquinavir/ritonavir ou atazanavir/ritonavir na ausência de etravirina, é esperado um aumento da exposição. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg duas vezes por dia quando co-administrado com etravirina e um IP. - Atazanavir

Naproxeno + Esomeprazol Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Contraindicações de utilização concomitante: Agentes anti-retrovirais: Foi notificada a interacção entre o omeprazol, a mistura racémica do D+S omeprazol (esomeprazol) e alguns medicamentos anti-retrovirais. A importância clínica e os mecanismos subjacentes a estas interacções nem sempre são conhecidos. O aumento do pH gástrico durante o tratamento com omeprazol pode alterar a absorção do medicamento antirretroviral. Outro mecanismo de interacção possível é via CYP2C19. Para alguns medicamentos anti-retrovirais, tais como atazanavir e nelfinavir, foram notificadas diminuições dos níveis séricos quando administrados com omeprazol. A administração concomitante de omeprazol (40 mg uma vez por dia) com atazanavir 300 mg/ritonavir 100 mg em voluntários saudáveis resultou numa redução substancial da exposição ao atazanavir (diminuição de aproximadamente 75% na AUC, Cmax e Cmin). O aumento da dose para 400 mg atazanavir não compensou o impacto do omeprazol na exposição ao atazanavir. A administração concomitante de omeprazol (40 mg/dia) reduziu a média da AUC, Cmax e Cmin de nelfinavir em 36-39% e reduziu a média da AUC, Cmax e Cmin do metabólito M8 farmacologicamente activo em 75-92%. Foram notificados aumentos dos níveis séricos com outros medicamentos anti-retrovirais, tais como saquinavir. Foram também notificados níveis séricos inalterados com alguns medicamentos anti-retrovirais quando administrados com omeprazol. Não foi realizado nenhum estudo de interacção com Naproxeno/Esomeprazol e atazanavir. Contudo, devido às propriedades farmacocinéticas e farmacodinâmicas similares do omeprazol e esomeprazol, a utilização concomitante de atazanavir e nelfinavir com esomeprazol não é recomendada e a administração concomitante com Naproxeno/Esomeprazol está contra-indicada. - Atazanavir

Nevirapina Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: anti-retrovirais: Inibidores da protease (IP): Atazanavir / ritonavir 300/100 mg uma vez por dia 400/100 mg uma vez por dia Não se recomenda a administração concomitante de Atazanavir / ritonavir e Nevirapina. - Atazanavir

Nifedipina Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. Se a administração concomitante for considerada necessária, a tensão arterial deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerada uma redução na dose de nifedipina. A associação de potentes inibidores do CYP 3A4 (cetoconazol, itraconazol, voriconazol, pozaconazol, ritonavir, indinavir, saquinavir, atazanavir, nelfinavir, claritromicina, telitromicina, nefazodona) deve ser evitada. - Atazanavir

Rilpivirina Atazanavir
Observações: A rilpivirina é um inibidor in vitro do transportador MATE-2K com um IC50 < 2,7 nM. As implicações clínicas deste achado são atualmente desconhecidas.Interacções: interacções E RECOMENDAÇÕES POSOLÓGICAS COM OUTROS MEDICAMENTOS ANTI-INFECIOSOS: anti-retrovirais: IPs do VIH – administrados concomitantemente com uma dose baixa de ritonavir: Outros IPs potenciados (atazanavir/ritonavir, fosamprenavir/ritonavir, saquinavir/ritonavir, tipranavir/ritonavir): (inibição das enzimas CYP3A) Não foi estudado. A utilização concomitante de Rilpivirina com inibidores da protease potenciados com ritonavir causa um aumento das concentrações plasmáticas de rilpivirina, mas não é necessário qualquer ajuste da dose. IPs do VIH – sem a administração concomitante de uma dose baixa de ritonavir: IPs não potenciados (atazanavir, fosamprenavir, indinavir, nelfinavir): Não foi estudado. É esperado um aumento da exposição à rilpivirina. (inibição das enzimas CYP3A) Não é necessário qualquer ajuste da dose. - Atazanavir

Pazopanib Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Efeitos de outros medicamentos no pazopanib: Inibidores do CYP3A4, da P-gp e da BCRP: O pazopanib é um substrato do CYP3A4, P-gp e BCRP. A administração concomitante de pazopanib com outros inibidores fortes da família do CYP3A4 (p.ex. itraconazol, claritromicina, atazanavir, indinavir, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, telitromicina, voriconazol) pode aumentar as concentrações de pazopanib. - Atazanavir

Posaconazol Atazanavir
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Efeitos de posaconazol sobre outros medicamentos: Posaconazol é um potente inibidor do CYP3A4. A administração concomitante de posaconazol com substratos do CYP3A4 pode resultar num grande aumento da exposição aos substratos do CYP3A4 como exemplificado abaixo pelo efeito sobre tacrolimus, sirolimus, atazanavir e midazolam. Recomenda-se precaução durante a administração concomitante de posaconazol com substratos do CYP3A4 administrados por via intravenosa e poderá ser necessário reduzir a dose do substrato do CYP3A4. Se posaconazol for administrado concomitantemente com substratos do CYP3A4 administrados por via oral, e para os quais um aumento das concentrações plasmáticas poderá estar associado a reacções adversas inaceitáveis, deve-se monitorizar cuidadosamente as concentrações plasmáticas do substrato de CYP3A4 e/ou as reacções adversas, e ajustar a dose conforme necessário. Vários dos estudos de interacção foram conduzidos em voluntários saudáveis nos quais ocorre uma exposição superior a posaconazol em comparação com os doentes administrados com a mesma dose. O efeito de posaconazol sobre os substratos de CYP3A4 em doentes pode ser inferior nalguns casos aos observados em voluntários saudáveis, e é expectável que seja variável entre os doentes devido à variável exposição de pos aconazol nos doentes. O efeito da administração concomitante com posaconazol nos níveis plasmáticos dos substratos CYP3A4 também pode ser variável no mesmo doente, exceto se posaconazol for administrado de um modo rigorosamente padronizado com a alimentação, dado o grande efeito da alimentação na exposição de posaconazol. Efeitos de posaconazol sobre outros medicamentos: Inibidores da protease VIH: Uma vez que os inibidores da protease VIH são substratos do CYP3A4, é expectável que posaconazol aumente os níveis plasmáticos destes agentes antirretrovíricos. Após a administração concomitante da suspensão oral de posaconazol (400 mg duas vezes por dia) e de atazanavir (300 mg uma vez por dia ) durante 7 dias em indivíduos saudáveis, a Cmax e a AUC de atazanavir aumentaram numa média, respectivamente de 2,6 vezes e 3,7 vezes ( intervalo de 1,2 a 26 vezes). Após a administração concomitante da suspensão oral de posaconazol (400 mg duas vezes por dia) com atazanavir e ritonavir (300/100 mg uma vez por dia ) durante 7 dias em indivíduos saudáveis, a Cmax e a AUC de atazanavir aumentaram numa média, respectivamente de 1,5 vezes e 2,5 vezes ( intervalo de 0,9 a 4,1 vezes). A adição de posaconazol à terapêutica com atazanavir ou com atazanavir e ritonavir foi associada aos aumentos dos níveis de bilirrubina plasmática. Durante a administração concomitante de posaconazol, é recomendada a monitorização frequente de reacções adversas e toxicidade relacionada com agentes antirretrovíricos que sejam substratos de CYP3A4. - Atazanavir

