Alumínio

O que é
O alumínio é um elemento químico de símbolo Al e número atômico 13 (treze prótons e treze elétrons ) com massa 27 u .

Na temperatura ambiente é sólido, sendo o elemento metálico mais abundante da crosta terrestre.

Sua leveza, condutividade elétrica, resistência à corrosão e baixo ponto de fusão lhe conferem uma multiplicidade de aplicações, especialmente nas soluções de engenharia aeronáutica.

Entretanto, mesmo com o baixo custo para a sua reciclagem, o que aumenta sua vida útil e a estabilidade do seu valor, a elevada quantidade de energia necessária para a sua obtenção reduzem sobremaneira o seu campo de aplicação, além das implicações ecológicas negativas no rejeito dos subprodutos do processo de reciclagem, ou mesmo de produção do alumínio primário.

É dado a Friedrich Wöhler o reconhecimento do isolamento do alumínio, em 1827.


O principal composto do alumínio utilizado na medicina é o hidróxido de alumínio.

É usado como antiácido no tratamento de úlceras gástricas e como aglutinante de fosfato nos casos de insuficiência renal prolongada.

Existem antiácidos alternativos, mas não são tão eficazes.
Usos comuns
O principal composto do alumínio utilizado na medicina é o hidróxido de alumínio.

É usado como antiácido no tratamento de úlceras gástricas e como aglutinante de fosfato nos casos de insuficiência renal prolongada.

Existem antiácidos alternativos, mas não são tão eficazes.

Os compostos de alumínio são antiácidos particularmente eficazes e seguros.

Os diversos estudos que comparam pessoas que ingeriram grandes quantidades de hidróxido de alumínio como antiácido com pessoas do grupo controle, não encontraram efeitos adversos (como uma maior incidência do Mal de Alzheimer, por exemplo).

A administração oral prolongada de antiácidos de alumínio a pacientes com insuficiência renal tende a aumentar o nível de alumínio sérico.

Na diálise moderna, o acúmulo de alumínio no corpo não representa um problema.

De fato, o hidróxido de alumínio é, às vezes, administrado a esses pacientes para impedir que seu organismo absorva fosfato indesejado dos intestinos.

O alumínio faz a ligação para formar um fosfato de alumínio insolúvel.

Os compostos de alumínio também são utilizados em produtos antiperspirantes, soluções antisépticas e como adjuvantes em vacinas.

Não há registros de que o alumínio produza efeitos adversos e a OMS o considera adequado para tais utilizações.
Tipo
Molécula pequena.
História
Tanto na Grécia como na Roma antigas se empregava a pedra-ume (do latim alūmen ), um sal duplo de alumínio e potássio, como mordente em tinturaria e adstringente em medicina, uso ainda em vigor.

Geralmente é dado a Friedrich Wöhler o reconhecimento do isolamento do alumínio, fato que ocorreu em 1827, apesar de o metal ter sido obtido impuro alguns anos antes pelo físico e químico Hans Christian Ørsted.

Em 1807, Humphrey Davy propôs o nome aluminum para este metal ainda não descoberto.

Mais tarde resolveu-se trocar o nome para aluminium por coerência com a maioria dos outros nomes latinos dos elementos, que usam o sufixo -ium.

Desta maneira ocorreu a derivação dos nomes atuais dos elementos em outros idiomas.

Entretanto, nos Estados Unidos, com o tempo se popularizou a outra forma, hoje admitida também pela IUPAC.

Apesar do alumínio ser um metal encontrado em abundância na crosta terrestre (8,1%) raramente é encontrado livre.

Suas aplicações industriais são relativamente recentes, sendo produzido em escala industrial a partir do final do século XIX.

Quando foi descoberto verificou-se que a sua separação das rochas que o continham era extremamente difícil.

Como consequência, durante algum tempo, foi considerado um metal precioso, mais valioso que o ouro.

Com o avanço dos processos de obtenção os preços baixaram continuamente até colapsar em 1889, devido à descoberta anterior de um método simples de extração do metal.

Atualmente, um dos fatores que estimulam o seu uso é a estabilidade do seu preço, provocada principalmente pela sua reciclagem.

Em 1859, Henri Sainte-Claire Deville anunciou melhorias no processo de obtenção, ao substituir o potássio por sódio e o cloreto simples pelo duplo.

Posteriormente, com a invenção do processo Hall-Héroult em 1886, simplificou-se e barateou-se a extração do alumínio a partir do mineral.