Raltegravir Atazanavir
Observações: Todos os ensaios de interacção foram realizados em adultos.Interacções: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética do raltegravir: Uma vez que o raltegravir é principalmente metabolizado pela UGT1A1, deve ter-se precaução quando se administra concomitantemente Raltegravir com indutores potentes da UGT1A1 (por ex., rifampicina). A rifampicina reduz os níveis plasmáticos de raltegravir; desconhece-se o impacto na eficácia do raltegravir. No entanto, se a administração concomitante com rifampicina não puder ser evitada, pode considerar-se uma duplicação da dose de Raltegravir em adultos. Não existem dados para orientar a administração concomitante de Raltegravir com rifampicina em doentes com idade inferior a 18 anos. Desconhece-se o impacto de outros indutores potentes de enzimas que metabolizam os fármacos, como a fenitoína e o fenobarbital na UGT1A1. Indutores menos potentes (por ex., efavirenz, nevirapina, etravirina, rifabutina, glucocorticoides, hipericão, pioglitazona) podem ser utilizados com a dose recomendada de Raltegravir. A administração concomitante de Raltegravir com medicamentos que sejam inibidores potentes da UGT1A1 (por exemplo, atazanavir) pode aumentar os níveis plasmáticos do raltegravir. Os inibidores menos potentes da UGT1A1 (por ex., indinavir, saquinavir) podem também aumentar os níveis plasmáticos do raltegravir, mas em menor extensão quando comparados com o atazanavir. Dados de interacções Farmacocinéticas: ANTIRRETROVÍRICOS: Inibidores da protease (PIs): Atazanavir/ritonavir (raltegravir 400 mg Duas Vezes por Dia) Não é necessário ajuste posológico para o Raltegravir. - Atazanavir

Ritonavir Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: interacções Medicamentosas: Ritonavir com Inibidores da Protease: Atazanavir: Ritonavir aumenta os níveis séricos de atazanavir como resultado da inibição da CYP3A4. Os estudos clínicos confirmaram a segurança e eficácia de 300 mg de atazanavir, uma vez ao dia, com ritonavir 100 mg, uma vez ao dia, em doentes previamente tratados. - Atazanavir

Tenofovir Atazanavir
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: interacções entre o tenofovir disoproxil e outros medicamentos: ANTI-INFECIOSOS: anti-retrovirais: Inibidores da protease: Atazanavir/Ritonavir (300 q.d./100 q.d./300 q.d.) Não são recomendados ajustes de dose. O aumento da exposição do tenofovir pode potenciar os eventos adversos associados ao tenofovir, incluindo doenças renais. A função renal deverá ser cuidadosamente monitorizada. - Atazanavir

Venlafaxina Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Efeitos de outros medicamentos sobre a venlafaxina: Cetoconazol (inibidor da CYP3A4): Num estudo farmacocinético realizado com cetoconazol em indivíduos metabolizadores extensivos (ME) e fracos (MF) de CYP2D6 observaram-se AUC mais elevadas de venlafaxina (70% e 21% em indivíduos MF e ME de CYP2D6, respectivamente) e de O-desmetilvenlafaxina (33% e 23% em indivíduos MF e ME de CYP2D6, respectivamente) após a administração de cetoconazole. O uso concomitante de inibidores da CYP3A4 (por exemplo, atazanavir, claritromicina, indinavir, itraconazol, voriconazol, posaconazol, cetoconazol, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, telitromicina) e venlafaxina pode aumentar os níveis de venlafaxina e O-desmetilvenlafaxina. Deste modo, aconselha-se precaução no caso da terapêutica do doente incluir concomitantemente um inibidor da CYP3A4 e venlafaxina. - Atazanavir

Saquinavir Atazanavir
Observações: A maioria dos estudos de interacção medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interacção medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.Interacções: Fármacos antirretrovíricos Inibidores da protease do VIH (IP): Atazanavir 300 mg qd (saquinavir/ritonavir 1600/100 mg qd) Não existe informação clínica sobre a associação de saquinavir/ritonavir 1000/100 mg duas vezes por dia e atazanavir. contra-indicado em combinação com saquinavir/ritonavir devido ao potencial para arritmia cardíaca com perigo de vida. - Atazanavir

Telaprevir Atazanavir
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: MEDICAMENTOS ANTIVÍRICOS-VIH: INIBIDORES DA PROTEASE DO VIH (IPs): Atazanavir/ritonavir: A hiperbilirrubinémia é frequente com esta combinação. É recomendada monitorização clinica e laboratorial da hiperbilirrubinémia. - Atazanavir

Tipranavir Atazanavir
Observações: Os estudos de interacção apenas foram realizados em adultos.Interacções: MEDICAMENTOS ANTI-INFECCIOSOS: Inibidores da protease (IP): De acordo com as linhas orientadoras de tratamento atuais, a terapêutica conjunta com inibidores da protease não é geralmente recomendada. Atazanavir/ritonavir 300/100 mg QD (TPV/r 500/100 mg BID) A utilização concomitante de Tipranavir, co-administrado com ritonavir em dose baixa, e atazanavir/ritonavir não é recomendada. Se, no entanto, a co-administração for considerada necessária, aconselha-se vivamente a monitorização da segurança do tipranavir e dos níveis plasmáticos do atazanavir. - Atazanavir

Sofosbuvir + Velpatasvir + Voxilaprevir Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: interacções entre Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir e outros medicamentos: ANTIVÍRICOS ANTI-VIH: INIBIDORES DA PROTEASE DO VIH Atazanavir potenciado com ritonavir (dose única de 300 + 100 mg) + sofosbuvir/velpatasvir/ voxilaprevir (dose única de 400/100/100 mg) (Inibição do OATP1B, P-gp e CYP3A) Efeito sobre a exposição a atazanavir e ritonavir não estudado. Prevê-se que a co-administração de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir com atazanavir aumente a concentração de voxilaprevir. A co-administração de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir com regimes com atazanavir não é recomendada. - Atazanavir

Atorvastatina + Perindopril Atazanavir
Observações: Não foram realizados estudos de interacção medicamentosa com este medicamento e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina e perindopril separadamente. Os dados de estudos clínicos demonstram que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através da utilização combinada de IECAs, antagonistas dos recetores da angiotensina II ou aliscireno está associado ao aumento da frequência de eventos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia, diminuição da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) comparativamente com a utilização de um único medicamento que atua no SRAA.Interacções: Utilização concomitante não recomendada: Atorvastatina Inibidores potentes do CYP3A4 A atorvastatina é metabolizada pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4) e é substrato para proteínas de transporte por exemplo, o transportador de captação hepático OATP1B1. A administração concomitante de medicamentos que sejam inibidores do CYP3A4 ou de proteínas de transporte pode originar um aumento da concentração plasmática de atorvastatina e aumentar o risco de miopatia. O risco também poderá estar aumentado quando há administração concomitante de atorvastatina com outros medicamentos que têm um potencial elevado para induzir a miopatia, como os derivados do ácido fíbrico e ezetimiba. Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) com Atorvastatina + Perindopril deve ser evitada, se possível. Nos casos em que a administração concomitante destes medicamentos com Atorvastatina + Perindopril não pode ser evitada, devem ser consideradas as doses mais baixas de atorvastatina no Atorvastatina + Perindopril e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes. - Atazanavir

Bictegravir + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida Atazanavir
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Bictegravir O bictegravir é um substrato do CYP3A e da UGT1A1. A co-administração de bictegravir e medicamentos que podem potencialmente induzir o CYP3A e a UGT1A1, tais como a rifampicina ou o hipericão, pode diminuir significativamente as concentrações plasmáticas de bictegravir, o que pode resultar numa perda do efeito terapêutico deste medicamento e no desenvolvimento de resistência e, por conseguinte, a co-administração é contra-indicada. A co-administração de bictegravir com medicamentos que podem potencialmente inibir o CYP3A e a UGT1A1, tais como o atazanavir, pode aumentar significativamente as concentrações plasmáticas de bictegravir e, por conseguinte, a co-administração não é recomendada. O bictegravir é um substrato da gp-P e da BCRP. A relevância clínica desta característica não está estabelecida. Por conseguinte, recomenda-se precaução quando bictegravir é associado com medicamentos conhecidos por inibirem a gp-P e/ou a BCRP (p. ex., macrólidos, ciclosporina, verapamilo, dronedarona, glecaprevir/pibrentasvir). O bictegravir inibe o transportador de catiões orgânicos 2 (OCT2) e o transportador de extrusão de múltiplos fármacos e toxinas 1 (MATE1) in vitro. A co-administração deste medicamento com a metformina, um substrato do OCT2 e do MATE1, não resultou num aumento clinicamente significativo da exposição à metformina. Este medicamento pode ser co-administrado com substratos do OCT2 e do MATE1. O bictegravir não é inibidor ou indutor do CYP in vivo. Atazanavir (300 mg uma vez por dia), Cobicistate (150 mg uma vez por dia), Bictegravir (Inibição de CYP3A, UGT1A1 e gp-P/BCRP) A co-administração não é recomendada. Atazanavir (400 mg uma vez por dia), Bictegravir (Inibição de CYP3A e UGT1A1) A co-administração não é recomendada. - Atazanavir

Binimetinib Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Efeitos de outros medicamentos no binimetinib Binimetinib é essencialmente metabolizado pela glucuronidação mediada pelo UGT1A1. É pouco provável que a extensão das interacções medicamentosas mediadas pelo UGT1A1 seja clinicamente relevante; no entanto, como este aspeto ainda não foi avaliado num estudo clínico formal, os indutores (como rifampicina e fenobarbital) e inibidores do UGT1A1 (como indinavir, atazanavir, sorafenib) devem ser administrados concomitantemente com precaução. - Atazanavir

Neratinib Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Efeitos de outras substâncias sobre o neratinib Inibidores da CYP3A4/Pgp A co-administração de uma dose oral única de 240 mg de neratinib na presença de cetoconazol (400 mg uma vez por dia durante 5 dias), um inibidor potente da CYP3A4/Pgp, aumentou a exposição sistémica ao neratinib. A Cmáx de neratinib aumentou em 3,2 vezes e a AUC aumentou em 4,8 vezes quando co-administrado com cetoconazol, em comparação com o neratinib administrado em monoterapia. A utilização concomitante de inibidores potentes da CYP3A4/Pgp (por ex., atazanavir, indinavir, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir cetoconazol, itraconazol, claritromicina, telitromicina e voriconazol) deve ser evitada. A toranja ou o sumo de toranja também podem aumentar as concentrações plasmáticas de neratinib e devem ser evitados. - Atazanavir

Lamivudina + Nevirapina + Zidovudina Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Atazanavir: Pode aumentar a concentração sérica de Nevirapina. A nevirapina pode diminuir a concentração sérica de Atazanavir. Evitar combinação - Atazanavir

Larotrectinib Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Efeitos de outros agentes sobre o larotrectinib Efeito dos inibidores dos CYP3A, P-gp e BCRP sobre o larotrectinib O larotrectinib é um substrato do citocromo P450 (CYP) 3A, da glicoproteína-P (P-gp) e da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP - breast cancer resistance protein). A co-administração de Larotrectinib com inibidores potentes dos CYP3A e com inibidores da P-gp e da BCRP (p. ex., atazanavir, claritromicina, indinavir, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, telitromicina, troleandomicina, voriconazol ou toranja) pode aumentar as concentrações plasmáticas do larotrectinib. Os dados clínicos obtidos em indivíduos adultos saudáveis indicam que a co-administração de uma dose única de 100 mg de Larotrectinib com 200 mg de itraconazol (um inibidor potente do CYP3A e inibidor da P-gp e da BCRP), uma vez por dia durante 7 dias, aumentou a Cmax e a AUC do larotrectinib, respectivamente, 2,8 e 4,3 vezes. Os dados clínicos obtidos em indivíduos adultos saudáveis indicam que a co-administração de uma dose única de 100 mg de Larotrectinib com uma dose única de 600 mg de rifampicina (um inibidor da P-gp e da BCRP) aumentou a Cmax e a AUC do larotrectinib, respectivamente, 1,8 e 1,7 vezes. - Atazanavir

Eravaciclina Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Potencial de outros medicamentos para afectarem a farmacocinética da eravaciclina In vitro, a eravaciclina mostrou ser um substrato para os transportadores P-gp, OATP1B1 e OATP1B3. Não é possível excluir uma interacção medicamentosa in vivo e a co-administração de eravaciclina e de outros medicamentos que inibem estes transportadores (exemplos de inibidores do OATP1B1/3; atazanavir, ciclosporina, lopinavir e saquinavir) podem aumentar a concentração plasmática da eravaciclina. - Atazanavir