Este processo, juntamente com o processo Bayer , descoberto no mesmo ano, permitiram estender o uso do alumínio para uma multiplicidade de aplicações até então economicamente inviáveis.

O processo Hall-Héroult envolveu os trabalhos independentes e praticamente simultâneos do americano Charles Martin Hall (1886) e do francês Paul Héroult (1888), jovens cientistas com menos de 27 anos na época da descoberta do processo.

A recuperação do metal a partir da reciclagem é uma prática conhecida desde o início do século XX.

Entretanto, foi a partir da década de 1960 que o processo se generalizou, mais por razões ambientais do que econômicas.

O processo ordinário de obtenção do alumínio ocorre em duas etapas: a obtenção da alumina pelo processo Bayer e, posteriormente, a eletrólise do óxido para obter o alumínio.

A elevada reatividade do alumínio impede extraí-lo da alumina mediante a redução, sendo necessário obtê-lo através da eletrólise do óxido, o que exige este composto no estado líquido.

A alumina possui um ponto de fusão extremamente alto (2072°C) tornando inviável de forma econômica a extração do metal.

Porém, a adição de um fundente, no caso a criolita, permite que a eletrólise ocorra a uma temperatura menor, de aproximadamente 1000°C.
Indicações
O principal composto do alumínio utilizado na medicina é o hidróxido de alumínio.

É usado como antiácido no tratamento de úlceras gástricas e como aglutinante de fosfato nos casos de insuficiência renal prolongada.

Existem antiácidos alternativos, mas não são tão eficazes.

Os compostos de alumínio são antiácidos particularmente eficazes e seguros.

Os diversos estudos que comparam pessoas que ingeriram grandes quantidades de hidróxido de alumínio como antiácido com pessoas do grupo controle, não encontraram efeitos adversos (como uma maior incidência do Mal de Alzheimer, por exemplo).

A administração oral prolongada de antiácidos de alumínio a pacientes com insuficiência renal tende a aumentar o nível de alumínio sérico.

Na diálise moderna, o acúmulo de alumínio no corpo não representa um problema.

De fato, o hidróxido de alumínio é, às vezes, administrado a esses pacientes para impedir que seu organismo absorva fosfato indesejado dos intestinos.

O alumínio faz a ligação para formar um fosfato de alumínio insolúvel.

Os compostos de alumínio também são utilizados em produtos antiperspirantes, soluções antisépticas e como adjuvantes em vacinas.

Não há registros de que o alumínio produza efeitos adversos e a OMS o considera adequado para tais utilizações.
Classificação CFT
n.d.     n.d.
Mecanismo De Ação
Sem informação.
Posologia Orientativa
Segundo a Organização Mundial da Saúde, atualmente considera-se que a dose semanal tolerável é de 1 mg de alumínio por quilograma de massa corporal.

Portanto, uma pessoa de 50 kg teria uma dose tolerável de 50 mg de alumínio por semana.
Administração
Sem informação.
Contraindicações
Hipersensibilidade ao alumínio.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Sem informação.
Advertências
Precauções Gerais
Segundo a Organização Mundial da Saúde, atualmente se entende que a dose semanal tolerável é de 1 mg de alumínio por quilograma de massa corporal.

Portanto, uma pessoa de 50 kg teria uma dose tolerável de 50 mg de alumínio por semana.

O alumínio é um dos poucos elementos abundantes na natureza que parecem não apresentar nenhuma função biológica significativa.

Algumas pessoas manifestam alergia ao alumínio, sofrendo dermatites ao seu contato, inclusive desordens digestivas ao ingerir alimentos cozidos em recipientes de alumínio.

Para as demais pessoas o alumínio não é considerado tão tóxico como os metais pesados, ainda que existam evidências de certa toxicidade quando ingerido em grandes quantidades.

Em relação ao uso de recipientes de alumínio não se têm encontrado problemas de saúde, estando estes relacionados com o consumo de antiácidos e antitranspirantes que contêm este elemento.

Tem-se sugerido que o alumínio possa estar relacionado com o mal de Alzheimer, ainda que esta hipótese não tenha comprovação conclusiva.

O Alumínio é um dos elementos mais abundantes na crosta terrestre na forma de óxido de alumínio (Al2O3).

Talvez por causa disto ele é tido como inofensivo mas a exposição a altas concentrações pode causar problemas de saúde principalmente quando na forma de íons em que ele é solúvel em água.

Sua concentração parece ser maior em lagos ácidos.