Lamivudina + Raltegravir Atazanavir
Observações: Uma vez que este medicamento contém lamivudina e raltegravir, qualquer interacção que tenha sido identificada com estes agentes isolados pode ocorrer com Lamivudina / Raltegravir. Estudos de interacção com estes agentes só foram realizados em adultos.Interacções: A administração concomitante de Lamivudina / Raltegravir com medicamentos que sejam inibidores potentes da UGT1A1 (por ex., atazanavir) pode aumentar os níveis plasmáticos do raltegravir. Inibidores menos potentes da UGT1A1 (por ex., indinavir, saquinavir) podem também aumentar os níveis plasmáticos do raltegravir, mas em menor extensão quando comparados com o atazanavir. O tenofovir pode também aumentar os níveis plasmáticos do raltegravir, contudo, não se conhece o mecanismo para este efeito. Nos ensaios clínicos, uma grande proporção de doentes utilizou atazanavir e/ou tenofovir na terapêutica de base otimizada, fármacos que levam ambos ao aumento dos níveis plasmáticos de raltegravir. O perfil de segurança observado em doentes que utilizaram atazanavir e/ou tenofovir foi na generalidade semelhante ao perfil de segurança dos doentes que não utilizaram estes fármacos. Por isso, não é necessário ajuste posológico de Lamivudina / Raltegravir. - Atazanavir

Cabotegravir Atazanavir
Observações: n.d.Interacções: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética de cabotegravir O impacto de um inibidor da UGT1A1 poderá ser ligeiramente mais pronunciado, contudo, considerando as margens de segurança do cabotegravir, não se espera que este aumento seja clinicamente relevante. Deste modo, não são recomendados ajustes posológicos para este medicamento na presença de inibidores da UGT1A1 (por ex., atazanavir, erlotinib, sorafenib). - Atazanavir

Atazanavir Tenofovir
Observações: n.d.Interacções: A eficácia de atazanavir/ritonavir em associação com tenofovir disoproxil fumarato em doentes previamente tratados foi demonstrada no estudo clínico 045 e em doentes sem tratamento prévio no estudo clínico 138. O mecanismo da interacção entre atazanavir e tenofovir disoproxil fumarato é desconhecido. Quando co-administrado com tenofovir disoproxil fumarato, é recomendado que atazanavir 300 mg seja administrado com ritonavir 100 mg e tenofovir disoproxil fumarato 300 mg (todos em administração única com alimentos). Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para as reações associadas a tenofovir disoproxil fumarato, incluindo alterações renais. - Tenofovir

Atazanavir Efavirenz
Observações: n.d.Interacções: Não é recomendada a co-administração de efavirenz e atazanavir. - Efavirenz

Atazanavir Nevirapina
Observações: n.d.Interacções: Não é recomendada a co-administração de nevirapina e atazanavir. - Nevirapina

Atazanavir Raltegravir
Observações: n.d.Interacções: Não é necessário ajuste posológico para o raltegravir. - Raltegravir

Atazanavir Claritromicina
Observações: n.d.Interacções: Não se pode fazer recomendação de redução da dose; como tal, recomenda-se precaução se atazanavir for co-administrado com claritromicina. - Claritromicina

Atazanavir Cetoconazol
Observações: n.d.Interacções: Não foi observado efeito significativo nas concentrações de atazanavir. O cetoconazol, é um inibidor forte assim como um substrato da CYP3A4. Com base em dados obtidos com outros IPs potenciados e cetoconazol, em que a AUC de cetoconazol aumentou 3 vezes, é esperado que atazanavir/ritonavir aumente as concentrações de cetoconazol. Cetoconazol deve ser usado com precaução com atazanavir /ritonavir. Não são recomendadas doses altas de cetoconazol e itraconazol (> 200 mg/dia). - Cetoconazol

Atazanavir Itraconazol
Observações: n.d.Interacções: Não foi observado efeito significativo nas concentrações de atazanavir. O itraconazol é um inibidor forte assim como um substrato da CYP3A4. Com base em dados obtidos com outros IPs potenciados e cetoconazol, em que a AUC de cetoconazol aumentou 3 vezes, é esperado que atazanavir/ritonavir aumente as concentrações do itraconazol Itraconazol deve ser usado com precaução com atazanavir /ritonavir. Não são recomendadas doses altas de cetoconazol e itraconazol (> 200 mg/dia). - Itraconazol

Atazanavir Voriconazol
Observações: n.d.Interacções: Na maioria dos doentes com pelo menos um alelo CYP2C19 funcional é esperada uma redução na exposição tanto ao voriconazol como ao atazanavir. Num pequeno número de doentes sem um alelo CYP2C19 funcional, são esperadas exposições significativamente mais elevadas ao voriconazol. Não é recomendada a co-administração de voriconazol e atazanavir com ritonavir, a não ser que uma avaliação do benefício/risco para o doente justifique o uso de voriconazol. Na altura em que o tratamento com voriconazol é necessário, deve ser determinado, se possível, o genótipo CYP2C19 do doente. Assim sendo, se a combinação não pode ser evitada, são feitas as seguintes recomendações de acordo com a determinação do alelo CYP2C19: - em doentes com pelo menos um alelo CYP2C19 funcional, recomenda-se cuidadosa monitorização clínica para perda de eficácia tanto do voriconazol (sinais clínicos) como de atazanavir (resposta virológica) - em doentes sem um alelo CYP2C19 funcional, recomenda-se monitorização clínica e laboratorial cuidadosa para acontecimentos adversos associados ao voriconazol Se a genotipagem não é possível, deve ser efetuada uma monitorização completa da segurança e da eficácia. - Voriconazol

Atazanavir Fluconazol
Observações: n.d.Interacções: As concentrações de atazanavir e fluconazol não foram modificadas significativamente quando atazanavir /ritonavir foi coadministrado com fluconazol. Não são necessários ajustes da dose para fluconazol e atazanavir. - Fluconazol

Atazanavir Rifabutina
Observações: n.d.Interacções: Em estudos anteriores, a farmacocinética do atazanavir não foi alterada pela rifabutina. Quando administrada com atazanavir, a dose recomendada de rifabutina é de 150 mg 3 vezes por semana em dias definidos (por exemplo Segunda feira-Quarta feira-Sexta feira). É necessária uma maior monitorização para as reações adversas associadas à rifabutina incluindo neutropenia e uveíte devido a um aumento esperado na exposição à rifabutina. É recomendada uma redução adicional da dose de rifabutina para 150 mg duas vezes por semana em dias definidos para os doentes nos quais a dose de 150 mg 3 vezes por semana não é tolerada. Deve ser tido em atenção que a dose de 150 mg duas vezes por semana pode não fornecer uma exposição ótima à rifabutina, levando ao risco de resistência à rifamicina e à falência do tratamento. Não é necessário ajuste da dose para atazanavir. - Rifabutina

Atazanavir Rifampicina
Observações: n.d.Interacções: A rifampicina é um indutor potente da CYP3A4 e foi demonstrado que provoca uma diminuição de 72% na AUC de atazanavir, o que pode resultar em falência virológica e desenvolvimento de resistências. Durante as tentativas para ultrapassar a diminuição de exposição através do aumento da dose de atazanavir ou de outros inibidores da protease com ritonavir, verificou-se uma frequência elevada de reações hepáticas. Está contra-indicada a associação de rifampicina e atazanavir. - Rifampicina

Atazanavir Quetiapina
Observações: n.d.Interacções: Devido à inibição da CYP3A4 por atazanavir, é esperada uma diminuição das concentrações de quetiapina. A co-administração de quetiapina com atazanavir está contra-indicada, uma vez que atazanavir pode aumentar a toxicidade relacionada com a quetiapina. O aumento das concentrações plasmáticas de quetiapina podem resultar em coma. - Quetiapina

Atazanavir Lurasidona
Observações: n.d.Interacções: Espera-se que atazanavir aumente os níveis plasmáticos de lurasidona, por inibição da CYP3A4. É contra-indicada a co-administração de lurasidona com atazanavir uma vez que pode aumentar a toxicidade relacionada com a lurasidona. - Lurasidona

Atazanavir Antagonistas dos Receptores H2 da Histamina (Bloqueadores H2)
Observações: n.d.Interacções: O mecanismo da interacção é a diminuição da solubilidade de atazanavir uma vez que o pH intragástrico aumenta com os bloqueadores H2. Nos doentes que não estejam a tomar tenofovir, se atazanavir 300 mg/ritonavir 100 mg forem co-administrados com antagonistas dos receptores H2, não deverá ser excedida uma dose equivalente a 20 mg duas vezes por dia de famotidina. Se for necessária uma dose superior de um antagonista dos receptores H2 (por ex. 40 mg duas vezes por dia de famotidina ou equivalente) pode ser considerado um aumento da dose de atazanavir/ritonavir de 300/100 mg para 400/100 mg. Nos doentes que estejam a tomar tenofovir disoproxil fumarato, se for co-administrada a associação de atazanavir/ritonavir com ambos tenofovir disoproxil fumarato e um antagonista dos receptores H2, é recomendado um aumento na dose de atazanavir para 400 mg com 100 mg de ritonavir. A dose equivalente a 40 mg de famotidina duas vezes ao dia não deve ser excedida. - Antagonistas dos Receptores H2 da Histamina (Bloqueadores H2)

Atazanavir Inibidores da Bomba de Protões (IBP)
Observações: n.d.Interacções: A diminuição na AUC, Cmax, e Cmin não foi mitigada quando uma dose aumentada de atazanavir/ritonavir (400/100 mg uma vez ao dia) foi temporariamente separada do omeprazol por 12 horas. Apesar de não estudada, são esperados resultados semelhantes com outros inibidores da bomba de protões. Esta redução na exposição de atazanavir pode ter impacto negativo na eficácia de atazanavir. O mecanismo da interacção é diminuída solubilidade de atazanavir, porque o pH intragástrico aumenta com os inibidores da bomba de protões. Não é recomendada a co-administração de atazanavir com ritonavir e inibidores da bomba de protões. Se a associação é considerada inevitável, recomenda-se monitorização clínica cuidadosa em combinação com aumento da dose de atazanavir para 400 mg com 100 mg de ritonavir; não devem ser excedidas doses de inibidores da bomba de protões comparáveis a 20 mg de omeprazol. - Inibidores da Bomba de Protões (IBP)

Atazanavir Antiácidos
Observações: n.d.Interacções: As concentrações plasmáticas reduzidas de atazanavir podem ser consequência do pH gástrico aumentado, se os antiácidos, incluindo medicamentos tamponados, são administrados com atazanavir. Atazanavir deve ser administrado 2 horas antes ou 1 hora após os antiácidos ou medicamentos tamponados. - Antiácidos

Atazanavir Alfuzosina
Observações: n.d.Interacções: Potencial para concentrações da alfuzosina aumentadas, o que pode causar hipotensão. O mecanismo da interacção é a inibição CYP3A4 pelo alfuzosina e/ou ritonavir. É contra-indicada a co-administração de alfuzosina com atazanavir. - Alfuzosina

Atazanavir Apixabano
Observações: n.d.Interacções: Potencial para concentrações aumentadas de apixabano, que pode resultar num risco aumentado de hemorragia. O mecanismo de interacção é a inibição do CYP3A4/ e gp-P pelo atazanavir/ritonavir. O ritonavir é um forte inibidor do CYP3A4 e da gp-P. Atazanavir é um inibidor do CYP3A4. O potencial de inibição da gp-P pelo atazanavir é desconhecido e não pode ser excluído. A co-administração de apixabano e atazanavir com ritonavir não é recomendada. - Apixabano

Atazanavir Rivaroxabano
Observações: n.d.Interacções: Potencial para concentrações aumentadas de rivaroxabano, que podem resultar num risco aumentado de hemorragia. O mecanismo de interacção é a inibição do CYP3A4/ e gp-P pelo atazanavir/ritonavir. O ritonavir é um forte inibidor do CYP3A4 e da gp-P. Atazanavir é um inibidor do CYP3A4. O potencial de inibição da gp-P pelo atazanavir é desconhecido e não pode ser excluído. A co-administração de rivaroxabano e atazanavir com ritonavir não é recomendada. - Rivaroxabano

Atazanavir Dabigatrano etexilato
Observações: n.d.Interacções: Potencial para concentrações aumentadas de dabigatrano, que podem resultar num risco aumentado de hemorragia. O mecanismo de interacção é a inibição da gp-P. O ritonavir é um forte inibidor da gp-P. O potencial de inibição da gp-P pelo apixabano é desconhecido e não pode ser excluído. A co-administração de dabigatrano e atazanavir com ritonavir não é recomendada. - Dabigatrano etexilato

Atazanavir Edoxabano
Observações: n.d.Interacções: Potencial para concentrações aumentadas de edoxabano, que podem resultar num risco aumentado de hemorragia. O mecanismo de interacção é a inibição da gp-P pelo atazanavir/ritonavir. O ritonavir é um forte inibidor da gp-P. O potencial de inibição da gp-P pelo atazanavir é desconhecido e não pode ser excluído. Tenha cuidado quando o edoxabano for utilizado com atazanavir. - Edoxabano

Atazanavir Varfarina
Observações: n.d.Interacções: A co-administração com atazanavir tem potencial para aumentar ou reduzir as concentrações de varfarina. Recomenda-se que a Razão Normalizada Internacional (INR) seja cuidadosamente monitorizada durante o tratamento com atazanavir, especialmente no início da terapêutica. - Varfarina

Atazanavir Carbamazepina
Observações: n.d.Interacções: Atazanavir pode aumentar os níveis plasmáticos de carbamazepina, por inibição da CYP3A4. Devido ao efeito indutor da carbamazepina, uma redução na exposição ao atazanavir não pode ser excluída. Carbamazepina quando em associação com atazanavir (com ou sem ritonavir) é contra-indicada devido ao risco de perda de resposta virológica e desenvolvimento de resistência. A resposta virológica do doente deverá ser cuidadosamente monitorizada. - Carbamazepina