Nestes lagos o número de peixes e anfíbios está diminuindo devido a reações de íons de alumínio com proteínas nos alevinos de peixes e embriões de anfíbios.
Cuidados com a Dieta
Sem informação.
Terapêutica Interrompida
Não utilizar uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Acetilsalicilato de lisina + Alumínio

Observações: N.D.
Interações: Com os sais, óxidos e hidróxidos de magnésio, de alumínio e de cálcio verifica-se aumento da excreção renal dos salicilatos devido a alcalinização da urina.

Desferrasirox + Alumínio

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de Desferrasirox com preparações antiácido contendo alumínio não foi formalmente estudada. Ainda que o deferasirox tenha uma afinidade para o alumínio mais baixa do que para o ferro, não se recomenda a ingestão dos comprimidos de Desferrasirox com preparações antiácido contendo alumínio.

Amlodipina + Atorvastatina + Alumínio

Observações: Os dados de um estudo de interação fármaco-fármaco que envolveu 10 mg de amlodipina e 80 mg de atorvastatina em indivíduos saudáveis indicam que a farmacocinética da amlodipina não é alterada quando os fármacos são coadministrados. Não foi demonstrado nenhum efeito da amlodipina na Cmáx da atorvastatina, mas a AUC da atorvastatina aumentou 18% (IC 90% [109-127%]) na presença de amlodipina. Não foi realizado nenhum estudo de interação medicamentosa com a associação fixa de amlodipina e atorvastatina e outros fármacos, embora tenham sido realizados estudos com os componentes individuais amlodipina e atorvastatina.
Interações: Interações relacionadas com a AMLODIPINA: Em estudos de interação foi também demonstrado que a cimetidina, a atorvastatina, os sais de alumínio/magnésio e a digoxina não afetaram a farmacocinética da amlodipina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estramustina + Alumínio

Observações: N.D.
Interações: O leite, produtos lácteos ou medicamentos que contenham cálcio, magnésio ou alumínio, podem diminuir a absorção de Estramustina, pelo que não deverão ser administrados concomitantemente. O mecanismo responsável por esta interacção baseia-se na formação de sais insolúveis de estramustina com iões metálicos polivalentes.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rosuvastatina + Ezetimiba + Alumínio

Observações: Se for a um hospital ou receber tratamento para outra condição, informe a equipa médica que está a tomar Rosuvastatina / Ezetimiba.
Interações: Medicamentos para a indigestão que contenham alumínio e magnésio (utilizados para neutralizar o ácido no estômago; diminuem o nível de rosuvastatina no plasma). Este efeito pode ser atenuado se tomar este tipo de medicamento 2 horas após a rosuvastatina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Levotiroxina sódica + Alumínio

Observações: n.d.
Interações: Os agentes de ligação de ácido gástrico que contêm alumínio, medicamentos que contêm ferro, carbonato de cálcio: A absorção de levotiroxina pode ser reduzida através da toma concomitante de agentes de ligação de ácido gástrico que contêm alumínio (antiácidos, sucralfato), medicamentos que contêm ferro e carbonato de cálcio. A levotiroxina sódica deve ser tomada pelo menos duas horas antes destas medicações.

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Cafeína + Alumínio

Observações: N.D.
Interações: Associações que necessitam precauções especiais de utilização: Sais, óxidos e hidróxidos de magnésio, alumínio e cálcio (tópicos gastrointestinais): Aumento da excreção renal dos salicilatos por alcalinização da urina.

Paricalcitol + Alumínio

Observações: N.D.
Interações: Preparações contendo alumínio (por ex. antiácidos, aglutinantes de fosfato) não devem ser administradas cronicamente com medicamentos de Vitamina D, dado que podem verificar-se níveis sanguíneos aumentados de alumínio e toxicidade óssea pelo alumínio.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Diacereína + Alumínio

Observações: N.D.
Interações: Antiácidos derivados de magnésio, alumínio e cálcio pode diminuir a absorção digestiva da diacereína. Em caso de utilização concomitante, deve haver um intervalo mínimo de 2 horas entre a toma destes medicamentos e a diacereína.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Doxiciclina + Alumínio

Observações: N.D.
Interações: Sais, óxidos e hidróxidos de alumínio: diminuição da absorção digestiva das ciclinas. Tomar os antiácidos intervalados das ciclinas (mais de 2 horas, se possível).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cloropromazina + Alumínio

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos de ação tópica intestinal: Os sais de magnésio, alumínio e de cálcio diminuem a absorção digestiva da Cloropromazinal devendo por esse motivo haver um intervalo de pelo menos 2 horas entre a administração deste tipo de substâncias e da Cloropromazina.