Atazanavir Fenitoína
Observações: n.d.Interacções: Ritonavir pode diminuir os níveis plasmáticos de fenitoína devido a indução da CYP2C9 e CYP2C19. Devido ao efeito indutor da fenitoína/fenobarbital, uma redução na exposição ao atazanavir não pode ser excluída. Fenitoína quando em associação com atazanavir (com ou sem ritonavir) estão contra-indicados devido ao risco de perda de resposta virológica e desenvolvimento de resistência. A resposta virológica do doente deverá ser cuidadosamente monitorizada. - Fenitoína

Atazanavir Fenobarbital
Observações: n.d.Interacções: Ritonavir pode diminuir os níveis plasmáticos de fenobarbital devido a indução da CYP2C9 e CYP2C19. Devido ao efeito indutor da fenitoína/fenobarbital, uma redução na exposição ao atazanavir não pode ser excluída. Fenobarbital quando em associação com atazanavir (com ou sem ritonavir) estão contra-indicados devido ao risco de perda de resposta virológica e desenvolvimento de resistência. A resposta virológica do doente deverá ser cuidadosamente monitorizada. - Fenobarbital

Atazanavir Lamotrigina
Observações: n.d.Interacções: Co-administração de lamotrigina e atazanavir/ritonavir poderá diminuir as concentrações plasmáticas de lamotrigina, devido a indução de UGT1A4. Lamotrigina deve ser utilizada com precaução quando em associação com atazanavir/ritonavir. Se necessário, monitorizar as concentrações de lamotrigina e ajustar a dose em conformidade. - Lamotrigina

Atazanavir Apalutamida
Observações: n.d.Interacções: O mecanismo da interacção é a indução CYP3A4 por apalutamida a inibição CYP3A4 por atazanavir/ritonavir. A co-administração com atazanavir (com ou sem ritonavir) é contra-indicada devido ao potencial de diminuição da concentração plasmática de atazanavir e ritonavir com subsequente perda de resposta virológica e possível resistência à classe de inibidores da protease. Além disso, as concentrações séricas de apalutamida podem ser aumentadas se esta for co-administrada com atazanavir/ritonavir, resultando num potencial risco de acontecimentos adversos graves, incluindo convulsões. - Apalutamida

Atazanavir Encorafenib
Observações: n.d.Interacções: O mecanismo da interacção é a inibição CYP3A4 por atazanavir e/ou ritonavir. A co-administração de encorafenib com atazanavir (com ou sem ritonavir) é contra-indicada devido ao potencial de perda de resposta virológica, de desenvolvimento de resistência, de aumento da concentração plasmática de encorafenib e subsequente risco de acontecimentos adversos graves, como o prolongamento do intervalo QT. - Encorafenib

Atazanavir Ivosidenib
Observações: n.d.Interacções: A co-administração de ivosidenib com atazanavir (com ou sem ritonavir) é contra-indicada devido ao potencial de perda de resposta virológica, de desenvolvimento de resistência, de aumento da concentração plasmática de ivosidenib e subsequente risco de acontecimentos adversos graves, como o prolongamento do intervalo QT. - Ivosidenib

Atazanavir Irinotecano
Observações: n.d.Interacções: Atazanavir inibe UGT e pode interferir com o metabolismo do irinotecano, resultando no aumento da toxicidade do irinotecano. Se atazanavir for co-administrado com irinotecano, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para as reações adversas relacionadas com o irinotecano. - Irinotecano

Atazanavir Imunossupressores
Observações: n.d.Interacções: As concentrações destes imunossupressores (Ciclosporina, Tacrolimus, Sirolimus) podem estar aumentadas quando são co-administrados com atazanavir devido a inibição CYP3A4. Recomenda-se a monitorização mais frequente das concentrações terapêuticas destes medicamentos até estarem estabilizados os níveis plasmáticos. - Imunossupressores

Atazanavir Antiarrítmicos
Observações: n.d.Interacções: As concentrações destes antiarrítmicos (Amiodarona, Lidocaína sistémica, Quinidina) podem estar aumentadas quando co-administrados com atazanavir. O mecanismo da interacção amiodarona ou lidocaína sistémica/atazanavir é a inibição CYP3A. A quinidina tem um intervalo terapêutico estreito e está contra-indicada devido à inibição potencial da CYP3A pelo atazanavir. Recomenda-se precaução e, quando disponível, monitorização da concentração terapêutica. A utilização concomitante de quinidina está contra-indicada. - Antiarrítmicos

Atazanavir Bepridilo
Observações: n.d.Interacções: Atazanavir não deve ser usado em associação com medicamentos que são substratos da CYP3A4 e que têm um intervalo terapêutico estreito. Está contra-indicada a co-administração com bepridilo. - Bepridilo

Atazanavir Diltiazem
Observações: n.d.Interacções: Não foi observado efeito significativo nas concentrações de atazanavir. Houve um aumento no intervalo PR máximo comparado com atazanavir em monoterapia. Não foi estudada a co-administração de diltiazem e atazanavir/ritonavir. O mecanismo da interacção de diltiazem/atazanavir é a inibição CYP3A4. É recomendada uma redução da dose inicial de diltiazem em 50%, com titulação subsequente conforme necessário, e monitorização do ECG. - Diltiazem

Atazanavir Verapamilo
Observações: n.d.Interacções: As concentrações séricas de verapamilo podem ser aumentadas pelo atazanavir devido a inibição CYP3A4. Deverá ter-se precaução quando o verapamilo for co-administrado com atazanavir. - Verapamilo

Atazanavir Dexametasona
Observações: n.d.Interacções: A co-administração com dexametasona ou outros corticosteróides que induzam a CYP3A pode resultar na perda do efeito terapêutico de atazanavir e no desenvolvimento de resistência a atazanavir e/ou ritonavir. Devem ser considerados corticosteróides alternativos. O mecanismo da interacção é a indução CYP3A4 por dexametasona e a inibição CYP3A4 por atazanavir e/ou ritonavir. A co-administração com corticosteróides (todas as vias de administração) que sejam metabolizados pela CYP3A, particularmente para a utilização a longo prazo, pode aumentar o risco de desenvolvimento de efeitos sistémicos dos corticosteróides, incluindo síndrome de Cushing e supressão suprarrenal. Deve ser considerado o benefício potencial do tratamento versus o risco dos efeitos sistémicos dos corticosteróides. Para a co-administração de corticosteróides administrados por via cutânea sensíveis à inibição CYP3A, consultar o Resumo das Características do Medicamento do corticosteróide para as condições ou utilizações que aumentam a sua absorção sistémica. - Dexametasona

Atazanavir Fluticasona
Observações: n.d.Interacções: Os níveis plasmáticos de propionato de fluticasona aumentaram significativamente, enquanto que os níveis de cortisol intrínseco decresceram aproximadamente 86% (intervalo de confiança de 90% 82-89%). Pode esperar-se uma exacerbação dos efeitos quando o propionato de fluticasona é inalado. Foram notificados efeitos sistémicos dos corticosteróides, incluindo síndrome de Cushing e supressão suprarrenal em doentes a fazer tratamento com ritonavir e propionato de fluticasona, administrado por via inalatória ou nasal; estes efeitos podem igualmente verificar-se com outros corticosteróides metabolizados via P450 3A, como por ex., a budesonida. Ainda não se conhecem os efeitos da elevada exposição sistémica da fluticasona nos níveis plasmáticos de ritonavir. O mecanismo da interacção é a inibição CYP3A4. Espera-se que a utilização concomitante de atazanavir (com ou sem ritonavir) e outros corticosteróides inalados/nasais produza os mesmos efeitos. - Fluticasona

Atazanavir Glucocorticóides (Glicocorticoide)
Observações: n.d.Interacções: Não é recomendada a co-administração de atazanavir/ritonavir e estes glucocorticóides metabolizados pela CYP3A4, a não ser que o benefício potencial do tratamento ultrapasse o risco dos efeitos sistémicos dos corticosteróides. Uma redução da dose do glucocorticóide deve ser considerada com rigorosa monitorização dos efeitos locais e sistémicos ou uma mudança para um glucocorticóide, que não seja um substrato para CYP3A4 (por ex., beclometasona). Além disso, no caso de suspensão dos glucocorticóides, a redução progressiva da dose poderá ter de realizar-se por um período de tempo mais longo. A utilização concomitante de corticosteróides inalados/nasais e atazanavir (com ou sem ritonavir) pode aumentar as concentrações plasmáticas de corticosteróides inalados/nasais. Utilizar com precaução. Considerar alternactivas aos corticosteróides inalados/nasais, particularmente para a utilização a longo prazo. - Glucocorticóides (Glicocorticoide)

Atazanavir Inibidores das fosfodiesterases de tipo 5 (PDE5)
Observações: n.d.Interacções: O sildenafil, o tadalafil e o vardenafil são metabolizados pela CYP3A4. A co-administração com atazanavir pode produzir concentrações aumentadas do inibidor PDE5 e um aumento nos acontecimentos adversos associados ao inibidor PDE5, incluindo hipotensão, alterações visuais e priapismo. O mecanismo desta interacção é a inibição CYP3A4. Os doentes devem ser advertidos sobre estes possíveis efeitos secundários quando se utilizar inibidores PDE5 para a disfunção erétil com atazanavir. - Inibidores das fosfodiesterases de tipo 5 (PDE5)

Atazanavir Elagolix
Observações: n.d.Interacções: O mecanismo da interacção é o aumento previsto da exposição a elagolix na presença de inibição CYP3A4 por atazanavir e/ou ritonavir. Não se recomenda a utilização concomitante de elagolix 200 mg duas vezes por dia com atazanavir (com ou sem ritonavir) durante mais de 1 mês devido ao potencial risco de acontecimentos adversos, tais como perda óssea e elevações da transaminase hepática. Limitar a utilização concomitante de elagolix 150 mg uma vez por dia com atazanavir (com ou sem ritonavir) a 6 meses. - Elagolix

Atazanavir Fostamatinib
Observações: n.d.Interacções: O mecanismo da interacção é a inibição CYP3A4 por atazanavir e/ou ritonavir. A utilização concomitante de fostamatinib com atazanavir (com ou sem ritonavir) pode aumentar a concentração plasmática de R406, o metabólito activo de fostamatinib. Monitorizar as toxicidades da exposição a R406 que resultem em acontecimentos adversos relacionados com a dose, tais como hepatotoxicidade e neutropenia. Pode ser necessária uma redução da dose de fostamatinib. - Fostamatinib

Atazanavir Hipericão
Observações: n.d.Interacções: Da utilização concomitante de hipericão com atazanavir pode esperar-se que resulte uma redução significativa dos valores plasmáticos de atazanavir. Este efeito pode ser devido à indução da CYP3A4. Há um risco de perda de efeito terapêutico e de desenvolvimento de resistência. Está contra-indicada a co-administração de atazanavir com produtos contendo hipericão. - Hipericão

Atazanavir Etinilestradiol + Norgestimato
Observações: n.d.Interacções: Apesar da concentração de etinilestradiol ter aumentado com a administração de atazanavir em monoterapia, devido à inibição da UGT e da CYP3A4 pelo atazanavir, o efeito real de atazanavir/ritonavir é uma diminuição nos níveis de etinilestradiol devido ao efeito indutor de ritonavir. O aumento na exposição a progestina pode levar a efeitos secundários relacionados (por ex., insulinorresistência, dislipidemia, acne e pequenas perdas de sangue), possivelmente afectando a adesão ao tratamento. Se um contraceptivo oral for administrado com atazanavir/ritonavir, recomenda-se que o contraceptivo oral contenha, pelo menos, 30 μg de etinilestradiol e que o doente seja recordado para seguir rigorosamente a posologia deste regime contraceptivo. Não foi estudada a co-administração de atazanavir/ritonavir com outros contraceptivos hormonais ou com contraceptivos orais contendo outros progestagénios para além do norgestimato, pelo que deve ser evitada. É recomendado um método de contraceção fiável alternativo. - Etinilestradiol + Norgestimato

Atazanavir Contraceptivos orais
Observações: n.d.Interacções: O aumento na exposição a progestina pode levar a efeitos secundários relacionados (por ex., insulinorresistência, dislipidemia, acne e pequenas perdas de sangue), possivelmente afectando a adesão ao tratamento. Se um contraceptivo oral for administrado com atazanavir/ritonavir, recomenda-se que o contraceptivo oral contenha, pelo menos, 30 μg de etinilestradiol e que o doente seja recordado para seguir rigorosamente a posologia deste regime contraceptivo. Não foi estudada a co-administração de atazanavir/ritonavir com outros contraceptivos hormonais ou com contraceptivos orais contendo outros progestagénios para além do norgestimato, pelo que deve ser evitada. É recomendado um método de contracepção fiável alternativo. Se um contraceptivo oral for administrado com atazanavir/ritonavir, recomenda-se que o contraceptivo oral contenha, pelo menos, 30 μg de etinilestradiol e que o doente seja recordado para seguir rigorosamente a posologia deste regime contraceptivo. Não foi estudada a co-administração de atazanavir/ritonavir com outros contraceptivos hormonais ou com contraceptivos orais contendo outros progestagénios para além do norgestimato, pelo que deve ser evitada. É recomendado um método de contracepção fiável alternativo. - Contraceptivos orais

Atazanavir Lovastatina
Observações: n.d.Interacções: A lovastatina depende grandemente da CYP3A4 para o seu metabolismo e a co-administração com atazanavir pode aumentar as suas concentrações. É contra-indicada a co-administração de lovastatina com atazanavir devido ao risco aumentado de miopatia, incluindo rabdomiólise. - Lovastatina