Bictegravir + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Alumínio

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Suspensão antiácida contendo magnésio/alumínio (dose única de 20 ml5), Bictegravir (Quelação com catiões polivalentes) Este medicamento não deve ser tomado simultaneamente com suplementos contendo magnésio e/ou alumínio devido à substancial diminuição esperada da exposição ao bictegravir. Este medicamento deve ser administrado, pelo menos, 2 horas antes ou com alimentos 2 horas depois de antiácidos contendo magnésio e/ou alumínio.

Fexofenadina + Alumínio

Observações: A fexofenadina não sofre biotransformação hepática, não havendo assim interação com outros medicamentos através de mecanismos hepáticos.
Interações: Contudo, a administração de um antiácido contendo um gel de alumínio e hidróxido de magnésio 15 minutos antes do cloridrato de fexofenadina causou uma redução da biodisponibilidade, mais provavelmente devido a ligação no trato gastrointestinal. Recomenda-se um intervalo de 2 horas entre a administração de cloridrato de fexofenadina e antiácidos contendo alumínio e hidróxido de magnésio.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciprofloxacina + Alumínio

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros produtos na ciprofloxacina: Formação de Complexos Quelantes: A administração simultânea de ciprofloxacina (oral) e fármacos contendo catiões multivalentes e suplementos minerais (ex: cálcio, magnésio, alumínio, ferro), ligandos de fosfato polimérico (ex: sevelamer), sucralfato ou antiácidos, e de fármacos altamente tamponados (ex. comprimidos de didanosina) contendo magnésio, alumínio ou cálcio, reduz a absorção de ciprofloxacina. Consequentemente, a ciprofloxacina deve ser administrada 1-2 horas antes ou, pelo menos, 4 horas depois destas preparações. Esta restrição não se aplica aos antiácidos pertencentes à classe dos bloqueadores dos receptores H2.

Risedronato de sódio + Alumínio

Observações: Não foram realizados estudos formais de interações, no entanto não foram identificadas quaisquer interações clinicamente relevantes com outros medicamentos durante os estudos clínicos. O risedronato de sódio não apresenta metabolização sistémica, não induz as enzimas do citocromo P450 e apresenta uma afinidade pequena na ligação às proteínas.
Interações: O uso concomitante de medicamentos que contêm catiões polivalentes (tais como cálcio, magnésio, ferro e alumínio) interfere na absorção do Risedronato de sódio.

Limeciclina + Alumínio

Observações: N.D.
Interações: A absorção das tetraciclinas pode ser afetada pela administração concomitante de sais de cálcio, alumínio, magnésio, bismuto e zinco, antiácidos, medicamentos antiulcerosos contendo bismuto, preparações contendo ferro e quinapril. A ingestão de qualquer destes medicamentos deve ser feita pelo menos 2 horas antes ou após a toma de Limeciclina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido cítrico + Citrato de potássio + Citrato de sódio + Alumínio

Observações: N.D.
Interações: Sais de alumínio (aumento da absorção de alumínio).

Subcitrato de bismuto potássico + Metronidazol + Tetraciclina + Alumínio

Observações: Não foram realizados estudos formais de interação com esta associação. Antes do tratamento, deve ser verificada a necessidade de outra medicação concomitante em doentes que estejam a tomar este medicamento. Apesar de não ter sido detetada qualquer interação específica com a associação, os doentes que tomem um grande número de medicamentos concomitantes têm geralmente um risco mais elevado de sofrerem efeitos indesejáveis e, por conseguinte, devem ser tratados com cuidado.
Interações: Interações com tetraciclina: Antiácidos, preparações com ferro e produtos lácteos: A absorção da tetraciclina é comprometida pelos antiácidos que contenham alumínio, cálcio ou magnésio, pelas preparações com ferro, zinco ou bicarbonato de sódio, ou por produtos lácteos. Desconhece-se a importância clínica da exposição sistémica reduzida à tetraciclina, uma vez que a contribuição relativa da atividade antimicrobiana sistémica versus a atividade antimicrobiana local contra o Helicobacter pylori não foi estabelecida. Por conseguinte, estes medicamentos não devem ser utilizados concomitantemente com esta associação.

Fluoreto de sódio + Alumínio

Observações: N.D.
Interações: A absorção do flúor está relacionada com a solubilidade do composto ingerido. A absorção é, assim, inibida pelo cálcio, magnésio ou alumínio. O Fluoreto de sódio não deve, portanto, ser administrado com leite ou derivados nem com antiácidos contendo sais de cálcio, alumínio ou magnésio.
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017