Atazanavir Sinvastatina
Observações: n.d.Interacções: A sinvastatina depende grandemente da CYP3A4 para o seu metabolismo e a co-administração com atazanavir pode aumentar as suas concentrações. É contra-indicada a co-administração de sinvastatina com atazanavir devido ao risco aumentado de miopatia, incluindo rabdomiólise. - Sinvastatina

Atazanavir Atorvastatina
Observações: n.d.Interacções: O risco de miopatia, incluindo rabdomiólise, pode ser aumentado também com a atorvastatina, a qual é metabolizada pela CYP3A4. Não é recomendada a co-administração de atorvastatina com atazanavir. Se a utilização de atorvastatina for considerada estritamente necessária, deve ser administrada a menor dose possível com monitorização clínica cuidadosa. - Atorvastatina

Atazanavir Fluvastatina
Observações: n.d.Interacções: Apesar de não estudado, quando co-administrado com inibidores da protease, existe um potencial para o aumento da exposição à fluvastatina. A fluvastatina é parcialmente metabolizada pelo CYP2C9. Recomenda-se precaução. - Fluvastatina

Atazanavir Pravastatina
Observações: n.d.Interacções: Apesar de não estudado, quando co-administrado com inibidores da protease, existe um potencial para o aumento da exposição à pravastatina. A pravastatina não é metabolizada pelo CYP3A4. Recomenda-se precaução. - Pravastatina

Atazanavir Lomitapida
Observações: n.d.Interacções: A lomitapida é altamente dependente do CYP3A4 para o metabolismo e a co-administração de atazanavir com ritonavir pode resultar em concentrações aumentadas. A co-administração de lomitapida e atazanavir com ritonavir é contra-indicada devido a um risco potencial de níveis marcadamente aumentados de transaminases e hepatotoxicidade. - Lomitapida

Atazanavir Salmeterol
Observações: n.d.Interacções: A co-administração com atazanavir pode resultar em concentrações aumentadas de salmeterol e num aumento de acontecimentos adversos associados ao salmeterol. O mecanismo da interacção é a inibição CYP3A4 por atazanavir e/ou ritonavir. Não é recomendada a co-administração de salmeterol com atazanavir. - Salmeterol

Atazanavir Buprenorfina
Observações: n.d.Interacções: O mecanismo da interacção é a inibição CYP3A4 e UGT1A1. As concentrações de atazanavir (quando administrado com ritonavir) não foram afectadas significativamente. A co-administração com atazanavir com ritonavir requer monitorização clínica da sedação e efeitos cognitivos. Pode ser considerada uma redução da dose de buprenorfina. - Buprenorfina

Atazanavir Metadona
Observações: n.d.Interacções: Não foi observado um efeito significativo nas concentrações de metadona. Dado que a dose baixa de ritonavir (100 mg duas vezes por dia) mostrou não ter efeito significativo nas concentrações de metadona, com base nestes dados, não é esperado haver interacção se a metadona for co-administrada com atazanavir. Não é necessário o acerto da dose se a metadona for co-administrada com atazanavir. - Metadona

Atazanavir Sildenafil
Observações: n.d.Interacções: A co-administração com atazanavir pode resultar em concentrações aumentadas do inibidor PDE5 e num aumento dos acontecimentos adversos associados ao inibidor PDE5. O mecanismo da interacção é a inibição CYP3A4 por atazanavir e/ou ritonavir. Não foi estabelecida uma dose segura e eficaz para o sildenafil em associação com atazanavir, quando utilizado para tratar a hipertensão arterial pulmonar. O sildenafil é contra-indicado quando utilizado para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar. - Sildenafil

Atazanavir Midazolam
Observações: n.d.Interacções: Midazolam é extensamente metabolizado pela CYP3A4. A co-administração com atazanavir pode levar a um grande aumento na concentração destas benzodiazepinas. Não foram realizados estudos de interacção para a co-administração de atazanavir com benzodiazepinas. Com base nos dados observados com outros inibidores da CYP3A4, espera-se que as concentrações plasmáticas de midazolam sejam significativamente superiores quando midazolam é administrado por via oral. Os dados da utilização concomitante de midazolam parentérico com outros inibidores da protease sugerem um possível aumento de 3-4 vezes nas concentrações plasmáticas de midazolam. Está contra-indicada a co-administração de atazanavir com midazolam oral, e recomenda-se precaução na co-administração de atazanavir e midazolam parentérico. A co-administração de atazanavir com midazolam parentérico deve ser feita em unidade de cuidados intensivos (UCI), ou semelhante, que permita rigorosa monitorização clínica e apoio médico apropriado no caso de depressão respiratória e/ou sedação prolongada. Deve ser considerado o acerto da dose, especialmente se for administrada mais do que uma dose única de midazolam. - Midazolam

Atazanavir Triazolam
Observações: n.d.Interacções: Triazolam é extensamente metabolizado pela CYP3A4. A co-administração com atazanavir pode levar a um grande aumento na concentração destas benzodiazepinas. Não foram realizados estudos de interacção para a co-administração de atazanavir com benzodiazepinas. Está contra-indicada a co-administração de atazanavir com triazolam. - Triazolam

Atazanavir Substratos do CYP3A4
Observações: n.d.Interacções: Atazanavir é metabolizado no fígado pela CYP3A4. Inibe a CYP3A4. Consequentemente, atazanavir está contra-indicado com medicamentos que sejam substratos da CYP3A4 e tenham índice terapêutico estreito: quetiapina, lurasidona, alfuzosina, astemizol, terfenadina, cisaprida, pimozida, quinidina, bepridilo, triazolam, midazolam administrado por via oral, lomitapida e alcaloides da cravagem do centeio, nomeadamente ergotamina e di-hidroergotamina. - Substratos do CYP3A4

Informe o Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.
Uma quantidade moderada de dados em mulheres grávidas (entre 300-1000 resultados de gravidezes) não indicou toxicidade de atazanavir relacionada com malformações.
Os estudos em animais não indicaram toxicidade reprodutiva.
A utilização de atazanavir com ritonavir pode ser considerada na gravidez apenas se o potencial benefício justificar o potencial risco.
Atazanavir foi detectado no leite humano.
Como recomendação geral, as mulheres infectadas pelo VIH não devem amamentar os filhos para evitar a transmissão do VIH.
Os doentes devem ser informados que foram notificados casos de tonturas durante o tratamento com regimes contendo atazanavir.
Uma quantidade moderada de dados em mulheres grávidas (entre 300-1000 resultados de gravidezes) não indicou toxicidade de atazanavir relacionada com malformações.
Os estudos em animais não indicaram toxicidade reprodutiva.
A utilização de atazanavir com ritonavir pode ser considerada na gravidez apenas se o potencial benefício justificar o potencial risco.
Atazanavir foi detectado no leite humano.
Como recomendação geral, as mulheres infectadas pelo VIH não devem amamentar os filhos para evitar a transmissão do VIH.
Os doentes devem ser informados que foram notificados casos de tonturas durante o tratamento com regimes contendo atazanavir.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Novembro de 2021